ENFERMAGEM CUIDADOS DE ENFERMAGEM. Aula 10. Profª. Tatiane da Silva Campos

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1 ENFERMAGEM CUIDADOS DE ENFERMAGEM Aula 10 Profª. Tatiane da Silva Campos

2 Cuidado de Enfermagem em Hemorragia CUIDADOS DE ENFERMAGEM A hemorragia é uma complicação, grave, que pode resultar em choque hipovolêmico e morte. Pode apresentar insidiosamente ou em emergência Interromper o sangramento é essencial para o cuidado e a sobrevida dos pacientes em uma situação de emergência ou desastre. Paciente apresenta: hipotensão, pulso rápido e filiforme, desorientação, inquietação, oligúria e pele fria e pálida. A fase inicial do choque se manifestará com sentimentos de apreensão, débito cardíaco diminuído e resistência vascular diminuída.

3 Quando sintomas do choque não são tratados, o paciente fica cada vez mais fraco, embora permaneça consciente até próximo à morte CLASSIFICAÇÕES DA HEMORRAGIA Capilar Venoso Quanto ao Tipo de Vaso A hemorragia caracteriza-se por um extravasamento geral e lento. sangue com coloração escura borbulha rapidamente. Arterial sangue é vermelho vivo e aparece em jatos a cada batimento cardíaco.

4 O sangramento menor, que comumente é venoso, para, em geral, de forma espontânea, a menos que o paciente tenha uma diátese hemorrágica ou venha recebendo anticoagulantes. CLASSIFICAÇÕES DA HEMORRAGIA Externa Interna Visibilidade A hemorragia ocorre na superfície e pode ser notada. A hemorragia ocorre em uma cavidade corporal e não pode ser percebida.

5 Controle da Hemorragia Externa identificar a área da hemorragia. compressão firme e direta é aplicada sobre a área hemorrágica ou da artéria envolvida em um sítio proximal à ferida. curativo compressivo firme, sendo a parte lesionada elevada para estancar o sangramento venoso e capilar, quando possível.

6 Pontos de compressão para controle da hemorragia.

7 Um torniquete é aplicado em um membro apenas como ÚLTIMO RECURSO, quando a hemorragia externa não pode ser controlada de outra maneira e a cirurgia imediata não é possível. cuidado com torniquete: risco perda do membro; é aplicado exatamente proximal à ferida e apertado firme o suficiente para controlar o fluxo sanguíneo arterial; marcar a localização e horário da aplicação (urgência). Quando não há sangramento arterial = torniquete removido; aplica curativo compressivo. Se amputação traumática com hemorragia incontrolável, o torniquete permanece no local até o paciente ir para a sala de cirurgia.

8 Controle do Sangramento Interno Quando não mostra sinais externos de sangramento, mas exibe taquicardia, pressão arterial decrescente, sede, apreensão, pele úmida e fria, ou enchimento capilar retardado, suspeita-se de hemorragia interna. Tipicamente, a papa de hemácias é administrada em uma velocidade rápida, sendo o paciente preparado para o tratamento mais definitivo (p. ex., cirurgia, terapia farmacológica). Posição decúbito dorsal e monitorado rigorosamente até parâmetros hemodinâmicos ou circulatórios melhorem.

9 HEMORRAGIA EM CIRURGIA Primária Quanto ao Intervalo de Tempo no momento da cirurgia. CUIDADOS DE ENFERMAGEM Intermediária durante as primeiras horas depois da cirurgia, quando a elevação da pressão arterial até seu nível normal desloca os coágulos instáveis de vasos não laqueados Secundária pode ocorrer algum tempo depois da cirurgia, (sutura desliza porque um vaso sanguíneo não foi firmemente laqueado, tornou-se infectado ou sofreu erosão por dreno).

10 A transfusão de sangue ou hemoderivados e a determinação da causa da hemorragia são as medidas terapêuticas iniciais. Quando o sangramento fica evidente, uma compressa de gaze esterilizada e um curativo compressivo são aplicados, sendo o sítio de sangramento elevado até o nível do coração, quando possível. O paciente é colocado na posição de choque (em decúbito dorsal com as pernas elevadas em um ângulo de 20 e joelhos retos).

11 Quando há suspeita de hemorragia mas não se pode visualizá-la, o paciente pode ser levado de volta para a sala de cirurgia para a exploração de emergência do sítio cirúrgico. Quando há suspeita de hemorragia, a enfermeira deve ficar ciente de quaisquer considerações especiais relacionadas com a reposição da perda sanguínea. Determinados pacientes podem RECUSAR as transfusões de sangue por motivos religiosos ou culturais, podendo identificar essa solicitação em suas diretivas antecipadas ou no testamento em vida.

12 Modelo Processo de enfermagem - Hemorragia CUIDADOS DE ENFERMAGEM

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