AJES - INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DO VALE DO JURUENA

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1 AJES - INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DO VALE DO JURUENA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO INTERDISCIPLINAR COM ENFASE EM EDUCAÇÃO INFANTIL E ALFABETIZAÇÃO A IMPORTÂNCIA DE JOGOS E BRINCADEIRAS PARA CRIANÇAS DE ZERO A TRÊS ANOS: Conhecendo a realidade da aplicação da atividade direcionada na Escola Municipal de Educação Infantil Criança Feliz no município de Colniza/MT no ano de 2013 AUTORA: SIRLENE ANTONIA CONSTANCIA CRUZ ORIENTADORA: Prof.ª MA. MARINA SILVEIRA LOPES COLNIZA/2013

2 AJES - INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DO VALE DO JURUENA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO INTERDISCIPLINAR COM ENFASE EM EDUCAÇÃO INFANTIL E ALFABETIZAÇÃO A IMPORTÂNCIA DE JOGOS E BRINCADEIRAS PARA CRIANÇAS DE ZERO A TRÊS ANOS: Conhecendo a realidade da aplicação da atividade direcionada na Escola Municipal de Educação Infantil Criança Feliz no município de Colniza/MT no ano de 2013 AUTORA: SIRLENE ANTONIA CONSTANCIA CRUZ ORIENTADORA: Prof.ª MA. MARINA SILVEIRA LOPES Trabalho apresentado como exigencia parcial para a obtenção do título de de Pós Graduação em Interdisciplinaridade com ênfase na Séries iniciais e Alfabetização. COLNIZA/2013

3 AJES - INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DO VALE DO JURUENA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO INTERDISCIPLINAR COM ENFASE EM EDUCAÇÃO INFANTIL E ALFABETIZAÇÃO BANCA EXAMINADORA Orientadora: Profa. Ma. Marina Silveira Lopes

4 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus, por nos permitir a graça divina de atingir nossos objetivos. Do mesmo modo ao meu esposo Wilson Rodrigues da Cruz, pelo apoio e compreensão nas horas que estive ausente. Ainda aos meus filhos Mônica Suelen e Pedro Henrique pelo apoio e compreensão nas horas que necessitei me ausentar, deixando de estar com eles para estudar. Aos professores pela compreensão e paciência. Aos colegas que de uma forma ou de outra contribuíram para realização desse trabalho.

5 EPÍGRAFE Brincar com a criança não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver menino sem escola, mais triste ainda é vê-los enfileirados, em sala de sem ar com exercícios exterior sem valor para informação do homem. (Drummond).

6 LISTA DE TABELAS Tabela 01: Como você vê o processo da aplicação das atividades lúdicas?...22 Tabela 02: Em sua prática na sala de aula, como você analisa a dificuldade das atividades lúdicas com os alunos?...23 Tabela 03: Existem professores que conseguem desenvolver procedimentos de atividades lúdicas, e outros que desenvolvem com dificuldades e com pouco êxito, a que podemos atribuir essas falhas?...23 Tabela 04: Onde está a falha no desenvolvimento de atividade lúdica na escola?..24 Tabela 05: Qual a contribuição que o lúdico pode trazer para a vida da criança?...24

7 RESUMO O presente trabalho faz parte do Curso Interdisciplinaridade com ênfase em educação infantil e alfabetização na Modalidade Pós Graduação oferecida pela AJES Instituto Superior de Educação do Vale Juruena. O objetivo deste trabalho é conhecer a importância dos jogos e brincadeiras para o desenvolvimento da criança na educação infantil. Para o cuidar e educar da criança de zero a três anos é preciso atividade que seja antes de tudo envolvendo e propicia a ser reinventada, a criança precisa se sentir dona da situação e criar seu próprio espaço de desenvolvimento, enquanto ela cria, ela aprende e transmite, os ingredientes para uma atividade efetiva e de qualidade é distribuir condições para que ela apenas brinque. Para os educadores o lúdico é fundamental para o desenvolvimento da criança, mas é preciso investimentos de cursos de capacitação que ajude o professor a renovar suas técnicas de ensino para que ele seja cada vez mais de qualidade. Chegamos à conclusão que é fundamental os jogos e brincadeiras pois é através dela que o conhecimento é mediado e assimilado pela criança. Palavras - chave: jogos, aprendizagem, brincadeiras.

8 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...8 CAPÍTULO I: O PAPEL DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA...11 CAPÍTULO II: BRINCADEIRAS: APRENDIZAGEM PRAZEROSA...16 CAPÍTULO III: BRINCADEIRAS, JOGOS E OFICINAS...20 CAPÍTULO IV: AS PERCEPÇÕES DE PROFESSORES SOBRE JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL...22 CONCLUSÃO...26 REFERÊNCIAS...28

9 8 INTRODUÇÃO As brincadeiras e jogos na educação infantil são distinguidos por professores como fator respeitável na educação, uma ocasião que, o brinquedo é chance de desenvolvimento. Brincando, a criança conhece, desvenda, imagina, estuda e aperfeiçoa habilidades. Além de instigar o curioso, a segurança e a autonomia, harmoniza o aumento da dicção, do pensamento, da meditação e prudência. O lúdico tão respeitável para a bem-estar físico e mental do ser humano é um ambiente que fazer jus a atenção dos pais e professores. Os novos métodos de ensino das crianças requer despertar na criança o lúdico, a curiosidade pela descoberta do mundo, através da música, jogos e brincadeiras que desenvolve seu sistema psicológico e emocional, aumenta habilidades motoras, cognitivas e gramáticas. Nessa fase a escola precisa avaliar o lúdico como companheiro e aproveita-lo vastamente para agir no desenvolvimento dos alunos. O educador deve estimular a improvisação das brincadeiras como uma ponte para o fantasioso, a partir disto, extremamente pode ser trabalhado. Descrever, escutar histórias, dramatizar, arriscar com regra, dançar, esboçar, entre outras agilidades compõem meios prazerosos de aprendizagem. A importância do tema está na possibilidade de conhecer diferentes concepções de pesquisadores, teóricos e professores sobre o impacto de brincadeiras diversificadas e jogos pedagógicos no processo ensino aprendizagem. Conhecer e reconhecer métodos e técnicas de ensino que favorecem a aprendizagem permite a exploração do conteúdo, bem como desenvolver atividade direcionada para cada turma. As brincadeiras e os jogos na educação infantil envolvem estimular o raciocínio, coordenação motora e intelectual da criança, promover a socialização e comunicação entre as crianças e o educador. Promove a agilidade do raciocínio, a assimilação do conteúdo de forma espontânea e prazerosa onde a tarefa, o ensino torna se fácil, onde a cobrança não é necessária.

10 9 A problemática está na concepções de diferentes autores na fundamentação teórica sobre o tema? As concepções dos professores atuantes na educação infantil? As percepções notadas sobre o desenvolvimento do aluno diante das atividades apresentadas? O objetivo geral é conhecer a importância dos jogos e brincadeiras para a criança de zero a três anos na Escola Municipal de educação Infantil Criança Feliz no município de Colniza/MT no ano de Os objetivos específicos são: conhecer a importância dos jogos na educação infantil, o impacto das brincadeiras direcionada para o desenvolvimento da criança e identificar diferentes opiniões dos professores atuantes na instituições de ensino. A delimitação da pesquisa aconteceu através de pesquisa de campo com três etapas de trabalho, sendo a primeira visita a direção da escola, expondo a necessidade de realizar a pesquisa, no segundo momento observamos a criança e a o impacto da brincadeira para o desenvolvimento dela, nessa etapa utilizamos dois dias de observação aglomerando nessa etapa entrevista com três educadoras especializadas em educação infantil e comprometida com o desenvolvimento infantil, a pesquisa aconteceu na Escola Municipal de Educação Infantil Criança Feliz, localizada no Bairro Bela Vista no município de Colniza/MT. Para a pesquisa adotamos uma pesquisa qualitativa priorizando a opinião das educadoras, a importância da monografia está na identificação dos métodos aplicados a muito tempo na instituição reconhecendo o impacto de cada atividade direcionada para a criança. A entrevista com os professores abordou questões relativas à sua visão acerca do processo de atividades lúdicas no dia a- dia das escolas infantis, da sua prática em sala de aula e as causas das dificuldades com essas atividades, bem como a aplicação de uma atividade lúdica. O instrumento utilizado para a coleta de dados foi o questionário estruturado A metodologia utilizada para a montar a monografia, levantamento bibliográfica sobre o assunto utilizando autores comprometido com a qualidade da educação e que dedicam a carreira profissional a entender o universo infantil. No segundo momento optamos por visita a instituição, observação das brincadeiras e jogos aplicados e entrevista com as educadoras.

11 10 Desenvolver a monografia possibilitou conhecer mais sobre as atividades aplicadas a criança e a importância do seu desenvolvimento, os resultados alcançados estão dentro do esperado que é conhecer as impacto da brincadeira e do jogo para a criança na educação infantil. Considerando que a etapa de ensino na educação infantil, principalmente com crianças de zero a três anos tem que ser acima de tudo prazerosa, as tarefas aplicadas devem priorizar o desenvolvimento, porem antes de tudo deve buscar o prazer da criança, a alegria, a socialização a coordenação motora tão importante para a vida educacional da criança, e percebemos que as educadora da educação infantil tem esse cuidado, não tornar a atividade um fardo, um trabalho e sim que a criança a desenvolva com carinho, atenção e vontade. A monografia está estruturada em quatro capítulos: Capítulo I: O papel dos jogos no desenvolvimento da criança; Capítulo II: Brincadeira: aprendizagem prazerosa; Capítulo III: Brincadeiras, jogos e oficinas; Capítulo IV: Conhecendo as percepções de professores sobre os jogos e brincadeiras na educação infantil.

12 11 CAPITULO I O PAPEL DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA. O jogo é uma agilidade que coopera para o aumento da capacidade criadora da criança tanto na criação como também no desempenho. Os jogos são importantes, pois abrangem regras como ocupação do ambiente e a percepção do mesmo. A opinião de empregar jogos como instrumento de aprendizado permanece extremamente debatida e, ao ainda, abundantemente ignorada. Algumas pesquisas que se percebe na mídia estão oferecendo legalidade ao argumento, e distinguem os jogos de aprendizagem como contendo uma ampla potencialidade para auxiliar as crianças no sua ampliação cognitiva. Segundo Leal (2005), o jogo é um fenômeno antropológico, analisando que cada jogo vai receber o seu sentido dependendo do grupo sociocultural em que cada um surge. Entretanto, cada brinquedo só pode ser apreendido adentro desse próprio grupo, aceito que estes se cobrem de informações culturais e tecnológicas desse mesmo conjunto. Considerando o processo ensino-aprendizagem na sociedade contemporânea e as mudanças socioculturais que influenciam nos hábitos das comunidades que passam por rápidas transformações modificando com grande rapidez os costumes, e no caso das crianças modificam as brincadeiras em virtude das implicações tecnológicas que limitam os espaços de cooperação e interação social. (LEAL. 2005). Desta feita existem diversas formas de jogar de acordo com Kishimoto, (1993) os jogos apresentam diferentes origens e culturas que são transportadas pelos distintos jogos e maneiras de jogar. Este tem papel de arquitetar e desenvolver um convívio entre as crianças constituindo normas, critérios e significados, permitindo deste modo, uma convivência mais social e democracia, porquanto enquanto revelação espontânea da tradição popular, os jogos tradicionais trazem o papel de eternizar a cultura infantil e aumentar formas de convívio social. (KISHIMOTO, 1993, p. 15).

13 12 O lúdico faz parte da espontaneidade observada nas crianças e a observação de suas ações nos proporciona o entendimento das relações sociais estabelecidas por sua família e comunidade na qual essa criança recebeu as primeiras experiências com o mundo. As atividades lúdicas infantis são muito variadas e a maioria delas está intimamente ligada às brincadeiras difundidas pela família, pelos grupos de criança da comunidade em que vivem de colegas da escola e também por influências contemporâneas que colocam em evidência este ou aquele brinquedo. As relações sociais estabelecidas pelas músicas e brincadeiras devem ser consideradas num processo reflexivo de respeito ao desenvolvimento humano pelos educadores que possuem o hábito de pesquisar sua prática pedagógica com vistas a formar cidadãos cônscios dos direitos e deveres perante a sociedade. Por ser na infância que ocorre o processo de desenvolvimento humano de forma plena pela utilização da brincadeira e jogos na educação infantil é que vamos salientar sua importância na formação do cidadão. A brincadeira é uma linguagem natural da criança e é importante que esteja presente na escola desde a educação infantil para que o aluno possa colocar e se expressar através de atividades lúdicas considerando-se como lúdicas as brincadeiras, os jogos, a música e a expressão corporal, ou seja, atividades que mantenham a espontaneidade das crianças. (LEAL. 2005). Considerando o papel da escola como lugar privilegiado para o educador desenvolver ações através da reflexão conjunta com os demais profissionais que participam do ato educativo direcionado para a construção conjunta de conhecimentos necessários para solidificar as escolhas teóricas que dão embasamento ao fazer pedagógico. Esta ação acontece pela apropriação de ferramentas necessárias para a convivência harmônica entre os seres humanos, promovendo o acesso igualitário aos bens sociais. (LEAL. 2005). Nesse sentido mais do que nunca os educadores devem possuir uma postura reflexiva frente à educação e os princípios a norteiam, pois suas atitudes frente ao educando se torna um passo decisivo no processo ensino aprendizagem para os educadores que tem por finalidade a construção de uma sociedade mais justa e digna.

14 13 Esta postura assumida pode garantir essa conquista essencialmente democrática que é o pleno entendimento de sua condição humana, que visa ao exercício pleno das condições de aprimoramento humano, de realização pessoal, nos mais diferentes planos, pela compreensão plena da realidade vivida, o entendimento das relações sociais se torna um instrumento especial para a interação e compreensão dessa realidade, nessa perspectiva, ponto de partida para ações escolares da mais alta importância como a compreensão da função que desempenha como educador em determinado contexto depende em grande parte da interpretação do mundo. (MORIN, 2004). Não é fácil educar através da pesquisa reflexiva, haja vista, que esta ação voltada para a realidade das escolas públicas exige um esforço contínuo do educador para entender a realidade que vive, bem como a prática vai exigir uma reflexão sobre a experiência de vida escolar perpassando por suas crenças, posições, valores, imagens e juízos pessoais. Assim ao assumir esta postura é porque já possui a consciência que enquanto ele está ensinando ele está aprendendo constantemente através do convívio social e pelo ato de ensinar que se da num contexto sociopolítico (MORIN, 2004). Na realidade o trabalho do professor vai além do que apenas ensinar conteúdos nas áreas do conhecimento, seu trabalho é fundamental na vida do aluno e na futura formação do mesmo. O professor tanto auxilia seus alunos a se tornar um cidadão crítico, atuante, consciente, participativo na sociedade e conhecedor dos seus direitos, como também os resume os indivíduos que aceita tudo passivamente sem questionamentos. As propostas políticas para a educação perpassam pelas perspectivas sociais do educador que interfere no ensino aprendizagem, passando a fazer parte integrante do saber construído pelo educando. A formação do professor deve objetivar refletir sobre o domínio de ações que deixe claro que a educação formal exerce um importante papel, e que ela mercê ser vista como algo além de um direito social. E o propósito aqui ainda é refletir sobre a concepção do conhecimento que pode desencadear e influenciar uma nova concepção de ensino aprendizagem, visando aproximar-se de uma educação capaz de formar sujeitos com habilidades

15 14 de Esta construção do ser humano deve ser refletida considerando os sujeitos sociais que participam da história das comunidades locais. O professor para desempenhar o seu papel social tem que ter metas a serem atingidas enquanto ser humano, assumir suas imperfeições e saber que tanto quanto qualquer ser humano é inacabado e vem se construindo nas relações com os outros. O professor no contexto contemporâneo não pode ser o dono da verdade nem o detentor do conhecimento, é preciso ser humilde para ir se aperfeiçoando. (Moura,1992). Nessa perspectiva os educadores como intelectuais devem olhar não só para o presente, mas conceber o futuro como construções do presente deve-se aceitar as mudanças e orientar os alunos para distinguir no processo histórico que vivenciam as mudanças que eles como cidadãos através de sua intervenção consciente podem realizar redefinindo os sentidos da história. O aluno independente da fase de desenvolvimento humano não pode ser considerado um ser ideal, absoluto. É uma pessoa concreta, com preocupações e problemas, defeitos e qualidades que expressa suas emoções. É um ser em formação, precisa ser compreendido pelo professor e pelos demais profissionais da escola, afim de que tenha condições de desenvolver-se de forma harmoniosa e equilibrada. O lúdico deve ser usado pelo educador, através de uma organização de ensino e aprendizagem, papa que o aluno tome consciência do significado do conhecimento a ser adquirido e que o aprenda a tornar-se necessário, um conjunto de ações a serem executadas com métodos adequados. (MOURA, 1992, p ). É preciso haver também compreensão do processo de ensino e aprendizagem. Para o professor, não é suficiente conhecer o aluno. É necessário que ele saiba como funciona o processo de aprendizagem, fatores que facilitam ou prejudicam a aprendizagem, como o aluno pode aprender de maneira mais eficiente, além de outros aspectos ligados à sociedade envolvendo o aluno, professor e a sala de aula, mais importante é que o professor compreenda o seu próprio papel. A escola tem sido durante anos, um local que se identificou com o trabalho, que em nossa sociedade nada tem a ver com o prazer. Para que a motivação possa ser cultivada, o professor deve despertar a curiosidade dos alunos,

16 15 acompanhando suas ações no desenvolver das atividades criteriosamente selecionadas com vistas à aprendizagem.

17 16 CAPÍTULO II BRINCADEIRAS: APRENDIZAGEM PRAZEIROSA O educador para contemplar as necessidades desta nova era que se estabelece na sociedade necessita conhecer e aplicar diferentes ferramentas didáticas através da reflexão que analise a eficiência didática das mesmas. Estas ferramentas devem ser pensadas para a realização de uma aprendizagem prazerosa para o educando nas diferentes fases de desenvolvimento humano contemplando as suas necessidades mais imediatas para fase de vida na qual é aplicada. O brincar da criança, tem uma significação especial para a psicologia do desenvolvimento e para a educação, uma vez que: É condição de todo o processo evolutivo neuropsicológico saudável que segundo Barros (2000, p. 15): Manifesta a forma como a criança está organizando sua realidade e ligando com suas possibilidades, limitações e conflitos; Introduz de forma gradativa, prazerosa e eficiente ao universo sócio histórico -cultural; Abre caminho e embasa o processo de ensino/aprendizagem favorecendo a construção da reflexão, da autonomia e da criatividade. O professor pesquisador que possui uma postura reflexiva considera todas as possibilidades de aprendizagem. Nesse sentido vê na brincadeira uma das ferramentas didáticas importantíssimas para atingir a aprendizagem, pois faz parte de uma atitude espontânea das crianças na construção de suas percepções de mundo. Nesse sentido o educador deve ser um sujeito que organize a ação pedagógica, intervindo de forma contingente nas atividades desenvolvidas pelos alunos em sala de aula. O papel do professor consiste em agir como intermediário entre os conteúdos da aprendizagem e a atividade construtiva para assimilação que se da através da ação (BARROS, 2000). Quando o educador reflete sobre as brincadeiras desenvolvidas pelos seus alunos no cotidiano escolar ele desenvolve métodos para direcionar esta ação cotidiana orientando para a aprendizagem dos conteúdos sistemáticos através de

18 17 métodos que contemplem as expectativas dos envolvidos no processo de aprendizagem. Apesar das brincadeiras em geral não estarem presentes no cotidiano das escolas o professor reflexivo concebe a escola como um local de prazer para os alunos, onde eles possam experimentar diferentes formas de conhecimento na relação com seus mestres que escolhem respeitar o seu mundo cotidiano. (BARROS, 2000). A atividade voltada para o desenvolvimento pleno dos educandos deve considerar as experiências de vida dos alunos que estão presentes na construção de significados que elas estabelecem através da socialização que se da na escola com seus iguais. E temos também a certeza que as atividades lúdicas são de grande importância, pois tornam a aprendizagem significativa e prazerosa. É nesta fase que as crianças começam a ser desafiadas, procurando novas brincadeiras para que seu aprendizado se torne mais edificante. Quando utilizamos o lúdico estimulamos a criatividade, tornando a aprendizagem prazerosa e significativa para as crianças nessa fase de desenvolvimento humano. (BARROS, 2000). As brincadeiras e jogos infantis passam por análise de situação imaginária que definem o conceito de jogo infantil que encontramos em Vygotsky (1991, p.36). Tal como a situação imaginária tem de ter regras de comportamento, também todo o jogo com regras contém uma situação imaginária. Para as crianças o processo de apropriação da cultura se da em grande parte pelo imaginário que envolve contos de fada, canções e histórias. É na educação infantil que grande parte desse conhecimento é construída. É nessa fase que os seres humanos têm o primeiro contato com a educação formal direcionada com objetivos específicos. A observação dos professores das ações que representam o imaginário das crianças e a elaboração de ações metodológicas ao direcionar essas brincadeiras pode promover uma aprendizagem significativa principalmente se esse processo de intervenção for respaldado por teorias que deem suporte a prática educativa que encontramos em Vygostky (1979, p.45) A criança aprende muito ao brincar. O que aparentemente ela faz apenas para distrair-se ou gastar energia é na realidade uma importante ferramenta para seu desenvolvimento cognitivo,

19 18 emocional, social, psicológico, além de desenvolver as ações de integração social, haja vista estará participando com outras crianças. (VYGOSTKY. 1979). Este pleno desenvolvimento infantil que deve ser prioridade da educação só pode ser atingido através da atividade docente consciente de suas ações educativas que permeiam suas ações direcionando para uma formação humana prazerosa. O educador preocupado com bem estar de seus educandos é mais bem entendido nas palavras de Winnicott (1975, p. 32), A criança brinca para buscar prazer, para controlar ansiedade, para estabelecer contatos sociais, para realizar a integração da personalidade, por fim para comunicar-se com as pessoas. O entendimento desse universo proporciona ao educador buscar a criatividade para atender essas necessidades inerentes da fase vivenciada pelas crianças, e a compreensão da sua ação promove satisfação pessoal no campo profissional por ver significado na ação educativa que desenvolve no cotidiano escolar. As brincadeiras e fantasias não são entendidas como presentes somente na infância, elas podem se estender por diversas fases da vida do ser humano, mas é de suma importância que o profissional que se dedica a trabalhar com a educação infantil percebam o valor e o significado dessa importante ferramenta didática que pode ser bem utilizada promovendo o pleno desenvolvimento do sujeito que de acordo com Freire (1996, p.67) Saber que deve respeito à autonomia e identidade do educando exige de mim uma prática em todo coerente. Esta postura do educador contribui para tornar as crianças mais seguras no desenvolvimento de suas atividades que exige um potencial criativo para solucionar os imprevistos recorrentes no cotidiano social. Entender que a criança é um ser que está no mundo e por esse fato faz parte desse mundo o educador que trabalha com as potencialidades desses seres devem ter clareza de suas ações e a implicações dessas ações direcionadas para a formação de sujeitos que aprendem. Esse direcionamento através do lúdico entra respaldo no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil: As brincadeiras de faz de- conta, os jogos de construção e aqueles que possuem regras, como os jogos de sociedades (também chamados de jogos de tabuleiro) jogos tradicionais, Didáticos corporais etc.., propiciam a ampliação dos conhecimentos da criança por meio de atividade lúdica. (RCNEI.1998.v1.p. 28).

20 19 É nesta fase da vida que o educador vai direcionar o desenvolvimento intelectual da criança que pode ser construído de forma prazerosa e solida através do respeito que o educador tem respeito pelo limite da criança observando o prazer que ela sente em desenvolver determinada atividade. Com os estímulos recebido do educador e do meio social em que se encontra se torna importante para a criança aja sobre os objetos, a fim de transformá-los, quando as crianças mantêm essas estreitas relações com objetos elas criam as possibilidades e se adaptam ao mundo. Considerando o importante papel da brincadeira no processo de desenvolvimento dessa forma, o professor deve estar sempre ciente, que o ser humano possui suas diferenças individuais e é preciso saber lidar com essas indiferenças que se percebe já na infância para poder desenvolver um trabalho consciente no cotidiano escolar, que é passivo de transformação pedagógica, desde que sempre visse a formação integral do aluno. O professor como facilitador da aprendizagem, deve estar aberto as novas experiências, procura compreender a diferenças, numa relação empática, também os sentimentos e os problemas de seus alunos e tenta leva-los a alto-realização obtida através de experiência prazerosas vivenciadas no processo de ensinoaprendizagem. O educador com raras exceções busca educar para as mudanças, para a autonomia, para a liberdade possível numa abordagem global, trabalhando o lado positivo das crianças para formação de um cidadão consciente de seus deveres e cônscio de suas responsabilidades sociais.

21 20 CAPÍTULO III BRINCADEIRAS, JOGOS E OFICINAS. A educação Infantil vem se expandindo no Brasil e no mundo, evidenciando a maior necessidade e resultando numa metodologia melhor de ensino, que desencadeia vários fatos, como alterações na estrutura das famílias e a crescente conscientização da importância das experiências infantis. A Educação Infantil deve cumprir um papel socializador diferenciado e atrativo, para que assim ela possa desenvolver uma identidade própria pois, Brincadeira de roda, amarelinha, pular corda etc. São maneiras de estabelecer contato consigo próprio e com o outro, de se sentir único, e ao mesmo tempo parte de um grupo, e de trabalhar com estruturas e formas musicais que se apresentam em cada canção e em cada brinquedo. (RCNEI. Conhecimento de Mundo. Brasília, (MEC/ SEF, 1998, v.3, p.71.) Uma brincadeira utilizada mesmo por nossos avôs, a amarelinha, que não perde sua originalidade e permite que cada pessoa ao brincar escolha características e possa criar sua própria particularidade. O aluno joga uma pedrinha em uma casa e pula com um pé só, casa por casa na ordem numérica não podendo por o pé na casa onde esta a pedrinha nem encostar-se à risca da amarelinha. Ao termino da primeira jogada lançasse na segunda casa seguindo os mesmos critérios, e assim por diante. O objetivo dessa brincadeira é desenvolver nas crianças a socialização entre os alunos, a estruturação da coordenação motora e dos reflexos, o desenvolvimento da criatividade, a interação entre as crianças, a aprendizagem da matemática. A importância do brinquedo para o desenvolvimento infantil de acordo com Vygotsky (1984), está na ação de ensinar a agir numa esfera cognitiva, considerando que as ações partem da percepção, havendo uma influência da ação e do objeto sobre o sentido. Para Vygotsky (1984) a definição do brinquedo para educador e para a criança não pode ser de atividade que dá prazer, uma vez que outras tarefas também dão prazer, mencionando ainda que nem sempre ela dará prazer a criança, podendo ela ter prazer em outras atividade.

22 21 Para Vygotsky (1984) quando a criança brinca está preenchendo suas necessidades, que deve ser identificada além de uma tarefa simbólica, ou intelectual. É necessário observar, aspecto cognitivo, os aspectos motivacional e afetivo incluído na brincadeira. Ainda segundo Vygotsky (1984), no pré-escolar, a criança procura a satisfação rápida de suas vontades e diante da dificuldade não esquece, mas procura formulas de resolver, nesse período envolvem se em situações imaginária.

23 22 CAPÍTULO IV AS PERCEPÇÕES DE PROFESSORES SOBRE JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Uma peça fundamental para uma aplicação da atividade e bons resultados são os professores, conhecer suas percepções e concepções sobre o assunto é fundamental para a aprendizagem e o desenvolvimento da criança. Devido à localização do município, a capacitação profissional é escassa e de pouca qualidade. Respondendo aos diferentes questionamentos optamos por relacionar através de tabelas para melhor entendimento. COMO VOCÊ VÊ O PROCESSO DA APLICAÇÃO DAS ATIVIDADES LÚDICAS? Participação do aluno 25% Interação com o grupo, enriquece atividades corporais 25% Lento, uma vez que falta preparo para os educadores 50% Tabela 01: Como você vê o processo da aplicação das atividades lúdicas? Fonte: CRUZ, S.A.C, Vemos na tabela 01 respostas dos professores referente a aplicação das atividades lúdicas, de acordo com as respostas dos professores 25% relatam que o procedimento do trabalho com o lúdico advém com a participação do aluno. Sendo que essa participação torna-se prazerosa. Outros 25% disseram que o lúdico aumenta a interação com o grupo, partindo do pressuposto que o lúdico é imprescindível, para enriquecer as atividades corporais do aluno. Entretanto 50% dos professores disseram que, vê o procedimento lento, porquanto não estão preparados para exercer essas atividades em toda sua extensão, bem como as escolas não estão equipadas para tanto.

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