4. Implicações pedagógicas

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1 Esta criança tem 4 de idade. Verifica-se que se utiliza das letras de seu nome e apenas vai rearranjando sua ordem. Sua leitura é global. Caracterizando-se, portanto no nível 2 diferenciação na escrita. Neste ditado a frase utilizada foi: A boneca da Rita é bonita. A leitura das palavras foi solicitada após a criança escrever cada palavra. Esta criança tem 4 anos de idade. Verifica-se que não varia seu repertório de letras utilizadas e para diferenciar as palavras apenas acrescenta algumas letras ou retira. Apresenta leitura global, de modo que não relaciona o oral à escrita. Deste modo, esta criança está no nível 2 da alfabetização. Neste ditado a frase utilizada foi: A boneca da Rita é bonita, neste caso, a leitura das palavras foi solicitada após a escrita de cada uma. O nível seguinte é nomeado de hipótese silábica e segundo Azenha as características deste nível são: tentativa do indivíduo em estabelecer relação entre o sonoro e a escrita (esta é a grande diferença deste nível em relação ao nível anterior); a criança utiliza-se de diferentes caracteres para escrever uma palavra e apresenta a

2 hipótese do número mínimo de letras; ao tentar estabelecer elo da linguagem oral para a escrita, a criança costuma representar cada sílaba com uma letra, assim ao escrever palavras dissílabas ou monossílabas a criança pode entrar em conflito em relação a sua hipótese da quantidade mínima de letras; a criança utiliza-se de letras que não são de possível compreensão, para cumprir com a hipótese da quantidade mínima de letras, mas com o tempo, vai predominando na criança a sua compreensão da relação da escrita com o sonoro e a criança vai abandonando a ideia de cumprir com o mínimo de caracteres. A imagem a seguir é de uma criança que está neste nível. A criança que realizou este ditado tem quatro anos e onze meses. Sua escrita foi considerada silábica, pois a criança já estabelece relação do escrito com o oral e durante a sua leitura percebemos que ela associa cada letra a uma sílaba da sua fala, assim, sua leitura não é mais global. Sua escrita já pode ser compreendida. É válido lembrar que o sujeito já se encontra neste período mesmo que ao representar uma sílaba se utilize de uma letra que não pertencente à palavra, pois o que importa é a sua relação escrita com o sonoro, fato que foi verificado enquanto a criança escrevia a palavra e durante a sua tentativa de leitura. Salienta-se que a palavra escorregador fora representado pela garota com 4 sílabas, visto que ela utilizou-se de 4 letras, mas observou-se que quando ela foi pronunciar a palavra escorregador, ela falou a palavra de forma equivocada, pois na sua fala a palavra escorregador possui quatro sílabas e não cinco. Neste ditado a frase utilizada foi: A boneca da Carla é bonita e a leitura foi solicitada após a criança escrever todas as suas palavras. O nível seguinte apresentado por Azenha é o silábico alfabético caracterizado pela transição do nível silábico para o alfabético. As características descritas pela autora são: maior número de letras neste nível em relação ao anterior;

3 mesmo com um aumento do número de letras em relação à fase anterior, a criança ainda omite algumas letras e a criança já tenta se utilizar de alguns itens da escrita como fonemas. A escrita da criança a seguir encontra-se este nível. O garoto que escreveu essas palavras tem 7 anos idade. Consideramos que ele se encontra no nível silábico alfabético, pois apresenta maior número de letras em relação ao nível, anterior, apresenta escrita com relação com o sonoro e ele apenas omite algumas letras. Neste ditado a frase utilizada foi: A boneca da Carla é bonita e a leitura das palavras foi solicitada após a escrita de todas as palavras. O último nível apresentado por Maria da Graça Azenha é a hipótese alfabética, caracterizado por: uma análise das partes que compõem a palavra, estabelecendo relações com o sonoro; suas palavras são legíveis, a criança não deixa de escrever por medo, mas falta a aplicação de regras ortográficas. A autora chama a atenção que neta fase, as questões ortográficas necessitam ser mediados pelo professor, pois não são dedutíveis como os outros aspectos de aquisição da língua escrita. As imagens a seguir representam as escritas analisados pelo grupo que estão neste nível.

4 Esta criança possui 7 anos e dez meses. Ele escreveu seu nome completo no topo da página, mas cortamos para garantirmos a ética do trabalho. A criança escreveu seguramente e percebemos que ele já se encontra no nível alfabético porque já percebe a relação da escrita com o sonoro, não omite letras e neste ditado não apresentou nenhum erro ortográfico. Ao ler e escrever a palavra, ele foi separando silabicamente as palavras. Um fato interessante é que quando a entrevistadora disse que ele teria que escrever uma frase ele quis escrever a palavra frase e inseriu os dois pontos, na hora da leitura ele leu inclusive os dois pontos. Neste ditado a frase utilizada foi: A boneca da Carla é bonita. Neste caso, a leitura das palavras foi realizada após a criança escrever todas as palavras. A pessoa que escreveu essas palavras tem 80 anos de idade e o nosso intuito foi mostrar que mesmo com oitenta anos uma pessoa pode se encontrar neste nível ou até mesmo em um nível anterior. Consideramos que esta pessoa se encontra no nível alfabética, por estabelecer relações da escrita com o sonoro e apenas apresentar alguns erros ortográficos. Sua leitura não é silabatizada como no caso anterior, apresenta grande fluência ao ler. Neste ditado a frase utilizada foi A boneca da Carla é bonita e a pessoa leu as palavras após a escrita de todas elas. 4. Implicações pedagógicas De acordo com Franca (2015), as atividades que podem ser propostas para pessoas em estágio Pré-silábico do nível 1 são: carimbos, recortes de figuras, revistas e escrever o nome destas figuras; desenhar e escrever o nome do que desenhou; desenho

5 livre, pintura, modelagem, recorte, dobradura e produção de texto oral. Ainda, de acordo com Franca, estas atividades contribuem para o desenvolvimento da criança, pois ela começa a perceber que a escrita representa aquilo que é falado. As atividades para pessoas em estágio Pré-silábico nível 2 ( diferenciação na escrita) propostas são: a classificação de palavras ou nomes que se parecem (a partir de uma lista de palavras, a pessoa neste estágio pode fazer "grupos" de palavras que se parecem); escritas espontâneas; organização de listas de palavras (palavras que comecem com a letra g, com a letra m, etc.); completar palavras usando a letra inicial e a final (ex.:_onec_, boneca ). De acordo com Franca (2015), estas atividades contribuem para o reconhecimento de algumas letras, sobretudo as que formam seu nome e a utilizar essas letras conhecidas na tentativa de escrever várias palavras diferentes. Algumas ideias de atividades propostas para pessoas em estágio Silábico são: elaboração textos coletivos; completar lacunas em textos e palavras (ex.: P_N_L_ [panela]); ditados variados; colocar letras em ordem alfabética. De acordo com Franca (2015), estas atividades contribuem para criança começar a perceber a correspondência entre as letras daquilo que é falado, de modo que passa a atribuir uma letra a cada sílaba da palavra que quer escrever. Em relação às atividades para pessoas em estágio Silábico-alfabético podem ser propostas: telefone sem fio; brincar de corrigir palavras (palavras que faltam letras); caça-palavras e cruzadinhas. Sendo uma característica do estágio silábico alfabético a omissão de letras, trabalhar no sentido de desequilibrar o aluno para verificar ao corrigir palavras ou fazer cruzadinhas, por exemplo, que há mais letras em uma palavra do que ele pensa o que contribuirá para desequilibrá-lo e incentivá-lo a buscar soluções. As atividades propostas para pessoas em estágio alfabético são: a construção de frases com palavras do texto (a partir de uma palavra retirada de um texto, a pessoa neste estágio pode formar frases que ajudem em seu desenvolvimento); bingo de palavras e forca; produções de história em quadrinhos; marcar no texto nomes próprios e comuns, rimas, palavras no singular e plural. Segundo Franca, neste nível a criança ainda possui muitos erros ortográficos, de modo que confundem S e SS ou X e CH, por exemplo, deste modo, atividades de complete podem ajudar no sentido da compreensão das regras ortográficas. As atividades deste estágio visam a compreensão da utilização adequada da ortografia da língua portuguesa, tendo em vista que a característica deste período é justamente o aluno saber ler e escrever, mas apresentar erros ortográficos. É válido ressaltar que no último estágio a criança necessita da mediação do professor, pois

6 a aquisição de conteúdos ortográficos não se dá de maneira dedutível como as fases anteriores. Por meio destas propostas de atividades, está claro, que o professsor identificando a fase na qual seu aluno se encontra, por meio do ditado, poderá propor atividades para seus alunos que mediem a sua relação com o saber e permitam que eles construam seu conhecimento de forma signficativa e consigam passar para o nível seguinte da alfabetização, do qual se encontram. 5. Bibliografia AZENHA, Maria da Graça. Construtivismo de Piaget a Emilia Ferreiro.São Paulo: Ática, AUGUSTA, Franca. Identificação dos níveis silábicos. Disponível em: Acesso em: 18 de maio de HUMANIDADES EDUCAÇÃO. Entrevista com Ana Teberosky. Disponível em: Acesso em: SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. Sondagem dos níveis conceituais da escrita. Disponível em: Acesso em SÓ PEDAGOGIA. Linha construtivista. Disponível em: Acesso em: TVWEBCPP. Reflexões sobre Alfabetização - Emilia Ferreiro - Aula 01. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=l-f0yykn29y. Duração: 24 minutos e 24 segundos. Acesso em: UFPA. 50 questões básicas sobre o construtivismo. Disponível em: Acesso em:

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