DAS5102 Fundamentos da Estrutura da Informação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DAS5102 Fundamentos da Estrutura da Informação"

Transcrição

1 Pilhas A estrutura de dados Pilha emula a forma de organização de objetos intuitiva que é utilizada diariamente nos mais diversos contextos da vida humana. Containeres são empilhados e desempilhados diariamente em todos os portos do mundo, processos nas mesas de advogados, produtos em supermercados são apenas alguns dos milhares de exemplos da utilização de pilhas. Essencialmente, Pilha é uma estrutura de dados amplamente utilizada em diversos escopos computacionais. Por exemplo, toda função em um programa de computador possui uma pilha onde são alocadas as variáveis estáticas pertinentes ao escopo da função e endereço de retorno para o ponto de invocação da função, dentre outras informações. O funcionamento de uma pilha é simples e intuitivo: Itens são empilhados um a um, e sempre o último elemento sobre todos os que já se encontram na pilha. Apenas o último elemento empilhado pode ser removido da pilha, pois se tentarmos remover um elemento, digamos, que se encontra no meio da pilha, corremos o risco de desestruturar toda a estrutura (imagine remover uma latinha de atum que se encontra debaixo de outras 200!). A figura abaixo exemplifica uma pilha de diversos tamanhos. Ela serve para nos informar de duas características muito importantes a respeito de pilhas: a) seu topo; e b) seu tamanho. Em um ambiente computacional utilizamos pilhas para agrupar dados que devem se comportar (armazenados e acessados) tal como lidamos com pilhas no mundo real. Para tal, as seguintes operações básicas são previstas: Operações básicas: criar uma pilha vazia; inserir um novo elemento; retirar o elemento do topo da pilha; verificar qual é o elemento no topo da pilha; verificar se a pilha está vazia. Prof. Dr. rer. nat. Daniel Duarte Abdala 1

2 Existem diversas formas de se programar a estrutura de dados Pilha em um programa de computador. Dentre elas as mais utilizadas são: a)implementação via um array estático; e b) implementação dinâmica utilizando listas encadeadas. Implementando uma pilha usando arrays A idéia que permeia a programação de pilhas utilizando arrays (método estático) é criar um array estático de N posições e uma variável topo que aponta para o topo da pilha. Alternativamente pode-se criar uma estrutura de dados para acomodar ambas as variáveis. Elementos devem ser alocados (empilhados) a partir da posição inicial (vet[0]) até potencialmente que o tamanho máximo do array seja atingido. Elementos podem ser removidos (desempilhados) desde que a pilha não esteja vazia por meio da remoção do ultimo elemento alocado (elemento que se encontra na posição topo). Durante todas as interações com a pilha é imprescindível que a variável topo seja mantida atualizada. Abaixo é apresentada a implementação da pilha descrita acima para acomodar variáveis do tipo float. #define N 50 struct pilha int topo; float vet[n]; ; typedef struct pilha Pilha; Pilha* pilha_cria (void) Pilha* p = (Pilha*)malloc(sizeof(Pilha)); p->topo = 0; //inicializa com zero elementos return p; void pilha_insere (Pilha* p, float v) //verifica se topo alcancado if (p->topo == N) Prof. Dr. rer. nat. Daniel Duarte Abdala 2

3 printf ( topo da pilha alcancado!\n ); exit (1); p->vet[p->topo] = v; p->topo++; float pilha_remove (Pilha* p) float v; if (pilha_vazia (p)) printf ( Pilha está vazia!\n ); exit(1); //remove o elemento do topo da pilha v = p->vet[p->(topo-1)]; p->topo--; return v; int pilha_vazia (Pilha* p) return (p->topo == 0); void pilha_libera (Pilha* p) free(p); Como pode-se imaginar, a implementação estática de pilhas impõe várias restrições no que se refere a capacidade de crescimento da estrutura de dados e com relação ao tipo de dados a ser alocado. Adicionalmente, a implementação de pilhas utilizando arrays impõe uma restrição adicional referente ao fato de que toda a estrutura deve ser alocada seqüencialmente na memória. Uma forma de lidar com tais limitações, ou seja, flexibilizar esta estrutura de dados é utilizar listas encadeadas em sua implementação. Implementando uma pilha usando estruturas dinâmicas Essencialmente a implementação dinâmica de pilhas pode ser feita de diversas maneiras. Neste contexto, estudaremos a implementação dinâmica usando listas encadeadas. Note que, essencialmente, o funcionamento e os mesmos métodos relacionados as pilhas implementadas via arrays serão exatamente os mesmos a serem implementados em pilhas Prof. Dr. rer. nat. Daniel Duarte Abdala 3

4 dinâmicas. O único ponto de divergência entre tais implementações reside no fato de que os elementos da pilha serão alocados e gerenciados de maneiras diversas. Em suma, a interface da estrutura de dados, independentemente de como a mesma é implementada, permanece a mesma. Na implementação dinâmica, duas estruturas de dados são necessárias. Uma para representar as células individuais que comporão a pilha (muito semelhante as células usadas nas listas encadeadas) e uma estrutura de cabeçalho que conterá a referência para o primeiro elemento da pilha, referência para seu topo e facultativamente o número de elementos existentes na pilha. struct celula int dado; struct celula ant; ; typedef struct celula Celula; struct pilha int tamanho; Celula *topo; Celula *ant; ; typedef struct pilha Pilha; A regra de funcionamento da pilha é clara, elementos só podem ser inseridos (empilhados) sobre o último elemento já existente na pilha. Isso é feito da seguinte maneira: 1. Novo_elemento->ant = topo; 2. Topo -> Novo_elemento; 3. Pilha->tamanho = tamanho + 1; A remoção de elementos da pilha é feita da seguinte maneira: 1. retorna topo; 2. topo = topo->ant; 3. Pilha->tamanho = tamanho 1; Prof. Dr. rer. nat. Daniel Duarte Abdala 4

5 Para verificar qual o último elemento empilhado, basta que retornemos uma referência para topo. Para checarmos o tamanho da pilha basta acessarmos o campo Pilha->tamanho Filas A Fila é uma estrutura de dados que modela as filas que existem comumente nas mais diversas situações do mundo real. Essencialmente em uma fila o elementos são inseridos em série um atrás do outro. Um dado elemento sempre será inserido a atrás dos elementos já existentes na fila, e quando a remoção de um elemento da fila é requerida, o elemento mais antigo inserido, ou seja, o primeiro elemento da fila é removido. Operações básicas: criar uma fila vazia; inserir um novo elemento; retirar o elemento da cabeça da fila; verificar qual é o elemento na cabeça da fila; verificar se a fila está vazia; verificar o número de elementos na fila. Uma fila nada mais é do que uma lista encadeada onde as regras de inserção e remoção são bem estipuladas. Elementos são sempre inseridos no início da lista e removidos do final da lista. struct celula int dado; struct celula prox; ; typedef struct celula Celula; struct fila int tamanho; Celula *início; Celula *prox; Celula *cabeça; ; typedef struct pilha Pilha; É possível implementarmos uma fila usando listas encadeadas simples. Ao definir esta estrutura como base para a implementação de filas, a inserção de novos elementos é simples: 1. Novo_elemento->prox = inicio; 2. inicio = Novo_elemento; 3. fila->tamanho++. A remoção de um elemento da fila no então é bem problemática. Devemos percorrer todos os elementos da lista até encontrarmos a partir de seu início até encontrarmos o elemento que aponta para NULL, ou seja o último elemento da lista. Ainda, devemos manter uma referência Prof. Dr. rer. nat. Daniel Duarte Abdala 5

6 para o elemento anterior durante a busca pelo último elemento. Assim que o último elemento é encontrado, devemos fazer com que cabeça aponte para o elemento anterior, fazer com que o elemento anterior aponte para null e retornar o elemento previamente apontado por cabeça. Como podemos ver essa é uma implementação bem pouco eficaz. Imagine o caso em que existam centenas de milhares de elementos em uma lista! Também é possível implementar filas usando listas duplamente encadeadas. Tente identificar a vantagem em se utilizar listas duplamente encadeadas ao invés de listas encadeadas simples. Da mesma forma que podemos implementar uma pilha usando arrays, podemos também implementar filas. No entanto a implementação pode ser pouco eficiente. Tente implementar uma fila em arrays e liste os problemas encontrados. Prof. Dr. rer. nat. Daniel Duarte Abdala 6

7 Exercícios 1. Crie uma função que recebe como argumento uma string contendo parênteses encadeados: Ex: (((()))(((((()))))((((())))))) Utilize uma pilha para decidir se o número de parênteses encadeados está certo ou errado. A função dever retornar 1 em caso afirmativo, e 0 em caso negativo. A função deve ignorar qualquer outro caractere existente na string que não seja ( ou ). Um parêntese encadeado significa que para cada ( deve existir um ) ; 2. Com relação a pilhas estáticas (que utilizam um array) o que poderíamos fazer para remediar uma situação em que durante a execução do programa descobrimos que precisamos de uma pilha maior do que a que foi alocada inicialmente (estaticamente)? 3. Qual a importância do campo topo, na estrutura pilha estática apresentada?; 4. Crie uma implementação estática da pilha, tal como a vista anteriormente, para acomodar variáveis do tipo int; 5. Considere a representação pictográfica de uma estrutura de pilha dinâmica dada abaixo: Explique o que há de errado com esta estrutura. Porque ela não funcionaria para a implementação de uma pilha? 6. Considere a representação pictográfica de uma estrutura de fila dinâmica dada abaixo: Explique o problema em se utilizar esta estrutura. É possível implementar uma fila usando este modelo? Justifique. 7. Proponha uma maneira mais eficiente de implementar filas usando listas encadeadas simples (dica, use um ponteiro adicional) Prof. Dr. rer. nat. Daniel Duarte Abdala 7

Métodos Computacionais. Fila

Métodos Computacionais. Fila Métodos Computacionais Fila Definição de Fila Fila é uma estrutura de dados dinâmica onde: Inserção de elementos se dá no final e a remoção no início O primeiro elemento que entra é o primeiro que sai

Leia mais

DAS5102 Fundamentos da Estrutura da Informação

DAS5102 Fundamentos da Estrutura da Informação Fila de Prioridade A fila de prioridade nada mais é que uma fila comum que permite que elementos sejam adicionados associados com uma prioridade. Cada elemento na fila deve possuir um dado adicional que

Leia mais

Tabelas de Espalhamento

Tabelas de Espalhamento Tabelas de Espalhamento Motivação Algumas das estruturas de dados vistas anteriormente requerem que seus elementos (células dinâmicas) sejam inspecionados seqüencialmente até que a desejada seja encontrada.

Leia mais

DAS5102 Fundamentos da Estrutura da Informação

DAS5102 Fundamentos da Estrutura da Informação Árvores Existe uma ampla variedade de dados que são comumente organizados sob a forma de árvores hierárquicas utilizadas recorrentemente em nosso dia a dia. Exemplos são a organização administrativa de

Leia mais

Programas operam sobre dados. Dados são relacionados e possuem estrutura. Como representar e manipular dados em um computador

Programas operam sobre dados. Dados são relacionados e possuem estrutura. Como representar e manipular dados em um computador Programas operam sobre dados Dados são relacionados e possuem estrutura Como representar e manipular dados em um computador Para representar um baralho precisamos: Representar cartas: naipe e valor struct

Leia mais

2ª Lista de Exercícios

2ª Lista de Exercícios Universidade Federal de Minas Gerais Departamento de Ciência da Computação Algoritmos e Estruturas de Dados II (Turmas M, N, W, F) 1º Semestre de 2012 Profs. Camilo Oliveira, Gisele Pappa, Ítalo Cunha,

Leia mais

BUSCA EM LISTAS LISTAS SEQÜENCIAIS, LISTAS SIMPLESMENTE E DUPLAMENTE ENCADEADAS E LISTAS CIRCULARES

BUSCA EM LISTAS LISTAS SEQÜENCIAIS, LISTAS SIMPLESMENTE E DUPLAMENTE ENCADEADAS E LISTAS CIRCULARES BUSCA EM LISTAS LISTAS SEQÜENCIAIS, LISTAS SIMPLESMENTE E DUPLAMENTE ENCADEADAS E LISTAS CIRCULARES ALGORITMOS DE BUSCA EM LISTAS COM ALOCAÇÃO SEQÜENCIAL Busca em Listas Lineares A operação de busca é

Leia mais

Trabalho 3: Agenda de Tarefas

Trabalho 3: Agenda de Tarefas INF 1620 Estruturas de Dados Semestre 08.2 Trabalho 3: Agenda de Tarefas O objetivo deste trabalho é a implementação de um conjunto de funções para a manipulação de uma agenda de tarefas diárias, de forma

Leia mais

Estruturas de Dados Aula 11: TAD Pilha 09/05/2011

Estruturas de Dados Aula 11: TAD Pilha 09/05/2011 Estruturas de Dados Aula 11: TAD Pilha 09/05/2011 Fontes Bibliográficas Livros: Projeto de Algoritmos (Nivio Ziviani): Capítulo 3; Introdução a Estruturas de Dados (Celes, Cerqueira e Rangel): Capítulo

Leia mais

Algoritmos e Estrutura de Dados II

Algoritmos e Estrutura de Dados II Universidade Federal do Vale do São Francisco Algoritmos e Estrutura de Dados II Professor: Marcelo Santos Linder E-mail: marcelo.linder@univasf.edu.br Ementa Árvores B, grafos e tabelas de hash: alocação

Leia mais

Listas Duplamente Encadeadas

Listas Duplamente Encadeadas Listas Duplamente Encadeadas! quando for preciso seguir a seqüência de elementos em ambos os sentidos! cada nó possui dois ponteiros: ant e prox ant prox a b c d Início Fim 1 Listas Duplamente Encadeadas

Leia mais

Prof. Yandre Maldonado - 1 PONTEIROS. Prof. Yandre Maldonado e Gomes da Costa

Prof. Yandre Maldonado - 1 PONTEIROS. Prof. Yandre Maldonado e Gomes da Costa Prof. Yandre Maldonado - 1 PONTEIROS Prof. Yandre Maldonado e Gomes da Costa PONTEIROS Prof. Yandre Maldonado - 2 Ponteiro é uma variável que possui o endereço de outra variável; É um poderoso recurso

Leia mais

ESTRUTURAS DE DADOS I. Notas de Aula. Prof. Dr. Gilberto Nakamiti

ESTRUTURAS DE DADOS I. Notas de Aula. Prof. Dr. Gilberto Nakamiti ESTRUTURAS DE DADOS I Notas de Aula 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 2 1.1 Array (vetores)... 2 2. BUSCA DE ELEMENTOS... 3 2.1 Busca Seqüencial... 3 2.2 Busca Binária... 3 2.3 Busca Indexada... 3 2.4 Busca Hash...

Leia mais

10. Listas Encadeadas

10. Listas Encadeadas 10. Listas Encadeadas W. Celes e J. L. Rangel Para representarmos um grupo de dados, já vimos que podemos usar um vetor em C. O vetor é a forma mais primitiva de representar diversos elementos agrupados.

Leia mais

Estruturas de Dados. Parte dos slides a seguir são adaptações, extensões e traduções para C dos originais:

Estruturas de Dados. Parte dos slides a seguir são adaptações, extensões e traduções para C dos originais: Estruturas de Dados Pilhas Prof. Ricardo J. G. B. Campello Créditos Parte dos slides a seguir são adaptações, extensões e traduções para C dos originais: disponíveis em http://ww3.datastructures.net/ cedidos

Leia mais

Estruturas de Dados. Prof. Gustavo Willam Pereira Créditos: Profa. Juliana Pinheiro Campos

Estruturas de Dados. Prof. Gustavo Willam Pereira Créditos: Profa. Juliana Pinheiro Campos Estruturas de Dados Prof. Gustavo Willam Pereira Créditos: Profa. Juliana Pinheiro Campos Árvores Conceitos Árvores binárias Árvores binárias de pesquisa Árvores binárias balanceadas Árvores ESTRUTURAS

Leia mais

Estruturas de Dados Pilhas, Filas e Deques

Estruturas de Dados Pilhas, Filas e Deques Estruturas de Dados Pilhas, Filas e Deques Prof. Eduardo Alchieri Estruturas de Dados Pilhas Pilhas Lista LIFO (Last In, First Out) Os elementos são colocados na estrutura (pilha) e retirados em ordem

Leia mais

Algoritmos e Estrutura de Dados. Prof. Tiago A. E. Ferreira

Algoritmos e Estrutura de Dados. Prof. Tiago A. E. Ferreira Algoritmos e Estrutura de Dados Aula 7 Estrutura de Dados: Listas Prof. Tiago A. E. Ferreira Introdução Um das formas mais usadas para se manter dados agrupados é a lista Lista de compras, itens de estoque,

Leia mais

EAD Fila. - algumas operações realizam-se na frente/cabeça e outras na cauda da Fila

EAD Fila. - algumas operações realizam-se na frente/cabeça e outras na cauda da Fila EAD Fila - os seus elementos são processados por ordem de chegada: - o primeiro elemento a entrar na Fila é o primeiro a sair - FIFO ( First In First Out ). - algumas operações realizam-se na frente/cabeça

Leia mais

CES-11. Algoritmos e Estruturas de Dados. Carlos Alberto Alonso Sanches Juliana de Melo Bezerra

CES-11. Algoritmos e Estruturas de Dados. Carlos Alberto Alonso Sanches Juliana de Melo Bezerra CES-11 Algoritmos e Estruturas de Dados Carlos Alberto Alonso Sanches Juliana de Melo Bezerra CES-11 Pilhas Filas Deques Pilhas,,f filas e deques Vimos que as listas lineares admitem inserção e eliminação

Leia mais

INF1007 - PROGRAMAÇÃO II LISTA DE EXERCÍCIOS 15

INF1007 - PROGRAMAÇÃO II LISTA DE EXERCÍCIOS 15 INF1007 - PROGRAMAÇÃO II LISTA DE EXERCÍCIOS 15 1. Um número racional é expresso por dois inteiros: um numerador e um denominador (este último diferente de zero!). Implemente um TAD para representar números

Leia mais

INF 1007 Programação II

INF 1007 Programação II INF 1007 Programação II Aula 14 Árvores Binárias Edirlei Soares de Lima Árvores Uma estrutura de dados do tipo árvore permite que dados sejam organizados de maneira hierárquica.

Leia mais

Estrutura da linguagem de programação C Prof. Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org

Estrutura da linguagem de programação C Prof. Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org Estrutura da linguagem de programação C Prof. Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org Breve Histórico A linguagem de programação C foi criada na década de 70, por Dennis Ritchie, que a implementou,

Leia mais

EAD Árvore árvore binária

EAD Árvore árvore binária EAD Árvore árvore binária - Uma árvore binária é um conjunto finito de elementos (nodos) que pode ser vazio ou particionado em três subconjuntos: - raiz da árvore (elemento inicial, que é único); - subárvore

Leia mais

Figura 13.1: Um exemplo de árvore de diretório.

Figura 13.1: Um exemplo de árvore de diretório. 13. Árvores W. Celes e J. L. Rangel Nos capítulos anteriores examinamos as estruturas de dados que podem ser chamadas de unidimensionais ou lineares, como vetores e listas. A importância dessas estruturas

Leia mais

PROGRAMAÇÃO II 3. PILHA DINÂMICA

PROGRAMAÇÃO II 3. PILHA DINÂMICA 3. PILHA DINÂMICA PROGRAMAÇÃO II Prof. Jean Eduardo Glazar Uma pilha é um tipo especial de Pilha na quais todas as inserções e remoções são feitas na primeira posição, que é chamada de topo. Outro nome

Leia mais

INF1007: Programação 2 10 Árvores Binárias. (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1

INF1007: Programação 2 10 Árvores Binárias. (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 INF1007: Programação 2 10 Árvores Binárias (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Tópicos Principais Introdução Árvores binárias Representação em C Ordens de percurso em árvores binárias Altura de uma árvore

Leia mais

Estruturas de Dados. Módulo 11 Pilhas. 9/8/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1

Estruturas de Dados. Módulo 11 Pilhas. 9/8/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Estruturas de Dados Módulo 11 Pilhas 9/8/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Referências Waldemar Celes, Renato Cerqueira, José Lucas Rangel, Introdução a Estruturas de Dados, Editora Campus (2004)

Leia mais

Índice. Capítulo 2 Estrutura de Dados sequencial com armazenamento sequencial

Índice. Capítulo 2 Estrutura de Dados sequencial com armazenamento sequencial Índice i Índice Capítulo 2 Estrutura de Dados sequencial com armazenamento sequencial 1. A Estrutura Abstrata de Dados Lista... 1 1.1. Definição... 1 1.2. Implementação de Listas utilizando armazenamento

Leia mais

Pesquisa Sequencial e Binária

Pesquisa Sequencial e Binária Pesquisa Sequencial e Binária Prof. Túlio Toffolo http://www.toffolo.com.br BCC202 Aula 20 Algoritmos e Estruturas de Dados I Pesquisa em Memória Primária Introdução - Conceitos Básicos Pesquisa Sequencial

Leia mais

Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - Curso de Ciência da Computação Disciplina: Estruturas de Dados Profª. Raquel Marcia Müller

Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - Curso de Ciência da Computação Disciplina: Estruturas de Dados Profª. Raquel Marcia Müller 1 Listas Lineares Dentre as estruturas de dados não primitivas, as listas lineares são as de manipulação mais simples. Uma lista linear agrupa informações referentes a um conjunto de elementos que, de

Leia mais

FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA MESTRADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Projeto e Análise de Algoritmos II Lista de Exercícios 2

FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA MESTRADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Projeto e Análise de Algoritmos II Lista de Exercícios 2 FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA MESTRADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Projeto e Análise de Algoritmos II Lista de Exercícios 2 Prof. Osvaldo. 1. Desenvolva algoritmos para as operações abaixo e calcule a complexidade

Leia mais

Pilhas. Profa Morganna Diniz

Pilhas. Profa Morganna Diniz Pilhas Profa Morganna Diniz Pilhas Geralmente pilhas são úteis em situações em que dados devem ser recuperados em ordem inversa a do armazenamento É uma estrutura de dados linear que permite acesso por

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUIUTABA

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUIUTABA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUIUTABA ASSOCIADA À UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS CURSO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO PILHA E FILA Prof. Walteno Martins Parreira Júnior www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com

Leia mais

Estruturas de Dados. Listas Dinâmicas Duplamente Encadeadas & Variantes. Listas Duplamente Encadeadas

Estruturas de Dados. Listas Dinâmicas Duplamente Encadeadas & Variantes. Listas Duplamente Encadeadas Estruturas de Dados Listas Dinâmicas Duplamente Encadeadas & Variantes Prof. Ricardo J. G. B. Campello Listas Duplamente Encadeadas Listas simplesmente encadeadas são ineficientes para realizar certas

Leia mais

INF 1007 Programação II

INF 1007 Programação II INF 1007 Programação II Aula 13 Pilhas Edirlei Soares de Lima Pilha Uma pilha é uma estrutura de dados dinâmica na qual novos elementos são sempre inseridos no topo da pilha e acessados

Leia mais

ESTRUTURAS DE DADOS AVANÇADAS (INF 1010) (a) Seja um TAD definido por uma lista circular implementada em um vetor.

ESTRUTURAS DE DADOS AVANÇADAS (INF 1010) (a) Seja um TAD definido por uma lista circular implementada em um vetor. PUC-Rio Departamento de Informática Período: 2015.1 Horário: 2as-feiras e 4as-feiras de 17-19 30 de março de 2015 ESTRUTURAS DE DADOS AVANÇADAS (INF 1010) 1 a Lista de Exercícios 1. Lista (a) Seja um TAD

Leia mais

Busca. Pesquisa sequencial

Busca. Pesquisa sequencial Busca Banco de dados existem para que, de tempos em tempos, um usuário possa localizar o dado de um registro, simplesmente digitando sua chave. Uma tabela ou um arquivo é um grupo de elementos, cada um

Leia mais

Linguagem C: Árvores Binarias

Linguagem C: Árvores Binarias Instituto de C Linguagem C: Árvores Binarias Luis Martí Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense lmarti@ic.uff.br - http://lmarti.com Tópicos Principais Introdução Árvores binárias Implementação

Leia mais

Aula 3 Alocação Dinâmica

Aula 3 Alocação Dinâmica Aula 3 Alocação Dinâmica Universidade Federal de Santa Maria Colégio Agrícola de Frederico Westphalen Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de Internet Prof. Bruno B. Boniati www.cafw.ufsm.br/~bruno

Leia mais

ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS Terceiro Trabalho Prático Recursividade e Pilhas

ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS Terceiro Trabalho Prático Recursividade e Pilhas Universidade Federal de Ouro Preto Instituto de Ciências Exatas e Biológicas Departamento de Computação ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS Terceiro Trabalho Prático Recursividade e Pilhas Luiz Henrique Santos

Leia mais

1. Introdução... 1 1.1. Definição... 1 1.2. Conceitos relacionados... 2

1. Introdução... 1 1.1. Definição... 1 1.2. Conceitos relacionados... 2 Índice i Índice Capítulo 4 Estrutura de Dados não sequencial com armazenamento não sequencial ( Árvore ) 1. Introdução... 1 1.1. Definição... 1 1.2. Conceitos relacionados... 2 2. Árvores binárias... 2

Leia mais

7. ESTRUTURAS DE DADOS ESTÁTICAS E DINÂMICAS

7. ESTRUTURAS DE DADOS ESTÁTICAS E DINÂMICAS 7. ESTRUTURAS DE DADOS ESTÁTICAS E DINÂMICAS Até... 7.1 Alocação Estática Alocação de Espaço em Memória Como já foi visto anteriormente, a memória de um computador compõe-se de uma sequência de palavras,

Leia mais

Métodos Computacionais. Árvores

Métodos Computacionais. Árvores Métodos Computacionais Árvores Árvores Vetores e Listas são ótimos para representar estrutura de dados lineares, mas não para modelar dados hierárquicos Exemplos de dados hierárquicos: sistema de arquivos

Leia mais

/*(Atenção: Em se tratando de uma lista estaticamente alocada, temos utilizado a estratégia de passa o tamanho máximo do vetor.)*/

/*(Atenção: Em se tratando de uma lista estaticamente alocada, temos utilizado a estratégia de passa o tamanho máximo do vetor.)*/ ========================TDA.H #include "info.h" #define TRUE 1 #define FALSE 0 #define INI_LISTA 1 #define OK 1; #define NOK -1; typedef struct nolista{ info dados; struct nolista *prox; struct nolista

Leia mais

ESTRUTURA DE DADOS PILHA

ESTRUTURA DE DADOS PILHA ESTRUTURA DE DADOS PILHA CONCEITO DE PILHAS - Pilhas são listas lineares onde a inserção de um novo item ou a remoção de um item já existente se dá em uma única extremidade, no topo. Pilha vazia Insere(A)

Leia mais

Filas. David Menotti Algoritmos e Estruturas de Dados II DInf UFPR

Filas. David Menotti Algoritmos e Estruturas de Dados II DInf UFPR Filas David Menotti Algoritmos e Estruturas de Dados II DInf UFPR O que é uma fila? 1 4 3 2 Fila 1 2 3 4 O que é uma fila? Fila 1 2 3 4 O que é uma fila? 1 Fila 2 3 4 O que é uma fila? 1 2 Fila 3 4 O que

Leia mais

Introdução a POO. Introdução a Linguagem C++ e POO

Introdução a POO. Introdução a Linguagem C++ e POO Introdução a POO Marcio Santi Linguagem C++ Introdução a Linguagem C++ e POO Programação Orientada a Objetos (POO) e C++ Recursos C++ não relacionados às classes Incompatibilidades entre C e C++ Classes

Leia mais

-Estrutura linear de acesso seqüencial que ordena seus elementos pela seqüência cronológica de sua entrada;

-Estrutura linear de acesso seqüencial que ordena seus elementos pela seqüência cronológica de sua entrada; FILAS (Queues) -Estrutura linear de acesso seqüencial que ordena seus elementos pela seqüência cronológica de sua entrada; -Estrutura FIFO (First In First Out) a ordem de saída é a mesma ordem de entrada

Leia mais

Lista restrita onde as operações de inserção e retirada são feitas nas extremidades. Deque (fila de final duplo).

Lista restrita onde as operações de inserção e retirada são feitas nas extremidades. Deque (fila de final duplo). 1. Uma fila dupla é uma lista linear na qual os elementos podem ser inseridos ou removidos de qualquer etremo. Baseando-se na implementação circular apresentada para filas, codifique uma unidade de rotinas

Leia mais

struct LISTA item quant

struct LISTA item quant UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU ESTRUTURA DE DADOS - PROF. H. Senger IMPLEMENTAÇÃO DE LISTAS COM VETORES A implementação de listas utilizando vetores é simples. Existe apenas uma pequena questão, com relação

Leia mais

Tipos de Dados, Tipos Abstratos de Dados Estruturas de Dados

Tipos de Dados, Tipos Abstratos de Dados Estruturas de Dados Tipos de Dados, Tipos Abstratos de Dados Estruturas de Dados Tipo de dados, tipo abstrato de dados, estruturas de dados Termos parecidos, mas com significados diferentes Tipo de dado Em linguagens de programação

Leia mais

Pilhas. Fabrício J. Barth. BandTec - Faculdade de Tecnologia Bandeirantes

Pilhas. Fabrício J. Barth. BandTec - Faculdade de Tecnologia Bandeirantes Pilhas Fabrício J. Barth BandTec - Faculdade de Tecnologia Bandeirantes Fevereiro de 2011 Tópicos Principais Introdução Interface do tipo pilha Exemplo de uso: verificação de expressões Implementação de

Leia mais

Métodos Computacionais. Variações de Listas Encadeadas

Métodos Computacionais. Variações de Listas Encadeadas Métodos Computacionais Variações de Listas Encadeadas Variações de Listas Encadeadas Listas podem variar quanto ao: Tipo de encadeamento Simples Circulares Duplas Circulares e Duplas Conteúdo Tipos Primitivos

Leia mais

Lista Encadeada (Linked List)

Lista Encadeada (Linked List) Lista Encadeada (Linked List) As listas ou listas encadeadas são a estrutura de dados mais simples concebível excetuando-se naturalmente os arrays. Listas encadeadas nada mais são que uma seqüência de

Leia mais

INF 1620 P1-10/04/02 Questão 1 Nome:

INF 1620 P1-10/04/02 Questão 1 Nome: INF 1620 P1-10/04/02 Questão 1 Considere uma disciplina que adota o seguinte critério de aprovação: os alunos fazem duas provas (P1 e P2) iniciais; se a média nessas duas provas for maior ou igual a 5.0,

Leia mais

Programação de Computadores I. Ponteiros

Programação de Computadores I. Ponteiros Ponteiros Prof. Edwar Saliba Júnior Outubro de 2012 Unidade 13 Ponteiros 1 Identificadores e Endereços Na linguagem C, uma declaração de variável faz associação entre um identificador e endereços de memória;

Leia mais

Listas (Parte 2) Túlio Toffolo tulio@toffolo.com.br www.toffolo.com.br. BCC202 Aula 10 Algoritmos e Estruturas de Dados I

Listas (Parte 2) Túlio Toffolo tulio@toffolo.com.br www.toffolo.com.br. BCC202 Aula 10 Algoritmos e Estruturas de Dados I Listas (Parte 2) Túlio Toffolo tulio@toffolo.com.br www.toffolo.com.br BCC202 Aula 10 Algoritmos e Estruturas de Dados I Listas Encadeadas Características: Tamanho da lista não é pré-definido Cada elemento

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DA PARAÍBA COORDENAÇÃO DO CURSO DE TECNOLOGIA EM TELEMÁTICA APOSTILA DE

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DA PARAÍBA COORDENAÇÃO DO CURSO DE TECNOLOGIA EM TELEMÁTICA APOSTILA DE CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DA PARAÍBA COORDENAÇÃO DO CURSO DE TECNOLOGIA EM TELEMÁTICA APOSTILA DE ESTRUTURA DE DADOS PROF. CÂNDIDO EGYPTO JOÃO PESSOA / PB JULHO / 2003 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO...

Leia mais

Apostila 03 Conceito de Filas

Apostila 03 Conceito de Filas Curso: Bacharelado em Ciência da Computação - BCC Disciplina: (1479A) Estruturas de Dados I ED1 Professora: Simone das Graças Domingues Prado e-mail: simonedp@fc.unesp.br home-page: wwwp.fc.unesp.br/~simonedp/ed1bcc.htm

Leia mais

Tabela de Símbolos. Análise Semântica A Tabela de Símbolos. Principais Operações. Estrutura da Tabela de Símbolos. Declarações 11/6/2008

Tabela de Símbolos. Análise Semântica A Tabela de Símbolos. Principais Operações. Estrutura da Tabela de Símbolos. Declarações 11/6/2008 Tabela de Símbolos Análise Semântica A Tabela de Símbolos Fabiano Baldo Após a árvore de derivação, a tabela de símbolos é o principal atributo herdado em um compilador. É possível, mas não necessário,

Leia mais

Pesquisa em Memória Primária. Algoritmos e Estruturas de Dados II

Pesquisa em Memória Primária. Algoritmos e Estruturas de Dados II Pesquisa em Memória Primária Algoritmos e Estruturas de Dados II Pesquisa em Memória Primária Pesquisa: Recuperação de informação em um grande volume de dados Informação é dividida em registros e cada

Leia mais

Introdução. A verificação de tipos pode ser estática e dinâmica

Introdução. A verificação de tipos pode ser estática e dinâmica Análise Semântica Introdução Verifica se as construções sintaticamente corretas possuem significado lógico dentro da linguagem Verifica a consistência da declaração e uso dos identificadores Além disso,

Leia mais

A Pilha. Aula 02. DPEE 1038 Estrutura de Dados para Automação Curso de Engenharia de Controle e Automação Universidade Federal de Santa Maria

A Pilha. Aula 02. DPEE 1038 Estrutura de Dados para Automação Curso de Engenharia de Controle e Automação Universidade Federal de Santa Maria Engenharia de CONTROLE e AUTOMAÇÃO A Pilha Aula 02 DPEE 1038 Estrutura de Dados para Automação Curso de Engenharia de Controle e Automação Universidade Federal de Santa Maria beltrame@mail.ufsm.br 1/5

Leia mais

Métodos Computacionais. Listas Encadeadas

Métodos Computacionais. Listas Encadeadas Métodos Computacionais Listas Encadeadas Vetores Declaração de vetor implica na especificação de seu tamanho Não se pode aumentar ou diminuir tamanho Outra alternativa no uso de vetores é alocar dinamicamente

Leia mais

Estrutura de Dados Pilha (Stack)

Estrutura de Dados Pilha (Stack) Estrutura de Dados Pilha (Stack) Estrutura de Dados que corresponde a uma lista sequencial com a propriedade seguinte: LIFO O primeiro elemento a entrar é o último a sair ( Last in First Out ) Operações

Leia mais

http://www.dcc.ufmg.br/algoritmos/transparenc ias.php

http://www.dcc.ufmg.br/algoritmos/transparenc ias.php Estruturas Aula 8: 10/09/2008 Listas de Informação (parte 2) TAD /* FLVazia(Lista). Faz Lista a lista (1) /* Insere(x, Input: Output: Pré-condição: Pós-condição: L L ficar L édefinida vazia */ Pós-condição:

Leia mais

Tipos de Dado Abstrato: Listas, Filas e Pilhas

Tipos de Dado Abstrato: Listas, Filas e Pilhas Tipos de Dado Abstrato: Listas, Filas e Pilhas Estruturas de Dados Prof. Vilson Heck Junior Introdução Tradicionalmente conhecidos como Tipos de Dado Abstrato, são algumas Estruturas de Dados básicas e

Leia mais

Professora Jeane Melo

Professora Jeane Melo Professora Jeane Melo Roteiro Lista Encadeada Alocação: Estática x Dinâmica O que são Ponteiros? Ponteiros Variáveis que Armazenam Endereços de Memória Mas, toda variável não é armazenada na memória? Ponteiros

Leia mais

Persistência de Dados

Persistência de Dados Persistência de s Universidade do Estado de Santa Catarina - Udesc Centro de Ciências Tecnológicas - CCT Departamento de Ciência da Computação Tecnologia de Sistemas de Informação Estrutura de s II - DAD

Leia mais

Unidade IV: Ponteiros, Referências e Arrays

Unidade IV: Ponteiros, Referências e Arrays Programação com OO Acesso em Java a BD Curso: Técnico em Informática Campus: Ipanguaçu José Maria Monteiro Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro PUC-Rio Departamento Clayton Maciel de Informática

Leia mais

Estruturas de Dados I

Estruturas de Dados I UFES - Curso de verão 2011 Estruturas de Dados I Profa. Juliana Pinheiro Campos jupcampos@gmail.com Árvores binárias de busca (ou São árvores projetadas para dar suporte a operações de busca de forma eficiente.

Leia mais

Funções recursivas. O exemplo mais comum: int fat(int n){ if(n == 0) return 1; return n*fat(n-1); }

Funções recursivas. O exemplo mais comum: int fat(int n){ if(n == 0) return 1; return n*fat(n-1); } Funções Recursivas Funções recursivas O exemplo mais comum: int fat(int n){ if(n == 0) return 1; return n*fat(n-1); Versão sem recursão: int fat(int n){ int i = 0; int f = 1; for(i=1; i

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DA PARAÍBA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES APOSTILA DE

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DA PARAÍBA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES APOSTILA DE CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DA PARAÍBA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES APOSTILA DE ESTRUTURA DE DADOS PROF. CÂNDIDO EGYPTO JOÃO PESSOA / PB JULHO / 2004 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO...3

Leia mais

Aula 1 Tipo Abstrato de Dados

Aula 1 Tipo Abstrato de Dados Aula 1 Tipo Abstrato de Dados Luiz Chaimowicz e Raquel O. Prates Livro Projeto de Algoritmos Capítulo 1 2009-1 O que é um algoritmo? O que é um programa? Algoritmos Sequência de ações executáveis para

Leia mais

Conceitos. Pilhas e Filas. Conceitos e Implementação em linguagem C. Maria Adriana Vidigal de Lima. Março

Conceitos. Pilhas e Filas. Conceitos e Implementação em linguagem C. Maria Adriana Vidigal de Lima. Março Conceitos e Implementação em linguagem C Março - 2009 1 Conceitos 2 Organização dos dados Em determinadas aplicações, as pilhas e filas representam estruturas de dados importantes, nas quais seus elementos

Leia mais

ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS CES-11 CES-11 CES-11

ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS CES-11 CES-11 CES-11 ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS Prof. Paulo André Castro pauloac@ita.br Sala 110 Prédio da Computação www.comp.ita.br/~pauloac IECE - ITA Uma árvore binária é: uma árvore vazia; ou uma árvore onde qualquer

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados: Árvore Binária

Algoritmos e Estruturas de Dados: Árvore Binária Algoritmos e Estruturas de Dados: Árvore Binária Exemplo de árvore binária e são os filhos de Altura desta árvore é 4 é a raiz da sub-árvore esquerda de Rômulo Silva de Oliveira Departamento de Automação

Leia mais

Alocação dinâmica de memória

Alocação dinâmica de memória Alocação dinâmica de memória Jander Moreira 1 Primeiras palavras Na solução de problemas por meio algoritmos ou programas, é comum surgir a necessidade de manter todo o conjunto de dados a ser processado

Leia mais

Filas: conceitos e implementações

Filas: conceitos e implementações Estrutura de Dados I Filas: conceitos e implementações Cesar Rocha cesar@pontoweb.com.br 1 Objetivos Explorar os conceitos fundamentais acerca do uso de filas utilizando a linguagem C Organização e implementação,

Leia mais

Curso de Linguagem C

Curso de Linguagem C Curso de Linguagem C 1 Aula 1 - INTRODUÇÃO...4 AULA 2 - Primeiros Passos...5 O C é "Case Sensitive"...5 Dois Primeiros Programas...6 Introdução às Funções...7 Introdução Básica às Entradas e Saídas...

Leia mais

Estrutura de Dados. Introdução a Ponteiros. Prof. Gerson Borges Estrutura de Dados I 1

Estrutura de Dados. Introdução a Ponteiros. Prof. Gerson Borges Estrutura de Dados I 1 Estrutura de Dados Introdução a Ponteiros Prof. Gerson Borges Estrutura de Dados I 1 Sumário è Explicação da importância do planejamento de ensino; è Métodos e técnicas que iremos trabalhar durante o semestre;

Leia mais

Introdução à Programação. Armazenamento de Grande Quantidade de Informação Usando Vetores

Introdução à Programação. Armazenamento de Grande Quantidade de Informação Usando Vetores Introdução à Programação Armazenamento de Grande Quantidade de Informação Usando Vetores Armazenando Grande Quantidade de Informação Como armazenar tanta informação? Vetores! 2 Tópicos da Aula Hoje, aprenderemos

Leia mais

Algoritmos e Programação _ Departamento de Informática

Algoritmos e Programação _ Departamento de Informática 16 ARQUIVOS Um arquivo corresponde a um conjunto de informações (exemplo: uma estrutura de dados-registro), que pode ser armazenado em um dispositivo de memória permanente, exemplo disco rígido. As operações

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS ADELTON HENRIQUE ABISHAI LEMES BORGES NETO HENRIQUE FERREIRA DA SILVA

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS ADELTON HENRIQUE ABISHAI LEMES BORGES NETO HENRIQUE FERREIRA DA SILVA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS ADELTON HENRIQUE ABISHAI LEMES BORGES NETO HENRIQUE FERREIRA DA SILVA ESTRUTURA DE DADOS GOIANIA 2015/2 ADELTON HENRIQUE ABISHAI LEMES BORGES NETO HENRIQUE FERREIRA

Leia mais

A memória é um recurso fundamental e de extrema importância para a operação de qualquer Sistema Computacional; A memória trata-se de uma grande

A memória é um recurso fundamental e de extrema importância para a operação de qualquer Sistema Computacional; A memória trata-se de uma grande A memória é um recurso fundamental e de extrema importância para a operação de qualquer Sistema Computacional; A memória trata-se de uma grande região de armazenamento formada por bytes ou palavras, cada

Leia mais

Análises Geração RI (representação intermediária) Código Intermediário

Análises Geração RI (representação intermediária) Código Intermediário Front-end Análises Geração RI (representação intermediária) Código Intermediário Back-End Geração de código de máquina Sistema Operacional? Conjunto de Instruções do processador? Ambiente de Execução O

Leia mais

ESTRUTURA DE DADOS DCC013

ESTRUTURA DE DADOS DCC013 ESTRUTURA DE DADOS DCC013 Árvores Pesquisa sequencial Preliminares Elementos pesquisados sucessivamente Comparação determina se o elemento foi encontrado ou não Exemplo: buscar 4 (Arrays e lista encadeada)

Leia mais

Introdução a Programação. Ponteiros e Strings, Alocação Dinâmica

Introdução a Programação. Ponteiros e Strings, Alocação Dinâmica Introdução a Programação Ponteiros e Strings, Alocação Dinâmica Tópicos da Aula Hoje aprenderemos a relação entre ponteiros e strings Ponteiros para strings X Vetores de Caracteres Vetores de ponteiros

Leia mais

Estruturas (Registros)

Estruturas (Registros) Estruturas (Registros) Agrupa conjunto de tipos de dados distintos sob um único nome string string inteiro inteiro inteiro float float Cadastro Pessoal Nome Endereço Telefone Idade Data de Nascimento Peso

Leia mais

Curso C: Funções e Macros

Curso C: Funções e Macros Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Computação Curso C: Funções e Macros Prof. Ricardo Pezzuol Jacobi rjacobi@cic.unb.br Funções Fun es s o blocos de c digo que podem ser nomeados e chamados

Leia mais

INF 1007 Programação II

INF 1007 Programação II INF 1007 Programação II Aula 06 Tipos Estruturados Edirlei Soares de Lima Dados Compostos Até agora somente utilizamos tipos de dados simples: char, int, float, double. Muitas vezes

Leia mais

Hashing. Rafael Nunes LABSCI-UFMG

Hashing. Rafael Nunes LABSCI-UFMG Hashing Rafael Nunes LABSCI-UFMG Sumário Mapeamento Hashing Porque utilizar? Colisões Encadeamento Separado Endereçamento Aberto Linear Probing Double Hashing Remoção Expansão Quando não usar! Mapeamento

Leia mais

Estruturas de Dados Aula 15: Árvores 17/05/2011

Estruturas de Dados Aula 15: Árvores 17/05/2011 Estruturas de Dados Aula 15: Árvores 17/05/2011 Fontes Bibliográficas Livros: Introdução a Estruturas de Dados (Celes, Cerqueira e Rangel): Capítulo 13; Projeto de Algoritmos (Nivio Ziviani): Capítulo

Leia mais