REFORMA POLÍTICA E MOBILIZAÇÃO SOCIAL

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1 29 REFORMA POLÍTICA E MOBILIZAÇÃO SOCIAL Political reform and social mobilization Marcelo Simas Fundação Getúlio Vargas - FGV Monique Menezes Fundação Getúlio Vargas - FGV A reforma política tem sido uma vacina para momentos de contestação moral do Congresso. Toda vez que um grande escândalo surge, a reforma política volta à agenda. Isto, em grande medida, é saudável e esperado na democracia. As crises estimulam o aperfeiçoamento das instituições no mundo inteiro. Não que ela seja mera farsa, seria ingênuo pensar assim. Independente de qualquer outro interesse, até para ser eficaz como chamariz, o parlamento tem que tomá-la a sério. Ela preenche uma boa medida da pauta da mídia, mesmo que para criticá-la, e reduz a atenção sobre o próprio Congresso. O último exemplo foi a reforma votada na época da crise das Diretorias e estrutura administrativa do Senado. As emendas propostas e derrotadas naquela reforma, como a proibição do doador anônimo, teriam representado avanços para democracia brasileira, mas ela se concentrou na eliminação da censura na internet. Quem seria contra a eliminação de qualquer censura? É, certamente, positiva, há dúvidas quanto a sua relevância. Um percentual pequeno da população brasileira usa a internet: cerca de 23%. Boa parte deste grupo tem alto grau de educação

2 30 formal. É pouco provável que a internet seja a sua única, ou mesmo sua principal fonte de informação política. Vamos fazer um contraponto com a campanha de Obama nos EUA. Os EUA têm uma alta cobertura de internet, na casa de 80%. Ela atinge a todos os seguimentos da população. A campanha de Obama foi celebrizada por inaugurar um novo uso da internet na política. Mesmo neste contexto, cerca de 60% do orçamento da campanha de Obama foi gasto na televisão. Discutir as regras do horário eleitoral na televisão seria certamente mais relevante para a informação do eleitor. Ele tem vários problemas. Consideramos esta proposta de reforma um tanto inoportuna, simplesmente porque todo este debate desvia do ponto principal. A reforma mais necessária ao Estado brasileiro, no sentido mais amplo até do que a reforma política, é a melhoria da conexão eleitoral. O nosso sistema de voto para o parlamento, proporcional com lista aberta e coligações, é, seguramente, o mais ininteligível do mundo. Na lista aberta a relação do eleitor é direta com o candidato, sem passar pelo Partido. Diferente do voto em lista fechada, em que o partido determina uma lista com uma ordem e o eleitor vota na lista inteira. Na lista fechada, na verdade, o eleitor vota no partido. Fortalece os partidos. Tudo isso se complica pela permissão de coligações, que são tratadas como um único partido na conversão de votos em cadeiras. A nossa regra de voto, proporcional com lista aberta e coligações, não provê ao eleitor instrumentos para perceber sua preferência traduzida em representação e muito menos para tornar o representante responsável pelo seu mandato. Uma quantidade pequena de candidatos alcança o quociente eleitoral, na casa de 30%, dependendo da eleição. Os demais candidatos foram eleitos, em parte, por transferências de votos para alcançar o quociente eleitoral. Votos transferidos, sejam dos muitos candidatos não eleitos, sejam sobras acima do quociente eleitoral de candidatos eleitos. Sendo possível transferência do mesmo partido ou de outro partido na coligação. Este cenário torna muito difícil para a população acompanhar o mandato do parlamentar. Na próxima eleição, o parlamentar no exercício do mandato enfrenta quase que uma primeira eleição: ele é desconhecido e ninguém sabe o que ele fez. O resultado disso é, em última instância, a célebre desmobilização e desinteresse pela política do eleitor brasileiro. É um jogo com custos de informação muito altos para entrar...

3 31 Um eleitorado desmobilizado e regras eleitorais extremamente individualistas formam o nosso cenário de partidos políticos muito fracos, doutrinariamente e organizacionalmente, salvo raras exceções, talvez. Do ponto de vista da suposta vantagem do voto proporcional na representação de minorias. É verdadeira, em maior ou menor medida, em muitos lugares do mundo. O nosso voto proporcional com lista aberta e coligações, contudo, não representa quase ninguém. Não seria esta uma das causas da preponderância do executivo no Brasil? Muitos são a favor de alguma forma de voto distrital. Acreditamos que ele carece de viabilidade política, seria uma mudança muito significativa dos incentivos para a elite política que foi eleita com os atuais incentivos. Sugerimos a lista fechada. Argumenta-se que nossos partidos têm baixa qualidade, não têm projetos políticos, não têm ideologia e, desta forma, a lista fechada cristalizaria no poder partidos que na verdade não representam o eleitorado. Propomos que esta perspectiva inverte o problema. Não é uma questão de não dar poder a partidos de baixa qualidade, sem ideologia. Eles têm baixa qualidade, não têm programas políticos porque não têm poder. Como é possível avançar uma agenda política, um projeto ideológico, se o partido não tem nenhuma capacidade de forçar a disciplina? O Deputado ou Prefeito pode avançar sua agenda política individual, sem nenhuma sanção do partido e, caso ele fique insatisfeito com alguma demanda de seu partido, sempre pode encontrar um outro partido para abrigá-lo, em um contexto fortemente multipartidário. Neste contexto, o poder de barganha é assimétrico, o político individual tem todos os elementos para negociar sua permanência. O partido é um atalho informacional. É muito mais fácil para o eleitor prestar atenção em projetos partidários que em uma miríade de políticos individuais. A teoria política prevê que a melhoria da informação do eleitor aumenta a responsabilização e eleva a qualidade da decisão política. Tanto o voto distrital, politicamente inviável em nosso contexto, quanto a lista fechada, mais palatável à nossa elite política, cumpririam esta função. Os resultados para a mobilização e capacidade de decisão do eleitorado seriam significativos. A lista fechada é mais viável politicamente, simplesmente porque as cúpulas dos partidos teriam interesse em implementá-la. Mesmo ela, contudo, só ocorrerá se houver uma grande mobilização social que consiga

4 32 arregimentar os Deputados Federais e Senadores que foram eleitos pela atual regra eleitoral. Um grande exemplo de como a mobilização social pode tirar a elite política da sua zona de conforto e forçar uma mudança institucional significativa para além das perfumarias que o Congresso aprova em momentos de escândalos, é o Projeto Ficha Limpa. Em democracias modernas representativas, a delegação de poderes é inevitável. Os eleitores, através das eleições, delegam autoridade aos seus representantes. O problema da delegação, como apontado por Lupia e McCubbins (1998), refere-se à assimetria de informação e ao conflito de interesses entre o mandante e o mandatário. Em geral, o mandante carece de informações precisas para avaliar se as ações do mandatário estão ou não de acordo com os seus interesses. Por possuir informações privilegiadas, que não estão disponíveis ao mandante, o mandatário pode realizar ações de seu interesse, em detrimento do interesse do mandante. O monitoramento atento de todas as atividades dos representantes políticos pelos cidadãos demanda recursos financeiros e de tempo que não estão disponíveis à população. Em razão disto, McCubbins e Schwartz (1984) argumentam que o controle efetivo ocorre apenas quando há o elemento surpresa. Neste caso, em vez de examinar cada ação do seu mandatário, o mandante pode acionar uma terceira parte, com o objetivo de fazê-la funcionar como um alarme de incêndio (fire alarm). Como terceira parte, entende-se aqui a imprensa e instituições civis como a Ordem dos Advogados, por exemplo. Um exemplo recente do controle dos cidadãos sobre os seus representantes eleitos através do mecanismo de alarme de incêndio é o Projeto de Lei Complementar Ficha Limpa, de iniciativa popular, aprovado pelo Congresso Nacional. A concepção deste projeto teve início em 2008 com o objetivo de impedir que pessoas condenadas pela Justiça em instâncias colegiadas possam se candidatar a cargos eletivos durante (8) oito anos, mesmo que o processo não tenha sido concluído pelo poder Judiciário. As decisões colegiadas são realizadas na segunda instância ou no caso de pessoas com foro privilegiado. Desde o início da campanha, pouco se acreditou que os Deputados Federais e Senadores levassem adiante o projeto. Afinal, porque os políticos mudariam o sistema pelo qual foram eleitos? Porque criar um impedimento para sua reeleição?

5 33 De fato, o Projeto de Lei foi entregue à Câmara dos Deputados em setembro de 2009 e, desde então, os deputados adiaram diversas vezes a sua votação, já que não parecia ser do interesse de nenhum deles mudar as regras atuais. Contra esta lógica aparente, no último dia quatro de Maio a Câmara aprovou o projeto com 388 votos favoráveis e apenas um contrário. Qual é a diferença desta vez? O que fez os deputados aceitarem uma mudança tão importante que vai contra os seus próprios interesses? Passando a análise específica do Projeto de Lei Ficha Limpa verificamos que houve uma iniciativa do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, uma organização da sociedade civil, que atuou como uma terceira parte, lançando uma campanha para que fosse considerada a vida pregressa dos candidatos aos cargos eletivos do país. A iniciativa do MCCE e a adesão de 1,6 milhão de assinaturas dos eleitores brasileiros chamaram a atenção da mídia, que passou a veicular a iniciativa civil, obrigando a elite política federal a considerar o Projeto e Ficha Limpa até sua aprovação pela Câmara dos Deputados no último dia 04. Além da aprovação quase que unânime na Câmara dos Deputados, duas outras evidências deixam claro o funcionamento do mecanismo de alarme de incêndio, acionado pelo MCCE com o apoio da mídia para aprovação do Projeto Ficha Limpa. Primeiro, o Senado também aprovou no último dia dezenove de maio na Comissão de Constituição e Justiça CCJ. E, no mesmo, dia aprovou por unanimidade, com 76 votos, o texto básico do projeto. A casa optou por votar um projeto mesmo com a pauta trancada por Medidas Provisórias e quatro projetos do pré-sal que possuem caráter de urgência, utilizando-se do recurso da sessão extraordinária. Em interpretação recente do Congresso e do STF, o trancamento da pauta só seria válido para sessões ordinárias, permitindo ao Congresso o recurso de convocar sessões extraordinárias para votar matérias de seu interesse, a revelia das prioridades do Governo. Considerando o alinhamento da maioria do Congresso com o Governo, este é obviamente um recurso extraordinário, como a própria sessão, o que ressalta o interesse do Congresso no Projeto Ficha Limpa, para lançar mão dele para sua aprovação urgente. Uma segunda evidência do funcionamento do mecanismo de alarme de incêndio é que os dois maiores partidos do país, PSDB e PT, se comprometeram a apresentar nas próximas eleições somente candidatos ficha limpa. A decisão da validade do projeto para as eleições deste ano ainda será decidida pelo Tribunal Superior Eleitoral. No entanto, é possível observar que

6 34 os principais políticos do país estão atentos à dimensão da importância deste projeto para os eleitores e procuraram se antecipar a qualquer tipo de decisão do Congresso ou do Judiciário, em um debate promovido pelo Estadão no dia 10 de maio. O texto aprovado no Congresso é um pouco mais flexível, se comparado ao proposto pela iniciativa popular, o projeto inicial previa a proibição de candidatos condenados já em primeira instância. Apesar disso, percebe-se que ao contrário de outros momentos da nossa história recente em que a reforma política foi apenas uma cortina de fumaça para momentos de contestação do Congresso, a mudança desta vez parece apresentar consequências institucionais duradouras para o nosso sistema político. A atuação do mecanismo de alarme de incêndio utilizado, por uma instituição da sociedade civil, para controlar e monitorar nossos políticos deve apresentar efeitos já nas próximas eleições e em alguma medida fortalecer os partidos, já que alguns líderes já se posicionaram pela imagem da legenda, em detrimento do posicionamento individual dos políticos. Procuramos argumentar que o Projeto Ficha Limpa só foi possível por causa da mobilização social, em mecanismo típico de alarme de incêndio, potencializado por um ano eleitoral. Qualquer redução da liberdade exacerbada de nossa elite política é certamente positiva. O Ficha Limpa, contudo, é, ele próprio, muito limitado. Ele não toca no problema fundamental de nosso sistema político: a baixa responsabilização de nossa elite política perante o eleitorado.

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