PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO. Prof. Fernando 1

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1 PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO Prof. Fernando 1

2 Manutenção Antigamente Visão da empresa: Mal necessário Função: consertar eventuais defeitos Funcionários: Pouco qualificados Restritos apenas ao conserto das máquinas Prof. Fernando 2

3 Manutenção Atual Visão da empresa: Função estratégica Função: Gerenciar e solucionar problemas da produção Funcionários: Qualificados Polivalentes Prof. Fernando 3

4 Percentual do Efetivo de Manutenção em Relação ao Total de Empregados das Empresas Prof. Fernando 4

5 CUSTOS Antigamente: Não havia meios de se controlar custos com manutenção Os custos com manutenção oneravam muito o produto final Atualmente: Os custos com manutenção podem ser precisamente controlados A manutenção é uma forma de minimizar custos com perda de produtividade Prof. Fernando 5

6 CUSTOS Relação entre os Custos com Manutenção e o Faturamento das Empresas. Prof. Fernando 6

7 Composição dos Custos com Manutenção Prof. Fernando 7

8 CUSTOS Para melhor controle, os custos podem ser divididos em três grupos: Custos Diretos: são aqueles necessários para garantir a operação dos equipamentos. Custos de Perda de Produção: São os custos oriundos de perda de produção por falha de equipamentos por negligência do pessoal de manutenção. Custos Indiretos: com a estrutura gerencial e de apoio administrativo. incluem quaisquer aquisições feitas para fins de acompanhamento da manutenção. Prof. Fernando 8

9 CUSTOS Acompanhamento dos Custos Previsão de custos mês a mês Realização: quanto foi efetivamente gasto em cada mês Custos de anos anteriores Benchmark: dados de empresas que operam com instalações semelhantes e com os menores custos. Prof. Fernando 9

10

11 Acompanhamento dos Custos com Manutenção Prof. Fernando 11

12 Otimização da Manutenção Prof. Fernando 12

13 Forma de Atuação Centralizada Descentralizada Mista Formação de times ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Prof. Fernando 13

14 Prof. Fernando 14

15 Prof. Fernando 15

16 Prof. Fernando 16

17 Prof. Fernando 17

18 Forma de Atuação no Brasil Prof. Fernando 18

19 PRIORIDADE DA MANUTENÇÃO Prof. Fernando 19

20 Prof. Fernando 20

21 Estrutura da Manutenção Em linha direta Em estrutura matricial Em estrutura mista, formação de times Prof. Fernando 21

22 Estrutura em linha Prof. Fernando 22

23 Estrutura matricial Prof. Fernando 23

24 Estrutura mista, formação de times Prof. Fernando 24

25 SISTEMAS DE CONTROLE DA MANUTENÇÃO Permite identificar de forma clara: Que serviços serão feitos Quando os serviços serão feitos Que recursos serão necessários Quanto tempo será gasto em cada serviço Qual será o custo de cada serviço Que materiais serão aplicados Que máquinas dispositivos e ferramentas serão necessários Possibilitam: Programação de máquinas Registro para histórico Priorização das tarefas Prof. Fernando 25

26 SISTEMAS DE CONTROLE DA MANUTENÇÃO Diagrama de fluxo de informações: Prof. Fernando 26

27 SISTEMAS INFORMATIZADOS Há vários processos que interagem na manutenção. Para harmonizar todos eles é fundamental haver um Sistema de Controle da Manutenção. Prof. Fernando 27

28 Um Sistema de Controle da Manutenção aborda: Que serviços serão realizados; Quando os serviços serão realizados; Recursos necessários para sua execução; Tempo gasto em cada serviço; Materiais aplicados; Máquinas, dispositivos e ferramentas necessárias. Prof. Fernando 28

29 Até 1970: feitos de forma manual, não informatizados Inicialmente somente grandes empresas Processo primitivo Primeiro software desenvolvido em 1970 A partir de 1983 softwares passam a ser oferecidos para computadores de médio e grande portes Prof. Fernando 29

30 Softwares disponíveis no mercado. Prof. Fernando 30

31 O acesso às informações do software de manutenção deve ser o mais abrangente possível. Prof. Fernando 31

32 REQUISITOS DO SISTEMA DE CONTROLE a. Processamento das solicitações; b. Planejamento dos serviços; c. Programação dos serviços; d. Gerenciamento da execução dos serviços; e. Gerenciamento de equipamentos; f. Administração da carteira de serviços; g. Gerenciamento dos recursos; h. Administração de estoques. Fonte: KARDEC (2003). Prof. Fernando 32

33 a. Processamento das solicitações Início do processo de manutenção Recebe um número; Prioridade, já definida, é registrada; O serviço é detalhado; São definidos os recursos necessários; É registrado o centro de custo. Prof. Fernando 33

34 Detalhamento do serviço; b. Planejamento dos serviços Microdetalhamento; Orçamento dos serviços; Facilitação de serviços. Prof. Fernando 34

35 Microdetalhamento Prof. Fernando 35

36 Facilitação de serviços. Prof. Fernando 36

37 c. Programação dos serviços É a etapa que define quais são os serviços do dia seguinte em função: Prioridades definidas; Data de recebimento da solicitação; Recursos disponíveis; Liberação pela produção; Serviços com data marcada. Prof. Fernando 37

38 d. Gerenciamento da execução dos serviços Acompanhamento das causas de bloqueio de serviços; Carga de trabalho para a manutenção; Acompanhamento do cumprimento da programação; Acompanhamento do tempo de execução e do previsto. Prof. Fernando 38

39 e. Registro dos serviços Quais recursos foram utilizados; Que materiais foram aplicados; Gastos com serviços de terceiros; Arquivo de falha e manutenção dos equipamento. Prof. Fernando 39

40 Acompanhamento orçamentário: previsão X realizado; Cumprimento da programação; Tempos médios de execução de serviços; Índices de ocupação da mão-de-obra disponível; Índices de bloqueio de programação separados por causa. f. Administração da carteira de serviços Prof. Fernando 40

41 g. Gerenciamento dos recursos Dentre os recursos, a mão-de-obra é a que mais necessita gerenciamento visando a otimização de sua aplicação. Prof. Fernando 41

42 h. Administração de estoques A informação de estoque, o acompanhamento de compra e o recebimento de materiais é fundamental para que o planejamento administre bem a carteira de serviços. Prof. Fernando 42

43 Definição dos Fluxogramas de Serviços Solicitação de Serviços (SS) OM geradas a partir dos planos de manutenção OM aberta pelo executante (emergência) OM via inspeção no campo. Prof. Fernando 43

44 Solicitação de Serviços da Operação Prof. Fernando 44

45 Modelo de SS Prof. Fernando 45

46 Processamento das solicitações de serviço Diagrama de fluxo. Prof. Fernando 46

47 Ordem de manutenção Aberta pelo Executante (Emergência). Prof. Fernando 47

48 Ordem de Manutenção Via Inspeção no Campo. Prof. Fernando 48

49 A Ordem de Manutenção Formas de Geração Manual Automática Via Solicitação de Serviço Fases Ciclo de Vida Não Iniciada Programada Iniciada Suspensa Encerrada Prof. Fernando 49

50 Modelo de OM Prof. Fernando 50

51 PLANEJAMENTO Ferramentas utilizadas: SISTEMAS PARA PLANEJAMENTO Pert/ CPM : Pert Permite determinar o tempo para a execução CPM Determinam menor tempo para execução Prof. Fernando 51

52 ATUAÇÃO DO PLANEJAMENTO - Geral Prof. Fernando 52

53 Específico Prof. Fernando 53

54 Prof. Fernando 54

55 Prof. Fernando 55

56 Prof. Fernando 56

57 Prof. Fernando 57

58 Prof. Fernando 58

59 Prof. Fernando 59

60 Prof. Fernando 60

61 Prof. Fernando 61

62 Prof. Fernando 62

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