Direitos e Deveres do Pesquisado

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Direitos e Deveres do Pesquisado"

Transcrição

1 Comitê de Ética em Pesquisa CEP- Faciplac Registrado na SIPAR- Ministério da Saúde sob o nº /2007 Direitos e Deveres do Pesquisado Direitos do Pesquisado I- Em caso de danos ao pesquisado por ato ilícito decorrente da pesquisa, o mesmo tem o direito de ser indenizado pelos pesquisadores, como disposto no Código Civil: Art. 927º. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo. E na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 no Art. 5. Termo. X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação; II- Tem direito aos benefícios resultantes da pesquisa, e a informações de como se dará o mesmo. Art XIX. Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras (grifo nosso). Os benefícios da pesquisa são os resultados, um tratamento a longo prazo, a estatística, os resultados causados pelos medicamentos da pesquisa, e esses benefícios devem ser aplicados ao sujeito que participa da pesquisa sempre que possível. III- Direito à exclusividade de seus dados para determinada pesquisa, a que foi aceita pelo pesquisado. Sendo vedado o uso desses dados para outros fins sem autorização do pesquisado. Como resguarda a Constituição Federal de 1988 Art. 5º. inciso X. são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. (grifos nosso)

2 IV- Direito de conhecer claramente do que se trata a pesquisa, a finalidade, os benefícios à sociedade. Como disposto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Art. 5 inciso XIV - é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional; Para que não ocorra alegação do pesquisado declarar que não houve explicação da pesquisa nos seus detalhes. V- Direito de saber se o projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa. A informação deve ser uma prioridade para o sujeito de pesquisa. Como disposto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Art. 5 inciso XIV - é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional; Ao ser aprovado pelo CEP, quer dizer que a análise já foi concluída e tem permissão para dar início á pesquisa em trâmite, assim a sociedade pode estar segura de seus direitos. VI- Direito de saber se a pesquisa irá usar placebo, se o participante será incluído em grupo controle ou placebo e o que isso significa. A Constituição da República Federativa do Brasil resguarda o direito á informação Art. 5 inciso XIV - é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional; E na Resolução 196/96 que rege a ética em Pesquisa do Ministério da Saúde Item IV. 1. e) a garantia de esclarecimentos, antes e durante o curso da pesquisa, sobre a metodologia, informando a possibilidade de inclusão em grupo controle ou placebo; O pesquisado precisa saber se na pesquisa será utilizado o placebo, que é uma substância, muitas vezes denominada pílula de farinha que causa sensação de bem-estar no paciente e muitas vezes uma melhora significativa no seu quadro de saúde, mesmo não sendo o medicamento verdadeiro. VII- Direito de saber se a pesquisa se trata de um experimento novo sem precedentes em seres humanos e suas complicações podem não ter meios de diagnóstico de mesmo tratamento. Como consta na Constituição de Art. 5 inciso XIV - é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional; É necessário que o indivíduo saiba que o experimento nunca foi realizado em seres humanos para depois decidir participar.

3 VIII- Direito de saber se a pesquisa será publicada e se fotografias do seu corpo serão exibidas e para isso será solicitado o TCLE. Como disposto na Constituição Federal de 1988 Art 5º. Item x.são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação (grifo nosso); E na Resolução 196/96 do Ministério da Saúde i) prever procedimentos que assegurem a confidencialidade e a privacidade, a proteção da imagem e a não estigmatização, garantindo a não utilização das informações em prejuízo das pessoas e/ou das comunidades, inclusive em termos de auto-estima, de prestígio e/ou econômico - financeiro IX- Que de praxe nenhuma homenagem será feita com o participante da pesquisa, embora os pesquisadores venham a ser homenageados e a ter ganhos de variada natureza. Como dispõe a Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde h) apresentar previsão de ressarcimento de gastos aos sujeitos da pesquisa. A importância referente não poderá ser de tal monta que possa interferir na autonomia da decisão do indivíduo ou responsável de participar ou não da pesquisa A participação deve ser voluntária, sendo vedado o recebimento de pagamento, presentes ou gratificação. Essa é uma forma de evitar que os sujeitos de pesquisa venham se expor em troca de dinheiro. A participação deve ser voluntária, o participante deve estar ciente dos benefícios que a pesquisa pode lhe proporcionar e dos riscos que pode correr ao participar da pesquisa. X- Direito de entrar em contato com o CEP e pesquisador responsável sempre que for necessário. Para obter informações a respeito do projeto, esclarecimentos sobre procedimentos sobre seus direitos, local que se realizará a pesquisa e demais informações com relação ao projeto. XI- Direito de desistir de participar da pesquisa, sem nenhum dano. Como está disposto na Constituição Federal promulgada em 5 de outubro de 1988 Art 5º. Item IV. é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; XII- Direito de saber se além do experimental, existem outros métodos alternativos. Segundo a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988

4 Art. 5 inciso XIV - é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional; XIII- Direito de ter á sua disposição no Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) os contatos do pesquisador responsável ( e telefone) Para sanar suas dúvidas em relação ao tratamento XIV- Direito de saber os riscos que a pesquisa oferece. Como disposto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988: Art. 5 inciso XIV - é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional; Para melhor decisão de participar ou não. XV- Direito ao ressarcimento dos gastos decorrentes da pesquisa. Como consta nas Diretrizes Éticas Internacionais para a Pesquisa Envolvendo Seres Humanos em Genebra de 1993 Diretriz 4: Indução e participação. Os indivíduos poderão ser pagos pela inconveniência e pelo tempo gasto, e devem ser reembolsados das despesas decorrentes da sua participação na pesquisa; eles podem receber, igualmente, serviços médicos gratuitos. Entretanto, os pagamentos não devem ser tão grandes ou os serviços médicos tão abrangentes a ponto de induzirem os possíveis sujeitos a consentirem participar na pesquisa contra o seu melhor julgamento ("indução excessiva"). Todos os pagamentos, reembolsos e serviços médicos propiciados aos sujeitos da pesquisa devem ser aprovados por um Comitê de Ética. XVI- Direito de não ser de forma alguma constrangido ou obrigado a participar da pesquisa. Como consta na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 no Art. 5º.item II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. XVII- Direito de o TCLE ser lido em voz alta quando o mesmo for analfabeto. XVIII- Direito da assinatura ser representada no TCLE por representante legal, quando de menoridade. XIX- Direito do suprimento da manifestação de vontade por representante legal, quando o mesmo não puder manifestar sua vontade. XX- Direito á assistência médica e hospitalar quando necessário. Como disposto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988

5 In verbis: Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. (grifo nosso). Deveres do Pesquisado I - Deverão assinar o TCLE (Termo De Consentimento Livre e Esclarecido) somente quando o pesquisado entender todo o processo da pesquisa e concordar em participar. Como dispõe a Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde Item IV- Consentimento livre e esclarecido O respeito devido à dignidade humana exige que toda pesquisa se processe após consentimento livre e esclarecido dos sujeitos, indivíduos ou grupos que por si e/ou por seus representantes legais manifestem a sua anuência à participação na pesquisa. E como disposto na Constituição Federal Art. 5º inciso II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; II- Deverá compreender toda a pesquisa. Como disposto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988: Art. 5º. Inciso XIV. é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional; (grifo nosso) III- Aceitando participar da pesquisa, deverá colaborar dentro de suas possibilidades, para o sucesso da mesma. IV- Guardar sigilo das pesquisas. Como disposto nos Direitos Humanos: Art. 5º. Inciso XIV. é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional; (grifo nosso) V- Participar da pesquisa sem espera de gratificações ou prêmios que venham representar algum tipo de recompensa pela sua participação. Como consta na Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde

6 Item II Sujeito da pesquisa - é o (a) participante pesquisado (a), individual ou coletivamente, de caráter voluntário, vedada qualquer forma de remuneração. VI- Deve ter liberdade de escolha sobre participar ou não da pesquisa, sendo a participação voluntária por parte do pesquisado. Como consta disposto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Art. 5º. Item IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; e Art. 5º. Item II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; VII- Ao aceitar participar, deve se submeter aos procedimentos da pesquisa, podendo desistir a qualquer momento da participação na pesquisa. Como disposto na resolução 196/96 IV. 1 f) a liberdade do sujeito se recusar a participar ou retirar seu consentimento, em qualquer fase da pesquisa, sem penalização alguma e sem prejuízo ao seu cuidado; VIII- Deve questionar sobre publicação dos resultados da pesquisa. IX- Quando o pesquisado apresentar algum sintoma de aversão ao medicamento que será utilizado deverá comunicar imediatamente ao pesquisador responsável pela pesquisa; X- Obter informações de local, data e horário. O direito á informação é resguardado pela Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Art. 5º. Inciso XIV. é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional; (grifo nosso) XI- Deverão assinar o TCLE os responsáveis legais dos sujeitos de menoridade. XII- O sujeito de pesquisa deve estar esclarecido de quem é o pesquisador responsável e o CEP responsável pela avaliação da pesquisa proposta. O sujeito de pesquisa deve ter a possibilidade de poder fazer contato com o CEP e com o pesquisador sempre que julgar necessário. XIII- Deve analisar os benefícios e riscos que a pesquisa apresenta para melhor decisão de participação. XIV- Em caso de pesquisas em tribos indígenas, os líderes da comunidade devem expedir termo de anuência, sem a qual não será realizada a pesquisa.

7 Segundo Resolução nº 304/00 do Conselho Nacional de Saúde Item III parágrafo Ter a concordância da comunidade alvo da pesquisa que pode ser obtida por intermédio das respectivas organizações indígenas ou conselhos locais, sem prejuízo do consentimento individual, que em comum acordo com as referidas comunidades designarão o intermediário para o contato entre pesquisador e a comunidade. Em pesquisas na área de saúde deverá ser comunicado o Conselho Distrital; E na Resolução 196/96 do Ministério da Saúde Item 3. e) em comunidades culturalmente diferenciadas, inclusive indígenas, deve-se contar com a anuência antecipada da comunidade através dos seus próprios líderes, não se dispensando, porém, esforços no sentido de obtenção do consentimento individual. XV- Questionar procedimentos, etapas para entender todo o processo da pesquisa. Como consta na Constituição da República Federativa de 1988 Art. 5º. Inciso XIV. é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional; (grifo nosso) XVI- Em pesquisas em pessoas com diagnóstico de morte encefálica, os parentes responsáveis devem emitir a certidão de óbito, consentimento explícito dos familiares e/ou do responsável legal, ou manifestação prévia da vontade do sujeito. Como disposto na Resolução 196/96 Item IV. 3. d) as pesquisas em pessoas com o diagnóstico de morte encefálica só podem ser realizadas desde que estejam preenchidas as seguintes condições: - documento comprobatório da morte encefálica (atestado de óbito); - consentimento explícito dos familiares e/ou do responsável legal, ou manifestação prévia da vontade da pessoa; - respeito total à dignidade do ser humano sem mutilação ou violação do corpo; - sem ônus econômico financeiro adicional à família; - sem prejuízo para outros pacientes aguardando internação ou tratamento; - possibilidade de obter conhecimento científico relevante, novo e que não possa ser obtido de outra maneira; XVII- Ao aceitar participar, deve-se ter cautela de ler e reler o TCLE. XVIII- Solicitar acompanhamento durante o tratamento. XIX- Pedir esclarecimentos antes e durante o curso da pesquisa, sobre a metodologia, grupo de controle, uso de placebo. Como consta disposto na Constituição da República Federativa de 1988 Art. 5º. Inciso XIV. é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional; (grifo nosso)

8 XX- Deve possuir todos os critérios de inclusão para participar da pesquisa. CEP-Faciplac Coordenação.

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA UNIARA COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA UNIARA COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA ROTEIRO SUGERIDO PELA RESOLUÇÃO Nº 466/12 O respeito à dignidade humana exige que toda pesquisa se processe após o consentimento livre e esclarecido dos sujeitos, indivíduos ou grupos que por si e/ou por

Leia mais

CENTRO DE ENSINO UNIFICADO DE TERESINA LTDA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS, SAÚDE, EXATAS E JURÍDICAS DE TERESINA COMISSÃO DE ÉTICA EM PESQUISA CEP

CENTRO DE ENSINO UNIFICADO DE TERESINA LTDA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS, SAÚDE, EXATAS E JURÍDICAS DE TERESINA COMISSÃO DE ÉTICA EM PESQUISA CEP CENTRO DE ENSINO UNIFICADO DE TERESINA LTDA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS, SAÚDE, EXATAS E JURÍDICAS DE TERESINA COMISSÃO DE ÉTICA EM PESQUISA CEP CRITÉRIOS DE ETICIDADE A SEREM AVALIADOS CONFORME A RES.196/96

Leia mais

COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ

COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ 1. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (TCLE) A importância do TCLE. A Resolução CNS 196/96 afirma

Leia mais

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PÁRA PROTOCOLAR PROJETOS DE PESQUISA NO COMITÊ DE ÉTICA

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PÁRA PROTOCOLAR PROJETOS DE PESQUISA NO COMITÊ DE ÉTICA - SOMENTE PODERÃO SER SUBMETIDOS PARA ANÁLISE DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA, PROJETOS QUE NÃO INICIARAM COLETA DE DADOS; - PROJETOS JÁ CONCLUÍDOS NÃO SERÃO ANALISADOS. DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PÁRA PROTOCOLAR

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PROTOCOLO DE PESQUISA PARA APRECIAÇÃO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA UNISEPE

ELABORAÇÃO DE PROTOCOLO DE PESQUISA PARA APRECIAÇÃO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA UNISEPE ELABORAÇÃO DE PROTOCOLO DE PESQUISA PARA APRECIAÇÃO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA UNISEPE Do Comitê de Ética em Pesquisa De acordo com a Resolução nº 196/96 da CONEP (Comissão Nacional de Ética em

Leia mais

REGULAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA

REGULAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA REGULAMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA TÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º - O Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade Unida de Vitória CEP/FACULDADE UNIDA, reger-se-á pelo presente Regulamento,

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE Coordenadoria de Serviços de Saúde INSTITUTO DANTE PAZZANESE DE CARDIOLOGIA

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE Coordenadoria de Serviços de Saúde INSTITUTO DANTE PAZZANESE DE CARDIOLOGIA DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA ANÁLISE DE PROJETOS DE PESQUISA 1 Folha de Rosto http://portal2.saude.gov.br/sisnep/pesquisador - está folha de rosto deverá ser impressa em 3 vias; deverá ser assinada pelo

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PROTOCOLO DE PESQUISA PARA APRECIAÇÃO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA UNISEPE

ELABORAÇÃO DE PROTOCOLO DE PESQUISA PARA APRECIAÇÃO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA UNISEPE ELABORAÇÃO DE PROTOCOLO DE PESQUISA PARA APRECIAÇÃO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA UNISEPE Do Comitê de Ética em Pesquisa De acordo com a Resolução nº 196/96 da CONEP (Comissão Nacional de Ética em

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DOS CORRETORES DE SEGUROS, DE RESSEGUROS, DE CAPITALIZAÇÃO, DE PREVIDÊNCIA PRIVADA, DE SEGUROS DE PESSOAS, DE PLANOS E

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DOS CORRETORES DE SEGUROS, DE RESSEGUROS, DE CAPITALIZAÇÃO, DE PREVIDÊNCIA PRIVADA, DE SEGUROS DE PESSOAS, DE PLANOS E CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DOS CORRETORES DE SEGUROS, DE RESSEGUROS, DE CAPITALIZAÇÃO, DE PREVIDÊNCIA PRIVADA, DE SEGUROS DE PESSOAS, DE PLANOS E DE SEGUROS DE SAÚDE, E SEUS PREPOSTOS FEVEREIRO/2008

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DOS CORRETORES DE SEGUROS, DE RESSEGUROS, DE CAPITALIZAÇÃO, DE PREVIDÊNCIA PRIVADA, DE SEGUROS DE PESSOAS, DE PLANOS E DE

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DOS CORRETORES DE SEGUROS, DE RESSEGUROS, DE CAPITALIZAÇÃO, DE PREVIDÊNCIA PRIVADA, DE SEGUROS DE PESSOAS, DE PLANOS E DE CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DOS CORRETORES DE SEGUROS, DE RESSEGUROS, DE CAPITALIZAÇÃO, DE PREVIDÊNCIA PRIVADA, DE SEGUROS DE PESSOAS, DE PLANOS E DE SEGUROS DE SAÚDE, E SEUS PREPOSTOS FEVEREIRO/2008

Leia mais

Roteiro Básico para Elaboração do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE)

Roteiro Básico para Elaboração do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) Roteiro Básico para Elaboração do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) Sumário 1. Que tipo de pesquisa necessita do TCLE?... 1 2. Como elaborar o TCLE?... 2 Informar claramente quem é o responsável

Leia mais

Voluntário em Pesquisa: informe-se para decidir! Qual documento garante que os meus direitos serão respeitados?

Voluntário em Pesquisa: informe-se para decidir! Qual documento garante que os meus direitos serão respeitados? Ministério da Saúde Conselho Nacional de Saúde Voluntário em Pesquisa: O que é uma pesquisa, afinal de contas? Eu, um sujeito de pesquisa? Qual documento garante que os meus direitos serão respeitados?

Leia mais

TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES 1

TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES 1 Os Estados contratantes, TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES 1 Desejosos de contribuir para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, Desejosos de aperfeiçoar a proteção legal das invenções,

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TCLE

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TCLE TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TCLE O TCLE não é apenas um texto jurídico com a assinatura do sujeito da pesquisa afixada. É um instrumento que se usa para facilitar a comunicação entre pesquisador

Leia mais

Lista de checagem do protocolo

Lista de checagem do protocolo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA Comitê de Ética em Pesquisa Lista de checagem do protocolo A avaliação do projeto

Leia mais

Diretrizes Éticas Internacionais para a Pesquisa Envolvendo Seres Humanos

Diretrizes Éticas Internacionais para a Pesquisa Envolvendo Seres Humanos Diretrizes Éticas Internacionais para a Pesquisa Envolvendo Seres Humanos Council for International Organizations of Medical Siences (CIOMS), em colaboração com a Organização Mundial da Saúde (OMS) Genebra,

Leia mais

Documentos Necessários ao Protocolo de Pesquisa

Documentos Necessários ao Protocolo de Pesquisa Documentos Necessários ao Protocolo de Pesquisa 3. PROTOCOLO DE PESQUISA 3.1) Protocolo de pesquisa: é o conjunto de documentos, que pode ser variável a depender do tema, incluindo o projeto, e que apresenta

Leia mais

NOME DA INSTITUIÇÃO QUE SERÁ DESENVOLVIDO O PROJETO OU QUE O PESQUISADOR PRINCIPAL ESTÁ VINCULADO

NOME DA INSTITUIÇÃO QUE SERÁ DESENVOLVIDO O PROJETO OU QUE O PESQUISADOR PRINCIPAL ESTÁ VINCULADO NOME DA INSTITUIÇÃO QUE SERÁ DESENVOLVIDO O PROJETO OU QUE O PESQUISADOR PRINCIPAL ESTÁ VINCULADO TÍTULO DO PROJETO DEVE SER IDÊNTICO AO RELATADO NA FOLHA DE ROSTO Pesquisadora Responsável R.G.: C.P.F.:

Leia mais

http://www.brasilsus.com.br/legislacoes/gm/109651-2201.html?tmpl=component&pri...

http://www.brasilsus.com.br/legislacoes/gm/109651-2201.html?tmpl=component&pri... Page 1 of 8 PORTARIA Nº 2.201, DE 14 DE SETEMBRO DE 2011 Legislações - GM Qui, 15 de Setembro de 2011 00:00 PORTARIA Nº 2.201, DE 14 DE SETEMBRO DE 2011 Estabelece as Diretrizes Nacionais para Biorrepositório

Leia mais

Prontuário médico? ou Prontuário do paciente?

Prontuário médico? ou Prontuário do paciente? Prontuário médico? ou Prontuário do paciente? CONCEITO Prontuário do Paciente é o conjunto de documentos padronizados e ordenados, destinados ao registro dos cuidados profissionais, prestados ao paciente

Leia mais

LEI Nº 467 DE 26 DE MARÇO DE 2014.

LEI Nº 467 DE 26 DE MARÇO DE 2014. LEI Nº 467 DE 26 DE MARÇO DE 2014. DISPÕE SOBRE O SERVIÇO VOLUNTÁRIO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL DE IRAMAIA, ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições legais, faz saber que a Câmara

Leia mais

CONARQ OGU AGOSTO - 2014

CONARQ OGU AGOSTO - 2014 CONARQ OGU AGOSTO - 2014 Experiência Internacional Declaração Universal dos Direitos Humanos (artigo 19): Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade

Leia mais

Tema: Perícia Médica do Instituto Nacional do Seguro Social

Tema: Perícia Médica do Instituto Nacional do Seguro Social Novo Código de Ética Médico e Saúde do Trabalhador Tema: Perícia Médica do Instituto Nacional do Seguro Social Realização: DIESAT Apoio: Fundacentro São Paulo, 22 jun 2010 Os dilemas, os sensos, os consensos,

Leia mais

Folha de Informação rubricada sob nº do processo nº (a)

Folha de Informação rubricada sob nº do processo nº (a) Folha de Informação rubricada sob nº do processo nº (a) Parecer CoBi 008/2011 Consulta sobre a solicitação de exames de rotina para detectar vírus HIV e uso de drogas ilícitas. Termo de responsabilidade

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO Pelo presente instrumento, de um lado HERÁCLITO PEREIRA GUEDES-ME, (TURBÃONET), empresa situada no município de Aparecida de Goiânia-GO, Praça A- 2, Quadra 219, Lote 04,

Leia mais

Declaração de Helsinque Associação Médica Mundial

Declaração de Helsinque Associação Médica Mundial A. Introdução Declaração de Helsinque Associação Médica Mundial Princípios éticos para as pesquisas médicas em seres humanos Adotado pela 18ª Assembléia Médica Mundial Helsinque, Finlândia, junho do 1964

Leia mais

Prefeitura Municipal de Venda Nova do Imigrante

Prefeitura Municipal de Venda Nova do Imigrante INTRODUÇÃO II - DO OBJETO E DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS III - DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA IV - DAS CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO V - DO RECEBIMENTO DA DOCUMENTAÇÃO E DA PROPOST VI - ABERTURA DOS ENVELOPES VII - DA DOCUMENTAÇÃO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013.

RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. RESOLUÇÃO Nº 313 DE 02 DE DEZEMBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE INTERNO DO PODER LEGISLATIVO DE POCONÉ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Presidente da Câmara Municipal de Poconé,

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS AOS PESQUISADORES

ORIENTAÇÕES GERAIS AOS PESQUISADORES ORIENTAÇÕES GERAIS AOS PESQUISADORES 1 Pesquisador responsável é a pessoa responsável pela coordenação e realização da pesquisa e pela integridade e bem-estar dos sujeitos da pesquisa (Res.196/96 II.4).

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I 1 REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA Título I Das Disposições Gerais Capítulo I Dos Objetivos e da Estruturação Geral do Serviço de Psicologia Art. 1º - O Serviço de Psicologia é parte

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA PARA O EXERCÍCIO DA QUIROPRAXIA NO BRASIL

CÓDIGO DE ÉTICA PARA O EXERCÍCIO DA QUIROPRAXIA NO BRASIL CÓDIGO DE ÉTICA PARA O EXERCÍCIO DA QUIROPRAXIA NO BRASIL Associação Brasileira de Quiropraxia Aprovado em Assembléia Geral Extraordinária da Associação Brasileira de Quiropraxia, Novo Hamburgo, 01 de

Leia mais

Proteção do Sigilo de Informações e Marco Civil da Internet

Proteção do Sigilo de Informações e Marco Civil da Internet Proteção do Sigilo de Informações e Marco Civil da Internet 2 Não há lei brasileira que regule a atividade de navegação na internet ou traga disposições específicas e exclusivas sobre os dados que circulam

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE - Conselho Nacional de Saúde - Comissão Nacional de Ética em Pesquisa GLOSSÁRIO

MINISTÉRIO DA SAÚDE - Conselho Nacional de Saúde - Comissão Nacional de Ética em Pesquisa GLOSSÁRIO MINISTÉRIO DA SAÚDE - Conselho Nacional de Saúde - Comissão Nacional de Ética em Pesquisa GLOSSÁRIO A Aguardando apreciação do colegiado Situação do projeto visível apenas para os membros do CEP, neste

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO TRANS-MUX (EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL DE LINHA DEDICADA EILD) ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE CONFIDENCIALIDADE

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO TRANS-MUX (EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL DE LINHA DEDICADA EILD) ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE CONFIDENCIALIDADE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO TRANS-MUX (EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL DE LINHA DEDICADA EILD) ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE CONFIDENCIALIDADE 1. OBJETIVO Este Anexo ao Contrato de Prestação de Serviço TRANS-MUX

Leia mais

ESCLARECIMENTOS A RESPEITO DA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA

ESCLARECIMENTOS A RESPEITO DA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA ESCLARECIMENTOS A RESPEITO DA SUBMISSÃO DE PROJETO DE PESQUISA TODOS OS PROTOCOLOS DE PESQUISA DEVEM SER SUBMETIDOS AO CEP VIA PLATAFORMA BRASIL Se você é um Usuário novo, acesse o link www.saude.gov.br/plataformabrasil

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 Dispõe sobre as regras e procedimentos a serem adotados pelos Órgãos Setoriais

Leia mais

Código de Conduta. Código de Conduta Schindler 1

Código de Conduta. Código de Conduta Schindler 1 Código de Conduta Código de Conduta Schindler 1 2 Código de Conduta Schindler Código de Conduta da Schindler Os colaboradores do Grupo Schindler no mundo inteiro devem manter o mais alto padrão de conduta

Leia mais

LISTA DE DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA AO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ASSOCIAÇÃO DE COMBATE AO CÂNCER EM GOIÁS

LISTA DE DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA AO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ASSOCIAÇÃO DE COMBATE AO CÂNCER EM GOIÁS LISTA DE DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA AO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ASSOCIAÇÃO DE COMBATE AO CÂNCER EM GOIÁS 1. MODELO PARA ELABORAÇÃO DE TERMO DE CONSENTIMENTO

Leia mais

Certificação Digital na Saúde

Certificação Digital na Saúde Marcelo Lúcio da Silva Diretor Executivo e de Certificação da SBIS Brasília, 23 de setembro de 2015 Sobre a SBIS Sociedade científica para o desenvolvimento da Informática em Saúde no Brasil Fundada há

Leia mais

Proposta de Projeto de Pesquisa

Proposta de Projeto de Pesquisa Proposta de Projeto de Pesquisa 1. Dados do Projeto e do Proponente Título do Projeto: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Subtítulo: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Programa de Pós-Graduação: Mestrado

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA SUMÁRIO 1 ÉTICA...03 2 APRESENTAÇÃO...04 3 APLICAÇÃO...05 4 FINALIDADES...06 5 DEFINIÇÕES...07 6 CULTURA ORGANIZACIONAL...08 6.1 MISSÃO...08 6.2 VISÃO...08 6.3 VALORES...08 6.4

Leia mais

A p s e p c e t c os o s Ju J r u ídi d co c s o s n a n V n e t n ilaç a ã ç o ã o M ec e â c n â i n ca

A p s e p c e t c os o s Ju J r u ídi d co c s o s n a n V n e t n ilaç a ã ç o ã o M ec e â c n â i n ca Aspectos Jurídicos na Ventilação Mecânica Prof. Dr. Edson Andrade Relação médico-paciente Ventilação mecânica O que é a relação médico-paciente sob a ótica jurídica? Um contrato 1 A ventilação mecânica

Leia mais

TERMO DE ADESÃO AO TRABALHO VOLUNTÁRIO 2014. RG e órgão emissor: CPF: Data de nascimento:

TERMO DE ADESÃO AO TRABALHO VOLUNTÁRIO 2014. RG e órgão emissor: CPF: Data de nascimento: TERMO DE ADESÃO AO TRABALHO VOLUNTÁRIO 2014 1 VIA Nome: RG e órgão emissor: CPF: Data de nascimento: Profissão/ ocupação: CEP: Município: Estado: Comunidade: Telefone: ( ) Email: Descrever as atividades

Leia mais

MODELOS DOS DOCUMENTOS EXIGIDOS (De acordo com as exigências da Res. nº. 466/2012 CNS/CONEP)

MODELOS DOS DOCUMENTOS EXIGIDOS (De acordo com as exigências da Res. nº. 466/2012 CNS/CONEP) MODELOS DOS DOCUMENTOS EXIGIDOS (De acordo com as exigências da Res. nº. 466/2012 CNS/CONEP) APÊNDICES Termo de Consentimento Livre e Esclarecido TCLE O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido deve

Leia mais

COMITÊ DE ÉTICA NA PESQUISA DA FEUSP PADRÕES ÉTICOS NA PESQUISA EM EDUCAÇÃO: PRIMEIRO DOCUMENTO

COMITÊ DE ÉTICA NA PESQUISA DA FEUSP PADRÕES ÉTICOS NA PESQUISA EM EDUCAÇÃO: PRIMEIRO DOCUMENTO Apresentação COMITÊ DE ÉTICA NA PESQUISA DA FEUSP PADRÕES ÉTICOS NA PESQUISA EM EDUCAÇÃO: PRIMEIRO DOCUMENTO De acordo com a portaria FEUSP 15/2006, de 18/08/2006, criou-se uma Comissão Provisória de Ética,

Leia mais

Programa de Voluntariado FLL

Programa de Voluntariado FLL Programa de Voluntariado FLL Temporada 2013/2014 Para ser um voluntário do Torneio FLL, é preciso ter acima de 18 anos e disponibilidade de horário para atender as atividades oferecidas pela instituição.

Leia mais

Conselho Nacional de Ética em Pesquisa nas Ciências Humanas (CECiHu / MCTI)

Conselho Nacional de Ética em Pesquisa nas Ciências Humanas (CECiHu / MCTI) Conselho Nacional de Ética em Pesquisa nas Ciências Humanas (CECiHu / MCTI) Processo de sua criação no âmbito do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com vistas ao estabelecimento de um Código

Leia mais

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 Súmula: Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno Municipal, nos termos do artigo 31 da Constituição Federal e do artigo 59 da Lei Complementar n 101/2000 e cria a

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (TCLE)

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (TCLE) TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (TCLE) (Responsável por paciente com idade 24 meses) TÍTULO DA PESQUISA: IDENTIFICAÇÃO DE ALTERAÇÕES IMUNOFENOTÍPICAS E MOLECULARES DAS LEUCEMIAS DE CÉLULAS-T

Leia mais

Modelo de Projeto de Pesquisa. Projeto de Pesquisa: Aspectos Éticos e Metodológicos

Modelo de Projeto de Pesquisa. Projeto de Pesquisa: Aspectos Éticos e Metodológicos Modelo de Projeto de Pesquisa Projeto de Pesquisa: Aspectos Éticos e Metodológicos O objetivo deste material informativo é identificar os aspectos éticos e metodológicos envolvidos na elaboração ou avaliação

Leia mais

Faculdade de Educação e Meio Ambiente FAEMA Instituto Superior de Educação ISE

Faculdade de Educação e Meio Ambiente FAEMA Instituto Superior de Educação ISE REGIMENTO INTERNO DA CLINICA-ESCOLA DE PSICOLOGIA DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE - Capítulo I Caracterização do Serviço Clínica-Escola de Psicologia Art. 1º - O SEPsi - Serviço Escola de Psicologia

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA PORTARIA N 1370/2004 PGJ.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA PORTARIA N 1370/2004 PGJ. MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA PORTARIA N 1370/2004 PGJ. O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

PORTARIA N o 1.516, DE 12 DE SETEMBRO DE 2006. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições, e

PORTARIA N o 1.516, DE 12 DE SETEMBRO DE 2006. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições, e PORTARIA N o 1.516, DE 12 DE SETEMBRO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições, e CONSIDERANDO a necessidade de reafirmar o compromisso público e formal do Ministério da Justiça

Leia mais

Guia de Investimento Anjo & Documentos Legais. Modelo de Memorando de Entendimento (Term Sheet) Versão 27/5/2016*

Guia de Investimento Anjo & Documentos Legais. Modelo de Memorando de Entendimento (Term Sheet) Versão 27/5/2016* A Guia de Investimento Anjo & Documentos Legais Modelo de Memorando de Entendimento (Term Sheet) Versão 27/5/2016* Este documento pretende espelhar termos e condições comumente utilizados em operações

Leia mais

Política de Divulgação de Atos ou Fatos Relevantes da Quality Software S.A. ( Política de Divulgação )

Política de Divulgação de Atos ou Fatos Relevantes da Quality Software S.A. ( Política de Divulgação ) Política de Divulgação de Atos ou Fatos Relevantes da Quality Software S.A. ( Política de Divulgação ) Versão: 1.0, 08/03/2013 Fatos Relevantes v 1.docx 1. INTRODUÇÃO E OBJETIVO... 3 2. PESSOAS SUJEITAS

Leia mais

Preâmbulo. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,

Preâmbulo. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Preâmbulo DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

RESOLUÇÃO CNSP N o 297, DE 2013.

RESOLUÇÃO CNSP N o 297, DE 2013. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 297, DE 2013. Disciplina as operações das sociedades seguradoras por meio de seus representantes de seguros, pessoas jurídicas,

Leia mais

Parecer 006/2015 CREFITO-4

Parecer 006/2015 CREFITO-4 Parecer 006/2015 CREFITO-4 ASSUNTO: Parecer do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 4ª Região acerca do prontuário fisioterapêutico e/ou multidisciplinar do paciente e do direito

Leia mais

PARECER CREMEB N 12/09 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 05/03/2009)

PARECER CREMEB N 12/09 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 05/03/2009) PARECER CREMEB N 12/09 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 05/03/2009) Consulta nº 159.756/08 Assuntos: - Filmagem em interior de UTI. - Legalidade de contratação de médicos plantonistas como pessoa jurídica.

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico PORTARIA SEAE Nº. 20, DE 20 DE MARÇO DE 2012.

MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico PORTARIA SEAE Nº. 20, DE 20 DE MARÇO DE 2012. MINISTÉRIO DA FAZENDA Secretaria de Acompanhamento Econômico PORTARIA SEAE Nº. 20, DE 20 DE MARÇO DE 2012. I n s t i t u i o P r o g r a m a d e I n t e r c â m b i o d a S E A E e d i s p õ e s o b r

Leia mais

BIOBANCOS E SUAS REPERCUSSÕES BRASILEIRO. Maria de Fátima Freire de Sá PUCMinas

BIOBANCOS E SUAS REPERCUSSÕES BRASILEIRO. Maria de Fátima Freire de Sá PUCMinas BIOBANCOS E SUAS REPERCUSSÕES JURÍDICAS NO DIREITO BRASILEIRO Maria de Fátima Freire de Sá PUCMinas PANORAMA GERAL: Conselho Nacional de Saúde. Resoluções n 196, de 10 de outubro de 1996; n 340, de 08

Leia mais

GAROTA VIP EDIÇÃO 2012

GAROTA VIP EDIÇÃO 2012 GAROTA VIP EDIÇÃO 2012 Regulamento para participação no quadro Garota VIP APRESENTAÇÃO Garota VIP é um quadro do Portal VIP Social que evidência a beleza feminina do Vale do Rio Tijucas. Modelos com idades

Leia mais

Comitê de Ética em Pesquisa CEP - UNIPAMPA. Cadastro de Projetos de Pesquisa

Comitê de Ética em Pesquisa CEP - UNIPAMPA. Cadastro de Projetos de Pesquisa Comitê de Ética em Pesquisa CEP - UNIPAMPA Cadastro de Projetos de Pesquisa Documentos para abertura de Protocolo de Pesquisa: CEP-UNIPAMPA PLATAFORMA BRASIL - CADASTRO DE PESQUISADORES Doc. 1º 2º 3º Descrição

Leia mais

ResoluçãodaANVISARDCNº38,de 12 de agosto de 2013: Aprova o regulamento para os programas de. fornecimento de medicamento pósestudo.

ResoluçãodaANVISARDCNº38,de 12 de agosto de 2013: Aprova o regulamento para os programas de. fornecimento de medicamento pósestudo. ResoluçãodaANVISARDCNº38,de 12 de agosto de 2013: Aprova o regulamento para os programas de acesso expandido, uso compassivo e fornecimento de medicamento pósestudo. Apresentação: Biól. Andréia Rocha RELEMBRANDO

Leia mais

RESOLUÇÃO CFP N 012/2005. O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de suas atribuições legais, estatutárias e regimentais,

RESOLUÇÃO CFP N 012/2005. O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de suas atribuições legais, estatutárias e regimentais, RESOLUÇÃO CFP N 012/2005 Regulamenta o atendimento psicoterapêutico e outros serviços psicológicos mediados por computador e revoga a Resolução CFP N 003/2000. O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso

Leia mais

AUTORIZAÇÃO DE USO DE BEM PERMANENTE EM AMBIENTE EXTERNO A UFRB

AUTORIZAÇÃO DE USO DE BEM PERMANENTE EM AMBIENTE EXTERNO A UFRB AUTORIZAÇÃO DE USO DE BEM PERMANENTE EM AMBIENTE EXTERNO A UFRB 1 BASE LEGAL LEI Nº 8.112, DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990 (Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das Autarquias

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010. Regulamenta a utilização dos serviços corporativos disponíveis na rede de computadores da ANAC. A DIRETORA-PRESIDENTE

Leia mais

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS TOKIO MARINE SEGURADORA S.A., inscrita no CNPJ sob o número 33.164.021/0001-00 pessoa jurídica de direito privado com sede na Rua Sampaio Viana, 44 - Paraíso,

Leia mais

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS CUMULADO COM CORRESPONDENTE DE MICROSSEGUROS SEGUROS

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS CUMULADO COM CORRESPONDENTE DE MICROSSEGUROS SEGUROS EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS CUMULADO COM CORRESPONDENTE DE MICROSSEGUROS SEGUROS TOKIO MARINE SEGURADORA S.A., inscrita no CNPJ sob o número 33.164.021/0001-00 pessoa jurídica de direito

Leia mais

Proteção das Máquinas

Proteção das Máquinas 1 CONVENÇÃO N. 119 Proteção das Máquinas I Aprovada na 47ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho (Genebra 1963), entrou em vigor no plano internacional em 21.4.65. II Dados referentes ao Brasil:

Leia mais

INSTRUÇÃO DA PRESIDÊNCIA N.º 168, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2014.

INSTRUÇÃO DA PRESIDÊNCIA N.º 168, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2014. INSTRUÇÃO DA PRESIDÊNCIA N.º 168, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2014. Estabelece procedimentos administrativos para fins de Registro de Atestado de obra/serviço no Crea-RS, conforme disposto na Resolução do Confea

Leia mais

Proibida a reprodução.

Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. MANUAL DO ANALISTA DE VALORES MOBILIÁRIOS 1 INTRODUÇÃO O objetivo deste documento é o de nortear a atuação dos Analistas de Valores Mobiliários em consonância a Instrução CVM nº

Leia mais

Rua Ulisses Caldas, 81 - Centro - Natal/RN 59025-090 (55)xx84-3232-8863 www.natal.rn.gov.br

Rua Ulisses Caldas, 81 - Centro - Natal/RN 59025-090 (55)xx84-3232-8863 www.natal.rn.gov.br LEI Nº. 6.067, DE 11 DE MARÇO DE 2010. Altera a Lei Ordinária 5.711/06, que dispõe sobre a Organização Administrativa da Câmara Municipal do Natal, e dá outras providências. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE

Leia mais

FACULDADE DE MEDICINA DE MARÍLIA - FAMEMA FÓRMULA SANTANDER 2014 2015 PROGRAMA DE BOLSAS DE MOBILIDADE INTERNACIONAL

FACULDADE DE MEDICINA DE MARÍLIA - FAMEMA FÓRMULA SANTANDER 2014 2015 PROGRAMA DE BOLSAS DE MOBILIDADE INTERNACIONAL FÓRMULA SANTANDER 2014 2015 O Diretor Geral da Faculdade de Medicina de Marília (Famema), Professor Doutor Paulo Roberto Michelone, no uso de suas atribuições, torna público este Edital de seleção de estudantes

Leia mais

(http://www.anvisa.gov.br/institucional/faleconosco/faleconosco.asp ).

(http://www.anvisa.gov.br/institucional/faleconosco/faleconosco.asp ). No Brasil as legislações que tratam da proteção e direitos do sujeito de pesquisa são Documento das Américas de Boas Práticas Clínicas, Resolução 196/1996 do Conselho Nacional de Saúde e Resolução RDC

Leia mais

O oficial deve declarar no registro o número da DNV e arquivar essa via no cartório.

O oficial deve declarar no registro o número da DNV e arquivar essa via no cartório. Registro Civil das Pessoas Naturais temas práticos parte 2 Temas práticos de registro civil das pessoas naturais Priscila de Paula, registradora civil em Cajamar Vamos tratar de alguns aspectos relacionados

Leia mais

LEI Nº 8.977, DE 6 DE JANEIRO DE 1995

LEI Nº 8.977, DE 6 DE JANEIRO DE 1995 LEI Nº 8.977, DE 6 DE JANEIRO DE 1995 Dispõe sobre o Serviço de TV a Cabo e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HELSINQUE DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL (WMA) Princípios Éticos para Pesquisa Médica envolvendo Seres Humanos

DECLARAÇÃO DE HELSINQUE DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL (WMA) Princípios Éticos para Pesquisa Médica envolvendo Seres Humanos DECLARAÇÃO DE HELSINQUE DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA MUNDIAL (WMA) Princípios Éticos para Pesquisa Médica envolvendo Seres Humanos Adotada pela 18ª Assembleia Geral da Associação Médica Mundial (Helsinque, Finlândia,

Leia mais

COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA EM SERES HUMANOS DO HOSPITAL IPO REGIMENTO INTERNO

COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA EM SERES HUMANOS DO HOSPITAL IPO REGIMENTO INTERNO 1 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA EM SERES HUMANOS DO HOSPITAL IPO. Autorização /Registro nº 061/2011/CONEP/CNS/GB/MS de 30/11/2011 Autorização / Renovação de Registro n 197/2014/ CONEP/CNS/GB/MS de 26/11/2014

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1628/CUN/2011.

RESOLUÇÃO Nº 1628/CUN/2011. RESOLUÇÃO Nº 1628/CUN/2011. Dispõe sobre Criação de Regimento Interno da Comissão de Ética no Uso de Animais - CEUA/URI. O Reitor da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - URI,

Leia mais

Título I Das Disposições Gerais

Título I Das Disposições Gerais PORTARIA Nº 207 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2009 Dispõe sobre as Diretrizes Básicas de Segurança da Informação no âmbito da Fundação Cultural Palmares. O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO CULTURAL PALMARES, no uso de suas

Leia mais

CONTRATO PARA REGISTRO DE DOMÍNIO "MM DOMINIO"

CONTRATO PARA REGISTRO DE DOMÍNIO MM DOMINIO CONTRATO PARA REGISTRO DE DOMÍNIO "MM DOMINIO" Esse instrumento regula a prestação de serviços estabelecida entre MACHADO SERVIÇOS DIGITAIS LTDA-ME (pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL MG COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) REGIMENTO INTERNO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL MG COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) REGIMENTO INTERNO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL MG COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA) REGIMENTO INTERNO I INTRODUÇÃO Art. 1º. A Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA), organizada pela UNIFAL MG, é um

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFRA ESTRUTRA E DE TELEFONIA.

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFRA ESTRUTRA E DE TELEFONIA. CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFRA ESTRUTRA E DE TELEFONIA. Pelo presente instrumento particular de Contrato de Prestação de Serviços de Telefonia (doravante designado simplesmente Contrato ) o

Leia mais

www. Lifeworld.com.br

www. Lifeworld.com.br 1 Artigos da Constituição Mundial A Constituição Mundial é composta de 61º Artigos, sendo do 1º ao 30º Artigo dos Direitos Humanos de 1948, e do 31º ao 61º Artigos estabelecidos em 2015. Dos 30 Artigos

Leia mais

RONY VAINZOF rony@opiceblum.com.br

RONY VAINZOF rony@opiceblum.com.br RONY VAINZOF rony@opiceblum.com.br 1 A INTERNET NÃO É UM MUNDO SEM LEIS!!! 11/7/2014 2 INVASÃO FÍSICA OU ELETRÔNICA? X X 11/7/2014 3 Lei 12.737/12 CRIME DE INVASÃO Violação de domicílio Pena - detenção,

Leia mais

PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014

PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014 PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014 PROCESSO-CONSULTA PROTOCOLO CREMEC Nº 6566/08 ASSUNTO: RESPONSABILIDADE MÉDICA PARECERISTA: CÂMARA TÉCNICA DE AUDITORIA DO CREMEC EMENTA O ato médico é responsabilidade

Leia mais

Considerando ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,

Considerando ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um dos documentos básicos das Nações Unidas e foi assinada em 1948. Nela, são enumerados os direitos que todos os seres humanos possuem. Preâmbulo Considerando

Leia mais

Regulamento Concurso Cultural Problem Ariana Grande"

Regulamento Concurso Cultural Problem Ariana Grande Regulamento Concurso Cultural Problem Ariana Grande" 1. DO CONCURSO 1.1. O Concurso Cultural Problem Ariana Grande ( Concurso ) será promovido pela Universal Music Brasil. (Realizadora). Trata- se de Concurso

Leia mais

Código de Ética da Sociedade Brasileira de Sociologia

Código de Ética da Sociedade Brasileira de Sociologia Código de Ética da Sociedade Brasileira de Sociologia O Código de Ética da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS) baseia-se no Código de Ética da International Sociological Association, da qual a SBS

Leia mais

NORMAS E PROCEDIMENTOS DE USO DOS LABORATÓRIOS DO DEPARTAMENTO DE COMPUTAÇÃO

NORMAS E PROCEDIMENTOS DE USO DOS LABORATÓRIOS DO DEPARTAMENTO DE COMPUTAÇÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE COMPUTAÇÃO NORMAS E PROCEDIMENTOS DE USO DOS LABORATÓRIOS DO DEPARTAMENTO DE COMPUTAÇÃO

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 360/DILEP.CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 7 DE JULHO DE 2014

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 360/DILEP.CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 7 DE JULHO DE 2014 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 360/DILEP.CDEP.SEGPES.GDGSET.GP, DE 7 DE JULHO DE 2014 Institui o Programa de Incentivo à Participação de Servidores do Tribunal Superior do Trabalho em

Leia mais

Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Autarquia Federal Lei nº 3.268/57

Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Autarquia Federal Lei nº 3.268/57 Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo Autarquia Federal Lei nº 3.268/57 CONSULTA nº 157.177/11 Assunto: Sistema sem registro no Brasil, com servidor hospedado em outro país, para conter

Leia mais

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS

EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS EXTRATO DO CONTRATO DE REPRESENTANTE DE SEGUROS TOKIO MARINE SEGURADORA S.A., inscrita no CNPJ sob o número 33.164.021/0001-00 pessoa jurídica de direito privado com sede na Rua Sampaio Viana, 44 - Paraíso,

Leia mais

RESOLUÇÃO CNSP N o 296, DE 2013.

RESOLUÇÃO CNSP N o 296, DE 2013. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 296, DE 2013. Dispõe sobre as regras e os critérios para operação do seguro de garantia estendida, quando da aquisição de

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N o 261, de 9 de julho de 2004.

CIRCULAR SUSEP N o 261, de 9 de julho de 2004. CIRCULAR SUSEP N o 261, de 9 de julho de 2004. Dispõe sobre o seguro de cédula de produto rural - CPR e dá outras providências. O SUPERINTENDENTE SUBSTITUTO DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP,

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE METODISTA DE SANTA MARIA (FAMES)

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE METODISTA DE SANTA MARIA (FAMES) REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE METODISTA DE SANTA MARIA (FAMES) SANTA MARIA RS 2014 1 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO DO

Leia mais