CELGTelecom & Soluções. Novembro, 2008

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CELGTelecom & Soluções. Novembro, 2008"

Transcrição

1 CELGTelecom & Soluções Novembro, 2008

2 Localização Geográfica

3 Agenda 1. Introdução 2. Estratégia Empresarial do Grupo CELGPAR 3. CELGTelecom & Soluções 4. Aspectos Tecnológicos 5. SmartGrids: Contexto e Visão Global

4 1- Introdução - A CELG - Histórico 19 de agosto de Lei Estadual nº 1.087, cria a Centrais Elétricas de Goiás S.A. (CELG) Terceira etapa de Cachoeira Dourada, serviços de eletrificação, dentre outros; A CELG passa à denominação de Companhia Energética de Goiás.

5 - A CELG - Hoje Março de Holding CELGParticipações CELGPAR Com duas subsidiárias CELG D (Distribuição) e CELG G&T (Geração e Transmissão). A mudança ocorreu devido a Desverticalização, processo exigido pelo novo modelo do setor elétrico brasileiro. Em 18/04/2008, foi sancionada a Lei Estadual , que criou a mais nova empresa do Grupo - CELGTelecom & Soluções Perspectivas: Empresa para exploração de Gás Natural.

6 A CELG - Sumário 269 SUBESTAÇÕES; 230 KV 138 KV 69 KV 34,5 KV 4 Usinas Hidrelétricas em Operação; 12 Subestações de Transmissão ( Rede Base do ONS); 319 Subestações de Distribuição; 237 Municípios Cobertos (96,20% dos municípios goianos); 171 Agências de Atendimento Próprias; 73 Agências Credenciadas; 18 Postos no Vapt-Vupt Atendimento Direto ao Cliente Unidades Consumidoras Crescimento do consumo de energia elétrica de 8,5 % aa Maior que a média nacional.

7 SEDE CELGPAR CELG D CELG G&T CELGTelecom Edifício Gileno Godoi

8 Evolução do Modelo do Setor Elétrico Brasileiro Resumo das alterações do Setor Elétrico Modelo Antigo (até 1995) Financiamento através de recursos públicos Empresas verticalizadas Empresas predominantemente Estatal Modelo de Livre Mercado (1995 a 2003) Financiamento através de recursos públicos e privados Empresas divididas por atividade: geração, transmissão, distribuição e comercialização Abertura e ênfase na privatização das Empresas Novo Modelo (2004) Financiamento através de recursos públicos e privados Empresas divididas por atividade: geração, transmissão, distribuição, comercialização, importação e exportação. Convivência entre Empresas Estatais e Privadas Monopólios - Competição inexistente Competição na geração e comercialização Competição na geração e comercialização Consumidores Cativos Tarifas reguladas em todos os segmentos Mercado Regulado Planejamento Determinativo - Grupo Coordenador do Planejamento dos Sistemas Elétricos (GCPS) Contratação: 100% do Mercado Sobras/déficits do balanço energético rateados entre compradores Consumidores Livres e Cativos Preços livremente negociados na geração e comercialização Mercado Livre Planejamento Indicativo pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) Contratação: 85% do mercado (até agosto/2003) e 95% mercado (até dez./2004) Sobras/déficits do balanço energético liquidados no MAE Consumidores Livres e Cativos No ambiente livre: Preços livremente negociados na geração e comercialização. No ambiente regulado: leilão e licitação pela menor tarifa Convivência entre Mercados Livre e Regulado Planejamento pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) Contratação: 100% do mercado + reserva Sobras/déficits do balanço energético liquidados na CCEE. Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits (MCSD) para as Distribuidoras.

9 2 - Estratégia Empresarial da CELGPAR CELGPAR CELGPAR CELG D CELG D CELG G&T CELG G&T CELG Telecom CELG Telecom Visão Grupo CELGPAR: Empresas públicas, p geridas por parâmetros e objetivos de Empresas Privadas. Estratégia Desenvolver e implantar o modelo de negócios no conceito de MultiUtility (geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, telecomunicações e outros serviços), capitalizados sobre as oportunidades de mercado que lhe são oferecidas. O Projeto CELGTelecom & Soluções É então um passo fundamental da implantação dessa estratégia, em paralelo com a implantação do modelo de desverticalizção ão,, no contexto da CELGPAR.

10 Modelos Societários Com a implantação do modelo de desverticalização da CELG e a criação da CELGPAR está definido o contorno de implantação da CELGTelecom & Soluções ões- subsidiária da Holding. A seguir, dentre outros, os modelos alternativos de constitui stituição e desenvolvimento da CELGTelecom: Modelo I - Subsidiária Integral da CELGPAR CELGPAR CELGPAR 100% CELG D CELG D CELG G&T CELG G&T CELG CELG Telecom Telecom Modelo II Participação com Terceiros CELGPAR CELGPAR Sócio Sócio Estratégico Estratégico CELG D CELG D CELG G&T CELG G&T CELG Telecom CELG Telecom

11 Tendências de Mercado Estratégia MultiUtility CELG - D CELG - G&T CELG Telecom & Soluções CELG D CELG G&T CELG - D CELG - G&T CELG Telecom & Soluções Comercializadora Gás s Natural Combustíveis Alternativos Outros Serviços Diversificação de Negócios CELG Oportunidades e Parcerias Criação de Valor para os Acionistas Aumento das Receitas Ganhos Sociais Marca Forte & Fidelização dos Clientes

12 3 - CELGTelecom & Soluções Conceito do Negócio Desenvolver e potencializar negócios sustentáveis de telecomunicações e de transmissão de dados, com a implantação de procedimentos mercadológicos estratégicos e rentáveis, através da aplicação e integração de um mix de novas tecnologias emergentes, dentre elas o Power Line Communications PLC. Missão Prover soluções e serviços em telecomunicações, transmissão de dados, automação e negócios correlatos buscando a satisfação dos clientes, fornecedores, colaboradores, acionistas e sociedade.

13 CELGTelecom MOTIVAÇÃO Oportunidade mercadológica: Crescimento do mercado Banda Larga; Potencial rede SmartGrids; Outros Cases (CopelTelecom, Infovias/ Cemig, Eletropaulo Telecom e tendências atuais). Oportunidade Tecnológica: Aplicação de Mix de Tecnologias emergentes; Estado e evolução da tecnologia PLC Power Line Communications; Redes IP Protocolo de Internet, convergência digital, NGN Nova Geração de Redes. Ambiente CELG: Importância da marca CELG; Infra-estrutura disponível. A importância da marca CELG Segundo pesquisa de campo, a CELG é uma das empresas mais lembradas e aprovadas pela população do Estado; CELG configura uma excelente marca de endosso e uma vantagem competitiva para a nova empresa; O Projeto CELGTelecom & Soluções faz parte do Plano Plurianual do Governo do Estado de Goiás s (PPA) / através s da iniciativa denominada Goiás s Digital.

14 Principais Benefícios 1. Modernização Prestação de serviços de telecomunicações para os mercados corporativos (voz, dados e vídeo); v Provimento de Rede e-gov; Serviços detelecontrole; Serviços de Automação e Tele-supervisão; Implantação de Telemedição ão; Implantação de infra-estrutura para SmartGrids; Atendimento às s necessidades da Concessionária e modernização de seus procedimentos técnicot cnico-operacionais, operacionais, gerenciais e comerciais.

15 2. Quantitativos Principais Benefícios Receitas de aluguel de infra-estrutura de Telecom; Receitas de prestação de novos serviços; Redução de custos de serviços próprios prios Dividendos Ganho de capital 3. Qualitativos Maior visibilidade da marca no Estado e no País; Pioneirismo na implantação da tecnologia PLC/BPL; Participação ativa na inclusão digital no âmbito social.

16 Planejamento Estratégico OPORTUNIDADES Demanda reprimida (ex. área rural); Clientes insatisfeitos com os atuais fornecedores de telecomunicação; Possibilidade de parcerias (alianças); Possibilidades e facilidade para captação de recursos; Política de universalização do serviço; Política governamental (Federal e Estadual) de inclusão digital; Aumento do poder aquisitivo da população; Apoio do governo estadual para a atuação da CELG Telecom Disponibilidade de tecnologias para o desenvolvimento de Projetos de P&D s; Possibilidade de oferecer cesta de serviços.

17 Planejamento Estratégico PONTOS FORTES Infra estrutura já existente levando a otimização de investimentos; Estrutura compartilhada (ex. conta de luz, posto autorizados, etc) Cesta de serviços (correlatos e associados ao mercado de energia elétrica e telecomunicações); Capilaridade da rede elétrica; Utilização de tecnologia PLC (via cabo elétrico); Banco de dados de clientes; Conhecimento sobre os clientes; Necessidade de baixo investimento para oferecer os serviços; Boa imagem institucional e da marca; CELG D e CELG G&T como clientes.

18 Modelo de Negócio e Mercado CELG Operadoras, Empresas Públicas e CELG Empresas Públicas P e Privadas, CELG Usuários Finais, CELG Telecontrole Telemedição Automação Gestão de Demanda SmartGrids Monitoração/ AMR Carrier-to to-carrier - Tranporte de Telecom para Operadoras VoIP Voz sobre IP Segurança a e Televigilância Transmissão de Dados e VoIP, Controle de Tráfego, Serviços Digitais Ensino à Distância Internet Banda Larga VoIP Voz sobre IP VoD Vídeo sobre Demanda IPTV Tv Digital Home Automation Automação Residencial

19 Negócio Principal Serviços para o Grupo CELG Prover Serviços de AMR (Automatic Meter Reading) Sistemas de Telemedição Corte e Religação Remota Solução de Medição para Controle de Fraudes Telemetria Integrada: Energia + Água + Gás Natural Sistemas de Gerenciamento/ Balanciamento Energético Controle de Carga Automação e Telesupervisão de Redes de Distribuição (RD s) e de e Subestações (SE s). Necessidades das Agências de Atendimento ao Público Área de Segurança e Controle Patrimonial Televigilância/Telemonitoramento Serviços Especiais para Redes Elétricas Eficientes - SmartGrids

20 Modelo de Negócio e Mercado A CELGTelecom & Soluções irá atuar no Estado de Goiás, com foco imediato na seguinte Região, denominada Cenário I - (2,5 mi habitantes)

21 Modelo de Negócio e Mercado Serviços e Receitas Incrementais (Mix Tecnologias & Soluções) Viabilizador (infra-estrutura) de serviços especializados de telecomunicações e transmissão de dados para atendimento às necessidades e oportunidades mercadológicas Provedor de infra-estrutura para outras operadoras (carrier-to-carrier)) e outros projetos especiais (VoIP, Parceiros, Telecontroles,, Segurança a Eletrônica, etc.) caracterizando uma verdadeira rede multi serviços. Serviços para o Grupo CELGPar. Prover infra-estruturas e acessos a Redes Metropolitanas para Operadoras, Prestadoras e/ou Parceiros de Negócio. Viabilizar acessos de Banda Larga (infra-estrutura) para os segmentos: corporativos (incluindo os setores público p e privado) e cliente final. Gestão de Negócio e Soluções (Projetos Específicos)

22 Estratégia de Implantação Número de Usuários Plano de Implementação Estrutura Organizacional Modelo de Negócio Processos de Trabalho Planejamento de Investimentos Sistemas de Informação Gestão da Implementação Gerenciamento da Rede e Avaliação dos Clientes ajustes ajustes ajustes ajustes ajustes ajustes Meses de Implementação do Projeto

23 4 - Aspectos Tecnológicos Tecnologia e Plano TécnicoT A solução tecnológica da CELGTelecom & Soluções está baseada em uma rede convergente orientada à serviços, com equipamentos que refletem o estado da arte em tecnologia PLC, WiMAX,, FTTH, sendo o PLC uma competência essencial da nova empresa. A infra-estrutura de rede da CELGTelecom & Soluções oferecerá um potencial de exploração de novos serviços digitais compatíveis com a evolução tecnológica.

24 Rede Backbone Cenário de Implantação Cenário I - RTM Master Topologia Básica do Backbone Óptico Anápolis Inhumas te Goiânia Trindade Aparecida de Goiânia Senador Canedo CONFIGURAÇÃO EM ANÉIS

25 MIX de Tecnologias

26 Configuração RTM s s Regionais Planejamento da expansão e interconexão das RTM s s regionais com a RTM Master Goiânia, formando a Plataforma de Telecomunicações do Sistema CELGTelecom & Soluções, em Goiás. Norte Interconexão Interconexão DF Oeste Interconexão Interconexão Goiânia (Cenário I) Interconexão das Infra- estruturas em Parceria: Interconexão. Eletronorte. Furnas. Petrobrás. Outros Sudoeste Interconexão Interconexão Sudeste Sul

27 Projeto Opera2 - Definição OPERA - Open PLC European Research Alliance Projeto Integrado baseado em P&D com a Tecnologia PowerLine Communications (PLC) Recursos da Comunidade Européia - Sixth Framework Programme (FP6) Internet Society Technologies (IST) Prioridade Broadband for All

28 Projeto Opera2 Objetivo Estratégico Desenvolver procedimentos de aplicação da tecnologia Power Line Communications (PLC) que possa vir a ser uma alternativa de acesso Banda Larga apropriada para ser comercializada, onde todos os usuários finais podem ser alcançados. Rede de Acesso Alternativa para xdsl & Cable -Melhoria desempenho -Menor custo Cobertura de regiões menos desenvolvidas, periféricas e áreas rurais -Integração do PLC com outras Tecnologias - Capilaridade da rede elétrica. Inclusão Digital - Acesso a serviços e informação Inclusão Social

29 A CELG é o representante do Brasil no Projeto Opera2 OPERA2 - Participantes OPERA - Open PLC European Research Alliance Projeto Integrado de Pesquisa, Padronização, Desenvolvimento e Aplicação com a Tecnologia Power Line Communications (PLC) - Banda Larga. Recursos da Comunidade Européia - Sixth Framework Programme (FP6). Internet Society Technologies (IST) Prioridade Broadband for All Consórcio de 26 parceiros integrados, buscando alcançar um padrão comum. 11 países representados no Projeto. Provendo e compartilhando o conhecimento no desenvolvimento de uma área de pesquisa Européia integrada em PLC. Universities Universities Swiss Federal Institute of Swiss Federal Institute of Technology (Switzerland) Technology (Switzerland) University of Comillas University of Comillas (Spain) (Spain) University of Dresden University of Dresden (Germany) (Germany) University of Duisburg- University of Duisburg- Essen (Germany) Essen (Germany) University of Karlsruhe University of Karlsruhe (Germany) (Germany) University Politécnica University Politécnica Madrid (Spain) Madrid (Spain) University Ramon Llull University Ramon Llull (Spain) (Spain) Telecom Telecom Operators Operators ONI (Portugal) ONI (Portugal) PPC (Germany) PPC (Germany) Utilities Utilities EDEV-CPL (EDF Group) EDEV-CPL (EDF Group) (France) (France) IBERDROLA (Spain) IBERDROLA (Spain) LinzAG Strom (Austria) LinzAG Strom (Austria) UNION FENOSA (Spain) UNION FENOSA (Spain) CELG (Brazil) CELG (Brazil) ELEKTRO LJUBLJANA ELEKTRO LJUBLJANA (Slovenia) (Slovenia) Technology Technology Providers Providers CTI (Switzerland) CTI (Switzerland) DS2 (Spain) DS2 (Spain) Other Organizations - 1 Other Organizations - 1 Chamber of Commerce Chamber of Commerce and Industry of Madrid and Industry of Madrid (Spain) (Spain) Developers Developers and and Manufactures Manufactures Amperion (UK) Amperion (UK) Dimat (Spain) Dimat (Spain) Schneider Electric Schneider Electric Powerline (Sweden) Powerline (Sweden) Eichhoff (Germany) Eichhoff (Germany) Robotiker (Spain) Robotiker (Spain) Telvent (Spain) Telvent (Spain) Engineering Engineering and and Consultancy Consultancy Companies - 2 Companies - 2 Eutelis Italia (Italy) Eutelis Italia (Italy) Iberdrola Ingeniería Iberdrola Ingeniería y Construcción y Construcción (Spain) (Spain)

30 Opera2 Estrutura do Projeto

31 P&D s Com SmartGrids P&D s s com Tecnologia PLC / BPL P&D - 1 FITEC - Supervisão do Fornecimento de Energia Elétrica em Média M Tensão através s da Tecnologia PLC de Banda Larga (em execução). P&D - 2 UFG - Modelo Prático de Gerência para Plataformas de Telecomunicações Envolvendo Tecnologia PLC EEEC/UFG. (em execução). P&D - 3 ITCO Modelo de Negócios e Arquitetura de Sistema para Implementação de um Sistema de AMR na CELG. (em análise). ITCO Modelo de Evolução para SMARTGRIDS, para rede elétrica da CELG Procedimentos de análise. (em análise).

32 P&D s Ciclo 2004/2005 PROJETO CELG/ FITEC Supervisão do Fornecimento de Energia Elétrica em Média M Tensão através s da Tecnologia PLC de Banda Larga. OBJETIVO Desenvolver um sistema de supervisão, permitindo acompanhamento "on line" das redes de distribuição: Arquitetura de sistema Equipamentos PLC e Câmeras IP Supervisão de Chaves seccionadoras; Balanceamento energético; Gerenciamento com qualidade e precisão do fornecimento de energia; Controle das perdas técnicas t e comerciais; Redução do tempo de interrupção de energia. RESULTADOS PRINCIPAIS Modelo detalhado da aplicação de PLC, nos moldes da arquitetura Intelligrid; Levantamento de dados sobre perdas técnicas t e fraudes na rede da CELG. RESULTADO ADICIONAL Referência para o Projeto Piloto de Conectividade Barreirinhas - MA (Fase II).

33 5. SMARTGRIDS: Contexto e Visão Global Estruturação do Grupo de Trabalho SmartGrids/Notre 2 Coordenação Geral Diretoria de Inovação Tecnológica da APTEL José Gonçalves Vieira ( CELG) Mackenzie Prof. Antonio Marcos Coordenação Executiva - Paulo Pimentel APTEL (Eletropaulo) - Profª Ivanilda Matile - Mackenzie Estruturação do GT SubGrupos Objetivo - Sistemas de Medição - Portal do Consumidor - Tecnologias de Comunicação e de Informação - Aspectos Regulatórios Definir requisitos básicos para estudos, elaboração de especificações, formatação de projetos, e desenvolvimento de ações para aplicações, visando a implementação do SmartGrids parceria APTEL Mackenzie. Constituição de um Núcleo de Observações Tecnológicas para a Rede Elétrica Eficiente (NOTRE2). 33

34 GT - SMARTGRIDS APTEL MACKENZIE

35 GT - SMARTGRIDS

36 EVOLUÇÃO DO ACESSO BANDA LARGA NO MUNDO 2008: Demanda crescente de Internet Banda Larga, inclusive na América Latina. Uma das tecnologias de maior crescimento da história; Novas aplicações se consolidando: E-health, e- education, e-business, mídia digital, e- governament, leitura remota de medidores, etc;

37 EVOLUÇÃO DO USO DA TECNOLOGIA BPL / PLC Problemas técnicos solucionados (voltagem, distância, interferência ); Experiências na América Latina (Chile, Colômbia, Venezuela, Brasil); SmartGrids, viabilidade de Banda Larga BPL é facilitada; Principais experiências no Brasil: Eletropaulo, CEMIG, COPEL, CELG; Tendência de padronização internacional.

38 PERSPECTIVAS DE MERCADO SMARTGRIDS Fatos e mudanças políticas, ambientais e circunstanciais apontam para dificuldades de construção de grandes usinas geradoras no futuro; Necessidade de Modernização das Redes Elétricas (qualidade e desempenho); BPL / PLC se mostra, via redes SmartGrids, como solução estratégica para atendimento da demanda energética. Crescimento constante da demanda de energia; Evolução das redes atuais para SmartGrids vai possibilitar uso de parte da banda para outros serviços;

39 AMBIENTE BRASILEIRO PARA REDES SMARTGRIDS No Brasil, concessionárias de energia elétrica implantaram grandes redes de comunicações para uso próprio (rádio digital, cabos ópticos, satélite, Banda Larga, etc); Empresas criaram subsidiárias de telecomunicações e atendem também demandas de operadoras e de empresas privadas; Backbones ópticos já implantados podem ser base para uma rede multi-serviços, com infra-estruturas elétrica e óptica que poderão atender uma automação da rede de distribuição e também outros serviços.

40 PERSPECTIVAS DE EVOLUÇÃO DAS REDES SMARTGRIDS NO BRASIL Potencial das Concessionárias: infra-estruturas óptica e elétrica implantadas e a tecnologia BPL / PLC Banda Larga disponível; Estratégia: Explorar serviços de transporte de dados em sua infra óptica; Fazer parcerias (com ISPs ou Operadoras de Telecom) para prestação de serviços a usuários finais (acesso Banda Larga Internet, segurança, games, IPTV, VoIP); Prestação de serviços de telecomunicações vai gerar recursos extras para melhoria da qualidade da rede elétrica (via redes SmartGrids). Mercado alavancador: AMRs Banda Larga.

41 Conclusão Especificação e padronização de redes SmartGrids nos Estados Unidos e na Europa, com várias iniciativas-piloto sendo realizadas; Aumento crescente no mundo das concessionárias de EE, para implantar Redes SmartGrids no menor prazo, antecipando a uma possível crise energética; As primeiras iniciativas e testes com serviços SmartGrids realizados em alguns Países foram satisfatórios; As redes SmartGrids vão possibilitar uma ampla gama de serviços visando melhor eficiência e automação das redes de energia elétrica (monitoramento e controle) e, complementarmente, a prestação de serviços de telecomunicações às próprias empresas e também para seus clientes finais; No Brasil, expectativa de ambiente favorável a parcerias para viabilidade e implantação de redes SmartGrids, inclusive com projetos em andamento.

42 Obrigado! CELGTelecom & Soluções Diretoria Técnica e Comercial José Gonçalves Vieira Fone: +55 0xx Cel: +55 0xx

WORSHOP SOBRE POWER LINE COMMUNICATIONS

WORSHOP SOBRE POWER LINE COMMUNICATIONS WORSHOP SOBRE POWER LINE COMMUNICATIONS A CELG NO PROJETO OPERA 2 E SUAS PERSPECITVAS DE APLICAÇÃO DA TECNOLOGIA PLC ANEEL 04/MAIO/2007 ÍNDICE INTRODUÇÃO PROJETOS DE P&D s COM A TECNOLOGIA PLC/BPL A CELG

Leia mais

Convergência: utilities com Smart Grid e PLC e operadoras de telecomunicações podem somar II

Convergência: utilities com Smart Grid e PLC e operadoras de telecomunicações podem somar II Convergência: utilities com Smart Grid e PLC e operadoras de telecomunicações podem somar II 24/09/2007 19:58 :: João Carlos Fonseca Por ocasião do VIII Seminário Nacional de Telecomunicações da Aptel,

Leia mais

Visão Geral do Smart Grid Pedro Jatobá Eletrobrás

Visão Geral do Smart Grid Pedro Jatobá Eletrobrás Visão Geral do Smart Grid Pedro Jatobá Eletrobrás Tendências do Setor Energético Mundial Aumento da demanda global Elevação no preço da energia Pressão para o uso de fontes renováveis Aumento da complexidade

Leia mais

Testes e Experiência do CPqD em Sistemas PLC

Testes e Experiência do CPqD em Sistemas PLC Testes e Experiência do CPqD em Sistemas PLC Rogério Botteon Romano Pesquisador Maio/2007 www.cpqd.com.br PLC no CPqD Projeto P&D ANEEL - ciclo 2001/2002 - CPFL - ELETROPAULO - BANDEIRANTE - ELEKTRO (São

Leia mais

Projeto Cidades do Futuro Convênio D423 Cemig D

Projeto Cidades do Futuro Convênio D423 Cemig D Projeto Cidades do Futuro Convênio D423 Cemig D Tadeu Batista Coordenador Projeto Cidades do Futuro tbatista@cemig.com.br cidadesdofuturo@cemig.com.br www.cemig.com.br/smartgrid facebook.com/cemig.energia

Leia mais

Tem também grande experiência em desenvolvimento e padronização de processos em empresas de prestação de serviços.

Tem também grande experiência em desenvolvimento e padronização de processos em empresas de prestação de serviços. PLC - Power Line Communications Este tutorial tem por objetivo introduzir o tema PLC Power Line Communications. Esta tecnologia já está disponível, hoje, para o fornecimento de infra-estrutura para os

Leia mais

APRESENTAÇÃO CORPORATIVA

APRESENTAÇÃO CORPORATIVA APRESENTAÇÃO CORPORATIVA Julho de 2011 Mercado Brasileiro de Telecomunicações Oi: Perfil, Cobertura e Estratégia Resultados Operacionais e Financeiros Aliança com a Portugal Telecom e Aumento de Capital

Leia mais

PLC - Power Line Communications - 2009

PLC - Power Line Communications - 2009 PLC - Power Line Communications - 2009 Bruno Aguilar e Silva Bruno B. L. de Oliveira David Alves da Silva Hugo Pereira Rios Luiz Carlos Duarte Vilmar Batista da Silva Universidade Presidente Antônio Carlos

Leia mais

I Fórum Lusófono de Comunicações. Abril. 2010

I Fórum Lusófono de Comunicações. Abril. 2010 I Fórum Lusófono de Comunicações Abril. 2010 Evolução do Setor de Telecomunicações no Brasil Pré-Privatização Monopólio estatal Poucos investimentos Baixa qualidade dos serviços 98 Grande demanda reprimida

Leia mais

Luiz Carlos Santini Jr Gerente de Perdas Comerciais Enersul Brasil

Luiz Carlos Santini Jr Gerente de Perdas Comerciais Enersul Brasil Luiz Carlos Santini Jr Gerente de Perdas Comerciais Enersul Brasil 19 a 21 de outubro de 2009 Hotel Transamérica São Paulo BRASIL Enersul Empresa Energética de Mato Grosso do Sul Enersul Empresa distribuidora

Leia mais

Dinâmica Empresarial e Mecanismo de Formação de Preço Seminário Internacional de Integração Energética Brasil Colômbia

Dinâmica Empresarial e Mecanismo de Formação de Preço Seminário Internacional de Integração Energética Brasil Colômbia Dinâmica Empresarial e Mecanismo de Formação de Preço Seminário Internacional de Integração Energética Brasil Colômbia Antônio Carlos Fraga Machado Presidente do Conselho de Administração da CCEE 15 de

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL GE Distributed Power Jose Renato Bruzadin Sales Manager Brazil T +55 11 2504-8829 M+55 11 99196-4809 Jose.bruzadini@ge.com São Paulo, 11 de Julho de 2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: GE Distributed Power AGÊNCIA

Leia mais

Gestão de Ativos de Distribuição

Gestão de Ativos de Distribuição Gestão de Ativos de Distribuição Smart Grid na Cemig Denys Cláudio Cruz de Souza Superintendência de Desenvolvimento e Engenharia da Distribuição O que é Smart Grid? Sistema elétrico inteligente, que integra

Leia mais

Notação: T1i 1 - PLC: algoritmos atuais; T1i 2 - PLC: novos algoritmos;

Notação: T1i 1 - PLC: algoritmos atuais; T1i 2 - PLC: novos algoritmos; 31 3 Estudos do PLC Depois de apresentar algumas tecnologias PLC, será apresentado um cenário nacional e internacional que mostra a tecnologia hoje e o avanço esperado pela mesma no futuro. Alguns projetos

Leia mais

Plano Nacional. de Banda Larga. Brasília, 05 de maio de 2010

Plano Nacional. de Banda Larga. Brasília, 05 de maio de 2010 Plano Nacional de Banda Larga Brasília, 05 de maio de 2010 Sumário 1. Importância Estratégica 2. Diagnóstico 3. Objetivos e Metas 4. Ações 5. Investimento 6. Governança e Fórum Brasil Digital 2 1. Importância

Leia mais

Telebras Institucional

Telebras Institucional Telebras Institucional Ibirubá-RS, Setembro 2011 A Telebrás Quem somos A TELEBRAS é uma S/A de economia mista, vinculada ao Ministério das Comunicações, autorizada a usar e manter a infraestrutura e as

Leia mais

Orçamento ANEXO III ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO DAS EMPRESAS CONTROLADAS PELO ESTADO

Orçamento ANEXO III ORÇAMENTO DE INVESTIMENTO DAS EMPRESAS CONTROLADAS PELO ESTADO Governo do Estado de Minas Gerais Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Qualidade do Gasto Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária

Leia mais

INDÚSTRIA TRANSPORTE COMÉRCIO DISTRIBUIÇÃO

INDÚSTRIA TRANSPORTE COMÉRCIO DISTRIBUIÇÃO INDÚSTRIA TRANSPORTE COMÉRCIO DISTRIBUIÇÃO Oportunidade e integração Setorial COMÉRCIO TRANSPORTE INDÚSTRIA DISTRIBUIÇÃO Informática & Comunicações Oportunidade e integração Setorial COMÉRCIO TRANSPORTE

Leia mais

X SIMPASE Temário TEMA 1. Automação e digitalização de usinas, subestações, redes de distribuição e instalações de grandes consumidores, tais como:

X SIMPASE Temário TEMA 1. Automação e digitalização de usinas, subestações, redes de distribuição e instalações de grandes consumidores, tais como: X SIMPASE Temário TEMA 1 Automação e digitalização de usinas, subestações, redes de distribuição e instalações de grandes consumidores, tais como: - Implantação, operação e manutenção de sistemas de automação

Leia mais

Potencialidades da Cogeração nos Segmentos Industrial e Comercial. Leonardo Caio Filho COGEN leonardo@cogen.com.br (11) 3815-4887

Potencialidades da Cogeração nos Segmentos Industrial e Comercial. Leonardo Caio Filho COGEN leonardo@cogen.com.br (11) 3815-4887 Potencialidades da Cogeração nos Segmentos Industrial e Comercial Leonardo Caio Filho COGEN leonardo@cogen.com.br (11) 3815-4887 COGEN Associação da Indústria de Cogeração de Energia A COGEN Associação

Leia mais

1 Introduc ao 1.1 Hist orico

1 Introduc ao 1.1 Hist orico 1 Introdução 1.1 Histórico Nos últimos 100 anos, o setor de telecomunicações vem passando por diversas transformações. Até os anos 80, cada novo serviço demandava a instalação de uma nova rede. Foi assim

Leia mais

LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA LTE

LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA LTE LINHAS DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA LTE Aula 1 Conhecendo o Setor Elétrico Brasileiro Aula 1: Conhecendo o Setor Elétrico Brasileiro Prof. Fabiano F. Andrade 2011 Tópicos da Aula Histórico do Ambiente Regulatório

Leia mais

Cidades Digitais: Viabilidade Econômica e Sustentabilidade

Cidades Digitais: Viabilidade Econômica e Sustentabilidade Cidades Digitais: Viabilidade Econômica e Sustentabilidade Este tutorial apresenta conceitos e modelos de negócios para a implantação das Cidades Digitais e, através de um estudo de caso da cidade da Filadélfia

Leia mais

APTEL Associação de Empresas Proprietárias de Infra-Estrutura e de Sistemas Privados de Telecomunicações

APTEL Associação de Empresas Proprietárias de Infra-Estrutura e de Sistemas Privados de Telecomunicações APTEL Associação de Empresas Proprietárias de Infra-Estrutura e de Sistemas Privados de Telecomunicações 2009 Objetivos A APTEL é uma associação privada, sem fins lucrativos, cujos membros possuem, controlam

Leia mais

Rede PLC da Restinga Primeira Etapa do Projeto

Rede PLC da Restinga Primeira Etapa do Projeto Primeira Etapa do Projeto Transferência de sinal da rede elétrica do prédio para cabo ou wireless e vice-versa D Repetidores e extratores de sinal para baixa tensão (220V/127V) e vice-versa C B Injeção

Leia mais

O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios. Prof. José Carlos Vaz EACH-USP

O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios. Prof. José Carlos Vaz EACH-USP O direito à tecnologia da informação: perspectivas e desafios Prof. José Carlos Vaz EACH-USP 1 1. A importância da democratização do acesso à TI A desigualdade no acesso à tecnologia é um fator adicional

Leia mais

Caminhos para as cidades digitais no Brasil. Campinas, 26 de março de 2009

Caminhos para as cidades digitais no Brasil. Campinas, 26 de março de 2009 Caminhos para as cidades digitais no Brasil Campinas, 26 de março de 2009 Atualmente, faz-se necessário o exame de meios que estimulem a difusão de cidades digitais sustentáveis pelo país, porque, além

Leia mais

Embratel e uma das Maiores Empresas Agroindustriais do País

Embratel e uma das Maiores Empresas Agroindustriais do País EMBRATEL CASE Embratel e uma das Maiores Empresas Agroindustriais do País O Portfólio de TI da Embratel a Serviço da Agroindústria A convergência de serviços de TI e telecom se consolida como fenômeno

Leia mais

Investimentos da AES Brasil crescem 32% e atingem R$ 641 milhões nos primeiros nove meses do ano

Investimentos da AES Brasil crescem 32% e atingem R$ 641 milhões nos primeiros nove meses do ano Investimentos da AES Brasil crescem 32% e atingem R$ 641 milhões nos primeiros nove meses do ano Valor faz parte de plano de investimentos crescentes focado em manutenção, modernização e expansão das operações

Leia mais

A Estrutura do Mercado de Energia Elétrica

A Estrutura do Mercado de Energia Elétrica 2º Encontro de Negócios de Energia Promoção: FIESP/CIESP A Estrutura do Mercado de Energia Elétrica 05 de setembro de 2001 São Paulo-SP José Mário Miranda Abdo Diretor-Geral Sumário I - Aspectos Institucionais

Leia mais

Aspectos Regulatórios de Redes Inteligentes no Brasil

Aspectos Regulatórios de Redes Inteligentes no Brasil IEEE Workshop SMART GRID Trends & Best Practices Aspectos Regulatórios de Redes Inteligentes no Brasil Marco Aurélio Lenzi Castro Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição SRD/ANEEL Salvador,

Leia mais

Transparência e Internet, as Telecomunicações apoiando a Administração Pública Case Prefeitura de São Paulo. Telefônica 17 de julho de 2009

Transparência e Internet, as Telecomunicações apoiando a Administração Pública Case Prefeitura de São Paulo. Telefônica 17 de julho de 2009 Transparência e Internet, as Telecomunicações apoiando a Administração Pública Case Prefeitura de São Paulo 17 de julho de 2009 1. Grupo 1 Grupo dados de 2008 No Mundo Presença em 25 países na Europa,

Leia mais

Primeiro Técnico TIPOS DE CONEXÃO, BANDA ESTREITA E BANDA LARGA

Primeiro Técnico TIPOS DE CONEXÃO, BANDA ESTREITA E BANDA LARGA Primeiro Técnico TIPOS DE CONEXÃO, BANDA ESTREITA E BANDA LARGA 1 Banda Estreita A conexão de banda estreita ou conhecida como linha discada disponibiliza ao usuário acesso a internet a baixas velocidades,

Leia mais

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com. 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.br RESUMO A tele-medição de

Leia mais

Programas Sistemas Projetos

Programas Sistemas Projetos Programas Sistemas Projetos A Cemig Maior empresa integrada do setor de energia elétrica do País, a Cemig também é o maior grupo distribuidor, responsável por aproximadamente 12% do mercado nacional. A

Leia mais

2 O Novo Modelo e os Leilões de Energia

2 O Novo Modelo e os Leilões de Energia 2 O Novo Modelo e os Leilões de Energia 2.1. Breve Histórico da Reestruturação do Setor Elétrico Brasileiro No início da década de 90, o setor elétrico brasileiro apresentava uma estrutura predominantemente

Leia mais

Classificação: Público

Classificação: Público Classificação: Público Classificação: Público Empresa Um dos maiores e mais sólidos grupos de energia elétrica do Brasil e América Latina, que completa 60 anos em 2012. Principais Atividades Energia: geração,

Leia mais

Programa Nacional de Banda Larga 18 meses depois

Programa Nacional de Banda Larga 18 meses depois Programa Nacional de Banda Larga 18 meses depois Caio Bonilha Telebras 1 Câmara dos Deputados, 06/12/2011 Mercado de Banda Larga no Brasil Conexões Banda Larga por região 9% 2% 17% 63% 9% Norte Nordeste

Leia mais

Programa Smart Grid da AES Eletropaulo. - A Energia das Metrópoles do Futuro - Maria Tereza Vellano 27 de novembro de 2013

Programa Smart Grid da AES Eletropaulo. - A Energia das Metrópoles do Futuro - Maria Tereza Vellano 27 de novembro de 2013 Programa Smart Grid da AES Eletropaulo - A Energia das Metrópoles do Futuro - Maria Tereza Vellano 27 de novembro de 2013 1 Agenda Institucional Projeto Smart Grid Eletropaulo Digital Motivadores Objetivos

Leia mais

Algar Telecom registra lucro de R$ 71 milhões em 2009

Algar Telecom registra lucro de R$ 71 milhões em 2009 Algar Telecom registra lucro de R$ 71 milhões em 2009 EBITDA atingiu a soma de R$ 391 milhões no ano passado São Paulo, 24 de março de 2010 A Algar Telecom, empresa de telecomunicações do Grupo Algar,

Leia mais

Evolução da Regulamentação do Setor de Telecomunicações. Sub-Comissão de Marcos Regulatórios da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado 21/05/2007

Evolução da Regulamentação do Setor de Telecomunicações. Sub-Comissão de Marcos Regulatórios da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado 21/05/2007 Evolução da Regulamentação do Setor de Telecomunicações Sub-Comissão de Marcos Regulatórios da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado 21/05/2007 Razões para mudar a legislação Antes de mudar, definir

Leia mais

Apresentação institucional. Claudio A Violato Vice-Presidente de Tecnologia

Apresentação institucional. Claudio A Violato Vice-Presidente de Tecnologia Apresentação institucional Claudio A Violato Vice-Presidente de Tecnologia O CPqD Aumento da competitividade e inclusão digital do País Uma organização focada na inovação com base em Tecnologias de Informação

Leia mais

PROPOSTA PARA O AVANÇO DO MODELO DE GESTÃO DA SABESP

PROPOSTA PARA O AVANÇO DO MODELO DE GESTÃO DA SABESP ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS UNIVERSITÁRIOS DA SABESP PROPOSTA PARA O AVANÇO DO MODELO DE GESTÃO DA SABESP OUTUBRO, 2002 ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS UNIVERSITÁRIOS DA SABESP - APU INTRODUÇÃO A Associação

Leia mais

Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG

Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG Utilização do Google Earth e Google Maps na CEMIG Roberto Proença da Silva Carlos Alberto Moura Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG Superintendência de Tecnologia da Informação - TI Gerência de

Leia mais

VI Forum Latino Americano de Smart Grid Estratégias e Tecnologias de Tranformação do Negócio. Claudio T Correa Leite

VI Forum Latino Americano de Smart Grid Estratégias e Tecnologias de Tranformação do Negócio. Claudio T Correa Leite VI Forum Latino Americano de Smart Grid Estratégias e Tecnologias de Tranformação do Negócio 27nov2013 Claudio T Correa Leite CPqD na Dinâmica de Transformação do Setor Elétrico A Dinâmica dos Mercados

Leia mais

Utilização de Tecnologia PLC para Suporte à Aplicações

Utilização de Tecnologia PLC para Suporte à Aplicações Utilização de Tecnologia PLC para Suporte à Aplicações SmartGrid Workshop Internacional - Power Line Communication ANEE L, 3 e 4 de Maio de 2007 [1] SmartGrid - Visão ¾ Visibilidade em tempo real das condições

Leia mais

Cidades Digitais: Viabilidade Econômica e Sustentabilidade

Cidades Digitais: Viabilidade Econômica e Sustentabilidade Cidades Digitais: Viabilidade Econômica e Sustentabilidade Este tutorial apresenta conceitos e modelos de negócios para a implantação das Cidades Digitais e, através de um estudo de caso da cidade da Filadélfia

Leia mais

ANEEL: 13 anos de atuação no mercado elétrico brasileiro

ANEEL: 13 anos de atuação no mercado elétrico brasileiro Seminário - ABDIB ANEEL: 13 anos de atuação no mercado elétrico brasileiro Romeu Donizete Rufino Diretor da ANEEL 8 de dezembro de 2010 São Paulo - SP 1997 1998 1999 2000 2001 2002 Início das atividades,

Leia mais

Telefonia fixa. Negócio de Telefonia Fixa Resultados Consolidados (em milhões de euros)

Telefonia fixa. Negócio de Telefonia Fixa Resultados Consolidados (em milhões de euros) Telefonia fixa Negócio de Telefonia Fixa Resultados Consolidados (em milhões de euros) Telefónica da Espanha Telefónica latino-america 2001 2000 % Var. 2001 2000 % Var. Receitas operacionais 10.220,4 10.182,9

Leia mais

Objetivo. 0 Conceitos. 0 Funcionalidades. 0 Desafios. 0 Experiências de Implantação

Objetivo. 0 Conceitos. 0 Funcionalidades. 0 Desafios. 0 Experiências de Implantação Objetivo 0 Conceitos 0 Funcionalidades 0 Desafios 0 Experiências de Implantação Smart Grid Conceitos 0 NÃO é só Medição Eletrônica e Telecom!! 0 Envolve conhecimentos sobre: 0 Tecnologia, Padrões, Normas

Leia mais

2002 - Serviços para empresas

2002 - Serviços para empresas 2002 - Serviços para empresas Grupo Telefónica Data. Resultados Consolidados 1 (dados em milhões de euros) Janeiro - Dezembro 2002 2001 % Var. Receita por operações 1.731,4 1.849,7 (6,4) Trabalho para

Leia mais

redes, infraestrutura e telecom

redes, infraestrutura e telecom redes, infraestrutura e telecom Integração de soluções, projetos, implementação e manutenção de redes, infraestrutura de TI e telecom para empresas de grande e médio portes. SERVIÇOS redes, infraestrutura

Leia mais

A universalização do acesso à informação pelo uso das telecomunicações

A universalização do acesso à informação pelo uso das telecomunicações CONFIDENCIAL A universalização do acesso à informação pelo uso das telecomunicações José Antônio Guaraldi Félix Presidente da NET Serviços de Comunicação S.A. São Paulo, 29 de setembro de 2009 SUMÁRIO

Leia mais

06/04/2010. Abril/2008. Aula 4. Fonte: NASA. Cenário Internacional: mesma base tecnológica e raras exceções

06/04/2010. Abril/2008. Aula 4. Fonte: NASA. Cenário Internacional: mesma base tecnológica e raras exceções Abril/2008 Aula 4 Fonte: NASA Cenário Internacional: mesma base tecnológica e raras exceções 2 1 Soma de duas infra-estruturas 1.Infra-estrutura de energia Geradora de Energia Transformadores Nó de Entrada

Leia mais

Sm S a m r a t r t Gr G i r d Bruno Erik Cabral

Sm S a m r a t r t Gr G i r d Bruno Erik Cabral Bruno Erik Cabral Smart Grid Agenda Introdução Definição Características Confiabilidade Flexibilidade Eficiência Sustentabilidade Medidores Inteligentes Controle avançado Cenário Internacional Cenária

Leia mais

Padtec S/A. Início de operação em Agosto de 2001. Maior fabricante de sistemas de transmissão óptica no Brasil.

Padtec S/A. Início de operação em Agosto de 2001. Maior fabricante de sistemas de transmissão óptica no Brasil. Redes Ópticas Convergentes Do Backbone ao Acesso Nicholas Gimenes Marketing de Produto nicholas@padtec.com Cel.: (19) 2104.9744 Apresentação Institucional padtec.com.br Padtec S/A Início de operação em

Leia mais

Barômetro Cisco de Banda Larga 2.0

Barômetro Cisco de Banda Larga 2.0 Barômetro Cisco de Banda Larga 2.0 Brasil Dezembro de 2012 Preparado para Copyright IDC. Reproduction is forbidden unless authorized. All rights reserved. Agenda Introdução Descrição do projeto Resultados

Leia mais

1. Destaques. Índice: Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 11 de fevereiro de 2010.

1. Destaques. Índice: Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 11 de fevereiro de 2010. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 11 de fevereiro de 2010. Embratel Participações S.A. ( Embrapar ) (BOVESPA: EBTP4, EBTP3) detém 99,2 porcento da Empresa Brasileira de Telecomunicações S.A. ( Embratel ), 100,0

Leia mais

PERSPECTIVAS DO PROJETO SMART GRID EM ESPAÇOS POPULARES: DESAFIOS E POSSIBILIDADES *

PERSPECTIVAS DO PROJETO SMART GRID EM ESPAÇOS POPULARES: DESAFIOS E POSSIBILIDADES * PERSPECTIVAS DO PROJETO SMART GRID EM ESPAÇOS POPULARES: DESAFIOS E POSSIBILIDADES * Rosemar Aquino de Rezende JUNIOR 1 ; Laura Vitória Rezende DIAS 2 ; Getúlio Antero de DEUS JÚNIOR 3. 1 Bolsista do PET

Leia mais

Barômetro. Cisco. Banda Larga. Análise de mercado

Barômetro. Cisco. Banda Larga. Análise de mercado Barômetro Cisco Banda Larga da Análise de mercado Barômetro Cisco da Banda Larga Índice Introdução Introdução...2 Metodologia...3 Barômetro Cisco da Banda Larga...3 Definições...4 Banda Larga no Mundo...4

Leia mais

Gerenciamento de Energia

Gerenciamento de Energia Gerenciamento de Energia Mapa do Cenário Brasileiro Capacidade total de quase 88.500MW; Geração de 82.000MW; Transmissão de 80.000Km maiores que 230kV; mais de 530 usinas e subestações; 47 milhões de consumidores.

Leia mais

Painel 1 A Banda Larga como Política Pública

Painel 1 A Banda Larga como Política Pública Painel 1 A Banda Larga como Política Pública Marco A O Tavares Gerente Operacional de Planejamento Engenharia do Espectro tavares@anatel.gov.br Agenda A Anatel neste Contexto Passos Percorridos E para

Leia mais

Comercialização de Energia Elétrica no Brasil III Seminário: Mercados de Eletricidade e Gás Natural Investimento, Risco e Regulação

Comercialização de Energia Elétrica no Brasil III Seminário: Mercados de Eletricidade e Gás Natural Investimento, Risco e Regulação Comercialização de Energia Elétrica no Brasil III Seminário: Mercados de Eletricidade e Gás Natural Investimento, Risco e Regulação Élbia Melo 12/02/2010 Agenda O Setor Elétrico Brasileiro Comercialização

Leia mais

Fornecimento Seguro. O caminho da energia da usina até o consumidor. Roberto Mario Di Nardo Fernando Mirancos da Cunha

Fornecimento Seguro. O caminho da energia da usina até o consumidor. Roberto Mario Di Nardo Fernando Mirancos da Cunha Fornecimento Seguro O caminho da energia da usina até o consumidor Roberto Mario Di Nardo Fernando Mirancos da Cunha MATRIZ ENERGÉTICA PARTICIPAÇÃO DAS FONTES Capacidade de Geração 119,3 GW de Capacidade

Leia mais

PROPOSTA TÉCNICA COMERCIAL IMPLANTAÇÃO DE REDE FTTH E SERVIÇOS DE ACESSO À INTERNET BANDA LARGA E TELEFONIA

PROPOSTA TÉCNICA COMERCIAL IMPLANTAÇÃO DE REDE FTTH E SERVIÇOS DE ACESSO À INTERNET BANDA LARGA E TELEFONIA PROPOSTA TÉCNICA COMERCIAL IMPLANTAÇÃO DE REDE FTTH E SERVIÇOS DE ACESSO À INTERNET BANDA LARGA E TELEFONIA São Paulo, 09 de junho de 2010. Ao A/C.: Condomínio Colinas do Atibaia Jorge Vicente Lopes da

Leia mais

Barômetro Cisco de Banda Larga 2.0

Barômetro Cisco de Banda Larga 2.0 Barômetro Cisco de Banda Larga 2.0 Brasil Junho de 2013 Preparado para Copyright IDC. Reproduction is forbidden unless authorized. All rights reserved. Agenda Introdução Descrição do projeto Resultados

Leia mais

Capítulo: 1 Modelo Institucional do Setor Elétrico Brasileiro

Capítulo: 1 Modelo Institucional do Setor Elétrico Brasileiro Universidade Federal de Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Elétrica Capítulo: 1 Modelo Institucional do Setor Elétrico Brasileiro Prof.: Clodomiro Unsihuay-Vila PLANEJAMENTO PLANEJAMENTO

Leia mais

O Processo de Integração Energética na América do Sul e o Papel Estratégico do Brasil

O Processo de Integração Energética na América do Sul e o Papel Estratégico do Brasil O Processo de Integração Energética na América do Sul e o Papel Estratégico do Brasil Prof. Nivalde J. de Castro Coordenador do GESEL UFRJ Lisboa 4 de Março de 2011 Sumário Cenário macroeconômico da América

Leia mais

Este capítulo detalha como o Plano Estratégico do Sistema Eletrobras 2010-2020 foi construído e quais são as suas bases.

Este capítulo detalha como o Plano Estratégico do Sistema Eletrobras 2010-2020 foi construído e quais são as suas bases. 54 Relatório de Sustentabilidade do Sistema Eletrobras 2010 ESTRATÉGIA O primeiro Plano Estratégico do Sistema Eletrobras foi construído em conjunto por profissionais DE TODAS AS EMPRESAS e criou um sentimento

Leia mais

TRAJETÓRIA BEM SUCEDIDA

TRAJETÓRIA BEM SUCEDIDA CORPORATE TRAJETÓRIA BEM SUCEDIDA De empresa regional para empresa nacional De 24 cidades em 9 estados para 95 cidades em 17 estados De 800 funcionários em 2000 para 8 mil atualmente Oferta completa de

Leia mais

COGERAÇÃO: ASPECTOS LEGAIS E REGULATÓRIOS

COGERAÇÃO: ASPECTOS LEGAIS E REGULATÓRIOS COGERAÇÃO: ASPECTOS LEGAIS E REGULATÓRIOS Compreenda a regulamentação referente à cogeração de energia e discuta possíveis mudanças as no setor Gabriel Barja São Paulo, outubro de 2006 Viabilidade Viabilidade

Leia mais

Apresentação institucional CTBC 1T07

Apresentação institucional CTBC 1T07 Apresentação institucional CTBC 1T07 1 Visão geral Empresa integrada de telecomunicações - há mais de 53 anos no mercado de telecom - portfolio completo de serviços - forma de atuação regional (proximidade

Leia mais

Seminário A Universalização do Acesso à Informação pelo Uso das Telecomunicações Auditório Nereu Ramos Brasília - DF

Seminário A Universalização do Acesso à Informação pelo Uso das Telecomunicações Auditório Nereu Ramos Brasília - DF Seminário A Universalização do Acesso à Informação pelo Uso das Telecomunicações Auditório Nereu Ramos Brasília - DF Sindicato Nacional das Empresas de Telecomunicações por Satélite SINDISAT Associação

Leia mais

Pólo Industrial Santo André PISA

Pólo Industrial Santo André PISA Pólo Industrial Santo André PISA São Paulo Evento: Instituto Fernando Henrique Cardoso Agenda Evolução das Telecomunicações: Os processos de convergência e a importância da eficiência industrial Buscando

Leia mais

Práticas de Home Office na Ticket Brasil. Arnaldo Moral Gerente de RH

Práticas de Home Office na Ticket Brasil. Arnaldo Moral Gerente de RH Práticas de Home Office na Ticket Brasil Arnaldo Moral Gerente de RH Perfil Edenred Market Share Líder nos principais segmentos de atuação 41 países Sendo 59% de volume em países emergentes + 6.000 Colaboradores

Leia mais

Assinatura Digital. Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado - CCEARs

Assinatura Digital. Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado - CCEARs Assinatura Digital Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado - CCEARs Agenda O papel da CCEE Visão geral da comercialização de energia elétrica no Brasil Processo de Assinatura

Leia mais

Porque a COELBA escolheu a medição eletrônica. Jorge Manuel F. Dias

Porque a COELBA escolheu a medição eletrônica. Jorge Manuel F. Dias Porque a COELBA escolheu a medição eletrônica Jorge Manuel F. Dias Agenda 1. Apresentação 2. Objetivos / Visão Genérica do Sistema 3. Abrangência e Estrutura Analítica Projeto EAP 4. Resultados previstos

Leia mais

A Sothis é uma empresa provedora de voz e dados com suporte a gestão de economia. para sua empresa. Através da Tecnologia de IP, dispomos de soluções

A Sothis é uma empresa provedora de voz e dados com suporte a gestão de economia. para sua empresa. Através da Tecnologia de IP, dispomos de soluções C O M U N I C A Ç Ã O D I G I T A L A Sothis é uma empresa provedora de voz e dados com suporte a gestão de economia para sua empresa. Através da Tecnologia de IP, dispomos de soluções para o trafego de

Leia mais

IBM Solutions Center São Paulo

IBM Solutions Center São Paulo IBM Solutions Center São Paulo IBM Solutions Center A IBM está estabelecida há mais de 90 anos no Brasil e é um dos grandes motores do desenvolvimento da tecnologia de informação aplicada aos negócios.

Leia mais

Investimentos da AES Brasil chegam a R$ 1,1 bi em 2010 e meta é R$ 1,2 bi para 2011

Investimentos da AES Brasil chegam a R$ 1,1 bi em 2010 e meta é R$ 1,2 bi para 2011 Investimentos da AES Brasil chegam a R$ 1,1 bi em 2010 e meta é R$ 1,2 bi para 2011 Grupo aumentou quadro de colaboradores próprios em 29%. Juntas, AES Eletropaulo e AES Sul distribuíram energia para mais

Leia mais

Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal. JOÃO REZENDE Presidente da Anatel Anatel

Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal. JOÃO REZENDE Presidente da Anatel Anatel Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal JOÃO REZENDE Presidente da Anatel Anatel Brasília/DF Maio/2013 15 anos de LGT Em 1997, na corrida pelo usuário, a

Leia mais

A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*)

A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*) A SILENCIOSA MUDANÇA DO MODELO DE NEGÓCIOS DO SETOR ELÉTRICO MUNDIAL (*) A evolução tecnológica proporcionada pelas Smart Grids já colocou em plena marcha, mundialmente e silenciosamente, uma grande mudança

Leia mais

Projeto InovCity Status de execução e principais aprendizados para o desenvolvimento futuro das smart grids no Brasil

Projeto InovCity Status de execução e principais aprendizados para o desenvolvimento futuro das smart grids no Brasil Projeto InovCity Status de execução e principais aprendizados para o desenvolvimento futuro das smart grids no Brasil São Paulo, 27 de Novembro de 2013 Agenda Grupo EDP Apresentação do projeto Status de

Leia mais

Breve Análise do Cenário e das Perspectivas da Conexão em Banda Larga no Brasil

Breve Análise do Cenário e das Perspectivas da Conexão em Banda Larga no Brasil SUPPLY CHAIN Breve Análise do Cenário e das Perspectivas da Conexão em Banda Larga no Brasil Logike Associados S/C Fevereiro 2008 Abstract: This article provides a simple overview of the broadband progress

Leia mais

MERCADO LIVRE. FIEP, 10.set.2015 Luís Gameiro, diretor

MERCADO LIVRE. FIEP, 10.set.2015 Luís Gameiro, diretor MERCADO LIVRE FIEP, 10.set.2015 Luís Gameiro, diretor Consumidor Livre ACL Regulamentação Mínima G Competição Forte Regulamentação T D Monopólio Natural Regulamentação Mínima C Competição M Consumidor

Leia mais

A 1ª Cidade Inteligente da América Latina

A 1ª Cidade Inteligente da América Latina A 1ª Cidade Inteligente da América Latina Imagine... gerar somente a energia que precisamos em nossas casas através de fontes renováveis... saber o consumo de energia de cada aparelho elétrico conectado

Leia mais

USO DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES PARA ACESSO A INTERNET

USO DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES PARA ACESSO A INTERNET AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES USO DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES PARA ACESSO A INTERNET er@ da informação impacto nos serviços Edmundo Antonio Matarazzo Superintendência de Universalização agosto

Leia mais

Eficiência Energética + Comercialização de Energia Oportunidades Conjuntas 16/10/08

Eficiência Energética + Comercialização de Energia Oportunidades Conjuntas 16/10/08 Eficiência Energética + Comercialização de Energia Oportunidades Conjuntas 16/10/08 RME Rio Minas Energia Participações S.A Luce Brasil Fundo de Investimentos - LUCE Missão da Light: Ser uma grande empresa

Leia mais

Barômetro. Cisco. Banda Larga. Análise de mercado. 2 o Trimestre/2006. 3 a Edição Setembro/2006

Barômetro. Cisco. Banda Larga. Análise de mercado. 2 o Trimestre/2006. 3 a Edição Setembro/2006 Barômetro Cisco Banda Larga da Análise de mercado 2 o Trimestre/2006 3 a Edição Setembro/2006 Barômetro Cisco da Banda Larga Introdução Você está recebendo a nova edição do Barômetro Cisco da Banda Larga,

Leia mais

A perspectiva de Operadoras Competitivas de Telecomunicações

A perspectiva de Operadoras Competitivas de Telecomunicações 24 de Março de 2011 As exigências de infraestrutura de TIC para a Copa do Mundo e Olimpíada no Brasil Desafios e Oportunidades na construção do IBC. A perspectiva de Operadoras Competitivas de Telecomunicações

Leia mais

4 Mercado setor de telecomunicações

4 Mercado setor de telecomunicações 4 Mercado setor de telecomunicações Nesta sessão é apresentada uma pequena visão geral do mercado de telecomunicações no Brasil, com dados históricos dos acontecimentos mais relevantes a este trabalho,

Leia mais

VoIP em Redes PLC (PowerLine( Communications)

VoIP em Redes PLC (PowerLine( Communications) VoIP em Redes PLC (PowerLine( Communications) Christiane Borges Santos Doutoranda em Ciência da Computação - UNB Mestre em Eng. Elétrica e de Computação - EEEC/UFG Tecnóloga em Redes de Comunicação CEFETGO

Leia mais

Redes Inteligentes. Como passo inicial do Conceito Smart Grid. Belo Horizonte - 11/08/2010

Redes Inteligentes. Como passo inicial do Conceito Smart Grid. Belo Horizonte - 11/08/2010 Redes Inteligentes Como passo inicial do Conceito Smart Grid Belo Horizonte - 11/08/2010 A Rede Elétrica ONS Mercado De Energia NOSSO FOCO Geração Geração renovável Armazenamento Rede de Distribuição Negócio

Leia mais

III Fórum Lusófono das Comunicações ARCTEL-CPLP

III Fórum Lusófono das Comunicações ARCTEL-CPLP III Fórum Lusófono das Comunicações ARCTEL-CPLP Tendências, Panorama e Desafios do Roaming Internacional II Painel Que Mercado na CPLP? Agenda Sobre a Oi Que Mercado na CPLP Panorama Roaming Internacional

Leia mais

AES ELETROPAULO. Workshop Smart Grid - FIESP 29/07/2015

AES ELETROPAULO. Workshop Smart Grid - FIESP 29/07/2015 AES ELETROPAULO Workshop Smart Grid - FIESP 29/07/2015 1 AES Eletropaulo AES Eletropaulo % Brasil Area Concessão 4,526 (km 2 ) 0,05% Brazil Consumidores 6,8 (milhões) 9% Brasil Energia 46 (TWh) 11% São

Leia mais

As Concessões em Energia Elétrica: uma História de Sucesso. Abril 2012

As Concessões em Energia Elétrica: uma História de Sucesso. Abril 2012 As Concessões em Energia Elétrica: uma História de Sucesso Abril 2012 Disclaimer Esta apresentação pode conter certas estimativas e projeções. Tais estimativas e projeções não são declarações de fatos

Leia mais

PRINCIPAIS CONSTATAÇÕES

PRINCIPAIS CONSTATAÇÕES PRINCIPAIS CONSTATAÇÕES GRUPO DE ESTUDOS DE GERAÇÃO HIDRÁULICA GGH É necessário o aprofundamento dos estudos para o uso de unidades geradoras hidráulicas que permitam a otimização do uso da água Geradores

Leia mais

TECNOLOGIA PARA OS DESAFIOS DO BRASIL

TECNOLOGIA PARA OS DESAFIOS DO BRASIL TECNOLOGIA PARA OS DESAFIOS DO BRASIL Consultoria, tecnologia e outsourcing indracompany.com INDRA NO BRASIL UMA DAS PRINCIPAIS EMPRESAS DE CONSULTORIA E TECNOLOGIA DO PAÍS BRASIL. PRINCIPAL MERCADO INTERNACIONAL

Leia mais

Perspectivas da Contratação de Energia no Mercado Livre

Perspectivas da Contratação de Energia no Mercado Livre Perspectivas da Contratação de Energia no Mercado Livre 19 de Agosto de 2008 ABRACEEL www.abraceel.com.br Venda de Energia Leilão de Energia de Reserva Mercado Livre de Fontes Incentivadas CCEE O Papel

Leia mais

Tópicos. 1. Conceitos Gerais de Smart Grids. 2. Evolução das Redes Inteligentes e Resultados (PDRI) 3. Enerq em Smart Grids

Tópicos. 1. Conceitos Gerais de Smart Grids. 2. Evolução das Redes Inteligentes e Resultados (PDRI) 3. Enerq em Smart Grids IEEE Workshop SMART GRID - Trends & Best Practices Smart Grid no Contexto da Geração e Distribuição 18/10/2013 NAPREI Núcleo de Pesquisas em Redes Elétricas Inteligentes enerq Centro de Estudos em Regulação

Leia mais