O uso do WebEDI como opção para integração entre fornecedores e Centro de Distribuição no setor supermercadista

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1 O uso do WebEDI como opção para integração entre fornecedores e Centro de Distribuição no setor supermercadista Solange Cristina Vesco (FATEC-ZL) Prof. Ms. Ênio Fernandes Rodrigues (FATEC-ZL) Resumo: O estudo mostra a aplicação do WebEDI no setor supermercadista, onde de acordo com sua aplicação traz resultados diferentes em relação ao uso EDI, demonstrando a importância das Tecnologias de Informação nos negócios atuais e também nos centros de distribuição. Assim como, mostrar de que maneira essa ferramenta pode ser utilizada de forma estratégica na integração de atividades internas da empresa e principalmente, na dos membros da cadeia na qual esta se insere, proporcionando melhor serviço aos clientes, eficiência nas atividades e conseqüentemente obtenção de vantagem competitiva através da maior disponibilidade de informações e a forma de apresentação e transmissão destas. A pesquisa aborda os principais aspectos da logística: processos, serviço ao cliente, vantagem competitiva, fluxos de informação, integrações, como a tecnologia da informação pode ser útil na integração dos elementos da cadeia de suprimentos e como os processos podem ser melhorados devido ao maior acesso de informações e o fluxo contínuo desta ao longo do canal de distribuição, demonstrando que o setor supermercadista atende a todos aspectos da logística. Palavras-chave: Logística; Informação; Tecnologia da Informação; WebEDI; Supermercadista 1. Introdução Levando em consideração que o objetivo do setor supermercadista é dispor da mercadoria na gôndola no momento em que os clientes buscam e que isso é uma das premissas da logística o produto no lugar certo, no momento em que é procurado estas empresas se enquadram como empresas com grande dependência das atividades logísticas para atender a seus propósitos. Pois, todo o ciclo inicia-se na compra das mercadorias de vários fornecedores e que estes entreguem ao CD para que este distribua os produtos para os varejistas que por sua vez atenderão aos clientes. Para que os eventos citados acima ocorram perfeitamente, há vários componentes logísticos funcionando de forma integrada, pois logística é a ciência dos fluxos físicos e de informações, que quando atua de forma sistêmica troca informações entre os elementos da cadeia e abrange aos clientes pela melhor prestação do serviço ou pela redução do preço final devido à obtenção de eficiência em toda a cadeia. O alcance de vantagem competitiva através de uma maior integração entre clientes e fornecedores é possível, mas, entre outros fatores, depende da capacidade de enviar e receber informações dentro do mercado que atuar. A Informação é o que coordena e integra a cadeia de suprimentos, pois existe a dependência desta nas empresas, pois são elementos chaves para que haja negócios, uma vez que existem atividades rotineiras e esporádicas na alta administração. Para que as informações sejam úteis às empresas elas precisam ter características como: serem precisas, claras, rápidas (Fácil Obtenção) e destinadas àquele que toma decisão. A gestão das informações é feita através de sistemas de informação que atuam como ponte entre tecnologia e negócios, será abordada a evolução dos sistemas de

2 informação, além de o uso da tecnologia da informação (TI) na integração entre clientes e fornecedores, visto que esta permite que os sistemas de informação sejam aperfeiçoados e que a velocidade, precisão e custo das transações sejam reduzidos, em especial, pelo expressivo crescimento da Internet nos últimos anos e a crescente demanda por novas tecnologias que permitam que as empresas obtenham e disponibilizem informações necessárias à execução dos processos logísticos que as empresas necessitam para manterem-se no mercado em que atuam, comparando o uso do WebEDI ao uso do EDI (Eletronic Data Interchange) para transferência de dados entre fornecedores e centros de distribuição de empresas supermercadistas. 1.2 Objetivo geral Este artigo visa Identificar a possibilidade do uso do WebEDI como ferramenta estratégica na integração de um centro de distribuição de artigos supermercadistas com seus fornecedores. Buscando eficiência nas atividades, assim como melhor prestação de serviço ao cliente e conseqüentemente, alguma vantagem competitiva. 2. Logística, Sistemas de Informação e Tecnologia da Informação Há várias definições para logística, todas complementares, Gomes e Ribeiro (2004, p. 1) definem a ciência como: o processo de gerenciar estrategicamente a aquisição, a movimentação e o armazenamento de materiais, peças e produtos acabados (e os fluxos de informações correlatos) por meio da organização e dos seus canais de marketing, de modo a poder maximizar as lucratividades presentes e futuras com atendimento de pedidos a baixo custo. A Logística é uma ciência que está em constante evolução e neste processo tem integrado diversas funções distintas e internas das empresas. Novaes (2001) afirma que a logística passou por quatro fases: atuação segmentada, integração rígida, integração flexível e Supply Chain Management (SCM), embora haja divergência entre autores. A figura 1 na página 3 representa esta evolução e junção de funções. Portanto, logística trata da otimização dos fluxos, tanto internos, entre os setores da empresa, gerando sinergia entre os departamentos, quanto externos à empresa, seja pela troca de informações ou pelo gerenciamento de conflitos, o que Bowersox e Closs (2001, p.46) complementam da seguinte forma: Sem informação precisa, o esforço despendido pelo sistema logístico pode ser em vão. O que também é abordado por Dornier (2000, p. 88) que afirma que: os dois principais elementos de fluxo em uma cadeia de suprimentos são material e informação. Dispor de informações precisas influencia na satisfação do cliente, pois essa não depende apenas da disponibilização do produto, mas também, das informações correlatas, conforme abordado por Harrison (2003, p.28): O grau de satisfação do cliente com o produto acabado depende do gerenciamento do fluxo de materiais e do fluxo de informações ao longo da cadeia de suprimentos.

3 FIGURA 1 Evolução da Logística Fonte: Larrañaga (2002) Informação é crucial para o desempenho de uma cadeia de suprimento porque é o alicerce sobre o qual os gerentes estruturam suas decisões a respeito da gestão da cadeia e alcance dos objetivos. Para se conseguir a satisfação do cliente, muito mais que qualidade e preço baixo é preciso ter o menor prazo de entrega e proximidade para perceber suas necessidades e atende-las o mais rápido possível. A TI permite essa flexibilidade da Cadeia de Suprimentos (CS) e auxilia neste cenário de satisfação do cliente no menor tempo possível. Para a redução de custos e maior eficiência nos processos a TI tem papel importante, pois segundo Bowersox e Closs (2001, p.175 e 176): A TI está evoluindo em um ritmo extraordinário, em velocidade e capacidade de armazenamento, gerando reduções de custo e espaço físico (...) o custo decrescente da TI associado à sua maior facilidade de uso permite aos executivos de logística usar essa tecnologia com o objetivo de transferir e gerenciar informações eletronicamente, com maior eficiência e eficácia. Afirmando ainda que a informação é considerada um dos elementos chaves para obtenção, no futuro, de vantagem competitiva na área de logística. Os Sistemas de Informação (SI) desempenham papéis em todas as organizações, dão suporte aos processos, às operações, à tomada de decisões de seus funcionários e gerentes e dão suporte em suas estratégias em busca de vantagem competitiva e, portanto, estão presentes em todos os níveis das empresas, auxiliando-as a seguirem suas estratégias e alcançarem seus objetivos. Pois um SI é uma parte integrante de uma organização e é um produto de três componentes: Tecnologia, informação e pessoas. Há várias categorias de Sistemas de Informações, Sistemas de Informações Gerenciais (SIG), que Segundo Laudon e Laudon (1999, p. 348) são SI que oferecem relatórios resumidos de rotina sobre desempenho da empresa; estes sistemas são utilizados para monitorar e controlar a empresa e prever futuro desempenho, os Sistemas de Suporte às Decisões (SSD), que para Audy, Andrade e Cidral (2005, p. 119) são: Sistemas de informação que auxiliam os gerentes de uma organização a tomar decisões semi estruturadas, com base em dados obtidos dos SIG, dos sistemas de processamento de transações e de fontes externas... além disto, permitem realizar análises e simulações como forma de comparar o impacto de diferentes decisões. Entre outros SI de

4 utilização específica, existe o Sistema de informação logística (SIL) que, de acordo com Ballou (2006, p. 133) precisa ser abrangente e ter capacidade suficiente para permitir comunicação não apenas entre as áreas funcionais da empresa (marketing, produção, finanças, logística, etc.) mas também entre os membros do canal de suprimentos. Compartilhar informações é uma ação que consegue reduzir incertezas ao longo da cadeia de suprimentos, à medida que seus usuários vão encontrando maneiras de tirar proveito da informação. Assim como o Sistema de informação é ponte entre empresa e TI, esta é elo entre empresa e membros da cadeia, caracteriza-se por algumas funções básicas executadas nas empresas, como mecanismo para redução de custos, maior velocidade na integração com os clientes, agregar valor, além de trazer vantagens em relação à concorrência, conforme apresentado por Boar (2002, p. 03) onde demonstra as seguintes funções da TI nas empresas: Mecanismo crítico para reduzir custos, comprimir o tempo para o mercado, oferecer valor agregado e interagir com clientes e fornecedores ; Torna-se o veículo de satisfação do cliente e a inovação do valor agregado; Veículo principal para criação de vantagens e para desviar as vantagens da concorrência. De acordo com Oliveira (2004, p. 135) na figura a seguir, a evolução da TI ocorre na mesma proporção em que os SI evoluem e também estão presentes em todos os níveis da empresa, atuando de forma transacional. FIGURA 2 - Evolução das aplicações organizacionais da TI Fonte: Oliveira (2004, p.135) EDI é definido por Stair e Reynold (2002, p. 193) que tecem o seguinte parágrafo em relação a esta tecnologia: O EDI compreende a comunicação de dados num formato padrão, entre aplicações de diferentes empresas, permitindo ao destinatário executar as funções de uma transação padrão da empresa de origem... utiliza sistemas de redes e segue padrões e procedimentos, de modo que no processamento, a saída de um sistema representa a entrada para outros sistemas sem intervenção humana. Existem alguns segmentos de mercado que adotam a o intercâmbio eletrônico de dados (EDI) para intercâmbio de dados com parceiros e obtém seus benefícios, McGee e Prusak (1994, p. 78) os apresentam como segue: Em setores como comércio atacadista de mercadorias, automóveis e de transportes. As empresas implantaram TI entre si mesmas e

5 seus parceiros comerciais, adotando a estratégia de intercâmbio eletrônico de dados (EDI) numa tentativa de obter benefícios mútuos. Conforme abordado pelos autores acima, o EDI troca dados e cada um deste representa um fato único, por exemplo, em determinado campo sempre haverá o preço ou a quantidade e a possibilidade destes dados serem criptografados, aumenta a confiabilidade do sistema, visto que dificulta fraudes ou perda destes dados através do canal pelo qual são transportados. Portanto, o EDI é usado para integrar empresas, dentro de uma cadeia de suprimentos ou parceiros comerciais, e facilitar as transações entre estes elementos, pois, o uso desta TI exige que sejam criados padrões, normalmente formulários, que facilitam a compreensão de um pedido de re-suprimento, por exemplo, por qualquer elemento que trate do abastecimento da empresa e se comunica via EDI. Além do mais, tende - se a utilizar o padrão criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), mesmo sendo possível criar o seu próprio formulário e compartilhá-lo com seus parceiros, o que tem tornado ainda mais difundido o uso desta tecnologia. O uso do EDI para integração entre as empresa proporciona redução de custos, porém, gera uma despesa fixa, o valor pago para os prestadores de serviço de valor agregado VAN esta despesa pode desaparecer se a empresa seguir uma tendência comum do EDI, ainda mais nos últimos anos, com a constante evolução da Internet. Audy; Andrade e Cidral (2005, p. 275) demonstram esta tendência na seguinte afirmação: Muitas organizações preferem usar redes privadas para transações EDI, mas um número cada vez maior delas está recorrendo à Internet para esta finalidade. Tendo em vista que atualmente a Internet também pode portar as mensagens EDIFACT ou de outro padrão, o que não altera o conceito de EDI a utilização desta para efetuar negócios tem crescido muito nos últimos anos devido constante evolução desta tecnologia. O fácil manuseio e o acesso disponível em vários pontos do planeta permitem que seja usada para integrar fornecedores, clientes, concorrentes, filiais e outras organizações, como gerenciadoras de risco, transportadoras ou bancos. Segundo Turban e King (2004, p. 188) a Internet pode ser utilizada com a mesma finalidade do EDI tradicional: O EDI baseado na Internet é acessível à maioria das empresas do mundo. Ela pode ser usada para substituir ou suplementar o EDI tradicional. Além disso, o WEBEDI oferece diversas facilidades indisponíveis na tradicional. 3. A pesquisa Após realizar pesquisa sobre a literatura existente a respeito de logística e Tecnologia da Informação, apresentar um estudo de caso torna possível observar a aplicação da teoria estudada e os reais benefícios de integrar logística através da Tecnologia da Informação. 4. Estudo de caso 4.1 Aspectos de Negócios das empresas analisadas Segundo a Associação brasileira de supermercados (ABRAS) a empresa Alfa é brasileira e representa aproximadamente 15,2% do market share (participaão de mercado) e é o maior varejista do país, com aproximadamente 600 lojas e diversos formatos para atender a vários públicos alvo, como a lojas com perfil para atender a população classe A e B e lojas com perfil para atender a população classe C e D, além

6 de hipermercados e das lojas de eletro- eletrônicos. A empresa Beta tem origem francesa e representa 11,8% e está em 2º lugar no ranking ABRAS, participa com aproximadamente 340 lojas no país (no mundo são mais de 7000 lojas) que também se dividem em vários formatos para atender às camadas diferentes da população, como hipermercados e mini mercados. Seguindo os princípios da logística, que é controlar os fluxos do processo, colocando o produto certo no momento e local oportuno com o menor custo possível, estas empresas se enquadram nesta condição, pois suas atividades englobam todas as rotinas logísticas: suprimentos, distribuição, armazenagem e fluxos de informações. E como estas atividades ocorrem intrinsecamente entre fornecedores, lojas, CD s e atingem aos clientes, as empresas se encontram na 4ª fase da logística, o Suplly Chain Management. Ao longo de sua existência, a empresa Alfa e Beta têm acumulado um longo histórico de crescimento, expansão e parcerias. Entre as diversas parcerias comerciais nas quais as empresas mantêm negócios, as mais importantes foram as firmadas com o Grupo Casino em 1999 pela empresa Alfa e a empresa Beta é formada por uma empresa francesa e uma espanhola. Além destas parcerias comerciais estratégicas, existem parcerias entre fornecedores, que através devido ao uso da TI para eles também é vantajosa. Pois, o coordenador de EDI da empresa Alfa, afirma que vários fornecedores já expressaram suas satisfação em relação ao processo de pedidos pelo WebEDI e o representante do departamento de informática da empresa Beta afirma que os fornecedores também consideram como vantajoso o uso da TI, pois consideram um processo rápido e seguro. 4.2 Serviço ao Cliente Por trabalhar com lojas de formatos distintos, as empresas prestam serviço aos clientes de forma diferenciada de acordo com a estratégia de cada bandeira. As lojas específicas para população C e D tem foco no custo reduzido, no entanto, as lojas para população classe A e B tem estratégia baseada no enfoque, pois visa atender plenamente clientes específicos e com exigências características, como maior exigência de artigos importados. Nas duas empresas o uso da TI melhorou o nível de serviço e a percepção dos clientes quanto a este, pois, na empresa Beta, com a implementação do WebEDI, diminuíram os problemas de abastecimento em função de possíveis problemas de envio dos pedidos no antigo sistema, diminuindo os problemas de falta de mercadorias na rede devido à problemas de entregas de mercadorias e de Logística. É possível que os clientes tenham tido uma sensível mudança na percepção quanto ao serviço prestado, devido à integração maior com fornecedores das empresas, pois como se consegue enviar os pedidos mais rápido conseqüentemente os fornecedores têm condições de serem ágeis no faturamento, reduzindo significativamente os índices de ruptura nas gôndolas. Além da TI auxiliá-los a fornecerem informações em qualquer fase do processo, pois com a integração de sistemas corporativos e sistemas de troca de dados é possível saber o que existe no estoque e se já houve confirmação do fornecedor quanto ao fornecimento de artigos que podem ter superado a expectativa de demanda calculada pelo setor de reabastecimento. Toda esta eficiência nos processos proporciona à empresa Beta a diminuição dos problemas de entregas havendo uma melhoria no processo de Logística e Distribuição, o que traz à empresa mais vantagem competitiva

7 frente aos concorrentes e os mesmos resultados são obtidos pela empresa Alfa que lidera o ranking. TABELA 1 - Perfil das empresas analisadas Características Alfa Beta Origem Brasil França Ranking ABRAS 1º lugar (15,2%) 2º lugar (11,8%) Número de lojas 600 lojas 340 lojas (Brasil) Área de Atuação Brasil São Paulo Hipermercados Hipermercados Instalações Supermercados Mini mercados Lojas de Eletro Público alvo A, B e C A, B, C e D Parcerias Grupo Casino Grupo Dia Serviço ao Cliente Enfoque Custo Pedidos Centralizados Centralizados Tecnologia da Informação EDI EDI WebEDI WebEDI Sistemas de informação WMS Logística (WMS) 4.3 Projeto da Rede No ano 2000 a empresa Alfa já possuía m 2 de áreas de armazenagem e distribuição em diversos estados do país. São Paulo é o que tem o maior número deles, sendo centros de distribuição específicos para as diversas categorias de produtos comercializados pela companhia (armazém de alimentos secos e higiene e limpeza, armazém de Frutas, Verduras e Legumes FLV, armazém de pescados, armazém produtos congelados e refrigerados) contra os armazéns multicategoria das demais localidades. A empresa Beta conta com armazéns especializados, e possui área de armazenagem da bandeira principal (hipermercados) bastante aproximada com a área da empresa Alfa, pois só a bandeira secundária (espanhola), conta com aproximadamente m 2 de área de armazenagem destinada a atender os mini mercados. 4.4 Processos Logísticos São empresas do varejo, onde 85% da compras são centralizadas, ou seja, os fornecedores entregam no Centro de Distribuição (CD) e a partir deste ponto ocorrem as entregas para as lojas. A empresa Beta, as lojas que tem açougue não recebem esta mercadoria a partir do CD, sendo esta um das mercadorias que não passam pelo CD (15%). Desta forma as empresas obtêm maior poder de barganha, devido às compras em alta escala, melhor gestão de estoques (menor acúmulo de estoques ao longo da cadeia), centralização das operações, eficiência dos processos logísticos, melhor serviço ao cliente devido à visão global do estoque, minimizando a não disponibilidade de artigos nos pontos de vendas e custos de transportes e também aproveita melhor o potencial local dos fornecedores.

8 Com a implantação da TI, as empresas Alfa e Beta puderam acompanhar fasea-fase, desde a emissão do pedido até a sua efetiva entrega e integração em seus sistemas. Segundo o responsável pelo departamento de EDI da empresa Alfa, o grupo emite em média 450 mil pedidos e recebe em media 500 mil Notas fiscais por mês. O que justifica o investimento feito no ano 2000, quando passou a contar com uma sólida infra-estrutura em tecnologia da informação, sustentada por uma capacidade de armazenamento de dados de 25 terabytes, com elevados níveis de eficiência, segurança e flexibilidade para o crescimento futuro. Antes do investimento em TI para efetuarem os pedidos os fornecedores se dirigiam a até as lojas ou ao escritório central para retirarem os pedidos. A empresa Beta, estruturou seu processo de compras com EDI para os fornecedores que já possuíam este serviço e WebEDI para os pequenos fornecedores, abandonando o arcaico sistema que possuía, conforme abordado pelo representante da empresa, um sistema próprio (automático) de envio de Pedidos via fax e/ou , o que exigia que os fornecedores redigitassem os pedidos, gerando problemas no faturamento por ter as quantidades pedidas diferente das quantidades enviadas pelos fornecedores e problemas no recebimento das mercadorias que muitas vezes eram trocadas por outras com código parecido 4.5 Informações e Sistemas de Informações A disponibilização de informações ao longo da cadeia nas quais estão inseridas as empresas gera benefícios por todo o canal, pois como ela flui por todos os membros envolvidos, todos tem capacidade de diminuir os níveis de estoque e controlar melhor suas operações, pois a empresa Alfa afirma que houve melhoria na cadeia logística devido ao uso da TI, pois através do EDI o fornecedor envia a informação de quando estarão recebendo as mercadorias e com isso conseguem manter um estoque menor e com tempo de ressuprimento ajustado à necessidade. E também abordado pela empresa Beta, pois se obteve agilidade no envio de Pedidos, acompanhamento das fases dos Pedidos e integração automática no recebimento. Para controle de seus armazéns e estoque as empresas dispõem de um WMS (Warehouse Management System ) para gerenciar seus estoques, e esta integrado as informações recebidas pelo EDI e WebEDI. A empresa Beta trata seus sistemas corporativos da seguinte maneira: Sistema de Informação Gerencial (negociação com Fornecedores) e Logística. 4.6 Tecnologia da Informação A implantação de uma tecnologia da informação não é simples e exige, além de conhecimento técnico da TI, plena consciência dos objetivos a serem atingidos e fiéis comprometimentos do nível estratégico da empresa, pois sempre haverá barreiras para qualquer mudança. Uma das grandes barreiras para implantação de uma TI que atendesse os objetivos da empresa quanto a compra com fornecedores, foi a quebra de paradigma dos vendedores, pois os mesmos estavam condicionados a retirarem os pedidos em papel, houve problema também com o pequenos fornecedores que não estavam acostumados com o universo eletrônico tendo em vista que os pedidos da empresa Alfa eram retirados no escritório central da empresa Assim como aconteceu na empresa Beta, onde a maior barreira foi a adequação do usuário ao novo sistema, visto

9 que mudanças não são bem vindas, e qualquer tecnologia a ser implantada requer treinamento, por isso o projeto de implantação do EDI demorou um ano para estar pronto EDI O EDI apresenta características próprias que não são encontradas no WebEDI, o que inviabilizam a sua substituição total por tal tecnologia. Segundo o coordenador de EDI a empresa Alfa, ainda tem alguns fornecedores que utilizam o processo EDI convencional e afirma que isto ocorre por dois motivos: porque permite que o mesmo receba as informações de vários canais ao mesmo tempo, ou seja, em uma caixa postal poderá receber pedidos do Carrefour, Pão de Açúcar e sendo outro fator o processo podendo ser totalmente automatizado, ou seja, não precisa de nenhuma pessoa para ficar acessando o site para retirar os pedidos e enviar os arquivos de notas fiscais. Na empresa Beta não é diferente, pois o EDI é utilizado no processo de envio de Pedidos e na recepção dos mesmos, além da integração da Fatura. Utiliza o EDI com 80% dos fornecedores, somente aqueles que não possuem EDI é que utilizam o WebEDI, ou seja, 10% dos fornecedores. Os demais são fornecedores rurais que ainda não dispões de Internet, neste caso os pedidos são feitos por telefone, ou fax (sistema antigo) WebEDI Os objetivos da área de TI da empresa Alfa era obter informações eletrônicas que permitissem um gerenciamento das mesmas. As transações de compra de mercadorias com fornecedores são realizadas via Web, HTML (Hiper Text Markup Language), a decisão de fazer na Web foi para atender todos os níveis de fornecedores, ou seja, pequeno, médio e grande porte. Todo o processo de compras foi melhorado e trouxe bons resultados em diversos requisitos, como maior agilidade nos processos, acurácia das informações, ou seja, reduziu - se significativamente o erro nos itens solicitados. Alem de reduzir 90% dos custos com impressão de pedidos. Reduziu se também o prazo no recebimento das mercadorias. A tecnologia abrange a 95% dos fornecedores da empresa Alfa, os 5% que não estão integrados a TI, são fornecedores rurais que não dispõem de acesso à Internet, o que é algo que em breve deixará de existir devido ao extraordinário crescimento desta tecnologia. Na empresa Beta, o EDI e o WebEDI são utilizados no departamento de Reaprovisionamento, por que este departamento é responsável pelos contatos com fornecedores para emissão de pedidos e abastecimento dos CD s. O EDI é utilizado para os grandes fornecedores, que já possuem esta tecnologia, o WebEDI é utilizado para os demais que optaram por esta tecnologia que é compatível a todos os computadores (todos computadores podem acessar Internet, mas nem todos suportam um aplicativo EDI). Visto que a diferença destas tecnologias está apenas no aplicativo, os custos de manutenção destas é o mesmo, como pode ser observado na tabela 2 Comparação de custos do EDI e do WebEDI, onde foram pesquisadas várias empresas prestadoras do serviço, de diferentes estados brasileiros, visto que as empresas não se restringem ao estado de São Paulo.

10 TABELA 2 - Comparação de custos do EDI e do WebEDI Prestador de serviço EDI WebEDI Software R$ 100,00 a R$ 120,00 Mensalidade R$ - Mitsubishi (accesstage) -SP Mercador - SP Portal EDI - RS Via Empresa - SC Interchange - SP Kb R$ 0,01a R$ 0,15 R$ 0,01a R$ 0,16 Software R$ 750,00 Mensalidade R$ 45,50 R$ 45,50 Kb R$ 0,12 R$ 0,12 Software R$ 900,00 mensalidade R$ 300,00 R$ 199,00 Kb R$ - R$ - Software R$ 800,00 Mensalidade R$ 57,78 R$ 57,78 Kb R$ 0,014 a R$ 0,15 R$ 0,014 a R$ 0,15 Software Mensalidade R$ 70,00 Kb R$ 0,17 Todo o processo de compras foi melhorado e trouxe bons resultados em diversos requisitos, como maior agilidade nos processos, acurácia das informações, ou seja, reduziu - se significativamente o erro nos itens solicitados. Na empresa Alfa, reduziu-se 90% dos custos com impressão de pedidos e também o prazo no recebimento das mercadorias. Segundo a mesma empresa além das melhorias nos processos e a redução dos custos de impressão, o maior benefício do WebEDI é o custo. A Internet é muito mais barata do que ter que pagar uma Value Added Network (VAN). A empresa Beta visualiza outras vantagens pois, atualmente a EDI e WebEDI são tecnologias sólidas utilizadas no mercado e a grande maioria dos fornecedores já trabalham com esta tecnologia e consideram mais vantajoso a EDI devido a maior integração em seus sistemas (Pedidos e Faturas). A empresa Interchange SP provedora de serviços EDI justificou não ter EDI em sua gama de produtos por afirmar que o WebEDI é uma versão mais moderna do EDI e que os fornecedores estão preferindo utilizar esta tecnologia em vez de usar o EDI. Apesar de um analista de suporte da Nexxera (provedora de VAN s do Rio Grande do Sul) alertar sobre um dos riscos do WebEDI que é a possibilidade de ter a senha de acesso copiada por um Spyware (vírus de computador que copia tudo que é digitado no computador) o que dificilmente aconteceria se usasse EDI, pois normalmente, este aplicativo fica em um computador servidor. O uso da tecnologia da informação também gera vantagem competitiva, como foi abordado nesta pesquisa e conforme foi afirmado pelo coordenador de EDI da empresa Alfa que diz que a empresa tem possibilidade de desenvolver qualquer projeto que envolve sistema com os seus fornecedores e pelo departamento de informática da empresa Beta que afirma que os objetivos da implantação da TI foram alcançados, ou seja, maior agilidade/ confiabilidade na emissão dos pedidos e principalmente a integração automática da fatura. 5. Considerações Finais Este artigo objetivou expor como a logística pode ter seu desempenho potencializado pelo uso da tecnologia da informação e a partir desta, como a integração

11 entre clientes e fornecedores pode ser vantajosa para a empresa que se inclui nesta condição, visto que melhora o serviço ao cliente e a participação de mercado, além de ter os custos reduzidos pelo uso da tecnologia da informação. Para confrontar os dados bibliográficos, as empresas Alfa e Beta foram escolhidas por serem empresas que atendem a diversos parâmetros logísticos para análise, pois, conta com diversos centros de distribuição e pontos de venda, uma grande participação de mercado e são atualizadas no quesito tecnologia. A análise das empresas permitiu avaliar como se dão as atividades logísticas e a influência da tecnologia da informação no desenvolvimento dessas, assim como, perceber que há, ainda, processos que não se adequaram a todos os fornecedores por estarem localizados em um país onde nem todas as pessoas (físicas ou jurídicas) têm acesso a informação ou não tem acesso aos meios de comunicação, no caso da Internet, quando as pessoas se encontram no interior, onde, talvez, mal tenha chegado a energia elétrica. Foi possível notar que as empresas, apesar dos problemas quanto adotar o WebEDI para seus processos de pedidos de ressuprimento, devido à resistência dos fornecedores que se recusavam a quebrar paradigmas, deixaram tudo preparado para integrar todos fornecedores e futuros fornecedores, acreditando no avanço da tecnologia e conseqüente redução de custos. A principal diferença entre EDI e WebEDI é que o primeiro é mais confiável e não depende de nenhuma intervenção humana para que esteja integrado aos demais sistemas de gestão da empresa, porém como o meio de comunicação é VAN não é compatível com todos computadores e o custo é mais eleveado. Como o WebEdDI é baseado em Internet, é mais barato, no entanto aumenta os riscos das transações efetuadas por esta tecnologia. Apesar das iniciativas como as dos grupos Alfa e Beta em atualizar-se tecnologicamente para melhoria de processos, há empresas que se recusam em inovar seus processos e acabam perdendo seu potencial frente aos concorrentes. O extraordinário desenvolvimento da tecnologia, principalmente de informação requer que as empresas estejam aptas a se modificarem e acompanharem este crescimento, absorvendo o melhor delas em prol de obter os melhores resultados nas atividades que executam e para isto é preciso que exista uma quantidade de pesquisa suficiente para suprir estas empresas sobre a forma de integrar ciências essenciais nestes tempos de concorrência aberta e busca infinita de resultados e satisfação ao cliente: Logística e Tecnologia da Informação. 6. Referências Bibliográficas ABRAS. Disponível em Acessado em 30 mai ACCESSTAGE. Disponível em Acessado em 31 mai AUDY, J. L. N.; ANDRADE; G. K.; CIDRAL; A.Fundamentos de Sistema de Informação. Porto Alegre: Bookman, BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento, organização e logística empresarial. Porto Alegre: Bookman, Gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento, organização e logística empresarial. Porto Alegre: Bookman, 2006.

12 BOAR, B.Tecnologia da Informação: A arte do Planejamento estratégico.são Paulo:Editora Berkeluy, 2002 BOWERSOX & CLOSS. Logística empresarial: o processo de integração da cadeia de suprimentos. São Paulo: Atlas, CHOPRA, S.; MEINDL, P. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: Estratégia, planejamento e operações. São Paulo: Prentice Hall, DORNIER, P. P. Logística e operações globais: textos e casos. São Paulo: Atlas, GOMES, C; F.;RIBEIRO, P. C. C. Gestão da cadeia de suprimentos integrada à tecnologia da informação. São Paulo: Pioneira,2004. HARRISSON, A. Estratégia de gerenciamento de logística. São Paulo: Futura, 2003 INTERCHANGE. Disponível em Acesso em 30 mai LARRAÑAGA, F. A. A Gestão Logística Global. São Paulo: Ed. Aduaneiras, LAUDON, K. C.; LAUDON, J. P. Sistemas de informação com Internet. Rio de Janeiro: LTC, MCGREE, J.; PRUSAK, L.Gerenciamento estratégico da informação: aumente a competitividade e a eficiência de sua empresa utilizando a informação como uma ferramenta estratégica.rio de Janeiro: Ed Campus, NEXXERA. Disponível em Acessado em 31 mai NOVAES, A. G. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição. Rio de Janeiro: Ed. Elsevier; OLIVEIRA, J. F. Sistemas de Informações (x) TI: Um impasse empresarial.são Paulo: Ed. Érica, PORTAL EDI. Disponível em Acesso em 30 mai STAIR, R. M.; REYNOLDS, G. W. Princípios de Sistemas de Informação: Uma abordagem gerencial. Rio de Janeiro, LTC, 2002 TURBAN, E.; KING, D. Comércio Eletrônico: Estratégia e Gestão.São Paulo: Prentice Hall, 2004.

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