UM PLANO NACIONAL PARA BANDA LARGA SUMÁRIO EXECUTIVO

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1 UM PLANO NACIONAL PARA BANDA LARGA SUMÁRIO EXECUTIVO

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3 um Plan Nacinal PARA Banda Larga Sumári Executiv

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5 Ministr de Estad das Cmunicações Senadr Héli Csta Secretári de Telecmunicações Rbert Pint Martins Diretr de Serviçs e de Universalizaçã de Telecmunicações Átila August Sut Organizadres Átila August Sut Daniel B. Cavalcanti Rbert Pint Martins Clabradres Agência Nacinal de Telecmunicações Anatel Fundaçã Centr de Pesquisa e Desenvlviment em Telecmunicações CPqD Assciaçã Brasileira de Telecmunicações Telebrasil

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7 Sumári Executiv A sciedade cntemprânea, marcada pel us e aplicaçã de cnheciment e da infrmaçã, está vivend uma revluçã tecnlógica. Os efeits dessa revluçã permeiam tdas as esferas da atividade humana, mldand as relações sciais, a ecnmia e avanç da ciência e tecnlgia. Nesse cntext da ecnmia d cnheciment, nde infrmaçã e cnheciment sã instruments de trabalh, a infraestrutura de acess a Internet em banda larga é vista cm essencial para desenvlviment e cmpetitividade das nações. As aplicações prprcinadas pr essa infraestrutura trazem benefícis à vida ctidiana, pr mei, pr exempl, d frneciment de acess a infrmações e serviçs de saúde, educaçã, cmérci e entreteniment, bem cm à ecnmia, pr mei da mudança de hábits e prcesss de indivídus, empresas e gverns, cm reflexs na prdutividade e cmpetitividade das firmas e d país. O ptencial d acess a Internet em banda larga de dinamizar a ecnmia e de trazer benefícis sciais tem levad à adçã pr diverss países de prgramas nacinais de expansã da banda larga. O Brasil, embra ainda apresente uma baixa difusã d acess em banda larga ns dmicílis, demnstra um elevad ptencial de participar da sciedade da infrmaçã, já que país pssui mais de 64 milhões de internautas e brasileir está entre s que usam mais intensivamente a Internet (30 hras e 13 minuts mensais). Nesse cntext, Ministéri das Cmunicações estabelece a presente prpsta para um Plan Nacinal de Banda Larga (PNBL), cm bjetiv de massificar, até 2014, a ferta de acesss banda larga e prmver cresciment da capacidade da infraestrutura de telecmunicações d país. Essa expansã da ferta visa: - Acelerar a entrada da ppulaçã na mderna Sciedade da Infrmaçã; - Prmver mair difusã das aplicações de Gvern Eletrônic e facilitar as cidadãs us ds serviçs d Estad; - Cntribuir para a evluçã das redes de telecmunicações d país em direçã as nvs paradigmas de tecnlgia e arquitetura que se desenham n hriznte futur, baseads na cmunicaçã sbre prtcl IP; 5

8 - Cntribuir para desenvlviment industrial e tecnlógic d país, em particular d setr de tecnlgias de infrmaçã e cmunicaçã (TICs); - Aumentar a cmpetitividade das empresas brasileiras, em especial daquelas d setr de TICs, assim cm das micr, pequenas e médias empresas ds demais setres ecnômics; - Cntribuir para aument d nível de empreg n país; - Cntribuir para cresciment d PIB brasileir. Assim, tend em vista que as redes de telecmunicações em banda larga sã a infraestrutura da sciedade da infrmaçã, este PNBL fi desenvlvid em trn de aspirações pr resultads sciais e ecnômics. É imprtante registrar que, n an de 2000, a ONU realizu a Cúpula d Milêni, na qual 191 países aprvaram as Metas d Milêni. Esses países, inclusive Brasil, se cmprmeteram a cumprir, até 2015, it metas de reduçã da desigualdade e da pbreza, e de melhria das cndições de vida da ppulaçã. Mais recentemente, alinhad cm esse bjetiv, a ONU prpôs uma discussã sbre papel da Internet nesse cntext, na Cúpula Mundial da Sciedade da Infrmaçã (WSIS Wrld Summit n the Infrmatin Sciety), que se realizu em duas fases uma primeira em Genebra (2003), e a segunda em Tunis (2005), e traçu metas ainda mais ambicisas relativas às tecnlgias da infrmaçã e de cmunicaçã estender a Internet a tdas as lcalidades d mund até Sã metas da Cúpula Mundial da Sciedade da Infrmaçã: cnectar tdas as lcalidades, tdas as instituições de ensin, tdas as instituições de pesquisa científica, tds s museus e biblitecas públicas, tds s hspitais e centrs de saúde, assim cm as instituições em tds s níveis de gvern. Adicinalmente, visa adaptar s currículs esclares para enfrentar s desafis da sciedade da infrmaçã, assegurar que tds tenham acess à televisã e a rádi, e garantir que mais da metade da ppulaçã mundial tenha acess às TIC até Um ds princípis deste PNBL é estímul a setr privad para que este invista na infraestrutura de banda larga, em regime de cmpetiçã, cabend a Estad atuar de frma cmplementar, fcalizand seus investiments direts, principalmente em acesss cletivs e em cntexts de reduçã das desigualdades reginais e sciais. O papel d setr privad de investidr e a atuaçã d Estad de frma cmplementar estã em linha cm as plíticas públicas de diverss utrs países, cnfrme análise da Organizaçã para a Cperaçã e Desenvlviment Ecnômic (OCDE) [1]. O diagnóstic da banda larga n Brasil identificu s principais aspects que pdem restringir seu avanç e inibir a difusã de seus benefícis pela sciedade, dentr das dimensões: da demanda, da ferta, da regulaçã e das plíticas de gvern eletrônic e de cidades digitais. Levantu-se que númer de acesss a Internet em banda larga fixa atingiu aprximadamente 9,6 milhões em dezembr de 2008, que crrespnde a 6

9 aprximadamente 17,8 acesss a cada 100 dmicílis e 5,2 acesss a cada 100 brasileirs. Apesar d cntínu cresciment n númer de acesss taxa anual média de cresciment de 49% entre s ans de 2002 e 2008 bserva-se uma frte desaceleraçã a partir de Além diss, na cmparaçã internacinal cm países que, sb determinads critéris, apresentam cndições semelhantes a Brasil Argentina, Chile, China, Méxic e Turquia, país apresenta baixs níveis de penetraçã de banda larga. O prgnóstic da difusã ds acesss banda larga n Brasil e ns países selecinads para cmparaçã demnstra que, sem que medidas sejam tmadas para acelerar a difusã da banda larga, Brasil permanecerá em situaçã de desvantagem a lng ds ans. A prjeçã realizada indica que Brasil atingirá aprximadamente 18,3 milhões de acesss banda larga n final de 2014, que crrespnde a cerca de 31,2 acesss a cada 100 dmicílis, númer bastante inferir à média de 37,0 acesss a cada 100 dmicílis prjetads para s países analisads. É imprtante ressaltar que a difusã da banda larga nã crre de maneira hmgênea pela ppulaçã brasileira, devid, principalmente, às desigualdades sciecnômicas presentes n país. Tem-se, pr exempl, que aprximadamente 40% ds acesss em banda larga estã n Estad de Sã Paul e as regiões nas quais s rendiments médis dmiciliares sã menres pssuem penetraçã de acess em banda larga mais baixa. Neste sentid, este PNBL estabelece diretrizes e metas diferenciadas para as áreas urbanas e rurais, sejam acesss cletivs bem cm acesss individuais. A demanda pr acess as serviçs de telecmunicações, sbretud de infraestrutura de banda larga, pde ser dividida em três categrias: municípis maires, em que há cmpetiçã entre redes e platafrmas de serviç; municípis menres, em que as redes estã chegand pr mei d estabeleciment de metas de universalizaçã; e áreas remtas e de frnteira, cuj atendiment só se viabiliza pr mei de prgramas públics. A figura a seguir ilustra as diferentes vertentes que uma estratégia nacinal de massificaçã d acess banda larga deve cntemplar. Figura 1 Vertentes da massificaçã d acess Banda Larga 7

10 Cm relaçã às restrições a cresciment da demanda, uma análise realizada nesse diagnóstic revelu que Brasil está em desvantagem frente as países analisads em quase tds s aspects cnsiderads. Destaca-se a baixa renda da família brasileira cm principal fatr limitante a cnsum de assinatura banda larga, uma vez que cncrre cm utrs gasts na cesta de cnsum familiar. Outr aspect que cnfirma que s preçs de assinatura banda larga sã um fatr limitante à expansã da banda larga n país é a alta sensibilidade a preç que cnsum de Internet pels brasileirs demnstra. A análise sugere que se huver alguma plítica gvernamental que reduza preç final da assinatura de Internet u assinatura banda larga, analgamente, a penetraçã d serviç tenderá a aumentar de maneira significativa. O Brasil se destaca ds demais países cm relaçã a númer de usuáris de Internet (banda larga e banda estreita), cm aprximadamente 39 usuáris a cada 100 habitantes acessand a rede em 2008, que indica que existe uma demanda reprimida a ser atendida pel acess em banda larga. O acess a Internet é feit em sua mairia a partir ds dmicílis (43%) e ds centrs públics pags (47%). Cm relaçã às restrições a cresciment da ferta de infraestrutura banda larga, Brasil vem atuand para superar um ds principais fatres de limitaçã da expansã da cbertura banda larga, u seja, a expansã d backhaul a mais lcalidades. Este tema fi abrdad recentemente pr mei da trca de brigações d PGMU II das cncessinárias d STF. Destaca-se a imprtância de garantir a ferta nã discriminatória as nós de acess a backhaul. Outr aspect relacinad à ferta é a baixa cmpetiçã entre platafrmas tecnlógicas n Brasil. Apesar das taxas de cresciment d acess pr mei de utras platafrmas, sbretud da platafrma cable mdem, virem aumentand de frma mais acelerada que a platafrma ADSL, acess pr mei desta tecnlgia, em 2008, ainda representava cerca de 70% da banda larga n país. Verifica-se, prtant, que existe espaç para impulsinar a penetraçã da banda larga n país pr mei d estímul à cmpetiçã entre platafrmas tecnlógicas distintas. O Brasil avançu bastante ns últims ans, em terms de renvaçã d arcabuç regulatóri, implantand instruments imprtantes para estímul à cmpetiçã e universalizaçã ds serviçs de telecmunicações. N entant, em aspects mais ampls d arcabuç legal e regulatóri d setr de telecmunicações, Brasil encntra-se atrás de países imprtantes na cmunidade internacinal, principalmente em relaçã à implantaçã de alguns mecanisms de cntrle d setr. Em relaçã à cmpetiçã, Regulament de Prtabilidade é exempl das cnquistas imprtantes que marcam a evluçã d setr de telecmunicações brasileir. Também huve melhra n que diz respeit a cntrle exercid pela ANATEL, cm a prmulgaçã d Regulament de Separaçã e Alcaçã de Cntas, instrument imprtante n cntrle das empresas que detêm pder de mercad significativ. 8

11 Entretant, instruments que pderiam auxiliar na disseminaçã d acess a serviç banda larga ainda carecem de implementaçã, tais cm cmpartilhament de infraestrutura. Além diss, a regulamentaçã específica a SCM especialmente n que se refere à adequaçã das regras de intercnexã e a eliminaçã de restrições à mbilidade e a própria regulamentaçã de pder de mercad significativ devem alavancar de frma significativa desenvlviment d setr. N que se refere as desafis ds serviçs de gvern eletrônic, algumas pesquisas indicam que há crrelaçã psitiva entre a dispnibilizaçã desses serviçs e a ferta de banda larga. Embra Brasil se destaque na ferta de determinads serviçs de gvern eletrônic, principalmente na esfera federal, ainda há desafis na incrpraçã das TICs pel setr públic em suas perações u n atendiment a cidadã, principalmente na esfera municipal. Em diverss países, diferentes arranjs vêm send fmentads na busca pr nvs mdels de sustentabilidade, principalmente, pr mei de iniciativas denminadas cidades digitais, estimuladas pr lideranças lcais u pr plíticas de gvern. Entretant, para viabilizaçã deste tip de plítica n Brasil há que se enfrentar desafis, dentre s quais: i) a identificaçã e aplicaçã de mdels de sustentabilidade adequads às diversas cndições sciecnômicas reginais existentes, que sejam, ainda, cmpatíveis, cm quadr regulatóri e também cerentes cm mdel adtad para setr de telecmunicações; ii) superaçã de barreiras à difusã das TICs na esfera pública municipal, tais cm, baix grau de infrmatizaçã das prefeituras, gargals na ferta de sluções e serviçs de TICs em pequens municípis e desenvlviment de uma cultura da utilizaçã destas tecnlgias pel servidr públic. A partir das análises que cmpuseram diagnóstic d quadr brasileir fi estabelecid um cnjunt de metas a serem perseguidas, classificadas quant: i) à abrangência da ferta de acess banda larga, distinguind-se áreas urbanas e áreas rurais; e ii) a tip de acess para que a ppulaçã usufrua ds serviçs, diferenciand acess individual d cletiv. A tabela a seguir apresenta um sumári das metas estabelecidas neste Plan Nacinal de Banda Larga. 9

12 Tabela 1 Metas de Banda Larga Abrangência e tip de acess Acess Fix Individual Metas para milhões de acesss banda larga fixa (urbans e rurais), smand-se s acesss em dmicílis, prpriedades, empresas e cperativas. (Urban e Rural) Acess Fix Cletiv (Urban e Rural) Acess Móvel Levar acess banda larga a 100% ds órgãs de Gvern, incluind: 100% das unidades da Administraçã Federal, ds Estads e Municípis. 100% das esclas públicas ainda nã atendidas (mais de rurais). 100% das unidades de saúde (mais de ). 100% das biblitecas públicas (mais de ). 100% ds órgãs de segurança pública (mais de ). Implantar 100 mil nvs Telecentrs Federais até milhões de acesss banda larga móvel, entre terminais de vz/dads (cm serviç de dads ativ) e mdems exclusivamente de dads. Desta maneira, este PNBL deverá elevar a quantidade de acesss banda larga para cerca de 30 milhões fixs e de aprximadamente 60 milhões de acesss móveis, até 2014, ttalizand 90 milhões de acesss banda larga. Ist representa alcançar um nível de teledensidade próxim de 50 acesss pr 100 dmicílis (em acesss fixs banda larga), u 45 acesss pr 100 habitantes (acesss fixs e móveis em banda larga) n ttal. Visand atingir as metas estabelecidas, fi identificad um cnjunt de mecanisms e instruments capazes de slucinar as restrições existentes e garantir a expansã d acess a Internet em banda larga. Um primeir cnjunt de mecanisms é direcinad a estímul d investiment privad, visand: acelerar a cbertura banda larga n país; incentivar a cmpetiçã, que traz menres preçs a cnsumidr e mair adesã; e prprcinar a melhria de infraestrutura de financiament a setr privad. A Tabela 2 a seguir resume a segmentaçã de ferta e demanda para s diferentes mercads. Tend em vista que a atual base de assinantes de banda larga equivale a atendiment das classes de renda mais alta nas grandes cidades (cm s pactes de serviçs atuais), desafi é a adesã de nvs assinantes nessas grandes cidades (cm a ferta de nvs pactes de serviç, tais cm a banda larga a R$ 30, viabilizand serviç para utras classes de renda), bem cm a expansã da infraestrutura de banda larga às cidades menres (pr mei de nvs investiments nas redes fixas e móveis). Para atendiment específic da demanda pr banda larga em áreas rurais, caminh é a acelerar a implementaçã d Prgrama Nacinal de Telecmunicações Rurais. 10

13 Tabela 2 Segmentaçã da Oferta e Demanda de Banda Larga Municípis M M Oferta de Infraestrutura de Banda Larga Ppulaçã Classe de Demanda Backbne Backhaul Acess Renda Ttal Urbana % Fix Móvel Fix Móvel Fix Móvel 37M 20% Cidades AB PSA MA MA MA MA MA MA cm mais 51M 27% de 100K habitantes CDE NPS MA MA NIBL NIBL NIBL NIBL 14M 7% Cidades AB PSA NIBL NIBL NIBL NIBL NIBL NIBL 49M 26% cm mens de 100K habitantes CDE NPS NIBL NIBL NIBL NIBL NIBL NIBL 20% Rural (Pp. = 32M) NPS PNTR PNTR PNTR PNTR PNTR PNTR MA PSA NPS NIBL PNTR Mercad Atual Pactes de Serviç Atuais Nvs Pactes de Serviçs Nvs Investiments de Expansã da Banda Larga Fixa e Móvel Prgrama Nacinal de Telecmunicações Rurais Outr cnjunt de mecanisms é direcinad as aspects regulatóris e de reduçã tributária, s quais visam prmver a massificaçã da banda larga, pr mei de instruments de estímul à ferta, à demanda e a melhria da qualidade, e d acess as serviçs de telecmunicações que lhe dã suprte. Ademais, este PNBL prpõe a alcaçã d espectr de frequência para prviment de Internet em banda larga, pr mei de serviçs baseads em redes sem fi, nas faixas licenciadas de 450 MHz, 2,5 GHz e 3,5 GHz. O Plan Nacinal de Banda Larga também estabelece ações d Gvern Federal que visam prmver a difusã da banda larga em áreas puc favrecidas e pnts de acess cletiv estratégics, cm pr exempl, em esclas urbanas, rurais e telecentrs. Há também diversas ações que pdem ser desenvlvidas pels estads, municípis e pela sciedade civil que cntribuem para a superaçã das barreiras identificadas para desenvlviment das cidades digitais, inclusive para prviment de serviçs de gvern eletrônic. A partir d diagnóstic realizad e ds mecanisms e ações prpsts n PNBL, sã estabelecidas diretrizes em diferentes eixs: - Diretrizes para estímul à cmpetiçã: Estruturar s ativs de fibras ópticas detidas pr várias empresas cm participaçã e/u cntrle estatal de frma a viabilizar, a curt praz, um nv backbne nacinal, que permita a ferta dessa capacidade de transprte de dads n atacad. 11

14 Implantar de pnts de trca de tráfeg (PTT) em tds s municípis d país cm ppulaçã superir a 100 mil habitantes, cm frma de melhrar a tplgia da Internet n Brasil, aumentar a cnectividade e reduzir custs de trca de tráfeg, além de garantir a ferta nã-discriminatória de acess a backhaul das cncessinárias d STFC, pr mei da ferta de infraestrutura para c-lcalizaçã de equipaments de rede (cllcatin) nesses pnts. Aumentar em dez vezes a velcidade mínima de ferta ds serviçs de acess banda larga, até Realizar a cncessã de nvas utrgas a setr de TV pr assinatura via cab visand elevar a pel mens 25% ttal ds dmicílis atendids cm acess Internet banda larga via infraestrutura de TV a cab, inclusive cm aument d númer de municípis cm ferta d serviç. Assegurar a inclusã de duts e fibras óticas cm itens brigatóris na implantaçã de bras públicas de infraestrutura, incluind as de transprtes, habitaçã, saneament e energia, dentre utras. - Diretrizes para financiament das telecmunicações: Oferecer linhas de crédit d BNDES para prjets de expansã d acess banda larga, tant n segment de banda larga fixa cm de banda larga móvel. Oferecer linhas de crédit d BNDES vltadas a prjets de inclusã digital cm acess banda larga, em especial as Cidades Digitais, para as prefeituras. Dispnibilizar linha de crédit d BNDES para a disseminaçã e prfissi- nalizaçã ds pnts de acess cletiv privads cm acess banda larga (Lan Huses). Oferecer treinaments e ações de api d SEBRAE, para pequenas empresas, de frma que pssam bter financiament e capacitaçã para a prestaçã de serviçs n âmbit das prpstas deste PNBL. Descntingenciament rçamentári ds recurss d FUST e d FUNTTEL. - Diretrizes para diminuiçã da carga tributária: Prmver a diminuiçã da carga tributária em bens e serviçs banda larga, em especial a incidência de PIS/COFINS, à semelhança d que fi adtad n prgrama Cmputadr para Tds. 12

15 Estender às demais Unidades da Federaçã a aplicaçã da isençã d ICMS definida pel Cnfaz, autrizada ns plans de acess a Internet banda larga n âmbit d Cnvêni ICMS 38, de 03/04/2009. Incluir s prestadres de serviçs banda larga, pertencentes à categria de micrempresas u empresas de pequen prte, n Supersimples u Simples Nacinal. Reduzir valr das licenças de SCM e, em particular, reduzir valr das taxas de fiscalizaçã que cmpõem FISTEL, para prestadres de serviçs banda larga fixa u móvel. Desneraçã tributária de equipaments para banda larga, cm parte de uma estratégia integrada de fment industrial. - Diretrizes regulatórias: Incluir n nv Plan Geral de Metas de Universalizaçã (PGMU III) metas de acréscim na capacidade de transprte das redes de suprte a STFC (backhaul). Estimular a cmpetiçã na ferta d serviç banda larga, mediante reduçã das barreiras de entrada a nvs prestadres de serviç. Neste sentid, a revisã ds Regulaments de Remuneraçã de Redes, d Regulament de Cmpartilhament de Infraestrutura, d Regulament de Intercnexã, bem cm a Regulamentaçã de Pder de Mercad Significativ, pdem ser utilizadas em cnjunt para criar assimetrias regulatórias que prpiciem cndições mais favráveis a entrada de nvs atres nesse mercad. Refrçar a aplicaçã ds instruments que impedem a prática de venda casada entre serviç banda larga e utrs serviçs de telecmunicações, pr mei de açã integrada entre MC, ANATEL e órgãs de defesa da cncrrência e de defesa ds cnsumidres. Dar priridade à regulamentaçã sbre neutralidade de redes e qualidade d serviç banda larga, acelerand a especificaçã de regulamentaçã que prmva a transparência nas infrmações e a qualidade d serviç banda larga. Eliminar a limitaçã a númer de utrgas expedidas para a prestaçã de serviç de TV a Cab. Estender a cbertura ds serviçs SMP de terceira geraçã (3G) a tds s municípis brasileirs. Destinar recurss a mapeament e gereferenciament ds recurss de banda larga n país, cm instrument de planejament e de acmpanhament e avaliaçã deste Plan Nacinal de Banda Larga. 13

16 - Diretrizes para gestã d espectr: Adtar nas licitações de radifrequências para banda larga a divisã ds blcs licitads de frma a viabilizar a participaçã de grandes, médis e pequens prestadres de serviçs de telecmunicações, mediante a divisã d territóri d país em áreas de cbertura/abrangência diferenciada (alguns blcs cm cbertura nacinal, utrs smente cm cbertura reginal u lcal), inclusive cm a impsiçã de limites máxims de faturament para s licitantes participantes em cada categria de cbertura/abrangência. Intrduzir, na frma de quesits para avaliaçã de prpstas, nvs cndicinantes na licitaçã de radifrequências para banda larga, incluind, dentre utrs, cmprmisss de cbertura estendida, medidas de estímul à cmpetiçã, e valr máxim ns preçs ds serviçs a serem prestads. Reservar blcs de frequência, na faixa de 3,5 GHz para empresas públicas vinculadas a Gvern Federal, Estadual u Municipal, cm a finalidade de prmver a inclusã digital, cnfrme prpsta da ANATEL, na CP 54/ Diretrizes para prgramas d Gvern Federal: Garantir a manutençã d Prgrama Cmputadr para Tds (incluind s mdems para s cmputadres) e s benefícis da Lei d Bem. Expandir Prgrama GESAC para atendiment de acesss cletivs em áreas rurais e de frnteira. Nesse cntext, avaliar investiment na aceleraçã d prcess de desenvlviment e lançament d Satélite Geestacinári Brasileir (SGB). Implementar as ações necessárias, n âmbit da administraçã direta, das empresas de gvern e das sciedades de ecnmia mista, n sentid de dispnibilizar ativs públics de fibras ópticas para viabilizar a estruturaçã de uma ferta de rede de transprte de dads exclusivamente n atacad. Prmver a gestã integrada da demanda de redes de dads n âmbit d Gvern Federal, tant d pnt de vista d pder de cmpra, cm de estruturaçã de um sistema autônm (AS Autnmus System) u grup de sistemas autônms que reúna s entes de gvern. - Diretrizes para fment das cidades digitais : Articular nas diferentes esferas de gvern as iniciativas de Cidades Digitais, levand em cnta as plíticas existentes. 14

17 Estimular a integraçã e participaçã d Terceir Setr nas ações para a cnstituiçã e desenvlviment ds prgramas de cidades digitais, inclusive para difusã de centrs públics de acess. Prmver a disseminaçã de redes Wi-Fi assciadas a pnts de acess cletiv, sejam públics (esclas, biblitecas, etc.) u privads (empresas e utrs). - Diretrizes para telecentrs: Implantar 100 mil nvs telecentrs públics até Expandir Prjet Nacinal de Api a Telecentrs a tds s nvs telecentrs. Trnar periódic prgrama de capacitaçã de mnitres de telecentrs, realizand um treinament pr an até Criar regras cmuns de us ds telecentrs, baseadas nas premissas assumidas n Prjet Nacinal de Api a Telecentrs, e em cnjunt cm s gestres. Reservar uma parte da dtaçã rçamentária d Prjet Nacinal de Api a Telecentrs para divulgaçã ds espaçs nas cmunidades atendidas. - Diretrizes para fment industrial e desenvlviment tecnlógic: Criar as cndições para cnslidaçã de um grande frnecedr de equipaments de rede, a partir d capital tecnlógic existente n país, incluind a destinaçã de recurss para capitalizaçã e acess a crédit a esta empresa, bem cm para pesquisa e desenvlviment de tecnlgias destinadas às redes de banda larga. Implantaçã d Prcess Prdutiv Avançad, cm a incrpraçã de sftware na avaliaçã da cncessã ds incentivs fiscais prevists na Lei de Infrmática. Pr fim, sã estimads s investiments privads e públics necessáris à btençã das metas cnstantes deste PNBL, send que, sã esperads investiments privads para a implantaçã de aprximadamente 70 milhões de nvs acesss. Para tant, sã estimads investiments necessáris (CAPEX) das prestadras de serviçs fixs e móveis, que se distribuem pels três segments de rede (Acess, Backhaul e Cre). Grande parte desses investiments virá ds própris plans de expansã das redes dessas empresas, u alavancads mediante demanda gerada pr um prcess de desneraçã ds serviçs de 15

18 banda larga, que gera demanda adicinal. N ttal, estima-se que ainda serã necessáris investiments da rdem de R$ 49 bilhões para viabilizar pr mei de recurss própris das prestadras e de linhas de crédit, tais cm as d BNDES s investiments na expansã das redes de banda larga fixa e móvel, que permitirã atingir a meta ttal de 90 milhões de acesss banda larga em Em terms de investiments públics, sã prevists aprtes direts em prgramas e prjets de várias esferas, além das renúncias da Uniã, Estads e Municípis e da utilizaçã de funds setriais, que n smatóri representam um mntante da rdem de R$ 5,3 bilhões anuais. Dessa frma, este PNBL estabelece as bases para prgramas que envlvem tda a sciedade brasileira, vist que, ferece diretrizes vltadas para a pririzaçã ds investiments necessáris. É imprtante destacar que a existência de mderna e abrangente infraestrutura de banda larga é cmpnente indispensável da preparaçã d nss país para sediar s dis grandes events que clcarã Brasil n centr das atenções mundiais a Cpa d Mund de Futebl em 2014 (cm 12 cidades-sede) e s Jgs Olímpics d Ri de Janeir, em Pr fim, dad escp, abrangência e cmplexidade bem cm a natureza dinâmica das diretrizes e metas aqui frmuladas, prpõe-se que seja cnsiderada a cnveniência de se cnstituir um Cmitê Gestr d Plan Nacinal de Banda Larga, cmpst pr representantes de órgãs de Gvern, da indústria e das prestadras de serviçs de tecnlgias da infrmaçã e cmunicaçã (TIC), bem cm da sciedade. Esse cmitê assumiria respnsabilidade de crdenar a efetiva implementaçã d Plan Nacinal de Banda Larga, incluind acmpanhament e revisã periódica das metas, de frma a cmpatibilizá-las cm as nvas exigências num ambiente tecnlógic em cnstante evluçã. 16

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