MANUAL DE METODOLOGIA DE PESQUISA: Normas para apresentação de trabalhos científicos e monografias.

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1 1 MANUAL DE METODOLOGIA DE PESQUISA: Normas para apresentação de trabalhos científicos e monografias. SÃO JOSÉ DOS PINHAIS 2005

2 2 COMISSÃO ORGANIZADORA Coordenação Professor Iverson Ladewig, PhD Teresinha Teterycz Bibliotecária CRB/ Membros Ana Maria Pettres Christian Bundt Heitor Talevi Pedroso João Carlos Adalberto Zolandeck Jorge da Conceição Neves Loriane de Fátima Ferreira Maria Bernadeth Ferraz Koteski Nadir Domingues Mendonça Paulo Henrique Cayres Sonia Gutten Ribaski MANUAL de metodologia de pesquisa: normas para apresentação de trabalhos científicos e monografias. - São José dos Pinhais: FAMEC, p.: il. 1. Pesquisa Metodologia 2. Trabalho Acadêmico Normas 3. Normalização bibliográfica. I. Título. CDD

3 3 APRESENTAÇÃO A elaboração do Manual de Metodologia de Pesquisa, versão 2004, tem como objetivos principais, estabelecer critérios e normas para a elaboração de diversos tipos de trabalhos acadêmicos/científicos solicitados pelos professores dos diversos cursos de Graduação e Pós-Graduação da FAMEC. Ainda, visa fornecer informações básicas sobre a elaboração e apresentação de trabalhos de conclusão de cursos (TCC), quando for o caso, além das monografias ao final dos cursos Especialização latu sensu, que no caso da FAMEC é obrigatória. Finalmente, fornecer informações também para a elaboração e apresentações dos relatórios finais de estágios. Esse Manual poderá facilitar a atuação de todos os professores da FAMEC, no que diz respeito aos critérios mínimos para a elaboração de qualquer trabalho, a partir do momento em que os professores comecem a adotar o conteúdo aqui presente, como uma exigência de sua disciplina, como também da FAMEC. A padronização dos requisitos para a confecção tanto de uma resenha, quanto de uma monografia de conclusão de curso de especialização podem colaborar com a elevação da qualidade que a FAMEC tem praticado em todos os níveis, dentro da nossa instituição. Essa qualidade que estamos tentando passar para os nossos alunos e professores ressaltam que a elaboração de um artigo, resumo de capítulo ou de livro, resenhas, relatórios de estudos, etc. fazem parte do processo didático e possuem métodos e normas para a sua elaboração. Deste modo, o conteúdo desta apostila tentará fornecer subsídios para a elaboração de monografias e trabalhos científicos, fundamentando-se em conteúdos da metodologia científica e normas técnicas da ABNT. Esperamos que todos os professores colaborem, divulgando o presente Manual aos seus alunos, bem como solicitando seus trabalhos dentro das normas aqui estabelecidas.

4 4 LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 1 EXEMPLO DE CRONOGRAMA DE ESTÁGIO FIGURA 2 EXEMPLO DE ILUSTRAÇÃO COM TÍTULO, LEGENDA E FONTE FIGURA 3 EXEMPLO DE GRÁFICO FIGURA 4 EXEMPLO DE TABELA FIGURA 5 EXEMPLO DE QUADRO

5 5 SUMÁRIO LISTA DE ILUSTRAÇÕES INTRODUÇÃO TRABALHOS CIENTÍFICOS CONHECIMENTO CIENTÍFICO Método Científico Pesquisa Científica TRABALHOS ACADÊMICOS Resumo de Textos Resumo indicativo Resumo informativo Resumo de assunto Resenha Papers Trabalho de Graduação Monografia Plano de Estágio A LEI Finalidades do Estágio Supervisionado Os Estágios Supervisionados Etapa 1 - Estágio Superv. I - Elaboração do Plano de Estágio Etapa 2 Estágio Superv. II Elaboração do Relatório de Estágio Etapa 3 Estágio Superv. III Elaboração do Relatório de Estágio Etapa 4 Estágio Superv. IV Elaboração do Relatório de Estágio Estrutura do plano de Estágio Introdução Empresa Concedente do Estágio Fundamentação Teórica Inicial Objetivos Cronograma Referências Anexos Aplicação das Normas Estrutura Geral do Trabalho Data, nome e assinatura DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA PREPARAÇÃO DA PESQUSA Decisão Especificação dos Objetivos FASES DA PESQUISA Levantamento dos Dados Formulação do Problema de Pesquisa Definição dos Termos Construção de Hipóteses Delimitação da Pesquisa Amostragem e Seleção dos Métodos e Técnicas Organização do Instrumental da Pesquisa Teste de Instrumentos e Procedimentos EXECUÇÃO DA PESQUISA Coleta dos dados Elaboração dos Dados... 40

6 Análise e Interpretação dos Dados Representação dos Dados Ilustrações e figuras Gráficos Tabelas e Quadros Numerais Conclusões ARTIGOS CIENTÍFICOS SEMINÁRIO CITAÇÃO DIRETA Citação de até cinco linhas Citação com mais de cinco linhas Citação em rodapé Omissões em citações CITAÇÃO INDIRETA Paráfrase Condensação OUTRAS FORMAS DE CITAÇÃO Citação de citação Citação de informação obtida através de canais informais INDICAÇÃO DAS FONTES CITADAS Regras gerais Sistema alfabético Dois autores com o mesmo sobrenome Várias obras do mesmo autor Número das páginas citadas Mais de uma obra do mesmo autor Mais de uma nota da mesma obra NOTAS DE RODAPÉ ESCLARECIMENTOS CITAÇÃO DE AUTORIDADE REFERÊNCIAS CRUZADAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ORDENAÇÃO E APRESENTAÇÃO GRÁFICA DAS REFERÊNCIAS TRANSCRIÇÃO DOS ELEMENTOS Forma de Entrada Autor pessoa Um autor Dois autores Três autores Mais de três autores Autor Desconhecido Pseudônimos Entidade coletiva Eventos Científicos Coletâneas Entrada pelo Título Título Subtítulo Edição Imprenta Local (cidade)... 72

7 Editora Data Publicações periódicas Descrição física Paginação Outras especificações (dimensões, ilustrações, etc.) Séries e coleções Notas MODELOS DE ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS Livro considerado no todo Livro considerado em partes (capítulos, volumes, fragmentos, verbetes) Verbetes de Enciclopédias e Dicionários Partes isoladas Dissertações, Teses, Monografias e Trabalhos Acadêmicos Bíblia Bíblia em partes Normas Técnicas Patentes Eventos Científicos no todo Trabalhos Apresentados em Eventos Científicos: Relatórios Relatórios oficiais Relatórios Técnicos Documentos Jurídicos Constituição Leis e Decretos Pareceres, resoluções, portarias, etc Decisões judiciais, Acórdãos, Deliberações e Sentenças Publicações Periódicas Publicações periódicas consideradas no todo (Coleção) Fascículos, suplementos, números especiais: Publicações Periódicas Consideradas em Parte (Suplementos, Fascículos, Números Especiais) Artigos de periódicos Artigos de Jornal Separatas Separatas de Livros Separatas de Periódicos Resumos Resumos de Livros Resumos de Artigos de Periódicos Resenhas, Discussões e Revisões Traduções Catálogos de Exposições, de Editores e Outros Entrevistas Entrevistas não publicadas Entrevistas publicadas Convênios Obras Inéditas (Documentos Não Publicados) Documentos de Arquivos Atas de Reuniões Documentos sonoros no todo Imagem em movimento Documento iconográfico Documento cartográfico Partituras Documento tridimensional Cartas Selos FAX

8 Lápides Comerciais (Propaganda e Publicidade) DOCUMENTOS EM MEIOS ELETRÔNICOS Arquivos Eletrônicos Arquivo de Dados e Textos (Criados no Computador) Softwares (Programas Eletrônicos) e Assemelhados Programa Conjunto de Softwares Bases de Dados em CD-ROM no todo Bases de Dados em CD-ROM partes de documentos Resumo Obtido em Base De Dados Eventos Científicos Eventos considerados no todo Trabalhos Apresentados em Eventos Científicos Publicações Periódicos Periódicos Considerados no Todo (Coleção) Artigos de Periódicos Documentos de acesso exclusivo Online Lista de Discussão (Listserver) (Comunicação Pessoal) Publicações Periódicas Online Publicações Periódicas Considerados no Todo ( Coleção ) Artigos Periódicos Artigos de jornais Eventos Científicos FORMATAÇÃO DO TRABALHO PAPEL DIGITAÇÃO MARGEM E ESPAÇAMENTO Margens Espaçamento ESTRUTURAÇÃO DO TRABALHO Roteiro Padrão Elementos pre-textuais Capa Folha de rosto Errata Folha de Aprovação (Termo de aprovação) Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo Abrastrac Lista de ilustrações (gráficos, diagramas, lâminas, etc.) Lista de tabelas Lista de abreviaturas ou siglas Lista de símbolos Sumário Elementos Textuais Introdução Objetivos Justificativa Metodologia Científica Revisão de Literatura Conclusão Divisão do Trabalho Seções primárias Seções secundárias, terciárias, etc

9 Alíneas Incisos Elementos Pós-textuais Referências Glossário Apêndices Anexos PAGINAÇÃO REPRODUÇÃO E ENCADERNAÇÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICE A ABREVIATURA DOS MESES ANEXO A MODELOS E EXEMPLOS DA ESTRUTURA DE TRABALHO ACADÊMICO ANEXO B FICHA DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO ANEXO C MODELO DE ENCADERNAÇÃO

10 10 1. INTRODUÇÃO A elaboração de trabalhos científicos é fundamental para o vasto processo de comunicação que sustenta a atividade acadêmica. As etapas essenciais que constituem a produção e comunicação assumem importância cada vez maior em nossa sociedade, tornando inevitável à sistematização do conhecimento e a normatização para sua apresentação. Ciência é conhecimento público. A elaboração de relatórios de pesquisa, o preparo de livros para o ensino e a organização de documentos com informações para públicos diferenciados são algumas das facetas importantes do vasto processo de comunicação que sustenta permanentemente as atividades acadêmicas. Além da comunicação direta que viabiliza o intercâmbio de idéias e experiências entre pessoas, a comunicação indireta, por meio de documentos, assume importância cada vez maior em nossa sociedade. A produção e depois a armazenagem e uso de documentos constituem etapas essenciais para as variadas alternativas de acesso à informação que a dinâmica da sociedade requer. Na qualidade de autor, toda pessoa tem responsabilidade com a produção normatizada de documentos, sendo também de sua alçada facilitar a identificação, o tratamento e o uso por todos quantos possam por eles se interessar. A importância da implantação de normas para a apresentação de trabalhos acadêmicos na Faculdade Metropolitana de Curitiba FAMEC resulta da preocupação em estimular e valorizar o conhecimento científico. A versão revisada deste manual apresenta as principais etapas para realização de trabalhos científicos. Sem a pretensão de abordar de forma aprofundada a literatura referente ao assunto, busca indicar, de maneira prática, os passos a serem seguidos para o que os nossos alunos possam desenvolver seus trabalhos acadêmicos com qualidade, respeitando normas técnicas, aliando sua experiência aos conhecimentos adquiridos nos cursos de graduação e pós-graduação, enfatizando a qualidade no ensino, que é de importância fundamental para a FAMEC.

11 11 Neste manual, professores e alunos encontrarão ainda, uma relação de bibliografias referentes à metodologia da pesquisa científica para servir de fundamentação, apoio e complementação para o desenvolvimento do conhecimento dos nossos alunos na elaboração dos diversos tipos de trabalhos científicos.

12 12 2. TRABALHOS CIENTÍFICOS 2.1 CONHECIMENTO CIENTÍFICO Segundo GALLIANO (1986), uma investigação metódica e sistemática da realidade resulta no conhecimento científico, que transcende os fatos e os fenômenos em si mesmos, analisa-os para descobrir suas causas e concluir as leis que os regem. O conhecimento científico é o produto de um empreendimento que busca conhecer e compreender os fatos da realidade. É a única forma de conhecimento que se caracteriza por ser verificável, portanto falível. É além disto, objetivo e sistemático. O conhecimento científico supera o conhecimento comum, isto é, vai além dele Método Científico O método é um modo racional de proceder para atingir determinados resultados, e entendido como o conjunto de procedimentos intelectuais e técnicos adotados para se atingir o conhecimento científico. Convencionou-se chamar de método científico ao modo de proceder característico da ciência Pesquisa Científica No dizer de GIL (1999, p. 42) a pesquisa científica pode ser definida como um processo formal e sistemático de desenvolvimento do método científico. Seu objetivo fundamental é descobrir respostas para problemas mediante o emprego de procedimentos científicos. Portanto, a pesquisa científica é um processo que utiliza o método científico para a solução de problemas postos pela realidade. Tem como propósito obter respostas para as indagações significativas postas pelo pesquisador.

13 TRABALHOS ACADÊMICOS Trabalhos acadêmicos se caracterizam por exposições, por escrito, sobre temas atribuídos em disciplinas de cursos de graduação ou de pós-graduação nos diversos níveis, com o objetivo de avaliar o conhecimento do aluno. Nesta versão do Manual de Metodologia Científica da FAMEC, serão considerados aqui os trabalhos científicos mais solicitados no meio universitário, conforme exemplos abaixo: Resumo de Textos De acordo com a ABNT (NBR 6028), um resumo é a apresentação concisa dos pontos relevantes de qualquer tipo de texto. A mesma norma distingue quatro tipos de resumo: indicativo, informativo, indicativo/informativo e resume crítico. O resumo deve fornecer uma síntese das idéias do texto, devendo destacar os objetivos propostos, os métodos e as técnicas de abordagem, assim como descrever os resultados e as conclusões do trabalho. A norma citada anteriormente recomenda ainda, que os resumos devem seguir o seguinte padrão: a) Comunicações breves: não devem ultrapassar de cem (100) palavras; b) Monografias e artigos: até 250 palavras; c) Relatórios e teses: até 500 palavras. A primeira frase precisa ser significativa, indicando o tema tratado. Deve-se dar preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa. Devese evitar também o uso de: parágrafos; de frases negativas, símbolos e contrações que não sejam de uso correntes; de fórmulas, equações, diagramas, etc. Figuras e ilustrações, apenas se forem de grande relevância para o assunto tratado, ou para facilitar a compreensão do assunto, evitando um excesso no tamanho estipulado acima.

14 Resumo indicativo Indica apenas os pontos principais do texto, adequando-se à literatura de prospectos, como catálogos de editoras e livrarias, etc., conforme o modelo abaixo: MENDONÇA, N. D. O uso dos conceitos: uma questão de interdisciplinaridade. 4. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, O trabalho apresenta uma metodologia do ensino da História para uso dos conceitos. Trata-se de um instrumento de aplicação para o estudo que possibilite ao aluno do curso superior um maior aprofundamento na análise histórica. Propõe um conjunto de atividades intelectuais que possam servir de diretrizes para uma técnica de ensino que sustente uma reflexão mais amadurecida pelo aluno. Destina-se no só aos interessados no estudo da História, mas a todos que sintam necessidade de uma perspectiva histórica Resumo informativo MENDONÇA, N. D. O uso dos conceitos: uma questão de interdisciplinaridade. 4. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, O trabalho apresenta uma metodologia do ensino, especialmente, mas não exclusivamente, para o estudo da História. Destina-se também a todo interessado nas Ciências Humanas que sentir necessidade de uma perspectiva histórica. O objetivo primordial é iniciar o estudante no trabalho intelectual sério e fecundo em que seja possível um rigor científico no uso dos conceitos históricos. A primeira parte refere-se a uma técnica de ensino para o uso dos conceitos, utilizado pela autora nas aulas de História dos cursos de Estudos Sociais e de Ciências Sociais. Na segunda parte apresenta uma coleção de conceitos utilizando uma definição, embora de maneira esquemática, o mais abrangente possível, no sentido tempo-espacial e numa abordagem interdisciplinar. Divide-se em conceitos básicos, tais como: sistema, estrutura, conjuntura, ideologia, modo de produção, regime, revolução, reforma, mudança social, golpe de Estado; e em conceitos específicos, estes

15 15 referidos ao estudo de unidades relativas à Idade Moderna, como Antigo Regime, e à Idade Contemporânea, como liberalismo, democracia, socialismo, moderno, modernidade, modernização, modernismo, pós-modernismo, contemporaneidade, terrorismo Resumo de assunto Entende-se por resumo de assunto, como um texto que resulte de análise e discussão de conhecimentos e informações já publicadas. Trata-se de um trabalho acadêmico que não é original, mesmo assim exige de seu autor o uso dos métodos científicos utilizados em trabalhos de pesquisa científica. A maior parte dos trabalhos solicitados nos cursos de graduação caracteriza-se como resumo de assunto. A elaboração deste tipo de trabalho contribui para que o aluno se inicie na prática da pesquisa bibliográfica, fornece uma bagagem de conhecimentos e permite o treinamento da técnica de coleta de dados bibliográficos e de redação de texto. A estrutura deste projeto pode servir de base para a elaboração de outros trabalhos científicos solicitados nos cursos de graduação: a) tema - o interesse em desenvolver algum tema pode estar relacionado aos conteúdos de alguma disciplina do curso, às atividades profissionais, às idéias ou discussões na mídia, no momento. De imediato, há necessidade em delimitar o tema, o que se faz pelos critérios: aspectos, tempo e espaço. Por exemplo, conhecer as formas de lazer, nos últimos três anos, da população Curitibana. b) problema - ou questões mais interessantes que o tema desperta, implicam em formular uma ou mais perguntas que se pretendem responder com o estudo. Prosseguindo como o tema citado anteriormente, poderia levantar as questões: são formas de lazer urbano ou rural? Envolvem uma

16 16 consciência de qualidade de vida? Caracteriza-se como opção individual ou por seus aspectos sociais? O problema pode ser formulado em forma de pergunta(s) ou em texto corrido, dependendo da complexidade do assunto em questão, facilidade para elaboração do texto, importância / relevância do trabalho, etc. c) Objetivos - fornece informações sobre o que se procura conhecer e até onde queremos chegar com este trabalho. Os objetivos podem ser subdivididos em Objetivo Geral e mais abaixo, alguns Objetivos Específicos os quais norteará tanto o leitor quanto o redator sobre o conteúdo / objetivo principal do trabalho. Não devemos esquecer que a redação de objetivos exige que seja iniciado sempre com verbos, por exemplo: - Analisar as formas mais usuais de lazer por esta população; - Conhecer se há uma consciência de busca de qualidade de vida nestas formas de lazer; - Identificar as formas de lazer por opção individual e aquelas caracterizadas como fator de integração da pessoa no grupo; - Descrever as condições de vida e de trabalho dos catadores de papel da cidade de São José dos Pinhais. d) metodologia - entende-se para os casos de resumo de assunto, a descrição dos procedimentos a serem utilizados para o desenvolvimento do trabalho. Tais como, indicar como pretende acessar as fontes de consulta, fichá-las, resumi-las, construir o texto (indicar os tópicos que serão tratados, suas subdivisões, se existirem). Exemplo: consultar as revistas, jornais e internet para ver os tipos de lazer mais divulgados; observar as divulgações de informações sobre o lazer feita na televisão. Além disso, pode-se elaborar um esboço da estrutura do texto, apresentando as partes que irão compor o texto.

17 17 e) referências - indicar a bibliografia que se pretende utilizar, seguindo normas da ABNT para a elaboração e citação de referências. Baseado em experiências práticas, um resumo bem elaborado deve ser capaz de passar todas as informações básicas sobre o trabalho, de maneira simples e direta. Para facilitar a elaboração de um resumo, e dependendo do número de palavras permitidas, sugerimos que o aluno siga o seguinte esquema: - uma ou duas frases introdutórias, terminando com o objetivo do trabalho; - de 2 a 3 frases: sobre a metodologia (se for o caso), onde descreve de maneira sucinta os procedimentos metodológicos; - de 2 a 3 frases: apresentando os resultados mais importantes e relevantes (se for o caso); dependendo da situação, poderá ser colocado um gráfico, tabela ou quadro, para apresentar os dados; - de 1 a 2 frases: com as conclusões do trabalho. As conclusões mais importantes, colocadas de maneira direta Resenha Resenha é uma descrição que compreende certos números de fatos. Resenhar significa fazer uma relação das propriedades de um objeto, enumerar cuidadosamente seus aspectos relevantes, descrever as circunstâncias que os envolvem. Ou seja, é uma síntese geral informativa e avaliativa sobre livros, capítulos e artigos, de diferentes áreas do conhecimento e que serve, por conseguinte, para orientar as opções e o interesse do leitor em questão. A resenha pode ser puramente descritiva, isto é, sem nenhum julgamento ou apreciações do autor, ou crítica, pontuada de apreciações, notas e correlações estabelecidas pelo juízo crítico de quem a elaborou. No caso do gênero jornalístico por excelência, é um texto escrito com o objetivo de comentar criticamente algum objeto de indústria cultural, um acontecimento como: jogo de futebol, uma comemoração solene, feira de livros, textos e obras culturais: romance peça de teatro e filme. Por outro lado, a resenha crítica é a apresentação do conteúdo de

18 18 uma obra. Consiste na leitura, no resumo, na crítica e na formulação de um conceito de valor do livro feitos pelo autor. Em geral, é elaborada por um cientista que, além do conhecimento sobre o assunto, tem capacidade de juízo crítico. Entretanto, resenhas podem ser realizadas por estudantes; nesse caso, como um exercício de compreensão e crítica. A finalidade de uma resenha crítica é informar o leitor, de maneira objetiva e cortês, sobre o assunto tratado no livro, evidenciando a contribuição do autor: novas abordagens, novos conhecimentos, novas teorias. Visa, portanto, a apresentar uma síntese das idéias fundamentais da obra. O autor de uma resenha deve resumir o assunto e apontar as falhas e os erros de informações encontrados, sem entrar em muitos pormenores e, ao mesmo tempo, tecer elogios aos méritos da obra, desde que sinceros e ponderados. Entretanto, mesmo que ele tenha competência na matéria, isso não lhe dá o direito de fazer juízo de valor ou deturpar o pensamento do autor da obra. Quem redige uma resenha não deve tentar dizer que poderia escrever uma obra melhor; não deve procurar ressaltar suas próprias qualidades às custas de quem escreveu o livro comentado; e não há lugar, numa resenha cientifica, para perguntas retóricas ou para sarcasmos (BARRASS apud LAKATOS e MARCONI, 1999, p. 127). Em resumo, uma resenha pode ser classificada como: a) Resenha Descritiva - informações sobre o texto, ou referências, ou ficha técnicas; - conhecimento. b) Resenha Crítica - referências e credenciais do autor; - conhecimento; - apreciação. Resenha ou recensão de livros é um tipo de resumo crítico, porém mais abrangente, uma síntese de livro publicado. Endereçada geralmente para revistas especializadas nas diversas áreas da Ciência, podendo também ser divulgada em

19 19 cadernos especiais de jornais ou revistas de grande circulação. A resenha caracteriza-se pela emissão de opiniões e comentários, incluindo julgamento de valor. Veja o exemplo a seguir: LE GOFF, J. Os intelectuais na Idade Média. São Paulo: Brasiliense, p. Tem-se aí a história dos primórdios da universidade e do homem voltado ao saber o intelectual da Idade Média. O intelectual da Idade Média é o objeto de análise deste estudo, mas a metodologia utilizada por Le Goff projeta reflexões em espaço e tempo mais amplo, permitiu ao autor mostrar as mudanças, as variações, as rupturas e as diferenças. Isto mesmo conduz o leitor à descoberta das permanências, da atualidade do tema. Por outro lado, este estudo de Le Goff confirma a utilidade da categoria intelectual para análise de uma época, quando inserida no contexto de uma sociedade global. O núcleo de seu estudo é os homens, as estruturas, as práticas e as mentalidades. O pensamento medieval foi abordado através das representações mentais do intelectual da Idade Média. Apoiado em farta documentação, brindanos com leitura interessante em fluente linguagem. O intelectual medieval nasceu com as cidades. Foi um profissional urbano. No século XII, eles têm o sentimento vivo de construir o novo e de serem homens novos. Considerando-se escritores de seu tempo, eles tinham o sentimento da modernidade. Sua função era o estudo e o ensino das artes liberais (gramática, dialética, retórica, aritmética, música, geometria e astronomia). No século seguinte, o XIII surgem às universidades como decorrência deste desenvolvimento do século anterior. Esta evolução não foi pacífica, mas marcada por conquistas sucessivas, de luta contra os poderes eclesiástico e laico (o poder real e o poder comunal). Ligada a esta evolução ocorreu o progresso técnico o livro universitário tornando-se a base do ensino exigiu mudanças técnicas em relação ao livro como objeto de luxo da Alta Idade Média. Transformou-se, então, em instrumento e daí para produto industrial e objeto comercial. Os problemas do intelectual, ontem como hoje, são de duas ordens, material

20 20 e ideológica. Os problemas, embora revestidos de outras formas, acompanhando os novos tipos de intelectual, são permanentes. Ao lado das questões materiais, os intelectuais do século XIII encontravam dificuldades para salvaguardar o equilíbrio entre a fé e a razão, entre a razão e a experiência e entre a teoria e a prática. O intelectual. Hoje, enfrenta também muitas incertezas; precisa optar por alguma ideologia, mas nem sempre coincidem os interesses da política com as manifestações do saber. Se antes o intelectual dependia da Igreja, hoje é ao Estado que ele se submete. Com o declínio da Idade Média, desapareceu o intelectual medieval e o humanista tomou-lhe o lugar. Este novo intelectual passou a viver em grupo fechado, a academia, e, ao contrário daquele professor, em contato com os alunos, o humanista é um sábio universitário, isolado, sem contato com a massa. Trata-se, na verdade, de um livro de real significado para todos quantos se interessam pelo saber o construtor, a instituição, o jogo de poder de um saber institucionalizado. A leitura deste livro é obrigatória, não só pela qualidade do conhecimento produzido por renomado cientista, como também pela temática medievalista tão em voga no balcão da cultura. MENDONÇA, N. D. CEUL/UFMS. Revista Ciência e Cultura, v. 41, n. 6, p. 614, jun A resenha, como trabalho acadêmico, seguindo as orientações de AMBONI e AMBONI (1996), com as adaptações que se fazem necessárias, deve apresentar a seguinte estrutura: a) capa; b) folha de rosto; c) sumário (se necessário); d) introdução: o assunto deve ser apresentado no primeiro parágrafo, partindo de algumas considerações mais genéricas, até chegar ao ponto em que será dada maior ênfase. A seguir, o autor deve demonstrar a

21 21 importância da abordagem, os objetos, método ou caminho de sua abordagem, para despertar o interesse do leitor. Também deve ser apresentado na introdução, o livro ou o texto de referência definido para a resenha, bem como, os autores que serão utilizados como apoio nas análises; e) apresentação das idéias do texto: o acadêmico deve apresentar as idéias principais e secundárias, discutidas pelo autor do livro, capítulo ou artigo a ser usado como referência básica. Para atingir tal propósito, segundo Galliano (1986), naturalmente, o acadêmico deverá considerar os procedimentos recomendados para a produção de um bom texto, quais sejam: manter uma atitude permanentemente crítica e reflexiva com relação ao que está lendo; manter a fidelidade ao texto original; ao redigir, usar frases breves, diretas e objetivas. Havendo necessidade, pode-se fazer transcrições literais, colocando-as entre aspas ou em itálico, seguidas do número da página entre parênteses. Recomenda-se não seguir as subdivisões do texto original. As idéias principais podem ser apresentadas num único bloco, encadeado em uma seqüência lógica; f) apreciação crítica: a partir da compreensão objetiva da mensagem comunicada pelo livro, capítulo ou artigo o acadêmico deverá tomar posição própria em relação às idéias apresentadas, numa tentativa de superar a estrita mensagem transmitida pelo autor do texto, explorar as idéias expostas, dialogar com o autor concordando ou discordando, levar em consideração a validade ou aplicabilidade das idéias expostas pelo mesmo. Para Medeiros (1997), o procedimento do resenhista será seletivo, uma vez que não pode abarcar a totalidade das propriedades do texto. Segundo Galliano (1986), para que a resenha esteja fundamentada, é preciso considerar a opinião de outros autores que também abordam a mesma temática em outros livros, artigos de periódicos, revistas e jornais. Pode ser considerada, também, a experiência profissional, a visão de mundo, o momento histórico vivido pelo resenhista.

22 22 g) conclusão: para a elaboração das considerações finais deve-se levar em conta os objetivos propostos, apontando as principais reflexões apresentadas no decorrer do trabalho. O acadêmico expõe claramente seu ponto de vista mais marcante na apreciação crítica. h) referências: devem aparecer todas as obras consultadas para a produção da resenha, segundo a ABNT Papers Nomenclatura contemporaneamente usada para pequenos artigos científicos ou textos elaborados para comunicações em Congressos sobre determinado tema ou sobre os resultados de um projeto de pesquisa. Devem possuir a mesma estrutura formal de um artigo. (MARCANTONIO; SANTOS e LEHFELD, 1993, p. 71) Trabalho de Graduação Todo o trabalho científico seja uma tese de doutoramento, seja um artigo, um resumo ou uma resenha, precisa formar uma unidade inteligível, com sentido. Significa dizer que suas partes precisam estar concatenadas logicamente. Explicando melhor, as partes do trabalho, seus capítulos, tópicos e sub-tópicos, devem ter uma seqüência lógica determinada pela estrutura do discurso. Basicamente, estes trabalhos de graduação devem possuir as seguintes partes: a) preliminares; - 1 Folha de rosto, - 2 Sumário, b) Corpo do trabalho; - 1 Introdução, - 2 Desenvolvimento, - 3 Conclusão, c) Parte referencial; - 1. Referências bibliográficas, - 2. Apêndices e/ou Anexos,

23 23 A estrutura formal do trabalho tem, como foi exposto anteriormente, três partes fundamentais: introdução, desenvolvimento e conclusão. Há necessidade de se manter um equilíbrio entre as partes, ou seja, para um trabalho de cinco páginas, por exemplo, a proporção seria: 2/10 do todo para a introdução (1 página); 7/10 para o desenvolvimento (3 a 4 páginas). No caso da conclusão, neste exemplo, aplicaríamos a proporção de 1/10 do total, o que corresponde aproximadamente a ½ página de texto. Lembramos que os trabalhos mais extensos irão requerer proporções de introdução e conclusão diferentes. Na introdução faz-se a apresentação do tema a ser desenvolvido. É necessário expor a idéia central do trabalho, indicar os objetivos e os procedimentos a serem adotados para o desenvolvimento. O corpo do trabalho tem que atender o que foi proposto na introdução. O desenvolvimento tem por finalidade expor as principais idéias, que dependendo da estrutura e a necessidade do trabalho, poderá ser dividido em: capítulos; partes; seções; itens; sub-itens, etc. Sugere-se porém, que seja utilizado a nomenclatura de capítulos apenas para trabalhos que abordem o tema com profundidade (monografias, teses e dissertações), já esteticamente não fica bem um capítulo muito curto, de uma ou duas páginas. A conclusão deve ser relativamente breve, trata-se da síntese do trabalho, porém sem que apresente os pontos principais. É o fecho natural de um processo que teve determinado desenvolvimento. Tem como finalidade revisar os resultados alcançados; aqui, ainda, o autor pode manifestar sua opinião sobre os resultados e seu alcance, podendo apontar novos caminhos ou suscitar novas questões para futuros estudos. Dica: A introdução de um trabalho desse tipo é uma parte fundamental, onde o autor irá expor as suas intenções e os objetivos, e que requer um bom nível de conhecimento por parte do autor. Se o aluno não possui um bom nível de conhecimento específico sobre o assunto, a introdução, apesar de encontrar-se no início do trabalho, poderá ser redigida por último. Neste caso, o aluno deve adquirir o conhecimento (com leituras, sínteses de livros, etc.), elaborando a parte principal do trabalho que é a fundamentação teórica (Revisão de Literatura). Após a

24 24 elaboração desta parte, e com mais conhecimento e segurança, retomar a redação da introdução, elaborando-a de forma clara e objetiva. Uma introdução bem redigida, chama a atenção do leitor para os pontos relevantes do trabalho. Quanto ao modo de listar as referências utilizadas em um trabalho do tipo anteriormente descrito, sugerimos que o aluno consulte as normas da ABNT ou a respectiva síntese, na parte final deste Manual Monografia A monografia se caracteriza pela exposição de um problema ou assunto investido cientificamente. Este tipo de trabalho é apresentado como requisito parcial para conclusão de cursos de Graduação (chamados de TCC, ou Trabalho de Conclusão de Curso), para a obtenção do título de especialista, em cursos de Pós- Graduação. Dependendo das normas da instituição pode-se exigir ou não sua defesa em forma de banca (pública). A conteúdo de uma monografia pode ser apresentada como comunicação pública em congressos, encontros, simpósios, academias, sociedades científicas, segundo normas estipuladas pela coordenação dessas reuniões e/ou entidades, sendo nesse caso denominada memória. A elaboração de uma monografia é também uma pesquisa, podendo ser redigida em forma de uma pesquisa bibliográfica ou uma pesquisa de campo. Tanto uma como a outra, querem uma fundamentação teórica baseada em obras científicas (artigos científicos, livros, revistas, artigos de jornais, internet, etc.). A grande diferença está na estrutura dos dois trabalhos, enquanto a pesquisa bibliográfica vai se ater apenas às referências e as conclusões descritas pelas obras consultadas, a pesquisa de campo terá também a parte da coleta de dados, compreendida pela metodologia, resultados, discussões e conclusões. Uma pesquisa de campo poderá ser realizada de diversas maneiras: estudo de caso; levantamento de fontes históricas; pesquisa descritiva; de opinião; experimental, etc. Além disso, a pesquisa de campo poderá seguir diversas linhas metodológicas (positivista; fenomenológica; histórico-crítica, etc), as quais tem a sua própria maneira de redação e exposição das conclusões.

25 25 No caso da FAMEC, recomendamos que a elaboração das monografias sigam os modelos estruturais citados nos anexos, visando a implantação de uma estrutura metodologia, objetivo principal deste Manual Plano de Estágio A lei Em cumprimento à Lei de 07 de dezembro de 1977, do Poder Executivo e regulamentada pelo Decreto de 18 de agosto de 1982, também, do Poder Executivo Federal, redefinida pelo Artigo 1º da Resolução 02/93, de 04 de outubro de 1993, do Conselho Nacional de Educação Finalidades do Estágio Supervisionado O estágio supervisionado é uma oportunidade para o aluno desenvolver atividades práticas em coerência ao aprendizado acadêmico e possui como objetivos: a) desenvolver habilidades; b) complementar o processo de ensino; c) atenuar o impacto da passagem da vida de estudante para a vida profissional; d) facilitar o processo de atualização de conteúdos disciplinares. e) incentivar o desenvolvimento de potencialidades individuais, e f) promover a integração Escola-Empresa-Comunidade O Estágio Supervisionado A disciplina de Estágio Supervisionado é dividida em 4 etapas, sendo realizada uma a cada semestre.

26 Etapa 1 - Estágio Supervisionado I - Elaboração do Plano de Estágio No Estágio I, o aluno deverá realizar um planejamento referente às atividades a serem desenvolvidas nos estágios II, III e IV, sendo previstas as seguintes ações para a sua elaboração: a) conceituação de plano e relatório de estágio; b) metodologia científica de desenvolvimento (forma e conteúdo); c) proporcionar o ferramental e as orientações necessárias para a correta elaboração do plano de estágio; d) análise de temas emergentes; e) disponibilizar informações sobre o ambiente empresarial contextualizando-as às condições em que se realizarão o estágio; f) elaboração de planejamento com o cronograma para execução do estágio nas disciplinas de estágio II, segundo o presente manual Etapa 2 Estágio Supervisionado II Elaboração do Relatório de Estágio O estágio II familiariza o discente com a realidade empresarial, relacionada aos procedimentos administrativos e organizacionais, com o propósito de adquirir uma visão do ambiente, e em especial, do universo em que situa a sua profissão. Para tal, o aluno deverá desenvolver o estágio dentre as grandes áreas da administração, preferencialmente com um tema relacionado à habilitação do curso de graduação, conforme escolha do discente e em consenso com o professor orientador de estágio. Relacionado ao tema escolhido e propriamente ao estágio, deverá ainda ser elaborado o relatório, conforme o padrão construído pelo NPP. Ainda, paralelo a este relatório, deverá ser elaborado um cronograma, como forma de planejamento, com as atividades a serem desenvolvidas no estágio subseqüente (estágio III).

27 Etapa 3 Estágio Supervisionado III Elaboração do Relatório de Estágio O Estágio III deverá relacionar o tema abordado pelo discente no período anterior (conforme cronograma do estágio II) com as demais áreas da administração, a fim de acompanhar e compreender as implicações do desenvolvimento do tema, bem como desenvolver a interdisciplinaridade com todas as áreas relacionadas à área especifica onde o discente realizou o estágio no período anterior. Da mesma forma, o relatório de estágio deverá obedecer o padrão do NPP, e também conter o cronograma com as atividades do estágio final(iv) Etapa 4 Estágio Supervisionado IV Elaboração do Relatório de Estágio Nesta fase, o discente fará um diagnóstico aprofundado apontando os pontos fortes e situações problemáticas, ou oportunidades de melhoria detectadas durante os estágios realizados nas fases anteriores. A partir deste diagnóstico e do aprendizado e experiência adquiridos pelo aluno, deverão ser propostas ações de melhorias e de progresso e que deverão compor o relatório de estágio, a ser construído também sob o formato padrão do NPP Estrutura do plano de Estágio Introdução Na introdução, deverá ser redigido texto inicial sobre o plano de estágio, a fim de proporcionar ao leitor um primeiro contato com o trabalho, descrevendo inicialmente o que é um plano de estágio. Além disto, a introdução deve descrever o porquê, ou seja, a justificativa da realização do estágio, bem como quais são os seus objetivos, através dos objetivos geral e específicos. Justificar é apresentar razões para a própria existência do trabalho (estágio)! Esta seção é importante porque, por um lado, obriga o autor a refletir sobre sua proposta de maneira abrangente e, por outro lado, o faz situar-se na problemática.

28 28 Em termos gerais é possível justificar um trabalho (estágio) através de sua importância, relevância para a sociedade, oportunidade e viabilidade. O objetivo é definido como alvo ou desígnio que se pretende atingir (Novo dicionário Aurélio, 1986). Estabelecer os objetivos é fixar padrões de sucesso pelos quais o plano será avaliado. O objetivo geral define o propósito do trabalho de uma forma geral, traduzindo-se na finalidade do estágio. A formulação de um objetivo geral não é suficiente para dar a idéia de como o trabalho será desenvolvido. O objetivo geral é descrito de forma genérica o suficiente para abranger vários objetivos específicos. Assim, os objetivos específicos são uma composição natural do objetivo geral, ou seja, dividi-lo mais especificamente para compreensão do leitor sobre a finalidade do estágio Empresa Concedente do Estágio Neste item, o aluno deverá realizar a identificação da empresa a qual planeja realizar o estágio supervisionado, com a descrição da razão social e endereço. Através do item Contexto da situação na empresa, deverá também realizar um histórico desta empresa, mostrando a origem, evolução e situação atual da organização em relação ao tema ser abordado no estágio, seus principais produtos e/ou serviços, sua missão e o respectivo mercado alvo Fundamentação Teórica Inicial A fundamentação teórica inicial tem como objetivo preparar o aluno para o tema que será abordado no estágio, através de uma revisão inicial de literatura a qual permitirá uma compreensão e conclusão sobre os diferentes autores (livros, artigos,etc) existentes (máximo 3 para o caso do estágio I). A revisão da literatura permite, entre outros propósitos, levantar o conhecimento atual, bem como a evolução do tema ao longo do tempo. Permite, por

29 29 exemplo, levantar dados e informações contextuais para dimensionar e qualificar o tema escolhido para o estágio. Espera-se que o capítulo Fundamentação Teórica contenha a definição dos termos-chave do trabalho, teorias ou enfoques, a comparação entre autores e uma discussão a este respeito. Isto pode ser realizado através: a) definição de termos: buscar a definição dos conceitos-chave do relatório; b) ilustração: ilustrar um tópico com exemplos para explicar algo abstrato ou difícil, ou mesmo dar suporte a um argumento; c) narrativa: contar como os fatos acontecem em ordem cronológica; d) comparação: procurar maneiras pelas quais os elementos se parecem; e) descrição estática: por exemplo, o lay-out ou o organograma de um setor; f) descrição de processo: como algo funciona, como é feito ( do ponto de vista teórico) ; g) relação Causa e efeito : explicar como um fato causa outro. Neste capítulo deve-se, obrigatoriamente: a) fazer referência a trabalhos anteriormente publicados, situando a evolução do assunto; b) limitar-se às contribuições mais importantes diretamente ligadas ao assunto; c) mencionar o nome de todos os autores, no texto ou em notas e, obrigatoriamente, nas referências Objetivos Indicar o que se propõe atingir com a realização do estágio.

30 Cronograma O cronograma no plano de estágio deverá ser realizado prevendo-se as atividades que serão desempenhadas na empresa para a elaboração do relatório, a ser construído durante o período dos respectivos estágios, segundo o Padrão para Construção do Relatório de Estágio, disponibilizado pelo NPP Cronograma das atividades do Estágio Supervisionado A seguir tem-se o modelo de cronograma sugerido a ser seguido para os estágios 2, 3 e 4. FIGURA 1 EXEMPLO DE CRONOGRAMA DE ESTÁGIO CRONOGRAMA DE ESTÁGIO 2,3,4 Atividades Fev/Ago Mar/Set Abr/Out Mai/Nov Atividade 1 Atividade 2 Atividade 3 Atividade 4 Atividade 5 Atividade N Jun/Dez As atividades constantes no cronograma correspondem às ações ou atividades a serem desenvolvidas na empresa, necessárias ao alcance dos objetivos geral e específicos do estágio Referências Listar todas as obras citadas na Revisão de Literatura, conforme as normas técnicas da ABNT, descritas no item 6. Referências Bibliográficas deste manual Anexos Quando houver necessidade, como por exemplo, organograma, folder, questionários, tabelas, entre outros.

31 Relatório de Estágio É o documento que visa fornecer informações relativas às experiências que o estagiário adquiriu durante um período determinado. Deve fornecer informações sobre o local onde foi realizados o estágio, o período de duração e as atividades desenvolvidas (UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ, 2000, p. 2) Aplicação das Normas ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV: aplicam-se todos os itens deste manual. ESTÁGIO SUPERVISIONADO III E II: aplicam-se todos os itens deste manual, excetuando-se Folha de Aprovação e Resumo. ESTÁGIO SUPERVISIONADO I: aplicam-se os itens do plano de estágio. Porém, aplicam-se os mesmos procedimentos em relação à apresentação Estrutura Geral do Trabalho (Consultar os itens 7. FORMATAÇÃO DO TRABALHO e 7.4 ESTRUTURAÇÃO DO TRABALHO, onde encontram-se descritos todos os elementos da estrutura) Data, nome e assinatura estagiário. Deve constar data, nome e assinatura do professor orientador e do

32 32 3 DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA A elaboração e o desenvolvimento de uma pesquisa compreende diversas fases, conforme a descrição abaixo: a) preparação da pesquisa: - decisão sobre o que será feito; - especificação dos objetivos; - elaboração de um esquema / plano de trabalho; - constituição da equipe de trabalho; - levantamento de recursos e cronograma. b) fases da pesquisa: - escolha do tema; - levantamento de fontes bibliográficas; - formulação do problema; - definição dos termos; - construção das hipóteses; - indicação de variáveis; - delimitação da pesquisa; - amostragem; - seleção de métodos e técnicas de pesquisa; - organização do instrumental de observação; - teste dos instrumentos e procedimentos. c) execução da pesquisa: - coleta de dados; - elaboração dos dados; - análise e interpretação dos dados; - representação dos dados (tabelas, gráficos...); - conclusões. d) relatório de pesquisa.

33 33 A seguir apresentamos uma descrição detalhada de cada uma das fases expostas anteriormente, na tentativa de esclarecer possíveis dúvidas que possam surgir durante a elaboração de qualquer trabalho científico. 3.1 PREPARAÇÃO DA PESQUSA Decisão Define-se como o momento em que o pesquisador toma a decisão de realizar a pesquisa, motivado por alguma necessidade Especificação dos Objetivos Refere-se ao propósito da realização da pesquisa, toda pesquisa necessita ter um objetivo para saber o que se vai procurar e o que se pretende alcançar. A partir dos objetivos podem ser definidos: a natureza do trabalho, o tipo de problema a ser selecionado, o material a coletar (CERVO, 1996, p. 49). Podem ser intrínsecos ou extrínsecos, teóricos ou práticos, gerais ou específicos, a curto ou em longo prazo. Respondem às perguntas: Por quê? Para quê? Para quem? O objetivo torna explícito o problema, sobre determinado assunto. 3.2 FASES DA PESQUISA Escolha do Tema Refere-se ao assunto que se deseja estudar ou pesquisar. O tema necessita ser preciso, bem determinado e específico e sua escolha deve estar de acordo com as inclinações, aptidões, tendências e possibilidades de quem se propõe a realizar o trabalho científico.

34 Levantamento dos Dados Os dados para uma pesquisa podem ser obtidos por meio de vários métodos. Um deles é a pesquisa documental, a qual refere-se às fontes documentais que servem de suporte à pesquisa, como é o caso das fontes primárias (dados históricos, bibliográficos e estatísticos; informações, pesquisas e material cartográfico; arquivos oficiais e particulares; registros em geral; documentação pessoal (diários, memórias, autobiografias); correspondência pública ou privada, relatórios anuais, livros de contabilidade, revistas internas das empresas; etc). Já as fontes secundárias são constituídas pela a imprensa em geral e obras literárias. Um outro método é o da pesquisa bibliográfica, que se refere a um apanhado geral sobre os principais trabalhos já realizados sobre o tema escolhido para a pesquisa, fornecendo dados atuais e relevantes relacionados a ele. O estudo da literatura pertinente ao assunto pode facilitar o desenvolvimento do trabalho, evitar duplicações, garantir sua originalidade e pode representar uma fonte indispensável de informações e provocar indagações. No caso de elaboração de monografias e trabalhos acadêmicos, com caráter de revisão bibliográfica, recomendamos que seja obedecida a estrutura apresentada no capítulo 7, Formatação de Trabalho: No caso de uma pesquisa de campo, a característica é o contato direto do pesquisador com a situação estudada mediante interação com pessoas que podem fornecer dados ou sugerir possíveis fontes de informações úteis. Para a elaboração de uma pesquisa de campo, a revisão bibliográfica visando fundamentar o trabalho, deve ser elaborada antes da coleta de dados. Toda pesquisa de campo precisa necessariamente de uma boa revisão de literatura, para que o assunto a ser pesquisado esteja bem fundamentado, dando suporte aos objetivos e às hipóteses que serão estudados. Para a elaboração de monografias, com caráter de pesquisa de campo, recomendamos que seja obedecida a seguinte estrutura: Capa Folha de rosto Falsa folha de rosto Epígrafe e/ou dedicatória

35 35 Agradecimentos Sumário Lista de tabelas, gráficos e ilustrações (em páginas separadas) Resumo 1 Introdução 1.1 Problema 1.2 Justificativa 1.3 Objetivos 1.4 Hipóteses 2 Revisão de literatura 3 Metodologia 3.1 Sujeitos 3.2 Instrumentos 3.3Procedimentos 3.4 Análise Estatística 4 Resultados 5 Discussão 6 Conclusões Referências bibliográficas Anexos Formulação do Problema de Pesquisa O problema de pesquisa pode ser entendido como qualquer questão teórica ou prática não resolvida e que é objeto de discussão. É formulado através do envolvimento do pesquisador com assunto. Este envolvimento pode ser através de sua prática profissional, experiência de vida ou dos conhecimentos teóricos já adquiridos. O problema deve ser delimitado através das variáveis que intervêm no seu estudo e de preferência em forma de pergunta. A formulação do problema necessita considerar os seguintes aspectos: a) viabilidade: pode ser eficazmente resolvido através da pesquisa. b) relevância: deve ser capaz de trazer conhecimentos novos. c) novidade: estar adequado ao estágio atual da evolução científica. d) exeqüibilidade: pode chegar a uma conclusão válida. e) oportunidade: atender a interesses particulares e gerais.

36 Definição dos Termos Definir os termos significa torná-los compreensivos, claros e adequados. Esta definição é importante para evitar interpretações errôneas e contribui para a compreensão da realidade observada. Os termos necessitam de um ajuste perfeito com os objetivos ou aos fatos que eles representam. Alguns menos usuais podem oferecer dupla interpretação, existindo ainda, aqueles que precisam ser compreendidos com um significado específico. Esses termos podem estar presentes no início do trabalho, ou incluso nos anexos Construção de Hipóteses Hipótese é uma suposição feita na tentativa de verificar a validade provisória para solução de um problema. A hipótese antecede a constatação dos fatos e sempre conduz a uma verificação empírica. Na pesquisa científica, a hipótese tem dupla função: 1) propor explicações para determinados fatos e 2) orientar a busca das informações. É importante destacar que praticamente não existem regras específicas para a formulação de hipóteses, e dependendo do tipo de pesquisa, não é necessário incluí-las no trabalho. A formulação de uma hipótese, no entanto, necessita de embasamento teórico, que servirá de guia para o desenvolvimento da investigação. Qualquer investigação necessita da formulação de hipóteses, exceto nos estudos meramente exploratórios ou descritivos, pode ser dispensável sua explicitação formal. No caso de pesquisa experimental, por exemplo, a formulação de hipóteses é imprescindível Delimitação da Pesquisa Delimitar a pesquisa significa estabelecer limites para a investigação e estudo. Podemos limitar a pesquisa em relação a: a) ao assunto: se restringir a um tópico, a fim de impedir que se torne ou muito extenso ou muito complexo;

37 37 b) à extensão: torna-se impossível abranger todo o âmbito onde o fato se desenrola; c) outros fatores: meios humanos, econômicos e de curto prazo - que podem limitar o seu campo de ação Amostragem e Seleção dos Métodos e Técnicas A amostra é entendida como uma parcela convenientemente selecionada do universo (população); sendo assim, um subconjunto do universo. É uma técnica utilizada na pesquisa que dispensa atingir todos os elementos envolvidos no nosso campo de levantamento de dados. A escolha do instrumental metodológico dependerá dos vários fatores relacionados com a pesquisa, ou seja, a natureza dos fenômenos, o objeto da pesquisa, os recursos financeiros, a equipe humana e outros elementos que possam surgir no campo da investigação e sua seleção está diretamente relacionada com o problema a ser estudado. Nas investigações podem ser utilizados mais de um método ou uma técnica, e às vezes métodos ou técnicas diferentes daqueles que o pesquisador conhece, mas todos os que forem necessários ou apropriados para determinado caso. Na maioria das vezes, há uma combinação de dois ou mais deles, usados concomitantemente Organização do Instrumental da Pesquisa As obras referentes à pesquisa científica trazem esboços práticos para orientação na montagem dos formulários, questionários, roteiros de entrevistas, escalas de opinião ou de atitudes e outros aspectos, além de dar indicações sobre o tempo e o material necessários à realização da pesquisa. No início das investigações, faz-se necessário preparar os instrumentos de observação, o dossier de documentação relativo à pesquisa: pastas, cadernos, livretos, fichários, resumos de livros, recortes de periódicos, notas e outros materiais necessários à ampliação de conhecimentos, mas cuidadosamente organizados.

38 Teste de Instrumentos e Procedimentos Elaborados os instrumentos de pesquisa, faz-se necessário um testepreliminar ou pré-teste com o fim de averiguar sua validade e executar as correções por ventura necessárias. Este teste dos instrumentos da pesquisa é aplicado sobre uma pequena parte (5 ou 10%). da população (amostra), antes de ser aplicado definitivamente, a fim de evitar que a pesquisa chegue a um resultado falso. Esta aplicação deve ser feita por investigadores experientes, capazes de determinar a validade dos métodos e dos procedimentos utilizados. 3.3 EXECUÇÃO DA PESQUISA Coleta dos dados Exige paciência e perseverança por parte do pesquisador, além de muito esforço pessoal. Acima de tudo, o pesquisador deverá elaborar um documento que sirva para registrar os dados de maneira precisa e que venha a facilitar o acesso, na hora da análise. A cautela na aplicação dos instrumentos de pesquisa é fator fundamental para evitar erros e defeitos resultantes de entrevistadores inexperientes ou de informantes tendenciosos. Dependendo do tipo de pesquisa que se está realizando, e da quantidade de pesquisadores que irão coletar os dados, é necessário um treinamento prévio para que todos usem os mesmo procedimentos na hora da coleta. Diferenças nas instruções, no feedback que é fornecido aos sujeitos, ou até mesmo na maneira de interagir, podem gerar grandes diferenças nos dados coletados, invalidando a pesquisa e a transferência dos resultados para a população em geral. Outro fator importante é a questão da validação dos instrumentos que serão utilizados na coleta de dados. Se o pesquisador vai utilizar-se de um instrumento novo, a ser criado por ele mesmo, esse documento precisa passar por um processo de validação, ou seja, a verificação de que o instrumento de fato consegue absorver as informações que se propõe. Existem tratamentos estatísticos para se validar um instrumento, os quais darão o máximo de certeza ao pesquisador, que aquele

39 39 instrumento específico está bem elaborado. Porém, no caso da realização de trabalhos científicos e monografias, pode utilizar-se de um método mais simples para se validar instrumentos. Neste caso, recomenda-se que o pesquisador crie o seu instrumento, apresentando-o para 2 ou 3 professores que possuem experiência no assunto em questão, para que estes profissionais corrijam o instrumento, sugerindo alterações, as quais irão direcionar o pesquisador na direção proposta pelos objetivos da sua pesquisa. A seguir apresentamos os procedimentos para a realização da coleta de dados, que podem variar de acordo com as circunstâncias ou com o tipo de investigação. Em linhas gerais, as técnicas de pesquisa são: a) coleta documental; b) observação; c) entrevista; d) questionário; e) formulário; f) testes; g) história de vida. Entre estas técnicas as duas mais utilizadas na coleta de dados são a entrevista e os questionários. A entrevista se caracteriza pelo de duas (ou mais) pessoas, a fim de que uma delas obtenha informações a respeito de determinado assunto, mediante uma conversação de natureza profissional. Por outro lado, o questionário se caracteriza por uma técnica de investigação composta por um número mais ou menos elevado de questões apresentadas por escrito às pessoas, tendo por objetivo o conhecimento de opiniões, crenças, sentimentos, interesses, expectativas, situações vivenciadas etc. Quando esse questionário for enviado pelo correio, deixado no local para que os interessados preencham, deve-se anexar uma carta explicitando a natureza da pesquisa, sua importância e a necessidade de obter respostas, tentando despertar o interesse do recebedor, no sentido de que ele preencha e devolva o questionário dentro de um prazo razoável.

40 40 Os questionários podem ser elaborados de maneira que contenham perguntas abertas (o entrevistado elaborará as respostas da maneira que achar conveniente), ou perguntas fechadas (após cada pergunta, haverá uma série de possibilidades de respostas, que o entrevistado deverá escolher como a sua resposta). Não podemos deixar de ressaltar que o uso de questionários não apresenta um grande retorno para o pesquisador, já que de todos os questionários enviados, entregues aos interessados, apenas 30 a 40% retornam preenchidos. Uma das melhores maneiras de se aplicar um questionário, seria através de uma entrevista direcionada, ou seja, o pesquisador reúne os sujeitos que tem interesse em coletar os dados, auxiliando-os em caso de dúvidas de interpretação, à preencher o questionário Elaboração dos Dados Após a coleta dos dados, estes devem ser elaborados e classificados de forma sistemática, respeitando-se alguns princípios básicos: a) seleção: caracteriza-se pelo exame minucioso dos dados coletados. É necessário que o pesquisador submeta-os a uma verificação crítica, a fim de detectar falhas ou erros, evitando informações confusas, distorcidas, incompletas, que podem prejudicar o resultado da pesquisa. Outra medida a tomar é ver se há excesso ou falta de informações, que podem ser complementadas com uma volta a campo. b) tabulação: refere-se à disposição dos dados na forma de tabelas ou gráficos, como meio de facilitar a análise, a compreensão e a interpretação. Com os dados coletados reunidos e sub-divididos em grupos as hipóteses podem ser comprovadas ou refutadas Análise e Interpretação dos Dados Os dados permitem as respostas às investigações, perguntas e comprovação das hipóteses que foram levantadas no início da pesquisa. Na análise, o pesquisador verifica os dados decorrentes do trabalho estatístico, a fim de conseguir respostas às

41 41 suas indagações, e estabelece as relações necessárias entre os dados obtidos e as hipóteses formuladas, que podem ser comprovadas ou refutadas, mediante a análise. Nessa fase da pesquisa são realizadas as ligações entre as fontes bibliográficas sobre o tema pesquisado e os dados coletados. Nesta fase do trabalho, a imaginação, a intuição, a criatividade e a coerência do pesquisador podem auxiliálo na elaboração de como os dados serão descritos e apresentados. Dependendo do tipo de pesquisa elaborada, a análise dos dados deverá utilizar um procedimento estatístico adequado (Teste t; ANOVA, MANOVA; etc) para que se possa obter um resultado condizente e válido. Em algumas situações, os dados poderão ser interpretados através de percentuais Representação dos Dados Ilustrações e figuras As ilustrações utilizadas nos trabalhos científicos têm por função esclarecer, simplificar, tornar clara a compreensão do texto. São formas visuais alternativas que auxiliam para que se efetue uma observação melhor do todo e do destaque que se quer fazer de determinada variável. Podem aparecer sob a forma de figura, tabela, quadro e mapa, desenhos, fórmulas, modelos, esquemas e outros. Servem para elucidar, complementar e enriquecer o texto. As ilustrações precisam ser padronizadas e o esquema de padronização mantido ao longo do texto, conforme critérios das convenções na apresentação de séries estatísticas, unidades convencionais de medidas, arredondamento de números fracionários, indicações de datas e referências, fonte da informação e notas explicativas, quando se fizer necessário As ilustrações devem ficar centradas na página e impressas tão próximas, quanto possível, do trecho no qual são mencionadas no texto. Devem se enquadrar nas mesmas margens do texto. No caso de serem as figuras em grande número e/ou em tamanho, podem ser agrupadas no final do trabalho, em forma de anexos, mantendo-se a seqüência normal na numeração das ilustrações e das páginas.

42 42 As ilustrações são numeradas no decorrer do texto com algarismos arábicos, em uma seqüência própria. O título deve ser breve, mas explicativo, colocado abaixo da ilustração e na mesma margem desta. Escrito em letras minúsculas, excetuando a letra inicial da frase e dos nomes próprios é digitado após a palavra FIGURA, e separado dela por um hífen. Ex.: FIGURA 7 Sistema de abreviaturas em inglês. A legenda é um texto explicativo que acompanha a ilustração e deve ser posta logo abaixo do título. Usa-se a mesma pontuação de uma frase comum. Quando ocorrer que a ilustração já tenha sido publicada anteriormente, devese indicar, abaixo da legenda, dados sobre a fonte (autor, data e página) de onde foi retirada. E deve constar na listagem no final do trabalho. As ilustrações são relacionadas em listas próprias, antecedendo o sumário. FIGURA 2 - EXEMPLO DE ILUSTRAÇÃO COM TÍTULO, LEGENDA E FONTE FIG. 5 Torre Eiffel, em Paris. Construída em 1889, foi considerada, à época, a maior maravilha da engenharia mundial. Fonte: Enciclopédia Delta Universal Vol. 14, p Caso sejam usados gráficos, tabelas, quadros e figuras reproduzidos de outros documentos, é necessária a autorização prévia do autor, bem como a indicação da respectiva fonte de consulta.

43 Figuras Figuras com exceção de tabelas, quadros e gráficos, as ilustrações são sempre designadas e mencionadas no texto como figuras. As figuras compreendem desenhos, fotografias, fluxogramas, diagramas, organogramas, material cartográfico (atlas, mapa, globo, fotografia aérea, entre outros), etc. Devem receber numeração consecutiva em algarismos arábicos. Eventualmente, essas ilustrações podem ser apresentadas em anexo, caso a matéria não seja essencial na discussão do texto, mas sua numeração precisa ser sem interrupção. A abreviatura FIG. Deve ser usada somente no singular, mesmo se estiver se referindo a mais de uma figura. Ex. FIG. 1 e Gráficos GRÁFICO é a representação gráfica das escalas quantitativas recolhidas durante o trabalho de pesquisa. São desenhos constituídos de traços e pontos, numerados com algarismos arábicos. Seu título é precedido da palavra GRÁFICO em letras maiúsculas. A citação no texto deve ser pela indicação GRAF., acompanhada do número de ordem a que se refere. FIGURA 3 EXEMPLO DE GRÁFICO GRÁFICO 4 Atendimento ao turista que visita a ilha do Mel

44 44 Qual a importância que você da para o atendimento ao turista que visita a Ilha do Mel Muito importante 10% 0% 2% Não acho importante O turista não se importa com a qualidade do atendimento 88% O turista gosta de ser bem atendido e sempre observa o bom atendimento Fonte: WESSELEM, Os gráficos que mais informam são os mais simples. Muitas vezes, gráficos muito requintados esteticamente, podem ser pouco sugestivos em relação ao fenômeno pesquisado. Há várias maneiras de representar estatisticamente os dados, os principais são: gráficos em curva; gráficos semilogarítimos e logarítimos; histograma e polígono de freqüência; gráficos em barra e em colunas; gráficos de setores; gráficos polares; pirâmide de idades. Existe, como se viu, uma série bem variada de gráficos estatísticos, que podem formar dois conjuntos: a) gráficos informativos têm por objetivo fornecer ao leitor um conhecimento mais adequado da situação real do problema analisado. b) gráficos analíticos têm por objetivo oferecer ao pesquisador elementos de interpretação, cálculo, inferência e previsões. Observação: Sempre que utilizar dos recursos de gráficos, prestar a atenção para o detalhe das escalas, já que a maioria dos programas utilizados para a sua elaboração, criam os gráficos automaticamente, dependendo dos valores atingidos, podendo

45 45 apresentar escalas diferenciadas para as mesmas variáveis. Sugerimos então que as escalas sejam manipuladas pelo pesquisador, a fim de deixá-las todas uniformes (com os mesmos valores) Tabelas e Quadros As tabelas apresentam informações tratadas estatisticamente. É construída utilizando-se dados obtidos pelo próprio pesquisador em números absolutos e/ou percentagens. Enquanto os quadros contêm informações textuais dispostas em colunas. Sua elaboração tem por base dados secundários, i. é, obtidos de outras fontes, Como exemplo, o IBGE, livros, revistas, jornais, etc. Deste modo, o quadro pode constituir-se a transcrição literal desses dados, necessitando então de indicação da fonte. Tanto as tabelas quanto os quadros devem ser numerados seqüencialmente em todo o trabalho, com algarismos arábicos, de acordo com a norma do IBGE. a) o título - As tabelas e os quadros devem receber um título claro e conciso, sem abreviações, localizado acima deles. Deve conter a designação do fenômeno observado, o local e a época em que ocorrem. Exemplo: Crescimento da agropecuária paranaense no período de Ao contrário das figuras, nas tabelas e quadros, o título deve aparecer na parte superior dos mesmos, precedido da palavra TABELA ou QUADRO e da numeração em algarismo arábico. Ex.: TABELA 2; QUADRO 7. b) o corpo corresponde ao conjunto de linhas e colunas que, tanto para tabelas, quanto para quadros, contém as informações do fenômeno estudado. Utilizam-se linhas horizontais e verticais para separar os títulos das colunas. O cruzamento de uma linha com uma coluna é denominado casa ou célula. Estas casas nunca deverão ficar em branco, mas conter um número ou um sinal convencional. Os sinais convencionais que obrigatoriamente devem ser usados são os seguintes: - _ (traço), quando o dado for nulo; i. é, quando não existir; -... (três pontos), quando não se dispõe do dado;

46 46-0 (zero), 0,0 (zero vírgula zero), 0,00 (zero vírgula zero zero), quando o valor do dado for menor que a unidade ou fração decimal adotada para a expressão do dado. - / ou (travessão ou a conjunção ou), quando os dados anteriores ao símbolo não forem comparáveis aos posteriores; - X, quando o dado for omitido para evitar a individualização da informação. As tabelas e os quadros, com exclusão do título, serão delimitados no alto e em baixo, por traços grossos horizontais. As tabelas não devem ser delimitadas por traços verticais à esquerda e à direita, apenas os quadros conterão estas delimitações. O cabeçalho, colocado na parte superior da tabela ou do quadro, deve indicar o seu conteúdo. Os títulos das colunas podem ser apresentados verticalmente, se necessário, para economizar espaço. A indicação de série temporal consecutiva deve ser por meio de datas inicial e final ligadas por hífen. Exemplos: (refere-se ao período de 2000 a ) Out Dez A indicação de série não consecutiva deve ser feita por meio de datas separadas por barra. Exemplos: 1997/1999 (dados relativos a 1997 e 1999) Mar. 1999/ Out (refere-se aos meses de março e de outubro) A indicação dos anos relativos aos dados numéricos de uma safra abrangendo dois anos deve ser feita por meio de barra entre as datas abreviadas. Exemplo: Safra 2000/2001 (refere-se a uma safra iniciada em 2000 e concluída em 2001). A seguir apresentam-se exemplos de tabela e de quadro.

47 47 FIGURA 4 EXEMPLO DE TABELA TABELA 9 Brasil: Taxas de Urbanização, em Porcentagem 1980/1991 Regiões Incremento no Período 1980/1991 Norte 51,65 57,84 6,19 Sudeste 82,81 88,01 5,20 Sul 62,41 74,12 11,71 Centro-Oeste 67,79 79,16 11,37

48 48 Fonte: SENE, 1998, p.331. FIGURA 5 EXEMPLO DE QUADRO QUADRO 7 - População indígena no Brasil Região Grupos Indivíduos Amazônia Brasil Central Brasil Oriental Região Sul Total Fonte: MARCONI, 2001, p.231 A tabela deve ser elaborada para ser apresentada, preferencialmente, em uma única página. Se não for possível apresentá-la deste modo, poderá ser dividida e colocada em duas páginas, incluindo na primeira, a palavra continua e, na seguinte, a palavra continuação Numerais Nos textos dos trabalhos científicos, os números deverão ser escritos por extenso. Do mesmo modo, para indicar quantidade aproximada e unidades de ordem elevada. Exemplos: " Foram entrevistadas cerca de oitocentas pessoas."; "Na região Z, existem sete milhões de habitantes," Em relação aos números seguidos de unidades padronizadas, deve ser usado o algarismo. Exs.: 10 m 6 cm 8 ml 7 km

49 49 Não usar o número no início das frases. Para expressar porcentagem, adotar o símbolo próprio: %. Usar o símbolo sempre precedido de um número, exemplo: 23%. Nas referências às páginas e volumes de uma publicação, usar sempre os cardinais. Ex.: na página 27; v.3 Nunca usar a letra I (maiúscula) para representar o número um. Para referir o primeiro dia do mês, usar o número ordinal; mas, com relação aos outros dias, usar o cardinal. Exemplos: Primeiro de janeiro No dia 28 de fevereiro Para designar horas do dia, usar sempre numeral cardinal. Exemplos: 9:25 h 13 h 25 min. Os algarismos romanos apresentam certa dificuldade para leitura, recomenda-se substituí-los, sempre que possível, por algarismos arábicos. Exemplos: Grupo 3 Experiência 4 Entrevista Conclusões As conclusões se caracterizam como uma exposição factual sobre o que foi investigado, analisado, interpretado; é uma síntese comentada das idéias essenciais e dos principais resultados obtidos, explicitados com precisão e clareza. É a última etapa da pesquisa, que explicita os resultados finais, e estão vinculados à hipótese investigadas, cujo conteúdo foi comprovado ou refutado. Observação: Recomenda-se que para a elaboração das conclusões, o aluno inicie com uma pequena síntese dos pontos mais importantes da revisão de literatura e os respectivos vínculos com os resultados mais relevantes e aí assim entre nas conclusões do trabalho, as quais podem ser elaboradas no próprio texto ou de forma pontual, por itens.

50 50 4 ARTIGOS CIENTÍFICOS Artigos científicos se caracterizam como técnico-científicos escritos por um ou mais autores, tendo como objetivo divulgar a síntese analítica de estudos e resultados de pesquisas. Os artigos podem ser elaborados de duas maneiras, ou seja, artigos originais quando apresentam abordagens ou assuntos inéditos; e de revisão, quando abordam, analisam ou resumem informações já publicadas.

51 51 5 SEMINÁRIO O Seminário constitui uma das técnicas mais eficientes de aprendizagem quando convenientemente elaborado e apresentado. Para que o seminário surta os efeitos desejados, que inclui o treinamento em grupo, quando esta modalidade é adotada, torna-se indispensável o conhecimento da sua natureza e finalidade, bem como das técnicas de elaboração e apresentação. De acordo com LAKATOS e MARCONI (1992, p. 29) Seminário é uma técnica de estudo que inclui pesquisa, discussão e debate; sua finalidade é pesquisar e ensinar a pesquisar. Essa técnica desenvolve não só a capacidade de pesquisa, de análise sistemática de fatos, mas também o hábito do raciocínio, da reflexão, possibilitando ao estudante a elaboração clara e objetiva de trabalho cientifico. Embora o seminário possa ter uma finalidade especifica, eles possuem duas mais gerais, que são: a) aprofundar o estudo a respeitar de determinado assunto; b) propiciar o desenvolvimento da capacidade de pesquisa, de análise, da reflexão. O Seminário é um procedimento metodológico que supõe o uso de técnicas (uma dinâmica de grupo) para o estudo e pesquisa em grupo sobre assunto predeterminado. É considerado como um método de estudo e atividade didática especifica de cursos universitários, e deve levar todos os participantes a: a) um contato com o texto básico, criando condições para uma análise rigorosa e radical ao mesmo tempo; b) compreensão da mensagem central do texto, de seu conteúdo temático; c) interpretação desse conteúdo, ou seja, a uma compreensão da mensagem de uma perspectiva de situação de julgamento e de uma critica de mensagem; d) discussão da problemática presente explicita ou implicitamente no texto. A técnica de Seminário tem como objetivos: a) ensinar pesquisando; b) revelar tendências e aptidões para a pesquisa; c) conferir espírito cientifico; d) ensinar a utilização de instrumentos lógicos de trabalho intelectual;

52 52 e) levar a dominar a metodologia cientifica de uma disciplina; f) ensinar a coletar material para análise e interpretação, colocando a objetividade acima da subjetividade; g) introduzir no estudo, interpretação e critica de trabalho mais avançado; h) ensinar e trabalhar em grupo e desenvolver o sentimento de comunidade intelectual entre educandos e entre estes e seus professores; i) levar a assumir atitude de honestidade e exatidão nos trabalhos efetuados; j) ensinar a sistematizar fatos e refletir sobre eles. As modalidades de Seminário são: a) clássico: tipo de seminário elaborado e apresentado individualmente, que percorre as mesmas etapas do seminário clássico em grupo. b) clássico em grupo: escolhida o tema, o grupo se reúne, escolhe o coordenador, o secretário, o relator e passa a executar o plano do seminário, cujas etapas devem ser especificadas. Este é o tipo de seminário mais utilizado nos cursos de graduação; c) em grupo: nesta modalidade, formam-se tantos grupos quantos os subtítulos do tema. Após uma reunião geral, em que todos os alunos tomam conhecimento global do assunto a ser pesquisado, um plano geral do seminário é estabelecido. Em seguida, cada grupo cuidará da elaboração e apresentação de um tópico. O Professor assume a função de coordenador dos grupos, orientando os trabalhos de pesquisas e as preparações da exposição orais de cada grupo. A escolha do(s) tema(s) para Seminário deverá recair sobre um tópico de uma disciplina do curso, sobre assunto da atualidade e de interesse da classe ou de cultura geral. Porém, além da escolha do tema, um fator de grande importância no

53 53 sucesso de um seminário é a maneira que a exposição temática será feita. Deve-se valer das mais variadas estratégias: exposição oral, quadro-de-giz, slides, cartazes, filmes, multi-mídia, etc. Tratar da visão global do assunto e, ao mesmo tempo, de um aprofundamento do tema em estudo. Todo tema de um seminário precisa conter, em termos de roteiro, as seguintes partes: introdução ao tema, desenvolvimento apresentação envolvendo explicações, discussão e demonstração e a conclusão. Para a realização de um Seminário é preciso: a) um texto roteiro didático; b) um texto roteiro interpretativo; c) um texto roteiro de questões; d) orientação para preparação do seminário; e) esquema geral de desenvolvimento do seminário; f) normas de apresentação oral e escrita; g) uma conclusão final completa.

54 54 6 CITAÇÕES Citação é a menção no texto, de informação colhida de outra fonte, para esclarecimento do assunto em discussão ou para ilustrar ou sustentar o que se afirma. Devem ser evitadas citações referentes a assuntos já amplamente divulgados, rotineiros ou de domínio público, bem como àqueles provenientes de publicações de natureza didática, que reproduzem de forma resumida os trabalhos originais, tais como apostilas e anotações de aula. As citações podem ser diretas ou indiretas, sejam obtidas de documentos ou de canais informais. No texto, dependendo da linha de pesquisa do estudo em questão, as citações podem ser indicadas pelo sistema alfabético ou pelo sistema numérico (mais utilizado na área biológica). 6.1 CITAÇÃO DIRETA Citação direta é a transcrição literal de um texto ou parte dele, conservandose a grafia, pontuação, uso de maiúsculas e idioma. É usada somente quando um pensamento significativo for particularmente bem expresso, ou quando for absolutamente necessário e essencial transcrever as palavras de um autor. A citação direta obedece, em linhas gerais, às seguintes normas: Citação de até cinco linhas A citação de até cinco linhas deve ser inserida no parágrafo, entre aspas, com o mesmo tipo e tamanho de letra utilizados no parágrafo de texto no qual está inserida. Se o texto original já contiver aspas, estas serão substituídas pelo apóstrofo ou aspas simples. Por exemplo: Marketing é uma filosofia de negócios que estabelece que o propósito fundamental de um negócio é atender aos desejos e necessidades dos clientes. (SEMENIK & BAMOSSY, 1996, p.16)

55 Citação com mais de cinco linhas A citação com mais de cinco linhas, deve aparecer em parágrafo distinto. Inicia no recuo de parágrafo, sem deslocamento para a primeira linha, e termina na margem direita. A segunda linha e as demais são alinhadas sob a primeira letra do texto da própria citação. O texto citado é apresentado sem aspas e deve ser utilizados espaço simples e letra menor (geralmente Times New Roman 11 ou Arial 10). Para destacar o assunto, deve-se deixar um espaço duplo, em banco entre a citação e os parágrafos anterior e posterior. Por exemplo: Um dos pontos mais fundamentais para o desenvolvimento intelectual do ser humano consiste no alargamento, aperfeiçoamento e aprofundamento dos conceitos, dando ao indivíduo uma visão, cada vez mais precisa e adequada, de si e do mundo em que vive. Sob este aspecto, compreende-se, então, que para alguém definir o conceito de alguma coisa, não é apenas repetir palavras talvez já decoradas, mas é manifestar o que sabe sobre esta coisa e que foi aprendido, sobretudo através das experiências. Sob este aspecto, a finalidade do nosso curso é ajudar o aluno a ter um conceito cada vez mais adequado de um projeto de pesquisa. (RUDIO, 1986, p. 20) Citação em rodapé A citação incluída em nota de rodapé deve vir sempre entre aspas, independente de sua extensão, como no exemplo a seguir: No rodapé: 1 [...] a empresa [Ford] está tendo que se adaptar a um mercado muito competitivo, que antes tinha quatro montadoras e hoje tem 11. PORTO, Edson. Ford em chamas. In: Isto é Dinheiro, ed. 072, 13 jan. 1999, p Omissões em citações As omissões são permitidas em citações quando não alteram o sentido do texto ou frase. São Indicadas pelo uso de reticências [...] no início ou no final da

56 56 citação. Quando houver omissões no meio da citação, usam-se reticências entre parênteses (...). 6.2 CITAÇÃO INDIRETA A citação indireta é redigida pelo autor do trabalho com base em idéias de outro autor ou autores. Deve-se sempre indicar a fonte de onde foi tirada a idéia. As citações indiretas podem aparecer sob a forma de paráfrase ou condensação Paráfrase É a expressão da idéia de outro, com palavras próprias do autor do trabalho, mantendo a citação aproximadamente o mesmo tamanho do original. A paráfrase, quando fiel à fonte, é geralmente preferível à uma longa citação direta. Podem ser acrescentados os números das páginas inicial e final do texto lido (parte ou capítulo). É escrita sem aspas, com o mesmo tipo e tamanho de letra utilizados no parágrafo do texto no qual está escrito, como no exemplo a seguir: A lei não pode ser vista como algo passivo e reflexivo, mas como uma força ativa e parcialmente autônoma, a qual mediatiza as várias classes e compete o dominante a se inclinarem às demandas dos dominados (GENOVESE, 1974, p. 26) Condensação É a síntese dos dados retirados da fonte consultada, sem alterar fundamentalmente a idéia do autor. É escrita sem aspas, com o mesmo tipo e tamanho de letra utilizados no parágrafo do texto no qual está escrito, por exemplo: Em Whigs and Hunters, THOMPSON (1977) analisa a sociedade inglesa dos séculos XVIII e XIX, tenta recuperar o espaço da luta de classes, a estrutura do domínio, o ritual da pena capital e dedica especial atenção à hegemonia que a lei estabelece nesse campo.

57 OUTRAS FORMAS DE CITAÇÃO Citação de citação É a menção a um documento ao qual não se teve acesso, mas do qual se tomou conhecimento apenas por citação em outro trabalho, também chamada de citação de terceiro. Devendo ser usada somente na total impossibilidade de acesso ao documento original. A indicação é feita pelo nome do autor original, seguido da expressão citado por ou apud e do nome do autor da obra consultada. Importante: somente o autor da obra consultada é mencionado nas referências bibliográficas, como nos dois exemplos abaixo: Exemplo 1): Segundo HALL e STOLCKE, citados por LAMOUNIER (1984, p. 300), os fazendeiros, a partir da metade do século, já supunham que a força de trabalho escrava teria que ser substituída. Exemplo 2): Segundo HALL e STOLCKE (apud LAMOUNIER (1984, p. 300), os fazendeiros, a partir da metade do século, já supunham que a força de trabalho escrava teria que ser substituída Citação de informação obtida através de canais informais Pode ser originária de palestras, debates, conferências, entrevistas ou ainda de correspondência pessoal, anotações de aula e outros, mas só deve ser usada quando for possível comprová-la, como por exemplo:

58 58 Flávio Suplicy de LACERDA, em discurso proferido em 25 de agosto de 1967, por ocasião do encerramento das comemorações do Dia do Soldado, no Auditório da Reitoria, alertava que a Universidade deveria saber que a plenitude da vida se alcança com o desejo de um futuro e não com a estabilidade, permanente e definitiva, que é o império da melancolia. 6.4 INDICAÇÃO DAS FONTES CITADAS A indicação das fontes citadas pode ser feita por autor (sistema alfabético) ou por número (sistema numérico). Neste último caso segue as regras de referenciação bibliográfica. O sistema escolhido deve ser usado sistematicamente até o final Regras gerais Na indicação das fontes citadas, deve-se observar o seguinte: a) o sobrenome do autor citado é transcrito em letras maiúsculas, no texto, precedido de suas iniciais ou prenomes; ex.: De acordo com A. MARANHÃO,... ou De acordo com Antonio MARANHÃO. b) havendo até três autores, todos têm seu nome grafado em maiúsculas, como por exemplo: Segundo MARCONI e LAKATOS... c) mais de três autores são indicados pelo sobrenome do primeiro, seguido da expressão et alii (abrevia-se et al.) ou e outros; ex.: QUIRK et al. afirmam que...

59 59 d) entidades coletivas podem ser citadas por suas siglas, desde que tenham sido mencionados por extenso, na primeira vez que aparecerem no texto; ex.: Na obra Perspectivas de Abastecimento, da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (1989, doravante citada como SEAB), são encontrados dados... e) no caso de eventos, menciona-se o nome completo, na ordem direta; ex.: Os trabalhos apresentados ao 10 o CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, realizado em Curitiba, em f) Publicações anônimas são indicadas pelo título, sendo a primeira palavra, além do artigo, em caixa alta; ex.:... enquanto nas DANÇAS Populares Brasileiras (1989, p. 188), o fandango... g) Títulos muito longos podem ser citados pelas primeiras palavras seguidas de reticências, desde que à primeira menção tenham sido citados completos; ex.: Isto é afirmado na CORRESPONDÊNCIA Oficial... (1963, p. 27) Sistema alfabético No sistema alfabético, o sobrenome do autor é mencionado em letras maiúsculas, seguidas da data de publicação da obra citada e da página, ou seção, de onde foi retirada a citação, entre parênteses, após a citação. Quando se usa este sistema, não podem ser usadas notas de referência em rodapé. A referência

60 60 bibliográfica completa deve figurar em lista, no final do trabalho, como por exemplo: (SOUZA, 1966, p. 47) Dois autores com o mesmo sobrenome Havendo dois autores com o mesmo sobrenome e mesma data, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes, como no exemplo a seguir: (SILVA, J. C., 1979, cap. 2) (SILVA, M. R., 1979, p. 22) Várias obras do mesmo autor As várias obras de um mesmo autor são diferenciadas pelas datas de publicação. Quando houver coincidência de datas, acrescentar ao ano, letras minúsculas em ordem alfabética. (ALVES, 1979-a, p. 27) (ALVES, 1979-b, p. 97) Número das páginas citadas Nas notas de rodapé, indica-se o número da página citada. Quando forem citadas páginas consecutivas, os números das páginas inicial e final são separados por hífen. Quando as páginas não forem consecutivas, os números são separados por vírgula Mais de uma obra do mesmo autor

61 61 Quando forem citadas duas ou mais obras de um mesmo autor, para distingui-las é necessário incluir pelo menos parte do título, nas notas seguintes à primeira, como o exemplo a seguir: RIBEIRO, Viva o povo... RIBEIRO, Livro... Uma possibilidade de variação, que também pode ser utilizada, quando duas ou mais obras de um mesmo autor são utilizadas, é a aplicação de letras logo após o ano da obra, por exemplo: RIBEIRO (1977-a) RIBEIRO (1977-b) Mais de uma nota da mesma obra Em um mesmo capítulo, a primeira menção a um trabalho é indicada pela referência completa; na segunda e subseqüente, indica-se apenas o sobrenome do autor, seguido do número da página citada. Quando as notas do mesmo autor forem em seqüência, poderão ser usados termos latinos, seguidos do número da página citada. Apud... (= junto a, em) cf. (confer)... (= compare, confira) ibid. (ibidem)... (= na mesma obra) id. (idem)... (= do mesmo autor) inf. ou infra... (= abaixo) loc. cit (loco citato)... (= no lugar citado) op. cit (opere citato)... (= na obra citada) passim... (= aqui e ali)

62 62 7 NOTAS DE RODAPÉ Notas de rodapé são as que aparecem ao pé das páginas em que são mencionadas. Servem para abordar pontos que não devem ser incluídos no texto para não sobrecarregá-lo. Podem ser: a) notas de conteúdo, que evitam explicações longas dentro do texto, prejudiciais à linha de argumentação podendo incluir uma ou mais referências; b) notas de referência, que indicam as fontes consultadas ou remetem a outras partes da obra onde o assunto foi abordado. c) as notas de rodapé são usadas para: d) esclarecimentos; e) citação de autoridade; f) referências cruzadas. As notas de rodapé são apresentadas como segue: a) iniciam na margem de parágrafo, a dois centímetros da margem do texto; b) a segunda linha e seguintes obedecem a margem do texto; c) usam-se tipos menores (tamanho 10) e espaçamento simples entre as linhas; d) a nota de rodapé é sempre indicada por número, seja entre parênteses (1), entre colchetes [1] ou número alto 1 ; e) é separada do texto por um traço de mais ou menos 5 centímetros; f) entre duas notas deixa-se um espaço duplo; g) alíneas e incisos em rodapé são colocados na seqüência do texto; h) a última linha da nota de rodapé de uma folha deve coincidir com a margem inferior estipulada no item 8.3 Margem, deste manual de normas para apresentação de dissertações.

63 ESCLARECIMENTOS As notas explicativas são usadas para apresentação de comentários, explanações ou traduções que não possam ser incluídos no texto por interromper a linha de pensamento. As notas explicativas devem ser breves, sucintas e claras. Exemplo: no texto: Segundo a contabilidade de A Nação, em 1920 o proletariado no Brasil forma um contingente de pessoas 1, contra da grande burguesia. No rodapé: 1 Na realidade, a cifra inclui os pequenos burgueses, já que estes, na época, são considerados aliados da classe operária e, mais que isso, instrumento necessário da revolução proletária: a revolta tenentista, isto é, pequeno-burguesa, é a ante-sala da revolução proletária. 7.2 CITAÇÃO DE AUTORIDADE A nota de referência é usada para indicar a fonte consultada a que se fez menção no texto. Ex.: no texto: Segundo FENELON, a estratégia capitalista de dominação do operário fora das fábricas, foi extremamente complexa e pode ser vista sob inúmeros aspectos e múltiplos ângulos. 2 Ex.: no rodapé: 2 FENELON, Déa Ribeiro. Fontes para o estudo da industrialização no Brasil: Revista Brasileira de História, São Paulo, v. 3, p , mar

64 REFERÊNCIAS CRUZADAS A nota de rodapé é usada para indicar ao leitor outras partes da obra, ou outras obras em que o assunto tenha sido abordado.

65 65 8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS É o conjunto de elementos que permite a identificação individual de documentos impressos ou registrados em qualquer suporte físico, tais como: livros, periódicos e materiais audiovisuais. As referências podem ser indicadas por: a) elementos essenciais: são as informações indispensáveis à identificação de documentos mencionados em qualquer trabalho como autor; título e subtítulo; número da edição; local da publicação; nome da editora; data da publicação da obra, para livros e autor do artigo, título do artigo, título do periódico, local, volume, número, paginação e data, para artigo de periódicos. b) elementos complementares: são informações opcionais que, se acrescentadas aos elementos essenciais, permitem melhor identificação dos documentos como descrição física (número de páginas ou volumes), ilustração, dimensão; série ou coleção; notas especiais; ISBN, ISSN. Na presente norma são abordados os elementos essenciais e complementares. No caso de optar pela utilização de elementos complementares estes devem ser incluídos em todas as referências. 8.1 ORDENAÇÃO E APRESENTAÇÃO GRÁFICA DAS REFERÊNCIAS As referências constituem a relação das fontes citadas pelo autor no texto e sua ordenação pode ser alfabética, cronológica e sistemática (por assunto), com as referências numeradas consecutivamente em algarismos arábicos. Entretanto neste manual, sugerimos a adoção da ordenação alfabética ascendente. Deve-se observar os seguintes aspectos: a) autor repetido. Nos casos em que se referencia mais de uma obra do mesmo autor, substituir o nome do autor das referências subseqüentes, por um traço equivalente a seis espaços. Ex. BASTOS, Celso. Direito constitucional. 12.ed. São Paulo: Saraiva, 2000.

66 66. Constituição comentada. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense, b) localização: As referências bibliográficas podem vir: - em listas após o texto, antecedendo os anexos; - no rodapé; - no fim do capítulo; - antecedendo resumos, resenhas e recensões, quando publicadas independentes do texto. (NBR 6028, 1990). c) espaçamento: as referências devem ser digitadas, usando espaço simples entre as linhas e espaço duplo para separá-las. d) margem: As referências são alinhadas somente à margem esquerda. e) Pontuação, Maiúsculas e grifo: devem ser uniformes para todas as referências e estão detalhados na descrição de cada elemento. Na presente norma a pontuação está definida de acordo com base no Código de Catalogação Anglo-Americano. f) Abreviaturas devem ser conforme a NBR Observação: Caso haja conveniência de referenciar material bibliográfico não citado, deve-se fazer uma lista própria após a lista de referências sob o título: Bibliografia recomendada. (NBR 10719, 1989, p. 13). Não confundir referências com bibliografia, que é a relação alfabética, cronológica ou sistemática de documentos sobre determinado assunto ou de determinado autor. 8.2 TRANSCRIÇÃO DOS ELEMENTOS Forma de Entrada Autor pessoa A entrada é feita pelo último sobrenome do autor, em caixa alta (letras maiúsculas), seguido de vírgula e do(s) prenome(s) e sobrenome(s). Observe-se que: a) Tratando-se de autores de nome em língua espanhola, a entrada é feita pelo penúltimo sobrenome (MENENDEZ PIDAL, R.);

67 67 b) Acompanham o último sobrenome os distintivos como Júnior, Filho, Neto (SILVA NETO, Serafim; CARVALHO FILHO, Vicente); c) Sendo composto o último sobrenome, a entrada será feita pela expressão composta (ESPÍRITO SANTO, P.; MONTE ALEGRE, J.; LEVI- STRAUSS, C.); d) Nos casos de títulos de ordem religiosa a entrada é pela primeira parte do nome, seguida do título religioso correspondente. Ex. EUSÉBIO, Irmão; PIO X, Papa. e) Não são incluídos na referência títulos de formação profissional e de cargos como: Professor, Doutor, etc Um autor CAPEZ, Fernando. Curso de processo penal. 6. ed. São Paulo: Saraiva, Dois autores ALMEIDA, J. da C.; VARGAS, F. Administração financeira. 12. ed. Rio de Janeiro: Campus, Três autores MAMADE, M. V.; CARVALHO, E. C.; CUNHA, A. M. Metodologia científica. 4. ed. São Paulo: Atlas, Mais de três autores Quando existirem mais de três autores, indica-se apenas o primeiro, acrescentando-se a expressão et. al., que quer dizer e outros. ALMEIDA, J. da C. et al. Direito comercial moderno. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2002.

68 68 Em casos específicos tais como projetos de pesquisa científica nos quais a menção dos nomes for indispensável para certificar autoria, é facultado indicar todos os nomes Autor Desconhecido Em caso de autoria desconhecida a entrada é feita pelo título. o termo anônimo não deve ser usado em substituição ao nome do autor desconhecido. EDUCAÇÃO superior no Brasil. Petrópolis: Vozes, Pseudônimos Obras escritas sob pseudônimos devem ter entrada pelo pseudônimo. Conhecendo-se o nome verdadeiro, indicá-lo entre colchetes, depois do pseudônimo. Exemplo: ATHAYDE, Tristão de [Alceu Amoroso Lima]. Debates pedagógicos. Rio de Janeiro: Schmidt, Entidade coletiva Quando a autoria é atribuída a sociedades, organizações, instituições, empresas a entrada é pelo próprio nome transcrito em caixa alta, por extenso. Nos casos de homônimos acrescenta-se a área geográfica, local. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Catálogo de teses e dissertações. Curitiba, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e documentação. Rio de Janeiro, BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Catálogo bibliográfico de obras raras. Rio de Janeiro, BIBLIOTECA NACIONAL (Portugal). Catálogo bibliográfico. Lisboa, 1990.

69 69 As unidades subordinadas são mencionadas após o nome da instituição, separadas por ponto e com iniciais maiúsculas. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Sistema de Bibliotecas. Catálogo de teses e dissertações. Curitiba, Entidades conhecidas por suas siglas podem ter entrada por estas. IBGE EMBRAPA IAPAR Órgãos governamentais de função executiva, legislativa e judiciária tem entrada pelo nome do local de sua jurisdição (país, estado ou município). BRASIL. Ministério da Economia. Secretaria de Contabilidade. PARANÁ.Secretaria Estadual da Educação. SÃO PAULO (Município). Prefeitura Municipal Eventos Científicos Congressos, reuniões, simpósios, conferências têm entrada pelo nome do evento, com indicação do respectivo número em algarismos arábicos, seguido de ponto, ano e local de sua realização, separados entre si por espaço, espaço e vírgula. ENCONTRO BRASILEIRO SOBRE INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA, 1., 1968, Nova Friburgo. CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 10., 1979, Curitiba.

70 Coletâneas Quando a responsabilidade intelectual de uma obra for atribuída a um organizador, editor, coordenador etc., a entrada da obra é feita pelo sobrenome, seguido das abreviaturas correspondentes entre parênteses. Quando houver mais de um organizador ou compilador, deve-se adotar as mesmas regras para autoria. BOSI, Alfredo (Org.). O conto brasileiro contemporâneo. 3. ed. São Paulo: Cultrix, p. SIMONSON, H. P. (Ed.). Administração estratégica. São Paulo: Atlas, COUTINHO, A. (Dir.). Educação ambiental. 5.ed. Brasília:UnB, CÂMARA JÚNIOR, J. M. (Comp.). Manual de comunicação oral e escrita. São Paulo: Atlas, ROGERS, M. C.; PARRILLO, J. E. (Coord.). Estudos filosóficos. Petrópolis: Vozes, Entrada pelo Título Em caso de autoria desconhecida, entrada é feita pelo título. O termo anônimo não deve ser usado como substituto para o nome de autor desconhecido. A primeira palavra do título, com exceção de artigo é transcrita em maiúsculas. ESTUDOS filológicos: homenagem a Serafim da Silva Neto Título O título é reproduzido tal como figura na obra referenciada, devendo aparecer em negrito, itálico ou grifado e, quando necessário, transliterado. Letras maiúsculas só são usadas na inicial da primeira palavra e em nomes próprios. ARAÚJO, J. S. de. Administração de materiais. São Paulo: Atlas, Subtítulo

71 71 O subtítulo deve ser transcrito após o título, quando necessário para esclarecer e completar o título, sem grifo ou negrito, precedido de espaço, dois pontos, espaço. BAGOLINI, L. O trabalho na democracia: filosofia do trabalho. São Paulo: Saraiva, Se há mais de um título, ou se o título aparece em mais de uma língua, registra-se o título que estiver em destaque ou em primeiro lugar. Opcionalmente, pode-se registrar o segundo título separando-o igualdade. do primeiro com o sinal de BERNADRDES, Aline. Fauna brasileira ameaçada de extinção. Rio de Janeiro: Makron Books, u BERNADRDES, Aline. Fauna brasileira ameaçada de extinção = Brazilian fauna threatened with extinction. Rio de Janeiro: Makron Books, Edição O número da edição é indicado quando mencionado na obra, em algarismos arábicos, seguido de ponto e da abreviatura da palavra edição (ed.) na língua da publicação referenciada. ARAÚJO, J. S. de. Administração de materiais. 5. ed. São Paulo: Atlas, Indicam-se as emendas e acréscimos à edição, tal como aparecem na publicação, abreviando-se o que for possível. ( 2.ed. rev.; 10 ed. rev. e atual.) HISTÓRIA de Napoleão, imperador dos franceses. 3. ed. aum. Rio de Janeiro: Campos, As edições com nome, devem ser transcritas como aparecem na publicação. ALENCAR, J. de. Iracema. Ed. do Centenário. Rio de Janeiro: Pioneira, 2000.

72 Imprenta A imprenta, também denominada notas tipográficas, é composta dos seguintes elementos: local, editora e data de publicação Local (cidade) O local de publicação deve ser transcrito na língua da publicação, de forma completa e por extenso, como Rio de Janeiro (e não Rio), São Paulo (e não S. Paulo), London (e não Londres). ARAÚJO, J. S. de. Administração de materiais. 5. ed. São Paulo: Atlas, No caso de cidades homônimas, acrescenta-se o nome do país ou estado. Exemplo: Viçosa, MG Viçosa, RN San Juan, Chile San Juan, Puerto Rico Cambridge, U. K. Cambridge, Mass. Havendo mais de um local de publicação, transcrever o primeiro, ou o que estiver em destaque. Quando o nome da cidade não aparece na publicação, mas pode ser identificado, indica-se entre colchetes. Sendo impossível determinar o local, adota-se a abreviatura [S.l.] (sine loco), entre colchetes. BARBOSA, Julio. Lições de sociologia. [Petrópolis]: Vozes, ALVES, Bernardo. Filosofia. [S.l.]: Vozes, Editora O nome da editora é transcrito como aparece na publicação referenciada, após o local, precedida de dois pontos, espaço. No caso de editoras com nomes

73 73 pessoais, indicam-se os prenomes por iniciais maiúsculas seguidas de ponto, suprimindo-se os elementos que designam a natureza jurídica ou comercial, desde que dispensáveis à sua identificação. ARAÚJO, J. S. de. Administração de materiais. 5. ed. São Paulo: Atlas, A. Pegoraro (e não Prof. Adhemar Pegoraro) J. Olympio ( e não Livraria José Olympio Editora) Havendo duas editoras indicam-se ambas, mencionando seus respectivos locais. No caso de existirem três ou mais, indica-se apenas a primeira ou a que estiver em destaque. Não se indica o nome da editora quando é o mesmo da entrada. ALMEIDA, J. Os caminhos até o paraíso. São Paulo: Paulinas; Petrópolis: Vozes, BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Documentos holandeses. Rio de Janeiro, Quando o nome da editora não aparece na obra, mas pode ser identificado, indica-se o nome entre colchetes. Quando não mencionada na publicação, pode-se indicar o impressor. Na falta de impressor e editora, indicar [s.n.] (sine nomine) entre colchetes. Nos casos em que os nomes do local e da editora não aparecem na publicação, indica-se [S.I. : s.n.], entre colchetes. GONÇALVES, F. A história do Mirador. [S.l.: s.n.], Data Transcrever sempre o ano de publicação em algarismos arábicos, sem espaçamento ou pontuação, precedido de vírgula e espaço. Não sendo possível determinar a data de publicação, distribuição, copyright (ou, aportuguesado copirraite) ou impressão, registrar a data aproximada, entre colchetes:

74 74 [1981?] para data provável [ca. 1960] (cerca de) para data aproximada [197-] para década certa [ 18--] para século certo [18--?] para século provável ARAÚJO, J. S. de. Administração de materiais. 5. ed. São Paulo: Atlas, FLORENZANO, Everton. Dicionário de idéias semelhantes. Rio de Janeiro: Ediouro, [1993] Publicações em mais de um volume Para publicações em mais de um volume, editadas em anos diferente, indicar as datas extremas, separadas por hífen: No caso de obras em curso de publicação, indica-se a data inicial, seguida de hífen: PERREIRA, Caio Mário. Instituições de direito civil. 6.ed. Rio de Janeiro: Forense, v Publicações periódicas Em publicações periódicas, com publicação encerrada indicar a data inicial e final da edição, separadas por hífen. Nos casos de publicação em curso indicar apenas a data inicial hífen, espaço. DESENVOLVIMENTO & CONJUNTURA. Rio de Janeiro: Confederação Nacional da Indústria, Mensal. GESTÃO DE PESSOAS. São Paulo: Abril, Mensal. Os meses devem ser abreviados no idioma da publicação, de acordo com a lista em anexo. Não se abreviam os meses designados por palavras de quatro letras, ou menos. Se a publicação indicar, em lugar dos meses, as estações do ano,

75 75 transcrevê-las como aparecem na publicação. As divisões do ano são transcritas abreviadamente. Summer trim BENNETON, M. J. Terapia ocupacional e reabilitação psicossocial. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, São Paulo, v.4, n.3, p , mar FIGUEIREDO, E. Canadá e Antilhas: línguas populares, oralidade e literatura. Gragotá, Niterói, n. 1, p , 2. sem Descrição física Paginação Quando se tratar de referência da obra no todo, é opcional a indicação do número de páginas. Em referência de capítulos ou partes, é obrigatória a inclusão das páginas inicial e final do capítulo ou parte, que são transcritas por completo, separadas por hífen. No caso de trabalhos acadêmicos, teses, dissertações, etc. indica-se o número de folhas f. 267 p. p f Outras especificações (dimensões, ilustrações, etc.) Na referenciação de material especial, registra-se o número de unidades físicas do material que está sendo referenciado, em algarismos arábicos, seguido da designação específica do material. Sendo necessário, acrescenta-se, entre parênteses, outras especificações. 16 cm x 23 cm. il. 1 disco sonoro (56 min) 2 microfichas (240 fotogramas) 4 mapas 6 mapas em 1 f. 2 cartuchos

76 76 CESAR, A. M. A bala e a mitra. Recife: Bagaço, p., il., color., 16 cm x 23 cm. SILVA, S. A educação no Brasil. Curitiba: Fundação Cultural, f Séries e coleções. Os títulos de série e coleções com sua respectiva numeração, são indicados no final da referência entre parêntese. RODRIGUES, M. O que é arte. São Paulo: Brasiliense, p. il., 13 cm. (Primeiros Passos, n. 46) Notas Informações complementares acrescentadas no final da referência para materiais como teses, entrevistas, notas de aula, etc., detalhadas nos itens MODELOS DE ELABORAÇÃO DE REFERÊNCIAS 8.3.1Livro considerado no todo AUTOR DA OBRA. Título: subtítulo. Numero da Edição. Local de publicação: Editora, ano de publicação. Descrição física. (Série e coleção). Notas. Exemplo: SILVEIRA, I. C. da. O pulmão na prática médica. Rio de Janeiro: Artes Médicas, p., il., color., 16 cm x 23 cm. (Medicina moderna, 212) Livro considerado em partes (capítulos, volumes, fragmentos, verbetes) O título da parte deve ser transcrito sem destaque. A referenciação do documento em que se encontra a parte citada segue as normas de livros, precedida da palavra In, seguida de dois pontos. AUTOR DA PARTE DA OBRA. Título da parte. In: AUTOR DA OBRA Título da obra. Local: Editora, ano. página inicial-final da parte.

77 77 Exemplo: NOGUEIRA, D. Fadiga. In: Moraes, Júlio. Medicina do trabalho. 3.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, v. 2, p Quando o autor de parte da obra ou do capítulo é o mesmo do livro, substitui-se o seu nome por um travessão, equivalente a cinco caracteres ou cinco espaços. Exemplo: HAM, A. W. Microscopia e biologia de células. In:. Histologia. 7. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, p Quando não for necessário destacar o título de parte da obra ou do capítulo, ou quando as partes ou capítulo não tiverem títulos próprios, referencia-se o livro no todo, indicando apenas o capítulo e/ou as páginas da parte consultada, precedidos pela abreviatura correspondente (cap., p.). Exemplo: CABRERAM, A. L. Compostas 3. Tribo: Vernonicae. Itajaí: Herbário Barbosa Rodrigues, p WILDE, O. O retrato de Dorian Gray. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, Cap. 4. No caso de documentos em vários volumes e sendo referenciado apenas um volume que tenha título próprio, este deve ser transcrito após a indicação do número do volume. Exemplo: SOARES, F.; BURLAMAQUI, C. K. Pesquisas brasileiras: 1.º e 2.º graus. São Paulo: Fomar, v.3: Dados estatísticos, microrregiões Verbetes de Enciclopédias e Dicionários VERBETE. In: AUTOR DA OBRA Título da obra. Local: Editora, ano. Número da página da parte.

78 78 CERÂMICA. In: LAROUSSE cultural. São Paulo: Universo, p GEODO. In: GUERRA, A. T. Dicionário geológico-geomorfológico. 4. ed. Rio de Janeiro: Instituto Pan-Americano de Geografia e História, p Partes isoladas AUTOR DA OBRA Título da obra. Local: Editora, ano. Número das páginas consultadas. MORAIS, F. Olga. São Paulo: Alfa-Omega, p. 90,93, 175, Dissertações, Teses, Monografias e Trabalhos Acadêmicos. AUTOR. Título: subtítulo. Ano de apresentação. Número de folhas ou volumes. Notas (Categoria (Grau e área de concentração) Instituição, Local, data. Exemplos: MORGADO, G. Gestão de pessoas f. Dissertação (Mestrado em Administração) Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade de São Paulo, São Paulo, SOARES, J. A Qualidade de ensino nas universidades públicas f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Administração Universitária) Faculdade São Judas Tadeu, São Paulo, CAMPOS, Pedro. Catalogação de fotografias f. Trabalho apresentado como requisito parcial para aprovação na Disciplina Catalogação III, Escola de Biblioteconomia, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Bíblia BÍBLIA. Língua. Título da Obra. Tradução ou versão. Local: Editora, data da publicação. Total de páginas. Notas (se houver). Exemplo: BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução de Padre Antonio de Figueredo. Rio de Janeiro: Britannica, Edição Ecumênica.

79 Bíblia em partes Título da parte. Língua. In: Título.Tradução ou versão. Local: Editora, data da publicação. Página inicial-final. Notas (se houver). Exemplo: BÍBLIA. N. T. Atos. Português. Bíblia Sagrada. Versão de Antonio de Figueiredo. São Paulo: América, Cap.9, vers Normas Técnicas ORGÃO NORMALIZADOR. Título: subtítulo, número da norma. Local, ano, volume ou número de páginas Exemplo: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: resumos. Rio de Janeiro, p Patentes ENTIDADE RESPONSÁVEL e/ou AUTOR. Título da invenção. Número da patente e datas (do período do registro). Indicação da publicação onde foi publicada a patente. Notas. Exemplo: EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI , 26 jun. 1989, 30 maio1995. Revista da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, Brasília, n.216, p Eventos Científicos no todo Congressos, reuniões, simpósios, seminários, conferências e outros. NOME DO EVENTO., número, ano, local. Título... Local de publicação: Editora, data da publicação. Exemplos:

80 80 REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE QUÍMICA, 20, 1997, Poços de Caldas. Química: academia, indústria, sociedade: livros de resumos. São Paulo: Sociedade Brasileira de Química, v. CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, 11., 1986, Belém. Anais... São Paulo: OAB, p Trabalhos Apresentados em Eventos Científicos: AUTOR. Título. In: NOME DO EVENTO, número do evento, ano de realização, local. Título. Local: Editora, ano de publicação. Volume (se houver), página inicialfinal. Exemplo: PEDROSO, N. A educação infantil. In: Congresso Nacional de Educação Escolar, 3, 1989, Sergipe. Anais... Sergipe: CNEE, v.2, p Relatórios Relatórios oficiais Exemplo: NOME DA INSTITUIÇÃO. Título. Loca: Editora, data. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Relatório de atividades Curitiba, governo. No caso de relatórios governamentais, a entrada inclui o nome do chefe de PARANÁ. Governador ( : Mattos). Relatório do presidente da Província do Paraná Francisco Liberato de Mattos na abertura da Assembléia Legislativa Provincial em 7 de janeiro de Curityba : Typ. Lopes, Relatórios Técnicos AUTOR. Título. Local: Editora, data. Paginação. Notas.

81 81 Exemplo: MOURA, M. F.; EVANGELISTA, S. R. M.; TERNES, S. Manutenção de software. Campinas: UNICAMP-FEE-DCA, p. Relatório técnico Documentos Jurídicos Compreende Legislação (constituição, emendas constitucionais, leis, lei complementar, medida provisória, decretos, resoluções, portarias, entre outros) Constituição PAÍS, ESTADO ou MUNICÍPIO. Constituição (data da promulgação). Título. Local: Editora, ano da publicação. Número de páginas ou volume. Notas. Exemplos: BRASIL. Constituição (1998). Constituição da republica Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de ed. São Paulo: Saraiva, p. (Série Legislação Brasileira). BRASIL. Constituição (1998). Emenda constitucional n.º 9, de 9 de novembro de Dá nova redação ao art. 177 da Constituição Federal, alterando e inserindo parágrafos. Lex: legislação federal e marginalia, São Paulo. v. 59, p. 1966, out./dez Leis e Decretos PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Título e número da lei ou decreto, data. Ementa. Dados da publicação divulgadora do documento. Exemplos: SÃO PAULO (Estado). Decreto n.º , de 20 de janeiro de Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo. V. 62, n. 3, p , BRASIL. Medida provisória n.º , de 11 de dezembro de Diário Oficial da República Federativa do Brasil., Poder Executivo, Brasília, DF, 14 de dez Seção 1, p BRASIL. Lei n. 9273, de 3 de maio de Torna obrigatório a inclusão de dispositivo de segurança que impeça a reutilização das seringas descartáveis. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 60, p. 1260, maio/jun., 3. trim Legislação federal e Marginalia.

82 Pareceres, resoluções, portarias, etc. AUTOR (Pessoa ou Instituição). Tipo (resolução, parecer, portaria, etc.) número e data (dia, mês e ano) do parecer. Ementa. Dados da publicação que divulgou o documento. Exemplos: BRASIL. Congresso. Senado. Resolução n.º 17 de Autoriza o desbloqueio de Letras Financeiras do tesouro do estado do Rio Grande do Sul, através de revogação do parágrafo 2.º, do artigo 1.º da Resolução n.º 72, de Coleção de Leis da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, v. 183, p , maio/jun BRASIL. Secretaria da Receita Federal. Parecer normativo, n. 6, de 23 de março de Da parecer no tocante aos financiamentos gerados por importações de mercadorias, cujo embarque tenha ocorrido antes da publicação do decreto-lei n , de 29 de dezembro de Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, p , jan./mar Legislação Federal e Marginalia Decisões judiciais, Acórdãos, Deliberações e Sentenças PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Órgão judiciário competente. Tipo (natureza da decisão ou ementa) e número, partes envolvida (se houver), relator, local, data. Dados da publicação divulgadora do documento. Exemplos: BRASIL. Superior Tribunal Federal. Hábeas-corpus n.º , da 6.ª Câmara Cível do tribunal de Justiça do estado de São Paulo, Brasília, DF, 6 de dezembro de Lex: jurisprudências do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p , mar BRASIL. Tribunal Regional Federal (5.ª Região). Apelação cível n.º PE( ). Apelante: Edilemos dos Santos e outros. Apeada: Escola Técnica Federal de Pernambuco. Relator: Juiz Nereu Santos. Recife, 4 de março de Lex: jurisprudências do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p , mar Publicações Periódicas Publicações periódicas consideradas no todo (Coleção)

83 83 TÍTULO. Local: Editor, ano de início-término da publicação (se houver). Periodicidade. ISSN. Exemplos: ANUÁRIO INTERNACIONAL. São Paulo: AGEV, REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA. Rio de Janeiro: IBGE, Fascículos, suplementos, números especiais: TÍTULO DO PERIÓDICO. Local da publicação: editora, volume, número, mês e ano. No caso de periódicos com título genérico (boletim, informativo, anuário e outros) incorpora-se o nome da entidade responsável. Exemplo: INFORMATIVO MENSAL [DO] BANCO CENTRAL DO BRASIL. Brasília, Publicações Periódicas Consideradas em Parte (Suplementos, Fascículos, Números Especiais) TÍTULO DO PERIÓDICO. Título do fascículo, suplemento ou número especial (quando houver). Local: Editora, número do volume, número do fascículo, data. Número total de páginas do fascículo, suplemento ou número/edição especial. Nota indicativa do tipo de fascículo. Exemplos: CONJUNTURA ECONÔMICA. As 500 maiores empresas do Brasil. Rio de Janeiro: FGV, v. 38, n. 9, set p. Edição especial. PESQUISA POR AMOSTRA DE DOMICÍLIO. Mão-de-obra e previdência. Rio de Janeiro: IBGE, v. 7, Suplemento Artigos de periódicos AUTOR do artigo. Título do artigo. Título do Periódico, local de publicação, número do volume, número do fascículo, página inicial-final do artigo, data.

84 84 Exemplo: MOURA, A. S. de. Direito de habitação às classes de baixa renda. Ciência & Trópico, Recife, v. 11, n.1, p , jan./jun O título do periódico pode ser abreviado de acordo com a NBR 6032 da ABNT, sendo em negrito, grifado ou itálico Artigos de Jornal AUTOR do artigo. Título do artigo. Título do jornal, Local de publicação, data (dia, mês, ano). número ou título do caderno, seção, suplemento, etc., página(s) do artigo referenciado, número de ordem da(s) coluna(s). Quando o título do jornal inclui o nome da cidade, é desnecessário repetir o local (como Folha de S. Paulo, New York Times, Folha de Londrina). Exemplos: BIBLIOTECA climatiza seu acervo. O Globo, Rio de Janeiro, 04 mar , coluna 4. p. 11. MIRANDA, R. Anões que fazem gigantes. Gazeta do Povo, Curitiba, 3 jun VILLAÇA, A. C. Deus é relação de amor, Deus é amante do homem. Minas Gerais, Belo Horizonte, 17 set Suplemento literário, v. 22, n. 2206, p SIMÕES, J. M. Camilo, autor e personagem. O Estado de S. Paulo, 26 maio Cultura, v. 7, n. 512, p Separatas As separatas são referenciadas como monografia considerada em parte, substituindo-se a expressão In por Separata de:. Nas separatas de periódicos, a expressão Separata de: deve preceder o título do periódico Separatas de Livros AUTOR da Separata. Título da Separata de: AUTOR. Título do livro. Local: Editora, ano. página inicial-final. Exemplo:

85 85 LOBO, A. M. Moléculas da vida. Separata de: DIAS, A. R.; RAMOS, J. J. Moura (Ed.). Química e sociedade: a presença da química na actividade humana. Lisboa: Escolar, p Separatas de Periódicos AUTOR da Separata. Título da Separata de: Título do Periódico. Local de publicação, número do volume, número do fascículo, página inicial-final do artigo, data. Exemplo: GIACOMEL, F. Bionomia de Hippopsis quinquelineata Aur. (Coleoptera, Cerambycidae). Separata de: Acta Biologica Paranaense, Curitiba, v. 18, n. ¼, p , Resumos Resumos de Livros AUTOR da Parte da Obra. Título da parte. Local: Editora, ano. Fonte onde foi publicado o resumo. Nota indicativa de Resumo. Exemplos: MIALL, A. D. The geology of stratigraphic sequences. New York: Verlag, Bulletin AAPG, Danvers, v. 82, n. 6, p , June Resumo. ERNEST, C. H.; ZUG, G. R. Snakes in question: the Smithsonian answer book. Herndon: Smithsonian Institution, p. Resumo de: WITWER, M. Herpetological Review, Ontario, v. 29, n. 1, p , Mar Resumos de Artigos de Periódicos Referenciar como a publicação original, seguido da fonte onde foi retirado/publicado o resumo. Nota indicativa de resumo. AUTOR do Resumo Título. Título do periódico, Local de publicação, número do volume, número do fascículo, página inicial-final, data. Título do periódico onde foi citado, Local de publicação, número do volume, número do fascículo, página, data. Número da referência. Nota indicativa de Resumo.

86 86 Exemplos: FRIEDMAN, W. J.; BRUDOS, S. L. On roultes and routlines: the early development of spatial and temporal representations. Cognitive Development, Norwood, NJ, v.3, n. 2, p , Apr Psychological Abstrats, Arlington, v.76, n. 8, p. 1225, Aug Ref Resumo. HAREVEN, T. Tempo de família e tempo histórico. História: Questões & Debates, Curitiba, v. 5, n. 8, p. 3-4, jun Resumo Resenhas, Discussões e Revisões AUTOR da resenha, discussão ou revisão. Título. Título do Periódico, Local de publicação, número do volume, número do fascículo, página inicial-final, data. Nota indicativa de Resenha, Discussão ou Revisão. Exemplos: BOWLES, J. E. Anchored bulkheads: horizontal and sloping anchors, by B. S. Browzin. Journal of the Geotechnical Engineering Division, New York, v. 108, n. GT 12, p , Dec Discussão. WESTPHALEN, C. M.; BEUTIN, L.; KELLENBENZ, H. Grundlagen des Studiums der Wirtschaftsgeschichte. Koeln: Boehlau, Revista de História, São Paulo, n. 54, p. 290, Resenha. Quando a resenha, discussão ou revisão têm título próprio, acrescenta-se nota Resenha de, Revisão de: ou Discussão de:, antecedendo a fonte da qual foi retirada. WACHOWICZ, R. O olhar diferente de Wilson Martins. Nicolau, Curitiba, v. 4, n. 31, p. 27, mar Resenha de: MARTINS, W. Um Brasil diferente: ensaios sobre fenômenos de aculturação no Paraná. São Paulo: T. A. Queiroz, Traduções AUTORIA do documento original. Título.Tradução de: (nome do tradutor). Local: Editora, data. Notas.

87 87 Exemplos: CARRUTH, Jane. A nova casa do Bebeto. Desenhos de Tony Hutchings. Tradução Ruth Rocha. São Paulo: Círculo do Livro, p. Tradução de: Moving house. SAADI. O jardim das rosas... Tradução de Aurélio Buarque de Holanda. Rio de Janeiro: J. Olympio, p., il. (Coleção Rubaiyar). Versão francesa de Franz Toussaint do original árabe Catálogos de Exposições, de Editores e Outros INSTITUIÇÃO/ASSOCIAÇÃO, ORGANIZAÇÃO OU OUTRO. Título. Local, ano. Nota indicativa de catálogo quando não constar no título. Exemplos: BIENAL BRASILEIRA DE DESIGN, 1., 1990, Curitiba. Catálogo oficial. Curitiba, BRITISH COUNCIL. Paperbacks for universities. London, Catálogo de exposição. LANGE & SPRINGER WISSENSCHAFTLICHE BUCHHANDLUNG. International subscription catalogue: 1989/90. Koeln, Entrevistas Entrevistas não publicadas Exemplo: NOME DO ENTREVISTADO. Ementa da entrevista. Local, data. WATKINS, M. Entrevista concedida a Maria Helena Negrão Iwersen. Curitiba, 20 out Quando a entrevista é concedida em função de cargo ocupado pelo entrevistado, acrescenta-se o cargo, a instituição e o local, ao título. Exemplo:

88 88 DECOURT, E. Entrevista concedida pelo Diretor do Centro de Processamento de Dados da Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro. Curitiba, 4 abr Entrevistas publicadas NOME DO ENTREVISTADO. Título da entrevista. Referenciação do documento. Nota indicativa de entrevista. Exemplo: FIUZA, R. O ponta-de-lança. Veja, São Paulo, n. 1124, 4 abr p Entrevista. Pode-se indicar o nome do entrevistador na nota de entrevista, quando de interesse para o trabalho. A nota de entrevista ao final da referência deve ser omitida quando figurar no título. FERREIRA, J. I. A carta de Vitória. Veja, São Paulo, n. 1586, 24 fev p Entrevista concedida a Consuelo Dieguez Convênios NOME DA PRIMEIRA INSTITUIÇÃO. Título. Local, data. Nota indicativa de convênio. Exemplo: FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL. Convênio de cooperação financeira que, entre si, celebram a Fundação Banco do Brasil e a Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2 out A entrada é pelo nome da instituição que figura em primeiro lugar no documento. O local é designativo da cidade onde está sendo executado o convênio. As publicações resultantes de convênios são tratadas como livros e têm entrada pelo nome da instituição responsável pela elaboração da publicação, se não houver autor pessoal Obras Inéditas (Documentos Não Publicados)

89 89 AUTOR. Título. Nota indicativa da origem do documento (palestra, notas de aula e outros). Exemplos: TAVARES, M. H. G. Acesso a bases de dados estrangeiros. Palestra proferida na UFPR, Curitiba, 28 nov SEYFERTH, G. A liga pan-germânica e o perigo alemão no Brasil: análise sobre dois discursos étnicos irredutíveis. No prelo. PARANHOS, W. M. M. R.; CARVALHO, C. A. P. Política de automação para bibliotecas universitárias brasileiras. Trabalho apresentado ao 6. Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, Belém, Documentos de Arquivos AUTOR do Documento. Título. Local, data. Localização. Exemplo: FIGUEIREDO, L. P. de. Notícia do Continente de Moçambique e abreviada relação do seu comércio. Lisboa, 1 dez Arquivo Nacional da Torre do Tombo, maço 604. No caso de serem consultados vários documentos do mesmo arquivo (códices, salas, coleções especiais), a entrada é feita pelo nome do arquivo, podendo haver indicação do período consultado. ARQUIVO HISTÓRICO ULTRAMARINO, Lisboa. Papéis de Sá da Bandeira Atas de Reuniões NOME DA INSTITUIÇÃO, ASSOCIAÇÃO, ORGANIZAÇÃO OU OUTRO, Local. Título e data. Livro número, página inicial-final. Exemplo: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Conselho de Ensino e Pesquisa. Ata da sessão realizada no dia 19 jun Livro 29, p. 10 verso.

90 Documentos sonoros no todo Inclui disco, CD (Compact disc), cassete, rolo, entre outros. AUTOR (compositor, executor, intérprete). Título. Direção artística. Local: Gravadora, data e especificações do suporte (úmero de unidades, suporte, duração, etc.). Exemplo: SIMONE. Face a face. [S.l.]: Emi-Odeon Brasil p CD Documento sonoro em parte AUTOR DA PARTE(compositor, executor, intérprete). Título. In: AUTOR. Título. Local: Gravadora, data e especificações do suporte (número de unidades, suporte, duração, etc.). Exemplo: COSTA, S.; SILVA, A Jura secreta. Intérprete: Simone. In: SIMONE. Face a face. [S.l.]: Emi-Odeon Brasil p CD. Faixa Imagem em movimento Inclui filmes, videocassetes, DVD, entre outros. TÍTULO. Indicação de responsabilidade (Autor, diretor, produtor, roteirista, etc.). Coordenação(se houver). Local: Produtora, data. Número de unidades, duração em minutos, sonoro ou mudo, legendas ou de gravação. Série (se houver). Notas especiais (se houver). Exemplos: OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. Coordenação de Maria Izabel Azevedo. São Paulo: CERAVI, videocassete (30 min), VHS, son. Color. NOME DA ROSA. Produção de Jean-Jacques Annaud. São Paulo: Tw Vídeo distribuidora, videocassete (130 min), VHS, NTSC, son., color. Legendado. Port.

91 91 BLADE Runner. Direção: Ridley Scott. Produção: Michael Deeley. Intérpretes: HarrisonFord; Rutger Hauer; Sean Young; Edward James Olmos e outros. Roteiro: Hampton Fancher e David Peoples. Música: Vangelis. Los Angeles: Warner Vídeo Home.Baseado na novela Do andoids of electric sheep? de Philip K. Dick Documento iconográfico Inclui gravuras, ilustrações, fotografias, desenho técnico, diapositivo (slides), diafilmes, pinturas, transparências, cartaz e outros. AUTOR. Título (na falta deste deve-se atribuir uma denominação ou indicação entre colchetes), data e especificações do suporte (número de unidades, cor, dimensões em cm, redução, etc.). Notas. Exemplos: KOBAYASHI, K. Doenças dos xavantes fotografia, color. 16 cm x 56 cm. O QUE acreditar em relação à maconha. São Paulo: CERAVI, transparências, color., 25 cm x 20 cm. MATTOS, M. Paisagem-Quatro Barras original de arte, óleo sobre tela, 40 cm x 50 cm. Coleção particular. DATUM CONSULTORIA E PROJETOS. Hotel Porto do Sol São Paulo: ar condicionado e ventilação mecânica: fluxograma hidráulico, central de água gelada. 15 de jul Projeto final. Desenhista: Pedro. N. da obra: 1744/96/Folha 10. LA FRANCE physique et économique: classes élémentaires et de transition. Paris: Sermap, slides, color., 5 x 5 cm., Acompanha texto. SANEAMIENTO en el matadero: partes I y II. Washington, D.C.: Organización Panamericana de la Salud, diafilme (96 fotograma); 35 mm. FOREST SCIENCE. Bethesda: Society of American Forester, v. 6-9, bobina de microfilme; 35 mm. CARDIM, M. S. Constitui o ensino de 2 o grau regular noturno uma verdadeira educação de adultos? Curitiba, Dissertação (Mestrado em Educação) Setor de Educação, Universidade Federal do Paraná. 3 microfichas, redução 1: No caso de microfilmes, sendo em negativo, usar a abreviatura neg., após o número de unidades físicas, precedida de dois pontos.

92 Documento cartográfico Inclui materiais como Atlas, globo, mapa, fotografia aérea e outros. AUTOR. Título. Local: Editora, ano. Designações específicas (número de unidades, cor, dimensões, escala). Exemplos: ATLAS Mirador Internacional. Rio de Janeiro: Enciclopédia Britânica do Brasil, atlas. Escalas variam. INSTITUTO GEOGRÁFICO E CARTOGRÁFICO (São Paulo, SP). Projeto Lins Tupã: foto aérea. São Paulo, fotografia aérea.escala 1: Fx 28, n.15. BRASIL e América do Sul. São Paulo: Mihalany, mapa, color., 79 cm x 95 cm. Escala 1: BRASIL e América do Sul. São Paulo: Mihalany, globo, color., 115 cm. Escala 1: Partituras AUTOR. Título. Local: Editora, data. Designação específica (número de unidades). Instrumento. Exemplos: GALLET, Luciano (Org.). Canções populares brasileiras. Rio de Janeiro: Carlos Wehns, partitura (23 p.). Piano. BARTÓK, Bela. O mandarim maravilhoso. Wien: Universal, partitura. Orquestra Documento tridimensional Inclui esculturas, maquetes, objetos e respectivas representações (fósseis, esqueletos, monumentos, animais empalhados, objetos de museus, etc.) AUTOR. Título (na falta deste indicar uma denominação ou indicação Sem título, entre colchetes), data. Especificações do objeto (número de unidades, tipo de material, etc.).

93 93 Exemplos: DUCHAMP, Marcel. Escultura para viajar, escultura variável. DUCHAMP, Marcel. Escultura para viajar, escultura variável, borracha colorida e cordel. Original destruído. Cópia por Richard Hamilton, feita por ocasião da retrospectiva de Duchamp na Tate Gallery (Londres) em Coleção de Arturo Schwartz. Tradução de: Sculpture for travelling. BULE de porcelana. (China: Companhia das Índias, 18--]. 1 bule Cartas AUTOR DA CARTA. Ementa da carta. Local, data (dia, mês e ano). Paginação. Exemplos: SILVEIRA, Maria. Carta para a empresa TAM. Curitiba, 07 de jul f. CAROLLO, C. (Org.). Correspondência inédita de Nestor Victor dos Santos a Emiliano Perneta Letras, Curitiba, n.25, p , Selos PAÍS. Título (correspondente ao motivo). Ano. Número de unidades físicas, valor. (Série). Notas (se houver necessidade). Exemplos: BRASIL. Ametista selo, R$ 1,50. (Mineralogia. Temas brasileiros). BRASIL. Homenagem a Fauna brasileira selo, R$ 0,63. Ilustração de José Maria FAX AUTOR DO FAX. Ementa do fax. Local, data (dia, mês e ano). Descrição física. Notas (se houver necessidade). Exemplo: GOMES, Pedro. Fax para Dr. José da Silveira Martins. São Paulo, 05 de mar f.

94 Lápides Inscrição da pedra ou placa. Descrição física. Localização: (Cemitério, quadra, rua, túmulo, cidade, estado, etc.) Exemplo: Jorgina da Silveira, *12/01/ /03/ placa em granito. Localização: Cemitério Jardim da Saudade, quadra3, rua 5, túmulo 19. São Paulo(SP) Bula de remédio. NOME COMERCIAL DO MEDICAMENTO: nome genérico. Responsável técnico. Local: Laboratório/Fabricante, ano. Nota indicativa da bula. Exemplo: TYLENOL: paracetamol. Nilton Azevedo. São José dos Campos: CILAG Farmacêutica, Bula Comerciais (Propaganda e Publicidade) AUTOR. Título (Nome do produto, serviço, etc.). Editor, Produtor (se houver), data (dia, mês, ano). Nota indicativa da propaganda ou publicidade. Exemplos: GUARANÁ Quat. 03 abr Propaganda. BRASIL. Ministério da Saúde. Diga não às drogas. 15 jun Publicidade. 8.4 DOCUMENTOS EM MEIOS ELETRÔNICOS Arquivos Eletrônicos Arquivo de Dados e Textos (Criados no Computador) AUTOR DO ARQUIVO. Nome do arquivo.extensão. Ementa. Depositária (se houver). Local, data (dia, mês, ano ). Descrição física (número de unidades, tipo do suporte, etc.). Programa gerador. Notas.

95 95 Exemplos: SÃO PAULO. Secretária de Energia. Coordenadoria do Sistema de Informações Energéticas. Balanço energético do Estado de São Paulo : ano base São Paulo, disquete 3 ½. MASTERS, T. Advance algorithms for neural networks: C+ + sourcebook. New York: J. Wiley, disquete 3 ½. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Sistema de Bibliotecas. Normas.doc. Normas para apresentação de trabalhos. Biblioteca Central. Curitiba, 07 mar disquetes 5 ¼ pol caracteres. Word 5.0. KRAEMER, L. L. B. Apostila.doc. Curitiba, 13 maio arquivo (605 bytes); disquetes ½ pol. Word for Windows 6.0. COMPUTER ASSOCIATES. CA-Open ROAD development Ingres: release W4GL 3.0. Island, Fita magnética DAT 2 GB, 4mm Softwares (Programas Eletrônicos) e Assemelhados Programa AUTORIA DO PROGRAMA. Nome do programa e versão. Local, ano. Discrição física; tipo de suporte. Nota indicativa sobre aplicação do programa. Exemplo: MICROSOFT CORPORATION. Windows 3.1. redmond, Wa, c disquetes (8 Mb); 5¼ pol caracteres. Word Conjunto de Softwares Item que contém diferentes tipos de materiais que, por necessidade de armazenagem e recuperação, devem ser mantidos juntos. AUTORIA. Título e versão. Local: Editor/Produtor, ano. Descrição física; tipo de suporte. Notas: indicação dos elementos que compõem o conjunto de software. Exemplo:

96 96 MICROSFT CORPORATION. Microsft projet for Windows 95. version 4.1: project planning software. Redmond, Wa, Conjunto de software: 3 disquetes 3 ½, 2 fitas magnéticas DAT 2GB, 4mm, 3 folhetos e 5 manuais Bases de Dados em CD-ROM no todo AUTOR.Título.Local: Editora, data. Tipo do suporte. Notas. Exemplos: INSTITUTO BRASILEIRA DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Bases de dados em ciência e tecnologia. Brasília, n. 1, CD-ROM. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS. Catálogo da Produção intelectual da UFSCar. Ed. Preliminar. São Carlos, CD-ROM. MARK, J. E. ( Ed.). Physical properties of polymers handbook. Woodbury, NY: American Institute of Physics, CD-ROM Bases de Dados em CD-ROM partes de documentos AUTOR DA PARTE. Título da parte. In: AUTOR DO TODO. Título do todo. Local: Editora, data. Tipo do suporte. Notas. Exemplos: SILVEIRA, Josefa. Redes de computador. In: INSTITUTO BRASILEIRA DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Bases de dados em ciência e tecnologia. Brasília, n. 1, CD-ROM Resumo Obtido em Base De Dados MUIR, D. D.; HUNTER, E. A.; DALAUDIER, C. Association of the sensory properties of commercial, strawberry flavoured fermented milks with product composition. International Journal of Dairy Technology, v. 50, n. 1, p , Food Science and Technology Abstracts, Chiswisk, Mar Ref PO153. Resumo. 1 CD-ROM. CERNY, V. Mammals as source of ectoparasites in tows. Folia Parasitologica (Ceske Budejovice), v. 26, n. 1, p , Biological Abstracts, Philadelphia, Ref Resumo. 1 CD-ROM.

97 Eventos Científicos Eventos considerados no todo Exemplos: SIGGRAPH96: Visual Proceedings, 1996, New Orleans. Proceedings...New Orleans: ACM SIGGRPH, CD-ROM. ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 6., 1996, Piracicaba. Anais... Piracicaba: UNIMPE/ABEPRO, CD-ROM Trabalhos Apresentados em Eventos Científicos AZEVEDO, R. R. Hidrogeologia da área de proteção ambiental APA de Mangue Seco BA. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ÁGUAS SUBTERRÂNIAS, 9., 1996, Salvador. Relação de trabalhos. Salvador: ABAS, p CD- ROM Publicações Periódicos Periódicos Considerados no Todo (Coleção) TÍTULO. Local: Editor, ano de início-término da publicação (se houver). Periodicidade. ISSN. Tipo de suporte. THE JOURNAL CHEMICAL PHYSICS. Woodbury, NY: American Institute of Physics, v , Jan./Dec. 1 CD-ROM Artigos de Periódicos AUTOR do artigo. Título do artigo. Título do Periódico, local de publicação, número do volume, número do fascículo, página inicial-final do artigo, data. Tipo de suporte. XIAO, L.; COKER, D. F. Nonadiabatic dynamical studies of the rotational RAMAN spectrum of H 2 in water. Journal of Chemical Physics, Woodbury, v. 102, n. 3, p CD-ROM

98 98 GUERON, S., DEUTSCH, M. Single=projection radiography for moncircular symmeries generalization of Abel transform method. Journal Applied Physics, Woodbury, v. 79, n. 12, p CD-ROM. MADAN, J. J.; WELLS, M. J. Cutaneous respiration in Octopus vulgaris. Journal of Eperimental Biology, Cambridge, v. 119, n. 11, CD-ROM Documentos de acesso exclusivo Online AUTOR. Título (assunto). Disponível em: <endereço> acesso em: (dia, mês e ano). Exemplos: MOURA, G. A. C. de M. Citação de referências e documentos eletrônicos. Disponível em: <http://www.elogica.com.br/users/gmoura/refere.html> Acesso em: 09 out PREFACE to representative poetry on line: version 2.0, Disponível em <http//library.otoronto.ca/www/utel/rp/intro.html> Acesso em: 17 jan UIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO. Núcleo de Processamento de Dados. Curso-NPD/UFES, Disponível em: <http://www.npd1.ufes.br/~cursos/> Acesso em: 02 mar GATES, G. Shakespeare and his Muse. Disponível em: hftp://ftp.guten.net/bard/muse.txt.> Acesso em: 01 out REDE NACIONAL DE PESQUISA (Brasil). Histórico da Rede Nacional de Pesquisa. Disponível em: <gopher://cocada.nc-rj.tnp.br:70/00/infomp/como/começou> Acesso em: 19 maio Lista de Discussão (Listserver) AUTORIA. Título da lista. Disponível em: <endereço eletrônico> Acesso em: data (dia, mês, ano). Exemplos: PRECOME. Top tem rules of films criticism. Discussion on All Forms of Cinema. Disponível em: Acesso em: 01 abr LISTSERVER de Bibliotecas Virtuais. Disponível em: Acesso em: 15 dez

99 (Comunicação Pessoal) As mensagens veiculadas por correio eletrônico têm caráter informal, impessoal e efêmero, não sendo recomendável seu uso como fonte científica ou técnica de pesquisa. AUTOR DA MENSAGEM. Título da mensagem (quando houver) ou Título atribuído. [tipo de mensagem]. Mensagem recebida por: < do destinatário> em: data ( dia, mês, ano ). Exemplos: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca de Ciências e Tecnologia. Chemical Abstracts. [mensagem de trabalho]. Mensagem recebida por: em: 07 ago RESMER, M. J. Citação de documentos eletrônicos. [mensagem de trabalho]. Mensagem recebida por: em: 21 out CANEPARO, L. Notícias e novidades. [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por: < em: 25 ago Publicações Periódicas Online Publicações Periódicas Considerados no Todo ( Coleção ) TÍTULO. Local: Editor, ano de início-término da publicação (se houver). Disponível em: <endereço eletrônico> Acesso em: (dia, mês, ano) JOURNAL OF TECHNOLOGY EDUCATION. Virginia (Va): Polytechnic Institute and State University Disponível em: <gopher://borg.lib.vt.edu:70/1/jte> Acesso em: 15 mar Artigos Periódicos AUTOR do artigo. Título do artigo. Título do Periódico, local de publicação, número do volume, número do fascículo, página inicial-final do artigo, data. Disponível em: <endereço eletrônico> Acesso em: (dia, mês,ano). INADA, K. A Budist response to the nature of human rights. Journal of Buddhist Ehnics, v. 2. n. 195,. Disponível em: <http://www.cac.psu.edu/jbe/two cont.html.> Acesso em: 21 jun

100 100 ECK, H. J. Van et al. The inheritance and chromosonal localization of AFLP markers in a non-inbred potato offspring. Molecular Breeding, Disponível em: <gopher://nightshade.cit.cornell.edu:71/0r /.SilGenes/database> Acesso em: 08 maio FIGUEIRA, S. Remendo na contas: governo baixa medidas na tentativa de reduzir o roubo de R$ 51 bilhões o Sistema Financeiro de Habitação. ISTO É, São Paulo, n. 1409, 01 out Disponível em: <http://www.uol.com.br//istoe/economia/ htm> Acesso em:03 out Artigos de jornais AUTOR do artigo. Título do artigo. Título do jornal, Local de publicação, data (dia, mês, ano). número ou título do caderno, seção, suplemento, etc., página(s) do artigo referenciado, número de ordem da(s) coluna(s). disponível em: <endereço eletrônico> Acesso em: (dia, mês, ano). VILLASCHI FILHO, A. Vantagens do atraso. Gazeta On line, Vitória, 3 out Disponível em: <http://www.redegazeta.com.br/homepage/opi/03op1/htm> Acesso em: 03 out SUPREMO dos EUA julga internet. Correio Braziliense, Brasília, DF, 20 mar C. Mundo, 2 f. Disponível em: Acesso em: 20 mar TAVES, R. F. Reajuste vai ser pago com o salário de agosto. Disponível em: <http://www.oglobo.com.br/pais80htm. Acesso em: 30 jul Eventos Científicos SILVA, R. N.; OLIVEIRA, R. Os limites pedagógicos da qualidade total na educação. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPE, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Disponível em: > Acesso em: 21 jan

101 101 9 FORMATAÇÃO DO TRABALHO Na formatação do texto devem ser observados os seguintes itens: 9.1 PAPEL Deve ser utilizado papel branco, formato A4 (21,0 cm x 29,7 cm). 9.2 DIGITAÇÃO A digitação do trabalho deve prever: a) utilização de um só lado do papel; b) espaço 1,5, tipo de letra Times New Roman, fonte 13 no corpo do trabalho e fonte 11 para citação direta de mais de 5 linhas. Obs.: o resumo, as notas de rodapé, as citações longas do texto, devem ser apresentadas em espaço simples; c) alinhamento da margem direita (justificado), evitando separações silábicas com barras ou outros sinais. 9.3 MARGEM E ESPAÇAMENTO De modo a permitir uma boa visualização do texto, assim como reprodução e encadernação corretas devem ser observadas as recomendações a seguir: Margens Esquerda 3,0 cm Direita 2,5 cm Superior 2,5 cm Inferior 2,5 cm Espaçamento Cada capítulo deve ser iniciado em uma nova página. O mesmo espaçamento observado entre cabeçalhos e textos deve ser obedecido entre o

102 102 término de um item e o cabeçalho do item seguinte, e assim consecutivamente, da introdução à conclusão do trabalho. 9.4 ESTRUTURAÇÃO DO TRABALHO Neste capítulo serão descritas técnicas para elaboração dos elementos prétextuais e corpo de texto que irão compor o trabalho em desenvolvimento. Serão apresentadas aqui as normas para desenvolvimento de trabalhos escritos segundos a ABNT. Os anexos... contêm exemplos de alguns dos itens mencionados neste capítulo, desenvolvidos de acordo com as normas apresentadas Roteiro Padrão Os trabalhos individuais ou em grupo, monografias, trabalhos finais de graduação, relatórios de pesquisa e iniciação científica solicitados pelo corpo docente como processo de avaliação de suas disciplinas deverão possuir os seguintes itens, na ordem descrita a seguir: a) capa; b) folha de rosto; c) errata; d) folha de aprovação (quando necessário); e) dedicatória (opcional); f) agradecimentos, oferecimentos (opcional); g) epígrafe (opcional); h) resumo; i) abstract; (se desejado); j) lista de ilustrações (figuras, fotos, etc.) k) lista de tabelas; l) lista de abreviaturas ou siglas; m) lista de símbolos;

103 103 n) sumário; o) texto; p) referências bibliográficas. q) glossário (se necessário); r) apêndices (se necessário); s) anexos (se necessários); Elementos pre-textuais Capa A capa do trabalho deverá conter informações que identifiquem o instituição, título e data (mês e ano) do trabalho em desenvolvimento. No anexo A apresenta-se um modelo que serve de base para confecção da capa: a) Unidade de ensino (identificação da instituição, coordenação e curso) b) Título do trabalho em negrito c) Local (cidade e estado) d) data (ano da defesa ou da apresentação do trabalho) Folha de Rosto É a fonte principal de identificação, que contém dados mais completos. Nela, são repetidas as informações da capa (em posição contém os elementos de identificação do trabalho): e) Unidade de ensino (identificação da instituição, coordenação e curso) f) Título do trabalho em negrito g) Nome completo do candidato h) Natureza do trabalho apresentado (como por exemplo: Trabalho Final de Graduação, Relatório de Pesquisa, Plano de Trabalho, etc.) i) Orientador (qualificação e nome completo) j) Co-orientador (se houver)

104 104 k) Local (cidade e estado) e data (mês e ano da defesa ou da apresentação do trabalho) Verso da Folha de Rosto: parte posterior da página deve conter a ficha catalográfica, de acordo com O Código de Catalogação Anglo- Americano 2. No ANEXO A, apresenta-se um modelo que serve de base para confecção da folha de rosto Errata Consiste em uma lista de erros tipográficos ou de outra natureza, acompanhados de suas correções e indicação das folhas e linhas em que aparecem no trabalho. Deve apresentar em seu rodapé a referência do trabalho. (ANEXO A) Folha de Aprovação (Termo de aprovação) Colocada logo após a folha de rosto, constituído pelo nome do autor do trabalho, título do trabalho e subtítulo (se houver), natureza, objetivo, nome da instituição a que é submetido, área de concentração, nome, titulação, assinatura dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem e data de aprovação. O NPP preparará este documento para ser anexado ao trabalho final. (ANEXO A) Dedicatória Quando o texto for longo, inicia-se com parágrafo, a partir da metade inferior da página, com letra e entrelinhamento normal. Quando o texto for curto, começa na parte inferior direita da página, com letra e entrelinhamento normal. (Obs: Não aparece título na página, apenas o texto.)

105 Agradecimentos Quando o texto for longo, usa-se o título AGRADECIMENTOS, centralizado, na primeira linha da página, escrito em letras maiúsculas negritadas, tamanho normal, separado por uma linha em branco do texto, que deverá ser escrito com letra e entrelinhamento normal. Quando o texto for curto, começa-se na parte inferior direita, com letra no mesmo formato anterior. A última linha dos agradecimentos deve estar posicionada na última linha da margem inferior Epígrafe Frase que serve de tema a um trabalho. Aparece, sem o título, em folha distinta, antes do sumário, se ela se referir ao trabalho todo. Se ela se reportar a apenas uma seção primária (ou capítulo), deve vir abaixo do título da(o) mesma(o). Em ambos os casos, é transcrita com letra e entrelinhamento menor e sem aspas. A indicação da autoria, quando conhecida, aparece após a epígrafe, com alinhamento à direita Resumo (Ver itens 2.2.1, e ) Abstract Em caso de trabalho de grande vulto, deve ser acompanhado de tradução do resumo em língua estrangeira, sendo opcional para o Trabalho de Conclusão de Curso Lista de ilustrações (gráficos, diagramas, lâminas, etc.)

106 106 Relacionar as figuras na ordem em que aparecem no texto indicando, para cada uma, o seu número, legenda e página onde se encontra. Ver Anexo Lista de tabelas Relacionar as tabelas na ordem em que aparecem no texto indicando, para cada uma, o seu número, legenda e página onde se encontra. Ver Anexo Lista de abreviaturas ou siglas Todas as abreviaturas ou siglas devem ser ordenadas alfabeticamente e seguidas de seus respectivos significados, de acordo com as recomendações da ABNT, NBR ou NB 887/89 e a NBR Ver Anexo Lista de símbolos Relacionar os símbolos utilizados na ordem em que aparecem no texto, acompanhados de seus respectivos significados. Ver Anexo Sumário Relaciona as principais divisões e seções do texto, na mesma ordem em que foram elaboradas no corpo do trabalho apresentado ver ANEXO A. O sumário deverá ser localizado imediatamente após as listas. É aconselhável o uso do sistema de numeração progressiva para numerar as divisões e subdivisões do texto, conforme a norma NBR-6022 da ABNT. No caso do trabalho ser apresentado em mais de um volume, cada um deve conter o sumário geral da obra, bem como seu próprio sumário, ocupando páginas consecutivas.

107 Elementos Textuais O texto é a parte do documento onde o conteúdo é apresentado e desenvolvido. Com relação ao estilo da redação, o trabalho deve ser escrito em linguagem impessoal, na terceira pessoa e ser também inteiramente consistente, isto é, uma convenção ou critério usado em uma página deve ser mantido em todo o texto. A concisão e a clareza do texto ficam inteiramente sob a responsabilidade do orientador, o qual orientará o aluno nas modificações que considerar necessárias. Geralmente consiste em: introdução, revisão de literatura, desenvolvimento e conclusão, divididos em capítulos, conforme a natureza do assunto Introdução Na Introdução, deverá ser redigido um texto inicial sobre o tema do trabalho, a fim de proporcionar ao leitor um primeiro contato com o assunto relatado. Para Planos e Relatórios de Estágios a introdução deve contemplar os itens descritos a seguir: a) descrição da Unidade Concedente do Estágio Deverá ser descrito nesta seção o nome da unidade concedente do estágio, o setor e o responsável na empresa (supervisor). c) contexto da Situação na Empresa Uma situação empresarial pode ser contextualizada a partir de um problema ou uma oportunidade de melhoria. Um problema ou uma oportunidade de melhoria podem ser definidos tanto a partir da observação, como da teoria, ou ainda um método que se queira testar. No contexto de um projeto de prática profissional, um problema é uma situação não resolvida, mas também pode ser a identificação de

108 108 oportunidades até então não-desenvolvidas pela organização. Para se levantar a descrição de uma situação-problema e/ou oportunidade de melhoria deve-se: a) caracterizar a organização, historiando sua evolução e apresentando dados sobre sua situação atual; Exemplo: A Companhia XYZ foi criada no dia 23 de Janeiro de 1963, para cuidar das ações de saneamento básico. Em 1976, foi instituída a Fundação XYZ, para prestar serviços assistenciais aos seus empregados e dependentes. Como negócio principal, a Fundação tem a gestão de contratos de Planos de Saúde e de Programas Assistenciais no segmento de auto-gestão. b) caracterizar o ambiente (mercado); Exemplo: Possui como público-alvo as distribuidoras de petróleo, as quais necessitam de controle (que a Agência Nacional de Petróleo exige) dos combustíveis que são comercializados. Hoje conta com uma carteira de dez clientes fixos, como a YKYK Distribuidora de Petróleo LTDA; ZWZW Distribuidora de Petróleo LTDA; TWTW Distribuidora de Combustíveis; XZXZ Distribuidora de Petróleo LTDA; dentre outras. c) historiar os antecedentes do problema ou oportunidade de melhoria, referindo-se às causas, se possível; Exemplo: A necessidade de implantar a melhoria no setor de pintura do equipamento surgiu quando se percebeu que os equipamentos não tinham aspecto agradável visualmente, considerando sua importância no mercado de combustíveis, pois a tinta descolava da superfície e a camada não apresentava resistência contra o manuseio, impactando diretamente na falta de proteção contra a corrosão. d) apresentar evidências sobre os efeitos do problema/oportunidade de melhoria em aspectos da organização; Exemplo: Foram consultados os clientes que possuíam equipamentos já instalados, e constatou-se que o pior índice de satisfação estava na aparência e durabilidade da pintura. Como a satisfação do cliente é fator decisivo para implementar melhorias e para manter o nome da empresa como líder absoluto neste segmento, procurou-se a melhor marca de tinta disponível no mercado e) identificar para quem a situação representa um problema/oportunidade de melhoria (direção da organização, um ou mais departamentos ou seções);

109 109 Exemplo: Com isto, iniciou-se um processo de aprendizado, que envolveu a gerência de processo e os colaboradores responsáveis pela operacionalização. f) estabelecer o foco do estágio e seus limites (de que ângulo, sob que perspectiva deseja tratar o problema/oportunidade de melhoria); Exemplo: O foco do estágio foi definido na melhoria da qualidade do acabamento dos equipamentos fabricados na planta ABAB, estabelecendo uma camada do filme de tinta entre 90 e 120 µ, a qual garante a proteção anticorrosiva Objetivos O objetivo é definido como alvo ou desígnio que se pretende atingir (Novo dicionário Aurélio, 1986). Estabelecer os objetivos é fixar padrões de sucesso pelos quais seu trabalho será avaliado. Dividem-se em: a) geral- define o propósito do trabalho de uma forma geral, traduzindose na finalidade do trabalho. b) específicos- a formulação de um objetivo geral não é suficiente para dar a idéia de como o trabalho será desenvolvido. O objetivo geral é formulado de forma genérica o suficiente para abranger vários objetivos específicos. Assim, os objetivos específicos são uma composição natural do objetivo geral, ou seja, dividi-lo mais especificamente para compreensão do leitor sobre a finalidade do estágio Justificativa Justificar é apresentar razões para a própria existência do trabalho. Esta seção é importante porque, por um lado, obriga o autor a refletir sobre sua proposta de maneira abrangente e, por outro lado, o faz situar-se na problemática. Em termos gerais é possível justificar um trabalho (estágio) através de sua importância, relevância para a sociedade, oportunidade e viabilidade.

110 Metodologia Científica A metodologia descreve as etapas e como o trabalho foi realizado, ou seja, quais os métodos, técnicas e procedimentos utilizados. Algumas sugestões seguem abaixo: a) pesquisa: normalmente as pesquisas são do tipo descritiva e/ou exploratória; b) técnicas de coleta dados/informações: para coleta de dados necessários para a realização do estágio podem ser utilizados os seguintes instrumentos e procedimentos: observação, entrevista, questionários e análise documental; c) técnicas de análise: métodos estatísticos, freqüência, correlação, etc Revisão de Literatura A revisão de literatura ou fundamentação teórica tem, entre outros propósitos, levantar o conhecimento atual, bem como soluções alternativas para a problemática ou oportunidade de melhoria em acompanhamento. Permite, por exemplo, levantar dados e informações contextuais para dimensionar e qualificar a problemática em estudo. Espera-se que o capítulo Revisão de Literatura contenha a definição dos termos-chave do trabalho, teorias ou enfoques, a comparação entre autores e uma discussão a este respeito Conclusão A conclusão apresenta, de forma sintética, os resultados da pesquisa, salientando a extensão e a importância de sua contribuição. Deve basear-se em dados comprovados. Para maior clareza no desenvolvimento do texto, adotar o sistema de numeração progressiva.

111 Divisão do Trabalho Consiste na divisão do trabalho em seções (1, 1.1, 1.1.1, 2, 2.1, ). Não se deve subdividir em seções além da terciária. Para maiores detalhes ver a NBR 6024 da ABNT Seções Primárias Correspondem à divisão "capítulo". São numeradas com a série natural dos números inteiros, a partir de um (1), pela ordem de sua colocação no documento. O título desta seção deve ser colocado com letra maiúscula e negritado Seções Secundárias, Terciárias, etc. São resultantes da divisão do texto dos capítulos. Numeram-se seqüencialmente com a série natural dos números inteiros, a partir de um (1) pela ordem de sua colocação no respectivo capítulo. Exemplo: O Capítulo 11 subdivide-se numa seção secundária 11.1 em letra maiúscula e que se subdivide em 2 seções terciárias, e O título da seção secundária, deve ser em letra maiúscula. Nas seções terciárias e suas ramificações os títulos somente a primeira letra é maiúscula e não devem ser negritados Alíneas As alíneas são divisões enumerativas referentes a um período de parágrafo. Observa-se a seguinte configuração para alíneas: a) o texto anterior à primeira alínea termina com dois pontos; b) iniciam-se no recuo de parágrafo e são escritos com o entrelinhamento normal;

112 112 c) são enumeradas com letras minúsculas ordenadas alfabeticamente, seguidas de sinal de fechamento de parêntese; d) o texto da alínea inicia-se com letra minúscula, exceto no caso de começar com nomes próprios; e) a segunda linha e as seguintes são alinhadas sob a primeira letra do texto da alínea correspondente; f) são encerradas com ponto e virgula, exceto a última, que é encerrada com ponto Incisos Os incisos (ou subalíneas) são divisões existentes no interior das alíneas. Apresentam-se de acordo com os seguintes critérios: a) o texto final da alínea anterior ao primeiro inciso termina com dois pontos; b) iniciam-se com hífen, são alinhados sob a primeira letra do texto da alínea correspondente, e são escritos com entrelinhamento normal; c) o texto do inciso inicia-se com letra minúscula, exceto no caso de começar com nomes próprios; d) a segunda linha e as seguintes começam sob a primeira letra do texto do inciso correspondente; e) terminam com ponto e virgula, exceto o último inciso da última alínea, que termina com ponto Elementos Pós-textuais Referências Listar todas as obras citadas na Revisão de Literatura, conforme as normas apresentadas no capítulo de Referencias Bibliográficas de acordo com a ABNT;

113 Glossário Elemento opcional, consiste de uma lista em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas usadas no texto, acompanhadas das respectivas definições. Exemplos: Periódicos designação utilizada para publicações que se repetem com intervalos regulares. Sumário reunião dos títulos das partes, dos capítulos, dos itens e dos subitens que compõem uma obra Apêndices Elemento opcional. Texto ou documento elaborado pelo autor a fim de complementar o texto principal. São identificados por letra maiúsculas consecutivas, travessão e respectivos títulos. Ex. APÊNDICE A Título do apêndice Anexos Quando houver necessidade, como por exemplo, organograma, folder, questionários, tabelas, entre outros. A NBR indica que os anexos devem ser identificados através de letras maiúsculas consecutivas e seus respectivos títulos. Ex. ANEXO A Título do anexo No caso da existência de seções elas devem ser numeradas progressivamente por algarismos arábicos precedidos da letra que identifica o anexo. A numeração progressiva de seções é exclusivamente para relatórios técnicocientíficos, devido a característica de utilização de muitos anexos.

114 114 Exemplo: Anexo A A.1 Modelo de capa A 2 - A PAGINAÇÃO A capa, folha de rosto, sumário, lista de tabelas, significado das siglas, até o resumo, que é a última parte antes da parte 1.0 INTRODUÇÃO, devem ser paginadas em números romanos, a partir da folha de rosto (que conta mas não numera), centralizados na parte inferior da página. A partir do item 1.0 INTRODUÇÃO, as páginas devem ser numeradas seqüencialmente, em algarismos arábicos, no canto superior direito, até as Referências Bibliográficas. Os números devem ser colocados sem traços, pontos ou parênteses. A paginação dos anexos deve ser contínua à do texto principal. 9.5 REPRODUÇÃO E ENCADERNAÇÃO Todas as versões apresentadas antes da final, para leitura e crítica, sugestões do orientador, podem ser apresentadas de maneira simples. A versão final, de monografia depois da última correção e do aceite do orientador, deve ser apresentada em duas versões, com capa dura, uma das quais ficará na biblioteca da FAMEC. Além das duas cópias impressas, todas as monografias de pós-graduação devem vir com uma cópia do trabalho em CD, exatamente igual à versão impressa, em um único arquivo formato WORD. Todo trabalho acadêmico deverá ser encadernado. Se, o professor responsável decidir, poderá ser encaminhado a Biblioteca da FAMEC, com capa dura os trabalhos(s) escolhidos. (Ver modelo de encadernação no Anexo B).

115 115 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ACKOFF, R. L. Planejamento de pesquisa social. 2. ed. São Paulo: EPU-EDUSP, AMBONI, N.; AMBONI, N. de F. Resenha crítica. Florianópolis: ESAG/UDESC, Não publicado. ANDER-EGG, E. Introducción a las técnicas de investigación social: para trabajadores sociales. Buenos Aires, Humanitas, ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 4. ed. São Paulo: Atlas, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: apresentação de citações em documentos.. Rio de Janeiro, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS- ABNT. NBR 6023: informação e documentação: referências elaboração. Rio de Janeiro, ASTI VERA, A. Metodologia da investigação científica. Porto Alegre: Globo, BASTOS, L. da R. et al. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses e dissertações. 3. ed. Rio de Janeiro: Zahar, BRUYNE, P. et al. Dinâmica da pesquisa em ciências sociais: os pólos da prática metodológica. Rio de Janeiro: Francisco Alves, CARVALHO, M. C. M. (Org.). Construindo o saber: técnicas de metodologia científica. Campinas: Papirus, CASTRO, C. de M. Estrutura e apresentação de publicações científicas. São Paulo: McGraw-Hill, CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. 4. ed. São Paulo: Ed. Makron Books, DEMO, P. Metodologia científica em ciências sociais. São Paulo: Atlas, 1996.

116 116. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, ECO, H. Como se faz uma tese. São Paulo: Editora Perspectiva, FACHIN, O. Fundamentos de metodologia. São Paulo: Atlas, FERRARI, T. A. Metodologia da pesquisa científica. São Paulo: McGraw-Hill, GALLIANO, A. G. O método científico: teoria e prática. São Paulo: Harper, GIL, A. C. Como elaborar projeto de pesquisa. São Paulo: Atlas, Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodologia científico. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, LEITE, E. de O. A monografia jurídica. São Paulo: Editora RP, KELINGER, F.N. Metodologia da pesquisa em ciências sociais: um tratamento conceitual. São Paulo: EPU/EDUSP, LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodologia científica. 3 a ed. São Paulo: Atlas, Metodologia do trabalho científico. 4. ed. São Paulo: Atlas, Metodologia científica. 2. ed. São Paulo: Atlas, Técnicas de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1999.

117 117 MARCANTONIO, A. T.; SANTOS, M. M. dos; LEHFELD, N. A. de S. Elaboração e divulgação do trabalho científico. São Paulo: Atlas, MARTINS, G. de A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. São Paulo: Atlas, MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. São Paulo: Atlas, RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, RUIZ, J. Á. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. São Paulo: Atlas, RUSSEL, B. A perspectiva científica. São Paulo: Atlas, SALVADOR, Â. D. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. Porto Alegre: Sulina, SARTRE, Jean-Paul. Questão de método. São Paulo: Difusão Européia do Livro, SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 17. ed. São Paulo: Ed. Cortez & Moraes, THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas para apresentação de trabalhos. 3. ed. Curitiba: Ed. da UFPR, v.

118 118 APÊNDICE A ABREVIATURA DOS MESES Português Espanhol Italiano janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro jan. fev. mar. abr. maio jun. jul. ago. set. out. nov. dez. enero febrero marzo abril mayo junio julio agosto septiembre octubre noviembre diciembre enero feb. marzo abr. mayo jun. jul. agosto sept. oct. nov. dic. gennaio febbraio marzo aprile maggio giugno luglio agosto settembre ottobre novembre dicembre genn. febbr. mar. apr. magg. giugno luglio ag. sett. ott. nov. dic. Francês Inglês Alemão janvier février mars avril mai juin juillet août septembre octobre novembre décembre janv. févr. mars avril mai juin juil. août sept. oct. nov. déc. January February March April May June July August September October November December Jan. Feb. Mar. April May June July Aug. Sept. Oct. Nov. Dec. Januar Februar März April Mai Juni Juli August September Oktober November dezember Jan. Feb. März Apr. Mai Juni Juli Aug. Sept. Okt. Nov. Dez.

119 119 ANEXO A MODELOS E EXEMPLOS DA ESTRUTURA DE TRABALHO ACADÊMICO

120 EXEMPLO DA ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO DO TRABALHO 120 Anexos Apêndices Glossário Referências Texto Sumário Lista de Símbolos Lista de Abreviaturas Lista de Tabelas Lista de Ilustrações Abstract Resumo Epígrafe Agradecimento Dedicatória Folha de Aprovação ERRATA Folha de Rosto CAPA

121 EXEMPLO DE CAPA 121 MARCOS ROBERTO JAWORSKI 2,5 CM 3,0 CM 2,5 CM COLEÇÃO DE SERIADO DA BILBIOTECA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE: TRATAMENTO E CRIAÇÃO DE UMA BASE DE DADOS REFERÊNCIA SÃO JOSÉ DOS PINHAIS ,5 CM

122 EXEMPLO DE FOLHA DE ROSTO 122 3,0 CM MARCOS ROBERTO JAWORSKI 2,5 CM 2,5 CM A SEGMENTAÇÃO DO MERCADO TURÍSTICO NO ESTADO PARANÁ Monografia apresentada à Faculdade Metropolitana de Curitiba FAMEC, como requisito parcial a conclusão do Curso de Turismo, sob a orientação do Professor Christian SÃO JOSÉ DOS PINHAIS ,5 CM

123 123 EXEMPLO DE FICHA CATALOGRÁFICA JAWORSKI, Marcos Roberto. A segmentação do mercado turístico no Estado do Paraná / Marcos Roberto Jaworski; Orientação de Christian Bundth. - São José dos Pinhais: FAMEC, p.: il. 1. Turismo Paraná. 2. Ecoturismo Paraná. 3. Turismo Segmentação de Mercado. I. Título. CDD

124 124 EXEMPLO DE ERRATA ERRATA FOLHA LINHA/ILUSTRAÇÃO ONDE SE LÊ LEIA-SE 24 2 CaClo, 01 mo, L CaCl2 0,01 mo, L 26 Tabela 5 Dias após aplicação 63 Dias após aplicação Figura 3 Atividade microbiana Atividade microbiana umol de umolg h C-glicose consumida g h 34 Figura 6 - Na legenda, a A100 A200 reta contínua em negrito Doadora Receptora Terra Roxa Estruturada Latossolo Vermelho PRATA, F. Biodegradação e adsorção dos herbicidas diuron e ametrina em solos tratados com vinhança. Piracicaba, f. Dissertação (Mestrado em Agronomia) - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", Universidade de São Paulo

125 125 EXEMPLO DE TERMO DE APROVAÇÃO TERMO DE APROVAÇÃO AUTOR TÍTULO DO TRABALHO Este trabalho foi julgado e aprovado como requisito parcial para a obtenção do grau de Bacharel em Administração, Gestão de..., na Faculdade Metropolitana de Curitiba FAMEC. Nome do Coordenador Nome do Curso Faculdade Orientador(a): Profº/ª Banca: Profº/ª Profº/ª São José dos Pinhais, / /

126 126 EXEMPLO DE DEDICATÓRIA Dedico este trabalho à minha família e aos meus professores e principalmente ao meu orientador Sr. João Maria da Luz Costa pelo apoio e dedicação.

127 127.

128 EXEMPLO DE AGRADECIMENTO 128 AGRADECIMENTOS A todos que, direta ou indiretamente, contribuíram para a realização e divulgação deste trabalho Meu especial agradecimento a todas as pessoas que contribuíram como sujeitos da pesquisa.

129 EXEMPLO DE EPÍGRAFE 129 Pouco conhecimento faz que as criaturas se sintam orgulhosas. Muito conhecimento, que se sintam humildes. É assim que as espigas sem grãos erguem desdenhosamente a cabeça para o céu, enquanto que As cheias a baixam para a terra, sua mãe. Leonardo da Vinci

130 130 EXEMPLO DE RESUMO RESUMO As empresas necessitam constantemente obter informações a respeito de seu ambiente externo e, em especial, de seus clientes. Padrões mudam, normas mudam, moda muda, tecnologia muda. O mundo está em constante transformação. Até as culturas tradicionais têm sofrido alterações diante do fenômeno chamado globalização. Por esta razão, quem quiser manter-se no mercado, ou mesmo ampliar seus horizontes, deverá buscar informações para descobrir quais são as necessidades e os desejos de seus clientes. Terá que replanejar suas estratégias de forma a ficar em sintonia com eles. Sendo assim, o presente estudo foi desenvolvido para implementação de vendas utilizando-se uma das ferramentas mais eficientes do composto de marketing: a mala direta. Nele, todos os aspectos essenciais para elaboração de uma campanha de mala direta, foram relacionados: desde o objetivo até a necessidade de se fazer a mensuração dos resultados obtidos. Portanto, este estudo evidencia as vantagens desta ferramenta em relação a outros tipos de propaganda, destacando a economia de recursos, tanto humanos como financeiros, e a capacidade da empresa atingir, de forma mais certeira, o resultado que ela focaliza, uma vez que a mala direta, por ser personalizada, possibilita que se tenha uma postura mais ativa, procurando estabelecer uma parceria com seus clientes e buscar novos consumidores. Palavras-chave: MALA DIRETA; MARKETING; CLIENTE

131 EXEMPLO DE LISTA DE ILUSTRAÇÕES 131 LISTA DE ILUSTRAÇÕES

132 EXEMPLO DE LISTA DE TABELA 132 LISTA DE TABELAS

133 133 EXEMPLO DE LISTA DE QUADROS LISTA DE QUADROS EXEMPLO DE SÍMBOLOS

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