Implantação do Serviço de Farmácia Clínica na UTI do A.C.Camargo Cancer Center

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Implantação do Serviço de Farmácia Clínica na UTI do A.C.Camargo Cancer Center"

Transcrição

1 I Simpósio de Farmácia A.C.Camargo Cancer Center Implantação do Serviço de Farmácia Clínica na UTI do A.C.Camargo Cancer Center Regina Attiê Farmacêutica Coordenadora de Farmácia A.C.Camargo Cancer Center Mestre em Oncologia pelo A.C. Camargo

2

3

4 Objetivo...

5 Ferramentas???

6 UTI / CTI / ICU Primeiro passo...

7 Desenho da UTI: 2011 UTI QTDE DE LEITOS ADULTO 31 PEDIÁTRICA 5

8 DESAFIO... Formação da Equipe da UTI - Médico intensivista - Enfermeiro - Fisioterapeuta - Farmacêutico Convidados - Médico e enfermeiro CCIH - Nutricionista - Médicos de outras equipes: Onco, Cirurgia, Neuro, etc

9 Como fazer? Criação do espaço do farmacêutico na equipe multi; Criação de uma evolução no sistema que ficasse clara para toda a equipe e a qual o farmacêutico conseguisse acompanhar a evolução diária Necessidade da criação de critérios

10 Desenho da Farmácia Clínica FARMÁCIA CLÍNICA DA UTI Qual o papel do farmacêutico clínico da UTI? Análise Técnica da Prescrição Médica mãe Participação na discussão da visita multidisciplinar

11 Análise Técnica das Prescrições Para 100% dos pacientes das UTI s ; Dose/diluição, Interações e incompatibilidades; Evolução em prontuário

12 Importante conhecer alguns conceitos: Delirium Hipócrates a.c. Um dos primeiros transtornos neurológicos conhecidos Do latim delirare', que significa "estar fora do lugar", atualmente no sentido de "estar confuso, distorcendo a realidade, fora de si". WACKER, Priscilla; NUNES, Paula V. and FORLENZA, Orestes V.. Delirium: uma perspectiva histórica. Rev. psiquiatr. clín. 2005, vol.32, n.3 [cited ], pp

13 Necessário conhecer algumas coisas específicas: Sedação DECCA 2009: 104 UTIs de 11 países Sedação excessiva é altamente prevalente (72% em pacientes com ventilação mecânica)

14 Entendendo a Adesão Médica... - Critério Estabelecido Considerada Adesão - quando o médico realiza uma alteração da prescrição médica, após a discussão com o farmacêutico; Considerada Não Adesão Justificada quando médico não realiza alteração da prescrição. Nesse caso o médico faz outro tipo de acompanhamento, para atingir o benefício clínico, como controle dos níveis séricos, levando-se em conta as comorbidades, o risco x benefício, entre outros; Considerada Não Adesão Não Justificada quando o médico simplesmente não acata a sugestão e não se justifica, não tomando nenhuma medida para o apontamento farmacêutico.

15 FARMÁCIA CLÍNICA DA UTI Evolução no sistema Farmacêutico (noturno) realiza Análise Técnica para 100% dos pacientes das UTI s Nesse caso paciente não apresenta Interações

16 Evolução no sistema Análise Técnica com possibilidade de Interação

17 Participação na visita multidisciplinar

18 Evolução complementar: Após a discussão com a equipe multi Não Adesão Justificada

19 Adesão Médica

20 Não Adesão Não Adesão Justificada

21 Necessidade de Ampliação dos critérios Reuniões com os médicos para acompanhar a evolução da Farmácia Clínica Farmacêutico poderia fazer mais??? Sugestões dos médicos???

22 Seguimento farmacoterapêutico para pacientes de alta complexidade Estudo retrospectivo feito na Colômbia com 664 pacientes evidenciou maior taxa de mortalidade dos pacientes gravemente enfermos mal visualizados pela equipe médica e de enfermagem

23 47 Centros Médicos de 23 países para definir os requisitos básicos e características estruturais relevantes. Promoção de um planejamento de renovação das UTIs com base num consenso multinacional

24 Mapa da UTI Adulto

25 DESENHO DIFERENCIADO: Pacientes de Alta Complexidade Análise Técnica de PM; Avaliação dos exames laboratoriais; Acompanhamento da história clínica do paciente; Acompanhamento até o momento da alta para Unidade de Internação (UI); Passagem de plantão para o farmacêutico clínico das UIs; Paciente em seguimento farmacoterapêutico até o desfecho clínico: alta, retorno para UTI, óbito; Orientação de alta

26 Farmacêutico UTI realiza Acompanhamento Farmacoterapêutico Para Pacientes De Alta Complexidade Pac. De Alta Complexidade = Foco diferente da Análise Técnica e Discussão Clínica

27 Farmacêutico UTI realiza Acompanhamento Farmacoterapêutico Para Pacientes De Alta Complexidade Também contempla as Interações.

28 Criação de uma máscara para agilizar o atendimento Agiliza a digitação da Evolução Farmacêutica (cabeçalho e dados principais)

29 Colheita dos primeiros frutos: Publicação do trabalho realizado na UTI

30 Amadurecimento da Farmácia Clínica UTI 2013 Criação de documento eletrônico, melhorando a apresentação da Evolução da Farmácia; Facilidade na localização do documento da Evolução Farmacêutica em pronturário eletrônico; Inclusão de novos critérios para elegibilidade do paciente para Seguimento Farmacoterapêutico.

31 Amadurecimento da Farmácia Clínica Criação de Documento Eletrônico

32 Evolução Farmacêutica

33 Evolução Farmacêutica

34 ... Novos critérios para seguimento

35 Inclusão nos critérios do Seguimento Farmacoterapêutico Paciente hepatopata (definido por exames como bilirrubina, entre outros); Clearance de creatinina > ou = 1.40; Paciente internado na UTI por sepse

36 Criação de documento eletrônico específico para o Seguimento

37 Evolução Farmacêutica Seguimento Farmacoterapêutico

38 Evolução Farmacêutica Seguimento Farmacoterapêutico

39 Evolução Farmacêutica Seguimento Farmacoterapêutico

40 ALGUNS RESULTADOS

41 Meta = 100% UTI: Total De Pacientes X Total Avaliados Por Ano (87%) (93%) (99%) Total pacientes Pacientes avaliados

42 Alguns Indicadores Farmácia Clínica UTI Interações e Incompatibilidades - UTI ACCamargo Cancer Center Incompatibilidades Interação Droga x Droga

43 Adesão Médica % De Adesão Médica Após Discussão Em Visita Multidisciplinar UTI ACCamargo Cancer Center 2013 N DE INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS 2250 N DE ADESÕES (PM ALTERADA+ACOMPANHADA) 2227 N DE NÃO ADESÃO

44 Alguns Indicadores Farmácia Clínica UTI Seguimento Farmacoterapêutico UTI - ACCamargo Cancer Center Nº de pacientes a partir de mar/ parcial até ago/2013

45 Frutos das melhorias UTI do A C Camargo Cancer Center Acompanhamento Farmacoterapêutico Para Pacientes Oncológicos Internados Na Unidade De Terapia Intensiva Com Disfunção Renal ATTIE R.; TANAKA E.A.K.; LAGO E.G.M.; LOPES I.S; SILVA M.C.F.; LIMA P.R.; BORGES O.S. A.C.Camargo Cancer Center - Rua Professor Antonio Prudente, 211 CEP Liberdade - São Paulo (SP) Objetivo: garantir ao paciente uma terapêutica segura e compatível com o seu perfil renal, através do ajuste de doses, substituição de equivalente terapêutico ou alteração do intervalo de administração de fármacos. Material e método: para o cálculo do clearance de creatinina é utilizado o método de Cockcroft e Gault. Os dados para o cálculo são: o resultado da creatinina, idade e peso do paciente (para mulheres o resultado deve ser multiplicado por 0.85). O farmacêutico clínico avalia diariamente o resultado da creatinina dos pacientes e calcula o clearance quando creatinina 1.40mg/dl. De acordo com o resultado foi verificado o potencial nefrotóxico dos fármacos prescritos e na visita multidisciplinar foram realizadas as sugestões de ajustes de doses, substituição de equivalente terapêutico menos nefrotóxico e alterações no tempo ou intervalo entre as doses de alguns fármacos. Resultados: foram acompanhados um total de 222 pacientes com disfunção renal, no período de novembro de 2012 até maio de 2013, sendo considerada como disfunção renal: - Insuficiência renal leve (ClCr: 60 a 89 ml/min); - Insuficiência renal grave (ClCr: 15 a 29 ml/min). Obtivemos um total de 109 intervenções farmacêuticas com 100% de adesão da equipe médica. Destas 109 intervenções, observamos que: - 80(73,40%) foram para antibióticos; - 20(18,28%) para anticoagulantes; e - 9(8,25%) para protetores gástricos.discussão: através dos resultados obtidos percebemos que a maior parte das intervenções ocorreram para o uso de antibióticos e dessa forma observamos que foi possível tratar os pacientes sem comprometer ainda mais seu quadro clínico, evitando a progressão da doença renal ou sobrecarga devido nefrotoxicidade dos fármacos durante o tratamento. Conclusão: dessa forma observamos a importância do farmacêutico clínico na equipe multidisciplinar de uma Unidade de Terapia Intensiva, contribuindo para que os pacientes com disfunção renal possam realizar o tratamento com maior segurança terapêutica. KNOBELl,E; Terapia Intensiva Nefrologia e Distúrbios do Equilíbrio Ácido- Base EDITORA ATHENEU 2004; MUNAR, M.Y.; SINGH, H. Drug dosing adjustments in patients with chronic kidney disease. Am. Fam. Physician, Kansas City, v.75, n.10, p , May 2007.

46 Frutos das melhorias UTI do A C Camargo Cancer Center Acompanhamento Farmacoterapêutico Para Pacientes Oncológicos Internados Na Unidade De Terapia Intensiva Com Disfunção Renal ATTIE R.; TANAKA E.A.K.; LAGO E.G.M.; LOPES I.S; SILVA M.C.F.; LIMA P.R.; BORGES O.S. A.C.Camargo Cancer Center - Rua Professor Antonio Prudente, 211 CEP Liberdade - São Paulo (SP)

47 Desenho da UTI: Passado / Presente / Futuro

48 Atualização Farmacêutica Permanente...

49

50 Sim..., é possível e é só o começo...

51 Muito Obrigada!

Lidando com o paciente oncológico C A M I L A M A N O S S O F U N E S J É S S I C A D E O L I V E I R A S T O R R E R

Lidando com o paciente oncológico C A M I L A M A N O S S O F U N E S J É S S I C A D E O L I V E I R A S T O R R E R Lidando com o paciente oncológico C A M I L A M A N O S S O F U N E S J É S S I C A D E O L I V E I R A S T O R R E R As fases do câncer ANTERIOR AO DIAGNÓSTICO RECUPERAÇÃO OU MORTE DIAGNÓSTICO A FASE

Leia mais

A Experiência do HESAP na Implementação do Protocolo TEV: Desafios e Estratégias

A Experiência do HESAP na Implementação do Protocolo TEV: Desafios e Estratégias CULTURA A Experiência do HESAP na Implementação do Protocolo TEV: Desafios e Estratégias 01/10/2014 Drª Monica Pinheiro Enfª Karina Tomassini HOSPITAL ESTADUAL DE SAPOPEMBA Liderança Superintendente Maria

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014. Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social

RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014. Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014 Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social Entidade: Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil Endereço: Rua Antônio Miguel Pereira

Leia mais

ENFERMAGEM DO TRABALHO - TURMA VII

ENFERMAGEM DO TRABALHO - TURMA VII Rua Rio Branco, 216, Centro, CEP 650-490, São Luís /MA - Fone: (98) 3878.21 Credenciado pela Portaria Ministerial nº 1764/06, D.O.U. 211 de 03.11.06, Seção 01, Folha14 ENFERMAGEM DO TRABALHO - TURMA VII

Leia mais

EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP:

EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP: APS SANTA MARCELINA INTRODUÇÃO EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP: UM PROCESSO EM CONSTRUÇÃO Parceria com a Prefeitura de São Paulo no desenvolvimento de ações e serviços voltados

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

TRANSFERÊNCIA DE PACIENTE INTERNA E EXTERNA

TRANSFERÊNCIA DE PACIENTE INTERNA E EXTERNA 1 de 8 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 25/11/2012 1.00 Proposta inicial LCR, DSR,MGO 1 Objetivo Agilizar o processo de transferência seguro do paciente/cliente, para

Leia mais

Experiência Do Município De Cascavel PR Na Atenção Domiciliar ABRASAD

Experiência Do Município De Cascavel PR Na Atenção Domiciliar ABRASAD Experiência Do Município De Cascavel PR Na Atenção Domiciliar ABRASAD Histórico 2005: Início do trabalho. I Seminário de Assistência Domiciliar. 2006: Portaria GM 2529. Fundação da ABRASAD Associação Brasileira

Leia mais

1. CADASTRO 2. AGENDAMENTOS:

1. CADASTRO 2. AGENDAMENTOS: 1. CADASTRO Para atuar no Hospital São Luiz, todo médico tem de estar regularmente cadastrado. No momento da efetivação, o médico deve ser apresentado por um membro do corpo clínico, munido da seguinte

Leia mais

MATRIZ DE PRIORIZAÇÃO GUT ERRO DE MEDICAÇÃO. Rosangela Jeronimo

MATRIZ DE PRIORIZAÇÃO GUT ERRO DE MEDICAÇÃO. Rosangela Jeronimo MATRIZ DE PRIORIZAÇÃO GUT ERRO DE MEDICAÇÃO Rosangela Jeronimo 2011 HOSPITAL SANTA CRUZ Filantrópico Foco na comunidade japonesa Localizado no bairro da Vila Mariana São Paulo 166 leitos destinados a internação

Leia mais

USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI

USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI Débora Onuma Médica Infectologista INTRODUÇÃO O que são Indicadores? 1. Indicador é uma medida quantitativa que pode

Leia mais

Projetos desenvolvidos para o Hospital e Maternidade Municipal de Uberlândia e a o Hospital Escola de Uberlândia - UFU

Projetos desenvolvidos para o Hospital e Maternidade Municipal de Uberlândia e a o Hospital Escola de Uberlândia - UFU Projetos desenvolvidos para o Hospital e Maternidade Municipal de Uberlândia e a o Hospital Escola de Uberlândia - UFU AMBULATÓRIO Cadastro de paciente ( caso o paciente já tenha consultado no hospital

Leia mais

Atualização do Congresso Americano de Oncologia 2014. Fabio Kater

Atualização do Congresso Americano de Oncologia 2014. Fabio Kater Atualização do Congresso Americano de Oncologia 2014 Fabio Kater Multivitaminas na prevenção do câncer de mama, próstata e pulmão: caso fechado! Revisão da literatura para tipos específicos de câncer

Leia mais

Melhor em Casa Curitiba-PR

Melhor em Casa Curitiba-PR Melhor em Casa Curitiba-PR ATENÇÃO DOMICILIAR Modalidade de Atenção à Saúde, substitutiva ou complementar às já existentes, caracterizada por um conjunto de ações de promoção à saúde, prevenção e tratamento

Leia mais

Linha de Cuidado da Obesidade. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas

Linha de Cuidado da Obesidade. Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas Linha de Cuidado da Obesidade Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas Evolução do excesso de peso e obesidade em adultos 0,8% (1.550.993) da população apresenta obesidade grave 1,14% das

Leia mais

O Papel dos Protocolos Clínicos e das Recomendações Terapêuticas na Gestão Hospitalar

O Papel dos Protocolos Clínicos e das Recomendações Terapêuticas na Gestão Hospitalar O Papel dos Protocolos Clínicos e das Recomendações Terapêuticas na Gestão Hospitalar Piedade Ferreira/Rute Reis Infarmed 26 Outubro 2006 Objectivos 2006 Controlo do consumo de medicamentos Milhares Euros

Leia mais

MATERNIDADE UNIMED UNIDADE GRAJAÚ

MATERNIDADE UNIMED UNIDADE GRAJAÚ MATERNIDADE UNIMED UNIDADE GRAJAÚ Larissa Fernanda Silva Borges de Carvalho Enfermeira, Especialista em Gestão de Serviços de Saúde Gerente Assistencial da Maternidade Unimed BH Unidade Grajaú Governança

Leia mais

ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ (ESP-CE) PROCESSO SELETIVO PÚBLICO SIMPLIFICADO PARA PREENCHIMENTO DOS EMPREGOS PÚBLICOS DE POLICLÍNICAS

ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ (ESP-CE) PROCESSO SELETIVO PÚBLICO SIMPLIFICADO PARA PREENCHIMENTO DOS EMPREGOS PÚBLICOS DE POLICLÍNICAS 2024 003.507.983-54 80.00 (PACAJUS) ENFERMEIRO 2019 004.798.133-45 75.00 (PACAJUS) ENFERMEIRO 2143 600.324.453-42 75.00 (PACAJUS) ENFERMEIRO 2322 884.313.043-91 75.00 (PACAJUS) ENFERMEIRO 2027 631.747.313-72

Leia mais

Identificar como funciona o sistema de gestão da rede (espaços de pactuação colegiado de gestão, PPI, CIR, CIB, entre outros);

Identificar como funciona o sistema de gestão da rede (espaços de pactuação colegiado de gestão, PPI, CIR, CIB, entre outros); ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PLANO DE AÇÃO REGIONAL DAS LINHAS DE CUIDADO DAS PESSOAS COM HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA, COM DIABETES MELLITUS E/OU EXCESSO DE PESO NO CONTEXTO DA REDE DE ATENÇÃO

Leia mais

CRS Leste/ST Guaianases UBS Jd. Aurora

CRS Leste/ST Guaianases UBS Jd. Aurora CRS Leste/ST Guaianases UBS Jd. Aurora Estudo do Controle da HA Hipertensão Arterial e Perfil Farmacológico pacientes cadastrados no PRC Programa Remédio em Casa UBS Jd. Aurora Subprefeitura de Guaianases

Leia mais

Relatório de Gestão da CCIH

Relatório de Gestão da CCIH Relatório de Gestão da CCIH 1 - Apresentação A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar CCIH é formada por membros executores -01 Enfermeira, 01 Farmacêutica e 01 Medico Infectologista e consultores-representantes

Leia mais

Discussão de Cases- Boas Práticas CLINIPAM CLÍNICA PARANAENSE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA CENTRO DE QUALIDADE DE VIDA

Discussão de Cases- Boas Práticas CLINIPAM CLÍNICA PARANAENSE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA CENTRO DE QUALIDADE DE VIDA Discussão de Cases- Boas Práticas CLINIPAM CLÍNICA PARANAENSE DE ASSISTÊNCIA MÉDICA CENTRO DE QUALIDADE DE VIDA Jamil Luminato 1981 Jamil Luminato 1981 2013 Visão Geral Medicina de Grupo de Curitiba 117.187

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

SERVIÇO FARMACÊUTICO EM UMA UNIDADE DE EMERGÊNCIA

SERVIÇO FARMACÊUTICO EM UMA UNIDADE DE EMERGÊNCIA SERVIÇO FARMACÊUTICO UMA UNIDADE DE ERGÊNCIA Junior André da Rosa Blumenau, 23 de maio de 2014 DECLARAÇÃO DE CONFLITO DE INTERESSES Declaro não haver nenhum conflito de interesse nesta apresentação. Parte

Leia mais

Capítulo 50: centro de atenção psicossocial de álcool e drogas

Capítulo 50: centro de atenção psicossocial de álcool e drogas Capítulo 50: centro de atenção psicossocial de álcool e drogas Fernanda Marques Paz 1 Dependência Química: prevenção, tratamento e politicas públicas (Artmed; 2011; 528 páginas) é o novo livro de Ronaldo

Leia mais

REAL SOCIEDADE ESPANHOLA DE BENEFICÊNCIA (RSEB) HOSPITAL REGIONAL DE SANTA MARIA/DF (HRSM) GABARITO OFICIAL DEFINITIVO.

REAL SOCIEDADE ESPANHOLA DE BENEFICÊNCIA (RSEB) HOSPITAL REGIONAL DE SANTA MARIA/DF (HRSM) GABARITO OFICIAL DEFINITIVO. EMPREGO 1: ASSISTENTE SOCIAL TIPO A Gabarito D X D A C B A D C A D A A A D Gabarito D B B X C C C D C C D C C C D EMPREGO 2: CIRURGIÃO BUCO-MAXILO-FACIAL TIPO A Gabarito D X D A C B A D C A B A C A D Gabarito

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Coleta de Leite Materno: Minimizando Agravos à Recém Nascidos e Salvando vidas diariamente.

Mostra de Projetos 2011. Coleta de Leite Materno: Minimizando Agravos à Recém Nascidos e Salvando vidas diariamente. Mostra de Projetos 2011 Coleta de Leite Materno: Minimizando Agravos à Recém Nascidos e Salvando vidas diariamente. Mostra Local de: Paranavaí Categoria do projeto: II - Projetos finalizados Nome da Instituição/Empresa:

Leia mais

Capítulo IV Programas de treinamento pós-graduado

Capítulo IV Programas de treinamento pós-graduado Capítulo IV Programas de treinamento pós-graduado Introdução Qual será a duração ideal do treinamento de um médico para que se torne um pediatra competente? Dadas as variedades de abordagem dos treinamentos

Leia mais

ANEXO II QUADRO DE ATRIBUIÇÕES, REQUISITOS E REMUNERAÇÃO

ANEXO II QUADRO DE ATRIBUIÇÕES, REQUISITOS E REMUNERAÇÃO ANEXO II QUADRO DE ATRIBUIÇÕES, REQUISITOS E REMUNERAÇÃO FUNÇÃO / REMUNERAÇÃO Médico Infectologista REQUISITO Medicina e Título de Especialista concedido pela Respectiva Sociedade de Classe ou Residência

Leia mais

HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO RIO DE JANEIRO

HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO RIO DE JANEIRO U N I V E R S I D A D E D E B R A S Í L I A (UnB) CENTRO DE SELEÇÃO E DE PROMOÇÃO DE EVENTOS (CESPE) HOSPITAL DOS SERVIDORES DO ESTADO RIO DE JANEIRO Processo Seletivo Simplificado GABARITOS OFICIAIS PRELIMINARES

Leia mais

Diretrizes Assistenciais. Critérios de admissão, alta e transferência do CDE

Diretrizes Assistenciais. Critérios de admissão, alta e transferência do CDE Diretrizes Assistenciais Critérios de admissão, alta e transferência do CDE Versão eletrônica atualizada em jan/2012 Agentes Descrições Definição Critérios de admissão, alta e transferência para pacientes

Leia mais

A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral

A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral A Segurança na Administração da Quimioterapia Oral.ral 2º Congresso Multidisciplinar em Oncologia do Instituto do Câncer do Hospital Mãe de Deus Enfª Érika Moreti Campitelli Antineoplásico oral: Atualmente

Leia mais

O Procedimento Operacional Padrão (POP) No. 04/2013 do Manual de Normas e Rotinas do Núcleo Interno de Regulação da Santa Casa:

O Procedimento Operacional Padrão (POP) No. 04/2013 do Manual de Normas e Rotinas do Núcleo Interno de Regulação da Santa Casa: PARECER CRM/MS N 001-2014 PROCESSO CONSULTA N 13/2013 INTERESSADO: ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DE CAMPO GRANDE ASSUNTO: SOLICITAÇÃO DE PARECER PRIORIZAÇÃODE ACESSO ÀS VAGAS EM UTI. Temas correlatos: Priorização

Leia mais

Dr. Cid Buarque de Gusmão Diretor Presidente Centro de Combate ao Câncer

Dr. Cid Buarque de Gusmão Diretor Presidente Centro de Combate ao Câncer Dr. Cid Buarque de Gusmão Diretor Presidente Centro de Combate ao Câncer 31 de Agosto de 2010 Centro de Combate ao Câncer QUEM SOMOS Centro de Combate ao Câncer NOSSAS DIRETRIZES Nossa Visão - O que buscamos

Leia mais

O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral

O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral O PEP como Instrumento de Otimização Clinica Marcos Sobral São Paulo, 19 de setembro de 2005 Agenda Introdução Desafios MVPEP Formas de acessos Funcionalidades Formulários eletrônicos Índices clínicos

Leia mais

EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 002/2012

EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 002/2012 EDITAL DE RETIFICAÇÃO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 002/2012 A FUNDAÇÃO HOSPITAL MUNICIPAL GETÚLIO VARGAS, divulga a retificação do Edital de Abertura do Processo Seletivo Simplificado n 002/2012 destinado

Leia mais

Bactérias Multirresistentes: Como eu controlo?

Bactérias Multirresistentes: Como eu controlo? 10 a Jornada de Controle de Infecção Hospitalar CCIH Hospital de Câncer de Barretos da Maternidade Sinhá Junqueira Ribeirão Preto, 29 e 30 de julho de 2005 Bactérias Multirresistentes: Como eu controlo?

Leia mais

1 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

1 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO VOLUNTÁRIO NO HOSPITAL GERAL (HG), NO INSTITUTO DE MEDICINA DO ESPORTE (IME) E NA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA (CLIFI) NA UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO

Leia mais

ANEXO I - EMPREGOS, PRÉ-REQUISITOS, VAGAS, CARGA HORÁRIA, SALÁRIOS E DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS ATIVIDADES. ENSINO SUPERIOR - ESPECIALISTA EM SAÚDE: MÉDICO

ANEXO I - EMPREGOS, PRÉ-REQUISITOS, VAGAS, CARGA HORÁRIA, SALÁRIOS E DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS ATIVIDADES. ENSINO SUPERIOR - ESPECIALISTA EM SAÚDE: MÉDICO FUNDAÇÃO DE APOIO AO HOSPITAL DAS CLÍNICAS EDITAL Nº 01/2012 PROCESSO SELETIVO PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOAL DA FUNDAÇÃO DE APOIO AO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFG (FUNDAHC) ANEXO I - EMPREGOS, PRÉ-REQUISITOS,

Leia mais

COMUNICADO IMPORTANTE

COMUNICADO IMPORTANTE COMUNICADO IMPORTANTE A Associação Goiana de Integralização e Reabilitação AGIR, CONVOCA os Candidatos das categorias abaixo relacionadas, selecionados para o preenchimento das vagas do Hospital de Urgências

Leia mais

INSTRUÇÕES DA TABELA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR

INSTRUÇÕES DA TABELA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR INSTRUÇÕES DA TABELA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR 1. DA ASSISTÊNCIA DOMICILIAR: 1.1. A assistência domiciliar caracteriza-se pela prestação de serviços médicos e terapias adjuvantes na residência do paciente

Leia mais

Introdução. Importante: O Programa não inclui atendimento de urgência/emergência. Nestes casos deverão ser procurados os serviços específicos.

Introdução. Importante: O Programa não inclui atendimento de urgência/emergência. Nestes casos deverão ser procurados os serviços específicos. Introdução A Assistência Domiciliar surge para responder à demanda de individualização da assistência, realizando cuidados na privacidade do domicílio do paciente, possibilitando ao mesmo e à família participarem

Leia mais

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão

Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão Hospital Universitário Walter Cantídio Diretoria de Ensino e Pesquisa Serviço de Desenvolvimento de Recursos Humanos Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão HOSPITAL

Leia mais

Análise da Evolução do Sistema de Teleconsultoria do Centro de Telessaúde do. Minas Gerais. Júnia Xavier Maia Centro de Telessaúde HC UFMG

Análise da Evolução do Sistema de Teleconsultoria do Centro de Telessaúde do. Minas Gerais. Júnia Xavier Maia Centro de Telessaúde HC UFMG Análise da Evolução do Sistema de Teleconsultoria do Centro de Telessaúde do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais Júnia Xavier Maia Centro de Telessaúde HC UFMG Centro de Telessaúde

Leia mais

Classificação de risco de pacientes para acompanhamento farmacoterapêutico. Jacqueline Kohut Martinbiancho

Classificação de risco de pacientes para acompanhamento farmacoterapêutico. Jacqueline Kohut Martinbiancho Classificação de risco de pacientes para acompanhamento farmacoterapêutico Jacqueline Kohut Martinbiancho HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE O Hospital de Clínicas de Porto Alegre é uma empresa pública

Leia mais

Tratamento do câncer no SUS

Tratamento do câncer no SUS 94 Tratamento do câncer no SUS A abordagem integrada das modalidades terapêuticas aumenta a possibilidade de cura e a de preservação dos órgãos. O passo fundamental para o tratamento adequado do câncer

Leia mais

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR Pelo presente termo de compromisso, de um lado a Secretaria de Estado da Saúde do Estado do Rio de Janeiro/ Fundo Estadual de Saúde, com endereço

Leia mais

RECONCILIAÇÃO MEDICAMENTOSA AMBULATORIAL

RECONCILIAÇÃO MEDICAMENTOSA AMBULATORIAL RECONCILIAÇÃO MEDICAMENTOSA AMBULATORIAL Adriana Baptista da Cruz Löffel Coordenadora de Farmácia ACCamargo Cancer Center Especialista em Farmacologia Clínica CONCEITOS Reconciliar = ato de restabelecer

Leia mais

ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS

ANEXO II AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS EQUIPE DE DESINSTITCUIONALIZAÇÃO - MODALIDADE: VALOR DO PROJETO: 1. DADOS

Leia mais

Hospital de grande porte e alta complexidade, exclusivamente SUS São 419 leitos ativos (55 de UTI adulto e 10 de UTI Ped) 44 especialidades médicas,

Hospital de grande porte e alta complexidade, exclusivamente SUS São 419 leitos ativos (55 de UTI adulto e 10 de UTI Ped) 44 especialidades médicas, Hospital de grande porte e alta complexidade, exclusivamente SUS São 419 leitos ativos (55 de UTI adulto e 10 de UTI Ped) 44 especialidades médicas, 38 enfermarias, 22 unidades de procedimentos especializados,

Leia mais

Sistema de Registro Eletrônico de Saúde : a Experiência do Hospital Moinhos de Vento. Hospital Moinhos de Vento

Sistema de Registro Eletrônico de Saúde : a Experiência do Hospital Moinhos de Vento. Hospital Moinhos de Vento Sistema de Registro Eletrônico de Saúde : a Experiência do Hospital Moinhos de Vento Dra. Sandra Abrantes Krug Seabra Coordenadora da Comissão de Prontuários Hospital Moinhos de Vento Porto Alegre RS Setembro

Leia mais

FARMACÊUTICO INTENSIVISTA, o diferencial, na UTI

FARMACÊUTICO INTENSIVISTA, o diferencial, na UTI Dras. Silvana Maria de Almeida FARMACÊUTICO INTENSIVISTA, o diferencial, na UTI Farmacêutica intensivista Raquel Queiroz de Araújo Farmacêutica intensivista Silvana Maria de Almeida Segurança para pacientes

Leia mais

Programas de Atenção à Saúde Unimed-BH. Flávia Roza

Programas de Atenção à Saúde Unimed-BH. Flávia Roza Programas de Atenção à Saúde Unimed-BH Flávia Roza Condições de saúde Risco 0 Risco 1 Linha de vida do indivíduo Risco 2 Ó B I T Paciente Normal Fatores de Pré Disposição Manifestações Pré Patológicas

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento

Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento 1 Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento I Congresso Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público Oficina II Informação de Custo para

Leia mais

FARMÁCIA HOSPITALAR: CONCEITO, OBJETIVOS E ATRIBUIÇÕES EUGENIE DESIRÈE RABELO NÉRI FARMACÊUTICA HOSPITALAR CONSULTORA EM FARMÁCIA HOSPITALAR

FARMÁCIA HOSPITALAR: CONCEITO, OBJETIVOS E ATRIBUIÇÕES EUGENIE DESIRÈE RABELO NÉRI FARMACÊUTICA HOSPITALAR CONSULTORA EM FARMÁCIA HOSPITALAR FARMÁCIA HOSPITALAR: CONCEITO, OBJETIVOS E ATRIBUIÇÕES EUGENIE DESIRÈE RABELO NÉRI FARMACÊUTICA HOSPITALAR CONSULTORA EM FARMÁCIA HOSPITALAR Na Presença a Do Amor, Milagres Acontecem. ROBERT SCHULLER PROGRAMA

Leia mais

MANUAL ATRIBUIÇÕES E ROTINAS PSICOLOGIA HOSPITALAR

MANUAL ATRIBUIÇÕES E ROTINAS PSICOLOGIA HOSPITALAR MANUAL 1 E L A B O R A Ç Ã O HGWA: Fernanda Azevedo de Souza: Coordenação, UCE Adulto (UCE I e AVC Subagudo) e Cuidados Paliativos Isabelle de Freitas Luz - Clínica Pediátrica, UCE Pediátrica e PAD Pediátrico

Leia mais

Novas Formas de Controles Seguros das Medicações prescritas para Domicílio. Vanessa Rabadan Farmacêutica

Novas Formas de Controles Seguros das Medicações prescritas para Domicílio. Vanessa Rabadan Farmacêutica Novas Formas de Controles Seguros das Medicações prescritas para Domicílio Vanessa Rabadan Farmacêutica Dados importantes Em 2005, foram registradas no Sistema de Informação Hospitalar do Sistema Único

Leia mais

DIABETES MELLITUS NO BRASIL

DIABETES MELLITUS NO BRASIL DIABETES MELLITUS NO BRASIL 17º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes PATRÍCIA SAMPAIO CHUEIRI Coordenadora d Geral de Áreas Técnicas DAB/MS Julho, 2012 DIABETES MELITTUS Diabetes é considerado

Leia mais

IV WORKSHOP GESTÃO DA QUALIDADE COM FOCO EM CLÍNICA DE DIÁLISE

IV WORKSHOP GESTÃO DA QUALIDADE COM FOCO EM CLÍNICA DE DIÁLISE IV WORKSHOP GESTÃO DA QUALIDADE COM FOCO EM CLÍNICA DE DIÁLISE 18 e 19 de marco de 2011 Recife/PE Case da Unidade de Diálise da Santa Casa de Belo Horizonte NEFROMG Raquel Mendes Administradora Marco /

Leia mais

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP

INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFº FERNANDO FIGUEIRA - IMIP Complexo Hospitalar - Hospital Filantrópico - Área 69.000 m² - 10 prédios - 1.143 leitos - 101 leitos de UTI NHE (VEH / GRSH / CCIH) COMISSÕES

Leia mais

Tratamento multidisciplinar na doença renal crônica prédialítica: uma análise de custo-efetividade T Í T U LO DA APRESENTAÇÃO:

Tratamento multidisciplinar na doença renal crônica prédialítica: uma análise de custo-efetividade T Í T U LO DA APRESENTAÇÃO: Universidade Federal de Juiz de Fora Programa de Pós-Graduação em Saúde Área de Concentração Saúde Brasileira Niepen Núcleo Interdisciplinar de Estudos, Pesquisas e Tratamento em Nefrologia Disciplinas:

Leia mais

Objetivo Principal. Objetivos Secundários

Objetivo Principal. Objetivos Secundários Objetivo Principal O Personal Med Hospitalar foi resultado de um longo esforço de O&M em hospitais de vários portes e regiões do Brasil. O sistema foi concebido a partir do detalhamento de 176 processos

Leia mais

Módulo: Câncer de Rim Localizado

Módulo: Câncer de Rim Localizado Módulo: Câncer de Rim Localizado Caso 1 CAL, 56 anos, masculino Paciente médico, obeso (IMC = 41; peso 120 kg) Antecedentes clínicos: nefrolitíase Antecedentes cirúrgicos: Laparotomia mediana por divertículo

Leia mais

23 anos UMA EXPERIÊNCIA A SER COMPARTILHADA

23 anos UMA EXPERIÊNCIA A SER COMPARTILHADA Hospital de Medicina Alternativa 23 anos UMA EXPERIÊNCIA A SER COMPARTILHADA 1986 - Projeto de Fitoterapia CONVÊNIO - Secretaria de Estado da Saúde - GO - Ministério da Saúde - Instituto Brasileiro de

Leia mais

Processo de contratualização ao PMAQ 1º Ciclo 2011/2012

Processo de contratualização ao PMAQ 1º Ciclo 2011/2012 Processo de contratualização ao PMAQ 1º Ciclo 2011/2012 Departamento de Atenção Básica e Gestão do Cuidado. Secretaria de Saúde de São Bernardo do Campo/SP São Bernardo do Campo/SP População IBGE (estimativa

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DO PLANO DE SALÁRIOS DOS EMPREGADOS DA AGIR

REGULAMENTAÇÃO DO PLANO DE SALÁRIOS DOS EMPREGADOS DA AGIR REGULAMENTAÇÃO DO PLANO DE SALÁRIOS DOS EMPREGADOS DA AGIR Lei Estadual de Acesso a Informação, nº 18.028/2013, regulamentada pelo Decreto nº 7.904/2013. A regulamentação dos salários dos empregados da

Leia mais

XXVII Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS RUE

XXVII Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS RUE XXVII Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS RUE Marcos Calvo Secretário de Saúde de Santos A organização da Rede de Atenção às Urgências

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE PRODUTOS CONTROLADOS RESULTADOS 2009. Brasília, 30 de março de 2010

SISTEMA NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE PRODUTOS CONTROLADOS RESULTADOS 2009. Brasília, 30 de março de 2010 SISTEMA NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE PRODUTOS CONTROLADOS Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados RESULTADOS 2009 Brasília, 30 de março de 2010 SNGPC Ferramenta informatizada para captura

Leia mais

ESTATISTICA DE ESTAGIOS - BRASIL PROGRAMA PROFISSÃO DESTINO CIDADE ESTADO ONCOLOGIA ENFERMAGEM HOSPITAL DE CANCER DE BARRETOS BARRETOS SP

ESTATISTICA DE ESTAGIOS - BRASIL PROGRAMA PROFISSÃO DESTINO CIDADE ESTADO ONCOLOGIA ENFERMAGEM HOSPITAL DE CANCER DE BARRETOS BARRETOS SP ESTATISTICA DE ESTAGIOS - BRASIL PROGRAMA PROFISSÃO DESTINO CIDADE ESTADO ONCOLOGIA ENFERMAGEM HOSPITAL DE CANCER DE BARRETOS BARRETOS SP ONCOLOGIA PEDIÁTRICA FISIOTERAPIA INSTITUTO DA CRIANÇA DO HCFMUSP

Leia mais

Hospital de Clínicas Gaspar Viana

Hospital de Clínicas Gaspar Viana Hospital de Clínicas Gaspar Viana Atendimento de Enfermagem na Clínica Psiquiátrica Enf. Sofia Vasconcelos Alves ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM OBJETIVO:Promover ações terapêuticas voltadas para identificar

Leia mais

Receituário eletrônico: uma mudança de paradigma

Receituário eletrônico: uma mudança de paradigma Inovação, Tecnologia e Operações Receituário eletrônico: uma mudança de paradigma Experiência publica e empresarial em Espanha Eduardo Figueiredo Pensar Global e Agir Local para a Excelência do Varejo

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO SAPUCAÍ - UNIVÁS

UNIVERSIDADE DO VALE DO SAPUCAÍ - UNIVÁS UNIVERSIDADE DO VALE DO SAPUCAÍ - UNIVÁS Características da adesão ao tratamento dos usuários de álcool e outras drogas acolhidos no ASM de Poços de Caldas/MG, em 2007 Autora: Dilma Franco Fátima de Assis

Leia mais

EDITAL Nº 005/2009 RE-RATIFICAR

EDITAL Nº 005/2009 RE-RATIFICAR EDITAL Nº 005/2009 O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ, no uso de suas atribuições, atendendo aos termos da Lei Complementar nº 108, de 18 de maio de 2005, com alteração dada pela Lei Complementar

Leia mais

RETIFICAÇÃO SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO HOSPITAL METROPOLITANO DOUTOR CÉLIO DE CASTRO EDITAL Nº 08/2014

RETIFICAÇÃO SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO HOSPITAL METROPOLITANO DOUTOR CÉLIO DE CASTRO EDITAL Nº 08/2014 RETIFICAÇÃO SERVIÇO SOCIAL AUTÔNOMO HOSPITAL METROPOLITANO DOUTOR CÉLIO DE CASTRO EDITAL Nº 08/2014 O Secretário Municipal Adjunto de Recursos Humanos, no uso de suas atribuições legais, comunica as alterações

Leia mais

Prevenção de Infecção de Corrente Sanguínea Associada ao Cateter na Prática. Drª Marta Fragoso NGSA Hospitais VITA fragoso@hospitalvita.com.

Prevenção de Infecção de Corrente Sanguínea Associada ao Cateter na Prática. Drª Marta Fragoso NGSA Hospitais VITA fragoso@hospitalvita.com. Prevenção de Infecção de Corrente Sanguínea Associada ao Cateter na Prática Drª Marta Fragoso NGSA Hospitais VITA fragoso@hospitalvita.com.br Definição de caso de Infecção de Corrente Sanguínea relacionada

Leia mais

OSMAR DE LIMA MAGALHÃES Secretário do Governo Municipal

OSMAR DE LIMA MAGALHÃES Secretário do Governo Municipal PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 1663, DE 02 DE JULHO DE 2012. Aprova o detalhamento das funções/especialidades dos cargos do Quadro Permanente da Função Saúde da Administração Pública

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 9. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 4 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 6 Matrícula 8 Cronograma de Aulas Pág. 9 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM ONCOLOGIA - CURITIBA Unidade

Leia mais

II ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FAFIPA EIC ANÁLISE DAS ANOTAÇÕES DE ENFERMAGEM EM UMA INSTITUIÇÃO HOSPITALAR PRIVADA DO MUNICÍPIO DE PARANAVAÍ

II ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FAFIPA EIC ANÁLISE DAS ANOTAÇÕES DE ENFERMAGEM EM UMA INSTITUIÇÃO HOSPITALAR PRIVADA DO MUNICÍPIO DE PARANAVAÍ 61 II ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FAFIPA EIC ANÁLISE DAS ANOTAÇÕES DE ENFERMAGEM EM UMA INSTITUIÇÃO HOSPITALAR PRIVADA DO MUNICÍPIO DE PARANAVAÍ IMADO, Mayara Keiko (FAFIPA). DERENZO, Neide (Orientador),

Leia mais

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL 02/2008 GABARITO PÓS RECURSO POLÍTICAS DE SAÚDE

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL 02/2008 GABARITO PÓS RECURSO POLÍTICAS DE SAÚDE : CONSULTORIA EM PROJETOS EDUCACIONAIS E CARGO: MÉDICO ENCEFALOGRAFISTA - CAPS CLÍNICOS Questão Resposta Questão Resposta Questão Resposta 1. 03 11. 05 16. 03 2. 03 12. Anulada 17. 03 3. 04 13. 03 18.

Leia mais

ANEXO I Descrição dos Cargos

ANEXO I Descrição dos Cargos ANEXO I Descrição dos Cargos DESCRIÇÃO: 1. - Auxiliar de Enfermagem: Prestar cuidados diretos de enfermagem ao paciente, por delegação e sob a supervisão do enfermeiro e do médico. Administrar medicação

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM Autores: Ilse Maria Tigre de Arruda Leitão, Sherida Kananini Paz de Oliveira, Roberta Meneses Oliveira, Nayane Silva Mendes, Renata

Leia mais

EFEITO DO ACONSELHAMENTO NUTRICIONAL DA ESTRATÉGIA AIDPI SOBRE PRÁTICAS ALIMENTARES, ESTADO DE NUTRIÇÃO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL

EFEITO DO ACONSELHAMENTO NUTRICIONAL DA ESTRATÉGIA AIDPI SOBRE PRÁTICAS ALIMENTARES, ESTADO DE NUTRIÇÃO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL I Seminário de Pesquisas sobre Desenvolvimento Infantil Parceria FAPESP e FMCSV EFEITO DO ACONSELHAMENTO NUTRICIONAL DA ESTRATÉGIA AIDPI SOBRE PRÁTICAS ALIMENTARES, ESTADO DE NUTRIÇÃO E DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Cartilha REGISTROS DE CÂNCER E O RHC DO HAJ

Cartilha REGISTROS DE CÂNCER E O RHC DO HAJ Cartilha REGISTROS DE CÂNCER E O RHC DO HAJ O que é um registro de câncer? -Centro de coleta, armazenamento, processamento e análise - de forma sistemática e contínua - de informações (dados) sobre pacientes

Leia mais

Curso de Aperfeiçoamento em Medicina Oral e Odontologia Hospitalar

Curso de Aperfeiçoamento em Medicina Oral e Odontologia Hospitalar MINISTÉRIO DA SAÚDE HOSPITAL FEDERAL DOS SERVIDORES DO ESTADO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA Curso de Aperfeiçoamento em Medicina Oral e Odontologia Hospitalar JUSTIFICATIVA A Promoção de saúde só será completa

Leia mais

Estado do Rio de Janeiro Prefeitura Municipal de Itaboraí Secretaria Municipal de Administração

Estado do Rio de Janeiro Prefeitura Municipal de Itaboraí Secretaria Municipal de Administração PREFEITURA MUNICIPAL DE ITABORAÍ CONCURSO PÚBLICO - EDITAL Nº02/2007 ERRATA N 002/2007 COSME JOSÉ SALLES, Prefeito Municipal de Itaboraí, no uso de suas atribuições legais e a FUNRIO, tornam pública a

Leia mais

Processo Seletivo 2016.2 GABARITO DEFINITIVO

Processo Seletivo 2016.2 GABARITO DEFINITIVO CARGO: TÉCNICO EM ENFERMAGEM - CENTRO CIRÚRGICO - CME 1) 04 16) 01 26) 03 2) 02 17) 02 27) 02 3) 01 18) 01 28) 05 4) 05 19) 04 29) 05 5) 04 20) 05 30) 01 6) 02 21) 04 31) 01 7) 01 22) 02 32) 03 8) 01 23)

Leia mais

Núcleo de Atenção Integral à Saúde Unimed São José dos Campos

Núcleo de Atenção Integral à Saúde Unimed São José dos Campos Núcleo de Atenção Integral à Saúde Unimed São José dos Campos Núcleo de Atenção Integral à Saúde da Unimed SJC O Núcleo de Ação Integral à Saúde (NAIS) é o setor responsável pela promoção da saúde e prevenção

Leia mais

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas 1. APRESENTAÇÃO e JUSTIFICATIVA: O consumo de crack vem aumentando nas grandes metrópoles, constituindo hoje um problema

Leia mais

Seminário Anual de Saúde 2010: Cultura de Saúde e Dividendos para o Negócio Uma Visão Estratégica. Setembro/2010

Seminário Anual de Saúde 2010: Cultura de Saúde e Dividendos para o Negócio Uma Visão Estratégica. Setembro/2010 Seminário Anual de Saúde 2010: Cultura de Saúde e Dividendos para o Negócio Uma Visão Estratégica Setembro/2010 Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein Instituição de Saúde composta

Leia mais

Santa Casa de Marília

Santa Casa de Marília COMO COMPROMETER AS EQUIPES NOS OBJETIVOS DE QUALIDADE E SUSTENTABILIDADE Santa Casa de Marília Kátia Ferraz Santana (por Márcio Mielo) Fundação 29 de abril de 1929 19.000 m2 de área construída 214 leitos

Leia mais

COMPLEXO HOSPITALAR UNIVERSITÁRIO DA UFMA. Orientações PARA PACIENTES E ACOMPANHANTES

COMPLEXO HOSPITALAR UNIVERSITÁRIO DA UFMA. Orientações PARA PACIENTES E ACOMPANHANTES COMPLEXO HOSPITALAR UNIVERSITÁRIO DA UFMA Orientações PARA PACIENTES E ACOMPANHANTES Prezado usuário Esta cartilha foi desenvolvida na perspectiva de orientá-lo sobre as rotinas das clínicas de internação

Leia mais

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA

PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA PROGRAMAÇÃO CIENTÍFICA DATA: 1 a 3 de SETEMBRO LOCAL: HOTEL GOLDEN TULIP / VITÓRIA-ES Realização: Tema: O Envolvimento Interdisciplinar na Qualidade de Assistência e na Segurança do Paciente COMISSÃO ORGANIZADORA

Leia mais

12-Nov-12. Comissão de Farmácia Hospitalar 2012. Curitiba, 13 de novembro 2012 Kelly Cristiane Gusso Braga Comissão de Farmácia Hospitalar CRF PR

12-Nov-12. Comissão de Farmácia Hospitalar 2012. Curitiba, 13 de novembro 2012 Kelly Cristiane Gusso Braga Comissão de Farmácia Hospitalar CRF PR Comissão de Farmácia Hospitalar 2012 Curitiba, 13 de novembro 2012 Kelly Cristiane Gusso Braga Comissão de Farmácia Hospitalar CRF PR 1 Garantir a guarda e o controle de medicamentos pertencentes às listas

Leia mais

Prescrição Médica Versão de Sistema: 11.8.0.0. Novembro 2014 Versão do documento: 3.0

Prescrição Médica Versão de Sistema: 11.8.0.0. Novembro 2014 Versão do documento: 3.0 Prescrição Médica Versão de Sistema: 11.8.0.0 Novembro 2014 Versão do documento: 3.0 Índice Título do documento 1. Objetivo... 3 2. Prontuário Eletrônico do Paciente... 3 3. Prescrição Médica... 4 3.1.

Leia mais

PROPOSTA DE UM MODELO DE IMPLANTAÇÃO DA REGULAÇÃO ONCOLÓGICA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Dra. Daiane da Silva Oliveira

PROPOSTA DE UM MODELO DE IMPLANTAÇÃO DA REGULAÇÃO ONCOLÓGICA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Dra. Daiane da Silva Oliveira PROPOSTA DE UM MODELO DE IMPLANTAÇÃO DA REGULAÇÃO ONCOLÓGICA DO ESTADO DE SÃO PAULO Dra. Daiane da Silva Oliveira INTRODUÇÃO Publicação da Lei 12.732; Com a Publicação da Lei 12.732, que fixa o prazo máximo

Leia mais

Sigla do Indicador. TDIHCVC UTI Adulto. TDIHCVC UTI Pediátrica. TDIHCVC UTI Neonatal. TCVC UTI Adulto

Sigla do Indicador. TDIHCVC UTI Adulto. TDIHCVC UTI Pediátrica. TDIHCVC UTI Neonatal. TCVC UTI Adulto Sigla do Indicador Domínio do Indicador Taxa de densidade de incidência de infecção de corrente sanguínea associada a cateter venoso central (CVC) na UTI Adulto TDIHCVC UTI Adulto SEGURANÇA Taxa de densidade

Leia mais

D-18925-2010. Ao seu lado na Unidade de Terapia Intensiva

D-18925-2010. Ao seu lado na Unidade de Terapia Intensiva D-18925-2010 Ao seu lado na Unidade de Terapia Intensiva 2 Fornecer segurança e qualidade neste ambiente estressante é tudo, menos fácil. D-18926-2010 D-18927-2010 D-18928-2010 A UTI um ambiente de reabilitação

Leia mais

GESTÃO DOS PRODUTOS FARMACÊUTICOS HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA

GESTÃO DOS PRODUTOS FARMACÊUTICOS HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA GESTÃO DOS PRODUTOS FARMACÊUTICOS HOSPITAL DO ESPÍRITO SANTO DE ÉVORA António Serrano Presidente do CA ORGANIZAÇÃO Direcção Clínica Presidente do CA Planeamento e Controlo de Gestão Gestor do Medicamento

Leia mais

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES.

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. ANA LUCIA MESQUITA DUMONT; Elisa Nunes Figueiredo. Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SMSA-BH (Atenção Básica)

Leia mais

Implementación e Impacto de las Listas Nacionales de Medicamentos Esenciales Experiencias en Países Seleccionados de la Región - BRASIL

Implementación e Impacto de las Listas Nacionales de Medicamentos Esenciales Experiencias en Países Seleccionados de la Región - BRASIL Implementación e Impacto de las Listas Nacionales de Medicamentos Esenciales Experiencias en Países Seleccionados de la Región - BRASIL Lima, Perú 27 noviembre de 2007 Sistema Único de Saúde - SUS Estabelecido

Leia mais