ÁGUA COMO VEÍCULO DE FERRO PARA PREVENÇÃO DA DEFICIÊNCIA DE FERRO E. Prof. Dr. J.E.Dutra-de-Oliveira Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto USP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ÁGUA COMO VEÍCULO DE FERRO PARA PREVENÇÃO DA DEFICIÊNCIA DE FERRO E. Prof. Dr. J.E.Dutra-de-Oliveira Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto USP"

Transcrição

1 ÁGUA COMO VEÍCULO DE FERRO PARA PREVENÇÃO DA DEFICIÊNCIA DE FERRO E ANEMIA Bioavailability FERROPRIVA Prof. Dr. J.E.Dutra-de-Oliveira Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto USP

2 VOU FALAR SOBRE A NOSSA EXPERIÊNCIA DE UTILIZAÇÃO DA ÁGUA COMO VEÍCULO DE FERRO NA PREVENÇÃO DA SUA DEFICIÊNCIA E DA ANEMIA FERROPRIVA E DEFENDÊ- LA COMO UMA SOLUÇÃO TÉCNICA E CIENTÍFICA. EFICIÊNCIA E EFETIVIDADE

3 DEFICIENCIA DE FERRO E ANEMIA FERROPRIVA A deficiência de ferro e a anemia ferropriva é um dos problemas mais sérios e estudados do mundo. Tem sido dito atingir mais de 2 bilhões no mundo, pobre e rico, cerca de 1/3 da população mundial. Sua principal causa é a falta e a baixa biodisponibilidade do ferro na alimentação. E sua mais comum e mais aceita prevenção é feita pela fortificação de alimentos.

4 DEFICIÊNCIA DE FERRO MUNDO FOME OCULTA / HIDDEN HUNGER 2 BILHÕES DE PESSOAS AFETADAS POR DEFICIÊNCIA DE FERRO 35 % POPULAÇÃO MUNDIAL Dados mundiais recentes a respeito do assunto apontam aumento de sua frequência.

5 PREVALÊNCIA HISTÓRICA Anemia entre Crianças (%) Recife Cuiabá Goiânia São Paulo Porto Alegre Manaus Rio Brasília (DF) Belém Natal 35% 35% 29% 25% 18% 63% 61% 56% 53% 81% FONTE: Fil:Out01

6 DIAGNÓSTICO DEFICIÊNCIA DE FERRO E ANEMIA DADOS LABORATÓRIAIS Baixa Hemoglobina <Glóbulos Vermelhos Microcitose - <Ferritina >Receptor da Transferrina <Sideroblastos

7 PREVALÊNCIA HISTÓRICA NO ESTADO DE SÃO PAULO (1994/95) CRS Amostra Crianças com anemia N N % , , , , ,9 TOTAL ,5 Susana Queiroz 1996

8 PREVENÇÃO E CONTROLE DAS DEFICIÊNCIAS DE MICRONUTRIENTES ALIMENTAÇÃO SUPLEMENTAÇÃO MEDICAMENTOSA FORTIFICAÇÃO BIOFORTIFICAÇÃO DE ALIMENTOS

9 Características Gerais do Uso da Água como Veículo de Ferro Disponibilidade Mundial Fortificação Local, Tecnologia Diluição Sulfato Ferro deixa sabor residual de Fe que é aceito e não diminui consumo Outros compostos como Quelato-NaFeEDTA não apresentam problemas sabor ferro

10 O QUE SE PODE ESPERAR DESTA TECNOLOGIA Que a água possa ser considerada um veículo altamente viável para suprir micronutrientes para a população; Aumento do interesse em compostos solúveis em água, inclusive protegidos micro-encapsulados; Implementação de programas de fortificação da água a grupos mais vulneráveis e a comunidades; Uso de metodologias nucleares para garantir e medir a biodisponibilidade dos micronutrientes adicionados.

11 USO DA FORTIFICAÇÃO NA PREVENÇÃO E CONTROLE DE DEFICIÊNCIAS Vantagens alta cobertura hábitos alimentares baixo risco de toxicidade não modifica Dificuldades definição do veículo adaptação tecnológica conscientização e legislação

12 DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS DE FORTIFICAÇÃO Consiste na adição de um ou mais nutrientes a alimentos de uso massivo, com os seguintes objetivos: aumentar sua ingestão pela população garantir o consumo desejável de nutrientes prevenir o aparecimento de deficiências corrigir falhas na alimentação normalizar os quadros clínicos e bioquímicos da deficiência compensar perdas no processamento

13 FASES PARA DESENVOLVIMENTO PROGRAMAS DE FORTIFICAÇÃO Estudar a alimentação habitual Caracterizar a prevalência de deficiências Demonstrar segmento populacional afetado Determinar veículos potenciais Desenvolvimento / adequação tecnologias Conduzir estudos pilotos na comunidade Estabelecer normas ou legislação Promover campanhas incentivo consumo

14 CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS DA FORTIFICAÇÃO E MEDICAÇÃO FORTIFICAÇÃO MEDICAÇÃO Tempo/ação médio/longo curto Distribuição abastecimento sistema saúde comercial efetivo Cobertura ampla clientela restrita comunitária Adesão independente motivação permanente Manutenção baixo custo maior custo Dosagens DRA/IDR terapêuticas

15 FORTIFICAÇÃO E SUPLEMENTAÇÃO COM SAIS DE FERRO PREVENÇÃO GESTANTES E LACTANTES 60 mg Fe elementar/dia LACTENTES E INFANTES 1 mg/kg/dia CRIANÇAS mg Fe elementar/dia TERAPÊUTICA GESTAÇÃO E LACTANTES 60 mg / 3 x dia LACTENTES E INFANTES 3 mg/kg/dia ADOLESCENTES E ADULTOS 60 mg / 2x dia

16 ASPECTOS GERAIS FORTIFICAÇÃO Seleção do composto a ser adicionado Boa biodisponibilidade; Longa vida de prateleira; Não modificação propriedades organolépticas; Possibilidade de microencapsulamento. Tecnologias disponíveis Iodo no sal; Vitamina A em açúcares, leite, óleos e gorduras; Ferro em farinhas, cereais, pães, biscoitos, leite, etc.

17 ASPECTOS GERAIS FORTIFICAÇÃO VEÍCULOS E PRODUTOS TRIGO, PÃO, CEREAIS, SAL, MACARRÃO CHÁ, AÇUCAR, BEBIDAS CONDIMENTOS - PRODUTOS DE SOJA FARINHAS:TRIGO, MILHO, MANDIOCA

18 ASPECTOS GERAIS FORTIFICAÇÃO COMPOSTOS FERRO UTILIZADOS COR, SABOR, CHEIRO, SOLUBILIDADE, BIODISPONIBILIDADE, SAIS ORGÂNICOS E INORGÂNICOS.

19 ESTUDOS ÁGUA COMO VEÍCULO DE FERRO - Físico-Químicos - Animais - Crianças - Famílias

20 USO DA ÁGUA COMO VEÍCULO PARA SAIS DE FERRO ESTUDOS FÍSICO-QUÍMICOS COR TURBIDÊS Dias FERRO FE+AA

21 USO DA ÁGUA COMO VEÍCULO PARA SAIS DE FERRO ESTUDOS EM ANIMAIS DIFERENTES SAIS DE FERRO PREVENÇÃO EXP. HB HEMATÓCRITO FIM EXP. CONTROLES SULF. FERROSO NAFeEDTA FeQUELATO FeORTOFOSFATO

22 FORTIFICAÇÃO DA ÁGUA

23 Níveis de hemoglobina antes (-4m a 0 meses) e depois (4m a 8 meses) após a suplementação do ferro na água. Ferritina após 4 e 8 meses de suplementação. No iron Ironsupplementation Ferritin µg/l( ) * =A O=B 4=C 8=D Time (months) J.E. Dutra-de-Oliveira et al. J.Am.Coll. Nutr. 13:198,1994.

24 FAMÍLIAS EM FAMÍLIAS Ribeirão Preto 12 Famílias e 20 Crianças GRUPO EXPERIMENTAL Sulfato Ferroso 10mg/L + Vit. C 9 Famílias e 26 Crianças GRUPO CONTROLE Sem Suplemento

25 ESTUDOS EM FAMÍLIAS Ribeirão Preto Grupo Ferro + AA Crianças <.01 Adultos <.01 Grupo Controle Crianças Adultos

26 ESTUDOS EM CRECHES Monte Alto NaFeEDTA Água 59 Crianças 6 meses Antes Hemoglobina 6 meses Depois Redução Anemia 50%

27 ESTUDOS EM CRECHES Minas Gerais 241 Crianças 8 meses Sulfato Ferroso HEMOGLOBINA ANTES DEPOIS 8 MESES Redução anemia 43.3% 21.0%

28 BASAL BASAL BASAL BASAL ÁCIDO SUCO CHÁ ASCÓRBICO LARANJA

29 EFEITO DO SUCO DE LARANJA FORTIFICADO COM FERRO NA ANEMIA DE CRIANÇAS EM PONTAL-SP 100% 90% 20% 80% 70% 60% 60% 50% 40% 80% 30% 20% 40% 10% 0% Tempo zero Tempo um anêmicas não anêmicas

30 ÁGUA POTAVEL COMO CARREADOR DE FERRO PARA A PREVENÇÃO DA DEFICIÊNCIA DE FERRO E ANEMIA FERROPRIVA 1. Foi mostrado que a água fortificada o é uma maneira biológica de garantir a ingestão de ferro pela população. 2. A disponibilidade de novos produtos hidrossolúveis e biodisponíveis de ferro permitem controlar aspectos de cor e sabor nas soluções.

31 ÁGUA POTAVEL COMO CARREADOR DE FERRO PARA A PREVENÇÃO DA DEFICIÊNCIA DE FERRO E ANEMIA FERROPRIVA 3. Estudos da literatura com a tecnologia de isótopos estáveis tem mostrado ser uma maneira para se confirmar a biodisponibilidade do ferro no homem. 4. O efeito positivo da fortificação da água à grupos foi demonstrado em crianças de diversas lugares no Brasil e podem ser facilmente implementadas em qualquer lugar.

32 ÁGUA POTAVEL COMO CARREADOR DE FERRO PARA A PREVENÇÃO DA DEFICIÊNCIA DE FERRO E ANEMIA FERROPRIVA 5. Comprimidos efervescentes com compostos hidrossolúveis de ferro e ácido ascórbico foram preparados em nossos laboratórios e estão sendo levados à estudos na comunidade. Poderão ser industrializados e distribuídos à população em qualquer parte do mundo. 6. Outros micronutrientes hidrossolúveis podem também ser adicionados à água. Nós já temos estudados o ferro e o zinco. Eles podem suprir necessidades especificas de determinados grupos etários ou deficiências regionais.

33 ÁGUA POTÁVEL COMO VEÍCULO DE FERRO NA PREVENÇÃO DA DEFICIÊNCIA DE FERRO E ANEMIA FERROPRIVA O USO DA ÁGUA FORTIFICADA COM FERRO É RECOMENDADA COMO UMA SOLUÇÃO, PROVADA EFICAZ E EFICIENTE, PRÁTICA E BARATA. A ÁGUA É CONSUMIDA DIARIAMENTE POR TODOS OS GRUPOS ETÁRIOS E EM TODO O MUNDO.

34 E AO TERMINAR PERMIT0-ME ME ACENTUAR QUE FALEI SOBRE A NOSSA EXPERIÊNCIA DE UTILIZAR A ÁGUA COMO VEÍCULO DE FERRO, PARA PREVENÇÃO DA DEFICIÊNCIA DE FERRO E DA ANEMIA FERROPRIVA.

35 SOBRE OS SEUS FUNDAMENTOS, A BIODISPONIBILIDADE DO FERRO EM VEÍCULO AQUOSO E ESTUDOS EXPERIMENTAIS EM ANIMAIS, ESTUDOS EM CRIANÇAS DE CRECHES, UTILIZAÇÃO FAMILIAR CONFIRMARAM A EFICÁCIA E A EFICIENCIA DA SOLUÇÃO AQUOSA DE FERRO NA PREVEÇÃO DA ANEMIA

A Importância do Trigo na Alimentação Humana

A Importância do Trigo na Alimentação Humana SIMONE FREIRE Doutoranda em Ciências Pediátricas- UNIFESP Mestre em Ciência dos Alimentos - FCF-USP Especialista em Saúde Pública - UNIFESP Especialista em MKT - CESMA- ESPANHA A Importância do Trigo na

Leia mais

Efeito da adição de ferro nas características sensoriais de bebidas elaboradas com polpa de frutos tropicais e soro lácteo.

Efeito da adição de ferro nas características sensoriais de bebidas elaboradas com polpa de frutos tropicais e soro lácteo. Efeito da adição de ferro nas características sensoriais de bebidas elaboradas com polpa de frutos tropicais e soro lácteo. Felipe Machado TROMBETE ¹ *; Romilda Aparecida Bastos Monteiro ARAÚJO 2 ; Marcos

Leia mais

Alimentação na Gestação

Alimentação na Gestação ESPAÇO VIDA Nut. Fabiane Galhardo Unimed Pelotas 2012 Alimentação na Gestação 1 GESTAÇÃO PERÍODO MÁGICO DE INTENSA TRANSIÇÃO, ONDE A NATUREZA MODIFICA O CORPO E A MENTE PARA TRANSFORMAR MULHER EM MÃE A

Leia mais

Guia. Nutricional. para gestantes

Guia. Nutricional. para gestantes Referências bibliográficas consultadas: 1. Committee on Nutritional Status During Pregnancy and Lactation, Institute of Medicine. Nutrition During Pregnancy: Part I: Weight Gain, Part II: Nutrient Supplements.

Leia mais

Biodisponibilidade de Micronutrientes

Biodisponibilidade de Micronutrientes Biodisponibilidade de Micronutrientes Avaliação crítica dos veículos utilizados para fortificação Profa. Dra. Silvia M.Franciscato Cozzolino FCF-USP 2009 Sumário Definições Importância da Biodisponibilidade

Leia mais

O PAPEL DO FERRO SOBRE A NUTRIÇÃO E A SAÚDE

O PAPEL DO FERRO SOBRE A NUTRIÇÃO E A SAÚDE O PAPEL DO FERRO SOBRE A NUTRIÇÃO E A SAÚDE Introdução O ferro é um nutriente mineral encontrado em alimentos de origem vegetal e animal, e de grande importância para a saúde por seu papel como constituinte

Leia mais

Multivitamínicos Minerais. Regulamentação no Brasil

Multivitamínicos Minerais. Regulamentação no Brasil Multivitamínicos Minerais Regulamentação no Brasil Workshop sobre Estratégia de Fortificação Caseira no Brasil 29 e 30 de setembro Brasília (DF) Regulamentação Suplementos vitamínicos e ou minerais (Alimentos)

Leia mais

Preferências alimentares individuais; Disponibilidade dos alimentos no mercado; Influência das propagandas no mercado, na televisão.

Preferências alimentares individuais; Disponibilidade dos alimentos no mercado; Influência das propagandas no mercado, na televisão. Nutrição na Infância e Adolescência A alimentação e a nutrição constituem requisitos básicos para a promoção e a proteção da saúde, possibilitando a afirmação plena do potencial de crescimento e desenvolvimento

Leia mais

CURSO DE GASTRONOMIA Disciplina : matérias primas Conceito e Tipo de Matéria Prima

CURSO DE GASTRONOMIA Disciplina : matérias primas Conceito e Tipo de Matéria Prima CURSO DE GASTRONOMIA Disciplina : matérias primas Conceito e Tipo de Matéria Prima Profª. Nensmorena Preza ALIMENTO Toda substância ou mistura de substâncias, no estado sólido, líquido, pastoso ou qualquer

Leia mais

Mulher: antes que você planeje engravidar...

Mulher: antes que você planeje engravidar... Mulher: antes que você planeje engravidar......saiba como prevenir os Defeitos Abertos do Tubo Neural (DATN): anencefalia e espinha bífida. ANENCEFALIA: É POSSÍVEL PREVENIR! Orientações baseadas na 1ª

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 5.666, DE 2013 (Do Sr. Andre Vargas)

PROJETO DE LEI N.º 5.666, DE 2013 (Do Sr. Andre Vargas) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 5.666, DE 2013 (Do Sr. Andre Vargas) Dispõe sobre suplementação medicamentosa de ácido fólico, para prevenir má-formação fetal. DESPACHO: ÀS COMISSÕES DE: SEGURIDADE

Leia mais

Programas de Distribuição de Alimentos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

Programas de Distribuição de Alimentos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo Programas de Distribuição de Alimentos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo Dra. Silvana Maria Franco Margatho Diretora Técnica do Departamento de Abastecimento-CODEAGRO

Leia mais

ATUAÇÃO DA ANVISA NO CONTROLE SANITÁRIO DE ALIMENTOS Previsões 2014

ATUAÇÃO DA ANVISA NO CONTROLE SANITÁRIO DE ALIMENTOS Previsões 2014 Reunião ILSI São Paulo, 5 de dezembro de 2013 ATUAÇÃO DA ANVISA NO CONTROLE SANITÁRIO DE ALIMENTOS Previsões 2014 William Cesar Latorre Gerente de Inspeção e Controle de Riscos em Alimentos Gerência Geral

Leia mais

Serviço Especial de Genética Ambulatório de Fenilcetonúria - HC Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico - NUPAD Faculdade de Medicina / UFMG

Serviço Especial de Genética Ambulatório de Fenilcetonúria - HC Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico - NUPAD Faculdade de Medicina / UFMG Serviço Especial de Genética Ambulatório de Fenilcetonúria - HC Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico - NUPAD Faculdade de Medicina / UFMG FENILCETONÚRIA HIPERFENILALANINEMIAS Níveis sangüíneos

Leia mais

A Deficiência de Vitamina A

A Deficiência de Vitamina A Oficina de trabalho: Carências Nutricionais: Desafios para a Saúde Pública A Deficiência de Vitamina A O QUE É VITAMINA A A vitamina A é um micronutriente que pode ser encontrado no leite materno, alimentos

Leia mais

AÇÕES DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SOBRE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS

AÇÕES DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SOBRE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS AÇÕES DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SOBRE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS WILLIAM CESAR LATORRE Diretor de Alimentos Centro de Vigilância Sanitária SES / SP Decreto Lei 986, de 21/10/1969 Institui normas

Leia mais

Factos sobre Alimentação

Factos sobre Alimentação Factos sobre Alimentação Suprindo as Necessidades de Ferro dos Bebés e das Crianças Pequenas A deficiência de ferro incapacita muitas crianças bem cedo na vida, trazendo conseqüências devastadoras para

Leia mais

Alimentação no primeiro ano de vida. Verônica Santos de Oliveira

Alimentação no primeiro ano de vida. Verônica Santos de Oliveira Alimentação no primeiro ano de vida Verônica Santos de Oliveira Nutrição nos Primeiros Anos de Vida Deixe que a alimentação seja o seu remédio e o remédio a sua alimentação ( Hipócrates ) Nutrição nos

Leia mais

Trabalho elaborado por: 5/29/2007 USF Valongo. Enf. Anabela Queirós

Trabalho elaborado por: 5/29/2007 USF Valongo. Enf. Anabela Queirós Trabalho elaborado por: Enf. Anabela Queirós O que é a diabetes? Uma doença que dura toda vida Provocada pela ausência ou perda de eficácia da insulina; Provoca a subida de açúcar no sangue A diabetes

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA FORTIFICAÇÃO DO LEITE NO COMBATE A ANEMIA FERROPRIVA

A IMPORTÂNCIA DA FORTIFICAÇÃO DO LEITE NO COMBATE A ANEMIA FERROPRIVA ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 7 a 30 de outubro de 009 A IMPORTÂNCIA DA FORTIFICAÇÃO DO LEITE NO COMBATE A ANEMIA FERROPRIVA Paula Andréia de Souza 1 ; Vanessa

Leia mais

PESQUISA DE ORÇAMENTO FAMILIAR - POF. Prof. Dra. Aline Mota de Barros Marcellini

PESQUISA DE ORÇAMENTO FAMILIAR - POF. Prof. Dra. Aline Mota de Barros Marcellini PESQUISA DE ORÇAMENTO FAMILIAR - POF Prof. Dra. Aline Mota de Barros Marcellini As maiores médias de consumo diário per capita ocorreram para Feijão (182,9 g/ dia), arroz (160,3 g/ dia), carne bovina

Leia mais

TEMA: Dieta enteral de soja para paciente portadora de doença de Alzheimer e de adenocarcinoma gástrico.

TEMA: Dieta enteral de soja para paciente portadora de doença de Alzheimer e de adenocarcinoma gástrico. Nota Técnica Processo n º Solicitante: Dra. Daniele Viana da Silva Juíza da Comarca de Ervália - Mg Data: 07/12/2012 Medicamento/ Dieta Material Procedimento Cobertura x TEMA: Dieta enteral de soja para

Leia mais

ANEXO 1: ALFACE: ARROZ: Carboidrato: 1,7g Proteína: 1,3g Gordura: 0 g. Carboidrato: 48 g Proteína: 0,8 g. Valor calórico: 50 Kcal

ANEXO 1: ALFACE: ARROZ: Carboidrato: 1,7g Proteína: 1,3g Gordura: 0 g. Carboidrato: 48 g Proteína: 0,8 g. Valor calórico: 50 Kcal ANEXO 1: ALFACE: ARROZ: Carboidrato: 1,7g Proteína: 1,3g Valor calórico: 11 Kcal Hortaliça benéfica em tratamentos faciais, com propriedade calmante. Carboidrato: 48 g Proteína: 0,8 g Valor calórico: 197

Leia mais

Modificação da dieta na gravidez

Modificação da dieta na gravidez Modificação da dieta na gravidez CAPÍTULO 6 1 Introdução 2 Nutrição nos períodos pré- e periconcepcional 3 Dieta e crescimento fetal 4 Dieta e pré-eclâmpsia 5 Dietas especiais para evitar antígenos 6 Suplementos

Leia mais

O desafio hoje para o Pediatra e também para sociedade é cuidar das crianças que vão viver 100 anos ou mais e que precisam viver com qualidade de

O desafio hoje para o Pediatra e também para sociedade é cuidar das crianças que vão viver 100 anos ou mais e que precisam viver com qualidade de O desafio hoje para o Pediatra e também para sociedade é cuidar das crianças que vão viver 100 anos ou mais e que precisam viver com qualidade de vida. A infância e adolescência são idades ideais para

Leia mais

O que tem no meu Lanche Escolar?

O que tem no meu Lanche Escolar? O que tem no meu Lanche Escolar? Bolo de CENOURA Caseiro -> farinha de trigo, cenoura, ovos, óleo, açúcar e fermento químico. Ingredientes FARINHA DE TRIGO ENRIQUECIDA COM FERRO E ÁCIDO FÓLICO, RECHEIO

Leia mais

b) preparado contendo laranja (fruta) e banana (fruta) corresponde a um ingrediente característico;

b) preparado contendo laranja (fruta) e banana (fruta) corresponde a um ingrediente característico; MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 17, DE 19 DE JUNHO DE 2013 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária/ Saúde da Família. Brasília, 08 de Agosto de 2008

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária/ Saúde da Família. Brasília, 08 de Agosto de 2008 Oficina de Promoção da Alimentação Saudável para Agentes Comunitários de Saúde III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária/ Saúde da Família Brasília,

Leia mais

A RODA DOS ALIMENTOS E OS NOVOS VALORES NUTRICIONAIS Mafra, 14 de Março de 2008. Ana Leonor DataPerdigão Nutricionista

A RODA DOS ALIMENTOS E OS NOVOS VALORES NUTRICIONAIS Mafra, 14 de Março de 2008. Ana Leonor DataPerdigão Nutricionista A RODA DOS ALIMENTOS E OS NOVOS VALORES NUTRICIONAIS Mafra, 14 de Março de 2008 Ana Leonor DataPerdigão Nutricionista A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL É Completa Fornece energia e todos os nutrientes essenciais

Leia mais

JUSTIFICATIVA OBJETIV OS:

JUSTIFICATIVA OBJETIV OS: JUSTIFICATIVA Para termos um corpo e uma mente saudável, devemos ter uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, carnes, cereais, vitaminas e proteínas. Sendo a escola um espaço para a promoção

Leia mais

Promotores: 23 a 25 de fevereiro de 2012

Promotores: 23 a 25 de fevereiro de 2012 Promotores: 23 a 25 de fevereiro de 2012 Apoio: Prefeitura Municipal e Câmara de Vereadores de Restinga Sêca 23 a 25 de fevereiro de 2012 ASPECTOS NUTRICIONAIS DE PRODUTOS DERIVADOS DO ARROZ Informações

Leia mais

TECNOLOGIA DE ALIMENTOS

TECNOLOGIA DE ALIMENTOS TECNOLOGIA DE ALIMENTOS A Tecnologia de Alimentos (T.A.) é das mais novas especialidades da necessidade da obtenção de mais fartas e constantes fontes alimentares. FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA O DESENVOLVIMENTO

Leia mais

CARDÁPIOS SUBSTITUTOS. Prof a - Andréa Araújo

CARDÁPIOS SUBSTITUTOS. Prof a - Andréa Araújo CARDÁPIOS SUBSTITUTOS Prof a - Andréa Araújo Por grupos alimentares Por equivalentes nos grupos alimentares Por equivalentes da pirâmide Pelo VET Por Grupos alimentares Grupo de Alimentos: Classificação

Leia mais

Informativo Digital da Escola de Nutrição da UFBA N.117/2012

Informativo Digital da Escola de Nutrição da UFBA N.117/2012 Informativo Digital da Escola de Nutrição da UFBA N.117/2012 Salvador, 14 de setembro de 2012 A editora da UFBA, EDUFBA lançou vários livros ontem na Biblioteca Central da UFBA. O evento teve uma boa aceitação

Leia mais

Cardápios para café da manhã - 1 e 3 semana

Cardápios para café da manhã - 1 e 3 semana CARDÁPIO PARA MERENDA FRIA - MAIO 2015 ACHOCOLATADO E BISCOITO SALGADO COM MARGARINA Calorias Carboidratos Proteínas Fibras Vitamina A Vitamina C Lipídios (RE) (mg) 248,1 27,38 5,65 12,88 0,64 148,36 0,00

Leia mais

IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO NO DESEMPENHO DAS AVES POEDEIRAS

IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO NO DESEMPENHO DAS AVES POEDEIRAS IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO NO DESEMPENHO DAS AVES POEDEIRAS ALEXANDRE DA SILVA SECHINATO Médico veterinário Pesquisador Tortuga Cia Zootecnica Agrária INTRODUÇÃO Ovo é um excelente alimento Alimento completo

Leia mais

VALOR NUTRITIVO DA CARNE

VALOR NUTRITIVO DA CARNE VALOR NUTRITIVO DA CARNE Os alimentos são consumidos não só por saciarem a fome e proporcionarem momentos agradáveis à mesa de refeição mas, sobretudo, por fornecerem os nutrientes necessários à manutenção

Leia mais

Programa Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) Campanha de Prevenção e Controle de Hipertensão e Diabetes

Programa Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) Campanha de Prevenção e Controle de Hipertensão e Diabetes Programa Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) Campanha de Prevenção e Controle de Hipertensão e Diabetes Objetivos: - Desenvolver uma visão biopsicossocial integrada ao ambiente de trabalho, considerando

Leia mais

Como nosso corpo está organizado

Como nosso corpo está organizado Como nosso corpo está organizado Iodo Faz parte dos hormônios da tireoide, que controlam a produção de energia e o crescimentodocorpo.aleiobrigaaadiçãodeiodoaosaldecozinha. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO

Leia mais

3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL

3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL 43 3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL 3. 1 METODOLOGIAS DE ANÁLISES 3.1.1 Método de Quantificação de Surfactantes (MBAS) em Águas 3.1.2 Princípio e aplicabilidade Os surfactantes aniônicos SLS (Lauril Sulfato

Leia mais

VI CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DIABETES DIETOTERAPIA ACADÊMICA LIGA DE DIABETES ÂNGELA MENDONÇA

VI CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DIABETES DIETOTERAPIA ACADÊMICA LIGA DE DIABETES ÂNGELA MENDONÇA VI CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM DIABETES DIETOTERAPIA ACADÊMICA ÂNGELA MENDONÇA LIGA DE DIABETES A intervenção nutricional pode melhorar o controle glicêmico. Redução de 1.0 a 2.0% nos níveis de hemoglobina

Leia mais

Deficiência de Iodo Deficiência de Iodo

Deficiência de Iodo Deficiência de Iodo Deficiência de Iodo II Mostra de produção em Saúde da Família 01 a 03 de junho de 2004 1 Deficiência de Iodo A deficiência de iodo é a causa mais comum e prevenível do retardo mental e danos cerebrais

Leia mais

SORINHO MISTURA TERNÁRIA DE FRUTAS E SORO DE LEITE FORTIFICADA COM FERRO

SORINHO MISTURA TERNÁRIA DE FRUTAS E SORO DE LEITE FORTIFICADA COM FERRO I Jornada Científica e VI FIPA do CEFET Bambuí Bambuí/MG - 2008 SORINHO MISTURA TERNÁRIA DE FRUTAS E SORO DE LEITE FORTIFICADA COM FERRO Felipe TROMBETE * (1) ; Graziella CARVALHO (1) ; Marcos CARDOSO

Leia mais

Culturas celulares para estudos de biodisponibilidade de nutrientes. Marta Wilton de Vasconcelos 23-12-2009

Culturas celulares para estudos de biodisponibilidade de nutrientes. Marta Wilton de Vasconcelos 23-12-2009 Culturas celulares para estudos de biodisponibilidade de nutrientes Marta Wilton de Vasconcelos 23-12-2009 Programas de investigação 1. Regulação nutricional do crescimento 2. Diferenciação e desenvolvimento

Leia mais

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC agosto 2014

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC agosto 2014 ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC agosto 2014 Rio de Janeiro, 05 de setembro de 2014 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR COMENTÁRIOS Agosto 2014 ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS

Leia mais

Coordenação de Pesquisas em Sociedade Ambiente e Saúde - CSAS

Coordenação de Pesquisas em Sociedade Ambiente e Saúde - CSAS Coordenação de Pesquisas em Sociedade Ambiente e Saúde - CSAS Nome do GP EM ALIMENTOS E NUTRIÇÃO NA AMAZÔNIA Nome do Líder Membros do GP Francisca das C do A Souza Pesquisadores Danilo Fernandes da Silva

Leia mais

DOCUMENTO DE REFERÊNCIA PARA GUIAS DE BOAS PRÁTICAS NUTRICIONAIS

DOCUMENTO DE REFERÊNCIA PARA GUIAS DE BOAS PRÁTICAS NUTRICIONAIS DOCUMENTO DE REFERÊNCIA PARA GUIAS DE BOAS PRÁTICAS NUTRICIONAIS 1. Introdução As Boas Práticas Nutricionais constituem-se um importante instrumento para a modificação progressiva da composição nutricional

Leia mais

compromisso para alcançar ar as metas de desenvolvimento do milênio

compromisso para alcançar ar as metas de desenvolvimento do milênio MINISTÉRIO DA SAÚDE Nutrição na Atenção Básica B : compromisso para alcançar ar as metas de desenvolvimento do milênio 11ªCongresso Mundial de Saúde Pública Rio de Janeiro, 25/08/06, COORDENAÇÃO GERAL

Leia mais

COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL?

COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL? COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL? O Ministério da Saúde está lançando a versão de bolso do Guia Alimentar para a População Brasileira, em formato de Dez Passos para uma Alimentação Saudável, com o objetivo

Leia mais

1. Refere os nutrientes necessários numa alimentação saudável e equilibrada.

1. Refere os nutrientes necessários numa alimentação saudável e equilibrada. DISCIPLINA: Ciências Naturais ANO: 9º ano de escolaridade UNIDADE DIDÁCTICA: Saúde individual e comunitária. O organismo humano em equilíbrio: alimentação. 1. Refere os nutrientes necessários numa alimentação

Leia mais

ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR

ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR Secretaria de Saúde do Estado do Tocantins Gerência de Alimentação e Nutrição E-mail: nutricao@saude.to.gov.br (63) 3218 1789 Terezinha Franco Nutricionista ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR

Leia mais

Desafios e Perspectivas para a Educação Alimentar e Nutricional

Desafios e Perspectivas para a Educação Alimentar e Nutricional I FÓRUM DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE Desafios e Perspectivas para a Educação Alimentar e Nutricional Ações do Ministério da Saúde Brasília-DF, 17/10/06 Educação Alimentar

Leia mais

sinta a beleza... . Ativos na Pele. Concentração Máxima QUEM SOMOS COMPRIMIDOS de colágeno Suplemento de Vitamina C www.sunflower.com.

sinta a beleza... . Ativos na Pele. Concentração Máxima QUEM SOMOS COMPRIMIDOS de colágeno Suplemento de Vitamina C www.sunflower.com. QUEM SOMOS A Sunflower é uma indústria brasileira com mais de 15 anos de experiência no desenvolvimento, produção e comercialização de alimentos funcionais, nutracêuticos e suplementos alimentares. Consolidada

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Último Encontro: Vila Velha 1 Escolha dos temas a serem trabalhados. Tema de hoje: Oficina sobre alimentação saudável 1) Alimentos Alimentos construtores: fornecem proteínas

Leia mais

LITERATURA ÔMEGA 3 ÔMEGA 3

LITERATURA ÔMEGA 3 ÔMEGA 3 ÔMEGA 3 Introdução O cérebro humano representa apenas 2% do nosso peso total, mas usa aproximadamente 20% do oxigênio consumido por todo nosso corpo quando está em repouso. Ele é um órgão complexo que

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DA SAÚDE

FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DA SAÚDE União Metropolitana de Educação e Cultura Faculdade: Curso: NUTRIÇÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DA SAÚDE Disciplina: INTRODUÇÃO A NUTRIÇÃO Carga horária: Teórica 40 Prática 40 Semestre: 1 Turno:

Leia mais

Orientações para o uso do Poly-MVA

Orientações para o uso do Poly-MVA Orientações para o uso do Poly-MVA Poly-MVA é seguro. Testes extensos, tanto em laboratório quanto em clínicas ao longo dos últimos dez anos, tem provado isso. Não existe um nível conhecido do Poly-MVA,

Leia mais

Clampeamento do cordão umbilical: qual o momento ideal?

Clampeamento do cordão umbilical: qual o momento ideal? Clampeamento do cordão umbilical: qual o momento ideal? XI Encontro Nacional de Aleitamento Materno 2010/Santos - SP Sonia Venancio PqC VI - Instituto de Saúde/SES/SP soniav@isaude.sp.gov.br Polêmica A

Leia mais

SABOR. NUMEROSem. Fonte: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos do Ministério da Saúde.

SABOR. NUMEROSem. Fonte: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos do Ministério da Saúde. SABOR Fonte: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos do Ministério da Saúde. Conteúdo produzido pela equipe de Comunicação e Marketing do Portal Unimed e aprovado pelo coordenador técnico-científico:

Leia mais

RESOLUÇÃO VISA/SMSA-SUS/BH Nº 002/00

RESOLUÇÃO VISA/SMSA-SUS/BH Nº 002/00 RESOLUÇÃO VISA/SMSA-SUS/BH Nº 002/00 Dispõe sobre Registro e Dispensa da Obrigatoriedade de Registro de Produtos pertinentes à Área de Alimentos no âmbito do Município. A Vigilância Sanitária Municipal,

Leia mais

Polí%ca Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e Estratégia Intersetorial de Prevenção e Controle da Obesidade

Polí%ca Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e Estratégia Intersetorial de Prevenção e Controle da Obesidade Polí%ca Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e Estratégia Intersetorial de Prevenção e Controle da Obesidade Seminário Frutas e Hortaliças Florianópolis/SC 07 de agosto de 2014 Câmara Intersetorial

Leia mais

Criança nutrida & criança Vitaminada

Criança nutrida & criança Vitaminada Criança nutrida & criança Vitaminada IMC INFANTIL Muitos pais se preocupam com o peso e a estatura de seu filho. Questionam-se se a massa corporal da criança está de acordo com a idade, se a alimentação

Leia mais

ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA SE ADQUIRIR HÁBITOS SAUDÁVEIS

ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA SE ADQUIRIR HÁBITOS SAUDÁVEIS ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA SE ADQUIRIR HÁBITOS SAUDÁVEIS Sumário Introdução... 3 1 - A importância da Água... 4 2 - Organizando a sua alimentação diária... 6 3 A eliminação... 7 4 Sugestões de óleos... 8

Leia mais

Valores diários recomendados de nutrientes, vitaminas e minerais.

Valores diários recomendados de nutrientes, vitaminas e minerais. Conteúdo Valores diários recomendados de nutrientes, vitaminas e minerais.... 2 Como ler os rótulos dos alimentos... 5 Dose de produto... 7 Calorias... 7 Quantidade de nutrientes... 8 Explicação da quantificação

Leia mais

E OS SEUS BENEFÍCIOS

E OS SEUS BENEFÍCIOS E OS SEUS BENEFÍCIOS A principal função do leite é nutrir (alimentar). Além disso, cumpre as funções de proteger o estômago das toxinas e inflamações e contribui para a saúde metabólica, regulando os processos

Leia mais

A Importância dos Alimentos. Prof.: Andrey Oliveira Colégio Sete de Setembro Disciplina: Educação Física

A Importância dos Alimentos. Prof.: Andrey Oliveira Colégio Sete de Setembro Disciplina: Educação Física A Importância dos Alimentos Prof.: Andrey Oliveira Colégio Sete de Setembro Disciplina: Educação Física saciar a fome Para que serve o alimento? combustível para viver, proporcionando o bem-estar e a

Leia mais

1. Introdução. 2. O que é a Roda dos Alimentos?

1. Introdução. 2. O que é a Roda dos Alimentos? 1. Introdução Educar para uma alimentação saudável é essencial na tentativa de ajudar os jovens a tornar as escolhas saudáveis escolhas mais fáceis. Educar para comer bem e de uma forma saudável, constitui

Leia mais

Desigualdades em saúde - Mortalidade infantil. Palavras-chave: mortalidade infantil; qualidade de vida; desigualdade.

Desigualdades em saúde - Mortalidade infantil. Palavras-chave: mortalidade infantil; qualidade de vida; desigualdade. Desigualdades em saúde - Mortalidade infantil Ruth Rangel * Fernanda Azevedo * Palavras-chave: mortalidade infantil; qualidade de vida; desigualdade. Resumo A redução das desigualdades sociais tem sido

Leia mais

Mobilização - construir parcerias e articulações integradas às dimensões ambientais: social, cultural e econômica.

Mobilização - construir parcerias e articulações integradas às dimensões ambientais: social, cultural e econômica. MISSÃO Desenvolver e implantar projetos que tenham como foco a geração de benefícios para o Planeta, provocando modificações conscientes, tanto no campo das ciências, quanto das atividades humanas. PRINCÍPIOS

Leia mais

Utilização de Grandes Bases de Informação na Avaliação do Consumo Alimentar. Regina Mara Fisberg Profª Associada Depto de Nutrição - USP

Utilização de Grandes Bases de Informação na Avaliação do Consumo Alimentar. Regina Mara Fisberg Profª Associada Depto de Nutrição - USP Utilização de Grandes Bases de Informação na Avaliação do Consumo Alimentar Regina Mara Fisberg Profª Associada Depto de Nutrição - USP Agenda 1. Métodos de inquéritos 2. Inquérito de Saúde de São Paulo

Leia mais

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA NUTRIÇÃO QUÍMICA CELULAR PROFESSOR CLERSON CLERSONC@HOTMAIL.COM CIESC MADRE CLÉLIA CONCEITO CONJUNTO DE PROCESSOS INGESTÃO, DIGESTÃO E ABSORÇÃO SUBSTÂNCIAS ÚTEIS AO ORGANISMO ESPÉCIE HUMANA: DIGESTÃO ONÍVORA

Leia mais

A BIOFORTIFICAÇÃO COMO FERRAMENTA PARA COMBATE A DEFICIÊNCIAS EM MICRONUTRIENTES

A BIOFORTIFICAÇÃO COMO FERRAMENTA PARA COMBATE A DEFICIÊNCIAS EM MICRONUTRIENTES A BIOFORTIFICAÇÃO COMO FERRAMENTA PARA COMBATE A DEFICIÊNCIAS EM MICRONUTRIENTES Marilia Nutti; marilia@ctaa.embrapa.br José Luiz V. Carvalho; jlvc@ctaa.embrapa.br Edson Watanabe; edswat@ctaa.embrapa.br

Leia mais

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Maio 2015

ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Maio 2015 ÍNDICES NACIONAIS DE PREÇOS AO CONSUMIDOR IPCA e INPC Maio 2015 Rio de Janeiro, 10 de junho de 2015 SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR COMENTÁRIOS Maio 2015 ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO

Leia mais

&(67$%É6,&$62%((0&$3,7$,6

&(67$%É6,&$62%((0&$3,7$,6 São Paulo, 02 de maio de 2005. &(67$%É6,&$62%((0&$3,7$,6 Apenas uma das 16 capitais onde o DIEESE Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos realiza mensalmente a Pesquisa Nacional

Leia mais

Projeto: Desenvolvimento de Casos Clínicos para Aplicação no Ensino de Biologia Celular e Molecular para Medicina

Projeto: Desenvolvimento de Casos Clínicos para Aplicação no Ensino de Biologia Celular e Molecular para Medicina Departamento de Biologia Celular e Molecular Projeto: Desenvolvimento de Casos Clínicos para Aplicação no Ensino de Biologia Celular e Molecular para Medicina Tema: Metabolismo do Ferro e Anemias Monitores:

Leia mais

GUIA ALIMENTAR COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

GUIA ALIMENTAR COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL GUIA ALIMENTAR COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL A promoção da alimentação saudável é uma diretriz da Política Nacional de Alimentação e Nutrição e uma das prioridades para a segurança alimentar e nutricional

Leia mais

atos relacionados: Lei nº 6437, de 20 de agosto de 1977 revoga: especial, o item Alimentos Enriquecidos da Resolução CNNPA nº 12/78.

atos relacionados: Lei nº 6437, de 20 de agosto de 1977 revoga: especial, o item Alimentos Enriquecidos da Resolução CNNPA nº 12/78. título: Portaria nº 31, de 13 de janeiro de 1998 ementa não oficial: Aprova o Regulamento Técnico referente a Alimentos Adicionados de Nutrientes Essenciais, constante do anexo desta Portaria. publicação:

Leia mais

Para que serve o alimento?

Para que serve o alimento? Alimentação e Saúde saciar a fome Para que serve o alimento? combustível para viver, proporcionando o bem-estar e a disposição para realizar todas as atividades. demonstrar afeto, carinho e aceitação Uma

Leia mais

A PIRÂMIDE QUE SEGUE ABAIXO É A BRASILEIRA, ADAPTADA POR SÔNIA TUCUNDUVA PHILIPPI AOS NOSSOS HÁBITOS ALIMENTARES.

A PIRÂMIDE QUE SEGUE ABAIXO É A BRASILEIRA, ADAPTADA POR SÔNIA TUCUNDUVA PHILIPPI AOS NOSSOS HÁBITOS ALIMENTARES. PARA SABERMOS COMO A ALIMENTAÇÃO DEVE SER EQUILIBRADA, PRECISAMOS CONHECER A PIRÂMIDE ALIMENTAR, QUE É A REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS ALIMENTOS E SUAS QUANTIDADES QUE DEVEM ESTAR PRESENTES EM NOSSA DIETA

Leia mais

Estratégia Nacional de Promoção da Alimentação Complementar Saudável

Estratégia Nacional de Promoção da Alimentação Complementar Saudável Estratégia Nacional de Promoção da Alimentação Complementar Saudável Janeiro/2009 1. Introdução A introdução de alimentos na dieta da criança após os seis meses de idade tem a função de complementar as

Leia mais

Nome/Código arquivo: 2013_11_11 Mem_Reun_Saúde _ Associação dos Moradores e Produtores da Vila Izabel AMPRAVI - Anapu.

Nome/Código arquivo: 2013_11_11 Mem_Reun_Saúde _ Associação dos Moradores e Produtores da Vila Izabel AMPRAVI - Anapu. Assunto: Orientar e esclarecer as dúvidas da população sobre as Ações Preventivas na Área de Saúde Pública em virtude da construção da UHE Belo Monte. Redator: Ranney Matos dos Santos Data: 11-11-2013

Leia mais

Os desafios da indústria de alimentos e a preocupação com a redução de aditivos em alimentos processados

Os desafios da indústria de alimentos e a preocupação com a redução de aditivos em alimentos processados I Workshop: Dia Mundial da Alimentação Produção da Alimentos e Alimentação Saudável Os desafios da indústria de alimentos e a preocupação com a redução de aditivos em alimentos processados Prof. Paulo

Leia mais

Profa. Joyce Silva Moraes

Profa. Joyce Silva Moraes Alimentação e Saúde Profa. Joyce Silva Moraes saciar a fome Para que serve o alimento? combustível para viver, proporcionando o bem-estarestar e a disposição para realizar todas as atividades. demonstrar

Leia mais

Anais. Naviraí/MS - Brasil. Organização. Coordenação. Comitê Científico

Anais. Naviraí/MS - Brasil. Organização. Coordenação. Comitê Científico Organização Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Gerência da Unidade de Naviraí Coordenação do Curso de Química Coordenação do Curso de Tecnologia em Alimentos Coordenação Prof. Dr. Alberto Adriano

Leia mais

American Dietetic Association

American Dietetic Association É um método sistemático para resolução de problemas que os profissionais de nutrição empregam para pensar de modo crítico e tomar decisões para resolver problemas nutricionais e prestar assistência nutricional

Leia mais

PROGRAMA NUTRICIONAL PARA SUÍNOS. "Seu resultado é o nosso compromisso." EXCELÊNCIA EM NUTRIÇÃO ANIMAL. www.guabi.com.

PROGRAMA NUTRICIONAL PARA SUÍNOS. Seu resultado é o nosso compromisso. EXCELÊNCIA EM NUTRIÇÃO ANIMAL. www.guabi.com. PROGRAMA NUTRICIONAL "Seu resultado é o nosso compromisso." PARA SUÍNOS EXCELÊNCIA EM NUTRIÇÃO ANIMAL www.guabi.com.br 0800 16 90 90 s para as fases de Maternidade e Creche A linha Nutriserviços para nutrição

Leia mais

Reduzindo Fome, Pobreza e Desigualdade

Reduzindo Fome, Pobreza e Desigualdade Reduzindo Fome, Pobreza e Desigualdade Regiões Metropolitanas (RMs) e Regiões Integradas de Desenvolvimento (RIDEs) 11% dos municípios 47% da população Nome Quantidade de População Municípios Total* RM

Leia mais

ÓLEO RICO EM DHA E EPA DA MICROALGA SCHIZOCHYTRIUM

ÓLEO RICO EM DHA E EPA DA MICROALGA SCHIZOCHYTRIUM Dr Rodney Gray DSM Nutritional Lipids (a Division of DSM Nutritional Products LLC) 6 de julho de 2012 NFU 786 ÓLEO RICO EM DHA E EPA DA MICROALGA SCHIZOCHYTRIUM Caro Dr. Rodney Gray, Gostaríamos de o informar

Leia mais

Forma farmacêutica e apresentação Xarope Embalagem contendo 100 ml com copo medida graduado.

Forma farmacêutica e apresentação Xarope Embalagem contendo 100 ml com copo medida graduado. Ultrafer ferro polimaltosado Forma farmacêutica e apresentação Xarope Embalagem contendo 100 ml com copo medida graduado. USO ADULTO E PEDIÁTRICO VIA ORAL Composição Cada ml de xarope contém: ferro polimaltosado...

Leia mais

ESTADO D O AMAZONAS CÂMARA MUNICIPAL DE MAN AUS GABINETE VEREADOR JUNIOR RIBEIRO

ESTADO D O AMAZONAS CÂMARA MUNICIPAL DE MAN AUS GABINETE VEREADOR JUNIOR RIBEIRO PROJETO DE LEI Nº. 253 / 2014 Dispõe sobre a obrigatoriedade do uso de equipamentos de Ionização de água potável em Unidades de Tratamento de doenças degenerativas da Rede Pública Municipal e de Organizações

Leia mais

NUTRIÇÃO. Prof. Marta E. Malavassi

NUTRIÇÃO. Prof. Marta E. Malavassi Prof. Marta E. Malavassi Conceito: processo orgânico que envolve ingestão, digestão, absorção, transporte e eliminação das substâncias alimentares para a manutenção de funções, a formação e regeneração

Leia mais

Guia Alimentar para a População Brasileira

Guia Alimentar para a População Brasileira Guia Alimentar para a População Brasileira Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição Departamento de Atenção Básica Secretaria de Atenção à Saúde Ministério da Saúde Revisão do Guia Alimentar para a

Leia mais

Unidade: GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO

Unidade: GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO Unidade: GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO Unidade I: BRASILEIRA 0 Unidade: GUIA ALIMENTAR PARA A POPULAÇÃO BRASILEIRA O Guia Alimentar é um instrumento que define as diretrizes alimentares a serem utilizadas

Leia mais

HÁBITOS ALIMENTARES. Normalmente são alimentos saudáveis, os mais próximos do seu estado natural/integral.

HÁBITOS ALIMENTARES. Normalmente são alimentos saudáveis, os mais próximos do seu estado natural/integral. HÁBITOS ALIMENTARES O hábito alimentar saudável deve ser formado e ensinado na infância, assim fica mais fácil de ser mantido. Consuma frutas, verduras e legumes desde cedo e estimule o consumo de alimentos

Leia mais

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL O QUE VOCÊ DEVE SABER SOBRE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Alimentação saudável É saborosa, variada, colorida e com harmonia entre quantidades e qualidade! Sempre que possível faça as refeições junto à família,

Leia mais

MATERNA. Comprimido revestido

MATERNA. Comprimido revestido MATERNA Comprimido revestido I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Materna Polivitamínico e Poliminerais TEXTO DE BULA DE MATERNA APRESENTAÇÃO Cartucho contendo frasco plástico com 30 comprimidos revestidos.

Leia mais

Dicas para uma alimentação saudável

Dicas para uma alimentação saudável Dicas para uma alimentação saudável NECESSIDADE FISIOLÓGICA ATO DE COMER SOCIABILIZAÇÃO Comida Japonesa PRAZER CULTURAL Alimentação aliada à saúde Hábitos alimentares pouco saudáveis desde a infância,

Leia mais