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1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS WANIA CRISTINA TEDESCHI RAMPAZZO Avaliação na Educação Infantil: uma análise da prática pedagógica PUC-CAMPINAS 2006

2 WANIA CRISTINA TEDESCHI RAMPAZZO Avaliação na Educação Infantil: uma análise da prática pedagógica Monografia com exigência parcial parte final da disciplina Avaliação Psicopedagógica ( trabalho de conclusão de curso ( TCC), para obtenção de créditos no curso de Especialização em Educação e Psicopedagogia da PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS, sob a orientação da Profª Drª Maria Helena Melhado Stroili. PUC-CAMPINAS 2006

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4 Dedico este trabalho a todos os professores de educação infantil, para que possam usufruir de Informações atuais e dar continuidade aos estudos sobre a avaliação.

5 Agradecimentos À Profª. Drª. Maria Helena Melhado Stroili Orientadora de meus trabalhos referente a monografia, pelo apoio, atenção e paciência. À Profª. Drª Mara Regina de Sordi Pela dedicação e exemplo de pessoa compromissada com a educação. Às demais Profªs do curso de Psicopedagogia Pelo esforço e dedicação às aulas que resultaram neste trabalho.

6 Resumo Rampazzo, Wania Cristina Tedeschi. Avaliação na educação infantil: uma análise da prática pedagógica. Campinas, f. Monografia Curso de Pós-Graduação latu-sensu em Psicopedagogia e Educação, Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Este trabalho foi realizado com o objetivo de conhecer a importância da avaliação, hoje, nos estabelecimentos de ensino, inclusive na educação infantil a quem não se atribui conceitos ou notas, mas que através de relatórios e registros avalia-se o desenvolvimento infantil sob um olhar subjetivo. Esta subjetividade está ligada a formação dos professores e a instituição a que estão servindo. O fenômeno da avaliação assusta os educadores, pois temem rotular seus alunos, criando certos estigmas que os acompanharão por toda a vida escolar. Enfim, não é um trabalho estanque. Avaliar faz parte do cotidiano de nossas escolas e sempre estará na pauta das discussões, seja em qualquer esfera, desde a educação infantil até o ensino superior. Palavras-chave: avaliação - registros - educação infantil - subjetividade.

7 Abstract Rampazzo, Wania Cristina Tedeschi. Evaluation in Kindergarten: an analysis of pedagogical practices. Campinas, f. Monografia Curso de Pós-Graduação latu-sensu em Psicopedagogia e Educação, Pontifícia Universidade Católica de Campinas, This work was conducted with the purpose of knowing the importance of evaluation, nowadays, in all kind of schools, including kindergarten, where it is not attributed concepts or grades, but it is throught reports and records that it is evaluated all the child development on a personal perspective. This personal perspective is conected to the teacher s performance and the specific school they are working. The evaluation s phenomenon scares the teachers, because they are afraid in classifying their students, creating some stigma that will follow them for all their schoolarship life. Finally, this is not a finished work. The evaluation is part of our schools s routine, and it ever will be present in the debates, even in any context, since the kindergarten until the university. Keywords: evaluation kindergarten records - personal perspective.

8 SUMÁRIO 1. Introdução Base Teórica Metodologia Caracterização dos Sujeitos Discussão dos dados obtidos Atuação psicopedagógica Considerações Finais Referências Bibliografia Consultada ANEXOS Anexo A... 28

9 3 1. Introdução Analisar o tema da Avaliação não é um assunto novo, pois a avaliação está inserida no cotidiano escolar de Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Superior, porém pesquisar sobre as práticas pedagógicas que determinam a avaliação na Educação Infantil é o que direcionará esta pesquisa. O interesse pelo tema decorre de minha experiência profissional de quinze anos atuando como professora de educação infantil. Atualmente, sou professora efetiva da Rede Municipal de Educação de Campinas na educação infantil, a qual vem pesquisando junto com seus educadores o tema da avaliação e a importância do registro do desenvolvimento dos alunos. Cada Unidade Escolar, durante o ano letivo de 2006, deverá elaborar a sua forma de registro da avaliação do desenvolvimento infantil, seja através de relatórios descritivos ou roteiros pré-estabelecidos.. A avaliação na Educação Infantil é uma exigência legal e faz parte do planejamento escolar, porém a forma como ela deve ser registrada não é especificada, dando margem a interpretações variadas. Antes de entrar no mérito da questão, é importante ressaltar a importância do direito à Educação Infantil que, pela primeira vez na história de nosso país é considerada a primeira etapa da educação básica, segundo a Constituição Federal, título III, do Direito à Educação e do Dever de Educar, art. 4, IV, que afirma O dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de (...) atendimento gratuito em creches e pré-escolas às crianças de zero a seis anos de idade. Sobre a quem compete oferecer a Educação Infantil diz a constituição no título IV, que trata da Organização da Educação Nacional, art. 11, V, considera-se que: Os municípios incumbir-se-ão de (...) oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas(...).

10 4 A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, explicita no art. 30, capítulo II, seção II que: A educação infantil será oferecida em: I creches ou entidades equivalentes para crianças de até três anos de idade; II pré-escolas, para as crianças de quatro a seis anos. Esta lei estabelece o vínculo entre o atendimento às crianças de zero a seis anos e a educação. Ao analisarmos as práticas pedagógicas que determinam a avaliação na Educação Infantil, devemos discernir primeiramente a avaliação formal da avaliação informal para termos com clareza o que iremos estudar. A avaliação formal é objetiva, instrucional e classificatória, pois mede o conhecimento que o aluno atingiu através de provas e trabalhos que conduzem a uma nota. A avaliação informal é subjetiva, comportamental e comparativa, podendo o avaliador se utilizar de juízos de valor construídos nas relações diárias entre professor e aluno. Na Educação Infantil pratica-se a avaliação informal, pois não há provas e trabalhos para se receber uma nota e ser promovido ou retido. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação, nº 9.394/96, seção II, art. 31, referente à avaliação na Educação Infantil diz que:... a avaliação far-se-á mediante o acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental. O Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil (RCN) é um documento de orientação para o planejamento escolar, porém as escolas possuem autonomia na elaboração de seus planejamentos. O RCN traz os eixos de trabalho que orientam a construção das diferentes linguagens pelas crianças e para as relações que elas estabelecem com os objetos do conhecimento. Os eixos são: Movimento, Música, Artes Visuais, Linguagem Oral e Escrita, Natureza e Sociedade, e Matemática.

11 5 A Rede Municipal de Campinas está promovendo este ano Seminários de Educação Infantil (um por semestre), para que se discuta a necessidade de se avaliar os saberes de cada criança antes de elaborar o planejamento, pois assim, teremos um conteúdo real e significativo a ser desenvolvido com estas crianças. A avaliação aparece no RCN como avaliação formativa, sistemática e contínua ao longo do processo de aprendizagem de cada criança. A avaliação formativa é fundamental na obtenção de dados sobre a aprendizagem e reorientação da prática do professor na elaboração do seu planejamento, propondo situações capazes de gerar novos avanços na aprendizagem das crianças. Sobre os registros desta avaliação que ocorre na educação infantil é que questiono as práticas pedagógicas do registro da avaliação, tendo como alvo o olhar do educador para a criança num todo; qual é a concepção de aprendizagem que ele espera das crianças; o que o educador deve observar para registrar e de que forma para não rotular a criança; e quais instrumentos utilizar: relatórios, roteiros fechados, fichas individuais, etc. A partir disso, realizei uma entrevista sobre este tema com os professores de Educação Infantil da unidade onde trabalho e com educadores de um curso que freqüento na Unicamp- Proepre para a educação infantil, do qual participam educadores de outras redes municipais, como Mogi-Guaçu, Valinhos, Sumaré e Paulínia e rede particular em Jundiaí e Campinas. Esta entrevista trouxe-me dados significativos. Pude constatar que todas consideram a avaliação na educação infantil importante e como parte do planejamento escolar, a qual serve como um instrumento de reflexão sobre sua prática educacional e como forma de diagnóstico sobre a aprendizagem e o comportamento das crianças. Porém foi na forma de como registrar, que a maioria dos educadores entrevistados demonstraram sua preocupação em não saberem o que é importante considerar como avaliação na educação infantil.

12 6 Este estudo conduzirá a uma reflexão sobre as conseqüências deste registro, e a seguir trarei alguns teóricos que falam dos registros de avaliação na educação infantil. 2. Base Teórica Pode-se entender por registro de avaliação na educação infantil o documento que o professor se utiliza para escrever suas observações relativas ao desenvolvimento da criança. Jussara Hoffmann (2000) diz que Avaliar é registrar ao final de um semestre (periodicidade mais freqüente na préescola) os comportamentos que a criança apresentou, utilizando-se, para isso, de listagens uniformes de comportamentos a serem classificados a partir de escalas comparativas tais como: atingiu, atingiu parcialmente, não atingiu; muitas vezes, poucas vezes, não apresentou; muito bom, bom, fraco; e outras. Em muitas instituições, a prática avaliativa se reduz ao preenchimento dessas fichas de comportamento ou elaboração de pareceres descritivos padronizados ao final de determinados períodos. O cotidiano da criança não é verdadeiramente levado em conta, nem é considerada a postura pedagógica do educador, à semelhança do ocorrido no ensino regular.(p.12) Estes registros periódicos, geralmente ao final de um semestre retratam parcialmente o saber histórico e individual que a criança carrega consigo, além do que ao registrar sempre se compara uma criança com a outra sob um olhar do adulto que almeja um aluno ideal. Este tipo de avaliação que segue listagens uniformes como diz a autora, é uma forma de conceber que todos os alunos são iguais e sabemos que cada indivíduo possui características individuais de aprendizagem.

13 7 Freitas (2003, p.38) diz que a simples estada do aluno na escola já ensina as relações sociais hegemônicas ali presentes: submissão, competição e obediência às regras. Já na educação infantil, os registros de avaliação estabelecem este modelo de relação social de hierarquia, o qual o sistema capitalista impõe que um seja melhor que o outro e isto está presente na escala comparativa citada pela Jussara Hoffmann, em que se compara um aluno ao outro nos resultados que ele atingiu. A submissão está posta quando a criança percebe que seu saber não é valorizado e perde sua autoconfiança, sente-se incapaz, acreditando que somente o professor é detentor do saber. A obediência às regras aparece já nestes registros, pois como diz Freitas(2003, p.41) a avaliação do comportamento do aluno em sala, é um poderoso instrumento de controle em ambiente escolar, já que permite ao professor exigir do aluno obediência às regras. Jussara Hoffmann quando citou as fichas de comportamento que seguem estas listagens uniformes pressupõe-se uma ideologia implícita, que é a de obediências às regras, as quais os alunos começam na educação infantil e seguem por toda a sua vida escolar. Desta forma, para termos um registro de avaliação significativo que priorize a criança em seu desenvolvimento, Hoffmann (2000) diz que Os registros de avaliação significativos procuram documentar e ilustrar a história da criança no espaço pedagógico, sua interação com os vários objetos do conhecimento, sua convivência com os adultos e outras crianças que interagem com ela. Como história individual, devem esses registros revelar trajetórias peculiares, curiosidades, avanços e dificuldades próprias de cada criança, respeitando o seu ser diferente dos outros. Diferenças entre elas entendidas como normais e não como desvantajosas. (p.51) Respeitar a história da criança, as suas diferenças, observar sua convivência e sua interação com os objetos do conhecimento é adotar um olhar cuidadoso e

14 8 perspicaz com relação ao desenvolvimento da criança. Muitas vezes, os registros de avaliação servem para consolidar o trabalho burocrático da escola ou para dar satisfação aos pais, como Jussara Hoffman (2000) coloca a seguir Os professores são orientados a seguir roteiros padronizados para redigir pareceres descritivos, elaborando textos onde precisam comentar sobre todas as crianças em relação a idênticas situações e que acabam por retratar muito mais a rotina diária dos professores, para dar uma satisfação aos pais, supervisores e diretores sobre as atividades desenvolvidas. Esta tarefa de registro cumprida burocraticamente, aliada à ausência de formação teórica para analisar o que acontece com a criança, ou mesmo à pouca preocupação em observá-la no cotidiano, transforma a avaliação em preenchimento de registros sem significado pedagógico. (p.13) Nota-se que nesta preocupação de dar satisfação a alguém, perde-se o sentido da avaliação, enquanto trabalho pedagógico do professor e enquanto desenvolvimento da criança observado no cotidiano, seus avanços e suas conquistas. Jussara Hoffman (2000) diz que A avaliação em educação infantil precisa resgatar urgentemente o sentido essencial de acompanhamento do desenvolvimento infantil, de reflexão permanente sobre as crianças em seu cotidiano como elo da continuidade da ação pedagógica. (p.48) A ação pedagógica é permeada por julgamentos e valores que fazemos das crianças e de nós mesmos, profissionais da educação, pois faz parte do ser humano adotar esta postura. Os registros de avaliação na educação infantil seguem parâmetros subjetivos do educador que avalia. Devemos ter um olhar especial para a formação deste educador; pois é ele quem irá anotar as observações do desenvolvimento infantil, segundo seus critérios de julgamento. Ao avaliar este educador deverá ter o máximo de cuidado para não ser influenciado por juízos de valor como Freitas (2003) diz A parte mais dramática e relevante da avaliação se localiza aí, nos subterrâneos onde os juízos de valor ocorrem. Impenetráveis, eles regulam a relação professor-aluno e vice-versa. Esse jogo de representações vai construindo imagens e auto-imagens que terminam interagindo com as decisões metodológicas do professor. Os professores,

15 9 se não forem capacitados para tal, tendem a tratar os alunos conforme os juízos que vão fazendo deles. Aqui começa a ser jogado o destino dos alunos, para o sucesso ou fracasso. (p.45) Os registros de avaliação que trazem juízos de valor embutidos são vistos negativamente, como crianças rotuladas em que seu destino escolar determinará futuramente para o sucesso ou fracasso escolar. Esta avaliação subjetiva inerente à educação infantil pode ser amenizada de acordo com a abordagem feita pela Jussara Hoffmann (2000) quando diz A subjetividade inerente ao processo avaliativo não é problema à medida em que o educador estiver consciente de tal subjetividade. Tornar-se consciente significa observar mais e melhor as crianças, conversar com elas, assim como discutir sobre suas reações com os pais, diretores, coordenadores pedagógicos, orientadores, outros adultos que convivem com elas. (p.49) Desta forma os registros de avaliação que as instituições realizam devem conter observações neutras sobre o que a criança é, e não o que ela é ou não capaz de realizar, com isso estaremos auxiliando em seu desenvolvimento positivamente. Jussara Hoffmann (2000) diz que Os relatórios de avaliação alcançam o seu significado primeiro à medida em que ultrapassam a função burocrática, para expressar com objetividade e riqueza o processo vivido por alunos e professores no processo educativo. O que lhe dá fundamento é o cotidiano da criança acompanhado pelo professor através de anotações de suas descobertas, de suas falas, de conquistas que venha fazendo nas diferentes áreas do desenvolvimento.(p.67) Seja através de roteiros, cadernos com anotações individuais, fichas individuais, ou mesmo relatórios do desenvolvimento da criança, são documentos de que o educador se utiliza não como caráter sentensivo ou pré-determinado, mas como um documento que sirva de instrumento para que o educador possa adotar uma postura de mediador na construção de sujeitos autônomos, críticos e confiantes de seu saber.

16 10 3. Metodologia Pretende-se desenvolver uma pesquisa com métodos e instrumentos baseados na pesquisa social..segundo Minayo (2004) Entendemos por metodologia o caminho do pensamento e a prática exercida na abordagem da realidade... A metodologia inclui as concepções teóricas de abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a construção da realidade e o sopro divino do potencial criativo do investigador. Enquanto abrangência de concepções teóricas de abordagem, a teoria e a metodologia caminham juntas, intrincavelmente inseparáveis. Enquanto conjunto de técnicas, a metodologia deve dispor de um instrumental claro, coerente, elaborado, capaz de encaminhar os impasses teóricos para o desafio da prática. (p.16) Trata-se de uma pesquisa empírica com trabalho de campo associado com embasamento teórico. A abordagem desta pesquisa será qualitativa. O método utilizado será por via verbal, através de entrevista e expressão gráfica, através de questionário. Os sujeitos entrevistados são educadores de escolas da rede pública de Campinas, Paulínia, Mogi-Guaçu, Valinhos, Sumaré, Hortolândia e educadores de rede particular de Campinas e Jundiaí. A pesquisa será desenvolvida na Emei em que atuo e no Curso Proepre da Unicamp que freqüento, pois é o lugar onde se concentra um grande número de educadores de diversas redes municipais e particulares de ensino. A coleta de dados para a pesquisa será através dos questionários que os educadores entrevistados terão que responder. Estes dados serão analisados pelo seu conteúdo, observando as semelhanças e diferenças de resultado, porque é através desta análise que estarei

17 11 conhecendo na prática como estão sendo feitos os registros de avaliação na educação infantil, atualmente, nas escolas entrevistadas. 4. Caracterização dos Sujeitos A pesquisa foi realizada com professoras de educação infantil que freqüentam o curso de aperfeiçoamento - PROEPRE fornecido pela Faculdade de Educação da Unicamp, como curso de extensão. As professoras entrevistadas demonstraram grande interesse em estar conversando sobre o tema da avaliação, pois faz parte do cotidiano delas e das instituições em que trabalham que cobram uma avaliação individual de seus alunos. São quatro os sujeitos de pesquisa, os quais serão denominados professora A, B, C e D, respectivamente. Profª A: Formada em magistério no ensino médio e Pedagogia no curso superior. Atua há 7 anos na função de professora de educação infantil.leciona em uma escola particular de Jundiaí chamada Colégio Memorial. Profª B: Formada em magistério no ensino médio, Pedagogia no curso superior e Pós-graduação em Educação Infantil. Atua há 7 anos na função de professora de educação infantil. Leciona em uma escola pública da Prefeitura de Mogi-Guaçu. Profª C:

18 12 Formada em magistério no ensino médio, Pedagogia e Educação Física no curso superior e Pós-graduação em Psicopedagogia e Didática.Atua há 18 anos na função de professora de educação infantil.leciona em uma escola pública da Prefeitura de Sumaré. Profª D: Formada em magistério no ensino médio, Pedagogia no curso superior e Pós-graduação em Psicopedagogia.Atua há 14 anos na função de professora de educação infantil.leciona em uma escola pública da Prefeitura de Campinas. As professoras entrevistadas responderam a um questionário sobre a avaliação na educação infantil. 5. Discussão dos dados obtidos 1 - O que é avaliação para você na educação infantil? Profª A: A avaliação deve ser contínua e individual. Considera a discussão sobre o tema importante e que se deveria ter mais estudos e debates sobre o assunto entre os profissionais da educação. A avaliação não se limita ao aluno, mas aos instrumentos utilizados para estimular o desenvolvimento da criança, os quais devem estar atendendo as necessidades da criança, respeitando as fases de seu desenvolvimento. A avaliação também é para o professor se ele está sendo capaz de fazer com que as crianças aprendam. Profª B:

19 13 A avaliação é diagnóstica, contínua e individual. Avaliar é algo trabalhoso, que exige um olhar atento frente ao dia-a-dia das crianças. Este olhar deve estar voltado à todas as áreas do conhecimento, vendo o aluno como ser individual, em que cada qual tem suas dificuldades e habilidades. Considera que a avaliação auxilia e norteia o trabalho do professor junto aos seus alunos, para que o professor possa atender as necessidades de seus alunos propondo atividades que estimulem o desenvolvimento, respeitando as limitações individuais, mas também propondo desafios. Profª C: A avaliação é diagnóstica, qualitativa e individual. Os alunos são avaliados no início do ano para diagnosticar a fase em que se encontram de desenvolvimento e para que a professora possa planejar as atividades necessárias aos avanços das fases de desenvolvimento.depois há uma nova avaliação no final do ano para comparar o desenvolvimento dos alunos do início ao fim. Profª D: A avaliação é diagnóstica, contínua e individual. Consiste num retorno da prática pedagógica se está sendo adequada ao desenvolvimento dos alunos. A observação diária de seus alunos permite ver seus avanços e suas dificuldades, até mesmo se apresenta algum problema que precise ser encaminhando a algum especialista, como fonoaudiólogo, pediatra, neurologista ou psicólogo. 2 -Como o professor vincula a avaliação ao seu projeto de trabalho e faz os registros desta avaliação? Profª A: A avaliação está vinculada ao seu projeto de trabalho como uma tarefa a ser cumprida bimestralmente em que se faz os registros em forma de relatórios que já

20 14 apresentam um roteiro pré-estabelecido definido pela escola. Cabe ao professor colocar um x nos indicadores facilidade, parcialmente e dificuldade. Profª B: A avaliação está vinculada ao seu projeto de trabalho como uma coleta de dados através de um olhar atento, ou seja, através de observação sistemática. Esta coleta de dados vem de observações que considera importante para um bom planejamento diário de atividades desafiadoras. Profª C: A avaliação está vinculada ao seu projeto de trabalho como uma análise da fase em que a criança se encontra quando inicia o ano letivo, para a partir disto se realizar o planejamento anual. Durante o ano a professora observa se há avanços neste desenvolvimento. Profª D: A avaliação está vinculada ao seu projeto de trabalho através das atividades que a professora propõe. De acordo com a observação individual do desenvolvimento de cada aluno que é diagnosticada pelo resultado das atividades, a professora faz relatórios individuais tendo em vista a criança como um todo, não só o aspecto cognitivo, mas sua socialização, afetividade, comportamento e atitudes através de diversas situações. 3 - Em que aspectos ter um roteiro de avaliação ajuda na observação e registro? Profª A:

21 15 O roteiro de avaliação que auxilia na observação e registro é vinculado as habilidades que se espera o aluno alcançar, mas como é realizado todo bimestre, torna-se um roteiro repetitivo, sendo que outras informações mais importantes que a professora considera para o desenvolvimento da criança não aparecem neste relatório.desta forma, a professora faz um breve relato no campo de observações, salientando mais as qualidades e evitando falar das dificuldades, por se tratar de uma escola particular. Profª B: O roteiro de avaliação que a auxilia nas observações e registro são os Referenciais da Educação Infantil que apresentam conteúdos, objetivos e avaliação sobre o desenvolvimento infantil na matemática, linguagem oral e escrita, lateralidade, aspecto motor, artes, música, moralidade, entre outros. Esta forma de avaliar se apresenta nesta escola da rede municipal de Mogi- Guaçu. Profª C: O roteiro de avaliação que a auxilia nas observações e registro é um caderno elaborado pela escola em que se avalia o desenho da figura humana no início do ano e depois no final do ano para saber em que estágio de desenvolvimento a criança se encontra. Neste caderno também aparece a avaliação da escrita espontânea a partir de desenhos pré-estabelecidos no meio do ano e depois no final do ano. Esta forma de avaliar se apresenta somente nesta escola da rede municipal de Sumaré. Profª D: O roteiro de avaliação que a auxilia nas observações e registro não existe. A professora considera o aluno no seu desenvolvimento global, ou seja, aspecto cognitivo, aspecto afetivo, aspecto social e perceptivo-motor. O registro em forma de relatório trimestral serve para a professora acompanhar o desenvolvimento de seus alunos e também se avaliar na sua prática pedagógica.

22 Qual é a concepção de avaliação contida nos registros de avaliação? Profª A: O relatório de avaliação apresenta uma concepção de escola tradicional, pois já tem um roteiro fechado de desenvolvimento e não abrange todas as áreas de conhecimento a serem observadas. Sendo assim, torna-se uma avaliação rígida. Profª B: O relatório de avaliação apresenta uma concepção construtivista, porém ao observar a criança para avaliar, segundo os Referenciais da Educação, ainda se sente com um olhar tradicional quando compara uma criança a outra. Portanto, a professora relata que mescla as duas concepções, ora tradicional ora construtivista. Profª C: A concepção de avaliação contida no caderno elaborado pela escola é construtivista, porque é a criança que apresenta suas hipóteses de escrita e o nível do desenho através da figura humana. Profª D: O relatório de avaliação apresenta uma concepção sócio-interacionista, porque prioriza o desenvolvimento da criança no meio social, a forma como interage com o conhecimento através de diversas situações, não somente a escrita ou o desenho, mas através de um jogo ou brincadeira, através de comportamento que apresenta no parque ou no refeitório e outras situações.

23 O método utilizado para avaliação é compatível com a concepção adotada? Profª A: O método é rígido e tradicional e portanto, compatível com a concepção adotada. A professora bimestralmente registra suas observações nos relatórios, colocando um x no roteiro pré-estabelecido, mas que não apresenta flexibilidade de pontuar em que realmente a criança precisa melhorar. Profª B: O método utilizado para avaliação é construtivista e portanto é compatível, pois a coleta de dados permite ao professor ter uma visão construtivista ao elaborar as atividades desafiadoras e que realmente proporcionem a construção do conhecimento. Profª C: O método utilizado para avaliação é construtivista e compatível com o caderno de avaliação elaborado, pois se avalia qualitativamente, diagnosticando em que fase de desenvolvimento a criança se encontra. Profª D: O método é compatível com uma visão sócio-interacionista, porque é através do olhar diferenciado para a criança e visando o seu desenvolvimento e interação que as atividades são planejadas e os registros nos relatórios aparecem como a criança está evoluindo neste processo, não se limitando assim ao que ela sabe ou não sabe fazer.

24 Como a subjetividade do professor aparece nos registros de avaliação? Profª A: A subjetividade aparece como omissão ao desenvolvimento real do aluno, por se tratar de escola particular, a avaliação é para os pais acompanharem o desempenho da escola e de seus filhos e deve ser sempre positiva, ressaltando as qualidades da criança. Algumas informações necessárias são passadas aos pais de maneira individual e verbal. Profª B: A subjetividade aparece nesta coleta de dados, pois é a professora quem vai elencar o que realmente é mais importante e necessário destacar, segundo o Referencial da Educação Infantil, para o desenvolvimento da criança e isto vai de encontro com sua experiência profissional e de sua visão como educadora.isto varia de professor para professor. Profª C: A subjetividade está associada ao que se espera do aluno enquanto meta de desenvolvimento/ faixa etária. Não se deve subestimar as crianças e nossas ações educativas devem estar sempre de acordo com a teoria. Profª D: A subjetividade está presente no cuidado que o professor deve ter ao usar expressões ou palavras que não criem rótulos nos alunos, porque é muito difícil ter um olhar isento para determinadas situações sem emitir julgamentos morais próprios da formação pessoal de quem está avaliando. Portanto, registrar como a criança está naquele momento de desenvolvimento e não rotulando-a dizendo o que ela é, pois a criança está em constante desenvolvimento. Fatores externos também influenciam

25 19 no comportamento desta criança, por isso sua vida familiar também deve ser conhecida antes de ser feito este relatório. 7 A avaliação na educação infantil é destinada à quem? Profª A: A avaliação é destinada aos pais que pagam a instituição para avaliar se seus filhos estão aprendendo ou não. Daí o caráter sempre positivo dos relatórios, para que os pais estejam satisfeitos com a instituição. Por outro lado a cobrança por parte da escola em se cumprir este relatório é maior. A professora solicita que discussões a respeito de uma avaliação eficaz que propicie um desenvolvimento real é necessária, pois não sente apoio da instituição no projeto pedagógico. Profª B: A avaliação é destinada ao professor como um ponto de reflexão para sua prática em sala de aula.para avaliar se as atividades estão sendo desafiadoras aos alunos e se estão adequadas ao seu desenvolvimento. Os pais também tem participação no acompanhamento do desenvolvimento de seus filhos, mas o relatório não tem este caráter, é para o professor mesmo. A escola pede que o professor faça este relatório, mas há liberdade na forma de se registrar as informações sobre a criança. Profª C: A avaliação é destinada a escola, ou seja, ao projeto pedagógico, como um referencial para o professor planejar as atividades que propiciarão a construção do conhecimento das crianças. Os pais tomam conhecimento do desenvolvimento de seus filhos nas reuniões, mas a função primeira deste caderno é pontuar para o professor o nível de desenvolvimento da criança. È uma exigência da escola que se

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