METODOLOGIA DA PESQUISA APLICADA AO DIREITO COM ÊNFASE NA ELABORAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO

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1 FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA - FAIT - METODOLOGIA DA PESQUISA APLICADA AO DIREITO COM ÊNFASE NA ELABORAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO Profa. MSC. Renata Domingues de Oliveira ITAPEVA/SP 2011

2 2 FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA - FAIT - METODOLOGIA DA PESQUISA APLICADA AO DIREITO COM ÊNFASE NA ELABORAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO Profa. MSC. Renata Domingues de Oliveira Apostila elaborada para auxiliar os alunos do Curso de Direito a elaborar artigos científicos. ITAPEVA/SP 2011

3 3 Pesquisar é acordar para o mundo Marcelo Lamy -

4 4 SUMÁRIO INTRODUÇÃO PRINCÍPIOS GERAIS DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA A ESCOLHA DO TEMA DA PESQUISA PROJETOS DE PESQUISA TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO, MONOGRAFIAS, DISSERTAÇÕES E TESES ARTIGOS CIENTÍFICOS 5.1. Conceito A elaboração do artigo científico O esqueleto provisório A pesquisa bibliográfica Leitura e fichamento dos textos A redação do artigo científico Considerações iniciais Os elementos A formatação e a estrutura As citações As referências Bibliográficas REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 26

5 5 INTRODUÇÃO Ao longo de nossa experiência como docente, percebemos que muitos estudantes de Direito, da graduação e da pós-graduação, e até mesmo professores, encontram ou encontraram dificuldades na elaboração de trabalhos científicos. Os livros existentes no mercado trazem metodologias diversas, as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) mudam quase que a cada ano, sem contar que, grande parte das Instituições de Ensino e Revistas Científicas têm suas próprias normas. Essa falta de coesão dificulta, e muito, a redação dos trabalhos acadêmicos. Foi pensando nisso que resolvemos desenvolver a presente Apostila. Para tanto, começamos pelos Princípios Gerais da Produção Científica, onde a intenção foi a de trazer aos alunos as bases para o desenvolvimento de um trabalho científico. Em seguida, buscamos dar uma noção geral da elaboração de Fichamentos, Resumos, Resenhas, Revisões Bibliográficas, Projetos de Pesquisa, Trabalhos de Conclusão de Curso, Monografias e Teses. E, por fim, o objeto central deste trabalho: a elaboração do artigo científico. Nossa preocupação foi a de apresentar as normas técnicas exigidas pela FAIT/ACITA, de maneira didática, com exemplos, de forma a minimizar as dúvidas de como produzir um artigo científico na área do Direito.

6 6 1- PRINCÍPIOS GERAIS DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA Qualquer trabalho científico, seja um artigo, um trabalho de conclusão de curso (TCC), uma monografia ou uma tese, precisa apresentar algumas características para ser considerado como tal. Segundo o mestre Israel Belo de Azevedo (1999. p. 22): (...) um estudo é realmente científico quando: 1. discute idéias e fatos relevantes relacionados a um determinado assunto (...); 2. o assunto tratado é reconhecível e claro (...); 3. tem alguma utilidade, seja para a ciência, seja para a comunidade; 4. demonstra, por parte do autor, o domínio do assunto escolhido e capacidade de sistematização, recriação e crítica do material coletado; 5. diz algo que ainda não foi dito; 6. indica com clareza os procedimentos utilizados (...); 7. fornece elementos que permitam verificar (...) as conclusões a que chegou; 8. documenta com rigor os dados fornecidos (...); 9. a comunicação de dados é organizada de modo lógico (...); 10. é redigido de modo gramaticalmente correto, estilisticamente agradável, fraseologicamente claro e terminologicamente preciso. Podemos afirmar, portanto, que um trabalho que não traga um assunto relevante e útil, que seja obscuro, mal redigido, que não observe as normas de elaboração, não poderá ser considerado um trabalho científico. Assim é que, toda produção científica deve se pautar em princípios, que muitas vezes não são exigidos pelas Instituições explicitamente; mas, justamente, por se tratarem de trabalhos científicos, estes devem ser elaborados com base em algumas normas basilares da comunicação, ainda que implícitas. Azevedo afirma que, na produção de um texto científico, devem ser seguidos aqueles princípios que lhe confiram clareza, concisão, coerência, correção e precisão (op.cit., p. 23). Ou seja, o trabalho deve ser claro, afinal que contribuição científica ele trará se não permitir ao leitor a sua compreensão? Deve também, ser preciso, exato, contundente, o autor precisa expor suas idéias em poucas palavras, ir direto ao assunto, para que não corra o risco de se perder em frases e parágrafos muito longos. Além disso, o trabalho deve harmonioso, ter lógica, nexo entre os fatos e as idéias apresentadas; os capítulos ou partes devem guardar relação entre si. E, por

7 7 fim, o texto deve ser escrito corretamente, evitando-se jargões, gírias, expressões chulas... deve-se respeitar as regras do nosso português, especialmente a concordância verbal e nominal, a acentuação... Uma dúvida recorrente diz respeito à forma de tratamento que o autor deve adotar para se referir a si enquanto pesquisador, se seu texto deve ser produzido na primeira pessoa do singular ( eu entendo que... ), na primeira do plural ( nós entendemos que... ) ou se deve valer-se de expressões que tornem o texto impessoal ( entende-se que... ). Pois bem, como toda produção científica deve ter um caráter formal e impessoal, deve-se evitar que sua construção seja feita na primeira pessoa do singular (cf. NUNES, Luiz Antonio p. 69). E ainda, frise-se, ao eleger uma ou outra forma de tratamento, o autor deve adotá-la até o fim do trabalho. Na área jurídica, o autor deve dar especial atenção aos termos técnicos, para que não sejam utilizados com sentidos trocados ou sem precisão adequada; por exemplo, trocar seqüestro por rapto, furto por roubo, decisão judicial por parecer, etc... Em se tratando, de termos técnicos raros e não muito conhecidos no mundo jurídico, o autor deve ter o cuidado de apresentar seu conceito. É claro que, se forem termos usuais na área forense, não haverá a necessidade de tal conceituação. Assim, quando o pesquisador escrever lei federal, apelação, cônjuge, etc, não precisará definir tais termos (cf. NUNES, op. cit., p. 68). De muita utilidade são os dez conselhos práticos que Azevedo (op.cit., p ) nos dá para a elaboração de um bom trabalho científico: 1. (...) Não alongue as frases com o uso abusivo de o qual, cujo e gerúndios. (...) 2. Encadeie as frases e os parágrafos logicamente (...). 3. Evite apelar para generalizações (como a maioria acha, todos sabem ). 4. Evite repetir palavras, especialmente verbos e substantivos. Use sinônimos. (...) 5. Evite modismos lingüísticos (como em nível de, colocação, Gadotti vai dizer que, etc.). (...). 6. Evite as redundâncias (como os alunos são a razão de ser da Escola Prof. Pegado. (...). 7. Abstenha-se de superlativos, aumentativos, diminutivos e adjetivos em demasia. (...). 8. Faça poucas citações diretas; opte por reescrevê-las, creditando-as aos seus autores. (...). 9. Use as notas de rodapé para definições e informações que, embora sucessivas, acabam truncando por demais o texto. (...). 10. Lembre-se que você está escrevendo para um leitor real. (...).

8 8 Seguindo tais conselhos, certamente o pesquisador logrará êxito na sua produção. Porém, ressaltamos que, para elaborar um bom trabalho científico, antes de qualquer coisa é necessário ler, e ler muito. É impossível escrever bem sem ler bem. O bom pesquisador é aquele que tem gosto pela leitura, pelos livros e autores. E aí surge a questão do tempo, ou melhor, da falta de tempo. À você leitor, que lançou mão de frases do tipo Não tenho tempo para leitura, deixamos uma passagem extraída da obra do francês Daniel Pennac: O tempo para ler é sempre um tempo roubado. (Tanto como o tempo para escrever, aliás, ou o tempo para amar.) Roubado a quê? Digamos, à obrigação de viver. É sem dúvida por essa razão que se encontra no metrô símbolo refletido da dita obrigação a maior biblioteca do mundo. O tempo para ler, como o tempo para amar, dilata o tempo para viver. Se tivéssemos que olhar o amor do ponto de vista de nosso tempo disponível, quem se arriscaria? Quem é que tem tempo para se enamorar? E, no entanto, alguém já viu um enamorado que não tenha tempo para amar? Eu nunca tive tempo para ler, mas nada, jamais, pôde me impedir de terminar um romance de que eu gostasse. A leitura não depende da organização do tempo social, ela é, como o amor, uma maneira de ser (1993, p ). Fica a dica então: que o pesquisador encare sua pesquisa como algo prazeroso e não como um fardo, que seja como um romance (Título da obra de Pennac).

9 9 2- A ESCOLHA DO TEMA DA PESQUISA A fixação do tema da pesquisa é o primeiro passo a ser dado numa produção científica. Podemos elencar algumas regras para a escolha do tema (cf. NUNES, op. cit., p. 5-14): - Escolha um tema do seu interesse: produções científicas desmotivadas, são, geralmente, pobres e monótonas e o investigador sem inspiração assemelha-se mais a um autônomo repetidor que a um criador (e a produção científica é criação!) - Defina claramente o tema: É importante, também, ter uma visão geral do tema, o que se dá pela leitura prévia de textos já escritos sobre o assunto tratado ou pelo menos o conhecimento antecipado propiciado por aulas, seminários e palestras assistidas. É interessante que o pesquisador, antes de tomar o tema como definitivo, procure livros que tratem do assunto a fim de ter certeza da escolha. - O tema pode ser conhecido ou não: o pesquisador também pode optar por um tema justamente por não o conhecer ou conhecê-lo de maneira insuficiente. Mesmo assim, a leitura prévia de textos é necessária. - Limite o tema: O assunto a ser tratado na pesquisa deve estar limitado, reduzido. O tema levado ao máximo de redução permite uma concentração da pesquisa e um aprofundamento de seu conteúdo. Por exemplo: o tema Atualidades no Processo Civil. O que se entende por atual? Aquilo que é recente apenas? E o que significa recente? Um mês ou um ano? Seria atualidades sobre todo o processo civil ou apenas uma parte dele? Trata-se da legislação processual ou das novas posições da jurisprudência a respeito? O tema é indefinido. Então, decide-se pelo tema A reforma do CPC brasileiro de 2005 e Contudo, ao examinar o conteúdo de tal reforma, verifica-se que as alterações introduzidas pelas diversas leis que foram editadas trouxeram profundas alterações ao sistema processual. O tema está definido, mas é muito extenso. A solução, no caso, seria escolher um dos assuntos dentro da reforma e elegê-lo como tema. Por exemplo, O Recurso do Agravo ou melhor ainda O Recurso do 1 Lei , de 19/10/2005, Lei , de 22/12/2005, Lei de 6/12/2006, Lei , de 19/12/2006.

10 10 Agravo após as mudanças introduzidas pela Lei /05. Agora sim, o tema está bem delimitado. - Problematize o tema: tornar um assunto problemático é colocá-lo em dúvida, transformando-o num problema. Utilizando o exemplo acima: quais as mudanças trazidas ao recurso de agravo pela Lei /05? Pode-se afirmar que tais mudanças agilizaram o trâmite dos processos? O número de agravos de instrumentos interpostos diminuiu? A restrição ao agravo de instrumento viola o princípio do Duplo Grau de Jurisdição? Como nossos tribunais vêm se manifestando a respeito do tema?... - As fontes de consulta devem estar disponíveis: é preciso certificar-se antes de se decidir pelo assunto, da existência de fontes de consulta que estejam ao seu alcance. O pesquisador não precisa desistir de temas desconhecidos, tampouco precisa escolher tema batidos. Ele deve descobrir se existem livros suficientes nas bibliotecas que pretende freqüentar. Se se tratar de pesquisa de campo (p. ex., entrevista com pessoas ou visitas a determinados locais como presídios, parlamentos, tribunais...) recomenda-se antes verificar a possibilidade de fazê-la. - O tema, afinal, não precisa ser definitivo: pode acontecer do pesquisador iniciar seu trabalho de pesquisa, mas algum tempo depois, chegar à conclusão de que o tema não é bem aquele. Não há qualquer problema, desde que as variações não comprometam o trabalho como um todo e desde que haja tempo para pesquisar mais. Por exemplo, o tema inicial era As promoções enganosas no comércio varejista brasileiro, mas o pesquisador começa a encontrar dificuldade em achar exemplos de casos concretos, entretanto, durante a pesquisa, encontrou exemplos de publicidade enganosa praticada por construtoras de imóveis. Ora, ele pode mudar o tema para A publicidade enganosa praticada na venda de imóveis no Brasil, a base jurídico-doutrinária é a mesma, o que mudaria seriam os casos reais e as decisões judiciais citadas no trabalho.

11 11 3- PROJETOS DE PESQUISA Antes de iniciar a pesquisa, o pesquisador deve, primeiramente, elaborar o seu projeto. Este consiste no planejamento de diversas etapas a serem seguidas e na definição da metodologia a ser empregada ao longo da pesquisa (AZEVEDO, op. cit., p. 40). Em geral, um projeto de pesquisa deve conter, entre outros, os seguintes elementos: - Delimitação do tema: deve-se definir o campo do conhecimento a que pertence o assunto, bem como o lugar que ocupa no tempo e no espaço. Por exemplo: O controle concentrado de constitucionalidade à luz da Constituição Federal de 1988 campo do conhecimento (Controle de Constitucionalidade - Direito Constitucional), local (Brasil), tempo (à partir de 1988). Já o tema O controle de constitucionalidade está mal delimitado pois só define o campo do conhecimento, e ainda de forma muito abrangente. - Justificativa do tema: deve-se destacar a importância do assunto, sua relevância tanto acadêmica quanto social. E ainda, é necessário mostrar a viabilidade da pesquisa e as razões que levaram o pesquisador a escolher tal tema. Azevedo (op.cit., p ), ensina que a justificativa deve ser redigida a partir das seguintes perguntas: * o que esta pesquisa pode acrescentar à ciência onde se inscreve? (relevância científica) * que benefício poderá trazer à comunidade com a divulgação do trabalho? (relevância social) * o que levou o pesquisador a se inclinar e, por fim, escolher, por este tema? (interesse) * em termos gerais, quais são as possibilidades concretas de esta pesquisa vir a se realizar (viabilidade) - Metodologia da pesquisa: deve-se indicar o método a ser empregado para investigar o problema, esclarecendo o tipo de pesquisa a ser adotado (de campo, bibliográfica, etc...), os possíveis (ex. munícipes de Itapeva), onde (ex. nas ruas de Itapeva) e quando (ex. durante o ano de 2011).

12 12 - Fontes para a pesquisa: deve-se indicar o tipo de material a ser utilizado na pesquisa, se fontes primárias ou secundárias, se bibliográficas ou testemunhais, por exemplo. E, também, as razões de suas escolhas e a forma como serão utilizadas. - Problemas e hipóteses da pesquisa: problemas são as perguntas que a pesquisa pretende responder. Hipóteses são as respostas provisórias, ou seja, anteriores à pesquisa, que o pesquisador oferece. O resultado pode confirmá-las ou negá-las. - Procedimentos na coleta e análise dos dados: deve-se informar como será organizado, lido e interpretado o material coletado; e, ainda, como este será utilizado no trabalho final. - Plano preliminar: nada mais é do que um sumário provisório, com capítulos e itens a serem desenvolvidos na pesquisa. - Aspectos operacionais: deve-se indicar os recursos técnicos e materiais, a previsão de custos (orçamento), o cronograma (calendário mês a mês, semana a semana, com as respectivas atividades a serem desenvolvidas)... - Referências bibliográficas: deve-se relacionar as fontes utilizadas na elaboração do projeto. Há instituições que exigem antes do Projeto (ou em substituição a este), um Anteprojeto da Pesquisa, que é um documento uma pouco mais simplificado. De acordo com as normas da FAIT/ACITA (<http://www.fait.edu.br/principal/index.php?option=com_content&task=view&id=70&i temid=52>. Acesso em 07 mai. 2010), os anteprojetos devem seguir o seguinte roteiro: 1 CAPA Instituição: Título do Anteprojeto: Autor: Local e data de apresentação: 2 FOLHA DE ROSTO Instituição: Título do Anteprojeto: Autor: Orientador: Temática de Investigação: Curso de Graduação: Local e data de apresentação:

13 13 3 INTRODUÇÃO Escrever as principais idéias (essência e natureza problema de pesquisa, objetivo principal, hipótese, uma síntese da metodologia), não ultrapassando 10 linhas. Acrescentar ao final três a cinco palavras-chave. 4 APRESENTAÇÃO DO PROBLEMA DE PESQUISA Indicar o que pretende pesquisar, especificando o problema a ser investigado, formulando-o com clareza, explicitando a sua relação com a temática de investigação. 5 JUSTIFICATIVA ASSOCIADA AOS PRESSUPOSTOS TEÓRICOS Apresentar os motivos geradores do problema a ser investigado, mostrando o porquê da opção pelo tema e a sua relevância. Redigir o texto com pressupostos teóricos que sustentarão a Pesquisa. 6 OBJETIVOS Explicitar os objetivos a serem alcançados com a Pesquisa. 7 METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO Indicar como pretende investigar o problema, esclarecendo: o tipo de pesquisa a ser adotado, os prováveis sujeitos, onde (espaço) e quando (cronograma). 8 REFERÊNCIAS Indicar as leituras realizadas que constam no referencial teórico do Anteprojeto de Pesquisa. O site da FAIT disponibiliza o modelo do anteprojeto, basta acessar: <www.fait.edu.br> e clicar no link NUPES.

14 14 4- TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO, MONOGRAFIAS, DISSERTAÇÕES E TESES Não é objeto do presente trabalho explicar como se elabora um TCC, uma Monografia, uma Dissertação de Mestrado ou uma Tese de Doutorado, apenas daremos algumas informações básicas sobre tais espécies de trabalhos científicos. - Trabalho de Conclusão de Curso (TCC): é o trabalho científico exigido para conclusão de cursos de graduação. É o mesmo que Monografia. -Monografia: mono=único, ou seja, é o trabalho científico que tem por objeto um único assunto ou tema (cf. ALVARENGA, p. 11). É exigência para conclusão de cursos de graduação e pós-gradução ( lato sensu ). Há basicamente três tipos de Monografia (cf. NUNES, op.cit., p ): a) Monografia de compilação: consiste na exposição do pensamento dos vários autores que escreveram sobre o tema escolhido. O pesquisador deve apresentar um panorama das várias posições, de maneira clara e didática e, também, deve dar sua opinião sobre os pontos relevantes, bem como suas conclusões. Na área jurídica, é recomendável que se inclua também jurisprudência sobre o assunto pesquisado. b) Monografia de pesquisa de campo: a pesquisa se realiza pela observação dos fatos ou pela indagação das pessoas envolvidas e interessadas no tema objeto do estudo. Após a elaboração do trabalho de campo, cabe ao investigador organizar o material colhido para, então, desenvolver o aspecto teórico da pesquisa. c) Monografia científica: é a pesquisa que diz algo que ainda não foi dito, ou que contesta alguma posição anterior. O pesquisador formula um problema, apresenta as hipóteses através das quais pretende solucioná-lo, diz como a investigação se desenvolverá (se pesquisa bibliográfica, de campo...) e como pretenderá comprovar as hipóteses. Ao final da investigação irá concluir pela solução ou não do problema levantado. - Dissertação: é o trabalho científico exigido para conclusão de cursos de mestrado (Cf. AZEVEDO, op. cit., p. 50). É semelhante à monografia científica, porém sua

15 15 elaboração segue parâmetros mais rigorosos, e o tema é mais aprofundado; inclusive, no caso da área jurídica, exige-se a inclusão do Direito comparado. - Tese: é o trabalho científico exigido para conclusão de cursos de doutorado (Cf. AZEVEDO, op. cit., p. 50). Assemelha-se à dissertação, porém exige-se originalidade.

16 16 5- ARTIGOS CIENTÍFICOS 5.1. Conceito É um texto escrito para ser publicado numa revista especializada e tem o objetivo de comunicar os dados de uma pesquisa (...) (AZEVEDO, op. cit., p. 82). Em geral, o artigo pode ser : a) original, quando traz assuntos inéditos; b) de revisão, quando aborda, analisa ou resume informações já publicadas. (cf. Acesso em 09 mai. 2010). Consistem em publicações mais sintéticas que os livros, com uma abordagem mais enxuta do tema em questão. Por isso, o artigo científico não é extenso, possui entre 5 a 10 laudas. Dependendo da área do conhecimento e da natureza do estudo, encontram-se artigos priorizando a divulgação de: a) revisão bibliográfica de um tema A revisão bibliográfica, também denominada Revisão de Literatura, é uma compilação crítica e retrospectiva em torno de determinado assunto em várias obras. Seu objetivo é sintetizar o estatuto em discussão de determinado tema, como aparecem nestes livros, e também dialogar com seus autores. (AZEVEDO, op. cit.,p. 28). Exige análise crítica do material coletado. Os trabalhos científicos na área do Direito basicamente se resumem a revisões bibliográficas, são menos freqüentes os trabalhos que trazem pesquisa de campo, experimentos, etc, como ocorre na área das ciências biológicas, por exemplo. b) resumo crítico de uma obra: é uma redação técnica que avalia de forma sintética uma obra científica ou literária. Quando publicado é chamado de resenha. 2 2 Tal texto, em linhas gerais, deve seguir o seguinte roteiro: Introdução, Desenvolvimento e Crítica (cf. AZEVEDO, op. cit., p e <http://www.ucb.br/prg/comsocial/cceh/ normasorganinforesumo.htm>). A introdução deve ser breve (em torno de 10 a 20% da extensão total da resenha), o pesquisador deve contextualizar o assunto de que trata a obra e sua relevância. No desenvolvimento, deve-se buscar resumir o conteúdo da obra, indicando quais as idéias principais do autor, qual a posição defendida pelo autor com relação à problemática do tema e quais os argumentos centrais e complementares utilizados pelo autor para defender sua posição. O desenvolvimento deve ocupar entre 60 e 70% da extensão total da resenha. E, por fim, resta apresentar a sua opinião sobre o assunto. Tal análise é, em síntese, a capacidade de relacionar os elementos do texto lido com outros textos, autores e idéias sobre o tema em questão, contextualizando o texto que está sendo analisado. E ainda, uma avaliação da qualidade do texto, quanto à sua coerência, validade, originalidade, profundidade, alcance, etc. Em relação aos aspectos formais da resenha esta deve apresentar: a) título (diferente do título da obra resenhada) ao alto, no centro; b) dados da obra, ao alto, à direita; c) redação direta sem entretítulos. Deve ainda, conter capa e folha-de-rosto.

17 17 c) relato de caso ou experiência (profissional, comunitária, educacional, etc.) pessoal e/ou de um grupo d) procedimentos e resultados de uma pesquisa científica (de campo) Neste caso, o artigo é chamado de comunicação científica. e) informações sobre determinada tecnologia Neste caso, o artigo é chamado de comunicação técnica. Ex. software 5.2. A elaboração do artigo científico O esqueleto provisório Após a escolha e delimitação do tema, inicia-se a fase de pesquisa para elaboração do artigo científico. Recomendamos a feitura de um sumário prévio, ou seja, antes da redação do texto, antes mesmo da pesquisa bibliográfica, é de grande utilidade a elaboração de um esqueleto, que serve como guia de orientação para o pesquisador, um roteiro do caminho a ser seguido. (cf. NUNES, op. cit., p. 28). Com base nos sumários das obras consultadas, o investigador poderá montar o seu próprio sumário. À partir daí, irá desenvolver a redação do artigo na mesma ordem do esqueleto A pesquisa bibliográfica Com o esqueleto pronto, chega-se à fase da preparação da bibliografia. O pesquisador deve começar com uma bibliografia mínima, construída à partir dos livros que consultou para decidir-se pelo tema e mediante a anotação da própria bibliografia que é apresentada nesses livros (NUNES, op. cit., p. 28). Com essa bibliografia mínima já é possível engrossar bastante a relação de títulos e autores. Verificando que a bibliografia que possui ainda não é suficiente para desenvolver toda o artigo, o investigador deve continuar a pesquisa bibliográfica. Esta pode ser feita pelo nome do autor ou pelo tema. Pode-se, ainda, buscar obras a partir de certas palavras-chave escolhidas previamente, bem como de outras que surgirão dessa própria busca. Para pesquisa de jurisprudência, o pesquisador deve adotar o mesmo critério, fazendo a busca nos sites dos tribunais, em revistas especializadas, em

18 18 livros de jurisprudência, etc. Encontrada uma decisão que traga a palavra-chave escolhida, é prudente fazer a leitura da Ementa (resumo da decisão) para verificar se o assunto tratado diz respeito realmente ao assunto que se está pesquisando, pois nem sempre isso ocorre. Pois bem, feita a pesquisa, resta ao pesquisador selecionar a bibliografia que será de fato utilizada. Para isso, é necessário que se faça uma ligeira leitura de cada obra para decidir se aquele texto serve ou não. Feita tal seleção, está completa a fase de coleta da bibliografia ; o que não impede que, no momento da redação do artigo, outros livros e textos venham a surgir e o pesquisador, sem dúvida, poderá incluí-los também no seu trabalho (cf. NUNES, op. cit., p. 39). Coletada a bibliografia, o pesquisador poderá, se a biblioteca permitir, levar os livros emprestados. Poderá, também, tirar cópias das obras; neste caso, deve-se pedir cópia, além do capítulo específico, da folha de rosto e da folha contendo a ficha e o índice para catálogo sistemático, do sumário, das referências bibliográficas, da introdução e da conclusão (se houver). Outra opção, e que é recomendada, é adquirir as obras que serão mais utilizadas para a elaboração. Essa aquisição pode ser feita em livrarias e também em sebos, onde é possível adquirir livros a preços reduzidos. Em se tratando de pesquisa feita na internet, recomenda-se imprimir uma cópia das obras ou salvá-las no computador, em CD, pendrive... para posterior consulta Leitura e fichamento dos textos Outra recomendação que fazemos é que, uma vez coletada a bibliografia, o pesquisador deve ler cada obra. Primeiramente, faz-se uma leitura superficial, a fim de conhecer o conteúdo da obra, em seguida deve ser feita uma leitura minuciosa, grifando com caneta os pontos mais importantes. É importante ter em mãos um dicionário, a fim de esclarecer o significado das palavras estranhas ao pesquisador encontradas no texto lido. Feita essa leitura minuciosa, é hora de passar ao FICHAMENTO. Fichar é anotar, é listar as partes mais importantes do texto ou da obra e copiá-las numa ficha (daí o nome Fichamento ) ou numa folha à parte ou mesmo digitá-las no computador. Diferentemente do Resumo, essa transcrição deve ser literal ( ipsis

19 19 litteris ), ou seja, exatamente como o autor do texto escreveu (se for um capítulo todo, ou um livro todo, deverão ser transcritos os títulos dos capítulos e subcapítulos (se houver), assinalando entre parênteses a página. O Fichamento deve ser conciso e logicamente estruturado. Em relação aos aspectos formais do fichamento este deve apresentar: a) dados da obra, ao alto, à direita; b) transcrição. Se necessário, deve ainda, conter capa e folha-de-rosto. Uma outra opção que o pesquisador tem é parafrasear a obra, ou seja, em vez da copiar o trecho ao pé da letra, ele mesmo elabora uma redação com suas próprias palavras. Nada mais é do que um RESUMO. Resumir é apresentar de forma breve, concisa e seletiva um certo conteúdo. Isto significa reduzir a termos breves e precisos a parte essencial de um tema Segundo orientações da Universidade Católica de Brasília (<http://www.ucb.br/prg/comsocial/cceh/normasorganinforesumo.htm. Acesso em: 23 mar. 2010), em geral um bom resumo deve ser: - Breve e conciso: no resumo de um texto, por exemplo, devemos deixar de lado os exemplos dados pelo autor, detalhes e dados secundários; - Pessoal: um resumo deve ser sempre feito com suas próprias palavras. Ele é o resultado da sua leitura de um texto; 3 - Logicamente estruturado: um resumo não é apenas um apanhado de frases soltas. Ele deve trazer as idéias centrais (o argumento) daquilo que se está resumindo. Assim, as idéias devem ser apresentadas em ordem lógica, ou seja, como tendo uma relação entre elas. O texto do resumo deve ser compreensível A redação do artigo científico Considerações iniciais Tendo sido cumpridas as etapas anteriores, é hora de redigir o artigo. Mas, nada impede que durante a redação faça-se nova pesquisa, atualize-se dados... o importante é começar a escrever o quanto antes. Não existe uma fórmula de como escrever um trabalho científico, mas pode-se apontar algumas qualidades que uma investigação científica deve ter 3 Neste caso recomenda-se ter em mãos um dicionário de sinônimos e antônimos, que ajudará na construção das frases, do conjunto das palavras, de maneira diferente da escrita pelo autor.

20 20 (AZEVEDO, op. cit., p ): - Delimitação precisa - Relevância Temática - Fundamentação teórica - Clareza dos procedimentos - Rigor documental - Organização lógica - Estilo apurado. Cada artigo, cada trabalho, traz a marca de seu escritor. Mas, em relação aos trabalhos científicos existem normas que devem ser seguidas. São as normas gerais da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT) e ainda, as normas específicas de cada Instituição ou Revista Especializada. A FAIT possui um documento intitulado Normas da Faculdade / ACITA para elaboração de projetos de pesquisa, monografias e trabalhos acadêmicos dos cursos de graduação da FAIT que fica disponível aos interessados na Biblioteca e no site da FAIT link NUPES. No mesmo link também encontramos o documento Normas para Apresentação de Trabalhos Científicos, que traz os elementos que deve conter um artigo científico e a forma como este deve ser estruturado Os elementos De acordo com as Normas de Apresentação de Trabalhos Científicos da FAIT/ACITA, no caso de revisões de literatura (mais comuns na área do Direito), relatos de caso, comunicações científicas e comunicações técnicas, os textos poderão ser divididos nas seções: TÍTULO, AUTOR, PROCEDÊNCIA DO AUTOR, RESUMO, ABSTRACT, INTRODUÇÃO, CONTEÚDO, CONCLUSÕES E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. 4 5 Independentemente da natureza do artigo, o conceito de tais elementos é o mesmo, vejamos: - RESUMO: É um Resumo indicativo (ou descritivo), apenas indica os pontos principais de um texto, sem detalhar aspectos como exemplos, dados qualitativos ou quantitativos, etc. Deve ser elaborado após o artigo estar totalmente pronto. 4 Ainda, segundo as normas da FAIT/ACITA, quando a pesquisa trouxer experimentos (pouco comum na área do Direito), o artigo científico deverá ser divido nas seções principais: TÍTULO, AUTOR, PROCEDÊNCIA DO AUTOR, RESUMO, ABSTRACT, INTRODUÇÃO, MATERIAL E MÉTODOS, RESULTADOS E DISCUSSÃO, CONCLUSÕES E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. 5 Quando o artigo traz a seção MATERIAL E MÉTODOS, o pesquisador deve indicar como a pesquisa foi realizada, ou seja, se foi estudado um determinado grupo/sujeito/amostra, que tipos de dados foram buscados, onde e como tais dados foram coletados, por quem foram coletados, o procedimento utilizado para análise dos dados, etc. (cf. Normas da Faculdade / ACITA... p. 10/11). Quando o artigo traz a seção RESULTADOS E DISCUSSÃO, o pesquisador deve apresentar os resultados da pesquisa de forma clara, podendo, inclusive, utilizar gráficos, tabelas... com os dados estatísticos e resultados das análises feitas. É na discussão que tais dados são analisados, interpretados, criticados e comparados com os já existentes sobre o assunto na literatura citada; são discutidas suas possíveis implicações, significados e razões para concordância ou discordância com outros autores. (Normas da Faculdade / ACITA... p. 11).

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