ESCOLA DE ENSINO SUPERIOR ANÍSIO TEIXEIRA CURSO DE PEDAGOGIA LUCÍOLA RIBEIRO NASCIMENTO ROSINEIA CARVALHO BICARIO PRATTI

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESCOLA DE ENSINO SUPERIOR ANÍSIO TEIXEIRA CURSO DE PEDAGOGIA LUCÍOLA RIBEIRO NASCIMENTO ROSINEIA CARVALHO BICARIO PRATTI"

Transcrição

1 1 ESCOLA DE ENSINO SUPERIOR ANÍSIO TEIXEIRA CURSO DE PEDAGOGIA LUCÍOLA RIBEIRO NASCIMENTO ROSINEIA CARVALHO BICARIO PRATTI PEDAGOGIA DA AFETIVIDADE NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM SERRA/2011

2 2 LUCÍOLA RIBEIRO NASCIMENTO ROSINEIA CARVALHO BICARIO PRATTI PEDAGOGIA DA AFETIVIDADE NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Monografia apresentada ao Programa de Graduação em Pedagogia da Escola de Ensino Superior Anísio Teixeira, como requisito parcial para a obtenção do grau de Licenciatura plena em Pedagogia. Orientadora: Vânia Rosa Rodrigues. SERRA/2011

3 3 LUCÍOLA RIBEIRO NASCIMENTO ROSINEIA CARVALHO BICARIO PRATTI PEDAGOGIA DA AFETIVIDADE NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Monografia apresentada ao Programa de Graduação em Pedagogia da Escola Superior de Ensino Anísio Teixeira, como requisito parcial para a obtenção do grau de Licenciatura em Pedagogia Aprovada em 07 de julho de 2011 COMISSÃO EXAMINADORA Profª Vânia Rosa Rodrigues Escola Superior de Ensino Anísio Teixeira Orientador Profª Carina Sabadim Veloso Escola Superior de Ensino Anísio Teixeira Membro 1 Profª Rosimar Macedo Alves Escola Superior de Ensino Anísio Teixeira Membro 2

4 4 Dizem-nos que, se dermos mais atenção sistemática à inteligência emocional, ao aumento da autoconsciência, a lidar mais eficientemente com nossos sentimentos aflitivos, manter otimismo e a perseverança apesar das frustrações, aumentar a capacidade de empatia e envolvimento de cooperação e ligação social, o futuro pode ser mais esperançoso. Daniel Goleman

5 Agradecemos primeiramente a Deus pelo dom da vida e por todas as oportunidades concebidas até aqui. Agradecemos a nossa professora Vânia por estar sempre presente com muita sabedoria, paciência tendo sempre uma palavra amiga para nos tranqüilizar nos momentos de Angústia. Agradecemos ainda aos nossos familiares pela compreensão nos momentos que estivemos ausentes; e aos verdadeiros amigos que não mediram esforços para nos ajudar e nos acompanharam durante nossa caminhada e que acreditaram que teremos a capacidade de vencer. 5

6 6 RESUMO Este trabalho aborda o tema pedagogia da afetividade no processo de ensino aprendizagem, onde será abordada a importância da afetividade na construção do indivíduo, e a compreensão dos educadores de que os alunos necessitam de um ambiente acolhedor e humanizado, principalmente aqueles que estão no início da escolarização, pois eles nessa fase fazem da escola uma extensão do lar. Serão relacionados os pontos de vista entre afetividade e a inteligência, o aprendizado e o desenvolvimento. Partindo do pressuposto de que o ser humano é um ser racional, mas dotado de desejos, expectativas, afetos e emoções, sentimentos esses que movem suas ações, do seu nascimento até a sua morte. Podemos dizer então que o afeto e as emoções são partes fundamentais da nossa vida psíquica, e devem ser trabalhados em sua totalidade. Ressaltamos então que o aspecto afetivo e o aspecto cognitivo como estão totalmente ligados, devem ser trabalhados em sala de aula pelo professor, criando-se um ambiente acolhedor, estimulando parcerias, cooperação, respeito às diversidades, etc. Propondo uma educação moral visando fazer com que as crianças sejam capazes de controlar seus sentimentos e desejos. PALAVRAS-CHAVE: Afetividade. Ensino-aprendizagem. Cognitivo.

7 7 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO METODOLOGIA REFERENCIAL TEÓRICO A CONCEPÇÃO DE AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO A AFETIVIDADE E A APRENDIZAGEM NA CONCEPÇÃO DE WALLON COMPONENTES DA AFETIVIDADE NO DESENVOLVIMENTO INTELECTUAL: A TEORIA DE PIAGET AS INTERAÇÕES SOCIAIS NA PERSPECTIVA DE VYGOTSKY A AFETIVIDADE NA RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO O PAPEL DO PROFESSOR A AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL A AFETIVIDADE COMO COMPONENTE NO PROCESSO EDUCATIVO APRESENTAÇÃO DE ANÁLISE DE DADOS PERFIL DOS ENTREVISTADOS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS PESQUISA BIBLIOGRÁFICA WEBGRAFIA...54

8 8 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho tem como tema a afetividade no processo de ensino aprendizagem, pretendendo assim ressaltar a importância da afetividade para a aprendizagem e o desenvolvimento intelectual e social da criança. Pois partindo do pensamento de que o indivíduo é uma pessoa dotada de raciocínio, sentimentos, desejos e de expectativas procurando ver no outro a confirmação do bem e do carinho natural que deve existir entre os seres. Hoje a escola está focada em preparar o aluno apenas para o mercado de trabalho. Preocupa-se com a matemática, português, história, geografia, enfim, disciplinas com conteúdos exaustivos, deixando de lado o respeito, o companheirismo, a solidariedade, o amor. A escola vem formando seres individualistas, onde o que importa é se dar bem, passando por cima de qualquer empecilho que surja no caminho. Acreditamos que as dificuldades, os conflitos, as guerras e a intolerância que gradativamente se apoderam do mundo são resultado dessa total inversão de valores que predomina na sociedade. Falar em afetividade é acreditar em uma educação com relevância social e, em uma escola construída a partir do respeito, compreensão e autonomia de idéias com a pretensão de formar cidadãos honestos e respeitáveis que olhem o mundo com a intenção de transformá-lo, sujeitos autônomos capazes de pensar por si próprio sem deixar de lado o outro. A relevância do tema está em levantar uma questão que parece começar a incomodar alguns profissionais da área educacional. Portanto é de fundamental importância abordar que a ação pedagógica deve nortear a relação afetiva que influenciará diretamente na aprendizagem e na auto-estima do aluno, tendo em vista diferenças individual e comportamentos inerentes ao ser humano. Sendo assim, a escolha deste tema visa uma contribuição para fomentar maior discussão e interesse dos Pedagogos que, assim como nós, acreditam no sucesso escolar tendo como princípio básico a afetividade em sua relação educacional e, conseqüentemente contribuindo para uma auto-estima positiva. Nesta perspectiva demonstraremos que

9 9 podemos construir para um ambiente escolar pautado no respeito, favorecendo na formação do indivíduo para a vida. Segundo Piaget appud Rossini, (2001, p. 9) parece existir um estreito paralelismo entre o desenvolvimento afetivo e o intelectual, com este último determinando as formas de cada etapa da afetividade. Ela domina a afetividade pessoal na esfera instintiva, nas percepções, na memória, no pensamento, na vontade, nas ações, na sensibilidade corporal sendo componente do equilíbrio da harmonia e da personalidade. Busca-se através deste trabalho analisar a relação entre professor e aluno que pode influenciar na construção do aprendizado, levando em conta a importância da afetividade no processo educativo, procurando manter as relações humanas, pensando na escola não somente como uma instituição que visa apenas o lucro. É necessário refletir sobre a afetividade como fator importante no relacionamento professor e aluno, desenvolvendo análises sobre a interligação entre a aprendizagem e a afetividade na formação do aluno. Analisar que ações pedagógicas favorecem a afetividade no trabalho de professor. Identificar as dificuldades na relação professor e aluno, que envolvem a questão da afetividade com a aprendizagem. Discutir a postura do professor diante de dificuldades no relacionamento com alunos. Tendo como referencias as leituras bibliográficas.

10 10 2 METODOLOGIA Tendo em vista o fato de que a pesquisa visa discutir a importância da afetividade no processo de ensino aprendizagem, o tipo de técnica metodológica escolhido foi a pesquisa bibliográfica, e o estudo de caso com professores de educação infantil e fundamental, da rede pública e privada. Realizamos entrevistas com professores experientes, através de questionário com respostas claras e objetivas, e uma conversa informal sobre o assunto e trocas de experiências. Para analisarmos as respostas das entrevistas buscamos embasamentos teóricos em estudiosos da pedagogia e psicologia. Realizando assim uma pesquisa bibliográfica, que segundo Antônio Gil, (1996, p.48): É desenvolvida a partir de material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos. As pesquisas foram feitas a partir de materiais de grandes autores, estudiosos no assunto, como: Wallon, Piaget e Vygotsky. Com o objetivo de desenvolver nossa pesquisa foram selecionados alguns passos metodológicos, dos quais destacamos: determinação dos objetivos, elaboração do plano de trabalho, localização das fontes e obtenção do material, leitura do material, fichamentos de livros e artigos. A nossa pesquisa é classificada como exploratória e descritiva, de acordo com Gil (1996, p. 45): Estas pesquisas têm como objetivo proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais explicito ou a construir hipóteses. Podese dizer que estas pesquisas têm como objetivo principal o aprimoramento das idéias ou a descoberta de intuições. Dessa forma, pretende-se com este trabalho, contribuir junto aos professores de educação infantil, no desenvolvimento de ações dentro da sala de aula que estimulem o respeito mútuo, a interação, e a compreensão.

11 11 3 REFERENCIAL TEÓRICO 3.1 A CONCEPÇÃO DE AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO Segundo Ferreira, (1999, p. 62) afetividade significa: Conjunto de fenômenos psíquicos que se manifestam sob a forma de emoções, sentimentos e paixões, acompanhados sempre da impressão de dor ou prazer, satisfação ou insatisfação, de agrado ou desagrado, de alegria ou tristeza. As emoções são o organizador interno das nossas reações, que transforma nossos sentimentos em tensões, exercita, estimula ou freia todas as nossas reações. Dessa forma a emoção conserva o papel de organizador interno de nosso comportamento. O afeto é a parte de nosso psiquismo responsável pela maneira de sentir e perceber a realidade. A afetividade é, então, a parte psíquica responsável pelo significado sentimental de tudo que vivemos. Se algo que vivenciamos está sendo agradável, prazeroso, sofrível, angustiante, causa medo ou pânico, ou nos dá satisfação, todos esses conceitos são atribuídos pela nossa afetividade. Segundo ROSSINI (2001 p.9): A afetividade acompanha o ser humano desde o nascimento até a morte. Ela está em nós como uma fonte geradora de potência de energia. Sendo assim, a afetividade é essencial em qualquer momento da vida do ser humano, pois ela se manifesta ao decorrer da vida em todos os momentos e em todas as relações sociais. Podemos questionar então; o porquê que os primeiros gritos da criança são de choro? Direcionando isso pelo lado da afetividade, podemos afirmar que é uma forma de exercitar o interesse da mãe e provocar os cuidados necessários, já que se a mesma só demonstrasse alegria na fase que não sabe falar, talvez as pessoas que a rodeiam não entenderiam suas necessidades. Segundo Henri Wallon apud Isabel Galvão (1999. P. 43) No estágio impulsivo-emocional, que abrange o primeiro ano de vida, o colorido peculiar é dado pela emoção, instrumento privilegiado de interação da criança com o meio. Resposta ao seu estado de imperícia, a predominância da afetividade orienta as primeiras reações do bebê as pessoas, as quais intermediam sua relação com o mundo físico; a exuberância de suas

12 manifestações afetivas é diretamente proporcional a sua inaptidão para agir diretamente sobre a realidade exterior. 12 O recém nascido tem essa capacidade de comunicação através de suas emoções encontrando assim uma forma de interagir com o outro, através das expressões de seus sentimentos. O recém-nascido não tem ainda outras formas de se comunicar com o outro, que não a emoção, esta sim, forma eficiente de comunicação; e que funciona em mão dupla, toda comunicação com o bebê também é emocional e corporal. Segundo Henri Wallon (1999. p ): O recém-nascido não se diferencia do outro nem mesmo no plano corporal. Situações comuns ao bebê, como aquela em que, surpreso, grita de dor após morder o próprio braço, ilustram o inacabado do recorte corporal. O bebê ainda não diferencia o seu corpo das superfícies exteriores. É pela interação com os objetos e com o seu próprio corpo em atitudes como colocar o dedo nas orelhas, pegar os pés, segurar uma mão com a outra que a criança estabelece relações entre seus movimentos e suas sensações e experimenta, sistematicamente, a diferença de sensibilidade existente entre o que pertence ao mundo exterior e o que pertence a seu próprio corpo. Por essas experiências torna-se capaz de reconhecer, no plano das sensações, os limites de seu corpo, isto é, constrói-se o recorte corporal. O choro inicial, o desconforto das cólicas, do frio, do calor, a exploração do próprio corpo, representam a exploração do EU, nesse primeiro momento corporal. Com o passar do tempo graças à exploração dos objetos e da linguagem, vai construindo o EU psíquico. Todo o processo de educação significa a construção do EU. A criança seja em casa, na escola, em todo o lugar, está se construindo como ser humano, através de suas experiências com o outro. Para Henri Wallon (1999. P ): A construção do eu - corporal é condição para a construção do eu psíquico, tarefa central do estágio personalista. No período anterior à aproximação da consciência de si, a criança encontra-se num estado de sociabilidade sincrética. O adjetivo sincrético é utilizado para designar as misturas e confusões a que está submetido a personalidade infantil. Indiferenciada, a criança percebe-se como que fundida nos objetivos ou nas situações familiares, mistura a sua personalidade à dos outros, e a destes entre si. No início o recém-nascido não se percebe como indivíduo diferenciado confundindo-se com o próprio meio, parece se misturar com a sensibilidade ambiente e, a todo instante, repercutir em suas reações e as relações de seu meio. A destinação entre eu e o outro só se adquire progressivamente, num processo que se faz nas e pelas interações sociais.

13 13 A construção do real vai acontecendo, por meio de informações e desafios sobre as coisas do mundo, mas o aspecto afetivo nessa construção continua muito presente. A construção afetiva e cognitiva acontece no primeiro ano de vida, sendo que a afetiva esta mais ligada às manifestações fisiológicas, construindo o ponto de partida do psiquismo. Conforme a criança vai se desenvolvendo, as emoções vão sendo subordinadas ao controle das funções psíquicas, da razão. E por toda a vida vão se alternando, numa relação de filiação e ao mesmo tempo oposição. Wallon (1999. P. 90) considera essencial a influencia social, pois ela estabelece um vínculo maior entre os indivíduos a fim de suprir a articulação cognitiva nos anos iniciais de vida de cada indivíduo. Segundo o autor: Portanto, no início da vida, afetividade e inteligência então sincreticamente misturadas, com o predomínio da primeira. A sua diferenciação logo de inicia, mas a reciprocidade entre os dois desenvolvimentos se repercute sobre a outra permanentemente. Ao longo do trajeto, elas alternam preponderâncias, e a afetividade reflui para dar espaço a intensa atividade cognitiva [...] Nessa perspectiva, a afetividade não é apenas uma das dimensões da pessoa, é também uma fase do desenvolvimento. O ser humano saiu da vida puramente orgânica e afetiva diferenciando-se lentamente para a vida racional. Lembrando-se de que os dois estão interligados e são inseparáveis. Contudo a atividade emocional é complexa e paradoxal; é também social e biológica, capaz de realizar a mudança entre o estado orgânico do indivíduo e sua etapa cognitiva, racional, só sendo atingido por meio do social. É no conhecimento afetivo que o psiquismo surge da vida orgânica e se manifesta no ambiente social que garante o acesso ao universo cultural dos homens ao longo da história. Dessa forma o indivíduo começa a tomar posse de instrumentos que o ajudará a desenvolver a capacidade cognitiva. Através da afetividade cria-se um vínculo poderoso, entre a ação do sujeito e os instrumentos intelectuais. De acordo com Wallon apud Galvão (1995 p ):

14 14 Mais determinante no início, o biológico vai progressivamente cedendo espaço de determinação ao social. Presente desde a aquisição de habilidades motoras básicas, como a preensão e a marcha, a influência do meio social torna-se muito mais decisiva na aquisição de condutas psicológicas superiores, como a inteligência simbólica. É a cultura e a linguagem que fornecem ao pensamento os instrumentos para a sua evolução. O simples amadurecimento do sistema nervoso não garante o desenvolvimento de habilidades intelectuais mais complexas. Para que se desenvolvam, precisam interagir com alimento cultural, isto é, linguagem e conhecimento. Dessa forma não é possível estabelecer o grau de conhecimento ou inteligência do indivíduo, pois estas só se dão através do convívio com a sociedade e o desenvolvimento individual de cada um. A afetividade está dentro do ser humano, ela é à base da vida, norteia o desenvolvimento do sujeito, em especial a construção da sua personalidade, e se manifesta no clima de acolhimento, de empatia, compreensão para consigo mesmo, e com os outros. A afetividade dinamiza as interações, as trocas, a busca, os resultados, facilita a comunicação, toca, envolve os participantes promovendo a união. Sendo assim um componente básico do conhecimento que está intimamente ligado ao sensorial e ao intuitivo. Através dela o ser humano procura direcionar o seu objetivo maior que é viver em harmonia na sociedade. Segundo Almeida, (1999, p. 69): O homem não precisa autopreservar-se como também se adaptar a diversas circunstâncias do meio social. É no convívio com o meio social, na interação com os outros que as emoções rudimentares vão se tornando mais socializadas. Assim comenta Martinet (1981), o fenômeno emoção é dinâmico em movimento em que uma expressão emocional impulsiona a outra, e assim sucessivamente. Nossas relações afetivas, nosso jeito de ver e pensar se dá primeiramente através das emoções e em segundo lugar no lado racional. A afetividade é um estado de afinidade profunda entre os sujeitos. Assim, na interação afetiva com outro sujeito, cada sujeito intensifica sua relação consigo mesmo, observa seus limites e, ao mesmo tempo, aprende a respeitar os limites do outro. A afetividade é necessária na formação de pessoas felizes, éticas, seguras e capazes de conviver com o mundo que a cerca. De acordo com Rossini (2001, p.10): Podemos então, dizer que a

15 afetividade é essencial, para que haja o pleno desenvolvimento das características do ser humano, afetividade que domina todas as ações do sujeito. 15 Dessa forma podemos dizer que todas as ações do ser humano são antes de tudo, dominadas pela afetividade, permitindo que o sujeito se desenvolva. A educação está ligada a um segmento mais humano, voltada para as necessidades do ser humano e suas características de um ser dotado de espírito, corpo, emoção e razão. O afeto desempenha um papel importante no funcionamento da inteligência, pois sem o afeto não haveria interesse, necessidade e motivação, conseqüentemente os problemas não seriam questionados, sendo assim, não haveria inteligência. A afetividade é uma das condições necessárias da constituição da inteligência. De acordo com Piaget apudd Seber, (1997, p. 216): As construções intelectuais são permeadas passo a passo pelo aspecto afetivo e ele é muito importante. Tal aspecto diz respeito aos interesses, motivações, afetos, facilidades, esforço, ou seja, ao conjunto de sentimentos que acompanha cada ação realizada da criança. A afetividade é o motor das condutas. Ninguém se esforçará para resolver um problema de matemática, por exemplo, se não se interessar em absoluto pela disciplina. Percebemos então que os aspectos afetivos e cognitivos se relacionam mutuamente, em cada situação eles estão presentes influenciando as ações do sujeito. A escola é um espaço amplo, onde se encontra diferentes valores, experiências, concepções, culturas, crenças e relações sociais se misturam e fazem do cotidiano escolar uma rica e complexa estrutura de conhecimentos e de sujeitos. Essa rica heterogeneidade que permeia a escola acaba por se confrontar com uma estrutura pedagógica que está baseada num padrão de sociedade e de homem, onde a diferença e vista de forma negativa, gerando assim uma pedagogia excludente. No cotidiano escolar as relações têm se mostrado cada dia mais difíceis e conflitantes. Segundo Wallon apudd Galvão, (1995, p. 104): No cotidiano escolar são comuns as situações de conflito envolvendo professor e alunos. Turbulência e agitação motora, dispersão, crises emocionais desentendimentos entre alunos e destes com o professor são alguns exemplos de dinâmicas conflituais, que com freqüência deixam a todos desamparados e sem saber o que fazer. Irritação, raiva, desespero e

16 medo são manifestações que costumam acompanhar as crises, funcionando como termômetro do conflito. 16 O professor precisa estar apto emocionalmente, preparado e equilibrado para lidar com situações como essa. A relação eu - outro pode ser muito conflituosa, quando não há aceitação do outro como legítimo outro na convivência. (Maturana, 2008, p.84), na falta de habilidade de se lidar com os conflitos comuns, do dia a dia, e superá-los implica um desafio imbricado em questões políticas, econômicas sociais e pedagógicas. Para Paulo Freire, (1996, p. 142): O desrespeito à educação, aos educandos, aos educadores e educadoras, corrói ou deteriora em nós, de um lado a sensibilidade ou a abertura do bem querer que da prática educativa, de outro, a alegria necessária ao fazer docente. É digna de nota a capacidade que tem a experiência pedagógica para despertar, estimular e desenvolver em nos o gosto de querer bem o gosto de alegria sem a qual a prática educativa perde ao sentido. O educador pode transformar essa trágica realidade em que se encontra a educação. Sendo assim o ser humano vive em constante dilema, no aprendizado, de como lidar com as emoções, de como viver de forma harmônica na sociedade. Portanto conviver em sociedade não é fácil, mas devemos partir do princípio de que em educação, como em qualquer outra área profissional, e a valorização do indivíduo deve vir em primeiro lugar, pois seja ele, professor, aluno, vigilante ou servente o cidadão é acima de tudo uma pessoa dotada de capacidades, desejos e de sentimentos, buscando ver no outro a confirmação do bem e do carinho natural que deve existir entre os seres. Pois de acordo com Maturama, (1999, p. 15): Vivemos uma cultura que desvaloriza as emoções, e não vemos o entrelaçamento cotidiano entre razão e emoção, que constitui o viver humano, e não nos damos conta de que todo sistema racional tem um fundamento emocional. A afetividade, as emoções não são levadas em consideração, não há uma relação entre cognição e o afeto, hoje se preza mais a razão. Deixa-se de lado a relevância dos aspectos afetivos no processo do conhecimento.

17 17 Essa abordagem teórica traça um caminho orientado pelo movimento afetivo, baseandose na ética, na autonomia e no respeito. Posturas como estas ajudam a construir um ambiente favorável a construção do conhecimento. Para aprofundar essa temática aborda-se a afetividade na perspectiva de Henri Wallon, Jean Piaget e Lev S. Vygotisky, buscando compreender essas diferentes concepções A AFETIVIDADE E A APRENDIZAGEM NA CONCEPÇÃO DE WALLON Henri Wallon nasceu em Paris em 13 de junho de 1879, numa família republicana. Além de acadêmico foi um homem político, sua vida foi marcada mais por sua dedicação como pesquisador, do que pelos cargos políticos que chegou a assumir. Seus estudos têm como principal objetivo decifrar o homem, isto é, desvelar como um recémnascido, com toda a sua imperícia, transforma-se em adulto. Com essa preocupação, atribui um papel básico à emoção e sobre ela elaborou uma teoria psicogenética que ocupa lugar central fundamental em toda a sua obra. Wallon defendia uma educação integral, ou seja, capaz de possibilitar a formação do caráter e a orientação profissional. Dedicou-se a fazer da Psicologia uma ciência do homem. Entre os mais variados temas de investigação que sua teoria psicogenética desenvolveu, destacam-se: emoção, inteligência, consciência, atenção, imitação etc. Segundo Wallon, afetividade ocupa lugar central no processo de desenvolvimento da personalidade dos sujeitos e se constitui pelo domínio funcional, que depende de dois fatores: orgânico e social, numa relação recíproca que impede qualquer tipo de determinismo no desenvolvimento humano (ALMEIDA, 1999, p. 20). Não somos seres condicionados apenas pela nossa constituição biológica, uma vez que o social pode superar as condições biológicas. Isso significa dizer que a afetividade, de ordem basicamente orgânica, recebe influências do meio social, e dependendo de uma

18 evolução da afetividade que se afasta da base orgânica e se torna cada vez mais relacionada ao social. 18 Segundo o Wallon (1995, p. 32): Recusando-se a selecionar o único aspecto do ser humano e isolá-lo do conjunto, Wallon propõe o estudo integrado do desenvolvimento, ou seja, que este abarque os vários campos funcionais, nos quais se distribui a atividade infantil (afetividade, motricidade, inteligência). Vendo o desenvolvimento do homem, ser geneticamente social, como processo em estreita dependência das condições concretas em que ocorre, propõe o estudo da criança contextualizada, isto é, nas suas relações com o meio. É preciso pensar na educação da criança, vê-la como um ser completo, prepara-lá para a vida em todos os seus contextos e não somente nos contextos e disciplinas. Wallon (1992) afirma que desde as primeiras fases da infância, as relações afetivas estabelecidas, tanto no meio familiar quanto no contexto pedagógico, são determinantes na construção da identidade e do caráter da criança. Os vários estágios de desenvolvimento da criança, caracterizados por Wallon, desde o início da infância, até a vida adulta, tem como característica central a predominância alternada dos aspectos afetivos e cognitivos que no decorrer do desenvolvimento humano, a história da construção da pessoa será constituída por uma sucessão pendular de momentos dominantes afetivos ou momentos dominantes cognitivos. De acordo com Wallon (1992, p. 90): O ser humano foi, logo que saiu da vida puramente orgânica, um ser afetivo. Da afetividade diferenciou-se, lentamente a vida racional. Portanto no início da vida, afetividade e inteligência estão sincreticamente misturadas, com a predominância da primeira. A sua diferenciação logo se inicia, mas a reciprocidade entre os dois desenvolvimentos se mantém de tal forma que as aquisições de cada um a repercutem sobre a outra permanentemente. Ao longo do trajeto, elas alternam preponderâncias, e a afetividade reflui para dar espaço à intensa atividade cognitiva. Podemos destacar então que, de acordo com Wallon, no início da vida predomina o aspecto afetivo e que no desenvolver do sujeito, os aspectos afetivos e cognitivos se entrelaçam em suas perpétuas interações recíprocas.

19 19 Ele analisou que no início da vida, a afetividade predomina e orienta as primeiras manifestações do bebê, desencadeadas pela fome ou saciedade, sendo esta as bases das relações afetivas. Manifestações estas que garantem a sobrevivência no período de total de dependência pela capacidade de mobilizar o ambiente, a fim de atender nossas necessidades básicas, criando vínculos imediatos com o meio social. Segundo Gonçalves (2003.p.14-15): O recém-nascido não tem ainda outras formas de se comunicar com o outro, que não via emoção [...] Cada movimento, cada expressão corporal dessa criança, acaba por receber um significado, atribuído pelo outro, significado esse do qual ela se apropria. Uma criança que chora porque seu estômago dói de fome, não chora inicialmente para alguém vir alimentá-la, mas chora porque causa dor. Ao receber a atenção que necessita, vai construindo os significados de cada ação sua. Dessa forma o recém-nascido estabelece o seu primeiro vínculo afetivo com o outro e a partir daí vai amadurecendo e atribuindo significados e construindo suas relações. Wallon ressalta ainda a importância da afetividade, alertando para o fato de que para evoluir, ela depende de conquistas realizadas no plano da inteligência e vice-versa. A afetividade seria tão importante quanto à inteligência, uma vez que se constituem num par inseparável na evolução do indivíduo, já que à medida que o indivíduo se desenvolve, as necessidades afetivas se tornam cognitivas. (ALMEIDA, 1999, p. 23). O autor ressalta que o aspecto afetivo e cognitivo, são dependentes um do outro e que no desenvolver da consciência um dará lugar ao outro, mas sempre haverá uma reciprocidade. A afetividade está vinculada às sensibilidades internas e orientada para o mundo social, para a construção da pessoa, e a representação de ordem intelectual está vinculada às sensibilidades externas, orientadas para o mundo físico. Ou seja, a afetividade é fundamental para o desenvolvimento humano, tendo o papel de determinar os interesses e necessidades individuais do sujeito, antecedendo o que Wallon chama de inteligência. Para o Wallon (1995, p. 97): Tendo por objetivo a psicogênese da pessoa concreta, a teoria Walloniana, se utilizada como instrumento para a reflexão pedagógica, suscita uma prática que atenda as necessidades da criança nos planos afetivo, cognitivo e motor, que promova o seu desenvolvimento em todos esses níveis.

20 20 Para o autor não é possível pensar a inteligência de forma isolada, ela é um conjunto de fatores que devem ser levados em conta, pensando o ser humano por completo. A origem da conduta emocional é orgânica, sendo expressa involuntariamente e incontrolavelmente, tornando-se suscetível de controle voluntário. No adulto, esse comportamento aparece apenas nos momentos difíceis, em situações novas com poucos recursos. Daí a questão levantada por Dantas (1992) que sugere a educação da emoção, o que pressupõe o conhecimento do modo como esta funciona, uma vez que essa explosão orgânica provocada pela emoção diminui a percepção exterior dificultando as atividades nas relações interpessoais. Wallon (1995, p. 67) ressalta ainda que: No bebê, os estados afetivos são invariavelmente vividos como sensações corporais, e expressos sob a forma de emoções. Com a aquisição da linguagem diversificam-se e ampliam-se os motivos dos estados afetivos, bem como os recursos para sua expressão...ao longo do desenvolvimento, a afetividade vai adquirindo relativa dependência dos fatores corporais. O recurso a fala e a representação mental fazem com que variações nas disposições afetivas passam a ser provocadas por situações abstratas e idéias, e possam ser expressas por palavras. À medida que o ser humano vai se desenvolvendo vão aparecendo outras formas de manifestações afetivas, a criança chora, berra e quando começa a amadurecer começa a ter reações diferentes. Nesse contexto, Wallon cria uma teoria de desenvolvimento da personalidade, que privilegia a relação entre o domínio afetivo e cognitivo, num movimento dialético, sugerindo assim como nos estudos sobre o desenvolvimento cognitivo, etapas para o desenvolvimento afetivo, e pontua três momentos principais das fases do desenvolvimento afetivo: a fase da afetividade emocional, onde as trocas afetivas dependem inteiramente da presença do parceiro, necessitando da presença da comunicação, nessa fase está em primeiro plano a construção do sujeito. A segunda é a afetividade simbólica, onde a inteligência constitui a função simbólica, sendo incorporada pela linguagem (oral e depois escrita) e a terceira, e última, a

AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS E O DESENVOLVIMENTO AFETIVO E INTELECTUAL DA CRIANÇA

AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS E O DESENVOLVIMENTO AFETIVO E INTELECTUAL DA CRIANÇA AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS E O DESENVOLVIMENTO AFETIVO E INTELECTUAL DA CRIANÇA Eliana de Sousa Alencar* 1 Introdução A dimensão afetiva é um importante fator a ser considerado quando pretendemos compreender

Leia mais

Henri Wallon. Nasceu em 15 de junho de 1879. Morreu no dia 1.º de dezembro de 1962 Médico

Henri Wallon. Nasceu em 15 de junho de 1879. Morreu no dia 1.º de dezembro de 1962 Médico Henri Wallon Nasceu em 15 de junho de 1879. Morreu no dia 1.º de dezembro de 1962 Médico - Estudioso que se dedicou ao ENTENDIMENTO DO PSIQUISMO HUMANO, seus mecanismos e relações mútuas, a partir de uma

Leia mais

Revista Didática Sistêmica, ISSN 1809-3108, Volume 4, julho a dezembro de 2006. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE

Revista Didática Sistêmica, ISSN 1809-3108, Volume 4, julho a dezembro de 2006. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE Revista Didática Sistêmica TRIMESTRAL ISSN: 1809-3108 Volume 4, julho a dezembro de 2006 AFETIVIDADE COMO CONDIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM: HENRI WALLON E O DESENVOLVIMENTO

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

A AFETIVIDADE NA RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO E SUA INFLUÊNCIA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

A AFETIVIDADE NA RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO E SUA INFLUÊNCIA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM A AFETIVIDADE NA RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO E SUA INFLUÊNCIA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DIAS, Priscila Dayane de Almeida priscila_dayane@hotmail.com ROSIN, Sheila Maria (Orientador) sheilarosin@onda.com.br

Leia mais

PRINCÍPIOS EPISTEMOLÓGICOS

PRINCÍPIOS EPISTEMOLÓGICOS Piaget PRINCÍPIOS EPISTEMOLÓGICOS Vygotsky Wallon Freire EXPERIÊNCIA BASE COGNITIVA INTERNA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO UM DOS MECANISMOS DA CONSTRUÇÃO DO SABER ESFORÇO DE COMPREENDER E DAR SIGNIFICADO

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

Biografia. mhtml:file://c:\documents and Settings\Angela Freire\Meus documentos\cenap 2...

Biografia. mhtml:file://c:\documents and Settings\Angela Freire\Meus documentos\cenap 2... Page 1 of 5 Biografia Nasceu na França em 1879. Antes de chegar à psicologia passou pela filosofia e medicina e ao longo de sua carreira foi cada vez mais explícita a aproximação com a educação. Em 1902,

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD Município: Pirassununga Estado: São Paulo Turma: 440 Pólo: Fundação de Ensino de Pirassununga Tutor (a): Inez Nunes Paula

Leia mais

FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA. Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA. Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO Cláudia, MT 2008 Trabalho de Conclusão apresentado como requisito parcial para

Leia mais

O JOGO EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Valéria Cristina Giacometti 1, Rosiclaire Barcelos 1, Carmen Lúcia Dias 2

O JOGO EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Valéria Cristina Giacometti 1, Rosiclaire Barcelos 1, Carmen Lúcia Dias 2 1099 O JOGO EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Valéria Cristina Giacometti 1, Rosiclaire Barcelos 1, Carmen Lúcia Dias 2 1 Discente do Mestrado em Educação da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Docente

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

Afetividade: Caminho pada a aprendizagem

Afetividade: Caminho pada a aprendizagem PEREIRA, Maria José de Araújo 1 GOLÇALVES, Renata 2 Afetividade: Caminho pada a aprendizagem 12 RESUMO Este artigo tem como objetivo investigar a importância da afetividade na aprendizagem, identificando

Leia mais

EDUCAÇÃO, POLÍTICAS PÚBLICAS E SOCIEDADE

EDUCAÇÃO, POLÍTICAS PÚBLICAS E SOCIEDADE ARTIGO EDUCAÇÃO, POLÍTICAS PÚBLICAS E SOCIEDADE 111 A autora 1 Felisnaide Martins dos Santos Bacharel em Administração com habilitação em Administração Hospitalar, especialista em Didática Universitária

Leia mais

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração Material pelo Ético Sistema de Ensino Elaborado para Educação Infantil Publicado em 2011 Projetos temáticos EDUCAÇÃO INFANTIL Data: / / Nível: Escola: Nome: Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Leia mais

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA Thaís Koseki Salgueiro 1 ; Ms. Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: Este projeto tem como objetivo apresentar o trabalho de campo desenvolvido

Leia mais

ASPECTOS SOCIOAFETIVOS DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

ASPECTOS SOCIOAFETIVOS DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 83 ASPECTOS SOCIOAFETIVOS DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Jamile Beatriz Carneiro e Silva 1 Ernani José Schneider 2 Resumo O ser humano é dotado de desejos, vontades e sentimentos próprios que começam

Leia mais

CONCEPÇÕES DOCENTES NA PRIMEIRA INFÂNCIA: UM ESTUDO SOBRE AFETIVIDADE, EMOÇÃO E SENTIMENTO A PARTIR DA TEORIA WALLONIANA.

CONCEPÇÕES DOCENTES NA PRIMEIRA INFÂNCIA: UM ESTUDO SOBRE AFETIVIDADE, EMOÇÃO E SENTIMENTO A PARTIR DA TEORIA WALLONIANA. Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 727 CONCEPÇÕES DOCENTES NA PRIMEIRA INFÂNCIA: UM ESTUDO SOBRE AFETIVIDADE, EMOÇÃO E SENTIMENTO A PARTIR DA TEORIA

Leia mais

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636 PEDAGOGIA EMPRESARIAL E APRENDER BRINCANDO E A IMPORTÂNCIA DO JOGO: DIFERENTES TEMAS NA ÁREA EDUCACIONAL Ana Flávia Crespim da Silva Araújo ana.crespim@hotmail.com Elaine Vilas Boas da Silva elainevb2010@hotmail.com

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 Angela Freire 2

Leia mais

AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SUA COLABORAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DA CRIANÇA RESUMO

AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SUA COLABORAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DA CRIANÇA RESUMO AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SUA COLABORAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DA CRIANÇA R. L. C. M./ Professora. CAIC 1 R. K. G. F./ Professor. UESPI 2 RESUMO O presente artigo trata-se de uma

Leia mais

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna:

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna: TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na

Leia mais

12 Teoria de Vigotsky - Conteúdo

12 Teoria de Vigotsky - Conteúdo Introdução Funções psicológicas superiores Pilares da teoria de Vigotsky Mediação Desenvolvimento e aprendizagem Processo de internalização Níveis de desenvolvimento Esquema da aprendizagem na teoria de

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias EDUCAÇÃO FÍSICA COMO LINGUAGEM: ÍNTIMA RELAÇÃO BIOLÓGICO- SOCIAL

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias EDUCAÇÃO FÍSICA COMO LINGUAGEM: ÍNTIMA RELAÇÃO BIOLÓGICO- SOCIAL 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias EDUCAÇÃO FÍSICA COMO LINGUAGEM: ÍNTIMA RELAÇÃO BIOLÓGICO- SOCIAL Pâmella Gomes de Brito pamellagomezz@gmail.com Goiânia, Goiás

Leia mais

Palavras-chave: Lúdico. Aprendizagem. Desenvolvimento. Necessidades Especiais.

Palavras-chave: Lúdico. Aprendizagem. Desenvolvimento. Necessidades Especiais. Nesse artigo realizamos uma discussão sobre a importância de atividades lúdicas na educação de crianças com necessidades especiais. Propomos explicitar a possibilidade de levar para o ambiente escolar

Leia mais

RELAÇÃO INTERPESSOAL DE PNE (SÍNDROME DE DOWN) NA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL (ESTUDO DE CASO)

RELAÇÃO INTERPESSOAL DE PNE (SÍNDROME DE DOWN) NA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL (ESTUDO DE CASO) RELAÇÃO INTERPESSOAL DE PNE (SÍNDROME DE DOWN) NA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL (ESTUDO DE CASO) HOFMANN *, Ana Paula - PUCPR aninhahofmann@gmail.com Resumo Os portadores de necessidades especiais

Leia mais

Tais mudanças podem ser biológicas, psicológicas e até social, todas inerentes a nossa condição humana.

Tais mudanças podem ser biológicas, psicológicas e até social, todas inerentes a nossa condição humana. I - A PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO 1.1. Caracterização O desenvolvimento humano (DH) enquanto área de estudo, preocupa-se em investigar e interpretar todos os processos de mudanças pelos quais o ser humano

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E GRADUAÇÃO: UMA ARTICULAÇÃO POSSÍVEL NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES

Leia mais

Por Prof. Manoel Ricardo. Os caminhos da Educação e a Modelagem Matemática

Por Prof. Manoel Ricardo. Os caminhos da Educação e a Modelagem Matemática Por Prof. Manoel Ricardo Os caminhos da Educação e a Modelagem Matemática A sociedade do século XXI é cada vez mais caracterizada pelo uso intensivo do conhecimento, seja para trabalhar, conviver ou exercer

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO 0 1 A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE.

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. Joelma Carvalho Vilar(UFS) 1 Cleverton dos Santos(UFS) 2 Érica Santos de Jesus(UFS) 3 Vera Lúcia Mendes de Farias(UFS)

Leia mais

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013 Expressão Musical II Docente: António Neves Discente: Ana Matos nº 53184 A música e o som, enquanto energia, estimulam

Leia mais

O ENSINO DOS DIFERENTES SABERES

O ENSINO DOS DIFERENTES SABERES O ENSINO DOS DIFERENTES SABERES Maria Celina Melchior Dados da autora Mestre em Educação, Avaliadora Institucional do INEP/SINAES/MEC, atuou como avaliadora in loco do Prêmio Inovação em Gestão Educacional

Leia mais

É preciso amor pra poder pulsar

É preciso amor pra poder pulsar Autismo: ideias e práticas inclusivas É preciso amor pra poder pulsar Eugênio Cunha eugenio@eugeniocunha.com www.eugeniocunha.com O que fazer para educar essas crianças? Como podem trabalhar escola e

Leia mais

CORPOLINGUAGEM E MOVIMENTO: UMA PROPOSTA DE TRABALHO CORPORAL PARA CRIANÇAS À LUZ DA PSICANÁLISE

CORPOLINGUAGEM E MOVIMENTO: UMA PROPOSTA DE TRABALHO CORPORAL PARA CRIANÇAS À LUZ DA PSICANÁLISE CORPOLINGUAGEM E MOVIMENTO: UMA PROPOSTA DE TRABALHO CORPORAL PARA CRIANÇAS À LUZ DA PSICANÁLISE Nathalia Leite Gatto Nota-se que as disciplinas ligadas ao movimento na educação infantil, tanto curriculares

Leia mais

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Andressa Ranzani Nora Mello Keila Maria Ramazotti O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Primeira Edição São Paulo 2013 Agradecimentos A todos aqueles que, direta ou indiretamente, contribuíram

Leia mais

NO CALOR DAS EMOÇÕES: A EXPERIÊNCIA DOS PIBIDIANOS UVA 2011 POR OCASIÃO DO INÍCIO DO PROGRAMA

NO CALOR DAS EMOÇÕES: A EXPERIÊNCIA DOS PIBIDIANOS UVA 2011 POR OCASIÃO DO INÍCIO DO PROGRAMA NO CALOR DAS EMOÇÕES: A EXPERIÊNCIA DOS PIBIDIANOS UVA 2011 POR OCASIÃO DO INÍCIO DO PROGRAMA Francisco Ullissis Paixão e Vasconcelos Coordenador de Processo Educativos PIBID UVA/2011. Ddo. em Ciências

Leia mais

AVANÇOS NAS CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO

AVANÇOS NAS CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO AVANÇOS NAS CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO 1 Jussara Hoffmann Sobre a avaliação Para se debater o sistema de avaliação das aprendizagens, primeiro é preciso compreender o termo avaliar com a amplitude

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE O DESENVOLVIMENTO INFANTIL E A PRÁTICA DAS EDUCADORAS DA CRECHE. CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA DE HENRI WALLON

REFLEXÕES SOBRE O DESENVOLVIMENTO INFANTIL E A PRÁTICA DAS EDUCADORAS DA CRECHE. CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA DE HENRI WALLON REFLEXÕES SOBRE O DESENVOLVIMENTO INFANTIL E A PRÁTICA DAS EDUCADORAS DA CRECHE. CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA DE HENRI WALLON O tema desenvolvimento infantil foi um dos temas abordados no interior da pesquisa

Leia mais

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior INTRODUÇÃO O que é pesquisa? Pesquisar significa, de forma bem simples, procurar respostas para indagações propostas. INTRODUÇÃO Minayo (1993, p. 23), vendo por

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO MÓDULO INFÂNCIA E MORTE

APRESENTAÇÃO DO MÓDULO INFÂNCIA E MORTE APRESENTAÇÃO DO MÓDULO INFÂNCIA E MORTE Apresentação Seja bem vindo ao curso de Formação em Tanatologia à distancia oferecido pela Rede Nacional de Tanatologia. Você será acompanhado em seus estudos por

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E A INTERVENÇÃO DA PSICOMOTRICIDADE NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E A INTERVENÇÃO DA PSICOMOTRICIDADE NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E A INTERVENÇÃO DA PSICOMOTRICIDADE NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM CAROLINE SILVA DE OLIVEIRA Discente do Curso de Licenciatura Plena do Curso de Educação Física das Faculdades Integradas

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

De todas as relações humanas, esta é a principal e mais básica

De todas as relações humanas, esta é a principal e mais básica De todas as relações humanas, esta é a principal e mais básica Para as crianças, a família é a segurança, proteção, apoio, compreensão e a aceitação de que tanto necessitam. Pai e mãe são, com efeito,

Leia mais

O QUE REVELAM OS DOCUMENTOS OFICIAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL SOBRE A DIMENSÃO AFETIVA

O QUE REVELAM OS DOCUMENTOS OFICIAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL SOBRE A DIMENSÃO AFETIVA Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1007 O QUE REVELAM OS DOCUMENTOS OFICIAIS DE EDUCAÇÃO INFANTIL SOBRE A DIMENSÃO AFETIVA Viviane Aparecida Ferreira

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO Priscila Reinaldo Venzke Luciano Leal Loureiro RESUMO Este trabalho é resultado da pesquisa realizada para a construção do referencial teórico

Leia mais

O Brincar para a Criança Hospitalizada

O Brincar para a Criança Hospitalizada Andressa Ranzani Nora Mello Keila Maria Ramazotti O Brincar para a Criança Hospitalizada Primeira Edição São Paulo 2013 Agradecimentos Aos nossos familiares, que revestiram nossas vidas com muito amor,

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

Profa. Dra. Mônica Cintrão França Ribeiro. Unidade III TEORIAS PSICOLÓGICAS

Profa. Dra. Mônica Cintrão França Ribeiro. Unidade III TEORIAS PSICOLÓGICAS Profa. Dra. Mônica Cintrão França Ribeiro Unidade III TEORIAS PSICOLÓGICAS DO DESENVOLVIMENTO Ementa Estudo do desenvolvimento do ciclo vital humano a partir de diferentes teorias psicológicas. Compreender

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

APROPRIAÇÃO DAS TEORIAS DE VYGOTSKY POR PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CURITIBA

APROPRIAÇÃO DAS TEORIAS DE VYGOTSKY POR PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CURITIBA APROPRIAÇÃO DAS TEORIAS DE VYGOTSKY POR PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CURITIBA Roberta Ferreira Cavalcanti Solange Regina Silva Almeida Rosangela Alves de Godoy Nilson Fernandes Dinis (Universidade

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL * Rita de Cássia Lindner Kaefer **Ana Eleonora Sebrão Assis RESUMO O objetivo do presente artigo é apresentar uma reflexão a respeito da importância

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

ADAPTAÇÃO ESCOLAR. O início da vida escolar: da dependência familiar para autonomia social

ADAPTAÇÃO ESCOLAR. O início da vida escolar: da dependência familiar para autonomia social ADAPTAÇÃO ESCOLAR O início da vida escolar: da dependência familiar para autonomia social Lélia de Cássia Faleiros* Esse tema ADAPTAÇÃO ESCOLAR - tem sido motivo de grandes inquietações, principalmente

Leia mais

CORPOREIDADE: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CORPOREIDADE: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE PEDAGOGIA Educação Mediadora Ana Lucia Rodrigues Nunes Teixeira Carla Trindade da Silva

Leia mais

INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL.

INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL. 1 INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL Paradigmas da educação Competências Paradigmas contemporâneos

Leia mais

A CRISE DE OPOSIÇÃO DOS 3 ANOS DE IDADE E POSSIBILIDADES DE ENFRENTAMENTO PEDAGÓGICO SEGUNDO A ABORDAGEM WALLONIANA.

A CRISE DE OPOSIÇÃO DOS 3 ANOS DE IDADE E POSSIBILIDADES DE ENFRENTAMENTO PEDAGÓGICO SEGUNDO A ABORDAGEM WALLONIANA. 5 A CRISE DE OPOSIÇÃO DOS 3 ANOS DE IDADE E POSSIBILIDADES DE ENFRENTAMENTO PEDAGÓGICO SEGUNDO A ABORDAGEM WALLONIANA. Aline Aparecida Buzato Profa. Drª. Tânia dos Santos Alvarez da Silva RESUMO: Por meio

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DE JEAN PIAGET E DE LEV. S. VYGOTSKY PARA A PSICOLOGIA EDUCACIONAL E PARA O PROFESSOR

CONTRIBUIÇÕES DE JEAN PIAGET E DE LEV. S. VYGOTSKY PARA A PSICOLOGIA EDUCACIONAL E PARA O PROFESSOR 1 CONTRIBUIÇÕES DE JEAN PIAGET E DE LEV. S. VYGOTSKY PARA A PSICOLOGIA EDUCACIONAL E PARA O PROFESSOR Paulo Gomes Lima Prof. Adjunto da FAED/UFGD MS. Área Fundamentos da Educação A Psicologia Educacional,

Leia mais

PSICOMOTRICIDADE E SUA RELAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA E A EMOÇÃO. AGUIAR, Oscar Xavier de

PSICOMOTRICIDADE E SUA RELAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA E A EMOÇÃO. AGUIAR, Oscar Xavier de PSICOMOTRICIDADE E SUA RELAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA E A EMOÇÃO AGUIAR, Oscar Xavier de Docente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: oscarxa@bol.com.br

Leia mais

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados

Leia mais

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM Helena Harumi Maruyama G Pedagogia INESUL LONDRINA PR Orientadora Ms. Maria Eliza Corrêa Pacheco D Pedagogia INESUL LONDRINA PR PAINEL e-mail:

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DA CRIANÇA RESUMO

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DA CRIANÇA RESUMO A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DA CRIANÇA *Sandra Rejane Silva Vargas **Luiz Fernandes Pavelacki RESUMO O presente trabalho tem como principal objetivo identificar qual a importância

Leia mais

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA Jacqueline Oliveira de Melo Gomes Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul / FAMASUL-PE jacomgomes@yahoo.com.br

Leia mais

AFETIVIDADE, PARA QUE TE QUERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL?

AFETIVIDADE, PARA QUE TE QUERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL? AFETIVIDADE, PARA QUE TE QUERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL? Jailza de Lima Oliveira (UNEB - Bolsista PIBID/CAPES) Larissa Santos do Sacramento (UNEB - Bolsista PIBID/CAPES) Lucimara de Oliveira Soares (UNEB -

Leia mais

estudo e apoio acadêmico

estudo e apoio acadêmico Olá, A Mundo da Monografia disponibiliza para você alguns trabalhos prontos, assim é possível tirar dúvidas e estudar os temas de trabalhos mais frequentes nas universidades brasileiras. Mas, lembre-se:

Leia mais

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar

A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar A construção da cidadania e de relações democráticas no cotidiano escolar Ulisses F. Araújo * * Professor Doutor da Universidade de São Paulo. Escola de Artes, Ciências e Humanidades. 1 Um dos objetivos

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais

O PAPEL DAS RELAÇÕES AFETIVAS NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO ENSINO SUPERIOR. Rio de Janeiro - RJ - março 2014

O PAPEL DAS RELAÇÕES AFETIVAS NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO ENSINO SUPERIOR. Rio de Janeiro - RJ - março 2014 1 O PAPEL DAS RELAÇÕES AFETIVAS NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO ENSINO SUPERIOR Rio de Janeiro - RJ - março 2014 Fabiane Muniz da Silva - AVM Faculdade Integrada - fabiane@avm.edu.br Vilson Sérgio de Carvalho

Leia mais

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Elany Nogueira da Silva Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo Este presente artigo pretende refletir idéias sobre o brincar na Educação Infantil,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS BRINCADEIRAS NO ENSINO DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DAS BRINCADEIRAS NO ENSINO DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS BRINCADEIRAS NO ENSINO DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Mara Teixeira Esteves* mara.esteves@hotmail.com RESUMO O presente trabalho tem como objetivo principal identificar a compreensão

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

Fonte: BASES PEDAGÓGICAS E ERGONÔMICAS PARA CONCEPÇÃO E AVALIAÇÃO DE PRODUTOS EDUCACIONAIS INFORMATIZADOS CASSANDRA RIBEIRO DE OLIVEIRA E SILVA

Fonte: BASES PEDAGÓGICAS E ERGONÔMICAS PARA CONCEPÇÃO E AVALIAÇÃO DE PRODUTOS EDUCACIONAIS INFORMATIZADOS CASSANDRA RIBEIRO DE OLIVEIRA E SILVA Fonte: BASES PEDAGÓGICAS E ERGONÔMICAS PARA CONCEPÇÃO E AVALIAÇÃO DE PRODUTOS EDUCACIONAIS INFORMATIZADOS CASSANDRA RIBEIRO DE OLIVEIRA E SILVA ( ) PRINCIPAIS TEORIAS DE APRENDIZAGEM As principais interpretações

Leia mais

INSTITUTO DOS ADVOGADOS BRASILEIROS III Curso do IAB Formação de Agentes Multiplicadores em Prevenção às Drogas

INSTITUTO DOS ADVOGADOS BRASILEIROS III Curso do IAB Formação de Agentes Multiplicadores em Prevenção às Drogas INSTITUTO DOS ADVOGADOS BRASILEIROS III Curso do IAB Formação de Agentes Multiplicadores em Prevenção às Drogas Módulo IV O AFETO NA PRÁTICA TERAPÊUTICA E NA FORMAÇÃO DO MULTIPLICADOR Regina Lucia Brandão

Leia mais

O SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS

O SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS O SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS Marconi Pequeno * * Pós-doutor em Filosofia pela Universidade de Montreal. Docente do Programa de Pós-Graduação em Filosofia e membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos

Leia mais

O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Andréa Nogueira de Souza¹; Andreza Emicarla Pereira Calvacante²; Francicleide Cesário

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

DESENVOLVIMENTO COGNITIVO MUSICAL ATRAVÉS DE JOGOS E BRINCADEIRAS

DESENVOLVIMENTO COGNITIVO MUSICAL ATRAVÉS DE JOGOS E BRINCADEIRAS 175 ANAIS III FÓRUM DE PESQUISA CIENTÍFICA EM ARTE Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Curitiba, 2005 DESENVOLVIMENTO COGNITIVO MUSICAL ATRAVÉS DE JOGOS E BRINCADEIRAS Marta Deckert * RESUMO: Como

Leia mais

RESUMO. O recurso dos Jogos como ferramenta importante utilizada pelos bolsistas do PIBID para o ensino de matemática nas series iniciais.

RESUMO. O recurso dos Jogos como ferramenta importante utilizada pelos bolsistas do PIBID para o ensino de matemática nas series iniciais. RESUMO O recurso dos Jogos como ferramenta importante utilizada pelos bolsistas do PIBID para o ensino de matemática nas series iniciais. Kayte Katiane Linhares Pereira 1 Pedro Winícius de Almeida Gomes

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC

A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC ALVES,S.S.S 1 A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica

Leia mais

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES 1 O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? Introdução DIOGO SÁ DAS NEVES A Psicopedagogia compromete-se primordialmente com o sistema

Leia mais

Palavras-chave: Afetividade. Relações Interpessoais. Desenvolvimento. Ambiente Escolar.

Palavras-chave: Afetividade. Relações Interpessoais. Desenvolvimento. Ambiente Escolar. ENTENDENDO O PAPEL DA AFETIVIDADE NOS PROCESSOS DE DESENVOLVIMENTO HUMANO E DE COGNIÇÃO CONSTRUÍDOS NO AMBIENTE ESCOLAR GT1 ESPAÇOS EDUCATIVOS (SABERES E PRÁTICAS) Edna Neves de Carvalho* Márcia Alves

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

Resolução SME N 24/2010

Resolução SME N 24/2010 Resolução SME N 24/2010 Dispõe sobre orientações das rotinas na Educação Infantil, em escolas e classes de período integral da rede municipal e conveniada, anexos I e II desta Resolução, com base no Parecer

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

O CONCEITO DE TEMPO: DA ABORDAGEM COGNITIVA À PERSPECTIVA SÓCIO-INTERACIONISTA

O CONCEITO DE TEMPO: DA ABORDAGEM COGNITIVA À PERSPECTIVA SÓCIO-INTERACIONISTA Nome: Dilma Célia Mallard Scaldaferri GT do Ensino de História e Educação Área temática: Teoria, historiografia e metodologia - Simpósio 37 O CONCEITO DE TEMPO: DA ABORDAGEM COGNITIVA À PERSPECTIVA SÓCIO-INTERACIONISTA...

Leia mais

TCC2036. fevereiro de 2006. Pricila Kohls dos Santos. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS. pricilas.ead@pucrs.

TCC2036. fevereiro de 2006. Pricila Kohls dos Santos. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS. pricilas.ead@pucrs. 1 O PEDAGOGO EM MULTIMEIOS E INFORMÁTICA EDUCATIVA E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A EFICÁCIA DA UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO TCC2036 fevereiro de 2006 Pricila Kohls dos Santos

Leia mais

As dimensões da linguagem na Geografia: primeiras abordagens

As dimensões da linguagem na Geografia: primeiras abordagens Débora da Silva Pereira Universidade Federal de Goiás Debbora.sp@hotmail.com As dimensões da linguagem na Geografia: primeiras abordagens INTRODUÇÃO O objetivo central deste texto é veicular algumas abordagens

Leia mais

A Importância da Afetividade na Relação Professor/Aluno no Processo de Ensino/Aprendizagem na Educação Infantil

A Importância da Afetividade na Relação Professor/Aluno no Processo de Ensino/Aprendizagem na Educação Infantil 1 A Importância da Afetividade na Relação Professor/Aluno no Processo de Ensino/Aprendizagem na Educação Infantil Tágides Mello 1 Juliana de Alcântara Silveira Rubio 2 Resumo Este trabalho pretende abordar

Leia mais

Afetividade nos dizeres dos professores: percepções e concepções acerca do tema

Afetividade nos dizeres dos professores: percepções e concepções acerca do tema Afetividade nos dizeres dos professores: percepções e concepções acerca do tema Resumo Este artigo apresenta um estudo que objetivou compreender diferentes percepções referentes à afetividade na ação pedagógica

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO FÍSICA

PROPOSTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO FÍSICA PROPOSTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO FÍSICA SMED / 2015 Coordenador Equipe Pedagógica: Prof. Theodorico M. dos Santos. Coordenadora de área de Ed. Física: Profª Rosane A. B. Alves. 1. CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA

Leia mais

O VERDADEIRO MUNDO DA CRECHE: EDUCAR OU PRESTAR ASSISTÊNCIA? Drielly Adrean Batista, Rita Melissa Lepre, Rodrigo Cesar Costa, Aline kadooka.

O VERDADEIRO MUNDO DA CRECHE: EDUCAR OU PRESTAR ASSISTÊNCIA? Drielly Adrean Batista, Rita Melissa Lepre, Rodrigo Cesar Costa, Aline kadooka. 1175 O VERDADEIRO MUNDO DA CRECHE: EDUCAR OU PRESTAR ASSISTÊNCIA? Drielly Adrean Batista, Rita Melissa Lepre, Rodrigo Cesar Costa, Aline kadooka. Programa de pós-graduação em psicologia da Universidade

Leia mais