A produção cientifica da enfermagem sobre coto umbilical

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1 Marina Barros Ribeiro, M. B.; Brandão, M. N. M. REVISÃO / REVIEW PAPER / REVISIÓN A produção cientifica da enfermagem sobre coto umbilical The scientific production of nursing on the umbilical stump La producción científica de enfermería en el muñón del cordón umbilical RESUMO Marina Barros Ribeiro Graduanda de Enfermagem da Faculdade SANTO AGOSTINHO, Teresina Piauí. marih Maria Noélia Melo Brandão Professora Especialista Maria Noélia Melo Brandão. Orientadora do Trabalho. Esta pesquisa tem como objetivo avaliar a produção cientifica das publicações sobre coto umbilical, segundo o ano de publicação, tipo de publicação e natureza da pesquisa. Para a busca dos artigos foram utilizadas bases de dados importantes na área de saúde, como o LILACS (Literatura Latino- -Americana e do Caribe em Ciências de Saúde) e SCIELO (Scientific Eletronic Library Online). Os descritores escolhidos foram: cuidado; recém-nascido; puerpério e tétano. Foram encontrados e utilizados 15 artigos em português publicados no período entre os anos de 2001 a 2011 relacionados ao tema. Constatou-se que no período de 2003 a 2004 houve um menor número de publicações sobre o tema, enquanto o maior número foi entre 2005 e 2006, com 33,3%. Observou-se que os artigos selecionados foram publicados em diversos periódicos, ganhando destaque a Revista Texto e Contexto de Enfermagem com 13,3% das publicações. Na análise das categorias observou-se um déficit nas orientações às mães referentes aos cuidados com o coto umbilical. Assim, a consulta de enfermagem apresenta-se como instrumento indispensável, pois têm como finalidade garantir a extensão da cobertura e melhoria da qualidade pré-natal, principalmente por meio da introdução das ações de preventivas e promocionais as gestantes. Descritores: Cuidado. Recém-nascido. Puerpério. Tétano. ABSTRACT This research aims to evaluate the production of scientific publications on the umbilical stump, the second year of publication, publication type and nature of research. To search for articles using databases were important in the area of health, such as LILACS (Latin American and Caribbean Health Sciences) and SciELO (Scientific Electronic Library Online). The descriptors were: care; newborn; puerperium e tetanus. Were found and used 15 published articles in Portuguese in the period between the years 2001 to 2011 related to the topic. It was found that in the period 2003 to 2004 there was a lower number of publications on the subject, while the largest number was between 2005 and 2006, with 33.3%. It was observed that the articles were published in several journals, gaining prominence the Journal of Nursing Text and Context with 13.3% of the publications. In the analysis of the categories there was a deficit in the guidelines to the mothers regarding the care of the umbilical stump. Thus, access to nursing presents itself as an indispensable tool, since they are designed to ensure the extension of coverage and improving the quality prenatal care, mainly through the introduction of preventive and promotional activities for pregnant women. Descriptors: Care. Newborn. Puerperium. Tetanus. RESUMEN Submissão: Aprovação: Esta investigación tiene como objetivo evaluar la producción de publicaciones científicas en el muñón del cordón umbilical, el segundo año de publicación tipo de publicación, y la naturaleza de la investigación. Para buscar artículos utilizando bases de datos fueron importantes en el área de la salud, tales como LILACS (Literatura Latinoamericana y del Caribe de la Salud) y SciELO (Scientific Electronic Library Online). Los descriptores fueron: cuidado; recién nacido; puerperio e tétanos. Se 54

2 A produção cientifica da enfermagem sobre coto umbilical encontraron y utilizaron 15 artículos publicados en portugués, en el período comprendido entre los años 2001 a 2011 relacionados con el tema. Se encontró que en el período 2003 a 2004 hubo un menor número de publicaciones sobre el tema, mientras que el mayor número fue entre 2005 y 2006, con el 33,3%. Se observó que los artículos fueron publicados en varias revistas, ganando importancia la Revista de Enfermería de texto y contexto con el 13,3% de las publicaciones. En el análisis de las categorías se registró un déficit en las directrices a las madres sobre el cuidado del cordón umbilical. Así, el acceso a la enfermería se presenta como una herramienta indispensable, ya que están diseñados para garantizar la extensión de la cobertura y mejorar la atención prenatal de calidad, principalmente a través de la introducción de actividades preventivas y de promoción para las mujeres embarazadas. Descriptores: Cuidado. Recién Nacido. Puerperio. Tétanos. 1 INTRODUÇÃO O Período puerperal é compreendido como o período que se inicia logo após o parto e termina quando as modificações locais e gerais determinadas pela gestação no organismo materno retornam às condições normais (SANTOS, 2002, p. 21). Neste período ocorrem adaptações fisiológicas e comportamentais complexas nas mulheres caracterizadas pelos fenômenos involutivos, pelo estabelecimento da lactação, pela adaptação psicológica da mãe e pelo estabelecimento da relação mãe-filho e familiares. Considerando tais modificações e adaptações vivenciadas pela mulher neste período, acredita-se na importância de prestar uma atenção bastante peculiar e específica a este período, reconhecendo a individualidade e visando assim um atendimento humanizado (BRASIL, 2001). O puerpério é um período carregado de mitos, crenças e costumes aos quais precisamos estar atentos, procurando respeitar as crenças e práticas culturais de cada família, na medida em que não prejudiquem a saúde da mãe e do filho. O cuidado, permeado por práticas culturais, passadas de mãe para filha, através de gerações, é muito marcante nesse período (TOMERELI; MARCON, 2009). A conduta de cada cuidador leigo e, também, suas crenças, podem contribuir, significativamente, para que ocorram as infecções neonatais, que elevam indicadores de morbi-mortalidade. Devido aos grandes índices de infecções nesse período, o esclarecimento das práticas deve ser muito bem prestado a todos aqueles envolvidos no cuidado do RN, tanto no hospital como nas unidades básicas de saúde (D AVILA; GONÇALVES, 2003). O cordão umbilical é uma porta de entrada comum para infecção sistêmica em recém-nascidos (RN), pois o tecido desvitalizado é um excelente meio para o crescimento bacteriano. Além disso, os vasos umbilicais trombosados permitem acesso direto à circulação sanguínea (NADER; PE- REIRA, 2004). Os processos infecciosos no período neonatal constituem, ainda hoje, importante causa de morbidade e mortalidade neonatais. Em parte, este fato se deve a particularidades relativas ao próprio hospedeiro, mas em grande parte, se deve ao ambiente em que vive, podendo ser atingido por via intra-uterina, durante o parto ou na vida extra-uterina. As infecções pós- -natais são as mais comumente encontradas na prática e as que condicionam, em números absolutos, o maior contingente de óbitos (SEGRE, 2002). A antissepsia do coto umbilical é todo cuidado de higiene realizado com o coto umbilical do RN para prevenir infecções, hemorragias e acelerar a mumificação do mesmo. Esta técnica é realizada pelo funcionário da equipe de enfermagem responsável pelo paciente, quando da internação após a alta pela mãe ou cuidador, no mínimo uma vez por turno, até a queda do coto (GOMES; LOUREIRO; GONÇALES, 1990). Nos dias atuais, sabe-se que para evitar a infecção, deve ser feita a limpeza diariamente com sabão suave e água durante o banho, e secando-o cuidadosamente. O uso de um cotonete embebido em álcool 70% na base do cordão promove o secamento. Algumas instituições podem usar agentes secantes e/ou bacteriostáticos. Deve ser feita uma dobra na fralda sendo colocada abaixo do cordão para evitar irritação e a proliferação de microorganismos (LUCILLE; DONNA, 1989). O diagnóstico de infecção umbilical apresenta, muitas vezes, algumas dificuldades, já que a colonização do coto umbilical nem sempre sugere infecções. Após o nascimento, o cordão umbilical é colonizado por uma rica flora de microorganismos (cocos gram-positivos e, mais tarde, uma limitada quantidade de organismos fecais) (NADER; PEREIRA, 2004). A equipe de enfermagem desempenha papel importante nos momentos cruciais do ser humano, acompanhando desde o nascimento até sua morte. Com isso, os enfermeiros, em especial, precisam utilizar os métodos de comunicação seja com o paciente adulto ou recém-nascido. Os Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos de Enfermagem devem, então, orientar os pais em relação à deterioração do coto e ao cuidado umbilical adequado com o mesmo (LUCILLE; DONNA, 1989). Frente às grandes dificuldades envolvendo mitos, crenças, diversidade de informações, a presença de pessoas leigas, dentre outras relacionadas aos cuidados com o coto umbilical, faz-se necessário discutir com as puérperas e os cuidadores quanto à maneira adequada dos cuidados com o coto umbilical (D ÁVILA; GONÇALVES, 2003). Pretende-se com este estudo também, demonstrar atitudes e práticas das mães, controversas inadequadas que possam estar contribuindo para o aumento de infecções que tenha como porta de entrada o coto umbilical. Nesse contexto, diante da problemática que é inerente à equipe de Enfermagem a orientação das mães e familiares sobre todos os cuidados neonatais, despertou o interesse da pesquisadora em conhecer essa realidade, tornando-se objeto desse estudo. A proposta de desenvolvimento dessa pesquisa tem como objetivo avaliar a produção cientifica das publicações sobre coto umbilical, segundo o ano de publicação, tipo de publicação e natureza da pesquisa. 2 METODOLOGIA Trata-se de um estudo de revisão bibliográfica com abordagem quantiqualitativo, realizada em material publicado em artigos científicos, livros, dissertações e teses. Uma das vantagens da pesquisa bibliográfica reside no fato de ela permitir a cobertura de uma gama de fenômenos muito mais ampla do que poderia pesquisar diretamente (GIL, 2002). A pesquisa bibliográfica se desenvolve ao longo de várias etapas, que são estabelecidas para servir de roteiro que auxilie o pesquisador, e, de acordo com Gil (2002), deve envolver: escolha do tema, levantamento bibliográfico preliminar, formulação do problema, elaboração do plano provisório de assunto, busca das fontes, leitura do material, fichamento, organização lógica do assunto e redação do texto. Para Minayo (2008), pesquisa qualitativa é o que se aplica ao estudo da história, das relações, das representações, das percepções, das opiniões, e interpretações a respeito de como os humanos agem, constroem seus artefatos e a si mesmos, sentem e pensam. 55

3 Marina Barros Ribeiro, M. B.; Brandão, M. N. M. Quanto à pesquisa quantitativa, Marconi e Lakatos (2002), considera que tudo pode ser quantificável, o que significa traduzir em números, opiniões e informações para classificá-las e analisá-las, que requer o uso de recursos e de técnicas estatísticas e resultados que precisam ser replicados. A consulta foi realizada em artigos científicos, teses e dissertações veiculados nacionalmente, com conceitos adotados com base nas definições da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), em bancos de teses e em dissertações. Para a busca dos artigos foram utilizadas bases de dados importantes na área de saúde, com acesso via internet, como o LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências de Saúde) e SCIELO (Scientific Eletronic Library Online). A busca dos periódicos atendeu aos seguintes critérios de seleção: artigos indexados no banco de dados em concordância com os descritores previamente escolhidos (cuidado; recém-nascido; puerpério e tétano). Foram encontrados 80 artigos em português publicados no período entre os anos de 2001 a 2011, entretanto foram incluídos neste estudo apenas 15 destes. Os critérios de exclusão considerados foram: artigos não relacionados ao tema e a escassez de publicações. Após a seleção dos artigos indexados realizou-se uma leitura superficial do material obtido, selecionando o que era de interesse para a pesquisa. Logo em seguida, passou-se para uma leitura minuciosa a fim de não perder dados importantes que servissem para confecção da redação final da pesquisa. E para melhor visualização dos dados, elaborou-se uma tabela contendo os seguintes indicadores: periódicos, ano, categorias em que os artigos foram publicados e o total dos mesmos. 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO O presente estudo buscou levantar artigos referentes às publicações sobre coto umbilical com o objetivo de avaliar a produção científica, segundo o ano de publicação, tipo de publicação e natureza da pesquisa, onde após uma leitura minuciosa e detalhada, obteve-se um total de 15 artigos. Analisando os periódicos encontrados, foram achados artigos em revistas e teses em sites eletrônicos. As revistas encontradas foram: Revista Brasileira de Enfermagem, Revista Gaúcha de Enfermagem, Texto e Contexto Enfermagem, Acta Paulista de Enfermagem, Escola Anna Nery e Revista Latino Americana. QUADRO 1: Distribuição dos periódicos quanto a publicação e o ano. Periódicos Revista Brasileira de Enfermagem 1 Revista Gaúcha de Enfermagem 1 Texto e Contexto Enfermagem 2 Acta Paulista de Enfermagem 1 Escola Anna Nery 1 Revista Latino Americana. 1 Tese Lúcio José 1 Tese Maria Silva 1 Tese Elisangela Argenta 1 Tese Suzete de Fátima 1 Tese Sally Müller 1 Tese Airla Rodrigues 1 Tese Andréa Paula 1 Tese Maria Inês 1 Fonte: elaborado pela autora. Os artigos encontrados totalizaram-se em 80, em que se divide em: 15 artigos de cordão umbilical, 45 de recém-nascido, 10 de enfermagem e 10 de tétano. Dos 15 artigos, foi realizado refinamento da pesquisa onde foram analisados 6 artigos que mais condiziam a respeito de cordão umbilical, 2 dos 45 selecionados sobre recém-nascido, 3 dos 10 artigos relacionados enfermagem e dos 10 referentes a tétano, apenas 4 foram examinados por serem mais condizentes ao tema, utilizando os descritores: cordão umbilical, recém-nascido, enfermagem e tétano. Constatou-se que no período de 2003 a 2004 houve um menor número de publicações sobre o tema, onde apenas um periódico foi encontrado. Considerando que nos demais períodos houve um maior número de publicações sobre o tema estudado, sendo que no ano de 2005 a 2006 foram cinco periódicos, no ano de 2007 a 2008 foram dois e no ano de 2009 a 2010 cinco publicações. Verificou-se que o ano que concentrou o maior número de publicações foi 2005 a 2006, com 33,3%, seguido de 2009 a 2010 com 33,3%. Observou-se que os artigos selecionados foram publicados em diversos periódicos, ganhando destaque a Revista Texto e Contexto de Enfermagem com 13,3% das publicações. Sobre as metodologias utilizadas nos trabalhos estudados, foram encontradas pesquisas quanti-qualitativas, quantitativas e qualitativas sendo a maioria do tipo qualitativa. QUADRO 2: Distribuição dos artigos, segundo natureza da pesquisa. Tipo de Pesquisa Quantidade (n) Quantitativa 04 Qualitativa 10 Quanti e Quali. 01 Total 15 Fonte: elaborado pela autora. Observou-se nos artigos a aplicação de diferentes tipos de abordagens metodológicas e a que se destacou foi a qualitativa, que estava presente em 66,6% nas publicações. Nos trabalhos qualitativos todos foram pesquisa de campo, onde alguns analisavam a conduta das enfermeiras com o neonato em relação aos cuidados com o coto umbilical. Com o material das publicações selecionadas, foram analisadas e procedidas uma releitura, sendo possível a determinação das abordagens utilizadas, e a partir desta, delimitou-se as categorias a serem mencionadas, a conhecer: Orientações à mãe sobre cuidados no pré-natal e no puerpério imediato, Crenças e práticas populares no cuidado com o coto- -umbilical, Abordagem de tétano neonatal. 3.1 Orientações à mãe sobre cuidados no pré-natal e no puerpério imediato Os profissionais de saúde, essencialmente os Enfermeiros, devem adotar postura diferenciada, que demanda em conhecimento, compromisso e envolvimento com a assistência a ser prestada à mãe e ao recém- -nascido, o que favorece a assistência individualizada, ou seja, ver a mãe e suas necessidades sob sua perspectiva (BERGAMASCHI, 2007). A consulta de enfermagem apresenta-se como um instrumento de suma importância, pois têm como finalidade garantir a extensão da cobertura e melhoria da qualidade pré-natal, principalmente por meio da introdução das ações de preventivas e promocionais as gestantes. Além disso, Lima (2005) salienta que esse instrumento é garantido como por ferramenta Legal da prática profissional de Enfermagem pelo Conselho Federal de Enfermagem (RES COFEN 159/93). Sendo o puerpério um período considerado de riscos para alterações fisiológicas e psicológicas para a mulher, tornam-se essenciais os cuidados de enfermagem qualificados que tenha como base, prevenção de complicações, conforto físico e emocional e educação em saúde (STRAPASSON; NEDEL, 2010). 56

4 A produção cientifica da enfermagem sobre coto umbilical Para Almeida (2005), é essencial uma assistência de enfermagem qualificada que tenha como base a prevenção de complicações, o conforto físico, ao lado de ações educativas que possam dar à mulher boas condições para cuidar de si e de sua criança (ALMEIDA, 2005). Com base em Strapasson e Nedel (2010), a puérpera se vê envolta por uma série de mudanças impostas pela gravidez e nascimento necessitando de adaptação e instrumentalização para desenvolver o papel da maternidade, apresentando dificuldades no puerpério imediato. É preciso formar profissionais que estejam preparados para, além de realizar um curativo no coto umbilical, perceber as necessidades, dificuldades e limitações da mãe para a execução desta tarefa, e, a partir dessa constatação, elaborar em conjunto, um plano de cuidados, pautados nas possibilidades existentes e nos saberes de cada um (ZANATTA, 2006). Para cuidar de um recém-nascido, a mãe precisa aprender práticas apropriadas sobre as necessidades fisiológicas e psicológicas do bebê. Assim, a consulta de enfermagem no pré-natal constitui-se um espaço importante para ajudá-la na aquisição dos conhecimentos necessários à realização desses cuidados, além de contribuir para diminuir as dúvidas, os medos e os mitos que normalmente são suscitados na mãe (SHIMIZU; LIMA, 2009). Esses sentimentos precisam ser discutidos com as mães ainda desde a gravidez, na tentativa de serem minimizados já nesse período, e rediscutidos após o nascimento, reforçando as orientações (ZANATTA, 2006). Assim sendo, o cuidado de enfermagem no puerpério imediato tem por meta oferecer estratégias de enfrentamento e adaptação à transição à maternidade, com ações voltadas para a superação de dificuldades (STRAPASSON; NEDEL, 2010). Para Almeida (2005), há uma diminuição do processo educativo para a saúde, sob a responsabilidade do serviço de Enfermagem, tão valioso para instrumentalizar a mulher para cuidar de si e de sua criança. Tal fato foi observado a partir de atividades educativas realizadas pela autora, que quando ocorrem são direcionadas a orientações dadas a mães sobre os cuidados do recém-nascido, como banho e curativo do coto umbilical. 3.2 Crenças e práticas populares no cuidado com o coto-umbilical Antigamente as mães davam banhos nos recém-nascidos com água na temperatura de 37 C não ultrapassando três minutos, sendo que a água deveria ser previamente fervida enquanto não ocorresse a cicatrização umbilical e em alguns casos ocorria contraindicação do banho em recém- nascido antes da queda e total cicatrização do coto umbilical, contudo não era informada a maneira pela qual o recém-nascido seria higienizado (OLIVEIRA; RODRIGUES, 2005). Os cuidados em relação ao coto umbilical estão cercados de crenças, mitos e medos. As mães referem-se a ele como se fosse algo intocável que representa muito perigo para a saúde da criança (ZANATTA, 2006). Entre as crenças existentes, é a de que o coto umbilical mesmo após a queda influencia a vida da criança não podendo ser desprezado, pois está ligado à prevenção contra o mal, visto que é tido como um símbolo de vida. Algumas mães acreditam que se o coto não for bem cuidado poderá ser perigoso para a criança, sendo necessário guardá-lo para assegurar a vida da criança. Tem aquelas que o fazem para ter uma lembrança da gravidez e até mesmo como autoafirmação do papel de mãe; outras ainda relacionam o coto à profissão que os filhos terão (ROSA, 2009). Conforme Tomeleri e Marcon (2009), foram encontradas algumas crenças relacionadas ao coto umbilical identificadas em outros estudos e consideradas bem conhecidas de toda a população, como enfaixar o coto, colocar moeda e utilizar ou passar diferentes ingredientes como banha de galinha, arruda e folha de fumo. O uso da faixa umbilical foi uma prática muito comum, e seu uso era transmitido de geração em geração. Atualmente, ela é contraindicada devido à comprovação científica sobre a sua ineficácia e até mesmo nocividade para a criança, em alguns casos (ISERHARD, et al., 2009). Para Tomeleri e Marcon (2009), os cuidados populares apareceram fortemente arraigados na vida das mães adolescentes e da comunidade onde vivem, sendo transmitidos e orientados pelas pessoas mais experientes e usados muitas vezes por elas como primeira escolha. Em relação ao coto umbilical, as mães adolescentes, especialmente as de primeira viagem, demonstram o quanto se sentem inseguras em relação ao manuseio e à queda do coto umbilical, reforçando o fato de que, para as mulheres, o coto umbilical é envolto em mistério, desconhecimento e ambiguidade, uma vez que ele tanto alimenta a criança, como pode levá-la à doença (TOMELERI; MARCON, 2009). As mães delegam as funções de higienizar a criança e cuidar do coto umbilical a outras pessoas, principalmente, porque se sentem inseguras diante dessas tarefas, possuem medo, acreditam que o banho de imersão e o manuseio do coto umbilical podem causar alguma doença na criança (ZANATTA, 2006). Para Rosa 2009, o cuidado leigo com relação aos cuidados com o coto realizado no domicilio nem sempre é realizado pelas mães, que são o foco da atenção nas maternidades. Nas instituições hospitalares geralmente é repassado às mães o modo de tratar o coto umbilical, porém sem sempre, por ocasião da alta nas maternidades, elas se sentem seguras e em condições de realizá-lo. Desta forma a conduta de cada cuidador leigo e, também, suas crenças, podem contribuir, significativamente, para que ocorram as infecções neonatais que elevam indicadores de morbidade infantil. Zanatta (2006) também corrobora desse pensamento, quando diz que algumas mães seguem orientações de pessoas do seu convívio e resistem em aderir e manter as orientações da enfermeira e da equipe de saúde para o cuidado com o filho, adotando certas condutas e atitudes, como o uso de soluções caseiras no coto umbilical, as quais provocam infecções e, na maioria das vezes, requerem hospitalizações e cuidados especializados. 3.3 Abordagem de tétano neonatal Doença infecciosa, não-contagiosa, o tétano é causado pela ação de poderosa exotoxina produzida pelo Clostridium tetani, que provoca um estado de hiperexcitabilidade do sistema nervoso central (GUIMARÃES,2005). Com base em Guimarães (2005), o tétano neonatal (TNN) ocorre pela contaminação do coto umbilical do recém-nascido por meio de instrumentos inadequadamente esterilizados ou por cuidados inadequados para a sua cicatrização, nos quais são usadas substâncias como teia de aranha, pó de café, esterco e outros. O período de incubação (PI), em média, é de sete dias, popularizando a doença como o mal de 7 dias. Ao se analisar em separado a mortalidade neonatal tardia (óbito entre 7 e 28 dia de vida), verifica-se que as infecções são a principal causa de óbito nesse período e são adquiridas tanto no ambiente hospitalar como doméstico como, por exemplo, ocorrência de tétano neonatal em decorrência de inadequado cuidado com o cordão umbilical e a falta de imunização materna (MEDEIROS, 2008). Para Vieira (2006), o tétano neonatal se mantém como um importante problema de saúde pública na maioria dos países subdesenvolvidos, 57

5 Marina Barros Ribeiro, M. B.; Brandão, M. N. M. sendo a doença em muitos países das Américas, responsável pela metade das mortes neonatais e por 25% da mortalidade infantil. Em seu estudo realizado no Estado de Minas Gerais com mães que tiveram seus filhos mortos por tétano neonatal, demonstrou que das 19 mães entrevistadas, 14 eram moradoras de área estritamente rural e cinco de área urbana com características rurais. Tinham em média 3,8 filhos e renda familiar de um salário mínimo. Apenas cinco delas haviam tomado alguma dose da vacina antitetânica. A incidência do tétano neonatal apresenta tendência decrescente em todas as regiões brasileiras, refletindo a elevada cobertura de partos hospitalares e os esforços dirigidos para a vacinação de mulheres em idade fértil em municípios de risco (BRASIL, 2001). A ocorrência de casos de tétano neonatal pressupõe deficiências na qualidade da atenção pré-natal, ao parto e ao recém-nascido, que favorecem a infecção pelo Clostridium tetani. Essas deficiências referem-se à vacinação de gestantes contra o tétano e aos cuidados de assepsia no parto e no tratamento do coto umbilical do recém-nato, estando associadas, em geral, a baixas condições socioeconômicas da população (BRASIL, 2001). Com base em Bocardi (2004), a elevada ocorrência de partos no domicílio pode não ser uma opção das mães, mas em consequência da dificuldade de acesso e de atendimento em serviços de atenção ao parto, levando, na maioria das vezes, à assistência por indivíduo despreparado e aumentando os riscos para o recém-nascido contrair o tétano neonatal. De acordo com Vieira (2003), supõe-se que mães multíparas, por terem vivenciado outras situações de saúde/doença fossem mais experientes no cuidado da criança, diminuindo o risco de adoecimento do recém-nascido. Por outro lado, cabe salientar as oportunidades perdidas de vacinação, tendo em vista que as mães multíparas provavelmente já frequentaram unidades de saúde e não foram convenientemente orientadas para a prevenção do tétano neonatal através da vacinação, alem de que a extensão da cobertura vacinal contra o tétano neonatal nem sempre consegue atingir todas as gestantes e mulheres na idade fértil (VIEIRA, 2006). Para Prado (2008), a vacinação de gestantes contra o tétano e os cuidados de assepsia no parto e no tratamento do coto umbilical do recém-nascido, estão associados, em geral, à baixas condições socioeconômicas da população. A proporção de mães de crianças que contraíram tétano neonatal e que não apresentaram história de antecedente vacinal antitetânico é de um nível elevado e semelhante tanto na zona rural como na zona urbana (VIEIRA, 2003). 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS De acordo com as publicações encontradas referentes ao coto umbilical, os resultados encontrados mostram que existem diferentes práticas e saberes relacionados ao tratamento do coto umbilical. O saber leigo está repleto de crenças e temores, que influenciam no cuidado prestado pelos cuidadores e pelas puérperas. Constatou-se que no período de 2003 a 2004 houve um menor número de publicações sobre o tema, onde apenas um periódico foi encontrado. Considerando que nos demais períodos houve um maior número de publicações sobre a temática estudada, sendo que no ano de 2005 a 2006 foram cinco periódicos, no ano de 2007 a 2008 foram dois e no ano de 2009 a 2010 cinco publicações. Verificou-se que o ano que concentrou o maior número de publicações foi 2005 a 2006, com 33,3%, seguido de 2009 a 2010 com 33,3%. Observou-se que os artigos selecionados foram publicados em diversos periódicos, ganhando destaque a Revista Texto e Contexto de Enfermagem com 13,3% das publicações. As publicações encontradas foram do tipo qualitativa (66,6%), quantitativas (26,6%) e quanti-qualitativa (6,6%). Na análise das categorias observou-se um déficit nas orientações às mães referente aos cuidados com o coto umbilical, tanto no pré-natal como no puerpério imediato. Evidenciaram-se também dificuldades envolvendo mitos, crenças, diversidade de informações, a presença de pessoas leigas, dentre outras relacionadas aos cuidados com o umbigo no período neonatal. Ficou evidente ainda que a incidência de tétano neonatal no país, notadamente na região norte e nordeste ainda é acima do recomendado pela Organização Mundial de Saúde, que considera suficiente para caracterizar uma situação epidêmica a ocorrência de apenas um caso da doença, destacando ainda a importância da vacina toxoide tetânica aplicada na gestante como fator decisivo na erradicação do tétano neonatal. Desta forma, faz-se necessário resgatar o importante papel do profissional médico e enfermeiro na realização de práticas educativas com mulheres no pré-natal e no puerpério imediato quanto à maneira adequada dos cuidados com o coto umbilical, devendo orientá-las quanto às formas de prevenção de infecções sem desconsiderar informações ou experiências de vida. Assim, a consulta de enfermagem apresenta-se como um instrumento de suma importância, pois tem como finalidade garantir a extensão da cobertura e melhoria da qualidade pré-natal, principalmente por meio da introdução das ações de preventivas e promocionais as gestantes. Os profissionais de saúde precisam conhecer as crenças e práticas das mães adolescentes para então planejar, da melhor forma possível, a assistência a ser prestada. Mesmo com a diminuição dos casos de tétano, essas orientações devem sempre se manter presentes durante as consultas de enfermagem tanto no pré-natal como no puerpério, podendo assim, evitar o surgimento de novos casos de tétano ou até mesmo outros tipos de infecções do coto que podem causar morbi-mortalidade nessas crianças. Em vista disso, compete aos profissionais buscar, conhecer, compreender e, principalmente, questionar buscando trocar, negociar e adaptar o cuidado, embasado no conhecimento e sem dispensar o olhar do próximo. 58

6 A produção cientifica da enfermagem sobre coto umbilical REFERÊNCIAS ALMEIDA, M.S. Assistência à mulher no período puerperal: uma análise das necessidades como subsídios para a construção de indicadores de gênero.são Paulo:USP, 2005.Originalmente apresentado, como tese de doutorado,escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, BERGAMASCHI, S.F.F. A vivência da puérpera-adolescente com o recém nascido, no domicílio.são Paulo:USP,2007. Originalmente apresentado como dissertação de mestrado, Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo. BOCARDI, M.I.B. Assistência pré-natal na adolescência: concepções das adolescentes e dos profissionais de saúde Originalmente apresentado, como tese de doutorado, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade São Paulo,2004. BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Área Técnica de Saúde da Mulher. Parto, aborto e puerpério: assistência humanizada à mulher. Brasília: Secretaria de Políticas de Saúde, D ÁVILA, C. G. C.; GONÇALVES, R. O conhecimento de puérperas quanto ao cuidado com o coto umbilical: considerações sobre assistência de enfermagem. São Paulo, v.22, n.1, p.22-30, jan/abr GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4.ed. São Paulo: Atlas, GOMES, V. L. O.; LOUREIRO, M. A., GONÇALES, M. X. Manual de procedimentos: enfermagem Pediátrica. 1 ed. Porto Alegre: Sagra, GUIMARÃES, D. T. Dicionário de termos médicos e de enfermagem. 1 ed. São Paulo: Rideel, GUIMARÃES,T.C. Tétano: Ainda um Problema de Saúde Pública. Boletim Epidemiológico Paulista..jan ISERHARD, A.R.M. et al., Práticas culturais de cuidados de mulheres mães de recém-nascidos de risco do sul do Brasil. Esc Anna Nery Rev Enferm., Rio de Janeiro, v.13 n.1, p , jan/mar LIMA, C.B. Dispositivos legais norteadores da prática da Enfermagem. João Pessoa: Silk-Graff, LUCILLE, F. W.; DONNA, L. W. Enfermagem Pediátrica: Elementos essenciais à intervenção efetiva. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas, elaboração, análise e interpretação de dados. 5. ed. São Paulo: Atlas, MEDEIROS, A.P.P. Poluição do ar e mortalidade perinatal na Região Sul do município de São Paulo: um estudo caso-controle com dados georeferenciados.são Paulo:USP,2008. Originalmente apresentado, como tese de doutorado,faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo,2008. MINAYO, M.C.S. Pesquisa social: Teoria, Método e Criatividade.20. ed. São Paulo: Vozes, NADER, S. S.; PEREIRA, D.N. Atenção Integral ao Recém- -Nascido:guia de supervisão de saúde. Porto Alegre: Artmed, OLIVEIRA, I.C.S.; RODRIGUES, R.G. Assistência ao recém-nascido: perspectivas para o saber de Enfermagem em neonatologia ( ). Rev. Texto Contexto Enferm., Florianópolis, Texto Contexto Enferm, Florianópolis, Out-Dez; v.14n. 4, p Out-Dez PRADO, S.M.A. Aplicabilidade do Antígeno Tetânico Conjugado com Derivados do Monometoxi-polietilenoglicol.São Paulo:USP, Originalmente apresentado, como tese de doutorado,universidade de São Paulo,2005. ROSA, A.R. Antissépticos Utilizados no coto umbilical para a prevenção de infecção: uma revisão bibliográfica. Rio Grande do Sul: UFRGS, SANTOS, E. K. A. dos. Puerpério normal. In OLIVEIRA, E. de; MONTICELLI, M.; BRÜGGEMANN, O. M. (Org). Enfermagem obstétrica e neonatológica: textos fundamentais. 2. ed. Florianópolis: Cidade Futura, SEGRE, C. A. M. Perinatologia: fundamentos e Prática. 1 ed. São Paulo: Sarvier, SHIMIZU, H.E.; LIMA, M.G. As dimensões do cuidado pré-natal na consulta de enfermagem. Rev. bras. enferm., Brasília, v. 62, n. 3, p , jun STRAPASSON, M.R.; NEDEL, M.N.B. Puerpério imediato: desvendando o significado da maternidade. Rev Gaúcha Enferm. Porto Alegre v. 31, n.3, p , set TOMELERI, K.R.; MARCON, S.S. Práticas populares de mães adolescentes no cuidado aos filhos. Acta paul. enferm., São Paulo, v. 22, n. 3, p , jun VIEIRA, L. J.; OLIVEIRA, M.H.P.; LEFEVRE, F. O uso da expressão mal-de-sete- -dias por mães de crianças que morreram de tétano neonatal em Minas Gerais ( ). Texto contexto - enferm., Florianópolis, v. 15, n. 1, p , mar VIEIRA, L.J. O tétano neonatal no Estado de Minas Gerais: contribuição para a compreensão do problema. Rev. Latino-Am. Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 11, n. 5, p , set/out ZANATTA, E.A. Saberes e práticas das mães no cuidado à criança de zero a seis meses de vida.rio Grande do Sul:URGS, Originalmente apresentado como dissertação de mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul,

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