Orientações para elaboração do Descritivo Sobre Aspectos Relevantes de Controles Internos - Circular Bacen 3.467/09

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Orientações para elaboração do Descritivo Sobre Aspectos Relevantes de Controles Internos - Circular Bacen 3.467/09"

Transcrição

1 Políticas e procedimentos a respeito da segregação de atividades, de modo a evitar conflitos de interesse e acúmulo de funções incompatíveis. Evidências de que a cooperativa mapeou as principais atividades e funções e estabeleceu procedimentos para preservar a necessária segregação de funções em suas atividades. Organograma devidamente aprovado pela administração e processo de avaliação e evidenciação permanente sobre as atividades de conflitos de interesse. Projeto para 2012 segregando os papéis desempenhados pelos responsáveis pela Governança (Conselheiro de Administração) daqueles com função executiva (Diretoria) para cooperativas de livre admissão e empresários. Desempenho independente do Conselho Fiscal como papel de fiscalizador do patrimônio da cooperativa, observando em especial os atos de gestão dos administradores, visando salvaguardar os interesses dos associados. Segregação entre área contábil e de negócios e responsável pelo inventário do imobilizado e quem custodia os bens. Segregação entre a área responsável pela liberação do crédito e a área responsável pela análise e aprovação das propostas. 1

2 Segregação entre a área responsável pela atribuição da classificação do risco de crédito e a área de negócios da cooperativa. Controles sobre a política de remuneração e que as metas não representem conflitos de interesses às áreas responsáveis pela aprovação do crédito e atribuição do risco de crédito. Processo de formalização e implementação, inclusive treinamento, sobre as políticas de segregação de funções considerando as seguintes atividades, além das áreas de crédito e contábil: captações, tesouraria, despesas administrativas e gestão de empregados. Políticas de autorizações específicas e gerais. Evidência de que a instituição mapeou as principais transações e estabeleceu política formal de autorizações. Mapeamento das principais transações e estabelecimento de políticas formais de autorizações. Se a política estabelece limites de alçada e responsabilidade para autorização. Definição de limites de alçadas e responsabilidade para autorização das seguintes transações: Transferências bancárias (SPB); Operações de crédito; Captações (limites e taxas); 2

3 Estorno e ajustes contábeis; Pagamento de despesas; Realização de investimentos; Bens não de uso; Contratação e desligamento de empregados; e Outros. Normas para elaboração dos relatórios contábeis e administrativos. Evidência de que a instituição mapeou os principais relatórios contábeis e administrativos a serem elaborados e estabeleceu procedimentos para cumprimento dos objetivos, prazos e nível de informação. Manual de normas e procedimentos da contabilidade e formalidades de aprovação e revisões periódicas. Mapeamento dos principais relatórios contábeis e administrativos a serem elaborados e definições de procedimentos para cumprimento dos objetivos, prazos, e nível de informação destes relatórios. Forma de publicação das demonstrações contábeis. Política de treinamento e capacitação dos contadores. Procedimentos de controle e divulgação nas demonstrações contábeis de transações com partes relacionadas e estimativas contábeis. 3

4 As normas e o sistema de informação relevante para objetivos de demonstrações contábeis, que inclui o sistema contábil, esta composto de procedimentos e registros planejados e estabelecidos para: Iniciar, registrar, processar e reportar transações da cooperativa (assim como eventos e condições) e manter responsabilidade pelos ativos, passivos e patrimônio líquido; Solucionar o processamento incorreto de transações, por exemplo, captura automática de arquivos inconsistentes e procedimentos seguidos para esclarecer tempestivamente itens inconsistentes; Identificar e registrar os casos em que os sistemas ou controles são burlados; Transferir informações de sistemas de processamento de transações para o razão geral; Capturar informações relevantes para as demonstrações contábeis e outros eventos e condições além das transações, tais como depreciação e amortização de ativos e modificações na recuperação de contas a receber e outros; e 4

5 Assegurar que as informações que exigem divulgação pela estrutura de relatório financeiro aplicável sejam acumuladas, registradas, processadas, resumidas e adequadamente reportadas nas demonstrações contábeis. Processos de revisão e conciliação contábil, bem como procedimentos de inspeção física periódica em ativos da instituição Evidências de que a instituição mapeou as conciliações contábeis a serem elaboradas e os ativos a serem inspecionados. Procedimentos e responsabilidades nos processos de conciliação, incluindo conciliações automáticas entre o sistema contábil e os sistemas de negócios; Esse mapeamento inclui a periodicidade dessas conciliações e revisões por níveis apropriados da administração. Periodicidade e formalização das conciliações das contas patrimoniais e de resultados; Procedimentos de guarda, inspeção física e periódica de ativos (exemplo: bens móveis, bens não de uso e contratos de operações de crédito); e Procedimentos e forma para composição analítica e adequada dos saldos contábeis. Procedimentos de controle relativos ao gerenciamento de riscos, incluindo identificação e quantificação, conciliação Evidências de que a instituição implementou políticas e procedimentos que assegurem, de forma tempestiva, a Política sobre o acompanhamento dos limites de exposição aos principais riscos, considerando: 5

6 de posições, estabelecimento e controle de limites de exposição e elaboração de relatórios de posições detidas pela instituição. prevenção de situações não desejadas ou não autorizadas. Não obstante os procedimentos de prevenção, podem ocorrer situações não desejadas ou não autorizadas. Dessa forma, há evidencias de que foram implementados controles para detectar essas situações, de modo a permitir a adoção de medidas corretivas. Evidência de que foram definidos requisitos para aprovar ou renovar as operações, considerando o risco existente, com a identificação das condições que devem ser previamente verificadas e a atribuição de competências para a aprovação e renovação. Evidência de que foi considerada a segregação de funções que envolvam responsabilidades conflitantes, principalmente nas operações de crédito e de tesouraria, entre a autorização, a execução, o registro, a guarda de valores e o respectivo controle. Evidência de imposição de restrições de segurança no acesso a ativos, a recursos Monitoramento da inadimplência; Adiantamento a depositantes; Liquidez; Concentração da carteira de crédito e depósitos; Índice de Basiléia; Limite de imobilização; Performance operacional; e Outros. Procedimentos e normas para elaboração a aprovações dos relatórios de acompanhamento dos limites de exposição aos principais riscos da cooperativa; Controles preventivos "bloqueios" visando evitar situações não autorizadas ou não desejadas nas operações e atividades da cooperativa; Políticas de restrições e segurança de acesso aos ativos como: Contratos de operações de empréstimos; Acesso ao ambiente de tesouraria e caixas; 6

7 e à informação, por meio de barreiras físicas ou de sistemas, que garantam a proteção contra utilizações não autorizadas. Evidência de obrigações de se relatar sempre que ocorram desvios, erros, fraudes, descumprimentos e outras situações de exceção relativamente às políticas, aos procedimentos e aos limites estabelecidos. Evidência de que esses relatórios sobre descumprimentos são aprovados pelos níveis superiores. Foram estabelecidos limites objetivos para cada um dos riscos incorridos nas atividades desenvolvidas. Evidência de que os relatórios utilizados para gerenciamento de riscos têm suas bases reconciliadas com dados contábeis, quando aplicável. Evidência de que foram implementados controles que visem evitar o envolvimento da instituição em atividades indevidas ou ilícitas, em especial os procedimentos e controles para reconhecer, deter e informar atividades de lavagem de Senhas de acesso aos bancos de dados e aplicativos e informações de cooperados; Controle de acesso de terceiros (prestadores de serviços); e Outros. Políticas e procedimentos adotados pela cooperativa para identificar indícios de situações voltadas para lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo. Organograma implementado com definição dos responsáveis pelo processo; Política e programa de treinamentos; Existência de Regulamento específico de Prevenção ao Crime de Lavagem de Dinheiro (PCLD) e rotina de treinamentos para todos os colaboradores e conselheiros. 7

8 dinheiro e de financiamento ao terrorismo. Requisitos para aprovação ou renovação das operações considerando o risco existente. Procedimentos que garantam a atualização cadastral dos cooperados; Sistema de detecção de situações de indícios (relatórios de exceção); Processo e norma para registro de operações em câmaras de custódia e liquidação. Segurança física. Definição de procedimentos para segurança física, contemplando controle de acesso a ativos e registros contábeis e financeiros, e autorização de acesso a programas de computador e arquivos de dados. Política de segurança patrimonial e segurança da informação. Existência de seguros para: Transporte de numerário; Roubos; Incêndio; Imobilizados; e Funcionários. 8

9 Existência de política para salvaguarda e segurança dos sistemas de informação: Procedimento de backups ; Estrutura física do ambiente de TI; Procedimentos de recuperação de dados; e Controle de senhas e acessos aos sistemas de negócios e contábil. Planos de contingência ou de continuidade. Evidência de que foi definido e implementado pela Instituição um plano formal de contingência e continuidade para a área de tecnologia da Informação. Esse Plano deve ser formalmente aprovado por níveis superiores. Política definindo a estratégia, responsáveis pelas aprovações e garantias do funcionamento dos planos de continuidade ou de contingência. Evidência de testes periódicos quanto à validação dos planos por parte da administração da cooperativa. 9

DESCRIÇÃO DOS ASPECTOS RELEVANTES DE CONTROLES INTERNOS DO SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014

DESCRIÇÃO DOS ASPECTOS RELEVANTES DE CONTROLES INTERNOS DO SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 DESCRIÇÃO DOS ASPECTOS RELEVANTES DE CONTROLES INTERNOS DO SEMESTRE FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 As descrições neste anexo foram elaboradas diretamente e sob a responsabilidade da administração da TURISCAM

Leia mais

DESCRIÇÃO DOS ASPECTOS RELEVANTES DE CONTROLES INTERNOS DO SEMESTRE FINDO EM 30 de JUNHO de 2016

DESCRIÇÃO DOS ASPECTOS RELEVANTES DE CONTROLES INTERNOS DO SEMESTRE FINDO EM 30 de JUNHO de 2016 DESCRIÇÃO DOS ASPECTOS RELEVANTES DE CONTROLES INTERNOS DO SEMESTRE FINDO EM 30 de JUNHO de 2016 As descrições neste anexo foram elaboradas diretamente e sob a responsabilidade da administração da TURISCAM

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS 15

PRESTAÇÃO DE CONTAS 15 PRESTAÇÃO DE CONTAS 15 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DEZEMBRO (Valores expressos em reais) ATIVO NOTA 2017 2016 ATIVO CIRCULANTE 116.300.782,02 123.776.187,31 Disponibilidades 2.797.053,93

Leia mais

CB.POL a. 1 / 7

CB.POL a. 1 / 7 CB.POL-.01 4 a. 1 / 7 1. CONTEÚDO DESTE DOCUMENTO Esta política estabelece diretrizes e responsabilidades para a implementação e manutenção do Sistema de Controles Internos integrado ao Gerenciamento de

Leia mais

CB.POL a. 1 / 7

CB.POL a. 1 / 7 CB.POL-.01 4 a. 1 / 7 1. CONTEÚDO DESTE DOCUMENTO Esta política estabelece diretrizes e responsabilidades para a implementação e manutenção do Sistema de Controles Internos integrado ao Gerenciamento de

Leia mais

POLIÍTICA DE GERENCIAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS

POLIÍTICA DE GERENCIAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS Junho/2016. POLIÍTICA DE GERENCIAMENTO DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS Versão: 01 Revisada: Compliance Aprovação: Mario Celso Coutinho de Souza Dias Presidente 30/06/2016 1 APRESENTAÇÃO O Banco Central

Leia mais

REGRAS, PROCEDIMENTOS E CONTROLES INTERNOS

REGRAS, PROCEDIMENTOS E CONTROLES INTERNOS Junho/2016. REGRAS, PROCEDIMENTOS E CONTROLES INTERNOS Versão: 01 Revisada: Compliance Aprovação: Mario Celso Coutinho de Souza Dias Presidente 30/06/2016 Em atendimento ao disposto no art. 19 da ICVM

Leia mais

Estrutura de Gerenciamento de Risco de Capital

Estrutura de Gerenciamento de Risco de Capital Estrutura de Gerenciamento de Risco de Capital BANCO CARGILL 1/7 O documento à seguir trata da estrutura de risco de capital, bem como seus principais processos e procedimentos. OBJETIVO O objetivo desta

Leia mais

Política de Controles Internos

Política de Controles Internos Política de Controles Internos Indice 1. OBJETIVO... 3 2. PÚBLICO ALVO E VIGÊNCIA... 3 3. REGULAMENTAÇÕES APLICÁVEIS... 3 4. DIRETRIZES... 3 4.1. FINALIDADE... 3 4.2. AMBIENTE DE CONTROLE... 3 4.3. AVALIAÇÃO

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS EM REDE

ASSOCIAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS EM REDE ASSOCIAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS EM REDE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 ASSOCIAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS EM REDE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 CONTEÚDO

Leia mais

COOPERATIVA ECM DOS SERVIDORES UNESP - COOPUNESP

COOPERATIVA ECM DOS SERVIDORES UNESP - COOPUNESP RELATÓRIO DA GESTÃO Exercício: 2013 "Cooperativismo: Você participa. Todos crescem!" CARTA DE RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO Rio Claro 28 de janeiro de 2014 Prezados Senhores: Com referência ao seu

Leia mais

Contabilidade ESTRUTURA PATRIMONIAL SITUAÇÃO LÍQUIDA (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) FLUXO DE RECURSOS. Fluxo dos recursos SÍNTESE DO FUNCIONAMENTO DAS CONTAS

Contabilidade ESTRUTURA PATRIMONIAL SITUAÇÃO LÍQUIDA (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) FLUXO DE RECURSOS. Fluxo dos recursos SÍNTESE DO FUNCIONAMENTO DAS CONTAS ESTRUTURA PATRIMONIAL Patrimônio = Bens + Direitos ( ) Obrigações SITUAÇÃO LÍQUIDA (PATRIMÔNIO LÍQUIDO) Ativo ( ) Passivo = Situação Líquida (Patrimônio Líquido) FLUXO DE RECURSOS ATIVO Aplicação dos Recursos

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PÚBLICA

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PÚBLICA POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PÚBLICA ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. DIRETRIZES... 3 3.1. TREINAMENTO E CONSCIENTIZAÇÃO... 3 3.2. COOPERAÇÃO ENTRE ORGANIZAÇÕES... 3 3.3. CONDUTAS

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016 E RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016 E RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016 E RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Conteúdo Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações contábeis.... 3 Balanço Patrimonial... 9

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E CIBERNÉTICA PÚBLICA

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E CIBERNÉTICA PÚBLICA POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E CIBERNÉTICA PÚBLICA ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. DIRETRIZES... 3 3.1. TREINAMENTO E CONSCIENTIZAÇÃO... 3 3.2. COOPERAÇÃO ENTRE ORGANIZAÇÕES... 3

Leia mais

MANUAL DE COMPLIANCE

MANUAL DE COMPLIANCE MQ.04 rev.00 Pagina 1 MANUAL DE COMPLIANCE MQ.04 rev.00 Pagina 2 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. DEFINIÇÕES BÁSICAS E OBJETIVO DOS CONTROLES NOS PROCESSOS INTERNOS... 4 3. RESPONSABILIDADES E ATRIBUIÇÕES

Leia mais

Política Controles Internos

Política Controles Internos Política Controles 1. Objetivo Esta política estabelece diretrizes e responsabilidades para a implementação e manutenção do Sistema de Controles integrado ao Gerenciamento de Risco Operacional aplicável

Leia mais

Manual de Compliance Lavoro Asset

Manual de Compliance Lavoro Asset Manual de Compliance Lavoro Asset SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. ABRANGÊNCIA... 3 1. COMITÊ DE COMPLIANCE... 4 5. ESCOPO E ATRIBUIÇÕES... 4 5.1 CONTROLE... 4 5.2 VERIFICAÇÃO... 5 6. RESPONSABILIDADES...

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 E DE

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 E DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 E DE 2014 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 E DE 2014 CONTEÚDO Relatório dos auditores

Leia mais

COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DA REGIÃO DE ITURAMA LTDA. - SICOOB CREDIRAMA CNPJ /

COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DA REGIÃO DE ITURAMA LTDA. - SICOOB CREDIRAMA CNPJ / COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DA REGIÃO DE ITURAMA LTDA. CNPJ 03.412.878/000122 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2018 E DE 2017 ATIVO Circulante Disponibilidades Relações Interfinanceiras

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE EDUCAÇÃO TERAPÊUTICA " AMARATI " BALANÇO GERAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2.016

ASSOCIAÇÃO DE EDUCAÇÃO TERAPÊUTICA  AMARATI  BALANÇO GERAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2.016 ATIVO 2.016 2.015 CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 10.999 18.588 Caixa e equivalentes de caixa - com restrição - 1.202 Aplicações financeiras 2.706.845 2.901.592 Aplicações financeiras - com restrição

Leia mais

Política de Contratação de Terceiros. Junho/2017

Política de Contratação de Terceiros. Junho/2017 Política de Contratação de Terceiros! Junho/2017 MANUAL DE CORPORATIVAS ÍNDICE Seção Pg. 1 Apresentação 1.1 Verificação e Aprovação 03 1.2 Objetivos e Campo de Aplicação 04 1.3 e Controle do Manual 05

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS

RELATÓRIO DE ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS RELATÓRIO DE ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS NOVEMBRO / 2016 1. ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS 1.1 INTRODUÇÃO O gerenciamento de riscos da Biorc Financeira é acompanhado constantemente pela Diretoria, sendo

Leia mais

SUR REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS

SUR REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS SUR REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 SUR REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E 2009 CONTEÚDO

Leia mais

R$ mil 100 %

R$ mil 100 % RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Senhores cooperados, Submetemos à apreciação de V.S.as as demonstrações contábeis do exercício de 2017 da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empresários de Americana,

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital Sumário RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 3 1. INTRODUÇÃO... 3

Leia mais

Estrutura Organizacional da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Centro-Sul Goiano Ltda, - Sicoob Centro-Sul.

Estrutura Organizacional da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Centro-Sul Goiano Ltda, - Sicoob Centro-Sul. Estrutura Organizacional da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Centro-Sul Goiano Ltda, - Sicoob Centro-Sul. Estrutura Organizacional da Cooperativa de Crédito do Sicoob Centro-Sul Ltda. 1. Organograma

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, À LAVAGEM E À OCULTAÇÃO DE BENS, DIREITOS E VALORES

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, À LAVAGEM E À OCULTAÇÃO DE BENS, DIREITOS E VALORES POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, À LAVAGEM E À OCULTAÇÃO DE BENS, DIREITOS E VALORES 13/5/2016 Informação Pública ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 ESCOPO... 3 3 APLICABILIDADE...

Leia mais

Convenção Nacional Unimed. Governança e Compliance nas Cooperativas de Assistência Médica A Direção da Cooperativa, Seus Processos e o Cooperado

Convenção Nacional Unimed. Governança e Compliance nas Cooperativas de Assistência Médica A Direção da Cooperativa, Seus Processos e o Cooperado Convenção Nacional Unimed Governança e Compliance nas Cooperativas de Assistência Médica A Direção da Cooperativa, Seus Processos e o Cooperado Agenda A B C Contexto de Governança Corporativa ANS Impactos

Leia mais

Sumário PARTE I O QUE É AUDITORIA?

Sumário PARTE I O QUE É AUDITORIA? Sumário PARTE I O QUE É AUDITORIA? CAPÍTULO 1 CONCEITOS GERAIS 1.1. Origem e evolução da auditoria 1.2. Tipos de auditoria 1.2.1. Auditoria das demonstrações contábeis 1.2.2. Auditoria de conformidade

Leia mais

Manual de regras, procedimentos e controles internos ICVM 558/15

Manual de regras, procedimentos e controles internos ICVM 558/15 Manual de regras, procedimentos e controles internos ICVM 558/15 Atualizado em Maio de 2019 Sumário 1. Introdução... 3 2. Relatório Anual de Controles Internos... 3 3. Publicação de Informações Obrigatórias...

Leia mais

CONSELHO CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE ANEXO I

CONSELHO CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE ANEXO I ANEXO I DETALHAMENTO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO APLICÁVEL À PROVA DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA GERAL 9º EXAME DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA 1. LEGISLAÇÃO E ÉTICA PROFISSIONAL. a) A LEGISLAÇÃO SOBRE A ÉTICA PROFISSIONAL

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco de Liquidez Maio 2018

Política de Gerenciamento de Risco de Liquidez Maio 2018 Política de Gerenciamento de Risco de Liquidez Maio 2018 Elaboração: Risco Aprovação: COMEX Classificação do Documento: Público ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. DEFINIÇÕES... 3 4. RESPONSABILIDADES...

Leia mais

MANUAL DE REGRAS, PROCEDIMENTOS E CONTROLES INTERNOS

MANUAL DE REGRAS, PROCEDIMENTOS E CONTROLES INTERNOS MANUAL DE REGRAS, PROCEDIMENTOS E CONTROLES INTERNOS ADMINISTRAÇÃO FIDUCIÁRIA ÍNDICE 1. Objetivo... 3 2. Definições... 3 3. Regras de Conduta... 3 3.1. Padrões de Conduta... 4 3.2. Deveres do Administrador

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco de Crédito Outubro 2015

Política de Gerenciamento de Risco de Crédito Outubro 2015 Política de Gerenciamento de Risco de Crédito Outubro 2015 Elaboração: Risco Aprovação: Comex Classificação do Documento: Público ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. DEFINIÇÕES... 3 4. RESPONSABILIDADES...

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DOS EXERCÍCIOS ENCERRADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 E DE 2016

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DOS EXERCÍCIOS ENCERRADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 E DE 2016 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DOS EXERCÍCIOS ENCERRADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 E DE 2016 COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS MÉDICOS E DEMAIS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR DA ÁREA DE SAÚDE E EMPRESÁRIOS

Leia mais

COOPERATIVA DE CRÉDITO DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE, DA EDUCAÇÃO, PEQ.EMPR.,MICROEMPR.E MICROEMPREEND.DO NORTE PAULISTA - SICOOB UNIMAIS NORTE PAULISTA

COOPERATIVA DE CRÉDITO DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE, DA EDUCAÇÃO, PEQ.EMPR.,MICROEMPR.E MICROEMPREEND.DO NORTE PAULISTA - SICOOB UNIMAIS NORTE PAULISTA DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DOS EXERCÍCIOS ENCERRADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 E DE 2016 COOPERATIVA DE CRÉDITO DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE, DA EDUCAÇÃO, PEQ.EMPR.,MICROEMPR.E MICROEMPREEND.DO NORTE PAULISTA

Leia mais

GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RISCOS CORPORATIVOS, CONTROLES INTERNOS E COMPLIANCE. Histórico de Revisões. Elaboração do Documento.

GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RISCOS CORPORATIVOS, CONTROLES INTERNOS E COMPLIANCE. Histórico de Revisões. Elaboração do Documento. Histórico de Revisões Versão: 01 Data de Revisão: Histórico: Elaboração do Documento. Índice I. Objetivo... 1 II. Abrangência... 1 III. Documentação Complementar... 1 IV. Conceitos e Siglas... 2 V. Responsabilidades...

Leia mais

Políticas Corporativas

Políticas Corporativas 1 IDENTIFICAÇÃO Título: Restrições para Uso: POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS Acesso Controle Livre Reservado Confidencial Controlada Não Controlada Em Revisão 2 - RESPONSÁVEIS Etapa Área Responsável Cargo

Leia mais

COOPERATIVA DE CRÉDITO DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE, DA EDUCAÇÃO, PEQ.EMPR.,MICROEMPR.E MICROEMPREEND.DO NORTE PAULISTA - SICOOB UNIMAIS NORTE PAULISTA

COOPERATIVA DE CRÉDITO DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE, DA EDUCAÇÃO, PEQ.EMPR.,MICROEMPR.E MICROEMPREEND.DO NORTE PAULISTA - SICOOB UNIMAIS NORTE PAULISTA DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DOS SEMESTRES ENCERRADOS EM 30 DE JUNHO DE 2018 E DE 2017 COOPERATIVA DE CRÉDITO DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE, DA EDUCAÇÃO, PEQ.EMPR.,MICROEMPR.E MICROEMPREEND.DO NORTE PAULISTA -

Leia mais

RELATÓRIO CIRCUSTANCIADO DE PROCEDIMENTOS PREVIAMENTE ACORDADOS REFERENTE AOS SERVIÇOS DE AUDITORIA EXERCÍCIO 2018

RELATÓRIO CIRCUSTANCIADO DE PROCEDIMENTOS PREVIAMENTE ACORDADOS REFERENTE AOS SERVIÇOS DE AUDITORIA EXERCÍCIO 2018 AREA ASSOCIAÇÃO RESIDENCIAL E EMPRESARIAL ALPHAVILLE RELATÓRIO CIRCUSTANCIADO DE PROCEDIMENTOS PREVIAMENTE ACORDADOS REFERENTE AOS SERVIÇOS DE AUDITORIA EXERCÍCIO 2018 RELATÓRIO CIRCUSTANCIADO DE PROCEDIMENTOS

Leia mais

ATIVO Nota PASSIVO Nota

ATIVO Nota PASSIVO Nota Balanços patrimoniais ATIVO Nota 2016 2015 PASSIVO Nota 2016 2015 CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 165 528 Recursos a serem aplicados em projetos 7 23.836 23.413 Caixa e equivalentes

Leia mais

SICOOB CREDIMONTE BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016 E DE

SICOOB CREDIMONTE BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016 E DE BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016 E DE 2015 A T I V O 31/12/2016 31/12/2015 Circulante Nota 129.098.151,45 116.115.288,59 Disponibilidades 2.481.509,59 2.910.857,20 Relações Interfinanceiras

Leia mais

Composição do Comitê Gestor de Riscos. Estrutura.

Composição do Comitê Gestor de Riscos. Estrutura. Composição do Comitê Gestor de Riscos. Estrutura. Diretor Presidente:Josiane Greca Schmuck Conselho de administração: Amadeu Greca Auditoria: Bazzaneze Auditores Independentes S/S Diretor de Risco Operacional:

Leia mais

Boletimj. a Contabilidade Gerencial. Manual de Procedimentos. Temática Contábil e Balanços. Veja nos Próximos Fascículos. Fascículo N o 09/2012

Boletimj. a Contabilidade Gerencial. Manual de Procedimentos. Temática Contábil e Balanços. Veja nos Próximos Fascículos. Fascículo N o 09/2012 Boletimj Manual de Procedimentos Fascículo N o 09/2012 a Contabilidade Gerencial O Ebitda como ferramenta no cálculo de haveres na retirada de sócios Observações sobre a utilização do Ebitda para fins

Leia mais

COOPERTEL DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DE 31 DE DEZEMBRO DE 2007 E DE 2006 E O PARECER DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

COOPERTEL DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DE 31 DE DEZEMBRO DE 2007 E DE 2006 E O PARECER DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS COOPERTEL DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DE 31 DE DEZEMBRO DE 2007 E DE 2006 E O PARECER DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Fevereiro de 2008 TELEFÔNICA - COOPERTEL DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DE 31 DE DEZEMBRO DE 2007

Leia mais

COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE POMPEU LTDA SICOOB CREDIPEU BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2016 E DE

COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DE POMPEU LTDA SICOOB CREDIPEU BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2016 E DE BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO DE 2016 E DE 2015 A T I V O 30/06/2016 30/06/2015 Circulante Nota 87.497.833,13 70.022.227,64 Disponibilidades 320.595,58 334.411,40 Relações Interfinanceiras 4 47.618.547,29

Leia mais

Relatório dos auditores independentes. Demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2015 e 2014

Relatório dos auditores independentes. Demonstrações contábeis Em 31 de dezembro de 2015 e 2014 Relatório dos auditores independentes Demonstrações contábeis MAA/MF/JSR 3155/16 Demonstrações contábeis Conteúdo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis Balanço patrimonial

Leia mais

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Valores expressos reais R$)

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 (Valores expressos reais R$) BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 E DE 2012 A T I V O 31/12/2013 31/12/2012 Circulante Nota 65.719.454,60 44.753.673,97 Disponibilidades 210.959,24 127.969,26 Títulos e Valores Mobiliários

Leia mais

Anual/2018 Santana S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento

Anual/2018 Santana S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento Relatório Gestão de Risco Operacional Anual/2018 Santana S.A. - Crédito, Financiamento e Investimento 1 1. Introdução Em atendimento a Resolução 4.557/2017 que dispõe sobre a implementação de estrutura

Leia mais

PLANO DE IMPLANTAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS PATRIMONIAIS: dicas de adoção. Contadora Michele Patricia Roncalio

PLANO DE IMPLANTAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS PATRIMONIAIS: dicas de adoção. Contadora Michele Patricia Roncalio PLANO DE IMPLANTAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS CONTÁBEIS PATRIMONIAIS: dicas de adoção Contadora Michele Patricia Roncalio Orientações Estratégicas para a Contabilidade Aplicada ao Setor Público no Brasil Desenvolvimento

Leia mais

Política de Compliance

Política de Compliance Política de Compliance Atualizado em 30 de Março de 2017 1 Índice INTRODUÇÃO... 3 1. Manuais e políticas internas... 3 2. Segurança da Informação... 3 3. Programa de Treinamento... 4 4. Investimentos Pessoais...

Leia mais

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 E 2014

BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 E 2014 Em cumprimento da alínea a) do art. 4º do Aviso nº15/07 de 12 de Setembro do Banco Nacional de Angola e após analise e aprovação do Conselho de Administração do BFA Banco de Fomento Angola, procedemos

Leia mais

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 Política de Controles Internos Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 OBJETIVO Garantir a aplicação dos princípios e boas práticas da Governança Corporativa, e que

Leia mais

Dersa Desenvolvimento Rodoviário S.A. Balanços patrimoniais

Dersa Desenvolvimento Rodoviário S.A. Balanços patrimoniais Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Ativo Nota 2014 2013 Passivo Nota 2014 2013 (Ajustado) (Ajustado) Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 5 48.650 835 Fornecedores 10

Leia mais

Política Controles Internos

Política Controles Internos Política Controles 1. Objetivo Esta política estabelece diretrizes e responsabilidades para a implementação e manutenção do Sistema de Controles integrado ao Gerenciamento de Risco Operacional aplicável

Leia mais

CONSELHO CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE ANEXO I

CONSELHO CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE ANEXO I ANEXO I DETALHAMENTO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA A PROVA DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA GERAL 7º EXAME DE QUALIFICAÇÃO TÉCNICA 1. LEGISLAÇÃO E ÉTICA PROFISSIONAL a) A LEGISLAÇÃO SOBRE A ÉTICA PROFISSIONAL RESOLUÇÃO

Leia mais

RJPAR 15/009 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

RJPAR 15/009 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS www.fmotta.com.br RUA SANTA RITA DURÃO, 444 3º ANDAR FONE: (0xx) 31 3221-3500 FAX: 3221-1177 30140-110 BELO HORIZONTE MG AV. ALMIRANTE BARROSO, 63-C/2004 FONE: (0xx) 21 2262-1099 FAX: 2262-3430 20031-003

Leia mais

Balanço patrimonial em 31 de dezembro Em milhares de reais

Balanço patrimonial em 31 de dezembro Em milhares de reais Balanço patrimonial em 31 de dezembro Em milhares de reais Ativo 2016 2015 Passivo e patrimônio líquido 2016 2015 Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa (Nota 6) 25.431 27.730 Fornecedores

Leia mais

HENCORP COMMCOR DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA.

HENCORP COMMCOR DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. HENCORP COMMCOR DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. Relatório dos auditores independentes Demonstrações contábeis em 30 de junho de 2011 e 2010 AFMF/VHF/RML//MC/GGA 1015/11 HENCORP COMMCOR

Leia mais

SUMÁRIO. Capítulo 1 Objetivos e características da informação contábil-financeira. Capítulo 2 Balanço patrimonial

SUMÁRIO. Capítulo 1 Objetivos e características da informação contábil-financeira. Capítulo 2 Balanço patrimonial SUMÁRIO Capítulo 1 Objetivos e características da informação contábil-financeira 1.1 Introdução... 1 1.2 Objetivos da contabilidade... 1 1.3 Usuários e suas necessidades de informação... 2 1.4 Principais

Leia mais

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO E CONTRAPARTE BAHIA AM RENDA FIXA LTDA

POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO E CONTRAPARTE BAHIA AM RENDA FIXA LTDA POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE CRÉDITO E CONTRAPARTE BAHIA AM RENDA FIXA LTDA 01. OBJETIVO:... 2 02. CONCEITUAÇÃO / DEFINIÇÃO:... 2 03. RESPONSABILIDADES:... 2 03.01. Responsáveis pela execução

Leia mais

CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO GESTÃO DE RISCOS PORTO ALEGRE-RS

CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO GESTÃO DE RISCOS PORTO ALEGRE-RS CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO GESTÃO DE RISCOS PORTO ALEGRE-RS GESTÃO DE RISCOS DEFINIÇÃO DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS OPERACIONAIS, DE CRÉDITO E DE MERCADO Em atendimento conjunto às

Leia mais

CONTABILIDADE GERAL. Demonstrações Contábeis. Demonstração do Fluxo de Caixa Parte 1. Prof. Cláudio Alves

CONTABILIDADE GERAL. Demonstrações Contábeis. Demonstração do Fluxo de Caixa Parte 1. Prof. Cláudio Alves CONTABILIDADE GERAL Demonstrações Contábeis Demonstração do Fluxo de Caixa Parte 1 Prof. Cláudio Alves A Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) é um relatório contábil que tem por fim evidenciar as transações

Leia mais

Política de Gerenciamento de Riscos dos Fundos e Carteiras Geridos pelo Sicredi

Política de Gerenciamento de Riscos dos Fundos e Carteiras Geridos pelo Sicredi Política de ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. DEFINIÇÕES... 3 2.1 Fatores de Risco Relevantes... 3 2.1.1 Risco de Mercado... 3 2.1.2 Risco de Liquidez... 4 2.1.3 Risco de Crédito e Contraparte... 4 2.1.4 Risco

Leia mais

Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC) Contabilidade Intermediária II Fucamp/2017

Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC) Contabilidade Intermediária II Fucamp/2017 Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC) Contabilidade Intermediária II Fucamp/2017 Correção Exercícios de Fixação 2- Utilizando os dados apresentados pela Cia ABC no exemplo, na data de 20X0, considere que

Leia mais

Política de Compliance

Política de Compliance Política de Compliance Capítulo 1 Objetivo do documento A Política de Conformidade (Compliance) da cooperativa estabelece princípios e diretrizes de conduta corporativa, para que todos os dirigentes, empregados

Leia mais

GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO

GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO Projeto de Implementação da Gestão do Risco de Crédito Do Gerenciamento do Risco de Crédito Conforme dispõe o artigo 1º da Resolução nº 3.721 de 30 de abril de 2009 e,

Leia mais

Sumário. Capítulo 2. Auditoria_00.indd 27 15/02/ :21:30

Sumário. Capítulo 2. Auditoria_00.indd 27 15/02/ :21:30 Sumário Capítulo 1 Origem, Conceitos, Trabalhos de Asseguração e Tipos de Auditoria... 1 1.1. Introdução...1 1.2. Conceito de Auditoria...2 1.3. Evolução da Auditoria...3 1.4. NBC TA Estrutura Conceitual...4

Leia mais

Custódia de Ativos Visão de Guarda, Segregação e Conciliação

Custódia de Ativos Visão de Guarda, Segregação e Conciliação de Ativos Visão de Guarda, Segregação e Conciliação Expositor: Alex Souza REGULAÇÃO E AUTORREGULAÇÃO ICVM nº 89/1988 que dispõe sobre a autorização para prestação de serviços de ações escriturais, de custódia

Leia mais

Política Institucional de Gerenciamento do Risco Operacional/Mercado

Política Institucional de Gerenciamento do Risco Operacional/Mercado Política Institucional de Gerenciamento do Risco Operacional/Mercado 1 INTRODUÇÃO Esta política tem a finalidade de orientar a gestão de riscos operacionais da GOLCRED e transformá-la em uma Instituição

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, À LAVAGEM E À OCULTAÇÃO DE BENS, DIREITOS E VALORES

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, À LAVAGEM E À OCULTAÇÃO DE BENS, DIREITOS E VALORES POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO E COMBATE AO FINANCIAMENTO DO TERRORISMO, À LAVAGEM E À OCULTAÇÃO DE BENS, DIREITOS E VALORES 11/08/2017 INFORMAÇÃO INTERNA SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3

Leia mais

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores, Conselheiros e Cooperados da Cooperativa de Crédito e Serviços Financeiros de Curitiba e Região Metropolitana

Leia mais

DINÂMICA PATRIMONIAL CONSULTORIA & ASSESSORIA EMPRESARIAL Normas Brasileiras de Contabilidade RESOLUÇÃO CFC Nº 944/02

DINÂMICA PATRIMONIAL CONSULTORIA & ASSESSORIA EMPRESARIAL Normas Brasileiras de Contabilidade RESOLUÇÃO CFC Nº 944/02 DINÂMICA PATRIMONIAL CONSULTORIA & ASSESSORIA EMPRESARIAL Normas Brasileiras de Contabilidade RESOLUÇÃO CFC Nº 944/02 Aprova, da NBC T 10 Dos Aspectos Contábeis Específicos em Entidades Diversas, o item:

Leia mais

BM&FBOVESPA. Política de Controles Internos. Diretoria de Controles Internos, Compliance e Risco Corporativo. Última Revisão: março de 2013.

BM&FBOVESPA. Política de Controles Internos. Diretoria de Controles Internos, Compliance e Risco Corporativo. Última Revisão: março de 2013. BM&FBOVESPA Diretoria de Controles Internos, Compliance e Risco Corporativo Página 1 Última Revisão: março de 2013 Uso interno Índice 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. REFERÊNCIA... 3 4. CONCEITOS...

Leia mais

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Aos Senhores Administradores da UNIMED VITÓRIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS. Aos Senhores Administradores da UNIMED VITÓRIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Senhores Administradores da UNIMED VITÓRIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO Opinião Examinamos as demonstrações contábeis da UNIMED

Leia mais

INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Castro Alves, Rolândia - PR CNPJ: /

INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Castro Alves, Rolândia - PR CNPJ: / INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Castro Alves, 1579 - Rolândia - PR CNPJ: 78.157.146/0001-32 BALANCETE PATRIMONIAL EM 31 DE MARÇO DE 2017 (valores expressos em milhares

Leia mais

HOSPITAL PRÓVISÃO 2017 / 2016

HOSPITAL PRÓVISÃO 2017 / 2016 B a l a n ç o P a t r i m o n i a l HOSPITAL PRÓVISÃO 2017 / Balanços Patrimoniais Levantados em 31 de dezembro de 2017 e de (em reais) ATIVO NOTA 2017 Circulante: Caixa e equivalentes de caixa 4 1.383.273,21

Leia mais

POLÍTICA DE COMPLIANCE

POLÍTICA DE COMPLIANCE POLÍTICA DE COMPLIANCE COOPERATIVA DE ECONOMIA E CREDITO MUTUO DOS COLABORADORES DA SG INDÚSTRIA E COMERCIO DE MATERIAS DE CONSTRUÇÃO, VIDROS E AFINS. 1 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...3 2. REGRAS, PORCEDIMENTOS

Leia mais

NPC - NORMAS E PROCEDIMENTOS DE CONTABILIDADE

NPC - NORMAS E PROCEDIMENTOS DE CONTABILIDADE NPC - NORMAS E PROCEDIMENTOS DE CONTABILIDADE NPC 20 - Pronunciamento do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil - IBRACON nº 20 de 30/04/1999 Princípios Contábeis Aplicáveis Demonstração dos Fluxos

Leia mais

TEORIA DA CONTABILIDADE QUESTIONÁRIO 6

TEORIA DA CONTABILIDADE QUESTIONÁRIO 6 QUESTIONÁRIO 6 (Questões Exame de Suficiência 1 2013) 2. Relacione os grupos do Ativo descritos, na primeira coluna, com as suas respectivas propriedades, na segunda coluna, e, em seguida, assinale a opção

Leia mais

Bicicletas Monark S.A.

Bicicletas Monark S.A. Balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2018 e 2017 (Em milhares de Reais) ATIVO Notas 2018 2017 Circulante Caixa e equivalentes de caixa 3 150.534 158.553 Contas a receber de clientes - 4.209 5.598

Leia mais

Políticas Corporativas

Políticas Corporativas 1 IDENTIFICAÇÃO Título: Restrições para Uso: POLÍTICA DE PREVENÇÃO AO CRIME DE LAVAGEM DE DINHEIRO E FINANCIAMENTO AO TERRORISMO Acesso Controle Livre Reservado Confidencial Controlada Não Controlada Em

Leia mais

Política Gerenciamento de Riscos dos Fundos e Carteiras Geridos pelo Sicredi

Política Gerenciamento de Riscos dos Fundos e Carteiras Geridos pelo Sicredi Política Área Risco de Mercado, Liquidez e Alocação de Capital Período de Vigência De: 26/11/2018 Até: Indeterminado ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. DEFINIÇÕES... 3 2.1 Fatores de Risco Relevantes... 3 2.1.1

Leia mais

INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Presidente Bernardes, Rolândia - PR CNPJ:

INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Presidente Bernardes, Rolândia - PR CNPJ: INSTITUIÇÃO FINANCEIRA CREDIALIANÇA COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL Av. Presidente Bernardes, 1000 - Rolândia - PR CNPJ: 78.157.146/0001-32 BALANCETE PATRIMONIAL EM 30 DE ABRIL DE 2019 (valores expressos

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS TÉCNICAS: NBC TA 02 Estrutura conceitual para trabalhos de asseguração NBC TA 200 Objetivos gerais do auditor independente e a

NORMAS BRASILEIRAS TÉCNICAS: NBC TA 02 Estrutura conceitual para trabalhos de asseguração NBC TA 200 Objetivos gerais do auditor independente e a AUDITORIA RISCO DA AUDITORIA NORMAS BRASILEIRAS TÉCNICAS: NBC TA 02 Estrutura conceitual para trabalhos de asseguração NBC TA 200 Objetivos gerais do auditor independente e a condução de uma auditoria

Leia mais

GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO

GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO GERENCIAMENTO DO RISCO DE CRÉDITO 2017 Projeto de Implementação da Gestão do Risco de Crédito Do Gerenciamento do Risco de Crédito Conforme dispõe o artigo 1º da Resolução nº 3.721 de 30 de abril de 2009

Leia mais

COSIF Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade editadas pelo IASB URA 03 Maio/10

COSIF Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade editadas pelo IASB URA 03 Maio/10 COSIF Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade editadas pelo IASB URA 03 Maio/10 1- Normas Editadas pelo CMN -Resolução nº 3.533 -Resolução nº 3.534 -Resolução nº 3.565 -Resolução nº 3.566

Leia mais

RELATÓRIO DA ESTRUTURA DO GERENCIAMENTO RISCO OPERACIONAL

RELATÓRIO DA ESTRUTURA DO GERENCIAMENTO RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO DA ESTRUTURA DO GERENCIAMENTO RISCO OPERACIONAL EXERCÍCIO 2015 A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados, Aposentados e Pensionistas da Companhia Estadual de Energia Elétrica e

Leia mais

CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS ADVOGADOS DE MINAS GERAIS - CAA/MG RELATÓRIO DOS AUDITORES DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM

CAIXA DE ASSISTÊNCIA DOS ADVOGADOS DE MINAS GERAIS - CAA/MG RELATÓRIO DOS AUDITORES DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM RELATÓRIO DOS AUDITORES DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31.12.16 BALANÇO PATRIMONIAL (Em R$ 1) ATIVO Exercício findo em Nota CIRCULANTE Caixa e equivalentes 4 16.457.949 9.645.703 Clientes 5 5.714.752 3.023.976

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ENCERRADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017

RELATÓRIO DE AUDITORIA INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ENCERRADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 RELATÓRIO DE AUDITORIA INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ENCERRADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 Março/2018 1 RELATÓRIO DE AUDITORIA INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ENCERRADAS

Leia mais

SINDICATO DOS SERVIDORES DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

SINDICATO DOS SERVIDORES DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO BALANÇO PATRIMONIAL - 2016 (EM REAIS) ATIVO Caixa e Equivalente de Caixa 98.592,32 MENSALIDADES A RECEBER Mensalidade Social Ativos 4.106,43 Mensalidade Social Inativos 1.937,76 ATIVO NÃO IMOBILIZADO Móveis

Leia mais

ITG 1000 PME s Giovana Garcia

ITG 1000 PME s Giovana Garcia ITG 1000 PME s Giovana Garcia Você bem preparado para o futuro da profissão. 1 RESOLUÇÃO CFC N.º 1.418/12 Aprova a ITG 1000 Modelo Contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte. X RESOLUÇÃO CFC

Leia mais

ESPORTE CLUBE VITORIA DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM

ESPORTE CLUBE VITORIA DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM ESPORTE CLUBE VITORIA DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 E DE 2014 ESPORTE CLUBE VITÓRIA DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 E DE 2014 CONTEÚDO PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES

Leia mais

POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS ELABORADO PARA O CUMPRIMENTO DO ARTIGO 14, INCISO III DA ICVM 558.

POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS ELABORADO PARA O CUMPRIMENTO DO ARTIGO 14, INCISO III DA ICVM 558. POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS ELABORADO PARA O CUMPRIMENTO DO ARTIGO 14, INCISO III DA ICVM 558. INTRODUÇÃO A Milestones adota políticas e processos de Compliance e controles internos de acordo com as

Leia mais

Finalidades Gerais. Auditoria de contas. Disponível. Disponível 04/05/2017

Finalidades Gerais. Auditoria de contas. Disponível. Disponível 04/05/2017 Finalidades Gerais Auditoria de contas determinar se é pertencente à companhia; determinar a existência de restrições de uso ou de vinculações em garantia; e determinar se está corretamente classificado

Leia mais

TOTAL FONTE DOS RECURSOS

TOTAL FONTE DOS RECURSOS Relatório Financeiro Total de Receitas 2015 FONTES DOS RECURSOS Fundo Institucional ¹ 2.057.536 21,30% Leis de Incentivo ² 3.399.594 35,19% Empresas, Institutos e Fundações 3.877.437 40,13% Eventos ³ 315.000

Leia mais

SICOOB CREDICAMPO BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 E DE

SICOOB CREDICAMPO BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 E DE BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 E DE 2014 A T I V O Nota 31/12/2015 31/12/2014 Circulante 77.014.694,77 63.663.224,74 Disponibilidades 1.316.395,60 1.856.306,25 Relações Interfinanceiras

Leia mais

5.3. Em relação aos controles adotados pelo emissor para assegurar a elaboração de demonstrações financeiras confiáveis, indicar:

5.3. Em relação aos controles adotados pelo emissor para assegurar a elaboração de demonstrações financeiras confiáveis, indicar: 5.3. Em relação aos controles adotados pelo emissor para assegurar a elaboração de demonstrações financeiras confiáveis, indicar: (a) as principais práticas de controles internos e o grau de eficiência

Leia mais