Reengenharia de informação: um estudo de caso baseado nas necessidades da Logística de Transporte

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1 Reengenharia de informação: um estudo de caso baseado nas necessidades da Logística de Transporte Camila Reinehr Silva, Vinicius Gadis Ribeiro Faculdade de Informática Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter) Porto Alegre RS Brasil Abstract. This article made use of an EDI system has exceeded a high volume of data stored, and used with little to no intelligence information. Thus, from the difficulty of customers have access to the efficiency of data flow has improved the tool by entering the details of data exchanged via EDI. Thus, although the system is still in the approval and partial data were collected with only 30% of customers migrated access number has doubled. Resumo. Este artigo fez uso de um sistema já ultrapassado de EDI com alto volume de dados armazenados, pouco utilizados e com nenhuma inteligência de informação. Assim, a partir da dificuldade dos clientes em ter acesso à eficiência do fluxo de dados a ferramenta foi aprimorada, inserindo o detalhamento dos dados trafegados via EDI. Desse modo, apesar do sistema ainda estar em fase de homologação foram coletados dados parciais e com apenas 30% dos clientes migrados o número de acesso dobrou. 1. Introdução Uma das causas mais freqüentes de fracasso de sistemas de informação se refere ao não uso do sistema. Diversas são as possíveis causas. A mais freqüente é o erro de projeto, no qual por negligência ou pela própria ausência de projeto, impacta na desmotivação por parte dos usuários. O presente trabalho desenvolve técnicas da reengenharia de informação, realizados na empresa E-Sales Integration and Solution. Considerando o caso dessa empresa, baseado na dificuldade de uso do sistema e na baixa utilização por parte dos clientes, o sistema web EDI de tráfego apresenta alto armazenamento de dados e baixo detalhamento da informação e operação. Assim, buscou-se encontrar a melhor maneira de gerenciar o tráfego de informação entre transportador e embarcador, utilizando os dados já importados no sistema. Dessa forma, pode-se permitir que, mediante os tempos acordados de entrega, possa ser realizado processo de coleta, organização, compartilhamento e monitoramento de informações que possibilitam oferecer melhor suporte à gestão de negócio dos clientes. O contexto descrito pelos usuários do sistema revela a falta do detalhamento e união das informações trafegadas. Existe uma quantidade significativa de dados que não são explorados da melhor maneira a passar o conhecimento necessário de todas as etapas do fluxo da informação e mercadoria trocadas entre embarcador, destinatário e transportador. Assim, com base na necessidade dos clientes, foram agregadas funcionalidades ao portal que permitirão uma maior interação entre os clientes da E- Sales, devido ao fato dos dados serem melhores explorados em termos de propiciar

2 informação útil, apresentando em detalhes os problemas a serem corrigidos para agilizar os processos internos das empresas. Igualmente, para realização esse trabalho foi necessário compreender o fluxo de dados utilizados no ramo da logística de transporte fazendo com que, a partir de um sistema já existente de leitura de arquivos de Nota Fiscal e Ocorrências de Entrega, fosse implementado um sistema de monitoramento da eficiência de entrega da informação e da mercadoria tanto pelas transportadoras como pelo embarcador. Dessa forma, é possível realizar o rastreamento completo das informações de logística de transporte mediante a troca de arquivos entre transportador e embarcador, possibilitando uma comunicação integrada entre ambos, com redução de custo e agilidade na entrega de mercadorias e informações. Para tanto, é necessária a compreensão dos conceitos de administração da logística de transporte, padronização do envio da informação no leiaute PROCEDA 3.1 empregado pela empresa, estabelecer estatísticas comparativas da eficiência das transportadoras, possibilitando a consulta do histórico de ocorrências e notas fiscais trafegadas, permitir o cadastro de praças e rotas. O artigo prossegue organizado da seguinte forma: na seção 2, é apresentado o referencial teórico; na seção 3, trabalhos similares são relacionados. A seção 4 é apresentada a solução proposta por este trabalho, e a seção 5 coloca as considerações finais do presente trabalho. 2. Referencial Teórico (Tráfego de Informações Padronizado) Esta seção apresenta alguns conceitos sobre os padrões de arquivos EDI (Eletronic Data Interchange), ou Troca Eletrônica de Dados (PROCEDA 3.1), destacando-se principalmente, os leiautes que trafegam os dados necessários que foram utilizados para a geração dos relatórios e gráficos, assim como noções da área de Logística de Transporte. 2.1 Logísticas de Transporte Desde a antiguidade os líderes militares já se utilizavam da logística. As guerras eram longas, geralmente, distantes e eram necessários constantes deslocamentos de recursos. Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate, era necessário planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota, nem sempre a menor, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos (DIAS, 2005, p.27). A Logística é associada em seu conceito original às ações militares decorrentes da Segunda Guerra Mundial. E, desde então, vem sofrendo um processo evolutivo, sendo hoje, considerado um componente da administração importantíssimo para a estratégia de subsistência de uma organização. Comentado, também, por Novaes (2004, p. 35) [...] que a Logística Empresarial evoluiu muito desde seus primórdios. Agrega valor de lugar, de tempo, de qualidade e de informação à cadeia produtiva. Entre diferentes conceitos de logística de distribuição, encontrados entre autores, constata-se como consenso, a simples definição de disponibilizar produtos e serviços no

3 lugar certo e no momento desejado. O conceito mais utilizado é o criado em 1991 pelo Council of Logistics Management, referenciado também por Novaes (2004, p. 35): Logística é o processo de planejar, implementar e controlar de maneira eficiente o fluxo e a armazenagem de produtos, bem como os serviços e informações associados, cobrindo desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o objetivo de atender aos requisitos do consumidor. Para uma operadora logística, se faz necessário o pleno conhecimento do negócio e do segmento do cliente para que se tenha uma relação duradoura. Bronzo (2004, p. 68) afirma que: As estratégias de segmentação de clientes possuem como objetivo mercadológico, para as empresas fornecedoras, a oferta permanente de produtos e serviços projetados sob medida (customizados) de modo a satisfazer às necessidades específicas dos clientes atendidos. A eficiência do sistema produtivo e logístico depende de uma infra-estrutura de transporte adequada e com condições de atratividade de investimentos. Caixeta-Filho e Martins (2001, p. 16) observam que [...] se os sistemas de infra-estrutura não funcionam adequadamente, há um comprometimento das atividades econômicas, com adicional elevação nos custos. Para a maioria das organizações, o transporte é a atividade mais importante, por ser a mais visível e essencial. Nenhuma organização pode operar sem movimentação de suas matérias primas ou de seus produtos acabados. No Brasil, o modal rodoviário é o sistema de transporte que tem a atribuição de expansão de mercados, visto que é o mais usado no país. A atividade de automatizar o tráfego de informações na logística de transporte garante a transmissão rápida de informações corretas, encurtando o tempo gasto desde a coleta de uma mercadoria até a sua entrega. O transportador evita as prorrogações de vencimento das faturas e o reprocessamento dos conhecimentos e dos lotes de faturas. Como resultado, agiliza a preparação e o despacho da carga, reduzindo assim os custos de carga parada (CCP), os prazos de entrega e o volume de reentregas feitas. O embarcador recebe os documentos de transporte com antecedência e precisão, o que lhe proporciona informações seguras na negociação com o seu transportador (E- SALES, 1995). Em resumo, a logística também pode ser definida como a satisfação do cliente ao menor custo total (FERREIRA, 1986, p.1045). 2.2 EDI e Padrão PROCEDA 3.1 O EDI é a transferência de documentos padrão de negócio entre, ou dentro, de empresas usando um formato de dados estruturado. Além disso, considerando que o uso primário do EDI é transferir transações de negócio repetitivas tais como: encomendas, faturas, aprovações de crédito e notificações de envio. Isto significa que o EDI hoje, contrariamente ao que muitos acreditam, não implica comunicação em tempo real e para esse tipo de comunicação existem muitas ferramentas, ex: Value Added Network (VAN) (TURBAN, 244). O benefício mais importante é a maior eficiência nas empresas que utilizam o EDI, sendo capazes de acelerar o seu processo de cadeia de fornecimento com os

4 fornecedores e clientes, eliminando as tarefas repetitivas de inserir dados várias vezes, e reduzindo custos com impressão, papel e transporte, permitindo também o tráfego de grandes quantidades de dados. De fato, nenhuma empresa de transporte e logística pode ser eficiente no mercado atual sem uma eficaz tecnologia da informação, e um bom suporte à comunicação de dados. Assim, nota-se que é imprescindível que haja uma padronização dos documentos, em um padrão comum para facilitar a troca de informações entre sistemas. Mesmo que seja possível a conversão de documentos de um formato para o outro, a situação fica difícil de administrar quando o número de parceiros comerciais aumenta muito (GS1, 2003). Assim, surge o padrão PROCEDA 3.1 que é um exemplo de EDI Tradicional, que visa facilitar a troca de informações entre as empresas propondo uma estrutura de mensagem padrão. O PROCEDA 3.1 é composto por leiautes de EDI desenvolvidos pela antiga empresa PROCEDA, que desde dezembro de 2004 pertence à Tivit (empresa do Grupo Votorantim). A próxima seção irá apresentar alguns aspectos relacionados com os leiautes acima referidos. 2.3 Leiautes Em meados da década de 70, a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu um grupo de trabalho para definir uma linguagem padronizada para o EDI, que deveria ser válida para todas as empresas em qualquer segmento de mercado e em qualquer país. Essa nova linguagem surgiu nos anos 80 e foi batizada como United Nations Eletronic Data Interchange for Administration, Commerce and Transport, ou Intercâmbio Eletrônico de Dados para Administração, Comércio e o Transporte (UN/EDIFACT ), ou simplesmente EDIFACT. Esse padrão congrega hoje mais de 200 documentos eletrônicos, ou mensagens no padrão EDIFACT, que atendem às necessidades de negócio de muitos segmentos do mercado. Ele possibilita o envio de mensagens para implementar a compra de mercadorias, por exemplo, o pedido de compra, até mensagens para transmitir o prontuário médico de um paciente de um hospital para outro (GS1, 2003). A estrutura em árvore assemelha-se a alguns padrões mais recentes como extensible Markup Language (XML) e JavaScript Object Notation (JSON), possuem delimitadores e nenhuma quebra de linha. O ASC X12 foi proposto, em 1979, pelo Instituto Nacional Americano de Padrões (ANSI), que montou o comitê X12 para desenvolver padrões para as transações comerciais eletrônicas. A sintaxe e a estrutura proposta pelo X12 basearam-se nos padrões do Comitê de Coordenação de Transporte de Dados (TDCC 1 ), sendo estendido para os demais tipos de atividades econômicos o desenvolvimento dos dicionários para o uso e interpretação dos campos de dados. Participam desse trabalho vários segmentos da indústria. Hoje, com mais de 315 padrões de EDI e uma crescente coleção de esquemas XML X12, a ASC X12 melhora os processos de negócios e reduz custos (X12, 1979). 1 Comitê criado pelo ONU em 1961.

5 O padrão brasileiro criado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) que reúne empresas fabricantes de autoveículos e máquinas agrícolas automotrizes, RND (Rede Nacional de Dados) utiliza a estrutura Flat-File, ou seja, cada linha do arquivo representa um tipo de transação e cada campo tem posição e tamanho fixos. Os padrões Flat-File costumam ser usados pelas empresas para a criação de leiautes próprios para tráfego de arquivos entre seus clientes, o padrão PROCEDA 3.1 é um exemplo de projeto de EDI de transporte desenvolvido pela PROCEDA. Dentre os leiautes encontrados na literatura resolveu-se apresentar os pertencentes ao padrão PROCEDA 3.1 (PROCEDA, 2003): PREFAT Pré-Fatura de Serviços de Transporte: a mensagem PREFAT é gerada pelas empresas Clientes (Contratantes do frete ou Embarcadores) e transmitidos às Transportadoras, visando fornecer uma relação dos documentos (Romaneios 2, Conhecimentos, etc.) que estão liberados para pagamento pela Embarcadora e para a Transportadora faturar. O envio dessa mensagem é opcional, porém, através dela são agilizados, tanto para as Transportadoras como para as Embarcadoras, uma série de procedimentos relacionados com a cobrança e o pagamento dos serviços de transporte; NOTFIS Dados de Notas Fiscais: a mensagem NOTFIS é gerada pelas empresas Clientes (Contratantes do frete ou Embarcadores) e transmitidos às Transportadoras, visando fornecer uma cópia eletrônica das Notas Fiscais por ela emitidas, para viabilizar a emissão automatizada dos Conhecimentos de Transporte de Carga e a entrega das mercadorias aos seus Clientes. Também, pode ser utilizado por uma Transportadora para enviar dados de notas fiscais a serem entregues por outra Transportadora, para atender ao processo de redespacho 3. O envio dessa mensagem é fundamental, pois através dela as Transportadoras poderão automatizar e agilizar uma série de procedimentos, bem como, definir qual o veículo mais adequado para efetuar o transporte das mercadorias; CONEMB Conhecimento Embarcado: a mensagem CONEMB é gerada pelas Transportadoras para transmissão às empresas Clientes (Contratantes do frete ou Embarcadoras), visando fornecer uma cópia eletrônica dos conhecimentos emitidos para viabilizar o transporte das mercadorias da Embarcadora. Também, pode ser utilizado por uma Transportadora enviar à outra Transportadora os dados dos conhecimentos emitidos para atendimento do processo de redespacho. Os conhecimentos, normalmente, serão gerados com base no arquivo eletrônico de Notas Fiscais transmitido à Transportadora pela Embarcadora ou por outra Transportadora (processo de redespacho). O envio 2 Romaneio documento que informa como o produto está organizado (embalado) em relação aos volumes. Algumas empresas utilizam, também para definir um carregamento de mercadorias para serem entregues em uma determinada rota a um ou mais receptores. 3 Redespacho é o contrato entre transportadores em que um prestador de serviços de transporte (redespachante) contrata outro prestador de serviço de transporte (redespacho) para efetuar a prestação de serviços de parte do trajeto.

6 dessa mensagem é condicional, pois algumas Embarcadoras não exigem o seu envio/transmissão. Em relação ao processo de redespacho o envio ou não deve ser acordado entre as duas Transportadoras envolvidas; DOCCOB/FATURA Documento de Cobrança/Fatura: a mensagem DOCCOB é gerada pelas Transportadoras para transmissão às empresas Clientes (Contratantes do frete ou Embarcadoras), visando fornecer uma cópia eletrônica da Nota Fiscal/Fatura de serviço emitida para a cobrança dos serviços de transporte de carga prestados à Embarcadora. Essa cobrança deverá seguir os critérios acordados entre as partes em relação ao período de cobrança (semanal, quinzenal, etc.) e em relação ao que cobrar ou não (entregas completas, parciais, etc.). O envio dessa mensagem é condicional, pois algumas Embarcadoras não exigem o seu envio/transmissão; OCOREN Ocorrência na Entrega de Mercadoria: a mensagem OCOREN é gerada pelas Transportadoras para transmissão às empresas Clientes (Contratantes do frete ou Embarcadoras), visando fornecer um posicionamento (status) a respeito da situação das entregas mercadorias da Embarcadora aos seus clientes (se a entrega foi efetuada ou se não foi, se houve alguma devolução, etc.). O ideal é que essa informação seja enviada o mais breve possível pela Transportadora à Embarcadora, pois através dela normalmente são iniciados processos que afetam diretamente a Transportadora, tais como, a liberação do pagamento do frete, instruções para a reentrega, retirada ou devolução de mercadorias, avaliação do nível de serviço prestado pela Transportadora, etc. E de outros processos internos da Embarcadora, tais como, início da cobrança do cliente, etc. O envio dessa mensagem é fundamental, como pode ser observado a partir do parágrafo anterior; Nesta implementação, os dados coletados dos arquivos de NOTFIS e OCOREN são utilizados para avaliar o nível de serviço prestado pela Transportadora. Isso se dá mediante a geração de relatórios e gráficos de estatística comparativa de Transportadoras, consulta analítica da entrega e estatística da evolução da entrega que utiliza como parâmetro para avaliação se a data de entrega da informação e mercadoria está de acordo com os prazos de tempo cadastrados no sistema. A Figura 1 ilustra a estrutura do fluxo de transmissão dos principais documentos entre Embarcador, Transportador, VAN e Clientes. O fluxo segue a seguinte ordem: realizada a compra pelo cliente o embarcador envia uma nota fiscal (NOTFIS) para a transportadora avisando que precisa da coleta da mercadoria e entrega ao destinatário, o transportador faz a entrega e envia a ocorrência de entrega (OCOREN) que fará a baixa e publicará no sistema a eficiência do transportador ao entregar a mercadoria e informação no prazo acordado. O próximo passo da transportadora será o envio do conhecimento de embarque (CONEMB) informando todas as NOTFIS que foram entregues e do documento de cobrança (DOCCOB). Esse documento contém todos os CONEMB e NOTFIS que serão cobrados do embarcador, assim o embarcador confere se todas as NOTFIS informadas no DOCCOB foram entregues e envia o arquivo de pré-fatura (PREFAT) com os DOCCOB que foram aceitos e serão pagos.

7 Figura 1 Rastreamento Completo das Informações de Transporte (E-Sales) Como ilustra a Figura 1, através de uma conexão web, o Embarcador envia Nota Fiscal para o Transportador, que retorna ao Embarcador o conhecimento de embarque, as ocorrências de entrega e a fatura. Em alguns casos o Embarcador também pode enviar a pré-fatura ao Transportador, informando os documentos que já foram liberados para cobrança. 3. Trabalhos Relacionados Com base em pesquisas realizadas, são detalhadas, a seguir, algumas funcionalidades encontradas em outras empresas que podemos atribuir semelhanças ao projeto de reengenharia proposto por esse artigo. Com mais de 600 parceiros no país, a Oracle do Brasil dispõe da solução Oracle Supply Chain Management, que é um conjunto de aplicativos que possibilita o planejamento e a execução das cadeias de valor baseadas e direcionadas pela qualidade da informação. Ao alavancar as melhores capacidades que vão do desenvolvimento de produtos, planejamento de vendas e operações (S&OP), manufatura, armazenagem e transportes, a Oracle ajuda o cliente a executar seu negócio usando os princípios exigidos pela demanda para gerir cadeias de abastecimento, que se tornam cada vez mais complexas. Nos últimos seis anos, a Oracle investiu fortemente em sua estratégia de aquisição com a compra de mais de 60 empresas (LOG WEB, 2010). Focada em desenvolver sistemas que concentrem informações logísticas de diversas tecnologias de rastreamento, em abril último, a Central de Monitoramento Logístico a Panorama Rastreamento iniciou o trabalho junto ao setor de despacho e recebimento de veículos da Fibria, empresa fruto da fusão da VCP e da Aracruz. Desde então, Panorama colocou em funcionamento o sistema LogPan, que faz a verificação automática da passagem dos veículos que atendem à logística florestal da Fibria, informando o cumprimento dos tempos pré-determinados para o deslocamento dos mesmos (LOG WEB,2010).

8 A GKO Frete oferece o Transportation Management System (TMS) 4. Esse sistema tem como finalidade identificar e controlar os custos inerentes a cada operação, sendo importante identificar e medir os custos de cada elemento existente na cadeia de transporte. Observa-se que a cadeia envolve não só o veículo em si, mas também a gestão dos recursos humanos e materiais, o controle das cargas, os custos de manutenção da frota e índices de discrepâncias nas entregas, bem como as diversas tabelas de fretes existentes (peso, valor, volume). Dessa forma, apresenta o modelo que melhor se ajusta (ENTENDENDO, 2002). Após identificação dos concorrentes, a organização deverá fazer uma análise que consiste, segundo Kotler (2000, p. 245), [...] descobrir suas características, especialmente suas estratégias, seus objetivos, suas forças e fraquezas e seus padrões de reação. Seguindo as idéias do autor destacam-se principais características descobertas: Estratégias: uma empresa precisa monitorar continuamente as estratégias de seus concorrentes. Concorrentes engenhosos revêem suas estratégias constantemente. Objetivos: muitos fatores moldam os objetivos de uma concorrente, incluindo porte, histórico, administração atual e situação financeira. Se o concorrente for uma divisão de uma grande empresa, é importante saber se a matriz o está dirigindo para o crescimento ou apenas o explorando. Forças e Fraquezas dos Concorrentes: se os concorrentes poderão ou não realizar suas estratégias e atingir suas metas, dependerá de seus recursos e de suas capacidades. Uma empresa precisa coletar informações sobre as forças e as fraquezas de cada concorrente. Padrões de reação dos concorrentes: todo concorrente tem uma determinada filosofia de realização de negócios, certa cultura interna e convicções que o guiarão. A maioria das empresas pertence a quatro categorias, cauteloso ou omisso, seletivo, arrojado ou imprevisível. 4. Solução Elaborada Esta seção apresenta os principais aspectos relacionados com a solução elaborada e a metodologia que se está utilizando. Mediante o fato do sistema ainda estar em homologação nas empresas escolhidas, não é possível comparar uso da nova versão do sistema. 4.1 Apresentação Com o crescimento da freqüência de operações de transporte, as empresas e a sociedade como um todo passaram prestar maior atenção ao tema. As organizações passaram a integrar mais o seu conceito em suas estratégias. Segundo Bowersox (2001), existem várias estratégias as quais as organizações podem obter uma vantagem competitiva, sendo que a que mais se destaca é da redução do tempo. Esta capacidade de agilidade, seja no desenvolvimento, seja no provimento de produtos ou serviços, é vista como um fator primordial para o sucesso no mercado. 4 TMS Transportation Management System é um software para melhoria da qualidade e produtividade de todo o processo de distribuição.

9 A justificativa do tema aborda a importância, a viabilidade e a oportunidade para a elaboração do plano de melhoria do atual serviço de EDI de transporte da organização. Os objetivos específicos são citados da seguinte forma: compreender o contexto em que o serviço de EDI de transporte está sendo utilizado, identificar as disfunções ou problemas do atual serviço e propor um plano que agregue melhoria ao atual serviço de EDI de transporte praticado. Assim sendo, para se ter uma idéia da importância da aplicação do TMS dentro de uma empresa é preciso saber quanto representa o custo do transporte. Em uma indústria, o custo do transporte é, em geral, o segundo maior, ficando apenas atrás do custo de produção. Os encargos com o transporte variam entre 1/3 e 2/3 do total dos custos logísticos que englobam abastecimento, movimentação, armazenagem e distribuição (TMS, 1996). As melhorias no sistema legado em questão foram utilizados Cascading Style Sheets (CSS), JavaScript 5, Ajax 6 e jquery 7 tornando as páginas acessíveis, além de reduzir o tempo de transferência das informações que assim foram usados como ponto de partida na reengenharia do portal. Outros recursos que foram utilizados em conjunto para aperfeiçoar o sistema web compreendem (W3C, 1999): estrutura da página dividida em topo, menu, conteúdo e base; menu horizontal dinâmico para facilitar navegação entre os links; validações realizadas no lado cliente, minimizando o acesso ao servidor; conteúdo dividido em formulário de pesquisa, impressão de relatórios, tabelas de dados e gráficos; diferenciar os dados em cores para facilitar o acompanhamento dos resultados; identificar o embarcador e o usuário que estão utilizando o sistema no topo; usar links rápidos entre as telas de consulta; descrever alguns elementos do formulário de consulta; definir um calendário para pesquisa rápida da data. A intenção com o desenvolvimento desse sistema foi criar um ambiente de acompanhamento para a gestão das informações na logística de transporte, efetuando o rastreamento completo dos documentos enviados e recebidos entre o Embarcador e Transportador possibilitando a comunicação em tempo real entre ambos, mediante o envio de mensagens instantâneas e anexar arquivos (comprovantes de entrega) a essas mensagens. 5 JavaScript linguagem de programação compatível com Java utilizada para validação de dados e interção com a página. 6 Ajax Acrônimo para Javascript e XML é o uso das tecnologias como Javascript e XML, para tornar as páginas Web mais acessíveis aos usuários. 7 jquery - framework escrito em Javascript.

10 O Embarcador tem a possibilidade de monitorar o cumprimento dos prazos de entrega, resoluções de pendências, averigua os motivos para devoluções de mercadorias e ainda pode avaliar o desempenho de seus Transportadores e seu próprio desempenho comercial. Essa avaliação se dá com base em cálculos estatísticos e índices percentuais visualizáveis em tabelas e gráficos que traduzem o volume de ocorrências e entregas feitas dentro do prazo, com atraso, pendentes ou finalizadas sem entrega. A criação de dashboards 8, também denominados como widgets, com informações gerais da entrega das mercadorias para melhorar o monitoramento do índice de desempenho por períodos, através de gráficos proporcionando o acesso rápido e resumido das informações de transporte. No sistema também é possível a troca de mensagens entre Embarcador e Transportador informando as ações executadas por cada nota fiscal de transporte enviada. Assim como, efetuar a baixa manual das ocorrências de transporte mediante a tela de digitação manual. A logística de distribuição ganha precisão e qualidade com a melhora na desempenho de entrega, ao eliminar o desencontro de informações reduzindo o volume de mercadorias devolvidas, os custos gerados pela devolução e melhorando as condições para definir reentregas. Assim sendo, o sistema foi projetado para o uso por três perfis: usuário embarcador cadastra praças e rotas de transporte definindo tempos para a entrega da mercadoria, efetua a manutenção dos códigos das ocorrências de transporte (finalizadoras, responsável embarcador, responsável transportador); usuário transportador se necessário informa, manualmente, as ocorrências de transporte para baixa das informações; usuário interno que realiza a manutenção interna no sistema, efetuadas pelas áreas de implantações e desenvolvimento da empresa. O sistema foi estruturado em dois módulos principais: Módulo Operação definido pela data máxima da entrega da mercadoria para cálculo da eficiência do transporte; Módulo Informação definido pela data máxima do retorno da informação, ou seja, pelo retorno do arquivo EDI com os dados da operação. Após o estudo de caso realizado, foi desenvolvido o sistema que provê flexibilidade, rapidez e alta qualidade no desenvolvimento de projetos, na seqüência será realizado outro estudo de caso, com intuito de verificar melhorias que ainda devem ser incluídas. A fim de disponibilizar o sistema para os usuários dos embarcadores e das transportadoras. 8 Dashboard termo utilizado para indicar um painel de indicadores.

11 4.2. Metodologia A metodologia compreende os passos que foram utilizados para o desenvolvimento do trabalho de modo a atingir os objetivos propostos. Os principais passos definidos para o desenvolvimento do artigo compreendem: 1. definição do ambiente requisitos do sistema; 2. modelagem dos elementos de análise e projeto do sistema; 3. implementação da interface e das funcionalidades; 4. aplicação de um estudo de caso; 5. análise dos resultados do estudo de caso; 6. correções e ajustes (se necessário); 7. finalização do trabalho. As próximas subseções descrevem cada um dos itens relacionados com o desenvolvimento do artigo Definição do Ambiente O sistema proposto é voltado para a web, e serão utilizadas as tecnologias que permitirão elaborar essa solução, tais como PHP (Hypertext PreProcessor), CSS (Cascading Style Sheets), HTML (HyperText Markup Language), JavaScript, jquery, Ajax, Json, Apache Tomcat e SGBD Oracle 10g. As ferramentas para construção e manipulação de código e dados será PHP Designer, PL/SQL Developer, Oracle SQL Developer Data Modeler, MS Project, Axure RP Pro e Paint.NET. Assim, definiu-se, no topo da página, o logotipo do sistema, os dados do usuário e da empresa que estão acessando o sistema e um menu horizontal dinâmico que aparecerá sempre, exceto nos menus popups que irão apresentar apenas o logotipo e dados do usuário e empresa. No centro da página ficou o conteúdo (formulários de pesquisa, formulários de cadastro, formulários de manutenção, downloads de relatórios (Comma-separated values CSV - e PDF), tabelas de dados e gráficos), para finalizar na base da página o nome da empresa com link para o portal de serviços prestados (E- SALES). O menu ficou disposto da seguinte forma: 1. Documentos Arquivos trafegados, consulta conhecimento, consulta fatura, consulta pré-fatura, cotação de carga, digitação de conhecimento, tabela de frete; 2. Follow Up caixa de entrada e novidades; 3. Consultas cidades e CEPs nas praças e rotas, análise dos prazos de entrega por praça, códigos de ocorrências, indicadores de transportadores; a. Análise da entrega: listagem das NOTFIS entregues relacionadas as ocorrências da entrega facilitando a visualização das pendências das transportadoras; b. Estatística da evolução da entrega: relatório das eficiências separadas pelo embarcador e transportador diferenciando o status da entrega (Entregue

12 no prazo, Entregue em atraso, Ainda pendente), gráficos para melhor visualização da posição dos períodos; c. Estatística comparativa de transportadores (apenas para perfil embarcador): listagem e gráficos comparativos das eficiências das transportadoras, assim o embarcador pode verificar qual transportador tem o melhor desempenho na evolução dos meses; 4. Manutenção data de embarque, notas fiscais inconsistentes, praças de transporte e rotas de transporte (todos disponíveis apenas para perfil embarcador) 5. Meu Painel manutenção dos dados do usuário; 6. Administração grids dinâmicos, feriados, usuários, perfis (menu disponível apenas para o administrador do sistema do cliente). O sistema também disponibiliza um ambiente específico para o administrador interno da E-sales efetuar manutenções no sistema, tais como: Cadastro de empresas descreve o que vai fazer em cada uma dessas manutenções; Cadastro de usuários; Configurações de serviços internos de importação e exportação de informações; Cadastro de novidades do sistema; Cadastro de novos menus. Ao compreender quais funcionalidades eram necessárias, foram elaborados as seguintes telas: Figura 2: Nova tela de acesso do sistema, leiaute foi alterado; Figura 3: Tela após o login apresenta os dashboards com o resumo das informações mais utilizadas; Figura 4: Cadastro de praças e rotas que são usados pelo sistema para calcular a eficiência da entrega da mercadoria e informação; Figura 5: Gráficos com o percentual de eficiência listado por transportadora no intervalo de mês informado.

13 Figura 2 Tela inicial e de login do sistema Figura 3 Tela principal (Home) do sistema com os indicadores de transporte trimestral (dashboard)

14 Figura 4 Tela de consulta e manutenção de Rotas de transporte Figura 5 Tela de consulta estatística da evolução da entrega Modelagem do Ambiente A primeira etapa da modelagem foi a elaboração de casos de uso que permitirão mapear as principais funcionalidades que serão disponibilizadas para os usuários dos clientes embarcadores e transportadores, assim como os usuários administradores internos, como ilustra a Figura 6.

15 Figura 6 Diagrama de caso de uso com a visão do embarcador, transportador e interno Assim, foi elaborado um resumo de cada caso de uso, para melhor compreender o que cada caso de uso faz, como descreve o Quadro 1 abaixo. Caso de Uso Login Logout Follow Up Descrição É realizada a autenticação informando o e senha cadastrados no sistema, para configurar o perfil conforme os privilégios do embarcador, transportador e interno. Ao sair do sistema o usuário realizará o logout, haverá um tempo determinado para encerrar a sessão. O usuário do sistema poderá verificar a caixa de mensagem com informações trocadas e as novidades de versões do

16 Consulta Manutenção Meu Painel Administração sistema. Quadro 1 Descrição dos casos de uso O usuário do sistema irá efetuar consultas de arquivos trafegados, análise da entrega, estatística da evolução da entrega, cidades e CEPs nas praças e rotas, análise dos prazos de entrega por praça, códigos de ocorrências, estatística comparativa de transportadores (apenas para perfil embarcador), conhecimentos embarcador, documentos de cobrança O usuário do embarcador poderá realizar manutenções de data de embarque, notas fiscais inconsistentes, praças de transporte e rotas de transporte. O usuário do sistema poderá realizar manutenções dos seus dados cadastrais, tais como , senha, nome, endereço, telefone, etc. No caso de embarcador e transportador o usuário administrador do cliente poderá efetuar manutenção nos grids dinâmicos, feriados, usuários, perfis. Sendo o usuário interno efetuará cadastro de empresas, usuários, serviços internos de importação e exportação de informações, novidades no sistema e novos menus. Abaixo o diagrama entidade e relacionamento referente as principais tabelas do sistema que calcula as eficiências das entrega das informações e mercadoria pelas transportadoras, adicionando a quantidade de dias acordados a partir da data de emissão da NOTFIS, assim obtêm a data máxima da entrega, que servirá de parâmetro para estabelecer se a transportadora está cumprindo os prazos pré-determinados. O sistema faz a equivalência entre as tabelas tedi_ocorrencias_entrega com a tedi_notas_fiscais pesquisando se existe o código de ocorrência finalizadora da operação de transporte, assim com base na data dessa ocorrência verifica se o período foi cumprido.

17 Figura 7 Diagrama entidade relacionamento do sistema

18 5. Considerações Finais Observa-se que os clientes vêm exigindo cada vez mais das empresas de transporte de cargas, soluções completas de serviços que vão muito além das atividades de coleta, transporte e entrega de mercadorias. Os clientes demandam a prestação de serviços visando atender suas necessidades relacionadas aos seus fluxos de informações com os consumidores finais, atendimentos especiais, coletas e entregas customizadas, etc. Segundo Bowersox (2001, p. 105), A Tecnologia de Informação torna cada vez mais acessível à mensuração, em tempo real, do desempenho das operações logísticas. A E- Sales atenta a estas necessidades investe pesado em TI para atender os anseios dos clientes. Este artigo proporcionou colocar em prática os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso, identificando a interdependência entre a teoria e a prática. Para tanto, foi proposto um plano de melhoria do atual serviço de EDI de transporte oferecido pela empresa E-Sales assim foi possível concluir que o levantamento dos requisitos e necessidades foram as etapas mais simples de realizar, porque os dados para cálculos de eficiências já estão disponíveis no banco de dados. Pode-se afirmar que alguns dos aspectos identificados nessa modelagem foram possíveis devido à experiência da autora em trabalhar com sistemas de logística de transporte em outras empresas. Outros itens que mereceram atenção foram às questões de perfis de usuário e módulos de consulta, porque assim facilita o cálculo das estatísticas e índices com maior eficiência isolando embarcadores e transportadores. Por fim, o estudo desenvolvido atingiu o objetivo de melhorar o atual serviço de armazenamento e consulta das informações de transporte oferecido aos clientes de logística da empresa E-Sales Integration and Solution apresentando um melhor suporte à gestão de negócios. Referências ANFAVEA, Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores. São Paulo: Disponível em: <http://www.anfavea.com.br>. Acesso em: 05 maio 2010 BOWERSOX, Donald J. e CLOSS, David J. Logística Empresarial: O Processo de Integração da Cadeia de Suprimento. São Paulo: Atlas, p. BRONZO, Marcelo. Relacionamentos colaborativos em redes de suprimentos. RAE revista de administração de empresas. Minas Gerais, v.44, Edição Especial, p , nov/dez CAIXETA-FILHO, José V. e MARTINS, Ricardo S. Gestão Logística do Transporte de Cargas. São Paulo: Atlas, p. DIAS, João Carlos Quaresma. Logística Global e Macro logística. Lisboa: Edições Silabo, ISBN Revista LOG&MAN. ENTENDENDO o TMS. Agosto Disponível em: <http://www.alvoinformatica.com.br/index.php?pg=316&id=1>. Acesso em: 26 junho 2010.

19 E-SALES, Empresa de Soluções para Integrações. Porto Alegre, Disponível em: <http://www.esales.com.br>. Acesso em: 04 maio FERREIRA, Aurélio Buarque De Holanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, GKO Frete, A GKO Informática. São Paulo: Disponível em: <http://www.gkofrete.com.br>. Acesso em: 26 junho GOL, Guia de Implantação da EDI. Desenvolvido pela GS1 Brasil para auxiliar na implantação da EDI. São Paulo: Disponível em: <http://www.gol.org.br/downloads/guia_edi_do_segmento_calçadista.pdf>. Acesso em: 04 maio GS1, Objetivos da Organização. São Paulo: Disponível em: <http://www.gs1br.org>. Acesso em: 04 maio KOTLER, Philip. Administração de Marketing: A edição do novo milênio. 10. ed. São Paulo: Prentice Hall, p. LOG WEB: referência em logística. Maio Ed 99. Disponível em: <http://www.logweb.com.br>. Acesso em: 26 junho NOVAES, Antônio G. Logistica e Gerenciamento da cadeia de Distribuição. Rio de Janeiro: Elsevier, p. PROCEDA, Tutorial sobre EDI. Desenvolvido pela Tivit. São Paulo: Disponível em: <https://ediweb.proceda.com.br/frame_tutorial.html>. Acesso em: 05 maio TMS: muito além do tapa buraco. Intelog: inteligência em gestão logística. Janeiro Disponível em: <http://www.intelog.net>. Acesso em: 26 junho TURBAN, Efraim and Ephraim McLean and James Wetherbe. Information Technology for Management John Wiley & Sons Inc p W3C, Disponível em: <www.w3.org>. Acesso em: 04 junho X12, Instituto Nacional Americano de Padrões (ANSI). EUA: Disponível em: <http://www.x12.org>. Acesso em: 05 maio

20 Apêndice A Diagrama ER de todo o sistema Web Diagrama Entidade Relacionamento referente a todo os sistema de troca de arquivos e estatística do portal web. Apêndice B Gráfico de Gantt referente ao acompanhamento do projeto Abaixo o Gantt Chart do projeto referente as telas de consultas de estatística da entrega, acompanhamento da evolução do tempo no desenvolvimento das telas de consulta referente as estatísticas de tempo.

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