TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE. UNIDADE II - Instrumentos gráficos de planejamento e controle

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1 TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE UNIDADE II - Instrumentos gráficos de planejamento e controle

2 2.5. Diagramas de redes de precedência O CPM Critical Path Method, consiste em uma rede com setas representativas das atividades

3 2.5. Diagramas de redes de precedência O PERT Program Evaluation and Review Technique, consiste em uma rede com setas e nós representativos, respectivamente, das atividades e eventos

4 2.5. Diagramas de redes de precedência O PDM Precedence Diagram Method, também conhecido como diagrama de blocos ou Neopert, incorpora algumas técnicas do PERT e do CPM, e é uma ferramenta muito utilizada em gerenciamento de projetos. Consiste basicamente de blocos representativos das atividades ligados por setas que indicam as dependências entre elas

5 2.5. Diagramas de redes de precedência Em um diagrama de blocos temos dois tipos de atividades: Sucessora Atividade que depende da conclusão total ou parcial de outra para ser iniciada ou concluída e; Predecessora Atividade que precisa ser concluída total ou parcialmente para que uma outra (sucessora) possa ser iniciada ou concluída.

6 2.5.1 Redes de precedência PERT/CPM PERT t e = a+ 4m+ b 6 t e = prazo esperado para a realização da tarefa a = prazo mínimo σ = b = prazo máximo m = prazo normal 6 b a Em função deste tratamento estatístico, a técnica PERT é chamada de probabilística.

7 Redes de precedência PERT/CPM CPM As durações das tarefas são obtidas em projetos muito semelhantes executados anteriormente. Como para cada atividade é feita uma única determinação de prazo de duração, baseada em experiência pregressa, o CPM é chamado de determinístico.

8 Redes de precedência PERT/CPM O CPM é mais adequado para obras em geral, como as de montagem, em que as durações das atividades podem ser estimadas com base na experiência anterior, sem a necessidade de se recorrer a métodos probabilísticos, o que caracteriza o PERT.

9 Redes de precedência PERT/CPM O PERT/CPM se aplica a qualquer projeto que compreenda um conjunto de atividades interdependentes. Permite programar e controlar prazos, custos, riscos e recursos, físicos ou financeiros. Extremamente dinâmico, pode ser refeito continuamente, segundo um sistema de realimentação. Existem softwares que executam todas as tarefas e cálculos necessários, entretanto, é indispensável ao programador ou ao usuário o perfeito conhecimento destas técnicas para que possa tirar delas o maior proveito.

10 Redes de precedência PERT/CPM Atividades (ou Tarefas) Um projeto é composto de diversas atividades, cada uma delas sendo representada por uma seta, orientada no sentido do início para o final da execução. O tamanho da seta é arbitrário, nada tendo a ver com a duração da atividade. A seta que representa a atividade caracteriza-se por um nó inicial i, denominado evento de início, e por um nó final j, denominado de evento de fim. É orientada de i para j por meio de uma cabeça de seta e leva em cima a designação da atividade e embaixo sua duração.

11 Redes de precedência PERT/CPM Evento É um marco significativo em determinado tempo da execução de um projeto. Os eventos são representados por círculos desenhados nas extremidades das setas correspondentes a cada atividade, para assinalar os instantes de início e término de cada atividade. Os eventos devem ser numerados, com o cuidado de que o evento final de uma atividade tenha sempre um número maior que o inicial, sem a obrigatoriedade de ser seqüencial. Os números dos eventos podem servir para designar as atividades, assim, uma atividade qualquer (Nome) poderá ser também chamada de atividade i-j.

12 Redes de precedência PERT/CPM Duração É o tempo necessário para a execução de uma atividade. Adotada uma unidade de tempo, anota-se a duração sob a seta que representa a atividade

13 Redes de precedência PERT/CPM Interdependência entre atividades A atividade 2-3, como se pode deduzir da representação gráfica, inicia no evento que corresponde à conclusão de 1-2. Dizemos que 2-3 é dependente de 1-2. Já a atividade 4-5, depende tanto de 2-4 como de 3-4. Uma convenção importante, no CPM, é a de que nenhuma atividade poderá ser iniciada antes da conclusão de todas as atividades das quais ela depende, isto é, as atividades que convergem para seu evento inicial. Deste modo, 4-5 só poderá ser iniciada após a conclusão tanto de 2-4 como de 3-4.

14 Redes de precedência PERT/CPM Atividade fantasma Na figura estão representadas duas atividades ditas paralelas, por terem os mesmos eventos inicial e final. As atividades paralelas podem ter as mesmas datas (eventos) de início, ou as mesmas datas de fim, ou as mesmas datas de início e de fim. Em atividades paralelas, quando representadas graficamente, as respectivas setas se sobrepõe, tornando difícil distingui-las Para diferenciá-las usa-se uma atividade fantasma (AF) ou atividade de conveniência, muda ou virtual, de duração zero, representada por uma seta tracejada. Como a duração de 2-3 é nula, os eventos 2 e 3 serão simultâneos, tudo se passando como se 1-2 e 1-3 tivessem os mesmos eventos inicial e final.

15 Redes de precedência PERT/CPM Atividade fantasma As atividades fantasma têm outras aplicações, como a de bem caracterizar uma dependência. Supor que uma atividade C dependa das atividades A e B, e que uma atividade D dependa apenas de B. A F Esta representação não estará correta, porque D estará dependendo de A e B, o que não é verdade. Com o emprego de uma atividade fantasma será possível caracterizar perfeitamente as dependências.

16 Redes de precedência PERT/CPM Atividade de espera (Lag) Em contraposição à atividade fantasma temse a atividade de espera, cuja característica é consumir apenas tempo e nenhum outro recurso. É o caso, por exemplo, do tempo gasto na cura de concreto após o seu lançamento e adensamento.

17 Elaboração de redes de precedência PERT/CPM Para elaborar uma rede de planejamento procede-se da seguinte maneira: Listar todas as atividades do projeto. Definir as interdependências, isto é, as antecessoras e sucessoras diretas de cada uma. Estabelecer a ordem de execução das atividades, seja, a lógica da rede. Desenhar a rede, procurando dar a esta uma apresentação estética, evitando, se possível, o cruzamento das setas das atividades. Numerar todos os eventos, seguidamente, do início para o final da rede. Lembrar que o número do evento final de uma atividade terá que ser sempre maior que o do seu evento inicial. Determinar a duração de cada atividade. Determinar os eventos inicial e final da rede. Determinar as atividades que podem ser executadas em paralelo. Calcular as datas dos eventos inicial e final de cada atividade.

18 Elaboração de redes de precedência PERT/CPM Para se calcular uma rede PERT/CPM é preciso definir alguns conceitos básicos a ela relacionados: Primeira Data de Início (PDI) ou Cedo de Início (CI) de uma atividade é a data na qual ela poderá ser iniciada, cumpridas todas as atividades que lhe sejam antecessoras, isto é, corresponde à data mais cedo de ocorrência de um evento (início de atividade). Primeira Data de Término (PDT) ou Cedo de Fim (CF) de uma atividade é a data de término de uma atividade iniciada na PDI (ou no seu CI) e cuja duração prevista tenha sido obedecida, isto é, também corresponde à data mais cedo de ocorrência de um evento (término de atividade). Última Data de Término (UDT) ou Tarde de Fim (TF) de uma atividade é a data limite na qual ela deverá ser terminada a fim de não atrasar o início das atividades que a sucedem, corresponde a uma data mais tarde de ocorrência de um evento (término de atividade). Última Data de Início (UDI) ou Tarde de Início (TI) de uma atividade é a data limite na qual uma atividade tem que ser iniciada para poder terminar na sua UDT (ou TF), também corresponde a uma data mais tarde de ocorrência de um evento (início de atividade).

19 Elaboração de redes de precedência PERT/CPM Para se calcular uma rede PERT/CPM é preciso definir alguns conceitos básicos a ela relacionados: Tempo Disponível (TD) para a realização de uma atividade é a diferença entre a PDI e a UDT desta atividade, TD = TF CI. Folga de um Evento (FE) é a diferença entre as datas mais cedo e as datas mais tarde de um evento em uma rede, FE = TI CI = TF CF, isto é, a folga de um evento corresponde à diferença entre as datas tarde de início e cedo de início, que é igual à diferença entre as datas tarde de fim e cedo de fim. Folga Livre (FL) de uma atividade é o tempo de que se dispõe para realizá-la de modo a não afetar a PDI (ou a CI) das atividades que lhe sejam imediatamente sucessoras, que coincide com a PDT (ou CF) do seu evento final. A folga livre é calculada por: FL = CF CI D, onde D é a duração da atividade. Folga Total (FT) de uma atividade é a soma de sua folga livre FL com a menor entre as folgas livres das atividades que lhe sejam imediatamente sucessoras, ou seja, é o maior atraso que uma atividade pode sofrer, sem alterar a data mais tarde (UDT) do seu evento final.

20 Elaboração de redes de precedência PERT/CPM Para se calcular uma rede PERT/CPM é preciso definir alguns conceitos básicos a ela relacionados: Atividade Crítica é a atividade cujos eventos inicial e final apresentem as menores folgas entre as demais folgas de uma rede de atividades. Caminho Crítico (CC) é a seqüência de atividades críticas compreendidas entre o início e o fim da rede. As atividades críticas apresentam as menores FT e Fl.

21 Elaboração de redes de precedência PERT/CPM Dessas definições pode-se inferir que: Se as durações das atividades antecessoras de uma atividade forem diminuídas, esta poderá ter a sua PDI antecipada. Se a duração de qualquer atividade antecessora de uma atividade ultrapassar a UDI desta, a duração da atividade considerada deverá ser diminuída a fim de cumprir com a sua UDT, caso contrário, as atividades que lhe são sucessoras serão afetadas. Em uma rede pode haver mais de um caminho crítico.

22 Elaboração de redes de precedência PERT/CPM Convenção utilizada na representação gráfica da rede PERT/CPM

23 Folga Tempo disponível p/ folga total TD = TF CI = = 15 UT FT Folga total FT = TD D = 15 4 = 11UT FT Tempo disponível p/ folga livre TDFL = CF CI = = 10 UT Folga livre FL = TD D = 10 4 = 6 UT FL Folga dependente FD = TDFD D = TF TI D = = = 8 UT Folga independente FI = TDFI D = CF TI D = = = 3UT

24 Elaboração de redes de precedência PERT/CPM As datas dos eventos da rede são calculadas: Inicialmente por progressão, isto é, do início para o fim, adotando-se para cada evento a maior data entre as calculadas, obtendo-se assim as datas mais cedo dos eventos. Atingindo o evento de término do projeto, parte-se deste e, por meio de uma regressão, do fim para o início da rede, calculam-se as datas de cada evento, adotando-se a menor entre as calculadas, obtendose então as datas mais tarde dos eventos. Conhecidas as datas de cada evento, calculam-se as folgas de cada atividade.

25 Exemplo 2.1 Montar a rede PERT/CPM para o projeto definido pelas atividades, dependências e durações, listadas na Tabela Atividades Antecessoras Duração (dias) A - 10 B A 5 B 5 3 F 8 C A 20 D A 7 E D 15 F B 8 A C 20 G G B, C, E 5 E 15 D 7 4

26 Exemplo 2.1 Cálculo das datas mais cedo Evento 1: CI 1 = 0 Evento 2: CI 2 = CI 1 + D A CI 2 = = Evento 3: CI 3 = CI 2 + D B CI 3 = = Evento 4: CI 4 = CI 2 + D D CI 4 = = 17 17

27 Exemplo 2.1 Cálculo das datas mais cedo Evento 5: CI D C = = 30 CI5 = CI AF = = = 15 CI D E = = Evento 6: CI 6 = { 3 CI 3 + D F = = CI 5 + D G = = = = G 17

28 Exemplo 2.1 Cálculo das datas mais tarde Evento 6: TI 6 = CI 6 = 37 Evento 5: TI 5 = TI 6 D G TI 5 = 37 5 = Evento 4: TI 32 4 = TI 5 D E TI 4 = = Evento 3: CI TI6 3 = { 3 CI TI 6 + D F F= = = 2923 CI TI 5 + AF D = = = = G 17 17

29 Exemplo 2.1 Cálculo das datas mais tarde Evento 2: { TI 3 + D B = F= = 24 = TI 6 2 = TI 4 D + D = 17 7 = 10 TI 5 D C G= = = = 12 CI CI D CI D Evento 1: TI 1 = TI 2 D A TI 1 = =

30 Exemplo 2.1 Caminho crítico caminho das atividades com menor folga A soma das atividades A, D, E e G é igual à duração do projeto Duração = D A + D D + D E + D G Duração = =

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