A INFLUÊNCIA DA TROCA ELETRÔNICA DE INFORMAÇÕES NA GESTÃO LOGÍSTICA: ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DO EDI EM UMA TRANSPORTADORA

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1 ISSN A INFLUÊNCIA DA TROCA ELETRÔNICA DE INFORMAÇÕES NA GESTÃO LOGÍSTICA: ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DO EDI EM UMA TRANSPORTADORA CLAUDIANE FERNANDES DA SILVA (CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO FIC) ROSÂNGELA VENÂNCIO NUNES (CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO FIC/FATE) CHARLES WASHINGTON COSTA DE ASSIS (FATE) GREYCIANE PASSOS DOS SANTOS (UFC) Resumo A Tecnologia da Informação aliada à Logística é imprescindível para que as empresas alcancem posição de destaque no mercado competitivo no que se refere ao atendimento das necessidades dos clientes de forma rápida, customizada e econômica, tornando-se uma coligação essencial para a continuidade do negócio. No intuito de eliminar barreiras na comunicação, reduzir gastos e flexibilizar meios de serviços, surge o Intercâmbio Eletrônico de Dados (Eletronic Data Interchange - EDI), uma ferramenta de gerenciamento de dados capaz de possibilitar a integração dinâmica entre os agentes da cadeia de suprimento dentro da empresa e nas interrelações da empresa com seus fornecedores e clientes. Neste sentido, o objetivo deste trabalho é analisar a influência da troca eletrônica de informações na gestão logística por meio da utilização do EDI em uma transportadora. A pesquisa realizada caracteriza-se por ser bibliográfica, visando à análise do sistema logístico e seus componentes, sistema de informação e EDI, bem como analisa, de forma prática, a influência que o EDI possui na Gestão Logística de Transporte, na integração das informações, na otimização dos fluxos, no serviço ao cliente e na tomada de decisão. Palavras-chaves: Tecnologia da Informação; Logística; EDI; Transportadora.

2 1 Introdução O desenvolvimento acelerado e a utilização do conhecimento nas organizações estão associados à palavra mudança. Não é possível falar sobre essa transição, que determina novos valores, sem levar ao pensamento a necessidade de abandonar antigos paradigmas. Vivemos no mundo das transformações, onde a Era Industrial perdeu espaço para o dinamismo da informação e da tecnologia. No atual cenário competitivo, as informações rápidas e precisas são fundamentais para eficácia de sistemas logísticos. Diante dessas exigências que englobam vários fatores, as empresas sentem a necessidade de atualização constante a fim de sobreviver e crescer no mercado em que atuam. A troca rápida de informações é indispensável para que a empresa passe a ganhar eficiência. Assim, este estudo busca responder à seguinte indagação: Qual a influência que a troca eletrônica de informações, por meio do EDI, exerce na gestão logística de uma transportadora?. Assim, o objetivo desse artigo é analisar como a influência da troca eletrônica de informações interfere na gestão logística, realizando um estudo de caso para verificar as aplicações da utilização do EDI em uma transportadora. Do objetivo geral apresentado, têm-se os seguintes objetivos específicos: conceituar e identificar o sistema logístico bem como as atividades logísticas; discorrer sobre sistema de informação e tecnologia da informação, ressaltando o EDI; identificar os benefícios alcançados bem como as dificuldades e barreiras na implantação do EDI; investigar a influência que o EDI exerce sobre a gestão logística na atividade de transporte, na integração de informações, na otimização de fluxos, no serviço ao cliente e na tomada de decisão em uma transportadora. No que se refere aos aspectos metodológicos aplicados para realização da pesquisa, utilizou-se primeiramente uma pesquisa bibliográfica sobre os temas: Logística, Sistemas de Informação e Sistemas de Informação Logística em livros, artigos, teses e dissertações. Em seguida, abordaram-se de forma aplicada os assuntos analisados até então de forma teórica, por meio da realização de um estudo de caso em uma transportadora. A pesquisa é classificada como qualitativa e de nível descritivo, pois os fatos foram observados, registrados, analisados e interpretados sem a interferência do pesquisador. 6

3 Andrade (2007, p.114) destaca que na pesquisa descritiva os fatos são observados, registrados, analisados, classificados e interpretados, sem que o pesquisador interfira neles. O presente artigo encontra-se estruturado inicialmente a partir do referencial teórico que aborda o Sistema Logístico; Sistemas de Informação e Tecnologia da Informação; Sistema de Informação Logística e suas aplicabilidades; e Eletronic Data Interchange (EDI). Em seguida, apresenta-se um estudo de caso, onde se demonstram a implantação, as vantagens e desvantagens do EDI no contexto de transportadora e, por fim, as devidas conclusões da pesquisa. 2 O Sistema Logístico e as Atividades Logísticas Para Ferraes Neto (2000), a Logística pode ser entendida como a gestão de fluxos. O sistema logístico é composto pelos fluxos físico, das informações e financeiro. A partir disso, observa-se que a Logística existe para satisfazer as necessidades do cliente e ajudar a criar valor ao menor custo possível por meio da gestão de um sistema que envolve a gestão de materiais (fluxo físico), de informações (fluxo virtual) e de recursos financeiros (gestão de prazos do fluxo de dinheiro). É oportuno comentar que no sistema logístico os três fluxos acontecem de forma direta e reversa. Estes fluxos funcionam de forma interdependente, de modo que a gestão de um influencia de forma direta o desempenho dos outros dois fluxos. Segundo Ferraes Neto (2000), durante muito tempo a importância do fluxo de informação foi subestimada, pois as empresas possuíam recursos financeiros abundantes e baratos, não se preocupavam com a gestão da informação e preferiam formar grandes estoques para se proteger de incertezas e erros de previsões. Quando os produtos certos são colocados nos locais certos, no momento certo e nas condições desejadas, o que, segundo Ballou (2006), é a meta do profissional de logística, um terceiro fluxo é favorecido: o financeiro. Ou seja, conforme Ferraes Neto (2000), o financeiro é aquele fluxo que faz com que os valores pagos pelos clientes retornem aos elos da cadeia. Assim, ao se obter maior acerto na realização do fluxo físico, o volume de vendas, o giro de estoques e a disponibilidade de produtos ao cliente serão majorados. Estes fatores permitem aumentar o valor da receita e o lucro no período. 7

4 São necessárias muitas atividades logísticas para se atender os objetivos acima. Vale salientar que estas atividades dividem-se em atividades primárias e de apoio, em que as atividades primárias são: Transportes (movimentar produtos e insumos), Manutenção de Estoques (ter o menor nível de estoque possível sem prejudicar o nível de serviço ao cliente) e Processamento de Pedidos (nível de serviço ofertado ao cliente). As atividades de apoio são: Armazenagem (administrar espaço para manter os materiais estocados), Manuseio de Materiais (movimentação de produtos no local da armazenagem), Embalagem de Proteção (proteção dos produtos e mercadorias) e várias outras que, juntas, fazem toda diferença no desempenho de um processo logístico independente da organização. Um dos fatores mais relevantes ao desenvolvimento dos processos administrativos é a aplicação de Tecnologia de Informação, proporcionando um grande aumento de eficiência. Tais sistemas abrangem todas as ferramentas que a tecnologia disponibiliza para o controle e gerenciamento do fluxo de informação de uma organização. 3 Sistemas de Informação e Tecnologia da Informação A Tecnologia da Informação e os Sistemas de Informação têm contribuído para grandes transformações em nossa sociedade, pois encurtam distâncias e permitem que máquinas assumam e executem com competência tarefas que até certo tempo atrás exigiam muito esforço e tempo humano. O impacto de sua utilização no modo de vida das pessoas, na forma como as empresas trabalham e relacionam-se uma com as outras e no mundo, de forma geral, tem sido tão marcante que podemos considerar que estamos vivendo a Era da Informação. Tecnologia da Informação é um componente do Sistema de Informação como informação, ferramentas, políticas de trabalho e recursos humanos. Spinola et al. (1998, p.98) afirmam que a Tecnologia da Informação reúne as contribuições da Tecnologia e da Administração, estabelecendo, assim, uma estratégia integrada, permitindo projetar e instalar sistemas de informação e as coerentes mudanças organizacionais, ou ainda, pode ser definida como a adequada utilização de ferramentas de informática, comunicação e automação, juntamente com as técnicas de organização e gestão, alinhadas 8

5 com a estratégia de negócios, com o objetivo de aumentar a competitividade da empresa (CRUZ, 2000, p. 48). A Tecnologia da Informação trata-se, portanto, de uma fonte de melhoria de produtividade e competitividade, pois aumenta a capacidade e a velocidade das informações, diminuindo seu custo. Na década de 1980, com a relação entre a evolução da Logística e do desenvolvimento da Informática, surgiam os primeiros comentários referentes à introdução do Eletronic Data Interchange (Intercâmbio Eletrônico de Dados), mais conhecido pela sigla EDI. Uma ferramenta com foco em agilizar operações e implementar processos ao menor custo possível. 4 Eletronic Data Interchange - EDI Segundo Bowersox e Closs (2001), o EDI é um meio de intercâmbio de documentos e informações entre empresas, de computador para computador, em formatospadrão. A capacitação proporcionada por esta tecnologia é a comunicação eletrônica entre organizações. De acordo com Mendes et al. (1997), o EDI é o intercâmbio de informação entre parceiros autônomos que se associam, computador a computador, de todo o tipo de documentos comerciais formatados, segundo padrões ou normas. Este processo é, ao mesmo tempo, técnico e organizacional, uma vez que consiste na transformação de dados estruturados entre empresas através de meios eletrônicos e protocolos que obedecem mensagens normalizadas e estabelecidas por organismos internacionais. Nas últimas décadas a ferramenta EDI tem apresentado grandes crescimentos, devido à redução em custos como hardware, software e telecomunicações, levando em consideração a utilização da Internet, que permite um meio alternativo para o envio das mensagens. Atualmente, o EDI tem sido utilizado como uma ferramenta estratégica pelas empresas, principalmente na relação cliente-fornecedor, podendo ser definido como o movimento eletrônico de informações entre o comprador e o vendedor com o propósito de facilitar uma transação de negócios (SILVEIRA, 1997). Por meio do exposto, conclui-se que as técnicas de EDI auxiliam e melhoram a comunicação entre parceiros sejam eles comerciantes, fornecedores e clientes, eliminando qualquer dificuldade que possa restringir a forma de fazer negócio uns com os outros. 9

6 O EDI auxilia na formação de relacionamentos sem fronteiras, onde se permite que documentos estruturados sejam trocados entre aplicações de software com o objetivo de processar uma transação de negócio. Além de servir de meio de troca de transações eletrônicas, o EDI prevê segurança, recuperação de informações, registro de erros, serviços de auditoria e serviços de apoio aos clientes (NOVAES, 2001, p.81). Uma característica relevante é que o retorno dos investimentos está relacionado com a quantidade de transações que são efetuadas por este meio, havendo necessidade de volume razoável de transações efetuadas via EDI (BUENO, 2002, p. 5). Segundo a EAN Brasil (2003), atualmente, o EDI divide-se em duas categorias: o EDI puro ou tradicional, que compõe as mensagens padronizadas e utiliza os serviços da VAN ou Rede de Valor Agregado, que provêm o meio para o transporte. É um cenário em que há vários tipos de mensagens sendo trocadas pelas partes (parceiros comerciais). A segunda categoria é a Web EDI, que integra as empresas menores ao sistema, em que o formulário com os dados da mensagem é acessível através da Internet. Esse serviço também é suportado pelas VAN's. Desta forma, observa-se que os benefícios desta ferramenta advêm principalmente da economia de custo e de tempo, pela eliminação de qualquer retrabalho devido à interferência humana. 4.1 Benefícios Alcançados com o Uso do EDI Segundo Porto et al. (2000a), o EDI oferece algumas vantagens, cujos impactos costumam ser maiores do ponto de vista estratégico em detrimento do operacional. Os benefícios tangíveis do EDI advêm da economia de custo e de tempo pela eliminação de redigitação, diminuição de ocorrência e erros, criação de conhecimento de recebimento de dados etc. O EDI, quando utilizado de forma adequada, pode proporcionar vários benefícios na realização das operações logísticas. Dentre as quais, destacam-se as áreas de transporte, estoque, serviço ao cliente e finalmente sua utilização no gerenciamento na cadeia de suprimentos (FERREIRA, 2003). Chopra e Meindl (2003), Lambert et al. (1998) e Gallina (2001) afirmam que o EDI e outros meios eletrônicos de comunicação podem ser utilizados para reduzir significativamente 10

7 o lead time associado à emissão de pedido e à transferência de informações, reduzindo assim, o seu ciclo, diminuindo os custos associados ao atendimento e, consequentemente, melhorando o serviço ao cliente Essa tecnologia melhora a eficiência operacional da organização. A seguir, apresenta-se no quadro 1 uma síntese dos benefícios que o EDI proporciona às empresa, com base nos trabalhos da EAN Brasil (1995), Pizysiemig Filho (1997), Hill (1989), Lummus (1997), Tsai et al. (1994), Martinez et al. (1997), Porto et al. (2000a), Agra (1996). BENEFÍCIOS Adição de Valor ao Negócio RESULTADOS Negociação mais eficiente, desenvolvendo parcerias estratégicas entre cliente e fornecedores. Melhorias nas Áreas de Operações e Logística Possibilita melhor sincronia entre clientes e fornecedores, garantindo, do lado do cliente, o recebimento de produtos no tempo requerido. Melhoria nos Controles Garante uma maior confiabilidade no processamento das informações. Otimização dos Fluxos Elimina a troca de documentos comerciais em papel, contribuindo assim para uma melhor administração e planejamento estratégico. Intensificação da Vantagem de Tempo Reduz do tempo de correção dos erros das transações, conferindo maior qualidade às informações trocadas, o que permite tomar os processos empresariais mais eficientes. Tomada de Decisão Possibilita aos executivos tomarem decisões rápidas, permitindo assim reagirem prontamente às ameaças e às oportunidades do mercado. Quadro 1 Vantagens do EDI. Fonte: Pesquisa direta (2012) Com base no quadro 1, se percebe que o EDI, se for bem utilizado, traz diversos benefícios às empresas, como por exemplo a adição de valor ao negócio, melhorias na área de operações e logística, melhorias nos controles, otimização dos fluxos e melhoria na tomada de decisões. No entanto, vale salientar que em meio a tantos benefícios também existem dificuldades e barreiras a serem vencidas. 4.2 Dificuldades e Barreiras na Implantação do EDI 11

8 A implantação do EDI não acontece de forma contínua, pelo seu próprio caráter inovador costuma oferecer alguns obstáculos. Primeiramente, como ocorre na grande maioria das implementações, por ser algo novo, os funcionários sentem-se limitados por não terem ainda informações o suficiente sobre o uso da ferramenta. Complementando, Tsai et al. (1994) afirmam que as dificuldades são devido às barreiras culturais, problemas de conscientização da alta administração sobre a utilização do EDI, a falta de pessoal qualificado para as operações demandando emprego do EDI, bem como a falta de serviços de apoio dos fornecedores de tecnologia de informação. DIFICULDADES NO EDI Necessidade de Padronização Altos Custos de Implementação Treinamentos Extras para os Funcionários Resistência às Mudanças RESULTADOS Porque exige da empresa estrutura adequada, pois caso contrário criará incompatibilidade com os outros sistemas envolvidos. Devido aos softwares adquiridos e investimento no quesito tecnológico.. Tempo e valor gasto para treinamentos. Devido às barreiras culturais. Quadro 2 Dificuldades na Implantação do EDI. Fonte: Adaptado de Silva (2009). A ferramenta requer uma estrutura adequada da empresa devido a toda padronização exigida na implementação do EDI, pois caso contrário isso criará uma incompatibilidade com os sistemas existentes e com as interfaces com o consumidor. Vale ressaltar que o uso do EDI com múltiplos consumidores pode acarretar a perda ou atraso de documentos durante a transmissão, uma vez que cada consumidor tem diferentes tipos de requisições (PORTO et al., 2000a). Podem ocorrer erros por parte dos parceiros, causando o chamado efeito dominó ou falhas de segurança do sistema, comprometendo a integridade dos sistemas de outros parceiros, bem como riscos de interconexão nas redes de trabalho, registros inadequados e alterações introduzidas nas mensagens (PORTO et al., 2000a). Ocorrem também restrições por parte da Legislação Governamental e dificuldade de acesso aos fornecedores 12

9 internacionais (MARCOVITCH, 1997). Assim, o êxito na utilização do EDI está associado à consistência da sua aplicação com as estratégias tecnológicas e de negócios da empresa; para tanto, torna-se necessário que seus usuários passem a aceitá-lo e comprometam-se com os resultados a serem atingidos, buscando, além do domínio de sua aplicação, um claro entendimento dos seus objetivos. 5 A Influência da Troca Eletrônica de Informações na Gestão Logística Quando as tecnologias EDI e Internet são utilizadas de forma adequada, há maior probabilidade de oportunidades de melhoria de desempenho nas operações logísticas. Segundo Lambert et al. (1998), as tecnologias impactam vários aspectos da empresa, com destaque para a logística, principalmente em transporte, armazenagem, processamento de pedidos, gestão de estoques, afetando significativamente as áreas de suprimentos /compras e distribuição. O uso de tecnologias de informação e telecomunicação (TI) impacta a eficiência do sistema logístico, pois agiliza seu fluxo de informação e oferece capacidade de resposta ao seu fluxo físico. O fluxo físico representa a movimentação e armazenagem de produtos, desde matérias-primas, insumos ou materiais componentes até produtos acabados, desde o fornecedor até o consumidor final. A agilidade na troca de informação com o uso da ferramenta EDI e da Internet possibilita visibilidade no fluxo logístico, podendo permitir a redução nos níveis de estoque, sem comprometer o atendimento à demanda. Segundo a EAN Brasil (2003), o EDI permite às empresas melhor gestão e controle da produção, utilizando reposição contínua conforme as necessidades. A eficiente utilização dos recursos de bens para atender à demanda exige planejamento, programação e controle de uma gama de atividades logísticas. A gestão destas atividades varia de empresa para empresa, dependendo da estrutura organizacional em particular e da importância destas atividades para suas operações (GALLINA, 2001). A troca eletrônica de dados torna o fluxo físico prático e agrega valor aos processos logísticos. No transporte possibilita uma movimentação de materiais de forma ágil e segura. 13

10 Segundo Zardo et al. (1996), para o setor de transporte ou empresas transportadoras, que normalmente são os responsáveis pela movimentação de mercadorias, o EDI é usado para agilizar as transações comerciais e processos burocráticos, gerando um diferencial competitivo de alto valor, uma vez que permite reduzir tempos ociosos, ou seja, tempos em que não se está transportando devido à realização de tarefas de apoio como a carga, descarga e emissão de documentos. O sistema de informação no processo de armazenagem refere-se à tecnologia aplicada para o gerenciamento operação, ou seja, operar com sistemas de TI que melhor se modelar para a atividade desenvolvida, primando por eficiência em controles de recebimento e expedição, localização de itens. A armazenagem possui ainda um aspecto de elevada consideração que é a capacidade de causar impacto direto nos custos do negócio como um todo. Quanto ao processamento de pedidos é esta a atividade que a empresa mais faz com uso da Internet. O EDI reduz o tempo de processamento dos pedidos e consequentemente o custo desse processamento, aumentando a produtividade dos funcionários nesta atividade. Percebe-se então, a importância da troca eletrônica de dados no processamento de pedidos em uma empresa. Quanto mais rápido os pedidos chegam ao departamento de produção, mais produtos são fabricados de acordo com as especificações dos clientes, e as empresas podem, assim, através do EDI, atender mais rapidamente as mudanças e exigências de seus consumidores (FERREIRA, 2003). Segundo Hutt et al. (2001), há mais facilidades para conhecer as necessidades dos recursos e gerenciar os processos logísticos entre os elos da cadeia de suprimentos. Lambert et al. (1998) afirmam que essas tecnologias causam impacto em vários aspectos da empresa, destacando a logística como a que sofre impacto significativo. Por isso, o EDI, quando utilizado de forma adequada, pode proporcionar vários benefícios na realização das operações logísticas. Dentre as áreas da logística nas quais são observados maiores benefícios, destacam-se as áreas de transporte, estoque, serviço ao cliente e finalmente sua utilização no gerenciamento na cadeia de suprimentos (FERREIRA, 2004). Na gestão de estoque o foco é automação, pois o uso de equipamentos e softwares (impressoras de barras, scanners, computadores e programas de controle), tem sido primordial para que empresas consigam atingir resultados positivos, tornando-se cada vez mais competitivas no mercado nacional e mundial. 14

11 A gestão de estoque suscita importantes ganhos como a eficiência, redução de falhas e custos, rapidez, confiabilidade e capacidade de rastreabilidade, além de melhoria do serviço ao cliente proporcionando aos mesmos, disponibilidade de produto e acesso à informações sobre pedidos pendentes, exatidão das faturas, menores níveis de estoque de segurança e seus custos correspondentes. Nesse sentido, as tecnologias existentes, em particular o EDI, possibilitam o gerenciamento dos sistemas logísticos em tempo real, ou próximo do real. Assim, é possível enxergar sistematicamente o fluxo logístico e, ao fazer isso, pode-se reduzir consideravelmente o estoque (FEREIRA, 2003). Gallina (2001) afirma que o EDI é capaz de reduzir o tempo e o custo de processamento de pedidos, consequentemente. O EDI é essencial também para que a cadeia de suprimentos atue de forma otimizada e integrada. Através da interligação entre empresas e do fluxo de informações entre seus sistemas de gestão é possível que o balanceamento de todas as relações cliente/fornecedor sejam atingidas, uma vez que cada elo só compra, manufatura e vende aquilo que os elos anteriores e posteriores necessitam. Dessa forma, as perdas são reduzidas e os custos minimizados até o cliente final (FERREIRA, 2003). A partir do exposto, se compreende que o EDI possibilita melhorias em três situações: empresas, fornecedores e cliente final. Além disso, essa ferramenta pode ser um forte incentivo para a mudança baseada em novas formas de gestão de cadeia de suprimentos. 6 Metodologia O desenvolvimento do presente trabalho obedeceu a uma série de passos metodológicos que vai desde o planejamento, passando pela coleta de informações, até a realização de um estudo de caso, com base numa entrevista não estruturada. A pesquisa foi desenvolvida primeiramente com fundamentação teórica, ou seja, um levantamento bibliográfico envolvendo diversas fontes de pesquisas, como artigos, revistas, livros e dissertações com o objetivo de se aprofundar no assunto que está sendo exposto. A parte bibliográfica enfatizou o conceito de EDI, mencionando os benefícios, as barreiras, os resultados alcançados com a ferramenta e a influência do EDI na gestão logística 15

12 e em seguida um estudo de caso em caráter descritivo, procurando identificar no interior de uma transportadora os impactos causados pela implantação e utilização do EDI na logística. O estudo de caso foi feito por um colaborador da própria empresa com base numa entrevista não estruturada. Analisou-se de forma prática a influência que o EDI teve na Gestão Logística de Transporte, na integração das informações, na otimização dos fluxos, no serviço ao cliente e na tomada de decisão. A opção por estas atividades partiu do contato direto com o processo logístico de distribuição. No estudo de caso apresentam-se às mudanças ocorridas nas atividades operacionais de uma transportadora após a utilização do EDI, quais os motivos que levaram a empresa a usá-la e quais foram as contribuições da utilização desta ferramenta na logística da empresa. Observou-se se houve no setor de transporte uma redução dos tempos ociosos das transações comerciais referentes à carga e descarga, emissão de documentos, entre outros. Analisou-se, também, se houve redução de erros, burocracia e melhorias referentes à ordenação, envio e recebimento das informações, com a eliminação da troca de documentos em papel, sempre observando o resultado após a adesão ao intercâmbio eletrônico. 7 Estudo de Caso A Empresa analisada pertence ao grupo BMS Logística Ltda e Elbert Participações Ltda. iniciou suas atividades em 2001, com menos de 15 colaboradores e apenas um caminhão toco, na cidade de Fortaleza, estado do Ceará. Considerada uma empresa promissora e com grande credibilidade junto ao seu cliente. Fundada com o intuito de atender exclusivamente à Honda, a empresa atua no segmento de transporte, logística e distribuição de motocicletas, peças, motores, permitindo assim que o cliente possa se concentrar nas suas atividades-fim. Para tanto, conta com infraestrutura, equipamentos e profissionais capacitados na área de logística, manuseando os materiais conforme requisitos definidos pelo cliente, adequando-se às necessidades e peculiaridades de cada serviço. A empresa X é gerenciada de acordo com os critérios da norma NBR ISO 9001:2008 e NBR ISO te, possui a visão de tornar-se referência para a Honda como a melhor empresa de Logística e Distribuição de Motocicletas e Peças do Norte e Nordeste e a missão de facilitar a distribuição e a logística de motocicletas e peças Honda com qualidade e responsabilidade socioambiental, de forma rentável, eficiência e eficácia operacional, 16

13 atendendo às necessidades dos clientes e acionistas, contribuindo para o desenvolvimento dos colaboradores e da sociedade. A Empresa hoje é composta por seis unidades, apresentando em sua matriz a quantidade de 238 colaboradores. Possui uma frota própria de 100 caminhões e também conta com o serviço terceirizado para fazer a distribuição no Norte e Nordeste, tendo suas filiais nos seguintes estados: Amazonas, Rondônia, Pará, Recife, João Pessoa e Ceará. Por uma exigência do cliente e com o objetivo de aumentar a eficiência nas operações logísticas, a empresa passou a focar tecnologia e aderiu a troca eletrônica de dados. 7.1 A Logística na Empresa Pesquisada A empresa atua no segmento de transporte no setor logístico com a distribuição de motocicletas, peças e motores da marca Honda. São três modalidades logísticas: Transporte Primário, Transporte Secundário e Transporte de Peças. No Transporte Primário, que é caracterizado pela saída das mercadorias Honda da fábrica em Manaus para os PAD s Pontos de Apoio e Distribuição, as motos são carregadas numa balsa SW e seguem em direção ao porto de Belém, embaladas em racks. Chegando ao porto, inicia-se o descarregamento das balsas e, logo em seguida, o carregamento direto nas carretas que é executado através de empilhadeiras. Feito o carregamento, a carreta é direcionada ao PAD Belém e aciona a segunda modalidade denominada secundário. O Transporte Secundário ocorre quando a distribuição acontece partindo dos PAD s para os concessionários, utilizando o modal rodoviário. Ao chegar ao PAD, a mercadoria é descarregada, conferida e transferida para a carreta que fará a logística, concluindo o processo secundário. A última modalidade é o Transporte de Peças, que se responsabiliza pela distribuição de peças da marca Honda, sejam elas para carro ou moto até os concessionários. Com o intuito de melhorar o transporte de motocicletas a empresa X desenvolveu dois projetos, um chamado de Sapoti, que consiste na instalação do Double Deck, que permite transportar o dobro de mercadoria, composta por elevadores dentro dos caminhões para agilizar o carregamento e melhorar a performance das frotas, e o projeto Siriguela, que consiste no sistema de fixação que permite que as motocicletas de vários modelos sejam transportadas montadas, dando maior agilidade das entregas destas ao cliente final. 17

14 O principal processo logístico da empresa é distribuição, pois o foco é realizar a entrega nos concessionários dentro do prazo determinado pela Honda. O gargalo que a empresa apresenta no que diz respeito a controles, operações e fluxo de informações acontece devido à interferência humana que ainda prevalece em alguns processos da empresa, como por exemplo, o fluxo alto de papéis e a falha na comunicação referente aos motoristas que viajam para entregar a mercadoria e o funcionário que aguarda as informações no centro de distribuição (PAD). 7.2 A TI na Empresa Pesquisada A equipe de tecnologia conta com quatro profissionais na matriz, uma coordenadora, um analista e dois assistentes. O grupo possui diretoria e equipe centralizada pela BMS logística, que se localiza no Estado de São Paulo. No entanto, os processos são executados em Fortaleza, mas as decisões partem diretamente da BMS. Atualmente a empresa trabalha com a TOTVS, que é uma empresa multinacional de software sediada no Brasil. Controladora das marcas Microsiga, Datasul, RM Sistemas, Logo Center e Midbyte. A equipe de trabalho da empresa X está sempre se aprimorando, investindo em processos que possam impactar diretamente na boa utilização de recursos, custos, qualidade, agilidade. O objetivo maior é se atualizar e aderir às novas tendências. Com base nesse contexto, a empresa X, impulsionada pelo o próprio cliente, adotou o EDI, a troca eletrônica de dados. Com esta atitude a empresa atende as exigências do mercado e reduz custos. O EDI passou a ser prioridade quando o assunto é credibilidade junto aos clientes e fornecedores devido à transação que acontece entre equipamentos de forma rápida e segura. A integração entre os equipamentos acontece por meio de softwares, que inserem de forma automática as informações no sistema da empresa, são eles DI2S, E-MESSENGER e AUTOTRAC. O valor investido para aderir à ferramenta EDI não foi divulgado por questões de sigilo solicitado pela empresa. 7.3 Motivos para Adoção do EDI e o Processo de Implantação 18

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