DELET - EE - UFRGS CIRCUITOS ELETRÔNICOS INTEGRADOS - ENG Prof. Dr. Hamilton Klimach

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1 DELET - EE - UFRGS CIRCUITOS ELETRÔNICOS INTEGRADOS - ENG04061 Prof. Dr. Hamilton Klimach Propriedade Intelectual (Intelectual Property IP)

2 Introdução - História A Revolução Industrial iniciou na Inglaterra no séc. XVIII e se expandiu pelo mundo no séc. XIX: consistiu em um conjunto de mudanças tecnológicas teve profundo impacto no processo produtivo, no nível econômico e social: a máquina ganha o espaço do trabalho humano a produção industrial ultrapassa a agricultura e o extrativismo como forma de desenvolvimento econômico a tecnologia passa a representar riqueza novos ricos surgem e a renda-per-capita aumenta exponencialmente a qualidade de vida das pessoas melhora muito o capitalismo se torna o sistema econômico vigente 3 Revolução Industrial - Século XVIII: Introdução - História Jethro Tull (agricultor - Grã-Bretanha) inventa máquina de semear puxada a cavalo => mecanização da agricultura Abraham Darby (Grã-Bretanha) utiliza o carvão para baratear a produção do ferro John Kay (Grã-Bretanha) inventa uma lançadeira volante para o tear, acelerando o processo de tecelagem Benjamin Huntsman (Grã-Bretanha) descobre a técnica do uso de cadinho para fabricação de aço James Hargreaves (Grã-Bretanha) inventa a fiadora "spinning Jenny", uma máquina de fiar rotativa que permitia a um único artesão fiar oito fios de uma só vez James Watt (Grã-Bretanha) introduz o condensador na máquina de Newcomen => aumenta a eficiência do motor a vapor Richard Arkwright (Grã-Bretanha) inventa a "spinning-frame", uma máquina de fiar mais avançada que a "spinning jenny" Richard Arkwright (Grã-Bretanha) introduz o sistema fabril em sua tecelagem ao acionar a sua máquina (water-frame) com a força da água nas pás de uma roda John Wilkinson e Abraham Darby (Grã-Bretanha) constroem a primeira ponte em ferro fundido Samuel Crompton (Grã-Bretanha) inventa a "spinning mule (combinação da "water frame" com a "spinning jenny ) => produz fios mais finos e resistentes, e é capaz de fabricar tanto tecido quanto 200 trabalhadores, apenas utilizando alguns deles como mão-de-obra Edmund Cartwright (Grã-Bretanha) patenteia o primeiro tear a vapor Eli Whitney (EUA) inventa o descaroçador de algodão Alessandro Volta (Itália) inventa a bateria elétrica. 4

3 Introdução - História Revolução Industrial - Século XIX: Robert Fulton desenvolveu uma embarcação a vapor (Grã-Bretanha) A iluminacão de rua, a gás, foi instalada em Pall Mall, Londres Richard Trevithick expôs a "London Steam Carriage", um modelo de locomotiva a vapor, em Londres George Stephenson inaugura a primeira ferrovia, entre Darlington e Stockton-on-Tees (Grã- Bretanha) Bélgica e França iniciam seu processo de industrialização (uso do ferro e do motor a vapor) Cyrus McCormick patenteou a segadora mecânica (ceifa e colhe), nos EUA Samuel Morse inaugurou a primeira linha de telégrafo, de Washington a Baltimore, nos EUA Henry Bessemer patenteia um novo processo de produção de aço que aumenta a sua resistência e permite a sua produção em escala industrial O primeiro cabo telegráfico submarino é estendido através do leito do oceano Atlântico, entre a Grã- Bretanha e os EUA A abertura do Canal de Suez reduziu a viagem marítima entre a Europa e a Ásia para seis semanas Alexander Graham Bell inventou o telefone nos EUA Thomas Edison inventou o fonógrafo nos EUA A iluminação elétrica foi inaugurada em New Jersey Gottlieb Daimler inventou um motor a explosão (Alemanha) Guglielmo Marconi inventou a radiotelegrafia na Itália. 5 Introdução Consequências: A qualidade de vida fica intrinsecamente ligada ao nível de desenvolvimento tecnológico de uma região. A busca constante da inovação tecnológica torna-se uma ação fundamental das nações. O indivíduo passa a ser o agente central neste processo, usando de sua curiosidade, criatividade, inventividade, dedicação, ousadia, etc. É necessário que estas qualidades humanas sejam motivadas através de recompensadas e incentivos. 6

4 Propriedade Intelectual - O que é Propriedade Intelectual (Intellectual property - IP) é uma expressão que diz respeito às criações da mente humana, usadas com fins comerciais. Envolve elementos relacionados a: Invenções Trabalhos literários, artísticos e arquitetônicos Símbolos Nomes Imagens Desenhos Os direitos de Propriedade Intelectual protegem os interesses dos criadores, dando-lhes direitos de propriedade sobre suas criações. 7 Propriedade Intelectual - Quando A Propriedade Intelectual foi inicialmente reconhecida pelas: Convenção de Paris para a Proteção da Propriedade Industrial (1883); Convenção de Berna para a Proteção dos Trabalhos Literários e Artísticos (1886). A Organização Mundial de Proteção Intelectual (World Intellectual Property Organization WIPO coordena internacionalmente este tipo de acordo. 8

5 Propriedade Intelectual - Como A Convenção para o Estabelecimento da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (1967) definiu, como passíveis de direitos de proteção intelectual: Trabalhos literários, artísticos e científicos; Atuação de artistas, em meios gravados e difusões; Invenções em todos os campos de investigação humana; Descobertas científicas; Desenhos industriais; Marcas registradas, nomes e designações comerciais; Proteções contra competição injusta; Todos os outros direitos resultantes da atividade intelectual nos campos industrial, literário ou artístico. 9 Propriedade Intelectual Porque Os países geralmente definem leis de Propriedade Intelectual por 2 razões principais: Definir termos legais para o direito econômico do criador sobre sua criação e do público que usufrui dessa criação; Promover a criatividade, e a disseminação e aplicação de seus resultados, encorajando os negócios que daí decorram, e que contribuem para o desenvolvimento econômico e social. 10

6 Propriedade Intelectual - Tipos Propriedade Intelectual é dividida em 2 categorias: Direito de cópia (Copyright): inclui trabalhos literários e artísticos (poemas, romances, filmes, atuações, músicas, pinturas, desenhos, fotografias, esculturas, etc), e definem as condições de reprodução, exposição, execução e difusão Propriedade Industrial: inclui invenções (patentes), marcas e desenhos industriais Ainda, expressões de origem indígena ou de comunidades específicas são passíveis de proteção 11 Propriedade Industrial O termo industrial deve ser entendido em seu sentido mais amplo, sendo aplicado: à indústria e comércio propriamente à atividade agrícola à atividade extrativista à manufatura de produtos naturais (vinhos, grãos, tabaco, frutas, águas minerais, cerveja, flores, farinha, etc) 12

7 Propriedade Industrial A Propriedade Industrial pode ser definida sob diversas formas: Patente de invenção Modelo de utilidade Desenho industrial Propriedade Intelectual relacionada a Circuitos Integrados Marcas (trademark) Nomes (tradename) Indicações geográficas Proteção contra a competição injusta 13 Patente de Invenção Invenção é um termo vagamente definido, mas geralmente pode ser entendido como uma nova solução a um problema técnico. A descoberta de algo que já existe na natureza não é invenção (p. ex. descobrir uma nova variedade de planta). É necessário intervenção humana para que ocorra uma invenção (p. ex. inventar um processo novo que extraia certa substância de uma planta). Não é necessariamente algo complexo, mas deve conter uma nova idéia. 14

8 Patente de Invenção A Patente de Invenção garante os direitos do inventor de forma regional (país ou grupo de países), por um período definido (geralmente anos). Os direitos de patente são garantidos desde que o detentor disponibilize sua invenção ao público. Quem submete um pedido de patente a um órgão oficial tem de descrever sua invenção em detalhe, comparandoa com a tecnologia disponível no mesmo campo de aplicação, de forma a demonstrar sua inovação. Nem todas as invenções são patenteáveis. Existem Condições de Patenteabilidade a serem satisfeitas. 15 Patente de Invenção - Patenteabilidade Aplicabilidade Industrial (utilidade): a invenção deve ter uso prático, ou ser capaz de algum tipo de aplicação industrial. Novidade: deve mostrar alguma característica nova, que não exista no conjunto de conhecimento existente (chamado de prior art) dentro do seu campo técnico. Salto inventivo (não-obviedade): deve apresentar um salto inventivo que não possa ser deduzido por uma pessoa com conhecimentos medianos neste campo técnico. Assunto Patenteável: a invenção deve estar dentro de um escopo patenteável, definido em lei nacional, que varia de país para país. 16

9 Patente de Invenção - Patenteabilidade Geralmente, são excluídos de patenteabilidade: teorias científicas métodos matemáticos variedades de plantas e animais descoberta de substâncias naturais métodos para tratamento médico (ao contrários dos medicamentos em si) qualquer invenção cujo direito possa representar problemas de ordem pública ou moral ou de saúde pública 17 Patente de Invenção Termos de uso Uma Patente pode ser cedida parcial ou totalmente para exploração de terceiros, por tempo determinado ou não. A cedência de direitos totais de forma permantente se dá pela venda da patente. A autoridade governamental pode definir uma Licença Compulsória de uma patente, em casos especiais e conforme a lei. 18

10 Modelo de Utilidade O Modelo de Utilidade é a proteção legal de direitos que é aplicada a invenções tecnicamente menos complexas ou de vida comercial mais curta. O processo de obtenção do direito é geralmente mais curto e simples que o de uma patente. Geralmente, diferem das patentes em: Requisitos de obtenção menos restritivos, exigindo novidade, mas nem sempre o salto inventivo É mais aplicado às inovações resultantes do processo de incremento natural de um produto O tempo de proteção é menor (7 a 10 anos) Os custos de obtenção são menores 19 Desenho Industrial O termo Desenho Industrial geralmente diz respeito aos aspectos ornamentais ou estéticos de um artigo útil, que dependem da forma, textura e cores do artigo, não tendo necessária relação com seus aspectos funcionais. A obtenção do direito ao Desenho Industrial não garante a proteção à sua funcionalidade (garantida por patente ou modelo de utilidade). O tempo de proteção varia de 10 a 20 anos, devendo ser renovado periodicamente neste prazo. 20

11 Propriedade Intelectual de Circuitos Integrados A legislação de Propriedade Intelectual relacionada a Circuitos Integrados é relativamente nova, tendo origem no Tratado sobre Propriedade Intelectual Relacionada a Circuitos Integrados (1989). Estabelece direitos de proteção sobre o layout, pois: o desenho de layout de um CI (topologia) origina-se da criação da mente humana resulta de grande investimento de recursos financeiros e humanos especializados sua cópia é possível por uma pequena fração dos custos de criação há uma contínua necessidade de melhores CIs, com mais funcionalidade e maior desempenho 21 Propriedade Intelectual de Circuitos Integrados Esta nova classe de Propriedade Industrial foi necessária, pois os layouts de CIs: não são considerados Desenhos Industriais, pois não determinam a aparência externa dos CIs, mas sim a posição física de seus componentes internos. Também, geralmente não são passíveis de Patente, por não envolverem um salto inventivo, ainda que representem grande desafio e trabalho de especialistas. Geralmente não são passíveis de Direito de Cópia (copyright) O período de proteção é de, no mínimo, 10 anos do início de comercialização, podendo chegar a 15 de sua criação. 22

12 Propriedade Intelectual de Circuitos Integrados São passíveis de proteção os layouts considerados originais, no sentido de resultarem do esforço intelectual de seus criadores, não sendo lugar-comum entre os especialistas da área. O uso comercial, sob qualquer forma, de um layout sem autorização expressa do criador representa violação de direito. Em certos casos, o uso por desconhecimento é aceito como não-violação. O uso não-comercial para análise, avaliação, pesquisa ou ensino não constituem violação. 23 Propriedade Intelectual de Circuitos Integrados O processo conhecido como Engenharia Reversa, onde um layout é usado como base para o desenvolvimento de um produto melhorado, baseado no original, não só não constitui violação de direito, como é desejável, por representar um avanço tecnológico que traz benefícios ao público. 24

13 Marca Marca (trademark) é um sinal, ou combinação de sinais, que é utilizado por uma empresa em seus produtos ou serviços, de forma a ser distinguida das demais. Tais sinais podem usar letras, números, imagens, formas, cores, ou qualquer combinação destes. Pode ser usada também para identificar associações coletivas (p. ex. IEEE) e certificações (p. ex. CE). 25 Marca Tem como principais funções: Distinguir produtos e serviços de uma empresa, das demais Distinguir empresas entre si Referenciar uma qualidade particular de um produto de terceiros (MacDonald) Identificação para efeitos de mercado e publicidade O proprietário de uma marca têm direitos exclusivos de uso dela O uso de uma marca similar implica em violação (gera confusão) O período de proteção varia, mas geralmente pode ser renovado indefinidamente 26

14 Nome O Nome (tradename) que identifica uma empresa pode ser registrado com direitos de uso exclusivo Um nome similar, que leve o público à confusão, também representa violação de direito (p. ex. Digital vs Digitel) Em alguns casos, nomes iguais podem ser utilizados por empresas diferentes, desde que não atuem no mesmo nicho comercial Geralmente, nomes próprios não são registráveis Como no caso das marcas, o período de proteção varia, mas geralmente pode ser renovado indefinidamente 27 Nome x Marca 28

15 Indicações Geográficas Uma Indicação Geográfica pode ser usada como um sinal que representa uma origem geográfica comum, representando a qualidade ou reputação daquela região Geralmente, é mais usada em produtos com origem agrícola (p. ex. espumante Champagne, vinho Porto, charuto Habana) Não necessitam registro prévio para representar direito Muitos países não aceitam este tipo de propriedade industrial 29 Proteção contra a competição injusta A legislação de propriedade industrial atua também no sentido de coibir práticas que são vistas como comercialmente desonestas ou injustas, como: Atos que possam induzir confusão sobre empresas, bens ou atividades industriais ou comerciais entre concorrentes Alegações falsas que possam levar ao descrédito de uma empresa, dos bens ou de suas atividades industriais ou comerciais Indicações geográficas que possam confundir o público sobre as características de certos bens 30

16 Propriedade Industrial - Legislação 31 Propriedade Industrial - Legislação 32

17 Propriedade Industrial - Legislação 33 Propriedade Industrial - Legislação 34

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