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1 Secretaria dos Recursos Hídricos

2 ÁREAS DE ATUAÇÃO

3 PASSADO RECENTE

4 ANÁLISE DE TENDÊNCIA - PRECIPITAÇÃO : Redução ~250,0 mm

5 ANÁLISE DE TENDÊNCIA - PRECIPITAÇÃO PROJETO Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE)

6 ANÁLISE DE TENDÊNCIA - PRECIPITAÇÃO : Aumento ~ 1,3 oc

7 Precipitaçõesno no Estado Estado do Precipitações do Ceará: Ceará: a a

8 FUTURO PRÓXIMO - PREVISÕES SAZONAIS

9 PREVISÃO JAN PARA FMA/2015

10 PREVISÕES E OBSERVAÇÃO FMA 2008 a 2015

11 PREVISÃO ABR PARA MJJ/2015

12 PRÓXIMO ANO MONITORAMENTO DAS FORÇANTES DE CLIMA

13 EL NIÑO E A PRECIPITAÇÃO NO CEARÁ

14 MONITORAMENTO DO PACÍFICO EM 2015

15 MONITORAMENTO DO PACÍFICO 2014/2015

16 MONITORAMENTO DO PACÍFICO 2014/2015 Índices médios das últimas quatro semanas: Niño Niño Niño Niño EMI -0.5

17 FUTURO PRÓXIMO

18 PREVISÃO PARA O PACÍFICO ATÉ FMA/ Mid-Jun IRI/CPC Plume-Based Probabilistic ENSO Forecast ALERTA DE EL NIÑO Mid-Jun IRI/CPC Plume of Model ENSO Predictions

19 ATIVIDADE SOLAR

20 Relação Fluxo Solar Média Móvel de 5 anos da Precipitação do Ceará

21 Relação Fluxo Solar Média Móvel de 5 anos da Precipitação do Ceará

22 Relação Fluxo Solar Média Móvel de 5 anos da Precipitação do Ceará

23 FUTURO MÉDIO PRAZO

24 Variação TSM & PWS por 2 segmentos de tempo c TSM e PWS from Servain s DS TS M c Servain et al., 2014, Climate c

25 Uma aceleração do aquecimento da TSM durante as últimas duas décadas 1994 c Troca de TSM c Worsley s statistic k S (k ) ( y (i ) y ) i 1 k (48 k ) 48 i 1 ( y (i ) y ) 2 48 Fratura notável em 1994 TSM from Servain s DS Caniaux et al., PIRATA Meeting,

26 FUTURO LONGO PRAZO

27 MUDANÇAS CLIMÁTICAS Efeito Estufa Parte da radiação IR atravessa a atmosfera (esfria a Terra)... Parte é absorvida e re-emitida em várias direções pelas moléculas dos gases estufa (reduzindo o esfriamento). Parte da radiação é refletida pela Terra e Atmosfera O efeito é o aquecimento da superfície da Terra e da Atmosfera mais próxima à Terra. Radiação IR é emitida da superfície da Terra Maior parte da radiação é absorvida pela superfície da Terra e a aquece

28 EMISSÕES & TEMPERATURA Fluxo de emissões de CO2 devido a combustíveis fósseis subiu rapidamente desde 1950 Aumento da Temperatura Média Global como consequência Source: World Resources Institute, CAIT

29 Fonte: MARTINS, E.S.P.R.; C.F.C. BRAGA; E. De NYS; F.A. SOUZA FILHO; M.A.S. FREITAS. Impacto das Mudanças do Clima e Projeções de Demanda Sobre o Processo de Alocação de Água em Duas Bacias do Nordeste Semiárido 1a Edição (revisada). Série Água Brasil - Vol. 8. Brasília, DF, (Modelo BCM2) MUDANÇAS CLIMÁTICAS E IMPACTOS

30 Fonte: MARTINS, E.S.P.R.; C.F.C. BRAGA; E. De NYS; F.A. SOUZA FILHO; M.A.S. FREITAS. Impacto das Mudanças do Clima e Projeções de Demanda Sobre o Processo de Alocação de Água em Duas Bacias do Nordeste Semiárido 1a Edição (revisada). Série Água Brasil - Vol. 8. Brasília, DF, (Modelo INCM3) MUDANÇAS CLIMÁTICAS E IMPACTOS

31 Fonte: MARTINS, E.S.P.R.; C.F.C. BRAGA; E. De NYS; F.A. SOUZA FILHO; M.A.S. FREITAS. Impacto das Mudanças do Clima e Projeções de Demanda Sobre o Processo de Alocação de Água em Duas Bacias do Nordeste Semiárido 1a Edição (revisada). Série Água Brasil - Vol. 8. Brasília, DF, (Modelo MIMR) MUDANÇAS CLIMÁTICAS E IMPACTOS

32 Fonte: MARTINS, E.S.P.R.; C.F.C. BRAGA; E. De NYS; F.A. SOUZA FILHO; M.A.S. FREITAS. Impacto das Mudanças do Clima e Projeções de Demanda Sobre o Processo de Alocação de Água em Duas Bacias do Nordeste Semiárido 1a Edição (revisada). Série Água Brasil - Vol. 8. Brasília, DF, MUDANÇAS CLIMÁTICAS E IMPACTOS

33 IMPACTOS DAS MC SOBRE A HIDROLOGIA / SAE RCP 4,5 RCP 8,5

34 REFLEXÕES (OBSERVAÇÕES/ESTUDOS MC) MEIO AMBIENTE: Maior pressão do CLIMA sobre o meio ambiente aumento de áreas susceptíveis à desertificação. RECURSOS HÍDRICOS: Aumento da ETP Redução na Oferta (águas nos reservatórios) Aumento da Demanda da Agricultura Irrigada ::: Redução da Disponibilidade Hídrica Aumento da Temperatura & Secas mais frequentes Impactos sobre a qualidade da água (eutrofização) AGRICULTURA DE SEQUEIRO: Veranicos mais freqüentes e aumento do período seco Aumento da Vulnerabilidade do Setor

35 REFLEXÕES (OBSERVAÇÕES/ESTUDOS MC) PESCA: Períodos críticos nos reservatórios mais freqüentes e a decorrente piora da qualidade de água (eutrofização) Aumento da Vulnerabilidade do Setor. REPENSAR O MODELO DESENVOLVIMENTO: - USO DO RESERVATÓRIO - REGIÕES VULNERÁVEIS - PORTFÓLIO DA ÁGUA

36 REFLEXÕES (OBSERVAÇÕES/ESTUDOS MC) PESCA: Períodos críticos nos reservatórios mais freqüentes e a decorrente piora da qualidade de água (eutrofização) Aumento da Vulnerabilidade do Setor. OUTROS PONTOS: - USO DO RESERVATÓRIO - REGIONALIZAÇÃO (REGIÕES VULNERÁVEIS) - PORTFÓLIO DA ÁGUA (REUSO, DESSALINIZAÇÃO, EFICIÊNCIA,...) REPENSAR O MODELO DESENVOLVIMENTO

37 REFLEXÕES (OBSERVAÇÕES/ESTUDOS MC)

38 REFLEXÕES (OBSERVAÇÕES/ESTUDOS MC)

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