REDESENHO DO PROCESSO DE COMPRAS DE EQUIPAMENTOS COM O USO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO: O CASO SONAE

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO (EA) DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS (DCA) COMISSÃO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO (COMGRAD-ADM) ADM01196 ESTÁGIO FINAL EM PRODUÇÃO E SISTEMAS REDESENHO DO PROCESSO DE COMPRAS DE EQUIPAMENTOS COM O USO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO: O CASO SONAE Por Paulo Alexandre da Silva 1995/89-0 Trabalho de Conclusão do Curso de Graduação em Administração Professor Orientador: Henrique Freitas Porto Alegre, junho de 2001

2 É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo se expondo a derrotas, do que formar fila aos pobres de espírito, que nem gozam muito, nem sofrem muito, porque vivem nesta penumbra cinzenta e nem conhecem vitórias nem derrotas. Theodore Roosevelt

3 Este trabalho é dedicado à Luiz Afonso e Maria Jeci.

4 Agradecimentos Agradeço à Deus, pela Vida, pela Sabedoria e pelo Amor. Mas, principalmente, por me fazer saber ser Seu filho, e pela minha Missão. Ao meu pai, Luiz, pelo exemplo de homem íntegro, sábio e amigo, capaz de façanhas impossíveis de serem descritas neste pequeno espaço. Quando criança eu sonhava em um dia poder ser ele. Hoje quero continuar sendo. Á minha mãe, Jeci, pelo seu zelo na criação dos filhos, pelo seu carinho, sempre presente, e pela dedicação em procurar ser a melhor mãe do mundo. Ela sempre conseguiu. Mas agradeço de forma especial ao seu amor, infinito. À Carla, minha irmã, e também ao Adriano, obrigado por me mostrarem que tudo que se quer com verdadeiro amor, se consegue. Agradeço também a minha sobrinha, que logo estará iluminando nossas vidas com seu sorriso. Ao meu irmão, Ricardo, pela amizade e companheirismo. E, é claro, pelas inúmeras e longas noites dedicadas a me auxiliar. Sem isso, esta etapa nunca teria sido concluída. À todos vocês, mais uma vez, por me mostrarem o verdadeiro significado da palavra família, e por me fazer saber que tudo vale à pena. Obrigado, de coração. Aos meus antepassados, por sua constante proteção e orientação. E por terem preparado esta terra, Pátria tão amada, com todo o seu empenho. Aqui, também suas virtudes frutificaram. Ao Fernando, por abrir as portas para a realização deste na Sonae, e aos meus colegas do Departamento de Expansão, pela colaboração e ajuda nos momentos em que necessitei me ausentar para freqüentar as aulas. Aos fornecedores, que prontamente enviaram suas respostas ao questionário. Ao Prof. Henrique, meu orientador, pela confiança depositada em mim. E também por sua paciência. À Profª. Edimara, por toda a orientação e o acompanhamento na realização deste trabalho. Sem ela isto não teria sido possível.

5 Ao Prof. Luis Felipe, por ter feito a pergunta certa, no momento certo, o que deu o rumo correto à pesquisa. Aos professores Jaime de Marco, Ângela Brodbeck e Vera Stork, agradeço por terem me ensinado muito além do que foi dito em sala de aula. Aos colegas da UFRGS, pela parceria, e especialmente aos membros da Comissão de Formatura, pelo excelente trabalho realizado. À Luciene, por me ensinar tanto sobre o amor, e por estar sempre presente. À Masaharu Taniguchi, por ter mostrado o Caminho. Aos colegas da Associação dos Jovens da Seicho-no-Ie, Regional RS - Passo D Areia, pela amizade. À Andréa, por ter assumido minhas funções na A.L. durante estes meses, e ao Fábio Drumer, por ter aceitado a responsabilidade que lhe foi passada. A todas as pessoas que, de uma forma ou de outra, colaboram para que este objetivo fosse alcançado. Muito obrigado!

6 INTRODUÇÃO A intensificação do uso de novas tecnologias e o acesso rápido, quase imediato, a um grande volume e variedade de informações vêm sendo uma das principais características das empresas líderes em seus segmentos de mercado, destacando-se em especial a troca de informações através do sistema virtual de comunicação via internet e de e-business para desenvolver transações. O uso crescente destas novas ferramentas tem provocado, e com certeza provocará ainda mais no futuro, uma acentuada redução dos custos de operações e principalmente, maior rapidez nas tomadas de decisões. Podemos afirmar que o futuro já chegou, tal é o grau da evolução na tecnologia e nos sistemas operacionais que está ocorrendo. Esta verdadeira revolução, sem precedentes, caracteriza-se em especial pela rapidez com que operam as trocas de dados e informações, e a universalização do acesso a esse processo. Estas características permitem que melhoramentos e novas tecnologias ou processos e sistemas operacionais sejam incorporados constantemente em um sistema que retroalimenta-se por si mesmo. Diariamente mais e mais pessoas, empresas, centros de pesquisa, etc, incorporam-se ao sistema e trocam informações entre si. Está criando-se um mundo sem fronteiras, interconectado em tempo real, e podemos afirmar que, mais do que uma revolução, o que está ocorrendo é uma verdadeira avalanche em que a ninguém é dado o direito de escolher se participa ou não do processo. Isto é válido principalmente às empresas, que se não atualizarem-se e incorporarem as novas tecnologias com certeza serão alijadas pela concorrência. O inter-relacionamento com fornecedores é o segmento que está merecendo a atenção e grande volume de investimentos por parte das principais empresas brasileiras. Isto deve-se à que a área de relação com os clientes, à chamada B2C, ou comércio on-line,

7 2 é um assunto relativamente novo para as empresas e que apresenta muitos riscos, enquanto que o chamado B2B (business to business) apresenta, já de imediato, grandes ganhos, pois o volume das transações é muito elevado e, neste caso, qualquer fração de ponto percentual de economia é significativo. E também porque os riscos são bem menores, quase inexistentes. Não só as empresas compradoras economizam nos seus processos tradicionais como as empresas fornecedoras reduzem substancialmente os seus custos de venda e distribuição. De acordo com Martin (1999), as empresas operarão através de uma série de relacionamentos entre clientes, funcionários, distribuidores, fornecedores e parceiros de negócios. Estes relacionamentos serão facilitados pela passagem para um mundo interconectado e as empresas que forem as primeiras e as mais competentes em maximizálas serão as vencedoras no futuro da internet. A partir do que foi exposto nos parágrafos acima, o presente trabalho visa o redesenho do processo de compra de equipamentos da Sonae Distribuição Brasil S.A. (SDB) com o uso do comércio eletrônico. Dentro da sua estrutura organizacional todas as atividades relacionadas com projetos de expansão orgânica, e também aquisição de novas redes, é atribuição do Departamento de Expansão, o qual se reporta diretamente à diretoria executiva do SDB, com sede administrativa em Porto Alegre. Uma das principais atividades deste departamento de expansão é de administrar e executar a compra de equipamentos para todas as lojas da rede. A empresa já está informatizada em todos os seus processos internos e já utiliza com sucesso as tecnologias de informação, nas transações com seus fornecedores de mercadorias comercializadas em suas redes de supermercados. Isto, por si só, já é um fator importantíssimo na implantação do sistema proposto. O que este trabalho visa entretanto, é além disto, verificar as condições que seus fornecedores atuais de equipamentos tem de utilizar as ferramentas propostas. Esta introdução, capítulo 1, apresenta a caracterização da empresa e suas singularidades, a formulação do problema e as justificativas para o tema da pesquisa. No segundo capítulo são definidos o objetivo geral e os objetivos específicos. Na fundamentação teórica, capítulo 3, são abordados os seguintes tópicos: a utilização da tecnologia da informação e comércio eletrônico nas empresas, mais

8 3 especificamente a internet, e-commerce e o e-procurement. E as visões de vários autores sobre o redesenho de processos e sobre o processo de compras. No quarto capítulo, Metodologia da Pesquisa, são apresentados: a estratégia, o método de pesquisa adotado e as diferentes técnicas de coleta e análise de dados utilizadas. As informações resultantes da pesquisa, incluindo a análise e os pontos críticos do processo atual, o novo processo de compras sugerido e a avaliação da viabilidade de sua implantação, são apresentadas no quinto capítulo: Redesenhando o Processo de Compra com o Auxílio do E-Procurement. Por fim, no sexto capítulo, Considerações Finais, abordamos as conclusões, os limites e as contribuições deste estudo. Nos anexos, apresentam-se informações secundárias ou de suporte ao leitor. 1.1 CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO A Sonae é uma empresa em fase de grande expansão, atuando no ramo de supermercados, nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Atualmente a Sonae ocupa o quarto lugar no setor, pelo ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), com faturamento bruto de R$ 3,008 bilhões em 2000, atrás apenas da Companhia Brasileira de Distribuição, com R$ 9,550 bilhões, do Carrefour, com R$ 9,520 bilhões, e do Bompreço, com R$ 3,042 bilhões. Controla as marcas: BIG para hipermercados; e Nacional no Rio Grande do Sul, Mercadorama no Paraná e Cândia em São Paulo para redes regionais de supermercados. A Sonae vem apresentando um crescimento vertiginoso no Brasil. Em janeiro de 1999 a rede tinha 47 lojas e 12 mil empregados. Pouco mais de um ano depois o número de lojas aumentou para 173 e o de funcionários duplicou. O endereço da Sede Administrativa é na Av. Sertório, 6600 sobreloja, CEP , bairro Sarandi, Porto Alegre RS, com os telefones: geral: (51) e telefax geral: (51) A SONAE foi fundada em 1959, em Portugal, com o objetivo de produzir termolaminados decorativos. Durante as primeiras duas décadas cresceu como uma pequena e média empresa centrada no setor dos produtos derivados da madeira. Foi na

9 4 década de 80 que a empresa iniciou um período de rápida expansão, coincidindo com a entrada de Portugal na Comunidade Européia. Neste período a empresa começou um processo de diversificação, adquirindo primeiro uma cadeia de supermercados e depois lançando o primeiro hipermercado em Portugal. A constituição da SONAE Imobiliária, a seguir, foi um passo natural, tendo orientado a sua ação para a construção de centros comerciais adjacentes às suas lojas. Foi responsável pelo CascaiShopping - o primeiro centro comercial regional construído em Portugal. Simultaneamente, a empresa investiu em muitas novas áreas como na comunicação, tecnologia da informação, lazer e turismo. Em 1996, antecipando os novos desafios da expansão internacional dos seus diferentes negócios e a necessidade de focar os recursos de gestão no seu desenvolvimento, foi decidido que os negócios da SONAE Indústria (já presentes em Espanha, Reino Unido, Canadá, Brasil e África Austral) e os da Pargeste (que agrupava as atividades não estratégicas) deveriam ser separados da SONAE Investimentos SGPS, S.A. Como resultado, a SONAE Investimentos, SGPS, S.A, tornou-se uma empresa holding dedicada apenas aos negócios de varejo moderno, tendo sido constituída uma nova holding, a INPARSA, para agrupar os negócios dos derivados da madeira (SONAE Indústria) e todas as outras atividades não estratégicas. Em Setembro de 1999, houve a fusão na SONAE SGPS S.A. (anteriormente denominada Sonae Investimentos SPGS S.A.) das sociedades Inparsa e Figest. O seu portfólio de negócios estende-se, para além dos setores de varejo e imobiliário, à indústria de derivados de madeira, turismo, telecomunicações móveis e fixas, construção, transportes e capital de risco. A SONAE SGPS S.A. atua como um gestor de portfólio, cabendo às suas subholdings o papel de gestor de participações. O universo Sonae possui um volume de negócios conjuntos de mais de 8 bilhões de reais divididos em cinco sub-holdings: a- Sonae Distribuição, composta por Hiper e Super em Portugal e no Brasil. É líder do varejo em Portugal e 4º do ranking por faturamento no Brasil; b- Sonae Indústria, líder mundial na produção de aglomerados e outros derivados de madeira; c- Sonae Imobiliária, líder na promoção e gestão de centros comerciais em Portugal;

10 5 d- Sonae Telecomunicações, é o 3º operador de rede móvel em Portugal; e e- Sonae Turismo, com posição relevante nas atividades de turismo e comunicação social em Portugal. Este trabalho será focado na sub-hoding da Sonae, a Sonae Distribuição, que é responsável pela área de varejo, detendo um portfólio articulado de formatos de base alimentar e não alimentar no mercado português e brasileiro. De maneira mais específica, na Sonae Distribuição Brasil S.A., que hoje está em 4º lugar na referência alimentar no Brasil, onde detém a liderança destacada na região sul. A Sonae entrou no mercado brasileiro de varejo em 1989 através da associação com a Josapar, resultando no surgimento da Companhia Real de Distribuição (CRD). A partir daí o grupo Sonae prosseguiu com sua expansão no mercado brasileiro. Em 1995 o grupo Sonae adquire mais ações da CRD, totalizando 50% e ficando assim com a direção da empresa. Nesse período a CRD ocupava o nono lugar no ranking brasileiro por faturamento. Em junho de 1997, o grupo Sonae compra o restante das ações da Companhia Real de Distribuição, ficando então, com 100% do negócio. Em junho de 1998 a empresa associou-se ao Cândia, rede de 3 lojas em São Paulo/SP e nasceu uma única organização, denominada Sonae Distribuição Brasil, operando com as marcas Supermercados Real, Hipermercados BIG e Hipermercados Cândia. A partir da constituição da Sonae Distribuição Brasil S.A., iniciou-se um acelerado processo de expansão, resultando em aquisições e associações com outras empresas no Brasil (quadro 1). QUADRO 1: A EXPANSÃO DA SONAE: INCORPORAÇÕES Data Investimento Empresa Nº Lojas Nov/1998 Compra Mercadorama/PR 13 Jan/1999 Compra Exxtra Econômico/RS 5 Mar/1999 Associação Nacional/RS 91 Mai/1999 Compra Coletão/PR 8 Out/1999 Compra Muffatão/PR 9

11 6 Do acelerado processo de expansão resultou várias insígnias no Brasil. A estratégia da Sonae com supermercados é reforçar as marcas regionais sendo líderes nos respectivos mercados e com o hipermercado uma única marca nacional. O posicionamento mercadológico que Sonae adotou é o abaixo, visando a marca mais forte em cada estado (quadro 2). QUADRO 2: POSICIONAMENTO MERCADOLÓGICO NO BRASIL Loja Estado Bandeira RS Nacional Supermercados PR Mercadorama SP Cândia Hipermercados Todo Brasil Big 1.2 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA A área de compra de equipamentos, recebe solicitações de compras e executa suas atividades com base nas determinações oriundas dos projetos de expansão, e que podem ser: a- Aquisições de equipamentos para novas lojas Expansão. b- Aquisição de equipamentos para substituição aos existentes ou remodelagem de lojas. Os equipamentos cuja a aquisição é de responsabilidade da área de Compra de Equipamentos, do Departamento de Expansão, são classificados em 26 grandes grupos, dentre os quais destaca-se o de Equipamentos para Áreas de Laboratórios de Perecíveis, terceiro maior, com participação de aproximadamente 8% do orçamento total de equipamentos. Como são equipamentos para uso nos setores de perecíveis de uma grande rede de supermercados, isso implica nas seguintes questões básicas e importantíssimas: c- Grande volume de investimento envolvido na maioria das transações.

12 7 d- Equipamentos usados para produtos perecíveis, isto é, precisam funcionar com alto grau de eficiência. e- Cronogramas com datas de entregas com prazo impreteríveis e ou urgentes. São atribuições deste setor, além das compras em si, também todas as atividades relacionadas com a obtenção de informações junto aos fornecedores, especificações, catálogos, preços, prazos de entregas e demais informações necessárias ao Departamento de Expansão para a elaboração de projetos. Considerando as dimensões da empresa, o volume de informações processadas diariamente é bastante elevado, e o problema relevante neste contexto é que, ainda são utilizados neste setor métodos tradicionais de compras com grande volume de formulários, telefonemas, correspondências, etc, repercutindo no aumento dos custos do setor bem como, também, em prazos mais longos de execução de tarefas com repercussão negativa na execução dos projetos. Os métodos atuais do setor não estão adequadamente compatíveis com a dinâmica do restante da organização. A principal característica do problema verificado está na qualidade das informações e, em especial, no aspecto prazos, com implicações importantíssimas na qualidade das tomadas de decisões, no planejamento, e na execução dos projetos. 1.3 JUSTIFICATIVA A principal justificativa para o enfoque dado a este estudo não é a melhoria do processo de compra de equipamentos como um fim em si mesmo, e necessária apenas ao setor. Isto já seria relevante, mas não é o básico, o essencial. O que realmente se justifica é a melhoria que o novo desempenho deste setor possa vir a prestar na qualidade da elaboração e execução dos projetos de expansão. Acredita-se que o que está sendo proposto atingirá estes resultados. Os meios são as compras, mas os fins são os projetos, por isso as inter relações entre compras e projetos serão abordadas a seguir. Projetos são sistemas finitos, complexos, não homogêneos e não repetitivos. Segundo Cukierman e Dinsmore (apud Macedo, 2000), existem alguns indicadores permanentemente presentes em qualquer projeto cuja otimização é sempre desejada, sendo eles: o prazo, o preço (orçamento), a performance (desempenho técnico) e o perigo

13 8 (risco). Estas são condições que poderão ser aferidas para avaliação do grau de desempenho de um projeto. Já Maximiano (1997), considera os seguintes elementos de um projeto: OBJETIVO SINGULAR ATIVIDADE FINITA PROJETO CLIENTE ou USUÁRIO RECURSOS LIMITADOS INCERTEZA ADMINISTRAÇÃO ESPECÍFICA FIGURA 1: ELEMENTOS DE UM PROJETO FONTE: MAXIMIANO (1997) Os elementos citados são apresentados com maiores detalhes no quadro 3: QUADRO 3: ELEMENTOS DE UM PROJETO a- SINGULARIDADE: Projetos são rotineiramente singulares: não há dois exatamente iguais. b- ATIVIDADE FINITA: Projetos são empreendimentos finitos claramente definidos. c- CLIENTE OU USUÁRIO: Projetos em geral envolvem relação entre fornecedor e cliente ou usuário. d- RECURSOS LIMITADOS: O resultado do projeto é o desenvolvimento da solução ou atendimento do interesse dentro das restrições de tempo ou recursos. e- INCERTEZA: Projetos tem um componente de incerteza que cerca o resultado esperado ou as condições de realização. f- ADMINISTRAÇÃO ESPECÍFICA: Têm mais probabilidade de êxito quando são administrados por meio de técnicas especiais de administração de projetos. Fonte: MAXIMIANO (1997)

14 9 Os ciclos de vida de um projeto variam de uma empresa para outra, mas de um modo geral temos quatro fases principais Maximiano (1997) sendo que na maioria das vezes a fase seguinte é iniciada antes que termine totalmente a anterior, havendo portanto uma superposição de fases: FIGURA 2: QUATRO FASES DO CICLO DE VIDA DE UM PROJETO PREPARAÇÃO ESTRUTURAÇÃO DESENVOLVIMENTO ENCERRAMENTO Fonte: Maximiano (1997) Apesar de os projetos serem complexos, não homogêneos e não repetitivos, eles tem em comum esta seqüência lógica em seu ciclo de vida, conforme apresentado na figura 2 e melhor especificado no quadro abaixo. QUADRO 4: AS FASES DO CICLO DE VIDA DE UM PROJETO a- PREPARAÇÃO: Onde se definem os objetivos. b- ESTRUTURAÇÃO: São detalhados os planos operacionais, é organizada a equipe e mobilizados os recursos necessários. c- DESENVOLVIMENTO: É a execução do projeto. d- ENCERRAMENTO: Término e avaliação dos resultados. Fonte: MAXIMIANO (1997) A situação específica do Brasil, em fase de grandes transformações econômicas e a ausência de políticas públicas bem definidas a médio e longo prazo, são fatores que tornam extremamente complexas as condições para planejamento e execução de projetos. Acrescente-se a isso a grande velocidade na evolução tecnológica, que faz com que aquilo que era consagrado e aceito a pouco tempo atrás hoje já seja duvidoso ou ultrapassado. Há um elevado grau de incerteza. Aliás, o único grau de certeza é que a médio prazo quase tudo será diferente. No caso específico da SONAE, além de todo este contexto, o segmento de supermercados e hipermercados está em fase de grande dinamismo e crescimento. A obtenção de uma maior fatia de mercado é condição obrigatória Ou cresce ou

15 10 desaparece. Neste contexto o fator tempo na elaboração e conclusão de projetos de expansão ou modernização de lojas passou a ser o item mais importante. Entretanto em um recente estudo realizado por Macedo (2000), verificou-se que os projetos executados no ano de 2000 apresentaram nos itens tempo de execução e recursos utilizados uma variação quase sempre para maior em relação ao inicialmente projetado. Em pouquíssimos casos houve variação para menor. Segundo Macedo (2000), Gastou-se mais e houve atrasos em quase todos os projetos concluídos. Neste cenário, que envolve o planejamento e a execução dos projetos, justifica-se agilizar e melhorar a qualidade e amplitude das atividades da área de Equipamentos. Este é o setor responsável por todas as aquisições de equipamentos e utensílios utilizados nos setores de manipulação de produtos perecíveis denominado Laboratório de Perecíveis, das lojas. Esta área Equipamentos é uma das cinco áreas em que se subdivide o Departamento de Expansão onde são administrados todos os projetos de expansão do SONAE, conforme organograma abaixo: D epartam ento de Expansão D iretor de Exp ansão Controle de projetos Arquitetura Obras Civis Equipamentos Galerias Comerciais FIGURA 3: ORGANOGRAMA DO DEPARTAMENTO DE EXPANSÃO Fonte: Macedo (2000) Não só a aquisição, mas também todas as especificações técnicas destes equipamentos, dependem em parte ou no todo de informações de fornecedores externos, e neste caso, todo o acesso a eles é feito através da área de Equipamentos. Este é um dos poucos onde há grande chance de melhoria no processo. Na elaboração dos projetos, nos dados iniciais, os setores de Arquitetura e Projetos solicitam à área de Equipamentos informações sobre o preço, condições de fornecimento e dados técnicos dos equipamentos necessários. Estas solicitações nem sempre estão perfeitamente definidas e claras, por que o próprio setor solicitante desconhece as precisas condições do que existe disponível no mercado. Esta é uma fase

16 11 em que há um grau elevado de incertezas, o que é natural por ser a fase de levantamento de dados, mas que gera sempre um efeito limitante no perfeito fluxo do projeto. Quando o equipamento solicitado já é suficientemente conhecido e definido, e existe apenas uma única opção de compra, as informações e especificações técnicas são claras e o fluxo do projeto tende a transcorrer dentro dos limites pré-definidos. Entretanto esta circunstância nem sempre ocorre. O mais comum é a existência de inúmeras alternativas diferentes como por exemplo: desempenho, dimensões (espaço ocupado), consumo de energia, preço, prazos de entrega, entre outros. Pode ocorrer também que durante a execução do projeto (mesmo que o planejamento esteja perfeitamente correto) sejam incluídas alterações gerais, ou substituição específica de algum item com repercussão em todo o fluxo de informações, principalmente em custos e tempos. Como se observa, não existe a compra simples de um equipamento, mas sim um fluxo constante de informações, análise de dados, novas informações, e assim sucessivamente, até a conclusão final do projeto. Acredita-se que o redesenho do processo de compra, com a utilização do comércio eletrônico, permitirá uma redução no tempo despendido nos processos do Departamento de Expansão, dos custos de administração destes e também no próprio custo dos equipamentos adquiridos pelo departamento.

17 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL: Analisar o processo de compra de equipamentos para as áreas de manipulação de perecíveis das lojas da SONAE Distribuição S/A, e propor o redesenho deste processo com o uso da internet e das ferramentas de comércio eletrônico. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Mapear o processo de compra atual; Identificar os pontos críticos nesse processo; Identificar os recursos propiciados pela internet, cujo uso poderá trazer melhorias ao processo; Identificar qual o nível de preparação dos principais fornecedores para uso do comércio eletrônico; Propor um novo processo de compra.

18 3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Neste capítulo realizou-se uma análise da literatura sobre as várias ferramentas disponíveis nas novas tecnologias da informação, e suas implicações nos processos empresariais. 3.1 A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO REVOLUCIONANDO OS PROCESSOS EMPRESARIAIS: A tecnologia da informação está mudando a maneira como as empresas operam, e está provocando uma mudança radical no processo de compra e venda. Ela representa a ferramenta mais importante no redesenho dos processos das organizações A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO: A tecnologia da informação está revolucionando a cadeia de valor em cada um de seus pontos. Conforme McGowan (1997), o termo cadeia de valor agregado vem da área de microeconomia, onde é utilizado para descrever os vários passos que um bem ou serviço atravessa desde a matéria prima até o consumo final. Nenhuma empresa ou organização será capaz de isolar-se e escapar aos seus efeitos. McGowan (1997) afirma que não se consegue saber bem quão ampla e profundamente a tecnologia está transformando a maneira de conduzir novos negócios, nem qual o desempenho potencial das empresas que de fato compreendem a natureza deste processo. Um dos fatos mais importantes nesta revolução foi o aparecimento da internet, associado aos sistemas multimídia dos computadores atuais.

19 14 De acordo com Tapscott (1997) as transformações provocadas por esta nova tecnologia estão criando uma nova hierarquia de promessas, todas em cascata ascendente, para formar o novo modelo para criação de riquezas: a empresa em rede. Para cada um desses níveis há uma tecnologia que o torna possível. E para cada um desses níveis há uma mudança fundamental na natureza do trabalho que está ocorrendo: TECNOLOGIA VIABILIZADORA A PROMESSA A MUDANÇA A Net A Empresa interligada em Rede Criação de Riqueza, Desenvolvimento Social Computação Interempresa Infoestrutura da Empresa A Empresa Integrada A Empresa Ampliada Remodelação dos Relacionamentos Externos Transformação Organizacional Computação em Grupos de Trabalho A Equipe de Alto Desempenho Reformulação de cargos e processos de negócios Multimídia Pessoal O Indivíduo Eficiente Tarefa, eficiência no aprendizado, FIGURA 4: TRANSFORMAÇÃO DAS EMPRESAS POR MEIO DA NOVA MÍDIA. Fonte: New Paradigm Learning Corporation, 1996 (apud Tapscott, 1997) O INDIVÍDUO EFICIENTE Trabalhadores do conhecimento não conseguem integrar as novas ferramentas à seu trabalho. A multimídia está mudando este quadro drasticamente. O computador pessoal está se transformando em computador multimídia integrando o poder rico e natural do áudio, imagem e vídeo. Os computadores atuais já são vendidos com uma unidade de CD- ROM capaz de armazenar vastas quantidades de informações em vários meios. Usando

20 15 estas ferramentas as pessoas podem aprender em muito menos tempo, e conforme o aprendizado se integra ao trabalho, as ferramentas multimídia passam a ser a base de um aprendizado permanente. A eficiência (fazer melhor) resulta em economia de tempo que, por sua vez, pode ser reinvestida na eficácia pessoal (fazer a coisa certa). A EQUIPE DE ALTO DESEMPENHO O fluxo de informações que era vertical na organização hierárquica tradicional, com várias camadas de gerência, passa a ser substituído por equipes interligadas em rede. O foco desloca-se do indivíduo que se reportava ao gerente para equipes que funcionam como unidades de serviço de servidores e clientes. Com este novo modelo o conceito de cadeia de valor passa para a nova noção de rede de valor, cuja principal característica é encorajar a flexibilidade, a inovação, o espírito empreendedor e a capacidade de resposta. A ORGANIZAÇÃO INTEGRADA As unidades de negócio podem ser vistas como clientes e servidores ligados em rede, trabalhando em uma estrutura organizacional, modular e flexível. É uma nova arquitetura implantada onde a empresa passa a ter uma infoestrutura com a qual poderá passar a ser uma empresa integrada, onde os níveis gerenciais não são necessários. Um exemplo deste tipo de nova empresa é a Federal Express, que detêm 50% do mercado de entregas na América do Norte, obtendo o controle positivo do andamento de cada encomenda com um sistema de rastreamento eletrônico em tempo real, através de um sistema de computação integrado. A EMPRESA AMPLIADA A computação interempresas permite que os fornecedores antevejam a demanda por seus produtos, e também ajudem os lojistas a fortalecer suas redes de suprimentos, reduzir os estoques, e melhorar as disponibilidades dos produtos nas prateleiras. Em vez de simplesmente comprar, as empresas fazem parcerias com quem é competente, ou se unem a companhias que possuem outros talentos.

21 16 A EMPRESA INTERLIGADA EM REDE Esta é uma experiência que está dando os seus primeiros passos, onde um grupo de empresas de produtos e serviços unem-se para executarem em conjunto atividades que requerem inúmeros participantes, como por exemplo, na construção de casas mobiliadas. E assim em dezenas de outras atividades as facilidades oferecidas pela internet permitem a interligação de empresas para a execução de projetos comuns em tempos reduzidíssimos como jamais seria esperado A INTERNET AGREGANDO VALOR AOS NEGÓCIOS A internet é um sistema de distribuição das informações espalhadas por vários países e é o mais conhecido componente da infra-estrutura da rede de INFOVIA. De acordo com Tapscott (1997), ela não foi criada por interesse social, mas para suprir objetivos estratégicos do Departamento de Defesa Americano. A internet foi idealizada como um sistema de informações em 1969 pelo ADVANCED RESEARCH PROJECTS AGENCY (ARPA), que faz parte de Departamento de Defesa Americano. Aquilo que inicialmente era restrito ao uso de pesquisa e educação, passou a expandir-se de tal forma que tornou-se muito difícil manter ás regras restritivas inicialmente impostas e hoje tornou-se a rede das redes, com acesso global a computadores e bases de dados, não importando a diversidade, e baseando-se na utilização dos sistemas de telefonia locais interconectados. Ditado pelo rápido crescimento de diferentes tecnologias da informação, a internet surgiu e rapidamente consagrou-se como solução para a integração dos negócios, alterando processos estruturais e oferecendo às empresas um novo e poderoso canal de comunicação com o mercado. A condução de negócios em ambientes mediados pela internet apresenta-se como um novo canal para o desenvolvimento destes negócios e relações de trocas com clientes, fornecedores, distribuidores e parceiros. Para isto, entretanto, as empresas precisam estar preparadas para enfrentarem este novo desafio de estabelecimento em rede, buscando definir estratégias de atuação para posicionarem-se de forma competitiva na internet.

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