Utilizando a Internet como apoio ao CPFR (Collaborative Planning, Forecasting, and Replenishment)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Utilizando a Internet como apoio ao CPFR (Collaborative Planning, Forecasting, and Replenishment)"

Transcrição

1 Utilizando a Internet como apoio ao CPFR (Collaborative Planning, Forecasting, and Replenishment) Mauro Vivaldini (UNIMEP) Fernando Bernardi de Souza (UNESP) Sivio R. I. Pires (UNIMEP) Resumo: A gestão colaborativa representa um dos elementos-chave e atuais no contexto da gestão da cadeia de suprimentos. Neste trabalho, o tema é abordado a partir da análise de um caso real, em que uma grande rede de distribuição de food-service trabalha utilizando a internet como ferramenta de apoio a um programa Collaborative Planning, Forecasting, and Replenishment (CPFR). Numa primeira etapa, o estudo explora os aspectos teóricos relacionados à utilização do CPFR em cadeia de suprimentos, para em seguida exemplificar o caso e como a empresa utiliza o CPFR e um portal da internet para captar e transmitir informações. Em seguida, na intenção de entender se os agentes envolvidos aprovam o sistema, uma survey avalia cinco quesitos relacionados à ferramenta. Este estudo contribui para esclarecer como a internet pode ser utilizada para apoiar o CPFR, demonstrando sua importância nos processos de gestão da cadeia de suprimentos. Palavras Chaves: Gestão da Cadeia de Suprimentos; CPFR; Internet. 1. Introdução Para Mentzer e Moon (2004), uma cultura colaborativa entre agentes é essencial para uma boa gestão da demanda. Para eles, a gestão da demanda é um elemento da Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Managmenet - SCM) e deve ser coordenada por meio da cadeia. Marketing cria a demanda, mas tende a não criar um plano para ela, como ocorrem com as previsões feitas para outras atividades na empresa. Os autores chamam a atenção para que não haja confusão entre fazer previsões com planejar a demanda, pois isto seria um erro. A intenção passa a ser, então, estar mais próximo da demanda do cliente final. A dimensão desse plano deve abranger previsões para todas as áreas funcionais envolvidas no processo produtivo, como produção, abastecimento, logística etc. A gestão da cadeia de suprimentos está interessada em alcançar maior satisfação dos requerimentos do consumidor ou cliente final através do processo de integração comprador / fornecedor / ponto-de-venda. Esta integração é tipicamente alcançada através da troca de informação. Esta integração é, subsequentemente, composta pelo estabelecimento de um processo que alinhe a identificação física da necessidade de reposição com uma resposta em tempo real (CHRISTOPHER e JUTTNER; 2000). Neste contexto, este estudo trata da utilização da internet como instrumento de apoio a ferramentas colaborativas na cadeia de suprimentos (CS), neste caso, especificamente, o sistema colaborativo para planejamento, previsão e reposição de estoques (Collaborative Planning, Forecasting, and Replenishment CPFR). Para explorar o tema, os autores utilizam um caso real de um grande distribuidor da área de Food-Service (fornecimento de produtos alimentícios para redes de alimentação como restaurantes, hospitais, fast-foods etc.) que, num processo de implementação de um CPFR, explora um portal da internet como instrumento de relacionamento, captação e transmissão de dados e informações em tempo real aos agentes da cadeia. 1

2 Com base no caso, o estudo avalia, a partir de uma survey junto aos agentes da cadeia, como eles avaliam a importância e a aplicabilidade desta ferramenta em suas operações. Pelo fato de ainda existir poucos casos que relatam experiências a respeito, a intenção do estudo é contribuir para o entendimento do processo de implantação do CPFR por intermédio da utilização da internet. Para isso, discute-se a teoria a respeito, no contexto da gestão colaborativa da cadeia de suprimentos, apresentando as ferramentas tecnológicas que ajudam esta gestão, suas aplicações práticas e, por fim, avalia-se seu grau de utilização junto aos agentes. A relevância do estudo está no fato de se trabalhar um caso prático, diferente da literatura atual, que tem, de forma geral, abordado o tema de forma muito mais teórica, bem como pela inovação que representa a combinação dessas aplicações como instrumento para SCM. 2. Metodologia Os autores, no decorrer de um estudo sobre integração em CS numa grande rede de food-service operando no Brasil, tiveram a oportunidade de avaliar um projeto de implementação de um sistema de controle e planejamento da demanda e do estoque no ponto de venda e nos fornecedores, com intenção de evitar desabastecimento. Este projeto utiliza um portal da internet como ferramenta de relacionamento com clientes e fornecedores. A partir da relação prática dos autores com o caso e sendo a pesquisa simultânea com os fatos e questões que surgem no dia-a-dia de uma empresa, a metodologia utilizada foi a pesquisa-ação (COUGHLAN e COGHLAN, 2002). Complementando o estudo de caso, utiliza-se de uma pesquisa tipo survey realizada com um grupo de agentes participante do processo, na intenção de avaliar a importância e a aplicabilidade deste portal de relacionamento na internet. A experiência de analisar os fatores envolvidos no projeto de implementação do CPFR, utilizando-se da internet, permite aos autores relatar diversas considerações e informações a respeito do processo. Vale ressaltar que o tema CPFR, principalmente sua combinação com a internet, é pouco explorado na literatura sobre CS, e a existência de casos práticos relatando métodos de utilização, é raro. 3. O CPFR como elemento Colaborativo no contexto da SCM Na intenção de estabelecer um entendimento a respeito do CPFR e seu papel na SCM, o artigo apresenta a visão sobre a importância da demanda neste contexto, as ferramentas tecnológicas utilizadas e como ocorre a prática do CPFR na CS Gestão da Demanda A gestão da demanda torna-se um problema pela dificuldade que se tem em controlar os extremos picos ou quedas nas vendas -, e com isso conseguir estabelecer o pedido de reposição que melhor reflita estas oscilações. Isto ocorre em diferentes proporções e freqüências e nem sempre está só atrelado a promoções ou eventos. A ruptura causada na cadeia devido à falta de produto reflete diretamente nos custos. Para evitar estas ocorrências, as empresas tendem a elevar o nível de estoque na cadeia, procurando com isso estar preparada para atender pedidos urgentes gerados em cima da hora. A causa disto são custos desnecessários a todos os agentes da cadeia, resultando em ganhos reduzidos por pedido. Numa visão mais crítica sobre as possibilidades de integração das informações para melhoria do processo de gestão da demanda, Donk e Vaart (2004) concluem que, em geral, 2

3 este processo se limita, na prática, ao fluxo de informação ou ao fluxo físico operacional. Para eles, práticas mais integradas são utilizadas no fluxo físico quando os pedidos são mais regulares e repetitivos, e as rotinas são mais simples (ou seja, a condição comercial é simples). Apesar de observado que compradores são incentivados a adotarem práticas integrativas, elas se esbarram na complexidade do negócio. Portanto, os autores não conseguem dizer se a prática integrativa é eficiente, por ter observado um baixo nível de integração, principalmente se comparado com o que a literatura sugere. A gestão da demanda e a formação de um correto pedido de compra são fatores que contribuem fortemente para a dificuldade na administração do relacionamento e dos processos de integração entre os agentes, exatamente pela falta de mecanismos que permitam visibilidade de estoque e venda. Encontrando-se meios para geração destas informações, todos os participantes da CS ganham se elas estiverem disponíveis (MENTZER e MOON, 2004). Neste sentido, este trabalho entende a utilização do CPFR como um instrumento de gestão intimamente atrelada à gestão do relacionamento da cadeia de suprimentos por meio da administração da demanda e dos pedidos de compra. Se não houver maturidade e envolvimento das empresas, a utilização desta ferramenta pouco contribuirá para os resultados. Portanto, o CPFR não pode ser entendido simplesmente como uma troca de informação ou compartilhamento de dados Ferramentas Tecnológicas para Integração na Cadeia de Suprimentos Segundo estudo de Márquez (2004), que demonstra a relevante importância de novas tecnologias nas CS, existe uma potencial melhoria na integração ao se utilizar ferramentas tecnológicas (no caso, com apoio da internet) para uma cadeia de suprimentos colaborativa. Nesta linha, relacionada à influência tecnológica, Zacharia e Mentzer (2004) trabalham o conceito de competição baseado em tempo, em que a contínua troca de informação reduz incertezas na CS e cria oportunidade para reduzir inventário e melhorar a disponibilidade. Para eles, investir em tecnologia traz benefícios e proporciona uma grande capacidade para administrar os processos logísticos. Também, Rutner et al. (2003) observam que o avanço do processo de comércio eletrônico tem colaborado para os processos de integração das operações logísticas, melhorando o acesso e as conexões entre os diversos tipos de informação que são importantes para as funções logísticas. Considerando a importância tecnológica para a CS, os principais sistemas que contribuem para o processo de gestão colaborativa a partir da integração de dados e informações são: EDI (Electronic Data Interchange) Tem como finalidade a troca eletrônica de dados entre os computadores das empresas que se relacionam comercialmente ou estão envolvidas na cadeia. Sua utilização tende a manter a operação mais coordenada com supridores e clientes. VMI (Vendor Managed Inventory) Neste sistema o fornecedor tem a responsabilidade de gerenciar seu estoque no cliente, incluindo o processo de reposição, podendo com isso melhorar suas operações, como controle de estoque, produção e distribuição (PIRES, 2004; DISNEY e TOWILL, 2003). ECR (Efficient Consumer Response) Combina duas inovações conceituais, como reposição eficiente de estoque e gestão de categorias (HOLMSTROM et al. 2002). Sua implementação quase sempre requer investimento adicional em TIC (Tecnologia 3

4 de Informação e Comunicação), como código de barras, scanner, EDI etc. A lógica desse sistema baseia-se no ponto de reposição do estoque e no JIT, dado que a demanda e/ou a reposição do item é sempre puxada pelo ponto de consumo (PIRES, 2004; WANKE e ZINN, 2004). CR (Continuous Replenishment) - O CR pode ser considerado um estágio além do VMI, trabalhando a política de estoque com base na previsão de vendas e na demanda histórica, e não mais apenas nas variações do nível de estoque do ponto de venda. CPFR (Collaborative Planning, Forecasting and Replenishment) - Um modelo de gestão que trabalha com o objetivo de ajudar as empresas a administrar e compartilhar informações conjuntamente. Sua intenção é equilibrar a relação na cadeia através do controle de estoque em todos os elos. A figura a seguir, sugerida por Pires (2004), ilustra a seqüência evolutiva das práticas de planejamento colaborativo em CS definidas. EDI VMI CR ECR CPFR Figura 1: Evolução das práticas e sistemas de planejamento colaborativo Fonte: PIRES, 2004 apud BUSINESSWEEK, A Prática do CPFR No processo de implantação do CPFR, um dos mecanismos que facilitam esta operação é o aproveitamento de ferramentas de informação já implantadas, como VMI, ECR e outros (HOLMSTROM et al., 2002), bem como ter uma arquitetura de TIC que facilite o processo. Segundo Harrison e Hoek (2003) e Fliedner (2003), baseando-se na sugestão do VICs (2004), um direcional de como implantar os processos do CPFR está nos seguintes passos: Desenvolver acordos na linha de frente; Criar planos de negócios conjuntos; Criar previsões de vendas individuais; Identificar exceções nas previsões de vendas; Solucionar/colaborar na solução de itens de exceção; Criar previsão de pedidos; Identificar exceções em previsão de pedidos; Solucionar/colaborar na solução de itens de exceção; Gerar pedidos. A troca de informação no CPFR tende a trazer melhorias na eficiência dos elos da cadeia, bem como produz melhorias no desempenho da cadeia (SKJOETT-LARSEN et al., 2003 e OVALLE e MARQUEZ, 2003). Este processo é baseado na flexibilidade e agilidade dos agentes da cadeia, os quais trocam eletronicamente uma série de dados e informações, como tendências de vendas, promoções e previsões, permitindo aos participantes uma melhor coordenação das atividades individuais. 4

5 Um ponto interessante colocado por Fliedner (2003) é o fato da implantação do CPFR estar mais presente em mercados mais competitivos e com demanda mais volátil, como, por exemplo, no seguimento de alimentos e objetos da moda. Croom (2005), num estudo sobre TIC aplicada às cadeias de suprimentos por intermédio das práticas do e-business, classificou o processo de integração da cadeia em cinco estágios, permitindo uma clara visão da influência dos agentes tecnológicos na gestão da cadeia de suprimentos: Estágio 1 Considerado a fase de aquisição do cliente por utilizar os padrões básicos do e-business como s e web sites com o objetivo de ganhar melhoria de acesso aos clientes e mercado. Estágio 2 Fase de administração do cliente representada por maior ênfase no relacionamento, geralmente suportada pelo CRM (Customer Relationship Management) e administração interna do cliente. Estágio 3 Fase de utilização do e-business para suportar as operações através dos ERPs (Enterprise Resource Planning). Estágio 4 A ênfase nesta fase está na integração das atividades da cadeia, na intenção de captar e manter o cliente. Estágio 5 Representa uma integração mais ampla da cadeia, com envolvimento dos agentes via plataforma de e-business como e-pedidos, administração dos pedidos e melhoria na gestão dos materiais. Estudos de Márquez (2004) demonstram a relevante importância de novas tecnologias nas CS, pela potencial melhoria na integração que se tem ao utilizá-las (como no caso da internet). Nesta linha, Zacharia e Mentzer (2004), que trabalham o conceito de competição baseado em tempo, colocam que a contínua troca de informação reduz incertezas na cadeia de suprimentos e cria oportunidade para reduzir inventário e melhorar a disponibilidade. Para eles, investir em tecnologia traz benefícios e proporciona uma grande capacidade para administrar os processos logísticos. Nesta linha, o Quadro 1 a seguir classifica algumas ferramentas de apoio, ajudando a entender esta posição ao apresentar uma visão sobre as ferramentas que contribuem para estas ações e seu foco. Estratégia de Competição baseada em tempo Just-in-Time (JIT) Quick Response (QR) Vendor Managed Inventory (VMI) Automatic / Continuous Replenishment (AR) Efficient Consumer Response (ECR) Collaborative, Planning, Forecasting, and Replenishment (CPFR) Hipótese básica Demanda independente Demanda dependente Demanda dependente Demanda dependente Demanda dependente Demanda dependente Foco Produtos inacabados utilizando escala de produção Produtos acabados utilizando a data de venda Produtos acabados utilizando a data de venda Produtos acabados utilizando a data de venda Produtos acabados utilizando a data de venda Produtos acabados utilizando previsão colaborativa Quadro 1: Estratégias de Competição Baseada em tempo Fonte: adaptado de Zacharia et al. (2004) 5

6 Vickery et al. (2003) sugerem que a CS pode ser estrategicamente administrada como uma entidade independente, ou como um sistema individual fragmentado em seguimentos ou sub-sistemas. Isto requer a integração das atividades, funções e sistemas através da cadeia. Uma estratégia integrada da CS reconhece que o processo comercial integrado cria valor para as empresas clientes. Para os autores, a utilização de TIC é um forte capacitador para o processo de integração e os atributos para facilitar a integração estão na tecnologia que facilita o fluxo de informação entre as companhias e nas práticas de integração entre as áreas funcionais da empresa, dos supridores e dos clientes externos. O resultado é a conceitualização de duas dimensões, uma da integração interna e externa através da TIC e outra por meio da prática das atividades geradas na cadeia. Também, Rutner et al. (2003) observam que o avanço do processo de comércio eletrônico tem colaborado para os processos de integração das operações logísticas melhorando o acesso e os links entre os diversos tipos de informação que são importantes para as funções logísticas. Nesta linha, o CPFR surge como um modelo de gestão que trabalha com o objetivo de ajudar as empresas a administrar e compartilhar informações conjuntamente. Sua intenção é equilibrar a relação na cadeia por meio do controle de estoque em todos os elos. 4. Estudo do caso A intenção deste tópico é descrever o caso a partir de três abordagens: (1) sobre os agentes, (2) sobre o processo de CPFR desenvolvido e (3) sobre a utilização da internet como instrumento de apoio ao CPFR Descrição dos agentes A rede de distribuição é administrada por uma empresa que atua na venda e distribuição de gêneros alimentícios no mercado de food-service, atendendo clientes tais como redes de fast-food, cadeias de restaurantes, hotéis e hospitais, para os quais consegue efetuar e operar um processo de distribuição e abastecimento personalizado, seguindo e estabelecendo regras operacionais específicas contratadas por cada cliente. O modelo operacional de atendimento aos clientes segue um padrão básico que é sustentado por uma plataforma tecnológica única. Apesar de haver uma base única, as operações por cliente são personalizadas. Nesta relação, o papel de cada agente participante pode ser resumido em: Clientes Contratam o serviço da Rede de Distribuição para abastecimento de seu ponto de venda. Definem os padrões operacionais relacionados a serviços contratados com a rede e com os fornecedores exclusivos. Estes padrões se referem à freqüência de entrega nos pontos de vendas, padrões de qualidade, objetivos e indicadores de produtividade tais como acerto de pedidos, entregas no horário etc. No caso de utilização de fornecedores exclusivos, a rede de distribuição trabalha como um intermediário, adquirindo e repassando o produto ao cliente. Neste caso, o cliente desenvolve os produtos, define padrões de qualidade dos produtos, as condições comerciais e trabalha na resolução de conflitos entre os agentes envolvidos. A Rede de Distribuição Comercialmente, a rede funciona como um grande atacadista voltado ao mercado de food-service, comercializando produtos diversos, comuns ao mercado ou exclusivos de seus clientes. Para cada produto ela estabelece uma margem mercantil, incluindo nela o serviço de 6

7 atuar mais focado no negócio de cada cliente, respondendo pelo abastecimento dos pontos de venda, pela programação de estoque e pela relação com os fornecedores. Ela é responsável pela operação de abastecimento dos pontos de venda dos clientes, segundo padrão acordado com cada um. Responsabiliza-se por efetuar a gestão de estoque dos produtos exclusivos e não exclusivos, armazenar e distribuir, além de atuar no planejamento logístico e fiscal das operações de seus clientes. Além disso, coordena todos os fornecedores no processo de abastecimento, planejando e projetando as necessidades de cada cliente. Para efetuar esta operação, possui um sistema tecnológico sustentado por um grande ERP e diversos aplicativos comerciais e operacionais. Este sistema permite manter as informações transacionadas entre as empresas e o sistema operacional. Nele está um modelo de CPFR desenvolvido com cada cliente que aceita aplicá-lo na sua cadeia de suprimento. Fornecedores Responsáveis pelo abastecimento dos produtos exclusivos ou não a rede de distribuição. Respondem pela qualidade dos produtos e pela SCM a montante. A rede de distribuição mantém com todos os fornecedores uma relação comercial independente para produtos não exclusivos, e dependente para itens exclusivos dos clientes. Nesse caso, os preços são orientados pelos clientes. Ou seja, nos itens exclusivos é estabelecida uma margem operacional acordada entre eles e, quanto aos não exclusivos, a negociação de preços é definida pelo aceite ou não do preço de venda O CPFR desenvolvido pela Rede de Distribuição Há cerca de 3 anos a rede de distribuição tem desenhado um processo de CPFR que pode ser implementado para cada tipo de cliente. O cliente pode não utilizá-lo, utilizá-lo parcialmente ou utilizá-lo totalmente. A rede ainda não conseguiu operacionalizar uma utilização total, atingindo todos os pontos de venda de um determinado cliente, devido à dimensão do projeto e tempo que demanda a implantação. No entanto, o processo já foi testado e seu alcance operacional já foi validado para alguns clientes e fornecedores. Parcialmente, o sistema é utilizado por cerca de 40% de seus clientes. Isto não impede que os demais utilizem outros aplicativos do sistema, como o gestor de pedidos, por exemplo. Os clientes que já participam do processo utilizando parcialmente a ferramenta têm um portal de relacionamento na internet como meio para acessar, transmitir e obter informações. Para dar o entendimento a importância desse portal, faz-se necessário entender o papel de cada agente no CPFR, como é a seguir apresentado. Ponto de venda do cliente Pode conectar-se com transmissão on-line de dados sobre as vendas registradas no caixa ou informar a venda posteriormente. A venda é convertida para as unidades de venda segundo o consumo de cada prato utilizado pelo ponto de venda, dependendo do cliente. Informa o estoque operacional, segundo contagens e acertos necessários pertinentes a cada tipo de negócio. Tem-se um ponto de reposição pré-definido que é referência para gerar uma ordem de pedido. Efetua o pedido segundo sugestão gerada pelo sistema diretamente à rede de distribuição. Fornecedores Recebe dois tipos de informação: a do ponto de venda relativa à venda de seu produto (desde que autorizada pelo cliente) e a da rede de distribuição relativo ao nível de estoque atual, programação de reposição e previsão de venda futura, com oito semanas de projeção.. 7

8 Seu papel é gerenciar as informações para manter a rede de distribuição abastecida, bem como criar a programação necessária a montante de sua cadeia. Deve disponibilizar no sistema o volume de estoque que possui para atender a rede ou o cliente específico da rede. Rede de Distribuição Disponibiliza o portal de relacionamento com cada cliente, ponto de venda e fornecedor, repassando as informações para cada agente envolvido no processo. Desta forma, cria a sugestão de pedidos de reposição para cada ponto de venda. Abastece os pontos de venda segundo os pedidos dos clientes, repassando informações e programas de reposição de estoque aos fornecedores. Mantém um banco de dados com histórico de vendas e outras informações solicitadas, conforme acertado com cada cliente. Clientes Tem o sistema de informações à disposição para consulta do que acontece em seus pontos de venda e do nível de estoque que possui dos produtos exclusivos na cadeia. Junto com a rede de distribuição, estabelecem critérios e métodos de gestão do processo na cadeia Portal de relacionamento na Internet A Figura 2 ilustra o portal utilizado pela rede de distribuição. Cada portal de aplicação é explicado a seguir com enfoque sobre seu papel para o processo de CPFR. e-atendimento Informativo: e-pedidos Mensagens e-manuais e-rotas e-boletos/faturas ** e-fornecedor Figura 2: Exemplo de portal de relacionamento na internet Acesso Cada cliente ou fornecedor recebe uma senha para efetuar o login e acessar o sistema. Existem clientes que permitem a interface com seu sistema de dados, ajudando a rede de distribuição na coleta de informações do ponto de venda. e-pedidos Existem duas versões de pedidos que podem ser efetuados pelo sistema: (1) de produtos genéricos vendidos pela rede de distribuição e (2) de produtos exclusivos. 8

9 Com base no portifolio de produtos utilizado pelo cliente e previamente cadastrado no sistema de dados, a ferramenta de formação de pedido busca as informações na vendas do cliente, converte em unidades de venda da rede de distribuição e deixa na tela do cliente um pedido sugerido automaticamente. Este pedido respeita uma periodicidade pré-acordada, a qual pode ser confirmada, alterada ou desprezada pelo cliente. Caso confirmado, o pedido será entregue como venda, seguindo sua escala de dias de entrega. Caso o cliente não tenha uma interface direta com o sistema de dados da rede para gerar o pedido automaticamente, ele pode ter um pedido sugestivo baseado na sua média histórica de compra, como também receber uma crítica feita pelo sistema sobre seu pedido. Por exemplo, se historicamente ele compra 10 unidades de um item e registra no pedido 100, o sistema irá fazer uma crítica dizendo a ele que a quantidade está fora da média, como também a crítica é feita se acontecer o inverso. Ao efetivar o pedido, o sistema automaticamente gera as informações para carregamento e entrega, bem como para reposição de estoque junto aos fornecedores. Esta reposição é confirmada pela rede de distribuição na intenção de respeitar lotes mínimos de compra, volume por caminhão etc. e-atendimento Neste portal de aplicação, os clientes têm acesso ao histórico de compra, à programação de entrega, a reclamações etc. Ao efetuar uma reclamação de qualidade de produto, por exemplo, esta reclamação é imediatamente repassada ao portal de aplicação do fornecedor, que terá acesso as suas reclamações e possui um prazo definido para responder. e-manuais Todo procedimento, contratos por cliente, programas de qualidade, indicadores contratados etc. são registrados e ficam à disposição de cada cliente. e-boletos/faturas O cliente tem acesso a todas as notas fiscais emitidas, podendo conferi-las antes mesmo de receber o produto. Pode puxar suas faturas e se programarem. e-mensagens Informações, recados, mensagens, promoções específicas, vencimento de produtos exclusivos, itens com pouco saída etc. podem ser informados a cada cliente por este portal. e-rotas O cliente tem, passo a passo, como está a formação de seu pedido, se já foi despachado, quando chega, se a rota está atrasada etc. e- fornecedor Assim como o cliente, o fornecedor recebe um login e uma senha para acessar as informações relacionadas aos seus produtos. Com este portal, podem visualizar a venda geral, a venda por cliente, região, reclamações etc. Além disso, têm acesso às programações e projeções de compra. Informativo Fica aberto no portal, focando cada tipo de cliente, à medida que efetuam o login. É utilizado para repassar informações gerais sobre o mercado de food-service, treinamentos na área, feiras, eventos, promoções de produtos etc. 9

10 Por esse portal de relacionamento, utilizando-se dos portais de aplicação, cada agente se relaciona com a rede de distribuição, de forma on-line, agilizando informações, pedidos e reposição de estoque. Enfim, a internet passa a ser utilizada como uma ferramenta para ajudar a aplicação do CPFR. Para os clientes que operam com a distribuição exclusiva, é possível interligar todos os aplicativos, nos quais se pode visualizar o fluxo desde a venda ao consumidor final no caixa até o estoque no fornecedor de primeira camada Pesquisa de campo O estudo utilizou-se de uma survey na intenção de entender a importância e o desempenho que alguns agentes, participantes do processo de CPFR gerenciado pela rede de distribuição, atribuem ao sistema adotado. Foram avaliados cinco aspectos relativos aos portais de aplicação: 1. Quanto ao portal de relacionamento como um todo; 2. Quanto aos informativos que estão à disposição; 3. Quanto ao sistema de pedidos; 4. Quanto ao sistema de reclamações; 5. Quanto ao sistema de informações de entrega. Segundo Malhotra (2001), o método survey consiste em um questionário estruturado apresentado a uma amostra de uma população e destinado a provocar informações específicas dos entrevistados. No caso em particular, o questionário foi aplicado, via internet (à disposição do portal de acesso de cada cliente), a 560 pontos de venda, obtendo-se 342 respostas. Utilizou-se de um questionário formal com cinco questões relacionadas diretamente aos aspectos mencionados, com uma escala de classificação contínua de 1 a 5, em que o entrevistado escolhe a posição que julgar ser apropriada. Para cada aspecto, foram verificadas questões relativas: - Ao desempenho (performance) do sistema utilizado por ele (1 fraco; 2 melhorar; 3 satisfatório; 4 bom; 5 excelente) - À importância da ferramenta no seu dia-a-dia (1 nada importante; 2 pouco importante; 3 neutro; 4 importante; 5 muito importante) Considerando uma média geral das respostas de todos os participantes, obtida da classificação atribuída por cada agente, tem-se a avaliação geral do sistema, apresentada no Quadro 2. Quadro 2: Médias da avaliação dos usuários Avaliação dos agentes Importância Performance Portal de relacionamento 4,44 4,17 Informativos 4,32 4,21 Pedidos 4,76 4,19 Reclamações 4,62 4,05 Entrega 4,52 3,45 Percebe-se que os agentes atribuem um grau de importância relativamente grande à ferramenta. Pode-se intuir que isto caracteriza que entendem o processo e sua finalidade como instrumento para melhoria dos seus negócios e da cadeia. 10

11 O portal de aplicação relacionado a pedidos foi considerado o mais importante e obteve uma boa avaliação de desempenho. Ou seja, além de ser fundamental para o sistema, a reposta obtida pela sua utilização parece demonstrar ser ele útil e funcional. Da mesma forma, atribuem muita importância ao sistema de reclamações, no entanto, apesar de boa a avaliação, seu desempenho é menor do que a aplicação do portal de pedidos. Já o portal relativo ao processo de entrega obteve a classificação de grande importância, mas não apresentou correspondente desempenho, provavelmente pelo dinamismo das entregas, que ocorrem em cerca de 24 horas. (para São Paulo e Rio de Janeiro) após colocado o pedido. De uma maneira geral, o sistema demonstra estar muito bem avaliado por quem utiliza a ferramenta. Isto demonstra que a ferramenta é útil, independente de quem a utiliza entender ou não da sua extensão em toda a cadeia. Por outro lado, sua prática para coleta e repasse de informações nos processo de CPFR é funcional e apresenta-se como uma importante ferramenta para o processo. 5. Conclusão Os meios de gestão colaborativa na cadeia de suprimentos vêm avançando com a utilização de ferramentas tecnológicas e o CPFR tem se apresentado como um dos instrumentos que melhor representa este processo, uma vez que concilia gestão de relacionamento com tecnologia. Considerando o momento em que o tema vem sendo explorado na literatura com enfoque mais teórico do que prático, além de geralmente limitado a casos relacionados a supermercados, apresentar um caso real em que uma empresa implementa o processo com diversos clientes utilizando a internet como ferramenta de acesso aos agentes, torna-se uma oportunidade para contribuir com o tema. A descrição do caso é um exemplo de como pode ser utilizado o CPFR e a internet, como permitir a participação dos diversos agentes, como conduzir os processos e como definir o papel de cada um neste processo. Em adição, percebe-se, a partir do resultado obtido pela pesquisa de campo, a aceitação da internet como ferramenta de apoio ao CPFR, entendida como importante para as operações de abastecimento e demonstrando ser um instrumento bem aceito pelos agentes da cadeia. Um estudo como este é extremamente amplo, repleto de variáveis e situações capazes de gerar muitos outros trabalhos acadêmicos. No entanto, o foco dos autores foi analisar a internet como ferramenta de apoio aos processos de CPFR em uma cadeia de suprimentos de uma empresa de food-service. Apesar de alguns aspectos deste trabalho poderem ser generalizados para outros casos, o estudo é limitado a um caso específico e sua aplicação em outro segmento ou tipo de empresa deve ser mais bem estudada. Entretanto, independente das limitações do estudo e de sua proposta, pode-se perceber pontos interessantes em termos de inovação nos métodos de gestão da cadeia de suprimentos, como os portais de aplicação que permitem aos agentes da cadeia obter informações, gerar informações e efetivarem transações. Um processo como este, fundamentalmente, se apóia na tecnologia de informação. É primordial para a empresa que deseja implementar um processo como esse ter um sistema de dados robusto, com processamento ágil e seguro, capaz de trabalhar com todas as interfaces necessárias. 11

12 Referências COUGHLAN, PAUL; AND COGHLAN, DAVID. Action research for operations management, International Journal of Operations & Production Management, v. 22, n. 2, p , CHRISTOPHER, MARTIN; & JUTTNER, UTA. Developing strategic partnerships in the supply chain: a practitioner perspective. European Journal of Purchasing & Supply Management, v. 6 p , CROOM, SIMON R. The impact of e-business on Supply chain Management an Empirical Study of Key Developments. International Journal of Operations & Production Management. v. 25, n. 1, p , DISNEY, S.M. & TOWILL, D.R. Vendor-Managed Inventory and Bullwhip Reduction in a Two-level. Supply Chain. International Journal of Operation & Production Management, v. 23, n. 6, p , DONK, DIRK PIETER VAN & VAART, TACO VAN DER. (2004). Business conditions, shared resources and integrative practices in the supply chain. Journal of Purchasing & supply Management, 10, p FLIEDNER, GENE. CPFR: an emerging supply chain tool. Industrial Management & Data Systems, 103/1, p , HARRISON, ALAN; & HOEK, REMKO. Estratégia e Gerenciamento de Logística. São Paulo: Futura, HOLMSTROM, JAN; FRAMLING, KARY; AND KAIPIA, RIIKKA; SARANEN. Collaborative planning forecasting and replenishment: new solutions needed for mass collaboration, Supply Chain Management: An International Journal, v. 7, n. 3, p , MALHOTRA, NARESH K. Pesquisa de Marketing Uma Orientação Aplicada. Porto Alegre: Bookman,, p. 179, MARQUEZ, ADOLFO CRESPO. Front-end, back-end and integration issues in virtual supply modeling. Int. J. Logistics Systems and Management, v. 1, n. 1 p , chain dynamics MENTZER, JOHN T. & MOON, MARK A. Understanding Demand. Supply Chain Management Review; May/Jun 2004, v.8, n. 4, p. 38, MIN, SOONHONG, ROATH, A.S.; DAUGHERTY, P.J.; GENCHEV, S.E.; CHEN, H.; ARNDT, A.D. Supply Chain Collaboration: What s happening? The International Journal of Logistics Management. v. 16, n. 2, p , OVALLE, OSCAR RUBIANO & MÁRQUEZ, ADOLFO CRESPO. The Effectiveness of Using e-collaboration tools in the Supply Chain: an Assessment Study with System Dynamics. Journal of Purchasing & Supply Management, n. 9, p , PIRES, SILVIO R.I.; Gestão da Cadeia de Suprimentos Conceitos, Estratégias, Práticas e Casos. São Paulo: Atlas, RUTNER, STEPHEN M.; GIBSON, BRIAN J. & WILLIAM, SUSAN R. The impacts of the integrated logistics systems on electronic commerce and enterprise resource planning systems. Transportation Research Part E, 39 p , SKJOETT-LARSEN, T; THERNOE, C.; AND ANDERSEN, C. Supply chain collaboration: theoretical perspectives and empirical evidence. International Journal of Physical Distribution & Logistics Management, v. 33, n. 6, p , WANKE, PETER F. & ZINN, WALTER. Strategic Logistics Decision Making. International Journal of Physical Distribution & Logistics Management, v. 34, n. 6, p , VICKERY, SHAWNEE K.; et al. The effects of an integrative supply chain strategy on customer service and financial performance. Journal of Operations Management, 21, p , VICS (Voluntary Interindustry commerce standards). Collaborative planning, forecasting and replenishment. Voluntary Guidelines. Disponível em Acessado em 28 de abril de ZACHARIA, ZACH G.; & MENTZER, JOHN T. Logistics Salience in a Changing Environment. Journal of Business Logistics, v. 25, n.1, pg 187,

O PAPEL DOS AGENTES DA CADEIA DE SUPRIMENTOS EM PROJETOS DE IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMAS CPFR: UM ESTUDO DE CASO

O PAPEL DOS AGENTES DA CADEIA DE SUPRIMENTOS EM PROJETOS DE IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMAS CPFR: UM ESTUDO DE CASO ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& O PAPEL DOS AGENTES DA CADEIA DE SUPRIMENTOS EM

Leia mais

GESTÃO DA DEMANDA, COLABORAÇÃO E CPFR (COLLABORATIVE PLANNING, FORECASTING, AND REPLENISHMENT): UM ESTUDO EM EMPRESAS DE ALIMENTAÇÃO

GESTÃO DA DEMANDA, COLABORAÇÃO E CPFR (COLLABORATIVE PLANNING, FORECASTING, AND REPLENISHMENT): UM ESTUDO EM EMPRESAS DE ALIMENTAÇÃO Sistemas & Gestão 7 (2012), pp 312-324 GESTÃO DA DEMANDA, COLABORAÇÃO E CPFR (COLLABORATIVE PLANNING, FORECASTING, AND REPLENISHMENT): UM ESTUDO EM EMPRESAS DE ALIMENTAÇÃO Mauro Vivaldini a, Silvio R.

Leia mais

1 Introdução. Resumo. Mauro Vivaldini Fernando Bernardi de Souza Silvio Roberto Ignácio Pires

1 Introdução. Resumo. Mauro Vivaldini Fernando Bernardi de Souza Silvio Roberto Ignácio Pires Implementação de um sistema Collaborative Planning, Forecasting, and Replenishment em uma grande rede de fast food por meio de um prestador de serviços logísticos Resumo Mauro Vivaldini Fernando Bernardi

Leia mais

Desafios para implementação de iniciativas de colaboração no processo de planejamento da demanda

Desafios para implementação de iniciativas de colaboração no processo de planejamento da demanda Desafios para implementação de iniciativas de colaboração no processo de planejamento da demanda Parte II Leonardo Julianeli Na primeira parte deste texto*, foram apresentados os principais motivadores

Leia mais

Lean e a Gestão Integrada da Cadeia de Suprimentos

Lean e a Gestão Integrada da Cadeia de Suprimentos JOGO DA CERVEJA Experimento e 2: Abordagem gerencial hierárquica e centralizada Planejamento Integrado de todos os Estágios de Produção e Distribuição Motivação para um novo Experimento Atender à demanda

Leia mais

A Cadeia de Abastecimentos corresponde ao conjunto de processos necessários para: agregar-lhes valor dentro da visão dos clientes e consumidores e

A Cadeia de Abastecimentos corresponde ao conjunto de processos necessários para: agregar-lhes valor dentro da visão dos clientes e consumidores e A Cadeia de Abastecimentos corresponde ao conjunto de processos necessários para: obter materiais, agregar-lhes valor dentro da visão dos clientes e consumidores e disponibilizar os produtos no local e

Leia mais

Tecnologia da Informação em Aplicações Logísticas. Professor: Msc. Marco Aurélio C. da Silva

Tecnologia da Informação em Aplicações Logísticas. Professor: Msc. Marco Aurélio C. da Silva Tecnologia da Informação em Aplicações Logísticas Professor: Msc. Marco Aurélio C. da Silva Importância da TI na Logística A TI foi um fator preponderante para o desenvolvimento da Logística nos últimos

Leia mais

TAW Tópicos de Ambiente Web

TAW Tópicos de Ambiente Web TAW Tópicos de Ambiente Web Comércio Eletrônico rveras@unip.br Aula - 04 Agenda Comércio Eletrônico 2 Comércio Eletrônico Comércio Eletrônico 3 O que é o comércio eletrônico Evolução Transações convencionais

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Logística Empresarial Administração de Empresas 6º Período Resumo Introdução ao Conceito de Logística Logística Empresarial (ótica acadêmica e empresarial) Globalização e Comércio Internacional Infra-Estrutura

Leia mais

Brochura - Panorama ILOS

Brochura - Panorama ILOS Brochura - Panorama ILOS Planejamento no Supply Chain - 2015 - Apresentação As empresas devem garantir que suas cadeias de suprimento estejam preparadas para um mercado em constante modificação. Planejar

Leia mais

FERNANDO BERNARDI DE SOUZA

FERNANDO BERNARDI DE SOUZA PROCESSOS COMPONENTES NO CPFR (Collaborative Planning, Forecasting, and Replenishment) ESTUDO DE DOIS CASOS PRÁTICOS MAURO VIVALDINI ( mvivaldini@martin-brower.com.br ) MARTIN BROWER FERNANDO BERNARDI

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 2. Logística de Resposta Rápida. Contextualização. Prof. Me. John Jackson Buettgen

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 2. Logística de Resposta Rápida. Contextualização. Prof. Me. John Jackson Buettgen Logística Empresarial Aula 2 Evolução da Disciplina O papel da Logística Empresarial Aula 1 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Aula 2 Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid

TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid Recebimento de NF-e e CT-e Emissão de NF-e, CT-e, MDF-e e NFS-e Integração nativa com o seu ERP Exija a solução que é o melhor investimento para a gestão

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Após a Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos da América passaram por um longo período de crescimento. Responsáveis pela reconstrução de muitos

Leia mais

Mauro Vivaldini UNIMEP mvivaldini@mbbrasil.com.br. Fernando Bernardi de Souza UNIMEP fbsouza@unimep.br

Mauro Vivaldini UNIMEP mvivaldini@mbbrasil.com.br. Fernando Bernardi de Souza UNIMEP fbsouza@unimep.br IMPLANTAÇÃO DE UM CPFR (COLLABORATIVE PLANNING, FORECASTING, AND REPLENISHMENT) POR INTERMÉDIO DO PRESTADOR DE SERVIÇOS LOGÍSTICOS (PSL). Mauro Vivaldini UNIMEP mvivaldini@mbbrasil.com.br Fernando Bernardi

Leia mais

Tecnologia Aplicada à Logística

Tecnologia Aplicada à Logística Tecnologia Aplicada à Logística Movimentação e TI Alunos: Keriton Leandro Fernando TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA LOGÍSTICA Definição de Informação na Logística É um elemento de grande importância nas operações

Leia mais

Sistemas de Informações. SCM Supply Chain Management

Sistemas de Informações. SCM Supply Chain Management Sistemas de Informações SCM Supply Chain Management Fontes Bozarth, C.; Handfield, R.B. Introduction to Operations and Supply Chain Management. Prentice Hall. 2nd. Edition Objetivos Fluxos de Informação

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

Motivadores para Implementação de Iniciativas de Colaboração no Processo de Planejamento da Demanda

Motivadores para Implementação de Iniciativas de Colaboração no Processo de Planejamento da Demanda Motivadores para Implementação de Iniciativas de Colaboração no Processo de Planejamento da Demanda - Parte I - Leonardo Julianelli Depois de décadas estudando e discutindo modelos estatísticos sofisticados

Leia mais

ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS

ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Engenharia de Produção e Sistemas Sistemas de Informação (SIN) ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS Profº Adalberto J. Tavares Vieira

Leia mais

APLICATIVOS CORPORATIVOS

APLICATIVOS CORPORATIVOS Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 3 APLICATIVOS CORPORATIVOS PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos de Sistemas

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

Sistemas Integrados ASI - II

Sistemas Integrados ASI - II Sistemas Integrados ASI - II SISTEMAS INTEGRADOS Uma organização de grande porte tem muitos tipos diferentes de Sistemas de Informação que apóiam diferentes funções, níveis organizacionais e processos

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Importância dos Fatores Não-tecnológicos na Implementação do CPFR

Importância dos Fatores Não-tecnológicos na Implementação do CPFR Disponível em http:// RAC, Curitiba, v. 14, n. 2, art. 6, pp. 289-309, Mar./Abr. 2010 Importância dos Fatores Não-tecnológicos na Implementação do CPFR The Importance of Non-technological Factors on CPFR

Leia mais

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS Entendendo o cenário atual As organizações continuam com os mesmos objetivos básicos: Prosperar em seus mercados de atuação

Leia mais

Evolução estratégica do processo de compras ou suprimentos de bens e serviços nas empresas

Evolução estratégica do processo de compras ou suprimentos de bens e serviços nas empresas Evolução estratégica do processo de compras ou suprimentos de bens e serviços nas empresas Ataíde Braga Introdução A aquisição de bens e serviços a serem utilizados na produção e na revenda de produtos

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

e-fornecedores Nova Versão Cartilha do Fornecedor

e-fornecedores Nova Versão Cartilha do Fornecedor e-fornecedores Nova Versão Cartilha do Fornecedor Destinada aos Fornecedores das empresas: Outubro/2010 Nova Estrutura de Telas O portal e-fornecedores conta com nova interface, que facilita a forma de

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS CANOAS ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING RENAN ROLIM WALENCZUK Canoas, Agosto de 2014 SUMÁRIO 1 INTODUÇÃO...03 2 ERP (ENTERPRISE

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Disciplina: Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA

Leia mais

SCM Supply Chain Management Desafio na Integração de clientes e fornecedores

SCM Supply Chain Management Desafio na Integração de clientes e fornecedores SCM Supply Chain Management Desafio na Integração de clientes e fornecedores OBJETIVOS Principais desafios de Supply Chain enfrentados pelas indústrias Premissas para criação de valor na comunicação interempresas

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação

CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação Janniele Aparecida Como uma empresa consegue administrar toda a informação presente nesses sistemas? Não fica caro manter tantos sistemas diferentes? Como os

Leia mais

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Fonte: Tipos de Sistemas de Informação (Laudon, 2003). Fonte: Tipos de Sistemas

Leia mais

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão 1 Roteiro da Apresentação Definições Cadeia de Suprimentos Logística Gestão da Cadeia de Suprimentos

Leia mais

WMS - Warehouse Management System

WMS - Warehouse Management System Sistema de Gestão Empresarial LUSANA SOUZA NATÁLIA BATUTA MARIA DAS GRAÇAS TATIANE ROCHA GTI V Matutino Prof.: Itair Pereira Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. WMS... 2 3. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO... 2 4. POLÍTICA

Leia mais

Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como:

Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como: Fascículo 4 Gestão na cadeia de suprimentos Cadeias de suprimentos Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como:

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES. Por Caio Fiuza

CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES. Por Caio Fiuza CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES Por Caio Fiuza Nos últimos 10 anos, a gestão das áreas de apoio nas grandes organizações brasileiras vem passando por importantes transformações. A principal delas

Leia mais

Supply Chain Management Gerenciamento da cadeia de suprimentos. Prof. Paulo Medeiros

Supply Chain Management Gerenciamento da cadeia de suprimentos. Prof. Paulo Medeiros Supply Chain Management Gerenciamento da cadeia de suprimentos. Prof. Paulo Medeiros Supply Chain Management O período entre 1980 e 2000 foi marcado por grandes transformações nos conceitos gerenciais,

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Logística Empresarial Aula 05 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos

Leia mais

Coletividade; Diferenciais; Informação; Dado; Informação; Conhecimento. Coletar informação; e Identificar as direções.

Coletividade; Diferenciais; Informação; Dado; Informação; Conhecimento. Coletar informação; e Identificar as direções. Revisão 1 Coletividade; Diferenciais; Informação; Dado; Informação; Conhecimento Coletar informação; e Identificar as direções. Precisa; Clara; Econômica; Flexível; Confiável; Dirigida; Simples; Rápida;

Leia mais

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi e Sistema Integrado Objetivos do Tema Apresentar: Uma visão da logística e seu desenvolvimento com o marketing. A participação da logística como elemento agregador

Leia mais

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO Umberto Sales Mazzei Bruno Vieira Bertoncini PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO

Leia mais

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento

versa A solução definitiva para o mercado livreiro. Aumente a eficiência de seu negócio Tenha uma solução adequada para cada segmento Aumente a eficiência de seu negócio O Versa é um poderoso software de gestão de negócios para editoras, distribuidoras e livrarias. Acessível e amigável, o sistema foi desenvolvido especificamente para

Leia mais

A sua operação de mina faz uso de uma solução de software de planejamento integrado ou utiliza aplicações de software isoladas?

A sua operação de mina faz uso de uma solução de software de planejamento integrado ou utiliza aplicações de software isoladas? XACT FOR ENTERPRISE A ênfase na produtividade é fundamental na mineração à medida que as minas se tornam mais profundas, as operações se tornam cada vez mais complexas. Empresas de reconhecimento mundial

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Os SIs têm o objetivo de automatizar os diversos processos empresariais, visando aumentar o controle e a produtividade, bem

Leia mais

Previsão, Reabastecimento e Planejamento Colaborativo (CPFR): Conceitos e Aplicações

Previsão, Reabastecimento e Planejamento Colaborativo (CPFR): Conceitos e Aplicações Previsão, Reabastecimento e Planejamento Colaborativo (CPFR): Conceitos e Aplicações Flávio Luis Borges Tavares (UNIFEI) flbtjnc@yahoo.com.br Renato da Silva Lima (UNIFEI) rslima@unifei.edu.br Resumo:

Leia mais

Rede. Rede. Informação. Infraestrutura. Gerenciamento. Controle. Visão. Ação. Confiabilidade. Informação. Expertise. Rede. Visão. Rede.

Rede. Rede. Informação. Infraestrutura. Gerenciamento. Controle. Visão. Ação. Confiabilidade. Informação. Expertise. Rede. Visão. Rede. Gerenciamento Expertise Expertise Expertise Expertise A OpServices é uma empresa focada no desenvolvimento de soluções de governança de TI, monitoração de processos de negócios e de infraestrutura de TI.

Leia mais

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação. Prof a.:lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Prof a.:lillian Alvares Fóruns óu s/ Listas de discussão Espaços para discutir, homogeneizar e compartilhar informações, idéias

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce

Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce Facilitando Negócios Conectando softwares com Magento Plataforma de E-Commerce Integração de Dados Plataforma Hub Magento E-Commerce Este documento

Leia mais

Governança de TI. ITIL v.2&3. parte 1

Governança de TI. ITIL v.2&3. parte 1 Governança de TI ITIL v.2&3 parte 1 Prof. Luís Fernando Garcia LUIS@GARCIA.PRO.BR ITIL 1 1 ITIL Gerenciamento de Serviços 2 2 Gerenciamento de Serviços Gerenciamento de Serviços 3 3 Gerenciamento de Serviços

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA A informação sempre esteve presente em todas as organizações; porém, com a evolução dos negócios, seu volume e valor aumentaram muito, exigindo uma solução para seu tratamento,

Leia mais

O que é ERP e suas vantagens

O que é ERP e suas vantagens Sistema 8Box ERP O que é ERP e suas vantagens Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa, possibilitando a automação e

Leia mais

Sistemas de Apoio. Prof.: Luiz Mandelli Neto. Sistemas de Apoio. ERP (Enterprise Resource Planning) PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS

Sistemas de Apoio. Prof.: Luiz Mandelli Neto. Sistemas de Apoio. ERP (Enterprise Resource Planning) PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS Sistemas de Apoio Prof.: Luiz Mandelli Neto Sistemas de Apoio ERP (Enterprise Resource Planning) PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS Mapa de TI da cadeia de suprimentos Estratégia Planejamento Operação

Leia mais

DEMANDA, GESTÃO COLABORATIVA E CPFR - UM ESTUDO EM EMPRESAS DE FOOD-SERVICE

DEMANDA, GESTÃO COLABORATIVA E CPFR - UM ESTUDO EM EMPRESAS DE FOOD-SERVICE XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. DEMANDA, GESTÃO COLABORATIVA E CPFR - UM ESTUDO EM EMPRESAS DE FOOD-SERVICE Mauro Vivaldini (UNIMEP) mvivaldini@vianetbr.com.br Fernando Bernardi de Souza

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística Sistemas de Informação Sistemas de informação ERP - CRM O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi Marketing Prof. Angelo Polizzi Gestão de Produção Gestão de Produção Objetivos: Mostrar que produtos (bens e serviços) consumidos, são produzidos em uma ordem lógica, evitando a perda ou falta de insumos

Leia mais

Gestão de Estoques. Leader Magazine

Gestão de Estoques. Leader Magazine Gestão de Estoques Leader Magazine Maio 2005 Índice O Projeto Gestão de Estoques Resultados Índice O Projeto Gestão de Estoques Resultados Objetivos Implementar e Controlar todos os processos de Compra

Leia mais

Olá pessoal nesta fase vimos que a definição de Logística segundo Dornier (2000) é Logística é a gestão de fluxos entre funções de negócio.

Olá pessoal nesta fase vimos que a definição de Logística segundo Dornier (2000) é Logística é a gestão de fluxos entre funções de negócio. Gestão da Produção Industrial Módulo B Fase 1 2015 Logística Empresarial Olá pessoal nesta fase vimos que a definição de Logística segundo Dornier (2000) é Logística é a gestão de fluxos entre funções

Leia mais

O Supply Chain Evoluiu?

O Supply Chain Evoluiu? O Supply Chain Evoluiu? Apresentação - 24º Simpósio de Supply Chain & Logística 0 A percepção de estagnação do Supply Chain influenciada pela volatilidade do ambiente econômico nos motivou a entender sua

Leia mais

Curso superior de Tecnologia em Gastronomia

Curso superior de Tecnologia em Gastronomia Curso superior de Tecnologia em Gastronomia Suprimentos na Gastronomia COMPREENDENDO A CADEIA DE SUPRIMENTOS 1- DEFINIÇÃO Engloba todos os estágios envolvidos, direta ou indiretamente, no atendimento de

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação UNIDADE XI Sistema De Apoio à Gestão Empresarial Professor : Hiarly Alves www.har-ti.com Fortaleza - 2014 Tópicos Conceitos de software de gestão administrativas Principais softwares de gestão do mercado

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

Fonte: http://www.argentus.com/supply-chain-jobs-scm-jobs/ continental, bem como nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

Fonte: http://www.argentus.com/supply-chain-jobs-scm-jobs/ continental, bem como nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira. CONCEITOS ESTRUTURANTES DA CIÊNCIA LOGÍSTICA Parte II: Gestão da Cadeia de Abastecimento Relevância para a Logística Permanente 1 do Exército. Cap AdMil António Machado Fruto sobretudo da competitividade

Leia mais

Prof. Daniel J. Melo Brasil

Prof. Daniel J. Melo Brasil EDI Definição EDI é um acrônimo para Intercâmbio Eletrônico de Dados EDI refere-se a troca de estruturada de dados entre as organizações por meio eletrônico. EDI pode ser utilizado para a comunicação de

Leia mais

Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010. Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999

Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010. Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999 FSI capítulo 2 Referências bibliográficas: Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010 Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999 Porter M., Competitive

Leia mais

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Tecnologia da Informação. O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Implementação Estratégica da TI com foco nos Negócios

Implementação Estratégica da TI com foco nos Negócios Implementação Estratégica da TI com foco nos Negócios Projeto para a disciplina Sistemas de Informação Gerencial Curso: MBA em Gestão e Negócios UNIMEP Elaborada por: Profº. Ms Flávio Ibelli Callegari

Leia mais

Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software SILC - SISTEMA DE LOCAÇÃO E CONTROLE

Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software SILC - SISTEMA DE LOCAÇÃO E CONTROLE 1 Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software SILC - SISTEMA DE LOCAÇÃO E CONTROLE EDILBERTO SILVA 1, ALESSANDRA DE CARVALHO COSTA (0911272) 2, CRISTIANO LEOPOLDINO DA SILVA. (911343) 3, MARCELO

Leia mais

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014 Resumo Introdução O Comércio Eletrônico é um dos aspectos relevantes no ambiente empresarial atual e tem recebido atenção especial das empresas nos últimos anos, primeiro por ser considerado como uma grande

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV Bloco Comercial CRM e AFV Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos CRM e AFV, que fazem parte do Bloco Comercial. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

Universidade Federal de Itajubá EPR 806 Sistemas de Informação

Universidade Federal de Itajubá EPR 806 Sistemas de Informação Tipos de Sistemas de Informação Sistemas sob a Perspectiva de Grupos Usuários Sistemas de apoio ao executivo (SAE); Universidade Federal de Itajubá EPR 806 Sistemas de Informação Segundo semestre de 2012

Leia mais

Excelência operacional

Excelência operacional Excelência operacional o pilar para obter um crescimento lucrativo na Colômbia POR: DAVID MONROY E ROBERTO PALACIOS, SINTEC Siga-nos: @Perspectiva Sintec @Sintec_ @PerspectivaSintec Introdução Toda empresa

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA Descrição da(s) atividade(s): Indicar qual software integrado de gestão e/ou ferramenta

Leia mais

Em 2012, a Prosoft planejou o lançamento da Versão 5 dos seus produtos.

Em 2012, a Prosoft planejou o lançamento da Versão 5 dos seus produtos. VERSÃO 5 Outubro/2012 Release Notes Não deixe de atualizar o seu sistema Planejamos a entrega ao longo do exercício de 2012 com mais de 140 melhorias. Mais segurança, agilidade e facilidade de uso, atendendo

Leia mais

Oracle Applications and Technologies

Oracle Applications and Technologies Apresenta Oracle Applications and Technologies Pacotes de Treinamentos Personalizados 1 Índice Introdução... 3 Modalidade dos Treinamentos... 5 Tipos de Treinamentos... 7 Conteúdo e Abordagem dos Treinamentos...

Leia mais

, diferente é gerar praticidade, desenvolvendo soluções

, diferente é gerar praticidade, desenvolvendo soluções , diferente é gerar praticidade, desenvolvendo soluções A UniSolution atua na área de consultoria e desenvolvimento de sistemas desde 1995, atendendo clientes do segmento industria, comércio e prestadores

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

www.fgvsp.br/cia/ned 5 ª EDIÇÃO MARÇO DE 2003 RESUMO *

www.fgvsp.br/cia/ned 5 ª EDIÇÃO MARÇO DE 2003 RESUMO * CENTRO DE INFORMÁTICA APLICADA PROGRAMA DE EXCELÊNCIA DE NEGÓCIOS NA ERA DIGITAL PESQUISA FGV COMÉRCIO ELETRÔNICO NO MERCADO BRASILEIRO www.fgvsp.br/cia/ned 5 ª EDIÇÃO MARÇO DE 2003 RESUMO * COORDENADOR:

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP A IMPORTÂNCIA DA CONSULTORIA NA SELEÇÃO / IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO - ERP Para as corporações, as mudanças são absorvidas pelas equipes internas, envolvendo tecnologia, contabilidade, logística

Leia mais

1. Introdução. 1.1 Apresentação

1. Introdução. 1.1 Apresentação 1. Introdução 1.1 Apresentação Empresas que têm o objetivo de melhorar sua posição competitiva diante do mercado e, por consequência tornar-se cada vez mais rentável, necessitam ter uma preocupação contínua

Leia mais

Politicas de Armazenagem Formador: João Matias TL02. Trabalho Realizado Por: Helena Pereira - Dora Costa - Armando Gonçalves Paulo Caiola

Politicas de Armazenagem Formador: João Matias TL02. Trabalho Realizado Por: Helena Pereira - Dora Costa - Armando Gonçalves Paulo Caiola Politicas de Armazenagem Formador: João Matias TL02 Trabalho Realizado Por: Helena Pereira - Dora Costa - Armando Gonçalves Paulo Caiola Introdução A informação sempre foi importante, essencial mesmo,

Leia mais

Sistemas de Informação. Sistemas Integrados de Gestão ERP

Sistemas de Informação. Sistemas Integrados de Gestão ERP Sistemas de Informação Sistemas Integrados de Gestão ERP Exercício 1 Um arame é cortado em duas partes. Com uma das partes é feito um quadrado. Com a outra parte é feito um círculo. Em que ponto deve ser

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PLANO DE DISCIPLINA DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Análise crítica de um dos primeiros casos de quarteirização logística (4PL) no Brasil: o caso CVRD e IPQ

Análise crítica de um dos primeiros casos de quarteirização logística (4PL) no Brasil: o caso CVRD e IPQ Análise crítica de um dos primeiros casos de quarteirização logística (4PL) no Brasil: o caso CVRD e IPQ Mauro Vivaldini (UNIMEP) mvivaldini@mbbrasil.com.br Fernando Bernardi de Souza (UNIMEP) fbsouza@unimep.br

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil Ana Luiza Collares Xavier JULIA FERRAZ DUAYER Thalita Gaspar Telles Light Serviços de

Leia mais

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer 3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer Esse capítulo tem por objetivo apresentar os conceitos do sistema APO (Advanced Planner and Optimizer), o sistema APS da empresa alemã SAP. O sistema APO

Leia mais

Atendimento ao canal de Hotéis e Restaurantes

Atendimento ao canal de Hotéis e Restaurantes Atendimento ao canal de Hotéis e Restaurantes AGENDA - MERCADO DE FOOD SERVICE - MODELO ABASTECIMENTO ATUAL E ENTENDIMENTO CADEIA DE ABASTECIMENTO - MODELO PROPOSTO - PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DO MODELO -

Leia mais