Pesquisa Naval Informativo de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Pesquisa Naval Informativo de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha"

Transcrição

1 Informativo de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha Ano 2 - Nº 5 - Edição Quadrimestral II SIMPÓSIO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DA MARINhA A Importância Presente e Futura do Mar 21 a 23 de Setembro de 2011 Local: Expansão do Centro de Pesquisas da Petrobras Centro de Convenções Antônio Seabra Moggi Cidade Universitária - Ilha do Fundão - RJ Inscrições e Informações: Tel: (61) PARCERIA ESTRATÉGICA PUC-RJ/SECCTM/DSAM A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha (SecCTM), com a interveniência da Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM), assinou no dia 27 de maio um Acordo de Cooperação Acadêmica, Técnica e Científica com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). O objetivo do Acordo é o apoio mútuo nas atividades de pesquisa e prospecção tecnológica de interesses comuns. 1

2 EDITORIAL ISSO É INOVAÇÃO A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha tem o privilégio de coordenar a 5ª Edição do Informativo de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha (IPN). Implantada em 2008, atua como órgão central executivo do Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha (SCTM) e, nesse ano, organizará o II Simpósio de Ciência, Tecnologia e Inovação. O tema principal do Simpósio será: A Importância Presente e Futura do Mar, também contribuirá na disseminação de conhecimentos relativos ao patrimônio existente no bioma marinho Amazônia Azul, tema recentemente inserido no Livro Azul, onde estão reunidas as propostas discutidas na 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável e as recomendações para o Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação Vice Almirante Ilques Barbosa Junior, Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha Com o objetivo de prospectar e aumentar ainda mais a sinergia com a Comunidade Científica, a SecCTM firmou acordos de cooperação acadêmica, técnica e científica com a Universidade Federal Fluminense, com a Universidade Federal do Rio de Janeiro/ Fundação Coordenação de Projetos, Pesquisas e Estudos Tecnológicos e com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. As parcerias têm como objetivo o aperfeiçoamento do desenvolvimento dos projetos científicos de interesse da Marinha do Brasil. Estas e outras novidades da CT&I na Marinha poderão ser acompanhadas pelo leitor neste novo informativo quadrimestral, que pretende ser um instrumento de conexão com a comunidade científica. Para nós, é importante a sua participação. Desejo a todos, por conseguinte, bons ventos, mares tranquilos e uma boa leitura. IMPERIUM PER SCIENTIA A Soberania pela Ciência Modernização do SINGRA O Sistema de Informações Gerenciais de Abastecimento da Marinha (SINGRA) tem o propósito de atender as necessidades de todas as Organizações da Marinha no tocante às funções logísticas de suprimento, transporte e manutenção, prevendo e provendo os recursos de informação necessários ao desempenho das atividades técnicas e gerenciais de abastecimento. Em função da necessidade de modernizar o SINGRA, sistema em uso na MB desde 2001, a Diretoria de Abastecimento da Marinha (DAbM) em parceria com o Centro de Análises de Sistemas Navais (CAS- NAV) empregam o modelo de Gerência de Projetos inovador do CASNAV, já utilizado no Sistema de Pagamento do Pessoal da Marinha (SISPAG2). O princípio deste modelo é o trabalho conjunto e coordenado pelo CASNAV, incumbido da gerência técnica e acompanhamento das atividades do projeto; pela DAbM, responsável pela definição das regras de negócio; e por uma empresa a ser contratada, via edital de licitação, para desenvolvimento do sistema. A modernização do SINGRA encontra-se em fase de estimativa de tempo e de custo para o novo projeto. 2

3 CONVÊNIO VAI GARANTIR MAIS SEGURANÇA PARA OS SISTEMAS DESENVOLVIDOS PELO CASNAV O CASNAV e a Fundação Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) assinaram um contrato com objetivo de realizar um projeto de pesquisa de uma Metodologia de Análise de Vulnerabilidades e Testes de Segurança (MAVTS), para Avaliação de Segurança de Aplicações Web. O SEGWEB, projeto em execução, permite inserir a Marinha em posição de destaque na Garantia da Segurança de Softwares Organizacionais e de Sistemas. Será realizada análise da viabilidade de patente, a partir da qual poderá ser obtido junto ao INPI primeiro pedido de patente conjunta CASNAV-CPqD pelo projeto desenvolvido. Arquitetura do Sistema de Saúde da Marinha será apresentada em Congresso Internacional Com o objetivo de desenvolver o Registro Eletrônico de Saúde (RES), foi firmado Termo de Compromisso entre o CASNAV e a Diretoria de Saúde da Marinha (DSM) para elaborar uma arquitetura baseada em serviços, conhecida como SOA (Service Oriented Architecture). Essa arquitetura permite organizar vários subsistemas, reduzindo o número de interfaces, compartilhando os processos em comum, muitas vezes embutidos nos sistemas legados, estabelecendo padrões e regras de negócio para cada um deles, além de organizar o intercâmbio de informação com organizações externas, como no caso dos prestadores de serviço extra Marinha. Desta forma, fica estabelecida uma política estratégica de informatização para o Sistema de Saúde da Marinha (SSM). O artigo Brazilian Navy Healthcare using SOA, de autoria da Tecnologista Sênior III Rigoleta Dutra, do CASNAV, versa sobre o RES para a MB. Ele foi submetido e aceito pela Conferência SOA in Healthcare, organizada pela OMG (Object Management Group) e pelo padrão HL7 (Health Level 7) americano, instituições reconhecidas internacionalmente. O evento ocorrerá de 13 a 15 de julho de 2011, na Virgínia, EUA. ISSO É INOVAÇÃO AGENDA XIV Simpósio de Pesquisa Operacional e Logística da Marinha (SPOLM) Dias 15 e 16 de setembro de 2011, na Escola de Guerra Naval (EGN), no Rio de Janeriro, organizado pelo Centro de Análises de Sistemas Navais (CASNAV). II Simpósio de Ciência, tecnologia e Inovação da Marinha Dias 21 a 23 de setembro de 2011, no Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (CENPES), no Rio de Janeiro, organizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha (SecCTM). IX Seminário sobre Ondas, Marés, Engenharia Oceânica e Oceanografia por Satélite (IX OMAR-SAT) Em outubro de 2011, no Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), em Arraial do Cabo-RJ, organizado pelo IEAPM. 3

4 MATÉRIA CAPA II SIMPÓSIO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DA MARINhA Sob a organização e a coordenação da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha (SecCTM), será realizado, no período de 21 a 23 de setembro de 2011, o II Simpósio de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha com o tema A Importância Presente e Futura do Mar, na Expansão do Centro de Pesquisas da Petrobras - Centro de Convenções Antônio Seabra Moggi - Av. Horácio de Macedo, nº 950, portaria 5, Praça das Bandeiras, Cidade Universitária, Rio de Janeiro. O principal objetivo do Simpósio é aprofundar os debates sobre temas ligados ao desenvolvimento técnico-científico das ciências do mar e apresentar o estado da arte das ciências do mar no Brasil, nas suas respectivas áreas de conhecimento, buscando sinalizar os caminhos a serem trilhados com o objetivo de assegurar a herança da Amazônia Azul para as futuras gerações de brasileiros. As inscrições poderão ser efetuadas na página da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha na internet (www.secctm.mar.mil.br), no link Simpósio, a partir de agosto de 2011, onde serão disponibilizados os painéis e os temas das palestras, bem como a programação completa do evento. 21 a 23 de Setembro de 2011 A Importância Presente e Futura do Mar. Inscrições e Informações: Tel: (61)

5 PARCERIA ESTRATÉGICA PUC-RJ/DSAM/SECCTM/ A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha (SecCTM), com a interveniência da Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM), assinou no dia 27 de maio um Acordo de Cooperação Acadêmica, Técnica e Científica com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). O objetivo do Acordo é o apoio mútuo nas atividades de pesquisa e prospecção tecnológica de interesses comuns. A Marinha e a PUC-Rio vão estabelecer programas conjuntos de atividades anuais, incluindo parcerias em bolsas de estudos e matérias técnicas. A assinatura do Acordo foi realizada no prédio do Centro Técnico Científico (CTC) da PUC-Rio. Participaram o Diretor de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM), Vice-Almirante Elis Treidler Öberg; o Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha, Vice-Almirante Ilques Barbosa Junior; o Vice-Reitor para Assuntos Acadêmicos da PUC-Rio, prof. José Ricardo Bergmann; e o Vice-Decano de Desenvolvimento CTC, prof. Luiz da Silva Mello. Estamos dando continuidade à tradição de parceria com a Marinha do Brasil. É uma satisfação assinar mais um Acordo para o desenvolvimento de pesquisas, nesse momento em que existe uma preocupação do País em relação à transferência de conhecimento da universidade para a sociedade, enfatizou o Vice-Reitor. Estiveram presentes na cerimônia o Contra-Almirante (EN) Maurillo Euclides Ferreira da Silva, Diretor do Instituto de Pesquisas da Marinha (IPqM), que coordena o Núcleo do Escritório da MB junto à Universidade Federal do Rio de Janeiro, com a interveniência da Fundação Coordenação de Projetos, Pesquisas e Estudos Tecnológicos (COPPE/UFRJ) e o Contra-Almirante Antonio Reginaldo Pontes Lima Junior, Diretor do Centro de Análises de Sistemas Navais (CASNAV), Organização Militar que coordena o Núcleo do Escritório de CT&I para a MB junto à Universidade Federal Fluminense (UFF). Durante a solenidade, o Vice-Almirante Ilques falou sobre os desafios do Programa Nuclear a serviço do fortalecimento da nação e destacou a importância de ações estratégicas. O conhecimento é pautado por intermédio das universidades. Faz parte de um conjunto de parcerias estabelecidas com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), a UFF, a COPPE/UFRJ, e a PUC. A demanda é muito grande. Estamos em uma matriz estratégica. De acordo com o Vice-Almirante Öberg, esse Acordo vai incentivar o desenvolvimento de estudos na área de Microondas. Pretendemos fazer algumas pesquisas na área de Motores, Combustão e Explosão. MATÉRIA CAPA 5

6 ARTIGOS REVISTA PESQUISA NAVAL PERIÓDICO CIENTÍfICO DA MARINhA A Revista é um periódico científico da Marinha classificado no Sistema Qualis-MEC. Encontram-se abertas as submissões de artigos científicos inéditos para a próxima edição da Revista Pesquisa Naval. As Normas Editoriais para submissão estão disponíveis no site: Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha Revista PESQUISA NAVAL SISTEMA SERVIDOR DE MENSAGENS AIS I - INTRODUÇÃO O AIS é um sistema de identificação automática, especificado pela International Maritime Organization (IMO), cujo objetivo é aumentar a segurança da navegação. Este equipamento é de emprego obrigatório por todos os navios com arqueação bruta acima de 300 toneladas envolvidos em viagens internacionais, navios de passageiros e navios de carga com mais de 500 toneladas. O sistema opera na faixa da banda VHF (Very High Frequency) com protocolo aberto e sua finalidade é disseminar informações do navio como: posição GPS (Global Positioning System), rumo, velocidade, nome da embarcação, indicativo internacional, etc. automaticamente sem a interferência da tripulação e com uma taxa de envio dos dados em torno de 2s. O equipamento também recebe as mensagens transmitidas pelos demais navios da região equipados com AIS e exibe estas informações à tripulação através de telas gráficas ou de texto. O desafio do projeto AIS da Marinha do Brasil, nos últimos anos, foi prover uma rede costeira de estações AIS e, consequentemente, um sistema que transmitisse as informações AIS coletadas em tempo quase real para um servidor de mensagens AIS que possibilitasse o atendimento de acordos firmados com a Marinha Norte-americana, em relação à troca de informações AIS com o Maritime Safety and Security Information System (MSSIS). Em abril de 2011, o Centro de Apoio a Sistemas Operativos (CASOP) submeteu para a homologação final da Diretoria de Comunicações e Tecnologia da Informação da Marinha (DCTIM) o sistema digital denominado servidor de mensagens AIS, composto de um programa chamado AIS-CLIENT, instalado nas estações AIS, e de um programa chamado AIS-SERVER, instalado no centro de dados do Centro de Tecnologia da Informação da Marinha (CTIM). II - ASPECTOS OBSERVADOS Na arquitetura do sistema descrita na Figura 1, o programa AIS-Client é instalado nas estações AIS que recebem as informações do equipamento AIS Receiver, transmitindo-as a cada cinco minutos para o módulo do AIS-Server, via TCP/IP (socket) usando a GESAC (internet gratuita do Governo federal) ou a Intranet. O AIS-Server (instalado no CTIM) recebe as mensagens de cada estação AIS, transmitindo-as para os seguintes utilizadores: Programa TransView-32 (TV32) da Marinha Norte-americana: permitindo a disponibilização de informações AIS da rede da MB para o MSSIS em atendimento aos acordos internacionais firmados; e Sistemas da MB: o servidor de mensagens AIS pode fornecer informações AIS em tempo quase real ao Sistema de Informações Sobre o Tráfego Marítimo (SIS- TRAM), ao Sistema de Monitoramento Marítimo de Apoio a Atividade do Petróleo (SIMMAP) e ao Sistema Naval de Comando e Controle (SISNC2). Hoje, os vetores de coleta de informações AIS se restringem às estações fixas em terra da MB. A perspectiva futura é que esta sistemática possa ser estendida para as estações móveis da MB (navios da MB), estações fixas de outras entidades, e estações móveis mercantes e plataformas da Petrobras, conforme apresentado na arquitetura da Figura

7 Figura 01 III - CONSIDERAÇÃO FINAL Para a consecução das perspectivas futuras, o CASOP realizará prova de conceito, sem ônus para a MB, com intuito de observar a exequibilidade e a adequabilidade de utilização dos meios móveis que prestam serviço para Petrobras como vetores de informação do AIS. Esta prova de conceito consistirá na instalação e configuração dos softwares desenvolvidos pela MB, SAETE-AN e AIS-Client, a bordo das plataformas e navios de apoio da Petrobras. Estes meios, equipados com equipamentos AIS e comunicação satelital, enviarão informação AIS capturadas para o AIS-Server e para o centro de dados da unidade de serviços submarinos da Petrobras. Este intercâmbio acarretará no aumento do número de vetores de coleta de informações, elevando a quantidade de acompanhamento de dados AIS em proveito da Marinha do Brasil (MB). O principal benefício operacional resume-se na possibilidade do Brasil ter a sua disposição um quadro marítimo de superfície AIS em tempo quase real, capaz de gerar uma visão tático-situacional superior num cenário de vigilância marítima, auxiliando na concepção de um Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz). Além disso, a integração do Sistema de Informações Sobre o Tráfego Marítimo (SISTRAM) com o MSSIS elevará a credibilidade da MB perante a comunidade internacional no que concerne ao Controle Naval do Tráfego Marítimo (CNTM). ARTIGOS CAPACIDADES DA DIVISÃO DE PROPULSÃO E COMBUSTÃO DO IPQM Sistemas de propulsão aplicados em defesa são compostos por itens estratégicos. Os poucos países que possuem conhecimento nessa área, aplicam restrições na disseminação da tecnologia envolvida em sua fabricação. É o que ocorre com os propelentes e ignitores, que são materiais de elevada densidade energética com aplicação em foguetes, mísseis e alguns veículos aéreos não-tripulados de reconhecimento estratégico. Por isso, o desenvolvimento autóctone de tecnologias em materiais energéticos se torna importante, na medida em que não nos deixa vulneráveis aos cerceamentos que países mais desenvolvidos vêm realizando sistematicamente, em especial nesta área estratégica da Forças Armadas. A Divisão de Propulsão e Combustão do Instituto de Pesquisas da Marinha possui capacidade instalada e conhecimento específico para desenvolver e avaliar diversos materiais energéticos. A divisão já desenvolveu trabalhos em conjunto com a Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM), com o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) da Força Aérea e com o Centro de Tecnologia do Exército (CTEx). Conta, também, com parcerias com instituições acadêmicas de excelência, como a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade Federal Fluminense (UFF). A indústria de defesa também foi incluída em algumas parcerias, destacando-se Avibrás, IMBEL e RJC. A equipe de trabalho é formada por engenheiros, químicos e técnicos, militares e civis, que planejam e executam projetos de nacionalização, desenvolvimento e avaliação de propelentes sólidos de emprego naval. 7

8 PROJETO DE AUTOMAÇÃO DAS MEDIDAS DOS ÂNGULOS DE TILT I - INTRODUÇÃO Os navios da Esquadra são periodicamente submetidos ao ciclo de alinhamento do sistema de armas, que é composto por três fases: docado (nove dias), fase de porto (dezoito dias) e fase de mar (onze dias). Durante a fase docado são realizadas as atividades de Tilt Test, alinhamento mecânico e alinhamento elétrico. O Tilt Test (Teste de inclinação das bases dos reparos de armas e sensores) consiste em medir as inclinações das bases dos reparos em relação aos planos de referência e calcular os respectivos valores de correção. Estas poderão ser aplicadas diretamente nas instalações ou introduzidas no programa operacional do sistema de armas. O processo de cálculo do Tilt Test baseia-se na medição angular, em cada reparo, de 36 marcações, espaçadas igualmente ao longo dos 360 o, cujo conjunto descreve o posicionamento da plataforma no espaço. Atualmente, essas medições são realizadas separadamente, em cada reparo, utilizando um inclinômetro de bolha com o navio docado e escorado em condições especiais. Tal situação é necessária para o funcionamento deste tipo de sensor manual e demanda um longo tempo de preparação. Todas essas etapas do processo atual demandam dispendiosos recursos consumidos ao longo de alguns dias de trabalho de várias equipes de diversas OM. O projeto tem como objetivos principais eliminar a fase de docagem dos navios-escoltas, pertencentes ao Comando-em-Chefe da Esquadra, e reduzir a ordem de grandeza do tempo de obtenção do erro de desalinhamento das plataformas, de dias para minutos, com o bônus de a sua realização poder ser feita com o navio atracado ou navegando. A eliminação da fase de docagem refletirá em economia de tempo, mão-de-obra e recursos. Além disso, após a evolução da tecnologia, haverá a possibilidade do Tilt Test ser feito no mar, navegando, momentos antes de um exercício de tiro, o que permitirá uma elevada precisão dos Offset das plataformas empregadas, devido ao curto período entre a medição e o emprego dos equipamentos, aumentando a qualidade da solução de tiro. ARTIGOS II - ASPECTOS OBSERVADOS Esta mudança de concepção na realização do Tilt Test só foi possível devido ao apurado estudo de componentes eletrônicos (sensores inclinômetros/ acelerômetros) e ao emprego de modernas técnicas de Processamento Digital de Sinais, selecionados após intensa pesquisa e questionamento constante dentre os componentes da equipe. Os primeiros frutos, obtidos durante o Tilt Test da Fragata União, no qual o resultado da aplicação do processo tradicional foi comparado com o produzido pelo proposto, foram animadores. Os valores calculados dos erros por ambos os processos convergiram a valores cuja diferença é insignificante em... 8

9 relação à precisão requerida. Atualmente, o protótipo do equipamento está prontificado e o seu software, já testado, está recebendo aprimoramentos na interface homem-máquina, a fim de permitir que a sua utilização possa ser feita por um número maior de usuários. O hardware atual está acondicionado em uma canastra robustecida que abriga uma fonte de energia independente, um computador, teclado, monitor e espaço para armazenamento de sensores e cabos. Este arranjo permite um deslocamento rápido do equipamento e contribui para a diminuição do tempo de realização da faina, uma vez que todas as conexões entre os componentes já estão feitas. Os pontos nevrálgicos do sistema são os sensores e o software. Toda a inteligência do processo é contida no software e este é de domínio pleno do CASOP. Entretanto, sem uma massa de dados adequadamente coletada o sistema não funcionará, por melhor que sejam seus algoritmos. Nesse momento os sensores eletrônicos de inclinação mostram a sua importância. Eles devem ter precisão compatível com as necessidades do Tilt Test e apresentar interfaces de coleta e programação que possam ser utilizáveis pelo software. III - CONSIDERAÇÃO FINAL O domínio da tecnologia que compõe o sistema do Tilt Test, notadamente o da monitoração digital dos movimentos e da atitude do navio em tempo real, permitirá o desenvolvimento de outros projetos importantes, como por exemplo: - Incorporação permanente dos inclinômetros de verificação de Tilt Test aos reparos de armas e sensores para que, a qualquer tempo, o teste possa ser efetuado e o seu resultado introduzido automaticamente no software de controle do sistema de armas; - Horizonte Virtual para auxílio na verificação final do sistema de armas do navio; e - Cálculo Automático do Envelope para pouso e decolagem de aeronaves (ANV), em navios e/ou plataformas dotadas com helipontos, auxiliando, por meio da utilização simultânea de outros sensores eletrônicos (anemômetros), o Controlador Aerotático (CAT) na decisão da autorização no recebimento ou lançamento das aeronaves. ARTIGOS PROJETO PARA SISTEMA DE MEDIÇÃO DE RUÍDO IRRADIADO COM TRANSMISSÃO POR LINK-RÁDIO I - INTRODUÇÃO Na Raia Acústica do CASOP, em Arraial do Cabo, são realizadas periodicamente as Medições de Ruído Irradiado (MRI) dos navios e submarinos da Esquadra, estendendo-se o apoio a outros meios, quando determinado. Através das MRI são produzidos relatórios que fornecem dados de grande relevância para a Guerra Acústica, tais como: a configuração de máquinas e equipamentos para navio silencioso, a velocidade inicial ou de menor cavitação, a eficiência de mascaradores, entre outros. Ainda, as gravações de áudio das MRI alimentam uma biblioteca contendo as assinaturas acústicas dos meios navais, específicas para o tipo de ambiente onde foram registradas. O método atualmente empregado para o preparo da Raia para as medições inclui posicionar manualmente metros de cabo eletroacústico, com o auxílio de lancha. A função deste cabo é fazer ligação entre o sensor da Raia e os equipamentos de gravação e análise no posto de controle em terra. Esse método atende às necessidades correntes, porém apresenta as desvantagens de limitar a distância do sensor para o posto de controle e de... 9

10 Área de Medições de Ruído Irradiado (MRI) para navios e submarinos - Raia Acústica com bóia link-rádio. tornar o sistema mais sensível à interferência de ruído elétrico devido ao longo cabo, reduzindo indesejavelmente a relação sinal-ruído. Além disso, é necessário, geralmente, um dia de trabalho exclusivamente dedicado para colocação manual de cabos eletroacústicos, incluindo o emprego de mergulhadores para a fixação do mesmo em dispositivo de transição mar-terra. O objetivo deste projeto é eliminar as desvantagens citadas, empregando um sistema de transmissão de dados acústicos via link-rádio. Nesse sistema o sinal analógico recebido no sensor será apropriadamente pré-amplificado e digitalizado para, então, ser transmitido via rádio cripto para o posto de controle a partir de uma bóia posicionada em local desejado. Esta sistemática reduz o tempo e emprego de pessoal na preparação da MRI, permitindo que o sensor seja posicionado no mesmo dia da medição e possibilitando assim uma maior capacidade para atender as demandas de agendamento. Além disso, torna desnecessária a exposição deste equipamento sensível em período noturno. II - ASPECTOS OBSERVADOS A implementação desse sistema para a Raia Acústica requer a aquisição de conversores analógico-digitais, pré-amplificadores, transmissor rádio, modem cripto e antena para a montagem do módulo de transmissão em um sistema bóia-hidrofones fundeado por poitas. Da mesma forma, um sistema de recepção rádio e modem deve fornecer ao computador-analisador os dados de sinais acústicos. Devido ao emprego de componentes eletrônicos e acústicos avançados e da necessidade de adequação ao software de análise espectral, é previsto teste de aceitação do sistema, contendo calibração, simulação e gravação/análise de dados reais e comparação com o método por cabos, a fim de comprovar sua eficácia. Este projeto está em fase de planejamento e delineamento de componentes. O desenvolvimento de tecnologia própria envolve detalhado e profundo estudo dedicado aos componentes e ao sistema como um todo, podendo requerer contratação de assessoria técnico-científica, a qual possibilitaria inclusive a utilização do Módulo de Análise e Gravação de Sinais (MAGS) software atualmente em uso na Raia baseado em sistema operacional Linux. Tela do analisador e gravador de sinais (MAGS) utilizado para as medições acústicas. ARTIGOS Croqui de MRI realizada com cabo eletroacústico de grande extensão. A transmissão de dados por rádio já é utilizada atualmente na Raia Acústica para transmitir a posição GPS do navio para o MAGS no posto de controle. Tal transmissão envolve o emprego de rádio VHF e modem Kamplus, este ligado ao computador via cabo ethernet. O projeto em questão visa implemen

11 tar processo análogo para transmissão dos dados acústicos. A leitura desses dados poderia ser, por fim, feita por software dedicado a análise espectral, tal como o MAGS, ou por rotina programada em linguagem Matlab ou Visual Basic, dentre outras. III - CONCLUSÃO Este artigo expôs, brevemente, o sistema atualmente empregado na Raia Acústica para a realização de MRI dos meios navais e apresentou o projeto de desenvolvimento de um sistema alternativo para essas medições, descrevendo suas vantagens sobre o antecessor. O sistema proposto tem um princípio de funcionamento que, em muito, se assemelha ao de sonobóias convencionais, salvo determinadas adaptações para a sua atividade-fim. Dado que outras marinhas utilizam este tipo de equipamento como parte de seus sistemas para medições de ruído irradiado e testes acústicos de torpedos, torna-se interessante investir no desenvolvimento próprio deste tipo alternativo de metodologia de MRI, tendo em vista os custos relativamente baixos inerentes à aquisição de componentes para testes iniciais. ARTIGOS ACONTECEU COMPOSITES 2011 Evento COMPOSITES 2011 ocorreu no período de 2 a 5 de fevereiro de 2011, no Fort Lauderdale, Flórida, EUA, e proporcionou ao representante do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) a identificar novas tecnologias de materiais compostos aplicáveis ao Programa Nuclear da Marinha, em especial ao ciclo do combustível nuclear. A participação neste congresso possibilitou o acesso aos principais avanços na área de materiais compostos, o que inclui materiais avançados para uso em sistemas de separação isotópica. 12th IEEE International Vacum Eletronics Conference IVEC 2011 A conferência IVEC 2011 ocorreu no período de 21 a 24 de fevereiro de 2011, em Bangalore, Índia. A IVEC promoveu um dos maiores fóruns do mundo relacionado com válvulas de microondas de potência, tais como TWT, Klystrons e magnetrons, reunindo pesquisadores de diversos países com a finalidade de apresentar e discutir o estado-da-arte nestas áreas do conhecimento científico e tecnológico. Congresso International de Dinâmica e Controle (DINAME 2011) O congresso DINAME ocorreu em 13 a 18 de março de 2011, no Guarujá, São Paulo. O DINAME possibilitou que o representante do CTMSP identificasse as tecnologias críticas, na área de dinâmica de rotores, que possam ser empregadas diretamente nos processos de separação isotópica em desenvolvimento no CTMSP. TOP FUEL - International Topical Meeting Probabilistic Safety Assessment and Analysis 2001 O congresso TOP FUEL ocorreu no período de 13 a 17 de março de 2011, em Wilmigton, Carolina do Norte, EUA, e permitiu ao representante do CTMSP adquirir conhecimento adicional sobre as técnicas, metodologias e ferramentas relacionadas com a área de combustível nuclear. RRFM European Research Reactor Conference A conferência RRFM ocorreu no período de 20 a 24 de março de 2011, em Roma, Itália, e permitiu ao representante do CTMSP ampliar seus conhecimentos relativos à área de desempenho de combustíveis e segurança de reatores. The 11th Particle Accelerator Conference PAC 2011 A conferência PAC ocorreu no período de 28 de março a 1º de abril de 2011, em Nova York, EUA, e permitiu ao representante do CTMSP ampliar seus conhecimentos relacionados com a engenharia de aceleradores de prótons, visando a transmutação do rejeito radioativo proveniente de reatores nucleares utilizando reações de espalação nuclear. International Conference on Mathematics Computational Methods and Reactor Physics A International Conference on Mathematics Computational Methods and Reactor Physics ocorreu no período de 8 a 12 de maio de 2011, no Rio de Janeiro, RJ, e permitiu ao representante do CTMSP ampliar os conhecimentos sobre os métodos computacionais para modelar o núcleo de um reator nuclear. Tais conhecimentos permitirão a melhoria dos modelos do reator do LABGENE e do submarino nuclear, reduzindo as incertezas nos cálculos neutrônicos. 11

12 NOTÍCIAS AMAzÔNIA AzUL SERÁ TEMA DO XIV SIMPÓSIO DE PESQUISA OPERACIONAL E LOGÍSTICA DA MARINhA EM SETEMBRO Das plataformas localizadas na Amazônia Azul, são extraídos aproximadamente 88% da nossa produção de petróleo, cerca de 2 milhões de barris/dia o que, a preços conservadores, fica na ordem de US$ 2 bilhões por mês. Por ela, circulam aproximadamente 95% do nosso comércio exterior, cujo valor total deve alcançar US$ 170 bilhões. Para discutir sobre este tema, a Marinha do Brasil, através do Centro de Análises de Sistemas Navais (CASNAV), realizará o XIV Simpósio de Pesquisa Operacional e Logística da Marinha (SPOLM). O evento acontecerá este ano no mês de setembro, nos dias 15 e 16, na Escola de Guerra Naval, Rio de Janeiro. Empresas privadas do segmento de Pesquisa Operacional e Logística, acadêmicos, pesquisadores, Forças Armadas, órgãos do governo e do setor produtivo de bens e serviços vão ter a oportunidade de compartilhar informações e experiências, identificar sinergias para a execução de projetos de desenvolvimento tecnológico, formar parcerias e captação de recursos humanos qualificados. O tema este ano do SPOLM será Pesquisa Operacional e a Logística na Amazônia Azul. Já estão confirmados na Sessão Plenária, no dia 15, os palestrantes Contra-Almirante Marcos José de Carvalho Ferreira, Secretário da Comissão Interministerial de Recursos do Mar; Comandante Alexandre Tagore Albuquerque, da Subcomissão de Limites da Plataforma Continental; José Luiz Marcusso, Gerente Geral da Unidade de Operações de Exploração e Produção da Bacia de Santos da PETROBRAS; e Profª. Dra. Ana Isabel Barros, da Netherlands Organization for Applied Scientific Research (TNO) - Netherlands Defence Academy. Fazem parte da programação minicursos, workshop, mesa redonda de aplicações militares e apresentação dos artigos aceitos. Os interessados em participar do XIV SPOLM podem se inscrever gratuitamente no endereço Todas as informações e a programação completa podem ser acessadas no site do evento. TERMINAL TÁTICO INTELIGENTE Encontra-se em fase de testes de integração o novo Terminal Tático Inteligente, desenvolvido pelo IPqM. A nova plataforma de integração de sistemas táticos, batizada de TTI 2012, foi projetada para os Navios Patrulhas de 500 toneladas, mas com foco nos meios navais atualmente existentes e naqueles a serem adquiridos em futuro próximo. O TTI 2012 utiliza a tecnologia de Fusão de Dados aplicada aos sensores de vigilância (Radares, EAS e Link de Dados) evitando redundância de informações e reduzindo o trabalho de compilação de informações feito pelos operadores. Além disso, o sistema integra vários sensores e subsistemas desenvolvidos pelo IPqM, fornecendo uma integração completa do quadro tático operacional. Essa tecnologia não é utilizada atualmente em nenhum navio da MB. 12

MARINHA DO BRASIL INSTITUTO DE PESQUISAS DA MARINHA CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO. Nossa meta é desenvolver tecnologias necessárias à Marinha

MARINHA DO BRASIL INSTITUTO DE PESQUISAS DA MARINHA CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO. Nossa meta é desenvolver tecnologias necessárias à Marinha MARINHA DO BRASIL INSTITUTO DE PESQUISAS DA MARINHA Nossa meta é desenvolver tecnologias necessárias à Marinha CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO COMANDANTE DA MARINHA Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura

Leia mais

MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DA MARINHA. SecCTM CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO

MARINHA DO BRASIL SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DA MARINHA. SecCTM CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO CARTA DE SERVIÇOS AO CIDADÃO BRASÍLIA 2015 0 PREFÁCIO Por definição, a Carta de Serviços ao Cidadão é o documento no qual o órgão ou a entidade pública estabelece o compromisso de observar padrões de qualidade,

Leia mais

Tecnologia e Inovação em Produtos de Defesa na Marinha do Brasil

Tecnologia e Inovação em Produtos de Defesa na Marinha do Brasil Tecnologia e Inovação em Produtos de Defesa na Marinha do Brasil ROTEIRO Introdução Projetos Estratégicos da Marinha do Brasil A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SecCTM) e o Sistema de Ciência,

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 Reestrutura as unidades vinculadas à Secretaria de Tecnologia da Informação SETIN do Tribunal Superior do Trabalho.

Leia mais

Diretoria de Informática

Diretoria de Informática Diretoria de Informática Estratégia Geral de Tecnologias de Informação para 2013-2015 EGTI 2013-2015 Introdução: Este documento indica quais são os objetivos estratégicos da área de TI do IBGE que subsidiam

Leia mais

CENTRAIS ELÉTRICAS DO NORTE DO BRASIL S.A. COMPETÊNCIAS ATRIBUIÇÕES ORGANIZACIONAIS DIRETORIA DE OPERAÇÃO

CENTRAIS ELÉTRICAS DO NORTE DO BRASIL S.A. COMPETÊNCIAS ATRIBUIÇÕES ORGANIZACIONAIS DIRETORIA DE OPERAÇÃO CENTRAIS ELÉTRICAS DO NORTE DO BRASIL S.A. COMPETÊNCIAS ATRIBUIÇÕES ORGANIZACIONAIS DIRETORIA DE OPERAÇÃO DIRETORIA DE OPERAÇÃO Cabe à Diretoria de Operação a gestão dos negócios geração, transmissão e

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. 1. Objeto. 2. Antecedentes. 3. Objeto da Licitação

TERMO DE REFERÊNCIA. 1. Objeto. 2. Antecedentes. 3. Objeto da Licitação TERMO DE REFERÊNCIA 1. Objeto 1.1. Contratação de empresa especializada em auditoria de tecnologia da informação e comunicações, com foco em segurança da informação na análise de quatro domínios: Processos

Leia mais

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura

Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da

Leia mais

RESOLUÇÃO UNIV N o 31 DE 27 DE JULHO DE 2011.

RESOLUÇÃO UNIV N o 31 DE 27 DE JULHO DE 2011. RESOLUÇÃO UNIV N o 31 DE 27 DE JULHO DE 2011. Aprova o novo Regulamento da Agência de Inovação e Propriedade Intelectual da Universidade Estadual de Ponta Grossa, e revoga a Resolução UNIV n o 27, de 20

Leia mais

Prospecto dos projetos realizados pela EMSISTI no período 2010 à 2015

Prospecto dos projetos realizados pela EMSISTI no período 2010 à 2015 Prospecto dos projetos realizados pela EMSISTI no período 2010 à 2015 Este prospecto descreve os projetos realizados pela EMSISTI no período entre janeiro de 2010 à setembro de 2015. Os projetos compreendem

Leia mais

BANCO NACIONAL DE DADOS OCEANOGRÁFICOS

BANCO NACIONAL DE DADOS OCEANOGRÁFICOS BANCO NACIONAL DE DADOS OCEANOGRÁFICOS SUMÁRIO LEGISLAÇÃO DADOS ARMAZENADOS USUÁRIOS ATENDIMENTOS NECESSIDADES AÇÕES EM ANDAMENTO PERSPECTIVAS FUTURAS INFORMAÇÕES E CONTATOS LEGISLAÇÃO DECRETO de 5 de

Leia mais

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 3 } 1. INTRODUÇÃO: PARQUE TECNOLÓGICO CAPITAL DIGITAL - PTCD Principal polo de desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação do Distrito Federal, o PTCD

Leia mais

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação

CidadesDigitais. A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais A construção de um ecossistema de cooperação e inovação CidadesDigitais PRINCÍPIOs 1. A inclusão digital deve proporcionar o exercício da cidadania, abrindo possibilidades de promoção cultural,

Leia mais

EDITAL CHAMADA DE NEGÓCIOS FIAM2009 SELEÇÃO DE PROPOSTAS SALÃO DE NEGÓCIOS E EMPREENDEDORISMO INOVADOR

EDITAL CHAMADA DE NEGÓCIOS FIAM2009 SELEÇÃO DE PROPOSTAS SALÃO DE NEGÓCIOS E EMPREENDEDORISMO INOVADOR EDITAL CHAMADA DE NEGÓCIOS FIAM2009 SELEÇÃO DE PROPOSTAS SALÃO DE NEGÓCIOS E EMPREENDEDORISMO INOVADOR A Superintendência da Zona Franca de Manaus SUFRAMA e o Centro de Biotecnologia da Amazônia CBA selecionarão

Leia mais

CONCEITOS DE INOVAÇÃO. Título da Apresentação

CONCEITOS DE INOVAÇÃO. Título da Apresentação CONCEITOS DE INOVAÇÃO Título da Apresentação Novo Marco Legal para Fomento à P,D&I Lei de Inovação. Nº 10.973 (02.12.04) Apresenta um conjunto de medidas de incentivos à inovação científica e tecnológica,

Leia mais

VESTIBULAR 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS

VESTIBULAR 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS VESTIBULAR 2015/1 SELEÇÃO PARA CURSOS TECNICOS SUBSEQUENTES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS CURSO TÉCNICO EM AGRIMENSURA Aprovado

Leia mais

UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA GABINETE DA REITORIA ASCOM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO. Relatório de Gestão Setorial do Exercício 2012

UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA GABINETE DA REITORIA ASCOM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO. Relatório de Gestão Setorial do Exercício 2012 UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA GABINETE DA REITORIA ASCOM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Relatório de Gestão Setorial do Exercício 2012 Cruz das Almas BA 2013 UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO

Leia mais

O que são sistemas supervisórios?

O que são sistemas supervisórios? O que são sistemas supervisórios? Ana Paula Gonçalves da Silva, Marcelo Salvador ana-paula@elipse.com.br, marcelo@elipse.com.br RT 025.04 Criado: 10/09/2004 Atualizado: 20/12/2005 Palavras-chave: sistemas

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

Lógica Programável Aplicada em Circuito Acionador de Ordens Pirotécnicas

Lógica Programável Aplicada em Circuito Acionador de Ordens Pirotécnicas Programável Aplicada em Circuito Acionador de Ordens Pirotécnicas Francisco Carlos Parquet Bizarria,2 João Mauricio Rosário 3 José Walter Parquet Bizarria Francisco Antonio Visconti Junior 2 fcpb@iae.cta.br

Leia mais

1988 - Sistema de Automação do NDC (SAND): Controle da Terminologia de Indexação e Sistema de Informações Legislativas

1988 - Sistema de Automação do NDC (SAND): Controle da Terminologia de Indexação e Sistema de Informações Legislativas A Coordenação de Bibliotecas e a informatização do sistema: onde estamos e o que queremos 1988 - Sistema de Automação do NDC (SAND): Controle da Terminologia de Indexação e Sistema de Informações Legislativas

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO Art. 1º As atividades de Pesquisa da Universidade de Santo Amaro UNISA buscam fomentar o conhecimento por meio da inovação técnica, científica, humana, social e artística,

Leia mais

SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO

SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO 1 SISTEMA DE RASTREIO ÓPTICO VISÃO GERAL O Sistema de Rastreio Óptico, ou simplesmente SISROT, foi desenvolvido com o objetivo de rastrear foguetes nos primeiros instantes de

Leia mais

Projeto de controle e Automação de Antena

Projeto de controle e Automação de Antena Projeto de controle e Automação de Antena Wallyson Ferreira Resumo expandido de Iniciação Tecnológica PUC-Campinas RA: 13015375 Lattes: K4894092P0 wallysonbueno@gmail.com Omar C. Branquinho Sistemas de

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ4011 EDITAL Nº 005/2010 1. Perfil: Iphan Central 28 - Republicação 3. Qualificação educacional: Profissional com nível superior em Direito preferencialmente

Leia mais

Resolução CC-52, de 23-6-2004

Resolução CC-52, de 23-6-2004 Resolução CC-52, de 23-6-2004 ANEXO I Institui a Política e o Plano Estratégico de Uso de Software na Administração Pública Estadual O Secretário-Chefe da Casa Civil, na qualidade de Presidente do Comitê

Leia mais

Treinamentos profissionalizantes: Formação Fábrica Digital e PLM

Treinamentos profissionalizantes: Formação Fábrica Digital e PLM O DMS (Digital Manufatcturing and Simulation) é um grupo de pesquisas com foco em PLM (Product Lifecycle Management), Manufatura Digital e Simulação para sistemas de manufatura e produção. Faz parte do

Leia mais

Programa Centros Associados para o Fortalecimento da Pós-Graduação Brasil/Argentina - (CAFP/BA) Edital CGCI n. 028 /2007

Programa Centros Associados para o Fortalecimento da Pós-Graduação Brasil/Argentina - (CAFP/BA) Edital CGCI n. 028 /2007 Programa Centros Associados para o Fortalecimento da Pós-Graduação Brasil/Argentina - (CAFP/BA) Edital CGCI n. 028 /2007 1 Do programa e objetivo 1.1 O Programa CAFP/BA (Centros Associados para o Fortalecimento

Leia mais

Em busca da qualidade de

Em busca da qualidade de Diretoria de Gestão Corporativa-DG empresa Em busca da qualidade de gestão Inovações tecnológicas e gerenciais possibilitam mais eficiência à Eletrobras Furnas texto Leonardo da Cunha Valorizar o capital

Leia mais

ISRAEL at LAAD 2013. Dsit Solutions Ltd.

ISRAEL at LAAD 2013. Dsit Solutions Ltd. Dsit Solutions Ltd. Ao longo das duas últimas décadas, a DSIT Solutions tem desenvolvido e empregado as tecnologias mais modernas para criar avançados sistemas de sonar e aplicações em comando e controle

Leia mais

Escola Preparatória de Cadetes do Exército 1978 a 1980. Escola Naval - Bacharel em Ciências Navais com Habilitação em Eletrônica - 1981 a 1985

Escola Preparatória de Cadetes do Exército 1978 a 1980. Escola Naval - Bacharel em Ciências Navais com Habilitação em Eletrônica - 1981 a 1985 I Dados Pessoais Nome: Cesar Bezerra Teixeira Data de Nascimento: 12 de Maio de 1963 Naturalidade: E-mail: Rio de Janeiro c_txr@yahoo.com II Formação Acadêmica Segundo Grau Graduação Pós Graduação Mestrado:

Leia mais

Processo de Desenvolvimento de Software

Processo de Desenvolvimento de Software Coordenadoria de Tecnologia da Informação Documentos Formais Processo de Desenvolvimento de Software Sumário 1 Introdução... 03 2 Políticas do Documento de Processo de Desenvolvimento de Software... 04

Leia mais

Apoio para fornecedores do setor de Petróleo & Gás em São Paulo

Apoio para fornecedores do setor de Petróleo & Gás em São Paulo Apoio para fornecedores do setor de Petróleo & Gás em São Paulo Ubirajara Sampaio de Campos Subsecretário de Petróleo e Gás Secretaria de Energia do Estado de São Paulo Santos Offshore 09 Abril 2014 Indústria

Leia mais

Otimização do Gerenciamento de Datacenters com o Microsoft System Center

Otimização do Gerenciamento de Datacenters com o Microsoft System Center Otimização do Gerenciamento de Datacenters com o Microsoft System Center Aviso de Isenção de Responsabilidade e Direitos Autorais As informações contidas neste documento representam a visão atual da Microsoft

Leia mais

3Uy5HLWRULDSDUD$VVXQWRVGH 3HVTXLVDH3yV*UDGXDomRGD8)3( 5HODWyULRGH$WLYLGDGHV. 0DUoR

3Uy5HLWRULDSDUD$VVXQWRVGH 3HVTXLVDH3yV*UDGXDomRGD8)3( 5HODWyULRGH$WLYLGDGHV. 0DUoR 3Uy5HLWRULDSDUD$VVXQWRVGH 3HVTXLVDH3yV*UDGXDomRGD8)3( 5HODWyULRGH$WLYLGDGHV 0DUoR $'0,1,675$d 2 Aprovação junto a CPPG da Resolução nº 01/2001 que dispõe sobre as atribuições da Comissão de Pós-Graduação

Leia mais

TOPLAB VERSÃO WEB 3.0 Solução completa para o gerenciamento de laboratórios de análises clínicas Interface web

TOPLAB VERSÃO WEB 3.0 Solução completa para o gerenciamento de laboratórios de análises clínicas Interface web Página 01 TOPLAB VERSÃO WEB 3.0 Solução completa para o gerenciamento de laboratórios de análises clínicas Interface web Página 02 Plataforma O TOPLAB foi projetado para funcionar na web, nasceu 'respirando

Leia mais

INFRAESTRUTURA 1. ESPAÇO FÍSICO 1.1. Gabinetes de Trabalho para Professores Tempo Integral - TI

INFRAESTRUTURA 1. ESPAÇO FÍSICO 1.1. Gabinetes de Trabalho para Professores Tempo Integral - TI INFRAESTRUTURA 1. ESPAÇO FÍSICO Atualmente a FIBRA encontra-se em novas instalações contando com 33 salas de aula climatizadas, com instalações de equipamentos de multimídia, auditório climatizado com

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT RESOLUÇÃO CONSU Nº. 33/21 DE 3 DE AGOSTO DE 21. A Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no uso de suas atribuições regimentais, e consequente

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. A Tecnologia da Informação no contexto Organizacional. Tecnologia. Tecnologia. Tecnologia 29/07/2009

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. A Tecnologia da Informação no contexto Organizacional. Tecnologia. Tecnologia. Tecnologia 29/07/2009 Núcleo de Pós Graduação Pitágoras A Tecnologia da Informação no contexto Organizacional MBA Gestão em TI Disciplina: Administração de Suporte e Automação Professor: Fernando Zaidan Agosto - 2009 Tecnologia

Leia mais

OFÍCIO-CIRCULAR/CVM/SMI/Nº 1/2015 São Paulo, 8 de janeiro de 2015

OFÍCIO-CIRCULAR/CVM/SMI/Nº 1/2015 São Paulo, 8 de janeiro de 2015 OFÍCIO-CIRCULAR/CVM/SMI/Nº 1/2015 São Paulo, 8 de janeiro de 2015 Aos Custodiantes de Valores Mobiliários ( custodiantes ) Assunto: Adaptação à Instrução CVM Nº 542/2013 Prezados Senhores, 1. Nos termos

Leia mais

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com. 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.br RESUMO A tele-medição de

Leia mais

Nome da Empresa Sistema digitalizado no almoxarifado do EMI

Nome da Empresa Sistema digitalizado no almoxarifado do EMI Nome da Empresa Documento Visão Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 23/02/2015 1.0 Início do projeto Anderson, Eduardo, Jessica, Sabrina, Samuel 25/02/2015 1.1 Correções Anderson e Eduardo

Leia mais

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF)

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) Maio de 2007 Maria Rachel Barbosa Fundação Trompovsky (Apoio ao NEAD CENTRAN) rachel@centran.eb.br Vanessa Maria

Leia mais

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET

XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET XIV SEMINÁRIO NACIONAL DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA INFORMATIZAÇÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS DE MEDIÇÃO VIA INTRANET E INTERNET Autores: OROMAR CÓRDOVA GILBERTO ALVES LOBATO COPEL Companhia Paranaense

Leia mais

IX REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DE AUTORIDADES MARÍTIMAS PUNTO N 4.2 DEL TEMARIO

IX REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DE AUTORIDADES MARÍTIMAS PUNTO N 4.2 DEL TEMARIO RESUMO IX REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DE AUTORIDADES MARÍTIMAS PUNTO N 4.2 DEL TEMARIO EXPERIÊNCIA DO SISTEMA LRIT DA MARINHA DO BRASIL DOCUMENTO APRESENTADO PELA AUTORIDADE MARÍTIMA BRASILEIRA Sinopse Este

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - SI Elaborado e adaptado por: Prof.Mestra Rosimeire Ayres Sistemas Colaborativos Empresariais (ECS) Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar

Leia mais

SISTEMA DE GERENCIAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE DRAGAGEM META 03

SISTEMA DE GERENCIAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE DRAGAGEM META 03 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE DRAGAGEM META 03 Thiago Duarte Mota (Engenheiro, IVIG/COPPE/UFRJ, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordenação dos Programas de Pós-Graduação e Pesquisa

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

CT-ENERG/Empresas: FINEP 02/2002 CARTA CONVITE ÀS EMPRESAS DA CADEIA PRODUTIVA VINCULADA AO SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA

CT-ENERG/Empresas: FINEP 02/2002 CARTA CONVITE ÀS EMPRESAS DA CADEIA PRODUTIVA VINCULADA AO SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA CT-ENERG/Empresas: FINEP 02/2002 CARTA CONVITE ÀS EMPRESAS DA CADEIA PRODUTIVA VINCULADA AO SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA - MCT, em cumprimento à recomendação do Comitê

Leia mais

Portfolio de Produtos

Portfolio de Produtos Introdução O Guia de Produtos e Serviços da Assessoria de Comunicação (ASCOM) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) foi elaborado com o objetivo de apresentar os produtos e serviços prestados

Leia mais

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia

Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia ANEXO XIII XXXIII REUNIÓN ESPECIALIZADA DE CIENCIA Y TECNOLOGÍA DEL MERCOSUR Asunción, Paraguay 1, 2 y 3 de junio de 2005 Gran Hotel del Paraguay Projeto: Rede MERCOSUL de Tecnologia Anexo XIII Projeto:

Leia mais

II Seminário Resultados da Lei da Informática

II Seminário Resultados da Lei da Informática II Seminário Resultados da Lei da Informática Rodrigo Pinto Diretor de P&D 29 de março de 2006 Agenda A Solectron Estratégia Organização Realizações Resultados entre 1998 2003 Resultados entre 2004-2005

Leia mais

INTERNET HOST CONNECTOR

INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR INTERNET HOST CONNECTOR IHC: INTEGRAÇÃO TOTAL COM PRESERVAÇÃO DE INVESTIMENTOS Ao longo das últimas décadas, as organizações investiram milhões de reais em sistemas e aplicativos

Leia mais

Novas Mídias e Relações Sociais.

Novas Mídias e Relações Sociais. Novas Mídias e Relações Sociais. Eduardo Foster 1 1 Caiena Soluções em Gestão do Conhecimento, Av. 34-578, CEP 13504-110 Rio Claro, Brasil foster@caiena.net Resumo. A comunicação é uma disciplina que acompanha

Leia mais

Educação e Ensino no ITA 2003. Mestrado Profissional PG/EAM

Educação e Ensino no ITA 2003. Mestrado Profissional PG/EAM Educação e Ensino no ITA 2003 Mestrado Profissional PG/EAM Parâmetros para o Mestrado Profissional Programas Profissionais Reconhecidos CAPES Avaliação dos Cursos Profissionalizantes Mestrado Profissional

Leia mais

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM DECRETO nº 1098, de 12 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre alocação, denominação e atribuições dos órgãos que compõem a estrutura organizacional do Gabinete da Prefeita e dá outras providências. A PREFEITA

Leia mais

Nome: Login: CA: Cidade: UF CARTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA

Nome: Login: CA: Cidade: UF CARTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 3º PERÍODO - 5º MÓDULO AVALIAÇÃO A4 DATA 23/04/2009 ENGENHARIA DE SOFTWARE Dados de identificação do Acadêmico: Nome: Login: CA: Cidade: UF CARTÃO RESPOSTA

Leia mais

RECONHECENDO a geometria variável dos sistemas de pesquisa e desenvolvimento dos países membros do BRICS; ARTIGO 1: Autoridades Competentes

RECONHECENDO a geometria variável dos sistemas de pesquisa e desenvolvimento dos países membros do BRICS; ARTIGO 1: Autoridades Competentes MEMORANDO DE ENTENDIMENTO SOBRE A COOPERAÇÃO EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO ENTRE OS GOVERNOS DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, FEDERAÇÃO DA RÚSSIA, REPÚBLICA DA ÍNDIA, REPÚBLICA POPULAR DA CHINA E

Leia mais

Introdução. O que é Serviços de Terminal

Introdução. O que é Serviços de Terminal Introdução Microsoft Terminal Services e Citrix MetaFrame tornaram-se a indústria padrões para fornecer acesso de cliente thin para rede de área local (LAN), com base aplicações. Com o lançamento do MAS

Leia mais

O CASNAV E O PROCESSO DE EVOLUÇÃO DA MARINHA DO BRASIL

O CASNAV E O PROCESSO DE EVOLUÇÃO DA MARINHA DO BRASIL O CASNAV E O PROCESSO DE EVOLUÇÃO DA MARINHA DO BRASIL Seminário das Organizações Reconhecidas PQGF Ciclo 2010 CF (T) Sérgio L. D. Delamare www.casnav.mar.mil.br Sumário Motivação para a palestra Inovações

Leia mais

w w w. h t a i 2 0 1 1. o r g

w w w. h t a i 2 0 1 1. o r g w w w. h t a i 2 0 1 1. o r g Plano Promocional Exposição e Patrocínio Pre- M e n s a g e m Prezados Senhores, Temos o prazer de informar que, pela primeira vez, a sociedade internacional Health Technology

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

DEMOLIÇÃO DA BASE ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ (EACF)

DEMOLIÇÃO DA BASE ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ (EACF) DI 05 Tipo de Documento: DI Presentado por: Brasil Tipo de Sesión: CAOL Punto de la Agenda 11.2 DEMOLIÇÃO DA BASE ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ (EACF) DEMOLIÇÃO DA BASE ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ (EACF)

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA LICITAÇÃO DE AGÊNCIA DE EVENTOS

TERMO DE REFERÊNCIA PARA LICITAÇÃO DE AGÊNCIA DE EVENTOS 1. Objeto: 1.1.1. Contratação de empresa para prestação, sob demanda, de serviços de planejamento, organização, coordenação, execução, fiscalização e avaliação de eventos com a viabilização de infra-estrutura

Leia mais

1. DESCRIÇÃO DO SIE Sistema de Informações para o Ensino

1. DESCRIÇÃO DO SIE Sistema de Informações para o Ensino 1. DESCRIÇÃO DO SIE Sistema de Informações para o Ensino O SIE é um sistema aplicativo integrado, projetado segundo uma arquitetura multicamadas, cuja concepção funcional privilegiou as exigências da Legislação

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Gestão e preservação de documentos digitais

Gestão e preservação de documentos digitais Gestão e preservação de documentos digitais I Congresso Nacional de Arquivologia Brasília novembro 2004 Contexto Internacional Na década de 90, a comunidade arquivística internacional dá início aos primeiros

Leia mais

Art. 1º Aprovar as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19).

Art. 1º Aprovar as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19). PORTARIA Nº 483, DE 20 DE SETEMBRO DE 2001. Aprova as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19). O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe é conferida

Leia mais

SISTEMA VIRTUAL PARA GERENCIAMENTO DE OBJETOS DIDÁTICOS

SISTEMA VIRTUAL PARA GERENCIAMENTO DE OBJETOS DIDÁTICOS 769 SISTEMA VIRTUAL PARA GERENCIAMENTO DE OBJETOS DIDÁTICOS Mateus Neves de Matos 1 ; João Carlos Nunes Bittencourt 2 ; DelmarBroglio Carvalho 3 1. Bolsista PIBIC FAPESB-UEFS, Graduando em Engenharia de

Leia mais

CHAMADAS DE TRABALHO BRAZIL AUTOMATION 2015

CHAMADAS DE TRABALHO BRAZIL AUTOMATION 2015 CHAMADAS DE TRABALHO BRAZIL AUTOMATION 2015 19º Congresso Internacional de Automação, Sistemas e Instrumentação Conquiste destaque profissional no maior evento de automação industrial das Américas A Brazil

Leia mais

Processo Aplicado Contabilidade EV Doc

Processo Aplicado Contabilidade EV Doc Processo Aplicado Contabilidade EV Doc EV DOC DIGITALIZAÇÃO E GESTÃO ELETRÔNICA DE DOCUMENTOS (GED) Digitalize e gerencie de forma simples os documentos e informações de sua empresa utilizando uma plataforma

Leia mais

Estudo de Caso. Projeto Correspondência Eletrônica nos Correios S.A.

Estudo de Caso. Projeto Correspondência Eletrônica nos Correios S.A. Estudo de Caso Projeto Correspondência Eletrônica nos Correios S.A. A Presidência dos Correios vislumbrou a possibilidade da Empresa apresentar aos seus clientes um novo serviço, que foi denominado de

Leia mais

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações

Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações Documento de Referência do Projeto de Cidades Digitais Secretaria de Inclusão Digital Ministério das Comunicações CIDADES DIGITAIS CONSTRUINDO UM ECOSSISTEMA DE COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO Cidades Digitais Princípios

Leia mais

Cooperação Técnica para Modernização dos Serviços Relativos à Propriedade Industrial

Cooperação Técnica para Modernização dos Serviços Relativos à Propriedade Industrial Programa 0393 PROPRIEDADE INTELECTUAL Objetivo Garantir a propriedade intelectual e promover a disseminação de informações, visando estimular e diversificar a produção e o surgimento de novas tecnologias.

Leia mais

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/novos-cursos.html

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/novos-cursos.html www.cni.org.br http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/novos-cursos.html Novos Cursos O SENAI criou 40 novos cursos a distância, sendo 10 cursos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Publicada no DJE/STF, n. 127, p. 1-3 em 3/7/2013. RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Dispõe sobre a Governança Corporativa de Tecnologia da Informação no âmbito do Supremo Tribunal Federal e dá outras

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA

FACULDADE DE ENGENHARIA FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DOS CURSOS DA FACULDADE DE ENGENHARIA REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DOS CURSOS DA FACULDADE

Leia mais

1. Escopo ou finalidade da iniciativa

1. Escopo ou finalidade da iniciativa 1. Escopo ou finalidade da iniciativa Esta iniciativa busca a modernização e a ampliação das ações e dos instrumentos de Comunicação para atender às necessidades de divulgação e alinhamento de informações

Leia mais

º 000107-AL LEI COMPLEMENTAER Nº. 0042, DE 15 DE AGOSTO DE

º 000107-AL LEI COMPLEMENTAER Nº. 0042, DE 15 DE AGOSTO DE Referente ao Projeto de Lei Complementar n. º 000107-AL LEI COMPLEMENTAER Nº. 0042, DE 15 DE AGOSTO DE 2007. Publicada no Diário Oficial do Estado nº 4073, de 20.08.07 Autor: Deputado Jorge Amanajás Autoriza

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

Metas e Linhas de Ação do CRESESB

Metas e Linhas de Ação do CRESESB Metas e Linhas de Ação do CRESESB Missão do CRESESB Promover o desenvolvimento das energias solar e eólica através da difusão de conhecimentos, da ampliação do diálogo entre as entidades envolvidas e do

Leia mais

eletrônica: Parceria Inmetro com o desenvolvimento

eletrônica: Parceria Inmetro com o desenvolvimento Novos padrões para a medição eletrônica: Parceria Inmetro com o desenvolvimento Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Inmetro Ditec Cgint - Incubadora Samuel Valle - Eng.º

Leia mais

Elaboração dos documentos

Elaboração dos documentos Estudo de Caso Área de conhecimento Gerência de Escopo Projeto Correspondência Eletrônica nos Correios S.A. A Presidência dos Correios vislumbrou a possibilidade da Empresa apresentar aos seus clientes

Leia mais

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE

A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO DO GOVERNO FEDERAL E A MACROMETA DE AUMENTAR O INVESTIMENTO PRIVADO EM P&D ------------------------------------------------------- 3 1. O QUE É A PDP? ----------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) Parceria Público Privada

Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) Parceria Público Privada Outubro 2014 Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) Parceria Público Privada Secretaria de Desenvolvimento Econômico Unidade Central PPP www.ppp.mg.gov.br 1 Aerotrópole de Belo Horizonte e o CTCA

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

ATO DA MESA Nº 48, DE 16/7/2012

ATO DA MESA Nº 48, DE 16/7/2012 CÂMARA DOS DEPUTADOS Centro de Documentação e Informação ATO DA MESA Nº 48, DE 16/7/2012 Institui a Política de Preservação Digital da Câmara dos Deputados. A MESA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, usando de suas

Leia mais

Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia

Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia A Coppe Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia nasceu disposta a ser um sopro de renovação na

Leia mais

GeoIntelligence Brasil 2014

GeoIntelligence Brasil 2014 PROJETOS ESTRATÉGICOS MARINHA DO BRASIL GeoIntelligence Brasil 2014 Diretoria-Geral do Material da Marinha Diretoria de Gestão de Programas Estratégicos da Marinha Sumário 1 2 AMAZÔNIA AZUL PROJETOS ESTRATÉGICOS

Leia mais

PROPOSTA DE RASTREAMENTO E MONITORAMENTO HÍBRIDO SATELITAL

PROPOSTA DE RASTREAMENTO E MONITORAMENTO HÍBRIDO SATELITAL PROPOSTA DE RASTREAMENTO E MONITORAMENTO HÍBRIDO SATELITAL Solução Tecnologia Monitoramento Instalação SOLUÇÃO A solução de rastreamento Unepxmil foi desenvolvida para atender as principais necessidades

Leia mais

Informativo de Segurança e Saúde

Informativo de Segurança e Saúde Informativo de Segurança e Saúde 03/2010 Introdução: O Grupo Técnico de Estudos de Espaços Confinados GTEEC, coordenado pela CPFL Energia e ligado ao Comitê de Segurança e Saúde no Trabalho - CSST da Fundação

Leia mais

Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico

Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico CUSTOMER SUCCESS STORY Abril 2014 Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico PERFIL DO CLIENTE Indústria: Mídia Companhia: Valor Econômico Funcionários:

Leia mais

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Engenharia de Software Introdução Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Tópicos Apresentação da Disciplina A importância do Software Software Aplicações de Software Paradigmas

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

Perfil. Nossa estratégia de crescimento reside na excelência operacional, na inovação, no desenvolvimento do produto e no foco no cliente.

Perfil. Nossa estratégia de crescimento reside na excelência operacional, na inovação, no desenvolvimento do produto e no foco no cliente. Institucional Perfil A ARTSOFT SISTEMAS é uma empresa Brasileira, fundada em 1986, especializada no desenvolvimento de soluções em sistemas integrados de gestão empresarial ERP, customizáveis de acordo

Leia mais

Tecnólogo em Manutenção Industrial Contexto do Curso

Tecnólogo em Manutenção Industrial Contexto do Curso Tecnólogo em Manutenção Industrial Contexto do Curso Diagramas que descrevem o contexto, objetivos e participantes dos projetos 1 Tecnólogo em Manutenção Industrial Missão: Formar tecnólogos de nível superior

Leia mais