MANUAL DE PRODUÇÃO ACADÊMICA TIPOS, NORMAS, MÉTODOS E MODELOS

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1 MANUAL DE PRODUÇÃO ACADÊMICA TIPOS, NORMAS, MÉTODOS E MODELOS

2 Faculdades Metropolitanas Unidas Presidente da Mantenedora: Prof. Edevaldo Alves da Silva Reitora: Drª. Labibi Elias Alves da Silva Vice-Reitor Executivo: Prof. Arthur Sperandéo de Macedo Vice-Reitor Acadêmico: Prof. Dr. Arthur Roquete de Macedo Pró-Reitores: Pró Reitor de Ensino de Graduação Prof. Ângelo Palmisano Pró-Reitor de Ensino de Pós-Graduação Dr. Eduardo Elias Alves da Silva Pró-Reitor de Pesquisa Prof. Arthur Roquete de Macedo Pró-Reitora de Extensão, Integração Comunitária e de Cursos Sequenciais Dra. Ana Cláudia Fioravante Bonaparte Administrador do Centro de Planejamento e Administração: Dr. Edson Elias Alves da Silva Secretário Geral: Prof. Celso Hamilton de Camargo Diretores de Núcleo: Núcleo das Ciências Jurídicas e Sociais Prof. Dr. Roberto Senise Lisboa Núcleo das Ciências Sociais Aplicadas, Humanas e das Artes Profa. Dra. Dumara Coutinho Tokunaga Sameshima Núcleo das Ciências Biológicas e da Saúde Prof. Marcus Vinícius Gava Diretoria Administrativa: Diretor de Marketing & Comercial Wilson Diniz Diretor de Infraestrutura Luis Roque Mollo Diretora de Estratégia & TI Mônica Violim Coordenação do Curso de Administração Henry Kupty Marcos Zambanini Patrícia do Amaral Merofa

3 Mello, Roberto Agostinho de; Kaneta, Catalina Naomi; Souza, Clodoaldo de. Manual de produção acadêmica: tipos, normas e métodos/roberto Agostinho de Mello; Catalina Naomi Kaneta; Clodoaldo de Souza. São Paulo: FMU, p. 1. Metodologia Científica. 2. Pesquisa Metodologia. I. Título.

4 SUMÁRIO INTRODUÇÃO TRABALHOS ACADÊMICOS Resumo Resumo crítico - resenha Resumo indicativo ou descritivo Resumo informativo Projeto de pesquisa Título do trabalho Tema Problema Hipóteses Objetivos Justificativa Metodologia Artigo científico Estrutura do artigo científico Painel, pôster ou banner Monografia Estilo redacional Estrutura da monografia Relatório de estágio supervisionado Plano de Negócios PESQUISA CIENTÍFICA Elementos básicos de uma pesquisa Classificação quanto à natureza da pesquisa Pesquisa científica pura ou básica... 39

5 2.2.2 Pesquisa científica aplicada ou prática Classificação quanto à abordagem do problema Pesquisa quantitativa Pesquisa qualitativa Comparativo das pesquisas quantitativa e qualitativa Classificação quanto aos objetivos da pesquisa Pesquisa descritiva Pesquisa explicativa Pesquisa exploratória Classificação quanto aos procedimentos da pesquisa Pesquisa bibliográfica Pesquisa documental Pesquisa experimental Levantamento ou survey Estudo de caso Pesquisa ex-post-facto ou quase experimental Estudo de campo Revisão sistemática TÉCNICAS E INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS Observação Entrevista Questionário Preâmbulo Formato das questões Características físicas do questionário Forma de aplicação do questionário Pesquisando material bibliográfico na internet... 59

6 4 NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHO ACADÊMICO Formato geral Papel Margens Fonte Espaçamento Alinhamento Paginação Títulos e indicativos de seção Siglas Ilustrações Equações e fórmulas Utilização de negrito, itálico e aspas CITAÇÕES Regras gerais citação de texto Citação direta Citação indireta Informação verbal Citação de fonte de trabalho em elaboração Citação de fonte de documento da internet Localização Sistema de chamada Sistema autor e data Sistema numérico Apresentação da autoria da citação Texto com autor único Texto com dois ou três autores... 78

7 Texto com quatro ou mais autores Sobrenome composto Sobrenome com indicação de parentesco Dois ou mais autores com o mesmo sobrenome Documentos do mesmo autor publicados em um mesmo ano Citações indiretas de diversos documentos de mesma autoria Citações indiretas de diversos documentos de diversos autores Notas de rodapé Expressões latinas Apud Idem Ibidem Opus citatum Passim Loco citato Conforme Sequentia Notas explicativas REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Elementos da referência Elementos essenciais Elementos complementares Definições Regras gerais Ordenação Autores repetidos Espaçamento... 93

8 6.3.3 Alinhamento Pontuação Abreviaturas e expressões latinas nas referências Apresentação da referência Autor Título e subtítulo Edição Local Cidades homônimas Local não informado Editora Data Descrição física Parte de uma obra Capítulo com autoria própria Tese, dissertação e trabalho de conclusão de curso Trabalho científico consultado na internet Leis, decretos e portarias Leis, decretos e portarias na internet Verbete Texto bíblico Relatório Evento Evento ou parte de evento na internet Publicação periódica Artigo de uma publicação periódica Artigo de periódico na internet

9 Artigo de jornal Artigo de jornal na internet Documento de acesso exclusivo em formato eletrônico Instrumentos de apoio Mecanismo online para referências - MORE Mendeley TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Projeto do TCC Estrutura do projeto de pesquisa Versão final do TCC Estrutura do trabalho de conclusão Abreviaturas de titulação REFERÊNCIAS APÊNDICE A Modelo para elaboração de resumo textual APÊNDICE B Modelo para elaboração de resumo informativo APÊNDICE C Modelo para elaboração de cronograma APÊNDICE D Exemplo de artigo científico destinado à publicação APÊNDICE E Exemplo painel APÊNDICE F Estrutura de trabalhos acadêmicos monográficos APÊNDICE G Capa e folha de rosto APÊNDICE H Modelo para folha de aprovação APÊNDICE I Modelo para sumário

10 9 INTRODUÇÃO Ao ingressar na vida acadêmica o aluno vê-se diante de um sistema educacional muito diferente daquele que o acompanhou até então. Os professores, em grande parte, apresentam-se como mediadores, estimulando os alunos a saírem de suas confortáveis e passivas posições de ouvintes para uma situação de interação e participação dinâmica no plano e programa de aula. Diante desse novo cenário não são poucos os alunos que apresentam dificuldades para assimilar as informações que lhes são transmitidas por meio de leituras obrigatórias ou acompanhar o raciocínio imposto pelo sistema interativo das aulas. A esses fatos somam-se os trabalhos acadêmicos. Os estudantes, não instruídos ou estimulados a desenvolverem pesquisas durante o ensino médio, mostram-se como meros copiadores de textos e figuras que encontram em uma ou mais fontes bibliográficas, especialmente na Internet. Faltam-lhes noções básicas de metodologia de pesquisa. A elaboração de trabalhos, de diversos tipos, faz parte da formação acadêmica que visa desenvolver pessoas capazes de pensar e agir frente a problemas de ordem prática e científica. Isso requer o desenvolvimento de competências que englobam habilidade e capacidade de compreensão, formulação, criação e redação. Este manual tem como objetivo auxiliar os estudantes e os conduzir no processo de construção de trabalhos acadêmicos. Não se prende apenas nas formas de organização e apresentação destes trabalhos, mas discute conceitos e definições sobre pesquisa e aspectos relativos à metodologia da pesquisa; nele são apresentados elementos que propiciam maior desenvoltura na elaboração de trabalhos acadêmicos desde os requisitados no plano de ensino de uma disciplina até monografias e teses.

11 10 1 TRABALHOS ACADÊMICOS Os professores das diversas disciplinas, no transcorrer do curso, exigem a apresentação, de forma sistematizada e escrita, de resultados de pesquisas, relatórios e resenhas de livros. Solicitados desde o primeiro semestre, os diversos tipos de trabalhos, denominados acadêmicos, devem ser desenvolvidos e apresentados segundo alguns critérios metodológicos. O estudante universitário, ou acadêmico, está envolvido em um constante processo de pesquisa. Alguns atributos pessoais são desejáveis para a realização desse processo. Um pesquisador, de acordo com Gil (1999), precisa ter curiosidade, conhecimento do assunto, criatividade e integridade intelectual. Necessita, também, de perseverança, disciplina, humildade e ter uma atitude ensinável, isto é, estar disposto e acessível a novos conhecimentos. São vários os tipos de trabalhos acadêmicos e suas denominações, por isso, neste manual serão abordados os mais comuns. 1.1 Resumo Uma proposta didática comum no meio acadêmico, o resumo pode ser entendido como o ato de transformar um texto em outro, ou seja, há um processo de retextualização que compreende uma série de operações textuais-discursivas na transformação de um texto em outro. De acordo com Marcuschi (2001, p. 46) a retextualização envolve operações complexas que interferem tanto no código como no sentido. Resumo é definido como uma apresentação concisa dos pontos relevantes de um documento (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2003c, p. 1). É uma apresentação compacta e seletiva das ideias de uma obra ou texto, ressaltando as principais ideias de seu autor. Salomon (2008, p ) apresenta a seguinte definição: Apresentação concisa e frequentemente seletiva do texto de um artigo, obra ou outro documento, pondo em relevo os elementos de maior interesse e importância [...].

12 11 Sua principal finalidade é simplificar a seleção de documento pelo o usuário. Um resumo bem elaborado poupa o tempo do leitor que eliminando a necessidade de acessar o original para tomar a decisão de lê-lo ou não. O resumo deve ser elaborado de acordo com a norma NBR 6028 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) que define as regras gerais para sua redação e apresentação. De acordo com a ABNT os resumos são classificados em três tipos: crítico, indicativo e informativo (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2003c, p. 1) Resumo crítico - resenha O resumo crítico é um tipo de redação técnica que avalia sinteticamente a importância de uma obra científica ou literária. Permite a expressão de comentários e opiniões, julgamentos de valor, comparações com outras obras da mesma área e avaliação de sua relevância (ANDRADE, 1997). Apresenta cerca de trinta por cento do texto original, preservando suas ideias fundamentais e possibilita a inserção de opiniões e comentários do resumidor. Alguns professores tendem, por costume, chamar de resenha o resumo crítico elaborado por estudantes como exercício didático. Afirma que a resenha é uma construção técnica mais elaborada, que avalia de forma sintética, mas profunda, a importância de uma obra. De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (2003c, p.1) o resumo crítico é um tipo de resumo redigido por especialistas com análise crítica de um documento. Também chamado de resenha. Quando analisa apenas uma determinada edição entre várias, denomina-se recensão. Usualmente atribui-se o nome de resenha ao resumo crítico publicado em uma revista, jornal ou internet. A resenha crítica de uma obra ou texto é o tipo mais comumente pedido pelos docentes do ensino superior, no entanto existe também a resenha crítica de uma temática na qual o objetivo é apresentar um paralelo entre vários textos com uma mesma temática, construindo-se assim uma síntese e expondo uma opinião sobre a temática a partir da leitura dos textos. A elaboração de um resumo crítico é precedida por um processo acurado de leitura do texto, identificando o tema tratado, o problema abordado, a posição do

13 12 autor em relação ao assunto e os argumentos utilizados pelo autor para defender seu ponto de vista. De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (2003c, p. 2) não há limite de palavras para os resumos críticos. Também não há uma estrutura rígida para o seu desenvolvimento, mas, em geral segue-se a seguinte linha: a) título da resenha: nome que apresente alguma relação com a obra (ou obras) e expresse o posicionamento do resenhista sobre o(s) conteúdo(s); b) cabeçalho: transcrição dos dados bibliográficos da obra (titulo, autor, cidade, editora, número de páginas); no caso de mais de um texto este procedimento deve ser feito para todos. c) informações sobre o autor da obra: informações sobre o autor(es) da(s) obra(s) (sua área de formação e especialização, ocupação profissional, outras obras publicadas, etc.); d) exposição compacta do conteúdo da obra: apresentação compacta do conteúdo da(s) obra(s) abordando seus pontos mais significativos, expondo por partes as principais ideias do texto. Devem ser suprimidos todos os recursos gráficos e citações, exceto em casos bem específicos e essenciais para corroborar uma ideia; e) comentário crítico: avaliação do resenhista sobre a(s) obra(s) apresentando sua crítica pessoal, ou seja, apreciação das ideias do autor frente a outras obras e autores, avaliação da qualidade do(s) texto(s), sua validade e profundidade. Em seu desenvolvimento devem ser ressaltados tanto os aspectos positivos quanto negativos da(s) obra(s). A análise deve focar o conteúdo da obra(s); e, f) informações sobre o autor da resenha: nome e qualificação. Por ser destinada à publicação, a resenha segue normas de estruturação determinadas pelo editor. Assim é a revista que determina onde e como escrever o nome do resenhista (se abaixo do título, no final, a quantos centímetros da margem, etc.), quantos parágrafos utilizar, o número mínimo e máximo de linhas, a utilização de tópicos e subtítulos, etc. Para trabalhos disciplinares esses parâmetros devem ser definidos pelos próprios professores, respeitando-se a estrutura geral de formatação de trabalhos científicos definida na norma ABNT NBR

14 Resumo indicativo ou descritivo O resumo indicativo ou descritivo apresenta [...] apenas os pontos principais do documento, não apresentando dados qualitativos, quantitativos etc. De modo geral, não dispensa a consulta ao original (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2003c, p. 1). É construído com frases curtas e em parágrafo único. Cada frase, geralmente, corresponde a um elemento fundamental do texto. É compacto, seu tamanho é de, no máximo, vinte linhas. Descreve apenas a natureza da obra e de seus objetivos e, por isso, não dispensa a leitura integral do texto original. É adequado à literatura de prospectos (catálogo de editoras, livrarias, etc.). Sua estrutura é formada por referência da obra em estudo, conteúdo do resumo e palavras-chave Resumo informativo Corresponde à explicitação dos principais tópicos do texto ou do trabalho e indicação sucinta de seus conteúdos. Informa ao leitor finalidades, metodologia, resultados e conclusões do documento, de tal forma que este possa, inclusive, dispensar a consulta ao original. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2003c, p. 1) O resumo pode se apresentar de várias formas, conforme o objetivo a que se destina. No sentido estrito, padrão, deve reproduzir as opiniões do autor do texto original, a ordem como essas são apresentadas e as articulações lógicas do texto, sem emitir comentários ou juízos de valor. Além disso, deve apresentar informações suficientes ao leitor para que este possa decidir sobre a conveniência da leitura do texto inteiro. Neste manual apresentam-se dois tipos de resumo: resumo textual, aquela que identifica as ideias centrais e secundaria de um texto e que corresponde à síntese do que foi lido; e o resumo destinado a trabalhos científicos (artigos, monografias, dissertações, etc.) e, nesse sentido, deve representar uma condensação do conteúdo do trabalho mostrando uma relação entre as ideias do autor e seus pontos de discussão [...] (MACEDO, 1994, p. 38).

15 14 Resumo textual: tem como função a apresentação concisa dos pontos relevantes de modo sucinto e sintético, seletivos à apenas as ideias do texto. Deve ser redigido em linguagem objetiva; evitar a repetição de frases inteiras do original; respeitar a ordem em que as ideias ou fatos são apresentados; não deve apresentar juízo valorativo ou crítico; e deve dispensar a consulta ao original. Antes de resumir é necessário; ler o texto inteiro, sublinhar, destacar ou anotar o esquema de ideias ou fatos relevantes antes de prosseguir à construção textual. Embora devam-se evitar copias do texto original, se necessárias as citações de até três linhas devem ser feitas, entre aspas, no corpo do texto, colocando-se entre parênteses o número da página da qual o texto foi extraído; citações acima de três linhas devem ser apresentadas fora do corpo do texto sem aspas em fonte menor (ABNT). Recomenda-se que o resumo não exceda à trinta por cento do número total de linhas do texto resumido; sua apresentação deve conter exposição compacta do conteúdo da obra desenvolvido na terceira pessoa do singular e o verbo na voz ativa (o sujeito praticante da ação); referência bibliográfica (de acordo com as normas da ABNT) do texto original; e informações sobre o autor do resumo, nome e qualificação. O texto deve ser escrito digitado e entregue em folha A4; ter espaçamento 1,5 entre linhas e duplo entre os parágrafos; as margens superior e esquerda: 3 cm, inferior e direita: 2,0 cm; a fonte do texto deve ser Arial ou Times New Roman; o tamanho da fonte 12 (para citações fora do corpo do texto usar fonte tamanho 10, espaçamento simples); e o alinhamento deve ser justificado, com recuo no parágrafo inicial. O Apêndice A apresenta um modelo de resumo textuais. Resumos de trabalhos científicos: De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (2003c) algumas recomendações devem ser observadas durante a sua elaboração: o resumo deve ser composto de uma sequência coerente de frases concisas; não se deve elaborá-lo como uma enumeração de tópicos; o texto deve ser desenvolvido, preferencialmente, na terceira pessoa do singular e com o verbo na voz ativa;

16 15 deve ser escrito em parágrafo único e com o mesmo tipo de fonte (Arial ou Times New Roman) aplicado em todo o documento; não utilizar citações e referências bibliográficas; evitar o uso de frases negativas assim como símbolos e contrações que não sejam de uso corrente; somente usar fórmulas, equações, diagramas, etc., que sejam absolutamente necessárias; quando seu emprego for imprescindível, defini-las na primeira vez que aparecerem; evitar adjetivos, advérbios, neologismos, explicações desnecessárias e, também, a apresentação de dados irrelevantes ou redundantes; não incluir opiniões ou observações avaliativas e não usar expressões similares a Neste documento é discutido..., O documento conclui que..., aparentemente é..., O trabalho trata de..., etc.; a primeira frase deve ser significativa, explicando o tema principal do documento; os objetivos devem ser descritos objetivamente para apresentar na sequência, de forma igualmente concisa, os métodos e técnicas de abordagem; nos resultados, devem ser ressaltadas as descobertas, confirmações ou contradições, relações e efeitos novos verificados; descrever as conclusões, isto é, as consequências dos resultados e o modo como eles se relacionam aos objetivos propostos no documento. As seguintes extensões são recomendadas para o resumo: a) para indicações breves: de cinquenta a cem palavras; b) para relatórios e artigos científicos: de cem a 250 palavras; c) para teses e dissertações: de 250 a quinhentas palavras. Quanto à formatação, deve ter alinhamento justificado em um único parágrafo, sem recuo, com frases completas e espaçamento entrelinhas de 1,5 linhas. Logo abaixo do texto do resumo são indicadas palavras-chave (mínimo três e máximo cinco) representativas do conteúdo do documento, separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto. A expressão Palavras-chave deve ser iniciada em maiúsculo e as demais letras em minúsculo, seguida de dois pontos. As

17 16 palavras-chave devem figurar a uma entrelinha de 1,5 linhas do texto, rente à margem esquerda. Estas palavras deverão estar contempladas no referencial teórico do estudo e tem como propósito identificar rapidamente a temática do trabalho e facilitar a indexação. O Apêndice B apresenta um modelo de resumo para trabalhos científicos. 1.2 Projeto de pesquisa É um documento que apresenta uma proposta de pesquisa. É a primeira etapa de um trabalho científico. Corresponde à previsão de todos os procedimentos necessários para construção de um trabalho científico. É um estudo preliminar da questão a ser investigada. O projeto não é um trabalho monográfico. É tão somente um plano de estudos, instrumento no qual o pesquisador esboça um experimento antes mesmo de por em experiência a pesquisa. No projeto é hora de planejar, de traçar o caminho mais eficiente até o objetivo que se pretende alcançar; mais ainda, de definir que objetivo é este. Assim, o projeto é o instrumento por meio do qual o pesquisador adquire clareza quanto ao que ele quer com sua pesquisa e ao curso que ela pode tomar. (KAHLMEYER-MERTENS et al, 2007, p. 31) O projeto não traz respostas, recomendações ou conclusões. Nele são apresentados o tema de pesquisa, a delimitação do tema, o problema, a justificativa para o seu desenvolvimento, as hipóteses ou questões norteadoras, o objetivo geral e os objetivos específicos, as limitações e os procedimentos metodológicos. Além desses elementos devem ser informados o cronograma, referencial teórico e bibliografia preliminar. Ao estruturá-lo verifique se o seu conteúdo responde de forma clara e objetiva as seguintes perguntas: Seu conteúdo deve oferecer respostas claras e objetivas às seguintes perguntas: o que será estudado? por que será pesquisado? como será realizado? para que será elaborado?

18 17 O estilo redacional deve ser regido com o verbo no tempo ativo (presente), na terceira do singular, exceto na apresentação dos procedimentos metodológicos que deve ser escrito com o verbo no futuro do presente. O projeto de pesquisa é um trabalho científico regido por normatização específica - a ABNT NBR A estrutura de apresentação deve conter os seguintes tópicos: apresentação do tema e sua delimitação; o problema de pesquisa; hipóteses (prováveis respostas ao problema); objetivos (correspondem às pretensões do pesquisador em relação ao tema); justificativa (a relevância social, organizacional e científica do tema); referencial teórico (apresentação de conceitos importantes para fundamentar o desenvolvimento da pesquisa); metodologia (informação detalhada do delineamento da pesquisa, destacando o tipo de pesquisa, as técnicas adotadas e sua análise); cronograma (apresentando as tarefas e período provável de execução); e, referências (lista dos documentos pesquisados, apresentados de acordo com a norma ABNT NBR 6023) Título do trabalho Deve ser um nome que expresse seu conteúdo, que evidencie o tema do estudo. Preferencialmente devem ser utilizadas expressões claras. Evite nomes muito extensos; um bom título é conciso; não oferece muitos detalhes e procura atrair o interesse do leitor através da síntese de ideias. Títulos extensos podem confundir o leitor. Utilize subtítulo apenas quando realmente necessário, para tornar mais claro o conceito ou intuito do trabalho. Pode ser alterado no decorrer do desenvolvimento da pesquisa em função da evolução dos estudos.

19 Tema De acordo com Waslawick (2009) tema é uma área de conhecimento ou um aspecto de uma área de conhecimento que se deseja investigar e desenvolver; ou seja, é a parte de uma área de conhecimento que poderá merecer uma investigação mais detalhada. É a identificação de um campo de estudo integrante de uma grande área de conhecimento. É importante que o tema esteja vinculado a uma área de conhecimento com a qual o pesquisador ou estudante tenha alguma familiaridade ou interesse específico, e que, de alguma forma, esteja vinculada com a sua atividade acadêmica, com sua realidade social ou profissional. (BARRETO; HONORATO, 1998, p. 62). O tema de pesquisa é, na verdade, uma área de interesse a ser abordada. É uma primeira delimitação, ainda ampla. São exemplos de tema: qualidade de vida no trabalho; assédio moral; comportamento do consumidor; responsabilidade socioambiental; educação corporativa; endomarketing; etc. Percebe-se, assim, que tema é o assunto, é aquilo que trata o trabalho que se pretende redigir. É o aspecto mais genérico de um assunto dentro de uma área de conhecimento. O tema deve mostrar qual o objeto da pesquisa. A definição do tema envolve a determinação do objeto de pesquisa e sua delimitação. Delimitar é indicar a abrangência do estudo, estabelecendo alguns limites ao tema. Assim, tema de pesquisa refere-se à matéria, ou, a definição do que será estudado enquanto a sua delimitação consiste em determinar qual a profundidade, abrangência ou limites do estudo. Ao ser delimitado, o tema deverá apresentar qual o enfoque (uma parte do todo - o tema), em que espaço (geográfico) e tempo (histórico) a pesquisa será realizada. A delimitação oferece resposta para perguntas do tipo: quando? onde? como? quem? por que?

20 Problema Antecedendo a elaboração do projeto o aluno deve desenvolver uma ideia clara do problema a ser resolvido ou da dúvida a ser elucidada. De acordo com Cooper e Schindler (2011) todas as pesquisas, independentemente do tipo, são baseadas na solução de problemas. O problema de pesquisa não está associado ao desconhecimento ou dúvida do pesquisador em relação a um assunto. Problema é uma dificuldade, teórica ou prática, no conhecimento de alguma coisa de real importância, para a qual se deve encontrar uma solução (MARCONI; LAKATOS, 2010, p.143); para Gil (2002, p. 49) [...] problema é qualquer questão não resolvida e que é objeto de discussão, em qualquer domínio do conhecimento. O problema de pesquisa é muito importante e, como tal, deve ser cuidadosamente formulado. Ele é o mapa que direciona as etapas seguintes do trabalho, além de revelar a importância do trabalho. Dessa forma o sucesso da pesquisa dependerá da formulação adequada do problema; um problema mal formulado acarretará em procedimentos metodológicos incorretos, obtenção de dados inadequados e conduzir o pesquisador a falsas conclusões. Além disso, de acordo com Dery (2000), os trabalhos acadêmicos devem produzir conhecimentos relevantes e oferecer alguma forma de melhoria a determinados assuntos. Embora não exista uma regra definida para formulação do problema, na literatura especializada podem ser encontradas várias sugestões sobre o assunto. Gil (2002, p. 26) destaca algumas regras práticas para a sua formulação: [...] (a) o problema deve ser formulado como pergunta; (b) o problema deve ser claro e preciso; (c) o problema deve ser empírico; (d) o problema deve ser suscetível de solução; e, (e) o problema deve ser delimitado em uma dimensão viável Hipóteses Hipóteses são respostas provisórias e possíveis ao problema da pesquisa. Direcionam os primeiros passos da investigação e a busca de outras informações. Devem apresentar especificidade, não incluir valores morais, conter sustentação

21 20 teórica, serem elaboradas de forma afirmativa e explicativa. Hipótese, pressuposto e evidência prévia não são sinônimos. É preciso não confundir hipótese com pressuposto, com evidência prévia. Hipótese é o que se pretende demonstrar e não o que já se tem demonstrado evidente, desde o ponto de partida. Muitas vezes, ocorre esta confusão, o se tomar como hipóteses proposições já evidentes no âmbito do referencial teórico ou da metodologia adotados. E, nestes casos, não há mais nada a demonstrar, e não se chegará a nenhuma conquista e o conhecimento não avança. (SEVERINO, 2002, p. 161) As hipóteses são elementos presentes em pesquisas quantitativas (em capítulo específico são explicados os tipos de pesquisa) e sua construção envolve a aplicação de uma técnica estatística apropriada. Nas hipóteses busca-se a probabilidade de haver uma relação de associação, causalidade ou dependência entre as variáveis estabelecidas. Elas são formuladas como afirmações que a pesquisa poderá confirmar ou refutar. Entretanto, nem todo tipo de pesquisa necessita da construção de hipóteses. Em uma pesquisa qualitativa, trabalha-se com questões norteadoras, deduzidas a partir do problema de pesquisa, que funcionam como um roteiro para a obtenção da resposta ao problema. Em um estudo de caso são utilizadas proposições que têm o mesmo objetivo das hipóteses, mas sem o rigor estatístico exigido por estas Objetivos Relacionam-se com a visão global do tema e com os procedimentos práticos. Os objetivos definem a intenção da pesquisa; indicam o que se pretende conhecer ou provar, apontam o alvo a ser alcançado. São responsáveis pela orientação do embasamento teórico e dos procedimentos metodológicos da pesquisa. Os objetivos são formulados alinhados à justificativa e ao problema proposto. Seus enunciados devem iniciar com um verbo no infinitivo indicando uma ação passível de mensuração. Devem ser iniciados, sempre, com um verbo no infinitivo, indicando a ação e, além disso, redigido na forma gramatical direta.

22 21 Uma ação é materializada através de um verbo, o que torna importante sua adequada escolha, utilizando aquele que exprime de maneira exata a ação pretendida pelo pesquisador (BARRETO; HONORATO, 1998). Assim, os verbos utilizados na formulação de um objetivo devem ser claros, não podem ser ambíguos. Kahlmeyer-Mertens et al. (2007, p. 45) associam alguns verbos a determinados tipos de pesquisa: a) exploratória: investigar, pesquisar, apontar, identificar, levantar, grifar, sublinhar, verificar, grifar, avaliar e comparar; b) descritiva: descrever, delimitar, determinar, definir e traçar; c) explicativa: elucidar, explicar e esclarecer. Esses autores complementam destacando que devem ser evitados os verbos achar, gostar, desejar, conscientizar, acreditar e opinar por ausência de objetividade. Podem ser divididos em objetivo geral e objetivos específicos. a) objetivo geral: é formulado a partir do problema. Esclarece e direciona o foco da pesquisa. Indica o resultado pretendido. Deve ser escrito de forma mais objetiva e clara possível. Há apenas um objetivo geral que traduz o fim único da pesquisa; b) objetivos específicos: são desdobramentos do objetivo geral. Definem os diferentes pontos a serem abordados para concretizar o objetivo geral. Para cada hipótese, pressuposto ou questão norteadora deve-se estabelecer ao menos um objetivo específico Justificativa A justificativa é uma importante parte do trabalho. É uma exposição sucinta, porém completa, dos motivos de ordem teórica e prática que apontam para a importância do estudo. É o local em que se apresentam os argumentos que demonstram sua importância. É o momento de mostrar os motivos pelos quais o assunto foi escolhido; quais são suas colaborações nos campos científico e social; e, quais suas contribuições, de ordem teórica ou prática, para as organizações. Em outras palavras, a justificativa evidencia de que modo os resultados da pesquisa poderão contribuir para solucionar ou melhorar a compreensão do problema formulado.

23 22 De acordo com Silva e Menezes (2001, p.31), para elaborar a justificativa o pesquisador deve perguntar-se: O tema é relevante? Por quê? Quais pontos positivos podem ser percebidos? Quais vantagens ou benefícios são apresentados? Para um projeto de pesquisa, além de destacar as contribuições teóricas ou práticas que o trabalho poderá trazer a justificativa também deve demonstrar a viabilidade financeira, material (equipamentos e informações) e temporal de o projeto ser executado. A justificativa deve ser elaborada em texto único, sem tópicos Referencial teórico O referencial teórico, também denominado de revisão de literatura ou de fundamentação teórica, é a apresentação sistematizada do conhecimento acumulado envolvendo o tema delimitado para o projeto. Esta parte do trabalho deve apresentar um texto bem articulado e focado, expondo objetivamente os principais conceitos e ideias discutidas por outros autores que exploraram o tema. Devem ser citadas as contribuições dos principais autores que escreveram sobre este tema. O propósito é apresentar os resultados de outros estudos, relatando suas descobertas e aspectos pouco explorados ou questões que ficaram sem respostas. É importante observar que sua elaboração não representa uma simples aglutinação de partes de outros trabalhos, juntando citações dos documentos consultados, mas uma articulação de ideias aderentes ao problema formulado; devem estar relacionadas aos objetivos e hipóteses do trabalho. Deve, ainda, oferecer elementos básicos para apoiar a análise e interpretação dos dados coletados na pesquisa, auxiliando a elaboração da conclusão e relatório final. Para Luna (1998) o processo de revisão da literatura pode ser realizado com os seguintes propósitos: a) determinação do estado da arte: o pesquisador procura evidenciar, por meio da literatura apresentada, o seu nível de conhecimento sobre o tema. Indicam-se os aspectos não explorados ou explorados superficialmente, e onde se encontram os principais entraves teóricos ou metodológicos;

24 23 b) revisão teórica: corresponde à explicação de um problema de pesquisa por meio de sua inserção em um quadro de referência teórica. Utiliza-se quando o problema em estudo é gerado por uma teoria particular ou quando é gerado ou explicado por várias teorias; c) revisão empírica: explicação de como o problema vem sendo pesquisado do ponto de vista metodológico. Procura respostas ao seguinte questionamento: quais os procedimentos normalmente empregados no estudo desse problema? Que fatores vêm afetando os resultados? Que propostas têm sido feitas para explicá-los ou controlálos? Que procedimentos vêm sendo empregados para analisar os resultados? Há relatos de manutenção e generalização dos resultados obtidos? Do que elas dependem? e; d) revisão histórica: apresentação da evolução de um conceito, tema, abordagem ou outros aspectos fazendo a inserção dessa evolução dentro de um quadro teórico de referência que explique os fatores determinantes e as implicações das mudanças. A elaboração da fundamentação teórica envolve um tipo de pesquisa exploratória - a metodologia de pesquisa bibliográfica. A Pesquisa Bibliográfica é baseada na análise da literatura já publicada em forma de livros, artigos de revistas especializadas, publicações científicas, jornais e literatura disponibilizada na Internet. Os tipos de pesquisa são apresentados no capítulo 2. Todo o material consultado e utilizado na redação do trabalho, tanto na forma direta (sentença) como na indireta (ideia ou conceito), deve ser acompanhado da citação de seus autores, conforme a norma ABNT NBR O conteúdo desta norma é apresentado no capítulo 5. Para pesquisas que são puramente teóricas, ou seja, aquelas em que todos os dados foram colhidos de material escrito (documentos e publicações científicas), a revisão da literatura passa a ser o próprio resultado de sua pesquisa. Neste sentido, ela deve estar bastante fundamentada Metodologia Apresentação do conjunto de técnicas e processos empregados na verificação das questões de pesquisa ou hipóteses. Descreve o modo como os

25 24 objetivos do projeto serão alcançados, indicando tanto os tipos de pesquisa quanto as técnicas de coleta e análise de dados. Os procedimentos metodológicos respondem às questões: como? Com quê? Onde? Nesta parte são descritos os métodos de abordagem (relacionados à concepção teórica usada pelo pesquisador) e métodos de procedimento (que mostram o procedimento que será utilizado na análise dos dados) da pesquisa. Devem ser claramente identificados o tipo de pesquisa e os instrumentos a serem utilizados para testar suas hipóteses e coletar, analisar e processar seus dados. Os métodos e técnicas selecionados devem permitir que os objetivos inicialmente propostos sejam alcançados atendendo aos critérios de menor custo, maior rapidez, maior eficácia e mais confiabilidade de informação (BARRETO; HONORATO, 1998). Os métodos de pesquisa são apresentados no capítulo 2. A redação desta parte deve seguir uma sequência lógica que facilite ao leitor a sua compreensão. O nível de detalhe deve possibilitar que outro pesquisador possa repetir todos os procedimentos, de forma independente. É importante observar que para o projeto de pesquisa esta parte do trabalho deverá ser redigida com os verbos no tempo futuro (indicando algo a ser realizado). Para auxiliar o aluno pesquisador apresentam-se, na sequência, alguns passos que poderão ser úteis na elaboração de seu projeto Identificação do campo de pesquisa De acordo com o propósito da pesquisa, o aluno pesquisador deverá prever no projeto quais os procedimentos que tomará para diagnosticar seu campo de pesquisa Identificação do universo ou população Um importante passo na elaboração do projeto de pesquisa e para sua execução é a determinação do universo em que ela será aplicada e qual a amostra selecionada. Isso é necessário em função de as pesquisas sociais contemplarem um universo de elementos muito grande, o que inviabiliza estudá-lo em sua totalidade.

26 25 Entende-se por universo ou população alvo [...] o conjunto de seres animados ou inanimados que apresentam pelo menos uma característica em comum. (LAKATOS; MARCONI, 2010, p. 223). Deve-se selecionar o mais preciso possível o universo da pesquisa definindo: a) quem observar; b) local; c) circunstâncias nas quais a população será observada Definição da amostra Amostra é parte do universo, selecionada de acordo com regra própria. Gil (1999) conceitua amostra como um subconjunto do universo ou da população, por meio do qual se estabelecem ou se estimam suas características. De acordo com Cooper e Schindler (2011) a validade da amostra depende de duas considerações: acurácia e precisão. A acurácia refere-se ao grau em que os vieses ficam de fora da amostra, evitando valores que possam comprometer sua qualidade; enquanto que a precisão admite previamente os erros e falhas da amostragem, definindo assim o chamado erro padrão de estimativa. Esses autores descrevem dois tipos de amostras: a amostra probabilística, que é baseada na seleção aleatória, obedece as leis da estatística que assegura que todos os elementos da população tenham uma chance de seleção conhecida e diferente de zero; e, não-probabilística, que depende do critério do pesquisador, e no seu julgamento para a produção de uma amostra fiel à população, pode ser acidental (composta por acaso, com indivíduos que vão aparecendo) ou intencional (escolha, por julgamento, de casos que representem a população) Cálculo da amostra Alguns aspectos devem ser considerados para que uma amostra represente com fidedignidade as características do universo: a extensão do universo, os recursos existentes, o nível de confiança estabelecido, o erro máximo permitido e a percentagem com a qual o fenômeno se verifica. Para Gil (2002) alguns princípios influenciam e ajudam a definir o tamanho da amostra: quanto maior a dispersão ou as variáveis da população, maior deve ser a amostra;

27 26 quando maior a precisão desejada, maior a amostra; quanto menor a amplitude de intervalo, maior a amostra; quanto maior o nível de confiança na estimativa, maior a amostra; quanto maior o número de subgrupos de interesse na população maior a amostra; e, se o tamanho da amostra for maior do que 5% da população, ele poderá ser reduzido sem que isso implique em perda de precisão. Richardson (2007) descreve que em relação ao tamanho, a amostra deve ter um número mínimo de elementos que são determinados estatisticamente. Esse autor destaca que o tamanho da amostra depende dos fatores: da amplitude da população, cujo universo pode ser finito (até cem mil elementos) ou infinito; e, do nível de confiança estabelecido. Nas ciências sociais se aceitam trabalhos com nível de confiança de 95% (dois desvios padrões) ou mais. Nível de confiança é o erro que o pesquisador está disposto a aceitar no estudo. [...] o pesquisador normalmente irá escolher um nível de confiança de 95% (5% de chance de erro) ou de 99% (1% de chance de erro). (REA; PARKER, 2002, p. 123). Para ilustrar o cálculo do tamanho de uma amostra considere a situação em que uma empresa com mil colaboradores deseja reduzir o nível de absenteísmo de seu quadro. Algumas pesquisas preliminares indicaram que cerca de 10% dos colaboradores faltam ao trabalho, mas não determinaram por quais motivos. O pesquisador decide buscar as razões mais comuns para as ausências e, para tal, estimou o nível de confiança de 95% e um erro máximo de 3%. Dessa forma, identifica-se que: n = tamanho da amostra que se deseja conhecer; σ² = nível de confiança escolhido, em número de desvios-padrão (2); p = porcentagem com a qual o fenômeno se verifica (10) q = porcentagem complementar (90) N = tamanho da população (1000) e² = erro máximo permitido (3) σ 2 *p * q * N A fórmula utilizada para o cálculo é a seguinte: n = e 2 *(N-1) + σ 2 *p * q 2 2 n = *10 * 90 * *(1000-1) *10 * 90

28 27 Substituindo-se os números na fórmula: 4 * 10 * 90 * n= = = 285,92 = * * 10 * Nesse exemplo o pesquisador deveria coletar os dados com 286 colaboradores para possibilitar a determinação de quais seriam as principais causas do absenteísmo entre o corpo de trabalhadores da empresa. Entretanto, se não existisse informações suficientes que permitissem identificar a frequência com que o fenômeno se verifica (valor de p ), adotar-se-ia o valor de 50% para p e q. Nesse caso a amostra seria de: 4 * 50 * 50 * n= = = 526,57 = * * 50 * Assim, o desconhecimento da frequência exigiria a realização da pesquisa com 527 trabalhadores, se o pesquisador desejar manter um erro de 3% Ferramenta de apoio para cálculo da amostra Na internet é possível encontrar aplicativos que determinam o tamanho da amostra. Uma calculadora interessante pode ser encontrada no endereço eletrônico Cronograma Todo projeto de pesquisa está condicionado a um prazo para sua realização. O cronograma é a explicitação da previsão do tempo necessário para a realização do trabalho de acordo com as atividades a serem cumpridas. É um plano de execução com detalhamento do tempo que se pretende empregar para a execução para cada uma das atividades de pesquisa descritas no projeto. As atividades e respectivos períodos necessários para realização devem ser definidos a partir das características e dos critérios de pesquisa determinados pelo pesquisador.

29 28 Deve ser construído com seriedade e realismo, pois é um importante instrumento de gestão da evolução do projeto. O tempo pode ser expresso em dias, semanas ou meses. O Apêndice C apresenta um modelo de cronograma Referências Todas as obras citadas no desenvolvimento do trabalho, apresentadas em uma lista alfabeticamente ordenada, constituem as referências bibliográficas ou simplesmente referências. Nessa relação são identificadas todas as fontes citadas em qualquer parte do trabalho, isto é, no corpo do texto, nas ilustrações, nas tabelas ou nas notas de rodapé. Ressalte-se que referências e bibliografia não possuem o mesmo significado. Referências são as obras efetivamente citadas no trabalho enquanto a Bibliografia é mais ampla, incluindo obras sobre o tema que não foram mencionadas no trabalho. Sua elaboração segue algumas recomendações específicas. O título não pode ser numerado, deve ser escrito em letras maiúsculas e centralizadamente. As obras, ou entradas, devem ser digitadas usando espaço entrelinhas simples e com uma linha em branco entre cada entrada. As obras, independentemente da mídia em que estão registradas, devem ser colocadas em ordem alfabética e, em ordem crescente de data, para referenciar dois ou mais artigos de um mesmo autor. A confecção das referências bibliográficas, assim como a bibliografia, segue as determinações contidas na norma ABNT NBR 6023, cujas recomendações são apresentadas no capítulo Falhas comuns na elaboração de um projeto de pesquisa Quer por negligência, despreparo ou descuido há uma série de falhas que, com alguma frequência, são percebidas na elaboração dos projetos de pesquisa. Esta relação tem por objetivo alertar o aluno acerca desses equívocos a fim de possibilitar a sua prevenção: Objetivo amplo e geral. Os objetivos devem ser específicos, realistas e exequíveis. Levantar dados apenas conceituais é inadequado;

30 29 O projeto de pesquisa não é uma descrição de práticas ou coletânea de informações. O projeto deve apresentar relevância científica e conter um problema a ser investigado, sem isso não há pesquisa; Projeto com múltiplos problemas ou objetos de investigação. O projeto deve conter apenas um objeto de investigação; Revisão de literatura incompatível ou inadequada ao tema e aos objetivos da pesquisa; Descrição inadequada da metodologia ou dos procedimentos de pesquisa. É importante consultar livros de metodologia científica para determinar os procedimentos metodológicos apropriados para a realização do trabalho. 1.3 Artigo científico Os artigos científicos são trabalhos acadêmicos de reduzidas dimensões, porém completos, e que apresentam resultados de investigações científicas, comunicam ideias e informações sobre um tema único e bem delimitado. Por ser completo, possibilita sua repetição por outra pessoa. Apresentam o resultado de estudos ou pesquisas e distinguem-se dos diferentes tipos de trabalhos científicos pela sua reduzida dimensão e conteúdo. (MARCONI; LAKATOS, 2007, p. 261) Destaque-se a sua diferença em relação a um artigo simples, que aparece em jornal, revista ou internet, analisando ou criticando um fato ou assunto determinado. Neste caso, é apenas um texto opinativo escrito por um colunista, jornalista ou analista especializado em uma área do conhecimento humano. Um artigo científico pode ser definido como parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2003a, p. 2). Corroborando com esse conceito, Marconi e Lakatos (op. cit.) afirmam que esse tipo de trabalho não se constitui em matéria de um livro, mas é parte de revistas ou periódicos especializados. Sheibel e Vaisz (2005) apontam algumas finalidades dos artigos científicos entre as quais se destaca a comunicação de resultados de pesquisas, ideias e debates de uma maneira clara, concisa e fidedigna, refletindo a análise de um determinado assunto em certo período de tempo.

31 30 Essas autoras destacam que sua principal característica é a publicação em periódicos ou revistas científicas especializadas para levar o conhecimento dos resultados de uma pesquisa bibliográfica, documental ou de campo, proporcionando ao leitor a compreensão de determinadas questões. (SHEIBEL; VAISZ, 2005, p. 59) Por essa característica várias instituições de ensino superior o utilizam como exigência final de cursos de graduação ou pós-graduação, figurando nesses casos como trabalho de conclusão de curso (TCC) ou monografia. Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (2003a, p. 3) o artigo pode ser: a) Original ou divulgação: parte de publicação que apresenta temas ou abordagens originais e podem ser: relatos de caso, comunicação ou notas prévias; ou, b) Revisão: os artigos de revisão analisam e discutem trabalhos já publicados, revisões bibliográficas entre outros Estrutura do artigo científico O artigo científico tem a mesma estrutura orgânica exigida para trabalhos científicos, isto é, apresenta elementos pré-textuais, elementos textuais e elementos pós-textuais. Há algumas diferenças sutis em função de sua destinação. Artigos destinados à publicação devem seguir, além das especificações das normas ABNT, as recomendações ditadas pela revista especializada, coordenação do congresso ou seminário. Neste caso são submetidos a comissões e conselhos editoriais dos periódicos, que avaliam sua qualidade, relevância e adequação à revista. O Apêndice C apresenta um modelo de artigo para publicação em periódicos especializados. Artigos elaborados como TCC devem possuir, no máximo, trinta páginas e seguem a mesma formatação aplicada às monografias. Estas especificações são apresentadas no capítulo e ilustradas no Apêndice E.

32 Painel, pôster ou banner O painel é uma forma de exposição de trabalho ou pesquisa científica. É um material afixado em locais específicos, normalmente de elevado fluxo de pessoas, com o autor posicionando-se ao seu lado, à disposição para fornecer eventuais esclarecimentos que forem solicitados pelos observadores. O painel pode conter os mesmos elementos de um artigo, porém com volume reduzido de informações escritas. As letras devem ser visíveis, a linguagem clara e objetiva. Se necessário, e possível, ilustrar com tabelas, gráficos ou figuras. Deve ser elaborado obedecendo à seguinte estrutura: título do trabalho completo em português; autor (precedido da respectiva titulação, quando aplicável); orientador (titulação e nome); resumo em português, que deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do documento, conforme ABNT NBR 6028; as palavras-chave devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão Palavras-chave, separadas entre si por ponto e um espaço em branco, e finalizada também por ponto. Deve ser evitado o uso de palavras genéricas, ambíguas ou combinações longas, dê preferência a palavras ou termos específicos; após o resumo e as palavras-chave, apresenta-se a introdução. Nesta seção devem constar a delimitação do assunto tratado, os objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema explorado; em seguida desenvolve-se a parte principal do artigo, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do assunto tratado. Divide-se em seções e subseções, conforme a ABNT NBR 6024, que variam em função da abordagem do tema e do método. Nesta parte deve constar o referencial teórico do estudo, a metodologia utilizada para a execução da pesquisa e a análise dos resultados obtidos; na finalização apresenta-se a conclusão ou considerações finais correspondentes aos objetivos e hipóteses do estudo; e, O painel deve ser fechado com as referências bibliográficas (elemento obrigatório, elaborado conforme a ABNT NBR 6023).

33 32 O pôster deve ser confeccionado em polietileno, lona ou outros materiais resistentes (deve-se evitar o uso de papel com gramatura igual ou inferior a cem gramas). Normalmente a entidade organizadora do evento publica recomendações para as dimensões e formatação do pôster. Para os trabalhos promovidos pelo Departamento de Ciências Exatas e Gerenciais da FMU, as recomendações são: O tamanho padrão do pôster é 0,90 cm de largura e 1,20 cm de comprimento, com bastões para acabamento nas extremidades superior e inferior. Atentar para que o pôster tenha cordão para ser pendurado nos locais de exposição; O logotipo da instituição deve estar posicionado na parte superior direita do pôster (o logotipo da FMU deve seguir as recomendações apresentadas no Manual de identidade visual: normas e padrões de utilização ); Utilizar apenas um único tipo de fonte - ARIAL; Título e subtítulo: escrito em letras maiúsculas e em negrito; o tamanho da fonte deve permitir sua leitura a três metros de distância, sugere-se fonte de tamanho 54 a 70; Autores: posicionado logo abaixo do título, informados do seguinte modo SOBRENOME, Nome autor 1; SOBENOME, Nome autor 2;... Utilize fonte de tamanho 40 a 52; Orientador: posicionado abaixo dos autores, estruturado da seguinte forma Orientador: Titulação. Nome Sobrenome. Use fonte de tamanho 36 a 48; Resumo: escrito em português. Deve possibilitar sua leitura a um metro de distância. Sugere-se o uso de fonte de tamanho 20 a 30; Palavras-chave: indicar de três a cinco palavras. Cada palavra é iniciada por letra maiúscula, encerrada por ponto e separada com um espaço em branco da próxima palavra; Estruture a parte textual em duas colunas com iguais dimensões. Utilize fonte de tamanho 24 a 30;

34 33 As citações devem seguir as determinações da norma ABNT NBR Podem ser referenciadas por fonte de tamanho ligeiramente menor. Sugere-se 16 a 24; Encerre o painel com apresentação da bibliografia escrita em conformidade com a norma ABNT NBR Utilize fonte do mesmo tamanho aplicado na parte textual. A fixação do pôster será feita pelo apresentador, em local indicado pela instituição ou orientador, trinta minutos antes do programado para início da sessão ou evento. A sua retirada é de responsabilidade do autor ao final da exposição. O Apêndice D apresenta a ilustração de um painel. 1.5 Monografia É uma discussão, explicação expositiva ou explicação argumentativa, sobre um tema único e bem delimitado (mónos = um só e graphein = escrever). São monográficos os trabalhos realizados para obtenção do grau de bacharel, especialista, mestre (neste caso, a monografia é denominada dissertação) e doutor (dá-se o nome de tese este trabalho monográfico), o que explica a semelhança entre suas estruturas. A diferenciação entre esses trabalhos está relacionada aos níveis de profundidade e originalidade, bem como a exigência de defesa pública para alguns deles. Sua estrutura e apresentação seguem as especificações da norma ABNT NBR A monografia desenvolvida como requisito parcial para a conclusão de um curso de graduação ou pós-graduação lato sensu é normalmente referenciada como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Seu desenvolvimento deve ser supervisionado por um professor ou orientador. Raramente é um estudo original. O aluno deve se preocupar com a adequada exploração de todos os elementos do trabalho, escreva o essencial para a compreensão de seu trabalho adotando o cuidado de não ser prolixo ou sucinto demais na elaboração do texto Estilo redacional A monografia deve ser escrita em uma linguagem clara e objetiva. O texto deve ser desenvolvido em uma sequencia lógica, que simplifique e estimule a sua

35 34 leitura. Dê preferência a palavras simples, não utilize palavras rebuscadas ou pouco usuais, construa frases curtas e diretas. A impessoalidade é uma marca dos textos científicos. Assim, os verbos devem ser aplicados na terceira pessoa do singular, evitando-se o uso da terceira pessoa do plural, assim como da primeira pessoa do singular ou plural (eu ou nós) Estrutura da monografia De acordo com a norma ABNT NBR 14724, a estrutura dos trabalhos acadêmicos compreende a disposição de elementos ilustrada no Quadro 1 e no Apêndice E. Quadro 1 Estrutura dos trabalhos acadêmicos Parte externa Parte interna Capa Lombada Elementos pré-textuais Elementos textuais Elementos pós-textuais Folha de rosto Errata Folha de aprovação Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo na língua vernácula Resumo em língua estrangeira Lista de ilustrações Lista de tabelas Lista de abreviaturas e siglas Lista de símbolos Sumário Introdução Desenvolvimento Conclusão Referências Glossário Apêndice Anexo Índice Fonte: adaptado de Associação Brasileira de Normas Técnicas (2011a, p. 5) O autor tem liberdade para determinar a nomenclatura dos títulos dos elementos textuais. Não há uma dimensão previamente determinada para este tipo de trabalho acadêmico; mas, em geral, apresenta cerca de sessenta páginas.

36 Relatório de estágio supervisionado O Relatório de Estágio Supervisionado Acadêmico é um documento de comunicação técnico-científica que obedece às instruções constantes na norma ABNT NBR É o documento cujo objetivo é apresentar o local onde foi realizado o estágio e seu período de duração. Contém um relato das experiências vivenciadas pelo estagiário, ações desenvolvidas, resultados alcançados, análise comparativa da teoria com a prática, sugestões de melhoria e outras informações exigidas pelo curso. Sua formatação é similar à utilizada em monografias (TCC, dissertação de mestrado e tese de doutorado); compreende: elementos pré-textuais (capa, folha de rosto, resumo, listas e sumário), textuais (introdução, objetivos; apresentação da empresa; referencial teórico; procedimentos metodológicos; apresentação e discussão dos resultados; conclusões e recomendações) e pós-textuais (referências bibliográficas; apêndices e anexos). Sua estrutura é similar ao modelo ilustrado no Apêndice E. 1.7 Plano de Negócios Ainda não tendo a sua validade reconhecida enquanto trabalho científico, a construção de um Plano de Negócios tem sido apresentada nos últimos anos como alternativa para trabalhos de conclusão de curso (TCC), substituindo as pesquisas científicas em vários cursos de graduação e pós-graduação tanto no Brasil como forma do país. O Plano de Negócios consiste em desafiar o aluno a montar sua própria empresa ou propor um projeto que agregará valor à alguma empresa já existente. Por meio deste documento de gerenciamento, é possível planejar e decidir sobre o futuro de uma empresa, tendo como apoio o seu passado, sua conjuntura atual em relação ao mercado, aos clientes e à concorrência, sendo possível também identificar os riscos e sugerir planos para minimizá-los e até mesmo evitá-los. O Plano de Negócios permite que o empreendedor identifique os pontos fortes e fracos de seu empreendimento em relação à concorrência e o ambiente de negócio em que atua; conhecer seu mercado e definir estratégias de marketing para produtos e

37 36 serviços; analisar o desempenho financeiro, avaliar investimentos, retorno sobre o capital investido. Embora não tenha o reconhecimento de material científico, o plano de negócios possibilita o empreendedor a organizar as suas ideias sobre a exequibilidade do seu negócio. Ele elimina o achismo e a organização instintiva. Não existe uma norma sobre o conteúdo de um Plano de Negócios, em geral itens como descrição do negocio; visão, missão e valores; análise de mercado, consumidores, concorrência; ambiente interno e externo; planos de marketing; definição do organograma institucional; filosofia corporativa; ações estratégicas; diagnóstico institucional (pontos fortes e fracos); modelos de gestão; investimentos internos e externos; projeções mercadológicas; questões judiciais; são apresentadas no documento juntos com os respectivos referenciais teóricos para que o plano possa servir tanto como um guia a ser seguido pelo empreendedor como também pode ser um instrumento utilizado para obtenção de financiamento. A estrutura do Plano de negócios é similar à utilizada em monografias (TCC, dissertação de mestrado e tese de doutorado); compreende: elementos pré-textuais (capa, folha de rosto, resumo, listas e sumário), textuais e pós-textuais (referências bibliográficas; apêndices e anexos), com a diferença que na parte textual são apresentadas todos os itens de planejamento, análises e projeções. Sua estrutura assim como no relatório de estágio, é similar ao modelo ilustrado no Apêndice E.

38 37 2 PESQUISA CIENTÍFICA Um importante capítulo dos trabalhos acadêmicos é a descrição dos procedimentos adotados no desenvolvimento do trabalho. Destaque-se que ao apresentá-los o aluno utilizará verbos no tempo futuro na elaboração do projeto de pesquisa indicando ações que serão desenvolvidas e no tempo passado para o trabalho final expondo o que foi feito para sua conclusão, ações já realizadas. A pesquisa científica é caracterizada pela adoção sistematizada de métodos que têm por objetivo descobrir, compreender e explicar fatos componentes de determinada realidade ou que nela estão inseridos. Pesquisar é a ação de reunir informações necessárias para encontrar resposta para uma pergunta e assim chegar à solução de um problema. Assim, o processo de pesquisa envolve as ações sistemáticas de decidir o que deve ser feito, coletar informações relativas ao problema, descartar informações não importantes ou irrelevantes, analisar as informações relevantes e procurar uma conclusão, resposta ou solução para o problema. Ghaury e Gronhaug (2005) afirmam que a adequada abordagem de um problema de pesquisa envolve ter a clara definição dos seguintes aspectos: qual é o problema; e, como se deve proceder para resolver o problema. No tocante à resolução de um problema, a adoção de métodos é uma das principais características dos trabalhos científicos. Trata-se da adoção de procedimentos padronizados e muito bem descritos, a fim de que outras pessoas possam chegar a resultados semelhantes se seguirem os seus passos (ALMEIDA, 2011, p. 30). O método oferece várias vantagens ao aluno (pesquisador) ao dispor um conjunto de atividades racionais e sistemáticas que indicam os passos da pesquisa, possibilitando a identificação de erros e informações que auxiliam os processos decisórios. Saliente-se que técnicas e métodos não significam a mesma coisa, embora tenham forte relação. O método é um plano de ação, formado por conjunto de etapas ordenadamente dispostas, destinadas a realizar e antecipar uma atividade na busca de uma realidade, enquanto a técnica está ligada ao modo de

39 38 realizar a atividade de forma mais hábil, mais perfeita. O primeiro está relacionado à estratégia e o segundo à tática. [...], o método refere-se ao atendimento de um objetivo, enquanto a técnica operacionaliza o método. (FACHIN, 2001, p. 29) A adequada caracterização do trabalho envolve alguns importantes componentes. Neste capítulo são apresentados os principais elementos que serão utilizados na explicitação dos métodos e técnicas empregadas na pesquisa. As pesquisas podem ser classificadas de várias as formas. Neste manual apresenta-se a forma clássica, destacada por Gil (1999); Marconi e Lakatos (2007) e Almeida (2011), relacionadas no Quadro 2. TIPO DE PESQUISA a) Quanto à natureza Pura ou Básica Aplicada ou Prática b) Quanto à abordagem do problema Quantitativa Qualitativa c) Quanto aos objetivos da pesquisa Descritiva Explicativa Exploratória Quadro 2 Classificação e tipos de pesquisa DESCRIÇÃO SUCINTA O objetivo é desvendar conceitos, discussões polêmicas e teóricas. O pesquisador é movido pela necessidade de conhecer para a aplicação imediata de seus resultados, apresenta fins práticos. Considera que tudo pode ser quantificável; assim, procura traduzir em números opiniões e informações para classificá-los e analisá-los. Visa aprofundar a compreensão de um determinado fenômeno social. Visa descrever as características ou componentes de fato ou fenômeno. Busca esclarecer os fatores que contribuem para o fato ou fenômeno; têm como preocupação central identificar seus fatores determinantes. Visa aumentar a experiência em torno de um determinado problema. d) Quanto aos procedimentos da pesquisa Bibliográfica Documental Experimental Levantamento ou Survey Estudo de caso Ex-post-facto ou quase experimental Estudo de campo Estudo sistematizado desenvolvido com base em material disponível em livros, revistas, jornais, internet. Realizada em documentos de órgãos públicos e privados, compreende regulamentos, circulares, ofícios, memorandos, balancetes, etc. Manipula uma ou mais variáveis independentes (causas) controladas, a fim de se observar e interpretar as realizações e as modificações provocadas no objeto de estudo (efeito). Coleta de dados referentes a uma dada população a partir de uma amostra selecionada dentro de critérios estatísticos. Não há a intervenção do pesquisador. A análise de dados exige tratamento estatístico Estudo profundo e exaustivo de determinados objetos ou situações. Mesmos princípios da pesquisa experimental, com a diferença que o pesquisador não tem controle sobre as variáveis. O pesquisador assume o papel de observador e explorador, coletando os dados no local (campo) em que se deram ou surgiram os fenômenos. Fonte: os próprios autores

40 Elementos básicos de uma pesquisa Destaque-se que, independentemente do método adotado, existem alguns elementos considerados essenciais para uma pesquisa científica, conforme ilustra o Quadro 3. FASE Problema Procedimento Recorte da realidade Respostas Generalização Quadro 3 Elementos de uma pesquisa REQUISITO Formulação de um problema de pesquisa Determinação das informações necessárias para encaminhar as respostas às perguntas feitas. Identificação e seleção das melhores fontes dessas informações. Definição de um conjunto de ações que produzam essas informações. Seleção de um sistema para tratamento dessas informações. Uso de um sistema teórico para interpretação das informações. Produção de respostas. Indicação do grau de confiabilidade das respostas obtidas. Indicação da generalidade dos resultados, isto é, a extensão dos resultados obtidos. Fonte: Baseado em Luna (1998) 2.2 Classificação quanto à natureza da pesquisa De acordo com Zanella (2006) a finalidade da pesquisa é conhecer e explicar os fenômenos que ocorrem no mundo de acordo com dois diferentes enfoques: pesquisa científica pura e pesquisa científica aplicada. Os dois têm as mesmas metas científicas, estão relacionados com hipóteses e com um problema de pesquisa; diferenciando-se quanto aos métodos aplicados, no modo de analisar os dados e nos resultados da investigação Pesquisa científica pura ou básica A pesquisa científica pura, também denominada teórica ou básica, possibilita articular conceitos e sistematizar a produção de uma determinada área de conhecimento; visa a criação de novas questões num processo de incorporação e

41 40 superação daquilo que já se encontra produzido para melhorar o próprio conhecimento (MINAYO,2002; ALMEIDA,2011) Pesquisa científica aplicada ou prática A pesquisa científica aplicada tem como finalidade gerar soluções aos problemas humanos, entender como lidar com um problema. Pode contribuir com novos fatos para o planejamento de novas pesquisas ou para a compreensão teórica de certos setores do conhecimento (MINAYO, 2002; ALMEIDA,2011). 2.3 Classificação quanto à abordagem do problema Quanto à forma de abordagem do problema pode-se classificar a pesquisa como: (a) quantitativa e (b) qualitativa. Godoy (1995) destaca que nas duas abordagens a pesquisa se caracteriza como um esforço cuidadoso para a descoberta de novas informações ou relações e para a verificação e ampliação do conhecimento existente, mas o caminho seguido nesta busca pode possuir contornos diferentes em cada uma dessas abordagens Pesquisa quantitativa Este tipo de pesquisa considera que tudo pode ser medido ou quantificado, ou seja, opiniões e informações podem ser transformadas em números para viabilizar a sua classificação e análise. Requer o uso de recursos e de técnicas estatísticas (média, moda, mediana, desvio-padrão, análise de regressão, porcentagem, etc.). É muito frequente em estudos descritivos, preocupa-se em descobrir e classificar a relação entre variáveis, bem como a busca de relação de causalidade entre fenômenos. Seu objetivo é mensurar e permitir o teste de hipóteses, os resultados são mais concretos e menos passíveis de erros de interpretação. Dessa forma, a pesquisa quantitativa possibilita a generalização dos dados a respeito de uma população, a partir da análise de apenas uma parte dela. Para isso, pesquisas desse tipo utilizam uma amostra representativa da população para mensurar qualidades.

42 41 A primeira razão para a escolha desse método de pesquisa é descobrir quantas pessoas de uma determinada população compartilham uma característica ou um grupo de características. É apropriada para medir tanto opiniões como atitudes, preferências e comportamentos. De acordo com Hughes (apud MINAYO, 1996, p.30) os fundamentos básicos da pesquisa quantitativa nas ciências sociais são: o mundo social opera de acordo com leis causais; o alicerce da ciência é a observação sensorial; a realidade consiste em estruturas e instituições identificáveis enquanto dados brutos por um lado, crenças e valores por outro; o que é real são dados brutos considerados dados objetivos, valores e crenças são realidades subjetivas que só podem ser compreendidas através dos dados brutos Pesquisa qualitativa A pesquisa qualitativa considera que há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, isto é, um vínculo indissociável entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito que não pode ser traduzido em números. A pesquisa qualitativa não é projetada para coletar resultados quantificáveis. De acordo com Godoy (1995) a pesquisa qualitativa não procura medir os eventos ou fenômenos estudados e não utiliza mecanismos estatísticos para a análise dos dados. Envolve a obtenção de dados descritivos sobre pessoas, lugares e processos interativos por meio do contato direto do pesquisador com a situação estudada. Procura compreender os fenômenos segundo a perspectiva dos personagens envolvidos na situação. Conforme Triviños (2006) este tipo de pesquisa tem cinco características principais: tem o ambiente natural como fonte direta dos dados e o pesquisador como instrumento chave. Têm como preocupação básica o mundo empírico em seu ambiente natural. No trabalho de campo, o pesquisador é fundamental no processo de coleta de dados; é ele que observa,

43 42 seleciona, interpreta e registra os comentários e as informações do mundo natural; é descritiva, preocupa-se com a descrição dos fenômenos por meio dos significados que o ambiente manifesta. Assim, os resultados são expressos na forma de transcrição de entrevistas, em narrativas, declarações, fotografias, desenhos, documentos, diários pessoais, dentre outras formas de coleta de dados e informações; o pesquisador concentra-se no processo e não com os resultados e produtos. A preocupação está em conhecer como determinado fenômeno se manifesta; há uma forte tendência para a análise indutiva, isto é, as abstrações são construídas a partir dos dados, num processo de baixo para cima; e, o significado é a preocupação essencial. Os pesquisadores qualitativos buscam compreender os fenômenos a partir do ponto de vista dos participantes. Para desenvolver uma pesquisa qualitativa o pesquisador deve possuir algumas habilidades e atitudes dentre as quais se destacam: bom ouvinte; observador perspicaz; disciplinado no registro das observações e declarações; organizado no registro, na codificação e classificação dos dados; paciente; não ser intransigente; ser sociável e apresentar facilidade para se integrar e interagir com os personagens envolvidos no processo de pesquisa Comparativo das pesquisas quantitativa e qualitativa Apesar das variações existentes dentro das áreas de conhecimento que utilizam os métodos de pesquisa quantitativo ou qualitativo, pode-se afirmar que cada um deles apresenta seu ponto forte.

44 43 Entretanto, há a possibilidade de utilização dos dois enfoques no mesmo trabalho; deve-se lembrar, porém, que cada método possui características próprias e são adequados a propósitos distintos na pesquisa conforme ilustrado no Quadro 4. Quadro 4 Comparativo das características das pesquisas quantitativa e qualitativa PESQUISA QUANTITATIVA PESQUISA QUALITATIVA Visão geral independe do contexto depende do contexto Inferência dedutivo indutivo Objetivo comprovação interpretação Finalidade teste de teorias, predição, estabelecimento de fatos e teste de hipóteses descrição e entendimento de realidades variadas, captura da vida cotidiana e perspectivas humanas Realidade investigada objetiva subjetiva Foco quantidade natureza do objeto Amostra determinada por critério estatístico determinada por critérios diversos Tamanho da amostra grande pequeno Característica do instrumento de coleta de dados questões objetivas, aplicações em curto espaço de tempo. Evita-se a interação entrevistador-entrevistado, ou seja, o pesquisador mantém distância do processo questões abertas e flexíveis. Explora a interação pesquisador-entrevistado, ou seja, o pesquisador participa do processo. Análise dos dados estatística e numérica interpretativa e descritiva. Resultados Confiabilidade e validade comprovação de hipóteses. A base para generalização dos resultados é universal e independente do contexto. pode ser determinada, dependendo do tempo e recurso. proposições e especulações. Os resultados são situacionais e limitados ao contexto. difícil determinação, dada à natureza subjetiva da pesquisa Fonte: adaptado Godoy (1995); Gil (1999) O aluno pesquisador deve, entretanto, lembrar-se que a questão não é confrontar a pesquisa qualitativa e a pesquisa quantitativa, não é se decidir por uma ou outra forma de pesquisa. Deve-se determinar e utilizar a abordagem teóricometodológica que possibilite alcançar ao resultado que contribua para a compreensão e solução do problema, em menor tempo e com custos adequados. A decisão envolve condições de natureza prática, empírica e técnica.

45 Classificação quanto aos objetivos da pesquisa Os estudos e pesquisas científicas também podem ser classificados de acordo com os seus objetivos. Sob esta ótica, Gil (1999) divide as pesquisas em três categorias: descritiva, explicativa e exploratória Pesquisa descritiva A pesquisa descritiva procura conhecer a realidade estudada, suas características e seus problemas. Pretende descrever com exatidão os fatos e fenômenos de determinada realidade (TRIVIÑOS, 2006, p.100, grifo do autor). Para Andrade (1997) a pesquisa descritiva observa, registra, analisa, classifica e interpreta os fatos sem manipulação ou interferência do pesquisador. Seus objetivos são: identificar e descrever as características de uma população ou fenômeno; estabelecer por meio das variáveis determinadas a inter-relação entre os fenômenos; comparar o estabelecimento das relações entre determinados fenômenos; e, descobrir a frequência com que os fenômenos acontecem no contexto pesquisado. Exige o emprego de técnicas padronizadas de coleta de dados, tais como questionário e observação sistemática Pesquisa explicativa A pesquisa explicativa visa identificar os fatores que determinam ou contribuem para a ocorrência de um determinado fenômeno; explica a razão de tal ocorrência por meio da identificação e analise das relações de causa e efeito dos fenômenos. É o tipo que mais aprofunda o conhecimento da realidade, porque explica a razão, o motivo dos fenômenos ou fatos. Quando utilizada nas ciências exatas, este tipo de pesquisa adota o método experimental, enquanto que quando realizada nas ciências sociais e humanas aplica o método observacional.

46 Pesquisa exploratória A pesquisa exploratória visa obter maior familiaridade com o problema para torná-lo explícito ou a construir hipóteses. É aplicada em áreas nas quais há pouco conhecimento, explora a realidade buscando embasamento para depois planejar uma pesquisa descritiva. Assume a forma de pesquisa bibliográfica ou estudo de caso, pode conter entrevistas, questionários, análise de exemplos, etc. 2.5 Classificação quanto aos procedimentos da pesquisa Tanto as técnicas como os procedimentos adotados para o desenvolvimento de uma pesquisa podem ser utilizadas como critério para diferenciação e classificação. Nesse sentido, Gil (1999) classifica a pesquisa em bibliográfica, documental, experimental, levantamento, ex-post-facto, estudo de campo e estudo de caso Pesquisa bibliográfica A pesquisa bibliográfica corresponde ao estudo sistematizado desenvolvido com base em material publicado em livros, artigos científicos, dissertações de mestrado, teses de doutorado, artigos de periódicos e na internet, isto é, material acessível ao público em geral. Normalmente tem o objetivo de buscar relações entre características, ideias e conceitos; envolve leitura, seleção, fichamento e organização de textos importantes para o estudo em andamento. Esse tipo de pesquisa é utilizado como elemento de partida em vários estudos, fornecendo instrumental analítico para qualquer outro tipo de pesquisa; mas também pode esgotar-se em si mesma, isto é, há trabalhos realizados exclusivamente com base em fontes bibliográficas. A revisão bibliográfica, ou revisão da literatura utilizada como parte do projeto, do artigo científico ou trabalho de conclusão de curso, não deve ser confundida com a pesquisa bibliográfica. Os procedimentos deste tipo de pesquisa permitem ao

47 46 pesquisador a ampla cobertura de acontecimentos. A maior desvantagem é o risco de trabalhar com dados coletados e processados de forma inadequada (GIL, 2007). A análise dos dados (informações) depende dos objetivos da pesquisa, tipos de dados, etc. Busca bibliográfica: O acesso à bibliografia pode ser feito de dois modos básicos; manualmente ou eletronicamente. O primeiro consiste em pesquisar diretamente nos livros de referências disponíveis na biblioteca, entretanto, este método está praticamente em desuso com o advento da informática. Atualmente existem diversos locais para se procurar trabalhos científicos por meio eletrônico como os periódicos CAPES: Google Acadêmico: SciELO - Scientific Electronic Library Online e outras inúmeras ferramentas de buscas que proporcionam este levantamento do material publicado. Em geral muitos destes materiais são de fácil acesso, mas algumas revistas e jornais tem acesso restrito para assinantes, desta forma o pesquisador tem que se deslocar para realizar a pesquisa nas principais bibliotecas do país onde as instituições assinam as revistas e o acesso para os usuários da biblioteca é gratuito. Devido à grande quantidade de publicações, nem sempre o material tem boa qualidade, desta forma existem alguns critérios para avaliar a qualidade de uma publicação, dentre estes os principais: - Número de citações (se este material foi citado em outras publicações sobre a mesma temática); - Local onde foi publicado: jornais e revistas são melhores, desde que estes sejam indexados e tenham o qualis alto (http://www.capes.gov.br/avaliacao/qualis) ou JCR (Journal of Citation Report) alto ; em seguida vem as teses e dissertações; e por fim publicações congressos são importantes; - Tempo da publicação: as publicações recentes são melhores por ter dados mais atualizados; - Currículo dos autores da publicação: autores conceituados costumam publicar artigos de boa qualidade; A busca deve ser realizada através dos sites digitando as palavras-chaves que muitas vezes são definidas como descritores de busca e, de acordo com os critérios de qualidade indicados anteriormente cada resultado da busca deve ser individualmente analisado. Observe as referências encontradas nos melhores

48 47 trabalhos para encontrar outros materiais potenciais candidatos de leitura obrigatória dentro da área pesquisada. Fichamento: é uma maneira excelente de manter um registro de tudo que foi lido. Durante o processo de fichamento pode-se adquirir uma compreensão maior da natureza e do conteúdo do texto além da possibilidade de identificar a qualidade do material. Os arquivos de fichamento podem se compostos por arquivos de resumo, opinião, citação e de arquivos simplesmente bibliográficos, dos textos lidos ou que devem ser lidos. Estes fichamentos bibliográficos são similares à uma ficha de catálogo que registram as informações bibliográficas completas sobre o autor, a revista publicada, a qualidade da revista; algumas anotações sobre a obra; as palavras chave; e a temática do texto; possiblitando-se assim o controle do material além do registro sobre a qualidade da publicação Pesquisa documental A pesquisa documental apresenta características semelhantes às da pesquisa bibliográfica, diferindo desta no que se refere à fonte dos dados. A investigação documental é a realizada em materiais ou documentos conservados com pessoas ou no interior de órgãos públicos e privados de qualquer natureza. Envolve memorandos, registros contábeis e econômicos, anais, regulamentos, circulares, ofícios, comunicações informais, filmes, microfilmes, fotografias, vídeos, cartas pessoais, etc. Para Almeida (2011, p. 34) este é o tipo de pesquisa típico de estudos sobre as finanças de uma organização visto que analisam relatórios e dados existentes na empresa, mesmo que tenham recebido outros tipos de análise. O tipo de análise também depende dos objetivos da pesquisa e podem assumir formas diversas, desde a análise de conteúdo (perspectiva qualitativa ou quantitativa) até estudos essencialmente quantitativos.

49 Pesquisa experimental Pesquisa experimental é um tipo de investigação empírica na qual as variáveis independentes são manipuladas de maneira preestabelecida e se observam os efeitos produzidos nas variáveis dependentes. Variável não é, necessariamente, um valor numérico, expressando quantidade; pode ser um dado relativo à qualidade, característica, magnitude, etc. Variável independente é aquela que influencia ou afeta a variável dependente. É conhecida e manipulável. Variável dependente é aquela cuja situação ou comportamento é influenciado pela variável independente. A pesquisa experimental permite observar e analisar um fenômeno, sob determinadas condições. Os componentes do experimento são divididos em dois (ou mais) grupos, sendo um deles o de controle e os outros experimentais. O processo consiste em submeter o grupo experimental a algum tipo de influência (ação de uma variável independente) e acompanhar os grupos para verificar se após a interferência há diferenças significativas. Dependendo do número de variáveis, podem ser elaborados diversos planos experimentais. A coleta de dados geralmente consiste em anotar aquilo que é observado, enquanto as análises são normalmente realizadas utilizando-se técnicas estatísticas, em especial o teste de diferença de médias (GIL, 1999) Levantamento ou survey É adotada especialmente quando o pesquisador pretende descrever uma realidade, dando-lhe um determinado perfil ou pela incidência de determinadas características. É um tipo de pesquisa normalmente aplicado a fenômenos pouco conhecidos ou novos. Sua execução é apresentada na forma de censo, enquete de opinião e estudo de mercado. Sua realização envolve a interrogação direta das pessoas, grupos, classes ou etnias cujo comportamento se deseja conhecer. Dependendo de seus objetivos, o levantamento pode ser descritivo, explicativo ou exploratório.

50 49 De acordo com Gil (2002) a coleta de dados pode ser desenvolvida por meio de técnicas como questionário, entrevista e formulário; enquanto a análise pode adotar diferentes procedimentos tais como codificação das respostas, tabulação dos dados e análise estatística Estudo de caso O estudo de caso é uma estratégia preferencialmente aplicada quando se colocam questões do tipo como e por que ; quando o pesquisador tem pouco controle sobre os eventos; e o foco se encontra em fenômenos contemporâneos inseridos em algum contexto da vida real (YIN, 2010). Sua aplicação surge da necessidade de se compreender fenômenos sociais complexos, que geralmente se relacionam com uma multiplicidade de variáveis, visando fazer generalizações a partir de caso ou casos representativos (indivíduos, profissões, condições, instituições, etc.) investigados em profundidade. Há estudos de caso único e de casos múltiplos. O estudo de caso único que apresenta um único caso para um dado problema e referencial teórico é normalmente utilizado quando são analisados fenômenos de ocorrência rara ou de difícil observação. Já o estudo de casos múltiplos se baseia em replicações de um determinado fenômeno. Yin (2010) narra que os estudos de caso envolvem cinco componentes importantes: a) as questões do estudo: a estratégia do estudo de caso é mais apropriada para questões do tipo como e por que ; b) o conjunto de proposições (se existir): questões que embora possuam a essência do que se deseja responder, não apontam para aquilo que se deve estudar. Auxiliam a seguir na direção certa, levantando hipóteses a serem trabalhadas. Ao final da pesquisa, as análises realizadas podem concluir pela confirmação ou negação dessas proposições; c) as unidades de análise: uma escolha fundamental para focalizar o estudo de caso e delimitar o problema; d) a lógica que une os dados às proposições: determinação de como os dados devem ser analisados; e,

51 50 e) critérios para se interpretar as descobertas: argumentos que subsidiam as decisões necessárias para comparar duas proposições concorrentes. De acordo com Fachin (2001) nesse tipo de estudo os dados devem ser representados sob a forma de tabelas, quadros, gráficos estatísticos e por meio de uma análise descritiva Pesquisa ex-post-facto ou quase experimental Preocupa-se em verificar a existência de relação entre variáveis, mas, ao contrário da pesquisa experimental, este tipo de estudo é realizado depois da ocorrência do fato, o que inviabiliza a interferência do pesquisador sobre as variáveis. Em outras palavras, o plano de uma pesquisa ex-post-facto procura a máxima aproximação do plano experimental, diferenciando-se pelo fato de que não há manipulação de variáveis independentes. O experimento ou quase-experimento é realizado depois dos fatos. As variáveis chegam ao pesquisador com as características do ocorrido. Neste tipo de pesquisa, o investigador procura localizar grupos cujos indivíduos tenham muitas semelhanças entre si (GIL, 1999). Os dados geralmente são coletados em duas etapas. Na primeira, ocorre a busca por grupos, identificando as informações sobre os sujeitos por meio de técnicas de coleta variadas que podem envolver a observação, os questionários ou registros documentais. Na segunda, coletam-se os dados sobre a variável dependente. Como o foco da pesquisa é encontrar relação entre variáveis, é comum a análise dos dados contar com o uso de técnicas estatísticas Estudo de campo Como o próprio nome indica, este tipo de pesquisa tem a fonte de dados no campo onde ocorrem os fenômenos. De acordo com Gil (1999) o delineamento da pesquisa de campo apresenta semelhanças com levantamento, diferenciando-se deste em vários aspectos:

52 51 o estudo de campo é tem maior profundidade enquanto o levantamento tem maior abrangência; o estudo de campo visa o aprofundamento do problema proposto enquanto o levantamento procura ser representativo de uma população; o estudo de campo investiga um grupo único em termos de estrutura social enquanto o levantamento visa identificar as características dos indivíduos de uma determinada população de acordo com certas variáveis. Percebe-se, assim, que o estudo de campo procura observar os fatos em seu ambiente natural, sem isolamento ou controle sobre as varáveis. Mas, apesar disso, possibilita inferências sobre relações causais nos eventos observados Revisão sistemática Pouco difundida nas ciências sociais, como a administração, sendo mais frequentemente utilizada na área médica, a revisão sistemática, de acordo com Mafra e Travassos (2006, p. 11), é um meio para identificar, avaliar e interpretar a pesquisa existente disponível e relevante para uma particular questão de pesquisa, tópico ou fenômeno de interesse. Assim, apresenta uma avaliação justa do tópico de pesquisa, na medida em que utiliza uma metodologia de revisão rigorosa, confiável e passível de auditoria (KITCHENHAM, 2004). Por este método, os pesquisadores devem concentrar esforços no sentido de identificar e relatar pesquisas que corroboram ou não com suas hipóteses. Caso os estudos identificados apresentem resultados consistentes a revisão provê indícios que o fenômeno é generalizável, em caso de inconsistências as fontes das variações desses resultados podem ser investigadas. Destaque-se que a revisão sistemática não representa uma simples revisão de literatura, embora utilize esse processo para coletar dados que serão posteriormente analisados para gerar evidências. Também não é um rearranjo de dados conhecidos ou publicados, mas uma abordagem que tem a finalidade de integrar resultados experimentais ajudando a esclarecer novos aspectos na área de investigação. (BIOLCHINI et al, 2005) Uma revisão sistemática deve conter o protocolo de busca utilizado de forma a possibilitar a repetição dessa revisão por outros pesquisadores.

53 52 3 TÉCNICAS E INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS Especial atenção deve ser atribuída à forma pela qual a pesquisa será conduzida. É necessário declarar quais dados serão coletados, detalhar a maneira pela qual os dados serão coletados e quais instrumentos de pesquisa serão aplicados. Entende-se por instrumento de pesquisa aquilo que é utilizado para a coleta de dados; e, por dado, de acordo com Triviños (2006), o conjunto de informações que o próprio pesquisador reúne para analisar e estudar determinado fenômeno social, tornando-se a unidade básica do conhecimento a ser investigado, constituindo-se o material de pesquisa. Na escolha dos instrumentos, a decisão deve considerar os objetivos, o desenho da pesquisa e a população alvo. Os instrumentos de coleta de dados mais utilizados são: a observação, a entrevista e o questionário. 3.1 Observação Enquanto técnica de pesquisa, a observação consiste em perceber as manifestações ocorridas na população-alvo da pesquisa. Deve ser centrada em um objetivo definido e plano definidos previamente. Gil (1999) destaca que essa técnica deve ser submetida a controles de validades e precisão; e que se deve focar na geração de informações confiáveis e validas no sentido de esclarecer o ocorrido ou fenômeno. A observação pode ser: a) simples: o pesquisador permanece alheio a comunidade, grupo ou situação que está sendo estudada, observando de maneira espontânea os fatos que ocorrem, tornando-se uma espécie de espectador; b) participante: existe a real participação do pesquisador na vida da comunidade, grupo ou situação determinada, o observador torna-se membro ativo, envolvendo-se nas práticas diárias do grupo; e, c) sistemática: o pesquisador tem conhecimento prévio dos fatos ou fenômenos que são relevantes dentro do grupo ou comunidade que está sendo estudada e, também, para os objetivos de pesquisa definidos.

54 53 Trata-se de um quase-experimento, onde o pesquisador procura testar hipóteses a respeito do grupo ou comunidade.. Vários são os instrumentos que podem ser utilizados para registros dos dados coletados; entre eles destacam-se quadros, planilhas, escalas, gravações de áudio, fotografias e vídeos. A observação pesquisador deve ser complementada com outras técnicas, tais com o questionário e entrevistas. 3.2 Entrevista Com base em Gil (1999) a entrevista é uma técnica de coleta de dados onde ocorre a comunicação entre duas pessoas investigador e investigado com o propósito de obter dados que interessam à investigação, por meio da formulação de perguntas que possibilitem o alcance dos objetivos estabelecidos. É importante destacar que esta técnica pode ser desenvolvida individualmente ou em grupo. Existem diversos tipos de entrevistas, Richardson (2007) descreve três tipos básicos: a) entrevista não estruturada: também chamada entrevista em profundidade. Visa obter do entrevistado o que ele considera os aspectos mais relevantes de determinado problema: as suas descrições de uma situação em estudo; procura saber como e por que algo ocorre. Permite o máximo de liberdade e aprofundamento; b) entrevista dirigida: apresenta pouca liberdade. O entrevistador prepara com antecedência uma relação de perguntas, fixa e invariável durante todo o processo de coleta de dados. Normalmente é utilizada quando há um grande número de entrevistados, para facilitar a tabulação. O entrevistador apresenta as perguntas, sem se envolver com o entrevistado; e, c) entrevista guiada: utilizada para descobrir que aspectos de determinada experiência produzem mudanças nas pessoas expostas a ela. O pesquisador conhece previamente os aspectos que deseja pesquisar e, com base neles, formula alguns pontos a tratar na entrevista. A entrevista

55 54 guiada é igual à entrevista não dirigida: pretende-se obter relatos nas próprias palavras do entrevistado. Em geral, a aplicação de uma entrevista requer tempo para sua realização, compilação e análise. Por isso, seu custo pode ser elevado, se o número de pessoas a serem entrevistadas for muito grande. Em contrapartida, a entrevista pode fornecer uma quantidade relevante de informações. Um dos requisitos para aplicação desta técnica é que o entrevistador possua as habilidades para conduzir o processo. 3.3 Questionário O questionário é uma técnica de pesquisa contendo questões que são apresentadas por escrito aos participantes do estudo, sem a presença do pesquisador, visando conhecer opiniões, sentimentos, interesses e expectativas entre outros aspectos. Para Gil (1999), o questionário apresenta possibilita que o pesquisador alcance grande número de pessoas, sem a necessidade de treinamento ou gastos com entrevistadores. A entrevista garante o respeito à disponibilidade de tempo e anonimato dos respondentes. De acordo com Richardson (2007), ao planejar o questionário o pesquisador deve adotar alguns cuidados: não incluir pergunta sem a clara ideia de como utilizar a sua informação; utilizar vocabulário preciso; adequar o vocabulário ao nível educacional e cultural dos entrevistados; não concatenar perguntas, isto é, fazer duas perguntas em uma; usar itens curtos; redigir as questões na forma afirmativa; verificar se a resposta da pergunta não é obvia; verificar se a forma da pergunta induz o respondente a alguma resposta; e, não formular perguntas direcionadas ou que demonstrem a posição do pesquisador.

56 55 De acordo com Rea e Parker (2002) o desenvolvimento de um questionário envolve a coleta de dados preliminares sobre o tema e população alvo da pesquisa, uma discussão em grupo sobre as questões, a elaboração de um protótipo do questionário, execução do pré-teste (para verificar a adequação do questionário através da aplicação prévia a um pequeno grupo que apresente as mesmas características da população da pesquisa), revisão e ajustes (se necessário) de acordo com os resultados do pré-teste e a elaboração do questionário final. As questões podem ser abertas (resposta livre do respondente), de múltiplas escolhas (conjunto de respostas para escolha do respondente), fechadas com as opções do tipo sim ou não e questões contendo escalas. A elaboração de um questionário deve seguir algumas etapas essenciais apresentadas nos tópicos seguintes Preâmbulo O preâmbulo do questionário é um texto informando a organização ou instituição responsável pela pesquisa, os objetivos do estudo, a base da seleção da amostra, a importância do resultado, a importância da participação do respondente, a confidencialidade (participação protegida) e o esclarecimento de que não há perguntas corretas ou incorretas Formato das questões Richardson (2007) recomenda fazer distinções entre instruções, perguntas e respostas sugerindo o uso de letras maiúsculas para as perguntas, letras minúsculas para as respostas e as instruções apresentadas entre parênteses. Recomenda-se a inclusão de um bloco de texto com explicações esclarecedoras de como proceder para responder o questionário; se possível, inclua um exemplo. O desenvolvimento do questionário deve estar ligado ao problema da pesquisa e seus objetivos. Pode ser desenvolvido com perguntas preparadas para respostas livres (abertas) ou fechadas que podem apresentar respostas dicotômicas, de escolha múltipla e de escala.

57 Perguntas com respostas abertas Nas perguntas com respostas abertas, os entrevistados escrevem suas opiniões de um modo livre. Quando o questionário apresenta mais de um tipo de pergunta, as questões abertas são usualmente as primeiras. Recomenda-se iniciar pelas questões gerais e progredir para as específicas. As perguntas abertas têm menor influência na opinião dos respondentes, possibilitando comentários, expressões de valor e explicações importantes para a interpretação dos dados. No entanto, são desestimulantes (especialmente para as pessoas que apresentam dificuldades de redação), provoca um volume de informações muitas vezes repetitivas e irrelevantes, além de apresentar maior dificuldade para tabulação das respostas e oferecem margem à parcialidade do entrevistador na compilação das respostas Perguntas com respostas de múltipla escolha Nas perguntas com respostas fechadas de múltipla escolha, o entrevistado escolhe uma das alternativas, ou um número determinado delas. Algumas considerações devem ser consideradas em seu desenvolvimento: as alternativas devem ser coletivamente exaustivas; as alternativas devem ser mutuamente exclusivas; e, uma alternativa deve ser totalmente incompatível com todas as demais (uma alternativa Outros. Quais? é de grande valia para garantir a exclusão). Este tipo de questionário pode apresentar vieses de posição, em função da tendência de seleção de uma das primeiras alternativas em questões textuais, ou escolha da posição central quando a resposta tem a forma de uma escala. Este tipo de questionário é de fácil aplicação e tabulação, simples e rápido de ser respondido, apresentam várias alternativas e mitigam a probabilidade de erros. Entretanto, para ser bem elaborado, exige maior dedicação de tempo para que as respostas cubram a amplitude necessária e as alternativas apresentadas pode influenciar o respondente.

58 Perguntas dicotômicas Apresentam apenas duas opções de respostas sim / não; concordo / discordo. Em alguns casos há uma terceira alternativa para indicar desconhecimento ou falta de opinião sobre o assunto. As perguntas dicotômicas apresentam vantagens na facilidade e rapidez na aplicação, na tabulação e análise e pouca possibilidade de erros. Por outro lado, apresentam como desvantagens erro de medição e a restrição nas opções Características físicas do questionário Alguns aspectos são importantes para conquistar a colaboração dos respondentes. Quanto mais adequada for a apresentação maior será a probabilidade de adesão (questionários respondidos). São pontos que devem ser definidos: qualidade, cor e gramatura do papel; tamanho das letras e qualidade da impressão; espaço para resposta de cada questão; impressão só frente ou frente e verso; uso de papel reciclado; etc. Nos últimos anos vem ganhando destaque a aplicação de questionários por meio eletrônico. Não é o envio do material através de endereços de correio eletrônico ( ), mas a utilização de um endereço eletrônico (um site) para sua realização. Neste caso, algumas das considerações de apresentação listadas acima não fazem sentido; entretanto, a usabilidade da página é importante isto significa páginas leves, com estrutura gráfica agradável e de reduzido tempo de carga e transição entre elas Forma de aplicação do questionário De acordo com Rea e Parker (2002), as informações podem ser coletadas pelo correio, por telefone e por entrevistas pessoais. De acordo com Zanella (2006) essas formas apresentam vantagens e desvantagens:

59 58 a) entrevistas pessoais: apresentam maior flexibilidade (mais detalhes e explicação das perguntas), maior complexidade, alto índice de respostas e garantia de que as instruções são seguidas. b) pesquisa por telefone: possibilita coleta rápida de dados, anonimato, facilidade de acesso em grande escala e garantia de que as instruções são seguidas. Há menor controle sobre a situação do que numa entrevista pessoal, menor credibilidade e confiança do que teria uma entrevista pessoal, falta de material visual e limitação dos entrevistados, ampla ação geográfica e garantia de que as instruções são seguidas. c) pesquisa pelo correio: envolve sua distribuição a uma amostra de entrevistados em potencial pré-selecionados. A conveniência (o respondente preenche conforme sua disponibilidade), amplo prazo para o preenchimento e redução do viés induzido pelo entrevistador. Entretanto há o risco de retorno reduzido, prazo longo para devolução e falta de flexibilidade em sua aplicação. Em virtude da evolução das tecnologias de informação e comunicação (TIC) novos instrumentos podem ser acrescentados a essa relação para aplicação de questionários de pesquisa: o envio de questionários por meio de correio eletrônico ( ) e a aplicação dos questionários por meio de um endereço eletrônico (website). Esses novos instrumentos apresentam vantagens e desvantagens similares aos convencionais: a) pesquisa por distribuição a uma amostra de entrevistados em potencial pré-selecionados. Apresenta a vantagem de permitir sua resposta de acordo com a disponibilidade do respondente, além do amplo prazo para o preenchimento e redução do viés induzido pelo entrevistador. Entretanto, o histórico de problemas causados por vírus de computador, normalmente distribuídos por , potencializa o risco de retorno reduzido. b) website de pesquisa: a realização de uma pesquisa com utilização dos recursos multimídia oferecidos pela internet dá a este instrumento um conjunto de recursos interessantes como a flexibilidade da entrevista pessoal, acrescidas de sistemas tutoriais que auxiliam a interação com o respondente. Além da conveniência, possibilita alcançar grande número de respondentes, elimina as barreiras geográficas e seu custo é reduzido.

60 59 A divulgação do endereço eletrônico do website, o temor generalizado dos usuários da internet em relação a sites mal intencionados (que furtam informações pessoais) e contaminação por vírus de computador são as principais dificuldades para esta forma de aplicação do questionário. 3.4 Pesquisando material bibliográfico na internet Nos dias atuais há grande disponibilidade de informação. Mas separar as boas fontes de consulta daquelas pouco confiáveis pode, em muitas situações, não ser algo simples. Lembre-se que qualquer um pode publicar ou divulgar materiais através da internet. Assim, estar publicado na web não garante a qualidade da fonte. No Brasil há algumas iniciativas confiáveis que disponibilizam recursos que possibilitam que grande parte das buscas de informações seja agilizada. Entre os endereços confiáveis destacam-se: SCIELO: a Scientific Electronic Library Online (SciELO) é uma biblioteca eletrônica que abrange uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros. Endereços: CAPES: é uma das maiores bibliotecas virtuais do mundo, com conteúdo científico de alto nível disponível à comunidade acadêmico-científica brasileira. Endereço: GOOGLE: apesar de ser uma poderosa ferramenta de pesquisa, sua utilização requer alguns cuidados. Recomenda-se utilizar as opções de pesquisas para artigos acadêmicos e para livros. Endereços: Livros: Artigos acadêmicos: REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS (RAE): é uma das mais tradicionais publicações na área de pesquisas em administração. É possível acessar os artigos completos publicados nas várias edições deste periódico. Endereço:

61 60 REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO CONTEMPORÂNEA (RAC): publicada pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração (ANPAD), esta é uma revista que visa contribuir para o entendimento aprofundado da Administração e das Ciências Contábeis mediante a divulgação de trabalhos de pesquisa, análises teóricas, documentos, notas e resenhas bibliográficas. Endereço: REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (RAUSP): é uma publicação trimestral do Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. Endereço: REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO E INOVAÇÃO (RAI): tem como foco a publicação de contribuições científicas na área da inovação, elegendo como tema preferencial os processos de inovação tecnológica, das organizações e dos mercados. Endereço: REVISTA ELETRÔNICA DE ADMINISTRAÇÃO (REAd): publicada pela Escola de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi a primeira revista eletrônica da área na América Latina. Endereços: INFOMINE: coletânea de artigos e pesquisas mantidos por algumas universidades americanas, os conteúdos, em inglês, são categorizados. Endereço: SCIRUS: é uma abrangente ferramenta de pesquisa. Com mais de 545 milhões de itens científicos indexados na última contagem. Endereço:

62 61 4 NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHO ACADÊMICO Todo trabalho acadêmico deve ser apresentado de forma organizada, seguindo algumas normas para sua elaboração e divulgação. A padronização de trabalhos acadêmicos é motivo de atenção de muitas instituições de ensino superior. Os itens de padronização descritos neste manual foram fundamentados nas normas de documentação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) que tratam da apresentação de trabalhos acadêmicos. Ressalte-se que este material não substitui a consulta às normas, apenas procura simplificar sua compreensão e aplicação nas situações cotidianas da vida acadêmica. 4.1 Formato geral As padronizações de formatação devem ser observadas desde o princípio da elaboração do trabalho. Tal atitude, além de simplificar o trabalho do aluno, é importante haja vista que algumas formatações (espaçamento, margens, etc.) causam reflexos em toda a organização física do documento. As regras apresentadas nesta seção estão em conformidade com as recomendações apresentadas pela norma NBR (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2011a). Estas normas, em grande parte, são aplicadas aos trabalhos acadêmicos em geral, as exceções foram apresentadas em capítulo específico no princípio deste manual Papel O papel deve ser branco ou reciclado no formato A4 (210 mm x 297 mm) e os textos impressos somente na cor preta. Corroborando com as ações sustentáveis da instituição, recomenda-se que os elementos textuais e pós-textuais sejam digitados ou datilografados no anverso e verso das folhas (impressão frente e verso) Margens As margens devem ser especificadas com especial atenção.

63 62 Em função da recomendação para impressão dos elementos textuais e póstextuais em ambas as faces do papel (verso e anverso), os seguintes padrões devem ser observados: anverso: esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm; e, verso: direita e superior de 3 cm e esquerda e inferior de 2 cm. Essa é uma recomendação com foco na sustentabilidade. O aluno pode optar pela impressão apenas o anverso do papel. Para contribuir na estética visual do trabalho deve-se: iniciar cada parágrafo com distância de 1,25 cm da margem esquerda; não deixar espaço em branco entre os parágrafos; e, evitar a aplicação de barras, travessões, hífens, asteriscos e outros sinais gráficos na margem lateral direita do texto Fonte A harmonia visual do trabalho está vinculada às características dos tipos de letras utilizados. Embora, em diversas situações, o aluno sinta-se tentado a utilizar uma diversidade de fontes existem as recomendações são: fontes: Arial ou Times New Roman; utilizar o mesmo tipo de fonte em todo o documento; para o texto usar fonte tamanho 12, inclusive para os nomes de capítulos; paginação, legendas e notas de rodapé usar fonte tamanho 10; citações diretas de mais de três linhas usar fonte tamanho 10; a capa e a folha de rosto seguem algumas recomendações especiais apresentadas no Apêndice F. tipos itálicos são usados para nomes científicos e expressões estrangeiras, exceto expressões latinas sugeridas na regra (exemplos: apud, et al) Espaçamento Todo texto deve ser digitado de acordo com as seguintes recomendações: o espaço entrelinhas do texto deve ser 1,5;

64 63 os títulos das seções primárias de monografias (trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses) devem começar na parte superior da folha (nova folha) e separados do texto que o sucede, por um espaço de 1,5 entrelinha; os títulos das seções secundárias, terciárias e quaternárias devem ser separados do texto que o sucede, por um espaço de 1,5 entrelinha; as entradas das referências ao final do trabalho, devem ser digitadas com entrelinhas simples. Entre uma referência e outra usar um espaço simples; para organizar as referências ou notas de rodapé, utilizar entrelinhas simples sem espaço entre uma e outra. Alinhar somente à esquerda, destacando o expoente; utilizar o espaçamento simples nas citações diretas com mais de três linhas; também são digitadas com espaçamento entrelinhas simples as informações da ficha catalográfica e as legendas das ilustrações, quadros e das tabelas; e, a capa e a folha de rosto seguem algumas recomendações especiais apresentadas no Apêndice F Alinhamento O texto dos trabalhos acadêmicos deve ser justificado, ajustando-se ao espaçamento horizontal de modo que o texto fique alinhado uniformemente ao longo das margens esquerda e direita. As exceções estão nas referências que são alinhadas somente à margem esquerda do texto e os títulos (indicativos de seção de texto) cujas recomendações são apresentadas em seção específica. A capa e a folha de rosto seguem as recomendações apresentadas no Apêndice F.

65 Paginação A partir da folha de rosto todas as folhas que compõem o trabalho são contadas sequencialmente, mas nem todas são numeradas. Exibe-se a numeração somente a partir da primeira página textual (Introdução). A numeração deve ser grafada com o mesmo tipo de fonte utilizado para as demais partes do documento. Os números, em algarismos arábicos, devem ser posicionados a dois centímetros da borda superior do papel, ficando o último número a dois centímetros da borda direita da folha (para folhas digitadas no anverso) ou da borda esquerda (para folhas digitadas no verso). A paginação das seções correspondentes à Bibliografia, Apêndices e Anexos deve ser contínua, dando seguimento ao texto principal Títulos e indicativos de seção As seções de um documento escrito são identificadas por um sistema de numeração progressiva que expõe em sequência lógica o inter-relacionamento da matéria e possibilitando a sua localização. Conforme a Associação Brasileira de Normas Técnicas (2003b) sua elaboração segue as seguintes recomendações: o indicativo numérico de uma seção deve ser redigido em algarismo arábico e precede o seu título; o título, como um todo, deve ser alinhado à esquerda e separado de seu indicativo numérico por um espaço de caractere; títulos, sem indicativo numérico errata, agradecimentos, lista de ilustrações, lista de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, resumo, abstract, sumário, referências, glossário, apêndices, anexos e índice devem ser centralizados; elementos opcionais, o apêndice e o anexo, se presentes (ambos ou apenas um deles) deve ser precedido da palavra APÊNDICE (ou ANEXO, conforme o caso) e identificado por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelo respectivo título. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas, na identificação dos apêndices, quando esgotadas as letras do alfabeto.

66 65 entende-se por apêndice o material de apoio desenvolvido pelo próprio pesquisador e por anexo o material obtido de outros autores; os títulos das seções primárias devem começar em uma nova página e no anverso quando a impressão é realizada em ambas as faces da página; os títulos das seções primárias devem ser separados do texto que os sucede por um espaço de entrelinhas de 1,5; os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por um espaço de entre linhas de 1,5; títulos com mais de uma linha de tamanho devem ser, a partir da segunda linha, alinhados abaixo da primeira letra da primeira palavra do título; e, não atribuir indicativo numérico ou título aos seguintes elementos: termo de aprovação, dedicatória e epígrafe. Sugere-se, para os diversos níveis de seção do trabalho, os seguintes padrões de formatação: 1 SEÇÃO PRIMÁRIA todas as letras maiúsculas, negrito, tamanho 12; 1.1 Seção secundária apenas a letra inicial do título em maiúscula, negrito, tamanho 12; Seção terciária apenas a letra inicial do título em maiúscula, itálico, tamanho 12; Seção quaternária apenas a letra inicial do título em maiúscula; normal; tamanho 12; Seção quinária - apenas a letra inicial do título em maiúscula; sublinhado; tamanho Siglas A sigla, quando mencionada pela primeira vez no texto, deve ser indicada entre parênteses, precedida do nome completo. Exemplos: Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP)

67 Ilustrações A identificação de uma ilustração, de qualquer tipo, deve ser posicionada na parte superior, precedida da palavra designativa (desenho, esquema, fluxograma, fotografia, gráfico, mapa, organograma, planta, quadro, figura, entre outros), seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos, travessão e do respectivo título. Toda ilustração deve ser centralizada em relação às margens. Após a ilustração, na parte inferior, indicar a fonte consultada (elemento obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor), legenda, notas e outras informações necessárias à sua compreensão (se existir). A ilustração deve ser citada no texto e inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. No texto, deve-se remeter o leitor a consultar as ilustrações da seguinte forma: conforme Figura xx ou (ver Figura xx). As tabelas diferem dos quadros em sua formatação (as bordas laterais não são fechadas) e por apresentarem informações tratadas estatisticamente. Recomenda-se que seus dados sejam grafados com o mesmo tipo de fonte do texto e tamanho 10. As diferenças entre esses dois tipos de ilustrações podem ser observadas comparando-se o Quadro 4 com a Tabela 1, incluída como exemplo neste manual. Tabela 1 Exemplo de tabela Rótulo da variável Valor Frequência Percentual Programa de TV A Programa de TV B Programa de TV C Programa de TV D Programa de rádio A Programa de rádio B Programa de rádio C Revista A Revista B Outdoor ,0 8,0 7,0 13,0 24,0 4,0 11,0 6,0 7,0 10,0 Percentual válido 10,0 8,0 7,0 13,0 24,0 4,0 11,0 6,0 7,0 10,0 Percentual cumulativo 10,0 18,0 25,0 38,0 62,0 66,0 77,0 83,0 90,0 100,0 Total ,0 100,0 Casos válidos 100 Casos faltantes 0 Fonte: Cooper e Schindler (2011, p. 448)

68 67 As recomendações de posicionamento e identificação, descritas para as ilustrações, também são aplicáveis para as tabelas Equações e fórmulas Para facilitar a leitura, devem ser destacadas no texto e, se necessário, numeradas com algarismos arábicos entre parênteses, alinhados à direita. Na sequência normal do texto, é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoentes, índices, entre outros). Exemplo: x 2 + y 2 = z 2 + (1 w) (1) Utilização de negrito, itálico e aspas A aplicação de ênfase em frases ou palavras é uma prática comum entre os alunos. Entretanto, não é adequado adotar indiscriminadamente esse artifício redacional. O destaque deve ser aplicado em situações específicas. Grifa-se com negrito as letras ou palavras que mereçam ênfase (quando não for possível dar realce pela redação), nos títulos de seção (conforme descrito na seção 4.1.4) e nos títulos de obras ou de periódico nas referências bibliográficas. Não se deve abusar do uso do negrito, pois o exagero acaba não dando destaque àquilo que realmente se deseja. O itálico é usado para destacar palavras e frases em língua estrangeira, inclusive latim, e nomes de espécies. Não se aplica às palavras estrangeiras incorporadas ao idioma vernáculo e contempladas nas normas de formatação, como, por exemplo, marketing e apud. As aspas são utilizadas no início e no final de citação textual (transcrição literal) com até três linhas; em expressões de idioma usadas por grupos específicos; e, em termos utilizados com significado diferente do usual.

69 68 5 CITAÇÕES Citar significa mencionar, referir ou transcrever (um texto) corroborando ou justificando o que está sendo escrito no contexto de um trabalho acadêmico. Assim, fazer citação significa apresentar informações obtidas em obras ou documentos de outros autores, para fundamentar uma ideia, argumento ou linha de raciocínio, dando o devido crédito aos seus autores, isto é, identificando a autoria. Considera-se falta grave utilizar uma ideia, conceito ou figura de outro autor e não citá-lo. Dessa forma, toda obra utilizada na elaboração de sua pesquisa deve ser referenciada. Existem, entretanto, situações específicas nas quais a citação não é exigida. Fatos de conhecimento geral (domínio público), os quais podem ser facilmente verificáveis e que não difiram de uma para outra fonte, não necessitam ser documentados. Assim, escrever que a literatura sofreu severo controle e censura no Brasil durante o período do governo militar não necessita de indicação de fonte. Usadas adequadamente as citações não desvalorizam o trabalho, ao contrário, demonstram que o aluno fez pesquisa prévia do que já foi escrito sobre o tema, enriquecendo o conteúdo e construindo uma plataforma que elevam a credibilidade em relação às conclusões. Entretanto, deve-se lembrar de que a visão pessoal não pode ser abandonada ou relegada a um plano de importância inferior no resultado do trabalho; por isso, o volume de citações precisa ser adequado, com conteúdo e qualidade compatíveis com seus objetivos. Recomenda-se que as citações não ultrapassem 14 linhas de texto e que a autoria correspondente seja expressamente identificada. A forma pela qual as citações são apresentadas em um documento seguem as orientações contidas na norma NBR (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2002b). 5.1 Regras gerais citação de texto Existem duas maneiras de realizar a transcrição de textos: a) citação direta: a transcrição é literal, correspondendo à reprodução exata de trechos de uma obra; e,

70 69 b) citação indireta: refere-se à utilização de ideias, conceitos e informações de outros autores, redigidas com palavras do próprio pesquisador proporcionando uma nova apresentação ou enfoque para o texto original, mas respeitando as ideias originais do autor citado. Destaque-se que o propósito das citações é apresentar conceitos e não, simplesmente, reproduzir trechos dos materiais consultados. Por essa razão é recomendada a transcrição indireta de textos, articulando os pensamentos e concatenando ideias Citação direta As citações diretas ou textuais são aquelas onde ocorre a reprodução literal de um trecho de uma obra com todas as suas características originais, isto é, conservando-se a grafia, idioma, pontuação, uso de letras maiúsculas e idioma Citação direta de até três linhas A citação direta, com até três linhas de extensão, deve ser inserida no corpo do texto, entre aspas, aplicando o mesmo tipo de letra, corpo e espaçamento utilizados no documento. As formas de apresentar uma citação direta e destacar características são: a) autor do texto: o autor, ou autores, do texto pode ser indicado em seu interior ou exterior, conforme exemplos: Segundo Almeida (2011, p. 43) A dedicatória é um elemento opcional no TCC, dissertação ou tese, e absolutamente não deve fazer parte do projeto. Neste caso, o sobrenome do autor deve ser grafado respeitandose a regra ortográfica vigente, apenas sua inicial em letra maiúscula, indicando entre parênteses o ano da obra e, obrigatoriamente, em qual página da obra a citação se encontra. A dedicatória é um elemento opcional no TCC, dissertação ou tese, e absolutamente não deve fazer parte do projeto. (ALMEIDA, 2011, p. 43) Nesta forma, o sobrenome do autor deve ser totalmente grafado em letras maiúsculas, indicando entre parênteses o ano da obra e, obrigatoriamente, em qual página da obra a citação se encontra.

71 70 b) supressões: caso alguma porção da citação não tenha importância para o trabalho e o aluno queira omiti-la deve usar reticências grafadas entre colchetes [...]. As supressões podem aparecer no início, meio ou fim da citação. Exemplos: De acordo com Sachs (2009, p. 73) O ecodesenvolvimento requer [...] comunidades e associações de cidadãos envolvidas na proteção da área. Durante muito tempo, a idéia de alto potencial esteve associado ao coeficiente de inteligência [...]. (ASSIS, 2005, p. 99) c) como está escrito: para o caso de incoerências, erro ortográfico ou erro gramatical, utilizar a expressão sic, entre colchetes, logo após a sua ocorrência. A palavra sic significa conforme o original. Exemplo: "Sumário é o esqueleto do trabalho ou da obra. É o que denominamos índice [sic]; portanto indica assunto e paginação." (BARROS; LEHFELD,1986, p. 39) d) interpolação: acréscimos ou comentários devem ser inseridos entre colchetes. Exemplo: [...] esse modelo funcionou [e ainda funciona] como sistema de liderança nas linhas de produção das indústrias brasileiras nos anos 50. (SILVA, 2001, p. 59) e) destaque: caso o texto original apresente algum tipo de destaque (palavra ou expressão) ou se o aluno desejar destacar algo, isso pode ser feito grafando-o com sublinhado, itálico, negrito ou a associação deles. Ao término da frase com o trecho em destaque registra-se a expressão grifo nosso ou grifo do autor entre parênteses. Exemplos: [...] A entrevista semiestruturada também requer um roteiro de entrevista, mas permite certa flexibilidade ao abordar os entrevistados (ALMEIDA, 2011, p. 63, grifo do autor). A amostragem pode ser probabilística ou não probabilística. (ALMEIDA, 2011, p. 63, grifos nosso). f) texto original com aspas: quando parte do trecho citado possuir algum trecho entre aspas no original, deve-se substituí-las pelo apóstrofo. Exemplo:

72 71 [...] definidas como a soma das qualificações, conhecimento e conhecimento implícito, necessária para superar o desempenho da concorrência. (COSTA, 2001, p. 37) g) ênfase [!]: indica o ponto relevante enfatizado, deve ser colocado logo após sua ocorrência. Exemplo: De acordo com Andrade (1999, p. 15): Aprender a ler não é uma tarefa tão simples [!], pois exige uma postura crítica, sistemática, uma disciplina intelectual por parte do leitor, que só podem ser adquiridos através da prática. h) tradução nossa: evitar o uso de citações em idioma estrangeiro. Traduzir e colocar, no final da citação, a expressão tradução nossa entre parênteses. Exemplo: Nos últimos anos, o termo 'desenvolvimento ecologicamente sustentável adquiriu status de preocupação central. Todos - governos, o lobby empresarial, grupos ambientais - são a favor dela. Mas parece que a expressão apresenta diferentes significados para as diferentes pessoas. (BEDER, 1996, p. 5, tradução nossa). i) citação de citação: empregada quando não se tem acesso ao documento original. Indica-se o sobrenome do autor original seguido da expressão latina apud (cujo significado é citado por ). Exemplo: Um bom conceito para liderança seria o de Hunter (apud CARDOSO, 2006), que define liderança como a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum Citação direta com mais de três linhas A citação direta com mais de três linhas de extensão deve constituir um parágrafo independente. Sua apresentação é destacada do texto normal da seguinte forma: uma entrelinha em branco (com tamanho de fonte equivalente a 12 pt) de 1,5 linha antecedendo a citação; recuo de quatro centímetros da margem esquerda;

73 72 texto deve ser redigido utilizando o mesmo tipo de fonte (Arial ou Times New Roman) utilizado em todo o trabalho; utilizar tamanho de fonte de 10 pt; não colocar o texto entre aspas; e, após a citação inserir uma entrelinha dupla em branco (com tamanho de fonte equivalente a 12 pt). Exemplos de citações longas: De acordo com Salomon (1999, p. 216) 4 cm O autor de um projeto não só realiza a distinção tema tópico problema, dentro da tradição metodológica dos cientistas e pesquisadores, como a pratica no momento em que monta seu projeto de pesquisa. Seu objetivo é, no mínimo de duas ordens epistemológico-operacionais [...]. Outra forma de se apresentar uma citação longa segue o seguinte formato: 4 cm Didaticamente, e tendo em vista o iniciante em trabalho científico, procede a distinção: tema é mais genérico que tópico, e este se converte em problema quando atinge o máximo de delimitação teórica e operacional possível ao pesquisador. O problema implica: ser dificuldade, ser delimitação, ser expressão de pensamento interrogativo (dúvida, curiosidade, necessidade, admiração...). (SALOMON, 1999, p. 216, grifos do autor) Todas as formas de apresentar uma citação direta destacando suas características, apresentadas na seção anterior, são aplicáveis às citações longas. Observe que nas citações diretas é obrigatório informar a localização exata do texto (página) na obra original Citação indireta As citações indiretas ou livres são aquelas nas quais o autor, ao redigir seu texto, faz uma paráfrase ou transliteração do texto original. a) paráfrase: interpretação das ideias ou conceitos apresentados, sem alterações de seu teor, de modo a representar uma síntese ou explicação pessoal; b) transliteração: corresponde a reescrever o texto de uma nova forma.

74 As citações indiretas não precisam ser apresentadas entre aspas. Nas citações indiretas a informação da localização exata do texto (página) na obra original é um elemento opcional Informação verbal Na apresentação de dados obtidos em palestras, debates, aulas deve-se indicar o fato por meio da expressão informação verbal, entre parênteses, e mencionar os dados disponíveis em nota de rodapé. Recomenda-se evitar o uso de informações obtidas verbalmente. Exemplo: No texto: A crescente urbanização das florestas e matas brasileiras está alterando o comportamento de várias espécies de animais como a onça parda e a capivara (informação verbal). 3 No rodapé: ³ Notícia fornecida por John A. Smith na CNN em outubro de Citação de fonte de trabalho em elaboração Na citação de trabalhos em fase de elaboração, deve ser mencionado o fato, indicando-se os dados disponíveis, em nota de rodapé. Recomenda-se evitar o uso de informações de trabalhos não publicados ou divulgados. Exemplo: No texto: Os poetas selecionados contribuíram para a consolidação da poesia no Rio Grande do Sul, séculos XIX e XX (em fase de elaboração). 3 No rodapé: ³ Poetas rio-grandenses, de autoria de Elvo Clemente, a ser editado pela EDIPUCS, 2002.

75 Citação de fonte de documento da internet A citação de informações obtidas em documentos eletrônicos (internet) segue os mesmos padrões aplicados na citação de documentos impressos. Quando não houver indicação da autoria ou responsabilidade, indica-se o nome da homepage, website ou endereço eletrônico do modo como é visualizado na barra de endereço do navegador (browser, em inglês) entre parênteses. Exemplo: No texto: Os poetas selecionados contribuíram para a consolidação da poesia no Rio Grande do Sul, séculos XIX e XX (em fase de elaboração). 3 No rodapé: ³ Poetas rio-grandenses, de autoria de Elvo Clemente, a ser editado pela EDIPUCS, Localização As citações podem aparecer: no texto; ou, em notas de rodapé. 5.2 Sistema de chamada As citações devem ter as suas fontes identificadas no texto de modo adequado. Para não prejudicar a formatação estética do trabalho e tampouco sobrecarregar o texto, adota-se um sistema de chamada. Existem dois tipos de chamadas: o sistema numérico e o sistema autor e data. O método adotado deve ser único ao longo de todo o trabalho, permitindo sua correlação na lista de referências ou em notas de rodapé (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2002b). É importante observar que o método adotado deve ser seguido consistentemente ao longo de todo o trabalho.

76 Sistema autor e data É o sistema mais utilizado. No sistema autor e data, mencionam-se entre parênteses o sobrenome do autor, a data e a página (para as citações diretas, ou seja, apresentadas do modo como encontradas na obra consultada). O sobrenome do autor de uma citação deve ser escrito com letras minúsculas no decorrer do texto (início da citação) e maiúscula dentro de parênteses (no final da citação). Neste sistema as indicações são feitas das seguintes formas: a) pelo sobrenome de cada autor ou pelo nome de cada entidade responsável até o primeiro sinal de pontuação, seguido(s) da data de publicação do documento e da(s) página(s) da citação, no caso de citação direta, separados por vírgula e entre parênteses; Exemplos: a1) No texto: Para Hunter (2004, p. 25) liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente, visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum. Na lista de referências: HUNTER, James C. O monge e o executivo: uma história sobre a essência da liderança. Rio de Janeiro: Sextante, a2) No texto: Liderança é, deliberadamente, fazer com que as ações conduzidas por pessoas sejam planejadas, para permitir a realização do programa de trabalho do líder. (CROSBY, 1999, p. 2) Na lista de referências: CROSBY, Philip. Princípios absolutos de liderança. São Paulo: Makron Books, a3) No texto: A pesquisa bibliográfica procura explicar um problema a partir de referências teóricas publicadas em documentos. (CERVO; BERVIAN, 1996, p. 48) Na lista de referências: CERVO, Armando Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 4. ed. São Paulo: Makron, 1996.

77 76 a4) No texto: Desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem a suas próprias necessidades. (COMISSÃO MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO, 1991, p. 46) Na lista de referências: COMISSÃO MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Nosso futuro comum. 2. ed. Rio de Janeiro: FGV, a5) No texto: O mecanismo proposto para viabilizar esta concepção é o chamado Contrato de Gestão, que conduziria à captação de recursos privados como forma de reduzir os investimentos públicos no ensino superior (BRASIL, 1995). Na lista de referências: BRASIL. Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado. Plano diretor da reforma do aparelho do Estado. Brasília, DF, b) pela primeira palavra do título seguida de reticências, no caso das obras sem indicação de autoria ou responsabilidade, seguida da data de publicação do documento e da(s) página(s) da citação, no caso de citação direta, separados por vírgula e entre parênteses. Se o título começar por monossílabo ou artigo (definido ou indefinido), este deverá estar incluso na indicação da fonte; Exemplos: b1) No texto: Os governos em todo o mundo gastam muito mais do que se imaginava até agora com subsídios para a agricultura, a indústria e os serviços. (UM MUNDO..., 2006, p. 3). Na lista de referências: UM MUNDO de subsídios. O Estado de São Paulo, São Paulo, p. 3, 29 jul b2) No texto: Em Nova Londrina (PR), as crianças são levadas às lavouras a partir dos 5 anos." (NOS CANAVIAIS..., 1995, p. 12). Na lista de referências:

78 77 NOS CANAVIAIS, mutilação em vez de lazer e escola. O Globo, Rio de Janeiro, 16 jul Sistema numérico No sistema numérico indica-se a fonte por meio de uma numeração única e consecutiva, em algarismo arábico, que opera como um índice para uma lista de referências situada ao final do trabalho, do capítulo ou da parte, na mesma ordem em que aparecem no texto. Não se inicia a numeração das citações a cada página. Este sistema não pode ser utilizado quando há notas de rodapé no trabalho. A indicação da numeração pode ser feita em uma das seguintes formas: a) entre parênteses, alinhada ao texto; Exemplo: Ponchirolli afirma que o fenômeno da globalização está presente e parece irreversível. (13) b) posicionada pouco acima da linha do texto como um expoente ao mesmo, logo após a pontuação que fecha a citação. Exemplo: Ponchirolli afirma que o fenômeno da globalização está presente e parece irreversível Apresentação da autoria da citação Na indicação de autoria, em ambos os sistemas de chamada, algumas regras devem ser observadas Texto com autor único Quando o nome do autor, instituição responsável estiver incluído na sentença, indica-se a data, entre parênteses, acrescida da página, se a citação for direta. Exemplos:

79 78 a) Albrecht (2000) utiliza a expressão hora da verdade para referenciar cada instante em que o cliente faz contato com uma empresa, e a partir do qual forma uma opinião sobre a qualidade do serviço. b) De acordo com Albrecht (2000, p. 27) a hora da verdade é qualquer episódio no qual o cliente entra em contato com qualquer aspecto da organização e obtém uma impressão da qualidade de seu serviço. c) Documento, segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (2002, p. 2) é qualquer suporte que contenha informação registrada, formando uma unidade, que possa servir para consulta, estudo ou prova. Quando a indicação da fonte, isto é o nome do autor ou instituição responsável não está incluído na sentença, deve-se indicá-lo ao final da citação. Apresenta-se o sobrenome do autor (em letras maiúsculas), o ano de publicação e, para citação direta, a página virão logo após as aspas e antes do ponto. Todos os elementos são indicados entre parênteses. Exemplos: a) A expressão momento da verdade é utilizada para referenciar cada instante em que o cliente faz contato com uma empresa e a partir do qual forma uma opinião sobre a qualidade do serviço (ALBRECHT, 2000). b) A hora da verdade é qualquer episódio no qual o cliente entra em contato com qualquer aspecto da organização e obtém uma impressão da qualidade de seu serviço (ALBRECHT, 2000, p. 27). c) Define-se documento como qualquer suporte que contenha informação registrada, formando uma unidade, que possa servir para consulta, estudo ou prova (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2002, p. 2) Texto com dois ou três autores A citação de fonte de documento com dois ou três autores deve-se apresentar todos os sobrenomes. Quando os nomes dos autores estiverem incluídos na sentença, indicam-se os sobrenomes de cada um deles ligados pela conjunção e (para o caso de dois autores) ou por vírgula (,) e pela conjunção e (para o caso de três autores). Exemplos:

80 79 a) Nonaka e Takeushi (1997) afirmam que o para se tornar uma empresa que gera conhecimento a organização deve completar uma espiral do conhecimento, espiral esta que vai de tácito para tácito, de explícito a explícito, de tácito a explícito, e finalmente, de explícito a tácito. b) Para Dahlberg, Connel e Landrum (1997, p. 386) um componente fundamental de uma organização saudável é a capacidade de decidir o que a organização faz de maneira contínua. Quando a indicação da fonte, isto é os nomes dos autores, não estão incluídos na sentença, mas indicados ao final da citação apresentam-se os sobrenomes dos autores (em letras maiúsculas) separados por ponto e vírgula, o ano de publicação e, para citação direta, a página virão logo após as aspas e antes do ponto. Todos os elementos são indicados entre parênteses. Exemplos: a) As pessoas componentes de uma corporação virtual devem ser aprendizes em tempo integral (DAVIDOW; MALONE, 1993). b) [...] para reter as pessoas de que precisam, as empresas saudáveis deverão ser o tipo de empresa na qual as pessoas talentosas desejarão permanecer (DAHLBERG; CONNEL; LANDRUM, 1997, p. 389) Texto com quatro ou mais autores Quando o texto é parte de uma obra com quatro ou mais autores, a indicação é feita pelo sobrenome do primeiro seguido da expressão latina et al (e outros) conforme segue. Exemplos: a) De acordo com Chaves et al (2001) a forte concorrência incentiva a proliferação das ações de endomarketing no país, haja vista a dificuldade crescente de fazer produtos totalmente diferentes, já que qualquer inovação é seguida por outras empresas. b) Os novos modelos de administração têm algumas características comuns, destacando-se dois aspectos: uma forte orientação para o cliente e um estilo mais participativo de gestão (SANTOS et al, 2001, p. 28).

81 Sobrenome composto No caso de sobrenome composto, com ou sem hífen, preservá-lo na citação. Exemplos: a) Villas Boas (2005) teceu críticas ao processo integrativo proposto pela política oficial em comparação a um processo aculturativo que privilegiava os costumes indígenas. b) Os olhos do ódio têm formas sinistras de cogumelo atômicos e de braços suásticos (CASTELO BRANCO, 1969, p. 62). Esse mesmo critério deve ser adotado para sobrenomes compostos consagrados pela literatura (MACHADO DE ASSIS, BUARQUE DE HOLLANDA, etc.). Para os sobrenomes com partículas portuguesas ou estrangeiras (de, do, das, del, de las, von, van, della etc.), iniciadas por letras minúsculas, a entrada é feita pelo sobrenome simples. Exemplo: No texto: De acordo com Souza (2002) as práticas tradicionais de avaliação do desempenho humano, frutos de modelos mecanicistas, não estão resistindo aos impactos das mudanças. Na lista de referências: SOUZA, Vera Lúcia de. Gestão de desempenho: julgamento ou diálogo?. Rio de Janeiro: FGV, A partícula faz parte do sobrenome quando é iniciada por letra maiúscula. Nesse caso, ela deve ser considerada na entrada. Exemplo: No texto: Para Van Ereken (2001, p. 167) o medo nos impede de ir além de onde estamos e de realizar o nosso potencial. Na lista de referências: VAN EREKEN, Glenn. 12 segredos simples da felicidade no trabalho: encontrando satisfação, colhendo recompensas. São Paulo: Cultrix, 2001.

82 Sobrenome com indicação de parentesco Os indicativos de parentesco (Filho, Júnior, Neto, Netto, Sobrinho, etc.), são mencionados em seguida ao sobrenome por extenso, com letras maiúsculas. Recomenda-se, tanto quanto possível, o mesmo padrão para abreviação de nomes e sobrenomes, usados na mesma lista de referências. Exemplo: No texto: De acordo com Alvarenga Neto (2008, p. 33) os trabalhadores da organização do conhecimento são profissionais altamente qualificados e com alto grau de escolaridade. Na lista de referências: ALVARENGA NETO, Rivadávia Correa Drummond de. Gestão do conhecimento em organizações: proposta de mapeamento conceitual integrativo. São Paulo: Saraiva, Dois ou mais autores com o mesmo sobrenome A Associação Brasileira de Normas Técnicas (2002b, p. 3) determina que para os casos de coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes; se mesmo assim existir coincidência, colocam-se os prenomes por extenso. Exemplo: No texto: O termo hegemônico (do grego hegemon, que significa líder, condutor) expressa a ideia de liderança (OLIVEIRA, M., 2009, p. 12, grifos do autor) Os estudos sobre liderança foram intensificados após as duas guerras mundiais e o maior interesse foi a identificação de traços de liderança e o modo como os homens alcançaram as posições de chefia (OLIVEIRA, S., 2002, p. 253) Na lista de referências: OLIVEIRA, Marco A. A face oculta da empresa: como decifrar e gerenciar a cultura corporativa. Rio de Janeiro: Senac Rio, 2009.

83 82 OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Sociologia das organizações: uma análise do homem e das empresas no ambiente competitivo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, Documentos do mesmo autor publicados em um mesmo ano As citações de diversos documentos e o mesmo autor, publicados no mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem espacejamento, conforme a lista de referências. Exemplo: No texto: Na concepção teórica de estratégias de leitura apresentada em análise documentária Cintra (1987a) concorda com a visão... Cintra (1987b) afirma que o domínio da estrutura textual implica o conhecimento das partes. Na lista de referências: CINTRA, Ana Madalena. Estratégias de leitura em documentação. In: SMITT, Johanna. Análise documentária: análise da síntese. Brasília, DF: IBICT, 1987a. p CINTRA, Ana Madalena. Elementos de lingüística para estudos de indexação automatizada. Ciência da Informação, Brasília, DF, v.15, n.2, p.5-22, jan./jun.1987b Citações indiretas de diversos documentos de mesma autoria As citações indiretas de diversos documentos da mesma autoria, publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente, têm as suas datas separadas por vírgula. Exemplo: No texto: A principal função de um administrador é guiar a organização rumo aos objetivos determinado (CHIAVENATO, 2001, 2004). Na lista de referências: CHIAVENATO, Idalbeto. Administração nos novos tempos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

84 83 CHIAVENATO, Idalbeto. Teoria Geral da Administração. Rio de Janeiro: Elsevier, Citações indiretas de diversos documentos de diversos autores As citações indiretas de diversos documentos de vários autores, mencionados simultaneamente, devem ser separadas por ponto e vírgula (;), em ordem alfabética. Exemplo: No texto: A administração científica é um movimento desenvolvido em três momentos (CHIAVENATO, 2003; MAXIMIANO, 2008; NOGUEIRA, 2007; SILVA, 2008). Na lista de referências: CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração. São Paulo: Atlas, NOGUEIRA, Arnaldo José França Mazzei. Teoria geral da administração para o século XXI. São Paulo: Ática, SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da administração. São Paulo: Pearson Prentice Hall, Notas de rodapé As notas de rodapé podem ser aplicadas em trabalhos científicos com um dos seguintes propósitos: a) explicar ou comentar algum elemento do texto (notas explicativas); b) referir a outra passagem do próprio trabalho (referências cruzadas); e, c) registrar as referências bibliográficas de citações indicadas na página. A numeração das notas de rodapé deve ser feita em ordem crescente e em números arábicos. No texto, o número arábico deve ser posicionado, em sobrescrito (como um expoente), ao lado da palavra que se refere à nota de rodapé, em fonte de tamanho menor (modo mais frequentemente utilizado); ou, entre parênteses, alinhado ao texto. O conteúdo das notas de rodapé é separado da parte textual por uma linha contínua de três centímetros, iniciada junto à margem esquerda.

85 84 Adota-se espaçamento simples entre linhas, tamanho da fonte dez, no mesmo estilo de fonte do texto e o alinhamento do texto é à esquerda. O número da nota aparece isolado à esquerda do alinhamento do texto, ou seja, as notadas devem ser alinhadas, a partir da segunda linha da mesma nota, abaixo da primeira letra da primeira palavra, de forma a destacar o expoente, sem espaço entre elas. Exemplo: No texto: Hunter define a liderança como a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente, visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum. 3 No rodapé: ³ HUNTER, James C. O monge e o executivo: uma história sobre a essência da liderança. Rio de Janeiro: Sextante, Expressões latinas Para as notas de rodapé há algumas expressões latinas que podem ser usadas caso haja necessidade de repetir várias vezes a mesma citação. De acordo com a ABNT a primeira citação deve apresentar a referência completa e as repetições da mesma citação podem ser apresentadas por meio de expressões latinas, úteis para evitar repetições de fontes citadas anteriormente. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2002b) As expressões latinas, com algumas exceções, são utilizadas apenas nas referências bibliográficas apresentadas em notas de rodapé Apud Menção de um documento ao qual não se teve acesso, mas que tomou conhecimento por citação em outro trabalho. Indica a obra de onde foi retirada a citação. Termo utilizado tanto para referências em nota de rodapé como no sistema autor e data. Exemplos: a) No texto:

86 85 Zaccarelli (1967 apud CONTADOR, 1996, p. 162) afirma que existe um ponto ótimo entre diversificação e simplificação que leva a uma ótima integração entre produção e comercialização. Existe um ponto ótimo entre diversificação e simplificação que leva a uma ótima integração entre produção e comercialização. (ZACCARELLI, 1967 apud CONTADOR, 1996, p. 162) Na lista de referências: CONTADOR, José Celso. Modelo para aumentar a competitividade industrial: a transição para a gestão participativa. São Paulo: Edgar Blücher, b) No texto: Zaccarelli³ afirma que existe um ponto ótimo entre diversificação e simplificação que leva a uma ótima integração entre produção e comercialização. Existe um ponto ótimo entre diversificação e simplificação que leva a uma ótima integração entre produção e comercialização. ³ No rodapé: Para a primeira vez em que é citada: ³ ZACCARELLI, Sérgio B. Programação e controle da produção. São Paulo: Pioneira, Apud CONTADOR, José Celso. Modelo para aumentar a competitividade industrial: a transição para a gestão participativa. São Paulo: Edgar Blücher, 1996, p Para as demais menções da mesma obra: 11 ZACCARELLI, 1967 apud CONTADOR, 1996, p Idem Idem (Id. em sua forma abreviada) significa o mesmo. Termo usado em substituição ao nome do autor, quando se trata de citação de diferentes obras de um mesmo autor. As subsequentes citações da mesma obra podem ser referenciadas, em notas de rodapé, de forma abreviada. Aplica-se apenas para os casos de citações consecutivas do mesmo autor, sem intercalações, isto é, citações de outros autores e só pode ser usada na mesma página ou folha da citação a que se refere. Exemplo: No texto:

87 86 Mas a capacidade para criar o novo também precisa ser embutida na organização. ³ O desafio para a corporação é o de aprender como ser competitiva, a despeito de ser grande. 4 No rodapé: ³ DRUCKER, 1997, p Id., 1996, p Ibidem Ibidem (Ibid. em sua forma abreviada) significa no mesmo lugar. Emprega-se em citações de obras mencionadas na nota imediatamente anterior, isto é, quando a única alteração em relação à citação anterior é o número da página. Aplica-se apenas para os casos de citações consecutivas do mesmo autor e obra, sem intercalações, isto é, sem citações de outras obras do mesmo autor ou de obras de outros autores e só pode ser usada na mesma página ou folha da citação a que se refere. Exemplo: No texto: Mas a capacidade para criar o novo também precisa ser embutida na organização. ³ Mas hoje precisamos ir além da organização baseada na informação, para aquela baseada em responsabilidade. 4 No rodapé: ³ DRUCKER, 1997, p Ibid., p Opus citatum Opus citatum ou opere citato (op. cit. em sua forma abreviada) significa na obra mencionada. Emprega-se no caso de repetição da citação, na mesma página de texto, quando houver intercalação de outras notas e só pode ser usada na mesma página ou folha da citação a que se refere.

88 87 Exemplo: No texto: Mas a capacidade para criar o novo também precisa ser embutida na organização. ³ Castells 4 afirma que o paradigma da tecnologia da informação não evolui para o seu fechamento como um sistema, mas rumo a abertura como uma rede de acessos múltiplos. Mas hoje precisamos ir além da organização baseada na informação, para aquela baseada em responsabilidade. 5 No rodapé: ³ DRUCKER, 1997, p CASTELLS, 1999, p DRUCKER, op. cit., p Passim O termo passim significa aqui e ali, em vários locais, em diversas passagens. É usado em informação retirada de diversas páginas do documento referenciado. Exemplo: No texto: Aaker² vai além ao expor que, resumidamente, os ativos são o conhecimento do nome, consumidores leais, qualidade percebida e associações. No rodapé: ² AAKER, 1998, passim Loco citato Loco citato (loc. cit. em sua forma abreviada) significa no lugar citado. A expressão é usada para designar a mesma página de uma obra já citada anteriormente, mas com intercalação de notas e só pode ser usada na mesma página ou folha da citação a que se refere. Exemplo: No texto:

89 88 Mas a capacidade para criar o novo também precisa ser embutida na organização. ³ Castells 4 afirma que o paradigma da tecnologia da informação não evolui para o seu fechamento como um sistema, mas rumo a abertura como uma rede de acessos múltiplos. Cada organização terá de aprender a explorar, isto é, desenvolver novas aplicações a partir de seus próprios sucessos. 5 No rodapé: ³ DRUCKER, 1997, p CASTELLS, 1999, p DRUCKER, 1997, loc. cit Conforme O termo conforme ou confira (cf. em sua forma abreviada) é usado como abreviatura para recomendar consulta a um trabalho ou a notas. Exemplo: No texto: A visão sobre o trabalho introduzida por Drucker resume-se em verificar a produtividade do trabalhador do conhecimento e desenvolver a noção do autogerenciamento ou gerenciar a si mesmo, que mostra bem a solução individualizante para o sucesso no mercado de trabalho voltada para um grupo evidentemente minoritário de pessoas.³ No rodapé: ³ Cf. DRUCKER, Sequentia O termo sequentia (et seq. em sua forma abreviada) significa em informação seguinte ou que se segue. É usado quando não se quer citar todas as páginas da obra referenciada. Exemplo: No texto:

90 89 fases.³ Frosini assevera que a história da informação humana passa por quatro No rodapé: ³ FROSINI, Vittorio. Cibernética, derecho y sociedad. Madrid: Tecnos, 1982, p. 173 et seq Notas explicativas As notas explicativas são constituídas por comentários, complementações ou traduções que interromperiam a sequência lógica, se colocadas no texto. São utilizadas para apresentar comentários e observações pessoais do autor, e para indicar dados explicativos ou complementares. A numeração das notas explicativas, de acordo com a ABNT, deve ser feita em algarismos arábicos, devendo ter numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. Não se inicia a numeração a cada página. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2002B, p. 6) Exemplo: No texto: Os procedimentos metodológicos devem ser descritos de acordo com os princípios teóricos tendo por base as obras clássicas sobre Metodologia da Pesquisa, as quais devem ser referenciadas no decorrer do texto.² No rodapé: ² Em uma pesquisa é possível utilizar, dependendo de seus objetivos, várias metodologias simultaneamente.

91 90 6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS É uma lista que relaciona todas as obras consultadas durante o processo de pesquisa, análise e elaboração do texto final. Referência é um conjunto de elementos descritivos e essenciais que possibilitam a adequada identificação de um documento ou parte dele, divulgado em diferentes mídias ou formatos. Quando necessário podem ser incluídos elementos complementares para facilitar a identificação. A forma de elaboração e de apresentação de referências é padronizada por norma específica a NBR 6023: informação e documentação - referências elaboração (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2002a). Sugere-se não relacionar as obras consultadas, mas não citadas no texto, da mesma forma que devem ser evitadas as citações de documentos utilizados como suporte tais como dicionários e normas de apresentação. Apenas as obras efetivamente citadas no texto final devem ser relacionas. Esta parte deve ser posicionada após a última seção textual do trabalho. Deve ser encabeçada pela palavra REFERÊNCIAS (ou REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS), escrita em letras maiúsculas e negritada, posicionada centralizadamente no papel. 6.1 Elementos da referência Alguns elementos são essenciais para a apresentação de uma referência. Quando necessário, para melhorar a sua identificação e diferenciação de outros documentos, podem ser acrescentados elementos complementares Elementos essenciais São informações indispensáveis à identificação do documento. Nos livros e trabalhos acadêmicos (teses, dissertações, etc.) são elementos essenciais: autoria, título, edição, local, editora e data de publicação. Para a FMU o subtítulo também é um elemento essencial.

92 Elementos complementares São informações opcionais que, somadas às informações essenciais, permitem caracterizar o documento de modo mais adequado. São elementos retirados do próprio documento ou de outras fontes de informação, neste último caso, indicando-se os dados obtidos entre colchetes. 6.2 Definições Para compreender os elementos de uma referência é necessário defini-los (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2002a, p. 2): a) autor(es): Pessoa(s) física(s) responsável(eis) pela criação do conteúdo intelectual ou artístico de um documento. b) autor(es) entidade(s): Instituição(ões), organização(ões), empresa(s), comitê(s), comissão(ões), evento(s), entre outros, responsável(eis) por publicações em que não se distingue autoria pessoal. c) capítulo, seção ou parte: Divisão de um documento, numerado ou não. d) documento: Qualquer suporte que contenha informação registrada, formando uma unidade, que possa servir para consulta, estudo ou prova. Inclui impressos, manuscritos, registros audiovisuais, sonoros, magnéticos e eletrônicos, entre outros. e) edição: Todos os exemplares produzidos a partir de um original ou matriz. Pertencem à mesma edição de uma obra todas as suas impressões, reimpressões, tiragens, etc., produzidas diretamente ou por outros métodos, sem modificações, independentemente do período decorrido desde a primeira publicação. f) editora: Casa publicadora, pessoa(s) ou instituição responsável pela produção editorial. O nome da editora deve ser indicado tal como figura no documento, abreviando-se os prenomes e suprimindo-se palavras que designam a natureza jurídica ou comercial, desde que sejam dispensáveis para identificação. Conforme o suporte documental, outras denominações são utilizadas: produtora (para imagens em movimento), gravadora (para registros sonoros), entre outras.

93 92 g) entrada: Expressão ou palavra (nome do autor, nome da instituição, título, etc.) que inicia ou encabeça uma referência. Também é chamada de cabeçalho. h) monografia: Item não seriado, isto é, item completo, constituído de uma só parte, ou que se pretende completar em um número preestabelecido de partes separadas. i) publicação periódica: Publicação em qualquer tipo de suporte, editada em unidades físicas sucessivas, com designações numéricas e/ou cronológicas e destinada a ser continuada indefinidamente. j) referência: Conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual. k) separata: Publicação de parte de um trabalho (artigo de periódico, capítulo de livro, colaborações em coletâneas, etc.), mantendo as mesmas características tipográficas e de formatação da obra original, que recebe uma capa, com as respectivas informações que a vinculam ao todo, e a expressão Separata de em evidência. As separatas são utilizadas para distribuição pelo próprio autor da parte, ou pelo editor. l) subtítulo: Informações apresentadas em seguida ao título, visando esclarecê-lo ou complementá-lo, de acordo com o seu conteúdo. m) suplemento: Documento que se adiciona a outro para ampliá-lo ou aperfeiçoá-lo, sendo sua relação com aquele apenas editorial e não física, podendo ser editado com periodicidade e/ou numeração própria. n) título: Palavra, expressão ou frase que designa o assunto ou o conteúdo de um documento. 6.3 Regras gerais referências. Existem algumas regras que devem ser observadas na elaboração da lista de Ordenação As entradas são apresentadas em ordem alfabética ascendente e não podem estar enumeradas ou com marcadores de lista.

94 Autores repetidos Quando há mais de uma entrada (referência) de um mesmo autor, substitui-se o nome do autor (a partir da segunda entrada) por um traço de tamanho equivalente a seis espaços de caractere. O traço substitui o sobrenome e o nome do autor. A aplicação desta formatação é opcional Espaçamento As entradas devem ser digitadas em espaço simples entre as linhas. Emprega-se uma linha de espaçamento duplo (ou dois espaçamentos simples) para separar uma entrada bibliográfica de sua sucessora Alinhamento As referências são alinhadas junto à margem esquerda. Esta parte do trabalho não deve utilizar o alinhamento justificado. Quando aparecerem em notas de rodapé, devem ser alinhadas, a partir da segunda linha da mesma referência, abaixo da primeira letra da primeira palavra, de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas Pontuação A pontuação segue padrões internacionais e deve ser uniforme para todas as referências. Deve-se, em linhas gerais, observar as seguintes orientações: a) ponto: após o(s) nome(s) do(s) autor(es), após o subtítulo ou título (para o caso de não existir subtítulo), edição e no final da referência; b) dois pontos: antes do subtítulo, antes do nome da editora e após o termo In ; c) virgula: usada para separar o sobrenome do nome do autor, após o nome da editora, após o título de uma revista, separando o volume e o número de uma revista, antes da indicação de páginas; d) ponto e virgula: na separação dos autores da obra;

95 94 e) hífen: na separação (sem espaço) da indicação de uma sequência de páginas e datas sequenciais; f) barra transversal: na indicação de datas (anos) não sequenciais; g) parênteses: usados para indicar grau ou propósito (em teses, dissertações, trabalhos de conclusão, etc.) e caracterização, de modo abreviado, da responsabilidade (Coord., Org., Comp., etc.), h) colchetes: para indicar elemento da referência não evidenciado na obra mas que é conhecido. Ex.: [1999]; i) reticências: para indicar supressão de títulos. Ex.: Anais Abreviaturas e expressões latinas nas referências Em referências bibliográficas, há abreviaturas e expressões latinas que devem ser aplicadas em situações determinadas. O Quadro 5 apresenta a convenção para abreviação dos meses do ano nos idiomas espanhol, inglês e português e o Quadro 6 indica uma relação dos principais termos e abreviaturas empregados na descrição das entradas de uma lista bibliográfica. Quadro 5 Abreviaturas dos meses do ano Português Inglês Espanhol Meses Abreviatura Meses Abreviatura Meses Abreviatura janeiro jan. January Jan. enero enero fevereiro fev. February Feb. febrero feb. março mar. March Mar. marzo marzo abril abr. April Apr. abril abr. maio maio May May mayo mayo junho jun. June Jun. junio jun. julho jul. July Jul. julio jul agosto ago. August Aug. agosto agosto setembro set. September Sep. septiembre sept. outubro out. October Oct. octubre oct. novembro nov. November Nov. noviembre nov. dezembro dez. December Dec. diciembre dic. Fonte: Adaptado de Associação Brasileira de Normas Técnicas (2002a, p. 22)

96 95 Quadro 6 Abreviaturas e termos latinos usados nas referências ABREVIATURA OU TERMO LATINO Comp. Coord. Ed. ed. et al. il. In: n. Número Org. p. Página s.d. s.l. s.n. SIGNIFICADO Compilador ou compiladores. A abreviatura deve ser escrita no singular, com inicial maiúscula, entre parênteses e logo após a identificação da autoria. (Comp.) Coordenador ou coordenadores. A abreviatura deve ser escrita no singular, com inicial maiúscula, entre parênteses e logo após a identificação da autoria. (Coord.) Editor ou editores. A abreviatura deve ser escrita no singular, com inicial maiúscula, entre parênteses e logo após a identificação da autoria. (Ed.) Edição. Na referência, por exemplo, escreve-se 3. ed. (não se deve escrever 3ª ed.) Expressão latina et alii que significa e outros. Ilustração ou ilustrações Em. Indica subordinação de parte de uma obra à obra maior. Organizador ou organizadores. A abreviatura deve ser escrita no singular, com inicial maiúscula, entre parênteses e logo após a identificação da autoria. (Org.) Sem data; obra sem informação da data de publicação. Na referência deve ser escrita entre colchetes [s.d.] Expressão latina sine loco, sem local. Na referência deve ser escrita entre colchetes [s.l.] Expressão latina sine nomine. Editora não identificada. Na referência deve ser escrita entre colchetes [s.n.] v. Volume ou volumes Fonte: Baseado em Associação Brasileira de Normas Técnicas (2002a) 6.4 Apresentação da referência O formato básico de uma referência bibliográfica é o seguinte: SOBRENOME, Nome. Título da obra: subtítulo. n. ed. Local: editora, ano da publicação. É conveniente lembrar que o recurso tipográfico para destacar o título da obra pode ser: negrito, sublinhado ou itálico. Além disso, é igualmente importante frisar que o nome do autor (ou autores) pode ser indicado apenas pela sua letra inicial, sem o apresentar por extenso. O modo adotado, nome completo ou abreviado, deverá ser empregado de modo homogêneo em toda a lista de referências. Assim, uma lista de referências poderá ter suas entradas apresentadas de uma das maneiras ilustradas a seguir:

97 96 Exemplos: PALADINI, Edson Pacheco. Gestão da qualidade: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, PALADINI, E. P. Gestão da qualidade: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, Autor Autor é o responsável pela elaboração do conteúdo intelectual ou artístico de um documento Quando a autoria é de uma só pessoa A referência segue a estrutura padrão, com a entrada iniciada pelo sobrenome do autor em letras maiúsculas. SOBRENOME DO AUTOR, Prenome. Título da obra: subtítulo. Edição. Local: Editora, ano. Exemplos: PALADINI, E. P. Gestão da qualidade: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, DRUCKER, Peter Ferdinand. A sociedade pós-capitalista. 6. ed. São Paulo: Pioneira, Obra com dois ou três autores Para obra com dois ou três autores cada nome deve ser citado na ordem em que aparecem no documento, separados por ponto e vírgula, seguido de espaço. Exemplos: WHITELEY, R. C.; HESSAN, D. Crescimento orientado para o cliente: cinco estratégias comprovadas para criar vantagem competitiva. Rio de Janeiro: Campus, PALMISANO, Angelo; ROSINI, Alessandro Marco. Administração de sistemas de informação e a gestão do conhecimento. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, FERREIRA, A. A.; REIS, A. C. F.; PEREIRA, M. I. Gestão empresarial: de Taylor aos nossos dias. São Paulo: Thomson Learning, 2002.

98 Obra com mais de três autores Para obra com mais três autores indica-se somente o primeiro, acrescentando-se a expressão latina et al. Exemplos: FUSCO, José Paulo Alves et al. Administração de operações: da formulação estratégica ao controle operacional. São Paulo: Arte & Ciência, SERRA, F. A. R. et al. Administração estratégica: conceitos, roteiro prático e casos. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, Obra com responsabilidade intelectual Quando não a obra não tem autor e sim um responsável intelectual (organizador, compilador, coordenador, etc.), entra-se por este responsável, seguido da abreviação que caracteriza o tipo de responsabilidade, entre parênteses. Exemplos: GREENE, Jack R. (Org.). Administração do trabalho policial: questões e análises. São Paulo: Edusp, FLEURY, M. T. (Coord.). As pessoas na organização. São Paulo: Gente, MOTTA, Fernando C. Prestes, CALDAS, Miguel (Org.). Cultura organizacional e cultura brasileira. São Paulo: Atlas, Obra com autor desconhecido Quando a autoria da obra não está definida, a entrada deve ser feita pelo seu título, com a primeira palavra em letras maiúsculas, sem destaque gráfico (negrito, sublinhado ou itálico). Não utilizar os termos como anônimo ou autoria desconhecida. Exemplos: DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1993.

99 Autor institucional As obras de responsabilidade de entidades (empresas, associações, congressos, seminários, etc.), e que não apresentem a indicação do autor individual, têm entrada pelo seu próprio nome da instituição, por extenso, em caixa alta. Exemplos: CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 10., 1979, Curitiba. Anais... Curitiba: Associação Bibliotecária do Paraná, PEARSON EDUCATION DO BRASIL. Gestão ambiental. São Paulo: Pearson Prentice Hall, Entidade com denominação genérica Quando a entidade tem uma denominação genérica, seu nome é precedido pelo nome do órgão superior ou pelo nome da jurisdição geográfica à qual pertence. Exemplos: SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Diretrizes para a política ambiental do Estado de São Paulo. São Paulo, BRASIL. Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado. Plano diretor da reforma do Estado. Brasília, DF: Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado, Presidência da República, Imprensa Nacional, BRASIL. Ministério da Ciência e Tecnologia. Programa de biotecnologia e recurso genéticos. Brasília, DF, Obra monográfica extraída da internet Quando a obra, em qualquer um dos tipos descritos, foi consultada eletronicamente (internet) deve-se evidenciar essa condição. Assim também são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico, apresentado entre os sinais < >, precedido da expressão Disponível em: e a data de acesso ao documento, precedida da expressão Acesso em:. É importante retirar a condição de hiperlink do endereço de internet informado. Exemplos: BISCAIA, Antônio Carlos; MARIANO, Benedito Domingos; SOARES, Luis Eduardo; AGUIAR, Roberto Armando Ramos de. Projeto segurança pública para o Brasil. São Paulo: Instituto Cidadania, Fundação Djalma Guimarães, Disponível em: <http://www.mj.gov.br/noticias/2003/abril/pnsp.pdf>. Acesso: 30 nov

100 99 BRANHAM, Leigh. Por que seus funcionários mais talentosos não querem ficar: descubra as sutilezas que provocam a fuga de seus melhores profissionais. Rio de Janeiro: Elsevier, Disponível em: <http://books.google.com.br/books?id=weiatcuzyoec&pg=pa9&dq=%22gera%c3 %A7%C3%A3o+z%22&hl=pt- BR&sa=X&ei=4Qr_UN_FD4ek8AStvoHYDA&ved=0CEUQ6AEwAzgK#v=onepage&q =%22gera%C3%A7%C3%A3o%20z%22&f=false>. Acesso em: 21 dez Título e subtítulo O título é essencial na adequada referência de uma obra; o subtítulo complementa a informação necessária à sua identificação. Deve ser reproduzido tal como apresentado na obra ou trabalho referenciado. Quando escrito em língua estrangeira, deve-se obedecer à escrita original do idioma. Os subtítulos separam-se do título por dois pontos (:). O título é destacado (negrito, sublinhado ou itálico). A primeira letra deve ser maiúscula, as demais minúsculas, com exceção dos nomes próprios, científicos, abreviaturas e siglas. O subtítulo, respeitando-se as mesmas exceções, é totalmente escrito em letras minúsculas. Exemplos: PORTER, Michael. Competição: estratégias competitivas essenciais. São Paulo: Campus, HUSSEY, D. Strategic management: from theory to implementation. 4th. ed. Oxford: Butterworth-Heinemann, Título muito longo Quando o título e o subtítulo da obra forem demasiadamente longos, é possível suprimir as últimas palavras, desde que o sentido não seja alterado. Reticências são usadas para indicar a supressão. Exemplos: GONÇALVES, P. E. (Org.). A criança: perguntas e respostas: médicos, psicólogos, professores, técnicos, dentistas... Prefácio do Prof. Dr. Carlos da Silva Lacas. São Paulo: Cultrix: Edusp, 1971.

101 Obra sem título Quando a obra não possuir título, deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o conteúdo do documento ou a frase Sem título. Essa palavra ou frase deve ser escrita entre colchetes. Exemplo: SEMANA DA ADMINISTRAÇÃO FMU, 2., 2012, São Paulo. [Trabalhos apresentados]. São Paulo, Edição A partir da segunda edição, deve-se transcrever esta informação. A palavra edição deve ser apresentada de forma abreviada e é escrita logo após o título ou subtítulo (quando houver os dois). Coloca-se ponto (.) logo após o número da edição e da abreviatura (ed.). As abreviaturas obedecem ao idioma da obra. Emendas e acréscimos à edição devem ser informados de forma abreviada. Exemplos: KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de marketing. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 7. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, AAKER, D. A. Strategic market management. 6th. ed. New York: John Wiley & Sons, Local O local (cidade) de publicação da obra deve ser indicado tal como figura o documento. O local deve ser transcrito no mesmo idioma da obra. Quando o local de publicação for Brasília, acrescenta-se a sigla DF. Exemplos: PORTER, Michael. Vantagem competitiva. São Paulo: Campus, NADLER, L. The handbook of human resources development. New York: Wiley, BRASIL. Ministério da Justiça. Plano Nacional de Segurança Pública. Brasília, DF: Ministério da Justiça, Secretaria Nacional de Segurança Pública, Imprensa Nacional, 2000.

102 Cidades homônimas No caso de cidades homônimas, a diferenciação deve ser feita pelo acréscimo do nome do estado, do país etc. Exemplo: CAPALBO, E. da C.; OCCHIUTTO, M. L. Bianca, Clara, Karina: a história de uma mesma mulher. Araras, SP: IDE, Local não informado Se o local de publicação não está evidente no documento, mas há condições de identificá-lo, apresenta-se entre colchetes. Na impossibilidade de identificar o local, utiliza-se a expressão latina sine loco abreviada, entre colchetes [S.l.]. Exemplos: VICTORIA, Luiz A. P. Método prático de análise léxica e de análise sintática. 2. ed. [S.l.]: Livraria Império, CASOS reais de implantação de TQC. [Belo Horizonte]: Fundação Christiano Ottoni, Editora O nome da editora deve ser registrado apenas por seu nome principal, devem ser excluídas as palavras que designam sua natureza jurídica e comercial (Editora, Ltda, S/A, etc.), desde que sejam dispensáveis para identificação. Para obras com duas editoras, indicam-se ambas, separada por ponto e vírgula (;), com seus respectivos locais (cidades). No caso de três ou mais editoras, indica-se a primeira ou a de maior destaque. Na impossibilidade de identificar a editora, aplica-se a abreviação da expressão latina sine nomine, entre colchetes [s.n.]. Exemplos: ADIZES, I. Gerenciando as mudanças: o poder da confiança e do respeito mútuos na vida pessoal, familiar, nos negócios e na sociedade. São Paulo: Pioneira, LAVILLE, C.; DIONNE, J. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artes Médicas; Belo Horizonte: Ed. da UFMG, PASQUALI, O. A. O gueto da comunicação. 2. ed. Porto Alegre: [s.n.], 1987.

103 Data Indica o ano de publicação da obra. Deve ser indicado em algarismos arábicos. Por se tratar de elemento essencial para a referência, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (2002a) recomenda não deixar nenhuma referência sem data. Caso não seja possível indicar uma data, utilizar a data de impressão, copyright e de distribuição. No entanto, se nenhuma dessas estiver disponível, registra-se uma data aproximada entre colchetes como ilustrado a seguir: [1998 ou 1999] - um ano ou outro; [1999?] - data provável; [2000] - data certa, mas não indicada no item; [entre 1981 e 1989] período certo, use intervalos de até vinte anos; [ca. 1990] - data aproximada; [196-] - década certa; [196-?] - década provável; [18--] - século certo; [18--?] - século provável. Exemplos: ANSOFF, H. I. et al. Do planejamento estratégico à administração estratégica. São Paulo: Atlas, NASSIF, M. R. G. Compêndio de homeopatia. São Paulo: Robe, [199?]. SOUZA, Maria Brito de. Privacidade e internet. Recife: Nossa Livraria, [2005] Descrição física A descrição física é um elemento complementar de uma obra. Compreende a quantidade de páginas ou folhas (para trabalhos impressos apenas no anverso), número de volumes, nome do tradutor, dimensões, etc. Exemplos: PREDEBON, José (Org.). Propaganda: profissionais ensinam como se faz. São Paulo: Atlas, p. GOMES, L. G. F. F. Novela e sociedade no Brasil. Niterói: EdUFF, p., 21 cm. (Coleção Antropologia e Ciência Política, 15). Bibliografia: p ISBN

104 Parte de uma obra Na indicação de parte (capítulo, páginas, etc.) da obra de um autor acrescenta-se a indicação das páginas ou volumes correspondentes. Exemplo: BITTAR, Carlos Alberto. Os direitos da personalidade. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p Capítulo com autoria própria Algumas obras são compostas por capítulos escritos por diferentes autores. Para listar a parte citada entra-se com a autoria da parte, seu título (em fonte normal, sem destaque) seguido do termo In: e as referências da obra maior, à qual a parte pertence, informando, ao final, o capítulo, os volumes ou suas páginas inicial e final. Exemplos: JONES, Glenn R. Criando organizações com espírito de liderança e uma missão educativa. In: HESSELBEIN, Frances; GOLDSMITH, Marshall; BECKHARD, Richard (Ed.). Organização do futuro: como preparar hoje as empresas de amanhã. São Paulo: Futura, 1997, p CARDOSO, R. Fortalecimento da sociedade civil. In: IOSCHPE, Evelyn Berg (Org.). 3º Setor: desenvolvimento social sustentado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997, p Tese, dissertação e trabalho de conclusão de curso A entrada é iniciada com as informações básicas - sobrenome do autor, título, ano (sem local) e, opcionalmente, número de folhas, separados por ponto. A seguir menciona-se o propósito do trabalho (tese, dissertação, trabalho de conclusão), o grau, a vinculação, o local e o ano da defesa. Exemplos: FALCONER, A. P. A promessa do terceiro setor: um estudo sobre a construção do papel das organizações sem fins lucrativos e do seu campo de gestão. São Paulo, p. Dissertação (Mestrado em Administração) - Programa de Pós- Graduação em Administração, Departamento de Administração, Faculdade de Economia, administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, São Paulo, MENEGASSO, Maria Ester. O declínio do emprego e a ascensão da empregabilidade: um protótipo para promover a empregabilidade na empresa

105 104 pública do setor bancário. Florianópolis. UFSC Tese (Doutorado em Engenharia de Produção). Curso de Pós-graduação da Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SILVA, Francisco Geová Feliciano da. Teste de liderança situacional (TLS): aplicação em líderes de um restaurante. São Paulo. FMU Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Administração). Faculdades Metropolitanas Unidas - FMU, São Paulo, Trabalho científico consultado na internet Os elementos essenciais da referência são acrescidos das informações relativas ao endereço eletrônico da obra e data em que o material foi consultado. Exemplos: FOUTO, A. R. F. O papel das universidades rumo ao desenvolvimento sustentável: das relações internacionais às práticas locais. Dissertação. (Mestrado em Gestão e Políticas Ambientais Relações Internacionais do Ambiente), Disponível em: Acesso em: 08 dez ALMEIDA, Maria Elizabeth B. T. M. Pinto de. O computador na escola: contextualizando a formação de professores Tese (Doutorado em Educação) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, Leis, decretos e portarias A apresentação de uma referência legislativa (Inclui legislação, jurisprudência e doutrina) segue a ordem: PAÍS, ESTADO ou MUNICÍPIO. Lei, Decreto ou Portaria, número, data (dia, mês e ano). Ementa. Dados da publicação. Exemplos: BRASIL. Ministério da Fazenda. Secretaria do Tesouro Nacional. Receitas públicas manual de procedimentos: aplicado à União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Ministério da Fazenda, Secretaria do Tesouro Nacional, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Secretaria de Orçamento Federal. 4. ed. Brasília: Secretaria do Tesouro Nacional, Coordenação-Geral de Contabilidade, BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Manuais de Legislação Atlas. 29. ed. São Paulo: Atlas, SÃO PAULO (Estado). Decreto n. 2563, de 27 de abril de Dispõe sobre a atualização cadastral dos aposentados e pensionistas da Administração Pública Federal direta, autarquia e fundacional do Poder Executivo da União, Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v. 62, n. 12, p , 1998.

106 105 BRASIL. Medida Provisória nº , de 11 de dezembro de Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 dez Seção 1, p BRASIL. Código civil. Organização de Juarez de Oliveira. 46. ed. São Paulo: Saraiva, Leis, decretos e portarias na internet acesso. Acrescentam-se os dados relativos ao endereço eletrônico e à data de Exemplo: SÚMULA BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula n.º 14. Não é admissível por ato administrativo restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo público. Disponível em: <http:/www.truenetm.com.br/sumusstf.html>. Acesso em: 17 out Verbete Verbete é cada uma das entradas (palavras listadas) de uma enciclopédia ou dicionário e que apresenta o seu significado ou explicações sobre um determinado assunto. Exemplos: a) verbete com autoria Quando o verbete é acompanhado de uma indicação do nome do autor a estrutura básica é AUTORIA do verbete. Verbete. In: AUTORIA da obra. Título da obra. Local: Editora, ano. Paginação do verbete. POSHAKWALE, Sunil. Eficiência de mercado. In: PAXSON, Dean; WOOD, Douglas. (Org.) Dicionário enciclopédico de finanças. São Paulo: Atlas, 2001, p b) verbete sem autoria Quando não há meios para identificar a autoria do verbete aplica-se a seguinte estrutura básica: VERBETE. In: AUTORIA da obra. Título da obra. Edição. Local: Editora, ano de publicação. Paginação do verbete. LASTRO. In: FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio básico da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, p. 381.

107 Texto bíblico Para texto extraído da Bíblia a referência deve indicar, além das páginas de onde foi extraído, o nome do livro bíblico (capítulo). Exemplo: BÍBLIA. Levítico. A Bíblia sagrada: nova tradução na linguagem de hoje. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, p Relatório Relatório é a apresentação das conclusões de uma comissão ou equipe em relação a uma pesquisa ou estudo, também pode ser uma exposição das ações ou dos resultados da atividade de uma pessoa ou empresa. Exemplos: a) Institucional BANCO CENTRAL DO BRASIL. Relatório anual v. 47. Brasília, DF, b) Governamental BRASIL. Ministério da Justiça. Relatório de atividades. Brasília, DF, p Evento Compreende o conjunto dos documentos produzidos e resultantes da realização do próprio evento (atas, anais, resultados, proceedings, etc.). Para entrada dos anais de um evento. Os elementos essenciais são: a) Evento como um todo NOME DO EVENTO. número do evento., ano, local de realização. Título. Local de publicação: Editora, ano. Exemplo: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD. 26., 2002, Salvador, BA. Anais... Salvador: ANPAD, CD-ROM. b) Parte de um evento AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. In: NOME DO EVENTO. número do evento., ano, local de realização. Título. Local de publicação: Editora, ano. paginação do artigo ou localização eletrônica. Exemplo:

108 107 BASTOS, Antonio et al. Aprendizagem organizacional versus organizações que aprendem: características e desafios que cercam essas duas abordagens de pesquisa. In: Encontro de Estudos Organizacionais. 2., 2002, Recife. Anais... Recife: Observatório da Realidade Organizacional: PROPAD/UFPE: ANPAD, Evento ou parte de evento na internet a) Evento como um todo Exemplo: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrônicos... Recife : UFPe, Disponível em: <http://www. propesq.ufpe.br/anais/anais/educ/ce04.htm>. Acesso em: 20 mar b) Parte de um evento Exemplo: CRESPO, Isabel M. Bibliotecas digitais e esfera pública. In: Ciberética: Simpósio Internacional de Propriedade Intelectual, Informação e Ética, 2, 2003, Florianópolis. Anais eletrônicos... Disponível em: <http://www. ciberetica.org.br>. Acesso em: 20 dez Publicação periódica Compreende fascículo ou número de revista, número de jornal, boletins, etc. na integra ou uma matéria existente em um número, volume ou fascículo de periódico. Os elementos essenciais são: a) Periódico como um todo TÍTULO DO PERIÓDICO. Local de publicação: Editora, datas do início e de encerramento da publicação se houver. Exemplo: REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, Semestral. b) Fascículo ou número específico de um periódico TÍTULO DO PERIÓDICO. Local de publicação: Editora, volume, número, mês, ano. Exemplo: REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. São Paulo: FGV, v. 52, n. 6, nov.- dez., c) Fascículo com título específico Exemplo:

109 108 EXAME MELHORES E MAIORES: as 500 maiores empresas do Brasil. São Paulo: Abril, jul., Artigo de uma publicação periódica básica é: Para referenciar um artigo específico de uma publicação periódica, a estrutura AUTOR. Título do trabalho. Título do periódico ou revista, Local de publicação, volume, número, paginação, mês, ano. Exemplo: SARAIVA, Luiz Alex Silva. Cultura organizacional em ambiente burocrático. Revista de Administração Contemporânea, Rio de Janeiro, v. 6, n. 1, p , jan./abr., Artigo de periódico na internet AUTOR. Título do artigo. Título da publicação, local, volume, número, mês ano, paginação (se disponível). Disponível em: <Endereço>. Acesso em: data. Exemplo: BEZERRA, Sérgio Sampaio; VIEIRA, Marcelo Milano Falcão. Pessoa com deficiência intelectual: a nova ralé das organizações do trabalho. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 52, n. 2, mar./abr. 2012, p Disponível: <http://rae.fgv.br/sites/rae.fgv.br/files/artigos/ _s _0.pdf>. Acesso em: 23 dez Artigo de jornal Para artigo publicado em um jornal, a estrutura básica é: AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título do Jornal, Local de publicação, dia, mês, ano. Número ou título do caderno, seção ou suplemento, paginação. Exemplo: AGOSTINI, Renata. Para Aneel, há risco de faltar luz na copa. Folha de S. Paulo, São Paulo, 22 jan. 2012, Mercado, p. B Artigo de jornal na internet Quando o jornal foi consultado na internet, a estrutura básica é:

110 109 AUTOR. Título do artigo. Título do jornal, local, data de publicação, seção, caderno ou parte do jornal e a paginação correspondente. Disponível em:<endereço>. Acesso em: data. Exemplo: COUTINHO, João Pereira. O fim dos dois estados. Folha de S. Paulo, São Paulo, 22 jan. 2013, Colunistas. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/ o-fim-dos-doisestados.shtml>. Acesso em: 22 jan Documento de acesso exclusivo em formato eletrônico Quando o material consultado pode ser acessado exclusivamente por meio de um computador (Inclui bases de dados, listas de discussão, site, arquivos em disco rígido, programas, conjuntos de programas e mensagens eletrônicas entre outros), os elementos essenciais são: autor(es), título do serviço ou produto, versão (se houver) e descrição física do meio eletrônico. Quando se tratar de obras consultadas online, também são essenciais, conforme já apresentado em subcapítulos anteriores, as informações sobre o endereço eletrônico, apresentado entre os sinais < >, precedido da expressão Disponível em: e a data de acesso ao documento, precedida da expressão Acesso em:, opcionalmente acrescida dos dados referentes a hora, minutos e segundos. No caso de arquivos eletrônicos, acrescentar a respectiva extensão à denominação atribuída ao arquivo. Exemplos: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD. 26., 2002, Salvador, BA. Anais... Salvador: ANPAD, CD-ROM. FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS. Ensino a distância. Agora o ensino a distância tem a chancela de qualidade FMU!. [São Paulo]: FMU, [s.d]. Disponível em: <http://www.portal.fmu.br/ead/>. Acesso em: 22 jan SILVA, José A. R. Planilhas de cálculo e orientações fiscais [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por em 12 jan Instrumentos de apoio Na internet é possível encontrar uma gama de ferramentas que auxiliam a construção de uma lista de referências e na organização de material de pesquisa. Nesta seção estão relacionados alguns dos instrumentos mais populares.

111 Mecanismo online para referências - MORE É um instrumento desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Fácil de usar, esta ferramenta produz automaticamente citações (estrutura) e referências no formato ABNT. Oferece opções para os tipos de documentos mais comuns nos trabalhos acadêmicos. É uma ferramenta gratuita. Endereço de acesso: Mendeley É um poderoso gerenciador bibliográfico de distribuição gratuita. Entre suas funcionalidades destacam-se: capacidade para criar uma biblioteca com os artigos online, acompanhados das anotações realizadas por você; extração automática das referências dos artigos (autor, título, nome do periódico, etc.); permite agrupar os artigos por tipo de pesquisa; criação automática de citações com integração com o programa Microsoft Word; etc. Para ter acesso ao programa faça o seu cadastro no endereço eletrônico e, em seguida, realize o download do arquivo.

112 111 7 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE ADMINISTRAÇÃO O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um componente curricular indispensável para a obtenção do grau de Bacharel em Administração no Complexo Universitário FMU. Seu desenvolvimento ocorre nos últimos dois semestres letivos (sétimo e oitavo períodos). 7.1 Projeto do TCC No princípio do sétimo semestre, após a inscrição para o TCC1 mediante Declaração de Aceite de Orientação, o aluno deverá desenvolver o seu projeto de pesquisa (vide seção 1.2). Os seguintes requisitos deverão ser cumpridos para a conclusão do projeto: a) Delimitação do tema: Estabelecimento de um tema abrangendo as principais variáveis que serão investigadas, focalizando concretamente o objeto do estudo; b) Introdução: texto que deve ressaltar a importância e a oportunidade do tema no presente, principais referências teóricas e contribuição que o trabalho pretende proporcionar, indicando metodologia a ser adotada e os resultados esperados; c) Desenvolvimento: Início do trabalho propriamente dito, quando os autores desenvolvem seus argumentos baseados em revisão teórica e propõem uma pesquisa de campo que permita a verificação de suas considerações, mediante métodos específicos que irão confirmar ou refutar suas hipóteses; d) Cronograma: definir o tempo a ser utilizado em cada etapa de elaboração do projeto, conforme modelo apresentado no Apêndice B. e) Bibliografia: relação das obras utilizadas na elaboração do projeto Estrutura do projeto de pesquisa externa. O documento do projeto de pesquisa compreende duas partes: a interna e a

113 Parte externa A parte externa do documento corresponde à sua capa. Sua elaboração deve obedecer os parâmetros apresentados na seção 1 do Apêndice F Parte interna A parte interna é composta por elementos pré-textuais, textuais e póstextuais. a) Pré-textuais: compreende a folha de rosto (elaborada conforme seção 2 do Apêndice F) e sumário. b) Textuais: deve ser constituído por uma parte introdutória (apresentando o tema do projeto, o problema a ser abordado, as hipóteses se cabível ao tipo de pesquisa, o objetivo geral e os objetivos específicos, e a justificativa para seu desenvolvimento. Deve-se apresentar o referencial teórico preliminar que embasa o projeto, a metodologia a ser utilizada para o seu desenvolvimento e o cronograma (elaborado conforme Apêndice B) de seu desenvolvimento. c) Pós-textuais: compreende a bibliografia utilizada para o embasamento do projeto e, se necessário, apêndices e anexos. É importante lembrar que a qualidade do projeto depende do nível de interação entre o aluno e o seu orientador. O Projeto deve ser encadernado em espiral e conter de oito a dez páginas, ser desenvolvido com base nas orientações contidas na seção 1.2 deste manual e nas normas da ABNT, e ser entregue ao professor orientador, mediante protocolo, no prazo determinado. 7.2 Versão final do TCC O oitavo semestre deve ser dedicado à concretização do trabalho de pesquisa. Nas Faculdades Metropolitanas Unidas o TCC é desenvolvido sob a forma de artigo acadêmico. Nesse sentido, deve conter, no mínimo, os elementos descritos na seção 7.1 deste manual (exceto o cronograma) acrescidos de:

114 113 a) Pesquisa de campo: texto que deve ressaltar a importância do tema no presente, o que já se fez por outros autores no passado e a contribuição que o trabalho pretende proporcionar; b) Análise dos dados e resultados: esse título normalmente é empregado quando se utiliza técnica estatística que produza resultados. Quando se trata de análise tabular e descritiva; c) Considerações finais: capítulo dedicado a uma síntese dos principais resultados do trabalho; recomendações para novas pesquisas; d) Elementos pós-textuais: elaboração do Resumo com no máximo 15 (quinze) linhas, indicação das palavras-chave, consolidação da bibliografia, disposição dos apêndices e anexos (se for o caso) Estrutura do trabalho de conclusão Por ser um artigo acadêmico, o trabalho de conclusão deve seguir as recomendações apresentadas na seção 1.3 deste manual. Quanto à apresentação, o documento deverá conter alguns elementos adicionais, não presentes normalmente em artigos acadêmicos ou científicos, conforme descrição nas próximas seções Elementos pré-textuais Os seguintes elementos devem anteceder o artigo acadêmico desenvolvido como trabalho de conclusão de curso: a) Capa: elemento obrigatório. Deve se elaborado conforme seção 1 do Apêndice F; b) Folha de rosto: elemento obrigatório. Elaborado conforme seção 2 do Apêndice F. Esta é a primeira página contada, mas não deve ser numerada, isto é, não é exibido o seu número; c) Folha de aprovação: elemento obrigatório. Deve ser desenvolvido de acordo com o modelo indicado no Apêndice G; d) Dedicatória: elemento opcional. Espaço no qual o autor poderá prestar uma homenagem a alguma pessoa. Não apresenta o título

115 114 (DEDICATÓRIA) e deve ser digitada abaixo da metade da página, à direita; e) Agradecimentos: elemento opcional. É uma seção dirigida às pessoas e/ou instituições que contribuíram para a elaboração do trabalho. O título AGRADECIMENTOS deve ser colocado centralizadamente na primeira linha da página (fonte 12 e em negrito); f) Epígrafe: elemento opcional. É a transcrição de uma citação ou pensamento relacionado com o tema tratado no artigo. A epígrafe deve ser digitada acima da metade da folha, mais a direita, com a indicação do autor logo abaixo. Não apresenta o título (DEDICATÓRIA). O pensamento deve ser escrito em itálico ou entre aspas; g) Sumário: elemento obrigatório. Elaborado de acordo com a norma ABNT NBR Deve conter a indicação das principais divisões do trabalho e respectivas páginas. Os títulos das seções do trabalho são aqui listados preservando-se a mesma formatação aplicada na parte textual. A parte preliminar não deve constar no sumário. Deve ser elaborado conforme modelo apresentado no Apêndice H; h) Artigo acadêmico: é o trabalho de conclusão propriamente dito. Sua formatação segue os padrões ilustrados no Apêndice C; i) Apêndices: elemento opcional. Material elaborado pelo próprio autor e utilizado para complementar sua argumentação. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos; j) Anexos: elemento opcional. É composto por documento ou texto, não elaborado pelo autor, utilizado na complementação, comprovação ou ilustração de alguma parte da pesquisa. Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. O trabalho final deve conter no mínimo 15 e no máximo trinta páginas (excluindo-se os elementos pré-textuais). Até o prazo limite determinado pela instituição, o aluno deverá entregar, mediante protocolo, ao seu professor orientador uma via impressa (encadernada em espiral) e uma via do arquivo (no formato PDF) gravado em Compact Disc (CD). O CD deverá estar acondicionado em envelope ou estojo apropriado e com etiqueta identificadora, contendo as seguintes informações:

116 115 nome do trabalho; registro do aluno (RA) e nome de cada autor do trabalho; identificação do campus; identificação da turma e data (no formato mês/ano). É importante destacar que o nível de interação entre o aluno e o seu orientador é refletido na qualidade do trabalho e é uma das variáveis consideradas na sua avaliação. 7.3 Abreviaturas de titulação Esta seção tem o propósito de defender a cultura brasileira e os nossos valores. Isso em virtude de, na apresentação de títulos (mestres, doutores, etc.) há uma forte tendência de abreviá-los de acordo com idiomas estrangeiros o inglês em especial. Existem muitas obras nacionais onde o título Mestre aparece abreviado como Ms. (abreviatura do inglês para Master, Mestre em português) ou Msc. (abreviatura do inglês para Master of Science, Mestre em Ciências em português). O título Msc. só deve ser empregado por aquele que o obteve no exterior. A abreviatura Ms., de acordo com a Academia Brasileira de Letras (s.d.) é utilizada para o termo manuscritos. Outra confusão é com a abreviatura PhD, que em inglês, é a abreviatura para Doctor of Philosophy (Doutor em Filosofia), frequentemente utilizada por pessoas que obtiveram o título de doutor em algum curso de graduação stricto sensu, em nível doutorado, no Brasil. Assim, é importante lembrar que conforme explanado pela Academia Brasileira de Letras (s.d.), as abreviaturas de titulação acadêmicas mais comuns no Brasil são: Bacharel: Bel. Doutor: Dr. Doutora: Dra. ou Dr. a Mestra: Ma. ou M.ª Mestre: Me ou M. e Mestre: Ms. Professor: Prof. Professora: Profa. ou Prof.ª

117 116 REFERÊNCIAS ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Reduções. Rio de Janeiro: ABL, [s.d.]. Disponível em: <http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=22>. Acesso em: 22 jan ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação - referências - elaboração. ago Rio de Janeiro: ABNT, 2002a.. NBR 10520: informação e documentação citações em documentos - apresentação. ago Rio de Janeiro: ABNT, 2002b.. NBR 6022: informação e documentação - artigo em publicação periódica científica impressa - apresentação. maio Rio de Janeiro: ABNT, 2003a.. NBR 6024: informação e documentação - numeração progressiva das seções de um documento escrito - apresentação. maio Rio de Janeiro: ABNT, 2003b.. NBR 6028: informação e documentação - resumo - apresentação. nov Rio de Janeiro: ABNT, 2003c.. NBR 14724: informação e documentação trabalhos acadêmicos - apresentação. mar Rio de Janeiro: ABNT, 2011a.. NBR 15287: informação e documentação - projeto de pesquisa - apresentação. mar Rio de Janeiro: ABNT, 2011b. ALMEIDA, Mário de Souza. Elaboração de projeto, TCC, dissertação e tese: uma abordagem simples, prática e objetiva. São Paulo: Atlas, ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 2. ed. São Paulo: Atlas, BARRETO, Alcyrus Vieira Pinto; HONORATO, Cezar de Freitas. Manual de sobrevivência na selva acadêmica. Rio de Janeiro: Objeto Direto, 1998.

118 117 BIOLCHINI, Jorge et al. Systematic review in software engineering: relevance and utility. Relatório Técnico ES-679/05, COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, COOPER, Donald R.; SCHINDLER, Pamela S. Métodos de pesquisa em administração. 10. ed. Porto Alegre: Bookman, DERY, David. Agenda setting and problem definition. Policy Studies Journal, University of Colorado, Denver, v. 21, n. 1, p , FACHIM, Odília. Fundamentos de metodologia. 3. ed. São Paulo: Saraiva, GHAURY, Pervez; GRONHAUG, Kjell. Research methods in business studies: a practical guide. 3. ed. Bostom: Prentice Hall, GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, Como elaborar projeto de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, GODOY, Arilda Schmidt. Introdução à pesquisa qualitativa e suas possibilidades. RAE - Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 35, n. 2, p , mar./abr KAHLMEYER-MERTENS, Roberto S. et al. Como elaborar projetos de pesquisa: linguagem e método. Rio de Janeiro: FGV, KITCHENHAM, Barbara. Procedures for performing systematic reviews. Joint Technical Report, Keele University Technical Report TR/SE and NICTA Technical Report T.1, July LUNA, Sergio V. Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo: EDUC, MACEDO, Neusa Dias de. Iniciação à pesquisa bibliográfica: guia do estudante para a fundamentação do trabalho de pesquisa. 2. ed. rev. São Paulo: Loyola, MAFRA, Sômulo Nogueira; TRAVASSOS, Guilherme Horta. Estudos primários e secundários apoiando a busca por evidência em engenharia de software.

119 118 Relatório Técnico ES-687/06, COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, Brasil, MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa. 6. ed. 2 reimpr. São Paulo: Atlas, ;. Fundamentos de metodologia cientifica. 7. ed. rev. São Paulo: Atlas, MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 4. ed. São Paulo-Rio de Janeiro: HUCITEC-ABRASCO, (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, REA, Louis M.; PARKER, Richard. Metodologia da pesquisa: do planejamento à execução. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa social: métodos e técnicas. 3 ed. São Paulo: Atlas, SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 11. ed. rev. e atual. São Paulo: Martins Fontes, SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. ver. ampl. São Paulo: Cortez, SHEIBEL, Maria Fani; VAISZ, Marinice Langaro. Artigo científico: percorrendo caminhos para sua elaboração. In: SHEIBEL, Maria Fani; VAISZ, Marinice Langaro (Orgs.). Artigo científico: percorrendo caminhos para sua elaboração. Canoas: ULBRA, p SILVA, Edna Lúcia da; MENEZES, Estera Muskat. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. 3. ed. rev. e atual. Florianópolis: Laboratório de Ensino à Distância da UFSC, 2001.

120 119 THUMS, Jorge. Acesso à realidade: técnicas de pesquisa e construção do conhecimento. Canoas: ULBRA, TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa de ciências sociais. 1. ed., 14 reimp. São Paulo: Atlas, WAZLAWICK, Raul Sidnei. Metodologia de pesquisa para ciência da computação. Rio de Janeiro: Elsevier, YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, ZANELLA, Liane Carly Hermes. Metodologia da pesquisa. Florianópolis: SEaD - UFSC, 2006.

121 120 APÊNDICE A Modelo para elaboração de resumo textual Fonte Arial ou Times New Roman Tamanho 12 pt. RESUMO Este documento teve o objetivo de apresentar ao aluno as características de diversos tipos de trabalhos acadêmicos. Os autores descreveram o estilo e as normas a serem usadas na elaboração de projetos de pesquisa, confecção de relatório de estágio, monografia de conclusão de curso e artigos para publicação Parágrafos em que periódicos devem especializados. estar O texto deve ser justificado, iniciado junto à margem esquerda. Deixar uma linha em branco após o resumo. Após essa linha devem ser indicadas de três a cinco palavras-chave, registradas em ordem alfabética. Citações, até três linhas, entre aspas; no parágrafo. justificados e com recuo no inicio Fonte Arial ou Times New Roman Tamanho 12 pt., Negrito Caixa alta (letras maiúsculas) Centralizado Espaçamento 1,5 entre as linhas, duplo entre os parágrafos Citações literais com até três linhas de tamanho devem ser apresentadas entre aspas, informando-se nome do autor, ano da obre e página onde se encontra a citação seguindo as informações que estão na bibliografia do artigo (AUTOR, 2012, p. 123). Para citações com tamanho superior a três linhas Citações, acima três linhas, recuo, fonte 10, e espaçamento simples. utilize recuo de quatro centímetros, utilize fonte de tamanho 10 pt. e separe do texto que o precede e o sucede por um espaço duplo. Não coloque o texto entre aspas. Ao final do texto deve-se informar o sobrenome do autor, ano da obra e página onde se encontra a citação seguindo as informações que estão na bibliografia do artigo. (AUTOR, 2012, p. 123) ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 2. ed. São Paulo: Atlas, Identificação dos autores do resumo. Referencia Bibliográfica, texto original

122 121 APÊNDICE B Modelo para elaboração de resumo informativo RESUMO Uma entrelinha de 1,5 Fonte Arial ou Times New Roman Tamanho 12 pt., Negrito Caixa alta (letras maiúsculas) Centralizado Este documento tem o objetivo de apresentar ao aluno as características de diversos tipos de trabalhos acadêmicos. Descreve o estilo e as normas a serem usadas na elaboração de projetos de pesquisa, confecção de relatório de estágio, monografia de conclusão de curso e artigos para publicação em periódicos especializados. O trabalho de conclusão de curso pode ser desenvolvido individualmente ou em grupo com até quatro alunos. O tema do trabalho é definido pelos alunos. A estrutura deste trabalho é a mesma de um artigo científico. A dimensão recomendada é de 18 a trinta páginas. O resumo deve conter no mínimo cem e, no máximo, 250 palavras. As fontes a serem utilizadas já estão na formatação deste modelo (Times New Roman ou Arial, tamanho 12). Quando é destinado à publicação em revista especializada, o resumo deve ser iniciado com a indicação de seus autores. Redigir o resumo de forma direta e, preferencialmente, com os verbos na terceira pessoa do singular. Devem ser informativos, com cerca de quarenta por cento do texto referindo-se a introdução, material e métodos e o restante a resultados e conclusões, sem equações, citação bibliográfica ou abreviação. O texto deve ser justificado, iniciado junto à margem esquerda. Deixar uma linha em branco após o resumo. Após essa linha devem ser indicadas de três a cinco palavras-chave, registradas em ordem alfabética. Uma entrelinha de 1,5 Palavras chave: Metodologia. Normas. Tipos de trabalhos.

123 APÊNDICE C Modelo para elaboração de cronograma 122

124 123 APÊNDICE D Exemplo de artigo científico destinado à publicação Fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12 pt, negrito, centralizado, letras maiúsculas, o subtítulo é elemento opcional duas entrelinhas de 1,5 linhas TÍTULO DO ARTIGO: SUBTÍTULO (uma entrelinha de 1,5 linhas) SOBRENOME, Nome do Aluno 1 1 SOBRENOME, Nome do Aluno 2 2 Indicação de autoria. Mesmo tipo de fonte utilizado no título, tamanho 12 pt, centralizado, letras maiúsculas para o último sobrenome e iniciais maiúsculas para o restante do nome. Minicurrículo de cada autor deve ser informado como nota de rodapé. uma entrelinha de 1,5 linhas RESUMO Mesmo tipo de fonte utilizado no título, tamanho 12 pt, negrito, centralizado. Apresentação dos pontos relevantes do artigo. Observe que o resumo não é uma introdução ao artigo, mas uma breve descrição de seu conteúdo. Procure desenvolver uma redação objetiva desde a primeira frase, sem rodeios introdutórios como a clássica e pobre abertura Neste artigo.... De acordo com a norma NBR 6028 deve conter informações suficientes para o leitor avaliar o artigo e decidir pela sua leitura ou não. Assim, o resumo deve dar uma visão rápida e clara do trabalho; uma sequencia de frases concisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos. O tema e os objetivos do estudo, o problema, a metodologia, resultados alcançados e conclusão são evidenciados no resumo. Deve ser escrito na terceira pessoa, evitando-se o uso de frases negativas e formatado em um único parágrafo. Também não se devem apresentar frases com referências bibliográficas no resumo. Quanto ao seu tamanho, normalmente é estipulado pelo periódico ao qual se destina, quando não há predeterminação recomenda-se o uso das especificações de resumo informativo, assim deve conter entre cem e 250 palavras. uma entrelinha de 1,5 linhas Palavras-chave: de três a cinco. Mesmo tipo de fonte utilizado no título, tamanho 12 pt. Palavras iniciadas com letra maiúscula e encerradas com um. (ponto) e separadas umas das outras por um espaço em branco duas entrelinhas de 1,5 linhas uma entrelinha de 1,5 linhas ABSTRACT Apresentação do resumo traduzido para o idioma inglês (o mesmo conteúdo). Não acrescentar ou retirar informações em relação ao texto em português. As regras de formatação são as mesmas. Apresentação do resumo no idioma inglês. Mesmo tipo de fonte utilizado no título, centralizado, tamanho 12 pt. 1 Breve currículo do autor 1 indicando sua titulação, instituição de ensino e . 2 Breve currículo do autor 2 indicando sua titulação, instituição de ensino e .

125 124 Keywords: de três a cinco. duas entrelinhas de 1,5 linhas As mesmas palavras traduzidas para o inglês. Mesmo tipo de fonte utilizado no título, tamanho 12 pt. Palavras iniciadas com letra maiúscula e encerradas com um. (ponto) e separadas umas das outras por um espaço em branco 1 INTRODUÇÃO Mesmo tipo de fonte utilizado no título, tamanho 12 pt, alinhado à esquerda, um espaço entre o número do capítulo e a palavra introdução, letras maiúsculas. uma entrelinha de 1,5 linhas Os títulos dos capítulos devem ser numericamente sequenciados em algarismos arábicos e separados da parte textual por apenas um espaço em branco não utilizar. (ponto) após o número. Toda a parte textual deve ser escrita com o mesmo tipo de fonte utilizado no título, tamanho 12 pt, espaçamento entrelinhas de 1,5 linhas e com as frases justificadas. Algumas revistas especializadas determinam parágrafos formatos sem recuo, isto é, alinhados junto às margens esquerda e direita. Se isto não for especificado, utilize parágrafos com recuo entre 0,5 e 1,25 centímetros. Nesta parte deve-se apresentar breve análise do contexto e definir o tema proposto de forma objetiva, apresenta-se o problema de pesquisa e sua delimitação, destacando a sua importância, os objetivos do trabalho e as justificativas para o seu desenvolvimento. Além disso, pode conter a metodologia empregada, os procedimentos adotados em seu desenvolvimento (técnica de coleta e análise de dados) e a forma como o texto está organizado. O aluno, ao redigir esta parte do artigo, deve ter o cuidado de não antecipar os resultados e as conclusões da pesquisa. duas entrelinhas de 1,5 linhas 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA uma entrelinha de 1,5 linhas Mesmo tipo de fonte utilizado no título, tamanho 12 pt, alinhado à esquerda, um espaço entre o número do capítulo e o nome do capítulo, letras maiúsculas. Também denominada de revisão de literatura este capítulo apresenta a base teórico-empírica da pesquisa, isto é, apresenta os conceitos essenciais visando esclarecer ou explicar o problema de pesquisa. É elaborado a partir da leitura e análise de obras existentes sobre o assunto investigado, focando-se em pesquisas similares sobre o tema, conceitos, explicações e modelos teóricos existentes. Exploram-se as diversas concepções de acordo com sua relevância, apresentadas por meio de citações longas ou curtas, diretas ou indiretas. Todas as citações devem seguir as determinações apresentadas na norma ABNT NBR

126 125 Citações literais com até três linhas de tamanho devem ser apresentadas entre aspas, informando-se nome do autor, ano da obre e página onde se encontra a citação seguindo as informações que estão na bibliografia do artigo (AUTOR, 2012, p. 123). Para citações com tamanho superior a três linhas utilize recuo de quatro centímetros, utilize fonte de tamanho 10 pt. e separe do texto que o precede e o sucede por um espaço duplo. Não coloque o texto entre aspas. Ao final do texto deve-se informar o sobrenome do autor, ano da obra e página onde se encontra a citação seguindo as informações que estão na bibliografia do artigo. (AUTOR, 2012, p. 123) Procure apresentar as referências de forma que elas não interfiram no desenvolvimento de sua argumentação. Além de apresentar visões de escritores conceituados (alguns livros), recomenda-se a aplicação de, no mínimo, duas referências de artigo científico publicados em periódicos científicos reconhecidos - no site pode-se consultar a relação dos principais periódicos brasileiros. Também é citação de resultados de pesquisas apresentados em teses de doutorado e dissertações de mestrado, pois reproduzem estágios do conhecimento com menor defasagem temporal. Deve-se evitar o uso de fontes que não possuam rigor acadêmico ou científico, tais como páginas pessoais da internet. Este capítulo pode ser estruturado em subcapítulos. Nos subcapítulos utilizar letras maiúsculas apenas as iniciais de cada palavra do título. duas entrelinhas de 1,5 linhas 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS uma entrelinha de 1,5 linhas Mesmo tipo de fonte utilizado no título, tamanho 12 pt, alinhado à esquerda, um espaço entre o número do capítulo e o nome do capítulo, letras maiúsculas. Segue as mesmas regras de formatação utilizadas para a redação dos capítulos anteriores. Um princípio básico de um texto científico é a possibilitar a repetição da experiência. Desse modo, é importante descrever os materiais, métodos, ferramentas e técnicas utilizadas no desenvolvimento da pesquisa que deu origem ao artigo. Se os métodos aplicados no trabalho são novos (ou seja, nunca foram publicados), deve-se apresentar a sequência de etapas aplicadas em seu desenvolvimento com nível de detalhe suficiente para permitir sua repetição por

127 126 outra pessoa. Se os métodos já foram utilizados anteriormente, basta apresentá-lo adequadamente e indicar sua referência bibliográfica. Até este ponto não devem ser apresentados ou discutidos resultados ou quaisquer tipos de recomendações. Apresente apenas a caracterização do estudo (tipos/dimensões), a estratégia de pesquisa ou o método. Explicar porque o método foi escolhido. Aponte os instrumentos de coleta de dados, o universo (caso não possua os dados do universo, tente fazer uma aproximação) e o critério amostral. Justifique a escolha desse critério. 4 APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS E ANÁLISE DOS DADOS Segue as mesmas regras de formatação utilizadas para a redação dos capítulos anteriores. duas entrelinhas de 1,5 linhas uma entrelinha de 1,5 linhas Não adequado se discutir a abordagem metodológica neste capítulo. Aqui devem ser descritos os dados coletados. Apresente-os de forma condensada e sistematicamente organizados. Utilize frases simples e curtas, mas cuidado para não ser excessivamente conciso. Na sequência faça a interpretação e discussão dos resultados. Destaque quais ideias ou tendências a pesquisa possibilitou enfatizar ou estabelecer; faça comparações com previsões, descobertas ou conclusões apresentadas em outros trabalhos. Esta análise deve estar fundamentada nos resultados apresentados. Certifique-se de que os objetivos do trabalho foram perseguidos e alcançados. Se necessário utilize tabelas, quadros e gráficos para apoiar a apresentação dos dados, sua interpretação e/ou análise. Mesmo tipo de fonte utilizado no título, tamanho 12 pt, alinhado à esquerda, um espaço entre o número do capítulo e o nome do capítulo, letras maiúsculas. duas entrelinhas de 1,5 linhas 5 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES uma entrelinha de 1,5 linhas Mesmo tipo de fonte utilizado no título, tamanho 12 pt, alinhado à esquerda, um espaço entre o número do capítulo e o nome do capítulo, letras maiúsculas. Segue as mesmas regras de formatação utilizadas para a redação dos capítulos anteriores. Inicie o capítulo com uma sentença introdutória que conecte esta parte do trabalho com o problema apresentado no capítulo introdutório.

128 127 Apresente uma síntese das principais conclusões. Descreva se o problema proposto foi completamente resolvido ou se há partes que precisam de investigação mais apurada; neste caso apresente uma ou duas sentenças sobre tais limitações. Finalize indicando novas opções de pesquisa, que poderão complementar este trabalho ou recomendações para aplicação das conclusões apresentadas. duas entrelinhas de 1,5 linhas Mesmo tipo de fonte utilizado no título, tamanho 12 pt, centralizado, não utilizar número de capítulo, letras maiúsculas. REFERÊNCIAS É uma relação de todas as obras citadas ao longo do artigo e apenas essas. Não é uma lista de obras consultadas, nem sugestões de leitura. Sua redação obedece a um padrão específico. Cada obra consultada corresponde a uma entrada nessa relação. Apresentar as referências utilizadas no texto, conforme normas da ABNT NBR Utiliza-se o mesmo tipo de fonte aplicado em todo o trabalho, tamanho 12 pt., alinhado à esquerda e espaçamento simples entrelinhas. As entradas devem ser apresentadas em ordem alfabética e com uma linha (espaçamento duplo) entre cada uma delas. O elemento da entrada que deve ser destacado (negrito, itálico ou sublinhado) depende do tipo de documento. Uma referência deve oferecer os elementos fundamentais para a identificação e localização da obra citada: autoria, título, localidade, editora, ano, etc. Artigos, teses ou dissertações obtidas na internet são objetos de citação completa nesta mesma seção do trabalho não há webgrafia ou algo similar. Exemplos: uma entrelinha de 1,5 linhas ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 2. ed. São Paulo: Atlas, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação - trabalhos acadêmicos - apresentação. mar Rio de Janeiro: ABNT, GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projeto de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

129 128 ROMANO, Giovanni. Imagens da juventude na era moderna. In: LEVI, G.; SCHMIDT, J. (Org.). História dos jovens 2: a época contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras, SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Tratados e organizações ambientais em matéria de meio ambiente. In:. Entendendo o meio ambiente. São Paulo, v. 1. Disponível em: <http://www.bdt.org.br/sma/entendendo/atual.htm>. Acesso em: 8 mar duas entrelinhas de 1,5 linhas APÊNDICES Mesmo tipo de fonte utilizado no título, tamanho 12 pt, alinhado à esquerda. uma entrelinha de 1,5 linhas Apêndices e anexos são material importante que, mantidos no texto, truncariam a leitura. O apêndice serve para apresentar material do autor; o anexo refere-se a material produzido por terceiros. São elementos opcionais.

130 APÊNDICE E Exemplo painel 129

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