Introdução. Referencial teórico conceitual

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1 Título: FORMAÇÃO DO EDUCADOR INFANTIL : IMPLICAÇÕES NO EXERCÍCIO DA PRÁTICA Área Temática: Educação Infantil Autores: MARCIA CRISTINA MARTINS (1) E MARIA APARECIDA TREVISAN ZAMBERLAN (2) Instituição: Universidade Estadual de Londrina Introdução Numa creche, a rotina de uma criança, é quase exclusivamente, de responsabilidade da pajem. A professora, por sua vez, trabalha com um grupo de crianças maiores e necessita de maior qualificação em relação à pajem. Isto significa que a maior parte do trabalho realizado com a criança é feito por profissionais sem formação adequada, o que vem a reforçar o caráter assistencialista da creche, onde a educação e a formação da criança, cede espaço para atividades que envolvem o cuidado, o pajear. Referencial teórico conceitual Segundo CAMPOS et. al. (1984, p.65), a profissionalização do pessoal que lida diretamente com a criança teria de ser entendida enquanto um processo gradual, que acompanha a experiência concreta de trabalho de cada um... e ainda... que a formação de uma nova consciência a respeito da importância do desenvolvimento da criança e do papel da creche, desenvolvese a partir de um trabalho que, além da dimensão educativa, possui uma dimensão política. Faz-se mister, então, pensar na formação do educador infantil, não mais dentro do assistencialismo, mas como profissional que deva lidar com os aspectos educacionais presentes na creche e na pré-escola e, ainda, buscar saber como este profissional está representado e como se posiciona frente ao sistema educacional que, pela primeira vez, aborda na L.D.B. questões referentes a esse nível de educação. De acordo com esta nova L.D.B. a educação infantil é facultativa, porém, é um direito dos pais que a queiram para

2 seus filhos e uma obrigação do Estado ofertá-la. Tem como objetivos: proporcionar condições para o desenvolvimento físico, psicológico e intelectual da criança, em complementação à ação da família; promover a ampliação de suas experiências e conhecimentos, estimulando seu interesse pelo processo de transformação da natureza e pela convivência em sociedade. O alcance de tais objetivos requer profissionais adequadamente formados atuando em educação infantil e uma formação ideal prevê a capacidade do professor preparar o seu trabalho e, não apenas, assumir o papel de executor de tarefas pré estabelecidas por outro, sem reflexão e elaboração do próprio trabalho. APPLE e TEITELBAUN (apud ANGOTTI,1996, p.57), colocam, sobre a não apropriação do docente da atividade de planejamento do seu próprio trabalho, o seguinte:...quando os indivíduos deixam de planejar e controlar uma grande porção do seu próprio trabalho, as habilidades essenciais para essas tarefas auto - reflexivamente e de forma correta atrofiam-se e são esquecidas...em vez de professores e profissionais que se importam muito com o que fazem e por que o fazem, podemos ter executores alienados de planos alheios. A expressão executores alienados de planos alheios reflete muito da realidade dos professores de pré-escolas ou creches, onde, por conta do despreparo e da má formação em que estes profissionais se encontram, acabam por executar tarefas que lhe são repassadas, sem refletir se o que estão fazendo responde às necessidades da criança que ali se encontra, pensando no desenvolvimento social e educacional dessa. As atividades com os alunos são realizadas como se fossem cumprimento de ordens, o que faz com que a alienação se dê em cadeia; a criança não sabe por que faz uma determinada atividade que a professora pediu e, esta por sua vez, também não sabe dizer por que as solicita. Perspectivas para a educação infantil DIDONET (1983, p.50-51) aponta para algumas perspectivas para a década de 90. Dentre elas:

3 1- a demanda pelo atendimento educacional da criança de 0-6 anos fará pressão cada vez mais vigorosa e organizada, forçando a oferta. A creche apresentará um crescimento ainda mais rápido. A pressão da demanda será maior nesta área. 2- o Município assumirá a maior parte da oferta. A tendência da municipalização é antiga e corresponde tanto a um desejo de descentralização, quanto à localização da demanda. 3- o papel do Ministério da Educação se concentrará na definição das diretrizes pedagógicas e no apoio financeiro a Estados e Municípios. Forçados a caminhar sozinhos nos últimos anos, Estados e Municípios foram encontrando suas veredas ou abrindo novas avenidas nessa área. 4- a educação infantil se organizará administrativamente melhor, com uma estrutura mais homogênea. É possível imaginar-se que, daqui a alguns anos, a pré-escola poderá ser descrita segundo um modelo mínimo nacional, no qual a organização didática e administrativa e a programação educativa tenham um certo referencial comum, porém, sem haver uniformidade. 5- as propostas pedagógicas da creche e da pré-escola terão maior consistência, maior embasamento científico e fundamentação teórica mais sólida, em decorrência do conhecimento mais amplo das ciências da Educação, da qualificação dos profissionais e das elaborações curriculares que se estão fazendo. 6- a pré-escola e o ensino fundamental conseguirão articular-se melhor, numa perspectiva de identidades próprias e de seqüência do processo de aprendizagem da criança até os 14 anos. 7- a qualificação dos professores sofrerá modificações no conteúdo e na forma. Os cursos pré-serviço e em serviço, que hoje são as principais fontes de qualificação para a prática, terão grande afluxo de professores. Mas terão um sentido diferente: não mais como origem da qualificação e sim como complementação e atualização do que for estudado numa Escola Normal renovada ou em Curso Superior de Pedagogia voltado para a Educação Infantil. 8- a tecnologia da informação, mais disponível para o uso prático, determinará alterações no papel do professor. A transmissão de informações para as crianças poderá ser mais ampla, diversificada e atraente por meios

4 eletrônicos. Ensinar a aprender e aprender a aprender são tarefas que caberão cada vez mais ao professor, principalmente, na pré-escola. 9- crescerá o interesse de profissionais de outras áreas de formação para atuarem na pré-escola: psicólogos, antropólogos, sociólogos, professores de arte, de educação física, etc. Verifica-se uma tendência à especialização do trabalho na educação infantil. 10- continuará a tendência de formalização do atendimento, por parte do setor público. As experiências de modelos não formais ficarão praticamente restritas às Organizações Não Governamentais. Estas têm mais poder de inovação e maior coragem do que os órgãos governamentais para inventarem alternativas. Em 1998, final da década de 90, percebe-se que tais perspectivas estão sendo realmente desenvolvidas em alguns de seus aspectos. Muitas destas perspectivas têm, ou terão sua realização fundamentada na nova L.D.B. Questões como: municipalização; melhor organização administrativa da préescola; maior consistência nas propostas pedagógicas de creches e préescolas; bem como a questão da identidade das mesmas e a qualificação dos professores, são abordadas na nova L.D.B., que prevê mudanças nesses aspectos da educação infantil. A melhoria na qualidade da Educação Infantil pressupõe formação adequada e maior valorização do profissional que atua nesta área, permitindo especialização e atualização em conteúdos específicos, direcionados a essa faixa etária. O desenvolvimento da criança e a intermediação do educador ZAMBERLAN (1998), em texto de revisão sobre vários aspectos de desenvolvimento da criança pré-escolar, coloca que as interações sociais ocupam lugar de destaque no desenvolvimento infantil, pois é a partir delas que a criança tem acesso à cultura, aos valores e conhecimentos universais. A criança tem oportunidade, através da interação com outros adultos, de cooperar, de competir, de praticar e adquirir padrões sociais que irá utilizar mais tarde, nos seus encontros com o mundo. E aqui entra a linguagem, que atua como um canal de comunicação e expressão, nessa interação. Através da linguagem, é possível desenvolver a memória, a imaginação e a criatividade e,

5 muito especialmente, passar do pensamento concreto ao pensamento abstrato. O desenvolvimento sócio-moral é outro aspecto importantíssimo a considerar na educação infantil, pois é um processo de construção desde o início. Neste processo, o estado emocional da criança é primordial na formação de sua personalidade; amor, ódio, agressividade, medo, insegurança, alegria ou tristeza, assim como a motivação geral para a ação, são alguns dos aspectos característicos do desenvolvimento infantil e, consequentemente, do desenvolvimento sócio-moral. A partir do momento que a criança sacrifica certos benefícios pessoais em proveito de uma relação recíproca de confiança com o outro, ela constrói sua própria regra moral. Essa relação constitui pano de fundo para o desenvolvimento da autonomia. Com as crescentes interações com os pares, as crianças começam a encontrar-se em uma sociedade cooperativa, onde desempenham um papel no estabelecimento de regras e punições. Este novo sistema social, acoplado ao predomínio de operações concretas, estimula a emergência de um nível superior de julgamentos morais. WALLON (apud WEREBE e NADEL-BRULFERT, 1986) afirma que o meio social tem duplo valor para a criança: é seu meio ambiente e é ao mesmo tempo, o meio de ação sobre os outros meios ambientes. Para este autor, o tipo de intercâmbio que a criança estabelece com o seu meio social implica a consideração dos processos históricos da humanidade e é constituído num espaço psíquico que inclui necessidades e desejos e, desde cedo, direciona a construção de uma vida de representações. A humanização do indivíduo se dá através da aprendizagem que, por sua vez, decorre de um processo de interação entre o indivíduo e o meio sóciocultural, processo este denominado por Vygotsky de mediação, e não ocorre no indivíduo isolado. Porém, este processo não acontece de forma direta. Nas relações que o indivíduo estabelece com o meio, há a interação de um elemento intermediário que Vygotsky denominou mediador. Segundo VYGOTSKY (1991, p.45),... o processo simples estímulo-resposta é substituído por ato complexo, mediado, que representa a seguinte forma: S R X

6 Nesse novo processo o impulso direto para reagir é inibido, e é incorporado a um estímulo auxiliar que facilita a complementação da operação por meios indiretos. Assim, a relação do homem com o mundo não é uma relação direta mas, fundamentalmente, uma relação mediada. Sendo assim, conforme (TEBEROSKY, apud LERNER, 1996), os conhecimentos infantis respondem a uma dupla origem, determinada, por um lado pelas possibilidades de assimilação do sujeito e por outro, pelas informações específicas providas pelo meio. Sendo assim, o meio sócio-cultural desempenha papel fundamental e determinante na constituição do indivíduo como sujeito humano, o que leva à necessidade de instauração de um trabalho cooperativo desde os primeiros anos de vida, bem como, de escolaridade. Isto faz com o que o professor (educador) tenha uma função de grande importância para o desenvolvimento e aprendizado da criança, no sentido de que desempenha um papel de mediador das relações da criança com o mundo. O professor tem a função explícita de interferir na zona de desenvolvimento proximal, mediando o nível de desenvolvimento potencial dos alunos, provocando avanços que não ocorreriam espontaneamente. Objetivos Este trabalho teve por objetivos: Investigar a formação do Educador Infantil que atua em Creche ou Pré-Escola, na rede Municipal de Londrina; Verificar se a formação que este profissional possui o habilita, de fato, a exercer tal função; Identificar o que necessita ser mudado para que o Educador Infantil receba formação específica e preparo adequados para atuar nesta área. Metodologia

7 População Alvo Fizeram parte da população deste trabalho 78 (setenta e oito) profissionais, que atuam em educação infantil, na rede Municipal de Londrina, ocupando cargos e funções diversificadas como atendentes, auxiliares, professores, etc. Estas profissionais encontravam-se, no momento de realização deste trabalho, participando de um curso de Capacitação para Educadores Infantis, na U.E.L., o que permitiu a seleção das mesmas à pesquisa. Procedimento e Instrumento de Coleta de Dados A realização do trabalho constou de duas fases: na primeira, foi elaborado um questionário para coleta de dados, contendo 18 questões, sendo 08 referentes à Formação e 10 relativas à Atuação do profissional. Numa segunda fase foi feita a aplicação do questionário, que ocorreu na U.E.L., onde as profissionais realizavam o curso anteriormente citado. Após a entrega e explicação do questionário este foi respondido, tendo como duração média 30 a 45 minutos, dependendo de quem o respondia. Após a aplicação dos questionários, os dados foram analisados percentualmente e demonstrados em forma de tabelas. Uma análise qualitativa dos discursos das atendentes também foi realizada. Todos esses dados foram confrontados com dados de literatura e pesquisa já existentes sobre o assunto, para que se avaliem as condições de formação e atuação do Educador Infantil. Resultados A. Dados Relativos à Formação do Educador Infantil Pôde-se verificar que 42% dos profissionais não tiveram em sua formação, ênfase alguma no que diz respeito à Educação Infantil, e apenas 5% a tiveram em nível mais elevado, a este respeito. E ainda que a maioria (60%) possuísse formação de magistério e segundo grau, os conteúdos sobre Educação Infantil não são apresentados ou trabalhados de forma enfática, sendo por vezes, não ou mal trabalhados nos cursos de formação. Este dado é

8 bastante significativo, na medida em que pode-se constatar, a partir do descaso com a Educação Infantil, que esta ainda ocupa lugar secundário no campo educacional, principalmente no que tange à formação dos profissionais. Referente ao nível de satisfação com relação à formação recebida, 94% consideram satisfatória a formação recebida. Porém, aqui há que se considerar um dado importante. A questão que originou os dados da tabela é sobre a formação que recebeu ou recebe. Isto resulta que, a maioria que respondeu sim a esta questão refere-se ao curso que está freqüentando neste momento - Capacitação de Educadores Infantis - UEL- e não aos que já receberam, tendo em vista que muitos ainda não haviam realizado nenhum outro curso anterior a este. As respostas, sobre a satisfação quanto à formação recebida, também se referem, em grande parte, ao curso acima citado, que está sendo realizado no momento, com exceção de algumas profissionais que já haviam freqüentado outros cursos sobre Educação Infantil, anteriormente. No que tange à utilização prática dos conteúdos trabalhados, o que se observa é que a maioria (85%), utiliza muito ; 14% utiliza pouco e 1% não utiliza. Nesta questão, acontece algo semelhante ao da anterior no sentido de que aqui, também, a grande maioria, refere-se à formação que está recebendo no curso que estão realizando na UEL. Este fato é possível de se observar pelas justificativas que seguem à questão e também pelos comentários que as entrevistadas teciam, na medida em que respondiam ao instrumento proposto. Quanto a realização de cursos que contribuem para a formação do Educador infantil, 100% das entrevistadas realizaram ou realizam algum curso sobre Educação Infantil (3). Desses 100%, 49% os fizeram por iniciativa própria; 50% por sugestão da instituição em que atuam e apenas 1% por sugestão de outros. No que diz respeito à contribuição da Instituição para a formação dos profissionais, 68% afirmam que a recebem, em contrapartida há 32% que afirmam não ter contribuições da mesma no que diz respeito à formação e ao incentivo à sua realização. Embora seja um número menor que afirme não ter apoio da instituição, este dado é de muita relevância. Isso reitera que esse caráter da instituição, reforça algumas colocações que se encontram sobre a Creche e a Pré-Escola,

9 no que diz respeito à formação de seus profissionais; isto é, não se exige formação adequada, muitas vezes, o requisito para selecionar profissionais é que este goste de criança, cuide bem delas, ou, ainda, por vezes, envolve questões políticas, do tipo, vote em mim que te consigo emprego. Na maioria das vezes, quando a pessoa não tem formação, o emprego possível acaba sendo na creche, pois, o que se afirma é que para cuidar de criança não precisa ter conhecimento, nem formação. Em alguns lugares, trabalhar em creche e até mesmo com a pré-escola, acaba sendo uma forma de punição, uma vez que a idéia que se tem é de que só trabalha neste local quem não serve para fazer outras coisas. O quadro 1 apresenta a categorização de respostas sobre os tipos de cursos realizados pelas entrevistadas. Quadro 1 : Cursos realizados pelas entrevistadas Categorização das Respostas Capacitação para Atendentes em Educação Infantil; Recreação, SESC; Assistente Infantil, SENAC; Salto Para o Futuro; Capacitação para Atendente, POSITIVO; Capacitação para Atendente de Portadores de Deficiência; Métodos Maria Montessori, ESCOLA VAGALUME; Especialização em Maternal e Jardim da Infância, INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DE CURITIBA; Projeto Araucária de Educação Infantil; Literatura Infantil; Orientador Educacional; Desafios Éticos da Educação; Primeiros Socorros; Semana Pedagógica I e II; Evangelização Infantil; Reflexões sobre Portadores de Síndrome de Down; Sexualidade;

10 Confecção de Material Pedagógico; Organização de Creche; AIDS e Doenças Contagiosas; Psicologia Infantil; Capacitação de Educadores Infantis, UEL ( em andamento ) Pelos dados obtidos e registrados no Quadro 1, verifica-se uma diversidade de cursos, atendendo a temáticas específicas para o trabalho com a criança, como: recreação, psicologia infantil, literatura infantil, além de questões mais gerais como as semanas pedagógicas, Método Maria Montessori, Projeto Araucária, programa educativo em T.V. - Salto para o Futuro, orientação educacional, sexual, religiosa e cursos sobre capacitação na organização e trabalho em Maternal e Jardim de infância. B. Dados Relativos à Atuação do Educador Infantil Observou-se que a maioria dos profissionais atuam na área de Educação Infantil de 0 a 3 anos, somando 51% dos casos (sendo 13% atuando de 0 a 1 ano; 26% de 1 a 2 e 12% de 2 a 3 anos), e que a minoria, (3%) atua há 15, 16 e 17 anos, com intermediários de tempo entre estes dois extremos. Tais dados levam-nos a supor que, de fato, haja um alto índice de rotatividade destas profissionais, possivelmente deixando o emprego quando alcançam outra oportunidade. A melhor ou pior qualidade do desempenho destes profissionais depende muito mais de características individuais, subjetivas e/ou de seu compromisso em relação às famílias das crianças. Depende, ainda, das condições de vida de sua própria família, que, por vezes, acaba sendo a causa, ainda que indireta, de faltas, stress e abandono do emprego. No que diz respeito à exigência de formação para atuar na área de Educação Infantil, constata-se algo que é muito apresentado na literatura e que também se observa com constância na prática. De fato, 52% das entrevistadas responderam que não há exigência de formação alguma para se atuar nesta área, em contraponto com 19% e 12% que disseram sobre a exigência de magistério e segundo grau completo, respectivamente.

11 A grande maioria (41% das profissionais entrevistadas), atua com crianças de até 06 anos, enquanto que a minoria (2%), atua com crianças de até 1 ano, com intermediários de 12%; 13%; 20% e 12% que atuam com crianças de até dois, três, quatro e cinco anos, respectivamente. Das 41% que responderam atuar com faixa etária de até 6 anos, podese observar que a maioria é atendente que, em geral, lidam com todas as faixas de idade, devido à função que desempenham na instituição. O restante são professoras, que restringem sua atuação a uma faixa de idade, aqui, especificamente, a de 6 anos. No que diz respeito às atividades desenvolvidas com as crianças na Educação Infantil, observa-se que, em primeiro lugar, 52%, vêm os cuidados físicos, seguido de segundo lugar, 31%, atividades pedagógicas e terceiro lugar, 16% de atividades recreativas e 1% na categoria outros, respectivamente. Os dados apresentados confirmam que em Educação Infantil, prevalece a idéia dos cuidados físicos, da assistência. Sobre o desenvolvimento, ou não, de atividades que vão além da função de Educador Infantil, a maioria (88%) respondeu que sim, enquanto que 12% disse que não. Desses 12%, há uma professora e as demais são atendentes, ou seja, essas profissionais, com exceção da educadora, já têm um função bastante ampla e diversificada na instituição, e ainda que digam não fazerem outras atividades além das que lhes cabem, estas, por si só, já são bastante abrangentes. Das 88% que responderam sim, há profissionais de diversas categorias: atendentes, professoras, orientadoras, auxiliares, etc. Todas exercem funções extras àquelas que lhes é pertinente enquanto educador. Dentre estas funções desempenhadas pelos profissionais, destacam-se as de higiene e cuidados com a criança e ainda, a função de mãe. Este caráter maternal dos professores de Educação Infantil não é raro, uma vez que se a mãe encontra-se ausente a profissional acaba (segundo relato das mesmas) desempenhando aquele papel. Com isto, os aspectos educacionais e pedagógicos cedem lugar aos cuidados físicos e assistenciais. Sobre o planejamento das atividades a serem desenvolvidas, 90% respondeu que há um planejamento e que este é feito, em sua maioria (52%),

12 pelo próprio professor. Em alguns casos (08%), o planejamento é feito pelo professor e o coordenador; em outros (12%), pelo coordenador e em 13% é feito pela Pedagoga. Algumas entrevistadas (5%) não responderam por quem é feito o planejamento. Pode-se verificar que a grande maioria respondeu que o planejamento é feito pelo próprio professor, dado significativo, uma vez que aponta para um aspecto de autonomia do mesmo. Dos 10% que responderam que não há planejamento, a maioria era atendente, algumas da creche, outras do berçário, uma do maternal e uma auxiliar. A justificativa para não planejarem é de que não estão envolvidas com atividades pedagógicas. No que diz respeito ao nível de satisfação com relação à atuação como Educador Infantil, observa-se que a maioria (69%) encontra-se satisfeita com a função que exerce, apesar de haver comentários que apontem para alguma insatisfação. Prevalece a satisfação, devido a uma série de fatores. A minoria (28%) respondeu que está insatisfeita. Porém, 28% é bastante significativo, e não pode ser ignorado. Há que se levar em conta estas insatisfações e verificar suas possíveis causas, no sentido de buscar um aperfeiçoamento que crie motivação à trabalhadora da Educação Infantil e que, consequentemente, resulte num melhor desempenho da mesma em suas funções. Das satisfações apontadas, muitas estão ligadas às questões pessoais, mais do que às questões profissionais. Por exemplo, poucas se referiram à satisfação pelo fato de trabalharem com a educação da criança no sentido Pedagógico. As respostas que mais se fizeram presentes foram as que referem-se à questões do tipo: gratificação por trabalhar com crianças; gostar de crianças, satisfação emocional e outras; não se referem às condições de trabalho, ao preparo do mesmo; materiais, etc. Já as respostas que se referem à insatisfação apontam diretamente para questões profissionais, como: por exemplo, impossibilidade de tomar decisões e dar opiniões; falta de material e apoio pedagógico; falta de formação e preparo, não valorização do trabalho, falta de recursos humanos na instituição, baixo nível de colaboração dos pais, etc.

13 Análise e discussão dos resultados A. Formação do Educador Sobre a formação de professores, INFORSATO (1996), coloca que o pressuposto básico na formação é o conhecimento (teórico-prático) da realidade, que possibilita antever as transformações necessárias e instrumentaliza-o para nela intervir. Porém, conforme se observa na análise dos resultados, a ênfase dada na Educação Infantil é ínfima, quase que insignificante. Neste sentido, ROSEMBERG (1994), coloca que, no Brasil, a formação educacional e profissional do trabalhador em Educação Infantil inexiste como habilitação profissional ou, quando existe, é insuficiente. Uma escolaridade mínima, equivalente ao segundo grau parece constituir a proposta consensual entre os profissionais que atuam nesta área, porém, na realidade, nos deparamos com um número expressivo daqueles que ainda não completaram o segundo grau. A necessidade de tais cursos, bem como a de uma formação adequada, evidencia-se com os resultados obtidos, onde a satisfação que a maioria disse ter em relação à formação que recebeu ou recebe, refere-se, justamente, à que estão recebendo no momento, conforme já comentado. Verifica-se que a insatisfação com a profissão está diretamente ligada à necessidade de mais cursos, de formação que dêem embasamento teórico e prático a estas profissionais, para que as mesmas possam exercer sua função de educadoras infantis respaldadas numa formação que lhes proporcione, acima de tudo, postura profissional. Segundo Rosemberg (1994), há necessidade que o profissional de Educação Infantil tenha acesso a uma educação formal específica, que lhe seja garantida constitucionalmente, e que lhe permita o acesso a uma habilitação profissional específica, socialmente reconhecida e lhe possibilite progresso na carreira. Com relação aos conteúdos trabalhados com as profissionais, nos cursos que receberam ou recebem, muito é posto em prática. O que não é trabalhado de forma prática, não o é, como se afirma, muitas vezes, por falta de vontade do profissional, mas sim, por falta de informação e formação do mesmo.

14 A pesquisa apontou que existem muitos cursos específicos sobre Educação Infantil, e, muitas das entrevistadas já haviam realizado algum, além do que estavam realizando no momento da pesquisa. Porém, a ênfase dada na importância de se realizar cursos como os que foram citados é insuficiente, sem contar que o acesso a estes cursos é, por vezes, dificultado devido a questões, como: disponibilidade de tempo, de dinheiro (quando são cursos pagos), e a própria idéia de que não é preciso ou, não tem tanta importância assim. Sendo assim, é preciso fazer com que a realização de cursos que abordem a questão da formação do Educador Infantil, seja algo que faça parte da vida deste profissional, e que este comece a ver que seu trabalho extrapola os cuidados físicos e que necessita de formação adequada, ao contrário do que muitas vezes se afirma que para trabalhar com criança basta gostar delas. Conclui-se que o educador é de extrema importância no sistema escolar, uma vez que é ele quem exerce, diretamente, a prática educacional. Logo, toda e qualquer iniciativa de mudança educacional, terá que, necessariamente, lidar com a formação dos educadores. B: Algumas considerações Sobre a Atuação (o Fazer do Educador) Sobre a atuação profissional, os dados apontam que não há exigência de formação alguma para atuar como educador infantil. Neste sentido, observa-se que a realidade contradiz a necessidade. Quando se discutiu, anteriormente, neste trabalho sobre a formação do profissional de Educação Infantil, constatou-se a necessidade de que este tivesse formação adequada para exercer sua função de forma a ser, de fato, educador. Porém, na prática, verifica-se que a maioria dos profissionais não tiveram nenhuma exigência, no que diz respeito à formação, para atuar como Educador Infantil. O que se espera deste profissional é que ele saiba como cuidar, fisicamente, da criança, o resto é posto em segundo plano, como se a formação e desenvolvimento se restringissem ao plano corporal, físico e as demais áreas do desenvolvimento, fossem coisas para se trabalhar depois.

15 Neste sentido, o pedagógico, no âmbito educacional, cede lugar ao assistencial e a Creche e a Pré-Escola continuam tendo como principal função abrigar e cuidar das crianças que ali se encontram. Por conseguinte, a necessidade de formação adequada precisa, então, deixar de ser teoria e passar a ser aplicada na prática. Outro aspecto a considerar é referente à faixa etária com que o profissional atua. Dado importante a discutir (a este respeito) é que, muitas vezes, acredita-se que quem atue com uma faixa de idade anterior aos 4, 5 ou 6 anos, não precisa saber nada além de cuidados físicos e assistenciais. Este é um equívoco incontestável que acaba interferindo na seleção e atuação dos profissionais que trabalham com crianças menores. Sobre os tipos de atividades que preponderam na atuação do educador infantil, observa-se prevalência dos cuidados físicos, ou seja, predomina a idéia de assistência mesmo que estas profissionais possuam alguma noção, em termos de formação, sobre a necessidade de se mudar esta atitude e esta visão (assistencialista) que foram instaladas no início das formações das creches no Brasil (por volta dos anos 30) e que se mantêm até hoje. Segundo CODO e MELLO (1995, p.174): as creches, como lugar pedagógico, não asilar, não paternalista, (...) é fenômeno novo no Brasil. Há que se repensar, então, a função da creche e do profissional que nela atua, para que se adote uma nova postura em relação à mesma, postura esta que faça perceber a Creche como lugar destinado à Educação e à formação como um todo, das crianças que ali se encontram. Segundo CODO e MELLO (1995, p.180)... ao se treinar funcionários para que estes estabeleçam relações afetivas com crianças, geralmente se recupera neles a figura de mãe... Sobre a necessidade do planejamento, ANGOTTI (1996, p.56), coloca que : ele é o momento singular do professor para proceder à organização sistemática de suas concepções, de suas crenças, do seu referencial teórico na projeção completa de seu fazer (fazer em constante movimento), articulado ao projeto pedagógico proposto ou construído pelo corpo docente e a assessoria técnica da instituição ou de Departamentos de Educação que os orientem.

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