GUIÃO PARA O DIAGNÓSTICO DE UMA UNIDADE INDUSTRIAL REAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GUIÃO PARA O DIAGNÓSTICO DE UMA UNIDADE INDUSTRIAL REAL"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO MINHO DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO E SISTEMAS GUIÃO PARA O DIAGNÓSTICO DE UMA UNIDADE INDUSTRIAL REAL ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA PRODUÇÃO LOGÍSTICA AUTOMAÇÃO E ROBÓTICA Sílvio Carmo Silva (Prof. Associado, Gestão Industrial e Sistemas) Maria do Sameiro Carvalho (Prof. Associada, Optimização e Investigação Operacional) Rui Manuel Sousa (Prof. Auxiliar, Gestão Industrial e Sistemas) CADERNO II 2005/2006

2 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS 1.1 Identificação da empresa Denominação social Localização Actividade, (principais produtos), CAE Pacto social (data da constituição, principais sócios ou accionistas, repartição do capital e o valor do capital social) 1.2 Síntese histórica História sumária da empresa, referindo as actividades exercidas, datas do seu inicio e localização. Indicar eventuais ligações com outras empresas e se existem filiais, delegações, etc Enquadramento no Meio Envolvente A nível sectorial A nível regional A nível Nacional 1.4 Meios de Produção: Meios materiais: Instalações: próprias ou arrendadas Equipamentos principais Equipamentos auxiliares Outras infra-estruturas Meios Humanos: Pessoal total da empresa Pessoal afecto ao processo produtivo Pessoal Administrativo Pessoal Comercial Pessoal de Direcção Pessoal na logística Etc Dimensão e Evolução da Empresa nos Últimos três anos RUBRICAS n-3 n-2 n-1 Vendas Resultado líquidos Amortizações Provisões Meios libertos Líquidos Activo Total Líquido Capitais Próprios Capitais Permanentes Pessoal empregado Valor acrescentado bruto Vendas/Pessoal VAB/Pessoal empregado Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Página - 2

3 2. SISTEMA LOGÍSTICO 2.1 Identificação dos elementos da cadeia de abastecimento (caracterização dos elementos e ligações entre eles (parcerias), procedimentos para selecção, localização,etc) Fornecedores; Clientes (localização, natureza da procura, etc) Prestadores de Serviços logísticos; Concorrência Recursos físicos e equipamentos (pontos de produção, armazenagem, centros de distribuição, tecnologias da informação,); 2.2 Princípios fundamentais de gestão do sistema logístico (inclui políticas de externalização/outsourcing) Análise da procura Gestão de stocks Gestão de entrepostos e armazéns Gestão de transportes Fluxos de produtos e informação Sistemas de Informação Indicadores de serviço Caracterização da Procura: Fontes de informação (Análise de Mercado, Vendas, Encomendas,) características da procura (tendência, sazonalidade), métodos de previsão, indicadores de desempenho Gestão de Stocks: Metodologias de gestão (análise ABC, políticas de gestão), restrições operacionais (espaço, capital), medidas de desempenho (prazos de entrega, taxas de rotação, níveis de serviço, custos de operacionais) Gestão de entrepostos e armazéns: Instalações próprias versus outsourcing layouts de armazéns e produtos, gestão das operações (picking, packaging, consolidação de cargas), equipamentos de movimentação (empilhadores, porta-palletes, etc.), referenciação, indicadores de desempenho Gestão dos transportes: Frota própria versus outsourcing (constituição de parcerias), modos de transporte, caracterizacão da frota, planeamento de rotas, indicadores de desempenho Fluxos de produtos e informação: caracterização dos circuitos de produtos entre os elementos da cadeia de abastecimento, identificação dos métodos usados na gestão dos fluxos de produtos e informação (documentação, notas de encomenda,), transferência electrónica de dados Sistemas de Informação: identificação dos sistemas de informação e comunicação existentes no apoio da gestão logística. Nível de integração Indicadores de eficiência e serviço: Postura da empresa face aos clientes (níveis de serviço), análise e controlo dos custos logísticos, sistemas de monitorização e garantia da qualidade do serviço (reclamações, devoluções, rupturas, etc.). 2.3 Requisitos operacionais do sistema logístico (dimensionamento do sistema) Encomendas por unidade de tempo; volumes médios e picos sazonais; natureza das encomendas; Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Página - 3

4 2.3.2 Formas de colocação das encomendas (web, EDI, telefone, vendedores, etc. ); Requisitos e constrangimentos (legais, manipulação, prazos de validade, armazenamento e transporte, etc.) ; Prazos e condições de entrega; Frequências de reposição de stocks; Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Página - 4

5 3. Caracterização da Organização e Gestão da Produção de uma Empresa Considera-se que uma Empresa é qualquer entidade ou unidade autónoma organizada para a produção de bens e/ou serviços. Podemos usar o termo Organização para significar empresa quando tal não se torne ambíguo. A caracterização em causa deve ser vista numa dimensão alargada que inclua não só uma descrição da orgânica, dos processos e do funcionamento actual da empresa à luz dos conceitos e ciência de Organização e Gestão da Produção e ao mesmo tempo, uma análise crítica nas dimensões estratégica, táctica e operacional baseada na medida e observação da realidade. Naturalmente que isto envolve um diagnóstico que confronta a realidade com as directivas e os princípios orientadores de Organização e Gestão da Produção modernos. 3.1 Aspectos gerais Identificar e descrever a actividade económica da empresa, os seus mercados e produtos e ainda, de forma muito genérica o(s) seu(s) processo(s) produtivo(s) principa(l)(is). Representar este(s) num, ou mais que um, diagrama geral de actividade. Identificar e descrever do forma sucinta, também, os factores de produção usados pela empresa. 3.2 Organização empresarial Caracterizar a estrutura organizacional da empresa começando por identificar, descrever e representar, num organigrama, todas as funções ou componentes da organização, assim como os níveis hierárquicos de autoridade e responsabilidade e canais de comunicação horizontal e vertical, incluindo a afectação de todos os membros da empresa às funções ou componentes identificados (indique apenas o número de pessoas) Identificar a estrutura organizacional conceptual subjacente e, dentro do possível relacioná-la com, o conceito de Organização Orientada ao Produto, Organização Orientada à função, com as cinco estruturas típicas apresentadas por Mintzberg e ainda com os conceitos de Lean Enterprise, Empresa Ágil, Empresa Virtual, Estrutura Federada, Organização Shamrock e teoria Just-im-Time Na análise crítica e diagnóstico da empresa, avaliar a sua estrutura organizacional no contexto das exigências de mercado e produção, no sector de actividade económica da empresa, e à luz das novas filosofias modernas de Organização e Gestão da Produção. 3.3 Cadeia de Produção Identificar a cadeia de produção interna da empresa para cada produto e relacioná-la com a cadeia de distribuição de produtos ao cliente e abastecimento de matérias primas. Identificar, também, o stream value chain da correspondente Lean Enterprise. Na análise crítica da empresa, avaliar o peso das actividades de valor acrescentado nulo, das necessárias e das não necessárias, no valor acrescentado total. Compare o valor acrescentado da empresa em relação ao valor do produto identificando se a actividade da empresa é de elevado ou baixo valor acrescentado. 3.4 Produto Descreva os produtos da empresa identificando de forma sumária o tipo de produção ou sistema de produção à luz da classificação clássica quanto às seguintes variáveis (Silva,2005 (a)): Natureza dos produtos Quantidade de produção Implantação Natureza do Fluxo de Materiais Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Página - 5

6 Modo de Satisfação da procura Modularidade de Produção Sistema Produtivo Representar a implantação/layout do sistema produtivo, por vezes referido como configuração do sistema produtivo, incluindo todas as unidades e/ou funções principais ou auxiliares, assim como todos os equipamentos e postos de trabalho. Fazer uma descrição da operação de cada unidade produtiva descrevendo o modo como, em geral os postos de trabalho de cada operador estão organizados dentro dela, e a natureza estática ou dinâmica de afectação de tarefas a cada operador. Descrever e caracterizar também a organização ou o fluxo dos materiais dentro de cada unidade produtiva e entre unidades. Caracterize o sistema na base de teoria de implantações ou dos arranjos/configurações organizacionais de sistemas produtivos Processos Produtivos Para cada Produto (família de produção) identifique o seu processo de transformação através de e de actividade geral e diagramas de processo ou de fluxo de processo, claramente identificando todas as actividades ou operações convencionais: conversão/transformação, transporte, espera, armazenagem, e inspecção. Afectar dados, incluindo tempos, aproximados a cada uma das operações caracterizando-as, identificando também o tamanho dos lotes (média, mínimo e máximo) Faça uma rede PERT/CPM de cada processo ou produto, também um diagrama de Gantt, (Carmo Silva,2005 (a)) que represente as actividades e o tempo de percurso de cada uma na cadeia total de produção, incluindo o processo preparatório das ordens de produção até à fase de lançamento Planeamento e Controlo da Produção Identifique o processo de Planeamento Director da Produção, assim como todo o processo associado de Manufacturing Resources Planning, incluindo, naturalmente o planeamento da aquisição e fornecimento de materiais e ainda o planeamento das ordens de produção. Finalmente explique como se desenvolve o processo de lançamento das ordens de produção em fabrico, assim como todo o seu encaminhamento, encadeamento e acompanhamento durante o processo de produção até ao momento de envio do produto acabado para distribuição ao cliente. Em particular identifique a natureza push ou pull do processo de controlo da actividade de produção Processos Preparatório de Ordens de Produção Identifique o processo preparatório de ordens ou notas de produção e o tempo de o fazer, desde o momento em que o cliente põe uma nota de encomenda até à sua autorização de lançamento Medidas Não se pode melhorar o que não se pode medir Apresente medidas de eficiência e de eficácia da actividade empresarial da empresa e em particular da sua actividade produtiva. Em particular não esqueça medidas na perspectiva da satisfação do cliente, da eficiência da produção e da de utilização dos a factores de produção, i.e. de produtividade Usar tais medidas para apoiar a análise crítica e diagnóstico a apresentar Análise crítica e diagnóstico Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Página - 6

7 Apresentar uma análise crítica e diagnostico da empresa, na perspectiva da produção e satisfação do cliente, como orientadora de medidas de acção a implementar com vista à melhoria do posicionamento competitivo da empresa no mercado, da melhoria da actividade produtiva da empresa e do seu funcionamento operacional. 3.5 Bibliografia Pesquisar bibliografia de apoio, com a ajuda dos professores orientadores do trabalho, e consultar os textos das disciplinas de Organização e Gestão da Produção: Carmo Silva (2005) (a) Textos de Apoio à disciplina de Organização e gestão da Produção I Universidade do Minho Carmo Silva (2005) (b) Textos de Apoio à disciplina de Organização e Gestão da Produção II Universidade do Minho Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Página - 7

8 4. Sistemas Automatizados de Produção 4.1 Implantação do sistema produtivo Identificação da implantação do sistema produtivo com identificação dos equipamentos e postos de trabalho. 4.2 Processo Produtivo Identificação e catalogação de operações. Para cada operação obter/definir: Identificador (atribuir nº ou código) Designação Tipo (transformação, transporte, espera, armazenagem, inspecção) Descrição 4.3 Caracterização dos Equipamentos Produtivos Identificação de equipamentos/sistemas que executem operações descritas em 4.2: Designação Marca/Modelo Fabricante Ano de fabrico/instalação e tempo de vida esperado Tipo (Manual, Automática, semi-automática) Descrição Para cada operação (ou tipo de operação) realizada obter: Tempo de preparação Tempo de processamento Taxa de produção Taxa de ocupação Identificação de problemas que limitam a disponibilidade ou a capacidade produtiva do equipamento (avarias, produção de peças defeituosas, requisito de operador especializado, acidentes de trabalho frequentes, etc.) 4.4 Monitorização do processo produtivo / equipamentos Identificar e descrever sistemas de monitorização embebidos nos equipamentos; sistemas autónomos de monitorização automática ou actividades humanas de monitorização do processo produtivo e/ou de transporte. 4.5 Caracterização sucinta do ambiente de trabalho Nível aparente de ruído Luminosidade Limpeza do espaço Manuseamento de liquidos potencialmente perigosos Identificar fluxos de informação Descrever genericamente os principais fluxos de informação na empresa desde a chegada da encomenda à expedição do produto. Licenciatura em Engenharia e Gestão Industrial Página - 8

Programas das cadeiras

Programas das cadeiras Programas das cadeiras Gestão de Unidades de Saúde Pretende-se que os participantes identifiquem os conceitos fundamentais de gestão e a sua aplicabilidade no contexto das unidades de saúde. Desenvolverse-á

Leia mais

CURSO DE CRIAÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA (EBT)

CURSO DE CRIAÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA (EBT) CURSO DE CRIAÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA (EBT) MÓDULO: Logística e Supply Chain Management Susana Garrido Azevedo, P.h.D sazevedo@ubi.pt UBI FORMAÇÃO CURSO DE CRIAÇÃO E DINAMIZAÇÃO

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição Logística integrada e sistemas de distribuição (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Sistemas integrados de logística e distribuição necessidade de integrar as

Leia mais

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas Informática Aula 3 Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação Comunicação Empresarial 2º Ano Ano lectivo 2003-2004 Introdução aos Sistemas A Teoria dos Sistemas proporciona um meio poderoso

Leia mais

Gestão. e Organização Industrial. Ficha Técnica PRONACI

Gestão. e Organização Industrial. Ficha Técnica PRONACI Gestão e Organização Industrial Ficha Técnica PRONACI Ficha Técnica PRONACI Gestão e Organização Industrial João Augusto de Sousa Bastos PRONACI - Programa Nacional de Formação de Chefias Intermédias AEP

Leia mais

Vale a pena investir na Logística em tempos de Crise?

Vale a pena investir na Logística em tempos de Crise? Vale a pena investir na Logística em tempos de Crise? APLOG 12-Março-2009 2009 Objectivos da apresentação Apresentar algumas formas de contornar a actual crise com base na criação de valor recorrendo à

Leia mais

Centro de Engenharia e Computação. Trabalho de Administração e Organização Empresarial

Centro de Engenharia e Computação. Trabalho de Administração e Organização Empresarial Centro de Engenharia e Computação Trabalho de Administração e Organização Empresarial Petrópolis 2012 Centro de Engenharia e Computação Trabalho de Administração e Organização Empresarial Gestão de Estoque

Leia mais

MESTRADO EM GESTÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE

MESTRADO EM GESTÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE MESTRADO EM GESTÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Programas das cadeiras Gestão de Unidades de Saúde Pretende-se que os participantes identifiquem os conceitos fundamentais de gestão e a sua aplicabilidade no contexto

Leia mais

ESTRATÉGIAS E TECNOLOGIAS PARA A FLEXIBILIZAÇÃO DOS SISTEMAS PRODUTIVOS

ESTRATÉGIAS E TECNOLOGIAS PARA A FLEXIBILIZAÇÃO DOS SISTEMAS PRODUTIVOS 2008 Maio 7 Campus da FEUP Rua Dr. Roberto Frias, 378 4200-465 Porto Portugal T +351 222 094 000 F +351 222 094 050 www@inescporto.pt www.inescporto.pt ESTRATÉGIAS E TECNOLOGIAS PARA A FLEXIBILIZAÇÃO DOS

Leia mais

Loteamento: ajustes necessários. Planeamento Industrial Aula 14. Loteamento: ajustes necessários. Stock de segurança

Loteamento: ajustes necessários. Planeamento Industrial Aula 14. Loteamento: ajustes necessários. Stock de segurança Planeamento Industrial Aula 14 Material Requirements Planning (MRP):. loteamento. actualização Capacity requirement planning (CRP) Extensões do MRP Loteamento: ajustes necessários 2 A dimensão dos lotes

Leia mais

Planeamento Industrial Aula 14

Planeamento Industrial Aula 14 Planeamento Industrial Aula 14 Material Requirements Planning (MRP):. loteamento. actualização Capacity requirement planning (CRP) Extensões do MRP Loteamento: ajustes necessários 2 A dimensão dos lotes

Leia mais

FEUP/ IAPMEI / ITEC / MIT

FEUP/ IAPMEI / ITEC / MIT Estratégias Globais de Desenvolvimento do Sector de Componentes para a Indústria Automóvel QUESTIONÁRIO VERSÃO FINAL FEUP/ IAPMEI / ITEC / MIT ÍNDICE DE QUESTIONÁRIOS 1. Gestão de Topo - Características

Leia mais

A gestão de operações encarrega-se do estudo dos mecanismos de decisão relativamente à função operações.

A gestão de operações encarrega-se do estudo dos mecanismos de decisão relativamente à função operações. GESTÃO DE OPERAÇÕES A gestão de operações encarrega-se do estudo dos mecanismos de decisão relativamente à função operações. Os Directores de Operações são os responsáveis pelo fornecimento de bens ou

Leia mais

Distribuição DISTRIBUIÇÃO E LOGISTICA. Tarefa indispensável a qualquer actividade produtora.

Distribuição DISTRIBUIÇÃO E LOGISTICA. Tarefa indispensável a qualquer actividade produtora. Distribuição Distribuição 1 Distribuição Introdução Tarefa indispensável a qualquer actividade produtora. Necessidade de mover objectos produzidos até ao cliente. É objectivo do produtor minimizar os custos

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição Depositos e política de localização (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Depositos e politica de localização necessidade de considerar qual o papel dos depositos

Leia mais

FACILITIES MANAGEMENT

FACILITIES MANAGEMENT MINI MBA Potencialize a sua qualificação profissional Incremente a eficácia e rentabilidade da sua unidade de trabalho Eficiência operacional e redução de custos em FACILITIES MANAGEMENT Mini MBA Mais

Leia mais

Optimização da Cadeia de Valor KaizenInstitute, António Costa. KAIZEN and GEMBAKAIZEN are trademarks of the KAIZEN Institute

Optimização da Cadeia de Valor KaizenInstitute, António Costa. KAIZEN and GEMBAKAIZEN are trademarks of the KAIZEN Institute Optimização da Cadeia de Valor KaizenInstitute, António Costa 2 KAIZEN - Significado K A I Mudar Z E N Melhor K A I Z E N = Melhoria Contínua Todas as Pessoas (Everybody)! Todos os Dias (Everyday)! Todas

Leia mais

AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A.

AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A. AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A. Empresa especializada na concepção, instalação e manutenção de equipamentos para a indústria hoteleira, restauração e similares. Primeira empresa do sector a nível

Leia mais

Índice. Logística e Gestão Logística. Gestão da Cadeia de Abastecimento. Introdução 17. Capítulo 1

Índice. Logística e Gestão Logística. Gestão da Cadeia de Abastecimento. Introdução 17. Capítulo 1 Índice Introdução 17 Capítulo 1 Logística e Gestão Logística 1. Introdução 23 2. Logística e Gestão Logística 24 3. Dimensões da Logística e da Gestão Logística 29 4. Características intrínsecas da Logística

Leia mais

Gestão do armazém: organização do espaço, artigos, documentos

Gestão do armazém: organização do espaço, artigos, documentos 1 1 2 A gestão do armazém está directamente relacionada com o processo de transferência de produtos para os clientes finais, e têm em conta aspectos como a mão-de-obra, o espaço, as condições do armazém

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE APROVISIONAMENTO E VENDA DE PEÇAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE APROVISIONAMENTO E VENDA DE PEÇAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS TÉCNICO(A) DE APROVISIONAMENTO E VENDA DE PEÇAS DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/7 ÁREA DE ACTIVIDADE - AUTOMÓVEL OBJECTIVO GLOBAL - Planear, organizar, acompanhar e efectuar

Leia mais

Gestão da Produção Planeamento

Gestão da Produção Planeamento Planeamento José Cruz Filipe IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 2006 1 Tópicos O ciclo geral de planeamento O planeamento agregado O Director da Produção (PDP ou MPS) O Materials Requirement Planning (MRP)

Leia mais

IDN-Incubadora de Idanha-a-Nova

IDN-Incubadora de Idanha-a-Nova IDN-Incubadora de Idanha-a-Nova Guião do estudo económico e financeiro IDN - Incubadora de Idanha - Guião de candidatura Pág. 1 I CARACTERIZAÇÃO DO PROMOTOR 1.1 - Identificação sumária da empresa 1.2 -

Leia mais

Procedimentos de Aquisição de Bens e Serviços na AP

Procedimentos de Aquisição de Bens e Serviços na AP PROGRAMA DE ESTÁGIOS PROFISSIONAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 3ª EDIÇÃO Procedimentos de Aquisição de Bens e Serviços na AP Cristino Sanches Praia 12 a 26 de Abril 2011-1- OBJECTIVOS 1 Conhecer o quadro legislativo

Leia mais

O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia GESTÃO LOGÍSTICA. Amílcar Arantes 1

O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia GESTÃO LOGÍSTICA. Amílcar Arantes 1 GESTÃO LOGÍSTICA Capítulo - 6 Objectivos Identificação das actividades de gestão de materiais; Familiarização do conceito de Gestão em Qualidade Total (TQM); Identificar e descrever uma variedade de filosofias

Leia mais

Gestão e Teoria da Decisão

Gestão e Teoria da Decisão Gestão e Teoria da Decisão e Gestão de Stocks Licenciatura em Engenharia Civil Licenciatura em Engenharia do Território 1 Agenda 1. Introdução 2. Definição de 3. Evolução Histórica da 4. Integração - Aproximação

Leia mais

Grupo MedLog. 35 anos de experiência e inovação em exclusivo na logística da saúde. Susana Quelhas Coimbra, 14 de Outubro 2010

Grupo MedLog. 35 anos de experiência e inovação em exclusivo na logística da saúde. Susana Quelhas Coimbra, 14 de Outubro 2010 Grupo MedLog 35 anos de experiência e inovação em exclusivo na logística da saúde Susana Quelhas Coimbra, 14 de Outubro 2010 MedLog - As Empresas MedLog Passado e Presente Distribuição de medicamentos

Leia mais

CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO

CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO c E v I CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO MÓDULO: Plano de Negócios Maria José Aguilar Madeira Silva Professora Auxiliar do DGE UBI 1 Objectivos Programa Conteúdo Lista de Questões

Leia mais

GESTÃO LOGÍSTICA. Capítulo - 12. Organização para uma Logística Efectiva. Identificação do impacto de uma logística efectiva no desempenho

GESTÃO LOGÍSTICA. Capítulo - 12. Organização para uma Logística Efectiva. Identificação do impacto de uma logística efectiva no desempenho GESTÃO LOGÍSTICA Capítulo - 12 Organização para uma Logística Efectiva Objectivos do Capítulo Identificação do impacto de uma logística efectiva no desempenho eficaz e eficiente da empresa Descrição de

Leia mais

Reestruturação dos Processos Logísticos Caso Prático

Reestruturação dos Processos Logísticos Caso Prático Reestruturação dos Processos Logísticos Caso Prático Helena Gaspar 09 Novembro 2007 1/24 Reestruturação dos Processos Logísticos Caso Prático Logística no HSM Helena Gaspar Anterior Modelo de Logística

Leia mais

As Organizações e os Sistemas de Informação

As Organizações e os Sistemas de Informação As Organizações e os Sistemas de Informação Uma Introdução Luís Paulo Peixoto dos Santos Junho, 2002 Uma organização é uma estrutura complexa e formal cujo objectivo é gerar produtos ou serviços, com ou

Leia mais

1/7 *UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR* (A classificação desta prova será publicada neste site)

1/7 *UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR* (A classificação desta prova será publicada neste site) Classificação: Valores *UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR* Dep. de Gestão e Economia Exame de 1.ª Chamada de Gestão da Informação Ano lectivo 2007-2008 Licenciatura em: Data: 2008-07-26 Gestão Docente: Francisco

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais Negócios Internacionais Capítulo IX Produção e Logística Global Carina Viveiros Carla Pereira Ruben Dias Rui Ponte Produção e Logística Global Objectivos: Descrever as diferentes dimensões da estratégia

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS

REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS PROCESSOS DE CANDIDATURA A FINANCIAMENTO DO BANCO DE DESENVOLVIMENTO DE ANGOLA REQUISITOS MÍNIMOS DE INFORMAÇÕES E DADOS PARA OS ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÓMICA E FINANCEIRA (EVTEF) DOS PROJECTOS

Leia mais

Avaliação de Investimentos Logísticos e. Outsourcing Logístico

Avaliação de Investimentos Logísticos e. Outsourcing Logístico APLOG Centro do Conhecimento Logístico Avaliação de Investimentos Logísticos e Outsourcing Logístico Guilherme Loureiro Cadeia de Abastecimento- Integração dos processos de gestão Operador Logístico vs

Leia mais

Apresentação. www.slog.pt

Apresentação. www.slog.pt Apresentação Quem Somos A S-LOG, Serviços e Logística, S.A., é uma empresa do Grupo Entreposto vocacionada para a prestação de serviços de logística nas suas várias componentes. A nossa actividade desenvolveu-se

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição ISLA Licenciatura em Ciências Empresariais (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 A distribuição é um sector de actividade económica que assegura uma função essencial

Leia mais

Componente de Formação Técnica. Disciplina de

Componente de Formação Técnica. Disciplina de CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO Técnico de ENERGIAS RENOVÁVEIS PROGRAMA Componente de Formação Técnica Disciplina de Organização Industrial Escolas Proponentes / Autores Escola Profissional de

Leia mais

Definição. Planeamento Industrial Aula 13. MRP ou ponto de encomenda? Procura dependente e ponto de encomenda. MRP (Materials Requirements Planning):

Definição. Planeamento Industrial Aula 13. MRP ou ponto de encomenda? Procura dependente e ponto de encomenda. MRP (Materials Requirements Planning): Planeamento Industrial Aula 13 Material Requirements Planning (MRP):. introdução. requisitos. plano mestre de produção. funcionamento. loteamento Definição 2 MRP (Materials Requirements Planning): Conjunto

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

2.3. Sistemas de Informação

2.3. Sistemas de Informação 2.3. Sistemas de Informação 2.3.1. Sistema Comecemos por observar como definem diversos autores o que será um sistema, sistema é um conjunto complexo de inúmeras partes que interagem (MAXIMIANO, Antonio

Leia mais

Os Sistemas de Informação nas PME s. José Pinto

Os Sistemas de Informação nas PME s. José Pinto Os Sistemas de Informação nas PME s José Pinto José Ângelo Costa Pinto Licenciado em Gestão Empresas Pós-Graduação em Sistemas de Informação (PM) Pós Graduação em Economia e Gestão Mestre em Sistemas de

Leia mais

Sistema de Gestão de Armazéns por Rádio Frequência

Sistema de Gestão de Armazéns por Rádio Frequência Sistema de Gestão de Armazéns por Rádio Frequência problema Má organização do espaço físico Mercadoria estagnada Tempos de resposta longos Expedições incorrectas Ausência de rastreabilidade Informação

Leia mais

341. Comércio. 34107. Técnicas de Logística. Área de Formação. Itinerário de Formação. Saída Profissional. Designação: Técnico/a de Logística

341. Comércio. 34107. Técnicas de Logística. Área de Formação. Itinerário de Formação. Saída Profissional. Designação: Técnico/a de Logística REFERENCIAL DE FORMAÇÃO O r g a n i z a ç ã o em U n i d a d e s C a p i t a l i z á v e i s Área de Formação 341. Comércio Itinerário de Formação 34107. Técnicas de Logística Saída Profissional Designação:

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição Serviço ao cliente (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Serviço ao cliente reconhecido como um aspecto importante do negócio da empresa dificuldade de definir

Leia mais

OPERADORES LOGÍSTICOS

OPERADORES LOGÍSTICOS OPERADORES LOGÍSTICOS 2015 Título: Operadores Logísticos 2015 Coordenação da edição: Filipe Barros Coordenação do estudo: Alexandra Gomes Textos: Rita Simões de Sousa Design Gráfico: Maria João Carvalho

Leia mais

UFCD 8 Controlo e armazenagem de mercadorias Carga horária 50 horas ARMAZENAGEM DAS MERCADORIAS

UFCD 8 Controlo e armazenagem de mercadorias Carga horária 50 horas ARMAZENAGEM DAS MERCADORIAS ARMAZENAGEM DAS MERCADORIAS O que é a armazenagem? A armazenagem é constituída por um conjunto de funções: - de recepção, - descarga, - carregamento, matérias-primas, - arrumação produtos acabados ou semi-acabados

Leia mais

PHC Logística CS. A gestão total da logística de armazém

PHC Logística CS. A gestão total da logística de armazém PHC Logística CS A gestão total da logística de armazém A solução para diminuir os custos de armazém, melhorar o aprovisionamento, racionalizar o espaço físico e automatizar o processo de expedição. BUSINESS

Leia mais

Politicas de Armazenagem Formador: João Matias TL02. Trabalho Realizado Por: Helena Pereira - Dora Costa - Armando Gonçalves Paulo Caiola

Politicas de Armazenagem Formador: João Matias TL02. Trabalho Realizado Por: Helena Pereira - Dora Costa - Armando Gonçalves Paulo Caiola Politicas de Armazenagem Formador: João Matias TL02 Trabalho Realizado Por: Helena Pereira - Dora Costa - Armando Gonçalves Paulo Caiola Introdução A informação sempre foi importante, essencial mesmo,

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo. Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE

GESTÃO FINANCEIRA. Objectivo. Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE GESTÃO FINANCEIRA MÓDULO III Objectivo Metodologia de Análise Os rácios Financeiros Qualidade dos Indicadores Sinais de Perigo METODOLOGIA DE ANÁLISE ASPECTOS A NÃO ESQUECER o todo não é igual à soma das

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

EUROGEST Simplifique processos - rentabilize a sua organização

EUROGEST Simplifique processos - rentabilize a sua organização 2014 EUROGEST Simplifique processos - rentabilize a sua organização MEE-IT, LDA 01-01-2014 1/1/2014 Índice EUROGEST... 2 Principais Módulos:... 5 Matérias Primas (Componentes)... 5 Modelos fichas Técnicas...

Leia mais

REDES DE DISTRIBUIÇÃO

REDES DE DISTRIBUIÇÃO REDES DE DISTRIBUIÇÃO De uma maneira geral, as redes de distribuição são constituídas por: 1. Um conjunto de instalações que fazem a recepção, armazenagem e expedição de materiais; 2. Um conjunto de rotas

Leia mais

Formação: Distribuição & Logística Melhoria e aperfeiçoamento do sistema de distribuição da empresa.

Formação: Distribuição & Logística Melhoria e aperfeiçoamento do sistema de distribuição da empresa. Formação: Distribuição & Logística Melhoria e aperfeiçoamento do sistema de distribuição da empresa. A Distribuição e a Gestão Logística é uma actividade que emprega um elevado e intenso volume de recursos

Leia mais

Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações

Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações A. Resolva os seguintes problemas (8 valores) 1. Uma determinada empresa faz a lavagem de cisternas rodoviárias na zona norte do País. Com equipamento

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde

A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde Joaquina Matos Vilamoura, 23 Maio 2009 Quem Somos O que Somos? Visão Missão Ser referência como entidade de Serviços Partilhados na área da Saúde,

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NO APOIO À DISTRIBUIÇÃO URBANA. José Lourenço

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NO APOIO À DISTRIBUIÇÃO URBANA. José Lourenço SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NO APOIO À DISTRIBUIÇÃO URBANA José Lourenço Apresentação TEIA Angola TEIA - Tecnologias de Informação de Angola, Lda (Desde 2008) Implementação e manutenção de soluções próprias

Leia mais

CRIAR VALOR NAS OPERAÇÕES LOGÍSTICAS

CRIAR VALOR NAS OPERAÇÕES LOGÍSTICAS CRIAR VALOR NAS OPERAÇÕES LOGÍSTICAS ISEL / António Abreu Sumário i. Cadeia de Valor ii. iii. iv. Eliminação dos desperdícios Cultura Magra Redes de colaboração Melhoria Continua / Inovação 2 Cadeia de

Leia mais

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA FORMULÁRIO DE CANDIDATURA iniciativa neotec ESTÍMULO À CRIAÇÃO DE NOVOS PRODUTOS E SERVIÇOS PARA O MERCADO. APOIO À CRIAÇÃO DE NOVAS EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA. :: iniciativa :: gestão :: financiamento

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN]

Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Sistema de Incentivos à Inovação e I&DT (Sector Automóvel) Quadro de Referência Estratégico Nacional [QREN] Frederico Mendes & Associados Sociedade de Consultores Lda. Frederico Mendes & Associados é uma

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM LOGISTICA

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM LOGISTICA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM LOGISTICA ABERTURA A People & Skills foi criada para responder às necessidades de um mercado cada vez mais apostado em desenvolver e consolidar competências que garantem uma

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22 MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA 1/22 INTRODUÇÃO... 3 ANÁLISE DA ACTIVIDADE DA EMPRESA... 4 ESTRUTURA DE CUSTOS... 7 VALOR ACRESCENTADO BRUTO... 7 ANÁLISE DOS FLUXOS DE TESOURARIA... 9 ANÁLISE DOS

Leia mais

3. PLANEAMENTO DA PRODUÇÃO (NÍVEL 1)

3. PLANEAMENTO DA PRODUÇÃO (NÍVEL 1) 3. PLANEAMENTO DA PRODUÇÃO (NÍVEL 1) Neste ponto, são abordados os módulos de planeamento da produção do software BaaN. Este software dispõe dos seguintes três módulos complementares de planeamento: MPS

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém Bloco Suprimentos WMS Gerenciamento de Armazém Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo WMS, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas foram

Leia mais

Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso

Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso Como elaborar um Plano de Negócios de Sucesso Pedro João 28 de Abril 2011 Fundação António Cupertino de Miranda Introdução ao Plano de Negócios Modelo de Negócio Análise Financeira Estrutura do Plano de

Leia mais

SISTRADE MOBILIDADE, INOVAÇÃO & TECNOLOGIA SisTrade Sistemas de Informação Angulusridet Informática, S.A. sistrade.pt BdoisB MIS ERP 100% WEB SISTRADE - Angulusridet Informática, S.A. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Leia mais

O ciclo de estratégia, planeamento, orçamento e controlo

O ciclo de estratégia, planeamento, orçamento e controlo O ciclo de estratégia, planeamento, orçamento e controlo João Carvalho das Neves Professor catedrático, Finanças e Controlo, ISEG Professor convidado, Accounting & Control, HEC Paris Email: Página Web:

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE Directriz de Revisão/Auditoria 310 CONHECIMENTO DO NEGÓCIO Outubro de 1999 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-7 Obtenção do Conhecimento 8-13 Uso do Conhecimento 14-18 Apêndice Matérias a Considerar no Conhecimento

Leia mais

XI Mestrado em Gestão do Desporto

XI Mestrado em Gestão do Desporto 2 7 Recursos Humanos XI Mestrado em Gestão do Desporto Gestão das Organizações Desportivas Módulo de Gestão de Recursos Rui Claudino FEVEREIRO, 28 2 8 INDÍCE DOCUMENTO ORIENTADOR Âmbito Objectivos Organização

Leia mais

LOGÍSTICA. Capítulo - 9 Movimentação de Materiais, Automatização e Questões Relacionadas com Embalagem

LOGÍSTICA. Capítulo - 9 Movimentação de Materiais, Automatização e Questões Relacionadas com Embalagem LOGÍSTICA Capítulo - 9 Movimentação de Materiais, Automatização e Questões Relacionadas com Embalagem Objectivos do Capítulo Mostrar de uma maneira geral os principais tipos de sistemas de movimentação,

Leia mais

COMPRAS LOGÍSTICA COMPRAS LOGÍSTICA

COMPRAS LOGÍSTICA COMPRAS LOGÍSTICA COMPRAS LOGÍSTICA í n d ic e COMPRAS Gestão e optimização de p. 134 Aprovisionamento e gestão de p. 134 Técnicas avançadas de de p. 135 Selecção e avaliação de p. 135 LOGÍSTICA Optimizar a gestão logística

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005 ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade 2005 Estrutura da Norma 0. Introdução 1. Campo de Aplicação 2. Referência Normativa 3. Termos e Definições 4. Sistema de Gestão

Leia mais

Formação Gestão de Armazéns. Formação. Gestão de Armazéns. Página1. Logisformação Andreia Campos. Empresa acreditada por:

Formação Gestão de Armazéns. Formação. Gestão de Armazéns. Página1. Logisformação Andreia Campos. Empresa acreditada por: Página1 Formação Gestão de Armazéns Empresa acreditada por: Página2 A Logisformação A Logisformação é o resultado de 20 anos de experiência da Logistema Consultores de Logística S.A. no apoio ao desenvolvimento

Leia mais

CAPÍTULO 2 INTRODUÇÃO À GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES

CAPÍTULO 2 INTRODUÇÃO À GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES Processos de Gestão ADC/DEI/FCTUC/2000/01 CAP. 2 Introdução à Gestão das Organizações 1 CAPÍTULO 2 INTRODUÇÃO À GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES 2.1. Conceito de Gestão Vivemos numa sociedade de organizações (dos

Leia mais

PLANO SUCINTO DE NEGÓCIO

PLANO SUCINTO DE NEGÓCIO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJECTO PLANO SUCINTO DE NEGÓCIO Título do projecto: Nome do responsável: Contacto telefónico Email: 1.1. Descrição sumária da Ideia de Negócio e suas características inovadoras (Descreva

Leia mais

Solução de Auto-Venda

Solução de Auto-Venda Solução de Auto-Venda A Problemática Vendedores sem acesso a dados vitais para o seu trabalho Vendedores limitados e condicionados pelo escritório Pouca eficácia na gestão das vendas Solução Competitividade

Leia mais

21-01-2010. Instrumentos de Gestão Docente: Tiago Pinho Mestrado em Logística. Carla Domingues Daniel Ferreira Mário Oliveira Sílvia Pereira

21-01-2010. Instrumentos de Gestão Docente: Tiago Pinho Mestrado em Logística. Carla Domingues Daniel Ferreira Mário Oliveira Sílvia Pereira Instrumentos de Gestão Docente: Tiago Pinho Mestrado em Logística Carla Domingues Daniel Ferreira Mário Oliveira Sílvia Pereira 1 WMS Sistema de Gestão de Armazém RFID Identificação por Radiofrequência

Leia mais

be on top of your chain WMS Eye Peak Express

be on top of your chain WMS Eye Peak Express be on top of your chain WMS Eye Peak Express 1 Índice 1. O QUE É?... 3 2. AJUDA QUEM?... 5 3. RESOLVE O QUÊ?... 7 Pilar do Controlo, Eficiência e Responsabilização... 7 Pilar da eficácia, da rapidez, da

Leia mais

Caso de estudo - Logística. Verifique como um único evento Lean permitiu uma poupança de 255 Mil Euros/Ano

Caso de estudo - Logística. Verifique como um único evento Lean permitiu uma poupança de 255 Mil Euros/Ano Caso de estudo - Logística Verifique como um único evento Lean permitiu uma poupança de 255 Mil Euros/Ano Diagnóstico e melhoria das escolhas passadas. Avaliação da necessidade de fazer escolhas futuras.

Leia mais

no domínio dos em Saúde Vilamoura, 23 Maio 2009 SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais

no domínio dos em Saúde Vilamoura, 23 Maio 2009 SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde Joaquina Matos Vilamoura, 23 Maio 2009 Quem Somos O que Somos? Visão Missão Ser referência como entidade de Serviços Partilhados na área da Saúde,

Leia mais

João Carvalho das Neves

João Carvalho das Neves ANÁLISE FINANCEIRA João Carvalho das Neves Professor Associado e Director do MBA - ISEG Sócio ROC Neves, Azevedo Rodrigues e Batalha, SROC 1 Análise dos fluxos de caixa 52 1 Análise dos fluxos de caixa

Leia mais

FORMAÇÃO 2012/2013 CURSOS GRATUITOS. HORÁRIO PÓS-LABORAL

FORMAÇÃO 2012/2013 CURSOS GRATUITOS. HORÁRIO PÓS-LABORAL FORMAÇÃO 01/013 CURSOS GRATUITOS. HORÁRIO PÓS-LABORAL INFORMAÇÕES FUNDAÇÂO MINERVA Cultura - Ensino e Investigação Científica Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão Largo Tinoco de Sousa 760. 108

Leia mais

Prof. Jorge Romero Monteiro 1

Prof. Jorge Romero Monteiro 1 Marketing 1 CONCEITOS DE MARKETING 2 Conceitos de Marketing O MARKETING é tão importante que não pode ser considerado como uma função separada. É o próprio negócio do ponto de vista do seu resultado final,

Leia mais

4200-314 PORTO 1250-102 LISBOA Telef. 22 5512000 Telef. 21 3976961/2 Fax 22 5512099 Fax 21 3962187

4200-314 PORTO 1250-102 LISBOA Telef. 22 5512000 Telef. 21 3976961/2 Fax 22 5512099 Fax 21 3962187 Gestão Definição A Gestão determina as características da actividade da empresa no mercado, controlando as relações entre a tesouraria, o potencial e a rotação de produtos, os vendedores, os clientes,

Leia mais

TPM. José Pedro A. R. Silva

TPM. José Pedro A. R. Silva CICLOS DE FORMAÇÃO EMPRESARIAL Metodologias Avançadas para a Indústria e Serviços TPM José Pedro A. R. Silva 1 CICLOS DE FORMAÇÃO EMPRESARIAL Ciclo de formação e treino em Lean TPM Ciclo de formação e

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO Planificação anual da disciplina de Organizar e Gerir a Empresa 10º Ano Ano Letivo: 2012-2013

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO Planificação anual da disciplina de Organizar e Gerir a Empresa 10º Ano Ano Letivo: 2012-2013 CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO Planificação anual da disciplina de Organizar e Gerir a Empresa 10º Ano Ano Letivo: 2012-2013 Turma: L Professor: JOÃO CARLOS CAVACO BRITO. 1 - Estrutura e Finalidades

Leia mais

Simulação e Lean Manufacturing

Simulação e Lean Manufacturing Capítulo 2 Simulação e Lean Manufacturing Neste capítulo é feita uma breve introdução a dois temas centrais neste trabalho: simulação e Lean Manufacturing, ou simplesmente Lean. Sobre o primeiro destes

Leia mais

PHC Logística BENEFÍCIOS. _Redução de custos operacionais. _Inventariação mais correcta

PHC Logística BENEFÍCIOS. _Redução de custos operacionais. _Inventariação mais correcta PHCLogística DESCRITIVO O módulo PHC Logística permite fazer o tracking total de uma mercadoria: desde a sua recepção, passando pelo seu armazenamento, até à expedição. PHC Logística A solução para diminuir

Leia mais

Gestão das Instalações Desportivas

Gestão das Instalações Desportivas Gestão das Instalações Desportivas Módulo 7 Aquisição de materiais e equipamentos desportivos. 1. Função do aprovisionamento 1.1. Âmbito da função de aprovisionamento 1.1.1. Noção e objetivos do aprovisionamento;

Leia mais

Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP. Otimize a Gestão do Seu Negócio!

Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP. Otimize a Gestão do Seu Negócio! Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP Otimize a Gestão do Seu Negócio! Universo da Solução de Gestão SENDYS ERP Financeira Recursos Humanos Operações & Logística Comercial & CRM Analytics & Reporting

Leia mais

Entrega e Distribuição

Entrega e Distribuição Entrega e Distribuição 1 - Simplifique o processo de picking e embalagem O nome do jogo é evitar a duplicação de esforços. Os encargos salariais são baseados no tempo, por isso desenhe um gráfico operacional

Leia mais

PRIMAVERA INDUSTRY. Uma solução para as PME industriais

PRIMAVERA INDUSTRY. Uma solução para as PME industriais PRIMAVERA INDUSTRY Uma solução para as PME industriais PRIMAVERA INDUSTRY Uma solução para as PME industriais produtivos de modo a garantir uma maior qualidade dos produtos sujeitos a fabrico, ao menor

Leia mais

Gestão da cadeia de fornecimento

Gestão da cadeia de fornecimento Gestão da cadeia de fornecimento Maria Antónia Carravilla José Fernando Oliveira FEUP, Maio 2000 Volkswagen Fábrica de camiões no Brasil tem 1000 funcionários 200 são funcionários da VW, responsáveis por:

Leia mais

TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid

TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid Recebimento de NF-e e CT-e Emissão de NF-e, CT-e, MDF-e e NFS-e Integração nativa com o seu ERP Exija a solução que é o melhor investimento para a gestão

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

Agente. Análise SWOT. Auditoria de marketing. Break-even-point Cadeia de lojas Canal de distribuição Canibalização. Cash-and-carry Central de compras

Agente. Análise SWOT. Auditoria de marketing. Break-even-point Cadeia de lojas Canal de distribuição Canibalização. Cash-and-carry Central de compras Termo Agente Análise SWOT Auditoria de marketing Break-even-point Cadeia de lojas Canal de distribuição Canibalização Cash-and-carry Central de compras Ciclo de vida do produto/serviço Contexto de marketing

Leia mais

Manual do Serviço. Trabalho Realizado por: Maria João Santos

Manual do Serviço. Trabalho Realizado por: Maria João Santos Manual do Serviço Pós-venda Trabalho Realizado por: Maria João Santos Organização do Trabalho: Conceito de Serviço Pós-Venda Importância do Serviço Pós-Venda Desafios Gestão de stocks Ordens de Serviço

Leia mais

MEIC-TP TECNOLOGIAS AVANÇADAS DE REDES E SISTEMAS

MEIC-TP TECNOLOGIAS AVANÇADAS DE REDES E SISTEMAS MEIC-TP TECNOLOGIAS AVANÇADAS DE REDES E SISTEMAS (FASE 2) PROJECTO DE INFRA-ESTRUTURAS DE COMUNICAÇÃO PARA WISECHOICE INTERNATIONAL Coordenador Geral do projecto Prof. Rui Santos Cruz 2008/2009 1 1. Os

Leia mais

O SECTOR A SOLUÇÃO Y.make Num mundo cada vez mais exigente, cada vez mais rápido e cada vez mais competitivo, o papel dos sistemas de informação deixa de ser de obrigação para passar a ser de prioridade.

Leia mais