Os documentos do processo disciplinar

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1 . asse I I erar1a, ~ PCdoB Encarte especial da edição no de Outubro de 2003 Areunião do Comitê Central to/ firme e tranqüila. Na mesa, Péricles de Souza, Adalberto Monteiro e Nádia Campeão Os documentos do processo disciplinar Comitê Central do Partido Comunista do Brasil encerrou nos dias 27 e 28 de setembro, em Brasília, o processo disciplinar em face do voto dissidente dos parlamentares Sérgio Miranda, Jandira Feghali e Alice Portugal na votação da reforma da Previdência na Câmara Federal. Dos 51 membros do Comitê Central, 49 votaram a favor da Resolução, com duas abstenções, de Sérgio e Jandira. No dia 27, a reunião foi aberta com a intervenção do presidente nacional do PCdoE, Renato Rabelo que, em nome da Comissão Política Nacional, apresentou o conteúdo da instrução do processo disciplinar e as propostas de sanções. Em seguida, cada um dos parlamentares que proferiram o voto dissidente fez sua defesa. O debate que se seguiu foi intenso e marcado pelo equilíbrio, respeito e responsabilidade; entre titulares e suplentes do Comitê Central, 60 dirigentes usaram a palavra, demonstrando convicção em defesa da unidade e da política do Partido. Esta reunião do Comitê Central foi considerada uma das mais importantes dos últimos tempos, pela natureza dos problemas tratados e pela plena afirmação da unidade do Partido em torno de questões tão graves, com manifestação unânime em defesa do centralismo democrático e da aplicação da política partidária aprovada na ga Conferência. Leia, abaixo, a íntegra da Resolução do Comitê Central e, nas páginas seguintes, as defesas apresentadas oralmente ou por escrito pelos parlamentares. Esta edição não inclui o questionário proposto pelo Secretariado durante a instrução do processo disciplinar, nem as respostas dadas a eles pelos parlamentares; não inclui também notas e anexos -originais. Por se tratar de um documento, preservaram-se as referências ao deputado Afonso Gil, embora ele tenha se desfiliado do Partido antes da conclusão do processo. O RESOLUÇÃO DOCOMITÊCENTRAL O Comitê Central do Partido Comunista do Brasil, PCdoB, após examinar e debater a instrução do processo disciplinar instaurado pela Comissão Política Nacional (CPN), aprova o parecer desta instrução de que os parlamentares da bancada comunista na Câmara Federal, Sérgio Miranda, Jandira Feghali e Alice Portugal, desrespeitaram as normas partidárias na votação da reforma da Previdência, em 6 de agosto, quando da votação em primeiro turno da matéria e em 27 de agosto, na votação em segundo turno. Em conseqüência, o Comitê Central, em defesa da unidade e da política do Partido aprovada na 9a Conferência Nacional, bem como em defesa do respeito às suas normas e àautoridade de seus órgãos de direção, decide aplicar a cada um dos parlamentares mencionados as sanções abaixo individualmente estipuladas. Estas medidas disciplinares têm uma finalidade educativa, uma vez que a construção ideológica e política do Partido Comunista se realiza, entre outros meios, pela força do exemplo. E o exemplo deve emanar sobretudo de seus órgãos de direção e dos que foram eleitos para eles. Esta finalidade educativa se destina, em especial, aos parlamentares que cometeram as faltas, no sentido de que revejam seus equívocos e se reencontrem com a disciplina e a política partidárias. As sanções aprovadas estão alicerçadas na seguinte fundamentação: a) A infração é grave, uma vez que o centralismo democrático - princípio no qual se assenta a construção orgânica e ideológica do Partido e que garante sua unidade - foi violado; uma decisão legítima emanada da instância superior de direção do PCdoB, o Comitê Central, foi desrespeitada no 1o turno, com recorrência no 2 turno da votação da reforma da Previdência. b) Este voto dissidente, de desrespeito a uma decisão do Comitê Central, é um fato único na história da representação parlamentar comunista no Congresso Nacional; c) Os três parlamentares violaram a disciplina partidária tendo plena consciência da gravidade da infração e dos prejuízos que ela provocaria ao Partido; d) São graves os prejuízos causados ao Partido pelo ato de indisciplina dos três parlamentares, notadamente por desrespeitar uma decisão política do Comitê Central e macular a imagem pública de um Partido coeso, com isso atingindo a autoridade do Comitê Central e as relações com as forças aliadas; e) Os parlamentares Sérgio Miranda e Jandira Feghali, membros do Comitê Central, objetivamente por esta condição têm sobre si uma responsabilidade especial, pois enquanto membros da mais alta instância de direção partidária jamais poderiam agir contra uma decisão do Partido, sobretudo, como foi o caso, de uma decisão tomada pelo próprio CC. Sobre Sérgio Miranda, há ainda uma singularidade em relação aos demais- ele é integrante da própria Comissão Política Nacional do CC; f) Quanto à autocrítica, reconhecimento sincero do erro e compromisso manifesto de superá-lo, ela é nula na defesa de Jandira Feghali. No caso de Sérgio Miranda e Alice Portugal, ambos reconhecem os efeitos negativos do ato de indisciplina, lastimam sua ocorrência; todavia, a infração é apresentada como relativa e produto de um conjunto de condicionantes e divergências de mérito com a decisão. Acresce à falta de Jandira o fato de ela ter divulgado a defesa apresentada mesmo antes de os membros do CC terem tido acesso ao documento e contra a orientação do Secretariado, através de notícia publicada na imprensa partidária, segundo a qual até a decisão do CC não se daria publicidade ao conteúdo da instrução do processo; g) Em que pese suas faltas, os três parlamentares, cada um com sua história, têm longa trajetória de serviços à construção do PCdoB e são em termos de sanções sofridas por infrações estatutárias. O Comitê Central ressalta que o amplo direito de defesa dos parlamentares já nomeados foi garantido desde a instrução do processo até o seu desfecho nesta reunião decisória. Foi, pois, rigorosamente obedecido o rito do Estatuto cujo objetivo é a adoção de decisões judiciosas que resguardem tanto seu respeito e aplicação, quanto os direitos que ele assegura aos mil. itantes. A decisão ora apresentada se dá nos marcos da legalidade partidária, no estrito exame da infração, de seu significado e conseqüências e, também, no exame do contraditório das defesas apresentadas. Finalmente, tudo considerado e com base no conjunto dos artigos do Capítulo IV, do Estatuto, "Da disciplina partidária", em especial, no que dispõe os artigos 11, 12, 13, e ainda no que estabelece a alínea "g" o artigo 29, o Comitê Central decide: Destituir SÉRGIO MIRANDA do Comitê Central pelo prazo de 8 (OITO) meses, ficando também neste período impedido de exercer funções de liderança da bancada federal e sem direito ao voto em suas reuniões. Destituir JANDIRA FEGHALI do Comitê Central pelo prazo de 8 (OITO) meses, ficando também neste período impedida de exercer funções de liderança da bancada federal e sem direito ao voto em suas reuniões. Fica também destituída da atual condição de vice-líder da bancada federal e de coordenadora da Comissão Nacional de Saúde do Partido. Censurar publicamente ALICE PORTUGAL pelo seu ato de indisciplina e dos prejuízos dele decorrentes ao Partido. Sua atitude foi incompatível tanto com a confiança que ne!~ depositou a militância e a direção partidária, quanto com os compromissos por ela assumidos com o Programa e o Estatuto do Partido. Alice Portugal fica, também, impedida pelo prazo de 5 (CINCO) meses, de exercer funções de liderança da bancada federal e sem direito ao voto em suas reuniões. Brasília, 27 e 28 de setembro de 2003 O Comitê Central do Partido Comunista do Brasil - PCdoB

2 ACLASSE OPERÁRIA Encarte especial 2de outubro de2003 B Instrução do processo disciplinar - O presente documento é a instrução, realizada pelo Secretariado Nacional, do processo disciplinar instaurado pqr decisão da Comissão Política Nacional (CPN), em 9 de agosto de 2003, em face do voto dissidente proclamado pelos parlamentares Sérgio Miranda, Jandira Feghali, Alice Portugal e-afonso Gil quando da votação do substitutivo do relator José Pimentel da reforma da Previdência. D evidamente examinado pela Comissão Política Nacional (CPN) que o aprovou por unanimidade dos presentes na sua reunião de 12 e 13 de setembro, este documento é assim constituído: 1) Do objeto do processo disciplinar: flagrante desrespeito às normas partidárias; 2) Conteúdo e histórico da decisão violada; 3) Dos prejuízos causados ao Partido pelo ato indisciplinar; 4) Das defesas apresentadas; 5) Das sanções; e 6) Anexos: defesas dos parlamentares, documentos partidários, expedientes da instrução. 1J Do objeto do processo disciplinar: flagrante desrespeito às normas partidárias A Resolução da Comissão Política Nacional (CPN), Em def esa da Unidade e da Política do Partido, de 9 de agosto de 2003, decidiu pela instauração do presente processo disciplinar em decorrência do "flagrante desrespeito às normas partidárias praticadas pelos parlamentares Sérgio Miranda, Jandira Feghali, Alice Portugal e Afonso Gil". (l) A referida resolução da CPN assim qualificou o "flagrante desrespeito às normas partidárias": "O Comitê Central do Partido Comunista do Brasil reuniu-se no último dia 2 de agosto, em São Paulo, para cumprir uma de suas responsabilidades, estabelecida pelo Estatuto do Partido no artigo 29, indicativo de que a ele compete dirigir a bancada federal de parlamentares. Nesse sentido, debateu e decidiu o voto do Partido referente ao relatório da reforma da Previdência, em fase fmal de deliberação no plenário da Câmara dos Deputados. A decisão tomada por 4 7 votos a 3 e 1 abstenção -, foi pelo voto favorável da bancada comunista ao relatório do deputado José Pimentel (PT-CE), explicitando-o como um voto de dimensão politica de apoio ao governo Lula, e reiterando as divergências do PCdoB quanto à oportunidade e ao teor dessa reforma. Desta reunião do Comitê Central (CC) participaram todos os integrantes da bancada que estão no exercício de seus mandatos. Essa posição do Comitê Central (CC) foi encaminhada pelos comunistas na Câmara Federal, tendo sido proclamada pelo lider da bancada em declaração de voto. Contudo, na votação ocorrida no plenário, no dia 6 de agosto passado, ao contrário do que sempre se deu ao longo dos anos, a bancada não votou unida. Quatro parlamentares: Sérgio Miranda, Jandira Feghali - estes dois membros do Comitê Central -, Alice Portugal e Afonso Gil, votaram em oposição a uma decisão democraticamente tomada pelo órgão superior de direção do Partido, o Comitê Central." (2) A CPN, ao analisar à luz do Estatuto partidário o significado desse voto dissidente dos quatros parlamentares antes citados, concluiu ter havido uma clara e inequívoca violação das normas partidárias: "Confrontando a atitude desses parlamentares com o Estatuto do Partido salta aos olhos que eles infringiram várias normas partidárias, transgrediram o próprio princípio diretor da organização do Partido, o centralismo democrático. O artigo 9 dispõe sobre os deveres dos membros do Partido, entre os quais destaca-se: 'salva- guardar, por todos os meios, a unidade do Partido como principal condição de sua força; aplicar -as decisões do Partido; observar a disciplina do Partido, igualmente obrigatória para todos os membros, independentemente de seus méritos ou dos cargos que ocupem'. No caso concreto é patente a violação de cada um desses deveres(...)" No segundo turno da votação, ocorrido em 27 de agosto, os 4 parlamentares mantiveram o voto dissidente, repetindo, pois, o desrespeito à já citada decisão do Comitê Central (3). A repetição do ato lesivo à unidade partidária, a ruptura com o centralismo democrático, por parte desses quatro parlamentares se deu a despeito da firme reação do conjunto do Partido em defesa de sua unidade e de sua política, reação que veio à tona entre a realização do primeiro e segundo turnos da votação. Primeiramente, ao repetir o voto dissidente, eles desconheceram a própria resolução da CPN, de 9 de agosto, que ao seu final, conclama a "militância e o conjunto das organizações partidárias a salvaguadar a unidade partidária". Foram ainda alheios a resoluções de direções de 16 Estados em defesa da unidade do Partido e de reprovação ao voto dissidente proclamado no primeiro turno. O Comitê Estadual da Bahia conclamou os quatro parlamentares a rever o voto e acompanhar o Partido no segundo turno da votação. A Comissão Política de Minas Gerais fez um apelo para que Sérgio Miranda não votasse contra a decisão do CC. O Comitê Estadual do Rio de Janeiro, Estado onde milita Jandira Feghali, posicionou-se plenamente favorável à resolução da CPN; e o mesmo fez o Comitê Estadual do Piauí, Estado de Afonso Gil. Além de terem desconhecido estes apelos, a recorrência aconteceu a despeito do diálogo empreendido pela Direção Nacional que, através da Presidência do Partido, buscou persuadir os quatro parlamentares a reverem a indisciplina cometida, o que possibilitaria, ao menos no segundo turno, que a bancada comunista votasse unida. Em suma, tinham com o segundo turno a oportunidade de se alinhar com a decisão do CC; contudo, optaram por rersistir no erro. 2) Do conteúdo e histórico da decisão violada O processo que regeu a tomada de posição do Comitê Central em relação à reforma 1 da Previdência assentou-se num amplo debate nas várias esferas do Partido, em especial na bancada comunista de parlamentares e no âmbito do próprio CC e da CPN, conforme já sublinhara a Resolução da CPN: "Já o artigo 10, ao discorrer sobre os direitos dos membros do Partido, assegura a cada um a participação nas discussões e decisões nas instâncias a que pertencem acerca do conjunto das questões da vida e da ação política do Partido. Neste processo de tomada de decisão as opiniões são apresentadas ' de forma livre e responsável'. O desfecho deste método de elaboração coletiva é arbitrado pela norma básica de que as decisões da maioria são acatadas, cumprem-se decisões do coletivo mesmo que delas se divirja. Na questão em exame, esses direitos foram largamente garantidos e assegurados. Até porque o PCdoB passa por um período de aperfeiçoamento crescente de sua demo- cracia interna, de que foi prova máxima a realização da 9" Conferência Nacional. Suas decisões, cada vez mais, são fruto da elaboração coletiva." Concretamente, a decisão do Comitê Central sobre a reforma da Previdência foi um exemplo desse método. Ela foi antecedida de inúmeras reuniões da bancada comunista, de 4 sessões da Comissão Política Nacional e 2 do próprio Comitê Central. Foi decorrência de uma reflexão amadurecida, esculpida por todos e com base na política traçada pelo coletivo na 9" Conferência e nas resoluções específicas do CC sobre o tema. Os quatro parlamentares participaram das duas reuniões do CC. Sérgio Miranda, membro da CPN, participou de todas as reuniões desta instância, tendo inclusive recebido a responsabilidade de apresentar um relatório sobre o assunto. E Jandira Feghali participou, além das reuniões do CC, de duas reuniões da CPN para as quais foi convidada. O CC fez duas reuniões para definir a posição do Partido frente a esta matéria. Na primeira, em 15 de junho, de um ponto de vista mais geral considerou tanto inoportuna a prioridade que assumiu a referida reforma na agenda do governo, quanto avaliou seu teor conflitante com a política partidária, no que concerne à recomposição e fortalecimento do Estado Nacional e à preservação e ampliação de direitos dos trabalhadores. Com base nesta análise o CC deliberou: "1) O PCdoB atuará no sentido de construir posições em comum na base de sustentação política do governo e com o movimento social, buscando um desfecho negociado entre o projeto original do Executivo, as propostas apresentadas pelo Partido e as posições defendidas pela CUT na representação dos trabalhadores; 2) O PCdoB participará das mobilizações em curso, entendendo-as como espaço de luta e disputa pelas nossas posições, seja quanto ao mérito da matéria da Previdência, seja quanto à direção política do movimento, em consonância com o aspecto central de nossa política, de buscar o êxito do governo Lula na condução do processo de mudanças reclamadas pela situação do país." (4) De fato assim aconteceu. O Partido atuou dentro e fora do governo e do Congresso sob esta diretriz traçada. A bancada comunista, com o camarada Inácio Arruda na sua Liderança, apresentou seis emendas com os propósitos acima enumerados. Os parlamentares realizaram intenso debate crítico e prepositivo sobre a matéria, tanto no âmbito do Parlamento, quanto na imprensa e debates públicos. Por sua vez, a liderança do governo, exercida pelo camarada Aldo Rebelo, atuou no sentido de o governo absorver as propostas do movimento social e outras áreas da sociedade. A área sindical do Partido, através da CSC, participou ativamente tanto das mobilizações em geral - inclusive da greve dos servidores quanto das negociações. Quando o CC voltou a se reunir no dia 2 de agosto, já próximo da votação em primeiro turno, a ele foi apresentado pelo presidente do Partido, Renato Rabelo, em nome da CPN, um balanço da jornada realizada e uma proposta de resolução. O Partido empreendera, de fato, em conjunto com outras forças políticas e sociais integrantes da base de sustentação do governo Lula, inten- sas articulações e mobilizações; enfim, uma gama de esforços pela modificação do projeto original do Executivo. O resultado a que se chegou foi a conquista de importantes alterações atenuandose com elas aspectos negativos anteriormente fixados e, no âmbito do que inicialmente estava estabelecido, alterou-se positivamente a proposta original desta Reforma. O CC concluiu que, embora o projeto tivesse conservado sua essência inicial, alcançara-se um determinado desfecho negociado como fruto das negociações empreendidas no interior da base aliada e da pressão das mobilizações dos trabalhadores. Face a isso, considerando-se sua condição de parte integrante do governo, seus compromissos com a Frente e considerando, também, a fase de consolidação em que ainda se encontra o governo Lula e que o voto contra do Partido nesta matéria, nesta circunstância concreta, poderia levar o governo à derrota e a seu conseqüente enfraquecimento; e levando-se ainda em conta, finalmente, que o voto contra conduziria o Partido a se distanciar do governo, o CC decide pelo voto favorável da bancada comunista ao relatório da reforma da Previdência, explicitando-o como um voto de dimensão política de apoio ao governo e reiterando as divergências do PCdoB com a oportunidade e o teor da reforma (5). A outra decisão desta mesma reunião do CC estabeleceu que o Partido não deveria votar a favor do destaque do PDT contra a taxação dos aposentados. Contudo, em relação a este tema da taxação dos aposentados e outras questões relevantes também ficou deliberado que seriam ainda objeto de negociações a serem conduzidas pela bancada sob o controle da CPN e do Secretariado. O CC pela primeira vez, dada a complexidade da matéria, admitiu que os parlamentares que, por razões politicas variadas, julgassem necessário extemar publicamente uma opinião pessoal sobre o assunto, poderiam fazê-lo através de uma declaração de voto. Conforme está fundamentado na resolução da CPN: "Compreende-se a existência de discrepâncias e opiniões conflitantes no debate sobre uma matéria complexa como esta, mas não é admissível que seja infringida a lei maior da organização do Partido, o centralismo democrático. Como demonstração dessa abertura - de ~e levar em conta opiniões diferentes-, a resolução do CC, mesmo reafirmando que por princípio a posição do Partido é uma só e que essa posição deveria ser externada pela liderança da bancada, pela primeira vez admitiu que os parlamentares fizessem um tipo de declaração de voto, tomando pública uma opinião pessoal distinta sobre o assunto." Em relação à primeira decisão, do voto favorável ao relatório Pimentel com as ressalvas já citadas, ela foi proclamada em nome do Partido pelo líder da bancada, Inácio Arruda, através de declaração de voto (6). Contudo, como já foi relatado, quatro parlamentares votaram em oposição a esta deci~ão. Quanto à da taxação dos aposentados, ocorreu que tanto o destaque do PDT quanto um outro destaque que havia sido feito pela liderança do PCdoB ficaram prejudicados por mecanismos regimentais. Ao final, foi a voto um destaque do PFL contra a taxação dos aposentados. Num esforço último

3 c ACLASSE OPERÁRIA Encarte especial 2de outubro de 2003 e extremo de se construir a votação unitária da bancada sobre a votação principal do Relatório sobre a qual havia uma decisão imperativa do CC de voto favorável, o presidente do Partido, após consulta a integrantes da Comissão Política a quem foi possível fazer, decidiu liberar o voto da bancada quanto à taxação dos aposentados. Resultado: sete votaram contra a taxação e quatro votaram a favor. Contudo, como atesta o documento da CPN este expediente resultou nulo nos seus propósitos, visto que a despeito dele, os quatro parlamentares não foram demovidos da decisão de se rebelarem contra a decisão do CC. 3) Dos prejuízos causados ao Partido Reunida em 9 de agosto, 3 dias após a proclamação do voto dissidente, a CPN já apontava os primeiros sinais dos efeitos danosos ao Partido causados por este episódio: "O resultado é que o Partido apresentou-se dividido, acontecimento que causou indignação da militância e estranhamento da opinião pública que sempre admirou a coesão do PCdoB. Essa justificada consternação expressa a sadia compreensão de que os mandatos parlamentares do PCdoB, conquistados pelo prestígio de sua legenda e política, bem como do trabalho generoso de sua militância, pertencem ao Partido, não podendo ser utilizados para debilitá-lo." A resolução da CPN acrescenta: "O debate de idéias e opiniões necessário para o Partido construir coletivamente seus caminhos, suas orientações políticas, foi conspurcado por essa atitude. A enriquecedora luta de idéias se dá nos marcos das regras e dos princípios partidários. Estes camaradas, uma vez na condição de defensores de uma posição minoritária, resolveram impô-la ao coletivo por via da indisciplina, colocaram a divergência acima do próprio compromisso com as normas do Partido. E a resultante é que os seus posicionamentos pessoais se sobrepuseram a uma decisão legitimamente construída e deliberada pelo Partido." De fato, o frutífero ambiente partidário de reflexão política, de elaboração, de debate, o amplo esforço coletivo de perscrutar os caminhos da atuação partidária nesta realidade inédita que o país vive desde a posse do governo Lula, foi bruscamente atingido pelos efeitos corrosivos dessa ruptura da unidade. Circunstancialmente, a militância e as organizações partidárias viram-se impelidas a priorizar a defesa do próprio Partido, a "agenda disciplinar" adquiriu objetivamente o status de prioridade. Transcorrido um tempo maior, pode-se aferir melhor os prejuízos causados. Maculou-se uma imagem pública construída em décadas de atuação que confere ao PCdoB o conceito de um Partido orgânico, sério, que atua unido nas batalhas que trava. Em razão da quebra da unidade política ter ocorrido justamente pela atuação de parte de sua bancada parlamentar federal, o fato adquiriu ampla repercussão nos meios de comunicação do país. Fatos de tal monta atingiram a autoridade do Comitê Central. Quando o centralismo democrático é desrespeitado e a unidade é ferida, a linha política que está no comando da'orientação partidária é seriamente prejudicada. É a unidade de ação que confere força concentrada ao Partido para que ele materialize a diretriz política que julga apropriada para esta e aquela conjuntura. No caso concreto, ao se rebelar contra a já citada resolução do CC, golpeou-se a linha política traçada pela 9" Conferência Nacional, cujo núcleo é atuar pelo êxito do governo na condução das mudanças. 4) Das defesas apresentadas tâncias históricas. Argumentações que, independentemente das intenções, objetivamente relativizam, anulam e negam o centralismo-democrático. Nas defesas é explicito que a quebra da unidade partidária e a afronta ao centralismo-democrático irromperam a partir da divergência dos quatros parlamentares com as razões políticas que levaram o CC a decidir pelo voto favorável do Partido ao relatório da reforma da Previdência. Divergem de o Partido, mesmo explicitando sua discordância com a essência da referida reforma, ter decidido por um voto favorável, de dimensão política, de apoio ao governo Lula. No âmbito da política, com destaque às defesas de Sérgio Miranda e Jandira Feghali, depreendem-se divergências de fundo com a linha traçada pela 9" Conferência Nacional, sobre o significado do governo Lula, sua composição, seu desempenho, suas perspectivas, e, em especial, acerca das relações do Partido com o governo. O direito de defesa, garantido pelo Estatuto, visa assegurar que as decisões tomadas neste terreno se dêem nos marcos da legalidade partidária, no estrito exame da infração, de seu significado e conseqüências e, também, no exame do contraditório das defesas apresentadas. Analisam-se se estas defesas confirmam ou não a falta imputada, se atenuam ou agravam o mérito do erro cometido. Em última instância, o Estatuto fixa um rito cujo objetivo é a adoção de decisões judiciosas, que resguardem tanto seu respeito e aplicação quanto os direitos que ele assegura aos militantes. No caso, nesta fase de instrução do processo foi rigorosamente garantido o amplo direito de defesa, conforme estabelece o Estatuto e, igualmente, também, como determinou a resolução da CPN. Inicialmente, os quatros parlamentares foram notificados através de oficio sobre a abertura do presente processo, sendo-lhes enviada cópia da resolução da CPN de 9 de agosto e sendolhes, também, informado que a CPN fixara o prazo de trinta dias, a partir da notificação, para apresentação da defesa ou pessoalmente ou por escrito. (ANEXOS 1, 2, 3, 4) Posteriormente, foi agendada, por oficio, (ANEXOS 5, 6, 7, 8) a apresentação de defesa perante o Secretariado Nacional. Compareceram à sede nacional do Partido, para as reuniões marcadas com esta finalidade Sérgio Miranda, dia 29 de agosto; e Alice Portugal, no dia 1o de setembro. Para garantir plena fidelidade às defesas apresentadas, as referidas reuniões foram gravadas. Posteriormente, foram enviadas cópias dos textos contendo a transcrição das fitas para receber o visto dos que desta forma apresentaram a defesa. Jandira Feghali optou por apresentá-la por escrito através de documento enviado ao Secretariado. O mesmo procedimento adotou Afonso Gil. As defesas apresentadas - embora cada uma tenha sua singularidade e, como tal, adiante uma a uma será contestada -, sobretudo as de Sérgio Miranda, Jandira Feghali e Alice Portugal, concentraram-se em justificar a ruptura da unidade de ação, a quebra das normas partidárias, o desrespeito ao princípio do centralismo-democrático, com uma argumentação que subordina as normas e o princípio à divergência com o conteúdo da decisão, às razões ético-morais, à complexidade da matéria em foco, a compromissos que este ou aquele tenha assumido com parcelas da sociedade. A validade do próprio centralismo estaria fortemente condicionada às circuns- Sobre o centralismo democrático O proletariado na sua luta revolucionária pela transformação da sociedade foi levado a concluir, após inúmeras batalhas, que para enfrentar e vencer o poderio das classes dominantes é imperativo que os oprimidos estejam unidos e que o partido que pretenda ser sua vanguarda, seu comando, tenha uma atuação política coesa e unitária. Até porque os opressores, apesar das contradições que têm entre si, se apresentam com uma coesão férrea quando a questão é derrotar o projeto de emancipação dos trabalhadores. Foi em decorrência desse aprendizado histórico que o movimento revolucionário concebeu o centralismo-democrático que, longe de ser uma simples norma organizativa, é um princípio de fundo ideológico, orgânico e político, sobre o qual se ergue a estrutura do Partido Comunista, que a ele dá uma singularidade ímpar entre os demais partidos, e a ele proporciona atributos para intervir coeso com sua política transformadora no curso real da luta de classes. As circunstâncias históricas, de menor ou maior liberdade, de regimes ditatoriais ou democráticos, obviamente influenciam sua aplicação. Sob ditaduras em que a sociedade está asfixiada por ausência de liberdade, tal circunstância também contingencia o funcionamento do partido. Contudo, mesmo assim, ele desenvolve métodos para garantir a democracia interna possível e com base nela garante sua unidade de ação, cumpre suas tarefas históricas. Por outro lado, se o Partido atua num cenário de democracia como acontece hoje ele utiliza esta condição favorável para desenvolver ao máximo sua democracia interna. A realidade permite que as decisões do Partido sejam resultado de uma ampla elaboração coletiva. Decisões derivadas de muitos debates e reuniões necessários. A 9"Conferência e a própria tomada de decisão sobre o voto à reforma da Previdência são exemplos disso. Mais democracia, mais elaboração coletiva, para propiciar uma vida partidária ascendentemente mais rica em elaboração, realizações e combates. E, sobretudo, mais democracia para que se possa contar com um partido unido, atuando coeso nas batalhas. Por isso são improcedentes teorizações expostas nas defesas que aludem o centralismo-democrático, a unidade de ação, apropriados tão somente para períodos revolucionários ou de atuação na clandestinidade do Partido Comunista. O PCdoB tem uma rica experiência histórica na qual tanto sob ditaduras quanto sob governos democráticos regeu-se por este princípio e sob ele enfrentou com eficácia os desafios de ambas as situações. Baseado em sua própria história, o Par- Ao empreender esta atuação, o Partido a faz como integrante do governo e de sua base de sustentação política. Persegue este objetivo atuando dentro e fora do governo para que se tome realidade o programa de mudanças com o qual o presidente Lula se elegeu. Todavia, na medida em que sua bancada de parlamentares apresentou-se dividida, a autoridade do Partido, tanto em relação às demais agremiações partidárias que formam a base aliada, quanto ao próprio núcleo do governo, foi afetada visto que o Partido se apresentou com dois votos, dois discursos e duas políticas. Finalmente, quanto aos danos provocados, é inegável que este episódio negativo tem consumido energias preciosas do coletivo que poderiam estar sendo canalizadas ao forte movimento de expansão e crescimento do Partido que, apesar do ocorrido, é uma realidade. Nos Estados a que pertencem os quatro parlamentares, com destaque para Minas Gerais e Rio de Janeiro, obviamente as tensões e sobretudo as perdas são maiores. Quando o cenlralismo democrático é desrespeitado, alinha política é seriamente prejudicada tido reafirmou o centralismo-democrático no boj o da denominada crise do socialismo, no início da década de 90, quando reacionários e os social-democratas no atã de dissolver ou alterar a essência dos partidos comunistas combatiam-no como um princípio arcaico e autoritário. Noutro plano, são errôneos os argumentos contidos nas defesas que subordinam o centralismo democrático a imperativos de compromissos outros acima do compromisso livre e conscientemente expresso de fidelidade à política, ao programa e às normas partidárias. Acatar estes argumentos seria conceder o privilégio a este e àquele para agir de modo diferente ao que decidiu o coletivo, o Partido; seria alçar o individuo acima do coletivo, de a minoria sobrepor-se à maioria; enfim, seria alterar a essência do Partido, seria empurrá-lo à vala comum dos partidos social-democratas ou burgueses, crivados de grupos e tendências, sob a regência de uma balbúrdia de posições políticas e mumeros centros de direção. Em suma inapto para liderar o projeto de emancipação dos trabalhadores. Não procede, também, no caso concreto, argüir que nesta reforma, por ser um tema complexo e controverso, deveria se flexibilizar a norma partidária. Ora, é exatamente para questões complexas e prenhes de divergências que se espera a eficácia do princípio. Com base na democracia, no debate coletivo, "a questão complexa" é desvendada, face a ela se fixa uma decisão e a unidade do Partido é assegurada.. Nas defesas, Sérgio Miranda, Jandira Feghali, Alice Portugal, reconheceram que desrespeitaram o centralismo democrático, que violaram a decisão do Comitê Central acerca do voto do Partido sobre o relatório da reforma da Previdência. Todavia este auto-reconhecimento da infração cometida deu-se em cada defesa apresentada com conteúdos e gradações diferenciadas, embora todas tenham recorrido a um rol de considerações que buscam minimizar o ato de indisciplina cometido, como também seu significado e conseqüências. Já a defesa de Afonso Gil é omissa ao tema, apenas diz que suas convicções políticas o levaram a assumir "a posição questionada como dissidente". Tal omissão desnudou-se com a atitude intempestiva do referido deputado em comunicar, pela imprensa em 11 de setembro, sua desfiliação ao PCdoB, para ser candidato por outra agremiação. Para enfrentar o poderio das classes dominantes é imperativo que os oprimidos estejam unidos em seu pal1ido Sobre as divergências políticas Quanto à divergência política que motivou a ruptura com a unidade partidária, não cabe neste processo de instrução instaurar um debate sobre este universo. A rigor, embora ele prossiga, o debate já aconteceu. Durante mais de três meses, o conjunto da militância, inclusive, os quatro parlamentares em questão, participaram de um extenso e frutífero debate que resultou na resolução "Um novo tempo para o Partido, buscar o êxito do governo Lula na consecução de um projeto democrático, nacional-desenvolvimetista", da 9" Conferência Nacional. Sob o crivo concreto da vida política do país, a linha traçada pela Conferência tem se revelado acertada. O Partido sob suas diretrizes está a conhecer uma expansão e um crescimento significativos. Isto por si só já contesta a visão negativista contida nas defesas, sobretudo nas de autoria de Sérgio Miranda e Jandira Feghali, acerca do governo Lula e suas perspectivas e das relações dos comunistas com este governo. Quanto ao voto do PCdoB na reforma da Previdência, motivação específica do voto dissidente, na segunda parte desta instrução já estão expostas no fundamental as justificativas do voto decidido no Comitê Cen-

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