Mercados. informação regulamentar. São Tomé e Príncipe Condições Legais de Acesso ao Mercado

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Mercados. informação regulamentar. São Tomé e Príncipe Condições Legais de Acesso ao Mercado"

Transcrição

1 Mercados informação regulamentar São Tomé e Príncipe Condições Legais de Acesso ao Mercado Abril 2010

2 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 3 3. Quadro Legal 6 2

3 1. Regime Geral de Importação De um modo geral não existem restrições à entrada de mercadorias em São Tomé e Príncipe, onde qualquer pessoa ou entidade pode ser importador, excepto no que concerne aos combustíveis e lubrificantes, cuja importação é monopólio de empresas públicas. As operações estão sujeitas a licenciamento prévio, unicamente com fins estatísticos, e as licenças, de emissão imediata, são concedidas pela Direcção-Geral de Comércio Externo. Estes documentos especificam a quantidade e os valores CIF e FOB dos produtos objecto de importação, assim como fixam os termos de pagamento. No envio da mercadoria poderão ser solicitados outros documentos pelo importador ou outros organismos oficiais, tais como certificados de origem, veterinários ou fitossanitários, pelo que todos os aspectos associados à operação deverão ser conferidos com o importador local para que não surjam problemas na entrada da mercadoria no país. Se for necessário alguma certificação sobre a origem dos produtos, a mesma deverá ser solicitada a uma câmara de comércio e reconhecida notarialmente pelo Consulado de São Tomé no País de proveniência. Em 2000 São Tomé e Príncipe implementou um novo regime tarifário com três níveis: 5% aplicado a produtos de primeira necessidade, 20% a produtos de luxo e 10% a outros bens. De referir que este país aplica os direitos aduaneiros numa base ad valorem e a classificação das mercadorias baseia-se no Sistema Harmonizado de Designação e Codificação das Mercadorias (SH). Para determinadas mercadorias há ainda lugar à aplicação de Taxas Específicas sobre o Consumo, que podem variar dependendo dos bens ex.: veículos motorizados, de 0% a 55%; bebidas alcoólicas, 25% (vinho), 55% (bebidas espirituosas), e cerveja (41%); tabaco, 55%. A média das taxas situa-se nos 12%. 2. Regime de Investimento Estrangeiro O Governo tem adoptado, nos últimos anos, várias medidas legislativas no sentido de criar um ambiente mais propício ao investimento estrangeiro e a promover e dinamizar o sector privado. Neste contexto, estão em curso reformas importantes a nível fiscal (redução da tributação sobre as empresas) das relações laborais (reforço da protecção do trabalhador) e do sistema judiciário (maior transparência e segurança dos negócios). Como principais objectivos a concretizar destacam-se o reforço e o desenvolvimento das infra-estruturas, a modernização das telecomunicações, o desenvolvimento do turismo e a estabilização do fornecimento de energia. 3

4 Para estimular o investimento privado no país, nomeadamente o estrangeiro, foi publicado, em 27 de Agosto de 2008, o novo Código de Investimentos (Lei n.º 7/2008) que define o regime jurídico em que se processam os investimentos elegíveis ao benefício de incentivos e garantias em São Tomé e Príncipe e estabelece os seguintes princípios: Igualdade dos promotores perante a lei; Liberdade de empreendimento; Livre concorrência; Proibição da prática de concorrência desleal; Tratamento justo e equitativo dos investidores; Não discriminação dos promotores em função da nacionalidade ou residência. De acordo com o novo quadro legal é considerado investimento directo estrangeiro qualquer das formas de contribuição do capital externo susceptível de avaliação pecuniária, que constitui recurso próprio ou sob conta e risco do investidor estrangeiro, provenientes do exterior e destinado à incorporação no investimento para a realização de um projecto de actividade económica através de uma empresa registada em São Tomé e Príncipe e a operar a partir do território nacional. Para efeitos do Código, são elegíveis os projectos de investimento susceptíveis de contribuir para o desenvolvimento do país (instalação, reabilitação e expansão de actividades económicas) cujo valor seja superior a 250 mil Euros. Todas as áreas de actividade económica que, pela sua natureza ou por determinação expressa da lei, não sejam reservadas à exploração exclusiva pelo Estado (ex.: produção de armas e munições, bem como quaisquer outras actividades produtivas ligadas ao sector militar e paramilitar e a emissão de moeda exclusiva do Banco Central) constituem áreas abertas ao investidor privado (nacional ou estrangeiro). O Estado assegura as seguintes garantias aos investidores: Direito à propriedade privada; Pagamento de uma indemnização prévia, justa, adequada e efectiva, quando proceda a expropriação de propriedade privada (em caso de utilidade pública e sempre com estrito respeito pela lei); Igualdade de tratamento, independentemente da nacionalidade, em todas as fases do processo de investimento; Direito de transferência da totalidade do capital e dos seus rendimentos, depois de deduzidas as reservas legais e estatuárias e liquidados os impostos devidos; 4

5 Direito de exportação dos produtos de liquidação dos investimentos realizados. No que respeita aos incentivos, o Código não cria apoios específicos de natureza fiscal, pelo que os projectos beneficiarão dos incentivos já existentes na legislação fiscal. Ao abrigo do Código os investimentos podem, no entanto, beneficiar de outro tipo de apoios: facilidades administrativas na concessão de terrenos para construção; e cedência de exploração de prédios rústicos ou urbanos que sejam propriedade do Estado e se mostrem adequados à realização dos projectos. Relativamente ao processo de candidatura os projectos deverão ser elaborados em 5 exemplares e apresentados ao Ministério responsável pelo Planeamento para aprovação. Para beneficiar dos incentivos, os promotores deverão submeter ao Guiché Único um dossier de candidatura, contendo os seguintes elementos: Formulário de Modelo (preenchido pelo investidor); Plano de investimento e estudo de viabilidade económica do projecto; Estudo de impacto ambiental do respectivo projecto de investimento (apenas para aqueles que sejam susceptíveis de produzir riscos ambientais). Após a recepção do dossier completo de candidatura com o projecto de investimento, a entidade administrativa competente procederá à sua instrução e, no prazo máximo de 45 dias a contar da data da recepção, transmitirá ao investidor, por escrito, a decisão. No caso de ausência de resposta considera-se que o projecto foi tacitamente autorizado. A implementação dos projectos deverá iniciar-se no prazo máximo de 90 dias a contar da notificação ao investidor da decisão sobre a autorização do projecto. De referir, também, que de forma a promover e a reforçar o desenvolvimento das relações de investimento entre os dois países, foi assinado entre Portugal e São Tomé e Príncipe o Acordo sobre Promoção e Protecção Recíproca de Investimentos. Este acordo aguarda ainda a troca dos instrumentos de ratificação para a respectiva entrada em vigor. Finalmente, mencionar que se encontra disponível a Linha de Crédito Concessional para São Tomé e Príncipe (no valor de 50 milhões de Euros) que visa aprofundar a cooperação bilateral através do reforço das parcerias empresariais no desenvolvimento de projectos de interesse comum. Os interessados podem aceder a mais informação no documento Apoios Financeiros à Internacionalização Guia Prático, consultável no Site da aicep Portugal Global em: ments/linhas%20crédito/linhacreditoconcessionalsaotomeprincipe50milhoeseur.pdf 5

6 3. Quadro Legal Regime de Importação Decreto-Lei n.º 12/2009 Altera a Pauta Aduaneira dos Direitos de Importação e Exportação. Decreto n.º 5/2002, de 26 de Julho Regulamenta o funcionamento dos serviços de inspecção sanitária. Decreto-Lei n.º 1/2000, de 28 de Janeiro (revisto pelo Decreto-Lei n.º 31/2005, de 21 de Dezembro) Aprova novas taxas e sobretaxas de importação e exportação. Regime de Investimento Estrangeiro Decreto-Lei n.º 12/2009 Altera a Pauta Aduaneira dos Direitos de Importação e Exportação. Decreto n.º 5/2002, de 26 de Julho Regulamenta o funcionamento dos serviços de inspecção sanitária. Decreto-Lei n.º 1/2000, de 28 de Janeiro (revisto pelo Decreto-Lei n.º 31/2005, de 21 de Dezembro) Aprova novas taxas e sobretaxas de importação e exportação. Lei n.º 15/2008, de 14 de Novembro Aprova o quadro legal de combate ao branqueamento de capitais. Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto Aprova o novo Código de Investimentos e revoga a anterior Lei n.º 13/92, de 7 de Outubro. Lei n.º 5/2008, de 12 de Agosto Aprova o novo regime jurídico dos cidadãos estrangeiros, entre outros aspectos. Decreto-Lei n.º 19/2008, de 16 de Junho Cria o Instituto de Inovação e Conhecimento (INIC) e aprova os respectivos estatutos. Lei n.º 14/2007, de 4 de Dezembro Estabelece medidas relativas à segurança, higiene e saúde no trabalho. Lei n.º 9/2006, de 2 de Novembro Define a arbitragem voluntária. 6

7 Lei n.º 3/2004, de 2 de Julho Define as regras aplicáveis ao estabelecimento, à gestão, à exploração de redes de telecomunicações nacionais e ao fornecimento de serviços de telecomunicações. Decreto n.º 7/2004, de 30 de Junho Regula o exercício da actividade comercial e o seu licenciamento. Decreto n.º 6/2004, de 30 de Junho Regulamenta a lei da propriedade industrial. Lei n.º 4/2001, de 31 de Dezembro Aprova o regime jurídico da propriedade industrial. Lei n.º 4/2000, de 23 de Agosto Aprova o quadro legal da actividade petrolífera. Decreto-Lei n.º 11/1989, de 20 de Janeiro Relativo à criação de zonas francas. Carta de Lei, de 28 de Junho de 1808 Aprova o Código Comercial. O JuriSTEP é um website de carácter informativo-jurídico sobre como investir e realizar negócios em São Tomé e Príncipe Acordo Relevante Decreto n.º 36/97, de 18 de Julho Aprova o Acordo Sobre Promoção e Protecção Recíproca de Investimentos, entre Portugal e São Tomé e Príncipe. Para mais informação legislativa sobre mercados externos, consulte o Site da aicep Portugal Global em: Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. Av. 5 de Outubro, 101, LISBOA Tel. Lisboa: Contact Centre: Capital Social 110 milhões de Euros Matrícula CRC Porto Nº 1 NIPC

www.juristep.com Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto

www.juristep.com Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto Lei n.º 7/2008, de 27 de Agosto CÓDIGO DE INVESTIMENTOS Este texto tem carácter meramente informativo e não dispensa a consulta dos diplomas originais, conforme publicados no Diário da República. Quando

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Alemanha Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Alemanha Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Alemanha Condições Legais de Acesso ao Mercado Setembro 2012 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 5 2 1. Regime

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Finlândia Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Finlândia Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Finlândia Condições Legais de Acesso ao Mercado Janeiro 2012 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 5 2 1. Regime

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Quénia Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Quénia Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Quénia Condições Legais de Acesso ao Mercado Julho 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 5 2 1. Regime Geral

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. República Dominicana Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. República Dominicana Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar República Dominicana Condições Legais de Acesso ao Mercado Janeiro 2010 Aicep Portugal Global Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Hungria Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Hungria Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Hungria Condições Legais de Acesso ao Mercado Dezembro 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 6 2 1. Regime

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Cabo Verde Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Cabo Verde Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Cabo Verde Condições Legais de Acesso ao Mercado Maio 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 5 3. Quadro Legal 7 2 1. Regime

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Tunísia Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Tunísia Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Tunísia Condições Legais de Acesso ao Mercado Fevereiro 2012 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 5 2 1. Regime

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Cabo Verde Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Cabo Verde Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Cabo Verde Condições Legais de Acesso ao Mercado Junho 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 5 3. Quadro Legal 8 2 1. Regime

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Reino Unido Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Reino Unido Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Reino Unido Condições Legais de Acesso ao Mercado Junho 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 6 2 1. Regime

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. República Checa Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. República Checa Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar República Checa Condições Legais de Acesso ao Mercado Março 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 6 2 1. Regime

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Andorra Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Andorra Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Andorra Condições Legais de Acesso ao Mercado Fevereiro 2011 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 3 3. Quadro Legal 5 2 1. Regime

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. França Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. França Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar França Condições Legais de Acesso ao Mercado Julho 2012 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 6 2 1. Regime Geral

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Chile Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Chile Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Chile Condições Legais de Acesso ao Mercado Setembro 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 5 3. Quadro Legal 7 2 1. Regime Geral

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. República Democrática do Congo Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. República Democrática do Congo Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar República Democrática do Congo Condições Legais de Acesso ao Mercado Julho 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Macau Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Macau Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Macau Condições Legais de Acesso ao Mercado Abril 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 5 3. Quadro Legal 7 2 1. Regime Geral

Leia mais

Mercados informação de negócios

Mercados informação de negócios Mercados informação de negócios Angola Oportunidades e Dificuldades do Mercado Novembro 2008 Índice 1. Oportunidades 03 1.1 Pontos Fortes 03 1.2 Áreas de Oportunidade 03 2. Dificuldades 04 2.1 Pontos Fracos

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Israel Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Israel Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Israel Condições Legais de Acesso ao Mercado Janeiro 2011 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 6 2 1. Regime Geral

Leia mais

Mercados. informação de negócios. Angola Oportunidades e Dificuldades do Mercado

Mercados. informação de negócios. Angola Oportunidades e Dificuldades do Mercado Mercados informação de negócios Angola Oportunidades e Dificuldades do Mercado Dezembro 2011 Índice 1. Oportunidades 03 1.1 Pontos Fortes 03 1.2 Áreas de Oportunidade 03 2. Dificuldades 04 2.1 Pontos Fracos

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO Considerando que os Municípios dispõem de atribuições no domínio da promoção do desenvolvimento, de acordo com o disposto na alínea n) do n.º 1 do

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional Cabe ao Estado estabelecer as políticas necessárias para melhorar o desenvolvimento económico

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Marrocos Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Marrocos Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Marrocos Condições Legais de Acesso ao Mercado Junho 2012 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 5 3. Quadro Legal 8 2 1. Regime Geral

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Rússia Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Rússia Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Rússia Condições Legais de Acesso ao Mercado Fevereiro 2011 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 5 3. Quadro Legal 8 2 1. Regime

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Rússia Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Rússia Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Rússia Condições Legais de Acesso ao Mercado Fevereiro 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 5 3. Quadro Legal 7 2 1. Regime

Leia mais

Contribuir para o desenvolvimento da região em que se inserem;

Contribuir para o desenvolvimento da região em que se inserem; SIPIE SISTEMA DE INCENTIVOS A PEQUENAS INICIATIVAS EMPRESARIAIS FICHA DE MEDIDA Apoia projectos com investimento mínimo elegível de 15.000 e a um máximo elegível de 150.000, que visem a criação ou desenvolvimento

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Argélia Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Argélia Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Argélia Condições Legais de Acesso ao Mercado Março 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 5 3. Quadro Legal 6 2 1. Regime Geral

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI Nº 5 /2005. de 7 de Julho. Lei do Investimento Externo

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI Nº 5 /2005. de 7 de Julho. Lei do Investimento Externo REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI Nº 5 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Externo As políticas delineadas no Plano de Desenvolvimento Nacional para o crescimento económico

Leia mais

Definição do conceito fiscal de prédio devoluto

Definição do conceito fiscal de prédio devoluto Definição do conceito fiscal de prédio devoluto A dinamização do mercado do arrendamento urbano e a reabilitação e renovação urbanas almejadas no Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU), aprovado pela

Leia mais

Mercados informação regulamentar

Mercados informação regulamentar Mercados informação regulamentar China Condições Legais de Acesso ao Mercado Junho 2012 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 5 3. Quadro Legal 8 2 1. Regime Geral

Leia mais

Incentivos Fiscais: SIFIDE Internacionalização Investimento Produtivo. Data de Apresentação:14 de Abril de2010

Incentivos Fiscais: SIFIDE Internacionalização Investimento Produtivo. Data de Apresentação:14 de Abril de2010 Incentivos Fiscais: SIFIDE Internacionalização Investimento Produtivo Data de Apresentação:14 de Abril de2010 1 Agenda 1 SIFIDE 2 Internacionalização 3 Investimento Produtivo 2 Incentivos Fiscais SIFIDE

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Brasil Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Brasil Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Brasil Condições Legais de Acesso ao Mercado Outubro 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 6 3. Quadro Legal 7 2 1. Regime Geral

Leia mais

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS

NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER I SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS NEWSLETTER SISTEMA FINANCEIRO E MERCADO DE CAPITAIS 2.º Trimestre I SISTEMAS DE GARANTIA DE DEPÓSITOS 2 II Legislação A. Direito Bancário Institucional

Leia mais

Regulamento da Lei do Investimento Estrangeiro. CAPÍTULO I Disposições gerais. Artigo 1.º (Âmbito)

Regulamento da Lei do Investimento Estrangeiro. CAPÍTULO I Disposições gerais. Artigo 1.º (Âmbito) Regulamento da Lei do Investimento Estrangeiro CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º (Âmbito) O presente diploma regula a introdução no território nacional, de capitais, bens, de equipamento e outros,

Leia mais

Benefícios Fiscais. Incentivos em regime contratual

Benefícios Fiscais. Incentivos em regime contratual Benefícios Fiscais O Estatuto dos Benefícios Fiscais consagra um conjunto de medidas de isenção e redução da carga fiscal para diversos tipos de projectos e investimentos. Os incentivos e benefícios fiscais

Leia mais

Sistema de Incentivos

Sistema de Incentivos Sistema de Incentivos Qualificação e Internacionalização de PME amrconsult 13 de Maio de 2010 1 Agenda 1 Enquadramento 2 Condições de elegibilidade 3 Despesas elegíveis 4 Incentivo 2 1 Enquadramento 3

Leia mais

Apoio à Internacionalização. CENA 3 de Julho de 2012

Apoio à Internacionalização. CENA 3 de Julho de 2012 Apoio à Internacionalização CENA 3 de Julho de 2012 Enquadramento Enquadramento Comércio Internacional Português de Bens e Serviços Var. 13,3% 55,5 68,2 57,1 73,4 48,3 60,1 54,5 66,0 67,2 61,7 Exportação

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes: EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) O presente documento suporta a apreciação do ponto 3

Leia mais

OUTUBRO/NOVEMBRO 2009

OUTUBRO/NOVEMBRO 2009 FISCAL N.º 4/2009 OUTUBRO/NOVEMBRO 2009 INCENTIVOS FISCAIS A PROJECTOS DE INVESTIMENTO DE INTERNACIONALIZAÇÃO No passado mês de Setembro foram publicados dois decretos-lei que completaram e alteraram o

Leia mais

Informação n.º 2/2014 06/novembro/2014

Informação n.º 2/2014 06/novembro/2014 Informação n.º 2/2014 06/novembro/2014 REGIMES DE BENEFÍCIOS AO INVESTIMENTO E À CAPITALIZAÇÃO No dia 31 de outubro foi publicado o Decreto-Lei n.º 162/2014, que tem como objetivo promover a revisão global

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

República de Angola PROCESSO N.º: Lei 20/11 de 20 de Maio Declaração Prévia Contractual. Nome: Morada: Localidade: Telefones: Fax: Email:

República de Angola PROCESSO N.º: Lei 20/11 de 20 de Maio Declaração Prévia Contractual. Nome: Morada: Localidade: Telefones: Fax: Email: A PREENCHER PELA ANIP PROCESSO N.º: ANO DO FORMULÁRIO REGIME DE APROVAÇÃO Lei 11/03 de 13 de Maio Lei 20/11 de 20 de Maio Declaração Prévia Contractual PROMOTOR Obs: Residente /Presente Nome: _ Morada:

Leia mais

Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico

Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico, Turismo de Portugal, I.P. Rua Ivone Silva, Lote 6, 1050-124 Lisboa Tel. 211 140 200 Fax. 211 140 830 apoioaoempresario@turismodeportugal.pt

Leia mais

Adenda aos Critérios de Selecção

Adenda aos Critérios de Selecção Adenda aos Critérios de Selecção... Critérios de Selecção SI Qualificação PME EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE

Leia mais

NOVO CODIGO DE INVESTIMENTO

NOVO CODIGO DE INVESTIMENTO NOVO CODIGO DE INVESTIMENTO Lei nº 13/VIII/2012 De 11 de Julho Por mandato do povo, a Assembleia Nacional decreta, nos termos da alínea b) do artigo 175º da Constituição, o seguinte: CAPÍTULO I Considerações

Leia mais

Tax News Flash n.º 7/2015 Construir o futuro

Tax News Flash n.º 7/2015 Construir o futuro 8 de Outubro de 2015 Tax News Flash n.º 7/2015 Construir o futuro Aprovação do Regulamento do Procedimento para a Realização do Investimento Privado realizado ao abrigo da Lei do Investimento Privado em

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2007/A de 19 de Novembro de 2007 Regulamenta o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento da Qualidade e Inovação O Decreto Legislativo Regional

Leia mais

Publicado no Diário da República, I série, nº 223, de 24 de Dezembro AVISO N.º 14/2014

Publicado no Diário da República, I série, nº 223, de 24 de Dezembro AVISO N.º 14/2014 Publicado no Diário da República, I série, nº 223, de 24 de Dezembro AVISO N.º 14/2014 ASSUNTO: OPERAÇÕES DE CAPITAIS - Importação de capitais associados ao investimento privado externo A Lei n.º 20/11

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Brasil Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Brasil Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Brasil Condições Legais de Acesso ao Mercado Março 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 6 3. Quadro Legal 7 2 1. Regime Geral

Leia mais

ACORDO SOBRE PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES CELEBRADO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E A ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL PARA AS MIGRAÇÕES.

ACORDO SOBRE PRIVILÉGIOS E IMUNIDADES CELEBRADO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E A ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL PARA AS MIGRAÇÕES. Resolução da Assembleia da República n.º 30/98 Acordo sobre Privilégios e Imunidades Celebrado entre o Governo da República Portuguesa e a Organização Internacional para as Migrações, assinado em Lisboa

Leia mais

As empresas interessadas podem inscrever-se até ao próximo dia 25 de Junho, mediante preenchimento e envio da Ficha de Inscrição em anexo.

As empresas interessadas podem inscrever-se até ao próximo dia 25 de Junho, mediante preenchimento e envio da Ficha de Inscrição em anexo. ABC Mercado S. Tomé e Príncipe Apesar da sua pequena dimensão, o mercado de S. Tomé e Príncipe pode revestir-se de importância significativa para as empresas portuguesas que pretendam atingir mercados

Leia mais

Uma rede que nos une

Uma rede que nos une Uma rede que nos une Uma rede que nos une O IMTT - Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, I.P. é um organismo da Administração Central, dotado de autonomia administrativa e financeira,

Leia mais

Doing Business em São Tomé e Príncipe

Doing Business em São Tomé e Príncipe Doing Business em Raul da Mota Cerveira Índice INVESTIMENTO PRIVADO PRESENÇA EM STP IMPOSTOS IMPOSTOS - IRC IMPOSTOS - IRC - LUCROS IMPOSTOS - IRS OUTROS IMPOSTOS CAMBIAL DIREITOS FUNDIÁRIOS CONTRATAÇÃO

Leia mais

Linha Específica. Dotação Específica do Têxtil, Vestuário e Calçado CAE das divisões 13, 14 e 15

Linha Específica. Dotação Específica do Têxtil, Vestuário e Calçado CAE das divisões 13, 14 e 15 IAPMEI/DGAE (www.iapmei.pt / www.dgae.pt) PME Invest (Linha de Crédito com juro bonificado) Linha de Crédito PME Investe III Condições e processo de candidatura A Condições 1. Condições a observar pelas

Leia mais

REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira

REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira REGULAMENTO programa de apoio às pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos do município de santa maria da feira PG 02 NOTA JUSTIFICATIVA O presente regulamento promove a qualificação das

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. EAU Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. EAU Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar EAU Condições Legais de Acesso ao Mercado Fevereiro 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 7 2 1. Regime Geral

Leia mais

e.mail: anip.caf@multitel.co.ao República de Angola

e.mail: anip.caf@multitel.co.ao República de Angola República de Angola 1 FORUM DE NEGOCIOS ANGOLA - ARGENTINA Córdoba, 20 de Mayo de 2010 santprata@hotmail.com 2 Slide 2/2 Quadro Legal sobre o Investimento Garantias ao Investidor Incentivos ao Investimento

Leia mais

Referencial Elaboração do Contrato de Consórcio

Referencial Elaboração do Contrato de Consórcio Referencial Elaboração do Contrato de Consórcio Sistema de Incentivos à I&DT e Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME CONTRATO CONSÓRCIO EXTERNO Aplicável a projectos de I&DT

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 9.º, no n.º 2 do artigo 10.º, nos artigos 11.º e

Leia mais

REGULAMENTO DO VI CONCURSO DE IDEIAS DE NEGÓCIO DO CONCELHO DE CASCAIS REGULAMENTO DO CINC CASCAIS

REGULAMENTO DO VI CONCURSO DE IDEIAS DE NEGÓCIO DO CONCELHO DE CASCAIS REGULAMENTO DO CINC CASCAIS REGULAMENTO DO CINC CASCAIS VI CONCURSO DE IDEIAS DE NEGÓCIO DO CONCELHO DE CASCAIS Preâmbulo O CINC CASCAIS - VI Concurso de Ideias de Negócio do Concelho de Cascais é uma iniciativa de captação de ideias

Leia mais

A AICEP e os apoios à internacionalização das empresas

A AICEP e os apoios à internacionalização das empresas A AICEP e os apoios à internacionalização das empresas A aicep Portugal Global A aicep Portugal Global aicep Portugal Global missão é: é uma agência pública de natureza empresarial, cuja Atrair investimento

Leia mais

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas PME Investe VI Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas Objectivos Esta Linha de Crédito visa facilitar o acesso ao crédito por parte das micro e pequenas empresas de todos os sectores de actividade,

Leia mais

MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO

MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO MODIFICAÇÕES MAIS RELEVANTES INTRODUZIDAS PELA NOVA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO Sofia Vale Agosto de 2015 Foi publicada recentemente a nova Lei do Investimento Privado 1 (doravante A Nova LIP ), que contém

Leia mais

SIPPE-RAM Sistemas de Incentivos a Pequenos Projectos Empresariais da Região Autónoma da Madeira

SIPPE-RAM Sistemas de Incentivos a Pequenos Projectos Empresariais da Região Autónoma da Madeira SIPPE-RAM Sistemas de Incentivos a Pequenos Projectos Empresariais da Região Autónoma da Madeira O presente documento pretende fazer um resumo do Decreto Legislativo Regional n.º 21/2/M de 21 de Agosto

Leia mais

Conferência Internet, Negócio e Redes Sociais

Conferência Internet, Negócio e Redes Sociais Conferência Internet, Negócio e Redes Sociais 24 de maio de 2012 Auditório ISEGI - UNL Patrocínio Principal Apoios Patrocinadores Globais APDSI A AICEP e os apoios à internacionalização das empresas Lisboa,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Despacho Nº4724/2005 Sob proposta do Gestor do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento e nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 29º do Decreto-Lei n.º 54-A/2000,

Leia mais

Autorização de Permanência e Residência

Autorização de Permanência e Residência Autorização de Permanência e Residência O Direito de Residência dos Cidadãos Europeus Qualquer cidadão da UE tem direito de residir em Portugal, por período até 3 meses, sendo titular de bilhete de identidade

Leia mais

Mercados. informação regulamentar. Coreia do Sul Condições Legais de Acesso ao Mercado

Mercados. informação regulamentar. Coreia do Sul Condições Legais de Acesso ao Mercado Mercados informação regulamentar Coreia do Sul Condições Legais de Acesso ao Mercado Março 2010 Índice 1. Regime Geral de Importação 3 2. Regime de Investimento Estrangeiro 4 3. Quadro Legal 7 2 1. Regime

Leia mais

Vale Projecto - Simplificado

Vale Projecto - Simplificado IDIT Instituto de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Vale Projecto - Simplificado VALES Empreendedorismo e Inovação Associados Parceiros / Protocolos IDIT Enquadramento Vale Projecto - Simplificado

Leia mais

Bruxelas, 25-VIII-2005 C(2005) 3288

Bruxelas, 25-VIII-2005 C(2005) 3288 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 25-VIII-2005 C(2005) 3288 Assunto: Auxílio estatal N 360/2005 Portugal Alteração do regime de auxílios existente Auxílios estatais a favor do desenvolvimento regional dos Açores

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE CONSELHO DE MINISTROS. Decreto n 14/93. de 21 de Julho

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE CONSELHO DE MINISTROS. Decreto n 14/93. de 21 de Julho REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE CONSELHO DE MINISTROS Decreto n 14/93 de 21 de Julho A aprovação e entrada em vigor da Lei n 4/84, de 18 de Agosto, e da Lei n 5/87, de 30 de Janeiro, bem como dos Regulamentos

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu. Guia de preenchimento do Formulário de Candidatura da Entidade Organizadora

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu. Guia de preenchimento do Formulário de Candidatura da Entidade Organizadora UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Guia de preenchimento do Formulário de Candidatura da Entidade Organizadora ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1. Descrição... Erro! Marcador não definido. 2. Entidade Gestora...

Leia mais

REGISTO DE MARCA NA CHINA CONTINENTAL

REGISTO DE MARCA NA CHINA CONTINENTAL TMT N.º 4/2009 MAIO/JUNHO 2009 REGISTO DE MARCA NA CHINA CONTINENTAL A proteção de propriedade industrial foi caracterizada como a maior preocupação dos investidores estrangeiros no mercado chinês, sendo

Leia mais

A AICEP e os apoios à internacionalização das empresas. Porto, 25 de Setembro de 2012

A AICEP e os apoios à internacionalização das empresas. Porto, 25 de Setembro de 2012 A AICEP e os apoios à internacionalização das empresas Porto, 25 de Setembro de 2012 A aicep Portugal Global A aicep Portugal Global aicep Portugal Global missão é: é uma agência pública de natureza empresarial,

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 751/2009 de 9 de Julho de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO BiG Alocação Fundo Autónomo: BiG Alocação Dinâmica Todos os Investimentos têm risco Entidade gestora: Real Vida Seguros, S.A. Avenida de França, 316 2º, Edifício Capitólio 4050-276 Porto Portugal Advertências

Leia mais

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Serpa

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Serpa Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Serpa Anexo I ao protocolo financeiro e de cooperação Normas e Condições de Acesso Artigo 1º. (Objectivo) Pretende-se colocar à disposição das

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 20/2014/A de 23 de Setembro de 2014

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 20/2014/A de 23 de Setembro de 2014 GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 20/2014/A de 23 de Setembro de 2014 Subsistema de Incentivos para o Desenvolvimento Local Na prossecução da política de crescimento, de emprego

Leia mais

Zonas de Desenvolvimento Elegíveis para Efeitos da Atribuição de Incentivos Financeiros

Zonas de Desenvolvimento Elegíveis para Efeitos da Atribuição de Incentivos Financeiros Sectores Alvo Tendo em vista implementar a sua visão de uma transição para uma economia de mercado forte, o Governo de Angola, por intermédio da ANIP, promove activamente o investimento privado por parte

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 PROCEDIMENTOS DE ENCERRAMENTO DE PROJECTOS 1. ENQUADRAMENTO No âmbito do acompanhamento dos projectos apoiados pelo POFC, importa estabelecer o conjunto de procedimentos

Leia mais

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.

PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR. Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar. Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel. PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR Desde 2004 a Informar os Consumidores de Jogos de Fortuna ou Azar Responsabilidade Social: www.jogoresponsavel.pt Transparência e Segurança: www.jogoremoto.pt A REGULAÇÃO EM PORTUGAL

Leia mais

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica aos Organismos Intermédios Eixo Prioritário VI - Assistência Técnica Convite para

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO PARA O RECONHECIMENTO DO INTERESSE DO INVESTIMENTO PARA A REGIÃO. Nota justificativa

PROJETO DE REGULAMENTO PARA O RECONHECIMENTO DO INTERESSE DO INVESTIMENTO PARA A REGIÃO. Nota justificativa PROJETO DE REGULAMENTO PARA O RECONHECIMENTO DO INTERESSE DO INVESTIMENTO PARA A REGIÃO Nota justificativa Considerando que o Governo através do Decreto-Lei n.º 162/2014, de 31 de outubro, aprovou um novo

Leia mais

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 ÌNDICE Principais orientações e dotação orçamental Programas Operacionais e dotação orçamental específica Órgãos de Governação (Decreto-Lei n.º 137/2014 de 12 de setembro)

Leia mais

Linha Específica para as Micro e Pequenas Empresas

Linha Específica para as Micro e Pequenas Empresas Linha de Crédito PME Investe III Linha Específica para as Micro e Pequenas Empresas Objectivos Esta Linha de Crédito, criada no âmbito da Linha PME Investe III, visa facilitar o acesso ao crédito por parte

Leia mais

POCI Aviso n.º3/si/2015 Programa Operacional Fatores de Competitividade INOVAÇÃO PRODUTIVA ENQUADRAMENTO E OBJETIVOS BENEFICIÁRIOS

POCI Aviso n.º3/si/2015 Programa Operacional Fatores de Competitividade INOVAÇÃO PRODUTIVA ENQUADRAMENTO E OBJETIVOS BENEFICIÁRIOS ENQUADRAMENTO E OBJETIVOS POCI Aviso n.º3/si/2015 Programa Operacional Fatores de Competitividade INOVAÇÃO PRODUTIVA O objetivo específico deste concurso consiste em conceder apoios financeiros a projetos

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Despacho Sob proposta do Gestor do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento e nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 29º do Decreto-Lei n.º 54-A/2000, de

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO INVESTIMENTO ESTRANGEIRO Formalidades a cumprir I II III o investidor deverá solicitar uma autorização prévia para concessão do Estatuto de Investidor Externo. O pedido poderá ser efetuado através da agência

Leia mais

internacionalizar Seguro de Investimento Direto Português no Estrangeiro COSEC

internacionalizar Seguro de Investimento Direto Português no Estrangeiro COSEC internacionalizar Seguro de Investimento Direto Português no Estrangeiro COSEC Novembro de 2013 Índice O Que é o Seguro de Investimento Português no Estrangeiro 3 Objetivo do Seguro 3 Beneficiários do

Leia mais

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO

COMISSÃO MINISTERIAL DE COORDENAÇÃO DO PROGRAMA OPERACIONAL POTENCIAL HUMANO Despacho Considerando que os regulamentos específicos do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) são aprovados pela respectiva Comissão Ministerial de Coordenação, nos termos do n.º 5 do artigo 30º

Leia mais

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 PORTUGAL 2020 Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 ÍNDICE PORTUGAL 2020 A. Principais orientações e dotação orçamental B. Programas Operacionais e dotação orçamental específica C. Regras gerais de aplicação

Leia mais

INICIATIVA JESSICA. Fundo de Desenvolvimento Urbano Turismo. Faro, 22 de maio de 2013

INICIATIVA JESSICA. Fundo de Desenvolvimento Urbano Turismo. Faro, 22 de maio de 2013 INICIATIVA JESSICA Fundo de Desenvolvimento Urbano Turismo Faro, 22 de maio de 2013 O Turismo na economia Peso no PIB Peso no Emprego Peso nas Exportações Peso dos Mercados O Turismo e a Regeneração Urbana

Leia mais

Assembleia Popular Nacional

Assembleia Popular Nacional REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Assembleia Popular Nacional Lei n.º 2/88 Manda executar o Orçamento para o ano de 1988 A Assembleia Popular Nacional, usando da faculdade conferida pela alínea

Leia mais

Financiamento e Apoio às Micro e Pequenas Empresas

Financiamento e Apoio às Micro e Pequenas Empresas Financiamento e Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho da Nazaré no âmbito do Programa FINICIA Anexo I ao protocolo financeiro e de cooperação Normas e Condições de Acesso Artigo 1º. (Objectivo)

Leia mais

ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n 5/02 de 16 de Abril

ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n 5/02 de 16 de Abril ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n 5/02 de 16 de Abril o amplo debate político e académico desenvolvido a partir de meados da década de 80 do século XX, no âmbito da implementação do Programa de Saneamento Económico

Leia mais

S.R. DA ECONOMIA Portaria n.º 39/2012 de 29 de Março de 2012

S.R. DA ECONOMIA Portaria n.º 39/2012 de 29 de Março de 2012 S.R. DA ECONOMIA Portaria n.º 39/2012 de 29 de Março de 2012 O X Governo dos Açores deliberou introduzir alterações ao regime Sistema de Apoio à Promoção de Produtos Açorianos de forma a potenciar um conjunto

Leia mais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME Projetos Individuais

Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME Projetos Individuais Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME Projetos Individuais até concursos abertos 16 de abril de 2012 Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME Projetos

Leia mais

Bruxelas, 3 de Dezembro de 1980. Sr. Vice-Primeiro-Ministro:

Bruxelas, 3 de Dezembro de 1980. Sr. Vice-Primeiro-Ministro: Decreto n.º 143-A/80 Acordo, por troca de cartas, entre a República Portuguesa e a Comunidade Económica Europeia Relativo à Implementação de Uma Ajuda Pré-Adesão a Favor de Portugal O Governo decreta,

Leia mais

Enquadramento. Sistema de Incentivos para o Desenvolvimento Regional dos Açores SIDER

Enquadramento. Sistema de Incentivos para o Desenvolvimento Regional dos Açores SIDER Enquadramento Sistema de Incentivos para o Desenvolvimento Regional dos Açores SIDER Constitui o quadro legal de referência dos incentivos financeiros ao investimento privado para o Quadro de Referência

Leia mais