EDUCAÇÃO INCLUSIVA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES

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1 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MEC SETEC INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESTADO DE MATO GROSSO / CAMPUS CUIABÁ OCTAYDE JORGE DA SILVA DEPARTAMENTO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO LIDIA MARTINS DA SILVA EDUCAÇÃO INCLUSIVA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES Cuiabá - MT Setembro 2009

2 2 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESTADO DE MATO GROSSO / CAMPUS CUIABÁ OCTAYDE JORGE DA SILVA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LATU SENSU EM EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TECNOLÓGICA INCLUSIVA LIDIA MARTINS DA SILVA EDUCAÇÃO INCLUSIVA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES Cuiabá - MT Setembro 2009

3 3 LIDIA MARTINS DA SILVA EDUCAÇÃO INCLUSIVA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Departamento de Pesquisa e Pós-Graduação do Curso de Especialização Latu Sensu a distância em Educação Profissional Tecnológica Inclusiva, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso / Campus Cuiabá Octayde Jorge da Silva, como exigência para a obtenção do título de Especialista. Orientador: Prof. MSc. Hildebrando Esteves Neto Cuiabá - MT Setembro 2009

4 4 LIDIA MARTINS DA SILVA EDUCAÇÃO INCLUSIVA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização Latu Sensu a distância em Educação Profissional Tecnológica Inclusiva, submetido à Banca Examinadora composta pelos Professores do Programa de Pós-Graduação do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso/Campus Cuiabá Octayde Jorge da Silva como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Especialista. Aprovado em: 25 de Setembro de 2009 Prof. MSc. Hildebrando Esteves Neto - Orientador Profª. MSc. Miriam Ross Milani Membro da Banca Examinadora Profª. MSc, Aline Paulino domingos de Souza Membro da Banca Examinadora Cuiabá - MT Setembro 2009

5 5 Dedicatória A minha família.

6 6 Agradecimentos Em primeiro lugar agradeço a Deus, o que seria de mim sem a fé que eu tenho nele. Ao longo do período desta especialização, muitas pessoas passaram por minha vida, me deixando marcas e lições, me proporcionando alegrias, conhecimento e crescimento pessoal. Entre estas pessoas gostaria de agradecer: A professora Mestra Miriam Ross Milani, por ter acreditado em mim e pela oportunidade oferecida para que eu pudesse realizar esta especialização. A professora Mestra Aline Paulino Domingos, pelo apoio e amizade. Ao Prof. Mestre Hildebrando Esteves Neto pela paciência na orientação e incentivo. A todos os professores pelos conhecimentos passados. A Milene Martinha que me brindou com sua amizade sem interesse, com muito carinho, alegria e apoio. família. A minha família pela compreensão e simplesmente por ser minha A todos os meus amigos e colegas quem me apoiaram e me incentivaram em mais uma etapa de minha vida.

7 7 Todo o ato educativo é um ato feito de desafio, de imprevisível, de novo. É no confronto com as exigências que o quotidiano nos traz, que nos vamos fazendo mais e melhores educadores. (Peças, 2003, p. 141).

8 8 RESUMO Este trabalho tem como objetivo enfatizar a necessidade de se pensar a verdadeira revolução que começa a ocorrer em todo o contexto educacional, pois a inclusão dos alunos com necessidades especiais passa a ser tarefa essencial na nova empreitada educacional. Nesse âmbito, temos que contar com o contexto cultural, financeiro ou físico para atender a todos os alunos que possuem algum tipo de dificuldade de aprendizado. Assim, mostramos que a escola tem papel fundamental para a aprendizagem e facilitação da inclusão, quer fornecendo materiais didáticos adaptados, quer oferecendo cursos aos educadores com a finalidade de conhecer novas práticas de ensino e adaptação no currículo escolar, por exemplo. Palavras chaves: Educação Especial. Necessidades Especiais. Formação de Professores. Participação.

9 9 ABSTRACT This paper aimed at emphasizing the necessity of thinking about a real revolution at the whole educational system. The Special Needs Students inclusion is an essential mission on the new education challenge. On this environment, the contacts with the cultural, financial or physical dimensions to assist the students who have learning difficulties are essential. It was registered in this study that the school has an important role with the students learning process and their inclusion by means of offering them adapted educational material. The teacher s qualifications regarding the new teaching practices and adaptations on the school curriculum are also indispensable. Key words: Special Education. Special Necessities. Teacher s Formation. Participation.

10 10 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1: Alfabeto Figura 2: Linguagem bimodal Figura 3: Modelo de Aparelho Auditivo Figura 4: Alfabeto Braile Figura 5: Suporte para texto ou livro Figura 6: A) Motoca em Construção; B) Assento e encosto; C) Motoca finalizada Figura 7: Adaptadores... 41

11 11 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1: Gráfico 2: Gráfico 3: Gráfico Gráfico 5: Gráfico 6:... 49

12 12 SUMÁRIO RESUMO... 8 ABSTRACT... 9 INTRODUÇÃO Inclusão Educacional O que esperar da Educação Inclusiva Ensino nas Escolas Inclusivas: O olhar deste novo ensino e as Práticas Educacionais Que Professor o Modelo Inclusivista prevê O papel da escola para atender no processo de educação inclusiva AS NECESSIDADES EDUCACIONAIS Dificuldades de Aprendizagem Teorias que explicam as dificuldades de aprendizado: Os atrasos Maturativos que afetam a estrutura cerebral Caracterizações dos Alunos com Necessidades Especiais e os Recursos Educacionais Excepcionais Intelectuais Excepcionais por desvios físicos Excepcionais psicossociais Os docentes e o uso das tecnologias assistivas para a inclusão de alunos com necessidades especiais PESQUISA APLICADA Metodologia Sujeitos Material Análise Quanto à capacitação de futuros professores no centro educacional pesquisado Entrevista com os professores de Pedagogia do Centro Universitário Ainda algumas considerações CONSIDERAÇÕES FINAIS BIBLIOGRAFIA Anexo 1: Entrevista Apêndice A: Questionário Apêndice B: Resultado da Pesquisa Apêndice C: ENTREVISTA... 90

13 13 INTRODUÇÃO No momento em que nós enquanto cidadãos entendermos que somente através da educação as possibilidades de inclusão das pessoas com necessidades especiais podem se concretizar, a sociedade abrirá de forma natural os espaços a quem tem alguma limitação física ou psicológica, modificando suas estruturas e serviços oferecidos, tornando-se a cada dia um lugar onde as pessoas de todos os tipos e inteligências possam sentir-se a vontade para desenvolver suas habilidades e aptidões de acordo com suas possibilidades, sendo reconhecidas pelas suas potencialidades e não discriminadas e excluídas por suas limitações. Sabemos que a inclusão de um individuo na sociedade depende do patrimônio cultural que ele recebe, isto faz da educação um pilar fundamental para o desenvolvimento deste, pois é objetivo da educação adaptar e ajudar no desenvolvimento das potencialidades, contribuindo na construção da personalidade e caráter de cada ser humano. Consoante a estas questões objetivamos identificar pontos fortes e fracos no curso de formação de professores do Centro Educacional Candido Rondon no que se refere ao atendimento de pessoas com necessidades especiais e desta forma possibilitar reflexões quanto a qualidade que vem tratar da capacitação acadêmica destes graduandos quanto à educação inclusiva. A metodologia utilizada no trabalho foi à pesquisa bibliográfica e o estudo de caso referente a educação inclusiva, com base em dados extraídos de pesquisa de campo com alunos matriculados no curso de pedagogia do 4 e 6 semestre. Na primeira seção, busca-se uma abordagem teórica sobre a inclusão educacional, o papel do professor e da escola para atender as diversidades de inteligências da qual se depara nas salas de aulas e qual a melhor maneira de lidar com estas diferenças existentes. Na segunda seção, procura-se elucidar alguns conceitos do que são necessidades educacionais, os diversos tipos de dificuldades de aprendizagem, caracterização e os recursos educacionais dispostos e adaptáveis aos alunos, alem

14 14 de como o uso das tecnologias assistivas podem ajudar os docentes no processo inclusivo. E por fim na terceira e ultima seção deste trabalho monográfico, estão às considerações e análises a respeito do estudo de caso, onde o questionário foi baseado a partir da leitura das referências bibliográficas no que diz respeito ao tema educação inclusiva e as melhores técnicas sugeridas pelos autores pesquisados.

15 15 1 A EDUCAÇÃO INCLUSIVA Partimos da idéia de que se existe uma classe homogênea, onde os alunos realizam as mesmas tarefas, terá de ceder lugar à classe heterogênea, onde pessoas com diferenças convivem e aprendem de acordo com suas particularidades. A partir daí, dizemos que neste momento existe a necessidade de se pensar em um novo modelo educacional a fim de incluir estes novos alunos com necessidades específicas. Temos de ir muito além de simples recursos didáticos na escola, há (também) necessidade de se ter educadores verdadeiramente capacitados a atender de forma mais abrangente a diversidade educacional existente na população escolar. 1.1 Inclusão Educacional Nunca como hoje ouvimos dizer tanto a respeito de inclusão, especialmente nos mais diversos meios de comunicação. De acordo com o dicionário LUFT (1998), inclusão é o ato ou efeito de incluir-se, ou seja, é fazer parte de algo, é ser inserido. São várias as formas de se abordar esta palavrinha já tão explorada pela mídia: inclusão digital, inclusão social e porque então não falarmos da inclusão educacional a pedra fundamental deste trabalho monográfico. FERREIRA e GUIMARÃES (2003), ao tratarem do tema educação inclusiva enfocam que comete engano à pessoa que pensa a respeito deste tema e faz ligação apenas às crianças com algum tipo de necessidade especial. Consoante a este pensamento MITTLER, Peter (2003 p.25) diz que: Isto se refere a todas as crianças que não estão beneficiando-se com a escolarização e não apenas aquelas que são rotuladas com o termo necessidades educacionais especiais. Neste sentido deve-se entender que na sociedade contamos com as mais variadas diferenças: como cultural, financeira ou física, por exemplo, falar em

16 16 inclusão principalmente educacional destes mais variados públicos é entender que não se trata de mudar o modo de ensinar apenas para atender os tidos como portadores de necessidades especiais, mas com o objetivo de atender a todos os alunos que possuem algum tipo de dificuldade de aprendizado, sempre com respeito e compreensão. A educação inclusiva segundo RODRIGUES, Armindo J. Apud RIBEIRO e BAUMEL (2003), não deve ser tratada como uma abordagem tradicional onde era sinônimo de uniformização, mas numa abordagem de atenção a diversidade e a igualdade com respeito pelas diferenças e pelas necessidades individuais, desenvolvendo as potencialidades de cada aluno através de percursos individualizados de aprendizagem, respeitando as características e o ritmo de cada um. que: MITTLER, Peter (2003, p.20) afirma sobre inclusão no ato de educar A inclusão depende do trabalho cotidiano dos professores na sala de aula e do seu sucesso em garantir que todas as crianças possam participar de cada aula e da vida da escola como um todo. Os professores, por sua vez, necessitam trabalhar em escolas que sejam planejadas e administradas de acordo com linhas inclusivas e que sejam apoiadas pelos governantes, pela comunidade local, pelas autoridades educacionais locais e acima de tudo pelos pais. Observamos aqui de acordo com o autor que esta tarefa vai muito além da sala de aula e não depende tão somente do educador. O aprendizado inclusivo desta forma deve ser construído dia após dia com o auxílio e acompanhamento de todas as esferas sociais desde a família ao governo. 1.2 O que esperar da Educação Inclusiva Ao olharmos a prática educacional nas últimas décadas vem sofrendo modificações nos aspectos históricos, culturais e sociais. p.14) diz que: Neste sentido, PERRENOUD (1988) apud NÓVOA, Antônio (2007 Ao longo das últimas décadas, os especialistas da educação têm-se esforçado por racionalizar o ensino procurando controlar a priori os fatores aleatórios e imprevisíveis do ato educativo, expurgando o

17 17 cotidiano pedagógico de todas as práticas, de todos os tempos que não contribuem para o trabalho escolar propriamente dito. Essa reforma educacional a que se refere Perrenoud, a fim de tornar a educação mais objetiva no trabalho escolar deve-se segundo RODRIGUES, David (2006), ao desenvolvimento tenaz da exclusão, o que estimulou os responsáveis políticos a unir esforços em campanhas para sua eliminação, nos mais diversos domínios sociais. Nesses domínios sociais citados por Rodrigues, inclui-se também a base da sociedade: A Educação. O que consoante a MITTLER, Peter (2003, p.15), sobre a reforma tratada por Perreunoud, não foi apenas por causa dos políticos, como afirma Rodrigues, tão pouco porque estes políticos aguardaram os pesquisadores dizerem a palavra certa, mas porque a sociedade exigiu tais mudanças. Todos os sistemas existentes, só são passíveis de mudanças, quando este passa a incomodar o regime de imposição de seus governantes. Essa exigência acabou causando nas últimas décadas várias mudanças no ensino, nos currículos escolares, nas leis de acessibilidade e principalmente a criação de um novo modelo educativo: A Educação Inclusiva. Este novo modo de educar vem propor novos questionamentos, talvez impensáveis até o momento, mais criativos e com melhores resultados como podemos ver nas escolas inclusivas. MITTLER, Peter (2003, p.16) a este respeito afirma que: A inclusão não diz respeito a colocar as crianças nas escolas regulares, mas a mudar as escolas para torná-las mais responsivas às necessidades de todas as crianças, diz respeito a ajudar todos os professores a aceitarem a responsabilidade quanto à aprendizagem de todas as crianças que estão atual e correntemente excluídas das escolas por qualquer razão. Isto se refere a todas as crianças que não estão beneficiando-se com a escolarização, e não apenas aquelas que são rotuladas com o termo necessidades educacionais especiais. Ainda neste autor, no que diz respeito à educação inclusiva, Mittler, após muitas pesquisas, observou que o maior obstáculo a ser superado no momento da mudança está dentro de nós, onde nossa tendência é subestimar as pessoas e superestimar as dificuldades, e que este pensamento deve ser abandonado ao se

18 18 querer construir uma escola ou uma sociedade inclusiva, pois, segundo ele a inclusão se dá no ato de cada individuo ser capaz de ter oportunidades de escolher e de ter autodeterminação na educação e para que isto seja estimulado existe a necessidade de os educadores aprenderem a ouvir e valorizar o que o aluno tem a dizer, independentemente de sua idade ou de rótulos. Todo o conhecimento de mundo que o aluno trás consigo é importante, pois, deste remonta toda a sua história de vida que não pode e nem deve ser ignorado pelo educador. Espera-se que com a educação inclusiva sejam abandonadas definitivamente as barreiras seletistas de aprendizagem observado ao longo das décadas, onde poucos eram privilegiados com o acesso ao saber como afirma FREITAS, Soraia Napoleão Apud RODRIGUES (2006 p.162): Percorrendo os diferentes períodos da história universal, desde os mais remotos tempos, evidenciam-se teorias e práticas segregadoras, inclusive quanto ao acesso ao saber. Poucos podiam participar dos espaços sociais nos quais se produziam e transmitiam conhecimento. Mas afinal por onde começar as mudanças para que estas práticas possam ser reformuladas a fim de atender as diversidades e as necessidades educacionais? Neste assunto, RODRIGUES, Armindo de J. Apud RIBEIRO e BAUMEL (2003, p. 24) afirma que: As mudanças deverão necessariamente começar nas concepções pedagógicas dos professores e em suas atitudes para com os alunos em dificuldade. A perspectiva pessoal do professor informará toda a sua construção e implementação de esquemas e rotinas. O autor aqui propõe um novo olhar dos educadores, primeiramente nos seus próprios conceitos pedagógicos e logo após isso, para os alunos que tendem a aprender com menos facilidade, buscando desta forma uma readequação a fim de atendê-los de uma melhor forma. Sabe-se que não podemos inovar todos os dias, mas se houver desejo, assessoria e disponibilidade, podemos testar muitas habilidades em salas de aulas, que virão a ajudar no desenvolvimento intelectual destes alunos.

19 19 A inclusão dos alunos com necessidades educativas especiais dependem não só da boa prática ou excelente formação do professor. Incluir com a finalidade educacional exige atitude e colaboração dos colegas em relação aos alunos integrados, a família, a comunidade, fatores socioeconômicos e socioculturais. Mas e a escola, qual o seu papel? 1.3 Ensino nas Escolas Inclusivas: O olhar deste novo ensino e as Práticas Educacionais No mundo capitalista e de cultura individualista típico do mundo pósindustrial em que vivemos, onde o egoísmo e o preconceito fazem parte do cotidiano da sociedade e onde a tendência é o incentivo à competitividade, como numa selva que só sobrevive o mais forte, ou neste caso o o mais preparado, é papel fundamental da educação é fazer as pessoas refletirem sobre como superar os desafios impostos pela mesma sociedade que exige a inclusão. que: Neste sentido FERREIRA E GUIMARÃES (2003, p. 121) afirmam Presencia-se a emergência de uma postura científica não mais limitada a situações simplificadoras, idealizadas, mas que coloca o individuo diante da complexidade do mundo real, o advento de uma ciência que permita a criatividade humana manifestar-se como expressão singular de um traço fundamental de todos os níveis da natureza. Desta maneira, a construção e a socialização do conhecimento pelos educadores devem contribuir para a autonomia dos seus alunos onde os mesmos possam construir seus próprios objetivos. Para PERRENOUD (2002 p.192 a 193) Não há forças sociais importantes que exijam uma escola mais eficaz... Mesmo os que estão convencidos de que a escola tem de se tornar mais eficaz não estão prontos para elevar o nível de formação e de profissionalização dos professores. Eles têm novas expectativas relacionadas ao sistema educativo, porém não aceitam que ele seja um pouco mais oneroso. Embora de acordo com o autor haja dificuldades e desestimulo dos educadores, por parte das pessoas que estão no topo do sistema educacional, que por coincidência são os mesmos que pressionam para uma reformulação

20 20 educacional a fim de acolher e incluir todos na escola, apesar disto carecemos lembrar aos nossos educadores que o trabalho de vocês vai muito além do repasse da matéria, há também o compromisso social, moral e humano, que contribuirá para a formação de pessoas que vão construir o conhecimento com criticidade e futuramente mudar este quadro social em que estamos presenciando. A construção do conhecimento, portanto não está apenas nas mãos daqueles que repassam o conteúdo, precisamos de pessoas preparadas para ensinar sim, mas acima de tudo aprender, de falar aos seus ouvintes, mas também que saiba escutá-los, ver, mas querendo também enxergar o outro e também a si mesmo, pois é neste momento que há a interação aluno versus professor e a construção do saber. Sistematizar os pensamentos, estar atento a procura do desejo de melhor ensinar, aprendendo também a acompanhar o ritmo de seu aluno estando em sintonia com este, fazer novas experiências, arriscar-se em novos métodos talvez seja necessário, como afirma WERNECK, Cláudia, (Apud FERREIRA E MARLY 2003 p. 121): Traga dúvidas e incerteza, doses de ansiedade, construa e desconstrua hipóteses, pois ai reside à base do pensamento cientifico do novo século. Um século cansado de verdades, mas sedento de caminhos. A educação, portanto deve lançar olhar para o futuro, refazer a prática pedagógica, observando as modificações estruturais do mundo com a finalidade de aliar cada vez mais teoria a prática. Neste sentido de acordo com Perrenoud, em seu livro A prática Reflexiva no oficio do professor, os profissionais da educação, que possuem competências disciplinares, didáticas e transversais inconsistentes, sofre no cotidiano a perda de controle de sua classe e tentam desenvolver estratégias mais eficazes, aprendendo com experiências, o que na sua visão é um desperdício, pois: Por um lado, eles descobrem por meio de tentativa e erro, não sem sofrimento, conhecimentos elementares que teriam podido construir em sua formação profissional, por exemplo, que as crianças não são adultas, que todas elas são diferentes, que elas precisam de confiança, que elas constroem por si mesmas seus saberes. Por outro lado, para sobreviver, desenvolvem práticas ofensivas que, embora não propiciem aprendizado, ao menos lhes permitem manter

21 21 o controle da situação por isso, alguns evitam, durante muito tempo, aplicar métodos ativos e dialogar com outros profissionais. (PERRENOUD, 2002 p.195). Aqui percebemos que entre estes dois autores que é preciso, práticas novas e mais eficazes, mas elas não devem ser feitas como experimentos a sorte, mas baseá-las nas competências profissionais. Sobre estas práticas, dez grupos foram descritos por Perrenoud o que segundo ele estão ligados às transformações do oficio do professor. Organizar e estimular situações de aprendizagem; 1. Gerenciar a progressão das aprendizagens; 2. Conceber e fazer evoluir dispositivos de diferenciação; 3. Envolver os alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho; 4. Trabalhar em equipe; 5. Participar da gestão da escola; 6. Informar e envolver os pais; 7. Utilizar novas tecnologias; 8. Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão; 9. Gerenciar sua própria formação contínua. (PERRENOUD 2002, p. 195) 1.4 Que Professor o Modelo Inclusivista prevê Antes de se falar do professor inclusivista precisamos ter em mente o que afirma SILVA, Maria Odete Emygdio, p.60 Apud RIBEIRO e BAUMEL não há um aluno-padrão, como frequentemente a formação de professores faz crer. Assim ao abraçar como profissão o ato de ensinar é necessário estar disposto o suficiente para aceitar e compreender os obstáculos a serem enfrentadas ao longo da carreira de educador. Entretanto para que isto aconteça, o professor deve ser moldado deste cedo, ainda em sua fase acadêmica, sendo preparado para as dificuldades como planificar, gerir e avaliar seus alunos, em especial aqueles que não se enquadram no modelo educacional histórico a que estamos acostumados.

22 22 Ainda em Silva (2003), de acordo com estudo realizado a respeito da inclusão escolar, tendo como base a legislação em vigor de Portugal e a cidade de São Paulo, onde foram entrevistadas professoras que se dizem aptas em suas práticas pedagógicas na formação contínua de alunos com necessidades educacionais específicas, foi relatado por elas, alguns pontos importantes que podem ajudar a entender um pouco mais sobre as condições consideradas fundamentais para a inclusão escolar, vejamos alguns deles: Primeiramente saber identificar os alunos com necessidades educacionais específicas; Conhecer metodologias que vão auxiliar no ensino destes alunos; Aprofundar conhecimentos entre a relação da escola com a família; Aprofundar conhecimento sobre o desenvolvimento escolar da criança e do adolescente; Aprofundar conhecimentos sobre planificação; Aprofundar conhecimentos sobre avaliação; Conhecer métodos especiais de leitura e escrita; Conhecer técnicas de expressão e linguagem, ligadas ao trabalho com alunos com necessidades educacionais; Saber adaptar atividades ao ritmo e as dificuldades dos alunos. (SILVA, 2003 p. 57, adaptado pela Autora.) Estas questões aqui elencadas são pontos facilitadores da inclusão escolar, no entanto, deve-se lembrar que esta inclusão implica muito mais que práticas pedagógicas, implica na atitude do educador, que acima de tudo deve ter em mente o respeito e a aceitação com o próximo, quanto as suas limitações. Diz FERREIRA e GUIMARÃES (2003, p.137), que a humanidade: Caminha-se, assim, em direção à era das relações, o que envolve a unicidade com o real, a integração do homem com a natureza, a crença na existência de pontos distintos e a prevalência de formas mais elevadas de cooperação entre os seres. É a era da autoconsciência, do respeito ao espírito humano, às diferenças e a diversidade cultural.

23 23 E esta nova era, vem para traduzir em novos ambientes e aprendizagem, através dos mais diversos recursos tecnológicos, a fim de atender as mais diversas formas de aprendizagem humana, corroborando assim para estreitarse às diversidades e aumentar as oportunidades dos que antes eram vistos como improdutivos, esta deve ser a principal preocupação quando se fala em educação inclusiva: Preparar o aluno para novos conhecimentos e novas tecnologias, além de se preocupar com a sua capacidade de aprender (FERREIRA e GUIMARÃES 2003, p.137). 1.5 O papel da escola para atender no processo de educação inclusiva A inclusão dos alunos com necessidades educativas especiais dependem não só da boa prática ou excelente formação do professor. Integrar com a finalidade educacional exige atitude e colaboração dos colegas em relação aos alunos integrados, a família, a comunidade, fatores socioeconômicos e socioculturais. A escola também tem papel fundamental para a aprendizagem e facilitação da inclusão, como fornecer materiais didáticos adaptados, oferecer cursos aos educadores com a finalidade de conhecer novas práticas de ensino e adaptação no currículo escolar, por exemplo. COLL, César et al 2004, p.43, afirma que: Quando uma escola estabelece entre seus objetivos prioritários a inclusão de todos os alunos fica mais simples transferir a estratégia posteriormente à prática educativa nas salas de aula. Desta forma a escola deve estar empenhada com a mudança, com a modificação da cultura e da organização da escola. Coll ainda afirma que a participação da escola deve passar primeiramente pela transformação do currículo. É preciso haver um currículo comum para todos os alunos que posteriormente deve ser adequado ao contexto social e cultural de cada escola e às necessidades diferentes de seus alunos. O currículo então de acordo com o autor deve ser preparado de forma distinta para cada instituição educacional, sendo baseado de acordo com as

24 24 necessidades e possibilidade de cada escola, tendo sensibilidade para as diferenças que há na escola. O segundo passo é o desenvolvimento profissional dos professores que segundo Coll et al 2004 p.44 é:... O modo mais seguro de melhorar as atitudes e as expectativas dos professores é desenvolver seu conhecimento da diversidade dos alunos e suas habilidades para ensinar-lhes. A formação dos professores dá condições necessárias para que as práticas integradoras sejam positivas, pois o professor ao se sentir pouco competente pode vir a desenvolver além de expectativas negativas, menor interação e atenção dos alunos. Além deste conjunto de fatores a escola deve dar condições de trabalho ao professor como: retribuição econômica, valorização social e a seu perfil profissional, por exemplo. Outro fator importante é a liderança efetiva da escola, LEITHWOOD E TANTZI 1990 Apud Coll et al 2004, p.45, em seu estudo estabeleceu seis estratégicas para impulsionar os processos de mudanças nas escolas: 1. Reforçar a cultura da escola; 2. Realizar uma boa questão; 3. Impulsionar o desenvolvimento dos professores; 4. Estabelecer uma comunicação direta e frequênte; 5. Compartilhar com outros o poder e a responsabilidade; 6. Utilizar símbolos e rituais para expressar os valores culturais. Estas estratégias de acordo com os autores afetam de maneira explicita a cultura da escola e seu compromisso com a mudança educativa, a reforma da educação especial, supõe a modificação dos valores, das normas, das atitudes dos professores, dos antigos modelos de aprendizagem, além da transformação cultural, onde propõe a participação dos pais, da comunidade, a fim de proporcionar uma busca de forma conjunta de soluções para os problemas existentes.

25 25 2 AS NECESSIDADES EDUCACIONAIS O termo necessidade educacional, surgiu no meio acadêmico como uma forma de distinguir as pessoas que apresentam alguma forma de atraso na maturação necessária para iniciar algum tipo de atividade, seja ela física, motora, sensorial, linguística ou altas habilidades que é o caso dos alunos superdotados. Neste capitulo serão abordados algumas das dificuldades possíveis de aprendizado e alguns métodos existentes atualmente para auxiliar na transmissão do saber a estes alunos, como o uso de recursos tecnológicos, linguagem de sinais, adaptadores e sistema de ensino braile por exemplo. 2.1 Dificuldades de Aprendizagem Para COLL, MARCHESHI, PALACIOS e COLABORADORES, 2004 as dificuldades de aprendizagem podem ser divididas em: Generalizadas Quando estas afetam todas as aprendizagens, seja escolar e não escolar. Graves São aquelas que acabam por afetar vários e importantes afetos no desenvolvimento da pessoa, os motores, os linguísticos e os conectivos, por exemplo, estes podem ter sido ocasionados por algum dano ou lesão cerebral, adquiridos durante a vida ou durante o desenvolvimento embrionário, ou ainda fruto de algum tipo de alteração genética, estas podem ser classificadas como permanentes, pois o prognóstico a este tipo de dificuldade é muito pouco favorável já que não se pode fazer muita coisa para reverter o dano inicial causado pelo trauma ou má formação na área cerebral. Inespecíficas Quando não afetam o desenvolvimento de modo a impedirem alguma aprendizagem em particular, são as pessoas que se dizem não servir para esta ou aquela aprendizagem em particular, o raciocínio lógico matemático, por exemplo, neste caso não há nenhuma razão intelectual que as justifique, ao contrário a causa pode ser instrucional e/ou ambiental com uma influência especial sobre variáveis pessoais, tais como a motivação.

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