Exº13: Quais as cadeiras que não têm Sebenta? Mudar Join Propierties para o numero 2

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1 O 1. Desenvolvimento de Sistemas de Informação (SIs) SI é um conjunto de elementos que recolhe, processa, armazena, analisa, e dissemina informação com um objectivo determinado. O SI processa os inputs (dados) e produz outputs (relatórios, cálculos) i Passos genericos para desenvolver SIs : Identificar o problema ou oportunidade utiliza-se as ferramentas CASE Obter dados descritivos do problema ou oportunidade utiliza-se tecnicas: BOCH Identificar soluções alternativas Avaliar cada uma das soluções alternativas - Um critério de avaliação - Análises custo/beneficio Seleccionar a melhor solução Adquirir ou desenvover a aplicação Implementar a aplicação seleccionada Avaliar o sucesso da solução implementada como por exemplo através do Access i Passos de implementação da estrátegia de sistemas de informação Comunicar a mudança planeada de forma positiva Disponibilizar os recursos necessários ao desenvolvimento do projecto - Recursos financeiros, humanos e tecnológicos Orientar e controlar o projecto através das ferramentas de gestão de projectos de SIs Efectuar a mudança O ciclo de vida de desenvolvimento de SI O ciclo de vida de desenvolvimento de sistemas visa a compreensão, o desenvolvimento e a implementação do sistema através das fases representadas na figura seguinte ide cada uma das fases resulta um produto. Caso o resultado de uma fase não seja satisfatório teremos que regressar a uma fase anterior para melhorar o desenvolvimento do sistema. ideve-se seguir esta abordagem para sistemas de grande dimensão O ciclo de vida de desenvolvimento de sistemas Prototipagem Processo iterativo e interactivo entre utilizadores e informáticos para o desenvolvimento de SIs. - É dificil estimar a duração do desenvolvimento; - É uma boa solução os utilizadores não saberem bem descrever o que pretendem; - Mais utilizavel em sistemas médios Este processo consiste no desenvolvimento de um protótipo,i.e., um sistema parcial que será expandido e melhorado até que se torne um sistema integralmente satisfatório. Na prototipagem, é fundamental assegurar a flexibilidade do ambiente de desenvolvimento, pois pode ser necessário alterar o desenho do sistema no processo de melhoramento e expansão do mesmo A prototipagem passa por ciclos rápidos de análise, desenho, construção e uso para avaliação ou teste Desenvolvimento de aplicações pela prototipagem Ciclo de vida ou prototipagem O Ciclo da informação Dados - são a representação, sob qualquer forma, de caracteristicas da realidade que nos rodeia Informação - resulta da interpretação de dados por seres inteligentes Conhecimento - resultado da validação e integração de informações, que nos permite aumentar o nosso potencial de fazer inferências sobre aspectos relacionados com alguma das nossas actividades Fontes Captura Organização Armazena/º Acesso Uso Fontes de dados : Internas: Registo de Transacções; Ideias de Funcionários; Externas: Estatisticas (INE, CEE, ); Empresas de Informação; Internet; Fornecedores, clientes e outros terceiros; Organizações governamentais; Público em geral Captura de dados : Teclado e rato; Digitalizador e software de OCR; ; Paginas web; Agentes web; EDI (Electronic Data Interchange) Organização de dados : Modelo Relacional: Identificação de Identidades e Associações entre estas Orientação por objectos: Identificação dos objectos, que incluem dados e métodos e podem constituir estruturas hierárquicas Armazenamento de dados : Discos Amovíveis (diskettes, CDs, DVDs); Discos Rigidos; Banda Magnética Acesso a Dados : Meio (Local vs Disperso (Rede, internet, wireless)) Detalhe (Pormenor vs Síntese) Expectro (Geral vs Seleccionado) Variabilidade (Prevista vs Imprevista) Dados à Informação (Uso) : Na gestão das empresas, os dados podem servir para apoiar: a acção, a decisão, o conhecimento A gestão das organizações exige que se tomem decisões com base na informação disponivel A necessidade de decidir pode exigir a disponibilidade de Sistemas de Decisão i Sistemas de Suporte à decisão i Sistemas Periciais i Redes de neurónios i Sistemas de Suporte à decisão em grupo Qualidade dos SIs depende fundamentalmente da: 1. Qualidade dos Dados Principais dimensões da Qualidade dos Dados: i Correcção i Completude (completo) i Oportunidade i Consistência 2. Qualidade dos Utilizadores Os utilizadores devem, especialmente ter formação; ser interessados, empenhados e versáteis; aproveitar todas as oportunidades p/ utilizar as tecnologias e p/ aprender 3. Qualidade do Software i Aspectos Genéricos: Satisfação das necessidades da Gestão; Bom interface com o utilizador; Bom desempenho; Estabilidade; Fiabilidade i Aspectos Específicos: - Dominios de aplicação bem conhecidos e estaveis: Concordância com as especificações; boa resposta e bateria de testes preparada por tecnicos e utilizadores; satisfação das necessidades funcionais dos utilizadores - Dominios de aplicação mal conhecidos ou instáveis: Bom nível de serviço; boas capacidades de experimentação e inovação 4. Qualidade do Interface Dialogo simples e natural; Utilização dos termos dos utilizadores (linguagem profissional); Minimização da memorização da informação; Disponibilização de comandos rápidos ("shortcuts"); Mensagens de erro claras; Minmização da probilidade de erros do utilizador pelo desenho do sistema; 5. Qualidade do apoio ao Utilizador i Formas de apoio ao utilzador mais importantes: Help on-line; Help desk; Manuais (hardware e software); normas de exploração do SI; Programas de contigência (Disaster Recovery Plan) 6. Qualidade do Contexto i O contexto em que se desenvolve o trabalho deve contemplar pelo menos os seguintes aspectos: ambiente confortavél; posição do ecrâ de modo a garantir baixo nivel de reflexão; fácil acesso a equipamento periférico necessário 2. Sistema de Gestão de Base de Dados (SGBD) Sistema de Gestão da Base de dados (SGBD) - Access Base de Dados (BD) - é uma colecção de dados preparada p/ apoiar uma comunidade utilizadora a gerir a organização a que pertence. SGBD - é o software que gere o armazena/º, manipulação e pesquisa dos dados existentes numa base de dados, funcionando como um interface entre as aplicações e os dados necessários p/a execução dessas aplicações, de forma a ga rantir segurança, integridade, confidenciali e desempenho ex: Oracle; IBM Cardinalidade (relaciona/º pai para filho) - 1:n Modelo em Rede - n:n Relação: conjunto de atributos que respeitam i em compreensão - esquema de relação i em extensão - tabela determinadas regras Modelo (BD) Relacional : a estrutura fundamental do modelo relacional é a tabela (formalmente designada por relação) Modelos (BD) orientados a objectos Modelo Entidade - Associação (EA) Fases de construção da BD 1- Elaborar modelo conceptual (EA) 2- Transformação do modelo EA num conjunto de tabelas 3- Normalização das tabelas Conceitos Básicos: Entidade : Qualquer objecto com interesse para a organização, sobre o qual se quer guardar informação e que possa ser identificavel de forma inequivoca Utiliza-se substantivos para referenciar entidades Atributo : Propiedade que caracteriza uma identidade; Elementos atomicos que assumem valores de um dominio Identificadores ou chaves Candidatas ou primárias : são os atributos de 1a identi k identificam, de forma inequivoca,1a ocorrência especifica dessa identi,distinguindo-a ds restantes Tipos de são atributos k apenas descrevem ou Atributos Descritores : caracterizam as ocorrências de uma identidade Chaves estrangeiras : Identificadores de outras identidades que eventualmente lhe estejam relacionadas Associação : Representa 1a interligação relevante entre enti s do sistema Utiliza-se verbos para referenciar associações Tipos de Binária : relaciona duas entidades entre si Associações{ Unária : relaciona uma identidade consigo própia Graus de uma Inferior : Nº minimo possivel de ocorrências (0 ou 1) Associação { Superior : Nº maximo possivel de ocorrências (1 ou n) Enti Associativa : Situações em k as associações têm atributos própios Independente das obrigatoriedades, esta situação é sempre representada por duas tabelas, uma para a entidade e outra para a associação Metodo de construção do modelo EA 1º- Pesquisar entidades e atributos 2º- Identificar associações 3º- Pesquisar entidades associativas 4º- Validar o modelo global encontrado Normalização de Tabelas (etapas): 1º- Modelo EA 2º- Tabelas não normalizadas 3º- 1ª Forma Normal (1FN): 1a relação está na 1FN se não contem grupos de atributos repetitivos 4º- 2ª Forma Normal (2FN): Uma relação está na 2FN se está na 1FN e se todos os atributos descritores dependerem da totalidade do identificador 5º- 3ª Forma Normal (3FN): Uma relação está na 3FN se está na 2FN e se não existirem atributos descritores a dependerem funcionalmente de outros atributos descritores (não identificadores) - Dependências Transitivas Assim sendo cada atributo deve depender apenas do Identificador da Tabela Microsoft Access : As estruturas de dados identificadas no modelo Identidade-Associação irão dar origem a tabelas de dados num SGBD, como por exemplo o Access. Como iniciar o Access: icriar Base de dados: File New Blank Database File name :... iabrir Base de dados: File Open... Criação de Tabelas : Tables New Ok i Meter chave primária no atributo identificador da tabela Gravar com o nome da Tabela Open tabela para introduzir dados Dicionário de Metadados: conjunto das grelhas na BD Metadados Field name: nome do dado; insere-se os atributos Data typ e: tipo de dados que este podera conter Description Se Data type tiver text numeros de 0 a 250 Se Data type tiver number Field Size: numericos nº inteiros: Byte (0 a 250); Integer( a 32678); Long Integer nº decimais: Single; Double conteudo ou controlo que o utilizador pode meter num dado: 0 0 algarismos obrigatórios. ex algarismo obrigatórios Imput mask q q algarismo não obrigatórios; L L Letras obrigatórias;?? Letras não obrigatórias A A Letras ou numeros obrigatórios; a a Letras ou numeros não obrigatórios; & & Qualquer caracter obrigatório Caption: nome que o dado vai ter no formulário Default Va lue: valor que o sistema vai sugerir ao utilizador Validation Rule: limita a gama de aceitação de valores. Ex. >2 And <15 só aceito numeros entre 2 e 15 Validation Text: mensagem que aparece ao utilizador caso não respeite a Validation Rule Required: preenchimento obrigatório. Se o nome é obrigatório: Yes ou No Indexed: aumenta a velocidade de pesquisa

2 Associações entre tabelas (dp da criação de tabelas): Relahionships show tables estabelecer as relações Necessário definir os sinónimos;garantir a integridade referencial da BD Só os codigos é que se podem repetir de tabela para tabela Exº1: Qual o número de Sebentas por Cadeira? Select Query : Queries mais frequentes; são para visualização tabelas Exº5: Quais as Sebentas emitidas num dado periodo? Exº9: Alterar o codigo da cadeira, introduzindo "A" entre a 2ª e 3ª posição Gravar: Query Make Table Query nome da tabela:... Make Table Query : Criar novas tabelas Exº6: Saber o nome das Sebentas emitidas no ano de 2003 Exº2: Quais as Sebentas de cada Cadeira? Exº10: Criar uma tabela com os Preços Totais das Sebentas emitidas Make Table Query Questionar a BD : Queries New Ok Show Table Escolher as tabelas que se quer interrogar Field : nome do campo que queremos listar Table : designação da tabela à qual pertence o campo Sort : possibilita definir a ordem pela qual os registos são apresentados; ordem crescente ("Ascending") ou ordem decrescente ("Descending"). Criteria : restrições às listagens ou às modificaçõe dos dados Campos com caracteres (ex. [ABC]) Campos de datas (ex. # #) Valores numericos naturalmente (ex. 123) Critérios que envolvem conjunções ou disjunções de condições: Critérios ANḎ - definidos na mesma linha da grelha da query. Critérios OR definidos em linhas diferentes da grelha da query. Campos calculados : São elaborados na linha Field. Exemplo: Função IIF Exº3: Quais as Sebentas de dada Cadeira? Exº7: Qual a média dos preços de cada Sebenda em que a média é superior a 4? Exº11: Aumentar os Preços da Sebenta "contabilidade geral" em 10% Update Query Consultas com totais O botão acrescenta uma linha de totais na grelha da consulta. igroup By - agrupar registos pelo valor do campo. iexpressi on - calcular valores baseados nas funções de sumarização apresentadas de seguida.tem que incluir obrigatoriamente uma função de sumarização. As operações disponíveis são: Sum Soma dos valores Avg Média dos valores Min Menor valor do campo Max Maior valor do campo Last Valor do ultimo registo First Valor do primeiro registo StDev Desvio Padrão Exº8: Saber quando é que as sebentas são caras (>4) ou baratas (<4) Necessário fazer a função IIf Exº12: Alteração do nome da cadeira "Sistemas de Informação" para "SIG" Select Query : são para visualização de dados Make - Table Query : são para criar novas tabelas Update Query : são para actualizar dados Append Query : são para acrescentar dados Crosstab : são para organizar os dados numa estrutura semelhante a uma folha de calculo Exº4: Quais as Sebentas que custam mais do que um dado valor? Exº13: Eliminar a cadeira: "Gestão dos Recursos Humanos" Delete Query

3 Exº13: Quais as cadeiras que não têm Sebenta? Mudar Join Propierties para o numero 2 Criar Butões de Comando: são para aceder aos dados + rapida/ Ex: Criar um Form contendo: Manutenção de tabelas; Sebentas por cadeira; Sebentas emitidas em dado periodo; Sair do formulario; sair da aplicação? Forms New Design View Comand Button arrasta-lo para o Form 2ºCriar Reports: Reports New Escolher table ou query Ok Macros : Um macro é um objecto do Access, constituido por um conjunto de acções, com o objectivo de executar uma ou várias tarefas específicas Vantagens na utilização de macros Automatização de tarefas rotineiras na utilização diária da BD Maior segurança, podendo limitar erros involutários Manipulaçao automatica dos objectos da BD Personalização do ambiente de trabalho Automatização de formulários Importação de dados / Exportação de dados podem ser usados ficheiros: podem ser usados ficheiros: de dbase, FoxPro, Paradox, outras Bd do Acess de Base, FoxPro, Paradox, outras BD do Acess do excell de texto do excell de texto formato para impressão em serie no Word p/ criar butão Manutenção de tabelas Form Operations Open Form Manutenção de tabelas Finish Passwords para proteger o acesso à BD Encriptação da BD, para impedir a leitura da BD criação de um s Segurança istema de segurança no Access utiliza-se os seguintes conceitos: i Autorizações (permissões) i Grupo de Trabalho (Workgroup) i Administrador (Admin) i Utilizador (User) i Grupo (Group) i Direito de Propiedade (ownership) i Conta do Utilizador (User Account) Construção de Menus Regras Básicas: i Levantamento das funcionalidades basicas aos utilizadores i Verificar que essas funcionalidades existem na BD i Construir um menuconstruir uma macro que desencadeio o menu e se chame "Autoexec" Formularios (Forms): é um meio para facilitar a interacção do utilizador com a aplicação, nomeadamente na inserção, na consulta ou na exposição de dados. Muitas vezes, é designado por écrâ, form ou interface com o utilizador. Possibitam: editar (mostrar, alterar, inserir ou eliminar) informação contida em tabelas ou consultas, mostrar informação derivada através de expressões (campos calculados) e informação suplementar (comentários, gráficos, etc). Criar Forms: Forms New Escolher table ou query Ok Formulários automáticos (AutoForms) Assistentes (Wizards) : permitem um certo nivel de personalização de formulários por parte do utilizador Estrutura (Design View) : é neste modo que o utilizador normal/ cria e personaliza o seu formulário, com recurso às diversas potencialidades oferecidas pelo Acess ( rótulos, caixas de texto, botões, grupos de opção,...) Exº1: Manutenção de cadeiras Butão: Sair do Formulario Form Operations Close Form Butão: Sair da Aplicação Aplication Quit Aplication Relatórios (Reports): Criar Relatórios Exº1: Listagem de Sebentas (incluindo: nome da cadeira; nome da Sebenda; versão) 1º Fazer Query Auxiliar que contenha estes 3 items Utiliza-se a expressão ZZQ para indicar que é Query Auxliar Page Header / Page Footer Cabeçalhos da Pagina Detail Interior da pagina; encontra-se a informação detalhada,neste caso dá informação detalhada sobre o Nome Header ( sobre cada Cadeira) Sorting and Grouping serve p/ criar subtitulos,grupos p/ os detalhes; estão inter-relacionados os Groups e os Details Neste exº criei a subtitulo Nome Header Localiza-se a cima do Detail Observações: Colocar como titulo do menu o nome do sistema Evitar a utilização de termos tecnicos Criar um ambiente amigavel (preocupações com a estética) 3. Noções de Análise e Desenvolvimento orientado por objectos (OO) Introdução : A partir de 1995 Novos paradgimas: isi centrado no programa isi para os dados iorientação para os objectos (OO) A area de OO emergiu da convergência de muitos dos resultados de investigação noutras areas: iinteligência artificial; iengenharia de Software; iteorias de abstração de dados; igestão de dados complexos O que é a Orientação por objectos (OO)? : ( SIOO: é um conjunto de objectos em interacção (têm alguma maneira de falar uns com os outros) através do envio de mensagens uns aos outros.) iorganização do software como uma colecção de objectos; icada objecto têm elem/ os (caracteristicas) inertes,estáticos ( Dados - atributos) e elementos (caracteristicas) dinâmicos ( Métodos - dados pelo Software) icada objecto tem 1 atributo identificador io conjunto dos dados dum dado objecto determina o seu Estado io conjunto dos métodos concretos dum dado objecto determina o seu Comportamento ios métodos são activados pela recepão de mensagens; ios objectos existem no mundo real; ia abordagem OO permite suportar:» Tipos de dados complexos;» Modelos de dados semanticamente mais ricos ios objectos podem ser agrupados por classes Exemplo de um objecto: Carro do Nuno Exemplo de uma classe: Carro O objecto "Carro do Nuno" generaliza a Classe "Carro" A classe "carro" generaliza a classe "veiculos" iclasse master ou de t opo - aquela que não se pode generalizar mais. Abstração : As reali s complexas são mais manejáveis através de modelos abstractos Abstração de Objectos: ia abstração é a forma de descrever algo pelas suas propiedades essenciais, ignorando o detalhe desnecessário; ipermite representar objectos; ipode não ser unica; ia escolha da abstração mais adequada é talvez a parte mais dificil da programação OO. ( )

4 ia abstração de objectos conduz ao conceito Classe ias classes têm atributos (resultado da abstração dos dados) e Operações ou serviços (resultado da abstração dos métodos) iclasses têm que ter diversas ocorrências (objectos), têm que ter im atributo identificador. O nome da classe têm que vir sempre em singular e de preferência em maiúsculas. iobjecto é cada uma das instâncias de uma classe, são instâncias da classe de 1º nivel. Têm dados e metodos. São concretos. Exemplo: Objecto "carro do Nuno" Abstração para Classe "Carro" Exercicio: Identif icar as classes e ligações entre elas (fazer 1 SI) Empresa Pluma Branca,cuja actividade é alugar equipamentos nauticos (barcos, barbatanas,...). Ela têm um recepcionista por balcão e por cada equipamento alugado elabora-se um contrato com o cliente. iidentificar as classes: Equipamentos; contratos; clientes; facturas; recibos irelacionamento entre classes: Devolver; Satisfazer Classes Associativas - Associação atributiva itabelas Cliente Equipamento Classes : Atributos : Numero Código Atributo identificador Elementares Nome Nome Diversas ocorrências Variavéis BI Valor de Aluguer Relevant p/ o negócio Relevant p/ o negócio Morada Contrato Factura Cardinalidades : Numero Numero Facturar: 1:1; Satisfazer: N:N Elaborar: 1:N; Comprovar: 1:1 Devolver: N:N Relações entre Classes» Associação : é uma relação entre diferentes objectos de 1a ou + classes é uma linha. (em vez de N passa a *)»Agregação : é uma forma especial de associação, com a particularidade das ocorrências de uma das classes agregarem ou incluirem um conjunto de ocorrências da outra classe. é um losângulo em branco Propriedades Fundamentais dos objectos : Encapsulamento : as classes combinam os atributos e as operações numa mesma unidade. Atributos e operações ficam escondidos dos utilizadores, não sendo necessário conhecê-los para se aceder aos objectos. O utilizador pode com o objecto interagir através de mensagens. Herança : classes podem ser organizadas hierarquicamente e assumir ("herdar") as propiedades das super-classes. O mecanismo de herança permite que, numa hierarquia de classes, cada classe (excepto a classe hieraquicamente mais elevada) assuma, além dos seus própios atributos e operações, os atributos e operações da super-classe. Cda classe pode representar a especialização ou a generalização de outras classes As classes podem ser sub-divididas em sub-classes, colocando-se em cada sub-classe a identificação da super-classe a que pertence. Polimorfismo : propiedade que permite que os objectos de classes diferentes reajam directamente a mensagens com o mesmo sector Propiedade que permite que objectos de classes diferentes reajam diferente/ a mensagens com o mesmo selector. Classe : ié 1a descrição de 1 conjunto de objectos que partilham os mesmos atributos, operações, relações e a mesma semântica. itabela com 3 partes: Nome; Atributos; Operações ou serviços e métodos exemplo: Classe Circulo; Classe Aluno Diagrama de classes : Define as classes de objectos envolvidos no sistema Estabelece as relações entre classes de objectos É um modelo de arquitectura, não descreve o funcionamento Fases da construção do Software OO Análise: pesquisa das categorias de objectos envolvidos no problema elaboração do modelo conceptual Desenho: pesquisa das classes existentes (em bibliotecas) que podem ser usadas para descrever alguns dos objectos, ou eventual adaptação especificação de novas classes para os outros objectos Iteração: melhorar as abstrações até ao modelo satisfatório Método de Booch Booch propôs um metodo simples para identificar classes. O método consiste em: sublinhar os substantivos na descrição de um problema, distinguir os que são classes dos que não são atributos. Exercicio: Diagrama de Classes Continu ação do exercio Pluma Branca. Pluma Branca tem 2 tipos de equipamento: ibarco e ieq. Mergulho. O equipa/º de mergulho é composto por barbatanas e garrafa de oxigénio Equipamento de mergulho é uma agregação de acessórios. itabelas Equipamento Barco Código Código Nome Nome Valor de Aluguer Eq. mergulho Código 4. UML (Unified Modeling Language) Introdução : UML ié 1a linguagem p/ especificar, visualizar, construir e documentar artefactos de sistemas de software, bem como modelizar negócios e outros sistemas. ipermite especificar a estrutura dos sistemas (elementos estáticos) e o comportamento dos sistemas (elementos dinamicos). iresultou da fusão de 3 metodos OO p/ análise e desenho: OMT - Object Modeling Techinique; Método de Booch; OOSE - Object Oriented Software Engineering Elementos Básicos Elementos da Estrutura Tipos de relações mais importantes Exercicio: Construir o Diagrama de Casos de utilizaçã o do caso Pluma Branca Elaborar contrato é 1a activi, logo não entra neste diagrama Diagramas de Classes i é um grafo em que os nós representam as classes e os arcos representam as relações entre as classes. imostra quais as abstrações importantes d sistema e como tão relacionadas ié uma representação estática: inclui as classes que uma dada organização conhece e usa. inão descreve o comportamento do sistema Representação de uma classe : irectângulos com 1 a 3 secções (só a 1ª é obrigatória):»nome da classe;»lista de atributos(dados);»lista de operações(métodos) Exemplo: Classe "Ficheiro" Relações iuma relação em UML estabelece a ligação entre elementos e é representada graficamente por um determinado tipo de linha. -Dependência : reflecte 1a relação do tipo cliente-fornecedor, onde 1a alteração na especificação do ele/º fornecedor implica uma alteração no ele/º cliente, mas não necessariamente o oposto. Tipos de dependências: Abstração; Ligação; Permissão; Utilização Exemplo: UML 1.0 dependeu do UML Generalização : é uma relação entre um elemento geral (superclasse) e um elemento mais especifico (subclasse). Exemplo: A classe "Fig_Geométrica" é especializada nas classes "Rectângulo" e "Triângulo". A classe "Rectângulo" é generalizada da classe "Quadrado" 1a empresa é uma agregação de departamentos. 1 departamento é 1a agregação de empregados ipartes são idependentes do todo, podem ser transferidas, têm autonomia»composição : é uma forma especial de agregação.é uma relação entre duas classes onde uma parte individual depende da agregação (todo) para existir. A parte não existe sem o todo. é um losângulo preto.»dependência»generalização/especialização : representado por uma seta Troca de Mensagens : ios objectos são unidades independentes que cooperam e inter-actuam através de mensagens que enviam uns aos outros. ia interface de um objecto (o seu protocolo) é definido em termos de mensagens (aquelas a que ele sabe responder). Métodos : ium método é desencadeado pela recepção duma mensagem ium método equivale a um procedi/º ou função nas linguagens procedimentais; icada método pode incluir várias instruções de envio de mensagens ialgumas instruções são normalmente primitivas e fazem parte integrante da sintaxe da linguagem (por exemplo, atribuição) Mensagens têm três partes : 1- Identificação do destinatário (receptor) 2- Identificação do Método (que se pretende activar) (selector, comando) 3- (argumentos) Colecções de classes As colecções são classes normalmente definidas em bibliotecas-padrão de objectos, que têm em comum coleccionar e gerir conjuntos de objectos. As colecções possuem todas as operações para adicionar ou remover objectos, verificar até onde um dado objecto está actualmente no conjunto. As colecções podem ser: Sequenciais - os objectos são coleccionados numa estrutura sequencial. ex. array Associativas - armazena os objectos mas tbém chaves adicionais para cada objecto através das quais são identificados. ex. dicionário Construção do Modelo de Análise Identificar as classes :»a descrição de um problema refere normalmente objectos concretos, mas são as abstrações do mundo real que permitem detectar aspectos comuns a vários objectos semelhantes.»normalmente, inicia-se o processo sublinhando os substantivos (na maior parte dos casos correspondem a abstrações que vão originar classes)»escolher muito bem os nomes. Num diagrama de classes, o nome é muitas vezes a informação visivel sobre uma classe»evitar classes que não sejam realmente classes, mas sim funções disfarçadas de classes (é um erro muito frequente). Falsas Classes»Um dos erros mais perigosos e mais frequente em OO é identificar como "classe" algo que realmente não é.»um desses erros é descrever uma classe pelo que ela faz: "esta classe desenha figuras". Uma classe não faz. Uma classe é uma definição (descreve um conjunto de objectos através dos seus atributos e operações)»se uma "classe" tem apenas uma função na interface, então é apenas uma função com rótulo de classe»um ente, para ser considerado "classe", tem que possuir riqueza semântica (vários atributos e várias operações)»o que for codificavel e tiver diversas ocorrências é uma Classe. Tipos de Diagramas principais idiagramas de Visão Estrutural ou Estáti ca:»diagramas de Class es (permitem especificar a estrutura de um sistema segundo a abordagem OO)»Diagramas de Componentes (dependências entre componentes de software)»diagramas de Instalação (configuração dos componentes fisicos - Hardware e Software) idiagramas de Visão Funcional:»Diagr de Casos de Utilização (permitem a visão do sistema na prepesctiva dos seus utilizadores)»diagramas de Actividades (representam as diversas actividades levadas a cabo pelos actores) idiagramas de Visão Dinamica:»Diagramas de Interacção - Diagramas de Sequências (mensagens entre objectos ao longo do tempo) - Diagramas de Comunicação (visão não temporal da comunicação entre objectos)»diagr d Estados (representação do ciclo de vida dos obj do sistema, através ds estados k vão passando) Diagramas de Casos de Utilização»descreve a relação entre os actors e casos d utilização de 1 dado sistema ireferem os grandes módulos do sistema pelos agentes externos ao sistema, denominados de actores. iapesar dos actores não fazerem parte do sistema a implementar,a sua modelização é fundamental para estabelecer os interfaces do sistema com o mundo exterior. icada caso de utilização corresponde a um conjunto de actividades que se traduzem por sequências de mensagens entre objectos. Recomendações: - Actores não correspondem apenas a utilizadores do sistema. - Podem-se usar setas (i.e., relações de comunicação com direcção) para aumentar a compreensão dos casos. - Casos de utilização não devem explicitar fluxo de controlo. - Simplicidade.» As actividades não entram nos casos de utilização. -Associação: são relações que exprimem relações semânticas relevantes entre objectos. Os objectos relacionados podem pertencer a uma mesma classe ou a classes diferentes. As associações representam-se por linhas a cheio complementadas por um conjunto de adornos que especificam diferentes informações, tais como: inome da associação; ipapel de cada participante na associação; imultiplicidade da associação; isentido da leitura. Papéis das Associações: O papel é a parte da associação e não da classe (i.e., a mesma classe pode ter papéis diferentes em associações diferentes). os papéis são muito importantes, porque ajudam a fazer a representação semântica das associações entre classes. Multiplicidade das Associações: A multiplici (ou cardinali ) traduz o número de instâncias de 1a dada classe k se podem relacionar ( através da associação) com 1a unica instância da(s) outra(s) classe(s) participante(s). Tipos de multiplicidade: i * ou (0..*) - muitos (0 ou mais); i(1..*) - um ou mais; i(0..1) - zero ou um; i(1) - exactamente um; i(e.g.,3) - um determinado número; i(e.g.,2..6) - uma determinda gama; i(e.g.,2..3,10..*) - uma gama + complexa.

5 Classe-Associação: A associação pode possuir os seus atributos (e eventual/ operações), devendo ser modelizada como uma classe. Exemplo : ( especificações de projecto) Construir um diagrama de Classes: Uma organização tem vários projectos em curso. Os projectos consistem em actividades que realizam várias tarefas. As actividades e as tarefas precisam da indicação do tempo necessário à duração requerida para a realização de um determinado trabalho. As activi s têm de apresentar decisões ou produtos de trabalho. Por seu lado as tarefas dependem dos recursos necessários à realização de cada 1 dos trabalhos. Exemplo : Diagrama de Actividades - Elaborar Orcamento icomposto por 2 entidades participantes: Gestor comercial e Gestor Produção Ex ialternativa im plica i ige informação de produção 2 cenários (decisões). Os cenários são: { inão exige informação de produção Exemplo: Diagrama de Sequências assíncrono e instanciado "Cliente pretende defenir uma viagem tendo em consideração o local de origem (o) e de destino (d)." Grau das Associações (ou Aridade): traduz o número de classe que intervêm numa dada associação. As associações podem ser:» Binárias - associação entre duas classes (caso mais frequente)» Unárias (ou Refl exivas) - associação de uma classe consigo própia. Acontece quando uma classe tem objectos que desempenham s papéis» Associações N-Árias (N 3) - são pouco comuns na modelação de classes. Há situações em que a aplicação deste tipo é vantajosa em termos de clareza do modelo. É representada por um losângulo com linhas para todas as suas classes participantes. As associações N-árias podem ser transformadas em várias relações binárias entre a classe-associação e as restantes classes participantes. Deve ser assinalado este facto através de uma anotação Diagramas de Estados (ou máquina de estad os) ipermite ilustrar o comportamento interno de um determinado objecto, subsistema ou sistema global. Estes diagramas representam os possiveis estados de um objecto, as correspondentes transicções entre estados, os eventos que fazem desencadear as transições, e as operações (acções e actividades) k são executadas dentro de um estado ou durante 1a transição idescreve o comportamento do sistema através de um simulador de estados (maquinas de estados). isão constiuidos por grafos de estados e grafos de transições Um E stado é uma situação registada por um objectodurante o seu respectivo ciclo de vida, durante a qual uma condição é verificada, e vai executando alguma actividade, ou simplesmente espera que determinado evento ocorra. icada estado pode ter sub estados. Uma transição é 1a relação entre 2 estados k especifica k 1 objecto k se encontre no 1º estado, realizará 1 conjunto de acções e mudará p/ o 2º estado qdº 1 determinado evento ocorrer e determinadas condições se verificarem. Exemplo : Diagrama de Actividades da empresa Pluma Branca do caso de utilização Alugar equipamento Exemplo: Diagrama de Sequências síncrono e descritivo "Efectuar uma chamada telefónica" Exemplo : Diagrama de estados de uma lampada» Associações Qualificadas - é um atributo, ou lista de atributos, cujos valores servem para especificar o conjunto de instâncias associadas a uma instância numa associação. Exemplo: Diagrama de estados do ciclo de vida do Homem - Agregação (simples) : Uma relação de associação com agregação corresponde ao facto de uma instância de determinada classe possuir ou ser composta por várias instâncias de outra classe. É usada para definir e proteger a integridade de um conjunto de objectos. io simbolo de agregação indica que a classe a que se aplica inclui um agregado de instâncias da classe associada. -Composição (Agregação composta) : forte pertença do todo em relação à parte e tempo de vida delimitado (as partes não podem existir sem o todo). io simbolo de composição indica que a classe a que se aplica é composta por um conjunto de instâncias da classe associada. Diagramas de Actividades idescreve o comportamento de um processo ou função pela especificação de operações (actividades e/ou acções) e decisões que permitem determinar qdº e como são realizadas,i.e. numa série de activi s ligadas por transições. idescrevem o comportamento interno de processos ou funções, explecitando as dependências entre as acções, o que significa que uma só acção só pode ser executada qdº todas as acções que nela dependem já tiverem sido executadas.» Utilização dos diagramas de actividades : ipara descrever Casos de utilização: 1 diagrama de actividades por cada caso de utilizaçã o. Neste caso o foco centra-se na explecitação da sequência de actividades que suportam a interacção entre os actores e o sistema correspondente ao caso de utilização respectivo i Para especificar Workflows ou processos de negócio ipara especificar operações.» Representar a execução independente econcorrente de um conjunto de actividades : UML utiliza a difusão ( fork) e a junção ( join) de actividades.» Partições de actividades : elemento que permite agrupar as actividades da responsabilidade de cada entidade participante. Cada grupo é separado por uma linha. Cada participação tem um nome unico dentro do deu diagrama.»cenários: Num diagrama de actividades há cenários n Existe 2 cenários, n nº simbolos de decisão Um cenário corresponde a cada uma das decisões que se to ma m Diagramas de Sequências iilustra uma interacção segundo uma visão temporal. É representado por 2 dimensões: a dimensão horizontal (representa o conjunto de objectos intervenientes) e a dimensão vertical (representa o tempo). imostram as interacções entre objectos ao longo do tempo. ios objectos representam-se do mesmo modo que as classes, mas com o nome sublinhado isão muito utlizados nos sistemas de telecomunicações. iquanto ao controlo:» Assíncronos - representação do desenvlvi/º de actividades ao longo do tempo ( )» Síncronos - representação da troca de mensagens síncronas ao longo do tempo (Telefone) [Nota: msg síncronas são aquelas em k o emissor mantém controlo até receber uma resp] iquanto à abrangência:» Descritivos - incluem todos os cenários possiveis» Instanciados - cada um refere-se apenas a um cenário irestrições utilizadas durante uma determinada execução: {new}; {create} Objectos e ligações criados durante uma execução {destroy} Objectos e ligações destruidos durante uma execução {transcient} Obj e lig criados durant 1a execução e seguida/ destruidos

6 Exemplo: Diagrama de Sequências da Pluma Branca do caso de utilização: "Aluguer equipa mento " 1º- Quais são os cenários que existem? Estão no diagrama de actividades nos s imbolo s de decisão: i Cliente registado i Equipamento disponivel i Cliente confirma itenção de aluguer 3 (existem 2 cenários = 8 cenários ) Cenários: 1º- Cliente registado Equipa/º disponivel intenção con firmada 2º- Cli ente registado Equipa/º disponivel intenção infirmada 3º- Cliente registado Equipa/º não disponivel não interessa pedir se o cliente confirma intenção elimina-se 1 cenário 4º- Cliente não registado Equipa/º disponivel intenção confirmada Cenário escolhido (+ completo) para o diagrama de sequências: 1º- Cliente registado Equipa/º disponivel intenção confirmada Exemplo dos conceitos: Considerando que se trata de uma associação de 1:1, teriamos ( Num _ matricula) Carro Num_serie, Cor, Cilindrada, Matricula Num_matricula, Ano, Mes Como neste caso a associação é obrigatória de ambos os lados, os atributos devem ficar todos numa unica relação: Carro Num_serie, Cor, Cilindrada, Num_matricula, Ano, Mes Associações binárias de 1..N Os atributos própios da associação, tal como os atributos da classe do lado 1, ficam na relação referente à classe do lado N: ( Num _ Depart,Data-Admis,Data-Demis) Departamento Num_Depart, Designação Empregado Num_Emp,Nome,Morada, Generalizações A transformação dá origem a uma tabela para cada uma das classes. O campo Tipo (descriminador) pertence à relação relativa À superclasse. Tratando-se de uma associação de 1 para muitos, não obrigatória do lado N, a relação deste lado recebe a chave estrangeira: ( Num cliente Tipo_proposta) Cliente Num_cliente, Nome, Morada Proposta Num_proposta, _, Data, Associações de N : N Tratando-se de uma associação de "muitos para muitos", a transformação dá origem a uma 3ª tabela que representa a associação, cuja chave primária é composta pelas chaves das tabelas associadas: Pessoa ( BI, Nome, Morada, D/A ) { D/A} Docente ( Num_Proces, Categoria, Grau_Academ, BI ) Aluno ( Num_Proces, Curso, Nota_Curso, BI ) Associações N - Árias (N 3) Discriminante Pessoa ( BI, Nome, Morada, Num_Contrib) Empresa ( Num_Id_Fiscal, Nome, Morada) Trabalhar ( Num _ Id _ Fiscal, BI ) Nota: Chaves primárias e estrangeiras simultaneamente, são representadas em sublinhado e itálico ou em sublinhado e sublinhado interrompido Exemplo de classe associativa numa associação de "muitos para muitos" 6. Regras de Transformação, ou Mapping, do Diagramas de Classes para o Modelo Relacional Conceitos : Conceito de "Relação" Relaç ão - conjunto de atributos que respeitam determinados princípios e regras mat emáticas. Uma relação pode ser representada em compreensão (através de Esquemas de R ela ção) ou em extensão (através de Tabelas). Ex. de Esquema de relação EMPREGADO ( Número, Nome, Departamento) Ex. de Tabela Número Nome Departamento 305 Pedro Contabilidade 384 João Produção 392Nuno Produção Conceito de "Regra de Transformação" As regras de Transformação ( ou Principios de Transposição) - são as regras que regem a transição de atributos do Diagrama de Classes da UML para o Modelo Relacional, de forma a garantir que não exista perda de informação Resumo dos conceitos da estrutura de dados do modelo relacional: Termo Formal Relacional Definição Esquema de Relação Relação representada em compreensão Tabela Relação representada em extensão Tuplo Linha ou registo duma tabela (instância) Chave Primária Identificador Único (associação de um ou + atributos) Chave Estrangeira Conjunto d 1 ou + atributos k são chave numa outra tabela Atributo Nome de campo de uma relação ou de coluna duma tabela Dominio de um atributo Conjunto de valores possiveis do atributo Formas Normais : As relações devem respeitar as 3 seguintes Formas Normais: i1ª Forma Normal:»Todos os seus atributos estão definidos em domínios que contenham apenas valores atómicos (isto é, valores elementares e não conjuntos ou grupos repetitivos i2ª Forma Norma l:» A relação está na 1FN e todos os atributos ñ pertencentes à chave primária dependem da totalidade da chave, e não apenas da parte dela i3ª Forma Norma l:» A relação está na 2ªFN e não há dependências transitivas, i.e., nenhum atributo é susceptivel de ser definido por atributos não-chave, i.e., cada atributo deve depender apenas da chave primária da relação Implicações das Regras de Normalização nas tabelas Chave Primária - todas as taeblas devem possuir uma chave primária Valores Nulos - os atributos das relações não devem ter valores nulos (embora se aceitem valores em falta) Redundâcia Controlada - alguns atributos aparecem repetidos, como chaves estrangeiras, mas tal repetição verifica-se apenas em atributos chave Associações biárias 1..1 Atendendo que a associação não é obrigatória de um dos lados, a transformação é feita para dois esquemas de relação: Livro ( ISBN, Titulo, Editora ) Resumo ( Código, Descrição, ISBN _ Livro) ou ( Código, Descrição, ISBN_Livro) Nota: A chave primária é sempre representada em sublinhado e a chave estrangeira é representada em itálico ou em sublinhado interrompido Utiliza-se uma das regras correspondentes à associação, com a ressalva de que os atributos da classe associativa são recebidos pela tabela que recebe as chaves Pessoa ( Num_Contrib, Nome, Morada, BI) Emp resa ( Num_Id_Fiscal, Nome, Morada) Trabalha ( Num _ Id _ Fiscal, Num _ Contrib, Data-Admis, Data-Demis) Pessoa ( BI, Nome, Morada) Departamento ( Num_Depart, Responsavel, Localização) Projecto ( Num_Projecto, Responsavel, Data_inicio, Data_fim) Tarefa ( BI, Num _ Projecto, Num _ Depart, Data_inicio, Data_fim) Agregações Utiliza as mesmas regras da transformação para associações com a mesma multiplicidade. Exemplo: ( ID _ Directório) Directório ID_Directório, Nome_directório Ficheiro ID_Ficheiro, Nome_ficheiro,

7 Composições A relação do lado da decomposição fica com a chave estrangeira integrada na sua chave primária Exemplo: 2. Relevância de cada um dos SI na organização Cada organização deve avaliar qual a relevância de cada um dos seus SI. Esta avaliação deve ser feita para cada um dos componentes do SI e deve consid erar os modulos que estão correntemente em funcionamento e aqueles que inda se encontram em fase de desenvovimento Impacto estratégico dos componentes para a organização consosante a sua carteira de aplicações Impacto de Aplicações Existentes vs Aplicações Novas Elementos principais da gestão estratégica A gestão estratégica passa pelas fases de análise, escolha e implementação. Na análise, devemos considerar o meio ambiente, quer em termos globais, quer especificamente para o negócio em questão, as expectativas e objectivos dos agentes do mercado, sejam estes fornecedores, competidores, clientes ou outras entidades interessadas, e os recursos disponiveis, sejam estes materiais, financeiros ou humanos Ambiente dos sistemas e tecnologias de informação ( Num _ Fact, Linha_Fact, Quant_item) Factura Num_Fact, Data Linha_Factura Regras de Mapping para Relational Estruturas OO Tabelas objecto-relational Classe A (com atributos Tabela A com chave primária A_ID simples) Tabela A com chave primaria A_ID e tabela B com chave primaria B_ID Associação binária entre as classes A e B, com uma classe associação L, e multiplicidade ma e mb Se ma>1 e mb>1, a tabela L da ligação tem chave primaria (A_ID,B_ID) Se ma=1 e mb>1, a tabela L da ligação tem chave primaria (B_ID). A tabela L pode ser absorvida pela tabela B, que contém A_ID como chave estrangeira Se ma>1 e mb=1, a tabela L da ligação tem chave primaria (A_ID). A tabela L pode ser absorvida pela tabela A, que contém B_ID como chave estrangeira Se ma=1 e mb=1, a tabela L da ligação tem chave primaria (A_ID) ou (B_ID). A tabela L pode ser absorvida pela tabela A ou B Agregações, composições Podem ser tratadas da mesma maneira que as associações binárias Uma tabela para cada classe da arvore. Todas as tabelas na arvore usam a mesma chave primária. Os campos herdados das subclasses são Generalização (arvore armazenados na tabela da super classe de herança) As tabelas da super classe em todos os niveis necessitam do campo adicional "tipo" para distinguir o tipo da sub classe para cada registo N Tabelas com a cave primária ID_n, onde n situado entre 1 e N Associação N-ária entre N classes, com uma classe A chave primária da tabela L da ligação é associação L feita do conjunto (ID_1, ID_2,, ID_N). Se a multiplicidade dos itens de alguma classe for 1, o ID correspondente pode ser retirado do conjunto Exemplo: Aplicar as regras de Mapping aos seguintes Diagramas de Classes: ( Num _ projecto, Num_actividade, descrição) ( Num _ projecto Num _ actividade ) (, custo-hora, E/M) ( Cod _ recurso) (, Cod _ recurso) ( Num _ projecto Num _ actividade Num _ tarefa Cod _ recurso) Projecto Num_projecto, data inicio, nome, descrição Actividade Tarefa,, Num_tarefa,Qt inic,qt fim,descriç Recurso Cod_recurso, nome Empregado Num_processo, Qt compra, Maquina Num_maquina, Qt compra Atribuir,,, ( m_cliente, nome, morada, NIF) ( data pedido Num cliente) ( Num_proposta Num orcamento) ( to, S/P) ( Num _ orcamento) ( Num _ orcamento) Cliente Nu Proposta Num_proposta, data proposta, tipo, descrição,, _ Linha_Proposta, descrição, _ Item_Orçamento Num_Orcamen Serviço Cod_serviço,, designação, custo, Produto Cod_produto, designação, valor, Notas: Natureza Patrimonial ou singular: (ex: unidade; comprar um carro) { Consumivel ou plural: (ex:unidade referencial; comprar feijões) Modelo de classes: conjunto de atributos de uma classe Modelo relacional: conjunto e relações Atributos tem que ser: Variaveis; Elementares; Relevantes Atributo quando é fixo (ex: preço fixo, nome da empresa) ñ existe no diagrama, mas tem que estar na base de dados numa tabela especial (tabela de parametros) Tabela de para metros: é uma tabela solta, mas em queries vai-se buscar dados a essa tabela. 7. Gestão Estratégica de Sistemas de Informação O impacto dos SI/TI na competitividade Num ambiente em que a taxa de mudança não para de crescer, em especial no que se refere à utilização de sistemas e tecnologias de informação pelas organizações para a sua afirmação no mercado, interessa identificar as tendências dos sistemas e tecnologias de informação e as estratégias de gestão de SI num ambiente dominado por essas tendências Avaliar o impacto dos SI/TI : igerir o impacto na competitividade ireferencial de impacto ireferencial de desfasamento iimpacto de aplicações existentes vs aplicações novas Gerir o impacto dos SI/TI na competitividade iimpacto na produção (Custo, Coordenação, Complexidade) iimpacto no marketing (Diferenciação, Mudança) igerir os desfasamentos na produção e no marketing Identificar a relevância das TI e SI As TI e SI têm afectado aforma como as organizações operam no mercado Na análise estratégica dos SI/TI numa organizaçção devemos considerar: 1. Relevância dos SI/TI na industria Referencial de Impacto Estratégico dos SI na industria A industria de pasta d papel foi considerada uma industria com pouca intensidade de informação Banca : elevado impacto no marketing; um banco poderá obter beneficios significativos pelo investimento em SI/TI de apoio ao marketing Defesa : elevado impacto na produção; investir em SI/TI na produção para aumento da precisão e do automatismo de meios de combate O desenvolvimento e a integração tecnológica Ainda que o impacto estratégico dos SI/TI saja muito significativo para grande parte das organizações, o desenvolvimento e a integração de tecnologias que se tem observado criam uma tendência para um aumento constante do impacto estratégico dos SI/TI. Aprendizagem e difusão de tecnologias de informação A rápida evolução da tecnologia, associada às vantegens competitivas que as novas tecnologias podem oferecer, leva a que a identificação das tecnologias a adoptar e a implementação eficaz das mesmas seja de importância crucial para o bom desempenho das organizações Adquirir ou desenvolver os SI? Quando uma organização identifica a necessidade de efectuar um determinado melhoramento no seu SI, após identificação dos requesitos do sistema, deve considerar se deve desenvolvero sistema localmente ou deve adquirir ou contratar o melhoramento ao exterior Comparação das fontes de SI (desenvolvimento vs aquisição) Vantagens do desenvolvi/º interno Vantagens da aquisição ou adjudicação Adaptação Acesso a capacidades Controlo de variáveis Custos reduzidos Confidencialidade Redução de funcionários Pouca vulnerabilidade Investimento incremental Melhores standards e controlos Variedade de serviços Gerir o relacionamento entre a gestão geral, os responsáveis pelos SI e os utilizadores Para que os SI sirvam tão plenamente quanto possivel os interesses da organização, é fundamental a dedicação de todas as partes envolvidas no seu desenvolvimento, implementação e utilização O impacto dos SI/TI na competitividade De uma forma geral os SI podem oferecer múltiplos beneficios às organizações. Estes podem reduzir os custos, aumentar a eficiência e a eficácia das organizações, e, consequentemente, melhorar a sua posição competitiva no mercado. Para assegurar a adequação estratégica dos SI a desenvolver ou adoptar é necessário desenvolver um plano estratégico para os SI. O plano estratégico para os SI deve estar alinhado com a estratégia global da organização. Assim deve considerar variavéis estratégicas tais como: as relações de poder entre competidores, clientes, fornecedores, susbtitutos e novos competidores, os pontos fortes e fracos da organização, as oportunidades e ameaças existentes no mercado, a cadeia de actividades necessária para a criação de valor na organização,... O plano estratégico de SI deve considerar a situação da organziação no mercado e a situação interna da organização Areas de oportunidade para os SI/TI As TI têm demonstrado ter a capacidade de revolucionar a competitivi das organizações pelas + variadas vias. Podem melhorar a comunicação com outras organizações, sejam elas clientes ou fornecedores ( Internet, Paginas Web, EDI - Electronic Data Interchange); Podem conseguir disponibilizar atempamente informação de grande valor para o bom funcionamento da organização ao processar os dados disponivéis de forma mais integrada e eficaz; Podem gerar novos produtos ou serviços baseados na informação ("dinheiro de plastico: cartões de crédito, cartões de débito); Podem mesmo disponibilizar informação conducente ao desenvolvimento de melhores estratégias Exemplos de impacto dos SI/TI nas organizações: isistemas de incentivos baseados em desempenho iredução de custos iredução de niveis na organização iambiente controlado mas complexo Um modelo de planeamento estratégico Para o desenvolvimento de um plano estra tgico, uma organização deve especificar a sua dimensão, os seus objectivos, a estratégia, as tacticas, as decisões e as acções Análise da Situação estratégica Ferramentas de análise estratégica: 1. Modelo de Porter O modelo de Porter considera a existência de 5 forças no mercado: os competidores (são agentes que já estão activos no mercado e que assumem como objectivo fornecer o mesmo produto ou mesmo serviço no mesmo mercado) os produtos substitutos (propoêm aos clientes existentes no mercado produtos ou serviços que, não sendo identicos ao produto ou serviço da organização em causa, satisfazem a mesma necessidade do mercado, competindo assim pelo mercado disponivel) os novos competidores (são agentes que ainda não estão activos no mercado, mas que têm intenções ou desejo de passar a oferecer o mesmo produto ou serviço no mercado em causa) os clientes os fornecedores (são agentes economicos que disponibilizam cada um dos recursos produtivos) Poderão ainda ser considerados, para as areas de negócio com forte intervenção estatal os agentes reguladores ( defendem o bem estar global da sociedade) Cada umas das cinco forças do modelo de Porter agem no mercado visando alcançar os seus objectivos Modelo de Porter Neste ambiente a organização: iface aos clientes deve tentar que estes se sintam tão associados à organização e aos produtos quanto possivel. OS iface aos fornecedores deve tentar evitar a dependência dos seus forneci/ Assim o modelo de cinco forças de Porter pode ser utilizado como um guia inspirador de estrat gias para os SI através de questões genéricas que podemos colocar quanto ao contributo possível dos SI/TI Questões Estratégicas ipodem os SI/TI criar barreiras à entrada de novos concorrentes? ipodem os SI/TI criar custos de migração de outros negocios para o negócio em que estamos? i Podem os SI/TI reforçar as ligações a clientes? ipodem os SI/TI reduzir a dependência nos fornecedores? ipodem os SI/TI melhorar a nossa competitividade na industria? ipodem os SI/TI proporcionar inovações que alteram as regras de competição? ipodem as TI gerar novos produtos ou serviços? 2. Análise SWOT A análise SWOT visa listar um conjunto de aspectos que permitem identificar a situação estratégica corrente da organização Os pontos fortes sãoatributos ou caracteristicas da organização que lhe poderão proporcionar vantagens competitivas; Os pontos fracos são atributos ou caracterisitcas da organização que debilitam a sua capaci p/ enfrentar os desafios colocados pelo mercado; Oportunidades são aspectos actuais ou potenciais do mercado, ou do meio ambiente em geral, de que a organização poderá obter beneficios Ameaças são aspectos actuais do meio ambiente ou acontecimentos actuais que podem acusar danos à organização.

8 Análise SWOT (Strengths, weaknesses, opportunities and threats) 3. Análise da cadeia de valor A cadeia de valor decompõe o valor acrescentado pela organização no valor acrescentado pelas activi s primárias e pelas activi s de suporte. As actividades primárias são aquelas que contribuem directamente para a criação de valor. As actividades secundárias são aquelas que não contribuem directa/ p/ a criação de valor, mas são necessárias p/ k o valor possa ser criado Avaliação das actividades: iactividades Primárias: Contribuem directamente para os objectivos. iactividades de Suporte: São necessárias para o bom funcionamento das primárias. Avaliação da utilização de recursos: ieficiência: Consumo de recursos tão moderado quanto possível face à actividade desenvolvida. ieficácia: Contribuição para o alcance dos objectivos. Cadeia de Valor de Porter 3. Análise do ciclo de vida De uma forma geral, cada produto ou serviço evolui por cada uma das fases do ciclo de vida. Estas fases são: idesenvolvimento (o mercado do produto ainda não está claramente estabelecido, e por vezes, o seu sucesso é incerto). icrescimento (a taxa de cresci/º do mercado tende a aumentar significativa/) imaturidade (chega a estabilidade da dimensão do mercado. Este poderá continuar a crescer, mas agora com atxas moderadas de crescimento) ideclínio (a taxa de cresci/º do mercado é negativa, pois o bem ou serviço oferecido é cada vez menos procurado) 4. Análise do Portfolio - Matriz BCG (Boston Consulting Group) Cada um dos negócios do portfolio é avaliado face ao crescimento esperado do seu mercado e à quota de mercado que a organização possui. Podemos considerar a quota de mercado elevada ou reduzida consoante a quota de mercado do lider podemos considera-la como o maximo da escala Matriz BCG As estrelas podem não proporcionar cash - flows muito elevados Vacas Leiteiras: elevados cash - flows Cães Vadios: negocios sem interesse Pontos de Interrogação: negocios de elevado crescimento, mas que a organização detem quotas de mercado reduzidas Matriz de níveis de benefício Cada SI deve proporcionar beneficios, seja a nivel estratégico, seja a nivel táctico, ou a nivel operacional Objectivos da gestão consoante os desfazamentos da organização face ao líder Eficiência vs Eficácia A eficácia refere-se ao alcance dos objectivos A eficiência refere-se à utilização dos recursos Um sistema eficaz é aquele que atinge os objectivos para que foi desenvolvido. Um sistema é eficiente é aquele que realiza as tarefas consumindo poucos recursos A definição de estratégia Num processo de desenvolvimento de estratégias deve ser considerado quer o posicionamento corrente do mercado, quer as caracteristicas da organização Na avaliação e selecção das alternativas devemos considerar o ajustamento da estratégia à situação da organização, podemos considerar as análises e recomendações proporcionadas pela análise SWOT ou pela matriz BCG Riscos inerentes ao sucesso Do desenvolvimento do conceito à utilização de um SI corre-se um amplo conjunto de riscos Mesmo quando um sistema é desenvolvido correctamente, implementado, aceite pelos utilizadores e com um impacto imediato positivo, este continua a correr os riscos de um sistema tecnicamente bem sucedido, os riscos inerentes de sucesso. Riscos inerentes de Sucesso 1.Redução de competitividade devido a alterações nas regras de cmpetição (TI) A adopção de SI/TI por um dos competidores pode alterar as regars de competição no mercado 2.Sistemas que reduzem barreiras à entrada 3.Problemas jurídicos (de litigação/legais) ex: Microsoft; American Airlines 4.Penalização de inovadores Muitas vezes é necessario que os consumidores evoluam e atribuam valor ao novo produto. ex: os inventores da televisão não foram bem sucedidos. 5.Timing Efeitos das TI na Competição iespaço para vantegens competitivas irisco de vulnerabilidade estratégica ias características da empresa/mercado determinam TI O Planeamento Estratégico de Sistemas de Informação (PESI) O planeamento estratégico de SI deve estar alinhado com o planeamento estrategico global,e por sua vez, os planos mais detalhados dos SI terão de seguir o plano estratégico desi. Na elaboração do plano estratégico de SI, devem ser considerados os diagnósticos e as sugestões de várias ferramentas de analise e desenvolvi/º estratégico, tais como factores criticos de sucesso, o conjunto critico de serviços de informação, e a análise meio-objectivos. Decorrido algum tempo após a conclusão do plano estratégico de SI, ou caso alguma alteração significativa tenha ocorrido na organização ou no seu meio envolvente, o plano estratégico de SI deve ser revisto para assegurar que as suas directivas se mantêm adequadas e alinhadas com a estratégia global da organização. O plano estratégico de SI deve identificar claramente os objectivos dos SI na organização, diagnosticar o seu estado corrente e explicar o que deve ser feito para evoluir do estado corrente para o estado desejável. O que são SI de gestão SI de gestão são procedimentos formalizados que proporcionam informação para a tomada de decisões correctas e atempadas. Os SI de gestão envolvem: itecnologias de Informação (TI) - envolvem todo o equipamento e software utilizado na aquisição, aramzenamento, e apresentação da informação. isistemas de processamento de transacções (SPT) isistemas de suporte à decisão (SDD) - proporcionam apoio ao processo de tomar decisões isi de gestão estratégicos (SIGE) - são SIque são considerados criticos para a competitividade da organização Uma visão instrumental dos SI para a gestão Os SI para a gestão devem ser vistos como uma ferramenta disponivel para melhorar o desempenho da organização e, consequentemente, melhorar a sua posição competitiva. Os SI devem apresentar um conjunto de atributos que contribuam para o bom funcionamento da organização. Niveis de planeamento de SI O planeamento de SI pode ser visto a três nivéis: ia nivel estratégico - devemos definir em termos de longo prazo que sistemas devem ser utilizados pela organização ia nivel tactico - podemos decidir qual a sequência de desenvolvimento ou de aquisição dos sistemas ou subsistemas, e de que forma estes serão obtidos. ia nivel operacional - desempenhado no curto prazo, temos que conseguir o melhor desempenho do sistema que se dispõe no momento Caracteristicas da informação Operacional vs Informação estratégica Informação Operacional Informação estratégica Essencialmente interna Essencialmente externa Fontes claramente definidas Multiplas fontes Detalhada Agregada Histórica Futura Grande precisão Precisão moderada De uso muito frequente Uso menos frequente No processo de planeamento, como em qualquer outro processo de decisão, os decisores devem, em cada um dos niveis de planeamento, seguir as fases de inteligência, desenho e escolha. As necessidades de serviços de informação O planeamento dos SI a desenvolver deve considerar as necessidades de serviços de informação da organização. Assim, devemos identificar as necessidades de serviços de informação presentes e aquelas que, não se apresentando no presente se virão a afirmar num futuro proximo. Assim, a identificação das necessidades de serviços de informação deve seguir as fases de: iinventariação das necessidades iantecipação das necessidades iverificação das necessidades ivalidação das necessidades - consiste em assegurar que as necessidades expressas servem, e são suficientes para atingir os objectivos do sistema Métodos de análise de requisitos De acordo com Gutierrez, os métodos de análise de requisitos podem ser concretos ou abstratos. Os metodos concretos são aqueles que se baseiam no estabelecimento de um sistema, que pode assumir uma variedade de formas, para análise das necessidades de serviços de informação. Os metodos abstratos são essencialmente utilizáveis na inventariação das necessidades pois recebem dos clientes ou utilizadores os atributos desejáveis do sistema. Metodos concretos de análise de requisistos: Nome do Método Descrição Fases de aplicação Orientação por Os utilizadores definem os Utilizável nas quatro objectos objectos relevantes para o fases de identificação sistema e o seu comportamento de requisitos Jogos Protótipo manual do sistema Verificação Simulação O funcionamento do sistema Verificação é represenatdo por um programa de computador que apresenta um interface semelhante ao sistema final Prototipagem Versão parcial do sistema Identificação e Verificação Sistemas pioto Sistema completo implementado nalguma areas da organização Validação Esperiências Implementação e avaliação Verificação e operacionais de sistema piloto Validação Metodos abstratos de análise de requisistos: idelphi - fomenta o consenso de um grupo de utilizadores sobre os requesitos desejáveis do sistema iadministração de inqueritos - identificam as necessidades de serviços de informação dos utilizadores pela análise estatística das respostas dos mesmos às questões colocadas no inquerito admnistrado O papel dos SI no planeamento estratégico A taxa de mudança crescente numa variedade de mercados, associada à competitividade crescente exige que o planeamento estratégico considere grandes volumes de informação proviniente de uma variedade de fontes. Toda essa informação deve ser ponderada e equacionada considerando a forma como as informações interagem entre si. A necessidade de planos estratégicos para os SI Para que os SI possam contribuir tanto quanto possível para o bom desempenho da organização é fundamental que se estabeleça um plano estratégico para os mesmos, uma vez que estes competem por recursos quer financeiros, quer humanos, quer limitados Aspectos a considerar no planeamento estratégicos de SI 1.O planeamento estratégico global Para que o desenvolvimento dos SI contribua para um melhor desempenho da organização é fundamental que a estratégia para os SI esteja alinhada com a estratégia global da organização, ou seja, não tem qualquer utilidade disponibilizar sistemas ou informações a qua a organização não da utilidade Considerando que a estrategia global da organização espera dos SI, deve então ser elaborada a estratégia para os mesmos, em que é planeada a evolução dos SIde forma a que as necessidades de infromação envolvidas na execução da estratégia gobal sejam satisfeitas. A estratégia para os SI incluirá uma estratégia de TI, onde se inclui o hardware e o software, uma estratégia de comunicações, e uma estratégia de procedimentos e de utilização dos SI. O alinhamento da estratégia para os SI com a estratégia global, assim como a qualidade da contribuição da estratégia para os SI para o bom desempenho da organização, devem ser avaliados e ajustados de forma interactiva: a estratégia para os SI é definida para satisfazer as necessiaddes de informação da estratégia global e, por sua vez, o impacto da utilização dos SI/TI deverá ser considerado na definição da estratégia global (figura em baixo). O impacto da TI na estratégia global envolve: iavaliação do desempenho dos SI/TI adoptados pela organização; ioportunidades de organização ou de alterações de negócio proporcionadas pela evolução constante das T I. Relação entre estratégia de SI, TI e estratégia global 2.Impacto dos factores criticos de sucesso no planeamneto de SI O desenvolvimento dos SI deve ser organizado de acordo com os factores criticos de sucesso daorganização. Assim, após a identificação dos factores criticos de sucesso, devemos considerar que funcionalidade a nivel dos SI será necessária para que sejam alcançados 3.Análise do conjunto critico de serviços de informação Henderson propôs que a ordenação do desenvolvimento de componentes dos SI deveria visar satisfazer o conjunto critico de serviços de informação da organização. Adefinição do conjunto critico de serviços de informação envolve: ia compreensão do negócio (pode ser realizada através do modelo das 5 forças de Porter ou a cadeia de valor) ia identificação das necessidades de informação (para o bom funcionamento da organização) 4.Análise de meios - objectivos O conjunto critico de serviços de informação pode ser considerado como o objectivo dos SI. Assim, interessa planear como atingir esses objectivos. Para tal, devemos especificar os meios a utilizar, nomeadamente inputs, os processos de transformação de informação e o suporte tecnológico, que inclui software de base, hardware e infra-estrutras de comnunicações. Na análise meios-objectivos devemos ainda definir medidas de eficiência e medidas de eficácia que proporcionarão feedback sobre o desempenho do sistema 5.Planeamento de sistemas de negócio (BSP) Esta ferramenta organiza o plano de desenvolvimento de SI por subsistemas autónomos ou suportáveis pelos componentes existentes Passos do Planeamento de Sistemas de Negócio (BSP) 1. Definição de processos 2. Definição de classes de informação 3. Análise do sistema existente 4. Identificação da missão do novo sistema 5. Construção da arquitectura da informação 6. Definir prioridades de desenvolvimento 7. Recomendações e plano de acção 6.A maturidade das TI na organização O ponto de partida da organização em termos de maturidade de SI tem duas vertentes: a infra-estrutura de SI instalada e a aprendizagem da organização. A adopção de novos SI, que pode ser crucial para a organização enfrente os ataques da concorrência, está condicionada pela existência de uma infra-estrutura prévia de SI e pelo conhecimento ou familiaridade da organização com os SI. As estratégias genéricas de Parsons para os SI apresentam abordagens para a definição do centro de decisão e do critério de decisão sobre a gestão dos SI 1.A definição de centro de decisão No que se refere ao centro de decisão os SI podem ser geridos por planeamento central, em monopólio, ou em mercado livre. 2.A definição do critério de decisão Quanto ao critério g enérico de decisão es te pode ser uma politica de limiar de inovação tecnológica (leading edge), de competidor de recursos escassos, ou de mal necessário. Quando reavaliar ou ajustar o planeamento de SI Sempre que os SI tenham dificuldades em satisfazer as necessidades da organização, deve ser equacionado se o planeamento dos mesmos é adequado. No entanto, para além desta situação genérica, existem um conjunto de situações em que o planeamento dos SI deve ser revisto: iquando ocorrem grandes alterações organizacionais ia evolução do meio envolvente pode ocorrer de forma mais neutra sendo, simultaneamente oportunidade e ameaça, quando se apresenta como evolução tecnológica. iquando surgem novas soluções informáticas, ou novas versões das soluções existentes. Quem deverá participar no planeamento de SI? A equipa responsável pelo desenvolvimento do plano estratégico para os SI deve incluir especialistas de planeamento e especialistas de SI, assim como gestores séniores da organização. A equipa deverá ser liderada por um gestor sénior. Qual o conteudo do plano de SI O plano de implementação das modificações de forma a atingir os objectivos partindo da situação actual deve especificar as acções a desenvolver e a afectação de recursos, considerando sempre o ambiente e a evolução esperada a nivel organizacional e a nivel da tecnologia. O plano deve ainda lembrar as regras e standards adoptados para a selecção de hardware e de software O Plano Estratégico de SI deve conter : 1. Definição clara dos objectivos do SI 2. Identificação da situação corrente da organização(deve incluir capacidades do SI actual e problemas resultantes da sua utilização) 3. Especificação detalhada de como evoluir do sistema de informação actual para um outro em que os objectivos do SI sejam alcançados ia informação estratégica para a actividade i Estratégia para a funcionalidade do SI iestratégia para as TI

9 7.3 - Avaliação Financeira de Sistemas de Informação Os SI envolvem uma variedade de custos durante as fases do seu ciclo de vida. Para o desenvolvimento dos SI é, de uma forma geral, necessário incorrer custos para a obtenção de hardware, redes de comunicação, e dos vários componentes de software necessários. É ainda necessário suportar os custos de instalação e congiguração de todo o equipamento e s oftware. Para uma adopção bem sucedida de SI, deve-se ainda, antes do SI entrar em exploração, formar o pessoal que ficará pela manutenção do sistema, assim como os utilizadores. Durante a exploração do SI será necessário prestar apoio aos utilizadores, efectuar a manutenção do sistema, e garantir a sua segurança. Para a comparação entre os custos e os beneficios financeiros dos SI, podem ser utilizadas as ferramentas de análise financeira adoptadas pela avaliação de projectos de investi/º em geral, tais como periodos de payback, a rendibilidade do investimento, o valor liquido actualizado e a taxa de rendibilidade. Custos dos SI Componentes do Custo de Sistemas de Informação 1. Hardware - em termos de hardware, existe normalmente um amplo leque de escolha desde as soluções mais económicas às mas i dispendiosas, mas, na decisão, devemos considerar a importância da velocidade de resposta do sistema e a previsibilidade da necessidade de mais capacidade de processamento ou armazenamento de informação 2.Redes de comunicação - existe uma multiplicidade de escolhas possiveis Aselecção adequada depende de uma variedade de aspectos que incluem os volumes de informação a transportar, quer no presente, quer no futuro proximo, o custo de tempos de espera que possam surgir decorrentes do congestionamento das comunicações, e a configuração fisica do espaço existente entre equipamentos com a necessidade de comunicar entre si. As infra-estruturas de comunicação a adoptar tem têm de suportar o volume de informação a transportar no futuro proximo com tempos de espera razoavéis 3.Instalação do equipamento (infra-estruturas) - Após a aquisição do equipamento e a disponibilização das infra-estruturas de informação, é necessário instalar todo o equipamento. A instalação pode ser adquirida conjuntamente com o equipamento, contratada a terceiros, ou efectuada por funcionários da organização 4. Software de base - A selecção do software de base, que inclui sistemas operativos, linguagens de programação, Sistemas de gestão de BD,..., deve considerar os standarts, a utilização esperada do sistema e as caracteristicas de cada uma das laternativas em termos de capacidade, fiabilidade, usabilidade, disponibilidade de assistência, e custo. 5. Software aplicacional - O software aplicacional, que inclui aplicações como a contabilidade ou de gestão de inventários, deve ser seleccionado considerando o que cada umas das alernativas oferece à organização, face ao seu custo. 6.Desenvolvimento do Software por medida - Quando não exista software que satisfaça as necessidades da organização, pode ser necessário desenvolver sotfware por medida. Tipicamente é mais dispendioso do que o software adquirido porque o seu custo de desenvolvimento não é dividido por multiplos clientes 7.Formação de pessoal e manutenção - Se a organização quiser evitar a dependência do exterior para o bom funcionamento do seu SI, deverá formar algum do seu pessoal na manutenção de cada um dos componentes do seu SI, o que inclui hardware, e os vários tipos de software. 8.Formação de utilizadores - Quando se implementa o SI, é tambem necessário formar os utilizadores para a utilização do novo sistema. 9.Apoio aos utilizadores - Mesmo após a formação dos utilizadores, estes poderão ter duvidas na utilização do SI. Assim, é muito recomendavel dispor, na organização, de quem possa esclarecer as dúvidas dos utilizadores na execução das suas tarefas. Poderá ser constituido um gabine de apoio ( helpdesk) 10.Manutenção - Ainda que o SI saja construido para satisfazer as necessidades de serviços de informação da organização com o minimo de manutenção possivel, existem, deuma forma geral, necessidades de manutenção do sistema. 11.Segurança - A segurança dos SI inclui uma variedade de aspectos que interessa assegurar. Interessa assegurar que a organização não perderá os seus dados ou as suas aplicações, que terceiros não consigam a informações confidenciais, nem consigam alterar ou destruir os dados das aplicações. Interessa ainda assegurar que cada elemento da organização só acede, altera, apaga ou insere informação para a qual lhe foi atribuida autorização para a acção em questão. Valor dos SI Os custos dos SI devem ser justificados peo valor que estes proporcionam à organização. Este valor pode constituir-se sob a forma de aumento de eficiência, aumento de eficácia, ou de obtenção de vanatgem competitiva. Tipos de beneficios possibilitados pelos SI Tipo de benefício Exemplo Eficiência Redução de custos Eficácia Melhoria da rendibilidade dos activos Vantagem competitiva Melhor posicionamento O Valor do SI icontributos em eficiência ( custos) e eficácia ( rendibilidade dos activos) icritérios de avaliação financeira:»comparar o desempenho de cada investimento face à solução alternativa»um longo periodo de payback pode significar obsolescência»considerar o valor liquido actualizado e, eventualmente a taxa interna de rendibilidade Critérios de avaliação Ainda que a organização possa considerar objectivos não mensuráveis por indicadores financeiros, deve sempre prestar alguma atenção aos indicadores financeiros, pois estes revelam o impacto que o investimento no SI deverá ter na rendibilidade da organização Uma vez estimado o investimento e os gastos correntes necessários ao desenvolvimento do SI, assim como os benificios a ele imputáveis, devemos utilizar tecnicas de avaliação financeira para avaliar a contribuição financeira do projecto. Exemplos de tecnicas de avaliação financeira de projectos: iperiodo de payback - é o tempo necessário p/ que os beneficios oferecidos pelo sistema compensem os seus custos. O periodo de payback tem como ponto fraco o facto de não considerar os cash-flows que ocorram após o momento em que se conclui o periodo de payback. O periodo de payback não será adequado para fundamentar a elevada rendibilidade dos projectos, pois limita-se a indicar quanto tempo será necessário para que o investimento seja justificado pela margem gerada pela utilização do sistema. ivalor Liquido Actualizado (VAL) - O VAL desconta todos os fluxos de caixa para o momneto inicial. É o indicador financeiro mais recomendado na avaliação de projectos em geral e na avaliação de projectos de SI. itaxa interna de Rendibilidade (TIR) - está associada ao VAL. è expressa sob a forma de percentagem, o que não transmite qualquer informação sobre a dimensão do projecto. Gestão de SI como portfolio A adopção de um SI pode ser imprescindivel ao bom funcionamento da organização. Ex. se a contabilidade for organizada pela organização, é normalmente aceite que vale apena adquirir um SI para tal, não só porque é mais económico e eficiente, mas também porque o registo informático permite satisfazer melhor os requesitos da contabilidade. 7.4 A organização e a liderança de SI Para uma gestão eficaz dos SI/TI, é necessário que o SI seja gerido por uma estrutura tãoa dequada quanto possivel às suas caracteristicas e que, a cada momento, seja dada atenção aos aspectos do sistema mais relevantes para a efiácia do mesmo. Assim, surge a necessidade de estabelecer um equilibrio entre a invoção e o controlo dos SI. Na adopção de um novo SI é necessário um enfase na inovação, assegurar que os serviços de informação minimos não serão interrompidos e que os utilizadores estão suficientemente formados e convencidos para a adopção bem sucedida do novo sistema. Quando a organização considerar ter necessidade de serviços de informação que, não sendo especialmente estrégicos ou confidenciais, consomem elevados recursos de SI/TI, pode ser recomendavel recorrer ao outsoursing. O outsoursing é estabelecido através de um contrato pelo qual a organização contrata à organização que presta o outsoursing um conjunto de serviços de informação. Quer quando os serviços de informação são prestados internamente, quer quando são adjudicados em outsoursing, tendem sempre a existir pressões da parte dos profissionais de SI/TI para o dominio dos SI. A gestão dos recursos de SI/TI Os recursos de SI/TI devem ser geridos tendo em consideração: 1.O equilibrio desejável entre a inovação e o controlo Cada tecnologia adoptada pela organização deve, a seu tempo, proporcionar beneficios que justifiquem o investimento nela realizado. Uma vez que a nova tecnologia esteja convenientemente compreendida e dominada pelos vários agentes da organização, há que realizar algum controlo da utilização da mesma, de forma a assegurar que esta está a ser utilizada de forma eficiente. Assim, nas primeiras fases de adopção da tecnologia, a organização deve preocupar-se com a eficácia da mesma, ou seja, em que medida a nova tecnologia poderá ajudar a organização a atingir os seus objectivos, enquanto, face a tecnologias maduras na organização, se deve controlar a eficiência da sua utilização, ou seja, assegurar que, na sua utilização, o consumo de recursos está a ser perfeitamente justificado pelos resultados obtidos. Fases de Assimilação d iiniciação de novas TI e TI iaprendizagem e adaptação da tecnologia iracionalização/controle idifusão e adopção generalizada Gestão de projectos de SI consoante a fase do projecto Aspecto Fase Proeminente Inovação/ Eficácia Controle/ Eficiência Iniciação Aprendizagem e adaptação Racionalização e controle Difusão global Problema Típico Focus limitado e falta de marketing Excessivamente orientado para a eficiência 2.Gestão de projectos informáticos consoante a fase do projecto Pode ser criado, de forma mais ou menos oficial, um grupo de tecnologias emergentes. Este grupo tem como missão identificar quais as tecnologias que podem proporcionar beneficios à organização e propô-las à gestão da organização. Cabe ainda a esse grupo difundir a nova tecnologia na organização, quer pelo pessoal de TI, quer pelos utilizadores. Este grupo deve ter cuidado de se apresentar à organização como facilitador do bom funcionamento da organização Tipo de gestão consoante a fase do projecto Aspecto da Gestão Fase de Inovação Fase de Controle (Eficácia) (Eficiência) Organização Orgânica (Grupo TE) Mecanicista (Tradicional) Controle Flexivel e informal Rígido Liderança Participativa Directiva 3.Factores chave para a implementação bem sucedida de uma nova estrutura de TI A determinação da gestão em fomenar e gerir a mudança é fundamental para que a inovação possa ser bem sucedida. Esta necessidade aumenta com a dimensão do investimento, o número de utilizadores envolvidos, e a falta de familiaridade com as novas tecnologias. Na nova estrutura, será provavelmente necessário acomodar uma diversidade de configurações e gerações de tecnologias. Para tal, devem ser preparados planos de evolução de cada uma das funções ou componentes do sistema, de forma a manter o funcionamento minimo da organização em todas as circunstâncias. Para além da implementação do novo sistema ter de decorrer sem interromper os serviços minimos de informação, é tambem importante assegurar que, caso a evolução tecnológica implique alterações na forma como os utilizadores se relacionam com o sistema, os utilizadores serão treinados na utilização do novo sistema antes da implementação do mesmo. O outsourcing como forma de gerir SI Com o aumento constante da complexidade dos SI, e a disponibilidade de cada vez mais as organizações que oferecem a gestão dos SI como serviço, o outsourcing deve ser considerado como uma alternativa para gerir os SI. O outsourcing pode incluir a totalidade ou somente parte do SI. 1.Razões para o outsourcing icomplexidade do SI exceder a capacidade dos recursos internos de SI/TI i> rapidez de resposta às necessi s de serviços de informação da organização imelhor relação entre o custo e qualidade dos serviços de informação inecessidade de utilizar todos os recursos da organização no desenvolvimento das competências fundamentais da organização Objectivos do outsourcing Reduzir a complexidade Rapidez de resposta Focos nas competências fundamentais ("core") Melhorar a relação custo/qualidade 2.O que adjudicar em outsourcing Actividades a Adjudicar em outsourcing OS iactivi s que requerem requerem investi/ em recursos especificos, tais como harware, software ou sitemas de comunicação especificos e de custo elevado; iactividades/sistemas operacionais (não estratégicos, tarefas que não assumem uma relevância estratégica para a organização) iactividades/sistemas muito estruturados iactividades/sistemas de fácil separação do restante da organização 3.O contrato outsourcing A relação de outsourcing deve ser regulada por um contrato de outsourcing negociado entre a organização que contrata o outsourcing e a organização que presta o outsourcing. Este contrato deve definir de forma clara quais os direitos e obrigações de cada uma das partes 4.O CIO e a gestão do outsoursing No sentido de assegurar que os serviços prestados em outsoursing satisfazem as necessidades da organização, é adequado manter um responsável pelos SI subcontratados na organização que contrata o outsoursing. Este responsavel pelos SI é desigando por CIO (Chief Information Officer) O CIO deverá gerir o contrato outsoursing, e as suas possiveis alterações ou extensões, avaliar o desempenho da organização que presta o outsoursing, e coordenar os trabalhos da organização que contrata o outsoursing com a organização que o presta 5.Riscos do outsoursing i Perda de controlo sobre a informação (sobre sistemas estratégicos, sobre sistemas de informação pouco estruturados) e sobre a sua gestão ipode causar insuficiências sérias nos serviços de informação decorrentes da evolução das necessidades de serviços de informação. io contrato outsoursing não contemplar as necessidades futuras na organização que contrata o outsoursing. ipossivel inflexibilidade do contrato ou fornecedor io outsoursing ser irreversível (por razões contrattuais ou operacionais) O dominio sobre os SI/TI De uma forma geral quer os utilizadores, quer os profissionais de SI/TI exercem pressões para assumir o dominio sobre a gestão dos SI Argumentos para o dominio dos SI pelos utilizadores e pelos profissionais de SI/TI Argumentos dos utilizadores Argumentos dos Profissionais de SI/TI Acumulação de procura de TI Profissionalismo insatisfeita Disponibilidade de produtos de TI no mercado ( software) Esforço dos utilizadores no sentido de maior controlo Grande difusão de conhecimentos de SI/TI Aprendizagem do utilizador Redução de oposição à inovação de TI Conhecimento dos erros + comuns, ou as soluções que ainda que funcionando a curto prazo, geram caos no médio prazo Estudos de exequilidade Gestão integrada das TI Ajustamento à estrutura da empresa O excesso de dominância quer dos utilizadores, quer dos profissionais de SI/TI pode trazer alguns problemas à organização Problemas decorrentes do excesso de dominio dos utilizadores ou dos profissionais de SI/ TI Problemas decorrentes do excesso Problemas decorrentes do excesso de de dominio dos utilizadores dominio dos profissionais de SI/TI Orientação excessiva para os Atenção demasiada ao rigor das problemas de curto prazo aplicações Pessoal de TI perde controlo Atrasos na manutenção Excessivo números de sistemas Respeito pelos standards (excepções) Pouco respeito pelos standards Tendência para desenvolver tudo localmente Falta de avaliação de novos Orientação mais tecnica do que para projectos o utilizador Ilhas de conhecimento Utilizadores possivelmente insatisfeitos Duplicação de capacidades e aprendizagem Responsabilidades minimas dos utilizadores Devem ter o cuidado de compreender o suporte que os SI/TI podem proporcionar às suas tarefas Devem participar na definição e no desenho dos projectos referentes a SI que possam vir a utilizar Globalmente, os utilizadores devem gerir os SI/TI como uma parte integrante do negócio, o que envolve a participação no desenvolvimento do plano de SI/TI da organização Responsabilidades minimas dos profissionais de SI/TI Devem assegurar o respeito pelos standards e normas de qualidade, efectuar a manutenção das aplicações da organização e rever continuamente os SI em funcionamento. Devem ser responsaveis pela comparação das varias alternativas de aquisição de equipamentos ou software Devem efectuar o marketing do departamneto de SI/TI da organização Responsabilidade da gestão geral Globalmente, a gestão global deve gerir como consultor estratégico, auditor de desempenho e facilitador do desenvolvimento e difusão dos SI/TI A Implementação da Estratégia de Sistemas de Informação No processo de implementação da estratégia, devemos ter cuidado de comunicar a mudança de forma a convencer todos aqueles de quem depende o sucesso do projecto. Em seguida, é necessário disponibilizar os recursos necessários à implementação da estratégia. Durante o desenvolvimento do projecto é importante assegurar a boa integração do projecto na organização e o bom desempenho da equipa de projecto. Para tal, são utilizadas ferramentas de integração externa e ferramentas de integração interna. Aspectos a considerar na implementação da estratégia A implementação da estratégia deve considerar o planeamento da disponibilização dos recursos necessários para a execução, assim como a evolução da estrutura da organização. Na evolução da estrutura, será necessário equilibrar toda uma variedade de aspectos organizacionais, como: Criatividade vs liderança; direcção vs autonomia; delegação vs controlo Passos de Implementação da Estratégia de Sistemas de Informação Para uma implementação bem sucedida de SI, é necessário comunicar de forma positiva a mudança planeada 1.Comunicar a mudança É importante para o sucesso do sistema que cada individuo que interaja com o sistema veja a mudança planeada uma oportunidade e não uma ameaça. Sugestões para comunicar a mudança Deve: icomunicar a mudança evidenciando os beneficios do própio e do seu grupo ievidenciar o melhor desempenho da organização que resultará da mudança icomunicar a mudança através de alguém credivel Não Deve: ideixar que individuos relevantes para o sucesso do sistema se sintam esquecidos ou desconsiderados ao tomar conhecimento da mudança.

10 2.Disponibilizar os recursos Para que o processo de SI decorra da melhor forma, é necessário disponibilizar os recursos necessários à sua execução. Serão geralmente necessários: irecursos Financeiros ( devendo ser elaborada uma previsão de despesas ao longo do tempo de duração do projecto). irecursos Humanos - Tecnicos (A necessidade de disponibilizar tempo dos profissionais de SI varia consoante o projecto seja desenvolvido internamente ou adquirido ao exterior) irecursos Humanos - Gestão e utilizadores (A disponibilização de tempo dos individuos que conhecem o funcionamento da organização e dos utilizadores é necessária) irecursos Tecnológicos iespaço de trabalho Disponibilizar os recursos - Fontes de TI idesenvolver icomprar»adaptação»acesso a capacidades»controle de variáveis»custos reduzidos»confidencialidade»redução de funcionários»pouca vulnerabilidade»investimentos incremental» Desenvolvimento user-friendly»melhores standards e controles»variedade de serviços 3.Orientar e controlar o projecto O projecto de SIdeve ser orientado e controlado através das ferramentas de gestão de projectos de SI. Tipos de ferramentas para a gestão de SI : iferramentas de integração externa»são canais de comunicação entre a equipa de projecto e a gestão da organização e utilizadores iinterfaces de integração interna»são vários controles pessoais que asseguram que o grupo opera como um todo i Ferram en tas de planeamento formal»ajudam a estruturar as tarefas e a estimar os tempos, os custos, e os recursos técnicos necessários à realização dessas tarefas imecanismos formais de controlo de res ultado s»permitem que os gestores dos projectos avaliem o seu progresso, detectem as discrepâncias entre a realização e o planeamento, e activem medidas correctivas. 4.Efectuar a mudança A mudança resultante da evolução de um SI para outro SI levanta desafios em termos de migração de informação referente ao historial das transações e em termos da fiabilidade do novo sistema. A migração dos dados do sistema anterior para o novo sistema deve ser atempadamente planeada, pois pode consumir periodos de tempo significativos e há que ter nessa mudança. Efectuar a mudança iassegurar a formação necessária imigração de dados necessários iconsiderar a necessidade de manter sempre um sistema em funcionamento iconsiderar a necessidade de manter o sistema antigo em paralelo Desenvolvimento e implementação de SI Para o sucesso do SI, é fundamental que a adopção e a implementação do sistema seja adequada às circunstâncias. Se não for clara a aplicabilidade do SI, será arriscado desenvolver todo o sistema e só depois passar à implementação. Nesta situação devemos aplicar um sistema parcial aproximado do sistema desejado para avaliar a aplicabilidade do sistema. 1.A prototipa gem } explicado no capitulo 1 2.O ciclo de vida de desenvolvimento de sistemas Testes para assegurar a fiabilidade do SI 1.Testes de execução Nestes testes, simulam-se situaçõe de execução do sistema e verifica-se se o comporta/º do sistema é o mais adequado. Os testes de execução podem ser: itestes exaustivos - verificam o comportamento do sistema em todos os cenários possiveis itestes selectivos - avaliam o desempenho do sistema num conjunto de situações consideradas de maior risco ou de grande representatividade para o bom desempenho do sistema itestes aleatórios - são geradas aleatoriamente um conjunto de situações que o sistema processa para avaliação do desempenho do mesmo. 2.Testes de estrutura Valida a coerência dos vários componentes do ssitema e a estrutura lógica de cada um deles 3.Testes de semântica Visa assegurar consistência na representação de variavéis ou objectos no sistema. 4.Testes de sintaxe Visa assegurar k não existem palavras ou expressões com erros de ortografia Riscos na implementação de projectos de SI/TI Os projectos de implementação de SI sofrem um conjunto de riscos na sua implementação 1.Riscos na implementação Riscos associados ao desenvolvimento de SI i Dificul de obter benefícios do sistema devido a problemas de implementação icustos de implementação muito maiores do que o orçamento itempo de implementação muito mais longo do que o orçamento imau desempenho do sistema cosntruido i Incompatibilidade de hardware/software, 2.Niveis de risco consoante o tipo de projecto e a situação da organização Factores que influenciam o risco do desenvolvimento de SI Tipos de Projectos e Níveis de Risco Factor Descrição Dimensão projectos de maior dimensão envolvem mais risco Experiência na a falta de experiência na tecnologia aumenta Tecnologia o risco do projecto Estrutura do projecto quanto menor o grau de estrutura do projecto, maior o risco iatitudes face aos sistemas de informação Por estrutura entende-se a capacidade de definição à priori dos resultados ou comportamentos do sistema 3.Avaliação do risco dos projectos O risco de um projecto de desenvolvimento e implementação pode ser avaliado através de um questionário incluindo itens como: inúmero de horas de trabalho necessárias ao desenvolvimento do sistema inúmero de departamentos envolvidos no sistema iqual o grau das modificações de comportamento/acções requeridas aos utilizadores para a adopção do novo sistema i Qual a atitude dos utilizadores (favoravel/desfavoravel) face às tecnologias de informação. Utilizadores mais favoráveis envolvem menor risco de implementação do novo sistema iaté que ponto a gestão da organização apoia o sistema i Que percentagem do equipamento será novidade na organização; Abordagem contigencial à gestão de projectos de SI Tipos de projecto consoante o grau de estrutura, o grau de inovação tecnológica e a dimensão Tipo de Descrição Projecto 1 Muito estruturado, pouco inovador, pequena dimensão 2 Muito estruturado, pouco inovador, grande dimensão 3 Muito estruturado, muito inovador, pequena dimensão 4 Muito estruturado, muito inovador, grande dimensão 5 Pouco estruturado, pouco inovador, pequena dimensão 6 Pouco estruturado, pouco inovador, grande dimensão 7 Pouco estruturado, muito inovador, pequena dimensão 4 Pouco estruturado, muito inovador, grande dimensão Contribuição das ferramentas de gestão de projectos informáticos consoante o tipo de projecto Tipo de Integração Integração Planeamento Controlo de Projecto externa interna formal resultados 1 Reduzida Reduzida Média Elevada 2 Reduzida Média Elevada Elevada 3 Reduzida Elevada Reduzida Reduzida 4 Reduzida Elevada Média Média 5 Elevada Reduzida Média Elevada 6 Elevada Média Elevada Elevada 7 Elevada Elevada Reduzida Reduzida 8 Elevada Elevada Reduzida Reduzida O Controle na gestão de Sistemas de Informação O controlo de SI inclui duas vertentes: o controlo da utilização e desempenho e o controlo financeiro. Em termos de utilização e desempenho interessa assegurar que só acede à informação quem a tal tem direito e que os dados e as aplicações estão correctos e em segurança. Em termos financeiros, interessa compreender que os SI têm sido, e continuarão a ser uma função que carece de investimentos avultados em grande parte das organizações. O desempenho resultante da qualidade dos SI Para um bom desempenho dos SI estes devem ser eficazes e eficientes, i.e., devem desempenhar as tarefas relevantes para o bom desempenho da organização, de forma correcta, e com um consumo de recursos tão moderado quanto possivel. A adequação dos SI às necesi s da organização pode ser avaliada pelo nivel a que os SI satisfazem os requisitos funcionais e de facilidade de utilização. A satisfação dos requisitos A avaliação do nivel de satisfação dos requisitos do SI pode ser efectuada em qualquer fase do ciclo de vida do SI. A análise do nivel de satisfação dos requisitos consiste na verificação de que as necessidades de serviços de informação estão a ser satisfeitas correctamente pelo sistema (podem ser administrados inqueritos aos utilizadores). Pode ser importante recorrer a outras formas de avaliação do nivel de satisfação das necessidades de serviços de informação pelo sistema. Recorre-se a outras fontes de avaliação de desempenho: ibenchmarking ianálise de necessidades de serviços de informação decorrentes da situação estratégica da organização Classificação de deficiências do sistema consoante a fase do projecto Quando, no desenvolvimento de um produto, se encontra uma falha que se consegue corrigir antes da conclusão do componente em que está localizada a causa da falha estamos perante um erro. Quando o componente onde está localizada a causa da falha já foi considerado concluido estamos perante um defeito. Quando o sistema se demonstra incapaz de satisfazer as necessidades de serviços de informação p/ as quais foi elaborado estamos perante um fracasso. Métricas de qualidade As métricas de qualidade do SI apresentar um conjunto de caracteristicas para que sejam calculáveis e utéis para o melhoramento do SI 1.Métricas de qualidade para o desenvolvimento e implementação Para avaliar a qualidade durante o desenvolvimento e implementação do sistema podemos considerar: io tempo decorrido entre falhas; inumero de falhas durante um período de avaliação inm u ero de erros detectados durante a implementação inumero de novos erros ou defeitos detectados por periodo de tempo 2.Métricas de desempenho de SI O desempenho de um SI pas sa pela: i Capacidade de resposta em tempo útil - depende da capacidade de o sistema responder com informação correcta e actualizada a quem dele necessita ieficiência do sistema - refere-se ao esforço necessário para obter dele as informações desejadas iconsiência - refere-se à modelação da variabilidade do desempenho do sistema icontinuidade do SI - refere-se à sua disponibilidade para os utilizadores em estado de funcionamento icorrecção do sistema - refere-se à capacidade de o sistema proporcionar aos seus utilizadores informação verdadeira, i.e., correcta e completa. Controlo da utilização dos SI No sentido de assegurar a correcta utilização do sistema, devem ser estabelecidos mecanismos de controlo de acesso e de utilização do mesmo Aspectos a assegurar nos SI Aspectos Descrição Autorização Verificação de quem acede à informação tem permissão p/ tal Autenticação Verificação de que o utilizador é quem declara ser Integridade Privacidade Fraude/furto Sabotagem Garantir que os dados e as aplicalções estão correctos Assegurar a confidencialidade de informações particulares Impedir individuos sem autorização para tal de copiar ou destruir dados ou aplicações Impedir qualquer individuo de danificar danos ou aplicações Registo dos SI na contabilidade / Arquitecturas de Controle de SI Para efeitos de contabilização, os serviços de gestão de informação podem ser considerados 1.Cent ro de custos não imputados ( não transferidos) Efeitos da contabilização dos serviços de informação como centro de custos não imputados Os serviços prestados pelo SI tornam-se gratuitos na organização, enquanto o centro de custo acumula todas as despesas necessárias à prestação destes serviços Vantagens Desvantagens + Apropiado para as fases de Todos quererão utilizar, mesmo identificação e aprendizagem sem necessidade Politização da utilização de recursos Permite esconder ineficiência dos SI 2.Centro de cu stos imputados ( tranferidos) Se a contabilidade registar os serviços de informação como um centro de custos imputados a quem utiliza esses serviços, os serviços prestados pelos sistemas de informação passam a ser imputados aos utilizadores a preços de transferências previamente estabelecidos. Efeitos da contabilização dos serviços de informação como centro de custos imputados Os serviços prestados pelos SI são facturados (imputados) aos utilizadores a preços de transferências previamente estabelecidos Vantagens Desvantagens + Estimula a razoabilidade dos Problemas na definição dos preços pedidos de serviços de informação de transferência + Apropiado para as tecnologias com maturidade na organização 3.Centro de lucro Efeitos da contabilização dos serviços de informação como centro de lucro Os serviços de informação são facturados aos utilizadores a preços de mercado. Os utilizadores podem utilizar os serviços internos ou adquirir serviços do exterior e a função de SI pode vender (prestar) serviços ao exterior Vantagens Desvantagens + Coloca o serviço interno em Possivel erosão da quali do serviço competição com o exterior prestado aos utilizadores internos + Fomenta o marketing do Situação de monopólio dos forneceserviço de TI da organização dores internos de serviços de informação para informações confidenciais + Possibilita a venda de serviços de informação ao exterior Natureza do relatório sobre o desempenho dos SI O relatório pode ser de indole financeira, indole não financeira, ou incluindo os topicos de ambas as naturezas A evolução do ambiente dos SI A cada momento surgem novos produtos e serviços na area dos SI/TI. Associada à rapida inovação nos produtos e serviços de SI/TI têm-se verificado também grandes alterações da estrutura de custos dos SI. Evolução da disponibilidade de produtos de SI/TI A complexidade crescente dos SI/TI, especialmente quando consideramos as necessidades de integração dos vários sistemas da organização, têm vindo a alterar as escolhas das organizações no âmbito das decisões sobre produtos e serviços de SI. O desenvolvimento interno condiciona os novos sistemas às capacidades dos recursos da organização, pelo que se prespectiva que grande parte dos SI das organizações venha a ser adquirido ao exterior. No âmbito dos serviços associados aos SI, tender-se-á a verificar uma redução do nivel da estrutura. Poderão surgir inovações ao nivel dos serviços de informação. Por exemplo o outsoursing poderá tornar-se especialmente atraente e interactivo através da internet. Evolução da demografia dos clientes e utilizadores A idade média dos clientes e utilizadores de SI tem vindo a diminuir Evolução da estrutura de custos de SI As ultimas decadas têm evidenciado que a estrutura de custos dos SI é instavel. O peso do hardware tem descido continuamente, por oposiçao ao aumento do peso do software. Para o futuro próximo, espera-se que os custos de hardware continuem a ser elevados, ainda que os custos das várias capacidades dos SI(comunicação, processamento, e armazenamento) continuem a baixar. Evolução da distribuição dos serviços de informação Os canais de distribuição de SI e serviços de informação deverão diversificar-se, verificando-se tb a intensificação de alguns canais já existentes. É previsivel que a distribuição dos serviços de informação seja, em parte, deslocada aos serviços centrais de SI das organizações p/ os utilizadores e p/ os fornecedores externos, muitas vezes sob contratos de outsoursing. Criado por: NUNO BRUNO Data: 01/02/2006

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