Por uma educação científica complexa

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Por uma educação científica complexa"

Transcrição

1 Por uma educação científica complexa segunda-feira, julho 04, por Gustavo Leopoldo Rodrigues Daré* Prólogo: As Vozes do Texto Este ensaio é um diálogo que retomo com o projeto Núcleo de Pesquisa em Educação Científica, após ter sido relator do mesmo em fevereiro de O projeto, sob responsabilidade dos professores doutores da Universidade de São Paulo (USP) Dalton de Souza Amorim (coordenador), Heloisa Bettiol, Marco Antônio Barbieri, Marisa Ramos Barbieri e Tiana Kohisdorf, foi produzido para concorrer a uma das cotas de apoio financeiro do Programa da Reitoria da USP de Incentivo à Pesquisa. Também participaram das reuniões de elaboração do projeto os professores doutores Ricardo Z. N. Vêncio e João Pereira Leite, os pesquisadores Cleiton L. Aguiar e Márcia K. K. Higuchi, e membros da Casa da Ciência do Hemocentro de Ribeirão Preto: o prof. dr. André Perticarrari, o biólogo Fernando R. Trigo, a mestre Flávia F. do Prado e a doutora Maria José de S. G. Vecchia. A proposta, infelizmente, não foi selecionada pela Pró-Reitoria de Pesquisa. Todas as frases extraídas do projeto estão destacadas em letras itálicas no ensaio. Uma Certeza Investir na qualificação dos recursos humanos deve ser meta central de toda instituição que deseja maior competitividade internacional. O professor e o pesquisador são atores fundamentais de toda universidade produtora de conhecimento científico e tecnológico. Tornar mais eficaz o processo de capacitação do docente-pesquisador exige domínio sobre uma tecnologia educacional específica: a Educação Científica (1). Educação Científica e Projeto de Pesquisa Habitualmente, os debates sobre as estratégias educacionais envolvidas na formação científica limitam-se às dificuldades operacionais, como, por exemplo, a iniciação científica tardia dos alunos, o financiamento reduzido e a pequena abrangência de projetos de iniciação científica. Não se discutem questões educacionais essenciais como sua validade e eficácia, os porquês de seu formato e de seus objetivos. Os cursos de pós-graduação, geralmente, baseiam-se em programas do tipo projeto de pesquisa. Neste tipo de programas, o pós-graduando deve desenvolver uma pesquisa a partir de um projeto elaborado por ele mesmo ou por seu orientador. As disciplinas ministradas possuem importâncias marginais, a execução do projeto de pesquisa, e principalmente sua publicação em uma revista científica, é o único produto educacional importante. Este tipo de comportamento é tão fortemente associado ao modelo ideal do ensinar-fazer-ciência que programas de iniciação científica aos alunos do ensino básico ou da graduação também se reduzem a propor projetos de pesquisa aos seus candidatos. Além da falta de alternativas educacionais, esta ideia monótona induz, no ambiente escolar e universitário, a certeza de que este não é apenas o melhor caminho, mas o único caminho capaz de produzir todas as habilidades envolvidas com a page 1 / 5

2 atividade científica. Qualquer indivíduo que executa um projeto de pesquisa é considerado fazedor-de-ciência. O contraditório se evidencia quando cientistas criticam os trabalhos dos pares, rotulando algumas pesquisas de não científicas, outras científicas fracas, e outras ainda de cientificamente robustas. Se elaborar e executar um projeto de pesquisa não é o suficiente para fazer-ciência, por que o ensinar-ciência se contenta em exigir a execução destes mesmos projetos? A Educação Científica também precisa nutrir-se de teorias do conhecimento, área filosófica ao qual a Ciência possui dependências teóricas. Refletir sobre a possibilidade, a origem, a essência e as espécies do conhecimento, juntamente com a reflexão sobre os critérios de verdade, instrumentalizam o orientador e orientando a perder outra inocência angustiante, a crença subserviente na técnica científica dos projetos de pesquisa (2). A formação científica baseada no projeto de pesquisa, nos moldes atuais, assemelha-se aos programas de ensino que se preocupam unicamente com a seleção dos conteúdos, ignorando ou desconhecendo os objetivos selecionados, acreditando que os objetivos educacionais e os aprendizados são imanentes aos conteúdos selecionados. Educação Científica e Habilidades Complexas Ausubel considera que a aprendizagem do fazer-ciência exige os mais elevados padrões de aprendizagem significativa e aprendizagem por descoberta autônoma (3). Encontrar estratégias alternativas aos projetos de pesquisa é fundamental para expandir os programas de iniciação científica para espaços educacionais pobres em recursos instrumentais e laboratórios. Entretanto, o aprimoramento destes programas exige a reflexão das teorias da Educação e das práticas educacionais. Em geral, a partir de uma teoria de aprendizagem é que podemos desenvolver noções defensáveis de como os fatores decisivos na situação aprendizagem-ensino podem ser manipulados com maior eficácia (3). Exige dos atores envolvidos a disposição em perder a crença inocente de que a formação do cientista surge automaticamente durante a relação entre orientador e orientando empenhados na tarefa de executar um projeto de pesquisa. Torna-se necessário identificar os objetivos explícitos e implícitos dos programas de iniciação científica e de pós-graduação, e analisar as interdependências das habilidades desejadas e as sequências e formas mais adequadas para adquiri-las. Se apenas reproduzir um projeto de pesquisa não é suficiente para fazer-ciência, deve-se identificar as habilidades mínimas necessárias características da boa atitude científica. Se um artigo verdadeiramente científico deve atender a critérios metodológicos mínimos, aceitos por cientistas de diferentes áreas de pesquisa, devem existir habilidades comuns para todos os cientistas. Estas habilidades podem ser hierarquizadas em dificuldade e complexidade, e exploradas em diferentes momentos da vida escolar, com diferentes profundidades e objetivos. Observar os fenômenos naturais e sociais com estranhamento, buscar relações causais com distanciamento do senso comum, questionar as verdades cristalizadas, formular hipóteses verificáveis, delimitar as interferências do conhecimento filosófico na prática científica, compreender a dependência que a prática científica possui da estrutura social, comunicar-se com precisão, são alguns exemplos de habilidades complexas que enriquecem o trabalho científico. Estas habilidades podem ser desenvolvidas com tarefas tão diferentes quanto elaborar um texto de reflexões autobiográficas, produzir uma obra artística sobre fenômenos naturais, analisar ambientes sociais desconhecidos, debater sobre acontecimentos históricos, comparar teorias científicas de diferentes épocas. Ao mesmo tempo, a realização de um projeto de pesquisa não garante que estas habilidades serão alcançadas. page 2 / 5

3 Educação Científica e Paradigmas Científicos Outro problema inerente à iniciação científica centrada no projeto de pesquisa relaciona-se a incomensurabilidade dos paradigmas científicos (4). Cada projeto de pesquisa está vinculado ao paradigma de uma área específica do conhecimento científico, a uma disciplina científica especializada. Cada paradigma científico é a causa e o resultado de uma linguagem científica adaptada para uma determinada disciplina científica. Semelhante às dificuldades na tradução de textos literários, há uma impossibilidade de tradução plena de um texto científico de uma linguagem científica para outra, existe uma incomensurabilidade paradigmática. Apesar deste problema ser ignorado pela maioria dos programas de pós-graduação, seus efeitos deletérios são perceptíveis por muitos cientistas: a impossibilidade do diálogo, e da colaboração, entre as diferentes disciplinas científicas. A compreensão e apreensão das habilidades comuns a todos os cientistas podem viabilizar a construção de uma ponte de diálogo entre as diferentes ciências, tornando-se ponto de partida para uma iniciação científica complexa (5). Se a iniciação científica centrar-se no desenvolvimento de comportamentos cognitivos complexos, capacitará o estudante a aplicá-los em diferentes situações do cotidiano; não apenas em diferentes métodos científicos de diferentes disciplinas científicas, mas em diferentes áreas do conhecimento humano, como nas artes, filosofia e tecnologias. Educação Científica e Pesquisa Educacional Como estratégia para se alcançar comportamentos complexos, parece-me que a vivência do ensinar-ciência e do pesquisar-o-que-se-ensina (6) deve ocupar espaço privilegiado nos programas de pós-graduação e de iniciação científica. A construção de um ambiente dialético entre aprender-a-ensinar-ciência, aprender-a-fazer-ciência e ensinar-a-fazer-ciência transforma as ações de educação científica em ações de formação docente. Pesquisa e ensino não precisam ser mutuamente exclusivos, mas podem interagir sinergicamente para aumentar a efetividade de ambos (7). De Meis relata que diz-se, de modo pejorativo, que cientista não gosta, nem sabe, dar aula e que quem não sabe fazer pesquisa, justifica seu salário dando aulas (8). Anderson et al destacam que alguns estudos sugerem pouca ou nenhuma correlação entre ensino efetivo, julgado pelas avaliações estudantis, e a pesquisa, mensurados pela produção e citações. Entretanto, a distinção entre pesquisa e ensino é algo artificial; professores ensinam estudantes como aprender conhecimentos em sala de aula, mas também, como criar novos conhecimentos em seus laboratórios de pesquisa (7). Além da possibilidade de realizar a síntese pretendida pela epistemologia da complexidade, aprender a ensinar-ciência ao mesmo tempo em que se aprende a fazer-ciência permite solucionar a falta de preparo educacional do candidato a professor universitário pós-graduado. De modo geral, pesquisa-se muito pouco em educação. É provável que essa seja uma das principais causas da grande discrepância existente entre produção do saber novo e forma de como transmiti-lo. A busca de novas formas de ensinar costuma limitar-se às faculdades de educação. As novas noções de pedagogia desenvolvidas nessas faculdades aplicam-se, em geral, ao ensino escolar e não podem ser aplicadas com igual eficácia a todas as áreas do saber e em todos os níveis da educação, desde a escola até a pós-graduação (8). Muitas universidades possuem departamentos ou escolas de Educação, mas somente algumas incluem em suas missões o aprendizado na graduação ou conexões robustas em colaborações com membros do corpo docente de departamentos de ciência, tecnologia, engenharia e page 3 / 5

4 matemática (7). Os princípios que governam a natureza e condições de aprendizagem escolar podem ser descobertos somente através de um tipo de pesquisa aplicada ou em construção. Não podemos apenas extrapolar para a sala de aula as leis gerais básicas da aprendizagem, que são resultantes de experimentos de aprendizagem diferentes e extremamente mais simplificada (3). As pesquisas sobre a educação científica desenvolvidas enquanto se ensina, possibilita a translação dos princípios de aprendizagem para a prática de ensino. Desenvolver trabalhos de pesquisa educacional sobre os processos de ensino-aprendizagem envolvidos na formação do pensamento científico e da prática científica em seus diversos níveis, da iniciação científica de escolares do ensino básico aos programas de pós-graduação, perpassando pelos professores do ensino médio e graduandos, exige uma nova articulação entre os pesquisadores, dentro de um ambiente multidisciplinar em prol da produção dos conhecimentos transdisciplinares da educação científica. Organizar-se para assumir a tarefa de ensinar-pesquisar-criticar o fazer-ciência exigirá a reorganização das instituições de produção científica através da adoção de propostas que valorizam a formação humanística de professores-pesquisadores simultaneamente à produção de artigos científicos. A Instituição Científica e a Escola Para nos reposicionarmos perante uma rotina, é necessária uma situação provocativa, que nos cause estranhamento. Desenvolver projetos de iniciação científica que tragam alunos e professores das escolas de ensino básico para dentro da universidade e levem universitários às escolas, além de fortalecer as relações da universidade com a sociedade, podem promover o estranhamento da rotina universitária e da rotina escolar. Estranhamento necessário para o descobrimento de soluções ao problemático distanciamento entre a pesquisa e o ensino, e entre as diferentes disciplinas do conhecimento. Os projetos universitários de iniciação científica nas escolas não podem ser encarados através das lentes políticas do assistencialismo universitário, mas como uma cooperação entre a universidade e a escola em prol da formação educacional complexa de seus alunos, professores e seus saberes. As habilidades inerentes ao cientista não podem ser classificadas como essenciais para a felicidade humana, nem mesmo como as melhores para a aquisição da verdade, mas podem, sem dúvida, auxiliar o desenvolvimento cognitivo da criança, do adolescente e do adulto. Se desenvolvermos estratégias educacionais de iniciação científica não limitadas aos projetos de pesquisa, será muito mais fácil conciliar a vivência científica com as vivências filosóficas, artísticas e espirituais. A iniciação científica deixará de ser apenas uma estratégia tecnológica de introdução do aluno na indústria da Ciência contemporânea, para tornar-se uma ferramenta integralizadora na formação do aluno e do professor, posicionando-os criticamente perante o mar sufocante de informações em que vivemos (9). Notas Explicativas: (1) Definimos Educação como toda interação inter-humana intencionalmente construída com o objetivo de transmitir conhecimentos e habilidades, envolvendo processos biológicos, psicológicos, sociais e espirituais. Consideramos que a aplicação e adaptação de conhecimentos científicos provenientes de pesquisas biológicas, psicológicas e sociais são capazes de aprimorar o processo educacional, caracterizando a Educação como o encruzilhamento tecnológico de diversas ciências humanas, tais como a Psicologia, Antropologia, Neurociência e Sociologia. page 4 / 5

5 Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) Revista Tavola Online - (2) As características do conhecimento empregadas neste parágrafo foram adaptados da organização que Johannes Hessem empregou ao seu livro Teoria do Conhecimento, tradução de António Correia, 5. edição, Arménio Amado, Editor, Sucessor, Coimbra, (3) Ausubel, DP; Novak, JD; Henesian, H. Psicologia Educacional. Editora Interamericana, 2a edição, Rio de Janeiro, 1980, pg 13 a 21. (4) Os conceitos de paradigma e incomensurabilidade utilizados neste texto relacionam-se as teorias de Thomas Kuhn desenvolvidas no capítulo O que são revoluções científicas?, de seu livro O caminho desde a estrutura, São Paulo, Editora UNESP, 2003, pg (5) Os termos complexa e complexidade utilizados neste texto relacionam-se as teorias de Edgar Morin, em sue livro Introdução ao pensamento complexo, Porto Alegre, Editora Sulina, (6) Pesquisar o que se ensina, neste contexto, associa-se tanto às teorias da investigação-ação quanto da pequisa-ação. Apesar do termo Pesquisa-Ação ter sido publicado, pela primeira vez, por K. Lewis em 1946, utilizamos a definição de David Tripp: forma de investigação-ação que utiliza técnicas de pesquisa consagradas para informar a ação que se decide tomar para melhorar a prática, e acrescenta que as técnicas de pesquisa devem atender aos critérios comuns a outros tipos de pesquisa acadêmica, isto é, enfrentar a revisão pelos pares quanto a procedimentos, significância, originalidade, validade, etc. Para Divid Tripp, investigação-ação é um termo genérico para qualquer processo que siga um ciclo no qual se aprimora a prática pela oscilação sistemática entre agir no campo da prática e investigar a respeito dela. Ver Pesquisa-ação: uma introdução metodológica, Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n.3, p , (7) Anderson, WA; Banerjee, U; Drennan, CL; Elgin, SCR, Epstein IR; Handelsman, J; Hatfull, GF; Losick, R; O`Dowd, DK; Olivera, BM; Strobel, SA; Walker, GC; Warner, IM. Changing the culture of science education at research universities. Sciense, vol. 331, (8) Meis, Leopoldo de. Ciência, Educação e o Conflito Humano-Tecnológico. Editora Senac, 2a edição, São Paulo, 2002, pg 73 a 75. (9) O termo indústria da Ciência contemporânea é aqui utilizado como uma adaptação da interpretação histórica apresentada no livro de Maria Amália Andery et. al. Para compreender a ciência uma perspectiva histórica, Educ, *Gustavo Leopoldo Rodrigues Daré é médico endocrinologista, mestre em Clínica Médica pela FMRR-USP, colaborador em disciplinas pedagógicas nos programas de pós-graduação da FMRP-USP no Departamento de Pediatria da FMRP-USP de 2001 a 2008 e no Departamento de Clínica Médica desde 2010, bolsista da Casa da Ciência do Hemocentro de Ribeirão Preto desde PDF gerado por Kalin's PDF Creation Station page 5 / 5

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Definição da Extensão e Finalidades

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Definição da Extensão e Finalidades CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Definição da Extensão e Finalidades A Resolução UNESP 102, de 29/11/2000, define Extensão Universitária, nos seguintes termos: Art.8º Entende-se

Leia mais

OBJETIVO Reestruturação de dois laboratórios interdisciplinares de formação de educadores

OBJETIVO Reestruturação de dois laboratórios interdisciplinares de formação de educadores OBJETIVO Reestruturação de dois laboratórios interdisciplinares de formação de educadores Laboratório Multidisciplinar de Ensino de Ciências e Matemática (LabMEC), vinculado ao Instituto de Ciências Exatas:

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. O Presidente

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCACAO TECNOLOGICA DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PROJETO DE PESQUISA:

CENTRO FEDERAL DE EDUCACAO TECNOLOGICA DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PROJETO DE PESQUISA: www.tecnologiadeprojetos.com.br CENTRO FEDERAL DE EDUCACAO TECNOLOGICA DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PROJETO DE PESQUISA: Projetos de ensino

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

Área de Ciências Humanas

Área de Ciências Humanas Área de Ciências Humanas Ciências Sociais Unidade: Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia (FCHF) www.fchf.ufg.br Em Ciências Sociais estudam-se as relações sociais entre indivíduos, grupos e instituições,

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

Cursos de Pedagogia têm novas Diretrizes Curriculares Nacionais

Cursos de Pedagogia têm novas Diretrizes Curriculares Nacionais Cursos de Pedagogia têm novas Diretrizes Curriculares Nacionais O Conselho Nacional de Educação baixou a Resolução nº 1, de 15 de maio de2006, publicada no Diário 0ficial da União de 16, instituindo as

Leia mais

Planejamento Anual - 2014

Planejamento Anual - 2014 Planejamento Anual - 2014 Tutor Email SILVANA SOUZA SILVEIRA silvana.silveira@pucrs.br Informações do Planejamento Planejamento quanto à participação/contribuição do (a) tutor (a) nas atividades e na formação

Leia mais

Análise e Avaliação dos Projetos de Extensão

Análise e Avaliação dos Projetos de Extensão Análise e Avaliação dos Projetos de Extensão Introdução Em 26/10/2005, o Fórum de Vice-Diretores, juntamente com a Pró-Reitoria de Extensão Universitária PROEX elaborou um conjunto de critérios a serem

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 10 h/a Créditos: 2 : A Antropologia enquanto ciência e seus principais ramos. Metodologia da pesquisa em Antropologia

Leia mais

Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade

Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade 1 Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade Maria Helena de Lima helenal@terra.com.br/helena.lima@ufrgs.br Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo. Este artigo constitui

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Metodologia Científica 60 horas História da Educação 60 horas Sociologia da Educação I 60 horas Filosofia

Leia mais

REPENSANDO A LICENCIATURA EM FÍSICA: elementos para uma nova proposta

REPENSANDO A LICENCIATURA EM FÍSICA: elementos para uma nova proposta REPENSANDO A LICENCIATURA EM FÍSICA: elementos para uma nova proposta Nilson Marcos Dias Garcia a b [nilson@ppgte.cefetpr.br] José Luiz Fabris a [fabris@cefetpr.br] Cristóvão Renato M. Rincoski a [rincoski@cefetpr.br]

Leia mais

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA I - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O Colégio Ceom, fundamenta seu trabalho educacional na área da Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Fundamental II e Ensino Médio, a partir das teorias de Jean Piaget e Emília

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico Ingressantes em 2007 Dados: Sigla: Licenciatura em Educação Física Área: Biológicas

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Formação de professor/pedagogo. Didática. Mediação. Práxis. Introdução

PALAVRAS-CHAVE Formação de professor/pedagogo. Didática. Mediação. Práxis. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO

Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO Eixo Temático 4 : Formação de professores e práticas pedagógicas PROFESSORES AUTÔNOMOS: UTILIZANDO FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COMO RECURSO PEDAGÓGICO RESUMO Arlam Dielcio Pontes da Silva UFRPE/UAG Gerciane

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC DE SÃO MIGUEL DO OESTE

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC DE SÃO MIGUEL DO OESTE FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC DE SÃO MIGUEL DO OESTE CREDENCIAMENTO DA FACULDADE Portaria Nº 1450 de 28 de novembro de 2008, publicada no DOU em 01 de dezembro de 2008. Diretor da Faculdade: Adilson José

Leia mais

Construindo disciplinas de Gestão de Pessoas com Mapas Conceituais

Construindo disciplinas de Gestão de Pessoas com Mapas Conceituais Construindo disciplinas de Gestão de Pessoas com Mapas Conceituais Dra. Sonia Mara Thater Romero 1 Ms. Sergio da Costa Nunes 2 1 soniaromero@pop.com.br 2 sergiocnunes@pop.com.br 1 Doutora em Psicologia,

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

Marcos Tarciso Masetto COMPETÊNCIA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO

Marcos Tarciso Masetto COMPETÊNCIA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO Marcos Tarciso Masetto COMPETÊNCIA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO Competência pedagógica do professor universitário Copyright 2003, 2012 by Marcos Tarciso Masetto Direitos desta edição reservados

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: APRENDIZAGEM POR PROJETOS INTERDISCIPLINARES

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: APRENDIZAGEM POR PROJETOS INTERDISCIPLINARES 1 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: APRENDIZAGEM POR PROJETOS INTERDISCIPLINARES Eliana Rela 1 Karla Marques da Rocha 2 Marceli Behm Goulart 3 Marie Jane Soares Carvalho 4 RESUMO: É inadiável tentar

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

AÇÕES DO PROGRAMA ARTE E MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES INTERDISCIPLINARES NA EDUCAÇÃO BÁSICA

AÇÕES DO PROGRAMA ARTE E MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES INTERDISCIPLINARES NA EDUCAÇÃO BÁSICA ISSN 2316-7785 AÇÕES DO PROGRAMA ARTE E MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES INTERDISCIPLINARES NA EDUCAÇÃO BÁSICA Resumo Tiago Dziekaniak Figueiredo Universidade Federal do Rio Grande FURG tiago@furg.br José Alexandre

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura

Leia mais

Design Manual do curso

Design Manual do curso Design Manual do curso Informações gerais INFORMAÇÕES GERAIS Nome: curso de Design, bacharelado Código do currículo: 2130 Nível: curso superior de graduação Início: o curso de Design com habilitação em

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O TRABALHO DO TUTOR COMO MEDIADOR DO CONHECIMENTO SOEK, Ana Maria (asoek@bol.com.br) Universidade Federal do Paraná (UFPR) - Brasil HARACEMIV,

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS

FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS ISSN 2316-7785 FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DO IFAL INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS: REFLETINDO SOBRE OS TEMPOS E OS ESPAÇOS José André Tavares de Oliveira Instituto Federal de Alagoas

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD

FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD 1 FÓRUM: MEIO DE INTERAÇÃO NA EAD Elisangela Lunas Soares UNICESUMAR Centro Universitário Cesumar elisangela.soares@unicesumar.edu.br Alvaro Martins Fernandes Junior UNICESUMAR Centro Universitário Cesumar

Leia mais

O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE

O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE ¹C. J. F. Souza (ID); ¹M. Y. S. Costa (ID); ²A. M. Macêdo (CA)

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2003 - Érika Nunes Martins Simões Formação do Professor de - Sheila Andrade

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. O Presidente

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

ABORDAGEM DO CICLO DE POLÍTICAS SEGUNDO STEPHEN BALL

ABORDAGEM DO CICLO DE POLÍTICAS SEGUNDO STEPHEN BALL Departamento de Educação 1 ABORDAGEM DO CICLO DE POLÍTICAS SEGUNDO STEPHEN BALL Aluna: Ana Carolina de Souza e Paula Gomes Orientadora: Maria Inês G.F. Marcondes de Souza Introdução Esse texto é resultado

Leia mais

RESUMO DO PPC Curso Superior de Tecnologia em Logística Emitente: Adriano Araújo Data: 21/10/2015

RESUMO DO PPC Curso Superior de Tecnologia em Logística Emitente: Adriano Araújo Data: 21/10/2015 1. PERFIL DO CURSO O Curso de da Unijorge (UJ), instalado no Comércio, está fundamentado em mecanismos efetivos de interdisciplinaridade e flexibilização curricular que permitem a formação de profissionais

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DE ASSIS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DE ASSIS ESCOLA DE EDUCAÇÃO DE ASSIS FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE ASSIS

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DE ASSIS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DE ASSIS ESCOLA DE EDUCAÇÃO DE ASSIS FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE ASSIS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO DE ASSIS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DE ASSIS ESCOLA DE EDUCAÇÃO DE ASSIS FACULDADE DE EDUCAÇÃO FÍSICA DE ASSIS PROJETO NIVELAMENTO Assis-SP 2014 1 INTRODUÇÃO Unidade na

Leia mais

O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS NAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM - PRÁTICA E ATUAÇÃO DE PROFESSORES

O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS NAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM - PRÁTICA E ATUAÇÃO DE PROFESSORES O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS NAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM - PRÁTICA E ATUAÇÃO DE PROFESSORES Profa. Dra. Soraia Cristina Blank IFTO Campus Palmas Více-líder do grupo de pesquisa NUPEHDIC Membro do grupo

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PSICOPEDAGOGIA - Clínica e Institucional

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PSICOPEDAGOGIA - Clínica e Institucional 1 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PSICOPEDAGOGIA - Clínica e Institucional A Psicopedagogia e seus desdobramentos conceituais podem ser vistos, na atualidade, como um movimento de novas buscas e conhecimentos.

Leia mais

Prof. Dr. Flávio Caetano da Silva (DEd/UFSCar) Questão inicial Por onde se começa a pesquisa? As definições básicas do projeto: Temática Objetivo Justificativa (Relevâncias) Problemática Problema Objeto

Leia mais

Tutoria e Monitoramento Eletrônico das Atividades de Estudo em Ambientes Virtuais de Ensino- Aprendizagem

Tutoria e Monitoramento Eletrônico das Atividades de Estudo em Ambientes Virtuais de Ensino- Aprendizagem Tutoria e Monitoramento Eletrônico das Atividades de Estudo em Ambientes Virtuais de Ensino- Aprendizagem Santa Maria RS Maio 2010 Elena Maria Mallmann UFSM - elenamaria@smail.ufsm.br Fábio da Purificação

Leia mais

FUNÇÕES BÁSICAS DA ECONOMIA: O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO

FUNÇÕES BÁSICAS DA ECONOMIA: O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO FUNÇÕES BÁSICAS DA ECONOMIA: O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA MATEMÁTICA APLICADA A ADMINISTRAÇÃO Ricardo Lisboa Martins Faculdade Integrada Tiradentes - FITS ricardolisboamartins@gmail.com Alex Melo da Silva

Leia mais

Letras - Língua Portuguesa

Letras - Língua Portuguesa UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE ENSINO COORDENAÇÃO DE CURSO Letras - Língua Portuguesa 1. Perfil do Egresso: Em consonância

Leia mais

AÇÃO DOCENTE ENQUANTO UMA PRÁTICA REFLEXIVA: UMA PESQUISA-AÇÃO A PARTIR DA ÓTICA DO PIBID NUMA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL

AÇÃO DOCENTE ENQUANTO UMA PRÁTICA REFLEXIVA: UMA PESQUISA-AÇÃO A PARTIR DA ÓTICA DO PIBID NUMA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL AÇÃO DOCENTE ENQUANTO UMA PRÁTICA REFLEXIVA: UMA PESQUISA-AÇÃO A PARTIR DA ÓTICA DO PIBID NUMA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL Maciane Rodrigues Feitosa-UNEAL Jailma Ramos da Silva-UNEAL Miriane Rodrigues

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA & TECNOLOGIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS. BIEMBENGUT, Maria Salett- Universidade Regional de Blumenau - salett@furb.

MODELAGEM MATEMÁTICA & TECNOLOGIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS. BIEMBENGUT, Maria Salett- Universidade Regional de Blumenau - salett@furb. MODELAGEM MATEMÁTICA & TECNOLOGIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS BIEMBENGUT, Maria Salett- Universidade Regional de Blumenau - salett@furb.br SANTOS, Selma dos Universidade Regional de Blumenau - selmasantos@senai-sc.ind.br

Leia mais

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa GESTÃO EDUCACIONAL INTEGRADA: Oferecendo 04 Habilitações: supervisão de ensino, orientação educacional, inspeção de ensino e administração escolar. JUSTIFICATIVA O Curso de Especialização em Gestão Educacional

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá gasparin01@brturbo.com.br INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS

MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS MODELAGEM CONCEITUAL EM MATEMÁTICA. UMA EXPERIÊNCIA COM O USO DO SOFTWARE CMAPTOOLS Dr. André Ricardo Magalhães andrerm@gmail.com Universidade do Estado da Bahia Brasil Modalidade: Comunicação Breve Nível

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

Palavras chaves: Criança, Educação Infantil, Corpo e Movimento.

Palavras chaves: Criança, Educação Infantil, Corpo e Movimento. CORPO E MOVIMENTO: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INFANTIL Tamiris Andrade dos Santos (UEL) tamiris_152@hotmail.com Gilmara Lupion Moreno gilmaralupion@uel.br RESUMO: Sabe-se da importância

Leia mais

Curso de especialização EM GESTÃO EDUCACIONAL E EDUCAÇÃO INFANTIL

Curso de especialização EM GESTÃO EDUCACIONAL E EDUCAÇÃO INFANTIL Curso de especialização EM GESTÃO EDUCACIONAL E EDUCAÇÃO INFANTIL ÁREA DO CONHECIMENTO: Educação Gestão Educacional NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Gestão Educacional

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Nome da Instituição: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Responsável pelo preenchimento das informações: HELIANE

Leia mais

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A escola católica será uma instituiçao com mística evangelizadora UMA ESCOLA A SERVIÇO DA PESSOA E ABERTA A TODOS UMA ESCOLA COM

Leia mais

José Orlando Lima de Morais. Atividade de Portfólio caderno 06

José Orlando Lima de Morais. Atividade de Portfólio caderno 06 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ SECRETÁRIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO PARÁ. PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO José Orlando Lima de Morais Atividade de Portfólio

Leia mais

PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS

PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS FREITAS, M.L.L 1 PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA

O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA Fernanda Mara Cruz (SEED/PR-PG-UFF) Introdução Os processos de ensinar e aprender estão a cada dia mais inovadores e com a presença de uma grande variedade

Leia mais

A CAPACITAÇÃO DO PROFESSOR EM LÍNGUA DE SINAIS

A CAPACITAÇÃO DO PROFESSOR EM LÍNGUA DE SINAIS A CAPACITAÇÃO DO PROFESSOR EM LÍNGUA DE SINAIS CHRISTIANE MARIA COSTA CARNEIRO PENHA christianepenha@yahoo.com.br SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO CENTRO UNIVERSITÁRIO ABEU ANTONIO RICARDO

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina (Reconhecida pelo Decreto Federal n. 69.324 de 07/10/71)

Universidade Estadual de Londrina (Reconhecida pelo Decreto Federal n. 69.324 de 07/10/71) Universidade Estadual de Londrina (Reconhecida pelo Decreto Federal n. 69.324 de 07/10/71) DELIBERAÇÃO Câmara de Pós-Graduação Nº 013/2010 Reestrutura o Programa de Pós-Graduação Associado em Educação

Leia mais

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia Agrícola e dá outras providências.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LICENCIATURA PLENA ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS O Curso de Ciências Biológicas, através

Leia mais

Pós-graduação Especialização em Educação Especial: Déficit Cognitivo/Deficiência Mental com Enfoque Pedagógico

Pós-graduação Especialização em Educação Especial: Déficit Cognitivo/Deficiência Mental com Enfoque Pedagógico Pós-graduação Especialização em Educação Especial: Déficit Cognitivo/Deficiência Mental com Enfoque Pedagógico Local: Taquari Carga horária: 400 horas. Resolução 01/2007 CES/CNE/MEC: "Art. 5. Os cursos

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional,

Leia mais

PSICOPEDAGOGIA. DISCIPLINA: Desenvolvimento Cognitivo, Afetivo e Motor: Abordagens Sócio Interacionistas

PSICOPEDAGOGIA. DISCIPLINA: Desenvolvimento Cognitivo, Afetivo e Motor: Abordagens Sócio Interacionistas PSICOPEDAGOGIA DISCIPLINA: Fundamentos da Psicopedagogia EMENTA: Introdução e fundamentos da Psicopedagogia. O objeto de estudo. Visão histórica e atual. Concepções que sustentam a Psicopedagogia. O papel

Leia mais

MEC - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 363/2010

MEC - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 363/2010 MEC - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 363/2010 EMENTA: Estabelece o Currículo do Curso de Graduação em Pedagogia-Licenciatura Niterói. O CONSELHO DE ENSINO E

Leia mais

A pesquisa na formação do professor

A pesquisa na formação do professor A pesquisa na formação do professor Karen Maria Jung Introdução Este trabalho tem por objetivo mostrar como a pesquisa, na formação de novos professores, é abordada nos diferentes cursos de Licenciatura

Leia mais

2. Os estudantes sujeitos do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na Área de Ciências Humanas

2. Os estudantes sujeitos do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na Área de Ciências Humanas 1. O Passado das ciências (Integração). O papel das Ciências Humanas? 2. Os estudantes sujeitos do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na Área de Ciências Humanas Contexto

Leia mais

Eixo Temático: Processos de Ensino-Aprendizagem

Eixo Temático: Processos de Ensino-Aprendizagem 91 Eixo Temático: Processos de Ensino-Aprendizagem ET-06-015 INFLUÊNCIA DA MONTAGEM DE UM JOGO DIDÁTICO DO SISTEMA DIGESTÓRIO PARA A MELHORIA NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM Jéssica Maria Bernardo da Silva,

Leia mais

Metodologia Para a realização desse trabalho foi analisado o Documento orientador

Metodologia Para a realização desse trabalho foi analisado o Documento orientador FORMAÇÃO CONTINUADA: UMA ANÁLISE DA APLICAÇÃO DO SISMÉDIO NA ESCOLA PROFESSOR JOSÉ SOARES DE CARVALHO- GUARABIRA-PB Gyslâynne Mary dos Santos Hermenegildo Rodrigues EEEFM Professor José Soares de Carvalho

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Educação Física do Centro Universitário Estácio Radial de São Paulo busca preencher

Leia mais

RESENHAS. BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p.

RESENHAS. BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p. Linguagem & Ensino, Vol. 8, Nº 2, 2005 (275-285) RESENHAS BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p. Resenhado por Márcia Cristina Greco OHUSCHI

Leia mais

ENSINO JURÍDICO E EDUCAÇÃO PARA A ALTERIDADE: RESOLUÇÃO DE CONFLITOS E UMA EXPERIÊNCIA DE SALA DE AULA 1

ENSINO JURÍDICO E EDUCAÇÃO PARA A ALTERIDADE: RESOLUÇÃO DE CONFLITOS E UMA EXPERIÊNCIA DE SALA DE AULA 1 ENSINO JURÍDICO E EDUCAÇÃO PARA A ALTERIDADE: RESOLUÇÃO DE CONFLITOS E UMA EXPERIÊNCIA DE SALA DE AULA 1 Adriana Goulart de Sena 2 Mila Batista Leite Corrêa da Costa 3 O papel desempenhado pela universidade,

Leia mais

Aprendizagem Significativa na Educação Física e o Meio Social

Aprendizagem Significativa na Educação Física e o Meio Social Aprendizagem Significativa na Educação Física e o Meio Social Eduardo Boero de Souza e Silva* Resumo: Na aprendizagem significativa o novo conteúdo é assimilado pelo aluno de maneira substantiva, partindo

Leia mais

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA Thaís Koseki Salgueiro 1 ; Ms. Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: Este projeto tem como objetivo apresentar o trabalho de campo desenvolvido

Leia mais

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Avaliação Econômica O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Objeto da avaliação: adoção de diferentes mecanismos para a seleção de diretores de escolas públicas brasileiras

Leia mais

PROJETO COMUNITÁRIO NA FISIOTERAPIA DA PUCPR E PRÁTICA PEDAGÓGICA: NOVAS POSSIBILIDADES NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL

PROJETO COMUNITÁRIO NA FISIOTERAPIA DA PUCPR E PRÁTICA PEDAGÓGICA: NOVAS POSSIBILIDADES NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL PROJETO COMUNITÁRIO NA FISIOTERAPIA DA PUCPR E PRÁTICA PEDAGÓGICA: NOVAS POSSIBILIDADES NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL Ana Paula Loureiro Cunha, PUCPR Eliani de Souza Arruda, PUCPR Marilda Aparecida Behrens,

Leia mais

Aprendizagem da Matemática: um estudo sobre Representações Sociais no curso de Administração

Aprendizagem da Matemática: um estudo sobre Representações Sociais no curso de Administração Aprendizagem da Matemática: um estudo sobre Representações Sociais no curso de Administração Eixo temático 2: Formação de professores e cultura digital SALERNO, Daniela Prado 1 VIEIRA, Vania Maria de Oliveira

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE E LETRAMENTO, O LÚDICO, COMO INSTRUMENTO DE APRENDIZAGEM NO PROCESSO PEDAGÓGICO

INTERDISCIPLINARIDADE E LETRAMENTO, O LÚDICO, COMO INSTRUMENTO DE APRENDIZAGEM NO PROCESSO PEDAGÓGICO INTERDISCIPLINARIDADE E LETRAMENTO, O LÚDICO, COMO INSTRUMENTO DE APRENDIZAGEM NO PROCESSO PEDAGÓGICO Ana Patrícia da Silva Xavier¹ E-mail: anapx@gmail.com Emanuelle Almeida da Costa² E-mail: manu.biologia@live.com

Leia mais

Fundamentação Teórica

Fundamentação Teórica Atividades Estruturadas 1 Fundamentação Teórica Atividades Estruturadas, embasadas no Art. 2º, item II da Resolução CNE/CES nº 3, de 2 de julho de 2007, implicam a construção de conhecimento, com autonomia,

Leia mais