SUB MÓDULO 5C A INFORMATIZAÇÃO E O EDI NOS PORTOS 70

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SUB MÓDULO 5C A INFORMATIZAÇÃO E O EDI NOS PORTOS 70"

Transcrição

1 Plano SUB MÓDULO 5C A INFORMATIZAÇÃO E O EDI NOS PORTOS 70 A INFORMAÇÃO NOS PORTOS 70 A. FLUXO DE INFORMAÇÃO NOS PORTOS 71 B. PROBLEMAS DE INFORMAÇÃO NOS PORTOS 72 C. O APELO À INFORMÁTICA, OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E O EDI 73 SECÇÃO I: A MAIS-VALIA DA INFORMÁTICA NOS PORTOS 73 A. GENERALIDADES: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO (SI) E INFORMÁTICA Equipamentos informáticos Evolução do equipamento informático Transferência de informação e sistemas de informação Algumas palavras sobre a Internet e o World Wide Web (WWW) Importância das Tecnologias da Informação para os portos 80 B. UM PROJECTO DE INFORMATIZAÇÃO NOS PORTOS Exame dos sistemas de informação Ciclo de vida e engenharia de sistemas 85 Avaliação das necessidades 86 Caderno de encargos 87 Manual do utilizador 87 Site Internet do porto Organização dos serviços informáticos Segurança dos sistemas de informação (SSI) 93 C. EXEMPLOS DE INFORMÁTICA DE GESTÃO NUM PORTO Tabelas de pagamento de remunerações Ficheiros de dados relativos ao pessoal Contabilidade 96 D. EVOLUÇÃO PREVISÍVEL Controlo-trabalho Infocentros 98 SECÇÃO II: O EDI NOS PORTOS 99 A. APRESENTAÇÃO DO EDI Conceitos A técnica 101 Estação de trabalho EDI 102 Software EDI 102 Comunicação e rede 104 CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 68 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

2 3. Segurança EDI Normalização 105 UN/EDIFACT Problemática jurídica Interesse do EDI para os portos 110 B. UM PROJECTO DE IMPLEMENTAÇÃO DE EDI Considerações gerais Planificação da instalação do EDI 112 O EDI como opção estratégica 112 Definição de uma equipa de projecto EDI 113 Escolha do domínio de transferências 113 Escolha dos parceiros 113 Planificação das opiniões técnicas para a realização 114 Planificar a instalação Implementação do EDI 114 Preparação do pessoal 114 Estabelecimento de contratos de intercâmbio 115 Definição das opções técnicas 115 Formação do pessoal 115 Montagem do projecto piloto e suas melhorias 115 Avaliação do projecto piloto e alargamento 115 C. ALGUMAS APLICAÇÕES DO EDI NOS PORTOS Seguimento dos contentores Seguimento das mercadorias Facturação Gestão de stocks Transferências relativas ao pós e pré encaminhamento Transferência relativas ao "booking" (Reserva de Espaço no Porão) Transferências relativas à transmissão dos dados do conhecimento de embarque Transmissão do manifesto Informações sobre as mercadorias perigosas Trocas de informação com a alfândega 123 D. EXEMPLOS DE SISTEMAS EDI Marselha 124 PROTIS 125 ESCALE 127 SOFI 128 Posicionamento de contentores por satélite no terminal de Mourepiane Espanha 131 E. EVOLUÇÃO PREVISÍVEL 138 O EDI através da internet: ebxml e o comércio electrónico (E-business) 142 BIBLIOGRAFIA 145 CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 69 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

3 SUB MÓDULO 5C A INFORMATIZAÇÃO E O EDI NOS PORTOS Com o desenvolvimento considerável das trocas internacionais, a informação tornou-se, nos dias de hoje, um factor vital de qualquer sector económico. Todas as organizações têm necessidade permanente de obter, de analisar e de trocar informação. E, no entanto, a informação não pode ser tratada como os outros recursos se se quiser ver explorada toda a sua riqueza e gerir a sua complexidade. A complexidade e o volume dos fluxos de informação aumentam à medida que o comércio se vai tornando cada vez mais global e que aparecem novas indústrias e redes de distribuição. Este facto é acelerado pelo desenvolvimento de novos métodos de produção ou armazenamento que multiplicam o número de entregas que exijam fiabilidade e regularidade. Para além disso, com o outsourcing e a sub-contratação, a transmissão de informação deve ser fiável e rápida na sua difusão tanto a parceiros horizontais (fornecedores, produtores, transportadores) como verticais (sub-contratação). Neste contexto o tratamento da informação feito por documentos escritos mostra-se lento, caro e pouco fiável, até impossível de gerir. Mais do que simples tecnologia, os sistemas de informação são actualmente ferramentas de produção e de gestão que permitem a flexibilidade da produção, a rapidez das trocas, a eliminação de custos inúteis de manipulação das mercadorias, a facilidade e abrangência de análises, e a aceleração das actividades de suporte ao negócio; afirmam-se como sendo a grande ferramenta de ajuda à decisão dos gestores. A INFORMAÇÃO NOS PORTOS Como em qualquer outra actividade económica, a rapidez e a fiabilidade das trocas de informação são essenciais para coordenar, entre os diversos protagonistas da cadeia de transporte, o tempo e o lugar exactos dos serviços, garantindo os melhores resultados e fornecendo as informações de que a gestão necessita para fazer funcionar o sistema. No sector portuário devemos considerar alguns factores específicos. É um sector conservador. Isto é independentemente da dimensão das empresas intervenientes, ainda há algumas com alguma imaturidade tecnológica, quer na adopção dos sistemas de informação, quer na alteração dos processos de negócio potenciados pela tecnologia. As empresas do sector têm dimensões diversas. Isso influência a capacidade de mobilizar recursos, nomeadamente financeiros e humanos, para participar em projectos de adopção ou mudança tecnológica e processual. Os volumes de informação são grandes. Embora a actividade se desenrole em trono de um conjunto relativamente pequeno de tipos de dados (nomes, números, quantidades, descrições, etc.), ela envolve muitos dados. Por cada item transportado temos que os descrever usando os tipos de dados definidos. CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 70 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

4 É um sector global. Tal cria dificuldades resultantes das diferenças linguísticas, culturais, postura nos negócios, e mesmo de fusos horários. A. Fluxo de informação nos portos Um porto agrega um conjunto de entidades independentes com missões e objectivos diferentes, mas que actuam na mesma infra-estrutura, e interagem entre si. Resultante das interacções de negócio, ocorre a troca de muita informação. Assim a informação num porto circula entre os diferentes protagonistas sob a forma de fluxo de informação. A circulação da informação num porto é ilustrada pelo esquema a seguir apresentado e que foi cedido pela rede de informação do porto de Roterdão 1. Este esquema mostra os diferentes intervenientes e os fluxos de dados que circulam entre eles. Fluxo de informação do porto de Roterdão No que diz respeito à gestão do porto, uma parte importante do seu trabalho consiste em organizar, planificar e gerir a utilização de recursos (pessoal, materiais, máquinas, capitais) de acordo com o esquema que se segue. Assim se compreende que a informação é necessária para a boa prossecução de todas essas actividades. O fluxo de informações numa cadeia de retroacção para pilotar uma actividade 1 Site Internet do porto de Roterdão: CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 71 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

5 Objectivos Plano Organização Calendário Orçamento Instruções Decisão Objectivos Finalidades Execução Objectivos Resultados Afastamentos Vigilância Comparação (Resultados) (Finalidades) B. Problemas de informação nos portos Um certo número de problemas portuários recorrentes estão ligados tanto à ausência de informações, como a atrasos ou adiamentos demasiado longos na obtenção das informações. Os portos estão, em geral, particularmente expostos aos seguintes problemas: - as autoridades e operadores portuários sentem falta de informação relativamente aos navios e mercadorias cuja chegada esteja prevista, o que os impede de planificar as operações e implementar as necessárias disposições administrativas e técnicas; - as autoridades portuárias têm falta de informações que lhes permitam facturar os serviços relativos aos navios e às mercadorias, o que acarreta atrasos na entrega destas; - os operadores portuários têm falta de informações sobre o local onde as mercadorias são colocadas no porto, o que atrasa a entrega das que são destinadas à importação bem como sobre as operações de carga dos navios no tocante às que se destinam a serem exportadas; - os carregadores e os transitários não dispõem nem de informações, nem dos documentos necessários ao desalfandegamento das mercadorias, o que atrasa a sua entrega; - os transportadores terrestres sentem falta de informações relativas às mercadorias que se encontram disponíveis para entrega, o que acarreta atrasos na disponibilização do material de transporte; - as autoridades e operadores portuários não possuem informações suficientes relativamente às mercadorias que chegam por via rodoviária e por via ferroviária, o que atrasa a recepção das mercadorias e a disponibilização do material de transporte interior. CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 72 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

6 C. O apelo à informática, os sistemas de informação e o EDI Com o aumento do volume das trocas e das interacções entre um número cada vez maior de intervenientes, os métodos tradicionais de tratamento e transmissão da informação (documentos escritos, cálculos manuais, etc.) estão por vezes ultrapassados, são insuficientes e têm um custo elevado: as trocas demoram muito tempo, requerem um grande número de pessoal, os erros são frequentes. A utilização de computadores tem permitido resolver em parte esses problemas mas só até ao momento em que seja necessário transmitir os resultados aos restantes envolvidos. Se esta troca se fizer pelos métodos tradicionais (relatórios e formulários em papel, re-entrada manual de dados), o problema está longe de se encontrar resolvido. Os sistemas de informação (com dados partilhados entre utilizadores e aplicações) ou a troca automatizada de dados entre computadores assumem-se como a solução para o tratamento eficaz da fonte informação. Para um porto podem ser identificadas duas áreas de aplicação: - a informática e os sistemas de informação para o tratamento de dados no interior do porto, isto é, a informática de gestão (massa salarial, pessoal, contabilidade e finanças, stocks, estatísticas e indicadores, manutenção, etc. podendo ir até à própria ajuda à decisão); - a transferência informatizada de dados (EDI - Electronic Data Interchange [Transferência Electrónica de Dados] ) se a transferência de dados se fizer entre empresas da comunidade portuária: o navio, a mercadoria, os serviços anexos, o seguimento, etc. Estas áreas não são exclusivas entre si, mas sim complementares. Reflectem duas perspectivas. A primeira resulta de olhar para o porto como uma empresa que tem os seus processos e tem de ser gerida. A segunda resulta de se ver o porto como um elo integrante de uma cadeia de transporte, assumindo-se uma visão mais abrangente. SECÇÃO I: A MAIS-VALIA DA INFORMÁTICA NOS PORTOS A. Generalidades: Sistemas de informação (SI) e informática 1. Equipamentos informáticos Tradicionalmente, o computador tem dois componentes principais: o hardware (equipamento) e o software (suporte lógico). Devido a eles, o computador é capaz de receber uma informação vinda de uma fonte externa, de memorizar essa informação, de realizar cálculos ou operações com ela e, finalmente, de fornecer ou apresentar essa informação. A palavra inglesa hardware faz referência à parte dura ou equipamento, isto é, aos elementos físicos, materiais e tangíveis: CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 73 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

7 - dispositivos de entrada: dispositivos que permitem a introdução de informação no computador (teclado, scanner, microfone, leitor de disquetes, leitor de CD-ROM, etc.); - Unidade Central: encarrega-se de realizar cálculos e operações com a informação; - dispositivos de memorização: dispositivos que permitem a guarda da informação (discos magnéticos, CD-ROM, disquetes, etc.); - dispositivos de saída: dispositivos que permitem a extracção da informação do computador (écrans, impressoras, colunas, etc.). O termo software designa a parte intangível ou lógica, isto é, os elementos (programas) que permitem que o conjunto realize as suas funções de modo adequado: - o software de exploração: fornecido pelos fabricantes de computadores actua directamente sobre a máquina (exemplo, os sistemas operativos); - o software de funcionalidade ou aplicações: são desenvolvidos pelos programadores das empresas para equipar os computadores com as funcionalidades necessárias (programas com aplicações, etc.). Notar que esta realidade tem reflexos significativos e não exclusivamente técnicos. Dois exemplos são a formação dos técnicos e na estrutura orgânica de departamentos de informática. A formação de quadros claramente cai numa ou noutra vertente. A complexidade e vastidão de conhecimento existente já não permitem a existência de uma polivalência total entre as duas áreas. As empresas organizam os seus departamentos de informática de acordo como a vertente de intervenção dos seus elementos. Veremos esta segunda questão adiante. Em termos de equipamentos ocorreu uma evolução na sua classificação. No passado os computadores classificavam-se em Grande Porte, Médios e Minis, estando esta classificação associada ao tamanho físico e à capacidade do sistema. Com o advento da miniaturização, aparecem sistemas com menores dimensões mas com capacidade acrescida. Assim a classificação clássica deixa de fazer sentido. O critério passa a estar baseado na carga que vai ser solicitada ao sistema e que determina a capacidade exigida. Simplificando 2, é correcto dizer que os computadores podem ser classificados em duas categorias: os computadores pessoais - microprocessadores Intel (actualmente Pentium IV); - 64 mb de memória viva, até 2 GB; - 10 GB de disco, até 100 GB; - sistemas de exploração: Windows de Microsoft (os mais recentes são o Windows 2000 e o Windows XP); OS/2 da IBM (utilização muito reduzida), Macintosh (muito potente e muito utilizado por um segmento minoritário da os equipamentos multi-usos - servidores de dados e de aplicações; - as configurações englobam uma larga gama, de acordo com a utilização e o número de utilizadores; - sistemas de exploração: Windows 2000 Server ou Advanced Server (baseado no antigo Windows NT da Microsoft) UNIX, LINUX. No caso dos computadores para mais de 1000 utilizadores: - principais fabricantes: IBM, Sun, HP; 2 Há ainda os terminais simples e os equipamentos especializados (por exemplo, para medicina) que não serão objecto deste curso. CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 74 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

8 população) e o LINUX. - sistemas de exploração: Solaris, AIX, OS/400, Windows 2000 Datacenter Server. 2. Evolução do equipamento informático A concepção de sistemas informáticos, ou a sua arquitectura, evoluiu, como constituinte de elementos integrados ao serviço das empresas, ao mesmo ritmo que os computadores. No início tinha-se uma concepção muito centralizada do sistema informático. O computador era uma máquina muito cara, muito grande e muito complexa que apenas podia ser operada por pessoal muito especializado. As principais tarefas que lhe eram atribuídas eram orientadas em direcção ao tratamento maciço de informação estruturada em processos repetitivos ou de grande complexidade. Depois, a informática começou a aproximar-se do utilizador final, com o aparecimento dos terminais interactivos e com o conceito do trabalho em tempo real. Neste quadro, o armazenamento de informação efectuava-se no mesmo local onde era produzida. Isso permitiu: 1) inicialmente reduzir e depois anular a necessidade de codificar os dados; 2) a resolução rápida de problemas de validação; 3) a obtenção de resultados pelo utilizador final directamente no seu posto de trabalho. O computador central e seus terminais Nos anos 80 começaram a aparecer os computadores pessoais (ou PC, de Personal Computer ). Eles constituíam para o utilizador uma forma de operar muito mais intuitiva, agradável e amigável. Além do mais, começaram a fornecer ferramentas e soluções ao manuseamento de informação não estruturada (textos, gráficos, imagens, etc.). Por isso e porque os computadores pessoais ofereciam cada vez maior número de prestações a custos cada vez mais baixos, conheceram um crescimento da sua adopção pelas empresas. CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 75 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

9 O computador central, seus terminais e os PCs Este crescimento levantou inúmeras dificuldades. Nas empresas, os vários departamentos adquiriram computadores pessoais diferentes com aplicações, ferramentas e periféricos diferentes. A informação, armazenada em cada computador, encontrava-se, por essa razão, dispersa. Paralelamente, os computadores pessoais foram levados aos limites da sua capacidade tendo de tratar maciçamente elevados volumes de informação; o mesmo se passou com a sua capacidade de memória, a sua fiabilidade (os computadores bloqueavam com imensa frequência), a sua vulnerabilidade (vírus frequentes) e a sua segurança (perdas de dados e programas e dificuldade em proteger o acesso à informação sensível). O mercado reage propondo soluções tecnológicas aos problemas da dispersão: apareceram então as Redes Locais (LAN de Local Area Network ). Trata-se de instrumentos de comunicação que permitem a interligação dos computadores pessoais entre si próprios e com os equipamentos centrais (computador central). Desta forma, era possível separar os dispositivos (impressora, scanners, etc.) e separar dados e aplicações. A Rede Local (LAN) Esta evolução iniciou uma grande polémica onde se discutia se os novos computadores repeliam os antigos. De um lado, os defensores dos computadores pessoais defendiam como pontos mais importantes a sua grande capacidade de tratamento gráfico, a simplicidade de utilização, as linhas agradáveis e amigáveis, o facto de ser possível manusear informações de qualquer tipo e o seu baixo preço. Por outro lado, os defensores do Mainframe destacavam a CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 76 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

10 sua grande capacidade em gerir e tratar elevados volumes de informação e a sua grande segurança de informação do ponto de vista da disponibilidade e da confidencialidade. O aparecimento do conceito clientes/servidor pôs fim a esta polémica. A ideia é simples: construir um processo de cooperação entre o computador pessoal e o computador central, de modo a que cada um realize as funções nas quais demonstrou uma melhor eficácia. Com este conceito, a gestão dos dados efectua-se sempre através do computador central, tirando partido das vantagens que este apresenta quanto à segurança, à disponibilidade e à capacidade. A apresentação fica reservada para o computador pessoal de forma a aproveitar a o seu carácter amigável e a sua simplicidade de utilização. Exemplo de configuração cliente/servidor SERVIDOR Gestão Dados Gestão Dados Gestão Dados Gestão Dados Gestão Dados Aplicação Apresentação Aplicação Aplicação Rede Gestão Dados Aplicação Aplicação Aplicação Apresentação Apresentação Apresentação Apresentação Apresentação CLIENTES Por fim referir as redes WAN Wide Area Networks. Enquanto as LAN s são adequadas a empresas com um espaço físico limitado (exemplos: um edifício, uma área portuária), as WAN s servem para empresas que tem um elevado grau de dispersão geográfico. Por exemplo, multinacionais com escritórios ou instalações em diferentes continentes. Também estas empresas necessitam de coerência e partilha de dados entre as subsidiárias e a casa-mãe. Outro exemplo; empresas que prestam serviços de call-centers a nível mundial. O call-center que está de serviço vai alterando à medida que decorre o dia. Num entanto necessita de aceder à informação para atender pedidos independentemente do seu local de origem. Notar que as soluções e opções tecnológicas disponíveis para as LAN s e para as WAN s não são as mesmas. 3. Transferência de informação e sistemas de informação A transmissão de dados entre computadores pode revestir-se de uma forma simples: - Transferência de informações entre computadores pessoais; CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 77 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

11 - Uma comunicação telex informatizada, na qual o PC envia/recebe mensagens de telex; - Transferência de ficheiros entre sistemas informáticos por ou disquetes. Se nos ativéssemos a este esquema, sentiríamos falta de coerência por parte da informática: aplicações informáticas concebidas separadamente comunicariam de forma deficiente; os utilizadores deveriam abrir e fechar diferentes sessões, ou até voltar a ter necessidade de ir buscar os dados durante um mesmo trabalho, etc. Os sistemas de comunicação criam meios para evitar esta falta de coerência, baseando as diversas aplicações num referencial único, isto é, num conjunto de bases de dados centrais contendo os dados do sistema de informação. Os diferentes subsistemas partilham, assim, os dados e mantêm-se mutuamente actualizados, o que assegura a coerência do conteúdo e suprime a necessidade de ir buscar esses mesmos dados com frequência. Para além disso, assistem os utilizadores não apenas em cada uma das suas tarefas consideradas separadamente, mas na sucessão e articulação dessas mesmas tarefas. Os sistemas de informação são desenvolvidos de acordo com as necessidades das organizações. Distinguem-se, em particular: - Os sistemas de gestão de transacções: para o tratamento de uma grande quantidade de dados (transacções), tais como os registos de pagamentos ou o inventário; - Os sistemas de automatização de escritório: caracterizados por um apoio sustentado ao trabalho sobre os dados; a informação é utilizada, analisada ou transformada e depois partilhada ou usada formalmente, quer no interior da organização, quer no exterior. Estes sistemas incluem o tratamento de texto, as folhas de cálculo, os editores de publicações, os calendários electrónicos, o correio electrónico e de voz, a vídeo-conferência, etc.; - Os sistemas de informação de gestão: operam sobre a gestão de transacções. A interacção entre pessoas e computadores tem por finalidade a análise e a tomada de decisões por parte da gestão. Os utilizadores partilham em geral uma base de dados comum; - Os sistemas de apoio à decisão: para além de uma base de dados comum, estes sistemas apoiam a tomada de decisões; são concebidos à medida do utilizador ou grupo de utilizadores de acordo com as necessidades específicas. Notar que esta tipologia influência as características, quer de equipamento, quer de programas, do sistema a adoptar, e a forma como é utilizado. Por exemplo, um sistema transaccional tem uma utilização simultânea de muitos utilizadores, normalmente para operações curtas, simples e rápidas, realizadas ao ritmo do negócio. Por outro lado, um sistema de informação de gestão, realiza operações complexas, lançadas por poucos utilizadores, e com ritmo desfasado das operações normais do negócio. Um sistema de informação pode ser simplificado da seguinte forma: um sub-sistema verifica a informação recebida e, em seguida, utiliza os dados validados para actualizar a base de dados. As informações não validadas são rejeitadas para serem corrigidas e reintroduzidas em seguida. Um outro sub-sistema retira dados da base, trata-os ou edita-os (põe-nos na forma correcta) e extrai daí os resultados (simples relatórios sob a forma de tabelas imprimidas, ou até a síntese de dados para ajudar à decisão), que podem, por seu lado, alimentar outros subsistemas. CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 78 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

12 Estrutura de numerosos sistemas de informação Informação rétro-alimentação Saída Tratamento Registo REFERENCIAL Rejeição + etc. Base de dados Verificação Actualização Apoio decisão à Relações 4. Algumas palavras sobre a Internet e o World Wide Web (WWW) A INTERNET é uma Rede mundial de redes de computadores. Esses computadores comunicam à distância por intermédio de redes que utilizam o protocolo de comunicação 3 TCP/IP (do inglês Transmission Control Protocol / Internet Protocol ). A componente TCP permite estabelecer a ligação e preocupar-se com a boa recepção dos dados por parte do destinatário, enquanto que a componente IP permite o encaminhamento dos pacotes de dados através da teia de redes até chegar ao destinatário. 3 Para comunicar à distância por meio de redes, os computadores utilizam uma linguagem chamada protocolo de transmissão ou protocolo de comunicação. O protocolo permite aos computadores indicar que querem enviar uma mensagem, precisar o tamanho dos blocos de dados que vão ser transmitidos e a velocidade de transmissão, indicar que uma parte da mensagem não foi correctamente recebida e que é preciso enviar tudo de novo, que a comunicação terminou, etc. Estabelece-se, assim, um diálogo entre dois computadores, com o computador de destino a indicar que está pronto a receber as informações e a tratá-las. CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 79 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

13 Um grande número de redes utiliza, para além do TCP/IP, um segundo protocolo de apresentação chamado HTTP (do inglês Hyper Text Transfer Protocol ). Este grupo de redes é conhecido pelo nome de World Wide Web ou a a teia mundial, ou simplesmente a web. Os endereços Internet dos sites que utilizam este protocolo começam sempre por O protocolo HTTP tem, portanto, a ver com um qualquer computador na Internet, designado por cliente, e com um computador que contenha a informação desejada, referido como servidor web. As trocas entre estes computadores fazem-se por apresentação de páginas existentes num site web. Um site web é um conjunto de páginas electrónicas que foram editadas com a utilização da linguagem HTML (Hyper Text Markup Language), que permite todos os tipos de comunicação. Mais concretamente, isso significa que essas páginas, que se assemelham às páginas de um livro ou de uma revista, podem, não apenas conter menus que dêem acesso directo a diversas fontes na Internet, mas incluir imagens (animadas ou não), som, formulários, tabelas, etc. As páginas permitem ainda preencher formulários à distância, aceder a bancos de dados, etc. O acesso directo de uma página a outra chama-se hiperligação, e visto que a natureza destas ligações tanto pode ser textual como visual, sonora ou áudiovisual, utiliza-se por isso a designação páginas hipermédia, na medida em que num mesmo suporte se encontram vários tipos de médias. O conceito Internet implica, portanto, dois elementos importantes: - um conjunto de protocolos de comunicação (TCP/IP) que se tornaram standard e que são, actualmente, utilizados pela quase totalidade dos computadores; - um conjunto de serviços na Rede, muito amigáveis e dinâmicos, tais como: a transferência de ficheiros, o correio electrónico ( ) e o standard de apresentação de informação HTTP do World Wide Web. É precisamente o facto de se ter conseguido converter em standard o protocolo TCP/IP e o sistema de apresentação HTTP, que explica a generalização e o constante crescimento do fenómeno Internet. Mais do que uma rede, a Internet assume-se como uma imensa base de dados onde a maior parte da informação está acessível através de motores de busca e de páginas de apresentação ou interacção organizadas em sites Internet. 5. Importância das Tecnologias da Informação para os portos Inicialmente, os sistemas de informação têm por finalidade fornecer as informações de que a gestão necessita para tomar uma decisão: a possibilidade de aceder em tempo oportuno à informação pertinente permite uma melhor planificação e um melhor controlo das decisões, para que os gestores percam menos tempo à procura das respostas às perguntas e estejam melhor informados quando tiverem que tomar uma decisão. Os sistemas informatizados adquirem uma importância crescente nos portos e nos transportes marítimos onde a evolução da movimentação de mercadorias faz com que seja indispensável tratar e transmitir rapidamente toda a massa de documentos que acompanha as expedições internacionais de mercadorias. Um sistema de informação gerido informaticamente aumenta o débito de informações e trata de uma mais importante quantidade de dados do que um sistema manual. CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 80 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

14 A utilização das tecnologias da informação nos portos permite reduzir o tempo necessário à troca de informações, bem como os erros resultantes de transcrições múltiplas de dados: - Os computadores do porto comunicam directamente com outros computadores. Os ficheiros são transferidos por intermédio da rede local do porto, da rede telex ou telefónica pública ou de redes especializadas de transmissão de dados a alta velocidade; - Os computadores podem efectuar muito rapidamente um controlo completo das informações que lhes são fornecidas. Por exemplo, sub-programas de entrada de dados podem controlar o peso ou o conteúdo de um contentor, etc.; - Os sistemas informatizados estabelecem relações mais rapidamente. O trabalho de formatação, de cópia, de impressão e de reprodução do documento final pode igualmente ganhar em rapidez. O sistema permite introduzir rapidamente as modificações necessárias no caso de documentos periódicos e estabelecer novas relações a pedido; - A informatização da entrada e do tratamento dos dados suprime praticamente todos os cálculos intermediários e a produção manual de tabelas; - Os conjuntos de operações recolhidos para fins operacionais servem em seguida para fins estatísticos. No caso de sistemas de informação num terminal ou num porto, as bases de dados centrais contêm as informações desejadas e constituem a base dos processos administrativos e operacionais. A utilização de bases de dados centralizadas garante a coerência das informações no seio da empresa. Assim, cada departamento ou serviço utiliza-as para a introdução, a actualização e a saída de informações. A análise da eficácia apoiar-se-á em dados introduzidos ao nível operacional. O trabalho com sistemas de informação pode tomar a forma seguinte: - Todas as informações fornecidas por um agente, um transitário ou uma companhia marítima são introduzidos nas bases de dados de forma manual ou electrónica. Sendo a introdução dos dados a etapa mais importante, os programas devem permitir que esta operação se efectue de forma tão precisa, fácil e rápida quanto possível. Aliás, é essencial que as bases de dados sejam constantemente actualizadas, o mesmo importa dizer relativamente a cada movimento de mercadorias; - Estas informações são utilizadas para a gestão de operações (por exemplo, à entrada do terminal, para a verificação das mercadorias que entram/saem, etc.). - A data e a hora de chegada e de partida de todas as mercadorias são anotadas e as bases de dados são actualizadas; - Uma vez que as mercadorias tenham sido aceites, outros programas ligados às bases de dados centrais permitem aceder às informações; - As informações dessas bases de dados podem servir para emitir facturas ou relatórios normalizados, estabelecer estatísticas ou tomar decisões. Os programas profissionais de gestão 4 de bases de dados oferecem a possibilidade de armazenar dados e as relações que os ligam entre si, e permitem actualizar e fazer sair as informações armazenadas de forma eficaz. Associados a outras ferramentas, os programas 4 Os sistemas mais correntes são Oracle, Microsoft SLQ Server, Microsoft Access, IBM DB/2, Sybase e Informix. CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 81 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

15 profissionais permitem definir écrans que se destinam a introduzir, fazer sair e tratar informações e facilitar o acesso a bases de dados a partir de outros computadores. No que diz respeito a terminais de contentores de grande envergadura, os seus sistemas de bases de dados 5 constituem igualmente os elementos essenciais das operações e oferecem diversas aplicações que permitem assumir a gestão do parque de contentores e os movimentos dos navios. Desse modo, a utilização do espaço e do material é optimizada e o tempo de imobilização dos navios e do material de transporte interior é reduzido. Por outro lado, estes sistemas permitem receber mensagens normalizadas enviadas por via electrónica e alguns aceitam mesmo dados radioeléctricos provenientes de veículos de movimentação de contentores 6. Todos os sistemas funcionam por PC, dentro de uma rede local. Os portos concluem cada vez mais acordos bilaterais que se destinam à troca, por meios electrónicos, de informações relativas às partidas ou chegadas de navios e às mercadorias transportadas a bordo. Para facilitar a troca deste tipo de informações, foram elaboradas normas relativas à troca informatizada de dados, o EDI. Trata-se frequentemente de desenvolver um sistema de informações que se baseie no sistema EDIFACT/ONU e uma técnica de correio electrónico que trate da gestão das mensagens, de formato livre, com vista a acelerar o fluxo de informações e a reduzir o número de erros. Num certo número de portos, os serviços que lhes estão associados (alfândega, autoridade portuária), bem como os meios empresariais, constituíram sociedades comuns para desenvolver, instalar e explorar sistemas desse tipo. O objectivo inicial era criar um interface com as alfândegas mas em seguida desenvolveram um sistema que permitisse comunicar também com outras entidades. Todos estes serviços de comutação de mensagens permitem agora trocar informações na rede Internet. B. Um projecto de informatização nos portos Os computadores são fabulosos... em décimas de segundo, são capazes de errar de tal forma que seriam necessárias várias pessoas durante muito tempo para conseguirem cometer erros semelhantes. Esta frase, irónica, põe em relevo uma grande verdade: se um sistema de informação não tiver sido concebido e construído de forma adequada, os resultados podem ser nefastos. Para a informatização de um sistema do domínio portuário, a primeira coisa a fazer é determinar as necessidades e avaliar o custo e as vantagens prováveis de três opções: - conservar o sistema existente; 5 Cosmos N.V., Navis e Tideworks Technology são três dos principais fornecedores de sistemas informáticos de bases de dados relacionais para terminais de contentores. 6 Entre os fornecedores destes sistemas, podemos citar Americas Systems Inc. (www.etermsys.com), Dockside Software (www.docksidesoftware.com), PCR Terminal Systems (www.pcronline.com) e PortTec (3DPORT) (www.discoverjade.com/3dport). As três primeiras sociedades têm a sua sede nos Estados Unidos e a última na Nova Zelândia. CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 82 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

16 - melhorá-lo (compra de equipamento ou melhoria do sistema de arquivos, recrutamento de pessoal, etc.); - substituí-lo por um sistema informatizado. É preciso ter presente problemas que têm a ver com a utilização de um sistema de informação: - um prazo de execução por vezes longo entre o início dos trabalhos e a instalação definitiva do sistema; - a eventualidade de que a elaboração e o período experimental de cada programa possam ser onerosos e morosos; - a eventualidade de que os sistemas em serviço não sejam suficientemente flexíveis para serem modificados e ajustados em função das necessidades que possam evoluir com o tempo. Os princípios gerais para adquirir ou modificar um sistema de informação (SI) gerado por computador continuam os mesmos: se há computadores que estejam já ao serviço, deveria haver pessoas experientes ou, caso não haja ninguém, há que recorrer aos conselhos de um especialista. Uma vez que a administração do porto tenha claramente optado pela utilização das tecnologias de informação e tenha disponibilizado os meios necessários, deverá também nomear profissionais qualificados para rentabilizar esses meios. Alias o envolvimento da gestão de topo é uma condição prévia ao processo. As etapas a seguir são ilustradas nos pontos adiante apresentados. 1. Exame dos sistemas de informação Antes de considerar a instalação de um sistema informatizado um gestor deverá passar em revista os sistemas de informação existentes. A primeira atitude consiste em determinar muito claramente as finalidades do sistema e suas vantagens. Em seguida, relativamente a essas vantagens, identificar: - as actividades, processos ou funções que não satisfaçam, ou talvez não venham a satisfazer os standards de exercício ou as expectativas (ex. o número de erros nos dados introduzidos, a rapidez na obtenção de relatórios); - o que se pode mudar para aumentar ou melhorar o rendimento económico e sua competitividade (Ex. aumentar o número de clientes oferecendo novos serviços); - a informação é frequentemente solicitada ou necessária para os quadros ou autoridades e as tarefas são muitas vezes repetitivas (ex. formulários para preencher, relatórios). Mais especificamente, o gestor deverá analisar as seguintes cinco razões que justificam um projecto de informatização: Razão Exemplos de questões a serem colocadas CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 83 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

17 capacidade: - aumento da velocidade de tratamento de dados; - tratamento de um volume crescente de transações; - recuperação rápida de informação; - realização de pesquisas ou sínteses complexas. controlo: - melhorar a exactidão e a consistência de dados; - aumentar a segurança dos dados importantes. comunicação: - melhorar o fluxo de informação e mensagens entre departamentos distantes ou mesmo dentro dos escritórios; - integração de dados de diferentes departamentos e sua distribuição. custos: - gestão de custos; - redução de custos; competitividade: Análise, síntese da informação e investigações para - atrair clientes; - diminuir as possibilidades de sucesso da concorrência; - obter acordos com os fornecedores; - introduzir novos produtos ou serviços. Será que a informação disponível é apresentada da forma mais útil? E será que chega a tempo? Será que a informação disponível corresponde ao objectivo visado? É actualizada, completa, fiável, exacta? A observação e registo da informação são satisfatórios? Os dados são convenientemente verificados, classificados, anotados? Os ficheiros encontram-se actualizados e completos? A informação está protegida (incêndio, inundação, roubo)? Será que está protegida contra acessos não autorizados? Há um manual actualizado para os utilizadores do sistema? Será que o custo da informação disponibilizada é inferior às vantagens que oferece? Haverá uma modificação do serviço ao cliente de forma a atrair mais clientes? Como fazer frente à concorrência através de um sistema informatizado? Será que a concorrência trabalha eficazmente com um sistema informatizado? Pode-se fazer frente às alterações de preços ou aos fornecedores utilizando um sistema informatizado? Que serviços serão os mais influenciados pelas tecnologias? Por exemplo, relativamente à questão da competitividade, o sistema pode fornecer dados de forma formatada que nos permitem facilmente obter respostas às questões apresentadas. Nas duas figuras seguintes observam-se os outputs possíveis de um sistema de informação portuário. MOVIMENTOS DE CONTENTORES Quota de Mercado por Agente Análise de Pereto (< 50%; 50% e < 80%; 80%) CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 84 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

18 2. Ciclo de vida e engenharia de sistemas Se se tiver decido avançar com uma modificação ou desenvolvimento de um sistema informatizado, a metodologia do ciclo de vida (SDLC de Systems Development Life Cycle ) é uma das mais utilizadas. Trata-se de uma abordagem por fases, durante as quais nenhuma ocorre separadamente; certas fases serão simultâneas e outras repetitivas. No entanto, é conveniente começar por uma planificação estratégica dos sistemas. O objectivo é obter um plano que apresente os sistemas a modificar ou a desenvolver na organização e na inter-relação entre eles. Depois, as fases e tarefas de um SDLC ocorrem da seguinte maneira: Estudo da exequibilidade - Descrição dos procedimentos existentes; - Análise de diferentes soluções a considerar em matéria de equipamentos e de ajudas à programação, e outras soluções para além das aplicações informáticas; - Avaliação de custos; - Escolha final de uma solução segundo critérios económicos (custos e vantagens), técnicos e ecológicos de avaliação. Análise e concepção - Análise detalhada do sistema existente; - Análise das necessidades de informação; - Definição do sistema em função das necessidades de informação do utilizador; - Definição de uma especificação do sistema, descrevendo a organização do fluxo de informações, a introdução de dados, a sua saída, os dados a conservar, os processos de base e os procedimentos de controlo e de segurança. Esta especificação deve ser apresentada por escrito, de uma forma inteligível para o utilizador. Depois da aceitação por parte do utilizador, a especificação constitui uma base para um desenvolvimento técnico mais aprofundado do sistema. Programação - Desenvolvimento de um caderno de encargos técnico, detalhado, para a elaboração do programa; - Elaboração e experimentação do programa; - Ensaio final do sistema. CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 85 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

19 Instalação - Formação do utilizador (baseada no manual do utilizador); - Instalação do sistema no quadro de trabalho do utilizador. Exploração corrente - Funcionamento de rotina e avaliação dos resultados; - Actualização e modificação do sistema em função da evolução das necessidades de informação; - funções de controlo e de avaliação do sistema: o procedimentos do controlo da eficácia (observação dos utilizadores, manutenção, sub-sistemas de recolha e de análise da informação); o um sistema formal de análise estatística (relações baseadas em parâmetros chave tais como o tempo de indisponibilidade, reparações e defeitos do software). O tempo de realização e a qualidade do sistema dependem em larga medida da boa execução das fases iniciais do seu desenvolvimento. Eventuais erros cometidos nesta fase multiplicam o tempo e os custos de realização das fases seguintes e podem, no pior dos casos, levar ao abandono do sistema. Para evitar isso descrevem-se, nos pontos seguintes, duas actividades importantes da fase de análise: a análise das necessidades e o caderno de encargos. De igual modo, a elaboração de um manual do utilizador completo no final da instalação é essencial para a exploração corrente do sistema em toda a sua capacidade. O gestor deve exigir um manual do utilizador de qualidade para garantir uma certa autonomia relativamente a quem desenvolveu o sistema (pessoal do departamento informático ou empresa). Finalmente, com o crescimento do número de utilizadores da Internet e do comércio electrónico, seria bom sublinhar a importância do desenvolvimento de um site Web do porto. Avaliação das necessidades O objecto da consideração das necessidades tem como finalidade antes de mais ajudar o gestor a tomar consciência do que realmente precisa e definir essas necessidades de uma forma tão clara quanto possível para a pessoa que irá construir o novo sistema de informação. O gestor desempenha um papel preponderante na redacção do relatório das necessidades. No melhor dos casos, será ele próprio quem redigirá esse relatório ou, de acordo com a amplitude do problema e as condições particulares, poderá encarregar analistas de recolherem e analisarem as informações necessárias que o ajudem a tomar as decisões mais acertadas. Quando se pensa instalar sistemas mais importantes, ao nível da empresa ou de uma divisão, poder-se-ão criar comités de direcção compostos pelos quadros a quem o sistema se destine prioritariamente e presididos pelo director responsável. Antes do mais, a definição das necessidades deverá ser posta por escrito numa linguagem não técnica. Trata-se de um relatório daquilo que o sistema deverá permitir fazer. O gestor não se deve deixar intimidar pela linguagem dos técnicos e deverá partir do princípio que estes deverão explicar as coisas empregando um vocabulário não técnico. No entanto, o relatório das necessidades estabelecido pelo gestor não deverá ser considerado imutável. Deverá conter os seguintes pontos: CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 86 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

20 Objectivos: Alcance: Exposição dos objectivos a atingir e das vantagens encontradas, quantificadas de maneira adaptada à aplicação particular e às circunstâncias locais. As vantagens do sistema em definição devem ser avaliadas em termos quantificáveis para que as despesas necessárias possam ser aprovadas (Por exemplo: redução de 30% da dívida em curso; redução para menos de um mês da duração média das rupturas de stock; melhoria do serviço fornecido aos clientes no seguimento do aumento do tráfico; redução do custo de produção da informação. Informação que o sistema deverá tratar, pessoal encarregado de explorar e de utilizar o sistema, limites do sistema e descrição das suas funções gerais. Nesta secção serão indicados o número e o tipo de utilizadores eventuais, a área a cobrir, o número de transações a tratar e as operações de tratamento a efectuar. Saídas: Entradas: Controlos: Normas: Limites: Características das informações de base que o sistema deverá produzir descrevendo o conteúdo dos relatórios ou das tabelas impressas a produzir. Neste estádio, não é necessário entrar em detalhes relativamente à forma exacta de apresentação. Características dos dados a recolherem para o tratamento por computador. Indicar o nível de controlo e o grau de segurança a prever para a exploração do sistema de informação. Indicar se o sistema deve ser conforme a normas internas, nacionais ou internacionais. Indicar quais os limites financeiros, técnicos e organizacionais ou que prescrições especiais devem ser tidas em conta para a implementação e a exploração do sistema de informação. Caderno de encargos O caderno de encargos do sistema faz-se a partir do levantamento das necessidades. Deve: - descrever os objectivos e as vantagens do sistema; - descrever o modo de organização e o fluxo de informações; - descrever cada uma das possibilidades oferecidas pelo sistema, o modo de tirar partido delas, os erros a serem eventualmente encontrados e a forma de os remediar; - descrever as "relações" (indicar quando se produzirão essas relações, quem as utilizará, com que finalidades, qual o seu conteúdo geral, o seu volume); - descrever os dados a inserir no computador; - descrever os métodos de controlo do funcionamento do sistema; - descrever os procedimentos de protecção do sistema e a forma de recomeçar após algum incidente; - descrever as necessidades em matéria de equipamento e de suporte lógico; - estimar os prazos e os custos de instalação e de exploração do sistema. Manual do utilizador CNUCED - «A gestão moderna dos portos». Certificado de gestão portuária para quadros 87 Edição de 9 de Maio de 1997, revisão Maio de 2005 UN Copyright 2005

Informática. Aula 7. Redes e Telecomunicações

Informática. Aula 7. Redes e Telecomunicações Informática Aula 7 Redes e Telecomunicações Comunicação Empresarial 2º Ano Ano lectivo 2003-2004 Introdução Para as empresas modernas funcionarem eficazmente, são vitais as ligações que conectam as suas

Leia mais

Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação

Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação Unidade de Ensino/Aprendizagem Tecnologias da Informação e Comunicação Conceitos Introdutórios Conceitos

Leia mais

Redes de computadores e Internet

Redes de computadores e Internet Polo de Viseu Redes de computadores e Internet Aspectos genéricos sobre redes de computadores Redes de computadores O que são redes de computadores? Uma rede de computadores é um sistema de comunicação

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos. Gestão da Qualidade 2005 ISO 9001:2001 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade 2005 Estrutura da Norma 0. Introdução 1. Campo de Aplicação 2. Referência Normativa 3. Termos e Definições 4. Sistema de Gestão

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores São dois ou mais computadores ligados entre si através de um meio.a ligação pode ser feita recorrendo a tecnologias com fios ou sem fios. Os computadores devem ter um qualquer dispositivo

Leia mais

Escola Superior de Gestão de Santarém. Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos. Peça Instrutória G

Escola Superior de Gestão de Santarém. Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos. Peça Instrutória G Escola Superior de Gestão de Santarém Pedido de Registo do CET Instalação e Manutenção de Redes e Sistemas Informáticos Peça Instrutória G Conteúdo programático sumário de cada unidade de formação TÉCNICAS

Leia mais

Planificação Anual. Planificação de Médio Prazo (1.º Período) Tecnologias da Informação e Comunicação. 9º Ano

Planificação Anual. Planificação de Médio Prazo (1.º Período) Tecnologias da Informação e Comunicação. 9º Ano Escola Básica do 2º e 3º Ciclos João Afonso de Aveiro Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Secção de Informática Planificação Anual (1.º Período) Ano lectivo 2010/2011 Tecnologias da Informação

Leia mais

A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D E O L I V E I R I N H A ( 1 6 0 1 2 0 ) E S C O L A B Á S I C A D E O L I V E I R I N H A ( 1 0 5 4 0 3 )

A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D E O L I V E I R I N H A ( 1 6 0 1 2 0 ) E S C O L A B Á S I C A D E O L I V E I R I N H A ( 1 0 5 4 0 3 ) DISCIPLINA: TIC ANO: 9º TURMAS: A, B e C ANO LECTIVO: 2011/2012 P L A N I F I C A Ç Â O A N U A L - T I C UNIDADE DIDÁTICA 1: Tecnologias da Informação e Comunicação AULAS PREVISTAS: 9 x 90 Minutos Rentabilizar

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2

PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2 PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2 Domínios de referência Competências Conteúdos Calendarização Conceitos Essenciais e

Leia mais

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas Informática Aula 3 Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação Comunicação Empresarial 2º Ano Ano lectivo 2003-2004 Introdução aos Sistemas A Teoria dos Sistemas proporciona um meio poderoso

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Redes de Computadores 3º Ano / 1º Semestre Eng. Electrotécnica Ano lectivo 2005/2006 Sumário Sumário Perspectiva evolutiva das redes telemáticas Tipos de redes Internet, Intranet

Leia mais

Tecnologias da Informação e Comunicação: Internet

Tecnologias da Informação e Comunicação: Internet Tecnologias da Informação e Comunicação UNIDADE 3 Tecnologias da Informação e Comunicação: Internet Aula nº 2º Período Escola EB 2,3 de Taíde Ano lectivo 2009/2010 SUMÁRIO Introdução à Internet: história

Leia mais

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações

Sistemas Multimédia. Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP. Francisco Maia famaia@gmail.com. Redes e Comunicações Sistemas Multimédia Arquitectura Protocolar Simples Modelo OSI TCP/IP Redes e Comunicações Francisco Maia famaia@gmail.com Já estudado... Motivação Breve História Conceitos Básicos Tipos de Redes Componentes

Leia mais

COMISSÃO NACIONAL DE PROTECÇÃO DE DADOS. As dinâmicas de grupo e os perfis de consumo

COMISSÃO NACIONAL DE PROTECÇÃO DE DADOS. As dinâmicas de grupo e os perfis de consumo COMISSÃO NACIONAL DE PROTECÇÃO DE DADOS As dinâmicas de grupo e os perfis de consumo O uso de perfis na empresa Os perfis são conjuntos de dados que caracterizam categorias de indivíduos destinados a serem

Leia mais

Porque as suas regras de negócio são específicas, precisa de uma sua solução de gestão que permite gerir essa diferença.

Porque as suas regras de negócio são específicas, precisa de uma sua solução de gestão que permite gerir essa diferença. Porquê NEXT Vision Porque as suas regras de negócio são específicas, precisa de uma sua solução de gestão que permite gerir essa diferença.... Poder de adaptação Porque cabe a si decidir como pretende

Leia mais

PHC Dashboard CS. Diversidade de análises de dados pré-configuradas. Representação gráfica da informação do sistema

PHC Dashboard CS. Diversidade de análises de dados pré-configuradas. Representação gráfica da informação do sistema PHC Dashboard CS Um novo nível de gestão A gestão da informação empresarial de forma sintética, visual e abrangente, possibilitando uma tomada de decisão mais rápida, correcta e precisa. BUSINESS AT SPEED

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA, SANTIAGO DO CACÉM GRUPO DISICPLINAR - Informática ANO: 8º TICT2 ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/9

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA, SANTIAGO DO CACÉM GRUPO DISICPLINAR - Informática ANO: 8º TICT2 ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/9 ANO: 8º TICT2 ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/9 Módulo 1 Tecnologias da Informação e Comunicação 1.1 Conceitos Essenciais Conceitos Básicos o Informática o Tecnologias da Informação o Tecnologias da Informação

Leia mais

Conceitos Sistema da informação e comunicação N.º de Aulas

Conceitos Sistema da informação e comunicação N.º de Aulas PLANIFICAÇÃO AGRUPAMENTO ANUAL - DE TECNOLOGIAS ANO ESCOLAS LECTIVO DR. VIEIRA DE CARVALHO 9º ANO 2008/2009 DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Tecnologias 1º Período Conceitos Sistema da informação e comunicação

Leia mais

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft A solução MB DOX oferece uma vantagem competitiva às empresas, com a redução do custo de operação, e dá um impulso à factura

Leia mais

Um sistema de gestão de frotas que lhe permite o controlo, a localização em tempo real e a comunicação permanente com todos os veículos da sua

Um sistema de gestão de frotas que lhe permite o controlo, a localização em tempo real e a comunicação permanente com todos os veículos da sua Um sistema de gestão de frotas que lhe permite o controlo, a localização em tempo real e a comunicação permanente com todos os veículos da sua empresa. Um sistema que gere e controla toda a actividade

Leia mais

Análise de Sistemas. Conceito de análise de sistemas

Análise de Sistemas. Conceito de análise de sistemas Análise de Sistemas Conceito de análise de sistemas Sistema: Conjunto de partes organizadas (estruturadas) que concorrem para atingir um (ou mais) objectivos. Sistema de informação (SI): sub-sistema de

Leia mais

Guia de Websites para a Administração Pública

Guia de Websites para a Administração Pública Guia de Websites para a Administração Pública Portugal precisa de um desafio de exigência e de conhecimento que nos eleve aos níveis de competência e de produtividade dos países mais desenvolvidos, de

Leia mais

3.º e 4.º Anos de Escolaridade Competências Conteúdos Sugestões metodológicas Articulações

3.º e 4.º Anos de Escolaridade Competências Conteúdos Sugestões metodológicas Articulações Introdução ao Ambiente de Trabalho 3.º e 4.º Anos de Escolaridade Distinguir hardware de software; Identificar os principais componentes físicos de um computador e as suas funções; Reconhecer os principais

Leia mais

ILM e as Arquitecturas Empresariais por Pedro Sousa

ILM e as Arquitecturas Empresariais por Pedro Sousa ILM e as Arquitecturas Empresariais por Pedro Sousa Neste artigo clarifica-se os objectivos do ILM (Information Life Cycle Management) e mostra-se como estes estão dependentes da realização e manutenção

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

NOTIFICAÇÃO DE NEGÓCIO

NOTIFICAÇÃO DE NEGÓCIO NOTIFICAÇÃO DE NEGÓCIO O Microsoft Business Solutions for Supply Chain Management Navision Business Notification ajudao a gerir a sua empresa mais facilmente e eficazmente. Pode identificar qualquer problema

Leia mais

Sistemas de informação (S.I.)

Sistemas de informação (S.I.) Sistemas de informação (S.I.) Índice geral: Contents Índice geral: 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas de Gestão Empresarial 3 TIPOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 5 SEGURANÇA NOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 6 Noções

Leia mais

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação O Business Analytics for Microsoft Business Solutions Navision ajuda-o a ter maior controlo do seu negócio, tomar rapidamente melhores decisões e equipar os seus funcionários para que estes possam contribuir

Leia mais

PHC Dashboard CS. Diversidade de análises de dados pré-configuradas. Representação gráfica da informação do sistema

PHC Dashboard CS. Diversidade de análises de dados pré-configuradas. Representação gráfica da informação do sistema PHC Dashboard CS Um novo nível de gestão A gestão da informação empresarial de forma sintética, visual e abrangente, possibilitando uma tomada de decisão mais rápida, correcta e precisa. BUSINESS AT SPEED

Leia mais

PHC Doc. Electrónicos CS

PHC Doc. Electrónicos CS PHC Doc. Electrónicos CS A diminuição dos custos da empresa A solução que permite substituir a típica correspondência em papel, agilizando os processos documentais e reduzindo os custos das empresas. BUSINESS

Leia mais

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM por Engº João Barata (jbarata@ctcv.pt), CTCV Inovação Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro 1. - INTRODUÇÃO Os sub-sistemas de gestão, qualquer que seja o seu

Leia mais

Tipos de Rede. Maria João Bastos MegaExpansão 16-03-2010

Tipos de Rede. Maria João Bastos MegaExpansão 16-03-2010 2010 Tipos de Rede Maria João Bastos MegaExpansão 16-03-2010 REDES Em computação, rede de área local (ou LAN, acrónimo de local área network) é uma rede de computador utilizada na interconexão de equipamentos

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO CONCEITOS BÁSICOS 1 Necessidade das base de dados Permite guardar dados dos mais variados tipos; Permite

Leia mais

É uma rede mundial de computadores ligados entre si. INTERNET

É uma rede mundial de computadores ligados entre si. INTERNET INTERNET O QUE É A INTERNET? O QUE É NECESSÁRIO PARA ACEDER À INTERNET? QUAL A DIFERENÇA ENTRE WEB E INTERNET? HISTÓRIA DA INTERNET SERVIÇOS BÁSICOS DA INTERNET 2 1 INTERCONNECTED NETWORK INTERNET A Internet

Leia mais

OS SISTEMAS DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO MATERIAL CIRCULANTE

OS SISTEMAS DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO MATERIAL CIRCULANTE OS SISTEMAS DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO MATERIAL CIRCULANTE 1. REFERÊNCIAS [1] - Bases Gerais para a Implementação de Sistemas de Gestão da Manutenção de Material Circulante, Instrução Técnica 5, INCFA

Leia mais

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 2ª edição: Março de 2006 ISBN: 989-615-024-9 Depósito legal: 240.

geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.pt Impressão e acabamento: Inova 2ª edição: Março de 2006 ISBN: 989-615-024-9 Depósito legal: 240. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft Windows XP SP2, 2ª edição Colecção:

Leia mais

SiDEI. Sistema de Avaliação Automática de Alunos. Gestão e Desenvolvimento de Aplicações Informáticas

SiDEI. Sistema de Avaliação Automática de Alunos. Gestão e Desenvolvimento de Aplicações Informáticas SiDEI Sistema de Avaliação Automática de Alunos Gestão e Desenvolvimento de Aplicações Informáticas Disciplina de Engenharia de Software Instituto Superior de Engenharia do Porto Alunos: André Serafim

Leia mais

Política de Segurança da Informação da Entidade

Política de Segurança da Informação da Entidade Estrutura Nacional de Segurança da Informação (ENSI) Política de Segurança da Informação da Entidade Fevereiro 2005 Versão 1.0 Público Confidencial O PRESENTE DOCUMENTO NÃO PRESTA QUALQUER GARANTIA, SEJA

Leia mais

Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nas Empresas

Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nas Empresas INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA Departamento de Estatísticas Sociais Serviço de Estatísticas da Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação

Leia mais

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos

Estrutura da Norma. 0 Introdução 0.1 Generalidades. ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos ISO 9001:2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Gestão da Qualidade e Auditorias (Mestrado em Engenharia Alimentar) Gestão da Qualidade (Mestrado em Biocombustívies) ESAC/João Noronha Novembro

Leia mais

Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt

Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt Desktop Virtual Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt Tendo em conta que a Virtualização será um dos principais alvos de investimento para o ano 2009 (dados

Leia mais

Microsoft Windows Server 2003

Microsoft Windows Server 2003 Microsoft Windows Server 2003 Breve Manual Introdução/Instalação Brevíssima história dos sistemas operativos da Microsoft No início dos computadores pessoais, um punhado de recém licenciados criou um sistema

Leia mais

Conceitos básicos sobre TIC

Conceitos básicos sobre TIC Conceitos básicos sobre TIC Origem da palavra Informática Informação + Automática Informática Significado: Tratamento ou processamento da informação utilizando meios automáticos, nomeadamente o computador.

Leia mais

Conceitos. - Sistema de Informação, Estruturas e Classificação. - Dados x Informações. Edson Almeida Junior www.edsonalmeidajunior.com.

Conceitos. - Sistema de Informação, Estruturas e Classificação. - Dados x Informações. Edson Almeida Junior www.edsonalmeidajunior.com. Conceitos - Sistema de Informação, Estruturas e Classificação - Dados x Informações Edson Almeida Junior www.edsonalmeidajunior.com.br Definição de Sistema Uma coleção de objetos unidos por alguma forma

Leia mais

CONDIÇÕES PARTICULARES CONTA INDIVIDUAL DE SOLUÇÕES DE SERVIÇO DE MENSAGENS Versão de 17/01/2012

CONDIÇÕES PARTICULARES CONTA INDIVIDUAL DE SOLUÇÕES DE SERVIÇO DE MENSAGENS Versão de 17/01/2012 CONDIÇÕES PARTICULARES CONTA INDIVIDUAL DE SOLUÇÕES DE SERVIÇO DE MENSAGENS Versão de 17/01/2012 Definições : Activação do Serviço: A activação do Serviço inicia-se a partir da validação do pagamento do

Leia mais

Curso Técnico de Informática de Sistemas

Curso Técnico de Informática de Sistemas Curso Técnico de Informática de Sistemas Módulo: 772 Sistemas Operativos Formador: Henrique Fidalgo Objectivos da UFCD: Instalar e configurar sistemas operativos. Instalar e configurar utilitários sobre

Leia mais

Catálogo IDA de INSTRUMENTOS e TÉCNICAS COMUNS. Interchange of Data between Administrations COMISSÃO EUROPEIA

Catálogo IDA de INSTRUMENTOS e TÉCNICAS COMUNS. Interchange of Data between Administrations COMISSÃO EUROPEIA Interchange of Data between Administrations COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO- GERAL DA EMPRESA INTERCHANGE OF DATA BETWEEN ADMINISTRATIONS PROGRAMME Catálogo IDA de INSTRUMENTOS Interchange of Data between Administrations

Leia mais

GM Light GM POS GESTÃO COMERCIAL. O parceiro ideal nas tecnologias de Informação

GM Light GM POS GESTÃO COMERCIAL. O parceiro ideal nas tecnologias de Informação GM As soluções de Gestão comercial GM são uma ferramenta essencial e indispensável para a correcta gestão de negócio e fomentador do crescimento sustentado das Empresas. Criado de raiz para ser usado em

Leia mais

CATÁLOGO DE FORMAÇÃO

CATÁLOGO DE FORMAÇÃO CATÁLOGO DE FORMAÇÃO 2009 CATÁLOGO DE FORMAÇÃO INDICE INDICE...2 ÂMBITO...4 1. GESVEN - GESTÃO DE PESSOAL E VENCIMENTOS CGV02 Gestão Base de Cadastro...5 CGV03 Report Writer (Base)...5 CGV04 Processamento

Leia mais

ENSINO BÁSICO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO Praticas Administrativas

ENSINO BÁSICO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO Praticas Administrativas Agrupamento de Escolas Nº 1 de Abrantes ENSINO BÁSICO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO Praticas Administrativas ESCOLA: Dr. Solano de Abreu DISCIPLINA:TIC ANO: 1 ANO 2013/2014 CONTEÚDOS Conceitos básicos Informática

Leia mais

PHC Logística CS. A gestão total da logística de armazém

PHC Logística CS. A gestão total da logística de armazém PHC Logística CS A gestão total da logística de armazém A solução para diminuir os custos de armazém, melhorar o aprovisionamento, racionalizar o espaço físico e automatizar o processo de expedição. BUSINESS

Leia mais

UNIDADE 1. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO

UNIDADE 1. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO UNIDADE 1. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO Conteúdos Competências Gerais Competências essenciais (X 45 min) Capacidade de diálogo e de organização. Considerações gerais sobre a disciplina e

Leia mais

CUSTO TOTAL DE PROPRIEDADE DO PANDA MANAGED OFFICE PROTECTION. 1. Resumo Executivo

CUSTO TOTAL DE PROPRIEDADE DO PANDA MANAGED OFFICE PROTECTION. 1. Resumo Executivo 1. Resumo Executivo As empresas de todas as dimensões estão cada vez mais dependentes dos seus sistemas de TI para fazerem o seu trabalho. Consequentemente, são também mais sensíveis às vulnerabilidades

Leia mais

Comunicação entre computadores o Modelo OSI

Comunicação entre computadores o Modelo OSI Comunicação entre computadores o Modelo OSI Antes de avançar, vamos ver o significado de alguns conceitos. A nível das tecnologias de informação, há um conjunto de normas, padrões e protocolos que são

Leia mais

Atividade Capitulo 6 - GABARITO

Atividade Capitulo 6 - GABARITO Atividade Capitulo 6 - GABARITO 1. A Internet é uma força motriz subjacente aos progressos em telecomunicações, redes e outras tecnologias da informação. Você concorda ou discorda? Por quê? Por todos os

Leia mais

Introdução aos Computadores

Introdução aos Computadores Os Computadores revolucionaram as formas de processamento de Informação pela sua capacidade de tratar grandes quantidades de dados em curto espaço de tempo. Nos anos 60-80 os computadores eram máquinas

Leia mais

Prof. Sandrina Correia

Prof. Sandrina Correia Tecnologias de I informação de C omunicação 9º ANO Prof. Sandrina Correia TIC Prof. Sandrina Correia 1 Objectivos Definir os conceitos de Hardware e Software Identificar os elementos que compõem um computador

Leia mais

Grupo de trabalho sobre a protecção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais. Recomendação 1/99

Grupo de trabalho sobre a protecção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais. Recomendação 1/99 5093/98/PT/final WP 17 Grupo de trabalho sobre a protecção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais Recomendação 1/99 sobre o tratamento invisível e automatizado de dados

Leia mais

Documentos Electrónicos

Documentos Electrónicos Documentos Electrónicos Define-se como Documento electrónico todo o documento produzido em computador integrado em sistemas e redes, não tendo existência própria se for deslocado do sistema de informação

Leia mais

Unidade I SISTEMAS PARA INTERNET E. Prof. Emanuel Matos

Unidade I SISTEMAS PARA INTERNET E. Prof. Emanuel Matos Unidade I SISTEMAS PARA INTERNET E SOFTWARE LIVRE Prof. Emanuel Matos Sumário Unidade I Principais tecnologias da rede digital Computação cliente/servidor Comutação de pacotes TCP/IP Sistemas de informação

Leia mais

Servidor de Dados. Sistemas de Informação Módulo 4

Servidor de Dados. Sistemas de Informação Módulo 4 Servidor de Dados Sistemas de Informação Módulo 4 Módulo 4 Arquitectura Cliente/Servidor Administração de um Servidor/Base de Dados Conteúdos do Módulo 4 Conceitos Gerais sobre a arquitectura Cliente/Servidor;

Leia mais

Especificações de oferta Monitorização da infra-estrutura remota

Especificações de oferta Monitorização da infra-estrutura remota Descrição dos serviços Especificações de oferta Monitorização da infra-estrutura remota Este serviço oferece serviços de Monitorização da infra-estrutura remota Dell (RIM, o Serviço ou Serviços ) conforme

Leia mais

E se conseguisse reduzir os seus custos de energia até 20%?

E se conseguisse reduzir os seus custos de energia até 20%? E se conseguisse reduzir os seus custos de energia até 20%? Uma solução eficaz de Gestão Energética para o Retalho Eficiência Energética no Retalho Será que está a gastar mais em energia do que necessita?

Leia mais

Memorando sobre o tratamento de matérias classificadas (MC) com o grau de classificação RESERVADO (memorando MCR)

Memorando sobre o tratamento de matérias classificadas (MC) com o grau de classificação RESERVADO (memorando MCR) 1 Memorando sobre o tratamento de matérias classificadas (MC) com o grau de classificação RESERVADO (memorando MCR) O memorando foi concebido para a instrução de colaboradores dos departamentos oficiais

Leia mais

Gestão da Informação

Gestão da Informação Gestão da Informação Aplicações de suporte à Gestão da Informação na empresa Luis Borges Gouveia, lmbg@ufp.pt Aveiro, Fevereiro de 2001 Sistemas de informação para empresas Manutenção e exploração de sistemas

Leia mais

Algumas informações sobre a rede informática do ISA

Algumas informações sobre a rede informática do ISA Algumas informações sobre a rede informática do ISA Fernanda Valente Graça Abrantes A grande maioria dos computadores do Instituto Superior de Agronomia estão ligados entre si constituindo uma Intranet,

Leia mais

IP Communications Platform

IP Communications Platform IP Communications Platform A Promessa de Convergência, Cumprida As comunicações são essenciais para os negócios mas, em última análise, estas são conduzidas a nível pessoal no ambiente de trabalho e por

Leia mais

Software da Impressora

Software da Impressora Software da Impressora Acerca do Software da Impressora O software Epson inclui o controlador de impressão e o EPSON Status Monitor 3. O controlador de impressão é um software que permite controlar a impressora

Leia mais

Informática. Aula 9. A Internet e seu Uso nas Organizações

Informática. Aula 9. A Internet e seu Uso nas Organizações Informática Aula 9 A Internet e seu Uso nas Organizações Curso de Comunicação Empresarial 2º Ano O Que é a Internet? A Internet permite a comunicação entre milhões de computadores ligados através do mundo

Leia mais

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1 Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas João Varajão 1, Daniela Santana 2, Manuela Cunha 3, Sandra Castro 4 1 Escola de Ciências e Tecnologia, Departamento de Engenharias, Universidade

Leia mais

Manual de Access 2007

Manual de Access 2007 Manual de Access 2007 Índice Introdução... 4 Melhor que um conjunto de listas... 5 Amizades com relações... 6 A Estrutura de uma Base de Dados... 8 Ambiente do Microsoft Access 2007... 9 Separadores do

Leia mais

IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI)

IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) 1. Funcionamento do EDI 2. EDI tradicional X WEB EDI 3. EDI Tradicional 4. WEB EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) EDI: Electronic Data Interchange Troca

Leia mais

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE?

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? 1 O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? A globalização dos mercados torna cada vez mais evidente as questões da qualidade. De facto a maioria dos nossos parceiros económicos não admite a não qualidade.

Leia mais

Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação. Conceitos Introdutórios

Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação. Conceitos Introdutórios Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação Conceitos Introdutórios Informática Informática - Tratamento ou processamento da informação utilizando meios automáticos, nomeadamente o computador.

Leia mais

Lisboa, 18 de Janeiro de 2004

Lisboa, 18 de Janeiro de 2004 Lisboa, 18 de Janeiro de 2004 Realizado por: o Bruno Martins Nº 17206 o Cátia Chasqueira Nº 17211 o João Almeida Nº 17230 1 Índice 1 Índice de Figuras... 3 2 Versões... 4 3 Introdução... 5 3.1 Finalidade...

Leia mais

Hospitais 2004. Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação DOCUMENTO METODOLÓGICO

Hospitais 2004. Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação DOCUMENTO METODOLÓGICO Hospitais 2004 Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação DOCUMENTO METODOLÓGICO ÍNDICE 1. IDENTIFICAÇÃO E OBJECTIVOS DO PROJECTO... 3 2. RECOLHA E TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO...

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Evolução Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Introdução Componentes de um sistema computacional Conceituação Características desejáveis Organização

Leia mais

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA Introdução Nesta edição do Catálogo de Serviços apresentamos os vários tipos de serviços que compõe a actual oferta da Primavera na área dos serviços de consultoria.

Leia mais

MINI DICIONÁRIO TÉCNICO DE INFORMÁTICA. São apresentados aqui alguns conceitos básicos relativos à Informática.

MINI DICIONÁRIO TÉCNICO DE INFORMÁTICA. São apresentados aqui alguns conceitos básicos relativos à Informática. Tecnologias da Informação e Comunicação MINI DICIONÁRIO TÉCNICO DE INFORMÁTICA São apresentados aqui alguns conceitos básicos relativos à Informática. Informática: Tratamento da informação por meios automáticos.

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE VI: Como desenvolver Sistemas de Informação e Gerenciar Projetos. Novos sistemas de informação são construídos como soluções para os problemas

Leia mais

PHC InterOp CS. O aumento da produtividade da área financeira

PHC InterOp CS. O aumento da produtividade da área financeira PHC InterOp CS O aumento da produtividade da área financeira A solução para o aumento significativo da produtividade da área financeira, através da execução simplificada e rápida de tarefas e operações

Leia mais

Enterprise 2007. A gama PHC Enterprise é um ERP desenvolvido de forma a satisfazer as exigentes necessidades das médias e grandes empresas.

Enterprise 2007. A gama PHC Enterprise é um ERP desenvolvido de forma a satisfazer as exigentes necessidades das médias e grandes empresas. Enterprise 2007 Descritivo completo A gama PHC Enterprise é um ERP desenvolvido de forma a satisfazer as exigentes necessidades das médias e grandes empresas. Com vista a satisfazer totalmente cada empresa

Leia mais

INSTITUTO DOS REGISTOS E NOTARIADO, I.P.

INSTITUTO DOS REGISTOS E NOTARIADO, I.P. INSTITUTO DOS REGISTOS E NOTARIADO, I.P. CONCURSO PÚBLICO N.º 05/DP/2009 AQUISIÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DE FILAS DE ATENDIMENTO DOS SERVIÇOS DESCONCENTRADOS DO IRN, I.P. CADERNO DE ENCARGOS ANEXO I ESPECIFICAÇÕES

Leia mais

PHC TeamControl CS. A gestão de equipas e de departamentos

PHC TeamControl CS. A gestão de equipas e de departamentos PHC TeamControl CS A gestão de equipas e de departamentos A solução que permite concretizar projectos no tempo previsto e nos valores orçamentados contemplando: planeamento; gestão; coordenação; colaboração

Leia mais

9º Ano. 1º Período. . Conhecer os conceitos básicos relacionados com a Tecnologias Da Informação e Comunicação (TIC);

9º Ano. 1º Período. . Conhecer os conceitos básicos relacionados com a Tecnologias Da Informação e Comunicação (TIC); 1º Período UNIDADE TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 1. Conceitos Básicos 2. Áreas de Aplicação das TIC 3. Introdução á estrutura e funcionamento de um sistema Informático 4. Decisões fundamentais

Leia mais

Modernização dos Sistemas de Informação do Grupo Prosegur

Modernização dos Sistemas de Informação do Grupo Prosegur Modernização dos Sistemas de Informação do Grupo Prosegur Rogério Machado Director Técnico José Monteiro Ferreira Director Informática e Telecomunicações AGENDA 1. A APR 2. APRESENTAÇÃO DO PROJECTO 3.

Leia mais

3. Engenharia de Requisitos

3. Engenharia de Requisitos Engenharia de Software 3. Engenharia de Requisitos Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Fases do desenvolvimento de software que mais erros originam (fonte: "Software Testing", Ron Patton)

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES 1 / 6

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES 1 / 6 PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES Publicação e actualizações Publicado no Despacho n.º13456/2008, de 14 de Maio, que aprova a versão inicial do Catálogo Nacional de

Leia mais

INQUÉRITO ao COMÉRCIO ELECTRÓNICO

INQUÉRITO ao COMÉRCIO ELECTRÓNICO INQUÉRITO ao COMÉRCIO ELECTRÓNICO Documento Metodológico Preliminar 19-08-09 1 1. Introdução No âmbito da participação do Instituto Nacional de Estatística (INE), no Grupo de Trabalho do Eurostat sobre

Leia mais

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft Access 2010 Colecção: Software

Leia mais

Sistemas Operativos - 2005/2006. Trabalho Prático v1.0

Sistemas Operativos - 2005/2006. Trabalho Prático v1.0 Instituto Politécnico de Viseu Escola Superior de Tecnologia de Viseu Engenharia de Sistemas e Informática Sistemas Operativos - 2005/2006 Trabalho Prático v1.0 Introdução O presente trabalho prático visa

Leia mais

PONTDOC. Sistema de Gestão Documental. Dossier de Produto 02.01.2009 DP10.02. www.pontual.pt UGD 1 de 13

PONTDOC. Sistema de Gestão Documental. Dossier de Produto 02.01.2009 DP10.02. www.pontual.pt UGD 1 de 13 PONTDOC Sistema de Gestão Documental Dossier de Produto DP10.02 02.01.2009 www.pontual.pt UGD 1 de 13 PONTDoc Sistema de Gestão Documental A Pontual A Pontual é uma empresa de capitais 100% nacionais,

Leia mais

ISEP. Instituto Superior de Engenharia do Porto. Análise de Sistemas Informáticos

ISEP. Instituto Superior de Engenharia do Porto. Análise de Sistemas Informáticos ISEP Instituto Superior de Engenharia do Porto Análise de Sistemas Informáticos Armazenamento de Dados em Rede A Revolução do Armazenamento Partilhado A crise económica e a crescente necessidade de armazenamento

Leia mais

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE XXVIII Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE 1. Sistema de gestão de qualidade... 2 1.1 Objectivos do sistema... 2 1.2 Estrutura organizativa... 4 1.2.1 Organização interna... 4 1.2.2 Estrutura

Leia mais

AS TIC NA AP INQUÉRITO À UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA REGIONAL 2004

AS TIC NA AP INQUÉRITO À UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA REGIONAL 2004 Inquérito Estatístico registado sob o n.º 2027, válido até 31 de Dezembro de 2004 AS TIC NA AP INQUÉRITO À UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA REGIONAL 2004

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

PHC ControlDoc CS. A gestão documental da empresa ou organização

PHC ControlDoc CS. A gestão documental da empresa ou organização PHC ControlDoc CS A gestão documental da empresa ou organização O arquivo digital de todo o tipo de ficheiros (imagens, word, excel, pdf, etc.) e a possibilidade de os relacionar com os dados existentes

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE A EQUIPA DO PTE 2009/2010 Índice 1. Entrar na plataforma Moodle 3 2. Editar o Perfil 3 3. Configurar disciplina 4 3.1. Alterar definições 4 3.2. Inscrever alunos

Leia mais

CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 14 1999 27

CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 14 1999 27 CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 14 1999 27 3 - MANUAL DO UTILIZADOR Diogo Mateus 3.1. REQUISITOS MÍNIMOS * Computador Pessoal com os seguintes Programas * Microsoft Windows 95 * Microsoft Access 97 A InfoMusa

Leia mais