APRESENTAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL IDENTIFICAÇÃO NOME DA INSTITUIÇÃO ENDEREÇO OFERTA DE CURSOS.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "APRESENTAÇÃO. 06 1 DA ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL. 07 1.1 IDENTIFICAÇÃO. 07 1.1.1 NOME DA INSTITUIÇÃO. 07 1.1.2 ENDEREÇO. 07 1.2 OFERTA DE CURSOS."

Transcrição

1 1

2 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL IDENTIFICAÇÃO NOME DA INSTITUIÇÃO ENDEREÇO OFERTA DE CURSOS EDUCAÇÃO INFANTIL ENSINO FUNDAMENTAL ENSINO MÉDIO ORGANIZAÇÃO DOS CURSOS ORGANIZAÇÃO DE TURMAS EDUCAÇÃO INFANTIL ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS ENSINO MÉDIO REGIME ESCOLAR ORGANIZAÇÃO DO CALENDÁRIO ESCOLAR MODALIDADE FUNDAMENTAÇÃO LEGAL ATOS LEGAIS ATOS LEGAIS DO CURSO DE EDUCAÇÃO INFANTIL ATOS LEGAIS DO CURSO DE ENSINO FUNDAMENTAL ATOS LEGAIS DO CURSO DE ENSINO MÉDIO NOMES OFICIAIS ADOTADOS PELA INSTITUIÇÃO ESCOLAR DOS PRINCÍPIOS E VALORES CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO CONCEPÇÃO DE ESCOLA CONCEPÇÃO DE PESSOA CONCEPÇÃO DE SOCIEDADE CONCEPÇÃO DE CRIANÇA CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA CARACTERÍSTICAS DA 1ª INFÂNCIA: 0 A 03 ANOS CARACTERÍSTICAS DA 2ª INFÂNCIA: 04 A 07 ANOS CARACTERÍSTICAS 3ª INFÂNCIA: 07 ANOS ATÉ A PUBERDADE

3 2.7 CONCEPÇÃO DE ADOLESCÊNCIA CONCEPÇÃO DE JUVENTUDE CONCEPÇÃO DE EDUCADOR MISSÃO PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS PRINCÍPIOS PEDAGÓGICOS PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS CONCEPÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO EDUCANDO FINALIDADES DA AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO COMO COMPROMISSO COLETIVO IMPORTÂNCIA DO REGISTRO CONSELHO DE CLASSE ALGUMAS ATITUDES A SEREM ADOTADAS APÓS O CONSELHO DE CLASSE INCLUSÃO FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PRESSUPOSTOS TEÓRICOS AVALIAÇÃO INCLUSIVA CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA FUNDAMENTAÇÃO AÇÕES EDUCATIVAS DE COMBATE AO RACISMO E A DISCRIMINAÇÕES PROCESSO DE APRIMORAMENTO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA E ADMINISTRATIVA ARTICULAÇÃO DA INSTITUIÇÃO COM AS FAMÍLIAS ARTICULAÇÃO DA INSTITUIÇÃO COM A COMUNIDADE ASSOCIAÇÃO DE PAIS, MESTRES E FUNCIONÁRIOS AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL AÇÕES EDUCATIVAS COMPLEMENTARES DESCRIÇÃO DA REALIDADE REALIDADE MUNDIAL REALIDADE NACIONAL REALIDADE LOCAL REALIDADE INSTITUCIONAL ESTRUTURA FÍSICA SALAS DE AULA E UTILIZAÇÃO POR TURNO

4 3.4.3 SALA DE APOIO BIBLIOTECA LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS SALÃO DE EVENTOS QUADRA DE ESPORTES BRINQUEDOTECA BERÇÁRIO HISTÓRICO FUNDADORES DA COMPANHIA DAS FILHAS DA CARIDADE DE SÃO VICENTE DE PAULO VINDA DAS FILHAS DA CARIDADE AO PARANÁ EDUCAÇÃO NA PROVÍNCIA DE CURITIBA A INSTITUIÇÃO DIAGNÓSTICO CARACTERIZAÇÃO DA COMUNIDADE ESCOLAR CONDIÇÕES SOCIOCULTURAIS COMPOSIÇÃO DO QUADRO FUNCIONAL CONDIÇÕES AMBIENTAIS CONDIÇÕES FÍSICAS DA INSTITUIÇÃO ORGANIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ESCOLAR DIREÇÃO DIRETORA SETOR DE EVENTOS E MARKETING RECEPÇÃO E TELEFONIA SECRETARIA SERVIÇO SOCIAL SERVIÇOS GERAIS SERVIÇO DE MANUTENÇÃO BÁSICA GESTÃO FINANCEIRA E TESOURARIA RECURSOS HUMANOS TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO INFORMÁTICA PEDAGÓGICA MECANOGRAFIA BIBLIOTECA ESCOLAR LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA SEGURANÇA DA COMUNIDADE ESCOLAR

5 PSICOPEDAGOGIA PSICOLOGIA EDUCACIONAL NUTRICIONISTA PASTORAL ESCOLAR SETOR ESPORTIVO E CULTURAL REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ANEXOS

6 APRESENTAÇÃO De acordo com a nova tendência incorporada na Lei 9394/96 a educação deve ser estruturada em quatro alicerces: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. O Colégio Vicentino Santa Cruz, segundo sua proposta pedagógica, assume um papel importantíssimo, propaga conhecimento e fornece instrumentos para a compreensão do mundo, do outro e de si mesmo, além de desenvolver o sentido de valores relacionados à solidariedade, à responsabilidade e a aceitação das diferenças culturais. É nela que os educandos passam grande parte de suas vidas. E é também ela que fornecerá a prática educativa social planejada e organizada. O exercício da cidadania exige do trabalho escolar amplas oportunidades de acesso a todos os bens culturais, incluindo aí um ensino de qualidade. Esta Proposta Pedagógica estimula o trabalho em equipe, a criação de projetos que facilitem a convivência, a compreensão das competências e limitações de cada um no trabalho e desenvolvam a tolerância nos momentos de conflito. Espera-se, também, que o Colégio seja um local onde os estudantes possam desenvolver-se tanto em termos pessoais (o ser), quanto de capacidade (o fazer), coletividade e autoconfiança (conviver). A formação de cidadania no cotidiano das salas de aula exige que os educadores reconheçam e superem questões de ordem teórico-metodológicas e busquem saídas que atendam às necessidades sociais, políticas, econômicas e que considerem os interesses e motivações de todos os estudantes. A Proposta Pedagógica é um instrumento de trabalho que mostra o que faremos, quando, de que maneira, por quem para chegar aos resultados, explicitando nossa filosofia e harmonizando as diretrizes da educação nacional com a realidade do nosso Colégio, traduzindo sua autonomia e definindo seu compromisso com a clientela. Ao referir-se a essas dimensões política e pedagógica do Projeto, encontramos em MARQUES apud SILVA (2000): A Proposta Pedagógica deve ter um caráter dinâmico e não acontece porque assim desejam os administradores, mas porque nos preocupamos com o destino dos educandos, da escola e da sociedade e ansiamos por mudanças. VEIGA (2001) define a Proposta Pedagógica assim: Etimologicamente o termo projeto - projetare significa prever, antecipar, projetar o futuro, lançar-se para frente. Tecer a proposta Pedagógica exige acima de tudo a busca da identidade de uma instituição, sua intencionalidade e seus compromissos, a busca de uma linguagem comum, vontade de mudar. GADOTTI, DEMO (1998), comenta que a Proposta Pedagógica é como um farol de mudanças, pois define pontos importantes para a educação básica como A instrumentalização pública mais efetiva da cidadania e da mudança qualitativa na sociedade e na economia. O que quer que narres fazes de tal forma que aquele que ouve, ouvindo creia e, crendo, espere e, esperando ame (Santo Agostinho). Irmã Maria Geralda Coelho Diretora 6

7 1 DA ORGANIZAÇÃO INSTITUCIONAL 1.1 IDENTIFICAÇÃO NOME DA INSTITUIÇÃO COLÉGIO VICENTINO SANTA CRUZ - EDUCACAO INFANTIL, ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO ENDEREÇO Avenida Capitão Índio Bandeira, 1060 Centro. Cidade: Campo Mourão. Estado: Paraná. Telefone: ( 44 ) Fax.: ( 44 ) institucional: 1.2 OFERTA DE CURSOS EDUCAÇÃO INFANTIL 00 a 03 anos Creche 04 e 05 anos Pré-Escola ENSINO FUNDAMENTAL 1º ao 5º Ano anos iniciais 6º ao 9º Ano anos finais ENSINO MÉDIO 1ª a 3ª Série 1.3 ORGANIZAÇÃO DOS CURSOS Os cursos de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio estão organizados em anos/séries anuais e cada ano dividido em 04 bimestres. 1.4 ORGANIZAÇÃO DE TURMAS Número de turmas, relação professor/+criança. 7

8 1.4.1 EDUCAÇÃO INFANTIL Berçário: crianças de 00 a 11 meses 08 a 10 crianças com 02 educadores por turma. Nível1: crianças de 01 ano de idade 08 a 10 crianças com 02 educadores por turma. Nível2: crianças de 02 anos de idade 08 a 10 crianças com 02 educadores por turma. Nível3: crianças de 03 anos de idade 12 a 18 crianças com 02 educadores por turma. Nível4: crianças de 04 anos de idade 20 a 25 crianças com 02 educadores por turma. Nível5: crianças de 05 anos de idade 20 a 25 crianças com 02 educadores por turma ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS 1º Ano: crianças de 06 anos de idade - até 25 crianças por educador. 2º Ano: crianças de 07 anos de idade - até 25 crianças por educador. 3º Ano: crianças de 08 anos de idade - até 25 crianças por educador. 4º Ano: crianças de 09 anos de idade - até 28 crianças por educador. 5º Ano: crianças de 10 anos de idade - até 28 crianças por educador ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS 6º Ano: adolescentes de 11 anos de idade - até 30 educandos por turma. 7º Ano: adolescentes de 12 anos de idade - até 30 educandos por turma. 8º Ano: adolescentes de 13 anos de idade - até 35 educandos por turma. 9º Ano: adolescentes de 14 anos de idade - até 35 educandos por turma ENSINO MÉDIO 1ª Série: adolescentes de 15 anos de idade - até 40 educandos por turma. 2ª Série: adolescentes de 16 anos de idade - até 40 educandos por turma. 3ª Série: adolescentes de 17 anos de idade - até 40 educandos por turma. 1.5 REGIME ESCOLAR O regime de funcionamento é de meio período, ou seja, um mínimo de 04h30min ao dia nos seguintes turnos: Matutino e Vespertino. Para crianças da Educação Infantil oferece-se o período integral com horário de amamentação e presença dos pais no horário do almoço. MATUTINO Educação Infantil das 07h30min às 11h45min. Ensino Fundamental anos iniciais das 07h15min às 11h45min. Ensino Fundamental anos finais das 07h15min às 11h45min. 6º e 7º ano das 07h15min às 12h35min (01 dia). 8

9 8º e 9º ano das 07h15min às 12h35min (02 dias). Ensino Médio das 07h15min às 12h35min. VESPERTINO Educação Infantil das 13h15min às 17h45min. Ensino Fundamental anos iniciais das 13h15min às 17h45min. Ensino Fundamental anos finais das 13h15min às 17h45min. 6º e 7º ano das 13h15min às 18h35min (01 dia). 8º e 9º ano das 13h15min às 18h35min (02 dias). Ensino Médio Complemento da carga horária das 14 horas às 17h35min. PERÍODO INTEGRAL Educação Infantil das 07h00min às 17h45min. 1.6 ORGANIZAÇÃO DO CALENDÁRIO ESCOLAR A organização do Calendário Escolar de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases garante um mínimo de 800 horas de efetivo trabalho escolar distribuído em no mínimo 200 dias letivos conforme Calendário Escolar. 1.7 MODALIDADE De iniciativa Privada Filantrópica. 1.8 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL A Constituição Federal de 1988, diz: Artigo 205: A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Artigo 209: O ensino é livre à iniciativa privada, atendidas as condições : Inciso I: cumprimento das normas gerais da educação nacional. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n.º 9394/96, reforça o princípio do direito à educação e dever do Estado, ao afirmar no art. 5.º que: O acesso ao ensino fundamental é um direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída, e, ainda, o Ministério Público, acionar o poder público para exigilo. Historicamente, a idade mínima para ingresso na educação brasileira foi de sete anos de idade, confirmada em todo ordenamento legal da educação até a promulgação da Lei Federal n.º 9394, de 20 de dezembro de 1996, estabelecendo as Diretrizes e Bases para Educação Nacional que em seu art. º 87, 3º, inciso I: 9

10 Obriga os Municípios, os Estados e a União a matricularem todos os educandos a partir dos sete anos de idade e, facultativamente, a partir dos seis anos no ensino fundamental. Essa abertura permitiu que os sistemas de ensino, inclusive o do Estado do Paraná, autorizassem a matrícula, mediante a existência de vagas, de crianças que completassem seis anos no início do ano letivo. Com a Lei Federal n.º , de 16 de maio de 2005, a matrícula das crianças de 06 (seis) anos torna-se obrigatória, alterando os art. 6.º, 30, 32 e 87 da Lei Federal n.º 9394, de 20 de dezembro de A Lei Federal n.º , de 06 de fevereiro de 2006, alterando os art. 29, 30, 32 e 87 da Lei n.º 9394/96, dispõe sobre a duração mínima de 09 (nove) anos para o ensino fundamental e reafirma a matrícula obrigatória a partir dos 06 (seis) anos de idade para todo ensino brasileiro. Esta mesma Lei fixa o ano de 2010 como prazo final para implantação do ensino fundamental ampliado. A Resolução n.º 03, aprovada em 03 de agosto de 2005, tendo por base o Parecer n.º 06/05, de 08 de junho de 2005, do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica, define as normas nacionais para a ampliação do ensino fundamental para 09 (nove) anos de duração, com a antecipação da obrigatoriedade de matrícula no ensino fundamental aos seis anos de idade devendo sua organização adotar a seguinte nomenclatura: Etapa de Ensino Faixa etária Duração Ensino Fundamental Até 14 anos de idade 09 anos Anos iniciais De 6 a 10 anos de idade 05 anos (1º ao 5º ano) Anos finais De 11 a 14 anos de idade 04 anos (6º ao 9º ano) Observando-se a Instrução Nº 008/2011 SUED/SEED determinando que as Instituições do Sistema Estadual de Ensino com oferta do Ensino Fundamental anos finais, devem a partir de 2012, implantar o 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, optou-se pela implantação de forma simultânea a oferta do 6º ao 9º ano. A correspondência das séries finais de 08 anos de duração para os anos finais do Ensino Fundamental de 09 anos de duração será conforme tabela abaixo: EF 08 anos de duração Séries finais EF 09 anos de duração Anos finais 5ª série 6º ano 6ª série 7º ano 7ª série 8º ano 8ª série 9º ano 10

11 1.9 ATOS LEGAIS Nome da Instituição: Colégio Vicentino Santa Cruz - Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio. Endereço completo: Avenida Capitão Índio Bandeira, 1060 Centro. Data da fundação: 14 / 02 / Documento Nº. Doc. Data DOE Histórico / Descrição Registro SEC Resolução 5.624/74 23/12/74 Resolução 920/77 31/05/77 Resolução /04/1981 Resolução 784/82 25/03/82 Resolução /04/1983 Resolução /07/1991 Resolução 362/93 18/02/93 Resolução 3459/99 30/09/1999 Licença para Funcionamento do Instituto Santa Cruz. Reconhecimento do Estabelecimento de Ensino. Homologa o Parecer nº 031/77 que aprova o Regimento Escolar. Homologa o Parecer do CEE que aprova a alteração do Regimento Escolar. Reconhecimento da Escola Santa Cruz Ensino de 1º Grau. Homologa o Parecer do CEE que aprova o Regimento Escolar. Homologa o Parecer do CEE que aprova a alteração do Regimento Escolar. Homologa o Parecer do CEE que aprova o Regimento Escolar. Alteração da denominação decorrente do acréscimo da expressão Vicentino para Colégio Vicentino Santa Cruz Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio ATOS LEGAIS DO CURSO DE EDUCAÇÃO INFANTIL Documento Nº. Doc. Data DOE Histórico / Descrição Decreto /07/1977 Resolução 3185/83 03/10/1983 Resolução 1006/85 19/03/1985 Autorização, em caráter excepcional e pelo prazo de dois anos, o funcionamento de classes pré-escolares Jardim de Infância, anexo ao Instituto Santa Cruz. Autorização de Funcionamento pelo prazo de dois anos do Ensino Pré-Escolar Jardim de Infância. Prorrogação, por cinco, anos da autorização de funcionamento do Ensino Pré-Escolar Jardim de Infância. 11

12 Resolução 1566/90 19/06/1990 Resolução 2153/91 12/07/1991 Resolução 1385/95 12/04/1995 Resolução 2629/98 26/08/1998 Resolução 309/02 26/03/2002 Resolução 1203/04 13/04/2004 Resolução 2570/07 25/07/2007 Prorrogação, por cinco anos, da autorização de funcionamento do Ensino Pré-Escolar. Homologação do Parecer nº 200/91 que aprovou a alteração do Regimento Escolar e adequação do Plano Curricular para o Ensino Pré-Escolar. Prorrogação, por três anos, da autorização de funcionamento do Ensino Pré-Escolar. Adequação da denominação do Colégio Santa Cruz Ensino Pré-Escolar e de 1º e 2º Graus para Colégio Santa Cruz Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio e prorrogação, por mais três anos, da Educação infantil. Prorrogação, por mais três anos, autorização para funcionamento da Educação Infantil. Prorrogação, por mais três anos, autorização para funcionamento da Educação Infantil. Renovação do prazo da autorização para funcionamento da Educação Infantil ATOS LEGAIS DO CURSO DE ENSINO FUNDAMENTAL Documento Nº. Doc. Data DOE Histórico / Descrição Resolução 1639/77 06/09/1977 Decreto /04/1978 Resolução 784/82 25/03/1982 Resolução 3389/02 16/09/2002 Resolução 3376/07 13/09/2007 Homologação do Parecer nº 074/77, do Departamento de Ensino de 1º Grau, que aprovou o Plano de Implantação do Ensino de 1º Grau. Autorização para funcionar nos termos da legislação vigente, a Escola Santa Cruz Ensino de 1º Grau. Reconhecimento do Curso de 1º Grau Regular. Renovação do reconhecimento do Ensino Fundamental (1ª a 8ª séries). Renovação do reconhecimento do Ensino Fundamental. 12

13 Resolução 1834/ /2008 Autorização de funcionamento do Ensino Fundamental (1º ao 9º ano) ATOS LEGAIS DO CURSO DE ENSINO MÉDIO Documento Nº Doc. Data DOE Histórico / Descrição Parecer 801/1994 Parecer 871/1994 Resolução 6541/94 11/01/1995 Resolução 4.009/97 23/12/1997 Resolução 2744/02 08/08/2002 Resolução 2551/07 16/07/2007 Aprovação do Plano de Preparação para o Trabalho. Aprovação do Projeto de Implantação do Ensino de 2º Grau Regular, com o Curso de 2º Grau Educação Geral Preparação Universal. Autorização do funcionamento do Ensino Regular, com o Curso de 2º Grau Educação Geral Preparação Universal e em decorrência a escola passa a denominar-se Colégio Santa Cruz Ensino Pré - Escolar e de 1º e 2º Graus. Reconhecimento do Curso de 2º Grau Educação Geral. Renovação do Reconhecimento do Ensino Médio por mais cinco anos. Renovação do reconhecimento do Ensino Médio por mais cinco anos NOMES OFICIAIS ADOTADOS PELA INSTITUIÇÃO ESCOLAR Instituto Santa Cruz de 1950 a Escola Santa Cruz Ensino de 1º Grau - de 1978 a Escola Santa Cruz Ensino Pré-Escolar e de 1º Grau de 1983 a Colégio Santa Cruz Ensino Pré-Escolar e de 1º e 2º Graus de 1995 a Colégio Santa Cruz Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Colégio Vicentino Santa Cruz Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio a partir de

14 2 DOS PRINCÍPIOS E VALORES 2.1 CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO Educação é tudo aquilo que dialeticamente favorece o sujeito, na realização de si e do seu desenvolvimento (educere) e diz respeito à intervenção, (educare) do ato educativo. É possível vislumbrar a interdependência entre o que pode ser chamado de objeto coerente estrutural do educar-educação, resultante de um complexo conjunto de perspectivas entre o educere (educação como desenvolvimento) e o educare (a intervenção). Considerando a contribuição das ciências humanas pode-se esclarecer o que é desenvolvimento, e da didática para compreender o que vem a ser intervenção. Destaca-se dos dois mananciais, a compreensão da ação educativa: Das Ciências: Filosofia, Psicologia, Sociologia, o desenvolvimento, preservando seu campo de estudos, já que não se referem exclusivamente à educação. Da Didática: as Metodologias, voltadas para a organização e intervenção na prática docente. Estas evidenciam a pluralidade da natureza fenomenológica da educação. Suas ideias convergem para a compreensão do homem num contexto educativo. Neste sentido, não há possibilidade de gerar conhecimento neutro, nem conhecimento que não interfira em nossa existência. O processo educativo envolve um trabalho com uma grande diversidade de atividades, metodologias e estratégias que favorecem o conhecimento, a trajetória individual do educando, os valores herdados dos ancestrais, ressaltando, respeitando e valorizando todas as etnias que compõem a comunidade local. A educação é vista como instrumento de busca que propicia o acesso ao saber historicamente acumulado pela humanidade, porém, reavaliando a realidade social na qual o educando está inserido. Nela, a construção do conhecimento é imprescindível, e é uma atividade inseparável da prática social, onde as informações são reelaboradas e surgem em forma de ação sobre o mundo social. Em educação o imperativo é exporse e provocar mudanças apontando novos caminhos, criar obras primas e recriar o que já existe. (Paulo Freire) 2.2 CONCEPÇÃO DE ESCOLA Escola é um espaço privilegiado de aprendizagem, de descoberta, de dialogicidade, onde ocorre a construção do conhecimento e das relações. É um ambiente de superação de desafios pedagógicos e relacionais que, dinamiza e significa a aprendizagem, que passa a ser compreendida como construção de conhecimentos e desenvolvimento de competências em vista da formação cidadã. É papel da escola, formar cidadãos lúcidos e capazes de reconstruir a vida aprendendo a ocupar, a preservar e transformar o seu meio. Questionar a realidade das relações do ser humano com a natureza e com seus semelhantes, tendo como prioridade as necessidades sociais, psicológicas e culturais do educando. O conhecimento construído pela humanidade é sistematizado e transformado num trabalho coletivo, orientado pelo educador que estimulará o educando de maneira a 14

15 desenvolver a sua autonomia, e se tornar gerenciador do seu meio, construtor da sua história e do seu processo de aprendizagem. A escola é espaço: de promoção e valorização do ser humano, como diretriz fundamental para a consecução dos objetivos institucionais e da melhoria das condições ambientais de estudo e de trabalho; de definição de políticas de qualificação, aperfeiçoamento, atualização contínua e otimização de condições de trabalho adequado aos profissionais da instituição. Por meio das atividades escolares o educando transcende, torna-se criador, vive feliz e faz outros felizes, participando, produzindo, reproduzindo, transformando, criando e exercitando atos de cidadania. 2.3 CONCEPÇÃO DE PESSOA A educação vicentina compreende a pessoa como um ser de valor inquestionável e em constante interação consigo, com o outro, com o meio e o transcendente. Na vivência relacional consigo, com a natureza e com o transcendente estabelece os parâmetros da dignidade humana a partir dos quais se torna construtora de sua própria história e colabora na construção da humanidade. Situada em uma sociedade em constante mutação, com direito de expressar suas opiniões, seus sentimentos, desmistificar os padrões estabelecidos, assimilar e transformar conceitos, superar preconceitos, valorizando a si própria e aos outros. Capaz de socializar e humanizar o conhecimento historicamente construído em prol do bem comum, consciente de si e da realidade que a circunda, solidária, fraterna, justa e apta para amar e ser amada e de agir e interagir, tendo como fundamento os princípios evangélicos e o Carisma Vicentino, que é a vivência do amor afetivo e efetivo, especialmente para com os mais fragilizados. 2.4 CONCEPÇÃO DE SOCIEDADE A sociedade desejada é aquela em que todos exercem sua cidadania a partir da realidade social, informada e esclarecida que possibilite maiores oportunidades, na qual os cidadãos tenham seus direitos garantidos. Cabe à educação reforçar os valores para a construção de uma sociedade democrática, construindo princípios éticos voltados para a fraternidade e a justiça, legitimando a ligação entre a escola e a comunidade como forma de respeito e valorização da diversidade. A Educação Vicentina, orientada por princípios éticos e cristãos, procura: colaborar para a construção de uma sociedade em que todos possam viver em fraternidade, valorizando e fortalecendo os laços familiares e direito à vida, assegurado em todos os seus estágios e dimensões; olhar o futuro com esperança, partilhando as riquezas da natureza e legando-as às gerações futuras, defendendo as ideias democráticas, solidárias e fraternas. 15

16 2.5 CONCEPÇÃO DE CRIANÇA A criança é um sujeito histórico, co-construtor de conhecimento e de identidade, em sua interação com os adultos, com as pessoas que lhe são próximas, com o meio que a circunda e com as demais crianças. Por isso, está repleta de potencialidades e competências, ativa e ansiosa para se engajar no mundo. Possui uma natureza singular que a caracteriza como um ser que sente e pensa o mundo de um jeito muito próprio. Revela as relações contraditórias que presencia e, por meio das brincadeiras, expressa as condições de vida a que está submetida bem como seus anseios e desejos. No processo de construção do conhecimento, utiliza-se das diferentes linguagens e exerce a capacidade de expressar suas ideias e hipóteses originais sobre aquilo que busca desvendar. Este conhecimento é fruto de um intenso trabalho de criação, significação e ressignificação. Enquanto ser simbólico vivencia o mundo mágico do faz de conta e, brincando, internaliza e expressa práticas culturais que observou no mundo real que a cerca. A imitação do outro é a forma através da qual ela aprende, ao conhecer e se apropriar inicialmente do próprio corpo e, mais tarde, do mundo das ideias. Como indivíduo psicológico, tem necessidade de tornar-se cada vez mais independente, segura, capaz de tomar iniciativas pertinentes à sua idade e construir, gradativamente, a sua autonomia. Enquanto sujeito cognitivo toma contato, de forma organizada e prazerosa, com a cultura da qual faz parte, tanto como produtora, quanto como usuária, apropriando-se do patrimônio acumulado pela humanidade. Como criatura pensante, curiosa, espontânea, questionadora, com desejos e sonhos, aprende a expor seu pensamento, a escutar, a confrontar-se com o outro, a lidar com o que não sabe ou o que sabe de um jeito diferente, atribuindo sentido ao conhecimento que constrói baseado na emoção que media essa relação. Como ser físico movimenta-se constantemente, age e interage, com tudo e com todos que a cercam, explorando percepções sensoriais e nutrindo seu imaginário, apropriando-se das práticas culturais do contexto onde está inserida. Como indivíduo afetivo, tem necessidades físicas e emocionais de fortalecimento da autoestima, de vínculos afetivos, de toques corporais, agrados como: "colo", abraços, carícias e muita atenção para que se sinta "especial" e possa desenvolver sua personalidade e suas potencialidades. Enquanto sujeito social tem no seu núcleo familiar, biológico ou não, um ponto de referência fundamental, que lhe dá estrutura para as múltiplas interações que estabelece em outros contextos sociais. Ao interagir com seus pares da mesma idade, e com os diferentes, como professores, funcionários, constrói subsídios para atuar em situações coletivas, diferentemente dos papéis que exerce em seu núcleo familiar. 2.6 CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA A infância é um período da vida, extremamente dinâmico e rico, que vai do nascimento até a puberdade (aproximadamente 10 anos). Nessa fase o ser humano vê, pensa e sente o mundo de um modo próprio. O crescimento se faz, concomitantemente, em todos os domínios; segundo as características fisiológicas, socioafetivas e cognitivas e se divide em três estágios: 16

17 1ª infância 00 a 03 anos; 2ª infância 03 a 06 anos; 3ª infância 07 anos até a puberdade CARACTERÍSTICAS DA 1ª INFÂNCIA: 00 A 03 ANOS As características da 1ª infância (00 a 03 anos) constituem-se em três períodos distintos: 1º período (de 00 a 01 ano): nos primeiros seis meses o bebê apresenta dependência absoluta, passiva; no 2º semestre já revela o primeiro sinal de agressividade a mordida. Nesta fase a criança precisa de cuidado total, tanto físico quanto emocional. A pessoa que lida com a criança deve ser segura de si, afetuosa, tranquila, decidida, com a voz calma e sem gestos violentos. O afeto deverá estar presente em todos os momentos de atenção. Os estímulos auditivos chegam através de cantigas, conversas e brinquedos que produzam sons. 2º período (01 a 02 anos): o bebê se apresenta vacilante e ambivalente, passa do amor ao ódio, beija e morde. É obstinado, agarrador, desordenado. É muito dependente sem querer sê-lo. É a época do treinamento dos hábitos higiênicos, controle da micção, da evacuação e disciplina alimentar. A experimentação é a atividade primeira dos bebês nesta idade, que estão sempre provando, mexendo, lambuzando-se. É a oportunidade dos adultos que o cercam de expressar amor, carinho e intermediar soluções para as suas necessidades que são muito frequentes. É o término do período denominado por Piaget como sensório-motor, que se estende do nascimento até a aquisição da linguagem. A atividade intelectual é de natureza sensorial e motora. A criança percebe o ambiente e age sobre ele, por isso é essencial a estimulação desde os primeiros dias de vida. É a fase do desenvolvimento da consciência do próprio corpo, diferenciado do restante do mundo físico, bem como do desenvolvimento da inteligência. 3º período (02 a 03 anos): a característica principal é que toma conhecimento da diferença do sexo. Está em uma fase de equilíbrio, contente consigo mesmo e com o mundo (lar e escola). O vocabulário está crescendo muito e adora palavras novas. Orgulha-se do seu maior controle muscular, apresenta um melhor desenvolvimento motor. Já consegue brincar coletivamente, porém depois de algum tempo de brincadeira conjunta começa a briga, com mordidas, socos e pontapés. Muito sensíveis aos impulsos do momento, a criança de três anos necessita de: experiências motoras, experiências sensoriais, experiências sociais. A serenidade é característica indispensável para quem lida com crianças dessa idade CARACTERÍSTICAS DA 2ª INFÂNCIA: 04 A 07 ANOS 04 anos: a criança apresenta integração do automatismo corporal. É vigorosa nas brincadeiras, tem movimentos graciosos e sua rítmica corporal está repleta de novas conquistas e habilidades: anda com firmeza, corre mais depressa e sobe em lugares altos e difíceis. 17

18 Encaixar e construir são atividades que executa com propósitos em vista. Seu vocabulário é rico (mais de palavras) e pode se concentrar por períodos de quase trinta minutos, às vezes até em atividades criadas por ela mesma. Faz perguntas e se interessa por praticamente tudo. Demonstra curiosidade pelos órgãos genitais, pelo nascimento dos bebês e pelas diferenças sexuais. A figura humana está presente nos desenhos e retrata coisas que já viu. Recorta papel e segura pincel (seu movimento de pinça está amadurecendo) e a atividade de colagem é apreciada. É a época em que fala muito sozinha e sua imaginação é muito fértil. Reconhece cores e tonalidades, tamanhos e formas geométricas. Necessita muito do concreto. Suas emoções são extremas, ou gosta muito ou detesta muito. Tem mais noção dos limites (meu, teu, nosso, certo/errado). Gosta muito de ser elogiada e se autoelogia. Onde e quando ainda não são claramente discriminados; certo e errado, com firmeza amiga por parte do adulto, já são identificados. Emprega com exatidão o vocabulário relativo a espaço, no sentido de direção e/ou de posições. 05 anos: a criança de cinco anos apresenta um evidente progresso em seu crescimento, é mais alta e com proporções diferenciadas. As pernas são longas e tem fisionomia de menina ou de menino, não de bebê. Quer ser reconhecida, necessitando de apoio e responsabilidade delegados por quem lida com ela. Os traços que caracterizam a sua personalidade podem ser reconhecidos. Planeja atividades, a ideia precede a ação, o que significa pensar antes de agir. Continua apresentando ansiedade em relação a coisas cuja explicação desconhece, mas aceita regras e limites. Com um vocabulário muito rico, vence maiores dificuldades de pronúncia e faz muitas e interessantes perguntas. Quando vai a certos lugares, como o supermercado lê algumas palavras já conhecidas, em objetos e embalagens do seu dia a dia. A motricidade fina está mais hábil, domina as atividades gráfico/plásticas, dentro de limites. Escreve seu primeiro nome. Vive grande parte do tempo no mundo da imaginação. Gosta de histórias de fadas e é muito curiosa. A criança de cinco anos precisa de muito apoio, responsabilidade, brincadeiras coletivas, oportunidade para concentração e boa orientação. 06 anos: O crescimento físico é acentuado e difere-se do de outras idades pela perda dos dentes de leite. Veste-se e despe-se sozinha. Precisa de espaço e descanso, pois se cansa sem o saber. Canta muito, dramatiza, faz comparações e tem senso de humor apurado. Gosta de repetir palavras novas. Aprecia fazer experiências, faz muitas perguntas, gosta de planejar passeios, querendo fazer tudo a sua moda. O adulto deve encorajá-la a ouvir e saber falar na hora apropriada, sempre estimulando a expressão livre. O interesse pelas horas já se faz notar e tenta identificar e aprender semana, mês e ano. O interesse por ciências é acentuado, sempre querendo respostas. Sua concentração já pode ultrapassar 30 minutos. Sente necessidade da matemática e seu desenvolvimento favorece um interesse natural e crescente pela leitura e curiosidade pela escrita das palavras. 18

19 Tem necessidade de ser aceita e aprovada pelo grupo. Quer ganhar sempre, ser a primeira, a mais elogiada ou a mais querida. Administra bem conflitos, planeja atividades em grupo e está aprendendo que existem horas apropriadas para tudo. Pode mostrar comportamentos antagônicos em casa e na escola e quando contrariada pode reagir com linguagem agressiva. O adulto que a acompanha deve ser hábil e resolver com facilidade os problemas emocionais surgidos nesta época CARACTERÍSTICAS DA 3ª INFÂNCIA: 07 ANOS ATÉ A PUBERDADE O crescimento físico continua num ritmo lento, sem grandes acelerações até a puberdade, que geralmente se inicia no final deste período. A criança entra em um período de equilíbrio; é a época da calma e da concentração. É uma época de assimilação, gosta de ouvir, observa tudo. Apresenta-se muitas vezes introvertida. Não é muito agressiva, porém resmunga e se queixa antes de enfrentar uma obrigação. Tem falta de confiança em si e, às vezes, não quer nem tentar, desculpando-se com não sei ou não quero fazer. É conversadora. Firma seu sentido de independência, porém ainda não aceita perder. As capacidades motoras globais continuam a se aprimorar, consegue andar de bicicleta, jogar bola e fazer outras atividades que requerem considerável coordenação. Tem condições de realizar atividades visuais e auditivas ao nível dos adultos e torna-se capaz de focalizar sua atenção. Este é o período que Piaget denominou de estágio das operações concretas. Estas atividades podem ser feitas tanto mental quanto concretamente. Ela também atinge a noção de conservação e reversibilidade, tornando-se capaz de raciocinar indutivamente, cada vez mais lógica. Este é o período que Freud denominou de latência porque o interesse sexual parece estar submerso. Os companheiros tornam-se muito importantes, mas quase todos os grupos são de crianças do mesmo sexo. A ligação afetiva com os pais é menos visível, mas, presumivelmente, ainda existe. Desenvolvem ligações afetivas com amigos especiais. Em muitos aspectos, este é um período calmo, como Freud previu. Mas não é um período vazio. Muitas coisas acontecem, mas talvez as mudanças sejam mais sutis do que as observadas nas fases anteriores, ou na adolescência. 2.7 CONCEPÇÃO DE ADOLESCÊNCIA De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a adolescência compreende a faixa etária entre 10 e 20 anos; o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), entretanto, restringe essa fase para a idade entre 12 e 18 anos. A adolescência é um momento de autoafirmação, em que a construção da identidade se faz necessária entre os iguais. Dessa forma, a busca por uma identidade faz com que o adolescente rompa com os vínculos do mundo adulto inclusive com seus pais, e busque uma aceitação social que costuma provocar mudanças de comportamento evidenciadas nas gírias, nos bonés, nas roupas, nas músicas, e em outras características que costumam chocar o adulto. Nesse estágio, desportistas e artistas (entre outros) servem como modelos de comportamento. 19

20 Jean Piaget observou no comportamento adolescente um grande incremento nas habilidades cognitivas, o que pode levar a conflitos, posto que o indivíduo tem acrescidas, ainda, à razão, a necessidade de competição e a habilidade de teorizar em termos adultos - pensamento formal e pensamento abstrato. O grande avanço cognitivo que ocorre nessa fase é o aparecimento do pensamento abstrato. A dualidade entre o amadurecimento do corpo e amadurecimento psicológico, frequentemente causa certa susceptibilidade à instabilidade emocional que pode levar ao consumo de drogas ou álcool, problemas mentais como esquizofrenia ou distúrbios alimentares (como anorexia e bulimia), e a problemas sociais como gravidez na adolescência. A adolescência também sofre influências do meio social em que se encontra, e de certa forma são determinantes para suas escolhas. Essas escolhas, dependendo da ausência de limites, da base familiar e religiosa, do meio social em que vive, podem determinar até mesmo o envolvimento com atos infracionais ou o início da utilização de substâncias psicoativas, o que acontece muitas vezes apenas para provar a superioridade em relação aos iguais, e em outras, para ter o que a sociedade capitalista tem para oferecer. A psicologia entende que o adolescente necessita vencer três lutos: o luto pela perda do corpo infantil tendo que se adaptar a um novo corpo, com a maneira de lidar com ele, inclusive com a forma como as pessoas o observam; o luto pela perda dos pais da infância, que antes possuíam uma maneira especial de lidar e cuidar; agora já repreendem, exigem adaptação à condição de alguém que não é mais criança, atitude esta que o leva a lidar com a morte do mito das figuras paterna e materna que deixam de ser herói/heroína para revelarem seus limites e fragilidades; por fim, o luto pela perda da identidade infantil, pois tem que enfrentar as suas próprias crises, dar rumo aos seus atos e à sua história (ABERASTURY, 1981, p.71). A partir destas perspectivas, a adolescência poderá ser entendida como construção histórica, que tem seu significado determinado pela cultura e pela linguagem que media as relações sociais, sendo estas o referencial para a criação dos sujeitos que passam neste momento por várias transformações no corpo e na mente. Neste sentido a compreensão da totalidade constitutiva da adolescência passa não só pelos parâmetros biológicos, como idade ou desenvolvimento cognitivo, mas necessariamente pelo conhecimento das condições sociais que constroem uma determinada adolescência. 2.8 CONCEPÇÃO DE JUVENTUDE Juventude é a fase da vida em que a pessoa é portadora de força renovadora que a motiva a construir novidades e enfrentar desafios. Corresponde ao grupo etário responsável por influenciar, de forma mais veemente, a construção da história e precisa de oportunidade para ocupar um espaço na sociedade com condições para fazer suas conquistas e atuar de acordo com os limites de liberdade estabelecidos em lei. É um período de vida do ser humano que vai dos 15 aos 29 anos de idade aproximadamente. Fase em que repousa a necessidade de autorrealização centrada em uma realidade e motivada pelos sonhos e esperanças juvenis. 20

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO: Horário matutino: de 5º ao 9 º ano do Ensino Fundamental.

DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO: Horário matutino: de 5º ao 9 º ano do Ensino Fundamental. NÍVEIS E MODALIDADES DE ENSINO: EDUCAÇÃO INFANTIL: Maternal III: 3-4 anos 1º Período: 4-5 anos 2º Período: 5-6 anos ENSINO FUNDAMENTAL: Novatos: 1º ano matrícula com 6 anos completos (até 31 de março)

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Elany Nogueira da Silva Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo Este presente artigo pretende refletir idéias sobre o brincar na Educação Infantil,

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

PROVA SIMULADA SOBRE A LEI DE DIRETRIZES E BÁSICAS DA EDUCAÇÃO NACIONAL LDBEN

PROVA SIMULADA SOBRE A LEI DE DIRETRIZES E BÁSICAS DA EDUCAÇÃO NACIONAL LDBEN PROVA SIMULADA SOBRE A LEI DE DIRETRIZES E BÁSICAS DA EDUCAÇÃO NACIONAL LDBEN 1. A Lei de Diretrizes e Bases, Lei nº. 9394/96, em seu artigo 3º enfatiza os princípios norteadores do ensino no Brasil. Analise-os:

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Gláucia Cristina Negreiros Coordenação do Curso de Pedagogia

Gláucia Cristina Negreiros Coordenação do Curso de Pedagogia Faculdades Integradas Mato - Grossenses de Ciências Sociais e Humanas Missão: Formar cidadãos, através da educação, para atuar de forma transformadora, ética e crítica, no contexto profissional e social

Leia mais

CONSIDERAÇÕES REFERENTES AO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE SANTA MARIA 1

CONSIDERAÇÕES REFERENTES AO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE SANTA MARIA 1 CONSIDERAÇÕES REFERENTES AO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) Resumo DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE SANTA MARIA 1 Eunice Piccin 2 Fabiano Bolzan Scherer² Fernanda Dalosto Moraes² Marcos Vinicius Conceição

Leia mais

Resolução SME N 24/2010

Resolução SME N 24/2010 Resolução SME N 24/2010 Dispõe sobre orientações das rotinas na Educação Infantil, em escolas e classes de período integral da rede municipal e conveniada, anexos I e II desta Resolução, com base no Parecer

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

ESPIRITUALIDADE: Como um valor imprescindível para a educação

ESPIRITUALIDADE: Como um valor imprescindível para a educação ESPIRITUALIDADE: Como um valor imprescindível para a educação Janaina Guimarães 1 Paulo Sergio Machado 2 Resumo: Este trabalho tem por objetivo fazer uma reflexão acerca da espiritualidade do educador

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO Priscila Reinaldo Venzke Luciano Leal Loureiro RESUMO Este trabalho é resultado da pesquisa realizada para a construção do referencial teórico

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes As crianças, a cultura lúdica e a matemática Lisandra Ogg Gomes Aprendizagens significativas: Como as crianças pensam o cotidiano e buscam compreendê-lo? (Caderno de Apresentação, 2014, p. 33). O que as

Leia mais

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA Thaís Koseki Salgueiro 1 ; Ms. Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: Este projeto tem como objetivo apresentar o trabalho de campo desenvolvido

Leia mais

A EDUCAÇÃO INFANTIL E OS DESAFIOS DA DOCÊNCIA NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2

A EDUCAÇÃO INFANTIL E OS DESAFIOS DA DOCÊNCIA NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2 728 A EDUCAÇÃO INFANTIL E OS DESAFIOS DA DOCÊNCIA NO ÂMBITO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Ana Paula Reis de Morais 1 Kizzy Morejón 2 RESUMO: O presente artigo trata da especificidade da ação pedagógica voltada

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Professor MaPP Educação Infantil Conhecimentos Pedagógicos

Professor MaPP Educação Infantil Conhecimentos Pedagógicos Professor MaPP Educação Infantil Conhecimentos Pedagógicos 11) Analisando a relação entre desenvolvimento e aprendizagem na perspectiva de Vygotsky, é correto afirmar que: a) Desenvolvimento e aprendizagem

Leia mais

Como é a criança de 4 a 6 anos

Como é a criança de 4 a 6 anos de 4 a 6 anos Como é a criança Brinque: lendo histórias, cantando e desenhando. A criança se comunica usando frases completas para dizer o que deseja e sente, dar opiniões, escolher o que quer. A criança

Leia mais

REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Maria dos Prazeres Nunes 1 INTRODUÇÃO No Brasil a expansão da educação ocorre de forma lenta, mas, crescente nas últimas décadas. Com base nas determinações

Leia mais

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 Caderno de Provas EDUCAÇÃO FÍSICA Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o seu nome completo e o

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT Dispõe sobre a Implantação do Ensino Fundamental para Nove Anos de duração, no Sistema Estadual de Ensino de Mato Grosso, e dá outras providências. O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A escola católica será uma instituiçao com mística evangelizadora UMA ESCOLA A SERVIÇO DA PESSOA E ABERTA A TODOS UMA ESCOLA COM

Leia mais

JOGOS PEDAGÓGICOS LÚDICOS NA EUCAÇÃO NÃO FORMAL

JOGOS PEDAGÓGICOS LÚDICOS NA EUCAÇÃO NÃO FORMAL JOGOS PEDAGÓGICOS LÚDICOS NA EUCAÇÃO NÃO FORMAL Gislaine Fornari 1 Fátima Regina Debald 2 RESUMO: A pesquisa apresenta um estudo sobre a dimensão lúdica no processo ensino e aprendizagem na educação não

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução n 01/2010

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Resolução n 01/2010 MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Resolução n 01/2010 Fixa normas para o Ensino Fundamental de 09 (nove) anos da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis, Santa Catarina. O CONSELHO

Leia mais

A MOTIVAÇÃO É A ESSÊNCIA PARA APRENDER MATEMÁTICA

A MOTIVAÇÃO É A ESSÊNCIA PARA APRENDER MATEMÁTICA A MOTIVAÇÃO É A ESSÊNCIA PARA APRENDER MATEMÁTICA Sandro Onofre Cavalcante sandro-professor@hotmal.com José Carlos Lourenço FIP Faculdade Integrada de Patos JCLS956@hotmail.com Adriano Alves da Silveira

Leia mais

O QUE REVELAM OS DOCUMENTOS OFICIAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL SOBRE A DIMENSÃO AFETIVA

O QUE REVELAM OS DOCUMENTOS OFICIAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL SOBRE A DIMENSÃO AFETIVA Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1007 O QUE REVELAM OS DOCUMENTOS OFICIAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL SOBRE A DIMENSÃO AFETIVA Viviane Aparecida Ferreira

Leia mais

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O Colégio Ceom, fundamenta seu trabalho educacional na área da Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Fundamental II e Ensino Médio, a partir das teorias de Jean Piaget e Emília

Leia mais

AVANÇOS NAS CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO

AVANÇOS NAS CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO AVANÇOS NAS CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO 1 Jussara Hoffmann Sobre a avaliação Para se debater o sistema de avaliação das aprendizagens, primeiro é preciso compreender o termo avaliar com a amplitude

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico Ingressantes em 2007 Dados: Sigla: Licenciatura em Educação Física Área: Biológicas

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. O projeto - o lúdico: jogos, brinquedos e brincadeiras na construção do processo de aprendizagem

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

Atividades Extraclasse

Atividades Extraclasse Atividades Extraclasse No Marista Conceição, o estudante aprende e desenvolve habilidades dentro e fora da sala de aula, por meio de atividades esportivas, artísticas, culturais, científicas e de solidariedade.

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA Rivaldo Bevenuto de Oliveira Neto Departamento de Artes UFRN RESUMO O ensino de Arte é a educação que oportuniza ao aluno o acesso à Arte

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS ESPECÍFICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUBSÍDIOS PARA A REVISÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL TRABALHO ENCOMENDADO PELO MEC/SEB DIRETORIA DE CONCEPÇÕES

Leia mais

GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR SOBRE A PRÁTICA DA AVALIAÇÃO

GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR SOBRE A PRÁTICA DA AVALIAÇÃO GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR SOBRE A PRÁTICA DA AVALIAÇÃO Vera Lúcia Martins Gramville 1 Rozane Marcelino de Barros 2 Resumo: O presente Artigo é uma descrição reflexiva que produziu

Leia mais

O talento é seu. A gente só aperfeiçoa. Conheça: est.edu.br

O talento é seu. A gente só aperfeiçoa. Conheça: est.edu.br O talento é seu. A gente só aperfeiçoa. EXTENSÃO Conheça: est.edu.br PROGRAMA DE EXTENSÃO A Faculdades EST é vinculada à Rede Sinodal de Educação, identificada com a Igreja Evangélica de Confissão Luterana

Leia mais

FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA. Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA. Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO Cláudia, MT 2008 Trabalho de Conclusão apresentado como requisito parcial para

Leia mais

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Léa Pintor Martins de Arruda Maria Angela de Souza Lima Rizzi O trabalho realizado com os educadores, pela equipe da Associação Arte Despertar no

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL * Rita de Cássia Lindner Kaefer **Ana Eleonora Sebrão Assis RESUMO O objetivo do presente artigo é apresentar uma reflexão a respeito da importância

Leia mais

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio e Pré-vestibular. Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE CIÊNCIAS 6ª ANOS C e D

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

AFROBRASILIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR PEDAGÓGICO À DIVERSIDADE

AFROBRASILIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR PEDAGÓGICO À DIVERSIDADE AFROBRASILIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR PEDAGÓGICO À DIVERSIDADE Patrícia da Silva Souza Graduanda de Pedagogia pela UEPB pipatricia278@gtmail.com Kátia Anne Bezerra da Silva Graduanda em Pedagogia

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Especial EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FAMÍLIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Especial EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FAMÍLIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Especial EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FAMÍLIA Brasília - 2004 Série: EDUCAÇÃO INCLUSIVA 1. A Fundamentação Filosófica 2. O Município 3 A Escola 4 A Família FICHA TÉCNICA

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 Janete Maria Lins de Azevedo 2 Falar sobre o projeto pedagógico (PP) da escola, considerando a realidade educacional do Brasil de hoje, necessariamente

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. O Presidente

Leia mais

Projeto Educativo 02 02-V R 01-P D O M

Projeto Educativo 02 02-V R 01-P D O M Projeto Educativo Colégio do Sagrado Coração de Maria - Lisboa Projeto Educativo V02 i ÍNDICE I. CARACTERIZAÇÃO FÍSICA...1 1. O meio envolvente...1 2. O Colégio...2 3. Organização Estrutural...2 3.1. Órgãos

Leia mais

2 Segundo Jean Piaget as características observáveis mais importantes do estágio pré-operacional são:

2 Segundo Jean Piaget as características observáveis mais importantes do estágio pré-operacional são: PROVA DE CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS 1 Segundo Piaget toda criança passa por estágios do desenvolvimento. Assinale a alternativa que indica a qual estágio corresponde a idade em que o pensamento da criança

Leia mais

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2010. Educação Infantil I Segmento I

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2010. Educação Infantil I Segmento I Colégio Cor Jesu Brasília DF Plano de Curso 2010 Educação Infantil I Segmento I Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA Ano: Infantil I Segmento: I COMPETÊNCIAS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS - ALUNOS EIXOS TEMÁTICOS/CONTEÚDOS

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE 1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE Natália Maria G. Dantas de Santana- UAE/CFP/UFCG Mayrla Marla Lima Sarmento-UAE/CFP/UFCG Maria Thaís de Oliveira

Leia mais

PLANO CURRICULAR DO ENSINO SECUNDÁRIO. Princípios orientadores

PLANO CURRICULAR DO ENSINO SECUNDÁRIO. Princípios orientadores PLANO CURRICULAR DO ENSINO SECUNDÁRIO Princípios orientadores O Ensino Secundário no Colégio Pedro Arrupe orienta-se de forma coerente para o desenvolvimento integral do aluno, promovendo um crescimento

Leia mais

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992.

Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez, 1992. METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA. Aline Fabiane Barbieri Metodologia de Ensino; Cultura Corporal; Ciclos de Escolarização. SOARES, C. L.; TAFFAREL, C. N. Z.; VARJAL, E; et al. São Paulo, Cortez,

Leia mais

ARACY MARIA BRAGA DE MIRANDA. FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI. O DESAFIO DAS INICIATIVAS: ROMPER BARREIRAS E CONCRETIZAR ESPAÇOS.

ARACY MARIA BRAGA DE MIRANDA. FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI. O DESAFIO DAS INICIATIVAS: ROMPER BARREIRAS E CONCRETIZAR ESPAÇOS. ARACY MARIA BRAGA DE MIRANDA. FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI. O DESAFIO DAS INICIATIVAS: ROMPER BARREIRAS E CONCRETIZAR ESPAÇOS. Resumo: Quebrar paradigmas, gerar e concretizar iniciativas:

Leia mais

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre sabem alguma coisa, todo educando pode aprender, mas

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA Seção I Das Disposições Gerais Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

NOSSO CURRÍCULO A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS ÁREA DAS CIÊNCIAS HUMANAS. Adotamos uma pedagogia:

NOSSO CURRÍCULO A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS ÁREA DAS CIÊNCIAS HUMANAS. Adotamos uma pedagogia: A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS NOSSO CURRÍCULO Adotamos uma pedagogia: - que faz da escola uma instância efetiva de assimilação crítica, sistemática e integradora do saber e da cultura geral; - que trata os

Leia mais

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 I CICLO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES (1º e 2º semestres): FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO EMENTÁRIO: O I Ciclo do Curso de Pedagogia do UniRitter desenvolve os fundamentos

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 Autora: Maria Thaís de Oliveira Batista Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Email: taholiveira.thais@gmail.com

Leia mais

FACULDADE DE CALDAS NOVAS - UNICALDAS Ms. EXPEDITO FERREIRA DE ARAUJO FILHO Ms. SANDRA REGINA SILVA MARTINS PROJETO DOE UM BRINQUEDO GANHE UM SORRISO

FACULDADE DE CALDAS NOVAS - UNICALDAS Ms. EXPEDITO FERREIRA DE ARAUJO FILHO Ms. SANDRA REGINA SILVA MARTINS PROJETO DOE UM BRINQUEDO GANHE UM SORRISO FACULDADE DE CALDAS NOVAS - UNICALDAS Ms. EXPEDITO FERREIRA DE ARAUJO FILHO Ms. SANDRA REGINA SILVA MARTINS PROJETO DOE UM BRINQUEDO GANHE UM SORRISO CALDAS NOVAS 2012 FACULDADE DE CALDAS NOVAS - UNICALDAS

Leia mais

A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR INCLUSIVA: UMA REFLEXÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO

A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR INCLUSIVA: UMA REFLEXÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR INCLUSIVA: UMA REFLEXÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA MARIA JULIANA DE SOUSA CUNHA¹ LAYANE COSTA SARAIVA² RESUMO O presente artigo teve por objetivo analisar e refletir as adaptações

Leia mais

O VERDADEIRO MUNDO DA CRECHE: EDUCAR OU PRESTAR ASSISTÊNCIA? Drielly Adrean Batista, Rita Melissa Lepre, Rodrigo Cesar Costa, Aline kadooka.

O VERDADEIRO MUNDO DA CRECHE: EDUCAR OU PRESTAR ASSISTÊNCIA? Drielly Adrean Batista, Rita Melissa Lepre, Rodrigo Cesar Costa, Aline kadooka. 1175 O VERDADEIRO MUNDO DA CRECHE: EDUCAR OU PRESTAR ASSISTÊNCIA? Drielly Adrean Batista, Rita Melissa Lepre, Rodrigo Cesar Costa, Aline kadooka. Programa de pós-graduação em psicologia da Universidade

Leia mais

Câmpus Alfenas SUMÁRIO. Cláudio Novaes... 2. Eliane Souza dos Santos... 3. Elizabeth Aparecida Santos de Oliveira... 4. Fernanda Alice de Santana...

Câmpus Alfenas SUMÁRIO. Cláudio Novaes... 2. Eliane Souza dos Santos... 3. Elizabeth Aparecida Santos de Oliveira... 4. Fernanda Alice de Santana... Câmpus Alfenas 14 de agosto de 2010 SUMÁRIO Cláudio Novaes... 2 Eliane Souza dos Santos... 3 Elizabeth Aparecida Santos de Oliveira... 4 Fernanda Alice de Santana...5 Mary Silva Faria... 6 Valéria de Oliveira

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM E AVALIAÇÃO NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESAFIOS PARA A FORMAÇÃO DOCENTE. Zilma de Moraes Ramos de Oliveira

BASE NACIONAL COMUM E AVALIAÇÃO NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESAFIOS PARA A FORMAÇÃO DOCENTE. Zilma de Moraes Ramos de Oliveira BASE NACIONAL COMUM E AVALIAÇÃO NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESAFIOS PARA A FORMAÇÃO DOCENTE Zilma de Moraes Ramos de Oliveira HISTÓRICO Constituição brasileira LDB Plano Nacional de Educação CONSTITUIÇÃO

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE PROINFÂNCIA BAHIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA FACULDADE DE EDUCAÇÃO - FACED DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A

Leia mais

sonhando nova escola nova sociedade com uma e uma Atividade de leitura de clássicos da literatura. Pai voluntário em sala de aula.

sonhando nova escola nova sociedade com uma e uma Atividade de leitura de clássicos da literatura. Pai voluntário em sala de aula. Atividade de leitura de clássicos da literatura. Pai voluntário em sala de aula. 01_IN_CA_FolderTecnico180x230_capa.indd 3 sonhando com uma nova escola e uma nova sociedade 7/24/13 2:16 PM comunidade de

Leia mais

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Francine Kemmer Cernev francine@cernev.com.br Universidade Estadual de Londrina/ Colégio Nossa Senhora do Rosário, Cornélio Procópio/PR/

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

FP 108501 FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA

FP 108501 FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA Ementas das Disciplinas de Educação Física Estão relacionadas abaixo, as ementas e a bibliografia dos diferentes eixos curriculares do Curso, identificadas conforme os ciclos de formação: Ciclo de Formação

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Programas Espaço de Convivência da Melhor Idade e LBV Criança: Futuro no Presente!

Mostra de Projetos 2011. Programas Espaço de Convivência da Melhor Idade e LBV Criança: Futuro no Presente! Mostra de Projetos 2011 Programas Espaço de Convivência da Melhor Idade e LBV Criança: Futuro no Presente! Mostra Local de: Londrina. Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 5, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 5, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 5, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 (*) Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil O Presidente

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04 Curso: Graduação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA PLENA MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA TEREZINHA SC CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA MARIA ORIBKA KERECZ CRAVEIRO SANTA TEREZINHA SC

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA TEREZINHA SC CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA MARIA ORIBKA KERECZ CRAVEIRO SANTA TEREZINHA SC SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA TEREZINHA SC CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA MARIA ORIBKA KERECZ CRAVEIRO SANTA TEREZINHA SC PREMIO AMAVI EDUCAÇÃO 2013 PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO QUALIDADE

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO Secretaria de Estado da Educação Estado do Paraná Núcleo Regional de Educação de União da Vitória COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio Rua Presidente Kennedy, 200 Fone: (42) 3552

Leia mais

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO CAMILA SONALY QUEIROZ TITO¹ MAÍSE RODRIGUES LÚCIO² O presente artigo tem por objetivo levar educadores da Educação Infantil a repensar sobre as concepções e metodologias

Leia mais

A Arte e as Crianças

A Arte e as Crianças A Arte e as Crianças A criança pequena consegue exteriorizar espontaneamente a sua personalidade e as suas experiências inter-individuais, graças aos diversos meios de expressão que estão à sua disposição.

Leia mais

Área de Ciências Humanas

Área de Ciências Humanas Área de Ciências Humanas Ciências Sociais Unidade: Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia (FCHF) www.fchf.ufg.br Em Ciências Sociais estudam-se as relações sociais entre indivíduos, grupos e instituições,

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

PROPOSTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL PROPOSTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL Coordenadora: Sheila Kaltenbacher Arantes A Educação Infantil do Instituto Educacional Jaime Kratz propiciará ao seu(sua) filho(a) situações de cuidados, brincadeiras

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Educação Física do Centro Universitário Estácio Radial de São Paulo busca preencher

Leia mais