FACULDADE DE DIREITO DA UFMG PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FACULDADE DE DIREITO DA UFMG PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO"

Transcrição

1 FACULDADE DE DIREITO DA UFMG PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO Disciplina: Fundamentos Filosóficos do Trabalho Professora: Daniela Muradas Aluno: Matheus Campos Caldeira Brant Maio de 2009 A DIALÉTICA MATERIALISTA E A CIÊNCIA DA LÓGICA DE HEGEL Todo beijo, todo medo, todo corpo Em movimento está cheio de inferno e céu Todo santo, todo canto, todo pranto, todo manto Está cheio de inferno e céu 1 INTRÓITO O presente trabalho destina-se a apresentar a Dialética Materialista por meio de um confrontamento com a Ciência da Lógica de Hegel. A obra de referência para este trabalho é A Ciência da Lógica de Hegel e a Dialética Materialista: Uma Nova Visão de um Antigo Problema de L. Bruno Puntel DIALÉTICA HEGELIANA A Dialética Materialista se autoproclama como o fundamento e a conseqüência de uma inversão da Dialética Hegeliana, ou seja, ela a um só tempo procede a uma análise crítica da Dialética Hegeliana, inverte-a e propõe uma nova dialética. Deste modo, nada mais didático do que principiarmos com uma breve demonstração do que vem a ser a Dialética Hegeliana. Conforme explicíta Puntel: A dialética é concebida e compreendida não só como Lógica, como sistema categorial, mas em primeiro lugar como principio do devir e de transformação da realidade total, material e ideal do ser na natureza e na sociedade, bem como na consciência. 2 É, portanto, a Dialética Hegeliana, o modo de ser das coisas todas que se pode apreender pela razão, e por isso mesmo, todas essas coisas constituem expressão da Razão. Dito de outra forma, é a realidade total compreendo-se nela a material, e a ideal. A Dialética Hegeliana não é um sistema ou método que se poderia aplicar à 1 Versos extraídos da música Pecado Original de Caetano Veloso 2 PUNTEL, p. 11

2 realidade. Antes, a Dialética Hegeliana revela o próprio sistema ou método intrínseco da realidade. Então, como é esse sistema ou método? Do que ele é constituído e como ele funciona? Hegel define em três elementos o que constitui a essência da Dialética: o pensar puro sobre algo em si mesmo; que é necessariamente um pensar composto de contradições. Deste dois elementos contraditórios, surge uma unidade que, gerada pela superação desta contradição e que, embora contenha a natureza dos dois elementos contraditórios, possui natureza própria de si mesma. Esse movimento dialético da realidade ocorreria, para Hegel, eternamente no mundo como se fosse uma espiral sem fim que se basta a si próprio uma vez que a unidade que resulta de duas contradições passa em seguida a se contrapor a um outro pensar puro originando uma nova tensão entre contradições, que por sua vez irá desembocar em uma unidade de superação e assim indefinidamente. Falamos da maneira como se dá o movimento dialético, mas não falamos, de maneira satisfatória, do que ele é feito, limitando-nos a dizer que se trata de um pensar puro. Com efeito, toda a Dialética Hegeliana funda-se num pensar puro o qual só pode ter por objeto o próprio pensamento. É por isso que se fala que a dialética hegeliana não necessita de construções trazidas de fora que são empiricamente demonstráveis como, exatamente algo externo. O que ocorre é o seguimento da idéia a idéia. 3 A palavra idéia aqui corresponde ao pensar puro que no desenrolar de sua autodeterminação, passa de contradição e assume o posto de idéia absoluta quando exterioriza-se na história sob a forma de realidade material conferindo concreção física à Razão, a qual após expressar-se na história, retorna, dialeticamente a si, ao pensar puro, à idéia. É justamente neste ponto em que se articula a relação da Idéia com a Realidade Material e vice-versa que surge a critica de Marx e Engels à Dialética Hegeliana. Passemos então a tratar dessa critica. 3 DURANT, W. História da Filosofia: Vida e Idéia dos grandes filósofos. São Paulo:Ed Nacional, 1940.

3 CRITÍCA À DIALÉTICA HEGELIANA-PROPOSIÇÃO DE UMA NOVA DIALÉTICA: A DIALÉTICA MATERIALISTA Marx ao expor a sua Dialética Materialista manifesta-se da seguinte forma: O meu método dialético não é só basicamente diferente do hegeliano como é também seu direto inverso (...) Ela (a dialética) está às avessas. É preciso invertê-la a fim de descobrir o núcleo racional no envólucro místico. 4 A tal inversão que propõe Marx diz respeito à relação da Idéia com a Realidade Material. Assim diz ele que: Ao contrário, em mim a esfera do ideal não é outra coisa, senão o material convertido e traduzido na mente humana 5. Prossegue desenvolvendo seu raciocínio nos seguintes termos: Não é a consciência dos homens que determina o seu ser, mas ao contrário o seu social é que determina a sua consciência. 6 Essas idéias tiveram grande repercussão prática atuando de maneira incisiva no fundo teórico que fundamentou algumas revoluções políticas, sociais e econômicas como é o caso da Revolução Russa. Dada a grande visibilidade que a Dialética Materialista obteve devido à sua aplicação prática em contextos históricos importantíssimos da humanidade, nada mais natural do que essa teoria materialista das idéias e da realidade recebesse a atenção dos meios acadêmicos sendo alvo das mais variadas criticas e interpretações. H. J Sandkuehler é um dos pensadores que tenta promover uma compreensão dessa teoria de maneira notável. Sua resposta à pergunta fundamental sobre a relação entre ser consciência se molda na seguinte frase:...as condições de possibilidade e necessidade da consciência e do conhecimento não devem ser procuradas na própria consciência, mas tem que ser encontradas na análise do processo, no qual o homem, se produz a si mesmo, histórica e socialmente, através da elaboração existência material. 7 Acontece que, não obstante a contundência das idéias transmitidas pela Dialética Materialista cuja impressão que provoca se deve, entre outros motivos, ao fato de ser uma teoria que envolve diretamente a realidade e portanto, uma teoria de mais fácil acesso o 4 K. MARX F.ENGELS, WERKE (BERLIN ) p. 23/27. 5 K. MARX F.ENGELS, WERKE (BERLIN ) p. 23/27. 6 K. MARX F.ENGELS, WERKE (BERLIN ) p. 13, 8/9.. 7 H. J. Sandkuehler, Práxis und Geschichtsbwusstein. Studien zur materialistischen Dialektik, Erkenntnistheorie und Hermeneutik (Frankfurt/M. 1973, edition Suhrksmp 529, p. 83.

4 que explica também, em parte, a sua popularidade, Puntel chama nossa atenção para um problema lógico dessa Dialética que compromete não só a própria teoria, mas tudo o que dela decorre. Esse problema lógico levantado por Puntel a respeito da Dialética Materialista, tem sua causa maior e mais determinante na maneira equivocada como Marx e Engels se apropriam da Dialética Hegeliana conforme apresentaremos no próximo item. CRITICA À DIALÉTICA MATERIALISTA Começaremos a critica empreendida por Puntel através do questionamento que ele faz da frase citada acima de Sandkuehler. Diz Puntel que: Considerando as afirmações acima mencionadas de Sandkuehler, teríamos que formular com o mesmo direito o contrário: as condições de possibilidade e necessidade do processo no qual o homem, se produz a si mesmo, histórica e socialmente, não devem ser procuradas na própria consciência, não tem que ser encontradas no próprio processo, mas na consciência (como o lugar de unidade do reflexo e antecipação, determinação e criação)...de resto, resulta com toda a clareza da resposta de Sandkuehler ultimamente citada aonde está visto a partir da coisa, o erro básico, o caráter contraditório que não permite nenhuma solução dialética desta e outras teses e formulações semelhantes. 8 Continua Puntel atacando incisivamente o núcleo da Dialética Materialista: Com uma rara e impressionante naturalidade, é efetuada uma separação entre a consciência ou conhecimento, por um lado, e processo material por outro, processo esse através do qual, o ser humano se produz a si mesmo social e historicamente pela elaboração de sua existência material. Mas isso é arbitrário, mais ainda falso, pois estritamente falando essa separação pressupõe que o processo indicado se desenvolve inconscientemente, ou pelo menos que o seu caráter de consciência é totalmente indeterminado, pois ele deve produzir, antes de mais nada, as condições de possibilidade e necessidade da consciência mesma. Um processo inconsciente, ou que é indeterminado em seu caráter de consciência, não é de forma alguma um processo humano. 8 Puntel p.18

5 O processo de autoprodução do homem deve ser já sempre um processo do homem, deve incluir portanto a consciência: pois que o homem surja já como homem (ainda que não como ser humano consumado ) é a condição de possibilidade para que o homem possa se produzir como homem. Vê-se, pois, que o equivoco que foi apontado acerca da Dialética Materialista diz respeito mais propriamente à maneira como se conjugam os termos da relação consciência x realidade material, isto é, para os Hegelianistas, as atitudes, ações, fatos realizados pelo homem no mundo concreto e a consciência deste mesmo homem, constituem intrinsecamente a mesma coisa. Não é a realidade material que determina a consciência humana pelo simples motivo de que a realidade material é a consciência exteriorizando-se, sendo impossível falar-se, em termos dialéticos, que algo possa, de maneira estanque, vir antes ou depois,em etapas. Em arremate desta idéia, as palavras de Puntel: O que é verdadeiramente não-dialético nos enunciados de Sandkuehler, i. e. da dialética materialista, revela-se aqui no fato de que, em uma primeira etapa, a consciência (a linguagem, o conhecimento) e o processo de trabalho são concebidos como opostos entre si e, por esta razão em uma segunda etapa o momento de consciência é subordinado unilateralmente ao momento do processo material de trabalho, através do qual a verdadeira unidade das diversas determinações não é apreendida, mas destruída. Não se pode, por mera questão de lógica suprimir o pensamento, dando-se prioridade ao real. Aqui a questão não é de prioridade, pois é impossível suprimir-se o pensamento sem que se recorra ao próprio pensamento. Isso justifica o motivo pelo qual a Dialética Hegeliana nos ensina que o desdobramento das determinações do pensar não ocorre distante de toda realidade, mas contém a elaboração das possibilidades de articulações relativas ao próprio real. 9 Ainda no que concerne à critica à Dialética Materialista, Puntel traça, agora em confronto direto com a Ciência da Lógica de Hegel, mais um equivoco, este de ordem estrutural, dessa teoria que pretende se opor à Dialética de Hegel. Assim, segundo Puntel: A Ciência da Lógica tem se demonstrado e se demonstra constantemente como algo diverso, e muito mais amplo, frente àquilo que a dialética materialista tentou fazer dela. 10 Para explicar a incongruência da Dialética Materialista com a Ciência da Lógica de Hegel trazemos a mais determinante objeção daquela com respeito à esta, qual seja a de que um tal pensamento é pura abstração, pura teoria, uma instância, que só não está em 9 Puntel p Puntel p.18

6 condições de fornecer qualquer critério para a realidade, mas que deve ser antes de mais nada, compreendida, criticada e suprimida a partir da realidade. 11 Em primeiro lugar, tal assertiva (que traduz toda a teoria materialista) carece de um fundamento metódico, pois se limita a estabelecer como referência a realidade sem demonstrar o motivo categórico de tal, ou seja, porque se escolheu a realidade? A partir de que lógica? Mas, ainda que se diga que é a partir da lógica dialética de Hegel, a questão não se resolve, pois permanece o seguinte questionamento: então como a dialética atuou dentro da lógica para que se estabelecesse a realidade como tal referencia? O pensar como soma das determinações lógicas se desdobra, com isso, como expressão do real, mas de forma que a teoria adequada do real só pode ser desenvolvida sobre a base de uma teoria primária metodicamente-do pensar (do lógico). 12 Essa verdade fundamental da Dialétca Hegeliana é apercebida pela Dialética Materialista mas de maneira apenas parcial. Parece-nos que esta concedeu excessiva importância à locução mas de forma que a teoria adequada do real só pode ser desenvolvida sobre a base de uma teoria primária metodicamente-do pensar (do lógico) e esqueceu-se da locução que inicia a frase: o pensar como soma das determinações lógicas se desdobra, com isso, como expressão do real Esse é, ao nosso sentir, a raiz de todos os equívocos e más interpretações da teoria materialista em relação à teoria hegeliana da dialética, afinal, como destacamos logo no inicio deste trabalho: tudo está cheio de inferno e céu 13, pois este assim como aquele, guarda em seu modo de ser a própria existência do outro ser oposto, em contradição. Assim são também a consciência e a realidade, irmãs da mesma racionalidade que haverão de caminhar para todo o sempre juntas, indissociáveis sob o olhar eterno e implacável do absoluto-deus. 11 Puntel p Puntel p Verso da epígrafe

7 Nome do arquivo: Dialética Materialista x Dialética Hegeliana.doc Diretório: C:\wamp\www\Mateus_Brant\doc Modelo: C:\Documents and Settings\PC_02\Dados de aplicativos\microsoft\modelos\normal.dotm Título: FACULDADE DE DIREITO DA UFMG Assunto: Autor: silvania Palavras-chave: Comentários: Data de criação: 24/5/ :38:00 Número de alterações:2 Última gravação: 24/5/ :38:00 Salvo por: brant Tempo total de edição: 0 Minutos Última impressão: 27/7/ :31:00 Como a última impressão Número de páginas: 6 Número de palavras: (aprox.) Número de caracteres: (aprox.)

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação Marcela Alves de Araújo França CASTANHEIRA Adriano CORREIA Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Filosofia

Leia mais

GT Psicologia da Educação Trabalho encomendado. A pesquisa e o tema da subjetividade em educação

GT Psicologia da Educação Trabalho encomendado. A pesquisa e o tema da subjetividade em educação GT Psicologia da Educação Trabalho encomendado A pesquisa e o tema da subjetividade em educação Fernando Luis González Rey 1 A subjetividade representa um macroconceito orientado à compreensão da psique

Leia mais

MÉTODO CIENTÍFICO. BENEFÍCIOS DO MÉTODO: execução de atividade de forma mais segura, mais econômica e mais perfeita;

MÉTODO CIENTÍFICO. BENEFÍCIOS DO MÉTODO: execução de atividade de forma mais segura, mais econômica e mais perfeita; MÉTODO CIENTÍFICO CONCEITO: palavra de origem grega, significa o conjunto de etapas e processos a serem vencidos ordenadamente na investigação da verdade; IMPORTÃNCIA DO MÉTODO: pode validar ou invalidar

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO

ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA: TEMA, PROBLEMATIZAÇÃO, OBJETIVOS, JUSTIFICATIVA E REFERENCIAL TEÓRICO PROF. ME. RAFAEL HENRIQUE SANTIN Este texto tem a finalidade de apresentar algumas diretrizes para

Leia mais

MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política

MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política ////////////////////////// Ficha de Leitura * ////////////////////////// MARX, Karl Contribuição à Crítica da Economia Política Introdução [À Crítica da Economia Política] Prefácio [Para a Crítica da Economia

Leia mais

A PESQUISA E SUAS CLASSIFICAÇÕES

A PESQUISA E SUAS CLASSIFICAÇÕES 1/6 A PESQUISA E SUAS CLASSIFICAÇÕES Definir o que é pesquisa; mostrar as formas clássicas de classificação das pesquisas; identificar as etapas de um planejamento de pesquisa. INTRODUÇÃO O que é pesquisa?

Leia mais

Antropologia, História e Filosofia

Antropologia, História e Filosofia Antropologia, História e Filosofia Breve história do pensamento acerca do homem Um voo panorâmico na história ocidental Cosmológicos 1. Embora o objeto não seja propriamente o homem já encontramos indícios

Leia mais

Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em

Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em psicanálise Autor: Érico Campos RESUMO Este trabalho discute questões gerais envolvidas na leitura de textos e discursos nas ciências

Leia mais

um TCC sem cometer PLÁGIO?

um TCC sem cometer PLÁGIO? Aula Reforço com base na NBR 10520 (ABNT) Prof. MSc Ricardo Aureliano Como transcrever textos para um TCC sem cometer PLÁGIO? Não há problema algum de se recortar e colar textos que se encontram na internet

Leia mais

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750 John Locke (1632-1704) Biografia Estudou na Westminster School; Na Universidade de Oxford obteve o diploma de médico; Entre 1675 e 1679 esteve na França onde estudou Descartes (1596-1650); Na Holanda escreveu

Leia mais

RÉPLICA A JORGE J. E. GRACIA 1

RÉPLICA A JORGE J. E. GRACIA 1 TRADUÇÃO DOI: 10.5216/PHI.V17I2.18751 RÉPLICA A JORGE J. E. GRACIA 1 Autor: Peter F. Strawson Tradutor: Itamar Luís Gelain(Centro Universitário Católica de Santa Catarina) 2,3 itamarluis@gmail.com Em seu

Leia mais

O PENSAMENTO HEGELIANO: O SISTEMA E A DIALÉTICA. Resumo

O PENSAMENTO HEGELIANO: O SISTEMA E A DIALÉTICA. Resumo 1 O PENSAMENTO HEGELIANO: O SISTEMA E A DIALÉTICA Cassio Donizete Marques 1 Resumo Hegel é considerado um dos pensadores mais complexos de toda a história da filosofia. Seu pensamento estabelece, senão

Leia mais

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO MESTRADO SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO Justificativa A equipe do mestrado em Direito do UniCEUB articula-se com a graduação, notadamente, no âmbito dos cursos de

Leia mais

DIALÉTICA DE HEGEL A MARX

DIALÉTICA DE HEGEL A MARX Gregório Henrique Silva Duarte Graduando em Ciências Sociais - UFCG Resumo: O objetivo do presente trabalho, é abordar as mais abrangentes perspectivas filosóficas que se propõe a utilizar o método dialético,

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior INTRODUÇÃO O que é pesquisa? Pesquisar significa, de forma bem simples, procurar respostas para indagações propostas. INTRODUÇÃO Minayo (1993, p. 23), vendo por

Leia mais

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica.

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. António Mora PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. Uma metafísica é um modo de sentir as coisas esse modo de

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA: INDICAÇÕES PARA SUA ELABORAÇÃO

PROJETO DE PESQUISA: INDICAÇÕES PARA SUA ELABORAÇÃO ARTIGO Projeto de Pesquisa PROJETO DE PESQUISA: INDICAÇÕES PARA SUA ELABORAÇÃO Profª Adelina Baldissera* RESUMO:o projeto de pesquisa traça um caminho a ser seguido durante a investigação da realidade.

Leia mais

Política e Comunicação - A comunicação com pensamento

Política e Comunicação - A comunicação com pensamento Política e Comunicação - A comunicação com pensamento Onde o comunicador não é considerado protagonista da história da organização, não pode haver comunicação eficaz. Paulo Nassar No mundo da comunicação

Leia mais

CRISTO E SCHOPENHAUER: DO AMAR O PRÓXIMO COMO A TI MESMO À COMPAIXÃO COMO FUNDAMENTO DA MORAL MODERNA

CRISTO E SCHOPENHAUER: DO AMAR O PRÓXIMO COMO A TI MESMO À COMPAIXÃO COMO FUNDAMENTO DA MORAL MODERNA CRISTO E SCHOPENHAUER: DO AMAR O PRÓXIMO COMO A TI MESMO À COMPAIXÃO COMO FUNDAMENTO DA MORAL MODERNA JÉSSICA LUIZA S. PONTES ZARANZA 1 WELLINGTON ZARANZA ARRUDA 2 1 Mestranda em Filosofia pela Universidade

Leia mais

A TEORIA DA PROPOSIÇÃO APRESENTADA NO PERIÉRMENEIAS: AS DIVISÃO DAS PRO- POSIÇÕES DO JUÍZO.

A TEORIA DA PROPOSIÇÃO APRESENTADA NO PERIÉRMENEIAS: AS DIVISÃO DAS PRO- POSIÇÕES DO JUÍZO. A TEORIA DA PROPOSIÇÃO APRESENTADA NO PERIÉRMENEIAS: AS DIVISÃO DAS PRO- POSIÇÕES DO JUÍZO. Ac. Denise Carla de Deus (PIBIC/CNPq/UFSJ 2000-2002) Orientadora: Prof. Dra. Marilúze Ferreira Andrade e Silva

Leia mais

Os Sete Termos Sinônimos de Deus Satisfazem a Necessidade que o Mundo Tem de um Novo Sistema de Referência

Os Sete Termos Sinônimos de Deus Satisfazem a Necessidade que o Mundo Tem de um Novo Sistema de Referência Os Sete Termos Sinônimos de Deus Satisfazem a Necessidade que o Mundo Tem de um Novo Sistema de Referência Joel Jessen Traduzido para o Português do Brasil por Guita R. Herman a partir da versão inglesa

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

CONTROL+EU. Marcelo Ferrari. 1 f i c i n a. 1ª edição - 1 de agosto de 2015. w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r

CONTROL+EU. Marcelo Ferrari. 1 f i c i n a. 1ª edição - 1 de agosto de 2015. w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r CONTROL+EU Marcelo Ferrari 1 f i c i n a 1ª edição - 1 de agosto de 2015 w w w. 1 f i c i n a. c o m. b r CONTROL+EU Você não sofre porque tem uma programação mental, você sofre porque sua programação

Leia mais

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) -

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) - EXERCICÍOS DE FILOSOFIA I O QUE É FILOSOFIA, ETIMOLOGIA, ONDE SURGIU, QUANDO, PARA QUE SERVE.( 1º ASSUNTO ) Questão (1) - Analise os itens abaixo e marque a alternativa CORRETA em relação ao significado

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO REDE MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO REDE MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE EDUCAÇÃO PESQUISA OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO REDE MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA ESCOLA MUNICIPAL JALLES MACHADO DE SIQUEIRA PROFESSORA BOLSISTA ROSA CRISTINA

Leia mais

A ideologia alemã. Karl Marx e Friedrich Engels

A ideologia alemã. Karl Marx e Friedrich Engels A ideologia alemã Karl Marx e Friedrich Engels Percurso Karl Marx (1817-1883) Filho de advogado iluminista Formou-se em Direito, Filosofia e História pela Universidade de Berlim; não seguiu carreira acadêmica

Leia mais

Considerações acerca da Fundamentação da Metafísica dos Costumes de I. Kant Liberdade, Dever e Moralidade

Considerações acerca da Fundamentação da Metafísica dos Costumes de I. Kant Liberdade, Dever e Moralidade Notandum 14 http://www.hottopos.com CEMOrOC Feusp / IJI Univ. do Porto 2007 Considerações acerca da Fundamentação da Metafísica dos Costumes de I. Kant Liberdade, Dever e Moralidade Marcos Sidnei Pagotto

Leia mais

O INTELECTUAL/PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA FUNÇÃO SOCIAL 1

O INTELECTUAL/PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA FUNÇÃO SOCIAL 1 O INTELECTUAL/PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA FUNÇÃO SOCIAL 1 Efrain Maciel e Silva 2 Resumo: Estudando um dos referenciais do Grupo de Estudo e Pesquisa em História da Educação Física e do Esporte,

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Ministrantes: Anita Maria da Rocha Fernandes César Albenes Zeferino Maria Cristina Kumm Pontes Rafael Luiz Cancian Itajaí,

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções:

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: PROJETO DE PESQUISA Antonio Joaquim Severino 1 Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: 1. Define e planeja para o próprio orientando o caminho a ser seguido no desenvolvimento do trabalho

Leia mais

A PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL EM TOLEDO(PR) - UMA RESPOSTA CRÍTICA ÀS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES

A PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL EM TOLEDO(PR) - UMA RESPOSTA CRÍTICA ÀS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES A PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL EM TOLEDO(PR) - UMA RESPOSTA CRÍTICA ÀS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES Amália Madureira Paschoal 1 Em defesa da Universidade gratuita, autônoma e de qualidade, em todos

Leia mais

Aula 4 Pseudocódigo Tipos de Dados, Expressões e Variáveis

Aula 4 Pseudocódigo Tipos de Dados, Expressões e Variáveis 1. TIPOS DE DADOS Todo o trabalho realizado por um computador é baseado na manipulação das informações contidas em sua memória. Estas informações podem ser classificadas em dois tipos: As instruções, que

Leia mais

KANT E AS GEOMETRIAS NÃO-EUCLIDIANAS

KANT E AS GEOMETRIAS NÃO-EUCLIDIANAS KANT E AS GEOMETRIAS NÃO-EUCLIDIANAS Gustavo Leal - Toledo 1 RESUMO Pretende-se mostrar, neste trabalho, que a Exposição Metafísica não depende da Exposição Transcendental nem da geometria euclidiana.

Leia mais

I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS

I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS A principal preocupação de Descartes, diante de uma tradição escolástica em que as espécies eram concebidas como entidades semimateriais, semi-espirituais, é separar com

Leia mais

Reestruturação sindical: tópicos para uma questão prévia

Reestruturação sindical: tópicos para uma questão prévia Mário Pinto Reestruturação sindical: tópicos para uma questão prévia 1. O funcionamento da organização sindical portuguesa é muito frequentemente qualificado de deficiente. Excluindo afirmações de circunstância,

Leia mais

COMO FORMATAR MONOGRAFIA E TCC

COMO FORMATAR MONOGRAFIA E TCC TEXTO COMPLEMENTAR AULA 2 (15/08/2011) CURSO: Serviço Social DISCIPLINA: ORIENTAÇÕES DE TCC II - 8º Período - Turma 2008 PROFESSORA: Eva Ferreira de Carvalho Caro acadêmico, na Aula 2, você estudará Áreas

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical

Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Sobre a diferença entre música e musicalidade: considerações para educação musical Rafael Beling Unasp rafaelbeling@gamil.com Resumo: os termos música e musicalidade, por sua evidente proximidade, podem

Leia mais

Pesquisa Científica e Método. Profa. Dra. Lívia Perasol Bedin

Pesquisa Científica e Método. Profa. Dra. Lívia Perasol Bedin Pesquisa Científica e Método Profa. Dra. Lívia Perasol Bedin A Pesquisa e o Metodo Cientifico Definir modelos de pesquisa Método, entre outras coisas, significa caminho para chegar a um fim ou pelo qual

Leia mais

ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS PARA WEB II Processos

ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS PARA WEB II Processos ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS PARA WEB II Processos PROCESSO DE SOFTWARE Ao falar de processo, no contexto da Engenharia de Software, estamos nos referindo ao processo de desenvolvimento de software. O

Leia mais

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I I PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA BIBLIOGRAFIA: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de

Leia mais

Sistematização: como elaborar um Sumário Executivo? O público, os usos. A linguagem e a estética. Programa de Avaliação Econômica de Projetos Sociais

Sistematização: como elaborar um Sumário Executivo? O público, os usos. A linguagem e a estética. Programa de Avaliação Econômica de Projetos Sociais Sistematização: como elaborar um Sumário Executivo? Programa de Avaliação Econômica de Projetos Sociais Este texto visa a registrar as principais diretrizes dos Sumários Executivos do Programa de Avaliação

Leia mais

REPRESENTAÇÕES DE ESTUDANTES E FAMÍLIAS SOBRE UMA ESCOLA POR CICLOS

REPRESENTAÇÕES DE ESTUDANTES E FAMÍLIAS SOBRE UMA ESCOLA POR CICLOS REPRESENTAÇÕES DE ESTUDANTES E FAMÍLIAS SOBRE UMA ESCOLA POR CICLOS FORTES, Gilse Helena Magalhães PUCRS GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora: não contou com financiamento A escola por ciclos,

Leia mais

PRAXIS. EscoladeGestoresdaEducaçãoBásica

PRAXIS. EscoladeGestoresdaEducaçãoBásica PRAXIS A palavra práxis é comumente utilizada como sinônimo ou equivalente ao termo prático. Todavia, se recorrermos à acepção marxista de práxis, observaremos que práxis e prática são conceitos diferentes.

Leia mais

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho Direitos Autorais: Faculdades Signorelli "O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém, desviamo-nos dele. A cobiça envenenou a alma dos homens,

Leia mais

A ética na pesquisa com seres humanos sob um ponto de vista psicanalítico

A ética na pesquisa com seres humanos sob um ponto de vista psicanalítico 1 A ética na pesquisa com seres humanos sob um ponto de vista psicanalítico Samyra Assad Foi a oportunidade de falar sobre o tema da ética na pesquisa em seres humanos, que me fez extrair algumas reflexões

Leia mais

KARL MARX (1818-1883)

KARL MARX (1818-1883) KARL MARX (1818-1883) 1861 Biografia Nasceu em Trier, Alemanha. Pais judeus convertidos. Na adolescência militante antireligioso; A crítica da religião é o fundamento de toda crítica. Tese de doutorado

Leia mais

Título: A estrutura psicológica do espírito segundo Hegel

Título: A estrutura psicológica do espírito segundo Hegel Título: A estrutura psicológica do espírito segundo Hegel Versão parcial primeira versão Marly Carvalho Soares Resumo: A escolha da análise da estrutura psicológica do espírito se deu a partir da curiosidade

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá gasparin01@brturbo.com.br INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,

Leia mais

Sócrates - Platão - Aristóteles - Questões de Vestibulares - Gabarito

Sócrates - Platão - Aristóteles - Questões de Vestibulares - Gabarito Sócrates - Platão - Aristóteles - Questões de Vestibulares - Gabarito 1. (Uel 2012) Leia o texto a seguir. No ethos (ética), está presente a razão profunda da physis (natureza) que se manifesta no finalismo

Leia mais

O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO. Reflexões sobre as dimensões teórico-metodológicas da educação profissional

O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO. Reflexões sobre as dimensões teórico-metodológicas da educação profissional O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO Reflexões sobre as dimensões teórico-metodológicas da educação profissional O louco No pátio de um manicômio encontrei um jovem com rosto pálido, bonito e transtornado.

Leia mais

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua!

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua! PROJETO-INTERVENÇÃO O curso de formação de gestores escolares que estamos realizando orientase por dois eixos básicos: a) a educação compreendida como direito social a ser suprido pelo Estado; b) a gestão

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA O que é o Projeto de Intervenção Pedagógica? O significado de projeto encontrado comumente nos dicionários da Língua Portuguesa está associado a plano de realizar,

Leia mais

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática.

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática. PRÓ-MATEMÁTICA 2012: UM EPISÓDIO DE AVALIAÇÃO Edilaine Regina dos Santos 1 Universidade Estadual de Londrina edilaine.santos@yahoo.com.br Rodrigo Camarinho de Oliveira 2 Universidade Estadual de Londrina

Leia mais

APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA

APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA Maria Ignez de Souza Vieira Diniz ignez@mathema.com.br Cristiane Akemi Ishihara crisakemi@mathema.com.br Cristiane Henriques Rodrigues Chica crischica@mathema.com.br

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

O CONCEITO DE MATÉRIA NA FILOSOFIA KANTIANA DA NATUREZA

O CONCEITO DE MATÉRIA NA FILOSOFIA KANTIANA DA NATUREZA O CONCEITO DE MATÉRIA NA FILOSOFIA KANTIANA DA NATUREZA Gilberto do Nascimento Lima Brito* 1. INTRODUÇÃO Nossa pesquisa consistirá em analisar o conceito de matéria na filosofia da natureza de Immanuel

Leia mais

Gilles Deleuze, NIETZSCHE E A FILOSOFIA

Gilles Deleuze, NIETZSCHE E A FILOSOFIA (...)O CONCEITO DE VERDADE «A verdade tem sido sempre postulada como essência, como Deus, como instância suprema... Mas a vontade de verdade tem necessidade de uma crítica. - Defina-se assim a nossa tarefa

Leia mais

Prof.: Michele Nasu Tomiyama Bucci ELABORAÇÃO DE TEXTOS II

Prof.: Michele Nasu Tomiyama Bucci ELABORAÇÃO DE TEXTOS II Prof.: Michele Nasu Tomiyama Bucci ELABORAÇÃO DE TEXTOS II RESUMO, RESENHA, SINOPSE E SÍNTESE Uma dúvida muito frequente que incomoda principalmente os alunos, em qualquer estágio de aprendizagem é a diferença

Leia mais

Movimento da Lua. Atividade de Aprendizagem 22. Eixo(s) temático(s) Terra e Universo. Tema. Sistema Solar

Movimento da Lua. Atividade de Aprendizagem 22. Eixo(s) temático(s) Terra e Universo. Tema. Sistema Solar Movimento da Lua Eixo(s) temático(s) Terra e Universo Tema Sistema Solar Conteúdos Movimentos da Terra e da Lua / movimento aparente dos corpos celestes / referencial Usos / objetivos Ampliação e avaliação

Leia mais

VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar 20 a 24 de setembro de 2010

VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar 20 a 24 de setembro de 2010 Fundamentos metodológicos da teoria piagetiana: uma psicologia em função de uma epistemologia Rafael dos Reis Ferreira Universidade Estadual Paulista (UNESP)/Programa de Pós-Graduação em Filosofia FAPESP

Leia mais

Caracterização Cronológica

Caracterização Cronológica Caracterização Cronológica Filosofia Medieval Século V ao XV Ano 0 (zero) Nascimento do Cristo Plotino (204-270) Neoplatônicos Patrística: Os grandes padres da igreja Santo Agostinho ( 354-430) Escolástica:

Leia mais

Pré-texto. Texto. Pós-texto. Estrutura do Trabalho Final de Curso. A estrutura do Trabalho Final de Curso compreende: pré-texto, texto e pós-texto.

Pré-texto. Texto. Pós-texto. Estrutura do Trabalho Final de Curso. A estrutura do Trabalho Final de Curso compreende: pré-texto, texto e pós-texto. Estrutura do Trabalho Final de Curso A estrutura do Trabalho Final de Curso compreende: pré-texto, texto e pós-texto. Pré-texto Capa Folha de Rosto Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo Sumário Texto

Leia mais

A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS DO CONVENENTE NO PLANO DE TRABALHO A SER APRESENTADO EM CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE

A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS DO CONVENENTE NO PLANO DE TRABALHO A SER APRESENTADO EM CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DE DESPESAS ADMINISTRATIVAS DO CONVENENTE NO PLANO DE TRABALHO A SER APRESENTADO EM CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE Elaborado em: 22/09/2010 Autora: Walleska Vila Nova Maranhão

Leia mais

IDEOLOGIA, EDUCAÇÃO E EMANCIPAÇÃO HUMANA EM MARX, LUKÁCS E MÉSZÁROS

IDEOLOGIA, EDUCAÇÃO E EMANCIPAÇÃO HUMANA EM MARX, LUKÁCS E MÉSZÁROS IDEOLOGIA, EDUCAÇÃO E EMANCIPAÇÃO HUMANA EM MARX, LUKÁCS E MÉSZÁROS Maria Teresa Buonomo de Pinho * O objetivo deste artigo é examinar o caráter de ideologia da práxis educativa e o papel relativo que

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: GRAMSCI; SOCIEDADE CIVIL; HEGEMONIA A SOCIEDADE CIVIL EM GRAMSCI

PALAVRAS-CHAVE: GRAMSCI; SOCIEDADE CIVIL; HEGEMONIA A SOCIEDADE CIVIL EM GRAMSCI PALAVRAS-CHAVE: GRAMSCI; SOCIEDADE CIVIL; HEGEMONIA A SOCIEDADE CIVIL EM GRAMSCI Introdução O pensamento político moderno, de Hobbes a Hegel, caracteriza-se pela tendência a considerar o Estado ou sociedade

Leia mais

ARTE E LINGUAGEM UNIVERSAL

ARTE E LINGUAGEM UNIVERSAL ARTE E LINGUAGEM UNIVERSAL ANGELO JOSÉ SANGIOVANNI - Professor da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR)/CAMPUS II FAP) Email: ajsangiovanni@yahoo.com.br Resumo: A partir da análise da tragédia antiga,

Leia mais

A educação geográfica na escola: elementos para exercício desafiante da cidadania

A educação geográfica na escola: elementos para exercício desafiante da cidadania A educação geográfica na escola: elementos para exercício desafiante da cidadania Prof. Manoel Martins de Santana Filho[1] Nosso objetivo e desejo face às mediações do trabalho docente A proposta e necessidade

Leia mais

O papel da dúvida na filosofia cartesiana: a interpretação hegeliana sobre Descartes nas Lições sobre História da Filosofia

O papel da dúvida na filosofia cartesiana: a interpretação hegeliana sobre Descartes nas Lições sobre História da Filosofia O papel da dúvida na filosofia cartesiana: a interpretação hegeliana sobre Descartes nas Lições sobre História da Filosofia Carlos Gustavo Monteiro Cherri Mestrando em Filosofia pela UFSCar gucherri@yahoo.com.br

Leia mais

RENASCER PARA O CORPO. VIVER PLENAMENTE.

RENASCER PARA O CORPO. VIVER PLENAMENTE. RENASCER PARA O CORPO. VIVER PLENAMENTE. Elen Patrícia Piccinini Leandro Dierka Patrícia Asinelli Silveira RESUMO Em meio à correria e compromissos do dia a dia é difícil prestar atenção em nosso corpo.

Leia mais

PRINCÍPIOS PARA A REDAÇÃO DE UMA DISSERTAÇÃO OU TESE

PRINCÍPIOS PARA A REDAÇÃO DE UMA DISSERTAÇÃO OU TESE 1 PRINCÍPIOS PARA A REDAÇÃO DE UMA DISSERTAÇÃO OU TESE Prof. Dr. Flávio Villaça Professor Titular de Planejamento Urbano da FAU-USP Versão de 20/12/04 Flavila@uol.com.br INTRODUÇÀO Este texto foi elaborando

Leia mais

GRUPO DISCIPLINAR DE INGLÊS - 330. Critérios de Avaliação. Ano letivo 2015/2016

GRUPO DISCIPLINAR DE INGLÊS - 330. Critérios de Avaliação. Ano letivo 2015/2016 GRUPO DISCIPLINAR DE INGLÊS - 330 Critérios de Avaliação Ano letivo 2015/2016 Em conformidade com os programas e respectivas orientações e processos de operacionalização da disciplina de Inglês procurou-se

Leia mais

O Dinheiro ou a Circulação das Mercadorias. O Capital Crítica da Economia Política Capítulo III

O Dinheiro ou a Circulação das Mercadorias. O Capital Crítica da Economia Política Capítulo III O Dinheiro ou a Circulação das Mercadorias O Capital Crítica da Economia Política Capítulo III 1 Funções Básicas 1. Medida de valores 2. Meio de circulação a) Metamorfose das mercadorias; b) O curso do

Leia mais

Invenções Implementadas por Computador (IIC) Patentes

Invenções Implementadas por Computador (IIC) Patentes Invenções Implementadas por Computador (IIC) Patentes O que é uma IIC? Uma IIC é uma invenção que recorre a um computador, a uma rede de computadores ou a qualquer outro dispositivo programável (por exemplo

Leia mais

PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS

PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS PLANO DE ENSINO E ESTRATÉGIAS Profª. Msc. Clara Maria Furtado claramaria@terra.com.br clara@unifebe.edu.br PLANEJAMENTO Representa uma organização de ações em direção a objetivos bem definidos, dos recursos

Leia mais

Implementadas por Computador

Implementadas por Computador «Título Dia Aberto da Acção» da PI «Nome Ricardo Formador» Pereira «Título Invenções do Módulo» Implementadas por Computador «Função Desempenhada» Examinador de Patentes Universidade de «Local» Évora «dd.mm.aaaa»

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS RECUPERAÇÃO. 1. Quais foram as principais características da escolástica? Cite alguns de seus pensadores.

LISTA DE EXERCÍCIOS RECUPERAÇÃO. 1. Quais foram as principais características da escolástica? Cite alguns de seus pensadores. LISTA DE EXERCÍCIOS RECUPERAÇÃO 1. Quais foram as principais características da escolástica? Cite alguns de seus pensadores. 2. Como acontecia a aprendizagem nas escolas no período medieval? Quem era apto

Leia mais

COMO ESCREVER UM ENSAIO FILOSÓFICO 1. Artur Polónio CENTRO PARA O ENSINO DA FILOSOFIA SOCIEDADE PORTUGUESA DE FILOSOFIA

COMO ESCREVER UM ENSAIO FILOSÓFICO 1. Artur Polónio CENTRO PARA O ENSINO DA FILOSOFIA SOCIEDADE PORTUGUESA DE FILOSOFIA 1 Artur Polónio Índice 1. O que é um ensaio filosófico? 2. O que se espera que um estudante mostre ao escrever um ensaio? 3. Como escolher o título do ensaio? 4. Como se prepara um ensaio? 5. Como se deve

Leia mais

INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA

INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA INSTITUTO LONG TAO METODOLOGIA CIENTÍFICA Profa. Ms. Rose Romano Caveiro CONCEITO E DEFINIÇÃO É um conjunto de abordagens, técnicas e processos utilizados pela ciência para formular e resolver problemas

Leia mais

Edital para Bolsas de Altos Estudos de 2014

Edital para Bolsas de Altos Estudos de 2014 Programa de Estudos sobre a Época e a Cultura do Barroco da Fondazione 1563 para a Arte e a Cultura Edital para Bolsas de Altos Estudos de 2014 A abre um concurso para 5 Bolsas de altos estudos sobre a

Leia mais

A NOÇÃO DE ANGÚSTIA NO PENSAMENTO DE MARTIN HEIDEGGER

A NOÇÃO DE ANGÚSTIA NO PENSAMENTO DE MARTIN HEIDEGGER A NOÇÃO DE ANGÚSTIA NO PENSAMENTO DE MARTIN HEIDEGGER Leandro Assis Santos Voluntário PET - Filosofia / UFSJ (MEC/SESu/DEPEM) Orientadora: Profa. Dra. Glória Maria Ferreira Ribeiro - DFIME / UFSJ (Tutora

Leia mais

A ICONICIDADE LEXICAL E A NOÇÃO DE "VER COMO

A ICONICIDADE LEXICAL E A NOÇÃO DE VER COMO A ICONICIDADE LEXICAL E A NOÇÃO DE "VER COMO Ana Lúcia Monteiro Ramalho Poltronieri Martins (UERJ) anapoltronieri@hotmail.com Darcilia Marindir Pinto Simões (UERJ) darciliasimoes@gmail.com 1- Da noção

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LAMBARI D OESTE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA MATOS, Alaíde Arjona de 1 OLIVEIRA, Sônia Fernandes de 2 Professora da rede municipal de ensino

Leia mais

Preparação do Trabalho de Pesquisa

Preparação do Trabalho de Pesquisa Preparação do Trabalho de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Pesquisa Bibliográfica Etapas do Trabalho de Pesquisa

Leia mais

Principais Sociólogos

Principais Sociólogos Principais Sociólogos 1. (Uncisal 2012) O modo de vestir determina a identidade de grupos sociais, simboliza o poder e comunica o status dos indivíduos. Seu caráter institucional assume grande importância

Leia mais

Grice, o que é dito e o que é comunicado

Grice, o que é dito e o que é comunicado Grice, o que é dito e o que é comunicado Referências: Grice, Paul, Logic and conversation, in Studies in the Way of Words, Cambridge (Mas.), Harvard University Press, 1989, pp 22-40. Grice, Paul, Meaning,

Leia mais

POR QUE INVERTER O SINAL DA DESIGUALDADE EM UMA INEQUAÇÃO? GT 02 Educação matemática no ensino médio e ensino superior.

POR QUE INVERTER O SINAL DA DESIGUALDADE EM UMA INEQUAÇÃO? GT 02 Educação matemática no ensino médio e ensino superior. POR QUE INVERTER O SINAL DA DESIGUALDADE EM UMA INEQUAÇÃO? GT 02 Educação matemática no ensino médio e ensino superior. Bruno Marques Collares, UFRGS, collares.bruno@hotmail.com Diego Fontoura Lima, UFRGS,

Leia mais

VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar 20 a 24 de setembro de 2010 Sartre: razão e dialética

VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar 20 a 24 de setembro de 2010 Sartre: razão e dialética Sartre: razão e dialética Vinícius dos Santos Doutorado UFSCar Bolsista FAPESP Em 1960, Sartre publica o primeiro tomo de sua Crítica da razão dialética. O objetivo destacado da obra era conciliar o marxismo,

Leia mais

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO RESUMOS, FICHAMENTOS E RESENHA

METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO RESUMOS, FICHAMENTOS E RESENHA METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO RESUMOS, FICHAMENTOS E RESENHA RESUMOS Definição: é a apresentação concisa e freqüentemente seletiva do texto, destacando-se os elementos de maior interesse e importância,

Leia mais

A CRÍTICA DE HEGEL AO DUALISMO SUJEITO-OBJETO DE KANT

A CRÍTICA DE HEGEL AO DUALISMO SUJEITO-OBJETO DE KANT A CRÍTICA DE HEGEL AO DUALISMO SUJEITO-OBJETO DE KANT Marcio Tadeu Girotti 1 Resumo O presente artigo aborda a crítica de Hegel ao dualismo sujeito-objeto de Kant, o qual, segundo Hegel, aponta para um

Leia mais

O Projeto Político Pedagógico. Norteadores para uma Gestão Democrática na Escola: PPP e Regimento Escolar

O Projeto Político Pedagógico. Norteadores para uma Gestão Democrática na Escola: PPP e Regimento Escolar O Projeto Político Pedagógico Norteadores para uma Gestão Democrática na Escola: PPP e Regimento Escolar 1 A sua escola possui uma Proposta Pedagógica (ou Projeto Político Pedagógico - PPP? Em caso afirmativo,

Leia mais

Recurso extraordinário para fixação de jurisprudência. Juízes: Song Man Lei (Relatora), Sam Hou Fai e Viriato Manuel Pinheiro de Lima

Recurso extraordinário para fixação de jurisprudência. Juízes: Song Man Lei (Relatora), Sam Hou Fai e Viriato Manuel Pinheiro de Lima Processo n.º 78/2015 Recurso extraordinário para fixação de jurisprudência Recorrente: A Recorrido: Ministério Público Data da conferência: 13 de Janeiro de 2016 Juízes: Song Man Lei (Relatora), Sam Hou

Leia mais

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 Resenha de livro Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 A presente resenha do livro de Moretto, (2007) em sua 2 edição tem o intuito de mostrar que a avaliação é um

Leia mais

DUNN, James D. G. Jesus em nova perspectiva: o que os estudos sobre o Jesus histórico deixaram para trás. São Paulo: Paulus, 2013.

DUNN, James D. G. Jesus em nova perspectiva: o que os estudos sobre o Jesus histórico deixaram para trás. São Paulo: Paulus, 2013. DUNN, James D. G. Jesus em nova perspectiva: o que os estudos sobre o Jesus histórico deixaram para trás. São Paulo: Paulus, 2013. Resenhado por Bruno Ribeiro Nascimento 1 PPGCOM/UFPB http://lattes.cnpq.br/4210778274129446

Leia mais

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos)

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton Silveira de Pinho Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Universidade Estadual de Montes Claros / UNIMONTES abril / 2003 Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL

O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL O CURRÍCULO NA PERSPECTIVA DO RECONSTRUCIONISMO SOCIAL Resumo Fabiana Antunes Machado 1 - UEL/PR Rosana Peres 2 - UEL/PR Grupo de trabalho - Comunicação e Tecnologia Agência Financiadora: Capes Objetiva-se

Leia mais