AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS

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1 AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS Relatório Agrupamento de Escolas de Campo Maior 13 a 15 maio 2013 Área Territorial de Inspeção do Alentejo e Algarve

2 1 INTRODUÇÃO A Lei n.º 31/2002, de 20 de dezembro, aprovou o sistema de avaliação dos estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, definindo orientações gerais para a autoavaliação e para a avaliação externa. Neste âmbito, foi desenvolvido, desde 2006, um programa nacional de avaliação dos jardins de infância e das escolas básicas e secundárias públicas, tendo-se cumprido o primeiro ciclo de avaliação em junho de ESCALA DE AVALIAÇÃO A então Inspeção-Geral da Educação foi incumbida de dar continuidade ao programa de avaliação externa das escolas, na sequência da proposta de modelo para um novo ciclo de avaliação externa, apresentada pelo Grupo de Trabalho (Despacho n.º 4150/2011, de 4 de março). Assim, apoiando-se no modelo construído e na experimentação realizada em doze escolas e agrupamentos de escolas, a Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) está a desenvolver esta atividade consignada como sua competência no Decreto Regulamentar n.º 15/2012, de 27 de janeiro. O presente relatório expressa os resultados da avaliação externa do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, realizada pela equipa de avaliação, na sequência da visita efetuada entre 13 e 15 de maio de As conclusões decorrem da análise dos documentos fundamentais do Agrupamento, em especial da sua autoavaliação, dos indicadores de sucesso académico dos alunos, das respostas aos questionários de satisfação da comunidade e da realização de entrevistas. Espera-se que o processo de avaliação externa fomente e consolide a autoavaliação e resulte numa oportunidade de melhoria para o Agrupamento, constituindo este documento um instrumento de reflexão e de debate. De facto, ao identificar pontos fortes e áreas de melhoria, este relatório oferece elementos para a construção ou o aperfeiçoamento de planos de ação para a melhoria e de desenvolvimento de cada escola, em articulação com a administração educativa e com a comunidade em que se insere. Níveis de classificação dos três domínios EXCELENTE A ação da escola tem produzido um impacto consistente e muito acima dos valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. Os pontos fortes predominam na totalidade dos campos em análise, em resultado de práticas organizacionais consolidadas, generalizadas e eficazes. A escola distingue-se pelas práticas exemplares em campos relevantes. MUITO BOM A ação da escola tem produzido um impacto consistente e acima dos valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. Os pontos fortes predominam na totalidade dos campos em análise, em resultado de práticas organizacionais generalizadas e eficazes. BOM A ação da escola tem produzido um impacto em linha com os valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. A escola apresenta uma maioria de pontos fortes nos campos em análise, em resultado de práticas organizacionais eficazes. SUFICIENTE A ação da escola tem produzido um impacto aquém dos valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. As ações de aperfeiçoamento são pouco consistentes ao longo do tempo e envolvem áreas limitadas da escola. INSUFICIENTE A ação da escola tem produzido um impacto muito aquém dos valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. Os pontos fracos sobrepõem-se aos pontos fortes na generalidade dos campos em análise. A escola não revela uma prática coerente, positiva e coesa. A equipa de avaliação externa visitou a escolasede do Agrupamento, a Escola Básica do 2.º Ciclo S. João Baptista e as Escolas Básicas com Jardim de Infância (EB1/JI) do Bairro Novo, de Cooperativa e de Degolados. A equipa regista a atitude de empenhamento e de mobilização do Agrupamento, bem como a colaboração demonstrada pelas pessoas com quem interagiu na preparação e no decurso da avaliação. O relatório do Agrupamento apresentado no âmbito da Avaliação Externa das Escolas está disponível na página da IGEC. 1

3 2 CARACTERIZAÇÃO DO AGRUPAMENTO O, constituído em agosto de 2010, fica situado no município de Campo Maior, distrito de Portalegre. A sua área de intervenção abrange as freguesias de Nossa Senhora da Graça dos Degolados, de Nossa Senhora da Expectação e de S. João Baptista. É constituído pela Escola Básica do 2.º Ciclo S. João Baptista, a Escola Básica e Secundária de Campo Maior (escola- -sede), as EB1 de Avenida, de Fonte Nova e de Cooperativa e pelas EB1/JI do Bairro Novo e de Degolados. No ano letivo de , a população escolar totaliza 1359 crianças, alunos e formandos: 157 crianças frequentam a educação pré-escolar (sete grupos); 411 alunos o 1.º ciclo do ensino básico (19 turmas); 225 o 2.º ciclo (seis turmas); 267 o 3.º ciclo (12 turmas); 10 os percursos curriculares alternativos (uma turma do 8.º ano); 136 os cursos científico-humanísticos do ensino secundário de Ciências e Tecnologias e de Línguas e Humanidades (sete turmas); 39 formandos os cursos de educação e formação, tipo 2, de Instalações e Operações de Sistemas Informáticos e, tipo 3, de Eletrónica de Manutenção (duas turmas); 15 o Programa Integrado de Educação e Formação (uma turma); e 99 os cursos profissionais de Apoio à Gestão Desportiva, de Processos de Controlo de Qualidade Alimentar, de Instalações Elétricas, de Informática de Gestão e de Secretariado e Informática de Gestão (seis turmas). O Agrupamento é frequentado por 141 alunos de nacionalidade estrangeira (11,7%). Relativamente à ação social escolar, 61% não beneficiam de auxílios económicos. Já no que respeita às tecnologias de informação e comunicação, 55% possuem computador e internet em casa. Dos 125 docentes que desempenham funções nos estabelecimentos de educação e ensino, 80% pertencem aos quadros, valor revelador da estabilidade do corpo docente. No que se refere à experiência profissional, 80% lecionam há 10 ou mais anos. Relativamente aos 66 trabalhadores não docentes, 62,1% possuem 10 ou mais anos de serviço. Os indicadores relativos à formação académica dos pais/mães dos alunos permitem verificar que 30% têm uma formação secundária ou superior. Quanto à ocupação profissional, 14,9% exercem atividades de nível superior e intermédio. No ano letivo de , ano para o qual a Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência disponibilizou valores de referência, as variáveis de contexto do Agrupamento situam-se acima da mediana no que respeita à habilitação dos pais e das mães e ao número de alunos que não beneficiam de ação social escolar. A percentagem de docentes do quadro está acima da mediana no 1.º ciclo e abaixo nos 2.º e 3.º ciclos e no ensino secundário. Estes dados permitem considerar que se está perante um contexto favorável. 3- AVALIAÇÃO POR DOMÍNIO Considerando os campos de análise dos três domínios do quadro de referência da avaliação externa e tendo por base as entrevistas e a análise documental e estatística realizada, a equipa de avaliação formula as seguintes apreciações: 3.1 RESULTADOS RESULTADOS ACADÉMICOS De constituição recente, o Agrupamento, na esteira do que sucedia nos estabelecimentos de ensino que lhe deram origem, concede uma importância particular ao sucesso educativo das crianças e dos alunos, que se reflete nos princípios, nos objetivos, na visão e na missão fixados no projeto educativo para o 2

4 triénio de a Os resultados escolares são analisados, com regularidade, nos conselhos geral e pedagógico, nos departamentos curriculares e nos conselhos de turma, sendo objeto de estudo por parte da equipa de autoavaliação. Esta reflexão conduziu à elaboração do plano estratégico e do documento em que se definiram as estratégias de atuação para o ano letivo de , em face da análise dos resultados escolares obtidos no período compreendido entre e Na educação pré-escolar, no respetivo departamento curricular, as educadoras de infância adotam procedimentos que visam conhecer a evolução e as aprendizagens realizadas pelas crianças, com implicações na planificação de atividades e no reajustamento das práticas pedagógicas. Por outro lado, a organização de registos de avaliação das crianças permite informar os pais/encarregados de educação dos progressos dos respetivos educandos. No ano letivo de , nos 1.º e 2.º ciclos, os resultados observados, nas provas de avaliação externa de língua portuguesa e de matemática, estão aquém dos valores esperados para escolas de contexto análogo e situam-se abaixo da mediana quando comparados com as escolas do mesmo grupo de referência, à exceção do 6.º ano, na disciplina de matemática, que ficou acima do valor esperado e próximo da mediana. No 3.º ciclo, a percentagem de alunos com classificações positivas, nas referidas disciplinas, posicionou- -se muito aquém dos valores esperados para escolas de contexto análogo, determinados para o ano letivo de , e aquém da mediana quando comparada com a das escolas do mesmo grupo de referência, em especial no que se refere a matemática. No 12.º ano de escolaridade, tendo em consideração o referido ano letivo, enquanto a média obtida pelos alunos no exame de português ficou aquém dos valores esperados para escolas de contexto análogo e próximo da mediana das escolas do mesmo grupo de referência, as de matemática e de história situaram-se muito aquém do valor esperado e aquém da mediana. As taxas de conclusão nos 1.º e 2.º ciclos, no ano letivo de , ficaram acima dos valores esperados para escolas de contexto análogo, ao contrário do que se registou no 3.º ciclo e no ensino secundário, que se posicionaram, respetivamente, aquém e em linha com aqueles valores. Quando comparadas as taxas de conclusão com as das escolas do mesmo grupo de referência, constata-se que ficaram acima da mediana no 4.º e no 12.º ano de escolaridade, contrariamente ao que sucedeu no 6.º e no 9.º ano. No ano letivo de , a taxa de transição/conclusão nos cursos profissionais atingiu os 100%, acima da nacional, decrescendo, no entanto, no ano letivo seguinte, para 52,4%. Em , registou-se uma melhoria significativa, constatando-se que 94,7% dos alunos completaram os referidos cursos. O contexto socioeconómico do Agrupamento é genericamente favorável, dado que os valores das respetivas variáveis se situam acima da mediana. Os resultados observados estão, globalmente, aquém dos valores esperados quando comparados com os das escolas de contexto análogo e com as do mesmo grupo de referência, determinados para o ano letivo de , o que demonstra ainda pouca consistência e eficácia nas ações de melhoria implementadas no Agrupamento. No último triénio, o abandono escolar tem vindo a diminuir, registando valores residuais. RESULTADOS SOCIAIS Os alunos não estiveram envolvidos na elaboração dos documentos estruturantes, embora tenham sido auscultados no âmbito do processo de autoavaliação. Revelaram ter conhecimento dos seus direitos e deveres, constantes do regulamento interno, assumindo, neste aspeto, um papel relevante os professores 3

5 titulares de turma/diretores de turma. Por outro lado, estão representados nos conselhos de turma, pelos delegados e subdelegados, onde são acolhidas as suas sugestões. As situações de comportamento menos apropriado têm sido consideradas como uma prioridade na intervenção educativa e conduziram à elaboração de um Código de Conduta, da responsabilidade de uma equipa de docentes, com disposições extensivas aos trabalhadores docentes e não docentes. A sua implementação tem contribuído para a criação de um clima de respeito mútuo entre os diferentes membros da comunidade educativa, mais propício às aprendizagens. O projeto Fator V apresenta-se como uma iniciativa distintiva do Agrupamento, no qual os alunos têm uma intervenção empenhada em ações de solidariedade, promotora da consciência cívica e do respeito mútuo. Assumem ainda tarefas nos múltiplos programas em desenvolvimento (Eco-Escolas, Parlamento dos Jovens e Entre Palavras, entre outros) e em iniciativas do plano anual de atividades. A constituição atual do Agrupamento possibilita o acompanhamento do percurso académico dos alunos, assim como percecionar o impacto das aprendizagens, desde a educação pré-escolar até ao 12.º ano de escolaridade. Embora não exista um mecanismo formal, são conhecidas as opções efetuadas pelos alunos após a conclusão do ensino secundário. RECONHECIMENTO DA COMUNIDADE Tendo em atenção as respostas aos questionários aplicados, no âmbito do presente processo de avaliação externa, conclui-se que a comunidade educativa está, de um modo geral, satisfeita com o serviço prestado pelo Agrupamento. Os pais/encarregados de educação manifestam o seu agrado com o desenvolvimento dos seus filhos desde que frequentam os jardins de infância, com a disponibilidade dos docentes titulares de grupo/turma e dos diretores de turma no seu relacionamento com as famílias, com a informação que lhes é prestada quanto às aprendizagens dos seus educandos e com o diálogo mantido com os responsáveis pelos estabelecimentos da educação pré-escolar. Afirmam, também, que os seus filhos estabelecem relações de amizade na escola. Pelo contrário, revelam insatisfação com a resolução dos problemas de indisciplina, as condições das instalações, a qualidade dos serviços do refeitório e do bufete e com a limpeza. As regras de comportamento e os critérios de avaliação são aspetos que os alunos mostram conhecer. Expressam, no 1.º ciclo, satisfação com a realização de visitas de estudo, com as atividades de expressão plástica, com a justeza das avaliações e com os espaços de recreio. Ao invés, estão insatisfeitos com a frequência com que utilizam o computador, com a forma de resolução dos problemas de indisciplina, com o conforto das salas de aula e o ambiente de respeito e de tranquilidade que aí se verifica e com a higiene e a limpeza da escola. Os docentes gostam de trabalhar no Agrupamento e relevam a sua abertura ao exterior, a disponibilidade e a liderança da direção, indicando, como aspetos menos positivos, o comportamento dos alunos e o respeito que estes têm para com o pessoal não docente, o conforto das salas de aula e a adequação dos espaços de desporto e de recreio. O pessoal não docente também destaca, como positivo, a disponibilidade da direção, manifestando, pelo contrário, desagrado quanto à conduta dos alunos e ao respeito que estes têm para consigo e para com os professores. Como forma de incentivo e de motivação, foram instituídos o quadro de valor, destinado aos alunos que se destaquem pelo seu comportamento e pelas suas atitudes, e os quadros de mérito (1.º ciclo) e de excelência (2.º e 3.º ciclos e ensino secundário), para premiar os que sobressaem pelos seus resultados académicos. 4

6 Em suma, a ação do Agrupamento tem produzido um impacto aquém dos valores esperados na melhoria das aprendizagens e dos resultados dos alunos e nos respetivos percursos escolares. As ações de aperfeiçoamento são pouco consistentes ao longo do tempo e envolvem áreas limitadas, o que justifica a atribuição da classificação de SUFICIENTE no domínio Resultados. 3.2 PRESTAÇÃO DO SERVIÇO EDUCATIVO PLANEAMENTO E ARTICULAÇÃO O projeto educativo define um conjunto de estratégias que fomentam a articulação vertical, área identificada na anterior avaliação externa como ponto fraco, quer no então agrupamento (2007) quer na escola secundária (2008). O trabalho colaborativo foi reforçado no âmbito do planeamento e da gestão do currículo nas diferentes estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica, calendarizando- -se, para o efeito, um leque de reuniões entre os docentes de diferentes níveis de educação e ensino, que visam facilitar a sequencialidade das aprendizagens e preparar a transição de ciclo, como é o caso das efetuadas entre os docentes da educação pré-escolar e os do 1.º ciclo e entre estes e os do 2.º ciclo. Contudo, a articulação curricular continua a ser uma área de evidente fragilidade, com repercussões no processo de ensino e de aprendizagem e, consequentemente, nos resultados escolares, que são baixos. Constata-se a inexistência de um plano de estudos para o desenvolvimento do currículo, que estabeleça, em função do projeto educativo, as orientações de natureza pedagógica, que conduzam à definição de estratégias de superação dos problemas diagnosticados, apesar do enunciado no plano estratégico. Na educação pré-escolar, os planos de grupo contêm a organização do currículo por referência às orientações curriculares e integram elementos sobre o seu desenvolvimento, nomeadamente, a organização do ambiente educativo e o planeamento das atividades, atendendo às características e ao ritmo de aprendizagem das crianças, bem como ao contexto em que o Agrupamento se insere. Já no que respeita ao ensino básico e secundário, nos planos e programas próprios das turmas são pouco percetíveis as estratégias de concretização e de desenvolvimento do currículo, não sendo feita menção à articulação interdisciplinar, à diferenciação pedagógica e ao processo avaliativo. Estes documentos contêm informação sobre os percursos escolares dos alunos. PRÁTICAS DE ENSINO O Agrupamento mostra-se atento aos desafios que a diversidade sociocultural dos seus educandos lhe impõe. Sinal disso é o interesse manifesto por projetos pedagógicos de índole inclusiva (Turma Mais e Projeto Fénix) e a existência de uma oferta educativa ampla e diversificada. O sucesso na integração das crianças e dos jovens de outras etnias é prova evidente da forma como o Agrupamento tem conseguido concretizar práticas de diferenciação pedagógica e de inclusão. Para isso muito contribui a interação com o meio envolvente, o qual se mostra bastante sensibilizado para a inclusão educativa. Toda esta realidade acaba por ter respostas positivas nas práticas dos docentes, apoiadas em planificações de curto prazo adequadas e em consonância com aqueles princípios. Tal atitude dos docentes mostrou-se, no entanto, diferente, ao longo da escolaridade, sendo na educação pré-escolar e no 1.º ciclo que aquelas práticas adquirem maior visibilidade. O Agrupamento proporciona diversas modalidades de apoio, de que se destacam as tutorias, as coadjuvações no 1.º ciclo, a português e a matemática, por professores do 2.º ciclo, e o apoio pedagógico disponibilizado em diversas disciplinas. De relevar, ainda, o acompanhamento proporcionado pela equipa de intervenção precoce às crianças da educação pré-escolar e o apoio que é prestado aos alunos com necessidades educativas especiais pelo núcleo de apoio educativo e pelo serviço de psicologia e orientação, trabalho que assenta no estabelecimento de protocolos com diversas entidades locais, 5

7 nomeadamente com o Centro Educativo Alice Nabeiro, com a Segurança Social, com a Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior e com a Associação Coração Delta. Existem, por outro lado, várias iniciativas destinadas a estimular e a valorizar as potencialidades das crianças e dos alunos, de que se destaca o grande número de projetos em que o Agrupamento se tem empenhado. Estes incluem desde ações de âmbito local a grandes projetos europeus, nos quais os alunos se têm distinguido. A aposta nestas iniciativas, em estreita cooperação com a própria comunidade de Campo Maior, constitui uma marca identitária do Agrupamento. Grande parte dos projetos ocorre por iniciativa ou em colaboração com a biblioteca escolar, afirmando-se esta como uma estrutura nuclear na vida do Agrupamento. A utilização de metodologias ativas e de cooperação, excetuando o que acontece na educação pré-escolar e no 1.º ciclo, ganha sobretudo relevância na dinamização dos projetos e na organização das visitas de estudo. Nos cursos profissionais, surgiram inclusivamente sinais de que a componente prática carece de maior ênfase. Tal como identificado na anterior avaliação externa (2007), e não obstante o que se passa nas disciplinas de ciências físicas e naturais e nos cursos profissionais, são escassas as ocasiões em que a dimensão experimental do ensino adquire proeminência. Este facto é mais notório no 2.º ciclo, em que os alunos evidenciaram ser reduzido o contacto efetivo com material de laboratório. As obras em curso, por afetarem os laboratórios de ciências experimentais da escola secundária, representam, a este nível, um forte constrangimento. É de salientar o envolvimento dos alunos numa diversidade de projetos, destacando-se os que se relacionam com os recursos educativos digitais (EuTune, em permanência, Digital Story Telling-euTune ou itec, por exemplo). Esta é uma vertente em que o Agrupamento tem investido fortemente. Foi notório, de facto, o recurso, por parte dos docentes, a suportes digitais, quer para fomentar a colaboração entre si, quer como instrumento de apoio às suas práticas, com particular destaque para o , mas incluindo já plataformas como o facebook ou a dropbox. A dimensão artística da aprendizagem não assume grande visibilidade, a não ser na educação pré- -escolar, nas áreas das expressões e tecnologias dos 2.º e 3.º ciclos, nos projetos ou nas visitas de estudo. O papel compensatório que as atividades lúdico-expressivas de enriquecimento curricular poderiam desempenhar, no 1.º ciclo, acaba por não ser potenciado no contexto do Agrupamento, dado o reduzido número de alunos que as frequenta, algo que, em parte, se deve ao amplo leque de opções alternativas que é possível encontrar na comunidade. Em termos da promoção da literacia, merece referência a dinâmica imprimida pela biblioteca escolar. Para além de outras iniciativas, como é o caso do jornal online Olhar a Escola, são de destacar os encontros regulares das crianças e dos alunos com escritores, como recentemente aconteceu com José Fanha e com António da Mota. A supervisão da prática letiva constitui uma das prioridades em que o Agrupamento pensa investir, através da criação de adequados mecanismos internos. A supervisão pedagógica, da competência dos departamentos curriculares, está praticamente confinada à verificação do cumprimento de programas e de planificações de médio e de longo prazo. São raros os momentos em que ocorrem situações consistentes de supervisão, traduzidas no apoio direto a professores em atividades na sala de aula ou na observação regular da prática letiva, tendo em vista a melhoria do processo educativo, bem como o desenvolvimento profissional dos docentes. MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DO ENSINO E DAS APRENDIZAGENS Na condução do processo de ensino e de aprendizagem, os docentes recorrem às diferentes modalidades de avaliação diagnóstica, formativa e sumativa, aplicando-as de forma articulada. A este nível, regista-se um trabalho cooperativo regular entre os docentes. 6

8 Na educação pré-escolar, a avaliação assume um carácter efetivamente formativo e norteador da intervenção educativa. Em sede de departamento curricular, foram concebidos instrumentos de avaliação e definidas as competências a adquirir pelas crianças, sendo feita uma reflexão sistemática sobre a progressão nas aprendizagens. Os registos individuais, tendo em consideração as diferentes áreas de conteúdo, são dados a conhecer, trimestralmente, aos pais/encarregados de educação e discutidos com os docentes, no caso das crianças que transitam para o 1.º ciclo. No início do ano, aquando da entrega dos processos individuais dos alunos aos professores, são uma vez mais comunicadas quais as aprendizagens mais significativas. De salientar o recurso frequente à autoavaliação das situações de aprendizagem pelas crianças e a avaliação efetuada pelos docentes do plano de trabalho de grupo e do plano de atividades. Apesar das modalidades de avaliação não estarem previstas nestes documentos, são divulgadas na web do Agrupamento. Nos ensinos básico e secundário, a avaliação formativa é reguladora do processo de ensinar e de aprender, sendo construídos também instrumentos de avaliação, tais como testes e fichas formativas comuns e grelhas de correção. A adesão aos testes intermédios tem possibilitado aferir as práticas avaliativas. Os critérios de avaliação são objeto de discussão no início de cada ano, nos departamentos curriculares, e dados a conhecer aos alunos e aos pais/encarregados de educação. De salientar que na página da internet do Agrupamento são divulgados os critérios de avaliação, bem como as planificações das diferentes disciplinas. A reflexão sobre os resultados dos alunos, desde 2008, pelos departamentos curriculares e a subsequente definição de estratégias a implementar, no presente ano letivo, constituem-se como um contributo muito relevante para a gestão do currículo. Contudo, os planos e programas próprios das turmas são pouco explícitos quanto às estratégias de concretização do currículo. Apesar de serem discutidas, nos conselhos de ano e de turma, as ações desenvolvidas em sala de aula, no sentido de superar as dificuldades de aprendizagem dos alunos, a sua monitorização interna está, por tal facto, comprometida, bem como a apreciação do seu impacto na reformulação das práticas letivas. A eficácia das medidas de apoio é verificada, globalmente, no final de cada período letivo, através da análise dos resultados académicos dos alunos. A diversificação da oferta educativa tem-se assumido com uma estratégia fundamental na redução do abandono escolar. Em suma, e tendo em conta os juízos avaliativos formulados neste domínio, o Agrupamento apresenta uma maioria de pontos fortes nos campos em análise, em resultado de práticas organizacionais eficazes, o que justifica a atribuição da classificação de BOM no domínio Prestação do Serviço Educativo. 3.3 LIDERANÇA E GESTÃO LIDERANÇA E GESTÃO LIDERANÇA A ação educativa do Agrupamento encontra-se consagrada no projeto educativo de Neste documento, estão contemplados os princípios orientadores e os objetivos, bem como a visão e a missão, relacionada esta com a promoção do sucesso educativo e com a valorização pessoal dos alunos. Nesta linha, e evidenciando uma intencionalidade abrangente e transversal, que se reflete também na diversificação da oferta educativa e no envolvimento numa multiplicidade de projetos, o plano estratégico, integrado no projeto educativo, estrutura-se em torno dos domínios do anterior quadro de referência da avaliação externa, estabelecendo objetivos, estratégias e metas. 7

9 O plano anual de atividades, que congrega, designadamente, propostas apresentadas pelos departamentos curriculares, inclui um leque variado de iniciativas, não havendo, contudo, uma correlação direta entre estas e os objetivos do projeto educativo. A direção mostra-se aberta e dialogante, sendo largamente reconhecido o papel do diretor pela disponibilidade e pelo empenhamento na mobilização dos outros elementos da comunidade, na procura de soluções para os problemas detetados e no estabelecimento de relações de colaboração e de parcerias com outras entidades fundamentais para a consecução da ação educativa, nomeadamente com a Câmara Municipal de Campo Maior e a Associação Coração Delta. O conselho geral exerce as suas competências num quadro em que a discussão, a participação e a articulação com os outros órgãos e estruturas se revelam essenciais para a melhoria do serviço prestado. De igual modo, e com a mesma finalidade, os responsáveis pelas estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica manifestam conhecer as suas áreas de intervenção, estão motivados e exercem com empenho as suas funções. Todavia, a articulação entre os departamentos curriculares denota alguma debilidade, que se repercute na sequencialidade das aprendizagens dos alunos. A associação de pais e encarregados de educação constitui-se como um parceiro de fundamental importância, reconhecido, pelos diferentes órgãos do Agrupamento, pela sua capacidade de iniciativa, que estimulam a sua participação no delinear de linhas de ação. O relatório apresentado, em outubro de 2012, pela associação de pais é revelador da sua ação interventiva e resultou do trabalho de recolha de informação, através da aplicação, por amostragem, de inquéritos sobre a participação da associação, o funcionamento da escola, os seus problemas e os aspetos positivos. Não obstante as atividades desenvolvidas pela associação e a ação dos docentes e dos diretores de turma, o envolvimento dos pais/encarregados de educação no percurso escolar dos seus educandos ainda não atingiu os níveis desejados. As atividades oferecidas e os projetos desenvolvidos correspondem a uma perspetiva de inovação, de criação de situações motivadoras das aprendizagens, de valorização do meio e de promoção de práticas pedagógicas mais estimulantes. Cabe destacar, a título de exemplo, pelo seu impacto, a dinâmica das bibliotecas escolares, os projetos etwinning, ipad, Escola Saudável, Comenius, Ler + e Desporto Escolar. Atualmente, a escola-sede está a ser objeto de requalificação, estando a decorrer, igualmente, a construção de um centro escolar, que acolherá crianças da educação pré-escolar e alunos do ensino básico. Os edifícios do Agrupamento sofreram obras de melhoramento, oferecendo, globalmente, condições adequadas ao ensino e à aprendizagem. Consideram-se, assim, parcialmente superados os constrangimentos identificados nas anteriores avaliações externas. GESTÃO O regulamento interno do Agrupamento enuncia o primado dos critérios de natureza pedagógica na gestão dos recursos, sem perder de vista a vertente da eficiência. Relativamente aos recursos humanos, procura conciliar as apetências e os interesses de cada um dos profissionais com as exigências do desempenho das tarefas que lhe são atribuídas e que são da sua responsabilidade. O clima relacional entre os trabalhadores não docentes é positivo, existindo um espírito de entreajuda, que permite ultrapassar dificuldades, nomeadamente no que se refere a ajustes pontuais do serviço, quando se verificam ausências. Existe abertura da direção às sugestões dadas e reconhecimento pelo trabalho feito. De uma forma geral, há uma boa relação destes profissionais com os alunos e com os pais/encarregados de educação. 8

10 Na distribuição de serviço docente, privilegia-se a continuidade pedagógica, sempre que esta é desejável, bem como a manutenção das direções de turma, tendo em vista um bom acompanhamento dos alunos e a articulação com os pais/encarregados de educação e as famílias. No sentido de promover o desenvolvimento profissional, têm sido realizadas ações de formação para dar resposta às necessidades específicas identificadas, algumas através do Centro de Formação de Professores do Nordeste Alentejano (CEFOPNA), dirigidas a docentes e a não docentes, designadamente nas áreas da educação especial, de programas administrativos, da indisciplina e da educação sexual. Os circuitos de informação e de comunicação funcionam eficazmente, com utilização regular das tecnologias da informação e comunicação. Desta forma, docentes e não docentes têm acesso, atempadamente, a informação relevante, que lhes permite uma participação ativa na vida do Agrupamento. A gestão dos recursos materiais e financeiros pauta-se por critérios de equidade, sendo fomentada a sua partilha entre as escolas. AUTOAVALIAÇÃO E MELHORIA A autoavaliação tem vindo a ser implementada como modo de conhecer as áreas de maior fragilidade do Agrupamento e de planear, estrategicamente, ações de melhoria. Para tal, constituiu-se, no ano letivo de , uma equipa, que integra docentes de todos os níveis de educação e ensino e a professora bibliotecária, contando a equipa, ainda, com a colaboração de um elemento que, apesar de ser docente na escola, desempenha o papel de amigo crítico. Metodologicamente, a equipa recorreu ao modelo Commom Assessment Framework (CAF), nas áreas que considerou cruzadas com as linhas de ação do projeto educativo (Liderança, Planeamento estratégico, Pessoas, Parcerias e recursos e Processos), tendo auscultado, através de questionário, a comunidade educativa. Os dados recolhidos foram objeto de tratamento e de análise e divulgados à comunidade escolar. Em sede das estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica, na sequência da reflexão efetuada, foram avançadas propostas de melhoria. De salientar, por outro lado, a análise sistemática dos resultados académicos, incidindo mormente nos que respeitam ao ensino regular. Os resultados das avaliações externas, conjugados com a autoavaliação, permitiram, assim, dar corpo ao projeto educativo e, no presente ano letivo, à atualização do plano estratégico nele integrado, incluindo- -se a monitorização das estratégias implementadas, tendo em vista as metas previstas. Note-se que este documento está estruturado em cinco domínios, de acordo com o quadro de referência do 1.º ciclo da avaliação externa da IGEC, assumindo o formato de um plano de melhoria e enunciando ações ao nível dos resultados, da prestação do serviço educativo, da organização e gestão, da liderança e da capacidade de autorregulação e melhoria do Agrupamento. O processo de autoavaliação tem sido perspetivado, pelos responsáveis do Agrupamento, como um efetivo instrumento na reorganização escolar, tendo em consideração o reordenamento da rede escolar, e conduziu à agregação com a escola secundária. Num contexto de mudanças e de múltiplas tarefas e situações a que a direção teve que dar resposta, nomeadamente a conceção dos documentos orientadores e a gestão das obras de requalificação, os resultados do processo de autoavaliação, que carece ainda de consolidação, têm tido impacto positivo no planeamento e nas práticas organizacionais, conferindo- lhes unidade e coerência, na perspetiva da melhoria dos resultados escolares. Em suma, tendo em conta os juízos avaliativos formulados neste domínio, o Agrupamento apresenta uma maioria de pontos fortes nos campos em análise, em resultado de práticas organizacionais eficazes, o que justifica a atribuição da classificação de BOM no domínio Liderança e Gestão. 9

11 4 PONTOS FORTES E ÁREAS DE MELHORIA A equipa de avaliação realça os seguintes pontos fortes no desempenho do Agrupamento: O impacto do projeto Fator V, enquanto um dos projetos distintivos em que o Agrupamento está envolvido, promotor do desenvolvimento da consciência cívica e do respeito mútuo; A dinâmica da biblioteca escolar e a multiplicidade de projetos, como vertentes enriquecedoras do currículo e potenciadoras de diversas aprendizagens e de relações de proximidade com a comunidade; A diversificação da oferta educativa, como resposta diferenciada às características e às especificidades dos alunos, com repercussões na diminuição do abandono escolar; A disponibilidade e o empenho da direção na mobilização da comunidade na concretização do projeto educativo e no estabelecimento de parcerias com as entidades locais; O papel da associação de pais e encarregados de educação, enquanto parceiro fundamental, pela sua capacidade de iniciativa e pela sua participação na vida do Agrupamento; O processo de autoavaliação, com impacto positivo no planeamento, na reorganização escolar e nas práticas organizacionais, conferindo-lhes unidade e coerência. A equipa de avaliação entende que as áreas onde o Agrupamento deve incidir prioritariamente os seus esforços para a melhoria são as seguintes: A articulação curricular, tendo em vista a sequencialidade das aprendizagens entre os diferentes níveis de educação e ensino e a melhoria dos resultados escolares; A conceção de um plano de estudos para desenvolvimento do currículo que estabeleça, em coerência com o projeto educativo, orientações de natureza pedagógica e estratégias de superação dos problemas diagnosticados; A integração, nos planos e programas próprios das turmas, das estratégias de desenvolvimento do currículo, tendo em consideração as características dos alunos, de modo a promover a monitorização e a reformulação das práticas pedagógicas; O incremento das dimensões experimental e artística no processo de ensino e de aprendizagem, na perspetiva de fomentar o interesse dos alunos e aumentar o sucesso académico; A supervisão da prática letiva em sala de aula, como estratégia de monitorização, com reflexos na melhoria do processo de ensino e de aprendizagem e no desenvolvimento profissional dos docentes; A explicitação da interligação entre as atividades previstas no plano anual de atividades e os objetivos definidos no projeto educativo, conferindo coerência a estes documentos estruturantes. A Equipa de Avaliação Externa: António Neto, Rui Atanásio e Teresa de Jesus 10

12 Concordo. À consideração do Senhor Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, para homologação. A Subinspetora-Geral da Educação e Ciência Homologo. O Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar 11

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