CONHECIMENTO DOS EDUCADORES INFANTIS SOBRE OS PROBLEMAS VISUAIS E AUDITIVOS EM CRIANÇAS DA CRECHE*

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1 CONHECIMENTO DOS EDUCADORES INFANTIS SOBRE OS PROBLEMAS VISUAIS E AUDITIVOS EM CRIANÇAS DA CRECHE* MOREIRA, Bruna Filomena Correia LIMA, Regiane Paiva de JUSTINO, Andrea Gomes VASCONCELOS, Selene Cordeiro XIMENES, Lorena Barbosa RESUMO: Apesar da creche ser um espaço importante para o crescimento e desenvolvimento das crianças, esta pode se tornar um meio propiciador para ocorrência de agravos à saúde da mesma. O educador infantil, portanto, tem um papel não só de educador, como de cuidador, reconhecendo os possíveis agravos que podem acometer às crianças da creche. Sendo assim, este estudo teve como objetivo averiguar o conhecimento das educadoras infantis sobre os problemas visuais e auditivos em crianças na primeira infância. Para tanto, optamos pelo estudo exploratório, em que realizamos entrevistas com 08 educadoras a partir de um formulário que abordava sobre alterações visuais e auditivas que podem acometer as crianças de uma creche, localizada no Planalto Airton Senna, em Fortaleza - Ceará, no período de novembro a dezembro de A partir dos resultados observamos que somente 04 educadoras souberam identificar quando a criança está com problema visual. Já com relação ao conhecimento das educadoras sobre o problema auditivo em crianças, constatamos que todas reconhecem sinais indicativos de que a criança esta com esta alteração em sua vida. Quanto às providências tomadas diante destes problemas de saúde, percebemos que levar ao posto de saúde e comunicar à família foram às atitudes mais mencionadas por elas. Diante destas considerações, pudemos constatar que é necessário um maior aprofundamento quanto ao conhecimento das educadoras sobre o processo saúdedoença da criança, capacitando-as para promoção de práticas de cuidado de educação e saúde que atendam as reais necessidades da criança e de sua família. Palavra chave: Creche, Educação Infantil, Acuidade Auditiva, Acuidade Visual. *Trabalho vinculado ao subprojeto Rede Social de Apoio - uma proposta de estudo para a atividade intersetorial de promoção de saúde, que faz parte do projeto integrado de pesquisa Educação em Saúde no Contexto da Promoção Humana - uma investigação na enfermagem, que é financiado pelo CNPq. 1.Aluna da Graduação de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. Endereço: Rua Comendador Machado, nº48, Jardim América, Fortaleza-CE,CEP: , 2,3.Alunas da Graduação de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará. 4 Enfermeira. Especialista em Enfermagem Pediátrica. Enfermeira Assistencial do SPA-CEMEC e da Maternidade Amiga da Família de Camaragibe. 5.Enfermeira.Doutora em Enfermagem. Profa.Adjunta I do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará.

2 ABSTRACT: Despite the day-care center to be an important space for the growth and development of the children, this can become a half favorable for occurrence of problems the health of the same one. The infantile educator, therefore, has a paper of cuidador educator, as, not only recognizing the possible problems that can reach the children of the day-care center. Being thus, this study he had as objective to inquire the knowledge of the infantile educators on the visual and auditory problems in children in first infancy. For in such a way, we opt to the explore study, where we carry through interviews with 08 educators from a form that it approached on visual alterations and auditory that can reach the children of a day-care center, located in the Plateaus Airton Senna, in Fortaleza - Ceará, in the period of November the December of From the results we observe that only 04 educators had known to identify when the child is with visual problem. Already with relation to the knowledge of the educators on the auditory problem in children, we evidence that all recognize indicative signals of that the child this with this alteration in its life. How much to the steps taken ahead of these problems of health, we perceive that to lead to the health rank and to communicate the family they had been to the attitudes more mentioned by them. Ahead of these considerations, we could evidence that a bigger deepening how much to the knowledge of the educators is necessary on the process health-illness of the child, enabling them to promotion of practical of care of education and health that take care of the real necessities of the child and its family. KEYWORDS: Day-care center, Infantile Education, Auditory Alteration, Visual Alteration. INTRODUÇÃO As creches desempenham importante função social, dando suporte na formação inicial da criança na primeira infância, que compreende de zero aos seis anos de idade, agindo como eixo norteador para o seu crescimento e desenvolvimento. Barros et al (1999) ressaltam que cada vez mais as crianças têm freqüentado este tipo de programa infantil, aumentando

3 significativamente a cada ano o número de crianças que estão utilizando esse tipo serviço, principalmente pelo crescente número de mães que se encontram no mercado de trabalho. Segundo a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, define-se como finalidade da educação infantil o desenvolvimento integral da criança até 6 anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. (BRASIL,1998). A creche, então, pode ser considerada como um direito de toda criança, como espaço de vida e de saúde, em que interagem, fazem descobertas, aprendem, potencializando o seu desenvolvimento e sua cidadania infantil (VERÍSSIMO e FONSECA, 2003). Contudo, o que tem se observado na prática, segundo Rezende e Silva (2002:74), é que de um modo geral, as creches/pré-escolas em nosso país vêm sendo nada mais do que locais de guarda da criança enquanto sua mãe trabalha, ou na melhor das hipóteses, locais nos quais a criança pode se alimentar e entrar em contato com algumas atividades pedagógicas. Além de ter função assistencialista, que compreende os cuidados à criança, a creche possui também um caráter educativo, preparando-a para a entrada na escola elementar, pois oferece condições à criança de vivenciar novas experiências, estabelecendo vínculos com as outras crianças e os educadores, elementos esses importantes para um crescimento e desenvolvimento satisfatório. Para Sturion et al (2000), os primeiros anos de vida são decisivos para o crescimento adequado da criança, devido ser um período particularmente em que a mesma encontra-se vulnerável às condições do meio. Logo, os programas precisam oferecer cuidados infantis de forma integral e de boa qualidade, assumindo papel preventivo, visando proteger às crianças de distúrbios nutricionais, especialmente a desnutrição crônica. A educação infantil, portanto, é a primeira etapa da educação básica no atendimento à criança pequena, e devido às peculiaridades dessa faixa etária de um a seis anos de idade, é exigido que este programa cumpra duas funções indissociáveis e complementares: cuidar e educar (GONÇALVES et al, 2004). Apesar da creche ser um espaço importante para o crescimento e desenvolvimento das crianças, esta pode se tornar um meio propiciador para ocorrência de agravos à saúde da mesma, pois, além da natural vulnerabilidade desse grupo etário, a criança usuária de creche tem maior probabilidade de adquirir e desenvolver infecções, sobretudo as de repetição, como as de ordem respiratória, gastrintestinal e cutânea (VICO e LAURENTI, 2004:39). A vulnerabilidade das crianças em creches, em especial aquelas abaixo de 3 anos de idade é muito maior do que aquelas que não se encontram, pois tem maior probabilidade de

4 apresentarem mais doenças, principalmente diarréia, hepatite A, meningite, otite média, infecções do trato respiratório e infecção por citomegalovírus. (Whaley e Wong,1999). Além disso, muitas crianças nessa fase podem apresentar problemas visuais que, se não detectados e tratados precocemente, poderão ocasionar uma série de perdas no desenvolvimento da criança, principalmente na linguagem (GONÇALVES et al, 2004). Ainda, Granzoto et al (2003:168) referem que: A capacidade visual desenvolvida nos primeiros anos de vida pode apresentar alterações reversíveis, geralmente durante os primeiros anos escolares. O reconhecimento da baixa visão na infância é da maior importância, pois na maior parte das vezes ela pode ser corrigida com terapêutica adequada. É oportuno, então, que todos os que se encontrem envolvidos com o processo educativo infantil, reconheçam o quanto as condições ambientais favoráveis são relevantes para manutenção e promoção da saúde das crianças. A qualidade da formação dos educadores infantis é importante para o atendimento das necessidades das crianças da creche, pois os educadores também têm função primordial na detecção dos principais agravos à saúde de seus alunos face as diversas atividades realizadas na creche, que possibilitam inúmeras oportunidades de observar sinais, sintomas e atitudes de seus alunos que possam corresponder a possíveis problemas que necessitem de encaminhamento e ações de cuidados efetivos. Para tanto é preciso, segundo Barros (1999); Solomon e Cordel (1998) apud Maranhão (2000:1144) que: a formação dos educadores infantis, além de prepará-los para o desenvolvimento do projeto pedagógico, demanda a inclusão de conteúdos relativos à promoção à saúde, tendo como finalidade aprimorar a qualidade dos serviços prestados às crianças, reduzindo o risco de adoecimento, o qual segundo vários autores, é maior nas crianças que freqüentam creches em relação àquelas que são cuidadas no contexto familiar. Sendo assim, é preciso que os profissionais engajados na saúde coletiva procurem trabalhar para a promoção de creches de boa qualidade, nos aspectos pedagógicos e de práticas de cuidado que minimizem os riscos à saúde das crianças (BARROS et al 1999). Logo, a Enfermagem pode desempenhar atividades com as crianças e com os educadores infantis, viabilizando práticas de cuidados que os tornem agentes multiplicadores de saúde. Para tanto é preciso que a enfermagem, segundo Veríssimo e Fonseca (2003), preste atenção à criança na creche, promovendo não só ações de controle de saúde como também ajude na construção de um referencial que possibilite a atenção integral à criança em programas de educação, visando a qualificação do processo de formação de trabalhadores para essa área.

5 Reconhecendo, então a relevância do papel do educador infantil para prevenção de doenças e manutenção e promoção da saúde das crianças, realizou-se este estudo com o objetivo de averiguar o conhecimento das educadoras infantis sobre os problemas visuais e auditivos em crianças na primeira infância. METODOLOGIA Para a realização desta pesquisa, optamos pelo estudo exploratório que consiste em explorar tipicamente a primeira aproximação de um tema e visa criar maior familiaridade em relação a um fato ou fenômeno (LEOPARDI, 2001:138). O local para a realização deste estudo foi uma creche, localizada no Planalto Airton Senna, em Fortaleza- Ceará, no período de novembro a dezembro de Os sujeitos do estudo foram os educadores infantis da creche, em que procuramos primeiramente explicar o objetivo do estudo, atendendo as normas e diretrizes instituídas pelo Conselho Nacional de Saúde, através da Resolução n. 196/96, assegurando o anonimato, o sigilo dos participantes do estudo, dando liberdade para sair da pesquisa em qualquer momento. Vale salientar, que só desenvolvemos o estudo após o deferimento do projeto por parte do Comitê de Ética em Pesquisa e do Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Ceará. Para a coleta de dados, procuramos um momento oportuno na própria escola para fazer a entrevista com os educadores infantis, utilizando um formulário que abordava questões sobre o grau de escolaridade, cursos de aperfeiçoamento, idade dos educadores, além de aspectos inerentes às alterações visuais e auditivas que podem acometer as crianças da creche durante este período de suas vidas. De acordo com os dados, procuramos analisá-los a partir de categorias sendo estas discutidas de acordo com a literatura pertinente. A elaboração deste trabalho obedeceu as normas da ABNT. APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Primeiramente, gostaríamos de ressaltar que os educadores infantis que participaram do estudo foram identificados a partir das letras do alfabeto (A,B,C,D,E,F,G e H), sendo que dos 08 educadores, 03 eram educadores infantis, 04 auxiliares de educação e 01 diretora, sendo todas do sexo feminino, sem nenhuma formação profissional de nível superior.

6 Das participantes do estudo 04 (B,F,G e H) apresentaram pedagógico ou 4º Normal; 02 (C e D) ensino fundamental completo; 01 (E) o ensino fundamental incompleto e 01 (A) ensino médio completo. Esta caracterização nos leva a refletir que estes educadores não se encontram inseridos de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), que ressalta que os docentes que atuam na educação básica terão nível superior, em curso de licenciatura de graduação plena, em universidades ou instituições superior de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade normal (BRASIL, 1998). Entretanto, verificamos que mesmo os educadores não tendo nível superior 07 (A,B,C,D,F,G e H) tinham cursos profissionalizantes voltados para a área de educação. No que diz respeito ao conhecimento dos educadores sobre as alterações visuais e auditivas que podem acometer às crianças na creche, duas categorias serão discutidas e apresentadas, tais como: Conhecendo e tomando condutas diante dos problemas visuais e, Conhecendo e tomando condutas diante dos problemas auditivos. Conhecendo e tomando condutas diante dos problemas visuais A visão, assim como a audição, é um sentido muito importante para o desenvolvimento da criança nos primeiros anos de vida, desde a sua socialização, aquisição de habilidades, aptidões, linguagem, dentre outros aspectos. Segundo Gonçalves et al (2004:107) a linguagem pode ocorrer por intermédio de dois canais: o canal auditivo, englobando a fala e sua compreensão e o canal visual, necessário para a leitura e a escrita, para os gestos e para a Língua de Sinais, utilizados pelos surdos. Ainda a mesma autora refere no que se refere à visão, sabe-se que esta contribui muito para o desenvolvimento da criança, pois é um fator de motivação, orientação e controle de movimentos e ações. Para Granzoto et al (2003:167) A visão, essencial para o aprendizado, é responsável pela maior parte da informação sensorial que recebemos do meio externo. A integridade desse meio de percepção é indispensável para o ensino da criança. Com o ingresso na escola, passamos a desenvolver mais intensamente as atividades intelectuais e sociais, diretamente associadas às capacidades psicomotoras e visuais.

7 Devido ao rápido crescimento e desenvolvimento do aparelho ocular, a criança apresenta maior vulnerabilidade aos distúrbios visuais, e que isto pode implicar diretamente no desenvolvimento da criança, podendo trazer complicações futuras na sua vida adulta (ALVES e ALBUQUERQUE,2003). É preciso, portanto, o diagnóstico precoce para elevada prevalência da baixa acuidade visual, a fim de que os danos que a mesma possa causar ao desenvolvimento e aprendizados infantis sejam cada vez mais reduzidos na população infantil (MORAES et al,2004). Neste contexto os educadores infantis precisam estar atentos para o surgimento de qualquer alteração que indique que a criança está apresentando problemas visuais, a fim de tomarem atitudes eficazes diante da problemática, evitando assim futuros problemas no seu aprendizado. Tendo em vista a grande importância desta problemática que pode prejudicar o desenvolvimento global da criança, observamos segundo os depoimentos das 08 educadoras, que apenas quatro(a,b,d,e) citaram que sabiam identificar de alguma forma quando a criança está com este tipo de alteração, sendo que duas(b e D) referiram que a criança refere ou demonstra não enxergar bem, uma(a) ressaltou que a criança fica com a pupila dilatada e uma(e) disse que a presença de secreção ocular indica problema visual. De acordo com Sampaio et. al. (2000) dificilmente a criança consegue verbalizar as alterações visuais que ocorrem com ela, devendo o professor, portanto, nas diversas atividades realizadas, observar uma série de manifestações que possam demonstrar uma possível alteração visual como: a criança aproxima freqüentemente os objetos dos olhos, apresenta dificuldades de locomoção, sendo freqüentes os tombos e os esbarrões, ocorrem alterações físicas na área dos olhos, mudanças no comportamento da criança, podendo esta se tornar mais tímida, irritadiça, evitando brincar ao ar livre com medo de se expor, entre outras. Apesar da dilatação pupilar ter sido citada por uma das educadoras, não achamos na literatura consultada, evidências que esta alteração esteja relacionada com problema visual. Já a presença de secreção ocular, segundo Bechara e Caldeira (1999) pode estar relacionada a uma conjuntivite aguda, se caso esta for muito abundante, como também pode ser indicativo de úlcera de córnea, quando a secreção é moderada. De acordo com os depoimentos das educadoras, podemos observar que o conhecimento de algumas das educadoras ainda está a nível elementar, realizando avaliação das condições de saúde ocular baseada em suas percepções construídas no dia-a-dia com as crianças. Além disso, as demais educadoras não souberam identificar nenhum sinal e/ou sintoma que caracterizasse que a criança estava com problemas visuais, o que nos leva a

8 constatar a falta de preparo por parte das educadoras e da instituição escolar em relação à prevenção e a detecção precoce destes problemas na vida das crianças inseridas no contexto escolar. Para Bruno e Mota(2001:38) ressaltam que Em nosso meio, a baixa visão ainda passa muitas vezes despercebida a pais e professores, manifestando-se com freqüência, no momento em que aumentam na escola as exigências quanto ao desempenho visual da criança para perto... Em todas as situações escolares a professora tem, normalmente, oportunidade de observar sinais, sintomas, posturas e condutas do aluno que indicam a necessidade de encaminhamento a um exame clínico apurado. De acordo com a pesquisa desenvolvida por Kara-José et al (2004), ao fazerem um levantamento entre professores do ensino fundamental de escolas públicas municipais e estaduais do município de Campinas-SP, que atuam com alunos que apresentam visão subnormal, puderam verificar que os educadores apresentaram conhecimento insuficiente quanto à saúde ocular e, portanto, suas ações desenvolvidas não foram completas e abrangentes que atendesse às reais necessidades dos alunos. Reconhecendo a importância de intervir o mais precocemente possível para propiciar condições satisfatórias que minimizem a incapacidade visual, observamos nos relatos daquelas educadoras que citaram algum sinal e/ou sintoma que indicasse problema visual, que as condutas que elas tomam estão direcionadas para: uma (E) levar a criança ao posto de saúde que está diretamente interligado a creche em estudo, uma (B) comunicar a família sobre a condição de saúde da criança e duas (A e D) orientar os pais a levarem a criança a um serviço especializado. As condutas que são tomadas pelas educadoras diante da suspeita de alguma alteração visual pela criança, estão corretas, pois favorecem a promoção da saúde ocular, pois, de acordo com o proposto por Bruno e Mota (2001:42), são funções da escola: aplicar testes para triagem ocular de pré-escolares para verificação da acuidade visual, encaminhar a criança com urgência ao médico oftalmologista, quando necessário, proporcionar orientação quanto à higiene e à prevenção dos problemas oculares e buscar junto aos pais e/ou comunidade recursos para o melhor atendimento da criança. É oportuno colocar que todas as crianças deveriam ser submetidas a exame oftalmológico antes de serem inseridas no ambiente escolar, mas os fatores socioeconômicos e culturais muitas vezes impedem que isso aconteça (Kara-José et al, 2004). Isso decorre principalmente pela dificuldade dos pais e/ou responsáveis em conseguirem atendimento especializado, pois segundo Bechara e Caldeira (1999), os distúrbios visuais são

9 definitivamente a causa mais freqüente de procura de atenção oftalmológica nos centros de saúde, devido não só a incidência de erros de refração na população brasileira, como os inúmeros obstáculos econômicos e sociais que impedem o acesso a consultórios particulares de oftalmologia. Conhecendo e tomando condutas diante dos problemas auditivos As alterações auditivas também podem implicar diretamente no desenvolvimento potencial da criança, podendo trazer complicações no seu próprio aprendizado, mesmo que a criança não tenha perda auditiva permanente. Vale salientar que se calcula que de 1 em 25 crianças aos 2 anos de idade apresentam perdas auditivas leves e moderadas devido às otites médias que as crianças podem apresentar nesta fase de suas vidas (LINS E WERTZNER,2000). Segundo Bogar e Miniti (1999), 75% das crianças entre 6 e 18 meses de idade já tiveram pelo menos um episódio de otite média aguda. As crianças entre seis meses e três anos são mais comuns apresentarem infecções no ouvido médio do que as demais, devido a trompa de Eustáquio está mais posicionada mais horizontal, dificultando a drenagem, causando desta forma acúmulo de líquidos, e conseqüentemente proliferação de bactérias (ZAND, WALTON, ROUNTREE, 1997). Klausen et al (2000), citados por Balbani e Montovani (2003), ressaltaram que cerca de 80% das crianças têm pelo menos um episódio de otite média até os oito anos de idade, e destas crianças que são acometidas por esta afecção, aproximadamente 55% têm perda auditiva leve nas freqüências da fala. Embora a otite média aguda não seja uma afecção importante que cause mortalidade infantil, é considerada relevante como causa de surdez na infância, contribuindo significativamente no baixo rendimento escolar (AMARAL, CUNHA, SILVA, 2002). Luotonen et al (1998) apud Balbani e Montovani (2003) verificaram que as crianças que tem história de repetição de otite média aguda nos três primeiros anos de vida não tinham aproveitamento escolar satisfatório na leitura, compreensão de textos, expressão verbal e escrita. O educador infantil, como agente multiplicador e facilitador do processo educativo para saúde, tem que estar sempre alerta para o aparecimento de qualquer sinal e/ou sintoma que possa indicar que a criança está apresentando problema auditivo. Logo, de acordo com o estudo pudemos constatar que todas as 08 educadoras souberam identificar quando a criança

10 está com problema auditivo. Sendo que 04 (A,B,C,F) citaram duas características, dor e secreção no ouvido, 02 (G,H) ressaltaram somente dor de ouvido, uma (D) coceira no ouvido(prurido) e uma(e) sujidade no ouvido. De acordo com as características citadas pelas educadoras pudemos perceber que de alguma maneira elas conseguem identificar quando a criança da creche está com problemas auditivos, facilitando assim, uma intervenção imediata para que a criança tenha uma melhora rápida do seu quadro. Entretanto, as educadoras do estudo não conseguiram reconhecer que dificuldade no aprendizado, baixo rendimento escolar, criança referir que não escuta direito ao professor, também poderiam ter sido citados por elas, pois estes também podem ser sinais importantes de que a criança está com esta afecção. Whaley e Wong (1999) reforçam o papel do professor em ficar alerta para perdas auditivas temporárias que a otite média pode causar, evitando supor que a criança está o ignorando, procurando imaginar que a criança pode realmente não estar ciente do que está sendo dito a ela. Com relação à sintomatologia, percebe-se que quando a criança já fala ela lhe dirá que está com dor de ouvido, já os bebês se comportarão diferente puxando ou agarrando as orelhas, esfregando ou socando as orelhas, chorando e se agitando. E a criança pequena pode ficar irritada e ter febre alta sem apresentar qualquer razão aparente (ZAND,WALTON, ROUNTREE, 1997). Ainda pode-se observar, a partir dos depoimentos das educadoras, que estas tomam as seguintes atitudes para atender este problema na creche: 02 (A e C) levam a criança ao posto de saúde e comunicam a família, 05 destas (D, E, F, G e H) somente levam ao posto e uma (B) só comunica aos pais. O encaminhamento a um especialista é muito pertinente, pois as deficiências auditivas são muito comuns em crianças, sendo oportuno o encaminhamento para avaliação auditiva em crianças com problemas auditivos(vargas et al, 2003). Pudemos constatar a partir das medidas adotadas pelas educadoras, que as mesmas estão atentas para promover os cuidados necessários á criança. Logo, a prevenção e a detecção precoce do problema auditivo pode ser feito pela própria educadora da creche, encaminhando a criança para um serviço especializado, pois se ocorrer, segundo Gonçalves et al (2004), uma intervenção logo no inicio de vida da criança, poderá garantir estímulos necessários para que atenda os aspectos fundamentais para o desenvolvimento satisfatório da criança. CONSIDERAÇÕES FINAIS

11 A partir da realização deste estudo tivemos a oportunidade de verificar que as educadoras da creche, apesar de ter um certo conhecimento sobre os problemas auditivos e visuais que podem acometer as crianças na primeira infância, precisam de um maior aprofundamento no assunto, viabilizando práticas de cuidado que atenda as reais necessidades da criança e de sua família. Por isso, segundo Maranhão (2000), é preciso incluir conhecimento sobre o processo saúde-doença nos currículos de formação inicial ou continuada para os educadores. Tal atividade educativa de educação e saúde também pode ser viabilizada pela própria atuação da Enfermagem, que continua plenamente inserida no contexto escolar, contribuindo para que os cuidados que são promovidos à criança sejam cada vez mais efetivos, minimizando os agravos que tais doenças podem repercutir no crescimento e desenvolvimento da mesma. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALVES,J.G.B.;ALBUQUERQUE,R.C. Afecções oculares prevalentes em crianças de baixa renda atendidas em serviços oftalmológicos na cidade de Recife- PE,Brasil.Arq.Bras.Oftalmologia, 66, p , AMARAL,J.J.F.;CUNHA,A.J.L.A.;SILVA,M.A.S.F.Atenção integrada às doenças prevalentes na infância-aidpi:avaliação na unidades de saúde. Brasilia: OPAS, Ministério da Saúde do Brasil, p. BALBANI, A.P.S.;MONTOVANI,J.C. Impacto das otites médias na aquisição da linguagem em crianças. Jornal de Pediatria,v.79,n.5,p ,2003. BARROS et al.perfil das creches de uma cidade de porte médio do sul do Brasil: operação, cuidados, estrutura física e segurança. Cad. Saúde Pública, v.15, n.3, p ,1999. BECHARA,S.J.;CALDEIRA,J.A.Doenças oftalmológicas mais freqüentes no Centro de Saúde.In: MARCONDES,E.;LEONE,C.;ISSLER,H. Pediatria na Atenção Primária. São Paulo:Sarvier,1999.p

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