CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM ÁREAS DE INTERESSE DA DEFESA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM ÁREAS DE INTERESSE DA DEFESA"

Transcrição

1 CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM ÁREAS DE INTERESSE DA DEFESA José Edimar Barbosa Oliveira Professor Titular do ITA O Sistema de Ciência e Tecnologia de Defesa deve atingir o efetivo domínio dos conhecimentos científicos e tecnológicos e da capacidade de inovação, visando cooperar com a satisfação das necessidades do País atinentes à Defesa e ao desenvolvimento nacional. [1]. INTRODUÇÃO * A Política de Defesa Nacional (PDN) fundamenta-se na busca de soluções pacíficas de controvérsias e no fortalecimento da paz e da segurança internacionais. Neste contexto, a PDN adotada pelo governo em 1996 orientou a criação do Ministério da Defesa (MD), em junho de 1999, com a finalidade de otimizar o sistema de defesa nacional, formalizar uma política de defesa sustentável e integrar as três Forças, racionalizando as suas atividades, e, desta forma, implantar um sistema de defesa nacional mais moderno, ágil e eficiente. Adicionalmente, a PDN, por meio de uma das suas Orientações Estratégicas, enfatiza que É essencial o fortalecimento equilibrado da capacitação nacional no campo da defesa, com o envolvimento dos setores industrial, universitário e técnico - científico. O desenvolvimento científico e tecnológico é fundamental para a obtenção de maior autonomia estratégica e de melhor capacitação operacional das Forças Armadas [2]. A finalidade e a orientação estratégica, acima referenciadas, evidenciam a necessidade de um Planejamento Estratégico (PE) em Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I) em Áreas de Interesse da Defesa Nacional, com ênfase em: eleição de prioridades, aliança do conhecimento, programas mobilizadores e oportunidades e necessidades. As diretrizes decorrentes deste PE devem levar em consideração as especifidades das atividades em Ciência, em Tecnologia e em Inovação, bem como a importância executá-las de forma continuada e coordenada, como Objetivo Nacional Permanente. Desta forma, a inserção das instituições de excelência em ensino e pesquisa, vinculadas ou não aos Comandos Militares, assim Este artigo é uma versão atualizada e ampliada do artigo sobre o mesmo tema publicado na Revista da Diretoria de Engenharia Aeronáutica, Ano 11, N 21, pp (DIRENG, 2002) * como do setor industrial-empresarial na agenda das prioridades delineadas, constitui um desafio estratégico de primeira grandeza. Neste contexto, a atração, a capacitação e a retenção de Recursos Humanos em instituições adequadas, com perfil e quantidade apropriados, são determinantes para o sucesso continuado do empreendimento em C,T&I, preconizado pela PDN. À luz deste entendimento, o MD, em cooperação com o Mististério da Ciência e Tecnologia (MCT), coordenou o Seminário Ciência, Tecnologia e Inovação: Propostas de Diretrizes Estratégicas para a Defesa Nacional, em 26 de novembro de 2002 [1]. De acordo com os anais deste evento, o MD mostrou-se preocupado com as necessidades de discutir, multilateralmente, os assuntos ligados à Defesa Nacional e de identificar as ações estratégicas de C,T&I para o país, e o MCT imbuido na reformulação do sistema nacional de C,T&I, cujas metas foram estabelecidas no seu Livro Branco de C,T&I. No contexto deste artigo tutorial, é oportuno destacar as seguintes orientações, dentre as várias estabelecidas no referido Seminário: 1) A inserção de universidades e centros de pesquisa civis nos projetos de C,T&I voltados para a Defesa deve ser cada vez mais incentivada, envolvendo, desde cedo, os estudantes na realização de tarefas acadêmicas e de pesquisas em áreas de interesse da Defesa Nacional. 2) A indústria, por sua vez, deve participar desde a fase de concepção dos projetos. Deverão ser disponibilizados mecanismos que viabilizem o seu maior envolvimento na área de C,T&I de interesse da Defesa Nacional, com consequente geração de inovação tecnológica e aumento na produção de riquezas no país. Naturalmente, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) organizou grupos de estudos com o objetivo de estender algumas de suas áreas de atuação em ensino e pesquisa, visando melhor atender à primeira orientação. Alguns dos resultados obtidos, e que têm potencial para criar 1

2 alianças de conhecimentos com instituições acadêmicas, são apresentados na próxima seção. No que se refere à segunda orientação, enfatiza-se o Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação em Áreas de Interesse da Defesa Nacional (SisCTID), criado pelo MD, em dezembro de 2003, e a Política de Ciência, Tecnologia e Inovação para a Defesa Nacional, de novembro de O SisCTID resultou de estudos conjuntos envolvendo o MD e setores da comunidade acadêmica e industrial. Ao longo do ano de 2003, o MD reuniu pesquisadores e empresários de São Paulo, Campinas, São José dos Campos e Rio de Janeiro para integrar grupos de trabalhos e debater modelos de parceria, visando delinear uma proposta para a integração da pesquisa civil e militar brasileira. A proposta apresentada identifica uma lista de 23 tecnologias, dentre as quais algumas que já fazem parte de linhas de pesquisas e projetos que estão sendo desenvolvidos em instutos de pesquisas e empresas nacionais. Adicionalmente, destaca se que a recém lançada Política de C,T&I para a Defesa Nacional, constitui um avanço normativo, com potencial para estimular o fortalecimento da sinergia entre o MD e o MCT, bem como estendê-la visando criar conexões com o Mistérios da Educação e da Indústria e Comércio, dentre outros. Por último, apresenta se comentários sobre a Política Nacional de Indústria de Defesa, a qual objetiva reativar a indústria bélica nacional, de modo a reduzir a dependência de importação de equipamento e tecnologias considerados estratégicos e a aumentar as exportações. PÓS-GRADUAÇÃO EM ÁREAS DE INTERESSE DA DEFESA Por se tratar de uma temática nova para a maioria das instituições brasileiras, considera se oportuno apresentar alguns aspectos da metodologia adotada pelo ITA e, assim, estimular reflexões em outras instituições com interesses em atividades correlacionadas. O ITA, um dos cinco órgãos do Centro Técnico Aeroespacial (CTA), localizado em São José dos Campos SP, em consonância com o que é estabelecido em sua Lei de Criação, é o órgão de ensino superior do Comando da Aeronáutica, que tem por finalidade a formação de profissionais de concepção com alto nível de qualificação e a realização de pesquisa e atividade de extensão universitária no campo de tecnologia avançada, prioritariamente as de interesse aeroespacial. Este Instituto consolidou sua competência, em áreas estratégicas para a Defesa, por meio de ações continuadas de graduação e pós-graduação, nas seguintes especialidades: Engenharia Aeronáutica, Engenharia Eletrônica, Engenharia Mecânica-Aeronáutica, Engenharia de Infra- Estrutura Aeronáutica e Engenharia da Computação. O ITA, além de ter continuamente inovado nas áreas de graduação e pós-graduação, tem prestado elevada contribuição para a evolução tecnológica e industrial do Brasil. No ITA, os cursos de pós-graduação existem desde meados dos anos 60 e já proporcionaram resultados expressivos em várias áreas de pesquisa de interesse do setor aeroespacial. Os seus quatro cursos de pósgraduação stricto sensu, credenciados pela CAPES, são: Engenharia Eletrônica e Computação (EEC), Engenharia Aeronáutica e Mecânica (EAM), Engenharia de Infra-estrutura Aeronáutica (EIA) e Física (FIS). Na organização da pós-graduação do ITA, cada curso é subdividido em áreas de pesquisa e estas, por sua vez, são constituídas por determinadas linhas de pesquisas. Esta concepção permite a estruturação de programas de pósgraduação que proporcionam a formação de profissionais com qualificações apropriadas para atuarem em áreas que exigem conhecimentos interdisciplinares. Por exemplo, um profissional matriculado no curso de pós-graduação em Engenharia Eletrônica e Computação na área de Telecomunicações podem cursar disciplinas eletivas das áreas de Organização Industrial, Sistemas e Controle, Informática, entre outras. Em 1998, a Força Aérea Brasileira criou o seu Programa de Busca de Excelência, com a finalidade de capacitar militares e civis para o exercício de atividades de análise, síntese, avaliação, pesquisa e desenvolvimento de concepções, métodos, modelos, conceitos táticos, procedimentos e tecnologias, todas relacionadas com aplicações operacionais. Uma das motivações desta inciativa estratégica é o Programa de Fortalecimento do Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (PFCEAB), criado em julho de 2000, por meio de uma Diretriz Presidencial. No contexto dos Programas supracitados, o ITA, em consonância com as suas atribuições, 2

3 estabeleceu parcerias com o Comando Geral de Operações Aéreas (COMGAR) e com o Estado Maior do Comando da Aeronáutica (EMAER), criou o Curso de Especialização em Análise de Ambiente Eletromagnético (CEAAE) em 1998 e o Programa de Pós Graduação em Aplicações Operacionais (PPGAO), em O CEAAE é realizado com formato lato sensu, com um ano de duração, enquanto o PPGAO obedece à concepção stricto sensu, nos níveis de Mestrado e Doutorado. Ambas as opções se destacam por um forte direcionamento da capacitação científica para o atendimento de necessidades operacionais dos Comandos Militares: Comando & Controle (C 2 ), Guerra Eletrônica (GE), Análise Operacional (AO) e Armamento Aéreo (AA). No que tange as suas organizações, os dois cursos contemplam inovações acadêmicas e de gestão. Por exemplo, o CEAAE é organizado em dois módulos: um módulo operacional, realizado na Base Aérea de Natal - RN, e um módulo técnico, realizado no ITA. A execução do módulo técnico, por determinação da Reitoria do ITA, é atribuição da Divisão de Engenharia Eletrônica (IEE). Para fins de obtenção do certificado de Especialista em Análise de Ambiente Eletromagnético, o módulo operacional é prérequisito para o módulo técnico. Como requisito do módulo técnico, cada aluno desenvolve um trabalho científico, denominado Trabalho Individual (TI), cujo relatório técnico, devidamente documentado, é avaliado mediante uma defesa oral, perante uma banca examinadora designada pelo Conselho Consultivo do CEAAE. A banca é constituída por pesquisadores e oficiais que atuam nos setores da Guerra Eletrônica. Esta atividade constitui um dos aspectos inovadores do CEAAE, o qual proporciona uma formação mais adequada que a obtida em cursos de especialização padrão constituídos apenas por disciplinas[3]. Entre 1998 e 2004, este curso formou 60 Especialistas para as três Forças. Com relação à organização do PPGAO, os seguintes aspectos merecem destaques[4]: I- As atividades do PPGAO, inseridas nos Cursos de Pós-Graduação do ITA, serão orientadas, para cada candidato, por Plano de Estudo Individual, elaborado por aquele Instituto, ouvido o EMAER ou Órgão de Direção Setorial responsável pela atividade. II- Pela natureza multidisciplinar do PPGAO, os Planos de Estudos Individuais serão compostos observando as diversas áreas de conhecimento do ITA e levarão em conta os perfis de formação profissional delineados pelo EMAER ou, pelo Órgão de Direção Setorial responsável pela atividade. A partir de 2003, 12 alunos de Mestrado do PPGAO já concluiram suas Teses, conforme apresentado no Apêndice I deste tutorial. Os TI s e as Teses revelam que os profissionais capacitados pelo CEAAE e PPGAO adquirem conhecimentos adequados para conectar parte da ciência acadêmica, desenvolvida no ITA/CTA, com inovações operacionais. Uma evidência desta competência pode ser melhor apreciada por meio do perfil das atividades técnicas do Centro de Guerra Eletrônica do COMGAR (CGEGAR). Neste contexto, há que se ressaltar a importância da experiência dos alunos com as concepções de emprego dos clientes, os Comandos Militares, bem como a crescente interação entre o corpo docente do ITA e representantes do setor operacional. A natureza desta aliança de conhecientos pode ser melhor visualizada por meio da adaptação da representação esquemática de um modelo de C,T&I, disseminado pelo Prof. Roberto Nicolsky[5], apresentada na Figua 1. Nesta ilustração, as Teses e os TI s, direcionadas para aplicações operacionais, constituem o dínamo das inovações tecnológicas de produtos e de processos. Figura 1: Representação esquemática simplificada de um modelo de C,T&I [5]. Inspirado no modelo acima ilustrado, o ITA tem coordenado, desde 1999, a realização do Simpósio de Guerra Eletrônica (SIGE), com o seguinte objetivo: criar um ambiente adequado à troca de experiências entre setores da sociedade civil e militar, interessados em pesquisa e desenvolvimento no âmbito da Política de Defesa Nacional, e em consonância com Orientações Estratégicas do Comando Geral de Operações Aéreas (COMGAR) e do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (DEPED), do Comando da Aeronáutica. 3

4 SISCTID De acordo com as Diretrizes Estratégicas do Seminário de 2002 [1], o MD, ao longo de 2003, coordenou as atividades de vários grupos de estudos destinados a fornecer sugestões para conceber e implementar o Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Defesa SisCTID [6]. Em particular, o Grupo Regional de São José dos Campos, São Paulo e Campinas, o qual contou com a participação do autor deste tutorial, ficou encarregado de identificar e hierarquizar áreas e programas estratégicos em C,T&I da Defesa. Com este objetivo, utilizou se uma metodologia na qual as Áreas Estratégicas foram representadas em um espaço delimitado pelos Eixos de Defesa, de C&T e de Indústria e foram identificadas e priorizadas 23 Tecnologias de Interesse Nacional, conforme mostra a Tabela I. TABELA I Tecnologias de Interesse Nacional Fusão de Dados Microleletrônica Sistemas de Informação Radares de Alta Sensibilidade Ambiente de Sistema de Armas Materiais de Alta Densidade Energética Hipervelocidade Potência Pulsada Navegação Automâtica de Precisão Materiais Compostos Dinâmica dos Fluidos Computacionais CFD Sensores Ativos e Passivos Fotônica Inteligência de Maquinas e Robótica Controle de Assinaturas Reatores Nucleares Sistemas Espaciais Propulsão com Ar Aspirado Materiais e Processos em Biotecnologia Defesa Química, Biológica e Nuclear (QBN) Integração de Sistemas Supercondutividade Fontes Renováveis de Energia Os resultados obtidos pelos Gupos de Estudos, foram editados de forma a compor uma proposta para o SisCTID, apresentada na 1ª Jornada Conjunta do Ministério da Defesa, Ministério da Ciência e Tecnologia e Ministério das Comunicações sobre o tema, ocorrida em 10 de dezembro de Neste evento também foi apresentada a Visão 2015 do MD, segundo a qual O Ministério da Defesa será uma organização de referência na condução dos assuntos relativos à área Ciência, Tecnologia e Inovação de Interesse da Defesa Nacional, por meio do(a): domínio das tecnologias que atendam as necessidades da Defesa Nacional; contribuição para o fortalecimento da indústria nacional; reconhecimento institucional, no Brasil e no exterior; e gestão eficiente e eficaz. No escopo das tecnologias discriminadas na Tabela I, conforme divulgado pela Revista FAPESP, N 96 de fevereiro de 2004, o MD elegeu os dez primeiros projetos que começaram a ser implementados em 2004: usina de Hexafluoreto, satélite geoestacionário, veículo áereo não tripulado, bloco girométrico para Míssil Anti Radiação, sensores infravermelho e óptico mecânicos para sistemas de visão noturna e navegação inercial, túnel vertical para treinamento de paraquedistas e um pseudo - satélite. O Reitor do ITA, Prof. Michal Gartenkraut, que participou da criação do SisCTID, considera que o novo sistema pode ser um ponto de inflexão na pesquisa e desenvolvimento militar. Para ele, o ponto forte é a interseção entre o MD e o MCT, que congregam, respectivamente, a inovação desenvolvida nas três Armas e o conhecimento gerado nas universidades e institutos de pesquisa. POLÍTICA DE C,T&I PARA A DEFESA Em novembro de 2004, o MD criou a Política de C,T&I para a Área de Defesa Nacional com a seguinte finalidade: I - apresentar os objetivos estratégicos para os componentes e orgãos de expressão militar do Poder Nacional; II - orientar as instituições que venham a participar de atividades de ciência, tecnologia e inovação de interesse da Defesa; III - criar um ambiente capaz de estimular a pesquisa e o aproveitamento do conhecimento científico existente; IV - fomentar o desenvolvimento industrial; V - gerar produtos inovadores alinhados aos interesses comuns das Forças Armadas. Para melhor contextualizar algumas das considerações sobre C,T&I, já apresentados neste tutorial, destacam-se as Diretrizes do oitavo Objetivo da referida Política: a) incentivar parcerias com universidades, centros de excelência e a indústria, para o desenvolvimento de novos produtos, tecnologia e serviços; b) integrar as atividades correlatas dos centros militares de P&D; 4

5 c) integrar os centros militares de P&D às redes temáticas de C&T;e d) incentivar o cadastramento de pesquisadores e tecnólogos, que integram o SisCTID, em base de dados de abrangência e de reconhecimento nacionais. Portanto, esta Política estimula a formação de Grupos de Pesquisa Interdiciplinares. Este incentivo vem ao encontro de algumas premissas dos idealizadores do PPGAO: a consolidação das metodologias de ensino e pesquisa do PPGAO, em perfeita integração com o ITA/CTA, pode ser enormemente acelerada se os Programas de Estudos forem efetivados como dínamos propulsores das atividades de pesquisa direcionadas para aplicações operacionais de interesse da Defesa Nacional. Assim, o PPGAO, em consonância com o SisCTID, tem potencialidade para integrar Teses de Mestrado e Doutorado nas atividades dos Institutos do CTA e, desta forma, contribuir para a consecução de um Programa Avançado de Ensino e Pesquisa. Neste modelo, a responsabilidade pela ciência acadêmica e pesquisa básica inspirada em aplicações ficaria a cargo dos cursos de pósgraduação stricto sensu do ITA, os quais contemplam as linhas de pesquisa do PPGAO, desde o início de Logo, o ITA, como um todo, poderá se beneficiar de alianças de conhecimentos com instituições de C,T&I que demandam Recursos Humanos preparados para atuar em atividades interdisciplinares. Adicionalmente, as Diretrizes do segundo Objetivo da Política de C,T&I de Defesa estimulam o intercâmbio das instituições militares de P&D nacionais com instituições no exterior, visando obter a capacitação de recursos humanos e o acesso do Brasil às tecnologias de interesse da Defesa Nacional. POLÍTICA NACIONAL DE INDÚSTRIA DE DEFESA No que tange à indispensável participação da indústria nacional no SicTID, uma iniciativa importante foi anunciada pelo diretor do Departamento de Logística do MD, em janeiro de Segundo esta diretoria, o MD está empenhado em reativar a indústria bélica nacional, de modo a reduzir a dependência de importação de equipamentos e tecnologias considerados estratégicos e a aumentar as exportações. O Projeto, que está sendo delineado em consonância com a Política Nacional de Indústria de Defesa, contempla sete ações: campanha pela indústria de defesa nacional, fim da dependência externa, redução de carga tributária, aquisição de produtos de defesa da indústria nacional pelas Forças Armadas, melhoria da qualidade dos produtos nacionais, aumento da competitividade dos produtos para exportação e melhoria da capacidade de mobilização da indústria. CONSIDERAÇÕES FINAIS Este artigo apresenta uma visão sobre o planejamento e ações estratégicas do governo referentes à criação e implantação do Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação em Áreas de Interesse da Defesa (SisCTID). As diretrizes deste Sistema contituem desafios com potencial para proporcionar oportunidades de atuação em novas áreas e compatíveis com a reconhecida excelência em ensino e pesquisa da comunidade acadêmica. As inovações do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em atividades de ensino e pesquisa em áreas de interesse da Defesa, ressaltadas neste tutorial, o credencia para participar da organização de uma Agenda Nacional para Ensino e Pesquisa em consonância com o SisCTID. Desta forma, o ITA, como um todo, poderá estender a sua atuação para novas áreas que exigem a sua reconhecida excelência em Ensino e Pesquisa. As referidas inovações são compatíveis com o elevado nível de empreendedorismo do ITA e, como pressuposto, estão sendo conduzidas em consonância com orientações da Administração Superior deste Instituto. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] Ministério da Defesa e Ministério da Ciência e Tecnologia (Brasil), Ciência, Tecnologia e Inovação:Proposta de Diretrizes Estratégicas para a Defesa Nacional, Brasília, 26 de novembro de [2] Política de Defesa Nacional Presidência da República do Brasil. [3] Ministério da Aeronáutica Portaria N 304/GM3, [sl:sn], Brasilia, maio, 1998 (Criação do CEAAE no ITA). [4] Comando da Aeronáutica Portaria N 941/GC3,[sl:sn], Brasilia, dezembro, 2001 (Criação do PPGAO no ITA). [5] Nicolsky, R., Inovação Tecnológica Industrial e Desenvolvimento Sustentado, Parceria Estratégica, N 13, pp , dezembro, [6] Ministério da Defesa Ministério da Ciência e Tecnologia Concepção Estratégica: Ciência, Tecnologia e Inovação em Áreas de Interesse da Defesa Nacional, Brasilia, 10 de dezembro de &tdefesa/cti.pdf 5

6 APÊNDICE I Tese de Mestrado do Programa de Pós-graduação em Aplicações Operacionais (PPGAO) AUTOR- Cap Av Ricardo Augusto Tavares Santos TÍTULO DA TESE: Proposta de Metodologia para Estimação do Envelope Infravermelho de Aeronaves ORIENTADORES: Prof. Dr. José Edimar Barbosa Oliveira e Cap Eng Christian Giorgio Roberto Taranti RESUMO Este trabalho apresenta uma proposta de metodologia para estimação do envelope infravermelho de aeronaves na banda de 3 a 5 µm. O envelope infravermelho representa o comportamento da intensidade radiante da radiação infravermelha ao redor de uma aeronave, caracterizando um tipo de assinatura que a identifica. São discutidos os conceitos básicos de corpo negro, a transmissão do infravermelho pela atmosfera e as fontes de interesse. Para realização de medidas em campo, foram desenvolvidos programas para estimar a transmitância atmosférica, controlar a variação na relação de aspecto de uma aeronave em vôo e sincronizar informações provenientes de fontes diferentes com taxas de amostragens diferentes. As medidas em campo, com alvo estático e em movimento, foram feitas através do autodiretor do míssil MAA-1 e analisados os resultados obtidos. A partir desta análise foi proposta uma metodologia para estimação do envelope infravermelho de uma aeronave qualquer e apresentados diversos resultados que possuem aplicações no setor operacional da Força Aérea Brasileira. Esta Tese torna possível a estimação do envelope infravermelho de qualquer tipo de aeronave. AUTOR- Cap Esp Olympio Lucchini Coutinho TÍTULO DA TESE: Aplicação de Moduladores Eletroópticos em Enlaces Analógicos a Fibra Óptica. ORIENTADOR: Prof. Dr. José Edimar Barbosa Oliveira RESUMO Esta tese apresenta um estudo teórico da aplicação de moduladores eletroópticos em enlaces analógicos a fibra óptica, empregando a técnica de modulação de intensidade e detecção direta. A modulação de intensidade é obtida através do modulador eletroóptico de tipo Mach-Zehnder, sendo o enlace empregado para a transmissão de sinais de RF. Foram abordados inicialmente os fundamentos da propagação de onda em meios anisotrópicos e do efeito eletroóptico, necessários ao entendimento do processo de modulação eletroóptica. Os moduladores de fase de parâmetros concentrados e de parâmetros distribuídos foram apresentados. Abordou-se também o modulador eletroóptico tipo Mach- Zehnder, onde expressões que descrevem as componentes espectrais do campo elétrico do sinal óptico de saída do modulador, bem como da intensidade óptica, foram deduzidas com base nas tensões de polarização aplicadas aos eletrodos do modulador, além da amplitude e defasagem entre os sinais de RF modulante. Dois casos particulares de modulação foram estudados: a modulação em banda lateral dupla e a modulação em banda lateral única. 6 AUTOR - Cap Ex João Matos Pinheiro Filho TÍTULO DA TESE: Estudo de Técnica de Radiolocalização por Obtenção de Orientação de Emissores Eletromagnéticos Empregando Optoeletrônica. ORIENTADOR: Prof. Dr. José Edimar Barbosa Oliveira RESUMO Freqüentemente o Exército Brasileiro necessita adquirir novos equipamentos de Guerra Eletrônica, no intuito de se adequar a uma nova realidade tecnológica ou para melhor adestrar seus quadros. Nesse contexto, faz-se necessário tomar conhecimento de novas tecnologias ou avaliar o desempenho das existentes por métodos científicos. Dessa forma, esta tese pretende levantar possibilidades e limitações dos sistemas de localização eletrônica de emissores eletromagnéticos por

7 determinação da direção de chegada na faixa de VHF e UHF por visada direta, através de uma análise estatística das técnicas comumente empregadas e, baseando-se nas limitações levantadas, fazer um estudo da técnica acustoóptica voltada para a obtenção de ângulo de chegada, buscando analisar sua viabilidade como técnica alternativa para a superação das limitações levantadas para esses sistemas. Mostra-se uma avaliação de desempenho baseada num modelo de estimador de ângulo de chegada com distribuição uniforme que esclarece dúvidas sobre a região de cobertura e sobre a influência da forma da linha-base na acurácia das estimativas de posição. Apresentase um estudo da obtenção de ângulo de chegada, usando modulador acustoóptico ou célula Bragg multicanal e chega-se a conclusão teórica que é possível implementar processadores desse tipo para medir fase com precisão de até meio grau e conseqüentemente dando maior precisão à estimativa de ângulo de chegada. Mostra-se também que a técnica acustoóptica é eficiente para trabalhar em ambiente sujeito ao ruído térmico, o que a torna mais atraente. Além disso, modernas técnicas digitais permitem processar os sinais identificados e mostrá-los em tempo real, mais uma vez caracterizando uma superioridade desta técnica. ÁREA PPGAO: Comando e Controle AUTOR- Maj Av Francisco Guirado Bernabeu TÍTULO DA TESE: Mineração de Dados Aplicada ao Estudo do Perfil de Tráfegos Aéreos Desconhecidos. ORIENTADOR:Prof.Dr. Carlos Henrique Costa Ribeiro RESUMO Nesta dissertação aplicam-se técnicas de mineração de dados no estudo do perfil de Tráfegos Aéreos Desconhecidos (TAD), registrados em relatórios armazenados em bases de dados do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro. O objetivo é dotar o Comando da Aeronáutica de um estudo sobre instrumentos que aumentem a eficiência da análise dos Relatórios de Tráfegos Aéreos Desconhecidos, a fim de levantar padrões comportamentais que possam auxiliar no planejamento de operações aéreas do Comando da Aeronáutica ou de operações de fiscalização, executadas por órgãos de repressão policial. Aborda-se o problema sistemática e iterativamente, seguindo-se as etapas do processo KDD (Knowledge Discovery in Databases), que consiste nas fases de Identificação do Problema, Pré-Processamento, Mineração dos Dados e Pós-Processamento. Na fase de Pré-Processamento, foram desenvolvidos algoritmos para agrupar as trajetórias dos TAD, enriquecendo a base de dados original com dados sobre as rotas predominantes e os pontos onde se originam ou desaparecem os tráfegos, possibilitando a identificação de aeródromos clandestinos ou de maior incidência de TAD. Foram realizados experimentos com algoritmos genéticos, extraindo regras por meio de duas funções de avaliação: uma para retornar regras genéricas, na fase de Mineração; e outra para obter regras precisas, centradas nos dados, na fase de Pós-Processamento do KDD. Foram também realizados estudos com o algoritmo APRIORI, para uma tarefa de Associação. Os experimentos constituíram um passo importante para descobrir a necessidade de estabelecer a presença de determinados atributos no antecedente ou no conseqüente das regras geradas, em função das características do domínio de aplicação. Finalmente, foi proposto um algoritmo de mineração de dados denominado Perfil Pré-Fixado (PPF), de maneira a possibilitar a extração de regras a partir de um conjunto de informações conhecidas e a superar as dificuldades impostas pelas particularidades da base de dados dos TAD. As soluções foram então implementadas e validadas por meio de uma interface gráfica desenvolvida em linguagem JAVA. ÁREA PPGAO: Pesquisa Operacional AUTOR- Maj Av Omar José Sarmento dos Santo TÍTULO DA TESE: Composição de Especialistas Locais para Classificação de Populações. ORIENTADOR: Prof. Dr. Armando Zeferino Milioni RESUMO O modelo de Composição de Especialistas Locais (CEL) para classificação de populações constitui uma interessante ferramenta de análise discriminante. Para construção do modelo CEL utiliza-se técnicas discriminantes paramétricas e não-paramétricas, como a Análise Discriminante de Fisher, Logit e Extended DEA-DA. Tais modelos são aplicados numa massa de dados particular como um todo, e na mesma massa de dados clusterizada, 7

8 visando eleger os especialistas que apresentem melhor desempenho na classificação de populações, ditos vencedores. Ponderam-se os especialistas vencedores nos clusters com o objetivo de construir a composição de especialistas locais (CEL). Realiza-se um estudo de caso onde o modelo CEL é aplicado a um conjunto de empresas classificadas como solventes e insolventes e que serve de sustentáculo para a calibração dos especialistas locais e construção da composição. O presente trabalho tem por objetivo estudar um modelo de Composição de Especialistas Locais (CEL) como instrumento para classificação de populações e compará-lo com o modelo discriminante que apresentou maior número de observações corretamente classificadas numa massa de dados particular, verificando a ocorrência ou não de melhoria no número absoluto de classificações corretas. ÁREA PPGAO: Pesquisa Operacional AUTOR- Maj Av José Virgílio Guedes de Avellar TÍTULO DA TESE: Modelos DEA com Soma Constante de Inputs/Outputs. ORIENTADORES: Prof. Dr. Armando Zeferino Milioni e Profa. Dra. Tânia Nunes Rabello RESUMO A Análise Envoltória de Dados (DEA) é uma ferramenta da estatística não-paramétrica que avalia a eficiência de unidades tomadoras de decisão (DMUs), comparando entidades que realizam tarefas similares e se diferenciam pela quantidade de recursos (inputs) e de bens (outputs) envolvidos. Enquanto os modelos clássicos de DEA baseiam-se em liberdade total de ação, tanto na utilização de recursos como na produção de bens, há casos em que essa liberdade não existe. Neste trabalho são propostos quatro modelos tipo DEA baseados em inputs/outputs limitados, nos quais a distribuição dos recursos/produtos pode ser influenciada tanto pelos inputs como pelos outputs envolvidos. Os modelos foram construídos de acordo com o perfil geométrico da fronteira CCR tridimensional, podendo ter forma hiperbólica ou esférica, dependendo da natureza da variável que queremos distribuir. Os modelos desenvolvidos são aplicados em dois estudos de caso relacionados com o Sistema Integrado de Supervisão e Gestão de Parâmetros 8 Operacionais (SISGPO), projeto do Comando da Aeronáutica (COMAER). ÁREA PPGAO: Comando e Controle AUTOR- Maj Av Raimundo Nogueira Lopes Neto TÍTULO DA TESE: Classificação de Ameaças em um Sistema de Defesa Aérea Utilizando Redes Neurais Artificiais. ORIENTADOR: Prof. Dr. Karl Heinz Kienitz RESUMO Uma das tarefas mais desgastante em sistemas de defesa aérea é a correta identificação de alvos. Muito tempo é perdido na tentativa de se classificar perfeitamente uma aeronave. Por vezes, aparecem alvos falsos que, por apresentarem características semelhantes a aeronaves, não podem ser desprezados sem análise. Baseado nas heurísticas utilizadas pelos Operadores de Identificação (OI), montou-se um Algoritmo de Classificação de Ameaças (ACLA) a fim de auxiliar o Chefe de Controlador no processo decisório de classificação. O algoritmo utiliza-se de funcionalidades do Sistema de Tratamento e Visualização de Dados (STVD), que é o sistema de apoio às operações de defesa aérea no Brasil. Atualmente, o processo de classificação das pistas é feito manualmente. Uma das principais tarefas do algoritmo é realizada por uma rede neural artificial com a finalidade de filtrar alvos falsos. Os resultados mostram a eficiência da rede na identificação de alvos falsos sem comprometer a segurança do processo de classificação, essencial em sistemas de defesa aérea. Em outra etapa, o ACLA analisa a coerência do deslocamento da aeronave com o intuito de fazer uma nova filtragem de alvos falsos. O método proposto representa uma melhora significativa no processo de classificação de alvos. O algoritmo mostra-se robusto e flexível para possíveis adaptações ao desempenho de novas aeronaves, além de atender adequadamente os requisitos do STVD para operação em tempo real. AUTOR- Cap Ten (MB) Rodrigo Alves Natalizi TÍTULO DA TESE: Identificação de Emissores em Sistemas MAGE. ORIENTADORES: Prof. Dr. Adilson Marques da Cunha e Prof. Dr. José Edimar Barbosa Oliveira

9 RESUMO Sistemas de detecção passiva de alvos radar vêm atingindo grande importância nos modernos campos de batalha, sendo o foco de estudo da área de Medidas de Apoio à Guerra Eletrônica (MAGE). Um dos objetivos de tais sistemas é a identificação da plataforma e radar emissores, auxiliando no assessoramento da tomada de decisões táticas. Para a realização das identificações, o sistema é programado, antes do início de sua operação, com bibliotecas de emissores conhecidos. Neste trabalho, são investigadas as principais etapas envolvidas com a identificação de emissores por meio de Sistemas MAGE, visando a obtenção do conhecimento necessário para seu aperfeiçoamento. É também proposto um método para a geração das bibliotecas de emissores, a partir de técnicas estatísticas e de análises fundadas em Inteligência Eletrônica. Esse método produziu resultados satisfatórios e bastante adequados às necessidades das Forças Armadas Brasileiras, permitindo a qualificação das informações enviadas para os Sistemas MAGE. AUTOR- Maj Av Max Carvalho Dias TÍTULO DA TESE: Medidas de Proteção Eletrônica Utilizando a Transformada Wavelet para a Rejeição do Chaff e Jamming em Radar. ORIENTADOR: Prof. Dr. David Fernades RESUMO Neste trabalho faz-se a descrição de um sistema radar com os seus sinais e processadores. Conceituam-se as Contramedidas Eletrônicas (CME) e as Medidas de Proteção Eletrônica (MPE). Nas CME enfatizam-se o jamming e o chaff. Descreve-se um modelo estatístico para os elementos que compões a nuvem de chaff e estima-se o espectro do seu sinal eco. Avalia-se o desempenho do MTI (Moving Target Indicator), utilizado como MPE contra o chaff. Utilizando simulação, analisa-se o desempenho de uma estrutura de processamento composta por um Compressor de Pulsos, um MTI e um Integrador Recursivo. Propõe-se o WMTI (Wavelet Moving Target Indicator Filter) como um processador alternativo ao MTI. Propõe-se ainda um integrador de pulso baseado na Potência Wavelet Cruzada. A simulação dos sinais e do processamento foi realizada principalmente com o aplicativo IDL (Interactive Data Language) versão 6.0. AUTOR- 1 Ten Esp Luiz Carlos Leppa TÍTULO DA TESE: Análise do Osciladores de Microondas com Topologia Optoeletrônica. ORIENTADOR: Prof. Dr. José Edimar Barbosa Oliveira RESUMO Este trabalho apresenta uma análise de natureza teórica de um dispositivo RF- Photonic denominado de Oscilador de Microondas Optoeletrônico. Este dispositivo, que utiliza o conceito de óptica integrada, converte a energia contínua de uma fonte laser em sinais na faixa espectral de Microondas ou de Rádio Freqüência ( RF ). Os sinais gerados por este oscilador são considerados mais estáveis e espectralmente puros do que aqueles gerados pelos tradicionais osciladores eletrônicos que utilizam o cristal de quartzo como seu meio ressonante. Este oscilador, referido pelo acrônimo de OEO, consiste de uma fonte laser e um circuito de realimentação constituído por um modulador eletroóptico de amplitude, uma linha de atraso a fibra óptica, um fotodetector, um amplificador e um filtro.neste trabalho, abordam-se dispositivos optoeletrônicos nos quais as características de sinais ópticos são controladas por sinais de microondas, por meio do efeito eletroóptico. Desenvolve-se uma análise detalhada do interferômetro de tipo Mach-Zehnder, o qual é utilizado para implementar o modulador eletroóptico existente no OEO. Faz-se um desenvolvimento completo e detalhado de um enlace óptico analógico com a finalidade de constituir uma sólida base teórica. Emprega-se uma teoria quase linear para especificar os valores de threshold, amplitude de oscilação e freqüência de oscilação do OEO. Apresenta-se uma configuração de duplo loop, a qual resolve a dificuldade na implementação de filtros de RF altamente seletivos, requeridos pelo OEO. 9

10 AUTOR- Maj Av Jorge Luiz Schwerz TÍTULO DA TESE: Proposição de Método de Medição de RCS de Aeronaves. ORIENTADORA: Profª.Drª. Mirabel Cerqueira Resende RESUMO A segunda Guerra Mundial teve como marco o surgimento e utilização militar do radar, sendo indiscutível a sua importância para a vitória dos aliados. Desde então, sistemas que tentam burlar esses equipamentos ou melhorar as suas performances vêm sendo desenvolvidos em centros de pesquisa militar em todo o mundo. Na década de 90, o mundo tomou conhecimento dos resultados que nos anos de pesquisa em redução de Seção Reta Radar (RCS) propiciaram à Força Aérea Americana: a superioridade aérea pelo domínio tecnológico. A RCS de um alvo é a energia espalhada por este ao receber a incidência de uma onda eletromagnética, a sua assinatura radar. A redução da RCS de uma aeronave requer um profundo conhecimento da interação da onda eletromagnética incidem neste objeto complexo. O estudo dessa interação inicia-se com cálculos matemáticos da RCS de objetos simples, sendo comprovados através de medições. As estimativas matemáticas apresentam restrições ao serem aplicadas a objetos complexos, mesmo para as ferramentas computacionais mais avançadas. O método proposto neste trabalho para o estabelecimento da RCS de objetos complexos é a medição em campo aberto de um alvo real estático, na faixa de freqüências de 8-12GHz, em medida biestática. Para a validação do procedimento, um conjunto de medições foi conduzido utilizando-se a aeronave AT-26 Xavante da FAB como alvo complexo, usando placas planas como objetos simples para a calibração do sistema. Os resultados experimentais encontrados para os alvos simples apresentam desvios baixos (<1dBm) para as medidas em campo aberto, permitindo a estimativa da RCS do alvo complexo e a determinação dos pontos que mais contribuem para o seu diagrama. AUTOR- Cap Ex Samuel Machado Leal da Silva TÍTULO DA TESE: Metodologia de Redução de Seção Reta Radar de Plataforma de Combate. ORIENTADORES: Prof. Dr. Alberto José Faro Orlando e Profª. Drª. Mirabel Cerqueira Resende RESUMO Ao longo de décadas, vários países têm desenvolvido a tecnologia de fabricação de estruturas com reduzida detecção por radar para emprego operacional com utilização de materiais absorvedores de radiação eletromagnética (MARE). Os MARE possuem característica químicas e físicas que convertem energia da onda eletromagnética incidente em energia térmica. O uso do MARE multicamadas confere à plataforma de combate uma reduzida seção reta radar (RCS) em uma larga banda de freqüências. É necessário, porém, determinar como conduzir um MARE multicamadas a partir de camadas simples e aplicar na estrutura da plataforma de maneira que obtenha maior redução possível. Dentro desse contexto, esta dissertação de mestrado teve como objetivo estudar absorvedores multicamadas que usam absorvedores de microondas à base de borracha com negro de fumo, caracterizando-os via mediadas de permissividade, condutividade, refletividade, transparência e RCS de alvos simples. A permissividade complexa desses absorvedores foi medida utilizando uma técnica de cavidade coaxial, a condutividade foi medida utilizando método de quatro pontas, refletividade e transparência foram medidas em guia de ondas e a RCS foi medidas em alvos simples em campo aberto. Foi desenvolvido um algoritmo baseado na teoria de pequenas reflexões, que se utiliza das medidas realizadas para otimizar o melhor arranjo de camadas. O melhor arranjo foi produzido industrialmente e aplicado sobre uma plataforma de combate. A RCS do carro de combate foi medida antes e depois de se utilizar o MARE para verificar a eficácia do modelo aplicação. 10

AUTONOMIA TECNOLÓGICA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA: DESAFIOS PARA A COOPERAÇÃO ENTRE AS FORÇAS ARMADAS E O SETOR PRIVADO NO COMPLEXO INDUSTRIAL BRASILEIRO

AUTONOMIA TECNOLÓGICA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA: DESAFIOS PARA A COOPERAÇÃO ENTRE AS FORÇAS ARMADAS E O SETOR PRIVADO NO COMPLEXO INDUSTRIAL BRASILEIRO MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO AUTONOMIA TECNOLÓGICA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA: DESAFIOS PARA A COOPERAÇÃO ENTRE AS FORÇAS ARMADAS E O SETOR PRIVADO NO COMPLEXO INDUSTRIAL BRASILEIRO 1 / 23 OBJETIVO

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Superior ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia RELATOR(A):

Leia mais

COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS O documento que serviu de base para a análise a seguir é o denominado "Diretrizes Curriculares

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

IIº Colóquio da Pós-Graduação do ITA. Planejamento Estratégico para o PPGAO: Visão do EMAER

IIº Colóquio da Pós-Graduação do ITA. Planejamento Estratégico para o PPGAO: Visão do EMAER IIº Colóquio da Pós-Graduação do ITA Planejamento Estratégico para o PPGAO: Visão do EMAER Maio 2004 Palestrante: TOMAZ GUSTAVO MACIEL DE LIMA Tenente-Coronel Intendente Adjunto da 3ª Subchefia do Estado-Maior

Leia mais

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. APROVAÇÃO

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. APROVAÇÃO 05/IN01/DSIC/GSIPR 00 14/AGO/09 1/7 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação e Comunicações CRIAÇÃO DE EQUIPES DE TRATAMENTO E RESPOSTA A INCIDENTES

Leia mais

SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO ÓPTICA : INICIAR A PROPOSTA DA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM DISCIPLINA OPTATIVA, DURANTE PERÍODO DE AQUISIÇÃO DE CRÉDITOS.

SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO ÓPTICA : INICIAR A PROPOSTA DA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM DISCIPLINA OPTATIVA, DURANTE PERÍODO DE AQUISIÇÃO DE CRÉDITOS. SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO ÓPTICA : INICIAR A PROPOSTA DA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO EM DISCIPLINA OPTATIVA, DURANTE PERÍODO DE AQUISIÇÃO DE CRÉDITOS. Sandra Maria Dotto Stump sstump@mackenzie.com.br Maria Aparecida

Leia mais

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014.

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Resumo Gabriel Mathias Carneiro Leão1 - IFPR, UFPR Rosane de Fátima Batista Teixeira2 - IFPR Grupo de Trabalho Cultura, Currículo e Saberes

Leia mais

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13

Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018. L RECyT, 8.11.13 Proposta de Programa- Quadro de Ciência, Tecnologia e Inovação 2014-2018 L RECyT, 8.11.13 Delineamento do Programa - Quadro Fundamentação Geral Programa público, plurianual, voltado para o fortalecimento

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ENGENHARIA ELÉTRICA MISSÃO DO CURSO O Curso de Engenharia Elétrica tem por missão a graduação de Engenheiros Eletricistas com sólida formação técnica que

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

RESOLVE: Art. 1 o Aprovar o Projeto Político Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, modalidade Bacharelado, do Centro de Tecnologia, no Campus I.

RESOLVE: Art. 1 o Aprovar o Projeto Político Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, modalidade Bacharelado, do Centro de Tecnologia, no Campus I. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 23/2008 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, do Centro

Leia mais

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia ANEXO XIII XXXIII REUNIÓN ESPECIALIZADA DE CIENCIA Y TECNOLOGÍA DEL MERCOSUR Asunción, Paraguay 1, 2 y 3 de junio de 2005 Gran Hotel del Paraguay Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia Anexo XIII Projeto:

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ - UFOPA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL - PET/IEG PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO - PROEN

UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ - UFOPA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL - PET/IEG PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO - PROEN UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ - UFOPA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL - PET/IEG PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO - PROEN EDITAL N 001/2015 - PROEN, de 19 de Janeiro de 2015. A Pró-Reitora de Ensino

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE NÚCLEOS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

IMPLANTAÇÃO DE NÚCLEOS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Ministério da Saúde Fundação Oswaldo Cruz Escola Nacional de Saúde Pública Escola de Governo em Saúde Programa de Educação à Distância IMPLANTAÇÃO DE NÚCLEOS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Equipe da Coordenação

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

EDITAL Nº 02/2012 PROPP/UEMS/MCT/FINEP/CT- INFRA PROINFRA 01/2011

EDITAL Nº 02/2012 PROPP/UEMS/MCT/FINEP/CT- INFRA PROINFRA 01/2011 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DIVISÃO DE PESQUISA EDITAL Nº 02/2012 PROPP/UEMS/MCT/FINEP/CT- INFRA PROINFRA 01/2011 SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA APOIO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE TECNOLOGIA PDI 2015-2019. Agosto-2014

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE TECNOLOGIA PDI 2015-2019. Agosto-2014 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE TECNOLOGIA PDI 2015-2019 Agosto-2014 2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ - PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO

Leia mais

INT VIDEO INSTITUCIONAL

INT VIDEO INSTITUCIONAL INT VIDEO INSTITUCIONAL Carlos Alberto Teixeira 16 de Fevereiro de 2011 Investimentos e Incentivos Fiscais - Projetos de Inovação em Ciência e Tecnologia Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha

Leia mais

GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP

GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP PROGRAMA GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP 2014 PROGRAMA GRADUAÇÃO INOVADORA NA UNESP INTRODUÇÃO A Pró-reitoria de graduação (PROGRAD), a Câmara Central de Graduação (CCG), o Núcleo de Educação à Distância

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL

ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL ASSOCIAÇÃO PARA A ECONOMIA CÍVICA PORTUGAL MISSÃO A Associação para a Economia Cívica Portugal é uma Associação privada, sem fins lucrativos cuja missão é: Promover um novo modelo de desenvolvimento económico

Leia mais

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS

RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS RESOLUÇÃO n o 35 de 16/12/2011- CAS Estabelece a política de pesquisa, desenvolvimento, inovação e extensão da Universidade Positivo (UP). O CONSELHO ACADÊMICO SUPERIOR (CAS), órgão da administração superior

Leia mais

Programa de Capacitação

Programa de Capacitação Programa de Capacitação 1. Introdução As transformações dos processos de trabalho e a rapidez com que surgem novos conhecimentos e informações têm exigido uma capacitação permanente e continuada para propiciar

Leia mais

Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil

Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Novo cenário da mobilidade urbana Plano de Mobilidade Urbana:

Leia mais

Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação

Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação Curso de Atualização Pedagógica Julho de 2010 Mediador: Adelardo Adelino Dantas de Medeiros (DCA/UFRN) Diretrizes Curriculares

Leia mais

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal I- Introdução Mestrados Profissionais em Segurança Pública Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal Este documento relata as apresentações, debates e conclusões

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

Complemento II Noções Introdutória em Redes Neurais

Complemento II Noções Introdutória em Redes Neurais Complemento II Noções Introdutória em Redes Neurais Esse documento é parte integrante do material fornecido pela WEB para a 2ª edição do livro Data Mining: Conceitos, técnicas, algoritmos, orientações

Leia mais

COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE ENSINO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de maio de 2012

COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE ENSINO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de maio de 2012 COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE ENSINO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de maio de 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: Ensino PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO DE PUBLICAÇÃO DESTE DOCUMENTO:

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Profa. Dra. Lillian Maria Araújo de Rezende Alvares Coordenadora-Geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos

Leia mais

9º Congresso de Pós-Graduação UMA REVISÃO NA LITERATURA SOBRE ERP NO BRASIL VERSUS PUBLICAÇÕES INTERNACIONAIS

9º Congresso de Pós-Graduação UMA REVISÃO NA LITERATURA SOBRE ERP NO BRASIL VERSUS PUBLICAÇÕES INTERNACIONAIS 9º Congresso de Pós-Graduação UMA REVISÃO NA LITERATURA SOBRE ERP NO BRASIL VERSUS PUBLICAÇÕES INTERNACIONAIS Autor(es) GIOVANNI BECCARI GEMENTE Orientador(es) FERNANDO CELSO DE CAMPOS 1. Introdução No

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE PÓS-GRADUAÇÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE PÓS-GRADUAÇÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE PÓS-GRADUAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 07/2014 Aprova a criação do Curso de Pós-Graduação Stricto Sensu, denominado

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática

Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática Posição da indústria química brasileira em relação ao tema de mudança climática A Abiquim e suas ações de mitigação das mudanças climáticas As empresas químicas associadas à Abiquim, que representam cerca

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD A política de Educação a Distância EAD está claramente expressa em diversos documentos e regulamentos internos da instituição Regulamento do NEAD Os

Leia mais

Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação. Parte 4 - Programas Prioritários em Informática

Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação. Parte 4 - Programas Prioritários em Informática Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação Parte 4 - Programas Prioritários em Informática Rede Nacional de Pesquisa Ministério da Ciência e Tecnologia Resultados da Lei de Informática - Uma Avaliação

Leia mais

8. Excelência no Ensino Superior

8. Excelência no Ensino Superior 8. Excelência no Ensino Superior PROGRAMA: 08 Órgão Responsável: Contextualização: Excelência no Ensino Superior Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - SETI O Programa busca,

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

Gestão 2013-2017. Plano de Trabalho. Colaboração, Renovação e Integração. Eduardo Simões de Albuquerque Diretor

Gestão 2013-2017. Plano de Trabalho. Colaboração, Renovação e Integração. Eduardo Simões de Albuquerque Diretor Gestão 2013-2017 Plano de Trabalho Colaboração, Renovação e Integração Eduardo Simões de Albuquerque Diretor Goiânia, maio de 2013 Introdução Este documento tem por finalidade apresentar o Plano de Trabalho

Leia mais

AÇÕES GOVERNAMENTAIS DE FOMENTO PARA O SETOR DE TI NA BAHIA

AÇÕES GOVERNAMENTAIS DE FOMENTO PARA O SETOR DE TI NA BAHIA AÇÕES GOVERNAMENTAIS DE FOMENTO PARA O SETOR DE TI NA BAHIA PARQUE TECNOLÓGICO DA BAHIA ÁREAS DE ATUAÇÃO BIOTECNOLOGIA E SAÚDE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ENERGIAS E ENGENHARIAS TECNOCENTRO

Leia mais

CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA VISCONDE DE CAIRU CEPPEV CURSO: GESTÃO DE DATACENTER E COMPUTAÇÃO EM NUVEM 2013.2

CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA VISCONDE DE CAIRU CEPPEV CURSO: GESTÃO DE DATACENTER E COMPUTAÇÃO EM NUVEM 2013.2 NÚMERO DE VAGAS: 25 (Vinte e Cinco) Vagas. PREVISÃO DE INÍCIO DAS AULAS 01 de Novembro de 2013 CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA VISCONDE DE CAIRU CEPPEV APRESENTAÇÃO / JUSTIFICATIVA A Fundação Visconde

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PERFIL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PERFIL PERFIL 3001 - Válido para os alunos ingressos a partir de 2002.1 Disciplinas Obrigatórias Ciclo Geral Prát IF668 Introdução à Computação 1 2 2 45 MA530 Cálculo para Computação 5 0 5 75 MA531 Álgebra Vetorial

Leia mais

Política de Gestão de Riscos

Política de Gestão de Riscos Política de Gestão de Riscos 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes para a Gestão de Riscos da Fibria, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. 2 ABRANGÊNCIA Abrange todas

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

Anexo V - A. Proposta de um Novo Programa de Trabalho e Funcionamento da RECYT

Anexo V - A. Proposta de um Novo Programa de Trabalho e Funcionamento da RECYT Anexo V - A Proposta de um Novo Programa de Trabalho e Funcionamento da RECYT Breve Histórico A Reunião Especializada em Ciência e Tecnologia do MERCOSUL RECYT, criada em 1992, realizou a sua primeira

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

Exemplo da Importância do Sistema Metrológico na Área de P&D

Exemplo da Importância do Sistema Metrológico na Área de P&D CENTRO TÉCNICO AEROESPACIAL INSTITUTO DE AERONÁUTICA E ESPAÇO entro Técnico Aerospacial CTA Instituto de Aeronáutica e Espaço Exemplo da Importância do Sistema Metrológico na Área de P&D Mirabel Cerqueira

Leia mais

Metas e Linhas de Ação do CRESESB

Metas e Linhas de Ação do CRESESB Metas e Linhas de Ação do CRESESB Missão do CRESESB Promover o desenvolvimento das energias solar e eólica através da difusão de conhecimentos, da ampliação do diálogo entre as entidades envolvidas e do

Leia mais

Estrutura do PDI 2014-2018

Estrutura do PDI 2014-2018 APRESENTAÇÃO O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG) além de constituir um requisito legal, tal como previsto no Artigo

Leia mais

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO 1. Projeto: Aprimoramento da sistemática de gestão

Leia mais

Realização. Apoio. Patrocínio

Realização. Apoio. Patrocínio Realização Apoio Patrocínio Ações Indutoras na Área de Defesa MCT/FINEP 4ª CNCTI AÇÕES FINEP NA ÁREA DE VANT Seminário Internacional de Veículos Aéreos Não Tripulados A Missão da FINEP Promover e financiar

Leia mais

DISCIPLINA: ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES (AAC)

DISCIPLINA: ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES (AAC) Escola de Enfermagem Wenceslau Braz DISCIPLINA: ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES (AAC) INTRODUÇÃO O Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem da Escola de Enfermagem Wenceslau Braz (EEWB) da cidade

Leia mais

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO

PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO As ações de pesquisa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas constituem um processo educativo

Leia mais

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional*

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* 1. Natureza do mestrado profissional A pós-graduação brasileira é constituída, atualmente, por dois eixos claramente distintos: o eixo acadêmico, representado

Leia mais

11 de maio de 2011. Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica

11 de maio de 2011. Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica 11 de maio de 2011 Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica 1 ANÁLISE DOS RESULTADOS DO SPAECE-ALFA E DAS AVALIAÇÕES DO PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ _ 2ª Etapa 1. INTRODUÇÃO Em 1990, o Sistema de Avaliação

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013 PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.2 Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já realizadas... 2 2. Justificativa... 6 3. Objetivos... 8 4. Área de abrangência...

Leia mais

PRIORIDADES E DESAFIOS PARA POLÍTICAS EM NÍVEL SUB-NACIONAL

PRIORIDADES E DESAFIOS PARA POLÍTICAS EM NÍVEL SUB-NACIONAL Políticas de Inovação para o Crescimento Inclusivo: Tendências, Políticas e Avaliação PRIORIDADES E DESAFIOS PARA POLÍTICAS EM NÍVEL SUB-NACIONAL Rafael Lucchesi Confederação Nacional da Indústria Rio

Leia mais

SISTEMA VIRTUAL PARA GERENCIAMENTO DE OBJETOS DIDÁTICOS

SISTEMA VIRTUAL PARA GERENCIAMENTO DE OBJETOS DIDÁTICOS 769 SISTEMA VIRTUAL PARA GERENCIAMENTO DE OBJETOS DIDÁTICOS Mateus Neves de Matos 1 ; João Carlos Nunes Bittencourt 2 ; DelmarBroglio Carvalho 3 1. Bolsista PIBIC FAPESB-UEFS, Graduando em Engenharia de

Leia mais

Curso de ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Curso de ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Curso de ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ÁREA DO CONHECIMENTO: Engenharia. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Engenharia de Produção. PERFIL PROFISSIONAL: Este

Leia mais

Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR. Programade Pós-Graduaçãoem

Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR. Programade Pós-Graduaçãoem Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR Departamento Acadêmico de Informática DAINF Programade Pós-Graduaçãoem ComputaçãoAplicada(PPGCA) Mestradoprofissional Programade Pós-Graduaçãoem ComputaçãoAplicada(PPGCA)

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Identificação do Curso Nome do Curso: Sistemas de Informação Titulação: Bacharelado Modalidade de ensino: Presencial

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

O Curso de Engenharia Elétrica da Faculdade de Engenharia /Unesp/Bauru

O Curso de Engenharia Elétrica da Faculdade de Engenharia /Unesp/Bauru O Curso de Engenharia Elétrica da Faculdade de Engenharia /Unesp/Bauru Projeto Pedagógico e Estrutura Curricular Missão do Curso de Engenharia Elétrica da FE/Unesp/Bauru A formação continuada de Engenheiros

Leia mais

Portal de Periódicos da CAPES: evolução do acesso pela UEPG 2005 a 2013 : experiência da capacitação de usuários com cursos de extensão

Portal de Periódicos da CAPES: evolução do acesso pela UEPG 2005 a 2013 : experiência da capacitação de usuários com cursos de extensão 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

Política de Logística de Suprimento

Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CURSO TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL Série do Curso: 4ª SÉRIE Nome da Disciplina: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem

Leia mais

Lógica Programável Aplicada em Circuito Acionador de Ordens Pirotécnicas

Lógica Programável Aplicada em Circuito Acionador de Ordens Pirotécnicas Programável Aplicada em Circuito Acionador de Ordens Pirotécnicas Francisco Carlos Parquet Bizarria,2 João Mauricio Rosário 3 José Walter Parquet Bizarria Francisco Antonio Visconti Junior 2 fcpb@iae.cta.br

Leia mais

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO 1. Projeto: Aprimoramento da sistemática de gestão

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

Francisco Cardoso SCBC08

Francisco Cardoso SCBC08 Formando profissionais para a sustentabilidade Prof. Francisco CARDOSO Escola Politécnica da USP Francisco Cardoso SCBC08 1 Estrutura da apresentação Objetivo Metodologia Resultados investigação Conclusão:

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PDI A implementação do Plano de Desenvolvimento Institucional, envolve além dos objetivos e metas já descritos, o estabelecimento de indicadores, como forma de se fazer o

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Dados de Identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 010/2006

RESOLUÇÃO Nº 010/2006 Confere com o original RESOLUÇÃO Nº 010/2006 CRIA o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu de Educação Ambiental, em nível de Especialização. O REITOR DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS e PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

Panorama e planejamento de Pós-graduação visando notas 06 e 07 na UFV

Panorama e planejamento de Pós-graduação visando notas 06 e 07 na UFV Pós-Graduação da UFV em debate 2012 26-27 de Novembro de 2012 Panorama e planejamento de Pós-graduação visando notas 06 e 07 na UFV Profa. Simone EF Guimarães Pós Graduação em Genética e Melhoramento UFV

Leia mais

EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS

EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA EIXO III CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO E DE CADA UM DE SEUS CURSOS EIXO III - CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA INSTITUIÇÃO

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão. Objetivo Geral

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão. Objetivo Geral Curso: ENGENHARIA ELÉTRICA SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Missão O Curso de Engenharia Elétrica da Universidade Estácio de Sá tem por missão formar engenheiros com sólidos e atualizados conhecimentos científicos

Leia mais

Administração Pública

Administração Pública Administração Pública Sumário Aula 1- Características básicas das organizações formais modernas: tipos de estrutura organizacional, natureza, finalidades e critérios de departamentalização. Aula 2- Processo

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA AGÊNCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO - ABC INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA - IICA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS MISSÃO DO CURSO A concepção do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas está alinhada a essas novas demandas

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente

Leia mais

Ciência, Tecnologia e Indústria para um novo Brasil

Ciência, Tecnologia e Indústria para um novo Brasil ANAIS DA 65ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC RECIFE, PE JULHO/2013 Ciência, Tecnologia e Indústria para um novo Brasil Glauco Arbix Somente a inovação será capaz de reverter o quadro de estagnação da economia brasileira,

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

Histórico. Formação de Recursos Humanos para o Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia do Brasil

Histórico. Formação de Recursos Humanos para o Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia do Brasil Histórico 40 ANOS DE Pós-graduação NO IME Formação de Recursos Humanos para o Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia do Brasil Wilma de Araújo Gonzalez a, Itamar Borges Júnior a,b, José Luiz Lima Vaz

Leia mais

Plano de Gestão 2013-2016 IFSP Campus Caraguatatuba

Plano de Gestão 2013-2016 IFSP Campus Caraguatatuba Visão Institucional O Campus Caraguatatuba do IFSP desenvolveu-se nos últimos anos, ampliando os cursos oferecidos, desde a Formação Inicial e Continuada, passando pelos Cursos Técnicos, de Tecnologia,

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI 1. PI06 TI 1.1. Processos a serem Atendidos pelos APLICATIVOS DESENVOLVIDOS Os seguintes processos do MACROPROCESSO

Leia mais

PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR

PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERA- CIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR ANTECEDENTES A Organização de Aviação Civil Internacional

Leia mais