ESCRITAS DA HISTÓRIA: METODOLOGIA E TÉCNICA DO TRABALHO CIENTÍFICO

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1 ESCRITAS DA HISTÓRIA: METODOLOGIA E TÉCNICA DO TRABALHO CIENTÍFICO A data final para a entrega está estipulada para o dia 19 de novembro Inicialmente deve ser entregue três cópias Estamos disponibilizando novamente a apostila do projeto Escritas da História (Coordenado pela Dra. Júlia Matos), na qual constam as etapas de um trabalho monográfico JÚLIA SILVEIRA MATOS (COORD.) Pesquisadores ADRIANA K. DE SENNA DEROCINA ALVES CAMPOS SOSA CARMEM G. B. SCHIAVON MARIA CLARA LYSAKOWSKI HALLAL DIEGO FREITAS GARCIA LUIANE SOARES MOTTA LEONARDO PARADEDA MEDEIROS TATIANA BRANDÃO DE ARAUJO GLÁUCIA PERIPOLLI RODRIGO DE ASSIS BRASIL VALENTINI ANA PAULA DAS NEVES MICHELE BORGES MARTINS

2 FURG 2009/2010 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 3 FICHAMENTO BIBLIOGRÁFICO 4 RESENHA CIENTÍFICA ANÁLISE HISTORIOGRAFIA 7 ARTIGO 10 ENSAIO 13 PROJETO DE PESQUISA 16 ANÁLISE DOCUMENTAL 25 TRABALHO MONOGRÁFICO OU TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 26 NORMAS TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS ABNT 29

3 INTRODUÇÃO Alunos de todo o Brasil ao ingressarem no ensino superior, logo nas primeiras atividades avaliativas que lhes são cobradas, enfrentam as dúvidas a respeito da forma, da natureza e da apresentação do trabalho. Não é raro os professores ouvirem de seus alunos ao cobrarem uma atividade, mas como o senhor (a) quer que façamos? O professor, que muitas vezes não é especialista em metodologia da escrita do trabalho científico, precisa articular certas regras de padronização para auxiliar seus alunos na elaboração do trabalho. A questão que se forma desse momento em diante é grave, pois cada professor formula suas próprias regras e isso causa uma verdadeira confusão mental nos alunos que precisam decorar os gostos metodológicos de cada professor. Diante desse cenário, no presente trabalho apresentamos o resultado de uma pesquisa realizada em bibliografia adequada, na própria ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, assim como, uma grande consulta realizada através de web cast. Aqui objetivamos compor um manual que venha a auxiliar a vida acadêmica dos estudantes, mas, e principalmente, os prepare para a vida fora da academia. Isso, porque trabalhos como artigos, resenhas e ensaios não são cobrados apenas dentro das universidades, mas em todos os ambientes que prevêem mesmo que mínima divulgação dos resultados de pesquisa científica. Sendo assim, como forma e hábito as mais diversas ciências cobram de seus profissionais a divulgação de suas pesquisas em revistas científicas e para tanto, é importante que os profissionais sejam preparados ainda na universidade para esses tipos de produção científica. Não apenas nesse aspecto, o presente projeto ainda propõe a padronização metodológica da apresentação, elaboração e escrita dos trabalhos científicos dentro da Universidade Federal do Rio Grande FURG, com o intuito de desenvolver a qualidade dos cursos de graduação e pós graduação dessa universidade.

4 FICHAMENTO BIBLIOGRÁFICO Uma das atividades ou exercícios acadêmicos mais solicitados pelos professores, principalmente nos cursos de graduação nas áreas de Humanas, é o fichamento. Conceitualmente, fichar é transformar conhecimento em categorias de informação que possam ser consultadas em fichas. A princípio parece algo muito simples: ler e extrair do texto as idéias principais e anota las em fichas para futura consulta. No entanto, o fichamento tem como função a consulta posterior aqueles dados, ou seja, é um material de arquivamento de dados e por isso deve apresentar estrutura e organização claras o suficiente para não inutilizar as informações ali distribuídas com o tempo. Dessa forma, além de um instrumento de consulta a dados, fichamento se configura enquanto um método de estudos de análise textual, pois não exige estudos contextuais da obra, leitura e organização das informações, muito importante no processo de levantamento de dados para realização de pesquisas, artigos e trabalhos monográficos. Por isso, ele pode ser categorizado em três naturezas, todas com o objetivo central de extrair as idéias principais do texto estudado. A primeira natureza é analítica. O tipo analítico deve ser estruturado de forma que o autor do fichamento exponha os motes principais de idéias do texto e ao mesmo tempo insira seus comentários sobre o contexto de localização das citações extraídas, ou seja, além da apresentação da referência bibliográfica logo no início, uma apresentação breve da obra, logo a seguir, as citações apresentadas devem ser comentadas, analisadas, de forma a esclarecer as idéias presentes no livro fichado. Vejamos o exemplo: Modelo de fichamento analítico: DAVIS, Natalie Davis. Culturas do povo Sociedade e cultura no início da França moderna. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra,1990. Natalie Davis nessa obra procurou explorar um outro lado da reforma francesa, explicitando sobre a vida das pessoas comuns nesse contexto da França moderna. Tratou de evidenciar a vida do povo comum mulheres,homens e como viviam na França em tal período. A única alternativa real era a Madre Igreja. Eles voltaram para ela mais ou menos desenxabidos, já que nem mesmo seu mais eficiente defensor, o grande pregador jesuíta Emond Auger, concordaria em que os artesãos humildes e ignorantes pudessem ler e criticar os evangelhos. (...) Podia se, pelo menos, ser Grifarrin e católico sem muitos problemas. O abandono da Igreja Reformada começou em 1566; por volta de 1572 ele estava quase concluído. Os oficiais gráficos cantadores de salmos tornaram se, no final do século XVI, politiques que lamentavam o fato de que a França devesse dividir se por causa da religião. (p.12) Os oficiais gráficos a principio acharam que poderiam transformar a sociedade de sua época caso voltassem para o protestantismo, pois na concepção desses trabalhadores, sendo protestantes poderiam serem reformadores. Só que essa ilusão só trouxe problemas, pois não foram aceitos visto que criaram um grupo individual, conhecida como Companhia dos Griffarins. Grupo considerado

5 radical e profano, sob a ótica da própria igreja reformada. Então acharam prudente voltar as suas origens católicas. Mas não por convicção religiosa, ao menos não como principal motivo, mas sim para poderem viver em paz, sem perseguições contra seus membros. Outro tipo de fichamento é o temático. Esse tem como função servir para consulta rápida a dados referentes a determinado tema dentro de uma pesquisa. Pode ser muito útil no processo de levantamento bibliográfico para o desenvolvimento do tema do trabalho monográfico, artigo, dissertação, tese e etc. No entanto, ele também deve manter a característica de ser um material para consulta permanente e por isso tem que ter uma estrutura clara. Nesse tipo de fichamento, também, tem se que apresentar os dados bibliográficos da obra, uma breve apresentação dos objetivos do livro fichado e por fim as citações extraídas e comentadas. Tanto nessa modalidade, quanto na analítica às citações e comentários podem ser divididos de acordo com os títulos e subtítulos da obra e em ambos os casos a análise depois da citação é indispensável. Destarte, no fichamento temático não é a idéia central do texto que é extraída em fichas e sim o tema que se busca para o desenvolvimento da pesquisa. Vejamos o exemplo: Fichamento Temático: FRANCO Jr, Hilário. A Dança dos Deuses: futebol, sociedade, cultura. São Paulo: Companhia das Letras, Neste livro, Hilário Franco Junior se dispõe a pensar o futebol, já que acredita que muitos o praticam, porém poucos pensam sobre está prática esportiva. A partir da história do esporte, tanto na época de sua criação quanto nas décadas vindouras, o autor procura relacioná-lo com as próprias sociedades que o tornaram tão popular. Parte 1: Futebol, Micro-História do mundo contemporâneo. 1. Síntese da Europa Industrial e colonialista Para relacionar o surgimento do futebol na sociedade do século XIX da Inglaterra, o autor afirma que ambos baseiam-se em, segundo Franco Jr....competição, produtividade, secularização, igualdade de chances, supremacia do mais hábil, especialização de funções, quantificações de resultados, fixação de regras (p.25) - Ao apresentar essas características, Franco Junior demonstra a razão pela qual é inegável que o surgimento do futebol moderno tenha sido na sociedade industrial oitocentista inglesa. Na mesma perspectiva, o fichamento descritivo também visa extrair as idéias principais do texto fichado, no entanto, nessa modalidade não são obrigatórios os comentários. Na verdade, o autor

6 desse tipo de fichamento não pode comentar as citações, apenas deve, referir a obra no início da primeira ficha e depois seguir com a ordenação das citações que sintetizam as idéias dos capítulos ou partes da obra fichada. Vejamos o exemplo: Fichamento descritivo: Fichamento do texto: GRIMBERG, Carl. O século de Luís XIV. Volume 17. Coleção História Universal. Lisboa: Publicações Europa América, 1989, pp O SÉCULO DE LUÍS XIV Luís XIV, O Estado sou eu 2. Logo, depois da morte de Mazarino, o jovem rei de 22 anos [Luís XIV] reuniu seus ministros e conselheiros e lhes comunicou que desde então ele seria o seu primeiro-ministro e proibiu-lhes decidir e assinar qualquer coisa sem a sua ordem (p. 3); O Rei-Sol e sua corte 2. A identificação do rei com o Estado fez que cada ato de sua vida adquirisse importância pública. (p. 4); Nesses três casos precisamos atentar para a sua estrutura mínima que se divide em: referência bibliográfica no início da primeira ficha, apresentação breve da obra e as citações que sintetizam as idéias principais da obra ou do tema, que podem ou não, depende do tipo de fichamento, serem analisadas. Ao vermos esses três exemplos de modelos de fichamento, podemos ao final nos perguntar, mas qual é o mais correto? Nesses três tipos de fichamento, apesar das diferenças de natureza, uma coisa é central, esse método de estudos é algo muito pessoal, não existe o tipo mais correto, mas a forma a qual o estudante ou pesquisador se adapta melhor. Normas ABNT para fichamentos: A Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT, não apresenta em seus manuais nenhuma normativa voltada a modalidade de fichamentos. No entanto, como o próprio nome expressa, fichamento é uma modalidade de extração da essência de um livro, artigo ou texto, em citações, anotadas em fichas. Essas fichas deveriam facilitar o acesso a informação dos textos. Mas, atualmente poucos ainda utilizam fichas para registrar seus fichamentos, ao invés, digitam no computador em arquivo word. Sendo assim, podemos propor a formatação do fichamento em folhas A4, espaço simples, margens superior e esquerda 3, inferior e direita 2, letra Times New Roman ou Arial. É importante que as citações apareçam no fichamento entre aspas e justificadas e abaixo delas, os comentários com o devido parágrafo. No cabeçalho deve ser inscrito, a bibliografia do texto fichado, o nome do autor e a data, para facilitar futuras consultas. Os títulos dos capítulos ou subdivisões do texto devem ser citados separando as secções do fichamento. Por fim, lembremos que um fichamento não deve ultrapassar 10% do tamanho total do texto

7 fichado. Nas demais normatizações, como formas de citar, notas, bibliografia e etc...; ver normas artigo. RESENHA CIENTÍFICA ANÁLISE HISTORIOGRAFIA A resenha é uma das modalidades analíticas mais cobradas pelos professores dentro dos cursos superiores na área de Ciências Humanas. Muitas vezes é exigida do aluno antes mesmo desse apreendê la na disciplina de Metodologia da Pesquisa. Esse fato leva muitos alunos a questionarem o que é uma resenha. Sendo assim, no roteiro que aqui apresentamos visamos auxiliar alunos que iniciam seus passos nos caminhos da pesquisa. É importante termos em mente a diferenciação entre a resenha de divulgação dos lançamentos, chamada release, normalmente voltada para publicação em jornais, revistas ou cadernos de cultura, e a resenha científica que tem por objetivo empreender uma análise de cunho historiográfico, com vistas a perceber os intra discursos e inter discursos da obra. A resenha objetiva fornecer uma apreciação crítica sobre determinada obra, ou seja, é uma análise interpretativa de um documento. É uma modalidade de análise textual, apesar de também exigir do resenhista que pesquise informações extra textuais. Portanto, a resenha científica é o exercício que objetiva uma apreciação crítica e específica de uma obra no seu tempo, ou seja, sua autoria e contexto de produção. O texto deve ser objetivo, com estrutura entre 8 e 15 páginas, mesclando a descrição técnica da obra com a análise crítica propriamente dita. No entanto, também pode ser utilizada como método de leitura e fichamento, etapas que auxiliam no processo de construção da pesquisa. Segundo Silvana Drumond Monteiro (1998), o ponto forte de uma resenha é a visão crítica do intérprete e por isso, não é resumo. Ela contempla um resumo muito sintético da obra, mas não se limita a isso, pois, além, é claro, do cuidado com o resumo da obra analisada que deve ser apresentado, a resenha deve conter uma análise das estruturas ideológicas do texto. Para o melhor entendimento da produção de resenhas, aconselha se a divisão do trabalho em duas partes. Dessa forma, sistematizamos a seguir um roteiro para construção da Resenha científica: 1. Parte A INTRODUÇÃO GERAL: do tema e apresentação dos objetivos da Resenha. 2. SISTEMATIZAÇÃO: vida e obra do autor (breve relato da vida do autor relacionado com a obra); linguagem aplicada na obra (o estilo de escrita do autor), público a que a obra é destinada, contextualização (momento de produção da obra), síntese do tema pela ótica do autor; divisão dos capítulos (resumo analítico dos capítulos). 3. Parte B ANÁLISE DO CONTEÚDO: 1. Periodização: analisar como o autor selecionou o período analisado na obra, a diacronia dos acontecimentos, ou seja, como a sucessão de fatos é estabelecida, se em ordem cronológica ou não. 2. Análise das fontes: analisar como o autor selecionou e interpretou as fontes para produção de sua obra, se essas são primárias, secundárias... etc. Ainda se as utiliza como legitimadoras do discurso ou as critica e repudia em prol de seu argumento. 3. Hierarquização das idéias: discutir e analisar quais idéias o autor apresenta na obra e como ele hierarquizou as, ou seja, em ordem decrescente da mais importante para a menos. 4. Visão de História e universo ideológico: qual olhar sobre a História o autor apresenta na obra, se é materialista, psicológico, mitológico, cultural, ou seja, qual é, em sua visão, o motor da História, o ponto

8 desencadeador dos acontecimentos. Deve se perceber nesse ponto que tipo de relação o autor estabelece com os fatos destacados na obra, suas ênfases, se são voltadas para a relação passadopresente, identificar quais são os dados culturais mais destacados. Ao final analisar os engajamentos teóricos ou políticos do autor e como esses influíram na construção de seu texto. 4. BIBLIORAFIA: Obras utilizadas como auxílio interpretativo para a produção da resenha. Se fizermos algumas questões para o texto em análise, podemos alcançar respostas mais facilmente para cada item lançado anteriormente. Vejamos; Primeira parte ou parte A Restringe se basicamente a descrição técnica da obra a ser analisada. Inicia se com uma introdução da obra do que trata a obra? Dados biográficos do autor. qual a produção do autor que é conhecida? Identificar o objetivo da elaboração desta resenha: qual é a relevância da execução deste trabalho? Em que contribui ao conhecimento? Contexto de produção da obra: qual o contexto histórico em que se insere a produção da obra? Identificar o destinatário da obra: quem é o público ao qual o autor se dirige? Com quem dialoga (público ou autores)? Identificar a linguagem utilizada pelo autor acadêmica, literária. de que maneira o autor estabelece sua narrativa? Como a constrói? E finalizando essa parte inicial elabora se uma síntese geral da obra, na ótica do autor. Esta síntese deve acompanhar a divisão do texto proposta pelo autor, respeitar sua divisão seja em capítulos ou partes. Qual é a idéia central da obra e como é dividida? Segunda parte ou parte B Como estão estruturados entre si os diferentes momentos históricos, ou de que forma se atribui a idéia de movimento à obra analisada? diacronia: a (s) temporalidade (s) dos acontecimentos no texto. Como o autor age quanto ao desencadeamento dos fenômenos? Sua ordem cronológica, por exemplo, invertida (começa pelo ponto onde deveria dar se o fim)? Parece progressiva (onde o desencadeamento é, justamente, conexo e linear)? E, ainda, dentre outros, podemos ter a rememoração, que pode abrangir lembranças, de tempo e espaço, recortadas, onde teria se, então, uma múltipla temporalidade, fragmentada; Em que fontes o autor se ampara para pensar o objeto estudado? Há preocupação em explicitá las no texto? Há nexos possíveis explícitos ou não com trabalhos anteriores? De onde o autor partiu para chegar naqueles resultados? Essas fontes aparecem de forma clara? E, ainda, a partir dessas mesmas fontes, o que outros autores discutem sobre esse tema? De que forma o autor encadeia as diversas idéias dispersas no texto, de modo a constituí las em um todo coerente e que aponta para uma tese central? Que tese central é essa? De que forma o autor as dispõe? São coesas? Coerentes? Quem são os atores que fazem a história? Que elementos da atividade humana mais diretamente tornam a história enquanto movimento, transformação das formas do existir humano possível? Nesse ponto de análise da visão histórica do autor (quais seriam as, supostas, motivações para que ocorressem os determinados fenômenos? As fontes que ele indica fazem parte do que ele quer mostrar, portanto, podemos enxergá las como parte de sua manipulação, mas, antes disso, o que o fez determiná las? Como são abordados os acontecimentos?). Nesta parte, já é possível reunirem se os principais elementos conclusivos sobre o texto e fazer seu fechamento; Referências Bibliográficas (sim, é necessário apontar os autores que foram utilizados pelo resenhista para analisar

9 a obra). 5. Normas ABNT para resenhas A resenha é outra modalidade de trabalho acadêmico não prevista esclusivamente pela ABNT, no entanto, devemos ter cuidado em sua diagramação. A bibliografia da obra resenhada, da mesma forma que o fichamento, deve aparecer no cabeçalho, logo após, o título da resenha, que pode ser o da obra ou outro escolhido pelo autor, o nome o autor deve ser inserido logo depois, com um pequeno resumo de seu currículo em nota de rodapé, no mais: ver normas para artigo. BIBLIOGRAFIA: LOPES, Marcos A. Roteiro para elaboração de resenha científica. (texto pessoal de aula). MONTEIRO, Silvana Drumond. Elaboração de resumos e resenhas. Londrina. Ed. UEL, 1998.

10 ARTIGO O artigo é uma importante modalidade de escrita acadêmica por se concentrar na apresentação dos resultados obtidos de pesquisa em andamento. Esses resultados podem ser parciais, apriorísticos ou conclusivos. É fundamental percebermos que no artigo podem ser empregados dois modos de escrita, o narrativo que visa a veiculação de determinado conteúdo em forma de narração, com personagens e eventos organizados, ou dissertativo, que visa a apresentação de determinado assunto, ou seja a transmissão de determinado conhecimento. Enquanto o texto narrativo necessariamente precisa apresentar personagens em movimento e um narrador dos eventos, o texto dissertativo precisa ter introdução, desenvolvimento e conclusão. No entanto, o texto dissertativo pode também ser argumentativo e, nesse caso, visaria o convencimento sobre determinado argumento. Entretanto, precisamos atentar para o fato de uma característica fundamental de um artigo científico é sua originalidade de teoria, tese, análise, abordagem, crítica ou experiência de pesquisa, dissertados ou narrados no texto. O artigo deverá sempre apresentar algo novo, por exemplo: propor uma nova teoria ; apontar novos caminhos, conclusões ou experimentos que validem ou refutem teorias vigentes; da mesma forma fazer uma crítica nova a um paradigma já estabelecido; fazer uma ampliação ou aprofundamento real a um conceito ou de uma visão historiográfica; ou realizar uma discussão historiográfica, com vistas a crítica e avaliação das idéias vigentes sobre determinado tema. Os trabalhos enviados para publicação precisam ser inéditos, e não devem simultaneamente serem submetidos a outra publicação. Quando isso ocorrer, devem ser explicitado em rodapé, se o texto já foi publicado ou é resultado de palestra e etc. Não dê definições de conceitos que já são de senso comum da ciência, quando se tratar da definição clássica que pode ser consultada em um dicionário ou enciclopédia. Em seu artigo, sua análise deve ser abordada de forma clara, com apresentação conceitual, dos objetivos do trabalho, das fontes utilizadas e da abordagem aplicada para alcance dos resultados. O ARTIGO sempre deve apresentar uma conclusão clara. O artigo é essencialmente veiculação de resultados da pesquisa e por isso, deve apresentar uma, mesmo que breve, discussão historiográfica sobre seu tema. Da mesma forma, como em qualquer pesquisa, deve ser gestado e apresentar o problema motivador da pesquisa, materializado em pergunta, mas que será respondida no texto. Sua estrutura deve se fixar entre 10 e 20 páginas. Vejamos suas partes essenciais: 1.Título de forma que resuma a idéia a ser apresentada no artigo; 2.Autor nome completo, e mail e universidade ou instituição a que pertence; 3. Epígrafe (facultativo) frase ou citação que tenha relação com o tema geral do texto; 4.Resumo (para periódicos) somente para os enviados à periódicos; 5.Palavras chave (para periódicos); 6. Conteúdo (Introdução; Objetivos, apresentação das fontes que serão analisadas, Desenvolvimento Textual, argumentativo ou narrativo e Conclusão/Considerações Finais); 7.Referências podem se subdividir em fontes, fontes auxiliares e referenciais bibliográficos As partes do desenvolvimento devem contemplar:

11 Introdução Na introdução deve se expor os objetivos do trabalho de maneira que o leitor tenha uma visão geral do tema abordado. A introdução deve apresentar: a) o tema estudado, ou seja, o objeto de estudo; b) a posição teórica selecionada pelo autor para tal análise; c) uma pequena discussão historiográfica de trabalhos anteriores que abordam o mesmo tema; d) O objetivo do estudo ali apresentado, suas justificativas, o problema de pesquisa, a hipótese de estudo, o método proposto, a razão de escolha do método. Desenvolvimento Parte principal e mais extensa do trabalho, deve apresentar os resultados e discussão desses, forma a evidenciar sua fundamentação teórica e metodológica. Pode ser dividido em seções e subseções. Conclusões: a) as conclusões devem responder aos problemas da pesquisa devidamente apresentados, correspondentes aos objetivos e hipóteses do trabalho em desenvolvimento; b) deve ser breve e pode apresentar recomendações e sugestões para trabalhos futuros; c) para artigos de discussão historiográfica não é preciso apresentar teoria e método. Normas ABNT para artigo: A normatização do artigo é válida para todos os trabalhos acadêmicos, pois prevê o regramento de toda a informação técnica do texto. No entanto, algumas questões podem ser regradas pelo autor, desde que apresentadas em todo o texto de forma igual. Por exemplo, a ABNT indica que as citações de até 3 linhas, devem ser apresentadas em corpo de texto entre aspas, o autor, no entanto, ainda pode acrescentar itálico a elas com o intuito de destaca las dentro do texto. Essa informação pode aparecer em nota explicativa na primeira citação apresentada em itálico. No entanto, aquilo que está regrado não deve ser alterado. O artigo deve ser apresentado graficamente em: Papel branco, Formato A4 (21 cm x 29,7 cm); Cor preta, com exceção para ilustrações; A ABNT sugere e recomenda que se utilize a fonte ARIAL ou Times New Roman, tamanho 12, em todo o corpo do trabalho, incluindo títulos e subtítulos. Os títulos devem aparecer em letra 14 e os subtítulos em letra 12, ambos em negrito. Nas notas explicativas da folha de rosto, notas de rodapé, citações maiores que três linhas, legendas de ilustrações, tabelas, paginação e ficha catalográfica, em todos esses casos, deve se utilizar a mesma fonte empregada no texto, mas no tamanho 10. O negrito é um recurso tipográfico que pode ser usado para destacar alguma parte do texto que mereça esse tratamento, seguido da expressão grifo nosso, entre colchetes, quando tratar se de citação de obra de outro autor ou em nota de rodapé para destaque de idéias próprias. Enquanto que para títulos não necessita nenhuma indicação. Da mesma forma, o recurso itálico pode e deve ser utilizado para as palavras estrangeiras, da mesma forma para as citações, desde de que referenciado, sem abandonar as aspas, exceto naquelas em que o autor citado assim haja procedido.

12 O espaçamento, conforme previsto pela ABNT por ser duplo ou 1,5 entre linhas em todo o trabalho. No entanto, o espaço simples deve ser empregado na nota explicativa da folha de rosto, no resumo, nas citações maiores que três linhas, nas notas de rodapé, nas referências, na ficha catalográfica e nas legendas das ilustrações e tabelas. Da mesma forma, as referências devem ser diagramadas em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo Os títulos e subtítulos das seções (capítulos) devem ser separados do texto que o sucede por 2 espaços duplos; Não esquecendo das notas explicativas que devem ser digitadas dentro das margens do trabalho, separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete (traço) de 3 cm, a partir da margem esquerda. As seções do texto podem ser primárias ou secundárias. As primárias são as principais divisões do texto de um documento e, chamadas de capítulos, devem ser iniciadas em folha distinta. As seções primárias podem ser divididas em secundárias, as mesmas em terciárias, as quais ainda podem ser subdividas em quaternárias e assim por diante. A ABNT recomenda que sejam limitadas o número de seções e subseções até a quinária. Lembre se que o projeto gráfico está a cargo do autor do trabalho acadêmico apresentado, por isso observe, que as margens devem ter: Esquerda 3cm Superior 3 cm Direita 2 cm Inferior 2 cm Os parágrafos devem ser alinhados de forma justificada, mas respeitando a gramática e prevendo os devidos parágrafos, com um espaço de 1,25 cm. Assim, o parágrafo iniciado com recuo na primeira linha: a) De 1,25cm na margem esquerda para o início de parágrafo, no texto, que assim deve ser empregado em todo o texto.

13 ENSAIO O Ensaio enquanto modalidade de escrita acadêmica, sempre é de cunho historiográfico ou revisionista. Visa sempre rever a produção sobre determinado tema, ou seja, é o balanço referente a como um conhecimento ou assunto foi representado e apresentado dentro de uma tradição do pensamento. É um tipo de texto que permite a livre criação, no qual o autor apenas tem compromisso com suas próprias reflexões e com a realidade que ele vê e acredita, não exige comprovação de idéias, mas, objetiva o convencimento e por isso é de natureza argumentativa. O ensaio por normalmente ser encontrado nos editoriais dos jornais, por ser profundamente opinativo. Sua estrutura é igual a do artigo e por isso, muitas vezes são confundidos. No entanto, o ensaio apenas se propõe a analisar aquilo que outros pesquisaram e não se propõe a discutir as fontes diretas sobre o tema tratado. Por ter uma natureza historiográfica acaba por permitir se um espaço maior de discussão, por isso deve ter entre 15 e 30 páginas. PAPER A natureza do paper é a mesma do artigo, veicular resultados de pesquisa desenvolvida ou em desenvolvimento. No entanto, seu espaço não é o das revistas acadêmicas, mas, dos Simpósios, Congressos e etc. O paper é um texto de estrutura igual a do artigo, mas voltado para a apresentação pública do tema pesquisado. É um texto pequeno elaborado a partir de um tema pré escolhido, pesquisado, voltado para apresentação dos resultados de estudos ou de pesquisas científicas, no qual o autor desenvolverá suas análises e argumentações, com objetividade, amparando se, da mesma forma que no artigo, em discussões de especialistas. O objetivo do paper é estimular o pesquisador iniciante no aprofundamento de um assunto, como um exercício de elaboração de trabalhos sob uma linguagem acadêmico científica. Para ANDRADE (1995, p. 68) Paper é texto escrito de uma comunicação oral. Pode apresentar o resumo ou o conteúdo integral da comunicação e tem por objetivo sua publicação nas atas ou anais do evento em que foi apresentada. Ou seja, o Paper é um pequeno artigo científico, elaborado sobre determinado tema ou resultados de um projeto de pesquisa para comunicações em congressos e reuniões científicas, sujeitas à sua aceitação por julgamento. Espera se em um paper que seu desenvolvimento seja a partir de um ponto de vista específico de determinado tema, um posicionamento definido e a expressão dos pensamentos e resultados de análise de forma original. Quanto à estrutura, deve seguir a da comunicação científica em 3ª pessoa, mas atualmente a academia se abre para outras formas de linguagem, como na 1ª pessoa do singular ou até do plural. Os objetivos de um paper são quase sempre os de formar um problema, estudá lo, adequar hipóteses, cotejar dados, prover uma metodologia própria e, finalmente, concluir ou eventualmente recomendar, ao contrário do artigo que visa a apresentação de resultados finais ou

14 apriorísticos. O paper é intrinsecamente técnico, pode envolver fórmulas, gráficos, citações e pés de página, anexos, adendos e referências. É importante, que se atente para a apresentação das opiniões do autor, que devem ser veladas. O texto deve ter uma aparência imparcial e distante, minimizando as subjetividades, as crenças e as preferências do escritor. O paper apresenta normalmente uma discussão experimental, objetiva, com linguagem científica e que regularmente parte da experimentação de metodologias. Vejamos suas estrutura: O Paper é: ma síntese de suas descobertas sobre um tema e seu julgamento, avaliação, interpretação sobre essas descobertas. m trabalho que deve apresentar originalidade quanto às idéias. m trabalho que deve reconhecer as fontes que foram utilizadas; que mostra que o pesquisador é parte da comunidade acadêmica. O Paper não é: Um resumo de um artigo ou livro (ou outra fonte). Idéias de outras pessoas, repetidas não criticamente. Uma série de citações. Opinião pessoal não evidenciada, não demonstrada. Cópia do trabalho de outra pessoa sem reconhecê la. Para a realização de um Paper é necessário : escolher um assunto, reunir informações, avaliar o material e organizar idéias. Passos para redigir um Paper: Delimite o tema. Defina uma perspectiva sob a qual você tratará o tema (sociológico, psicológico, filosófico, histórico, matemático...). Apresente o problema que estará resolvendo e construa uma hipótese de trabalho. Indique o objetivo do seu Paper e desenvolva suas idéias apoiando se em fontes dignas de crédito. Apresente bibliografia. O paper deve ser apresentado segundo as normas da ABNT, contendo citações diretas e/ou indiretas que reforcem os argumentos do aluno em relação ao tema em discussão. Assim como o

15 artigo, o paper deve conter em sua estrutura: introdução, desenvolvimento, conclusão e referências bibliográficas. Estrutura do PAPER Um paper deve ser redigido em sete seções: Cabeçalho; Resumo; Palavras Chave; Introdução; Desenvolvimento; Conclusão; Documentação (de acordo com as normas da ABNT) Cabeçalho: o objetivo desta seção é identificar o trabalho, seguir o modelo em tudo tamanho de fontes e dados Resumo: esta seção é um resumo de máximo 1500 palavras no modo itálico e sem margem no parágrafo e espaçamento simples, seguir o modelo de exemplo. Palavras Chave: deve se colocar de três a cinco palavras que sejam chave no texto, isto é, as palavras que mais aparecem no texto como um todo, o formato deve ser conforme modelo. Introdução: o objetivo desta seção é introduzir o leitor na questão do tema ou assunto que será tratado no paper. Informação básica, importância e porque está se escrevendo sobre o assunto. Desenvolvimento: esta é a situação atual, em outras palavras, esta é a seção na qual você diz ao leitor alguma coisa. Você deve estar seguro de organizar o desenvolvimento de maneira que o leitor possa seguir facilmente seu pensamento. Conclusão: deve se posicionar, argumentar e sintetizar as ideas do texto. Documentação: incluindo citações e referências. Formato Página: papel A4 Margens superior 3cm inferior 2cm esquerda 3cm e direita 2cm. Editor de texto: Word for Windows Espaçamento entre linhas: 1,5 Número de páginas: no mínimo 3 e máximo 20 Letra: Times New Roman Referência Bibliográfica: ANDRADE, Maria M. de. Como preparar trabalhos para os cursos de pós graduação. Sào Paulo: Atlas, (1995 : 68

16 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Apresentação de relatórios técnico científicos: NBR Rio de Janeiro: ABNT, CARMO NETO, Dionisio. Metodologia científica para principiantes. 3 ed. Salvador : American World University Press, p. PROJETO DE PESQUISA Ao iniciarmos qualquer pesquisa precisamos antes delimitar algumas questões. Para isso, planejamos nossas ações. O projeto de pesquisa nada mais é do que o planejamento de uma pesquisa, sua a definição, os caminhos adotados para abordar uma certa análise da realidade. Por isso, ao escrevermos nosso planejamento precisamos responder algumas questões como: O que pesquisar (o tema que será estudado)? Por que pesquisar? (é o espaço da evidenciação da originalidade da abordagem, nossa Justificativa da pesquisa) Para que pesquisar? (quais os objetivos que temos em tal pesquisa) Como pesquisar? (Metodologia, os caminhos adotados para tal) Quando pesquisar? (os espaço temporal que utilizaremos para o desenvolvimento da pesquisa, ou seja, o Cronograma) Através de que fontes de informação? (referências) Toda a pesquisa científica exige planejamento, apesar de considerarmos que o mesmo não garantirá o sucesso final do trabalho, apenas assegura a organização dos passos que serão dados rumo a resolução do problema. Para Alcyrus Barreto e Cezar Honorátio, Entende se por planejamento da pesquisa a previsão racional de um evento, atividade, comportamento ou objeto que se pretende realizar a partir da perspectiva científica do pesquisador. Como previsão, deve ser entendida a explicitação do caráter antecipatório de ações e, como tal, atender a uma racionalidade informada pela perspectiva teóricometodológica da relação entre o sujeito e o objeto da pesquisa. A racionalidade deve se manifestar através da vinculação estrutural entre o campo teórico e a realidade a ser pesquisada, além de atender ao critério da coerência interna. Mais ainda, deve prever rotinas de pesquisa que tornem possível atingir se os objetivos definidos, de tal forma que se consigam os melhores resultados com menor custo (BARRETO; HONORATO, 1998, p. 59). Os autores destacam acima que, o projeto é a previsão racional das ações que serão tomadas para o desenvolvimento de uma pesquisa específica, no entanto, alertam que essa previsão deve ser feita sob uma ótica teórico metodológica definida e explicitada, de forma a prever os passos, ou como citam, as rotinas, que serão assumidas durante a busca dos objetivos traçados.

17 Nessa mesma perspectiva, para Maria Cecília Minayo (1999), o pesquisador ao elaborar um projeto estará trabalhando com, no mínimo, três esferas da análise: a técnica (regras científicas para a elaboração do trabalho); a ideológica (que são as suas escolhas, determinadas por seu contexto histórico ideológico) e a científica (verificação das hipóteses através de métodos científicos). A partir dessa percepção, devemos ter em mente a importância de planejarmos os passos de uma pesquisa, como o tema, os objetivos e a abordagem teórico metodológica. O tema deve estar substanciado pelas fontes selecionadas e atentemos para o que afirmou Umberto Eco Apenas uma coisa cumpre ter presente: um trabalho de compilação só tem utilidade científica se ainda não existir nada se parecido naquele campo (ECO, 1999: 22). Os trabalhos de compilação, citados por Eco, são aqueles que se amparam apenas em pesquisas bibliográficas e por isso devemos sempre questionar qual a sua validade histórico científico, afinal eles somente se justificam se não foram realizados ainda dentro do tema abordado. Sigamos agora para a análise da estruturação do projeto especificamente. 1 DELIMITAÇÃO DO TEMA E PROBLEMATIZAÇÃO 1.1 Delimitação do tema Esse momento é o principal dentro da pesquisa, pois significa escolher um tema dentro de uma delimitação em um certo campo de estudo. O qual está ligado uma grande área de conhecimento, a qual se ligará a pesquisa. Para tanto, se faz necessário selecionar um objeto a ser estudado, um fragmento de realidade, sob a ótica de uma abordagem teórico metodológica, devidamente selecionada pelo pesquisador (Cf, BARRETO; HONORATO, 1998: 62). O tema deve ser delimitado a partir de sua vinculação a uma área de conhecimento na qual o pesquisador tenha trânsito, seja de sua formação e não lhe oferecerá dificuldades com as leituras específicas. Dessa forma, o tema de pesquisa é uma área de interesse a ser abordada pelo pesquisador. Alguns exemplos de temas: Exemplos: as mulheres operárias no Brasil; a violência infantil; as práticas de leitura escolar; a literatura como representação do social; a fala e a escrita no Brasil; Mas, o que é delimitar o tema? É o processo de especificação do que vamos pesquisar, são os limites temporais e geográficos do assunto estudado. Sendo assim, delimitar é situar o tema em sua respectiva área de conhecimento, de forma que, conforme LEONEL, (2002), se visualize a especificidade do objeto dentro do contexto de seu campo temático. A delimitação é o que chamamos de recorte temático, é o momento de devemos explicar o que pesquisamos, aonde pesquisamos, em que tempo pesquisamos e através de fontes realizaremos tal pesquisa, são as famosas perguntinhas que devem ser respondidas: O que? Onde? Quando? e Como? Por exemplo, o tema de nossa pesquisa fosse as mulheres operárias no Brasil, deveríamos precisar aonde, no Rio de Janeiro ou Porto Alegre, ainda quando, 1920, 1930, em que data se localiza o objeto de estudo e por fim, como, através de que fontes realizaremos o empreendimento de pesquisa, jornais, cartas, fotografias, documentos das fábricas, diários e etc... Segundo Minayo, esses

18 passos que visão um recorte mais concreto do tema, que precisam melhor o assunto a ser estudado, são fundamentais para a realização de uma pesquisa (CF. MINAYO, 1999). Outros exemplos 1 : A representação das mulheres operárias na imprensa de Porto Alegre entre 1910 a 1920 o caso do Correio do Povo; Memórias do desembarque no Brasil do século XIX: o diário de Carlota Joaquina; As práticas de leitura nas escolas públicas riograndinas na década de 1980; 1.2 Problematização O motor de toda a pesquisa é o conjunto de perguntas para a realidade a ser analisada que o pesquisador busca responder. Assim, a formulação do problema está intrinsecamente ligada, e por isso não deve aparecer em separado, da delimitação da pesquisa. As perguntas tornam o tema ainda mais específico. Na problematização ou perguntas, estão a apresentação da idéia ou tema central da pesquisa. Por isso, a contextualização do tema da pesquisa é importante para indicar os problemas a serem resolvidos. Essa contextualização significa, segundo Oliveira, apresentar o tema de forma a identificar o contexto no qual o assunto se insere. Introduz o leitor no tema e ainda o encaminha para uma visualização situacional da questão tratada (CF, OLIVEIRA, 2002:169). Para Rudio (apud MINAYO, 1999), algumas questões ainda devem ser feitas ao delimitarmos um tema: É original? É adequado para mim? Quais as possibilidades de execução? Há tempo para seu desenvolvimento? 2 JUSTIFICATIVA A justificativa em um projeto científico é útil para defender a necessidade da realização da pesquisa proposta. Neste item cabe perguntar se : Por que pesquiso determinado assunto? Para que? De que maneira ele é relevante? Que benefícios o resultado da pesquisa busca trazer? Neste momento, se convence o leitor da importância do projeto. A justificativa pauta se numa ampla revisão bibliográfica, que deve apontar como o tema selecionado pelo pesquisador já foi abordado em outras pesquisas, de forma a evidenciar a originalidade da abordagem delimitada. Por isso, ela aborda questões de específicas de ordem teórica, historiográfica, científica, pessoal/profissional, institucional ou social (as possíveis contribuições sociais). Para Ventura (2002, p. 75) é importante que na justificativa o pesquisador destaque a relevância do tema dentro de sua área de conhecimento e ainda apontar as contribuições para o campo científico a que se vincula da sua pesquisa. Alguns itens são apontados por Barral (2003, p ) como essenciais para o desenvolvimento da justificativa: a atualidade do tema; a originalidade ou ineditismo do assunto; a relevância do tema dentro da tradição de estudos do mesmo e ainda a sua pertinência ou contribuição para a ampliação do debate na sua área de conhecimento. 3 OBJETIVOS 1 Evitar abordagens vagas e imprecisas. Por exemplo: O novo Código Civil ; O Mercosul.

19 O objetivo é a explicitação de forma resumida do propósito a ser alcançado pelo pesquisador, ou seja, são as ações para o alcance das respostas do problema(s) exposto(s), as quais devem ser expressas de forma clara e concisa. Nessa perspectiva, podemos afirmar que o objetivo está relacionado com a visão geral do tema. Deve ser expresso sempre por uma ação, aquilo que se pretende analisar, conhecer, comparar, provar. O objeto é a meta estabelecida para ser alcançada pelo pesquisador. E se subdivide em gerais, ação ampla e específicos, detalhes da problematização. Segundo Barreto, a ação a ser apresentada no objetivo deve sempre ser indicada por um verbo, pois o objetivo é a expressão do que o pesquisador pretende executar (CF, BARRETO; HONORATO, 1998). Os Objetivo(s) geral(is) são: a especificação do resultado pretendido. Os Objetivos específicos são: a indicação de partes da meta geral que levarão à realização dos objetivos gerais, que podem ser expressos, por classificar, conhecer, perceber e etc... 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA E METODOLÓGICA Considerando que a palavra História, conforme discorreu Francisco Rüdiger, traz consigo ao menos dois significados, quando se fala em teoria da história, remete se antes aos processos sociais no tempo do que à história enquanto ciência (CF, RÜDIGER, 1997). De forma concisa, podemos dizer que uma teoria da história se define, em larga medida, pelo elemento que seleciona como preponderantemente relevante para o movimento da história. Assim sendo, para que o historiador não se torne prisioneiro de esquemas teóricos alheios a si, é preciso que encontre a teoria que melhor se adapte a forma pela qual vê a história, e nunca o oposto. A teoria possui uma relação próxima a metodologia. No entanto, uma teoria não leva necessariamente junto uma metodologia específica e vice versa, sendo então necessário observar se ambas apresentam coerência entre si. Citemos como exemplo algumas teorias: Materialismo histórico: Os fatores mais fundamentais das transformações históricas estão diretamente ligados aos modos de produção material e ao estágio de desenvolvimento da técnica e à organização social necessária a efetivação dessa produção. Nova história cultural: Atribui um papel de destaque à cultura entendida em sua pluralidade no processo histórico. Trabalha com as práticas mais cotidianas, como a leitura, a fala, a vivência do religioso, etc. Utiliza a idéia de representação como instituidora de significados para o real. Guarda proximidades com a antropologia. Positivismo: O positivismo aplicado à história pressupõe que se possa conhecer o passado tal qual ele foi. Nessa perspectiva, o historiador não só pode como deve depurar seu trabalho de qualquer indício de subjetividade que possa aí fazer se presente. Para isso deve encontrar os documentos, extrair deles os fatos traçando as relações causais entre eles e privar se de tecer reflexões teóricas, filosóficas, etc. 4.1 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Os procedimentos metodológicos são os passos que serão executados pelo pesquisador para alcançar o resultados da pesquisa, ou seja, como ele abordará as suas fontes, que meios os levará

20 a conclusão de sua pesquisa. É preciso ainda responder: Como? Com quê? Onde? Segundo BARRETO E HONORATIO (1998), a metodologia da pesquisa é o conjunto, o qual deve ser detalhado e seqüencial, de métodos e técnicas científicas a serem realizados no decorrer da pesquisa. No entanto, precisamos atentar para o fato de que existem naturezas diferentes de pesquisa como: a) Pesquisa exploratória: tem como objetivo proporcionar a apliação da discussão sobre um problema, normalmente assume a forma de pesquisa bibliográfica e estudo de caso. b) Pesquisa descritiva: objetiva a descrição das principais características de determinadas populações, eventos ou fenômenos. Centra se na utilização de técnicas padronizadas de coleta de dados e quantificação de resultados, através de questionários e a observação sistemática. Dentre as pesquisas descritivas, podemos destacar as realizadas pelo IBGE, por exemplo, que visam identificar e descrever características de grupos (idade, sexo, procedência etc.). c) Pesquisa explicativa: visa identificar os fatores determinantes dos fenômenos, de forma aprofundada do conhecimento da realidade. Seu objetivo é explicar a razão, o motivo das coisas. Além da natureza da pesquisa ainda podemos lembrar dos procedimentos técnicos, conforme discorreu Gil (2002), a pesquisa pode ser: bibliográfica, documental, experimental, de levantamento (questionários), estudo de campo (baseia se da observação de realidades específicas), estudo de caso (aprofundamento da análise de um objeto) e pesquisa ação (visa a solução de um problema comunitário). 4.2 O Método Segundo Garcia (1998:44), os métodos são os procedimentos racionais e ordenados de verificação das hipóteses de trabalho, constituídos de instrumentos ou etapas que visam a reflexão e a experimentação das fontes e do problema. São, na verdade os passos ou caminhos trilhados pelo pesquisador para chegar aos resultados. Entretanto, os métodos ainda podem ser divididos em suas naturezas, os de abordagem e os de procedimento. Segundo Lakatos e Marconi (1995:106), os métodos de procedimento são: o dedutivo (parte de leis e premissas gerais para a determinação do específico), o indutivo (parte da observação e constatação dos fenômenos), hipotético dedutivo (parte da observação e verificação e cria leis gerais de funcionamento dos fenômeros) e o dialético (analisa as relações de reciprocidade entre os fenômenos). Os métodos de abordagem definem se pelos passos propostos para o desenvolvimento da pesquisa, alguns deles são: Análise do Discurso: Na ótica da Análise do Discurso, a linguagem não é um simples instrumento de comunicação ou de transmissão de informação. Ela é mais do que isso, pois também serve para não comunicar. A linguagem é o lugar de conflitos e confrontos, pois ela só pode ser apanhada no processo de interação social. Não há nela um repouso confortante do sentido estabilizado. O signo é uma arena privilegiada da luta de classe. Não se pode dizer o que quer quando se ocupa um determinado lugar social, pois este exige o emprego de certas representações e a exclusão de outras. O estudo da linguagem não

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