PETCON PLANEJAMENTO EM TRANSPORTE E CONSULTORIA LTDA. SBS Qd. 02, Ed. Empire Center, Sala 1303 (Cobertura) Brasília - DF Tel.

Save this PDF as:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PETCON PLANEJAMENTO EM TRANSPORTE E CONSULTORIA LTDA. SBS Qd. 02, Ed. Empire Center, Sala 1303 (Cobertura) 70.070-904 Brasília - DF Tel."

Transcrição

1 COMPANHIA DOCAS DO PARÁ Adequação do Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto de Santarém Novembro/2008

2 Adequação do PDZ do Porto de Santarém PETCON PLANEJAMENTO EM TRANSPORTE E CONSULTORIA LTDA. SBS Qd. 02, Ed. Empire Center, Sala 1303 (Cobertura) Brasília - DF Tel.: (61) / Fax: (61)

3 Sumário 1. ASPECTOS GEOGRÁFICOS Localização Área do Porto Organizado Área de Influência ACESSO AO PORTO Acesso aquaviário Acesso Terrestre AS INSTALAÇÕES FIXAS E OS EQUIPAMENTOS Instalações de abrigo e acesso Instalações de manuseio de cargas Instalações de Armazenagem Equipamentos AS OPERAÇÕES As Operações de Movimentação de Carga As Operações das Embarcações de Derivados de Petróleo As Operações dos Navios de Madeira As Operações dos Navios de Soja e Milho ÁREAS E INSTALAÇÕES ARRENDADAS O PDZ ANTERIOR E SUAS ADEQUAÇÕES O PDZ Anterior Adequação do PDZ Anterior... 28

4 Capítulo 1 1. ASPECTOS GEOGRÁFICOS 1.1 Localização O porto de Santarém situa-se na margem direita do rio Tapajós, bem próximo da confluência com o rio Amazonas, na localidade conhecida como Ponta da Caieira, área ligeiramente a montante da cidade de Santarém. Em frente ao porto, se visualiza a Ponta Negra, que delimita a barra do rio Tapajós, pela margem esquerda. É um porto abrigado naturalmente, praticamente isento de ventos fortes. Tabela 1.1 Porto de Santarém Coordenadas Geográficas do Porto Latitude Longitude S W Figura 2 - Localização de Santarém 4

5 1.2 Área de Influência A área de influência do porto de Santarém abrange os municípios do médio Amazonas e dos vales dos rios Trombetas e Tapajós, nos estados do Pará e Amazonas. Mais recentemente, com o início das atividades do terminal da Cargill, pode-se afirmar que ocorreu a ampliação de sua área de influência, pois a soja ali escoada provém dos estados de Rondônia e Mato Grosso. Com a completa recuperação da rodovia BR-163 (Cuiabá Santarém) e da rodovia BR-230, será ampliada a ligação do porto com o estado de Mato Grosso. 1.3 Área do Porto Organizado A área do Porto Organizado de Santarém está definida por Decreto Federal No 5.229, datado de 05 de outubro de 2004, sendo constituída: I. pelas instalações portuárias terrestres existentes na cidade de Santarém, na margem direita do rio Tapajós, tendo como limites extremos, a montante do Porto, a ponta Maria José e a jusante, já no rio Amazonas, a foz do Furo Maicá, abrangendo todos os cais, docas, pontes, píeres de atracação e de acostagem, armazéns, edificações em geral, vias internas de circulação rodoviárias e ferroviárias e, ainda, os terrenos ao longo dessas áreas e em suas adjacências, pertencentes à União, incorporados ou não ao patrimônio do Porto de Santarém ou sob sua guarda e responsabilidade; II. pela infra-estrutura de proteção e acessos aquaviários, compreendendo as áreas de fundeio, bacias de evolução, canal de acesso e áreas adjacentes a estes até as margens das instalações terrestres do Porto Organizado, conforme definido no inciso I, existentes ou que venham a ser construídas e mantidas pela administração do Porto ou por outro órgão do Poder Público. A área do Porto de Santarém é constituída pela poligonal de pontos: 5

6 Tabela 1.2 Porto de Santarém Pontos da Poligonal da Área do Porto Organizado Ponto Latitude Longitude A 2º22 24"S "W B "S "W C "S "W D "S "W E 2º25 25"S "W F 2º25 10"S "W G 2º26 38"S "W H 2º25 20"S "W O desenho seguinte mostra a Área do Porto Organizado de Santarém. 6

7 Inserir desenho da APO 7

8 Capítulo 2 2. ACESSOS AO PORTO O porto dispõe de acesso rodoviário e fluvial, não existindo o ferroviário e nem o dutoviário. O acesso marítimo é todo sinalizado e balizado pela Diretoria de Hidrografia e Navegação - DHN, em conformidade com as normas do Sistema de Balizamento Marítimo da Associação Internacional de Sinalização Marítima, com faróis e bóias até o canal de acesso ao porto, sendo que é obrigatória a utilização da praticagem na região. 2.1 Acesso Aquaviário Para o acesso ao porto, na confluência dos rios Tapajós e Amazonas, deve-se consultar a variação de profundidade, devido suas constantes variações de maré, permitindo acostagem de navios com calado de 10m no período de maior estiagem e de até 16m no período de cheia do rio (março e setembro). Entretanto, o calado do porto é limitado pela Barra Norte do rio Amazonas, com 11,50 m de calado Canal de Acesso O acesso é fluvial e o canal possui largura média de 1.800m e profundidade de 15m, embora seja limitado pela profundidade da Barra Norte do rio Amazonas, a qual é de 11,50m ou 37,7 pés Bacia de Evolução A bacia de evolução do porto de Santarém é natural e tem cerca de 1.500m de largura e profundidade média de 15m Áreas de Fundeio Pode-se fundear na área do rio entre o porto e a ponta Maria José, situada 3,6 milhas a montante do porto, em profundidades superiores a 15m, com fundo de boa tença. 8

9 2.2 Acesso Terrestre Acesso Rodoviário O acesso rodoviário é realizado pela BR-163 (Cuiabá-Santarém) e BR-230 (Transamazônica). Cabe destacar que a partir do município de Belém não existe ligação rodoviária até Santarém, sendo o trajeto feito por via fluvial em percurso com 836 km de extensão ou aérea, distante 703 km. 9

10 3. AS INSTALAÇÕES FIXAS E OS EQUIPAMENTOS Capítulo 3 O Porto de Santarém caracteriza-se por sua vocação predominante de exportador tanto de granéis sólidos (grãos agrícolas), quanto de carga geral solta e conteinerizada, destacando as madeiras em amarrados. Os grãos são originários principalmente do estado do Matogrosso e trazidos ao porto em grande parte por barcaças fluviais, enquanto as demais mercadorias são exportadas como carga geral e contêiner, originários da própria região. Além de contar com área de retroporto preparada para receber a implantação de projetos para o escoamento da produção de grãos do centro-oeste, também se encontram modernas instalações para armazenamento de inflamáveis líquidos. A seguir, são realizadas as descrições das instalações portuárias. 3.1 Instalações de Abrigo e Acesso Por estar localizado na barra do Tapajós, o porto apresenta condições naturais de abrigo e de acesso marítimo e fluvial. 3.2 Instalações de Manuseio de Cargas O Porto dispõe de uma extensão acostável de 525 metros, da qual 385 metros no Píer, podendo receber navios de até TPB. O atendimento das embarcações fluviais, abundantes naquela região, é feito no cais marginal que é constituído de rampas e patamares. 10

11 3.2.1 Píer 100 O Terminal tem forma de L composto por dois berços e uma ponte de acesso com as seguintes características: 1) o berço externo, com 200m de comprimento e profundidade variando de 14m em águas mínimas e 22m na máxima; 2) e o berço interno, com 185m de comprimento e profundidade variando de 8m em águas mínimas e 12m na máxima. Sua plataforma tem 5.000m2, com capacidade para receber navios de até TPB, e capacidade de suporte de 3t/m2, com 12 cabeços de amarração. Margeando o pátio fronteiro ao píer há um cais com uma rampa, com 140m de comprimento e profundidade de 3m, onde ocorre a atracação de embarcações fluviais, principalmente de passageiros e mistas. No mesmo alinhamento do píer existente, à jusante, existem quatro dolfins que atualmente são utilizados como auxílio para a atracação de navios, quando se faz necessário atender, por exemplo, dois navios ao mesmo tempo no berço externo do píer atual, podendo receber navios de até TPB Terminal de Granéis Líquidos O Terminal de Granéis Líquidos do porto dispõe de duas plataformas operacionais, sendo a primeira destinada à movimentação de gás butano, operada pela Sociedade Fogás, e a outra operada pela Equador, onde ocorre a movimentação de outros combustíveis. Este terminal possui instalações de acostagem muito simples, como sejam: a movimentação de gás é realizada em um píer de estrutura de concreto pré-moldado com um berço de atracação; 11

12 a movimentação dos combustíveis é feita em píer de madeira que também conta somente com um berço de atracação. O transporte destes produtos é realizado somente em balsas-tanque fluviais Terminal da Cargill O Terminal de Granéis Sólidos, arrendado à Cargill, situa-se à montante do píer principal do porto; possui um píer constituído por dolfins de concreto, com estrutura para receber navios de até TPB em seu berço externo e barcaças fluviais no berço interno Terminal Ro Ro A área entre o portão principal do porto e o Terminal da Cargill é utilizada como terminal ro-ro, para desembarque de caminhões e carretas transportadas em balsas fluviais. 3.3 Instalações de Armazenagem O Porto de Santarém possui dois armazéns, quatro galpões sem fechamento lateral, pátios pavimentados e estação de passageiros, discriminadas em seguida. Tabela 3.1 Porto de Santarém Instalações de Armazenagem Existentes Instalação Destinação Qtde Área (m 2 ) Capacidade (t) Proprietário Armazém Carga Geral (total) - CDP Galpão Carga Geral (total) - CDP Pátio Madeira CDP Silo (total) Cargill Tanques Derivados de Petróleo m 3 (total) Equador e Fogás 12

13 3.3.1 Armazéns O porto de Santarém dispõe de dois armazéns, com área de 1.500m2 cada um, situados na área central do pátio, em frente ao píer e quatro galpões sem fechamento lateral e área total de 2.400m2. Os dois galpões situados ao lado esquerdo do escritório da CDP possuem 900m2 e são utilizados para estacionamento de equipamentos potuários e como oficina para pequenos reparos. Já os outros dois galpões, localizados à direita do escritório, têm área de 1.500m2 e são usados para estocagem de madeira. Vista do Armazém 13

14 Vista do Galpão Pátios de Estocagem O porto conta com pátio de estocagem pavimentado, com área de m2, utilizado para estocagem de amarrados de madeira. Pátio de estocagem Silos No porto também são encontrados silos para armazenagem de granel sólido localizados na área arrendada para Cargill com capacidade estática de t Tanques No porto existem 11 tanques, com capacidade total de quatro milhões de litros de combustível. 3.4 Equipamentos A Autoridade Portuária e os operadores portuários dispõem dos equipamentos discriminados conforme Tabela 2. Não foram relacionados os equipamentos em mau estado de conservação ou considerados economicamente irrecuperáveis. 14

15 Tabela 3.2 Porto de Santarém Equipamentos Operacionais Tipo e Marca Capacidade Nominal Quantidade Propriedade Guindaste sobre roda Krane-Kar 10t 01 CDP Guindaste sobre trilho 6,3t 02 CDP Empilhadeira tipo garfo a gás 3t 01 CDP Empilhadeira tipo garfo a gás 4t 02 Agenav Empilhadeira tipo garfo a diesel 7t 02 CDP Empilhadeira tipo garfo a diesel 7t 01 Agenav Tratores CBT-100 c/ carretas para movimentar - 03 CDP carga geral Balança Rodoviária - 01 CDP Balança Rodoviária - 01 Cargill Transportador de Correias - 02 Cargill Tombador de Caminhão - 01 Cargill Carregador de Navio (Ship-Loaders) t/h 02 Cargill Descarregadores Pneumáticos (Sugadores) 750 t/h 03 Cargill 15

16 Capítulo 4 4. AS OPERAÇÕES O porto caracteriza-se por ter vocação predominantemente exportadora de grãos a granel e outros produtos de origem vegetal (madeira, soja e milho). A maior parte destes produtos chega ao porto por via fluvial para ser embarcado em navios, posteriormente, fazendo com que a movimentação de cargas importadas e exportadas seja balanceada, com quantidades bem próximas em cada sentido. Além disso, o porto atua como centro de concentração e distribuição de carga geral e combustíveis que abastecem toda a região de influência, sendo, ainda, o terminal para os navios de turismo. São movimentados derivados de petróleo, soja, trigo e madeira. São descritos a seguir os procedimentos básicos e as condicionantes existentes para a realização das operações de carregamento e descarregamento dos navios que transportam cada um dos principais produtos movimentados em Santarém: 4.1 As Operações de Movimentação de Carga O porto funciona em regime contínuo de operação, em 4 turnos de 6hs corridas sem paradas, iniciando-se às 07h da manhã, independente do horário da atracação do navio. As operações de embarque e desembarque de graneis sólidos ficam impossibilitadas durante a chuva. Os navios atracam em dois diferentes pontos. 16

17 As embarcações regionais atracam naqueles destinados à movimentação desta mercadoria e os de turismo operam no berço externo do píer principal do porto (Píer 100). Já os navios transportando granéis sólidos operam no berço externo do píer do Terminal da Cargill. Os navios de turismo transportando passageiros gozam de prioridade de atracação ao chegar ao porto, para o desembarque dos turistas que visitam a cidade. Algumas vezes, esta prioridade provoca a interrupção das operações de carregamento de navios de madeira e contêiner, fazendo com que estes sejam reposicionados junto aos dolfins do futuro píer 200. As operações envolvendo as embarcações fluviais - balsas, barcaças e barcos de passageiros - também ocorrem em diferentes pontos do porto. As balsas de combustíveis e GLP utilizam o Terminal de Granéis Líquidos, o qual conta com duas plataformas de atracação, uma para cada um destes dois tipos de produtos. As balsas transportando madeira utilizam o berço interno do píer principal e, quando não há navios atracados, o berço externo. As embarcações fluviais de passageiros utilizam, principalmente, o cais marginal, ao lado do pátio de estocagem, mas, por vezes, também atracam no berço interno do píer. As barcaças transportando granéis sólidos (soja e milho) utilizam exclusivamente o berço interno do Terminal da Cargill. Na área do Terminal Ro-Ro, ainda improvisado e pouco utilizado, as balsas atracam e os caminhões são embarcados com auxílio de toras de madeira. 17

18 Para dar início a qualquer operação é necessário que se realize a visita de inspeção no navio pelos órgãos fiscalizadores. 4.2 As Operações das Embarcações de Derivados de Petróleo As operações de descarregamento das balsas-tanque que transportam combustível e GLP ocorrem no Terminal de Granéis Líquidos TGL. Após atracarem nas duas plataformas existentes, uma para combustíveis e a outra para o gás, são conectados às balsas mangotes que descarregam o produto e o lançam diretamente nos tanques situados na retaguarda do terminal. Depois a carga é transferida para caminhões tanque que fazem a distribuição da carga na região. 4.3 As Operações dos Navios de Madeira Como já foi dito anteriormente, as operações de carregamento dos navios de madeira para exportação são realizadas no berço externo do píer principal do porto, o qual, apesar de não estar especializado para esse fim, é o único que apresenta condições mínimas para a operação. Estão posicionados no berço dois guindastes de pórtico sobre trilhos, com capacidade de içamento de 6,3t. Entretanto, somente um deles atende ao berço externo, visto que o outro não possui alcance para auxiliar as operações. Assim, as operações de carregamento dos navios são realizadas pelo guindaste de pórtico e pelos equipamentos de bordo (quando existentes). A maior parte da madeira exportada chega ao porto por via fluvial, em balsas. O restante chega por via rodoviária, em caminhões. 18

19 Antes da entrada no porto, os caminhões passam pela balança rodoviária situada ao lado direito do portão de entrada. A localização desta balança vem causando conflito no trânsito de veículos nas proximidades do porto, já que os caminhões que a utilizam entram pela contramão da via de acesso, não fazendo a manobra correta para chegarem até a balança. Essa irregularidade provocada pelos caminhões causa perda de produtividade e risco de acidentes graves nas operações de transporte da madeira. Pesagem de madeira em balança Este problema seria solucionado com o reposicionamento da balança para o outro lado da via (no mesmo sentido em que os caminhões trafegam para entrar no porto) ou, alternativamente, no interior das instalações portuárias. A foto acima mostra um caminhão realizando sua pesagem na balança rodoviária. Após chegarem ao porto, os lotes de madeira a serem embarcados são armazenados no pátio de estocagem, nos armazéns e galpões ou no próprio píer de atracação. No momento em que o navio inicia sua operação, a madeira é levada até o píer em caminhões para em seguida ser embarcada. Como regra geral, os navios de carga geral - madeira operam em regime de dois turnos diurno e noturno trabalhando em todas as prorrogações, interrompendo apenas para as refeições. 19

20 A operação de desembarque da madeira que chega ao porto por via fluvial, através de balsas, ocorre tanto no berço interno quanto no berço externo do píer principal. O berço interno não recebe navios de maior porte pela dificuldade de manobras devido à proximidade do Terminal da Cargill e também pela baixa profundidade que ocorre no período de baixa das águas do rio. A madeira, após ser desembarcada das balsas, é estocada no pátio e no píer enquanto aguarda a chegada do navio onde será embarcada. Para o desembarque da madeira das balsas são utilizados empilhadeiras e o guindaste de pórtico sobre trilhos existente no píer. 4.4 As Operações dos Navios de Soja e Milho Os navios que embarcam a soja e o milho realizam suas operações no berço externo do Terminal da Cargill, onde contam com dois carregadores (ship-loaders) cuja capacidade nominal é de 1.500t/h cada. A movimentação dos grãos desde o silo até o navio é feita através de transportador de correias (ou esteira) com capacidade nominal adequada. A operação de carregamento dos navios, entretanto, utiliza um só carregador, por vez. A figura seguinte ilustra um navio realizando operação de embarque no berço externo do Terminal. Operação de embarque de grãos 20

21 A descarga das barcaças que transportam soja e milho ocorre no berço interno do terminal da Cargill com a utilização de três descarregadores pneumáticos (sugadores) cuja capacidade nominal é de 750 t/h cada, utilizando-se um por vez. Depois de descarregado, o produto é lançado no silo através de uma transportadora de esteiras. Os comboios que transportam a soja compõem-se, em geral, de 5 barcaças, sendo que cada comboio leva, em média, 32 horas para ser completamente descarregado. A soja é oriunda do estado de Mato Grosso, de onde sai, por via rodoviária, até Porto Velho (RO), e daí segue pela hidrovia do Madeira até Santarém, em viagem que dura em média quatro dias. 21

22 Capítulo 5 5. ÁREAS E INSTALAÇÕES ARRENDADAS Os contratos de arrendamento de área e instalações no porto de Santarém, firmados pela Companhia Docas do Pará, estão relacionados no quadro seguinte, onde são discriminados o nome da arrendatária, o objeto do contrato e seu término. Tabela 5.1 Porto de Santarém Áreas e Instalações Portuárias Arrendadas Nº do Contrato Arrendatário Objeto e Área (m 2 ) Vigência 36/78 Shell / Sabbá S.A 25/99 Cargill Agrícola S/A Tancagem de Combustíveis Líquidos em Terreno de m² Armazenamento e Movimentação de granéis sólidos em terreno de m² 01/08/1978 a 01/08/ /12/1999 a 01/12/ /01 Sociedade Fogás Ltda. Manuseio, distribuição e armazenagem de granéis líquidos e gasosos em terreno de 9.958m² 06/06/2001 a 05/06/2016 A localização dos arrendamentos é apresentada no desenho a seguir. 22

23 Inserir Desenho das Áreas Arrendadas 23

24 Capítulo 6 6. ADEQUAÇÃO DO PDZ O PDZ do Porto de Santarém em vigor foi elaborado em São descritos a seguir e de forma sumária as diretrizes apresentadas e a proposta para o desenvolvimento do Porto, para posteriormente propor sua adequação às novas demandas detectadas. 6.1 O PDZ Atual O PDZ apresenta plano de uso das áreas disponíveis e enumera as ações a serem adotadas visando o desenvolvimento do porto. As diretrizes desenvolvidas tiveram como foco a preocupação com a preservação de áreas na vizinhança do sítio portuário para o atendimento de futuras demandas de instalação de terminais especializados para grãos ou fertilizantes, garantindo-se espaço para a movimentação de carga geral e contêineres. As principais diretrizes apresentadas foram: Reserva de área para pátio de contêineres; Reserva das áreas de propriedade da SUDAM para expansão futura (Área de Interesse Portuário); Disponibilização de áreas para expansão; Construção das passarelas interligando os dolfins do terminal para grãos da CDP Através das análises das instalações confrontadas com as projeções dos fluxos das principais cargas movimentadas, nos horizontes dos estudos, verificou-se que a 24

25 quantidade de berços existente é suficiente para o atendimento dessas demandas, havendo, entretanto, a necessidade de melhoria da produtividade nas operações de embarque de madeira em navios de longo curso. Além disso, destacou-se a necessidade de organização dos locais de estocagem de madeira serrada, compensada e estufada, podendo até ser a área proposta utilizada para estocagem de madeira e contêineres, na visão de terminal de múltiplo uso. Os dados projetados de movimentação de carga considerados na orientação do estudo são mostrados na tabela seguinte. Madeira Granéis Sólidos Ano (t/ano) (t/ano) Desta forma, a proposição do plano preocupou-se mais com a preservação ou garantia de disponibilidade de áreas para futuras expansões, a partir da identificação da inequívoca vocação do porto para as exportações de grãos e importação de insumos agrícolas. Foram feitas recomendações de ações de baixo custo para melhoria das operações, o reposicionamento da balança rodoviária existente, a introdução de equipamentos mais avançados no manuseio das cargas, a remoção do prédio denominado de Estação de Passageiros para construção em outro local e reserva de área para estacionamento de caminhões. Visando o atendimento dessas recomendações, foram elaborados os projetos para instalação de duas novas balanças rodoviárias e para estruturação da área de apoio à rampa, estando o primeiro em fase de licitação da obra e o segundo em fase de execução. 25

26 Ainda como forma de melhorar as condições operacionais do Porto, encontra-se em fase de execução a obra do pátio para armazenamento de contêiner com m², estruturado em concreto armado, com capacidade de carga em torno de 484 TEUS, além da possibilidade de armazenamento de cargas em áreas atualmente não estruturadas e a possibilidade de desmonte de um dos armazéns de primeira linha. O desenho a seguir demonstra o zoneamento proposto para o Porto no PDZ de

27 Inserir desenho do zoneamento do porto do PDZ anterior. 27

28 6.2 Adequação do PDZ A adequação que se propõe ao atual PDZ visa garantir obediência às restrições estabelecidas pela necessidade de pesquisa e salvamento de sítio arqueológico em áreas retroportuárias definidas pelo IPHAN Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Ofício 209/2007 GAB 2ª SR/IPHN), e fundamentalmente atender a declaração de intenção de movimentação de grãos utilizando a infra-estrutura existente e disponibilidade para uso imediato de área do Porto de Santarém (ver carta em anexo), permitindo assim o desenvolvimento econômico do país. A declaração apresentada no segundo semestre de 2008 manifesta o interesse para instalação de novo terminal de embarque de grãos, o qual seria composto por oito silos de armazenagem, esteiras transportadoras, dois tombadores de caminhões e três carregadores de navios, necessitando para isso utilizar os dolfins existentes e pelo menos m² de área disponível para instalação imediata dos silos e demais edificações, sendo esta a fase inicial de implantação, uma vez que a mesma manifestação registra ainda o interesse pelo uso das zonas 2 e 2A como áreas de ampliação do novo terminal de grãos assim que realizados os serviços de pesquisa e salvamento arqueológico, nem como liberação pelo IPHAN. A operação se iniciaria com a chegada da carga em barcaças, descarregadas nos dolfins existentes (berço 200), de forma semelhante a que está em uso no Terminal da Cargill. Em fase seguinte o produto será recebido também em carretas rodoviárias que seguirão para os tombadores. Estes equipamentos inclinarão os veículos até o ângulo de 30º, fazendo com que os grãos sejam descarregados por gravidade para a moega de recepção e levada para os silos metálicos de estocagem com auxílio de transportadores contínuos. O navio que fará o transporte da soja atracará nos dolfins, onde serão instalados três carregadores (shiploaders) montados sobre os dolfins de atracação existentes. 28

29 Após a chegada da embarcação, os grãos serão levados desde os silos para o berço através do transportador de esteira e despejados nos porões do navio com auxílio dos carregadores. Atualmente, o PDZ possui apenas uma área para terminais de granéis sólidos que se encontra arrendada pela Cargill, representada no desenho a seguir pelas áreas 4, 4ª e 4B, esta última prevista como área de ampliação. Faz-se necessária então a adequação para a criação de zona destinada à instalação do novo terminal de grãos, garantindo a exportação da produção nacional de grãos e gerando maior arrecadação para o porto e renda para a população local. Observa-se no PDZ em vigor que a área 1 foi definida para terminal de carga geral e contêineres, porém é a única zona que dispõe de área suficiente para a instalação da fase inicial do novo empreendimento declarado, estando isenta de pesquisa ou salvamento arqueológico e liberada para o uso requerido. Em análise ao PDZ que antecede a alteração praticada em 2004 percebe-se que a Zona 01 estava reservada ao uso de terminais de granéis sólidos, sendo seu uso alterado pra carga geral e contêiner, a partir da previsão de movimentação de t/ano de madeira para o ano de Contudo, até outubro de 2008 o total de madeira movimentada totaliza cerca de toneladas, sendo visível ainda a migração dessa carga para a movimentação em contêiner, o que otimiza a operação, requerendo áreas menores porém estruturadas e melhor equipadas, o que vem sendo atendido pela Administração Portuária. Destaca-se ainda a operação através de contêineres, iniciada no primeiro semestre de Atualmente busca-se atender as recomendações do PDZ em vigor com a estruturação do pátio de contêiner e da área de acesso a rampa, além do reposicionamento de um dos galpões e instalação de novas balanças rodoviárias. Dessa forma, ao otimizar a operação e aumentar a produtividade, pode-se efetuar um rearranjo das zonas e respectivos usos buscando atender a movimentação atual de cargas gerais e contêineres, e possibilitar a instalação do novo empreendimento declarado. 29

30 A área proposta para a instalação imediata do novo terminal de grãos (fase inicial) está representada pela zona 16, ao sul da zona 1, com área total de m², equivalente a parte da antiga zona 1, área isenta da necessidade de pesquisa ou salvamento arqueológico. Outra área de m², também da zona 1, onde existe necessidade de salvamento, será somada a zona 2, que em conjunto com as zonas 2A e 9 compõem a área de ampliação para granéis, que alcançará ao final da sua utilização uma área total de m². Propõe-se, ainda, que ao Terminal de Múltiplo Uso (carga geral e contêineres) seja incorporando parte da BR-163, no sentido sul e leste, de modo que a área total para esse uso restará com m², sendo a portaria transferida para a BR-163, próximo a Rua Vera Paz, onde de imediato serão instaladas duas balanças rodoviárias de 120 toneladas. A incorporação da BR-163, entre o marco zero e a Av. Tapajós, foi autorizada pelo DNIT Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transporte (Ofício nº 2604/2008/DG-DNIT). Como referência, o terminal de contêineres do Porto de Belém conta com m² de área para armazenamento e apresenta capacidade máxima de carga em torno de TEUS, com base de empilhamento de 4 contêineres de altura, e movimenta atualmente cerca de TEUS/ano. Desta forma, a partir de simulação com a mesma base de empilhamento do porto acima, uma área de m² possibilita uma capacidade máxima de armazenagem de cerca de TEUS, podendo alcançar patamares superiores a TEUS/ano. Além destas proposições, sugerem-se a incorporação de parte dos sítios arqueológicos, especificamente aqueles descritos como zona 10A, às respectivas zonas onde se encontram, condicionados ao salvamento e posterior autorização do órgão competente. Isto poderá ser feito a partir da recuperação dos objetos e artefatos de valor cultural encontrados, concentrando-os na grande área representada no desenho a seguir pelo número 10, onde seria construído o museu para estudo, apresentação e preservação destas peças. 30

31 Inserir desenho do zoneamento do porto com Adequação. 31

32 6.3. Comparativo entre o PDZ Atual e a Adequação Proposta O quadro seguinte resume as alterações propostas no PDZ do Porto de Santarém. Zona PDZ Atual PDZ Proposto 1 Terminal de Múltiplo Uso (carga geral solta, madeira e contêineres ( m²) 2 Área para Ampliação ( m²) 02-A Área para Ampliação ( m²) 3 Terminal Fluvial Terminal de Soja (Área arrendada à Cargill 4 Agrícola S/A) Terminal de Soja (Área arrendada à Cargill 04-A Agrícola S/A) 04-B Área de Ampliação (Cargill) Redução para m², considerada a incorporação de parte da Rodovia BR 163. Ampliação para m², considerada a incorporação de parte da zona 1. Posteriormente serão incorporadas as zonas 10A. Ampliação para m², considerando a mudança da zona 15 para zona 6. Sem modificações. 5 Área arrendada a Fogás 6 Área para integração urbana Redução para m². 7 Área arrendada à Distribuidora Equador Ltda. 8 Área Inundável 9 Área de Ampliação Sem modificações. 10 Áreas de Preservação (Sítios arqueológicos) 11 Área de segurança 12 Terminal Ro-Ro Caracteriza-se como Área de 13 Terminal Ro-Ro (REICON) apoio ao Terminal Ro-ro (Zona 12A) 14 Área de interesse para a expansão portuária Sem modificações. Ampliação para m², 15 Centro Administrativo Portuário (3.055 m²) transferido para área lindeira a Avenida Tapajós, ao sul da zona 4B. 16 Terminal de Grãos (fase inicial) Área total de m². 32

CADASTRO DE VISTORIA

CADASTRO DE VISTORIA 01 - Empresa: COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD 02 - Endereço da Sede (Rua, Avenida, etc) Avenida Dante Micheline 04 - Complemento: Ponta de Tubarão 08 - CEP: 29090-900 11 CNPJ/MF: (Sede) 33 592 510 /

Leia mais

Concepção do Complexo Portuário da EMBRAPS em Santarém

Concepção do Complexo Portuário da EMBRAPS em Santarém Concepção do Complexo Portuário da EMBRAPS em Santarém Objetivo Elaborar o projeto conceitual do Terminal Portuário da EMBRAPS em Santarém, para exportação de granéis sólidos (soja e milho). O projeto

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DO TERMINAL DE TUBARÃO

MEMORIAL DESCRITIVO DO TERMINAL DE TUBARÃO ÍNDICE ITEM DESCRIÇÃO PÁGINA 1 INFORMAÇÕES DOS TERMINAIS PORTUÁRIOS 3 2 TERMINAIS PORTUÁRIOS DO COMPLEXO DE TUBARÃO 3 3 4 3.1 TERMINAL PORTUÁRIO DE MINÉRIO DE FERRO DE TUBARÃO - TU 4 3.1.1. PÍER 1 - NORTE

Leia mais

PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015.

PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015. 1 SOCIEDADE DE PORTOS E HIDROVIAS DO PORTO ORGANIZADO DE PORTO VELHO TARIFA PORTUÁRIA VIGÊNCIA: 07/05/2015. RESOLUÇÃO Nº 4.093-ANTAQ, DE 07/05/2015. (ANTAQ-Agência Nacional de Transportes Aquaviário) PORTO

Leia mais

E S T A D O D O P A R A N Á SECRETARIA DE ESTADO DE INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA. Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina Superintendência

E S T A D O D O P A R A N Á SECRETARIA DE ESTADO DE INFRAESTRUTURA E LOGÍSTICA. Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina Superintendência 7. OS ELEMENTOS DE INTERESSE NO PDZPO Este capítulo apresentará os elementos condicionantes do PDZPO incluídos no PA, quais sejam: As projeções de fluxos de carga; A frota prevista; Os usos previstos do

Leia mais

Transporte Fluvial nas Ilhas da Área Metropolitana de Belém LISTA DE FOTOS

Transporte Fluvial nas Ilhas da Área Metropolitana de Belém LISTA DE FOTOS LISTA DE FOTOS Transporte Fluvial nas Ilhas da Área Metropolitana de Belém Foto 1 : Aspecto geral do Porto de Belém...26 Foto 2 : Visão da ponte de acesso para as embarcações do terminal do Arapari em

Leia mais

TABELA I. Por tonelada de porte bruto das embarcações que adentrarem ao Porto com outros fins que não a movimentação de cargas, atracadas ou não.

TABELA I. Por tonelada de porte bruto das embarcações que adentrarem ao Porto com outros fins que não a movimentação de cargas, atracadas ou não. TABELA I UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DE PROTEÇÃO E ACESSO AQUAVIÁRIO PORTUÁRIA TAXAS DEVIDAS PELO ARMADOR 1. Por Tonelagem de Porte Bruto das Embarcações Por unidade 1.1 Na movimentação de contêineres

Leia mais

Os Sistemas de Agendamento como Ferramenta de Gestão. - Sistema PAMPA. Guillermo Dawson Jr. Porto Alegre, 27 de maio de 2014.

Os Sistemas de Agendamento como Ferramenta de Gestão. - Sistema PAMPA. Guillermo Dawson Jr. Porto Alegre, 27 de maio de 2014. Os Sistemas de Agendamento como Ferramenta de Gestão - Sistema PAMPA Guillermo Dawson Jr. Porto Alegre, 27 de maio de 2014. A CCGL tem a missão de integrar as atividades do agronegócio com sustentabilidade,

Leia mais

Por tonelada líquida de registro (TLR) de embarcação destinada ao transporte de passageiros, turismo e recreio, na área do Porto Organizado

Por tonelada líquida de registro (TLR) de embarcação destinada ao transporte de passageiros, turismo e recreio, na área do Porto Organizado Tabela I Utilização da Infraestrutura de Acesso Aquaviário (Taxas devidas pelo armador ou agente) No. Espécie Incidência Valor() 1. Carregamento, descarga ou baldeação, por tonelada ou fração 3,73 2. Carregamento,

Leia mais

PORTO MEARIM AESA UM PORTO NÃO É GRANDE APENAS POR SEU CAIS, SUA INFRAESTRUTURA OU CAPACIDADE LOGÍSTICA

PORTO MEARIM AESA UM PORTO NÃO É GRANDE APENAS POR SEU CAIS, SUA INFRAESTRUTURA OU CAPACIDADE LOGÍSTICA v UM PORTO NÃO É GRANDE APENAS POR SEU CAIS, SUA INFRAESTRUTURA OU CAPACIDADE LOGÍSTICA UM PORTO É UM GRANDE PORTO QUANDO ELE OFERECE OPORTUNIDADES No litoral Maranhense, na margem leste da Baía de São

Leia mais

COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS

COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS RESOLUÇÃO DP Nº 14.2014, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2014. ESTABELECE REGRAMENTO PARA O ACESSO TERRESTRE AO PORTO DE SANTOS O DIRETOR PRESIDENTE da COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO CODESP, na qualidade

Leia mais

Av. Mauá, nº 1.050 Centro Porto Alegre CEP 90010-110 Telefone: 3288-9200 e-mail: executiva@sph.rs.gov.br

Av. Mauá, nº 1.050 Centro Porto Alegre CEP 90010-110 Telefone: 3288-9200 e-mail: executiva@sph.rs.gov.br Av. Mauá, nº 1.050 Centro Porto Alegre CEP 90010-110 Telefone: 3288-9200 e-mail: executiva@sph.rs.gov.br PORTO DE PORTO ALEGRE Histórico: Início da obra: 28 de outubro de 1911, pelo Governo Federal construído

Leia mais

P R O J E T O D E P E S Q U IS A IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO. Título: Projeto de Portos no Amazonas. Aluno Pesquisador:Ricardo Almeida Sanches

P R O J E T O D E P E S Q U IS A IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO. Título: Projeto de Portos no Amazonas. Aluno Pesquisador:Ricardo Almeida Sanches P R O J E T O D E P E S Q U IS A IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Título: Projeto de Portos no Amazonas Aluno Pesquisador:Ricardo Almeida Sanches Curso: Engenharia Civil Duração: fevereiro de 2008 a junho de 2008

Leia mais

São os seguintes os produtos previstos para serem movimentados nas instalações do Terminal:

São os seguintes os produtos previstos para serem movimentados nas instalações do Terminal: PORTO DE PECEM. Trata-se de um terminal marítimo concebido para propiciar operações portuárias eficientes, tornando-o altamente competitivo com acessos rodoviários e ferroviários livres e independentes

Leia mais

TABELA DE PREÇOS DO TERMINAL PORTUÁRIO DO PECÉM Vigência: 01 DE JULHO DE 2015

TABELA DE PREÇOS DO TERMINAL PORTUÁRIO DO PECÉM Vigência: 01 DE JULHO DE 2015 TABELA DE PREÇOS DO Vigência: 01 DE JULHO DE 2015 TABELA A - PREÇOS DOS SERVIÇOS PRESTADOS OU DISPONIBILIZADOS PELA CEARÁPORTOS 100.000 SERVIÇOS OPERACIONAIS O prestador de serviço credenciado deverá pagar

Leia mais

Operações e tarifas portuárias: jargão e conceitos

Operações e tarifas portuárias: jargão e conceitos Operações e tarifas portuárias: jargão e conceitos São Paulo, Brasil (Revisado em 24 de julho de 2007) Este relatório é de uso exclusivo do cliente. Nenhuma parte pode ser reproduzida, mencionada ou circulada

Leia mais

A Diretoria Executiva, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, considerando:

A Diretoria Executiva, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, considerando: Resolução n.º 001, de 25 de agosto de 2015. Estabelece normas para uso das instalações públicas de armazenagem do Porto Organizado de Imbituba e dá outras providências. A Diretoria Executiva, no uso de

Leia mais

O porto é administrado pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

O porto é administrado pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). PORTO DE SANTOS ORIGEM A expansão da cultura do café na província de São Paulo, na segunda metade do século passado, atingindo a Baixada Santista, originou a necessidade de novas instalações portuárias

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO E ZONEAMENTO PDZ DO PORTO DE BELÉM E TERMINAL DE MIRAMAR

PLANO DE DESENVOLVIMENTO E ZONEAMENTO PDZ DO PORTO DE BELÉM E TERMINAL DE MIRAMAR DO PORTO DE BELÉM E TERMINAL DE MIRAMAR E m obediência ao que estabelece a alínea X do.1º do Art. 30 da lei 8.630/93, temos a satisfação de encaminhar para a aprovação do Conselho de Autoridade Portuária

Leia mais

PORTO DE PELOTAS PLANO DE DESENVOLVIMENTO E ZONEAMENTO PORTUÁRIO

PORTO DE PELOTAS PLANO DE DESENVOLVIMENTO E ZONEAMENTO PORTUÁRIO PORTO DE PELOTAS PLANO DE DESENVOLVIMENTO E ZONEAMENTO PORTUÁRIO Í N D I C E Aprovações e Alterações Resolução nº. 011, de 11 de Fevereiro de 2010, do Conselho de Autoridade Portuária do Porto de Pelotas/RS

Leia mais

PLATAFORMA LOGÍSTICA Instrumento Importante para maior eficiência logística dos Portos Brasileiros O Caso do Porto de Santos

PLATAFORMA LOGÍSTICA Instrumento Importante para maior eficiência logística dos Portos Brasileiros O Caso do Porto de Santos PLATAFORMA LOGÍSTICA Instrumento Importante para maior eficiência logística dos Portos Brasileiros O Caso do Porto de Santos José Newton Barbosa Gama Assessor Especial Dezembro de 2011 SUMÁRIO Problemática

Leia mais

PORTO DE SÃO FRANCISCO DO SUL

PORTO DE SÃO FRANCISCO DO SUL HISTÓRICO ESTADO DE SANTA CATARINA PORTO DE SÃO FRANCISCO DO SUL A história do Porto de São Francisco do Sul teve inicio em dezembro de 1912, quando a Companhia Estrada de Ferro São Paulo - Rio Grande

Leia mais

Seminário Internacional sobre Hidrovias

Seminário Internacional sobre Hidrovias Seminário Internacional sobre Hidrovias Estação de Transbordo de Cargas ETC Instalação Portuária Pública de Pequeno Porte IP4 Navegação Interior Navegação Marítima e Apoio Portuário Esfera de atuação ANTAQ

Leia mais

TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS

TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS TAXAS, PREÇOS, FRANQUIAS E OBSERVAÇÕES Resolução nº 4.093 ANTAQ, de 07/05/2015 Vigência: 15/05/2015 TABELA I - UTILIZAÇÃO

Leia mais

TARIFA DO PORTO DE SUAPE

TARIFA DO PORTO DE SUAPE SUAPE COMPLEXO INDUSTRIAL PORTUÁRIO TARIFA DO PORTO DE SUAPE Homologada pela RESOLUÇÃO Nº 4.091, DE 7 DE MAIO DE 2015 (D.O.U. de 08.05.15) TABELA 1 UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA MARÍTIMA (Taxas devidas

Leia mais

PORTO DO RECIFE ORIGEM LOCALIZAÇÃO

PORTO DO RECIFE ORIGEM LOCALIZAÇÃO PORTO DO RECIFE ORIGEM Datam de 1815 as primeiras iniciativas para a realização de melhoramentos no antigo ancoradouro de Recife. No decorrer do século XIX foram elaborados diversos projetos, sem que a

Leia mais

Visão Ser o porto de referência para as cadeias logísticas da costa leste de África.

Visão Ser o porto de referência para as cadeias logísticas da costa leste de África. Corredor de Nacala Engloba : O Porto de Nacala, elemento central do Corredor; O Sistema ferroviário do Norte de Moçambique O Sistema ferroviário do Malawi; e O troço ferroviário Mchinji/Chipata, que permite

Leia mais

Indicator. Manual do Sistema de Acompanhamento de Desempenho Operacional Utilizando Excel

Indicator. Manual do Sistema de Acompanhamento de Desempenho Operacional Utilizando Excel Indicator Manual do Sistema de Acompanhamento de Desempenho Operacional Utilizando Excel ÍNDICE Introdução... 1 Preparação das Planilhas de Apuração... 1 Montando as Planilhas... 3 Para o berço 4... 3

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA OS ESTUDOS DE AVALIAÇÃO DA SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES PORTUÁRIAS

TERMO DE REFERÊNCIA PARA OS ESTUDOS DE AVALIAÇÃO DA SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES PORTUÁRIAS TERMO DE REFERÊNCIA PARA OS ESTUDOS DE AVALIAÇÃO DA SEGURANÇA DAS INSTALAÇÕES PORTUÁRIAS SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 IDENTIFICAÇÃO 3- CARACTERIZAÇÃO DA INSTALAÇÃO PORTUÁRIA 4 - PLANO DE TRABALHO 4.1 - CONHECIMENTO

Leia mais

REGULAMENTO DE EXPLORAÇÃO DO TERMINAL DA FLEXIBRÁS TUBOS FLEXÍVEIS LTDA.

REGULAMENTO DE EXPLORAÇÃO DO TERMINAL DA FLEXIBRÁS TUBOS FLEXÍVEIS LTDA. REGULAMENTO DE EXPLORAÇÃO DO TERMINAL DA FLEXIBRÁS TUBOS FLEXÍVEIS LTDA. 1 Disposições Iniciais...3 Normas gerais...4 Condições de Uso de Instalações de Acostagem...5 Da Operação Portuária...5 Do Manuseio

Leia mais

PROJETO DE AMPLIAÇÃO DO PORTO DE NATAL

PROJETO DE AMPLIAÇÃO DO PORTO DE NATAL PROJETO DE AMPLIAÇÃO DO PORTO DE NATAL CONSTRUÇÃO DO BERÇO Nº 04 DO PORTO DE NATAL, ATRACADOURO PARA PESCA ARTESANAL E SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA COLISÕES DOS PILARES CENTRAIS DA PONTE NEWTON NAVARRO ATRAVÉS

Leia mais

Administração do Porto de Maceió - APMC

Administração do Porto de Maceió - APMC Administração do Porto de Maceió - APMC Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto de Maceió Análliise Funciionall e Operaciionall do Porto de Maceiió Março/11 R E L A T Ó R I O D E A N Á L I S E F

Leia mais

4/11/2010 MODERNIZAÇÃO E EXPANSÃO DO TERMINAL ATÉ 2016 1

4/11/2010 MODERNIZAÇÃO E EXPANSÃO DO TERMINAL ATÉ 2016 1 MODERNIZAÇÃO E EXPANSÃO DO TERMINAL ATÉ 2016 1 AQUISIÇÃO DE 01 SCANNER MAIOR EFICIÊNCIA E SEGURANÇA NO PROCESSO DE INSPEÇÃO DOS CONTEINERS. VALOR ESTIMADO: R$ 7,0 MILHÕES BLOCO DE UTILIDADES E SERVIÇOS

Leia mais

REVITALIZAÇÃO DO CAIS COMERCIAL DO PORTO DE VITÓRIA

REVITALIZAÇÃO DO CAIS COMERCIAL DO PORTO DE VITÓRIA REVITALIZAÇÃO DO CAIS COMERCIAL DO PORTO DE VITÓRIA O projeto de revitalização do Porto de Vitória é uma obra do Plano de Aceleração do Crescimento PAC e complementa os projetos de Ampliação do Cais Comercial,

Leia mais

PROBLEMAS ATUAIS DA LOGÍSTICA URBANA NA ENTREGA DE MATERIAIS HOSPITALARES UM ESTUDO INVESTIGATIVO

PROBLEMAS ATUAIS DA LOGÍSTICA URBANA NA ENTREGA DE MATERIAIS HOSPITALARES UM ESTUDO INVESTIGATIVO PROBLEMAS ATUAIS DA LOGÍSTICA URBANA NA ENTREGA DE MATERIAIS HOSPITALARES UM ESTUDO INVESTIGATIVO Frederico Souza Gualberto Rogério D'Avila Edyr Laizo Leise Kelli de Oliveira PROBLEMAS ATUAIS DA LOGÍSTICA

Leia mais

PORTO DE VITÓRIA Abaixo estão as Tabelas com as tarifas referentes à utilização da infra-estrutura portuária dos portos da Codesa.

PORTO DE VITÓRIA Abaixo estão as Tabelas com as tarifas referentes à utilização da infra-estrutura portuária dos portos da Codesa. PORTO DE VITÓRIA Abaixo estão as Tabelas com as tarifas referentes à utilização da infra-estrutura portuária dos portos da Codesa. - TABELA I - Proteção e Acesso ao Porto - TABELA II - Instalações de Acostagem

Leia mais

PORTOS DE BELÉM, OUTEIRO, MIRAMAR, VILA DO CONDE, SANTARÉM, ITAITUBA, ÓBIDOS, ALTAMIRA, SÃO FRANCISCO E MARABÁ. Nº Espécie e Incidência...

PORTOS DE BELÉM, OUTEIRO, MIRAMAR, VILA DO CONDE, SANTARÉM, ITAITUBA, ÓBIDOS, ALTAMIRA, SÃO FRANCISCO E MARABÁ. Nº Espécie e Incidência... TARIFA COMPANHIA DOCAS DO PARÁ PORTOS DE BELÉM, OUTEIRO, MIRAMAR, VILA DO CONDE, SANTARÉM, ITAITUBA, ÓBIDOS, ALTAMIRA, SÃO FRANCISCO E MARABÁ Tabela I - Utilização da Infraestrutura Aquaviária (Tarifas

Leia mais

PROCEDIMENTO. IT-0401-00014 - Livre Acesso aos Terminais

PROCEDIMENTO. IT-0401-00014 - Livre Acesso aos Terminais PROCEDIMENTO Nº Revisão: 3 Data: 20/05/2013 1 OBJETIVO 2 2 ABRANGÊNCIA 2 3 REFERÊNCIAS 2 4 DEFINIÇÕES 3 5 INSTRUÇÕES 4 Nº Revisão 3 Data: 20/05/2013 1 1 OBJETIVO Este procedimento tem como objetivo definir

Leia mais

.2.3 HISTÓRICO... 05. MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLíTICA DE QUALIDADE... 06 OPERAÇÃO PORTUÁRIA... 08 ATIVIDADES... 08 QUALIDADE...

.2.3 HISTÓRICO... 05. MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLíTICA DE QUALIDADE... 06 OPERAÇÃO PORTUÁRIA... 08 ATIVIDADES... 08 QUALIDADE... HISTÓRICO... 05 MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLíTICA DE QUALIDADE... 06 OPERAÇÃO PORTUÁRIA... 08 ATIVIDADES... 08 QUALIDADE... 10 EVOLUIR SEMPRE... 12 ALTA TECNOLOGIA PARA GRANDES RESULTADOS... 15 EQUIPAMENTOS...

Leia mais

NOVEMBRO 2011 IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA PORTO HOJE PLANO ESTRATÉGICO

NOVEMBRO 2011 IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA PORTO HOJE PLANO ESTRATÉGICO NOVEMBRO 2011 IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA PORTO HOJE PLANO ESTRATÉGICO 1 LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA MUNDIAL Rotterdam (5) (1) (4) Porto do Itaqui (3) (2) Itaqui China (Shangai) (1) Via Canal Panamá ~ 12.000

Leia mais

BR 163 Divisa de MT/PA - Santarém. Figura 01: Mapa da BR 163.

BR 163 Divisa de MT/PA - Santarém. Figura 01: Mapa da BR 163. BR 163 Divisa de MT/PA - Santarém Figura 01: Mapa da BR 163. 1 O Estado de Mato Grosso é um dos principais produtores agrícolas do país, sendo o primeiro produtor de soja, algodão e gado de corte e o segundo

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol.

ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para Implantação de Ductos para Petróleo, Combustíveis Derivados e Etanol. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio,

Leia mais

TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias

TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias DOCAS DO RIO AUTORIDADE PORTUARIA TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias TABELA I - PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO - TABELA II - INSTALAÇÕES DE ACOSTAGEM - TABELA III - INSTALAÇÕES TERRESTRES

Leia mais

Armazenagem, Controle e Distribuição. Aula 6. Contextualização. Modais de Transporte. Instrumentalização. Modais de Transporte

Armazenagem, Controle e Distribuição. Aula 6. Contextualização. Modais de Transporte. Instrumentalização. Modais de Transporte Armazenagem, Controle e Distribuição Aula 6 Contextualização Prof. Walmar Rodrigues da Silva Modais de Transporte Característica Comparações Utilização Instrumentalização Multimodalidade e intermodalidade

Leia mais

PORTO DO RIO GRANDE ORIGEM

PORTO DO RIO GRANDE ORIGEM PORTO DO RIO GRANDE ORIGEM O início da construção do Porto Velho do Rio Grande data de 1869 e sua inauguração aconteceu em 11 de outubro de 1872. Em 2 de junho de 1910,começou a implantação do Porto Novo,

Leia mais

TARIFA PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU-CANDEIAS

TARIFA PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU-CANDEIAS SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA TARIFA PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU-CANDEIAS TAXAS, PREÇOS, FRANQUIAS E OBSERVAÇÕES Resolução Nº 4.093 ANTAQ 07/05/2015 Vigência 15/05/2015

Leia mais

COMPANHIA DOCAS DO PARÁ - CDP Autoridade Portuária Programa de Arrendamento de Áreas e Instalações do Porto de Santarém Novembro/2008 CDP

COMPANHIA DOCAS DO PARÁ - CDP Autoridade Portuária Programa de Arrendamento de Áreas e Instalações do Porto de Santarém Novembro/2008 CDP COMPANHIA DOCAS DO PARÁ - CDP Programa de Arrendamento de Áreas e Instalações do Porto de Santarém Novembro/2008 CDP Programa de Arrendamento de Áreas e Instalações do Porto de Santarém CNPJ: 04.933.552/0001-03

Leia mais

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos.

DIRETORIA DE ENGENHARIA. ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. fls. 1/5 ÓRGÃO: DIRETORIA DE ENGENHARIA MANUAL: ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de oleodutos. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio, oleodutos. APROVAÇÃO EM: Portaria SUP/DER-

Leia mais

2º Fórum Sobre Hidrovias As Hidrovias como fator de desenvolvimento.

2º Fórum Sobre Hidrovias As Hidrovias como fator de desenvolvimento. 2º Fórum Sobre Hidrovias As Hidrovias como fator de desenvolvimento. A Evolução Clique para das editar Hidrovias o estilo Brasileiras do subtítulo mestre Visão da CNT Marcos Machado Soares Advogado e Diretor

Leia mais

PLANO DE ZONEAMENTO DAS ÁREAS DO PORTO ORGANIZADO DE RIO GRANDE

PLANO DE ZONEAMENTO DAS ÁREAS DO PORTO ORGANIZADO DE RIO GRANDE PLANO DE ZONEAMENTO DAS ÁREAS DO PORTO ORGANIZADO DE RIO GRANDE JULHO/2011 Aprovado pelo Conselho de Autoridade Portuária do Porto do Rio Grande Av. Honório Bicalho, s/nº - CP 198 Rio Grande RS Brasil/CEP

Leia mais

AÇÕES, PROGRAMAS E PROJETOS

AÇÕES, PROGRAMAS E PROJETOS 1 de 6 Estudos e Projetos para infraestrutura portuária - Nacional Estudos e Planejamento para o Setor Portuário - Nacional Elaboração de Estudos de viabilidade econômica para construção de um cais com

Leia mais

Transformar recursos naturais em prosperidade e desenvolvimento sustentável.

Transformar recursos naturais em prosperidade e desenvolvimento sustentável. Complexo de Tubarão Nossa Missão Vale Transformar recursos naturais em prosperidade e desenvolvimento sustentável. Nossa Visão Vale Ser a empresa de recursos naturais global nº 1 em criação de valor de

Leia mais

TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias Comerciais

TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias Comerciais DOCAS DO RIO AUTORIDADE PORTUARIA TARIFAS DO PORTO DE ANGRA DOS REIS Operações Portuárias Comerciais TABELA I - PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO - TABELA II - INSTALAÇÕES DE ACOSTAGEM - TABELA III - INSTALAÇÕES

Leia mais

TARIFA PORTUÁRIA Navegação de Longo Curso e Cabotagem

TARIFA PORTUÁRIA Navegação de Longo Curso e Cabotagem TARIFA PORTUÁRIA Navegação de Longo Curso e Cabotagem BASE LEGAL: RESOLUÇÃO ANTAQ Nº 4093, DE 07 DE MAIO DE 2015 PUBLICADA NO DIARIO OFICIAL DA UNIÃO EM 08 DE MAIO DE 2015 VIGÊNCIA: A PARTIR DE 12/05/2015

Leia mais

Monitoramento Sismológico Bacias do Rio Claro e Rio Verde AHE Foz do Rio Claro. Execução do Programa de Monitoramento Sismológico Relatório Resumo

Monitoramento Sismológico Bacias do Rio Claro e Rio Verde AHE Foz do Rio Claro. Execução do Programa de Monitoramento Sismológico Relatório Resumo Monitoramento Sismológico Bacias do Rio Claro e Rio Verde AHE Foz do Rio Claro Execução do Programa de Monitoramento Sismológico Relatório Resumo Janeiro de 2009 Monitoramento Sismológico das Bacias do

Leia mais

TUP (TERMINAL DE USO PRIVADO)

TUP (TERMINAL DE USO PRIVADO) TUP (TERMINAL DE USO PRIVADO) A HISTÓRICO. O TUP do Estaleiro Brasa Ltda foi o primeiro Terminal de Uso Privado autorizado pela Secretaria de Portos da Presidência da Republica (SEP/PR) com a interveniência

Leia mais

A s. do de. TIAGO PEREIRA LIMA Diretor da ANTAQ São Paulo, 25 de agosto de 2010

A s. do de. TIAGO PEREIRA LIMA Diretor da ANTAQ São Paulo, 25 de agosto de 2010 A Mod erniz ação dos Porto s Brasil eiros para a Copa do Mun do de 2014 TIAGO PEREIRA LIMA Diretor da ANTAQ São Paulo, 25 de agosto de 2010 A ANTAQ E A ESTRUTURA DO ESTADO UNIÃO Poder Executivo Secretaria

Leia mais

Recebimento, Armazenagem, Movimentação e Expediçao de Produtos à Granel

Recebimento, Armazenagem, Movimentação e Expediçao de Produtos à Granel Recebimento, Armazenagem, Movimentação e Expediçao de Produtos à Granel Produto : Logix, WMS, 12 Chamado : PCREQ-1926 Data da criação : 03/07/2015 Data da revisão : 24/07/15 País(es) : Todos Banco(s) de

Leia mais

GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES PORTO DE SANTOS A PORTA DO BRASIL. Março/2004

GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES PORTO DE SANTOS A PORTA DO BRASIL. Março/2004 MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES GOVERNO FEDERAL PORTO DE SANTOS A PORTA DO BRASIL Março/2004 PORTO DE SANTOS Localização dos Terminais Derivados Petróleo Autos Inflam. Papel Margem Esquerda Contêineres. Trigo

Leia mais

As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm

As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm ESTUDO DA CNT APONTA QUE INFRAESTRUTURA RUIM AUMENTA CUSTO DO TRANSPORTE DE SOJA E MILHO As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm impacto significativo na movimentação

Leia mais

Companhia de Portos e Hidrovias do Estado do Pará - CPH. AÇÕES 2012 e 2013 COMPANHIA DE PORTOS E HIDROVIAS DO ESTADO DO PARÁ

Companhia de Portos e Hidrovias do Estado do Pará - CPH. AÇÕES 2012 e 2013 COMPANHIA DE PORTOS E HIDROVIAS DO ESTADO DO PARÁ Companhia de Portos e Hidrovias do Estado do Pará - CPH AÇÕES 2012 e 2013 REFORMAS E ADEQUAÇÕES TERMINAIS HIDROVIÁRIOS - 2012 TERMINAL HIDROVIÁRIO DE BARCARENA Localizado na região Tocantina; Área construída

Leia mais

Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça.

Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça. fls. 1/5 ÓRGÃO: MANUAL: DIRETORIA DE ENGENHARIA ADMINISTRAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO Autorização para implantação de Adutora de Água, de Emissário de Esgoto e Rede de Vinhaça. PALAVRAS-CHAVE: Faixa de Domínio,

Leia mais

TABELA DE PREÇOS E CONDIÇÕES COMERCIAIS ESTRUTURA DE SERVIÇOS E PREÇOS

TABELA DE PREÇOS E CONDIÇÕES COMERCIAIS ESTRUTURA DE SERVIÇOS E PREÇOS TABELA DE PREÇOS E CONDIÇÕES COMERCIAIS Vigência: 15/03/2014 a 14/03/2015 ESTRUTURA DE SERVIÇOS E PREÇOS OPERAÇÃO PORTUÁRIA - Tarifas devidas pelo armador, agente de navegação ou requisitante - A. OPERAÇÃO

Leia mais

O PAGAMENTO DE ROYALTIES A MUNICÍPIOS AFETADOS POR CITY GATES PAULO CÉSAR RIBEIRO LIMA

O PAGAMENTO DE ROYALTIES A MUNICÍPIOS AFETADOS POR CITY GATES PAULO CÉSAR RIBEIRO LIMA O PAGAMENTO DE ROYALTIES A MUNICÍPIOS AFETADOS POR CITY GATES PAULO CÉSAR RIBEIRO LIMA MAIO/2009 Paulo César Ribeiro Lima 2 SUMÁRIO 1. Introdução 2. Legislação 3. Antes e depois da criação da ANP 4. Conclusões

Leia mais

AEROPORTO INTERNACIONAL DA DA GRANDE NATAL SÃO SÃO GONÇALO DO DO AMARANTE - RN - RN

AEROPORTO INTERNACIONAL DA DA GRANDE NATAL SÃO SÃO GONÇALO DO DO AMARANTE - RN - RN AEROPORTO INTERNACIONAL DA DA GRANDE NATAL SÃO SÃO GONÇALO DO DO AMARANTE - RN - RN PROJETOS Instalações que compõem o escopo do empreendimento: Via de acesso principal à área terminal; Estacionamento

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO PAESP 2007-2027

CLASSIFICAÇÃO PAESP 2007-2027 1 AEROPORTO REGIONAL CLASSIFICAÇÃO PAESP 27-227 São os aeroportos destinados a atender as áreas de interesse regional e/ou estadual que apresentam demanda por transporte aéreo regular, em ligações com

Leia mais

Informações do Porto de Sepetiba

Informações do Porto de Sepetiba Sumário 1. Introdução... 03 2. História e Desenvolvimento do Porto... 03 3. Vista Paronâmica de Sepetiba... 04 4. Infra-Estrutura Portuária... 04 4.1. Localização... 04 4.2. Cartas de Navegação... 05 4.3.

Leia mais

A CLASSIFICAÇÃO DO TRANSPORTE DE SAL NA COSTA DO ESTADO DO RN COMO ATIVIDADE DE NAVEGAÇÃO DE APOIO PORTUÁRIO E A RESOLUÇÃO Nº 1.766, DE 23 DE JULHO

A CLASSIFICAÇÃO DO TRANSPORTE DE SAL NA COSTA DO ESTADO DO RN COMO ATIVIDADE DE NAVEGAÇÃO DE APOIO PORTUÁRIO E A RESOLUÇÃO Nº 1.766, DE 23 DE JULHO A CLASSIFICAÇÃO DO TRANSPORTE DE SAL NA COSTA DO ESTADO DO RN COMO ATIVIDADE DE NAVEGAÇÃO DE APOIO PORTUÁRIO E A RESOLUÇÃO Nº 1.766, DE 23 DE JULHO DE 2010 BREVE HISTÓRICO DO TERMINAL SALINEIRO DE AREIA

Leia mais

Com característica de transporte de cargas com grandes volumes e conseqüente redução de custos, o transporte marítimo na matriz de transporte

Com característica de transporte de cargas com grandes volumes e conseqüente redução de custos, o transporte marítimo na matriz de transporte 61 6 Conclusão Neste capítulo apresentaremos algumas conclusões sobre o conteúdo deste trabalho, tais conclusões servirão para avaliar a atual situação logística do comércio exterior brasileiro através

Leia mais

Logística e Infra-estrutura

Logística e Infra-estrutura Siderurgia Mineração Cimento Logística e Infra-estrutura CSN apresenta Plataforma Logística CSN em Itaguaí Plataforma Logística CSN em Itaguaí Um projeto alinhado às necessidades do Brasil Plataforma Logística

Leia mais

ESTUDO DA CRIAÇÃO DE UMA PLATAFORMA MULTIMODAL Prof. Ph.D. Cláudio Farias Rossoni Área delimitada onde em um mesmo local se encontram disponibilizados: DUTOVIAS HIDROVIAS RODOVIAS AEROVIAS FERROVIAS Área

Leia mais

Anexo IV Conhecimento específico Responsável Técnico. Estrutura Curricular do Curso para Responsável Técnico 125h/a

Anexo IV Conhecimento específico Responsável Técnico. Estrutura Curricular do Curso para Responsável Técnico 125h/a Anexo IV Conhecimento específico Responsável Técnico. Estrutura Curricular do Curso para Responsável Técnico 125h/a Módulo I Conhecimentos Básicos do Setor de Transporte de Cargas O Transporte Rodoviário

Leia mais

(VWXGRGH&DVR. ,QWURGXomR

(VWXGRGH&DVR. ,QWURGXomR (VWXGRGH&DVR,QWURGXomR O objetivo do estudo é determinar os custos para operação de movimentação interna de diversos tipos de contêineres utilizados para armazenamento e transporte de produtos químicos.

Leia mais

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 Prof. Eduardo Ratton Prof. Garrone Reck Prof a. Gilza Fernandes Blasi Prof. Jorge Tiago Bastos Prof a. Márcia de

Leia mais

SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S. Objetivo: Instruir quanto ao campo de aplicação das NR s e direitos e obrigações das partes.

SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S. Objetivo: Instruir quanto ao campo de aplicação das NR s e direitos e obrigações das partes. SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S NR-1 DISPOSIÇÕES GERAIS O campo de aplicação de todas as Normas Regulamentadoras de segurança e medicina do trabalho urbano, bem como os direitos e obrigações do

Leia mais

Armazém Planear a construção

Armazém Planear a construção Planear a construção Surgem muitas vezes problemas associados às infra-estruturas dos armazéns, como por exemplo, a falta de espaço para as existências, para a movimentação nos corredores e áreas externas,

Leia mais

PESQUISA CNT DA NAVEGAÇÃO INTERIOR 2013

PESQUISA CNT DA NAVEGAÇÃO INTERIOR 2013 PESQUISA CNT DA NAVEGAÇÃO INTERIOR 2013 Considerando o potencial de expansão do transporte hidroviário, a sua importância para o desenvolvimento econômico, social e ambiental do Brasil e a necessidade

Leia mais

Plano Diretor DPZ 1997-2020

Plano Diretor DPZ 1997-2020 Plano Diretor DPZ 1997-2020 Plano diretor de desenvolvimento do Porto de Fortaleza A alternativa de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto de Fortaleza, a seguir apresentada, busca obter o atendimento às

Leia mais

COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS

COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS RESOLUÇÃO DP Nº 83.2014, DE 11 DE JUNHO DE 2014. ESTABELECE REGRAMENTO PARA O ACESSO TERRESTRE AO PORTO DE SANTOS O DIRETOR PRESIDENTE da COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO CODESP, na qualidade de

Leia mais

Tipos de Cargas e Veículos - 10h/a

Tipos de Cargas e Veículos - 10h/a Conhecer a evolução do Transporte no mundo, relacionando as características econômicas, sociais e culturais. Compreender a função social do transporte e o papel da circulação de bens e pessoas. Conhecer

Leia mais

5 Sistema americano. 5.1 Forma de Ressuprimento

5 Sistema americano. 5.1 Forma de Ressuprimento 5 Sistema americano O objetivo deste capítulo é descrever o sistema de programação de entregas e previsão de demanda para clientes VMI utilizado pela matriz da Empresa de Gases Alfa nos Estados Unidos.

Leia mais

COSAN DAY 2012. Julio Fontana

COSAN DAY 2012. Julio Fontana COSAN DAY 2012 Julio Fontana Disclaimer Esta apresentação contém estimativas e declarações sobre operações futuras a respeito de nossa estratégia e oportunidades de crescimento futuro. Essas informações

Leia mais

HIDROVIA SOLIMÕES - AMAZONAS

HIDROVIA SOLIMÕES - AMAZONAS HIDROVIA SOLIMÕES - AMAZONAS MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DNIT Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes CODOMAR Companhia Docas do Maranhão AHIMOC Administração das Hidrovias da Amazônia Ocidental

Leia mais

ANTAQ NORMA DE PRODUTOS PERIGOSOS

ANTAQ NORMA DE PRODUTOS PERIGOSOS 18 a Reunião Ordinária da Comissão Permanente Nacional Portuária Itajaí/SC Abril de 2010 Eng. Ricardo Freire INTERFACE ENTRE OS MODAIS TERRESTRE E AQUAVIÁRIO Harmonização no Transporte de Produtos Perigosos

Leia mais

TARIFAS DO PORTO DO RIO DE JANEIRO Operações Portuárias

TARIFAS DO PORTO DO RIO DE JANEIRO Operações Portuárias DOCAS DO RIO AUTORIDADE PORTUARIA TARIFAS DO PORTO DO RIO DE JANEIRO Operações Portuárias TABELA I UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA - PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO - TABELA II UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA

Leia mais

Transferência e distribuição

Transferência e distribuição Transferência e Distribuição Transferência e distribuição O sistema logístico inclui, na maioria dos casos, dois tipos de transporte de produtos: A transferência: envolve deslocamento maciços entre dois

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO SORE Sistema Online de Reservas de Equipamento. Toledo PR. Versão 2.0 - Atualização 26/01/2009 Depto de TI - FASUL Página 1

MANUAL DO USUÁRIO SORE Sistema Online de Reservas de Equipamento. Toledo PR. Versão 2.0 - Atualização 26/01/2009 Depto de TI - FASUL Página 1 MANUAL DO USUÁRIO SORE Sistema Online de Reservas de Equipamento Toledo PR Página 1 INDICE 1. O QUE É O SORE...3 2. COMO ACESSAR O SORE... 4 2.1. Obtendo um Usuário e Senha... 4 2.2. Acessando o SORE pelo

Leia mais

SUAPE COMPLEXO INDUSTRIAL PORTUÁRIO

SUAPE COMPLEXO INDUSTRIAL PORTUÁRIO SUAPE COMPLEXO INDUSTRIAL PORTUÁRIO MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS SUAPE Movimentação de Cargas Complexo Industrial Portuário Movimentação de Cargas TECON Suape Novo Terminal de Containers Localização Privilegiada

Leia mais

Estruturas Metálicas. Módulo V. Torres

Estruturas Metálicas. Módulo V. Torres Estruturas Metálicas Módulo V Torres APLICAÇÕES ESTRUTURAIS - TORRES Introdução Neste capítulo são abordadas as estruturas não classificadas como de edificações nem como de obras de arte, já abordadas

Leia mais

CAPÍTULO III MEIOS DE TRANSPORTE TRANSPORTE HIDROVIÁRIO

CAPÍTULO III MEIOS DE TRANSPORTE TRANSPORTE HIDROVIÁRIO CAPÍTULO III MEIOS DE TRANSPORTE TRANSPORTE HIDROVIÁRIO O Transporte Hidroviário é o mais antigo do mundo. Subdivide-se em: - Transporte Marítimo: executado pelos mares, normalmente transportes internacionais

Leia mais

Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção

Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção Fascículo 6 Arranjo físico e fluxo O arranjo físico (em inglês layout) de uma operação produtiva preocupa-se com o posicionamento dos recursos de transformação. Isto é, definir onde colocar: Instalações

Leia mais

TARIFA DO PORTO DO FORNO TABELA I - UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO

TARIFA DO PORTO DO FORNO TABELA I - UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO TARIFA DO PORTO DO FORNO TABELA I - UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA PROTEÇÃO E ACESSO AO PORTO Esta tabela remunerará as facilidades portuárias constituídas pelos molhes, quebramares, canal de acesso

Leia mais

LEI Nº 370, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 A CÂMARA MUNICIPAL DE CAFEARA APROVA E EU, PREFEITO DO MUNICÍPIO, SANCIONO A SEGUINTE LEI:

LEI Nº 370, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 A CÂMARA MUNICIPAL DE CAFEARA APROVA E EU, PREFEITO DO MUNICÍPIO, SANCIONO A SEGUINTE LEI: LEI Nº 370, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 Institui a Lei do Sistema Viário do Município de Cafeara, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE CAFEARA APROVA E EU, PREFEITO DO MUNICÍPIO, SANCIONO A SEGUINTE

Leia mais

Pontos consumo de vapor (economia linhas alta pressão) Almoxarifado Administração Unidade recreativa (gases de combustão) Caldeira

Pontos consumo de vapor (economia linhas alta pressão) Almoxarifado Administração Unidade recreativa (gases de combustão) Caldeira Interligação das Unidades O estudo do arranjo físico das edi cações de uma indústria gera a Planta de Locação, relacionando as várias unidades de produção entre si e vinculandoas demais unidades auxiliares,

Leia mais

Infraestrutura para o Desenvolvimento

Infraestrutura para o Desenvolvimento PORTOS DA AMAZÔNIA Infraestrutura para o Desenvolvimento Belém (PA), maio de /2010 PORTO DE SANTARÉM PORTO DE VILA DO CONDE PORTO DA AMAZÔNIA PORTO DE BELÉM PORTO DE ÓBIDOS PORTO DE S.FRANCISCO PORTO DE

Leia mais

Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE

Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE Integração do Controle Operacional - Cargas ISPS CODE Supervia Concepção Básica Órgãos de Governo Operadores Logísticos Importadores e Exportadores S u p e r v i a E l e t r ô n i c a d e D a d o s S E

Leia mais

Art. 2º O Anexo de que trata o Art. 1º não entrará em vigor, devendo ser submetido à audiência pública.

Art. 2º O Anexo de que trata o Art. 1º não entrará em vigor, devendo ser submetido à audiência pública. RESOLUÇÃO No- 1.314-ANTAQ, DE 26 DE MARÇO DE 2009 Aprova a proposta de norma para disciplinar o afretamento de embarcação por empresa brasileira de navegação para o transporte de carga no tráfego de longo

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL

A IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL A IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL 04/05/2011 Senado Federal - Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo O BRASIL EM NÚMEROS BASE PARA O CRESCIMENTO Os investimentos nas áreas

Leia mais

IT-1101 - AGRICULTURA IRRIGADA. (parte 1)

IT-1101 - AGRICULTURA IRRIGADA. (parte 1) 6 Sistemas de irrigação (parte 1) 6.1 Considerações iniciais Aplicação artificial de água ao solo, em quantidades adequadas, visando proporcionar a umidade necessária ao desenvolvimento das plantas nele

Leia mais

A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA. vem apresentar à sua empresa um programa completo de suporte às operações de logística, que atende aos

A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA. vem apresentar à sua empresa um programa completo de suporte às operações de logística, que atende aos 2012 Apresentação Luiz José de Souza Neto Union Modal Logística Integrada Rua Teixeira de Freitas, 72, cj. 23 Santos / SP - Tel.: 13 30613387 luiz@unionmodal.com.br A UNION MODAL LOGÍSTICA INTEGRADA LTDA.

Leia mais