C.G.E. Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas LTDA Rua: General Castilho de Lima, Nº 150 Mauá SP CEP: CNPJ / MF:

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1 MANUAL DA QUALIDADE PARA CORPORATIVO C.G.E. Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas LTDA Rua: General Castilho de Lima, Nº 150 Mauá SP CEP: CNPJ / MF: / Inscrição Estadual: Registro na JUCESP: /00-5 Inscrição Municipal: Tel: FAX:

2 ÍNDICE 1. HISTÓRIA DA C.G.E POLÍTICA DA QUALIDADE CGE / ÁPICE POLÍTICA AMBIENTAL OBJETIVO APLICAÇÃO REQUISITOS MINIMOS PARA CERTIFICAÇÃO CONFIDENCIALIDADE DISPOSIÇÕES GERAIS DEFINIÇÕES REQUISITOS E RESPONSABILIDADES DO FORNECEDOR DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA DO FORNECEDOR INFORMAÇÃO TÉCNICA DA C.G.E CAPACIDADE PRODUTIVA DO FORNECEDOR APRESENTAÇÃO DE AMOSTRAS INICIAIS PROCESSO DE APROVAÇÃO DE PRODUÇÃO (PPAP) CADASTRO NO SISTEMA IMDS (International Material Data System) RESPONSABILIDADE CIVIL CERTIFICADO DE QUALIDADE PROPRIEDADE DO CLIENTE EXIGÊNCIAS DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE E AMBIENTAL GESTÃO AMBIENTAL AVALIAÇÃO PARA HOMOLOGAÇÃO DE CRITÉRIO PARA CLASSIFICAÇÃO DOS MONITORAMENTO DA PERFORMANCE DA QUALIDADE I.G.Q.F: ÍNDICE GERAL DE QUALIDADE DO FORNECEDOR: AVALIAÇÃO E AÇÕES DE I.G.Q.F (Índice Geral da Qualidade de Fornecedores) GERENCIAMENTO DE PROBLEMAS SOLICITAÇÃO DE DESVIO (DERROGA) CUSTO DA NÃO QUALIDADE TABELA DE CUSTO DA NÃO QUALIDADE EMBARQUE CONTROLADO CRITÉRIOS DE ENTRADA EMBARQUE CONTROLADO NÍVEL I EMBARQUE CONTROLADO NÍVEL II CRITÉRIOS DE SAÍDA Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 2

3 14. DESEMPENHO DE ENTREGA E REQUISITOS WEB EDI EMBALAGENS PLANO DE CONTINGÊNCIA HISTÓRICO DAS REVISÕES APROVAÇÃO DO MANUAL DA QUALIDADE PARA Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 3

4 1. HISTÓRIA DA C.G.E. A C.G.E. foi fundada em fevereiro de 1972 pelo Sr. Pietro Campofiorito ( ). O nome da empresa surgiu com a idéia do Sr. Pietro em unir as iniciais dos nomes de seus filhos, que ocupam cargos na diretoria na empresa: C César Campofiorito - Diretor Comercial G Giovanna Rita Frisina - Diretora Financeira E Edoardo Campofiorito - Diretor Industrial As primeiras instalações foram no bairro do Tatuapé, à rua Serra de Botucatu, na cidade de São Paulo, onde permaneceu por 03 anos. Em 1975 no bairro do Tatuapé foi adquirido o primeiro imóvel. Naquele tempo, contava com 15 funcionários em seu quadro de pessoal. No ano de 1981, a matriz foi transferida para a cidade de Guarulhos, próximo a capital paulista. Seu crescimento tecnológico proporcionou a incorporação e a transferência da matriz para a Cidade de Mauá, no grande ABC, em No ano de 2010, o Grupo CGE adquiriu uma nova unidade de Pintura de peças plásticas a FaberPint Pintura de Peças Especiais, esta aquisição teve como principal objetivo a estratégia adotada pelo grupo em buscar sempre a melhor condição e tecnologia para atendimento de seus clientes. Em 11 de Janeiro de 2012 houve uma alteração na razão social da empresa de FABERPINT PINTURAS ESPECIAIS LTDA EPP para ÁPICE PINTURAS TÉCNICAS AUTOMOTIVAS LTDA-EPP. Em setembro de 2014 a Ápice Pinturas Técnicas Automotivas Ltda EPP foi incorporada ao Grupo CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda., como extensão de site. Escopo Geográfico CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Rua General Castilho de Lima, 150, Parque São Vicente, Mauá SP ÁPICE Pinturas Técnicas Automotivas Ltda EPP Avenida Charles Shnneider, 3500, Parque Senhor do Bonfim, Taubaté, SP, Mauá, Março de 2015 Fábio Lucas Depto. Compras Douglas Almeida Depto. Gestão da Qualidade Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 4

5 2. POLÍTICA DA QUALIDADE CGE / ÁPICE POLÍTICA DA QUALIDADE A Satisfação Total dos Clientes é o principal objetivo da CGE. Nosso compromisso é fornecer peças plásticas injetadas, pintadas e montadas para o mercado automotivo e indústria em geral, visando o atendimento aos requisitos, a Melhoria Continua do Sistema de Gestão da Qualidade através de: Garantir a satisfação do Cliente pelo atendimento adequado, qualidade dos produtos e pontualidade nas entregas; Treinar, conscientizar e tornar os colaboradores competentes e participativos; Desenvolver e manter parcerias com nossos fornecedores, visando atingirmos a excelência na qualidade de nossos produtos; EDOARDO CAMPOFIORITO Revisão E 14/10/2014 A Á P I C E P i n t u r a s T é c n i c a s e A u t o m ot i va s L t d a. - E P P, t em c om o P o l í t i c a d a Q u a l i d a d e, a melhoria contínua do sistema de gestão da qualidade que é aplicável ao serviço de PINTURA de peças plásticas para a aplicação automotiva e outras aplicações emergentes, visando a satisfação plena de seus clientes, através de: Atender aos requisitos normativos do produto, assim como dos clientes e do Sistema de Gestão da Qualidade conforme requisitos NBR ISO TS 16949:2009; Assegurar a adequação dos nossos processos internos, através do gerenciamento do sistema e qualidade efetiva; Treinar, conscientizar e tornar os colaboradores competentes e participativos; Desenvolver e manter parcerias com nossos fornecedores, visando atingirmos a excelência na qualidade de nossos produtos; Conscientizar os colaboradores sobre a aplicação de técnicas de prevenção direcionadas a respeitar o produto e processo. EDOARDO CAMPOFIORITO Revisão 01 23/09/2014 Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 5

6 2.1. POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL Crescimento Sustentável é fator fundamental em nosso trabalho. Atuando no mercado nacional e internacional para o mercado automotivo e a indústria em geral, na fabricação de componentes injetados, pintados e montados, considerando a gestão de seus resíduos industriais fator primordial em suas atividades, a CGE define a seguinte política ambiental: O cumprimento de toda a legislação e normas ambientais aplicáveis; A prevenção da poluição, através de treinamentos de conscientização e educação ambiental de todos seus colaboradores; O comprometimento com a eficácia e a melhoria continua do Sistema de Gestão Ambiental; A manutenção da comunicação apropriada com a comunidade, visitantes e colaboradores; O Compromisso de identificar e analisar todos os aspectos e impactos ambientais de nossas atividades. EDOARDO CAMPOFIORITO Revisão 00 02/09/14 Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 6

7 3. OBJETIVO Definir critérios para o desenvolvimento, avaliação, qualificação e verificação do desempenho e desqualificação de Fornecedores de produtos comprados para C.G.E. Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda e Ápice Pinturas Técnicas Automotivas Ltda. 4. APLICAÇÃO Este manual aplica-se a todos os fornecedores de materiais, produtos e serviços que afetam a qualidade do produto final fabricado pela C.G.E e ÁPICE Requisitos Mínimos de Certificação Como requisito mínimo para fornecimento os fornecedores devem estar em conformidade com os requisitos abaixo: Possuir Sistema de Gestão da Qualidade nos requisitos da ISO Desejável ISO/TS e ISO Fornecedores de Serviços de Calibração em equipamentos e meios de controle: ISO IEC Revisão Vigente ou Equivalente Nacional. O fornecedor, a cada atualização dos certificados do Sistema da Qualidade e Ambiental, deve enviar uma cópia eletrônica para a área de Compras e Qualidade da CGE / Ápice. A não atualização do certificado impactará na Performance do Fornecedor. 5. CONFIDENCIALIDADE Todo assunto tratado com os fornecedores deve ser considerado como confidencial, ou seja, em hipótese alguma os assuntos abordados entre a C.G.E. e o Fornecedor podem chegar ao conhecimento de terceiros, sem qualquer autorização prévia por parte da C.G.E. O Fornecedor ratifica este compromisso no ato do recebimento do Manual da Qualidade para Fornecedores. Salvo os casos em que o Cliente da C.G.E. solicita a necessidade de firmar um contrato de confidencialidade específico por parte de um fornecedor. O não cumprimento deste requisito está sujeito a penalidades e/ou sanções jurídicas. 6. DISPOSIÇÕES GERAIS 6.1 DEFINIÇÕES PRODUTO: Resultado de atividades ou processos que são comercializados no ramo de atividade da C.G.E Sociedade Fabricadora de Peças Ltda. Genericamente o produto pode incluir serviços, peças, componentes, conjuntos montados, materiais processados, informações, matéria-prima, ou uma combinação destes. COMPONENTE: São peças que serão agregadas ao produto da C.G.E e Ápice. Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 7

8 INSUMOS: São produtos usados para a realização dos processos de fabricação da C.G.E (matéria prima, e produtos similares). CRIPPLE: São carros incompletos. Não ocasiona a parada de linha, porém o carro ficará no pátio da montadora aguardando a entrega da peça em questão. RECALL: É um chamado de volta do veículo a fabrica ou concessionárias para reparo de defeitos, principalmente aqueles que envolvem itens de segurança. Vale lembrar que todo o custo será repassado ao fornecedor. FORNECEDOR: Organização que fornece comercialmente serviços, peças, componentes, conjuntos montados, materiais processados, informações e matéria-prima ou uma combinação destes que estejam relacionados com a atividades e produtos da C.G.E Sociedade Fabricadora de Peças Ltda e Ápice Pinturas Técnicas Automotivas Ltda. IQF: Índice de Qualificação do Fornecedor: Indicador utilizado para monitorar o desempenho do fornecedor mensalmente PPAP: Processo de Aprovação de Peças de Produção PPM: Partes por Milhão: Indicador que demonstra o grau de rejeição dos produtos fornecidos, obtido através do cálculo da quantidade de rejeições dividida pelo total de peças fornecidas vezes um milhão. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ): Estrutura Organizacional, procedimentos, processos e recursos necessários para implementar a Gestão da Qualidade. 7. REQUISITOS E RESPONSABILIDADES DO FORNECEDOR 7.1 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA DO FORNECEDOR O fornecedor deve dispor e providenciar todas as atualizações necessárias para as prescrições escritas concernentes à garantia dos requisitos da qualidade e confiabilidade dos produtos destinados à C.G.E., atentando para o atendimento aos requisitos declarados, não declarados e regulamentares. Tais prescrições devem estar à disposição para verificações quando solicitado pelos departamentos competentes da C.G.E. 7.2 INFORMAÇÃO TÉCNICA DA C.G.E. - Todas as informações necessárias para o Fornecedor são enviadas pela C.G.E., através de seu Pedido de Compra, que é baseado em Especificações Técnicas reconhecidas. Quando aplicável, serão enviados desenhos, normas ou outras informações adicionais. (documentação deve ser enviada pela engenharia de Produto e/ou Qualidade. Caso o Fornecedor necessitar de informações complementares, a solicitação destas deverá ser efetuada somente através do Departamento de Compras da C.G.E. Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 8

9 7.3. CAPACIDADE PRODUTIVA DO FORNECEDOR - O Fornecedor deverá preventivamente garantir à C.G.E, capacidade em realizar e industrializar o produto em conformidade com todas as especificações técnicas a aos níveis de qualidade, volume previstos e nas condições comerciais previamente acordadas. O Fornecedor deverá garantir e adequar a qualidade do processo para todas as características, conforme designado pela C.G.E. Caso necessário, o Fornecedor deve autorizar verificações por parte da C.G.E em suas instalações APRESENTAÇÃO DE AMOSTRAS INICIAIS O Fornecedor é responsável por enviar à C.G.E., antes do primeiro fornecimento, amostras iniciais acompanhadas da devida documentação. A C.G.E., requer (onde aplicável), submissão da documentação de PPAP, sendo que o nível de submissão estará relacionado com o grupo de produtos fornecidos. Nos casos onde não for possível a submissão do PPAP, o primeiro fornecimento deverá ser acompanhado/testado por pessoal qualificado da C.G.E. (Exemplo: Fornecedor com produtos indiretos). - Deve estar definido o padrão de embalagem para o fornecimento de acordo com o estabelecido na homologação do produto, devendo constar junto ao PPAP PROCESSO DE APROVAÇÃO DE PEÇAS DE PRODUÇÃO (PPAP) - Para que haja o fornecimento do produto é necessário que o fornecedor providencie o relatório de Aprovação de Peças de Produção (PAPP). Conforme os níveis de submissão do PAPP abaixo: Fornecedores Nível de Submissão Fornecedores de matéria prima e Tintas Nível: 1 ou 2 Fornecedores de Componentes Nível: 3 A recertificação dos produtos deve ocorrer a cada 2 anos ou para o atendimento das seguintes situações abaixo: (Documentação deverá estar à disposição quando solicitado pela CGE) 1. Nova Fonte de Fornecimento; 2. Alterações Técnicas (Projetos / Especificações); 3. Alterações no Material, Métodos, Equipamentos e condições de Processo; 4. Mudança do processo para outro local ou para um subcontratado; 5. Reinício de produção após suspensão superior a 12 meses; 6. Inspeção de Lay-out; Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 9

10 7.6. CADASTRO NO SISTEMA IMDS (International Material Data System) A C.G.E. exige que seus Fornecedores, cadastrem os elementos químicos e dados quantitativos de cada produto fornecido, através do site O cadastro deve ser feito para o ID C.G.E. SOCIEDADE FABRICADORA DE PEÇAS PLÁSTICAS LTDA. Esta prática visa atender os requisitos de conformidade exigidos pela norma ISO 14001:2004, garantindo que não estão sendo utilizados produtos nocivos ao meio ambiente RESPONSABILIDADE CIVIL O Fornecedor deve designar e comunicar a C.G.E., o nome do responsável pela Responsabilidade Civil pelo Produto. Este responsável deve ocupar cargo com poder de decisão. (Ex. Gerência, Diretoria, etc.). Esta comunicação deve ocorrer anualmente (sempre em janeiro) ou quando ocorrer a troca do responsável CERTIFICADO DE QUALIDADE Todo o lote entregue à C.G.E. deverá estar acompanhado do Certificado de Análise Química, Física ou dimensional, constando às informações sobre material, dimensional e tratamento Superficial (Quando Aplicável) PROPRIEDADE DO CLIENTE O Fornecedor é responsável por manter a integridade e qualidade de quaisquer tipos de material, produto e/ou ferramentas e dispositivos C.G.E.; enquanto os mesmos estiverem sob o seu controle ou ainda sendo utilizados. O Fornecedor deve identificar verificar, proteger e salvaguardar qualquer propriedade da C.G.E., fornecida para uso ou incorporação no produto. Em qualquer situação que esta propriedade seja extraviada, danificada ou considerada inadequada o Responsável da Qualidade e o Departamento de Compras da C.G.E deverão ser informados imediatamente. Registros desta comunicação deverão ser mantidos e arquivados para consulta. 8. EXIGÊNCIAS DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE E AMBIENTAL De acordo com o requisito da norma ISO TS 16949:2009 somente poderão fornecer a C.G.E., fornecedores que possuem no mínimo o certificado ISO 9001:2008, a menos que de outra forma, serão avaliados através de uma auditoria realizada pela C.G.E. a fim de promover a implementação do sistema da qualidade. O Fornecedor deve estabelecer, documentar, implementar Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 10

11 e manter um sistema eficiente de gerenciamento da qualidade em conformidade com todos os elementos aplicáveis, sendo que também deverão assegurar que a Política da qualidade, os Objetivos e Metas sejam amplamente distribuídos, compreendidos e mantidos em todos os níveis para assegurar a melhoria contínua do Sistema da Qualidade. É de responsabilidade do fornecedor, sob de pena de demérito no seu desempenho se não o fizer, enviar cópia dos certificados sempre que ocorrer a renovação dos mesmos. 8.1 GESTÃO AMBIENTAL Espera-se que o Fornecedor tenha práticas de PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE. Neste sentido a certificação na ISO última versão é recomendada. Para aqueles fornecedores ainda não certificados nesta norma é solicitado: auto avaliação, licença de instalação e operação, cadri, Bombeiro, IBAMA, etc.. 9. AVALIAÇÃO PARA HOMOLOGAÇÃO DE Além da necessidade do sistema da qualidade ser certificado, também é requisito da C.G.E. validar os processos de fabricação dos fornecedores. Para isso são agendadas e realizadas auditorias de processo in loco. O escopo desta auditoria tem como base a VDA 6.3 na sua última versão. Enquanto a C.G.E. não realizar as auditorias através dos seus profissionais, o fornecedor deve realizar sua auto avaliação e enviar para o Depto. de Qualidade da C.G.E CRITÉRIO PARA CLASSIFICAÇÃO DOS : Classificação Porcentagem Disposição Próxima Auditoria Classe A 90 % até 100% Processo cumprido 4 anos Classe AB 80 % até 89 % Processo em sua maior parte cumprido 3 anos Classe B 60 até 79% Processo cumprido em parte 2 anos Classe C 0 até 59% Processo não cumprido Vide Nota 1 IMPORTANTE: fornecedores classificados como Classe C ficam automaticamente bloqueados para novos negócios. Nota 1: O retorno para uma nova auditoria vai depender da análise crítica das ações descritas no plano de ação e follow up do mesmo. Portanto não existe uma data préfixada. Nota 2: Os fornecedores classificados como Classe A ficam dispensados de apresentarem plano de ação, sendo os mesmos incluídos na categoria de melhoria contínua. Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 11

12 Nota 3: Independente da classificação, novas auditorias podem e serão agendadas sempre que uma dessas situações ocorrer: sistêmica por quebra de qualidade e baixo desempenho, novos projetos, novas tecnologias incorporadas, novas plantas de fabricação e qualquer outra situação que a C.G.E. julgar necessária. Nota 4: O plano de Ações Corretivas para as não conformidades detectadas na auditoria deverá ser enviado num prazo máximo de 15 dias, após o recebimento do relatório. O não atendimento a este prazo irá gerar demérito no IGQF do fornecedor. Nota 5: Todo fornecedor avaliado terá seu Plano de Ação monitorado, portanto, trimestralmente o plano deve ser revisado e enviado à C.G.E. (Não aplicado para fornecedores com classificação A). 10. MONITORAMENTO DA PERFORMANCE DA QUALIDADE O Fornecedor inicia uma nota de 100 pontos sendo que a nota definida pela C.G.E como meta é de >= 90 pontos, segue abaixo os parâmetros e suas respectivas pontuações que irá servir de base para o cálculo da Nota. Mensalmente é efetuada uma análise da performance da qualidade do fornecedor onde é realizado uma somatória de 4 características, tais como: Índice de Qualidade Sistema, Qualidade do Produto, Pontualidade de entrega e índice de Auditoria Fornecedor, conforme mostra tabela abaixo I.G.Q.F: ÍNDICE GERAL DE QUALIDADE DO FORNECEDOR: Quantifica o desempenho dos fornecedores e deve ter publicação mensal, conforme fórmula abaixo: I.G.Q.F = 0,20 *(I.Q.S) + 0,60 *(I.Q.P + I.Q.E) + 0,20* (I.A.F) Onde: IQS ÍNDICE DE QUALIDADE SISTEMA: Avalia o estágio de evolução do Sistema de Qualidade implantado pelo fornecedor, conforme abaixo: ISO TS 16949: ISO 14001:2004: 100 ISO TS 16949: ISO 9001: ISO 14001: ISO 9001: CERTIFICAÇÃO EXPIRADA -30 Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 12

13 IQP ÍNDICE DE QUALIDADE PRODUTO: Reflete o numero de reclamações de produtos e/ou Matérias Primas entregues à CGE. Sem Reclamação 60 No Recebimento (= 1) - 10 No Recebimento (> 1) - 15 No Processo - 20 No Cliente - 30 Atraso de Resposta <10 dias - 10 Atraso de Resposta >10 dias - 15 IQE ÍNDICE DE QUALIDADE ENTREGA: Tem como propósito avaliar a pontualidade das entregas e respectivas quantidades programadas. Sem Impacto 40 Com Impacto na Produção - 20 Com Impacto no Cliente - 40 IAF ÍNDICE AUDITORIA FORNECEDOR: Classificação obtida na auditoria de processo realizada pela C.G.E. no fornecedor, conforme abaixo: Classe A 100 Classe AB 90 Classe B 80 Classe C Ø Nota 1: Fornecedores que ainda não foram avaliados pela CGE receberão pontuação máxima = 100 pontos AVALIAÇÃO E AÇÕES DO I.G.Q.F. (Índice Geral de Qualidade de Fornecedores). Os resultados do Índice de IGQF lançados mensalmente devem servir como base para a obtenção do IGQF o qual classifica os Fornecedores conforme abaixo: Plenamente Satisfatório Satisfatório 0-79 Insatisfatório Requer Plano de Ação Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 13

14 11. GERENCIAMENTO DE PROBLEMAS O fornecedor será informado através do RASP (Relatório de Análise e Solução de Problemas) que será enviado pelo Analista de Fornecedores, sempre que houver qualquer discrepância sobre produtos de sua fabricação. No caso do fornecedor ser notificado, através de uma RASP, duas ações será requerido conforme segue: Ação de Contenção: Prazo máximo de 24 horas, a RASP deverá ser respondida apresentando ações de contenção para o material não conforme, sendo que esta ação deverá compreender os produtos em poder da C.G.E, em trânsito e no próprio fornecedor. O não cumprimento deste prazo irá acarretar em demérito no IGQF. Cabe ao fornecedor comunicar a C.G.E, o modo que o produto reinspecionado será identificado na embalagem. Quando necessário e em função da não conformidade, o fornecedor deverá prestar suporte local, em conjunto com a C.G.E. aos clientes nas atividades do plano de contenção. Ação Corretiva: O Fornecedor deverá fazer o uso da ferramenta da Qualidade (Diagrama de Ishikawa ou Pareto) para determinação da causa raiz da não conformidade e para estabelecimento de ações corretivas. Registros correspondentes às análises deverão ser anexados a RASP e encaminhados ao departamento da Qualidade, no prazo máximo de sete dias. O Analista de Fornecedores estará à disposição sobre eventuais dúvidas no preenchimento do relatório, portanto não serão aceitas reclamações sobre o não preenchimento do relatório por motivos de não entendimento do mesmo. NOTA: Quando da permanência no IGQF do fornecedor com classificação Insatisfatório durante dois meses consecutivos ou reincidências, será solicitado a presença do representante a nível de Gerência ou Diretoria do fornecedor para esclarecimentos e apresentação de Plano de Ações para a adequação aos Requisitos da CGE SOLICITAÇÃO DE DESVIO (DERROGA) Quando o fornecedor não conseguir atender alguma especificação de desenho ou qualquer outra especificação, o mesmo deve submeter uma solicitação de desvio para a qualidade C.G.E.. O desvio deve ter validade determinada pela Qualidade e Engenharia C.G.E. Caso o desvio seja aprovado, o formulário deverá ser assinado e enviado ao representante. 12. CUSTO DA NÃO QUALIDADE O objetivo é responsabilizar o fornecedor por eventuais distúrbios causados pela não qualidade dos produtos fornecidos ou pela falta de entrega dos produtos solicitados. É enviado um documento dos custos imputados ao fornecedor, tendo em consideração todos os custos gerados (custos administrativos, de supervisão e custos diretos de peças rejeitadas). Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 14

15 Este documento será transmitido à Direção para validação; Após a aprovação da Direção, o departamento financeiro da empresa estabelecerá nota de débito ou de crédito de acordo com o estabelecido com o Fornecedor, ficando este com 5 dias para contestar qualquer eventualidade, após este período não será aceito contestação por parte do fornecedor TABELA DE CUSTOS DA NÃO QUALIDADE ITEM DESCRIÇÃO DEPTO RESPONSÁVEL DEMÉRITO APLICADO 1 Abertura de RNC Qualidade 2 Reprovação de amostras no Cliente Qualidade/ Engenharia Problemas apontados no: Recebimento: R$300,00 Produção: R$600,00 Cliente: R$1200,00 Abertura de RASP + Custos envolvidos + Adm. 3 Despesas por processo (Devolução, Seleção, Retrabalho) realizado pela CGE. Qualidade Custos Administrativos + Perdas. 4 Divergência no ato do recebimento (Qtde/ Faturamento Invertido). Qualidade RASP + Repasse Perdas + Administrativos. 5 Parada de Linha na CGE Qualidade 6 Parada de linha no Cliente Qualidade 7 Recall em função do Fornecedor Logística 8 Cripple em função do fornecedor Logística Custos Administrativos, + Custos hora máq. Parada. Custos Administrativos, Perda de Produção, RASP + Custo hora máquina parada. Repasse Total (Custos + Despesas Administrativas). Repasse Total (Custos + Despesas Administrativas). 09 Visita Técnica a Cliente sobre reclamações de produtos de fornecedores. Qualidade Custos de Deslocamento + Custos técnicos + RASP 10 Ausência de Certificado da Qualidade Qualidade Retenção do Lote e Repasse dos Custos/ atraso produção + RASP. *Nota 01: Todo Débito será emitido pelo setor responsável, munido de informações necessárias que comprovem a origem do mesmo e será encaminhando ao Departamento Financeiro para posterior cobrança ao Fornecedor. *Nota 02: Anualmente os fornecedores receberão uma carta complementar sobre ajustes nos valores cobrados (caso ocorra). Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 15

16 13. EMBARQUE CONTROLADO O procedimento de embarque controlado é utilizado como inspeção adicional para a verificação e escolha de partes ou produtos com divergências em relação às especificações de desenhos ou requisitos específicos solicitados pelo Cliente. Sua finalidade é assegurar a qualidade de parte ou unidades vendáveis e revisar efetividade das ações iniciadas e realizadas CRITÉRIOS DE ENTRADA A entrada de um Fornecedor em Embarque Controlado é devido à avaliação de alguns critérios, tais como: Problemas originados pelo Fornecedor com impacto no cliente C.G.E, quando se julgar necessário; Reincidência do problema não solucionado na 1º reclamação após a implantação da ação corretiva; Problemas no processo interno da C.G.E. originado pelo Fornecedor quando julgado relevante EMBARQUE CONTROLADO NÍVEL I O Embarque Controlado Nível I é uma exigência por parte da C.G.E. para que um fornecedor prepare um processo de inspeção total e redundante em concordância mútua, isto é, seleção 100% pelo fornecedor antes do Envio ao cliente. O departamento de Qualidade Fornecedores da C.G.E. notifica ao Fornecedor através de uma carta que sua empresa está sendo colocada em Embarque Controlado Nível I. Após a notificação o Fornecedor Deve: Realizar Inspeção/ Controle 100% no item reclamado independente dos controles do processo. (Visual e Dimensional, conforme sua aplicação). Efetuar registros destas inspeções / controles e enviar junto com o lote. Identificar o lote a ser enviado. O representante do cliente assegura a compreensão da não conformidade, retorna a confirmação da carta de aviso de embarque, desenvolve um plano de ação, estabelece imediatamente uma área separada de contenção no seu local, atualiza toda a documentação aplicável (Plano de Controle, FMEA, Diagrama de Fluxo, Instruções de Trabalho padronizado, etc.) O posto para o CS1 deve ser independente e não descaracteriza a necessidade de inspeção no final no processo do Fornecedor. Todo processo de embarque deve ser validado formalmente por representante da Qualidade C.G.E. Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 16

17 13.3 EMBARQUE CONTROLADO NÍVEL II O Embarque Controlado nível II é uma exigência por parte da C.G.E. devendo ser executado por terceiros. A empresa terceirizada fará inspeção de avaliação medindo a eficácia do processo de inspeção secundaria, isto é, seleção 100% pelo fornecedor na inspeção final, 100% no embarque nível I e 100% por uma empresa homologada C.G.E. O Departamento da Qualidade notifica ao fornecedor através de uma carta, que sua empresa está sendo colocada em nível II devido ao não atendimento dos procedimentos estabelecidos ou reincidência do problema. O representante do cliente assegura a compreensão da não conformidade, retorna a confirmação da carta de aviso de embarque, desenvolve um plano de ação, estabelece imediatamente uma área separada de contenção no seu local, atualiza toda a documentação aplicável (Plano de Controle, FMEA, Diagrama de Fluxo, Instruções de Trabalho padronizado, etc.) Deve ser mantido o processo de inspeção final do fornecedor, o embarque controlado nível I e inserido Embarque Controlado Nível II pelo prazo estabelecido e acordado com o fornecedor. NOTAS: 1) O período mínimo de permanência do Fornecedor em regime de embarque controlado será de 90 (noventa) dias, contando a partir da emissão da Carta de Entrada, desde que não haja reincidência de não qualidade neste período. 2) O Fornecedor deverá comunicar ao seu Organismo Certificador em um prazo máximo de 48 horas, caso lhe seja solicitada a implementação de Embarque Controlado CS2 (nível II) e uma cópia desta comunicação deverá ser encaminhada ao Departamento da Qualidade da CGE. 3) Todos os custos referentes à impelementação de Embarques CS1 (nível I) e CS2 (nível II) serão única e exclusivamente de responsabilidade do Fornecedor CRITÉRIOS DE SAÍDA Para retirada do Embarque Controlado, deve-se providenciar: Dados que demonstram que o problema foi resolvido e não evidenciado não conformidades durante o período acordado. Toda documentação pertinente ao Embarque Controlado Nível II deve ser arquivada por um período mínimo de 1 ano e disponível para consulta quando solicitado. Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 17

18 14. DESEMPENHO DE ENTREGA E REQUISITOS WEB EDI O fornecedor deve prover 100% de conformidade aos requisitos de entregas especificados pela CGE. O fornecedor deve ser capaz de se comunicar eletronicamente para receber e/ou transmitir notificação de aviso de embarque (ASN). O Fornecedor é responsável por verificar a qualidade da informação transmitida/ recebida e devem ser tomadas ações corretivas, se necessário. O fornecedor deve acessar diariamente o portal (WEB EDI CGE) para verificar se há atualizações nos releases. O arquivo de XML só poderá ser enviado através do WEB-EDI no momento da partida do caminhão. NOTA: O arquivo de XML deverá ser integrado no sistema CGE. 14. EMBALAGENS O Fornecedor deve provir uma embalagem protetora adequada para os produtos enviados à CGE e Ápice, de forma a garantir que o produto será recebido livre de defeitos. 15. PLANO DE CONTINGÊNCIA O fornecedor deve preparar planos de contingência (por exemplo: interrupção de energia, falta de pessoal, falha em equipamentos chave e devoluções) para proteger o fornecimento de produtos para a CGE e/ou ÁPICE no evento de uma emergência, exceto em caso de desastre naturais e infortúnios. Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 18

19 16. HISTÓRICO DE REVISÕES REVISÃO ITEM DATA NATUREZA DA ALTERAÇÃO 00 ******* 15/01/2006 Elaboração 01 Todos 25/11/2006 Revisão dos Itens 02 6; 8.1; /05/2007 Revisão dos Itens /06/2007 Acrescentado características para o Embarque Controlado 04 Todos 06/06/2009 Revisão dos Itens 05 Todos 12/08/2009 Elaboração do novo Manual para Fornecedores 06 Todos 05/03/2010 Revisão adequando Requisitos da ISO: 14001: Todos 16/06/2011 Revisão dos Itens 08 Todos 19/01/2013 Revisão do Layout 09 Todos 30/08/2013 Revisão Geral do Manual ; 9; /02/ /07/2014 Incluso prazo para Responsabilidade civil, Inclusão do item 8.1 (pag. 9), Nota 4 e Nota 5, (pag.10), e alteração na fórmula do IGQF. Inclusão do campo NOTA, no item Gerenciamento de Problemas. 12 1; 2; 2.1; 10; 10.1; 10.2; 12.1; /01/2015 Inclusão ÁPICE como processo Corporativo, Alteração da Política Qualidade, Inclusão da Política Ambiental, Inclusão da ISO 14001:2004 na pontuação do monitoramento mensal e alteração de 80 para 90 mínimo a classificação do IGQF. Mudança de Tabela de custos da Não Qualidade e Inclusão do campo NOTAS para os embarques controlados Nivel I e II ; 15; 16 16/03/2015 Inclusão do Item Desempenho de Entrega e Requisitos Web EDI. Embalagens. Plano de Contingência. APROVAÇÕES ELABORADO: Paulo Henrique Bars Prensaque DATA: 15/01/2006 REVISADO: Ivonete Silva DATA: 15/01/2015 APROVADO: Douglas Almeida (Garantia da Qualidade) DATA: 16/03/2015 APROVADO: Fábio Lucas (Compras) DATA: 16/03/2015 APROVADO: Edoardo Campofiorito (Diretor) DATA: 16/03/2015 Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 19

20 A C.G.E. AGRADECE A TODOS OS QUE ACREDITARAM E MANTIVERAM A PARCERIA NA BUSCA DO CRESCIMENTO, DO SUCESSO, RESPEITO AO MEIO AMBIENTE E DE NOVOS DESAFIOS NO MERCADO AUTOMOTIVO. 17. Aprovação do Manual da Qualidade Para Fornecedores O Manual da Qualidade Para Fornecedores C.G.E. Foi avaliado e aceito por: Representando a Empresa: Data: Local: Nome: Assinatura: Carimbo da Companhia: Propriedade da CGE Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas Ltda. Reprodução Proibida 20

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