GRUPO JALLES MACHADO INVESTE R$ 410 MILHÕES. Pró-Industrial

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1 GRUPO JALLES MACHADO INVESTE R$ 410 MILHÕES Pró-Industrial ADIAL - Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás Setembro ANO IV - Nº 24 ADIAL Informa - Plano Brasil Maior PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF LANÇOU POLÍTICA INDUSTRIAL PARA O BRASIL PARA OS PRÓXIMOS TRÊS ANOS. CONFIRA PONTOS POSITIVOS E NEGATIVOS DO PROGRAMA PEDRO BITTAR: A BOA GESTÃO DEFINIRÁ OS SOBREVIVENTES

2 PRÓ INDUSTRIAL Pró-Industrial Expediente Presidente do Conselho de Administração Cesar Helou Vice Presidente Financeiro Rodrigo Penna de Siqueira Conselho Nato Cyro Miranda Gifford Júnior, José Alves Filho e Alberto Borges de Souza Vices Presidentes e Conselheiros Geraldo José Bruini, Nelson Vas Hacklauer, Alberto Borges de Souza, Maximiliani Liubomir Slivnik, Vanderlan Vieira Cardoso, Sandro Antônio Scodro, Carmello Paole, Heribaldo Egídio da Silva, Paulo Sérgio Guimarães Santos, Pedro Henrique Pessoa Cunha, Heno Jácomo Perillo, Marco Aurélio Limírio Gonçalves, José Ba sta Júnior, Nelson Kowalski, José Alves Filho, Domingos Vilefort Orzil, Alfredo Ses ni Filho, Carlos Luciano Ribeiro, Rivas Rezende, Juliana Nunes e Igor Montenegro. Diretor Execu vo Edwal Freitas Por lho Chequinho Projeto Gráfico e Diagramação Contemporânea Produção ADIAL Rua Dr. Olinto Manso Pereira, 837, 4º andar Ed. Rizzo Plaza Setor Sul, Goiânia Goiás. CEP: Fone: (62) Sumário EDITORIAL Goiás na História da Indústria Brasileira 2. //PLANEJAMENTO Plano Brasil Maior 3 7. //ENTRE VISTA Pedro Bi ar //GESTÃO Engenheiro de Produção 11. //OPINIÃO Neuza Maêve 12. //MARCAS Registro de Patentes 13. //NOTAS INDUSTRIAIS Reuniões, eventos e FCO 14. //MARKETING & NEGÓCIOS Novidades na indústria 15. //LEITURA Livros Empresariais 18. //ARTIGO Lucas Bevilacqua 19. //ARTIGO Cesar Helou 20. Pró-Industrial [2 ] Editorial Goiás na história da indústria brasileira Aeconomia goiana apresentou no primeiro semestre um comportamento maduro e, mesmo considerando ser um ano de transição no setor público estadual e federal onde sempre ocorrem ajustes naturais, registrou crescimento nos principais indicadores em praticamente todos setores vendas internas e externas, empregos e novos investimentos. Nenhum setor privado da economia consegue se descolar completamente do setor público, pois é preciso haver sintonia e políticas de desenvolvimento compartilhadas para que a expansão siga rumos planejados e sustentáveis por longos períodos. No entanto, na medida em que alguns segmentos do setor ganham ritmo de expansão e robustez, como ocorre hoje com boa parte da indústria goiana, a sua expansão reduz a dependência direta da mão invisível do Estado, como dizia Adam Smith, e passa a ser contribuinte do próprio Estado no desenvolvimento local. Hoje Goiás diversificou seu parque fabril, o que o protege relativamente de intempéries que os setores da economia estão sujeitos e faz com que novos setores ou setores complementares da cadeia produtiva se formem ao redor das unidades de produção. Goiás se preparou nas últimas três décadas para esta evolução que será muito maior no futuro. Goiás escreve seu nome no grande livro da indústria brasileira. Goiás é um capítulo à parte na história da recente industrialização do Brasil. A ADIAL (Associação Pró Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás) se orgulha de ter construído, ao lado do empresário goiano e com muito trabalho, esta obra. Convidamos o industrial a conhecer e a participar da ADIAL, para juntos colaborar e pensar o setor em Goiás. Participe desta história JALLES MACHADO

3 PLANEJAMENTO Presidente Dilma Rousseff durante evento de lançamento do Plano Brasil Maior: Este é um plano estratégico da nação Plano Brasil Maior tenta evitar desindustrialização GOVERNO DILMA LANÇA PLANO BRASIL MAIOR E PREVÊ DESONERAÇÃO DE R$ 25 BILHÕES. PACOTE DÁ ATENÇÃO AOS SETORES QUE SOFREM EFEITO DO CÂMBIO Para minimizar o impacto da valorização do real frente ao dólar e dar maior competitividade ao produto brasileiro, o governo Dilma Rousseff lançou no início de agosto o Plano Brasil Maior, a nova política industrial para o período de 2011 a Com o plano, o governo pretende dar compensações efetivas para o setor e evitar a desindustrialização, que, em vários setores, vem ocorrendo. O pacote de medidas, encarado como arremedo de política industrial, inclui a devolução de impostos e financiamento a exportadores, desoneração de folha de pagamento para setores intensivos em mão de obra e política tributária para montadoras. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) prevê, com as novas medidas, desoneração tributária de R$ 25 bilhões em dois anos. Para proteger os setores mais sensíveis ao câmbio e à concorrência internacional, o governo incluiu a redução 25 bi É o tamanho da desoneração prometida pelo plano Brasil Maior para os próximos dois anos. (a zero) da alíquota previdenciária de 20%. Entre os setores contemplados estão confecções, calçados, móveis e softwares. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi escolhido como âncora da área financeira do Plano Brasil Maior. A carteira de inovação foi ampliada em R$ 2 bilhões com taxa de 4% a 5% ao ano. "Frente a um cenário internacional ainda marcado pela incerteza, é preciso atravessar fronteiras e enfrentar a competição no mercado global, conquistar liderança tecnológica em setores estratégicos; internacionalizar as nossas empresas e enraizar aqui as estrangeiras", diz trecho da apresentação do programa publicado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Dilma Rousseff instalou ainda o novo Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI). O novo comitê de discussão é formado por 13 ministros, pelo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e por 14 representantes da sociedade civil. Dentre as medidas, foi determinado com o Plano Brasil Maior a devolução imediata de créditos do PIS Cofins sobre bens de capital. O prazo já havia sido reduzido de 48 meses para 24 meses e, atualmente, estava em em 12 meses. Confira mais detalhes do Plano Brasil Maior nas páginas seguintes. Pró-Industrial [ 3 ]

4 PLANEJAMENTO Pacote fiscal e monetário O governo Dilma Rousseff percebeu a crise chegar no monitor em junho julho. Os números, que chegam primeiro na mesa do Poder Executivo federal, assustaram. Aumento da inadimplência do consumidor, leve redução em investimentos e, o pior de todos, desaceleração do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado agora, há duas semanas. Pelas ações implantadas pelo governo em agosto setembro, o governo resolveu mudar o rumo das políticas monetária e fiscal, faltando apenas uma ação mais agressiva na área cambial para concretizar alteração, mesmo que gradual, de toda política econômica do governo Dilma. Pelo lado fiscal, o governo anunciou programas de corte de gastos de mais R$ 10 bilhões até o final do ano, além de desonerar a produção por meio do Brasil Maior. Pelo lado monetário, o Banco Central com ou sem pressão do governo reduziu a taxa básica de juros de 12,5% ao ano para 12% ao ano. NOVA POLÍTICA INDUSTRIAL DO PAÍS Confira abaixo as principais medidas do Brasil Maior anunciado pela presidente Dilma Rousseff em agosto Período de vigência do plano: Devolução imediata de créditos de PIS Cofins sobre bens de capital o prazo já havia sido reduzido de 48 meses para 24 meses e, posteriormente, para os atuais 12 meses. Processamento automático dos pedidos de ressarcimento e o pagamento em 60 dias para empresas com escrituração fiscal digital a partir de outubro deste ano. A partir de março de 2012, a escrituração digital será obrigatória. Agilidade nos pedidos de ressarcimento dos 116 maiores exportadores que somam R$ 13 bilhões. Extensão, por mais 12 meses, da redução de IPI sobre bens de capital, material de construção, caminhões e veículos comerciais. O Reintegra (Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras) irá devolver ao exportador de bens industrializados 0,5% da receita da exportação, nos mesmos moldes da restituição do Imposto de Renda. Porcentual pode chegar a 4%. O valor em espécie será depositado na conta do exportador, mas pode ser usado para quitar débitos junto à Receita Federal. Reduz a zero a alíquota de 20% para o INSS de setores sensíveis ao câmbio e à concorrência internacional e intensivos em mão de obra, como confecções, calçados, móveis e softwares. Em contrapartida, cobra uma contribuição sobre o faturamento com alíquota a partir de 1,5% de acordo com o setor. Fixa margem de preferência de até 25% nos processos de licitação para produtos manufaturados e serviços nacionais que atendam às normas técnicas brasileiras. Amplia número de investigadores de medidas antidumping do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que passará de 30 para 120. O prazo de investigação antidumping será reduzido de 15 meses para 10 meses e, para aplicação de direito provisório, cairá de 240 para 120 dias. Negociará no Mercosul a flexibilização da administração das alíquotas de importação. Para fazer frente à ampliação do número de produtos certificados, o Inmetro terá sua estrutura modernizada e ampliada. Inmetro passa a atuar em aeroportos e portos para atestar a qualidade das mercadorias importadas. Um novo regime automotivo, mas os benefícios ainda estão em estudo. Envolve veículos acabados e autopeças. BNDES terá papel de relevo no financiamento à inovação e ao investimento. Uma das principais medidas nesta área é a concessão de crédito de R$ 2 bilhões à Finep para ampliação da carteira de inovação da instituição. O Programa de Sustentação do Investimento (PSI), com orçamento de R$ 75 bilhões, será estendido até dezembro de O BNDES Revitaliza terá R$ 6,7 bilhões e incluirá um novo setor: o de autopeças. Pró-Industrial [ 4 ]

5 PLANEJAMENTO As 10 metas da Dilma Juntamente com a política industrial, Dilma Rousseff apresentou o plano de metas para o período. Dentre as metas do Brasil Maior estão a elevação da taxa de investimentos sobre o Produto Interno Bruto (PIB) de 18,4% em 2010 para 22,4% até 2014 e redução do déficit de manufaturados na balança comercial de 2,4% para 1,3% do PIB. Em 2008, ano de anúncio da última política industrial, o projetado para investimento fixo era passar de 19% para 21% do PIB. Lula entregou a Dilma resultado inferior ao de três anos atrás, com taxa de investimento de 18,4% do PIB. O plano chega num momento em que vários países tentam enfraquecer suas moedas para ganhar competitividade no mercado global, diante de uma economia enfraquecida. Com o real entre as moedas mais valorizadas do mundo, o setor empresarial tem pressionado para que o governo tome medidas. A presidente Dilma Rousseff afirmou que o Brasil tem dois obstáculos a vencer: o câmbio desequilibrado e a diversificação da pauta de exportação para manufaturados com maior valor agregado. Para isso, segundo ela, é preciso inovar e investir em pesquisa e desenvolvimento. Este é o momento certo de agregação de valor. A presidente afirmou que o programa Brasil Maior é o governo fazendo a sua parte, mas também um chamamento da indústria. Este é um plano estratégico da nação. Segundo ela, o momento exige do Brasil coragem e ousadia para enfrentar as turbulências no cenário econômico internacional. 58 mil é a meta do governo federal para micro, pequena e média empresas inovadoras. Hoje são 37,1 mil. TAREFA DE CASA Conheça as dez metas do plano Brasil Maior 1. Ampliar o investimento fixo em % do PIB Posição Base (2010): 18,4% Meta: 22,4% 2. Elevar dispêndio empresarial em P&D em % do PIB Posição Base (2010): 0,59% Meta: 0,90% (Meta conjunta com PACTI) 3. Aumentar qualificação de RH: % dos trabalhadores da indústria com pelo menos nível médio Posição Base (2010): 53,7% Meta: 65% 4. Ampliar valor agregado nacional: aumentar Valor da Transformação Industrial/ Valor Bruto da Produção (VTI/VBP) Posição Base (2009): 44,3% Meta: 45,3% 5. Elevar % da indústria intensiva em conhecimento: VTI da indústria de alta e média alta tecnologia/vti total da indústria Posição Base (2009): 30,1% Meta: 31,5% 6. Fortalecer as MPEs: aumentar em 50% o número de MPEs inovadoras Posição Base (2008): 37,1 mil Meta: 58,0 mil 7. Produzir de forma mais limpa: diminuir consumo de energia por unidade de PIB industrial (consumo de energia em tonelada equivalente de petróleo/tep por unidade de PIB industrial) Posição Base (2010): 150,7 tep/ R$ milhão Meta: 137,0 tep/ R$ milhão (estimativa a preços de 2010) 8. Diversificar exportações e promover a internacionalização de empresas: diminuir o déficit da balança comercial manufatureira Posição Base (2010): 2,4% do PIB (semi e manufaturados) Meta: 1,3% do PIB 9. Elevar participação nacional nos mercados de tecnologias, bens e serviços para energias: aumentar Valor da Transformação Industrial/ Valor Bruto da Produção (VTI/VBP) dos setores ligados a energia Posição Base (2009): 61,1% Meta: 63% 10. Ampliar acesso a bens e serviços para qualidade de vida: ampliar o número de domicílios urbanos com acesso a banda larga (PNBL) Posição Base (2010): 13,8 milhões Meta: 40 milhões de domicílios (Meta PNBL) Pró-Industrial [ 5 ]

6 PLANEJAMENTO Todo plano industrial é um exercício evolutivo. Seu sucesso requer capacidade política do Poder Executivo para adaptar a teoria (próprio projeto) à prática que é sua aplicabilidade nas empresas. Muitos projetos morrem após o foguetório da cerimônia de lançamento pois nascem com apenas um objetivo, ser lançado. O empresariado espera que não seja o caso da política industrial do governo Dilma Rousseff. Com o objetivo de promover estes ajustes, já nas primeiras semanas após o seu lançamento, industriais já estão se reunindo com o governo para informar que a alíquota de 1,5% sobre o faturamento bruto, criada para substituir a contribuição patronal sobre a folha de pagamento, é irreal. Alguns setores beneficiados (calçadista, moveleiro e têxtil) alegam que a fórmula do governo federal, em várias situações, não representa desoneração Carlos Alberto/Agecom Produção de calçados no Brasil sofre forte concorrência de produtos importados Tributação sobe em vez de desonerar real, mas sim pagamento a maior de imposto. O inverso do que prometeu a presidente, reclama um empresário que pediu para não se identificar. Para líderes do setor industrial, falha simples como esta expõe o açodamento com que o plano foi fechado. As alíquotas, por exemplo, foram decididas pouco antes do anúncio do plano, como foi amplamente divulgado na imprensa. Aliás, a presidente Dilma Rousseff teria cobrado asperamente mais ousadia do Ministério da Fazenda, que estava conservador como sempre na proposta de desoneração. Com certeza, muitos pontos e decisões não foram satisfatoriamente simulados e terão ocorrências como esta de alíquota que onera ao invés de desonerar. A política industrial da Dilma Rousseff gerou chiadeira de outros PARA NÃO ESQUECER A última política de incentivos industriais lançada no Brasil havia sido em 2008, para encerrar em 2010, pelo governo Lula. O Plano de Desenvolvimento Produtivo (PDP) fechou seu ciclo sem cumprir nenhuma das quatro principais metas no último ano. A meta estabelecida de 21% do Produto Interno Bruto de taxa de investimento fixo ficou perto de 19%. O investimento privado com pesquisa em desenvolvimento de tecnologia não passou dos 0,5% do PIB, abaixo dos 0,65% traçados como meta por Lula. Outro índice que ficou longe de ser alcançado foi a ampliação em 10% no número de micro e pequenas empresas exportadoras. Em razão da crise de , a quantidade de MPEs retraiu 4%. Uma meta que foi parcialmente alcançada foi a ampliação da participação do Brasil no comércio global para 1,25%. No entanto, ocorreu por caminho contrário ao planejado, que foi a ampliação da venda de produtos primários e não os industrializados. Ou seja, o PDP do governo Lula ficou aquém do planejado. países. Estados Unidos e União Europeia já se posicionaram como preocupados com o plano industrial de Dilma, alegando que podem entrar com pedido de investigação na Organização Mundial do Comércio (OMC) por suspeita de prática de subsídios à indústria nacional. Pela regra do órgão, isenções de impostos e outras medidas para incentivar as exportações podem ser consideradas ilegais e provocar punições ao País. China e Índia também estão sendo alvo de monitoramento. Para os estrangeiros, a devolução de PIS/Cofins a exportadores brasileiros, o fundo de financiamento para exportação, a desoneração de setores específicos e o regime diferenciado ao setor automotivo, anunciados na política industrial em agosto, têm potencial para punição. Pró-Industrial [ 6 ]

7 PLANEJAMENTO análise Exportamos empregos É o terceiro plano industrial do Brasil em uma década. A expectativa é sempre positiva, pois os empresários brasileiros, além de dedicados ao que fazem, são otimistas por natureza. No entanto, a cada plano industrial, como o Plano Brasil Maior se propõe, o governo faz ajustes pontuais, mas não age diretamente nas feridas mais profundas da economia. Mesmo nas metas traçadas, o avanço é limitado por travas internas (políticas monetária e fiscal) ou externas (crise de mercado). O atual plano industrial passa longe de trazer mínimas soluções para a elevada carga tributária do setor apesar de desonerações a alguns segmentos e dos gargalos da infraestrutura. O País vive um processo de desindustrialização. Há cinco anos, o saldo comercial com o exterior era positivo em US$ 5,3 bilhões. No ano passado, fechou com um gigante déficit US$ 71,1 bilhões. O País acumula um prejuízo que transcende o produto em si. Não representa perda de venda, mas perda de produção, fábricas e empregos. É um retrato da desindustrialização, forçada por gargalos que só se ampliam, por um maior número de competidores e um câmbio desfavorável. O discurso dos industriais não é retórico. O governo demorou a abrir os olhos para essa enxurrada de importados industrializados, que pode chegar neste ano a um déficit de US$ 100 bilhões. Só com este volume de importados, geramos 1 milhão de empregos em indústrias no exterior. São empregos que fazem falta no Brasil e que por falta de ação governamental adequada, foram migrados ou fortalecidos em indústrias fora do País. Com o câmbio neste patamar, a situação se complica. O País poderia estar exportando produtos, mas hoje, exportamos também empregos.felizmente, Goiás tem crescido acima da média nacional e, no ranking do emprego, tem ficado entre os três maiores Estados que abrem novas vagas a trabalhadores no País. E a economia mundial hoje está fundamentada em algumas prioridades e necessidades de futuro. Os países ricos, por exemplo, não conseguem fazer suas economias crescerem, pois não deram a devida atenção ao mercado interno e a suas fontes alimentadoras como emprego e renda. Com economias exportadoras de empresas e empregos, estes países Pró-Industrial [ 7 ] hoje não se sustentam. São economias recessivas e caras por natureza. O Brasil, que hoje comemora resultados excelentes de mercado interno e de geração de empregos, precisa ter um zelo diferenciado com estas variáveis. Deixar que empregos sejam pacificamente transferidos por pura falta de competitividade é infantilismo econômico. Exemplos de erros não faltam, não podemos errar da mesma forma. Segundo o economista José Pastore, em agosto de 2001, precisamos intensificar as exportações com capital agregado. Patinamos uma década. Pouco foi feito. E, o que se realizou, foi mais pela força e investimento do capital privado. Não se defende dinheiro público para negócios privados, mas é preciso expandir a cultura exportadora no empresário local com maior agilidade. Muito de nossa exportação está relacionada às multinacionais que inspiram e estimulam mais as empresas brasileiras que seu próprio governo. Como destacou Pastore, cada país tende a exportar os fatores que têm em abundância e, no caso do Brasil um desses fatores é a mão de obra. Os entraves às exportações têm conspirado seriamente contra a criação de empregos. Isso ele já dizia em Será que vamos continuar a repetir os mesmo problemas em 2021? Pensemos sobre isso.

8 ENTREVISTA Pedro Bittar Presidente do Movimento Goiás Competitivo (MGC) Pró-Industrial [ 8 ]

9 ENTREVISTA Goiás precisa avançar em gestão, privada e pública Quando diminuir a euforia da atual expansão da economia brasileira, alguns negócios sofrerão mais do que os outros. Essa é a avaliação do empresário e presidente do Movimento Goiás Competitivo (MGC), Pedro Bittar. Alguns vão sofrer mais e, infelizmente, alguns não conseguiram, com a atual gestão que adotam em suas empresas, sobreviver a um forte repique. Pedro Bittar conta da relação com Jorge Gerdau, fundador do MBC, dos projetos de melhoria de gestão que a organização que preside tem no Estado com os setores público e privado. Confira a seguir: O que é o Movimento Goiás Competitivo? Em junho de 2005, o Fórum Empresarial de Goiás, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae GO) e o Fórum dos trabalhadores, além do governo estadual, assinaram o Protocolo de Intenções, manifestando o interesse e registrando a iniciativa de unir esforços par melhorar a competitividade do Estado. Goiás foi praticamente o último Estado a ter seu movimento pela competitividade na gestão privada e pública. A organização tem caráter privado, ou seja, não é ligada ou depende diretamente de agentes públicos. Na verdade, soma 17 entidades empresariais que fazem parte do seu Conselho Superior além de ser subordinada a um movimento nacional, o Movimento Brasil Competitivo (MBC). O papel do MGC é promover ações de estimulo e fomento à melhoria dos níveis de produtividade e qualidade das organizações, visando o desenvolvimento de Goiás e promovendo a criação de um padrão goiano de gestão que seja reconhecido como sinônimo de confiabilidade. Na área privada, qual o principal evento do MGC? No início do MGC, há seis anos, lançamos o Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas (MPE Brasil) edição de Goiás. Foram cerca de 40 inscritos. Hoje, na edição 2011, em Goiás, são mais de participantes. A iniciativa reconhece o desempenho da gestão de micro e pequenas empresas que se destacaram na etapa estadual do Prêmio, realizada em todos os estados brasileiros. Desde 1978, quando tinha 15 anos de idade, sou industrial. Comecei com uma pequena indústria de alimentação industrial. Sei o quanto falta apoio e as deficiências na gestão continuam enormes. O Prêmio MPE Brasil é uma iniciativa que tenta disseminar a gestão, o acesso e consultoria gratuitos. Fazem parte do projeto os movimentos estaduais, o Movimento Brasil Competitivo (MBC), o Sebrae, a Gerdau criadora do MBC e a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). As candidatas são avaliadas pela excelência da gestão e a capacidade empreendedora do seu gestor, mas todos participantes ganham uma consultoria gratuita de avaliação do projeto de gestão inscrito. Qual o diagnóstico que o MGC faz hoje de Goiás? A situação não é positiva. Analisando projetos privados há 6 anos e públicos há alguns meses, pois o MBC fechou parceria de trabalho com o governo de Goiás, podemos dizer que existe, nas duas áreas, boa Pró-Industrial [ 9 ]

10 ENTREVISTA É uma pessoa (Jorge Gerdau) que deveria ser mais vista e ouvida por todos. Mas, ao contrário de tantos boçais que temos por aí, ele não faz para aparecer vontade, mas falta tecnologia e especialização. Em resumo, tem muito improviso. Goiás precisa avançar muito em gestão, nos setores público e privado. Mesmo grandes empresas, onde se espera mais investimentos e resultados melhores, gestão tem avançado faz pouco tempo e os resultados, guardadas às proporções, são de média e baixa qualidade. Poderia ser melhor, mas gestão é colocado em um segundo plano. E qual a importância da gestão? O Brasil tem crescido. Todos estão crescendo, mas nem todos permaneceram grandes ou em evolução. Quem tiver as melhores tecnologias de gestão, controle de custos, planejamento estratégico, quem realmente conhecer os meandros de sua empresa vai superar qualquer repique de expansão. Este é o momento de se preocupar em melhorar os processos internos e não durante uma eventual crise ou desaquecimento da economia. Quem quiser ser grande no futuro, quando a concorrência e a luta pelo cliente deve se afunilar, deve cuidar da sua empresa agora e não no futuro. O presente, definitivamente, vai definir quem terá futuro. É essa base de empresas que buscam a excelência em gestão e competitividade, sejam elas pequenas, médias ou grandes, que vão direcionar e continuar crescendo. Esse crescimento não é eterno. Mas essa busca de melhor gestão já afeta para melhor a qualidade dos fundamentos econômicos do Brasil. Isso é uma vitória e tem, novamente, o setor privado como indutor. Qual o papel do Jorge Gerdau? O Jorge Gerdau é o timoneiro da gestão no País. Um dos mais bem sucedidos empresários, o Gerdau é um estudioso e educador em gestão. Criou o MBC, ampliou a todos Estados, e, como é do caráter dos grandes líderes, não faz uma linha de propaganda disso. Não faz por vaidade, faz por ideal, faz por acreditar ser este o rumo do País. Nos falamos constantemente e cada conversa é uma aula de brasilidade. É uma pessoa que deveria ser mais vista e ouvida por todos. Mas, ao contrário de tantos boçais que temos por aí, ele não faz para aparecer. E os resultados são muito maiores do que marketing. São resultados reais. Quais são esses resultados? Por exemplo, o Programa Modernizando a Gestão Pública (PMGP). O projeto já foi executado nos poderes executivos de 11 estados, oito municípios, além de um Ministério e dois órgãos do poder judiciário, alcançando a marca dos R$ 14,2 bilhões em aumento de receitas e otimização de despesas nas cidades e Estados onde foi implementado. No total, estes órgãos e governos investiram R$ 74,4 milhões. A relação custo x benefício do Programa aponta que para cada R$ 1 investido, o retorno global foi de R$ 188,28. Outro ponto relevante é que não é o governo que investe. Boa parte destes R$ 74,4 milhões veio de doações de empresas privadas, que tem acesso semanal e balanços mensais aos gastos bem detalhados dos programas. Em Goiás tem o PMPG? Com significativo envolvimento do empresariado e das lideranças goianas, o projeto já conseguiu captar um total aproximado de R$ 16 milhões que deverão ser usados na contratação de empresas de consultoria para a elaboração de propostas e métodos mais modernos para a administração pública. A aposta é que o olhar diferenciado de técnicos com expertise nacional e internacional sobre esta transformação vai possibilitar reformulações profundas no processo adotado pela máquina pública. São seis frentes de melhoria de gestão: Secretarias de Fazenda, Gestão e Planejamento, Saúde, Educação, Meio Ambiente e Segurança Pública do Estado. A primeira a apresentar resultado, com otimização administrativa e reestruturação financeira, gerou economia superira a R$ 200 milhões por ano. É só começo do trabalho em uma pasta. É uma prévia E a Câmara de Gestão? O governo estadual criou a Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade (CGDC), que conta com a participação de secretários de Governo e de empresários de reconhecimento na área de gestão em Goiás. Fui indicado e aceitei presidir a CGDC pois o decreto que a criou é uma evolução para Goiás. Os participantes não são figuras decorativas. Temos amplo acesso a gestão e podemos deliberar contra ou favor junto ao governo, pois somos uma assessoria autônoma, não remunerada, do governador, principalmente na formulação e implementação de mecanismos de controle e avaliação da qualidade de gestão do gasto público. Essa autonomia nos estimulou, a mim e aos demais empresários, a participar da CGDC. Fazem parte da Câmara, além de mim: Igor Montenegro, Fernando Maia, Bruna Tomazett, Marcelo Gomes e Cristiano Câmara, além dos secretários da Gestão e Planejamento, Giuseppe Vecci; da Fazenda, Simão Cirineu; da Casa Civil, Vilmar Rocha; e da Indústria e Comércio, Alexandre Baldy. Pró-Industrial [ 10 ]

11 GESTÃO O engenheiro de produção na indústria PROFISSIONAL ASSUME VÁRIAS FUNÇÕES NO PROCESSO PRODUTIVO Um profissional que gerencia processos tanto na parte de recursos humanos, financeiros como na de materiais para aumentar a produtividade de uma empresa: este é o engenheiro de produção. Ao contrário das outras engenharias que são mais específicas, a engenharia de produção tende a ser mais generalista. O profissional formado nesse curso deve ter uma visão sistêmica da organização, do negócio. Deve ser capaz de identificar o início, o meio e o fim de cada processo que compõe a organização afirma o engenheiro de produção Maurício Neves. O engenheiro de produção pode trabalhar na gestão de diversos processos produtivos, fazendo, por exemplo, toda a coordenação da produção e estoque. Pode ainda instalar e gerenciar as operações, atuar na gestão de carteiras e análise de investimentos, entre outras funções. O curso de Engenharia de Produção mais antigo do Estado é o da PUC Goiás, criado em De lá saíram grandes nomes como Marco Antônio Raimundo, fundador das fraldas Sapeka e, hoje, Diretor Comercial das unidades de Fraldas da Hypermarcas atual proprietária da marca de fraldas com sede em Aparecida de Goiânia. Além dele, novos talentos são descobertos todos os anos através dos convênios de estágio e programas trainee. Isso porque o setor produtivo passa por uma profissionalização, enfatiza o coordenador do curso de Engenharia de Produção da PUC Goiás, Marco Antonio Vezzani. Desde que surgiu em Goiás o bacharelado mudou de foco para acompanhar o mercado. Antigamente o curso tinha foco na parte da engenharia civil. Hoje em dia abarca também a indústria como um todo, além de empresas prestadoras de serviço como bancos e hospitais afirma Vezzani. Por conta da abrangência do curso, algumas qualidades são indispensáveis ao profissional que atua nessa área. "Acho que o perfil do engenheiro de produção é de uma pessoa comunicativa, que goste de trabalhar com gerenciamento e tenha iniciativa, porque os campos de atuação são variáveis e você tem sempre de fazer a coisa acontecer" ressalta o engenheiro de produção Maurício Geoffroy, em entrevista. A graduação costuma ter, em média, cinco anos de duração e em Goiás é oferecida pela UFG (Catalão), PUC Goiás (Goiânia), Universo (Goiânia), Unip (Goiânia) e Anhanguera (Anápolis). Pró-Industrial [ 11 ]

12 NOTAS, NEUZA NOTÍCIAS MAÊVEE NEGÓCIOS Em defesa da economia do futuro Registramos reiteradas vezes que o governo de Goiás sábia e inteligentemente adota uma eficiente política de desenvolvimento ao conceder incentivos fiscais e financeiros em contrapartida aos investimentos privados, otimizando a geração de emprego e renda e, de consequência, promovendo o fortalecimento de sua economia. Não obstante o comprovado êxito da utilização dessa política de desenvolvimento, também por outros entes federados, o procedimento tem sido continuamente atacado pelos Estados já industrializados, por notáveis economistas e juristas, que denominam pejorativamente de guerra fiscal, a utilização pelos Estados emergentes do único instrumento que dispõem para captação de investimentos capazes de promover o desenvolvimento econômico e social de sua região, e que tem por fonte de recursos o ICMS. Preocupante, portanto, a posição do Supremo Tribunal Federal que verdadeiramente declarou guerra ao que chamam de guerra fiscal, colocando em risco os nossos Fomentar/Produzir. Tal posição leva nos à também preocupante declaração da presidente Dilma Rousseff, quando ainda candidata, de que se empenharia em favor da reforma tributária com o objetivo de acabar com a guerra fiscal, reforçando mais uma vez os Estados com economia já consolidada. Ressalte se que a reforma tributária em tramitação prevê a federalização do ICMS e seu recolhimento no Estado de destino, em ação danosa à autonomia de gestão das unidades federadas. É consensual, entre a classe política, empresarial e a população em geral, a necessidade premente de uma reforma tributária e o apoio declarado pela Presidente, quando ainda candidata, e suas manifestações posteriores, seriam benfazejos se tivessem como principal escopo a redução da carga tributária que aflige as empresas instaladas em nosso país, sem mencionar os impostos e taxas que sufocam a população. Em um País, como o Brasil, com uma carga tributária composta de uma gama de impostos, taxas e contribuições, não se sabe ao certo a real carga tributária imposta ao consumidor final, nem a quantidade de normas e regulamentos que confunde e onera os empresários. Não se questiona, portanto, que o atual sistema é complexo e confuso, e que o peso dos impostos é extremamente elevado, notadamente em face do nível de renda brasileiro. Não há também como discordar quanto à necessidade de alterar essa situação. No entanto, toda a expectativa de uma reforma tributária justa e eficiente é frustrada pela impossibilidade de se promover um projeto viável para o país, quando se fala em federalização do ICMS procedimento de difícil operacionalização, principalmente por envolver discussões nos níveis federal, estadual e municipal, vez que a União, Estados e Municípios terão de dividir normas, arrecadação e fiscalização do tributo. A tributação no destino impedirá o crescimento econômico e social dos Estados cuja economia ainda não permite uma dinâmica própria de crescimento econômico, que ainda necessitam de políticas de incentivo para garantir o seu natural direito de Pró-Industrial [ 12 ] crescer, desenvolver, e com isso dar melhores condições de vida à sua gente. Depreende se, então, que a reforma tributária em andamento, fomentada pelos estados com economia consolidada, tem como mote coibir os governos estaduais de utilizarem seus programas de desenvolvimento e, assim, privá los dos benefícios sociais e econômicos deles resultantes, quando a economia brasileira ainda se distribui regionalmente de forma extremamente desigual e injusta. O fim dos programas de desenvolvimento com certeza implicará na redução do PIB dos Estados em desenvolvimento, pois levará as empresas a se movimentarem, no sentido de transferirem suas fábricas para os Estados com maior concentração de habitantes e renda. Acreditamos que a economia do futuro está alicerçada no art. 170, inciso VII da Constituição Federal que insere entre os preceitos a serem observados na ordem econômica, a redução das desigualdades regionais e sociais, possibilitando aos Estados ainda emergentes utilizarem os únicos meios de que dispõem em face da escassez de recursos públicos: Programas de Desenvolvimento, que concedem incentivos fiscais/financeiros como contrapartida ao investimento realizado via de recursos privados. Assim permitir se á um crescimento harmônico da economia das regiões ainda em desenvolvimento, o que, com certeza, resultará em benefícios para todo o país. Advogada tributarista e assessora jurídica da Adial

13 MARCAS garante direitos de exclusividade por conta da inovação de um produto seja porque ele é pioneiro ou porque sua empresa encontrou uma nova forma de utilização para algo que já existia. Dessa forma não é possível patentear uma marca, apenas registrá la. Além protegerem coisas diferentes, os dois pedidos de registro têm prazos diferentes. Enquanto um registro de marca pode demorar pouco mais que 12 meses, o registro de uma patente pode exigir oito anos de análise e processamento. Mesmo demorando tanto o registro de patentes tem aumentado no Brasil. Hoje, as empresas já entendem a importância de proteger sua invenção para ter retorno do investimento em pesquisa, afirmou o diretor de patentes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), Júlio César Moreira, em entrevista recente. Entenda a diferença entre marca e patente EMPRESAS BRASILEIRAS PREOCUPAM POUCO COM REGISTRO. NÚMERO DE NOVAS PATENTES CAIU 14% Émuito comum confundir marca com patente ou ainda cometer o erro de dizer que é possível patentear uma marca. Isso ocorre, geralmente, por conta da finalidade das duas. Ambas tem o objetivo de proteção, mas cada uma de uma forma singular. Enquanto o registro de uma marca garante direitos sobre a utilização de algo que distingue geralmente visualmente sua empresa das demais, o registro de patente VETO Outro diferencial da patente é que, com ela, a empresa pode vetar a fabricação, a venda e até a importação de produtos iguais ao protegido. No entanto, o Brasil caiu um posto, para 24ª posição entre 142 países membros do Tratado de Proteção de Patentes. Em 2010, ocorreu uma redução no pedido de patentes em 14%. Já a marca dá à protegida o direito de vetar empresas que estejam utilizando marcas iguais ou semelhantes. Em ambos os casos o registro traz valorização e segurança para a empresa protegida. No Brasil, a instituição autorizada a efetuar esse tipo de registro é o INPI. Todas as informações técnicas e os modelos de requerimento para a obtenção do registro estão no site do INPI (www.inpi.gov.br). Se você tem um produto inovador ou quer proteger sua marca aproveite a dica. Pró-Industrial [ 13 ]

14 NOTAS INDUSTRIAIS FCO contrata R$ 865 milhões no semestre O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro Oeste (FCO) firmou em Goiás, no primeiro semestre deste ano, contratos no total de R$ 865,24 milhões. O valor representa 38,7% do total contratado na região no período, que foi de R$ 2,23 bilhões. O secretário executivo do CDE/FCO, Orcino Gonçalves da Silva Júnior, destaca que Goiás manteve a liderança nas Reunião do Conselho A reunião do Conselho de Administração da ADIAL (Associação Pró Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás) em agosto tratou de temas relevantes para o industrial goiano. Esteve na pauta de debates, assuntos como a exigência da CND Previdenciária, notícias sobre os programas de incentivos fiscais, o novo site, entre outros.sobre a exigência da CND/Previdenciária previamente às utilizações dos incentivos fiscais, em face de parecer da Secretaria da Fazenda Nacional, ficou esclarecido na reunião que isso já havia acontecido anteriormente e que a ADIAL havia conseguido reverter a situação por meio de um posicionamento da PGE orientando que a CND/Previdenciária somente é devida no ato da contratação dos incentivos. A ADIAL novamente está cuidando do assunto, tendo, inclusive contatado a PGE e formalizado consulta à SEFAZ quanto a exigência de apresentação da Certidão em face do Parecer da PGE. contratações do FCO na Região Centro Oeste. Segundo ele, em setembro vai acontecer uma nova redistribuição dos recursos do Fundo que não foram aplicados. Como o Estado costuma aplicar todo o dinheiro que recebe, a tendência é receber novos recursos. O orçamento inicial do Fundo para Goiás este ano é de R$ 1,34 milhão, mas com a redistribuição deve atingir de R$ 1,5 bilhão a R$ 1,6 bilhão, com o acréscimo de R$ 250 a R$ 300 milhões, estima Orcino. Em agosto, foram aprovadas 155 cartas consulta, que somaram R$ 434,6 milhões em projetos, com garantia de geração de empregos diretos e indiretos. Entre eles, Rekkof, de origem holandesa, que fabrica aviões e a Cosmed, Indústria de Cosméticos e Medicamentos, da Hypermarcas. Debate: Tributos Pergunta e resposta "A política de incentivo fiscal tornouse questão mais crucial para o debate sobre estabilidade econômica, desenvolvimento regional e até sobre o pacto federativo no Brasil. Mas não tenho uma resposta, tenho uma angústia sobre o tema, uma angústia muito grande", respondeu Fernando Pimentel. Em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, o senador goiano Cyro Miranda questionou o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, se o governo pretende acabar com incentivo fiscal dos Estados. O Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) e a Fundação Getulio Vargas (FGV) realizam no dia 15 de setembro, em Brasília, o Seminário Federação e Guerra Fiscal. O evento pretende discutir as reações à proposta de reforma tributária, apresentada pelo Executivo, e que despertaram diversas questões que, até então, vinham sendo abordadas de forma independente. Essas questões se relacionam diretamente com o debate em torno do equilíbrio federativo, tais como a revisão do critério de rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), uma nova regra para a partilha dos royalties do petróleo e a indexação dos contratos de renegociação das dívidas estaduais com a União. Para ampliar o debate em torno do assunto, o Seminário Federação e Guerra Fiscal, que conta com o apoio BID, reunirá autoridades dos três Poderes da República, especialistas e acadêmicos, com a proposta de incentivar um diálogo propositivo sobre as novas perspectivas para a reforma tributária e a descentralização fiscal no Brasil. Pró-Industrial [ 14 ]

15 MARKETING & NEGÓCIOS Coca Cola A Abre (Associação Brasileira de Embalagem) divulgou no início de setembro os vencedores da 11ª edição do Prêmio Abre da Embalagem Brasileira. A Coca Cola em homenagem a Brasília foi vencedora em bebidas não alcoólicas. Hypermarcas A Rexona Men lança a linha SuperHero de an transpirantes para se aproximar do universo do público masculino. A marca licenciou o personagem Capitão América, que estampará os materiais de comunicação do produto. Unilever Bauducco A Bauducco se uniu à Unilever para promover o lançamento do bolinho recheado Duo. A par r de setembro, os consumidores que adquirirem o pack promocional composto por três unidades de Ades 200 ml levarão também uma unidade de Duo. AmBev A AmBev confirmou que produzirá a cerveja Budweiser no Brasil. O anúncio oficial foi feito pelo vicepresidente financeiro e de relações com inves dores da companhia, Nelson Jamel. A cerveja mais consumida do mundo terá produção local até o final deste mês. Segundo Jamel, a Budweiser vai fortalecer o por ólio de cervejas premium da AmBev, ao lado de Stella Artois e outras marcas. Embalagens em braile Os padrões e critérios de qualidade para impressão em braile serão abordados na palestra A aplicação de braile em embalagens, que acontece no dia 14 de setembro, às 8h30min, no auditório da Fundação Dorina Nowill para Cegos, em São Paulo. O obje vo é falar com empresas que tem desenvolvido produtos para atender um amplo público, inclusive as pessoas com deficiência visual. Piracanjuba A Piracanjuba se preocupa com a preservação do meio ambiente. Atenta a isso, a empresa mudou a forma de acondicionamento das embalagens de 200 ml. Se antes os produtos eram separados em grupos de três unidades por plás co, resultando em um gasto de 5.33kg para cada unidades de 200 ml, a par r de agora, será diferente. Produzimos 4,5 milhões de lácteos em embalagens de 200 ml por mês. Se re rarmos os plás cos dessas embalagens reduziremos o lixo enviado ao mercado, além de contribuir com o meio ambiente, afinal, a decomposição do material é muito lenta, argumenta Wagner Paschoalim, gerente industrial da Piracanjuba. Envie novidades da empresa no e mail: Pró-Industrial [ 15 ]

16 EMPRESA Grupo Jalles Machado investe R$ 410 milhões GRUPO GOIANO INAUGURA, EM GOIANÉSIA, UNIDADE OTÁVIO LAGE E A CODORA ENERGIA Eduardo Ferreira/Goiás Agora AJalles Machado, localizada em Goianésia GO, inaugurou neste mês a Unidade Otávio Lage e a Codora Energia Ltda. Os novos empreendimentos, situados também no município, já estão em operação desde junho deste ano, e na primeira safra deverão processar 650 mil toneladas de cana, produzir 57 milhões de litros de etanol e gerar 40 Mwh de energia elétrica, a partir da queima do bagaço da cana. No total, foram investidos pelo grupo empresarial R$ 410 milhões, provenientes de recursos próprios e de apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Além disso, o projeto também contempla a parte social. Foram destinados R$ 2,25 milhões para a construção de uma nova sede para a Escola Luiz César de Siqueira Melo, que atende 398 crianças de Ensino Fundamental de Goianésia e é mantida pela Fundação Jalles Machado. A Unidade Otávio Lage e a Codora Energia geram cerca de empregos diretos, contribuindo com mais renda, impostos e desenvolvimento para a região. Esse sonho começou com o meu pai e ex governador de Goiás, Otávio Lage de Siqueira, empreendedor e que era apaixonado por Goianésia e a sua população. Hoje, estamos muito orgulhosos de ter dado continuidade e poder ver a concretização desse projeto que ele tanto se empenhou para realizar, afirma o diretor presidente da Jalles Machado, Otávio Lage de Siqueira Filho. Otávio Lage de Siqueira Filho, em discurso na inauguração. Nas fotos acima, acionistas, líderes políticos e empresariais Pró-Industrial [ 16 ]

17 EMPRESA André Rocha, Alexandre Baldy, Marconi Perillo e Otávio Lage de Siqueira Filho, na inauguração da Unidade Otávio Lage A cerimônia de inauguração contou com a presença do governador Marconi Perillo, de autoridades estaduais, federais e municipais, de lideranças locais, de empresários e representantes de entidades do setor sucroenergético, de empresas que atuaram no projeto ou contribuíram para a sua realização, de colaboradores da Jalles Machado e da Unidade Otávio Lage e Codora Energia Ltda, de pessoas parceiras da empresa e da comunidade local. Os convidados visitaram a indústria e conheceram uma das mais modernas plantas industriais do setor sucroenergético nacional e toda a tecnologia utilizada. O projeto para implantação da Unidade Otávio Lage e da Codora Energia Ltda se iniciou com o Grupo Otávio Lage, que queria expandir os seus negócios e gerar mais empregos e desenvolvimento para a região. Uma das razões que levaram o Grupo a optar por investir em uma empresa do setor sucroenergético foi a maior rentabilidade proporcionada aos proprietários de terras pela cultura cana de açúcar quando comparada à pecuária. O outro motivo foi a experiência bem sucedida da Jalles Machado, com profissionais qualificados que poderiam ajudar na implantação da nova empresa. Após decidir pelo segmento, Otávio Lage de Siqueira e o filho Ricardo Fontoura apresentaram a proposta e alguns estudos que já haviam sido levantados, ao Conselho de Administração da Jalles Machado. Os acionistas aprovaram por unanimidade e, a partir daí, iniciou se todo o processo para implantação e funcionamento da empresa. O parceiro Arédio Mendes Rodrigues foi o primeiro a vender suas terras para a implantação do parque industrial e a formalizar contrato de parceria para o plantio de cana. Otávio Lage de Siqueira iniciou as articulações para implantação da empresa, mas, infelizmente, não pôde ver o seu sonho concretizado, pois faleceu em Para homenageá lo por tudo o que ele fez em prol do desenvolvimento da região e em benefício às comunidades locais, a filial da Jalles Machado recebeu o nome de Unidade Otávio Lage. Pró-Industrial [ 17 ]

18 LEITURA O CARA Alguns livros retratam a empresa e o CEO da Apple, agora aposentado Steve Jobs, e como estes mudaram o mundo. No início dos anos 80, Michael Moritz, era um jovem jornalista da revistatime, e obteve acesso irrestrito aos bastidores da Apple Computer, uma até então, conhecida empresa de tecnologia de ponta. Sua tarefa era realizar uma crônica sobre a primeira década da Apple. O resultado está neste livro e leva os leitores à infância de Steve Jobs e Stephen Wozniak e mostra como eles saíram do colégio e fundaram a Apple, em De um hobbie de garagem para a Fortune 500. Outra leitura obrigatória para empreendedores, executivos, profissionais de administração que pretendem conhecer o modelo de gestão da empresa é A Cabeça de Steve Jobs de Leander Kahney. FRASES FEITAS, EM INGLÊS Não é bem um livro, mas a sugestão de um leitor: Ontem recebi um da EnglishTown para baixar um guia grátis com frases chave a as frases mais usadas em inglês em reuniões de negócios. Fiz o download do guia para conferir e resolvi compartilhar com vocês. Para fazer download é totalmente grátis, basta preencher um cadastro. Eles também perguntam se você deseja receber as lições diárias de inglês (eu recomendo, é bem legal e abordam um tópico diferente todos os dias é grátis). Link: er_oct10_lp1.aspx?ctr=br&lng=pt&etag=e HARVARD BUSINESS REVIEW Esta série foi concebida para trazer aos gestores e profissionais da atualidade as informações fundamentais para se manterem competitivos em um mundo que se movimenta rapidamente. Desde os pensadores preeminentes aos astros ascendentes que redefinirão a maneira como pensamos sobre os negócios, aqui estão as mentes que tornaram a Harvard Business Review leitura obrigatória para os homens de negócios ambiciosos nas organizações ao redor do globo. ETANOL + AÇÚCAR + ENERGIA O Setor Sucroalcooleiro é um assunto de crescente relevo, que trata da assimilação de diretivas humanitárias internacionais nas políticas regionais. Nesta obra, o direito internacional dos direitos humanos é tratado de forma didática e objetiva, abordando seus principais aspectos e características, bem como as complexas questões que envolvem o estudo deste tema. O livro aborda, de maneira didática e abrangente, a história e o desenvolvimento do setor no Brasil, sua relação como Estado e com a sociedade, bem como a legislação específica e o regime jurídico aplicável às usinas de açúcar e álcool, tangenciando especialmente a íntima relação dessa importante atividade econômica em evidência nos círculos jurídicos ambientais. Boa leitura especializada ou para quem quer conhecer o setor. Pró-Industrial [ 18 ]

19 LUCAS BEVILACQUA Irlanda, Inglaterra e Rússia... é Goiás que avança As recentes missões oficiais do governo do Estado de Goiás à Europa e à China são bem reportadas na composição do cantor goiano Marcelo Barra: Goiás, Goiás... roupa nova que o mundo chegou! A canção, composta quando da homenagem ao título de patrimônio histórico da humanidade à Cidade de Goiás, serve também para anunciar o novo cenário de desenvolvimento industrial que se inaugurou no Estado de Goiás nos últimos anos, inicialmente capitaneado pelo capital regional. De um cenário de minas e campos gerais o Estado de Goiás sedia hoje importantes parques industriais com vultuosos investimentos estrangeiros diretos (IED). A vestimenta do Estado de Goiás, por meio de suas elaboradas estratégias negociais e jurídicas, revelou aptidão para capitanear significativo IED; o que ranqueia Goiás entre os dez maiores PIBs da federação. No entanto, o galgar dessa posição no cenário nacional e internacional se realiza a duros embates, políticos e jurídicos, que demandam do Estado e agentes produtivos postura coesa e rígida, ante aos enfrentamentos vindouros que encontram explicação na própria história da formação econômica e política do federalismo brasileiro. Ante a ausência do governo federal no cumprimento de seu mister constitucional (art.21, IX, CF) os Estados iniciaram um processo de busca de investimentos privados com vistas a promover o desenvolvimento de seus territórios e incrementos na arrecadação, utilizando como ferramenta principal a prática de incentivos fiscais; determinantes para o desenvolvimento industrial dos Estados. A intervenção do Estado por meio de incentivos fiscais sempre foi uma constante na história do Estado brasileiro gerando toda sorte de externalidades. A prática de incentivos fiscais consiste em modalidade de intervenção do Estado no domínio econômico com exitosas experiências nos Estados Unidos e outros países da União Europeia com regulação, inclusive, perante a Organização Mundial do Comércio. A política tributária dos Estados alavancou a atração de investimentos locais e estrangeiros diretos, que implicaram modernização de suas economias regionais. É imperativo sempre registrar em quaisquer discussões os resultados sócio econômicos já alcançados e a função do Estado de fomento ao agente econômico por previsão da própria Constituição Federal (art.174). A continuidade do processo de desenvolvimento não prescinde, jamais, do Estado. Sua presença é fundamental para a manutenção do processo, em especial por via da indução, isto é, iniciativas com vistas a fomentar determinados setores e regiões. Entre os instrumentos de indução na política de desenvolvimento regional destacam se aqueles compreendidos na política tributária de incentivos fiscais de ICMS o que merece análise cuidadosa pelo Supremo Tribunal Federal dada a necessidade de preservar a estabilidade das relações jurídicas firmadas a partir das leis veiculadoras de incentivos fiscais. Simultaneamente, Estado e agentes produtivos devem também entabular tratativas a fim de edificarem mecanismos indutores paralelos para continuidade do processo de desenvolvimento sem olvidar, jamais, da eficiência econômica e da segurança jurídica; aspectos fundamentais para o desenvolvimento de Goiás. Dos desafios vindouros precisamos, uma vez mais, nas palavras do compositor goiano, colocar roupa nova na busca da consolidação de horizontes ainda mais distantes e promissores. É Goiás que avança! Procurador chefe do Estado de Goiás em Brasília (PGE/GO) e Msc. em Direito Econômico, Financeiro e Tributário pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP). Pró-Industrial [ 19 ]

20 CESAR HELOU Um diálogo maduro e harmônico Asituação econômica de Goiás muito orgulha os agentes envolvidos nesta ampla reforma do sistema de produção e distribuição de riquezas nas últimas três décadas. O gradativo avanço das forças produtivas privada e pública de Goiás foi possível pois amadureceu nos líderes empresariais e políticos o espírito proativo e de defensores incondicionais da expansão e desenvolvimento do Estado. Nossa geração empresarial compreendeu rapidamente que toda evolução social reflete em nossa economia e vice versa. O efeito é imediato. Se nossas empresas crescem, toda comunidade da região avança.como uma das fortes características da indústria goiana é sua diversificação de setores e distribuição por todas regiões, situação hoje que poucos Estados têm, o setor tem um peso relevante no crescimento de mais de uma centena de municípios. Esse novo modelo produtivo baseado no fortalecimento da industrialização só foi possível pela união de forças. Goiás é exemplo também no diálogo públicoprivado. É da própria natureza do goiano ser leal e cortês, mas transpor isso para as relações econômicas, no diálogo produtivo entre setores, sistematizar e programar ações, foi uma visionária ideia do governador Marconi Perillo, ainda em sua primeira gestão, em 1998, quando estimulou que as entidades empresariais atuassem em conjunto por meio de um Fórum Empresarial. Hoje, quando se fala em indústria goiana só fazem referência a incentivos fiscais. É uma generalização equivocada. Se fôssemos apenas isso, nossas indústrias não estariam, por exemplo, se expandindo rapidamente além das fronteiras de Goiás, e isso ocorre fortemente hoje até por uma questão ocupacional e logística é preciso se posicionar também em outras regiões. Por outro lado, destaca se o nosso sucesso no empenho de dar competitividade aos nossos negócios. Um dos indicadores de qualidade é a constante presença de multinacionais fazendo propostas para comprar em alguns casos até comprando, indústrias goianas. Pela alta frequência que este fenômeno ocorre, é um diagnóstico de acerto na gestão goiana de nossas indústrias. Ao mesmo tempo, em todos estes anos de diálogo do setor empresarial com o governo estadual, conseguimos destravar, por meio de um canal direto com o governador, e oferecer a nossas unidades de produção condições de competitividade no mercado nacional. Existe sempre uma necessidade de ajustar nosso custo de produção para ter competitividade com indústrias concorrentes que trabalham com menor valor de transporte aos grandes mercados do País, por exemplo, além de usufruírem de incentivos fiscais iguais ou maiores. Levamos outras vantagens, principalmente, a interação e a atenção do governo estadual, que, no que se refere ao setor privado, têm ações inovadoras. É preciso que o ciclo não se rompa ou acomode. Como o foco em desenvolver o Estado é mútuo, os processos ágeis de sempre nas soluções de gargalos alguns burocráticos outros de infraestrutura ou tributários precisam estar na pauta de discussão semanalmente, mantendo sempre a sinceridade, agilidade e visão estratégica. A ADIAL é a voz de ressonância das cadeias produtivas, que hoje ressentem de uma ágil interação de parte das medidas tributárias. Como interlocutora dos principais setores da indústria goiana, respeita e reconhece como legíticas as decisões dos agentes públicos. Concordando ou discordando, mantém seu papel de defender a expansão da economia e o diálogo harmônico entre os setores. Não há dúvida que atingiremos nossos objetivos de crescimento, mas estará sempre oferecendo melhores soluções para que este seja atingido com menos tempo, maior segurança e sem maiores dificuldades. Cesar Helou é empresário e presidente da ADIAL

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