A LEGISLAÇÃO E A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

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1 A LEGISLAÇÃO E A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL INTRODUÇÃO Márcia Barbosa Soczek 1 Este texto tem como referência básica os documentos oficiais que orientaram a implantação das políticas de formação dos professores para a Educação Infantil na década de 1990 e se reportará às bases legais para o exercício dessa função. Os estudos sobre as políticas de formação dos professores da Educação Infantil estão cada vez mais presentes nas produções acadêmicas do Brasil, principalmente após a implantação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDBEN 9394/96EN 9394/96, onde há a incorporação desta etapa da educação nos sistemas educacionais de ensino e a exigência da habilitação mínima dos professores que atuam nesta área. Mas, a preocupação com o grande número de professores leigos e o despreparo dos professores formados para trabalhar com as crianças de 0 a 6 anos esteve sempre presente nas discussões proporcionadas pelos profissionais da área, mesmo antes da promulgação da lei. Historicamente, as mulheres, em sua grande maioria, são as responsáveis pela educação das crianças de 0 a 6 anos. A mulher sai da esfera privada (sua casa) para realizar seu trabalho materno na esfera pública em creches e jardins de infância e lá recebe diferentes denominações podendo ser chamada de crecheira, babá, pajem, monitora, atendente ou tia (SILVA, 2002). Mediante as denominações acima indicadas, o professor de Educação Infantil é visto de variadas formas na sua atividade, pois ora é considerado um pajem aquele que vai cuidar da criança fazendo as suas vontades e atendendo em suas necessidades básicas e ora é chamado por tia na perspectiva de um relacionamento mais próximo à sua família. 1 Pedagoga, Mestre em Educação linha Políticas e Gestão da Educação pela UFPR, Professora do Instituto de Educação do Paraná Professor Erasmo Pilotto e Professora do curso de Pedagogia da Faculdade Internacional de Curitiba.

2 Já o termo educadora ou educador é utilizado como substituto do termo atendente, que sempre esteve vinculado ao atendimento assistencial. Exemplo disso é o relato da pesquisadora Isabel de Oliveira e Silva sobre a denominação dada ao profissional da Educação Infantil em Belo Horizonte: O termo educadora, adotado pela maior parte das profissionais e das creches (no caso de Belo Horizonte), é uma evidência de um processo de reflexão realizado por esses sujeitos, ao longo das duas últimas décadas em que elas vieram, na relação com agências formadoras, com o poder público e por meio do contato com a literatura da área, questionando as concepções que estiveram na base do atendimento em creches, cuja ênfase, como sabemos, colocava-se na dimensão da assistência, reconhecendo-se aí sua dimensão de projeto educativo para subordinação, como advertiu Kulhmann Junior (SILVA, 2002, p.206). Como a lógica do trabalho com a primeira infância foi tecida através do objetivo de guarda e cuidado, os adultos que lá atuavam eram mulheres da classe pobre que não conseguiram ter acesso a uma educação pública de qualidade e que precisavam de um emprego cujo perfil profissional eram pensados como aqueles que têm uma boa intenção maternal para cuidar das crianças e portanto não precisavam de formação específica. As atividades do magistério infantil estão associadas ao papel sexual, reprodutivo, desempenhado tradicionalmente pelas mulheres, caracterizando situações que reproduzem o cotidiano, o trabalho doméstico de cuidados e socialização infantil. As tarefas não são remuneradas e têm aspecto afetivo e de obrigação moral. Considera-se que o trabalho do profissional de educação infantil necessita de pouca qualificação e tem menor valor. (KRAMER, 2002, p.125) Nas instituições voltadas para a educação assistencial e que, em sua grande maioria, atendem a faixa etária de 0 a 3 anos, os profissionais que lá atuavam não possuíam (muitos ainda não possuem) um plano de carreira e salários, assumiam uma sobrecarga de mais de 8 horas diárias de trabalho e possuíam uma formação básica insuficiente para exercer suas atividades. Os professores sem habilitação para esta etapa da educação básica eram: Educadores leigos, mal pagos, muitas vezes sem vínculo formal de emprego. Estão presentes na maioria das creches, tanto públicas como conveniadas, nas escolas rurais unidocentes das regiões mais pobres,

3 nas escolas comunitárias das favelas de cidades do Nordeste e do Norte, nos programas pré-escolares de baixo custo ou como monitores de educação de adultos. Esses educadores, na sua maioria mulheres, uma grande parte delas negras, muitas vezes estão vinculados a programas educacionais fora da área de educação, ligados a órgãos de assistência social, a entidades filantrópicas ou comunitárias ( CAMPOS, 1999, p.59). Ao mesmo tempo em que nas creches públicas e comunitárias observa-se um número alto de professores leigos, nas instituições privadas e nas pré-escolas públicas - que atendem a faixa etária de 5 a 6 anos - os professores são formados no magistério secundário ou cursos de graduação. Isto acontece devido à concepção da educação préescolar entendida enquanto educação preparatória visando combater a dificuldade de aprendizagem na primeira série e mais recentemente a entrada das crianças de 6 anos nas classes de alfabetização.(nascimento, 2000) Neste contexto, mais uma vez fica evidente que, historicamente, não houve uma preocupação com a formação dos professores que atuam com as crianças das creches e que persiste a discriminação da educação das crianças de classes menos privilegiadas. A Constituição 1988 e a implantação da LDBEN 9394/96 indicam a necessidade de pensar e implementar debates e ações dentro das políticas públicas de formação docente. A preocupação em abordar os aspectos acima citados é essencial para apontar os desafios dos profissionais frente às políticas públicas, na busca da qualidade desse ensino e de uma formação inicial em serviço significativa. Assim, torna-se fundamental analisar os aspectos legais da formação do professor para a Educação Infantil e as políticas públicas de formação docente na década de A LEGISLAÇÃO E A FORMAÇÃO DE PROFESSORES Refletir sobre a formação docente para a Educação Infantil é poder construir uma nova concepção sobre o a função deste profissional, da educação das crianças de zero a cinco anos 2 e da proposta pedagógica das Instituições que atendem esta faixa etária. Segundo Ostetto (1997) é importante destacar que, nos anos de 1993 e 1994, o Ministério da Educação através da Secretaria do Ensino Fundamental e da Coordenação de Educação Infantil - SEF/COEDI - lançou os primeiros documentos oficiais de 2 Neste artigo será utilizada a faixa etária de 0 a 6 anos por se tratar da análise de documentos anteriores a modificação constitucional.

4 subsídios para promover reflexões sobre as condições de trabalho e a formação dos profissionais da educação de 0 a 6 anos. Os anais Política de Educação Infantil e Por uma Política de Formação do Profissional de Educação Infantil, estes documentos foram um avanço na discussão do referido tema. Estes documentos acima citados apontavam para o grande número de professores da educação infantil sem titulação no Brasil e indicavam uma nova perspectiva de formação profissional com o objetivo de garantir a especificidade da educação infantil em sua relação de cuidar e educar. O MEC organizou esses anais a partir do Encontro Técnico de Formação Profissional de Educação Infantil que foi realizado em Belo Horizonte em 1994 que contou com a presença de vários pesquisadores da área da Educação Infantil. Esses pesquisadores estavam preocupados em discutir a função do profissional da Educação Infantil na organização de propostas pedagógicas que levassem em consideração o desenvolvimento integral das crianças e acreditavam que a construção dessa proposta só seria possível mediante uma formação qualitativa dos professores que lá atuavam. Das discussões realizadas surgiram diretrizes para a formação dos profissionais dando ênfase na formação inicial em serviço Ostetto (1997). Tais diretrizes, no entender do documento do MEC datados de 1993 e 1994, significariam a intensificação de ações voltadas para a estruturação de processos de formação inicial e continuada dos profissionais de educação infantil, constituindo-se como prioridade o investimento, a curto prazo, na criação de cursos emergenciais, sem prejuízo da qualidade, destinados aos profissionais que atuam nas escolas e pré-escolas (NASCIMENTO,2000, p.107). Dois pontos foram destacados nos documentos: a preocupação com a formação inicial em serviço e a proposição de cursos de formação que garantissem a relação unitária entre o cuidar e o educar. Naquela época, as discussões realizadas davam ênfase à proposição de cursos de formação inicial específicos devido ao grande número de profissionais leigos atuando neste nível de ensino. Hoje, essa preocupação continua e se acentua, devido a exigência da habilitação conforme a LDBEN 9394/96. O artigo 62 da LDBEN 9394/96, sobre formação dos Profissionais da Educação, institui como habilitação mínima para a atuação dos professores da Educação Infantil e Séries Iniciais do ensino fundamental, o curso normal do ensino médio e a graduação.

5 Esse artigo trouxe uma nova realidade para os profissionais da Educação Infantil, e em especial para os que já atuavam nas creches e pré-escolas e que não possuíam a formação necessária para exercer a função que ocupavam. Após a implantação da LDBEN 9394/96, em 1998, o MEC lançou o documento Subsídios para Credenciamento e Funcionamento de Instituições de Educação Infantil. A organização desse documento foi resultado de uma articulação entre o Conselho Nacional da Educação e os Conselhos Estaduais e Municipais de Educação que, através de seus representantes, colaboraram para a construção desses subsídios para a regulamentação da Educação Infantil conforme as deliberações da lei e de modo a garantir padrões básicos de qualidade no atendimento prestado em creches e préescolas. Entre as várias questões tratadas está a formação de professores, que aparece na Parte I do documento: Considerações sobre a regulamentação para formação do professor de educação infantil. O texto retoma princípios indicados nos Anais Por uma política de formação dos profissionais de educação infantil, citados, apresenta uma preocupação com os programas de formação em serviço e descreve a dimensão do cuidar e educar do trabalho e da função do professor da Educação Infantil após a LDBEN 9394/96 e as Diretrizes Nacionais para a Educação Infantil. A formação de professores de educação infantil deve responder à nova concepção de creche e pré-escola, a qual lhes confere caráter educativo. A formação adequada de tais professores concretiza o direito da criança de receber educação de qualidade e consagra a necessidade de estruturar e fortalecer um campo de trabalho que tem sido destituído de maiores exigências (BRASIL, 1998, p.9) Para os sistemas de ensino que possuíam professores de educação infantil com formação inferior ao ensino médio o documento do MEC indicou a necessidade da criação de cursos de formação para esses educadores e abordou também que os Conselhos de Educação deveriam regulamentar a qualificação do leigo de educação infantil em nível de ensino fundamental, em caráter emergencial, viabilizando o prosseguimento de estudos para a habilitação mínima em nível médio. O documento, acima citado, foi referendado e regulamentado pelo MEC através da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional da Educação que implanta as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Ao elaborar essas diretrizes, a Câmara Básica da Educação, por meio do Parecer Nº 022/98, interpretou a LDBEN

6 9394/96, no que se refere à formação dos professores para a Educação Infantil, enfatizando que: Menção especial deve ser feita em relação aos educadores para a Educação Infantil, segundo o prescrito nos arts. 62; 63. I. II; 64 e 67 e nas Disposições Transitórias. Art.87. 1º, 3º. III e IV; e 4º. Fica claro, que durante este período de transição os Cursos Normais de nível médio, de acordo com o art. 62, seguirão contribuindo para a formação de professores, bem como deverão ser feitos todos os esforços entre estados e municípios para que os professores leigos tenham oportunidades de se qualificarem devidamente, como previsto pelos artigos citados. (BRASIL CÂMARA DA EDUCAÇÃO BÁSICA nº 22/98, p. 07) Reafirmando a necessidade de colaboração do Estado e das Instituições formativas do professor, o parecer apontou para um currículo que dê conta de formar integralmente o professor que irá trabalhar com as crianças de 0 a 6 anos. Além disso, chamou a atenção também para a questão da administração e gestão das instituições, determinando aspectos importantes que foram expressos na resolução referente às Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (Resolução CEB 01/99). As Propostas Pedagógicas das Instituições de Educação Infantil devem ser criadas, coordenadas, supervisionadas e avaliadas por educadores, com, pelo menos, o diploma de Curso de Formação de Professores, mesmo que da equipe de Profissionais participem outros das áreas de Ciências Humanas, Sociais e Exatas, assim como familiares das crianças. Da direção das instituições de Educação Infantil deve participar, necessariamente, um educador com, no mínimo, o Curso de Formação de Professores (BRASIL CÂMARA BÁSICA DA EDUCAÇÃO, 1999). É interessante ressaltar que, embora não deliberasse diretamente sobre a formação do professor que atuava com as crianças, a Resolução CEB n.º01/99 ( Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil) deu ênfase a formação dos profissionais que dirigem e coordenam as creches e pré-escolas. No entanto, o Parecer Nº 022/98 que acompanhava as diretrizes apontava para a necessidade da formação em inicial em serviço e a formação continuada. Foi nessa conjuntura, por meio dos pareceres e deliberações da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, que a Secretaria do Ensino Fundamental do MEC construiu um novo conceito de profissional da educação infantil, a partir da LDBEN 9394/96EN 9394/96.

7 Também no ano de 1999, o MEC (Brasil, 1999) lançou os Referenciais para a Formação de Professores, que indicou as novas funções do professor e a necessidade de mudança nos currículos dos cursos de formação. Nesses referenciais foram destacados: os desafios urgentes da formação e da titulação dos professores leigos, a reformulação dos cursos de formação em nível médio, a universalização gradual da formação em nível superior para todos os professores da educação infantil e ensino fundamental. Este documento abordou as competências necessárias para o papel dinâmico do professor na sociedade atual e na instituição, pois este deve exercer várias funções. Entre elas estava a de organizador e planejador de atividades, competência essa que foi assim definida: A competência refere-se à capacidade de mobilizar múltiplos recursos, entre os quais os conhecimentos teóricos e experiências da vida profissional e pessoal, para responder às diferentes demandas das situações de trabalho. Apóia-se, portanto no domínio de saberes, mas não apenas dos saberes teóricos, e refere-se à atuação em situações complexas (BRASIL, 1999, p.25). Para complementar essa formação, que não é uma formação qualquer, o MEC indicou os referenciais pedagógicos e apontou que a formação do professor deve ser realizada a partir de determinadas competências. Essas competências eram entendidas como construções individuais realizadas pelo professor, que deveria atingir várias dimensões para chegar a função de organizador do seu processo de formação e, para, além disso, como organizador do projeto político pedagógico da Instituição e do relacionamento com a comunidade. Embora o documento citado tenha contribuído com análises e reflexões sobre o tema formação de professores, abordando aspectos atuais da função do professor, não apresentou uma análise concreta das condições estruturais das Instituições Públicas de Formação dos Professores e também não possibilitou a compreensão das condições de trabalho dos professores de 0 a 6 anos, especialmente da realidade material dos professores leigos que atuavam e não recebiam formação continuada. Assim, este documento acabou privilegiando a transformação individual dos sujeitos e não apontou medidas a serem tomadas no campo das políticas públicas para modificar a realidade dos professores.

8 Em 2000, a Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação - CNE instituiu o parecer normativo nº 04/2000 que deliberou as Diretrizes Operacionais para a Educação Infantil. Esse parecer descreveu os documentos legais que regem este nível de ensino (LDBEN 9394/96 e As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (1999), apontou para a integração entre os diferentes profissionais que atendem a criança de zero a seis anos (saúde, assistência e educação), reafirmou a formação necessária para todos os profissionais que trabalham neste nível de ensino e apontou para a criação de estratégias de colaboração, entre os vários sistemas de ensino e instituições formadoras para a formação e habilitação dos professores para a Educação Infantil. Novamente esteve presente no documento oficial a importância da formação dos professores em serviço e a formação necessária para o exercício dessa função. No entanto, este documento não responsabilizou as instituições mantenedoras pelos custos das alternativas para formação, abrindo espaço para que o profissional se tornasse o único a ser responsabilizado pela sua formação. É preciso destacar que em 2001 é sancionada a Lei Nº Plano de Educação Nacional que definiu objetivos e metas referentes à formação de professores para a Educação Infantil, contidas na parte II do documento que versa sobre as modalidades de ensino. a) que, em cinco anos, todos os dirigentes de instituições de educação infantil, possuam formação apropriada em nível médio (modalidade Normal); b) que, em cinco anos, todos os professores tenham habilitação específica de nível médio e, em dez anos, 70% tenham formação específica de nível superior.(brasil,2001). Faz-se necessário destacar que infelizmente esta meta ainda não foi alcançada, principalmente no que se refere ao ensino superior. Os itens que dizem respeito à Educação Infantil e a formação docente propõem a colaboração entre a União, os Estados e Municípios, Universidades, Institutos Superiores de Educação e Organizações não governamentais para estabelecer um Programa Nacional de Formação de Profissionais de Educação Infantil. Todos os documentos citados neste texto, das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (01/99) ao Plano Nacional de Educação, reforçam as

9 exigências da LDBEN 9394/96 para a implantação da formação inicial e continuada para os professores. CONSIDERAÇÕES FINAIS Sem considerar a realidade dos Cursos de Formação de Professores, as suas diferentes modalidades de ensino, a precarização do trabalho do professor e suas condições de trabalho, de carreira e de salário, não é possível visualizar que tais competências sejam suficientes para resolver todos os problemas das Instituições. É preciso lembrar que é necessário que haja por parte dos Governos (Nacional, Estaduais e Municipais) a implantação de Políticas Públicas que garanta a efetivação e a reflexão sobre as condições humanas, físicas e pedagógicas dos cursos de formação existentes e uma ampla oferta de cursos de formação em serviço e capacitação continuada. Por fim, é necessário que o Curso de Formação de Professores traga para o professor em serviço e para o futuro professor contribuições e reflexões sobre a Educação Infantil, sua democratização e sua especificidade. Ele deve ter acesso a um curso de qualidade que traga contribuições e que lhe possibilite fazer análises da sua condição de profissional da Educação, sua valorização profissional e a sua inserção na carreira de professor. É preciso que as Políticas Públicas para a Educação ofereçam para todos a oportunidade de formação, e em especial para o Professor que está em serviço e que não possui a titulação necessária, exigida por lei. Faz-se necessário lembrar que a sociedade civil organizada precisa lutar por melhores condições de trabalho para estes profissionais e pela democratização da Educação Infantil para todas as crianças. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Lei nº 4.024/61, de 20 de dezembro de Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília. Disponível em: Acesso em: 25 de janeiro de 2010.

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