Parabéns pelo Dia do Pedagogo O PROFISSIONAL DO CONHECIMENTO - DIA 20/05

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1 FACULDADE DE EDUCAÇÃO ANO 27 - MAIO/JUNHO Nº 224/225 O que mudou na Lei de Diretrizes e Bases Foto: Secretaria de Educação A mudança na Lei /2013, sancionada em abril, altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. As mudanças trazem algumas novidades que podem influenciar a formação em nível superior dos professores da educação infantil e dos cinco anos iniciais do ensino fundamental. Corrigem alguns termos e omissões na modalidade da educação especial, recoloca o ensino fundamental como etapa da educação básica, estende a toda a educação básica obrigatória (4 a 17 anos) o princípio do direito público subjetivo, pois este se reveste da obrigatoriedade da oferta, explicita a partir da compulsoriedade da frequência à pré-escola que os pais estão obrigados a matricular seus filhos na educação infantil. O FaE Informa mostra as principais alterações. Pag 3 A penalização da adolescência e da juventude ( Editorial Pag 2) Concurso de Fotografias Com o objetivo de dar visibilidade e incentivar a reflexão sobre o cotidiano da educação, o Centro de Comunicação da FaE promoverá, no 2º semestre/13, o 1 Concurso de Fotografias, cuja temática central é Meu olhar sobre Trabalho e Educação. A expectativa é revelar, por meio de imagens, a percepção que se tem do trabalho e da educação. O regulamento completo será publicado em agosto na página da faculdade e os resultados serão divulgados em outubro, por ocasião das comemorações do Dia do Professor e do Dia do Servidor Público. Preparem as suas máquinas! Artigo sobre monografias A próxima edição do Caderno de Educação da FaE/ UEMG será reservada à publicação de artigos elaborados a partir dos Trabalhos de Conclusão de Curso (monografias da graduação e pós-graduação), que obtiverem avaliação de destaque por parte da Banca Avaliadora. Os artigos deverão contar com a co-autoria dos orientadores dos trabalhos e serão submetidos à análise de dois pareceristas do Conselho Editorial do CE. Serão publicados aqueles que atendam às normas editoriais e que tenham o mínimo de 10 e um máximo de 12 páginas. Mais informações: fae.uemg.br Parabéns pelo Dia do Pedagogo O PROFISSIONAL DO CONHECIMENTO - DIA 20/05

2 Editorial 2 Editorial: A penalização da adolescência e da juventude O assassinato de um universitário por um menor em um assalto em São Paulo, no dia 10 de abril/2013, e a morte de uma dentista na cidade de São Bernardo do Campo (SP), em que um menor estava envolvido, colocaram novas tintas na discussão acerca da maioridade penal. A comoção nacional materializada nos jornais, na TV e nas redes sociais, foi manifesta e como não podia ser diferente, a opinião pública, manipulada pelos donos dos meios de comunicação, bradou por mais penalização. Para alguns, o problema é claro e passível de solução, bastando para isso, a redução da maioridade penal. Para outros, a temática é mais complexa e passa por profundas mudanças nas estruturas sociais do país. O presente alvoroço, todavia, nos leva a três pontos. O primeiro se refere a politização da matéria. Aproveitando a comoção social e o luto dos pais, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), apresentou um projeto de lei no intuito de endurecer a punição dos adolescentes. Sua principal medida é o aumento de três para oito anos o período máximo de internação do menor infrator que comete crimes hediondos, como estupro, homicídio e sequestro. A proposta se junta a outras existentes no congresso, mas não passa da mensagem penal sempre presente no palavreado de autoridades em busca de mais poder. Dito de outra forma, a comoção social é uma mensagem e um eficaz mecanismo para propostas penais no campo da política; elas dão menos trabalho e maior visibilidade às políticas voltadas para a reconfiguração do tecido social. O segundo ponto, associado ao primeiro, se assenta na questão social da maioridade penal. Modificar a idade na esfera normativa não é garantia de punição. O estado brasileiro, historicamente, já vem mostrando sinais de que não dá conta sequer dos adultos nas penitenciárias, imagine encarcerando crianças e adolescentes. Em outras palavras, reunir adolescentes e adultos em um mesmo campo de punição é incrementar, desenvolver e aumentar o poder pedagógico já existente nas penitenciárias que, há tempos, são verdadeiras universidades do crime. Além disso, é preciso dizer que, entre os adolescentes que cumprem medidas socioeducativas, a maioria é de baixo potencial ofensivo. Dados da Secretaria de Estado de Defesa Social (Sedese) mostram que, em Belo Horizonte, 07 em cada 10 jovens, que cumprem medidas socioeducativas, cometeram crimes considerados de baixo potencial ofensivo como roubos, furtos e rixas. De acordo com a UNICEF, no Brasil os crimes cometidos pelos jovens não representam nem 10% do total de ocorrências registradas. O terceiro ponto a ser lembrado é a necessidade de colocar em debate o que se entende por infância, adolescência e juventude. No Brasil o assunto virou monopólio das autoridades políticas e judiciárias, que eles se apegam ao artigo 228 da Constituição pelo qual, aos 18 anos de idade, o jovem pode responder por seus atos como cidadão adulto. Também utilizam o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) que estipula a faixa etária de 12 a 17 anos para que o adolescente infrator possa ser julgado em uma Vara da Infância e da Juventude. Os menores de 12 anos são inimputáveis, ou seja, não podem ser julgados ou punidos pelo Estado. Como se vê, existe uma considerável margem de punição para os adolescentes. O ECA, ao firmar a idade de 12 anos, cristalizou uma ideia que, no período, foi considerada revolucionária. Não obstante as exigências acerca das mudanças na lei - devido principalmente às modificações socioculturais nos últimos 30 anos -, é preciso discutir as consequências da punição em corpos ainda em metamorfoses neurológicas, cognitivas e psicológicas. Privar adolescentes da liberdade é oferecer a eles um ensino médio na criminalidade. Assim sendo, não é difícil perceber que a redução da maioridade não traria resultados respeitáveis na diminuição da criminalidade e da violência. Pelo contrário, adolescentes conheceriam cedo o que já chamamos de universidade do crime. Como dados corroboram que é insignificante o número de adolescentes em crimes de alto potencial ofensivo, as melhores alternativas ainda é o investimento e o desenvolvimento dos mecanismos de controle presentes na esfera socioeducativa. O que nos falta são políticas de prevenção capazes de dissuadir adolescentes e jovens a se envolverem na criminalidade. O curioso é que, geralmente, são oriundos de classes desprivilegiadas economicamente e, não raro, são homens e negros. Portanto, o canto da sereia da redução da maioridade penal ignora em vários tons a origem do problema. Medidas paliativas parecem fazer parte de nossa cultura, especialmente em momentos em que a comoção social atinge níveis de consciência coletiva, mas, no caso em tela, caminhamos forte para a criminalização daqueles que em nossa história sempre foram jogados para debaixo do tapete. EXPEDIENTE FaE Informa é uma publicação da Faculdade de Educação do Campus de Belo Horizonte da UEMG Edição: Equipe do CenC - Conselho Editorial: Alecir Francisco de Carvalho, Claudia Motta da Rocha Naves, José Eustáquio de Brito, Karla Cunha Pádua, Lavínia Rosa Rodrigues (Coordenadora), Lúcio Alves de Barros, Maria da Consolação Rocha, Antônio Rodrigues Franco. Secretária do CenC: Iara Ferreira. Centro de Comunicação: cenc. - Jornalista Responsável: Wanderley Pinto de Lima (Assessor de Comunicação da UEMG), Projeto Gráfico; Sofia Santos, Diagramação: Carla Xavier Radicchi (ASCOM). Redação: Lavínia Rosa Rodrigues. Revisão: Antônio Rodrigues Franco. Fotos: Acervo do CenC e ASCOM. Universidade do Estado de Minas Gerais Reitor: Dijon Moraes Junior - Vice-reitora: Santuza Abras. FaE: Diretora: Profª. Fátima da Silva Risério - Vice-Diretora: Kátia Gardênia Henrique da Rocha Campelo. Os conceitos emitidos em colunas e artigos são de responsabilidade de seus autores. Editoração e Impressão: Gráfica O Lutador- Tiragem: 1000 exemplares - Distribuição gratuita: circulação dirigida. Apoio: Fundação Renato Azeredo - FRA.

3 3 Notícias Mudanças na Lei de Diretrizes e Bases A Lei nº /2013, sancionada em 4 de abril/13, altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para dispor sobre a formação dos profissionais da educação e dar outras providências. Principais alterações na LDB 1. Acrescenta ao art. 3 o seguinte princípio para o ensino: consideração com a diversidade étnico-cultural ; 2. Modifica o art. 4º que reorganiza a estrutura do sistema da educação básica: Educação básica obrigatória, dos 4 aos 17 anos, em três etapas: pré-escola, ensino fundamental e ensino médio. E educação básica: educação infantil, ensino fundamental e ensino médio; 3. Adequa a faixa etária da educação infantil àquela definida pela EC 53: zero a cinco anos ou até cinco anos de idade; 4. Acrescenta, no 3º do mesmo art. 4º, o atendimento especializado aos educandos com transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades; 5. Estende o direito ao ensino médio público e gratuito aos que a ele não tiveram acesso na idade própria. 6. Amplia a cobertura dos programas de material didático, transporte, alimentação escolar e assistência à saúde a todas as etapas da educação básica; 7. O art. 5º declara como direito público subjetivo o acesso à educação básica obrigatória, reforçando o direito à demanda de ensino médio e de educação infantil na faixa da pré-escola; 8. O recenseamento anual obrigatório se estende à faixa etária da educação básica (crianças e adolescentes) e aos jovens e adultos que não concluíram essa educação; 9. O dever dos pais em matricular seus filhos na escola começa na idade de quatro anos; 10. Os currículos da educação infantil passam a ter uma base nacional comum e uma parte diversificada, tal como a LDB determinava para o ensino fundamental e médio (alteração feita no art. 26); 11. A alteração do art. 31 leva a educação infantil a ter um número mínimo de dias letivos por ano (200) e carga horária anual (800) e diária (7 para o tempo integral e 4 para o parcial) e frequência mínima (60%); 12. As creches, pré-escolas ou centros de educação infantil terão que expedir documento escolar que ateste os processos de desenvolvimento e aprendizagem das crianças; 13. A exigência de formação para o magistério da educação básica continua inalterada: a formação em nível superior, como regra geral e prioritária; sendo admitida a formação nível médio para atuação na educação infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental; 14. Mantém a responsabilidade da União, do DF, dos Estados e Municípios pela formação; explicita formação inicial e continuada; e inclui a formação em serviço, preferencialmente na modalidade presencial para a formação inicial.; 15. Acrescenta regras para a formação: (a) adoção de mecanismos de acesso aos cursos de formação inicial e continuada; (b) programa de bolsa de iniciação à docência a estudantes de licenciatura, de graduação plena, como incentivo; (c) possibilidade de exigência de nota mínima no Enem para ingresso nos cursos de graduação em docência; 16. A Lei acrescenta que a formação dos profissionais far-se-á por meio de cursos de conteúdo técnico-pedagógico, em nível médio ou superior, incluindo habilitações tecnológicas. Questões abertas A Lei /2013 traz algumas novidades que podem influenciar a formação em nível superior dos professores da educação infantil e dos cinco anos iniciais do ensino fundamental, corrige alguns termos e omissões na modalidade da educação especial, recoloca o ensino fundamental como etapa da educação básica, estende a toda a educação básica obrigatória (4 a 17 anos) o princípio do direito público subjetivo, pois este se reveste da obrigatoriedade da oferta, explicita a partir da compulsoriedade da frequência à préescola que os pais estão obrigados a matricular seus filhos na educação infantil. Ainda ficaram dúvidas como a idade de término da pré-escola e de ingresso no ensino fundamental. Para o Vital Didonet, assessor da Secretaria Executiva da RNPI em assuntos legislativos: A questão do magistério da educação básica, na educação infantil e nas séries iniciais do ensino fundamental, continua aberta. Ainda está em busca de melhor definição do perfil profissional e de uma fonte de recursos que sustente um quadro de profissionais qualificados. Reflexões sobre a Ação do Pedagogo A Coordenação do Curso de Pedagogia, o Centro de Pesquisa da FaE/UEMG e o Diretorio Acadêmico estão envolvidos com mais uma edição do evento Reflexões Sobre a Ação do Pedagogo da FaE/CBH/UEMG, que marca a comemoração do Dia do Pedagogo. A temática deste ano é: Política Educacional, Currículo e Trabalho. As atividades acontecerão nos dias 20 e 21 de maio e têm como objetivo central socializar saberes, promover debates e contribuir com a formação e fortalecimento da identidade acadêmica e profissional do pedagogo. Para a professora Inajara de Salles, coordenadora do Curso de Pedagogia, a perspectiva reflexiva dos debates reforça a articulação teórica e prática na medida em que favorece ao aluno estabelecer a relação necessária entre as teorias estudadas e a realidade na qual pretende atuar ou já atua, uma vez que não se pode conceber teoria e práticas desarticuladas. A programação tem a participação de docentes da FaE/CBH/UEMG, ex-alunos, e profissionais pedagogos que atuam em diferentes espaços. Mais informações estão disponiveis em fae.uemg.br

4 Artigo 4 Formação do Licenciado em Pedagogia explorando perspectivas Cristiane Carla Costa (coordenadora Geral da Graduação UEMG) Maria do Carmo de Matos (Profa. da FaE/UEMG, Assessora da Pró-Reitoria de Ensino) Renata Nunes Vasconcelos (Pró-Reitoria de Ensino/UEMG) A análise da atual constituição do Curso de Pedagogia requer, a nosso ver, uma reflexão sobre as diretrizes oficias que o regulamentam, mas, especialmente, exige a retomada de alguns elementos presentes na sua história, no sentido de compreendermos não só as normas que definem sua atual estruturação, mas de identificarmos, entre as mesmas, indicações que flexibilizem a formação e viabilizem percursos formativos de interesse dos estudantes e que atendam às demandas colocadas, na atualidade, para a atuação do licenciado em Pedagogia em espaços diversos. O processo de institucionalização do Curso de Pedagogia no país caracterizou-se por mudanças voltadas à sua adequação a diferentes políticas e projetos educacionais vigentes no país, em diferentes épocas, aliadas a uma recorrente busca de identidade, como sinalizam muitos autores. As ambiguidades presentes nas atuais diretrizes nacionais refletem esse percurso, marcado pela pluralidade de influências, enfoques e perspectivas, tanto no que se refere a suas finalidades em sentido mais amplo, como no que diz respeito ao seu sentido e significado. Nesse âmbito, a partir da década de 1980 e mais acentuadamente na década de 1990, o movimento dos educadores assumiu importante papel na consolidação e divulgação de estudos, pesquisas e proposições para a formação do profissional da educação. Embora no interior desse movimento tenham emergido divergências entre aqueles que defendiam a docência na base da formação do pedagogo, perspectiva liderada pela ANFOPE e que se tornou hegemônica entre os educadores, e os que entendiam essa formação numa outra perspectiva, dois distintos posicionamentos se configuraram ao longo do processo de regulamentação da atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a Lei N 9394/1996, de um lado as diretrizes oficiais da graduação e das licenciaturas, r e pr e se nta ndo a p o lític a educacional da oficialidade, de outro a proposta de formação defendida pelos educadores. Muitos embates marcaram e sse pr oc e sso d e n o ta n d o o a nta gonismo e n tr e a s propostas, com repercussão no contexto da prática gerando, à época, a coexistência de cursos de Pedagogia com distintas perspectivas de formação. A experiência construída, no âmbito das instituições formadoras, sob influências teórico-práticas diversas, originadas em instâncias também diferentes, constituise em rico potencial e pode, sem dúvida, contribuir para respaldar, ampliar e aprofundar a formação do pedagogo. Sob esse entendimento, ao repensar seu projeto pedagógico e delinear a perspectiva da formação que pretende oferecer, entre outros aspectos, a instituição formadora precisa necessariamente considerar: as normas legais

5 5 Notícias vigentes; a experiência que construiu ao longo de sua história, o que a caracteriza e torna singular sua função social, política e educacional; indicações dos diferentes campos e áreas do conhecimento; a literatura específica em circulação; as proposições dos professores e as expectativas dos estudantes; bem como as demandas educacionais e sociais. Nesse processo, as diretrizes legais se colocam como limites e possibilidades. Apesar da incorporação de proposições defendidas pelos educadores de modo diferenciado em relação ao originalmente proposto e, em sentido restrito, como no que se refere à concepção de docência, a Resolução CNE/CP Nº 1, de 15/05/2006, ao prever diferentes áreas do conhecimento a serem contempladas pelo projeto pedagógico e uma atuação também diversificada para o licenciado em Pedagogia permite, a nosso ver, pensar uma formação direcionada por uma perspectiva ampla, com possibilidades de aprofundamento em algumas áreas e a inclusão de outras, diversificando-a. Ao definir a estrutura do curso em núcleos, as diretrizes oficiais estabelecem: um núcleo básico, um de aprofundamento ou diversificação de estudos e um de estudos integradores. O núcleo de aprofundamento e diversificação possibilita pensar em percursos formativos diferenciados, segundo a experiência institucional e que atenda aos interesses dos estudantes e, ainda, às atuais demandas educacionais e sociais. Entendemos, portanto, que algumas das disposições presentes nas atuais diretrizes abrem a possibilidade de pensarmos a formação do licenciado em Pedagogia, resgatando e ressignificando a experiência institucional e ampliando a perspectiva da formação. Entre tais dispositivos, nos limites desta reflexão, destacamos a própria centralidade atribuída pelas diretrizes legais a essa formação, ou seja: o conhecimento da escola como organização complexa que tem a função de promover a educação para e na cidadania ; a pesquisa, a análise e a aplicação dos resultados de investigações de interesse da área educacional ; a participação na gestão de processos educativos e na organização e funcionamento de sistemas e instituições de ensino. Além disso, o debate presente no meio educacional e acadêmico, nesse momento, aponta para uma formação do Pedagogo, em que algumas proposições e aspectos, defendidos pelos educadores, podem e devem ser mantidos. Com esse referencial, enfatizamos como horizontes da formação: a docência na base da formação, uma sólida formação teóricoprática, a articulação com o mundo do trabalho, em especial com a área de atuação do profissional da educação, a articulação ensino, pesquisa e extensão, um percurso de formação que prepare de forma integrada o profissional para atuar na docência, na gestão educacional, na produção e divulgação de conhecimento. A essa formação básica podem se integrar aprofundamentos e diversificações, em atendimento a demandas educacionais e sociais diversas, pela estruturação de percursos formativos diferenciados, que atendam também a interesses dos estudantes, segundo a experiência e potencialidades da instituição, como: Educação Inclusiva, Educação de Jovens e Adultos, Educação Prisional, Educação do Campo, Alfabetização, Gestão Educacional, entre outras sinalizações já evidenciadas na nossa realidade educacional. Ressaltamos e encarecemos, por fim, a importância de uma sólida preparação teórico-prática para o profissional da Pedagogia, na perspectiva ampla que aqui a defendemos, considerando o seu significado para o fortalecimento do próprio curso e do profissional que prepara, mas tendo em vista o atendimento a demandas educacionais e sociais da atualidade e, sobretudo, sua repercussão e potencialidades para a democratização do ensino ao nível da Educação Básica. Essa perspectiva vem orientando e respaldando as ações da Pró- Reitoria de Ensino da Universidade do Estado de Minas Gerais, junto aos Cursos de Pedagogia, no processo de revisão curricular em andamento em todas as Unidades Acadêmicas da instituição.

6 Entrevista 6 Educador Infantil também é Professor para a Educação Infantil! A Lei /12 aprovada pela Câmara Municipal de BH e sancionada em 13 de dezembro de 2012 transformou o cargo público efetivo de Educador Infantil no cargo público efetivo de Professor para a Educação Infantil. O cargo público efetivo de Educador Infantil foi criado pela Lei 8.679/03 fora do Plano de Carreira dos Servidores da Educação da Prefeitura de Belo Horizonte, instituídos pela Lei 7235/96, o que representou uma profunda alteração na carreira docente. Ao criar o novo cargo, a lei modificou a exigência da habilitação mínima para o exercício do cargo de Professor Municipal, com atuação no primeiro e segundo ciclos, para curso de nível superior com habilitação para o magistério, sendo, para o cargo de Educador Infantil, a exigência de curso de nível médio completo, na modalidade Normal. Os/as Professores/as da educação infantil com curso de graduação concluído, após o estágio probatório de três anos, têm um acréscimo de 10% no salário e poderão ter progressão de até três níveis, que corresponde a 5% de acréscimo no salário. Esse procedimento está distante do direito à progressão automática por titulação dos ocupantes do cargo de Professor Municipal com curso superior, que permite aos mesmos serem enquadrados no nível 10 da carreira, desde a data da posse. Outra questão esclarecida na lei refere-se à gestão das UMEIs, resgardando o direito dos(as) Professores(as) para a Educação Infantil poderem exercer a função pública de Vice-Diretor. Através da lei o governo cumpre, em parte, a legislação em vigor e regulariza a situação atual de diversas pessoas da categoria que possuem dois cargos, sejam dois cargos de educação infantil, um cargo de educação infantil e um cargo de professor municipal ou um cargo de educador infantil e um cargo técnico. Além disso, regulariza a dobra integral da jornada com pagamento integral e a inclusão da proporcionalidade na aposentadoria. Para a Professora Maria da Consolação Rocha, dirigente do Sind-Rede/BH, o projeto do governo não unificou a carreira docente e manteve a diferença de progressão por escolaridade entre ambas. Portanto, o embate atual segue sendo a reunificação da carreira, com os mesmos critérios de progressão, sem distinção pelo nível de atuação, mas valorizando o tempo de serviço e incentivando os professores a investirem na qualificação profissional. Comitê de ética em pesquisa O Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade do Estado de Minas Gerais (CEP/UEMG) foi criado em junho de 2010 e credenciado junto à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) em outubro do mesmo ano em conformidade com as Normas e Diretrizes Regulamentadoras da Pesquisa Envolvendo Seres Humanos Res. CNS nº 196/96. O Comitê de Ética em Pesquisa CEP é um colegiado interdisciplinar e independente, com múnus público, que deve existir nas instituições que realizam pesquisas envolvendo seres humanos no Brasil. O CEP é responsável pela avaliação e acompanhamento dos aspectos éticos de todas as pesquisas envolvendo seres humanos. Este papel está bem estabelecido nas diversas diretrizes, internacionais e brasileiras, que ressaltam a necessidade de revisão ética e científica das pesquisas envolvendo seres humanos, visando salvaguardar a dignidade, os direitos, a segurança e o bem-estar do sujeito da pesquisa. A professora Lélia Lombardo Alves, coordenadora do CEP/ UEMG, explica que os Comitês foram constituídos como instâncias independentes, para funcionar como uma terceira parte entre os pesquisados e os pesquisadores, manifestandose em nome da sociedade (com múnus público), para dar o aval de que a participação na pesquisa não acarretaria prejuízo ou dano, ou seja, assegurando respeito às pessoas e consideração de suas necessidades e direitos. O comitê atual é constituido por professores das diversas unidades da UEMG: Lélia Lombardo Vieira Alves (FaE)/COORDENADORA; Edson Carpintero Rezende (ED) SUBCOORDENADOR; Ulisses Carvalhais Pereira (ED); Karla da Silva Costa Batista (FaPP) ; Vanessa Miranda (ESMU); Adriano Célio Gomide (Guignard); Cláudia Campos (ED); Lúcio de Barros (FaE); Wânia Maria de Araújo (ED); Helena Lopes da Silva (ESMU). O secretário do CEP é Leandro Pedrosa. Mais informações poderão ser solicitadas pelos telefones (31) e (31) ou pelo

7 7 Entrevista Trabalhos da Comissão de Currículo Curso de Pedagogia da FaE A Comissão para Estudo e Revisão do Currículo, composta por representantes de professores e de estudantes do Curso de Pedagogia da FaE/UEMG, vem trabalhando no sentido de organizar uma proposta voltada para a formação de profissionais de pedagogia capazes de intervir, contribuir e apontar caminhos para a dimensão educacional da nossa sociedade. Para tanto, considera os contextos histórico-social, político e ideológico de um dado momento institucional, vinculados a mudanças na legislação, a distintas perspectivas de formação de diferentes grupos, ao fortalecimento da identidade cultural do/a pedagogo/a e ao desejo de concretizar inovações significativas no processo formativo deste profissional. O FaE Informa formulou algumas questões e as respostas refletem a posição da Comissão de Curriculo. Qual concepção de pedagogia sustenta a proposta de reforma do curriculo? A pedagogia constitui-se num campo de conhecimentos que trata da reflexão sistemática dos fenômenos educativos, sobre as práticas educativas, a fim de orientar um trabalho educativo humanizado e transformador. Assim, o cerne da proposta vem se sustentando no fortalecimento da identidade institucional, sua história, avanços e valores fundamentais: docência, gestão, reflexão, crítica, interdisciplinaridade, multiculturalismo e diversidade cultural, numa estreita relação entre a teoria e a prática. Como a proposta vem sendo construida? A proposta agora vem tomando umcorpo mais denso e coeso. Tem-se priorizado as discussões em âmbitos coletivos, resguardando a participação de todos/as aqueles/as que se interessam e acreditam poder contribuir com os trabalhos. O consenso dos membros não é uma constante, mas é uma meta em cada uma das temáticas a serem tratadas, tanto em nível de concepção quanto da operacionalização da proposta. As reuniões da Comissão de Currículo acontecem às segundas-feiras, de 14h às 16h, no Auditório da faculdade e são abertas à participação da comunidade acadêmcia. Qual o perfil do/a egresso/a vem orientando os debates sobre a reforma do curriculo? Alguns elementos que compõem o perfil do/a egresso/a do Curso de Pedagogia da FaE/UEMG em relação à formação são: profissional preparado/a para atuar na gestão de processos educativos escolares e não escolares, e na docência da educação infantil, nos anos iniciais do ensino fundamental, na educação de jovens e adultos, na modalidade presencial e/ou a distância, tendo a docência e a gestão como base de sua formação e identidade profissional. O/a egresso/a do curso de pedagogia da FaE/ UEMG, em relação à atuação, possui autonomia para produzir e socializar conhecimentos, com capacidade de dialogar com as tecnologias da informação e da comunicação, e acompanhar criticamente as transformações da sociedade contemporânea. É capaz de atuar de maneira interdisciplinar, compreendendo a articulação entre a teoria e a prática, por meio de uma atitude investigativa dos processos educativos. Sua atuação profissional está pautada na ética, na participação democrática, no compromisso com a diversidade e com a construção de uma educação de qualidade para todos. A professora Claudia Naves, Coordenadora da Comissão, reiterou gostaríamos de convidar outros membros da nossa comunidade acadêmica, alunos/as, professores/as e funcionários/as, para que venham estar conosco, nos ajudando a enxergar mais e melhor, do próximo ao distante, do horizontal ao vertical, e a pensar alternativas ousadas e viáveis para o nosso curso de pedagogia

8 Notícias 8 Sarau Lítero musical Professor David Tierro O 67 sarau do CenC aconteceu em 29 de abril. A temática foi o trabalho e todo o processo de construção esteve permeado de ações e reflexões sobre os diversos fazeres e saberes. A abertura da programação trouxe fotos de Sebastião Salgado. Logo a seguir foi exibido o curta Carandaí 740, vencedor do Concurso promovido pelo Nemas em 2012, produzido por Iara Ferreira, com a participação de Natan Corradi e Renata Boa Vista. O professor Agostinho Vieira Fotos: Iara Ferreira buscou, na poesia, pedaços de história sobre o trabalho caminhando de Bilac a Buarque, levando todos à fruição poética. O professor David Tierro com sua guitarra, tocou e cantou músicas de sua autoria, mas passou por Legião Urbana e Cazuza. A performace artística, com os estudantes e artistas, Hugo Lima e Mamutte Saldanha, centrada na temática do trabalho docente envolveu os presentes numa viagem acompanhada de poesia, música e representação teatral. No sarau foi feito o lançamento do 46 Caderno de Educação, com a edição dos contos vencedores do concurso de Para o deleite da plateia, os/as autores fizeram depoimentos relacionados às suas produções literárias e, para surpresa dos presentes, todos tinham algo de muita superação em relação aos desafios que tiveram de enfrentar na vida. A professora Gisele, da Escola de Música e primeiro lugar no concurso, ressaltou a importância de poder participar do Concurso. Hugo Lima e Mamutte Saldanha,

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