OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE TORRES DE RESFRIAMENTO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE TORRES DE RESFRIAMENTO"

Transcrição

1 OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE TORRES DE RESFRIAMENTO Kelle Roberta de Souza (1) Egeheira Química pela UNIMEP, Especialista em Gestão Ambietal pela UFSCar, Mestre em Egeharia e Tecologia Ambietal pela Uiversidad Léo. Atua como Supervisora de HSEQ a Eka Chemicals do Brasil S.A (grupo Akzo Nobel). Edereço (1) : Rua Itália Burato, 220, Barão Geraldo, Campias/São Paulo, CEP Foe: (xx) RESUMO Na maioria dos processos produtivos, há ecessidade de remover carga térmica de um dado sistema e para isto usa-se, a maior parte dos casos, água como o fluido de resfriameto. Devido à sua crescete escassez e preocupação com o meio ambiete, além de motivos ecoômicos, a água "quete" que sai desses trocadores de calor deve ser reaproveitada. Para tato, ela passa por outro equipameto que a resfria, em geral uma torre chamada torre de resfriameto evaporativo, e retora ao circuito do processo. O objetivo do trabalho foi elaborar um modelo matemático, apoiado os pricípios da programação liear, que permita otimizar a operação de sistemas de resfriameto, levado em cosideração às variáveis e restrições impostas, buscado redução o custo da operação. As codições de operação de uma torre de resfriameto, istalada em um idústria química localizada a cidade de Judiaí foram avaliadas. Foram levatados os dados de volumes de make up, purga de descocetração, evaporação e arraste. Para a avaliação ecoômica o modelo cosiderou valores aleatórios para o custo de captação e tratameto das águas de make up bem como o custo para tratameto e evio do efluete da purga de descocetração para destiação fial. O modelo deve ser usado como uma ferrameta diâmica, sedo ecessária sua costate atualização com os dados de qualidade e dispoibilidade das águas, custos evolvidos, limites máximos permissivos para os cotamiates presetes a água. PALAVRAS-CHAVE: programação liear, torre de resfriameto, otimização, redução de custo, geração de efluetes. INTRODUÇÃO A água é de fudametal importâcia para as idústrias e atualmete é bastate evidete a idispoibilidade do recurso hídrico tato em quatidade como em qualidade. A água comumete chamada de idustrial é utilizada em diversas etapas idustriais e deve ser matida ormalmete à temperatura de 30ºC a 35ºC. Durate os processos a água absorve o calor dos processos, ecessitado, portato ser resfriada para que seu ciclo cotiue. A opção mais comum para a dissipação deste calor são as torres de resfriameto, as quais a água aquecida cai por gravidade detro de um echimeto que assegura uma alta área de cotato com o ar ambiete soprado em cotracorrete por um vetilador. Estes sistemas têm a vatagem da troca térmica eficiete devido ao cotato direto com o ar ambiete que evapora parte da água, que resulta em baixo ivestimeto iicial. Todavia, a água pode ficar cotamiada com partículas em suspesão o ar e por algas e bactérias que proliferam a água mora aerada. Como decorrêcia, as torres de resfriameto exigem tratameto químico costate e a dreagem periódica da água (purga) para evitar a cocetração dos sais motivada pela evaporação da água - que formam icrustações os trocadores de calor dos equipametos resfriados. Desta forma as perdas de água por evaporação e a purga, adicioadas a perdas pelo arraste de gotículas pelo fluxo de ar do vetilador e pelos usuais vazametos a bacia da torre, podem atigir 4% da vazão da água recirculada. É evidete que o alto custo da reposição de água e a ecessidade de tratameto da água dreada aliado às paradas freqüetes para a limpeza de icrustações os trocadores de calor represetam uma limitação ecoômica e ambietal importate. IBEAS Istituto Brasileiro de Estudos Ambietais 1

2 Neste cotexto os coceitos da Programação Liear podem auxiliar a criação de modelos matemáticos que visam a otimização da operação das torres de resfriameto. O modelo buca itegrar as pricipais variáveis que evolvem custos (tratameto da água de make up e tratameto/disposição do efluete da dreagem periódica), qualidade da água (avaliação dos cotamiates em comparação às recomedações) e as quatidades dispoíveis (observado o cumprimetso das outorgas do direito de uso da água). TEXTO PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO Em problemas reais de otimização busca-se maximizar ou miimizar uma quatidade específica, chamada objetivo, que depede de um úmero fiito de variáveis de etrada. As variáveis de etrada podem ser idepedetes umas das outras ou relacioadas uma com as outras por meio de uma ou mais restrições PROGRAMAÇÃO MATEMÁTICA Um problema de programação matemática é um problema de otimização o qual o objetivo e as restrições são expressos como fuções matemáticas e relações fucioais Otimizar : z = f ( x, x,..., x ) g1( x1,,..., x) b1 g 2( x1,,..., x) b2 Sujeito a : = : : g ( x1,,..., x) b 1 2 Equação (1) Equação (2) VARIÁVEIS DE DECISÃO x1,,...,x, são as chamadas Variáveis de Decisão. As variáveis de decisão são aqueles valores que represetam a resposta do problema, e que podemos escolher (decidir) livremete. PROGRAMAÇÃO LINEAR Um problema de programação matemática é liear se a fução objetivo e cada uma das fuções que represetam as restrições forem lieares, isto é, a forma abaixo: f ( x1,,..., x ) f =... + c ( x1,,..., x ) c1x1 + c2 + i ( x1,,..., x ) ai 1x1 + ai2 g = a x i x Equação (3) Equação (4) Equação (5) A SOLUÇÃO ÓTIMA 2 IBEAS Istituto Brasileiro de Estudos Ambietais

3 A Solução Ótima é uma solução viável especial. Detre todas as soluções viáveis, aquela(s) que produzir(em) o valor da fução objetivo otimizado é chamada de ótima. A grade questão é como determiar a solução ótima. O objetivo da PL é determiar etre as soluções factíveis de um problema de otimização, uma que seja a melhor, medida pelo valor da fução objetivo do modelo. Por "melhor" etede-se o maior ou meor valor, depededo se o objetivo é maximizar ou miimizar. A fução a maximizar/miimizar deomia-se fução objetivo (FO) Z = c1x1 + c c x Equação (6) As equações (iequações) deomiam-se restrições. As desigualdades deomiam-se codições de ão egatividade. As variáveis deomiam-se variáveis de decisão. SISTEMA DE RESFRIAMENTO Foram avaliadas as codições de operação de um sistema de resfriameto em uma idústria química, situada a região de Judiaí. A E M Bv T 2 T 1 Torre de Resfriameto R Processo A = Arraste (m 3 /h) E = Evaporação (m 3 /h) Bv = Blow Dow de Válvula (m 3 /h) M = Make-Up (m 3 /h) R = Recirculação (m 3 /h) T 1 = Temperatura da AGR (m 3 /h) T 2 = Temperatura de Retoro (m 3 /h) Figura 1: Esquema de uma torre de resfriameto O QUE PRECISA SER OTIMIZADO? Fução Objetivo: MINIMIZAR O CUSTO DE OPERAÇÃO DA TORRE O que compõe este custo (macro)? Custo de captação + tratameto da água IBEAS Istituto Brasileiro de Estudos Ambietais 3

4 a) Opções de captação x custo a1 afluete do Rio Judiaí (após tratameto - ETA) a2 Rejeito do sistema de osmose reversa (reuso) a3 Poço profudo b) Custo de captação + tratameto da água* Foram baseados os valores de cobraça pelo uso da água e custos evolvidos o tratameto prévio (quado ecessário) para que o recurso seja empregado como água de make up. *Os valores são variáveis, podedo ser modificados para cada situação que se deseja simular. c) Custo de evio de efluete para tratameto descargas de descocetração* Para o modelo foi aplicado o valor médio mesal iformado pela referida idústria. *O valor é uma variável, podedo ser modificados para cada situação que se deseja simular. QUAIS SÃO AS RESTRIÇÕES: Qualidade da água de make up (limites máximos permissíveis para tratameto) Limites estabelecidos pela empresa resposável pela mauteção da operação do sistema de resfriameto a referida idústria química. Estes limites buscam mater a qualidade da água o sistema de resfriameto evitado problemas de iscrustração e corrosão os materiais do circuito. Dispoibilidade do recurso atural em cada fote (Outorga) - Os volumes dispoíveis cosiderados o modelo são as vazões máximas cocedidas em outorga. MONTAGEM DO PROBLEMA Fução Objetivo: Miimizar custo de operação FO=V1.C1+V2.C2+V3.C3.+X4.C4 Variáveis X1: proporção de utilização de água ETA X2: proporção de utilização de água Poço X3: proporção de utilização de água Rejeito X4: volume do dreo Auxiliares / Restrições X1+X2+X3 = 1 X1<=Dispoibilidade água ETA; X2<=Dispoibilidade água poço; X3<=Dispoibilidade água rejeito Make up = Dreo+Evaporação+Arraste, ou seja, M=Bv+E+A X1.M+X2.M+X3.M = M, ou seja, V1+V2+V3=M (ode V=volume) Ciclo de Cocetração (Cc)= Si referecia/si real Dreo (Bv) = E/ (Cc-1), portato X4=E/(Cc-1) Evaporação (E) e Arraste são valores fixos pré-determiados Restrições de Qualidade: X.Cocetração.Cc <= Valor máximo permitido C1,C2,C3,C4 Custos de cada fote RESULTADOS OBTIDOS A Figura 2 apreseta o resultado da simulação as codições estabelecidas. 4 IBEAS Istituto Brasileiro de Estudos Ambietais

5 OTIMIZAÇÃO DA OPERAÇÃO DE TORRE DE RESFRIAMENTO Legeda: Fução Objetivo: R$ 88,47 Variáveis: FO Cálculo Variáveis Defiir valor Miimizar custo (make up + dreo) por m3 X1: make up (ETA), X2: make up (Poço), X3: make up (Rejeito), X4: dreo make up (proporções) m3/h Volumes make up (m3) ETA Poço Rejeito Dreo ETA Poço Rejeito soma 0,98 0,01 0,01 2,7 40,0 0,4 0,3 40,7 1,00 soma Dispoibilidade Custos Evolvidos: make up ETA Poço Rejeito Dreo R$ 2,00 R$ 1,00 R$ - R$ 3,00 Dados de Processo: Ciclo de Cocetração: 14,0 Si Evaporação: 35,0 m3/h Arraste 3,0 m3/h Dreo: 2,7 m3/h Make up (total): 40,7 m3/h Restrições de Qualidade: Opções de Águas* Valores Valores de referêcia Parâmetro Uidade ETA Poço 2 Rejeito OR reais** Turbidez NTU ph s/u 7,2 7,8 7,6 8,0 7,2 Codutividade ms/cm Sílica ppm Alc-T (CaCO3) ppm Dureza-CaCO3 ppm Cloreto ppm Ferro-T ppm 0,2 0,2 0,1 4 3 Sulfato ppm DQO-M ppm Alumíio ppm 0,05 0,1 0,05 1,5 0,7 * Aálises químicas realizadas em laboratório de cotrole de qualidade (Referêcia: Dezembro de 2009) ** Cosiderado-se que todos os parâmetros, exceto ph,alcaliidade e DQO, se cocetram proporcioalmete ao ciclo adotado Figura 2: Resultado da simulação do modelo para otimização da operação do sistema de resfriameto CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES De acordo com a simulação realizada, o modelo buscou reduzir as descargas de cocetração (purgas do sistema), uma vez que este efluete apreseta custo elevado. Para dimiuir este volume, foi ecessário um aumeto o ciclo de cocetração (que este modelo foi limitado pela cocetração de sílica). Embora a água do rejeito do sistema de osmose reversa apresete o meos custo, pois é água de reuso, a mesma teve sua proporção limitada em fução da alta cocetração dos cotamiates. O mesmo se aplicou à água do poço profudo. IBEAS Istituto Brasileiro de Estudos Ambietais 5

6 Sedo assim, a maior proporção idicada foi a da água tratada a estação local, captada em um afluete (córrego CAIC) do Rio Judiaí. A simulação pode ser feita alterado-se diversas variáveis, como: custo do tratameto e captação, volume ecessário, parâmetro de qualidade das águas, limites máximos permitidos para cada sistema, além de dados do projeto e operação da torre de resfriameto, tais como volume de arraste e evaporação. Esta modelo apreseta-se, portato como uma ferrameta simples, mas eficaz para otimização da operação destes sistemas, visado a melhor gestão do recurso hídrico empregado. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Souza, K. R., Otimização da operação da torre de resfriameto da Eka Chemicals do Brasil S.A, Semiário da disciplia IC 724 Otimização de Sistemas Hidráulicos UNICAMP (Faculdade de Egeharia Civil, Arquitetura e Urbaismo). 2. Cortiovis, G. F.; Sog, T. W., Fucioameto de uma torre de resfriameto de água, Revista de Graduação da Egeharia Química, Sao Paulo, SP, v.6,.14, p Hillier & Lieberma, McGraw Hill. Itrodução à Pesquisa Operacioal - 8 edição 6 IBEAS Istituto Brasileiro de Estudos Ambietais

Problema de Fluxo de Custo Mínimo

Problema de Fluxo de Custo Mínimo Problema de Fluo de Custo Míimo The Miimum Cost Flow Problem Ferado Nogueira Fluo de Custo Míimo O Problema de Fluo de Custo Míimo (The Miimum Cost Flow Problem) Este problema possui papel pricipal etre

Leia mais

Faculdade de Engenharia Investigação Operacional. Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu

Faculdade de Engenharia Investigação Operacional. Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu Programação Diâmica Aula 3: Programação Diâmica Programação Diâmica Determiística; e Programação Diâmica Probabilística. Programação Diâmica O que é a Programação Diâmica? A Programação Diâmica é uma técica

Leia mais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Sistemas Eólicos em Propriedades Rurais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Sistemas Eólicos em Propriedades Rurais Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Ecoômica da Implatação de Sistemas Eólicos em Propriedades Rurais Josiae Costa Durigo Uiversidade Regioal do Noroeste do Estado do Rio Grade do Sul - Departameto

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM MICROSOFT EXCEL

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM MICROSOFT EXCEL MATEMÁTICA FINANCEIRA COM MICROSOFT EXCEL 2 OBJETIVO Trasmitir ao participate as formas de evolução do diheiro com o tempo as aplicações e empréstimos e istrumetos para aálise de alterativas de ivestimetos,

Leia mais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Biodigestores em Propriedades Rurais

Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Econômica da Implantação de Biodigestores em Propriedades Rurais Aais do CNMAC v.2 ISSN 1984-820X Modelo Matemático para Estudo da Viabilidade Ecoômica da Implatação de Biodigestores em Propriedades Rurais Eliaa Walker Depto de Física, Estatística e Matemática, DEFEM,

Leia mais

4 Teoria da Localização 4.1 Introdução à Localização

4 Teoria da Localização 4.1 Introdução à Localização 4 Teoria da Localização 4.1 Itrodução à Localização A localização de equipametos públicos pertece a uma relevate liha da pesquisa operacioal. O objetivo dos problemas de localização cosiste em determiar

Leia mais

LAYOUT CONSIDERAÇÕES GERAIS DEFINIÇÃO. Fabrício Quadros Borges*

LAYOUT CONSIDERAÇÕES GERAIS DEFINIÇÃO. Fabrício Quadros Borges* LAYOUT Fabrício Quadros Borges* RESUMO: O texto a seguir fala sobre os layouts que uma empresa pode usar para sua arrumação e por coseguite ajudar em solucioar problemas de produção, posicioameto de máquias,

Leia mais

Sistema Computacional para Medidas de Posição - FATEST

Sistema Computacional para Medidas de Posição - FATEST Sistema Computacioal para Medidas de Posição - FATEST Deise Deolido Silva, Mauricio Duarte, Reata Ueo Sales, Guilherme Maia da Silva Faculdade de Tecologia de Garça FATEC deisedeolido@hotmail.com, maur.duarte@gmail.com,

Leia mais

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Critérios de Valorização e Selecção de Investimentos. Métodos Estáticos

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Critérios de Valorização e Selecção de Investimentos. Métodos Estáticos Aálise de Projectos ESAPL / IPVC Critérios de Valorização e Selecção de Ivestimetos. Métodos Estáticos Como escolher ivestimetos? Desde sempre que o homem teve ecessidade de ecotrar métodos racioais para

Leia mais

Anexo VI Técnicas Básicas de Simulação do livro Apoio à Decisão em Manutenção na Gestão de Activos Físicos

Anexo VI Técnicas Básicas de Simulação do livro Apoio à Decisão em Manutenção na Gestão de Activos Físicos Aexo VI Técicas Básicas de Simulação do livro Apoio à Decisão em Mauteção a Gestão de Activos Físicos LIDEL, 1 Rui Assis rassis@rassis.com http://www.rassis.com ANEXO VI Técicas Básicas de Simulação Simular

Leia mais

APOSTILA MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS

APOSTILA MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA AVALIAÇÃO DE PROJETOS Miistério do Plaejameto, Orçameto e GestãoSecretaria de Plaejameto e Ivestimetos Estratégicos AJUSTE COMPLEMENTAR ENTRE O BRASIL E CEPAL/ILPES POLÍTICAS PARA GESTÃO DE INVESTIMENTOS PÚBLICOS CURSO DE AVALIAÇÃO

Leia mais

1. GENERALIDADES 2. CHEIA DE PROJETO

1. GENERALIDADES 2. CHEIA DE PROJETO Capítulo Previsão de Echetes. GENERALIDADES Até agora vimos quais as etapas do ciclo hidrológico e como quatificá-las. O problema que surge agora é como usar estes cohecimetos para prever, a partir de

Leia mais

a taxa de juros i está expressa na forma unitária; o período de tempo n e a taxa de juros i devem estar na mesma unidade de tempo.

a taxa de juros i está expressa na forma unitária; o período de tempo n e a taxa de juros i devem estar na mesma unidade de tempo. UFSC CFM DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MTM 5151 MATEMÁTICA FINACEIRA I PROF. FERNANDO GUERRA. UNIDADE 3 JUROS COMPOSTOS Capitalização composta. É aquela em que a taxa de juros icide sempre sobre o capital

Leia mais

Carteiras de Mínimo VAR ( Value at Risk ) no Brasil

Carteiras de Mínimo VAR ( Value at Risk ) no Brasil Carteiras de Míimo VAR ( Value at Risk ) o Brasil Março de 2006 Itrodução Este texto tem dois objetivos pricipais. Por um lado, ele visa apresetar os fudametos do cálculo do Value at Risk, a versão paramétrica

Leia mais

CAPÍTULO 8 - Noções de técnicas de amostragem

CAPÍTULO 8 - Noções de técnicas de amostragem INF 6 Estatística I JIRibeiro Júior CAPÍTULO 8 - Noções de técicas de amostragem Itrodução A Estatística costitui-se uma excelete ferrameta quado existem problemas de variabilidade a produção É uma ciêcia

Leia mais

Projetos Agropecuários - Módulo 4 ANÁLISE FINANCEIRA DE INVESTIMENTO

Projetos Agropecuários - Módulo 4 ANÁLISE FINANCEIRA DE INVESTIMENTO Projetos Agropecuários - Módulo 4 ANÁLISE FINANCEIRA DE INVESTIMENTO A parte fiaceira disciplia todas as áreas de uma orgaização que esteja direta ou idiretamete ligadas à tomada de decisão. Todo profissioal

Leia mais

Capitulo 6 Resolução de Exercícios

Capitulo 6 Resolução de Exercícios FORMULÁRIO Cojutos Equivaletes o Regime de Juros Simples./Vecimeto Comum. Descoto Racioal ou Por Detro C1 C2 Cm C1 C2 C...... 1 i 1 i 1 i 1 i 1 i 1 i 1 2 m 1 2 m C Ck 1 i 1 i k1 Descoto Por Fora ou Comercial

Leia mais

Tabela Price - verdades que incomodam Por Edson Rovina

Tabela Price - verdades que incomodam Por Edson Rovina Tabela Price - verdades que icomodam Por Edso Rovia matemático Mestrado em programação matemática pela UFPR (métodos uméricos de egeharia) Este texto aborda os seguites aspectos: A capitalização dos juros

Leia mais

SIMULAÇÃO DO SISTEMA DE ENERGIA DE UM VEÍCULO

SIMULAÇÃO DO SISTEMA DE ENERGIA DE UM VEÍCULO SMULAÇÃO DO SSTEMA DE ENEGA DE UM VEÍULO Luiz Gustavo Gusmão Soeiro Fiat Automóveis luiz.soeiro@fiat.com.br ESUMO O trabalho tem como objetivo viabilizar uma simulação computacioal para se determiar o

Leia mais

O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE li

O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE li O QUE SÃO E QUAIS SÃO AS PRINCIPAIS MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL EM ESTATÍSTICA PARTE li Média Aritmética Simples e Poderada Média Geométrica Média Harmôica Mediaa e Moda Fracisco Cavalcate(f_c_a@uol.com.br)

Leia mais

1.4- Técnicas de Amostragem

1.4- Técnicas de Amostragem 1.4- Técicas de Amostragem É a parte da Teoria Estatística que defie os procedimetos para os plaejametos amostrais e as técicas de estimação utilizadas. As técicas de amostragem, tal como o plaejameto

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA INTRODUÇÃO MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 1 1 Itrodução à Egeharia Ecoômica A egeharia, iserida detro do cotexto de escassez de recursos, pode aplicar

Leia mais

A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagina10.com.br

A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagina10.com.br A seguir, uma demostração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagia10.com.br Matemática comercial & fiaceira - 2 4 Juros Compostos Iiciamos o capítulo discorredo sobre como

Leia mais

Os juros compostos são conhecidos, popularmente, como juros sobre juros.

Os juros compostos são conhecidos, popularmente, como juros sobre juros. Módulo 4 JUROS COMPOSTOS Os juros compostos são cohecidos, popularmete, como juros sobre juros. 1. Itrodução Etedemos por juros compostos quado o fial de cada período de capitalização, os redimetos são

Leia mais

PROFESSOR: SEBASTIÃO GERALDO BARBOSA

PROFESSOR: SEBASTIÃO GERALDO BARBOSA UNESPAR/Paraavaí - Professor Sebastião Geraldo Barbosa - 0 - PROFESSOR: SEBASTIÃO GERALDO BARBOSA Setembro/203 UNESPAR/Paraavaí - Professor Sebastião Geraldo Barbosa - - TÓPICOS DE MATEMÁTICA FINANCIEIRA

Leia mais

Uma Metodologia de Busca Otimizada de Transformadores de Distribuição Eficiente para qualquer Demanda

Uma Metodologia de Busca Otimizada de Transformadores de Distribuição Eficiente para qualquer Demanda 1 Uma Metodologia de Busca Otimizada de Trasformadores de Distribuição Eficiete para qualquer Demada A.F.Picaço (1), M.L.B.Martiez (), P.C.Rosa (), E.G. Costa (1), E.W.T.Neto () (1) Uiversidade Federal

Leia mais

O erro da pesquisa é de 3% - o que significa isto? A Matemática das pesquisas eleitorais

O erro da pesquisa é de 3% - o que significa isto? A Matemática das pesquisas eleitorais José Paulo Careiro & Moacyr Alvim O erro da pesquisa é de 3% - o que sigifica isto? A Matemática das pesquisas eleitorais José Paulo Careiro & Moacyr Alvim Itrodução Sempre que se aproxima uma eleição,

Leia mais

UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE

UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE Debora Jaesch Programa de Pós-Graduação em Egeharia de Produção

Leia mais

Modelando o Tempo de Execução de Tarefas em Projetos: uma Aplicação das Curvas de Aprendizagem

Modelando o Tempo de Execução de Tarefas em Projetos: uma Aplicação das Curvas de Aprendizagem 1 Modelado o Tempo de Execução de Tarefas em Projetos: uma Aplicação das Curvas de Apredizagem RESUMO Este documeto aborda a modelagem do tempo de execução de tarefas em projetos, ode a tomada de decisão

Leia mais

AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL O QUE É AUTOMAÇÃO? O QUE É TELEMETRIA?

AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL O QUE É AUTOMAÇÃO? O QUE É TELEMETRIA? AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL O QUE É AUTOMAÇÃO? Desevolvemos soluções para automação idustrial em idustrias gerais, telecomado e telemetria para supervisão e cotrole remotos, com desevolvimeto e fabricação de

Leia mais

PROTÓTIPO DE MODELO DE DIMENSIONAMENTO DE ESTOQUE

PROTÓTIPO DE MODELO DE DIMENSIONAMENTO DE ESTOQUE ROTÓTIO DE MODELO DE DIMENSIONAMENTO DE ESTOQUE Marcel Muk E/COE/UFRJ - Cetro de Tecologia, sala F-18, Ilha Uiversitária Rio de Jaeiro, RJ - 21945-97 - Telefax: (21) 59-4144 Roberto Citra Martis, D. Sc.

Leia mais

CIRCUITOS SEQUÊNCIAIS

CIRCUITOS SEQUÊNCIAIS Coelh ho, J.P. @ Sistem mas Digita ais : Y20 07/08 CIRCUITOS SEQUÊNCIAIS O que é um circuito it sequêcial? Difereça etre circuito combiatório e sequecial... O elemeto básico e fudametal da lógica sequecial

Leia mais

FORMULAÇÃO DE DIETA DE MÍNIMO CUSTO PARA A BOVINOCULTURA DE LEITE: ANIMAIS NOS DOIS ÚLTIMOS MESES DE GESTAÇÃO

FORMULAÇÃO DE DIETA DE MÍNIMO CUSTO PARA A BOVINOCULTURA DE LEITE: ANIMAIS NOS DOIS ÚLTIMOS MESES DE GESTAÇÃO FORMULAÇÃO DE DIETA DE MÍNIMO CUSTO PARA A BOVINOCULTURA DE LEITE: ANIMAIS NOS DOIS ÚLTIMOS MESES DE GESTAÇÃO Dayse Regia Batistus (UTFPR) batistus@utfpr.edu.br Marcelo Rosa (UTFPR) marcelorosa@aluos.utfpr.edu.br

Leia mais

Séries de Potências AULA LIVRO

Séries de Potências AULA LIVRO LIVRO Séries de Potêcias META Apresetar os coceitos e as pricipais propriedades de Séries de Potêcias. Além disso, itroduziremos as primeiras maeiras de escrever uma fução dada como uma série de potêcias.

Leia mais

Aula 7. Em outras palavras, x é equivalente a y se, ao aplicarmos x até a data n, o montante obtido for igual a y.

Aula 7. Em outras palavras, x é equivalente a y se, ao aplicarmos x até a data n, o montante obtido for igual a y. DEPARTAMENTO...: ENGENHARIA CURSO...: PRODUÇÃO DISCIPLINA...: ENGENHARIA ECONÔMICA / MATEMÁTICA FINANCEIRA PROFESSORES...: WILLIAM FRANCINI PERÍODO...: NOITE SEMESTRE/ANO: 2º/2008 Aula 7 CONTEÚDO RESUMIDO

Leia mais

Matemática Financeira Aplicada

Matemática Financeira Aplicada Séries Periódicas Uiformes Séries Uiformes Postecipadas 0 1 2 3 4 Séries Uiformes Atecipadas 0 1 2 3 4-1 Séries Uiformes Diferidas (atecipada/postecipada) carêcia 0 c c+1 c+2 c+3 Valor Presete das Séries

Leia mais

somente um valor da variável y para cada valor de variável x.

somente um valor da variável y para cada valor de variável x. Notas de Aula: Revisão de fuções e geometria aalítica REVISÃO DE FUNÇÕES Fução como regra ou correspodêcia Defiição : Uma fução f é uma regra ou uma correspodêcia que faz associar um e somete um valor

Leia mais

Neste capítulo, pretendemos ajustar retas ou polinômios a um conjunto de pontos experimentais.

Neste capítulo, pretendemos ajustar retas ou polinômios a um conjunto de pontos experimentais. 03 Capítulo 3 Regressão liear e poliomial Neste capítulo, pretedemos ajustar retas ou poliômios a um cojuto de potos experimetais. Regressão liear A tabela a seguir relacioa a desidade (g/cm 3 ) do sódio

Leia mais

PROBLEMA DE DESLOCAMENTO DE VIATURAS MILITARES PELA REDE FERROVIÁRIA FEDERAL (UMA ABORDAGEM EM PROGRAMAÇÃO LINEAR)

PROBLEMA DE DESLOCAMENTO DE VIATURAS MILITARES PELA REDE FERROVIÁRIA FEDERAL (UMA ABORDAGEM EM PROGRAMAÇÃO LINEAR) PROBLEMA DE DESLOCAMENTO DE VIATURAS MILITARES PELA REDE FERROVIÁRIA FEDERAL (UMA ABORDAGEM EM PROGRAMAÇÃO LINEAR) NEI CARLOS DOS SANTOS ROCHA ALBA REGINA MORETTI 2 LUIZ HENRIQUE DA COSTA ARAÚJO CARLA

Leia mais

O poço de potencial infinito

O poço de potencial infinito O poço de potecial ifiito A U L A 14 Meta da aula Aplicar o formalismo quâtico ao caso de um potecial V(x) que tem a forma de um poço ifiito: o potecial é ifiito para x < a/ e para x > a/, e tem o valor

Leia mais

Pesquisa Operacional

Pesquisa Operacional Faculdade de Egeharia - Campus de Guaratiguetá esquisa Operacioal Livro: Itrodução à esquisa Operacioal Capítulo 6 Teoria de Filas Ferado Maris fmaris@feg.uesp.br Departameto de rodução umário Itrodução

Leia mais

Calendário de inspecções em Manutenção Preventiva Condicionada com base na Fiabilidade

Calendário de inspecções em Manutenção Preventiva Condicionada com base na Fiabilidade Caledário de ispecções em Mauteção Prevetiva Codicioada com base a Fiabilidade Rui Assis Faculdade de Egeharia da Uiversidade Católica Portuguesa Rio de Mouro, Portugal rassis@rassis.com http://www.rassis.com

Leia mais

METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DA APLICAÇÃO DE CHILLERS POR ABSORÇÃO EM PLANTAS REAIS.

METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DA APLICAÇÃO DE CHILLERS POR ABSORÇÃO EM PLANTAS REAIS. 16º POSMEC Uiversidade Federal de Uberlâdia Faculdade de Egeharia Mecâica METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO ECONÔMICA DA APLICAÇÃO DE CHILLERS POR ABSORÇÃO EM PLANTAS REAIS. Gustavo Soares de Almeida Uiversidade

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE PRODUÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS - GPT

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE PRODUÇÃO TÉRMICA E FONTES NÃO CONVENCIONAIS - GPT XX SNPEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E RANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉRICA XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Refe - PE GRUPO GP GRUPO DE ESUDO DE PRODUÇÃO ÉRMICA E FONES NÃO CONVENCIONAIS - GP OBENÇÃO E ANÁLISE

Leia mais

SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO

SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO CAPÍTULO 08 SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO Simplificação Admiistrativa Plaejameto da Simplificação Pré-requisitos da Simplificação Admiistrativa Elaboração do Plao de Trabalho Mapeameto do Processo Mapeameto

Leia mais

nanotecnologia na nossa vida e na soldagem de revestimento E mais: Economia de Energia Automação Aplicativos Android Aplicações Industriais

nanotecnologia na nossa vida e na soldagem de revestimento E mais: Economia de Energia Automação Aplicativos Android Aplicações Industriais ovacao revista iformativa trimestral da Eutectic Castoli º 1-213 aotecologia a ossa vida e a soldagem de revestimeto E mais: Ecoomia de Eergia Automação Aplicativos Adroid Aplicações Idustriais editorial

Leia mais

Módulo 4 Matemática Financeira

Módulo 4 Matemática Financeira Módulo 4 Matemática Fiaceira I Coceitos Iiciais 1 Juros Juro é a remueração ou aluguel por um capital aplicado ou emprestado, o valor é obtido pela difereça etre dois pagametos, um em cada tempo, de modo

Leia mais

1.5 Aritmética de Ponto Flutuante

1.5 Aritmética de Ponto Flutuante .5 Aritmética de Poto Flutuate A represetação em aritmética de poto flutuate é muito utilizada a computação digital. Um exemplo é a caso das calculadoras cietíficas. Exemplo:,597 03. 3 Este úmero represeta:,597.

Leia mais

VIABILIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE UMA USINA DE RECICLAGEM DA CONSTRUÇÃO CIVIL NA CIDADE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS/SP

VIABILIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE UMA USINA DE RECICLAGEM DA CONSTRUÇÃO CIVIL NA CIDADE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS/SP VIABILIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE UMA USINA DE RECICLAGEM DA CONSTRUÇÃO CIVIL NA CIDADE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS/SP Beedito Camilo Corrêa 1, Deivis Cursio 2, Prof. Gilbert Silva 3 1-2-3 UNIVAP/FEAU, Av. Shishima

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E AMBIENTE Instituto do Ambiente PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS DE MEDIÇÃO DE RUÍDO AMBIENTE

MINISTÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E AMBIENTE Instituto do Ambiente PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS DE MEDIÇÃO DE RUÍDO AMBIENTE MINISÉRIO DAS CIDADES, ORDENAMENO DO ERRIÓRIO E AMBIENE Istituto do Ambiete PROCEDIMENOS ESPECÍFICOS DE MEDIÇÃO DE RUÍDO AMBIENE Abril 2003 . Equadrameto O presete documeto descreve a metodologia a seguir

Leia mais

CAPÍTULO 5 CIRCUITOS SEQUENCIAIS III: CONTADORES SÍNCRONOS

CAPÍTULO 5 CIRCUITOS SEQUENCIAIS III: CONTADORES SÍNCRONOS 60 Sumário CAPÍTULO 5 CIRCUITOS SEQUENCIAIS III: CONTADORES SÍNCRONOS 5.1. Itrodução... 62 5.2. Tabelas de trasição dos flip-flops... 63 5.2.1. Tabela de trasição do flip-flop JK... 63 5.2.2. Tabela de

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA

MATEMÁTICA FINANCEIRA MATEMÁTICA FINANCEIRA VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO Notas de aulas Gereciameto do Empreedimeto de Egeharia Egeharia Ecoômica e Aálise de Empreedimetos Prof. Márcio Belluomii Moraes, MsC CONCEITOS BÁSICOS

Leia mais

Matemática Financeira. Ernesto Coutinho Puccini

Matemática Financeira. Ernesto Coutinho Puccini Matemática Fiaceira Eresto Coutiho Puccii Sumário Uidade 1 Coceitos fudametais, juros simples e compostos 1.4 Objetivos... 1.5 Coceitos fudametais... 1.6 Agete ecoômico, Capital... 1.8 Operação fiaceira...

Leia mais

Mário Meireles Teixeira. Departamento de Informática, UFMA. mario@deinf.ufma.br. Técnicas de Modelagem. Técnicas de Avaliação de desempenho.

Mário Meireles Teixeira. Departamento de Informática, UFMA. mario@deinf.ufma.br. Técnicas de Modelagem. Técnicas de Avaliação de desempenho. Simulação Mário Meireles Teixeira Departameto de Iformática, UFMA mario@deif.ufma.br Técicas de Modelagem Técicas de Avaliação de desempeho Aferição Modelagem Protótipos Bechmarcks Coleta de Dados Rede

Leia mais

ANÁLISE DO PERFIL DOS FUNDOS DE RENDA FIXA DO MERCADO BRASILEIRO

ANÁLISE DO PERFIL DOS FUNDOS DE RENDA FIXA DO MERCADO BRASILEIRO III SEMEAD ANÁLISE DO PERFIL DOS FUNDOS DE RENDA FIXA DO MERCADO BRASILEIRO José Roberto Securato (*) Alexadre Noboru Chára (**) Maria Carlota Moradi Seger (**) RESUMO O artigo trata da dificuldade de

Leia mais

Modelagem e Aplicação do Programa ATP para Estudos de Paralelismo nas Redes de Distribuição Atendidas por Subestações de Diferentes Fontes

Modelagem e Aplicação do Programa ATP para Estudos de Paralelismo nas Redes de Distribuição Atendidas por Subestações de Diferentes Fontes a 5 de Agosto de 006 Belo Horizote - MG Modelagem e Aplicação do Programa ATP para Estudos de Paralelismo as Redes de Distribuição Atedidas por Subestações de Diferetes Fotes M.Sc. Daiel P. Berardo AES

Leia mais

VARIAÇÃO DE VELOCIDADE DE MOTORES ELÉCTRICOS

VARIAÇÃO DE VELOCIDADE DE MOTORES ELÉCTRICOS VARIAÇÃO DE VELOCIDADE DE OTORES ELÉCTRICOS ACCIONAENTOS A VELOCIDADE VARIÁVEL Rede Coversor de potecia otor Carga Dispositivo de cotrolo Parâmetros O coversor estático trasforma a eergia eléctrica de

Leia mais

Unidade V - Desempenho de Sistemas de Controle com Retroação

Unidade V - Desempenho de Sistemas de Controle com Retroação Uidade V - Desempeho de Sistemas de Cotrole com Retroação Itrodução; Siais de etrada para Teste; Desempeho de um Sistemas de Seguda Ordem; Efeitos de um Terceiro Pólo e de um Zero a Resposta Sistemas de

Leia mais

Curso MIX. Matemática Financeira. Juros compostos com testes resolvidos. 1.1 Conceito. 1.2 Período de Capitalização

Curso MIX. Matemática Financeira. Juros compostos com testes resolvidos. 1.1 Conceito. 1.2 Período de Capitalização Curso MI Matemática Fiaceira Professor: Pacífico Referêcia: 07//00 Juros compostos com testes resolvidos. Coceito Como vimos, o regime de capitalização composta o juro de cada período é calculado tomado

Leia mais

Redução do Consumo de Água em Sistemas de Água de Resfriamento em Refinarias do Brasil. Nilson de Moura Gondim Petrobras/Abastecimento

Redução do Consumo de Água em Sistemas de Água de Resfriamento em Refinarias do Brasil. Nilson de Moura Gondim Petrobras/Abastecimento Redução do Consumo de Água em Sistemas de Água de Resfriamento em Refinarias do Brasil Nilson de Moura Gondim Petrobras/Abastecimento 28/11/2014 1. INTRODUÇÃO Motivação: A bacia do alto Tietê, abriga uma

Leia mais

Sumário SUMÁRIO 1 CAPÍTULO 1 NOÇÕES DE MATEMÁTICA FINANCEIRA 3 CAPÍTULO 2 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS 12

Sumário SUMÁRIO 1 CAPÍTULO 1 NOÇÕES DE MATEMÁTICA FINANCEIRA 3 CAPÍTULO 2 - ANÁLISE DE INVESTIMENTOS 12 Sumário SUMÁRIO 1 CAPÍTULO 1 NOÇÕES DE MATEMÁTICA FINANCEIRA 3 PARTE 1 - ASPECTOS ECONÔMICOS DOS JUROS 3 PARTE 2 - ASPECTOS FINANCEIROS DOS JUROS 3 PARTE 3 - VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO 6 PARTE 4 DESCONTO

Leia mais

Fundamentos de Bancos de Dados 3 a Prova

Fundamentos de Bancos de Dados 3 a Prova Fudametos de Bacos de Dados 3 a Prova Prof. Carlos A. Heuser Dezembro de 2008 Duração: 2 horas Prova com cosulta Questão (Costrução de modelo ER) Deseja-se projetar uma base de dados que dará suporte a

Leia mais

Esta Norma estabelece o procedimento para calibração de medidas materializadas de volume, de construção metálica, pelo método gravimétrico.

Esta Norma estabelece o procedimento para calibração de medidas materializadas de volume, de construção metálica, pelo método gravimétrico. CALIBRAÇÃO DE MEDIDAS MATERIALIZADAS DE VOLUME PELO MÉTODO GRAVIMÉTRICO NORMA N o 045 APROVADA EM AGO/03 N o 01/06 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Resposabilidade 4 Documetos Complemetes 5 Siglas

Leia mais

Modelo de Nuvens: Modelo de Parcela e unidimensional de tempestades

Modelo de Nuvens: Modelo de Parcela e unidimensional de tempestades Modelo de Nuves: Modelo de Parcela e uidimesioal de tempestades Descrição geral da modelagem umérica Equações básicas que descrevem a parcela de ar: equação movimeto primeira lei termodiâmica equação da

Leia mais

Portanto, os juros podem induzir o adiamento do consumo, permitindo a formação de uma poupança.

Portanto, os juros podem induzir o adiamento do consumo, permitindo a formação de uma poupança. Matemática Fiaceira Deixar de cosumir hoje, visado comprar o futuro pode ser uma boa decisão, pois podemos, durate um período de tempo, ecoomizar uma certa quatia de diheiro para gahar os juros. Esses

Leia mais

Estatística stica para Metrologia

Estatística stica para Metrologia Estatística stica para Metrologia Aula Môica Barros, D.Sc. Juho de 28 Muitos problemas práticos exigem que a gete decida aceitar ou rejeitar alguma afirmação a respeito de um parâmetro de iteresse. Esta

Leia mais

INE 5111- ESTATÍSTICA APLICADA I - TURMA 05324 - GABARITO LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE AMOSTRAGEM E PLANEJAMENTO DA PESQUISA

INE 5111- ESTATÍSTICA APLICADA I - TURMA 05324 - GABARITO LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE AMOSTRAGEM E PLANEJAMENTO DA PESQUISA INE 5111- ESTATÍSTICA APLICADA I - TURMA 534 - GABARITO LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE AMOSTRAGEM E PLANEJAMENTO DA PESQUISA 1. Aalise as situações descritas abaixo e decida se a pesquisa deve ser feita por

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção

Universidade Federal de Santa Catarina Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção Uiversidade Federal de Sata Cataria Programa de Pós-Graduação em Egeharia de Produção UMA METODOLOGIA PARA DETERMINAÇÃO DO PONTO ECONÔMICO DE SUBSTITUIÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE Adriao Araujo de

Leia mais

LIVRETO. Armazenamento de Amostra, Manuseio e Gestão. Um armazenamento de amostra completo e rastreável para o seu laboratório

LIVRETO. Armazenamento de Amostra, Manuseio e Gestão. Um armazenamento de amostra completo e rastreável para o seu laboratório Um armazeameto de amostra completo e rastreável para o seu laboratório LIVRETO Armazeameto de Amostra, Mauseio e Gestão PRODUÇÃO NA HOLANDA E NOS ESTADOS UNIDOS MOLDE POR INJEÇÃO E MONTAGEM EM SALA LIMPA

Leia mais

PRESTAÇÃO = JUROS + AMORTIZAÇÃO

PRESTAÇÃO = JUROS + AMORTIZAÇÃO AMORTIZAÇÃO Amortizar sigifica pagar em parcelas. Como o pagameto do saldo devedor pricipal é feito de forma parcelada durate um prazo estabelecido, cada parcela, chamada PRESTAÇÃO, será formada por duas

Leia mais

SOLUÇÕES e GASES- EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

SOLUÇÕES e GASES- EXERCÍCIOS RESOLVIDOS rof. Vieira Filho SOLUÇÕES e GSES- EXERCÍCIOS RESOLVIDOS SOLUÇÕES. em-se 500g de uma solução aquosa de sacarose (C O ), saturada a 50 C. Qual a massa de cristais que se separam da solução, quado ela é

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA

MATEMÁTICA FINANCEIRA MATEMÁTICA FINANCEIRA Prof. Gilmar Boratto Material de apoio para o curso de Admiistração. ÍNDICE CONCEITOS BÁSICOS...- 2-1- CONCEITO DE FLUXO DE CAIXA...- 2-2-A MATEMÁTICA FINANCEIRA E SEUS OBJETIVOS...-

Leia mais

J. A. M. Felippe de Souza 9 Diagramas de Bode

J. A. M. Felippe de Souza 9 Diagramas de Bode 9 Diagramas de Bode 9. Itrodução aos diagramas de Bode 3 9. A Fução de rasferêcia 4 9.3 Pólos e zeros da Fução de rasferêcia 8 Equação característica 8 Pólos da Fução de rasferêcia 8 Zeros da Fução de

Leia mais

PARABÉNS! ASSISTÊNCIA TÉCNICA DADOS DA EMPRESA. Assistência Técnica Autorizada Cozil MANUAL DE OPERAÇÃO E INSTALAÇÃO

PARABÉNS! ASSISTÊNCIA TÉCNICA DADOS DA EMPRESA. Assistência Técnica Autorizada Cozil MANUAL DE OPERAÇÃO E INSTALAÇÃO A Empresa A Cozil produz equipametos para cozihas profissioais desde 1985. São aproximadamete três décadas de dedicação, seriedade e profissioalismo, ode costatemete vem iovado, aperfeiçoado e produzido

Leia mais

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA Faculdade de Tecnologia da São Sebastião Curso Superior de Tecnologia em Gestão Empresarial

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA Faculdade de Tecnologia da São Sebastião Curso Superior de Tecnologia em Gestão Empresarial CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA Faculdade de Tecologia da São Sebastião Curso Superior de Tecologia em Gestão Empresarial ROBERTO DE ANDRADE ANÀLISE ECONÔMICA PARA SUBSTITUIÇÃO DE EQUIPAMENTO

Leia mais

43º Seminário de Laminação - Processos e Produtos Laminados e Revestidos

43º Seminário de Laminação - Processos e Produtos Laminados e Revestidos OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO DE LAMINAÇÃO CONTROLADA DE CHAPAS GROSSAS ATRAVÉS DA REDISTRIBUIÇÃO DA DEFORMAÇÃO NAS FASES DE ESBOÇAMENTO E ACABAMENTO 1 Atoio Augusto Gori 2 José Herbert Dolabela da Silveira 3

Leia mais

PROVA DE FÍSICA 2º ANO - 2ª MENSAL - 3º TRIMESTRE TIPO A

PROVA DE FÍSICA 2º ANO - 2ª MENSAL - 3º TRIMESTRE TIPO A PROVA DE FÍSICA º ANO - ª MENSAL - º TRIMESTRE TIPO A 0) Aalise a(s) afirmação(ões) abaio e assiale V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s). Um raio lumioso propaga-se do meio A, cujo ídice de

Leia mais

Eletrodinâmica III. Geradores, Receptores Ideais e Medidores Elétricos. Aula 6

Eletrodinâmica III. Geradores, Receptores Ideais e Medidores Elétricos. Aula 6 Aula 6 Eletrodiâmica III Geradores, Receptores Ideais e Medidores Elétricos setido arbitrário. A ddp obtida deve ser IGUAL a ZERO, pois os potos de partida e chegada são os mesmos!!! Gerador Ideal Todo

Leia mais

Fundamentos de Bancos de Dados 3 a Prova

Fundamentos de Bancos de Dados 3 a Prova Fudametos de Bacos de Dados 3 a Prova Prof. Carlos A. Heuser Dezembro de 2007 Duração: 2 horas Prova com cosulta Questão 1 (Costrução de modelo ER - Peso 3) Deseja-se costruir um sistema WEB que armazee

Leia mais

Artículo técnico CVM-NET4+ Cumpre com a normativa de Eficiência Energética. Novo analisador de redes e consumo multicanal Situação actual

Artículo técnico CVM-NET4+ Cumpre com a normativa de Eficiência Energética. Novo analisador de redes e consumo multicanal Situação actual 1 Artículo técico Joatha Azañó Departameto de Gestão Eergética e Qualidade de Rede CVM-ET4+ Cumpre com a ormativa de Eficiêcia Eergética ovo aalisador de redes e cosumo multicaal Situação actual As ormativas

Leia mais

A Elasticidade preço-demanda e a concentração do mercado de cimento no Brasil.

A Elasticidade preço-demanda e a concentração do mercado de cimento no Brasil. A Elasticidade preço-demada e a cocetração do mercado de cimeto o Brasil. Thiago do Bomfim Dorelas * Área de Submissão para o III Ecotro Perambucao de Ecoomia: 3. Teoria Aplicada Edereço: Rua Desembargador

Leia mais

5 Proposta de Melhoria para o Sistema de Medição de Desempenho Atual

5 Proposta de Melhoria para o Sistema de Medição de Desempenho Atual 49 5 Proposta de Melhoria para o Sistema de Medição de Desempeho Atual O presete capítulo tem por objetivo elaborar uma proposta de melhoria para o atual sistema de medição de desempeho utilizado pela

Leia mais

Lista 9 - Introdução à Probabilidade e Estatística

Lista 9 - Introdução à Probabilidade e Estatística UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC Lista 9 - Itrodução à Probabilidade e Estatística Desigualdades e Teoremas Limites 1 Um ariro apota a um alvo de 20 cm de raio. Seus disparos atigem o alvo, em média, a 5 cm

Leia mais

Faculdade Campo Limpo Paulista Mestrado em Ciência da Computação Complexidade de Algoritmos Avaliação 2

Faculdade Campo Limpo Paulista Mestrado em Ciência da Computação Complexidade de Algoritmos Avaliação 2 Faculdade Campo Limpo Paulista Mestrado em Ciêcia da Computação Complexidade de Algoritmos Avaliação 2. (2,0): Resolva a seguite relação de recorrêcia. T() = T( ) + 3 T() = 3 Pelo método iterativo progressivo.

Leia mais

III Simpósio sobre Gestão Empresarial e Sustentabilidade (SimpGES) Produtos eco-inovadores: produção e consumo"

III Simpósio sobre Gestão Empresarial e Sustentabilidade (SimpGES) Produtos eco-inovadores: produção e consumo 4 e 5 de outubro de 03 Campo Grade-MS Uiversidade Federal do Mato Grosso do Sul RESUMO EXPANDIDO COMPARAÇÃO ENTRE REDES NEURAIS ARTIFICIAIS E REGRESSÃO LINEAR MÚLTIPLA PARA PREVISÃO DE PREÇOS DE HORTALIÇAS

Leia mais

Secção 9. Equações de derivadas parciais

Secção 9. Equações de derivadas parciais Secção 9 Equações de derivadas parciais (Farlow: Sec 9 a 96) Equação de Derivadas Parciais Eis chegado o mometo de abordar as equações difereciais que evolvem mais do que uma variável idepedete e, cosequetemete,

Leia mais

5. A nota final será a soma dos pontos (negativos e positivos) de todas as questões

5. A nota final será a soma dos pontos (negativos e positivos) de todas as questões DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA - UFMG PROVA DE ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE SELEÇÃO - MESTRADO/ UFMG - 2013/2014 Istruções: 1. Cada questão respodida corretamete vale 1 (um) poto. 2. Cada questão respodida

Leia mais

Análise no domínio dos tempos de sistemas representados no Espaço dos Estados

Análise no domínio dos tempos de sistemas representados no Espaço dos Estados MEEC Mestrado em Egeharia Electrotécica e de Computadores MCSDI Guião do trabalho laboratorial º 3 Aálise o domíio dos tempos de sistemas represetados o Espaço dos Estados Aálise o domíio dos tempos de

Leia mais

Matemática Financeira. Ernesto Coutinho Puccini

Matemática Financeira. Ernesto Coutinho Puccini 1 Matemática Fiaceira Eresto Coutiho Puccii 2 Copyright 2007. Todos os direitos desta edição reservados ao Sistema Uiversidade Aberta do Brasil. Nehuma parte deste material poderá ser reproduzida, trasmitida

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DA MODELAGEM MATEMÁTICA PARA O ENSINO MÉDIO: ÂNGULO DE VISÃO DAS CORES DO ARCO-ÍRIS

CONTRIBUIÇÕES DA MODELAGEM MATEMÁTICA PARA O ENSINO MÉDIO: ÂNGULO DE VISÃO DAS CORES DO ARCO-ÍRIS CONTRIBUIÇÕES DA MODELAGEM MATEMÁTICA PARA O ENSINO MÉDIO: ÂNGULO DE VISÃO DAS CORES DO ARCO-ÍRIS Profª. Drª. Vailde Bisogi UNIFRA vailde@uifra.br Prof. Rodrigo Fioravati Pereira UNIFRA prof.rodrigopereira@gmail.com

Leia mais

CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA

CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA CAPÍTULO 5 - INTRODUÇÃO À INFERÊNCIA ESTATÍSTICA 5. INTRODUÇÃO É freqüete ecotrarmos problemas estatísticos do seguite tipo : temos um grade úmero de objetos (população) tais que se fossem tomadas as medidas

Leia mais

Planejamento da Irrigação com Uso de Técnicas de Otimização

Planejamento da Irrigação com Uso de Técnicas de Otimização 4 Revista Brasileira de Agricultura Irrigada v.,., p.4 49, 007 Fortaleza, CE, INOVAGRI http://.iovagri.org.br Protocolo 00.07 9//007 Aprovado em 09//007 Plaejameto da Irrigação com Uso de Técicas de Otimização

Leia mais

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS E A SEGURANÇA DO ALIMENTO: UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA NA CADEIA EXPORTADORA DE CARNE SUÍNA

GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS E A SEGURANÇA DO ALIMENTO: UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA NA CADEIA EXPORTADORA DE CARNE SUÍNA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS E A SEGURANÇA DO ALIMENTO: UMA PESQUISA EXPLORATÓRIA NA CADEIA EXPORTADORA DE CARNE SUÍNA Edso Talamii CEPAN, Uiversidade Federal do Rio Grade do Sul, Av. João Pessoa, 3,

Leia mais

Precificação de opções flexíveis com barreiras por meio de árvores binomiais

Precificação de opções flexíveis com barreiras por meio de árvores binomiais Artigo técico Precificação de opções flexíveis com barreiras por meio de árvores biomiais Rudii Meezes Sampaio Edso Costa Bigotto Neste artigo, apreseta-se metodologia de precificação para diversos tipos

Leia mais

Universidade Federal do Maranhão Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Física

Universidade Federal do Maranhão Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Física Uiversidade Federal do Marahão Cetro de Ciêcias Exatas e Tecologia Coordeação do Programa de Pós-Graduação em Física Exame de Seleção para Igresso o 1º. Semestre de 2011 Disciplia: Mecâica Clássica 1.

Leia mais

MAN TeleMatics. O caminho para uma frota eficiente.

MAN TeleMatics. O caminho para uma frota eficiente. Dowloadig % 99 SYSTEM Dowloadig % 71 % 25 Dowloadig % 25 % 16 % 88 START % 29 % 06 Dowloadig % 34 Dowloadig % 23 % 16 % 48 % 65 Dowloadig % 75 Dowloadig % 23 MAN TeleMatics. O camiho para uma frota eficiete.

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA E ENGENHARIA ECONÔMICA: a teoria e a prática

MATEMÁTICA FINANCEIRA E ENGENHARIA ECONÔMICA: a teoria e a prática UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Roberta Torres MATEMÁTICA FINANCEIRA E ENGENHARIA ECONÔMICA: a teoria e a prática Trabalho de Coclusão de Curso submetido ao Curso de Matemática Habilitação Liceciatura

Leia mais

Disciplina: Séries e Equações Diferenciais Ordinárias Prof Dr Marivaldo P Matos Curso de Matemática UFPBVIRTUAL matos@mat.ufpb.br

Disciplina: Séries e Equações Diferenciais Ordinárias Prof Dr Marivaldo P Matos Curso de Matemática UFPBVIRTUAL matos@mat.ufpb.br Disciplia: Séries e Equações Difereciais Ordiárias Prof Dr Marivaldo P Matos Curso de Matemática UFPBVIRTUAL matos@mat.ufpb.br Ambiete Virtual de Apredizagem: Moodle (www.ead.ufpb.br) Site do Curso: www.mat.ufpb.br/ead

Leia mais

Otimização e complexidade de algoritmos: problematizando o cálculo do mínimo múltiplo comum

Otimização e complexidade de algoritmos: problematizando o cálculo do mínimo múltiplo comum Otimização e complexidade de algoritmos: problematizado o cálculo do míimo múltiplo comum Custódio Gastão da Silva Júior 1 1 Faculdade de Iformática PUCRS 90619-900 Porto Alegre RS Brasil gastaojuior@gmail.com

Leia mais