PLANO DE NEGÓCIOS

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1 PLANO DE NEGÓCIOS

2 AVISO As apresentações podem conter previsões acerca de eventos futuros. Tais previsões refletem apenas expectativas dos administradores da Companhia. Os termos antecipa", "acredita", "espera", "prevê", "pretende", "planeja", "projeta", "objetiva", "deverá", bem como outros termos similares, visam a identificar tais previsões, as quais, evidentemente, envolvem riscos ou incertezas previstos ou não pela Companhia. Portanto, os resultados futuros das operações da Companhia podem diferir das atuais expectativas, e o leitor não deve se basear exclusivamente nas informações aqui contidas. A Companhia não se obriga a atualizar as apresentações e previsões à luz de novas informações ou de seus desdobramentos futuros. Os valores informados para 2009 em diante são estimativas ou metas. Aviso aos Investidores Norte- Americanos: A SEC somente permite que as companhias de óleo e gás incluam em seus relatórios arquivados reservas provadas que a Companhia tenha comprovado por produção ou testes de formação conclusivos que sejam viáveis econômica e legalmente nas condições econômicas e operacionais vigentes. Utilizamos alguns termos nesta apresentação, tais como descobertas, que as orientações da SEC nos proíbem de usar em nossos relatórios arquivados. Esta apresentação é de caráter meramente informativo, não constituindo uma oferta, convite ou solicitação de oferta de subscrição ou compra de quaisquer valores mobiliários no Brasil ou em qualquer outra jurisdição e, portanto, não devendo ser utilizado como base para qualquer decisão de investimento. 2

3 DEMANDA PRIMÁRIA RIA MUNDIAL DE ENERGIA 0,5% 0,4% % 6% 6% 1,30% 1% % 7% 6% 29% 1% 1,32% % 2% 7% 6% 28% 1% Biomassa tradicional Outras Renováveis* Biocombustíveis Hidro Variação Média Anual Força do Hábito +4,2% a.a. +5,2% a.a. Desenvolvimento Sustentável +7,8% a.a. +6,1% a.a. 26% Nuclear MMTOE 22% 22% 22% Carvão Gás 33% 29% 28% Petróleo Força do Hábito 2030 Desenvolvimento Sustentável * Eólica, Solar e Geotérmica 3

4 DESAFIO DA OFERTA MUNDIAL DE PETRÓLEO Declínio projetado na produção Força do Hábito Desenvolvimento Sustentável Desafios da Oferta Adição de Capacidade Requerida 2020: MM bpd 2030: MM bpd AUMENTO DA PRODUÇÃO 2030: proveniente da reavaliação de reservas existentes e de reservas ainda não descobertas ou ainda não comerciais 13% 28% Produção proveniente de reservas não descobertas ou reservas descobertas sem plano de desenvolvimento Produção atualmente em desenvolvimento com operação prevista para o curto e médio e prazo 59% Produção oriunda da reavaliações das reservas existentes (novas estimativas de oil-in-place e aumento nos fatores de recuperação) Fonte: Estimativas a partir de dados da WoodMackenzie 4

5 PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO PUXAM DEMANDA POR PETRÓLEO Consumo de Petróleo per capita B arris p er cap ita Demanda por petróleo 2009 a 2030 (variação em Milhões de bpd) OCDE Europa USA 5 0 EUA Japão OCDE* China índia Oriente Médio Brasil Índia China Transporte Geração Elétrica Outros * Considerando França, Alemanha, Itália e Reino Unido Fonte: BP 5

6 EUROPA SEGUE COMO REGIÃO MAIS DEFICITÁRIA DE DIESEL E FSU COMO PRINCIPAL EXPORTADORA AMÉRICA DO NORTE DS FDH DS FDH Balanço de Diesel EUROPA ORIENTE MÉDIO DS FDH DS FDH FSU DS FDH DS FDH CHINA AMÉRICA LATINA 2008 DS FDH DS FDH DS FDH DS FDH DS FDH DS FDH ÁFRICA ÁSIA mil bpd 2008 DS FDH DS FDH DS FDH DS FDH EUA superavitário maximizando produção de diesel e China levemente superavitária, buscando equilíbrio. Fonte: IEA (histórico); AB-CR/PP/PE (projeção). 6

7 DÉFICITS CRESCENTES DE GASOLINA NA ÁSIA E REDUÇÃO DO DÉFICIT DOS EUA, SE TORNANDO SUPERAVITÁRIO RIO 234 mil bpd AMÉRICA DO NORTE Superávit DS FDH DS FDH AMÉRICA LATINA DS FDH DS FDH Déficit Balanço de Gasolina 620 EUROPA DS FDH DS FDH ORIENTE MÉDIO DS FDH DS FDH ÁFRICA DS FDH DS FDH FSU 94 CHINA DS FDH DS FDH DS FDH DS FDH ÁSIA DS FDH DS FDH A América do Norte passa de deficitária a superavitária em função da queda da demanda. Já a Europa tem redução de seu superávit por conta da menor utilização do refino. 7

8 METAS DE PRODUÇÃO DE ÓLEO E GÁS: G SUPERMAJORS E PETROBRAS Mil boe/d ExxonMobil: Crescimento da produção de ~3-4% em 2010; ~2-3% ao ano até 2013 Petrobras: 3,9 MM boe/d em 2014 e 5,4 MM boe/d em 2020 BP: Crescimento da produção de ~1-2% ao ano até 2015 Shell: ~3,5 MM boe/d em 2012 e ~3,7 MM boe/d em Chevron: Crescimento de produção de ~1% ao ano entre e 4,5% ao ano entre Fonte: PFC Energy e Relatórios das Empresas 8

9 ESTRATÉGIA CORPORATIVA PETROBRAS (PN ) Estratégia Corporativa COMPROMETIMENTO COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Crescimento Integrado Rentabilidade Responsabilidade Social e Ambiental Ampliar a atuação nos mercados-alvo de petróleo, derivados, petroquímico, gás e energia, biocombustíveis e distribuição, sendo referência mundial como uma empresa integrada de energia Crescer produção e reservas de petróleo e gás, de forma sustentável, e ser reconhecida pela excelência na atuação de E&P, posicionando a Companhia entre as cinco maiores produtoras de petróleo do mundo Expandir o refino brasileiro, assegurando o abastecimento nacional e a liderança na distribuição, desenvolvendo mercados de exportação de derivados, com ênfase na Bacia do Atlântico. Consolidar a liderança no mercado brasileiro de gás natural, com atuação internacional, e ampliar os negócios de energia elétrica e gás-química, com ênfase em fertilizantes Atuar em petroquímica de forma integrada com os demais negócios do Sistema PETROBRAS. Atuar no Brasil e no exterior no segmento de biocombustíveis de forma integrada no Sistema PETROBRAS, com sustentabilidade. Excelência operacional, em gestão, em eficiência energética, recursos humanos e tecnologia. Segmentos de Negócios E&P Downstream Distribuição Gás, Energia e Gás Química Petroquímica Biocombustíveis 9

10 INVESTIMENTOS PN : 14: US$ 224 BILHÕES Segmento de Negócio 8% 5% 1% 2% 17,8 12,2 73,6 3,5 5,1 2,8 2,5 3,5 2,8 1% 2,5 118,8 53% Brasil e Exterior Exterior 5% 30% 17,8 11,7 66,4 E&P RTC G&E Petroquímica Distribuição Biocombustíveis Corporativo 212,3 Brasil 95% 10

11 ALTERAÇÕES NA CARTEIRA DE PROJETOS 186,6 31,7 (17,0) (6,8) 19,2 10,3 224 Investimento do PN Novos projetos Projetos excluídos Mudança a de cronograma Mudança de custo e de escopo Mudança a de participação societária PN Maiores investimentos na cadeia produtiva criada pelo pré-sal: investimentos em infraestrutura e logística, utilização do petróleo nacional e monetização do gás natural na indústria gás química: Extensões no pré-sal Unidade Offshore de Transferência e Exportação (UOTE) PDEG Pré-sal Bacia de Santos - Rota Cabiúnas Escoamento de Derivados do COMPERJ 1ª fase Planta de Amônia e Uréia 11

12 62% DOS INVESTIMENTOS REFERENTES A NOVOS PROJETOS ESTÃO NO SEGMENTO DE NEGÓCIO E&P 21% PN Período US$ 31,6 bilhões 1% 0,3 6,5 16% 5,1 19,7 62% E&P G&E Abastecimento Corporativo 12

13 MATURIDADE DA CARTEIRA DE PROJETOS EM FUNÇÃO DA FASE DE IMPLANTAÇÃO PN US$224 BI Aquisições 1% 0,9 60,4 Fase I 29% 122,6 Fase IV + 54% 22,6 17,5 Fase II 7% Fase III 9% Fase I Identificação da Oportunidade Fase II Em projeto Conceitual Fase III Em projeto Básico Fase IV + Autorizado para Execução/Implantação/Operações 13

14 GRANDE COLOCAÇÃO DOS INVESTIMENTOS JUNTO AO MERCADO FORNECEDOR NACIONAL US$ bilhões Exploração e Produção 108,2 Abastecimento 78,6 Gás e Energia 17,6 Distribuição 2,3 Pbio 2,3 Áreas Corporativas 3,3 Total 212,3 Distribuição e PBio (100%) Gás e Energia (82%) Abastecimento e Áreas corporativas (80%) E&P (53%) Conteúdo Nacional 100 % 80 % 60 % 40 % 20 % Espera-se um nível de contratação anual no País de cerca de US$ 28,4 bilhões A média anual de colocação no mercado nacional do Plano anterior, era cerca de US$ 20 bilhões 0 % 14

15 Estratégias, Direcionadores dos Negócios, Metas e Principais Projetos 15

16 PRODUÇÃO DE ÓLEO E GÁS G S NATURAL BRASIL e EXTERIOR (mil Curva de Produção doméstica se mantém em linha com o Plano Estratégico anterior Curva de produção Internacional se reduz em função de priorização da produção doméstica Metas de produção não consideram a Cessão Onerosa 4,9% p.a ,1% p.a ,4% p.a (mil boe/dia) Pré-Sal Produção de Petróleo Brasil Produção de Gas Brasil Produção Petróleo Internacional Produção de Gás Internacional 16

17 NOVOS UNIDADES QUE SUSTENTAM O AUMENTO DA PRODUÇÃO Mil bpd Tupi Piloto FPSO Cidade de Angra dos Reis bpd Cachalote e Baleia Franca FPSO Capixaba bpd Mexilhão Jaqueta GNA Uruguá/Tambaú Cidade de Santos GNA/35.000bpd TLD Tupi NE - BW bpd TLD Guará Dynamic Producer bpd Tiro Piloto SS bpd Aruanã TLD Cidade Rio das Ostras bpd Marlim Sul SS P-56 Módulo bpd TLD 1 BW Cid. São Vicente bpd Jubarte FPSO P bpd TLD 2 Dynamic Producer bpd TLD 3 Dynamic Producer bpd TLD 4 Dynamic Producer bpd Antecipação de Baleia Azul FPSO Espadarte bpd TLD 5 - BW bpd TLD 6 Dynamic Producer bpd TLD 7 - BW bpd TLD 8 Dynamic Producer bpd Roncador SS P-55 Módulo bpd Tiro/Sidon FPSO bpd Aruanã FPSO bpd Projetos Óleo Pesado Guará Piloto FPSO bpd TLD 9 - BW bpd TLD 10 - BW bpd TLD 11 Dynamic Producer bpd Papa-Terra TLWP P-61 & FPSO P bpd Projetos do Pré Sal Tupi NE Piloto FPSO bpd TLD 10 - BW bpd TLD 11 Dynamic Producer bpd Roncador FPSO P-62 Módulo bpd Parque das Baleias FPSO P bpd Guaiamá FPSO bpd Projetos de GNA Duas Plataformas (BW Cidade São Vicente e Dynamic Producer) com capacidade de 30 mil bpd realizando Teste de Longa Duração (TLD) no pré-sal 17

18 INVESTIMENTOS NO E&P-BRASIL Pré-Sal US$ 33,0 Bilhões 2% 13% 0,8 4,3 Pós-Sal US$ 75,2 Bilhões 15% 18% 11,4 13,7 27,8 50,1 78% 67% Exploração Desenvolvimento da produção Infraestrutura e suporte 18

19 NOVAS EMBARCAÇÕES E COMPRA DE NOVOS EQUIPAMENTOS Recursos Críticos Sondas Perfuração LDA acima de m Barcos de Apoio e Especiais Plataformas de Produção SS e FPSO Situação Atual (Dez/09) Situação Futura (a Contratar) Valores Acumulados Até 2013 Até 2015 Até Outros (Jaqueta e TLWP) Barco de Apoio Sonda de Perfuração Plataforma de Produção (FPSO) 26 SONDAS CONTRATADAS, MAIS 28 A SEREM CONSTRUÍDAS ATÉ 2020, TOTALIZANDO 54: o Até 2013:13 sondas contratadas antes de 2008 e 1 sonda realocada das operações internacionais; + 12 novas sondas contratadas em 2008, através de licitação internacional; o 2013 a 2020: Processo de licitação em andamento, para a contratação de 28 sondas a serem construídas no Brasil. (1)Promef 1 and Promef 2 19

20 Estratégias, Direcionadores dos Negócios, Metas e Principais Projetos RTC (Refino, Transporte e Comercialização) e PETROQUÍMICA 20 20

21 GRAU DE INTEGRAÇÃO DA PETROBRAS VEM MUDANDO NOS ÚLTIMOS ANOS, DE UM REFINADOR A UMA EMPRESA INTEGRADA EQUILIBRADA Evolução histórica da produção de petróleo e LGN da Petrobras, da capacidade de refino da Petrobras e da demanda por derivados de petróleo - Brasil 1,32 1,23 Produção Refino 1,08 kbpd 0, Produção E 2020E Refino Demanda de derivados 21

22 NECESSIDADE DE INCREMENTO DA CAPACIDADE DE REFINO PARA ALCANÇAR AR A MAIOR DEMANDA DE DERIVADOS Mil bpd Clara Camarão 2010 REPLAN Revamp U200+PA M 33 mil bpd (2010) RNE 230 mil bpd (2013) COMPERJ (1º trem) 165 mil bpd (2013) PREMIUM I (1ª fase) 300 mil bpd (2014) PREMIUM I (2ª fase) 300 mil bpd (2016) PREMIUM II 300 mil bpd (2017) COMPERJ (2º trem) 165 mil bpd (2018) Gasolina Diesel Outros Capacidade de Refino Agora o Comperj é uma nova refinaria Mesmo com aumento da capacidade de refino, em 2014 estaremos exportando 966 mil bpd 22

23 INICIATIVAS DO ABASTECIMENTO SOMAM US$ 73,6 BI NO HORIZONTE % 6% 3%1% Ampliação do Parque de Refino Atendimento do Mercado Interno (Qualidade) Melhoria Operacional 50% Ampliação de Frotas Destinação do Óleo Nacional 29% Internacional Principais projetos de ampliação do parque de refino: Refinaria do NE, Comperj, e Premium I Modernização, complexidade e hidrodessulfurização das refinarias Otimização e manutenção do parque de refino e investimentos em SMS e logística 23

24 Estratégias, Direcionadores dos Negócios, Metas e Principais Projetos 24

25 EVOLUÇÃO NA ESTRATÉGIA DE GÁS G S & ENERGIA Período ,3 US$ 17,8 bilhão 2,7 Fechamento do ciclo de investimentos na ampliação da malha de transporte de gás natural Maiores investimentos na cadeia de transformação química do gás natural: Complexo Químico UFN4 4,1 Complexo Químico UFN3 5,7 Planta de Amônia Atuação na cadeia de GNL para escoamento do gás do pré-sal Consolidação do negócio de Energia Elétrica GNL Energia Elétrica Malha Plantas de gás química (Fertilizantes, amônia) Inclui área internacional 25

26 CARTEIRA DE PROJETOS DE GÁS, G ENERGIA E GÁS G S QUÍMICA PARA % Transformação Química do GN 90% 80% Atuação na Cadeia de GNL 70% Consolidação do Negócio EE (Renováveis) 60% Consolidação do Negócio EE (Novas UTE GN) 50% 40% Consolidação do Negócio EE (Compromissos) 30% 20% 10% 0% Flexibilidade para a Comercialização de GN Relação Competitividade-Rentabilidade do GN Agregação de Valor na Monetização do GN Após consolidação da infraestrutura do segmento de Gás e Energia inicia-se uma fase de maior valor adicionado ao segmento 26

27 MERCADO DE GN, FERTILIZANTES E ENERGIA ELÉTRICA Demanda de Gás Natural * Milhões m3/dia Geração Elétrica Industrial Fertilizantes Outros Usos Capacidade Instalada de geração de Energia Elétrica (MW) % Fontes Renováveis Termoelétrica e Co-geração Internacional * 2014 a geração termoelétrica se refere ao despacho pleno e simultâneo das UTEs / O item Outros usos incorpora as demandas: veicular, residencial, comercial e refinarias 27

28 MERCADO DE GN, FERTILIZANTES E ENERGIA ELÉTRICA Produção de Fertilizantes +160% UFN III (set/14) Amônia: 81mil ton/ano Uréia mil ton/ano Planta de Amônia (Dez/14) 519 mil ton/ano UFN IV (dez/15) Uréia 763 mil ton/ano Mil ton/ano amônia uréia 298 * 2014 a geração termoelétrica se refere ao despacho pleno e simultâneo das UTEs / O item Outros usos incorpora as demandas: veicular, residencial, comercial e refinarias 28

29 Estratégias, Direcionadores dos Negócios, Metas e Principais Projetos INTERNACIONAL 29

30 INVESTIMENTOS ÁREA INTERNACIONAL G&E 186 2% INVESTIMENTO US$ 11,5 bi DISTRIBUIÇÃO 221 2% RTCP 615 5% CORPORATIVO 123 1% Os 20 principais projetos representam 76% dos investimentos no período Foco no desenvolvimento da produção: Golfo do México, Costa Oeste da África e América Latina E&P % Foco na exploração - Projeto Atlântico Costa Oeste da África alinhado ao E&P nacional Menor ênfase aos investimentos em refino Menor ênfase no segmento de GNL, de forma alinhada às diretrizes do G&E nacional 30

31 Estratégias, Direcionadores dos Negócios, Metas e Principais Projetos 31

32 SEGMENTO DE NEGÓCIO DE BIOCOMBUSTÍVEIS Mil m³/ano 886 Produção de Etanol Exportação de Etanol +193% Mil m³/ano % Meta de Capacidade de Produção de Biodiesel no Brasil +47% Mil m³/ano

33 DESAFIOS PARA TECNOLOGIA TRÊS EIXOS CHAVE Exploração de novas fronteiras Expansão dos limites Maximização da recuperação de petróleo Desenvolvimento da produção, das operações e da logística do Pré-sal Desenvolvimento de nova geração de sistemas marítimos e submarinos de produção Caracterização da rocha e dos fluidos do Présal e de outros reservatórios complexos Soluções logísticas do gás natural em ambientes remotos Otimização e confiabilidade operacionais Flexibilização do parque de refino Agregação de valor e Diversificação dos produtos Sustentabilidade Inovação em combustíveis, lubrificantes e produtos especiais Petroquímica Gasquímica Biocombustíveis Energia de outras fontes renováveis Gerenciamento de água e efluentes Gereciamento de CO 2 e outras emissões Eficiência Energética 33

34 DESAFIOS DA ENGENHARIA Utilizar padrões e métricas internacionais de engenharia nos projetos de nossas instalações industriais Redução da Complexidade dos projetos e uso de soluções padronizadas Contribuir para a consolidação do Brasil como um pólo fornecedor de bens e serviços de engenharia com padrões internacionais de competitividade 34

35 FORTES INVESTIMENTOS EM P&D GARANTEM LIDERANÇA TECNOLÓGICA E FOCO EM SEGURANÇA A E MEIO AMBIENTE ESTRUTURA CORPORATIVA DE RESPOSTA CDA / BASES AVANÇADAS / ED 46% Investimentos em SMS, TIC e P&D US$11,4 Bi 29% SMS TIC P&D 25% Recursos para pronta resposta em casos de acidentes 30 Embarcações de grande porte 130 Embarcações de apoio 150 km de barreiras de contenção 120 km de barreiras absorventes; 200 unidades de recolhimento de óleo 200 mil litros de dispersantes; Dezenas de outros itens para resposta a emergências; + de 500 operadores e líderes. 35

36 ANÁLISE DA FINANCIABILIDADE DO PLANO 36 36

37 PRINCIPAIS INDICADORES FINANCEIROS INDICADORES Taxa de Câmbio (R$/US$) Brent anual(us$/bbl) 1, Investimento Projetado (US$ bilhões) 224 Geração Operacional após dividendos (US$ bilhões) 155 Captação Total Líquida (US$ bilhões) 58* Alavancagem Liquida média (%) Até 35% , Até 35% Preço Médio de Realização (R$ barril) *Inclui capitalização da companhia * Fluxo de Caixa projetado com premissas conservadoras * Captação de recursos inclui amortizações e capitalização da Companhia 37

38 ELEVAÇÃO DOS INVESTIMENTOS COM MANUTENÇÃO DOS RETORNOS * Plano contempla necessidade de capital de terceiros * Carteira de projetos apresenta retorno superior ao custo de capital Fluxo de Caixa Operacional PROJETADO US$ 155,2 BI ( ) Caixa Captações (dívida + equity) Amortização (US$ 38 bi) FCO (após dividendos) Investimentos (US$ 224 bi) Fontes Usos 38

39 DESAFIOS DO PLANO Financiabilidade Capacidade de execução de um elevado número n de grandes projetos Controle dos recursos Fortalecimento e garantia da cadeia de suprimento Desafios dos recursos humanos 39

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