Resolução nº 061, de 10 de julho de 2015.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Resolução nº 061, de 10 de julho de 2015."

Transcrição

1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Conselho Superior Resolução nº 061, de 10 de julho de A Presidente do Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul - IFRS, considerando o que foi deliberado na reunião deste Conselho realizada em 28/04/2015 no Câmpus Bento Gonçalves, e no uso de suas atribuições, RESOLVE: Art. 1º Aprovar o Projeto Pedagógico do Curso de Mestrado Profissional em Educação, a ser ofertado pelo Câmpus Sertão do IFRS que passa a vigorar em 2016, condicionado à aprovação da CAPES, conforme documento em anexo. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor nesta data. Cláudia Schiedeck Soares de Souza Presidente do Conselho Superior

2 2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL - CÂMPUS SERTÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO (PPGESertão) CURSO DE MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO Aprovado pelo Conselho Superior, conforme Resolução n. 061, de 10 de julho de Sertão (RS), 06 de abril de 2015.

3 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL - CÂMPUS SERTÃO Reitora: Cláudia Schiedeck Soares de Souza Pró-Reitores de Pesquisa e Inovação Júlio Xandro Heck Pró-Reitor Diretor do Câmpus: Lenir Antonio Hannecker Telefone: Coordenador de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação do Câmpus Rosilene Rodrigues Kaizer Perin Telefone: Endereço: Rodovia RS 135, Km 25 Distrito Eng. Luiz Englert Sertão, RS CEP: Site: Área do Plano: Ciências humanas Habilitação: Mestre em Educação Modalidade profissional Carga Horária Total: 450 horas Comissão Elaboradora do Projeto Pedagógico: Profª. Dra. Ana Sara Castaman - IFRS - Câmpus Sertão Prof. Dr. Josimar de Aparecido Vieira - Câmpus Sertão Profª Dra. Roberta Pasqualli - IFSC - Câmpus Chapecó

4 4 Dados de Identificação Denominação do Curso: Mestrado em Educação Área de Conhecimento: Tipo: ( ) Mestrado Acadêmico ( x ) Mestrado Profissional ( ) Doutorado Modalidade: ( x ) presencial ( ) a distância Local de Oferta: Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Câmpus Sertão Turno de Funcionamento: integral Nº de vagas: 20 (vinte) Periodicidade de oferta: anual Data de oferta da primeira turma: março de 2016 Vínculo com curso de Graduação: ( X ) sim. Qual: Ciências Agrícolas, Formação Pedagógica de Docentes para a Educação Básica Profissional e Pedagogia (a ser implantado) ( ) Não Carga Horária Total: 450 horas Tempo de integralização: Mínima de 12 (doze) meses, 2 (dois) semestres e máxima de 24 (vinte e quatro) meses, 4 (quatro) semestres. Coordenador do Curso Nome: Josimar de Aparecido Vieira

5 5 CPF: Data de vinculação: 30 de outubro de 2009 Regime de Trabalho: 40 (quarenta) horas semanais, com Dedicação Exclusiva e lotação no Câmpus Sertão. Tipo de vínculo: Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, na área de Pedagogia Titulação: Doutor em Educação Mantenedora: Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul

6 6 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO CARACTERIZAÇÃO DO CÂMPUS JUSTICATIVA Contextualização institucional e inserção regional Justificativa da proposta OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos específicos PERFIL DO PROFISSIONAL EGRESSO PERFIL DO CURSO (ÁREAS DO CONHECIMENTO, ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO E LINHAS DE PESQUISA) Áreas do conhecimento Áreas de concentração Linhas de pesquisa REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DE FORMAÇÃO REQUISITOS DE INGRESSO FREQUÊNCIA MÍNIMA OBRIGATÓRIA PRESSUPOSTOS DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA Disciplinas obrigatórias Disciplinas optativas... 37

7 7 13 QUADRO DE DOCENTES E TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS Docentes permanentes Docentes colaboradores Técnicos administrativos CORPO DOCENTE Dados, vínculo e titulação do docente Experiência Docente PRODUÇÃO CIENTÍFICA DOS DOCENTES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PRODUÇÃO CIENTÍFICA DOS DOCENTES DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO 16 PROJETOS DE PESQUISA TRABALHO FINAL DE CURSO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO Avaliação Externa Avaliação Interna INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E BIBLIOTECA Área física Biblioteca Laboratórios de Informática Outros laboratórios Núcleos de Apoio Infraestrutura de Uso Exclusivo do Curso CERTIFICADOS E DIPLOMAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

8 8 24 DOCUMENTOS REFERÊNCIAS

9 9 1 APRESENTAÇÃO Este projeto político-pedagógico do Curso de Mestrado Profissional em Educação, a ser oferecido pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) Câmpus Sertão foi elaborado com base num diagnóstico realizado junto à comunidade regional, bem como no acúmulo de discussões em torno do processo de formação de professores manifestada nos últimos anos e nas novas demandas educacionais decorrentes de profundas transformações nos processos de trabalho em geral e a partir das constantes alterações surgidas nos últimos anos no sistema educacional brasileiro. Refletindo criticamente sobre esses fatores, e partindo do princípio de que um projeto pedagógico de um curso não se traduz somente em um desenho curricular em si, mas implica em projetar uma dinâmica para o curso, os professores que possuem formação na área da educação (com titulação em doutorado em educação) e que desenvolvem atividades de ensino, pesquisa e extensão no IFRS, assim como professores com igual formação e titulação convidados do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense (IFC) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul RioGrandense (IFSul) decidiram que seria o momento adequado para a realização desta tarefa, incorporando experiências, reflexões, criações e entendimentos que foram construídos em práticas pedagógicas desenvolvidas por cada um desses professores envolvidos. Aliado a esta dimensão, dados de pesquisa realizada na região pelo IFRS Câmpus Sertão indicam este curso como o mais esperado pela comunidade regional. Este projeto apresenta um conjunto de diretrizes e estratégias que orientam a prática pedagógica do Curso de Mestrado Profissional em Educação que possui área de concentração direcionada para a Formação de Professores para a Educação Básica e Profissional. Aborda a concepção do curso assim como características desejadas do egresso e os componentes curriculares que serão oferecidos, os referenciais que orientam a construção e implementação do curso e a metodologia a ser adotada. Constitui-se como um posicionamento institucional frente à realidade e o desenvolvimento da área de conhecimento (educação) a que o curso está vinculado. Diante desses posicionamentos, este documento passa a ser um instrumento que tem a finalidade de projetar o Curso de Mestrado em Educação com área de concentração em Formação de Professores para a Educação Básica e Profissional, a ser oferecido pelo IFRS Câmpus Sertão, apresentando elementos teórico-metodológicos refletidos de forma crítica, orientados por diferentes olhares e produzidos por meio de sínteses de ideias sistematizadas. Isto foi possível graças à preocupação em se recriar práticas educativas e

10 10 em estudar teorias que ajudam a entender e a fundamentar o que se está fazendo e pensando sobre a formação de professores que atuam na educação básica e profissional. Espera-se que este projeto possa ter sentido para as ações educativas que se desencadearão no Curso de Mestrado em Educação, visando formar mestres em educação que, enquanto cidadãos e profissionais, consigam lidar com a dinâmica das relações sociais-político-econômicas e culturais presentes no seu espaço imediato contextualizadas no âmbito global, valorizando assim, a melhoria qualitativa da ação pedagógica em si e, consequentemente contribuindo para a formação de cidadãos capazes de intervir no processo histórico, tornando-se sujeitos efetivos de suas escolhas e dos rumos da coletividade. Como todos os projetos político-pedagógico produzidos, este também carrega em si a provisoriedade do tempo histórico em que está surgindo. O momento atual está exigindo reflexões permanentes das práticas realizadas, tornando-as mais desafiadoras e complexas. Os cursos de formação de professores precisam estar atentos para as tarefas que lhes cabem neste processo de fortalecimento da construção prática e cotidiana da sociedade da justiça social e da dignidade humana. É nesse sentido e com esse objetivo que apresentamos o presente projeto.

11 11 2 CARACTERIZAÇÃO DO IFRS CÂMPUS SERTÃO O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS), com sede no município de Bento Gonçalves, Estado do Rio Grande do Sul, foi criado pela Lei de 29 de dezembro de 2008 que instituiu, no total, 38 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Por força de lei, o IFRS é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Goza de prerrogativas com autonomia administrativa, patrimonial, financeira, didático-científica e disciplinar. Pertence à Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica. Em sua criação, o IFRS se estruturou a partir da união de três autarquias federais: o Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) de Bento Gonçalves, a Escola Agrotécnica Federal de Sertão e a Escola Técnica Federal de Canoas. Logo após, incorporaram-se ao instituto dois estabelecimentos vinculados a Universidades Federais: a Escola Técnica Federal da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e o Colégio Técnico Industrial Prof. Mário Alquati, de Rio Grande. No decorrer do processo, foram federalizadas unidades de ensino técnico nos municípios de Farroupilha, Feliz e Ibirubá e criados os Câmpus de Caxias, Erechim, Osório e Restinga. Atualmente, o IFRS é constituído de dezessete Câmpus. Na constituição do presente projeto, os Câmpus Bento Gonçalves, Canoas, Caxias, Erechim, Farroupilha, Feliz, Ibirubá, Osório, Porto Alegre, Restinga, Rio Grande e Sertão se encontram em pleno funcionamento e em expansão. Já os Câmpus Alvorada, Rolante, Vacaria, Veranópolis e Viamão estão sendo implantados. Esses Câmpus propõem valorizar a educação em todos os seus níveis, formas e modalidades, contribuir para com o desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extensão, oportunizar de forma mais expressiva as possibilidades de acesso à educação gratuita e de qualidade e fomentar o atendimento a demandas localizadas, com atenção especial às camadas sociais que carecem de oportunidades de formação e de incentivo à inserção no mundo do trabalho. O IFRS tem autonomia didático-pedagógica para oferecer educação profissional técnica de nível médio para concluintes do ensino fundamental, do ensino médio e para o público da educação de jovens e adultos. Também pode oferecer cursos de formação inicial e continuada para trabalhadores, proporcionando capacitação, aperfeiçoamento, atualização e especialização em todos os níveis de escolaridade. Além disso, pode oferecer cursos superiores de tecnologia, licenciaturas, bacharelados, programas especiais de formação pedagógica, bem como cursos de pós-graduação lato e stricto sensu.

12 12 Nos últimos anos, os atuais Câmpus do IFRS vem direcionando seus recursos e otimizando suas infraestruturas, tornando possível a expansão de matrículas, a implantação de turnos noturnos e a diversificação de oferecimento de cursos, sempre procurando se inserir com critérios de qualidade em suas regiões de abrangência, atendendo à sua missão, que é a de promover a educação profissional e tecnológica gratuita e de qualidade, em todos os níveis, formas e modalidades, através da articulação entre ensino, pesquisa e extensão, para formação humanista, crítica e emancipadora de profissionais comprometidos com o desenvolvimento sustentável da região. Neste contexto, o atual Câmpus Sertão possui uma trajetória de educação profissional que se iniciou no ano de Criado pela Lei n 3.215, de 19 de julho de 1957, com a denominação de Escola Agrícola de Passo Fundo, o Câmpus iniciou seu efetivo funcionamento no ano de Através do Decreto Lei n , de 13 de fevereiro de 1964, passou a denominar-se Ginásio Agrícola de Passo Fundo, com localização em Passo Fundo (RS), subordinado à Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinária, ligada ao Ministério da Agricultura. Pelo Decreto n , de 19 de maio de 1967 a instituição foi transferida, juntamente com outros órgãos de Ensino, para o Ministério da Educação e Cultura. O Decreto n , de 25 de janeiro de 1968, autorizou o Ginásio Agrícola de Passo Fundo a funcionar como Colégio Agrícola. A denominação Colégio Agrícola de Sertão foi estabelecida pelo Decreto n , de 09 de abril de A partir de então ficou sob a coordenação da Coordenação Nacional de Ensino Agrícola - COAGRI - durante o período de 1973 até Pelo Decreto n , de 04 de setembro de 1979 passou a denominar-se Escola Agrotécnica Federal de Sertão, subordinada à Secretaria de Educação de 1 e 2 Graus do Ministério da Educação e Cultura. Obteve declaração da regularidade de estudos pela Portaria nº 081, de 06 de setembro de 1980, da Secretaria do Ensino de 1º e 2º Graus, do Ministério da Educação e Cultura. A Lei Federal n 8.731, de 16 de novembro de 1993 transformou a Escola Agrotécnica Federal de Sertão em autarquia Federal, com autonomia administrativa e pedagógica. A Lei nº , que cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia no dia 29 de dezembro de 2008, transformou a antiga Escola Agrotécnica Federal de Sertão em Câmpus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul. Nesta condição adquiriu autonomia para criar e extinguir cursos, tanto na área do ensino médio como superior, nas diferentes formas e modalidades. O Câmpus Sertão está situado no Distrito de Engenheiro Luiz Englert, município de Sertão, a 25 quilômetros da cidade de Passo Fundo, região Norte do Estado do Rio Grande do Sul. Integrado ao plano de expansão da educação profissional desempenha função

13 13 relevante na cooperação para o desenvolvimento sócio-econômico regional, especialmente em regiões em que predominam as pequenas e médias propriedades rurais. São 52 anos de história de formação de técnicos em agropecuária, agroindústria, comércio, manutenção e suporte de informática assim como tecnólogos e licenciados na área de recursos naturais que estão contribuindo para o desenvolvimento regional através da inserção no mundo do trabalho. Componente da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, o IFRS - Câmpus Sertão faz parte do Plano de Expansão do Governo Federal que surgiu, conforme Ministério da Educação e Cultura, enquanto instrumento de política voltado para as 'classes desprovidas', se configurando hoje como importante estrutura para que todas as pessoas tenham acesso às conquistas científicas e tecnológicas. Com o anseio de oferecer prestação de serviço, desenvolver novos produtos e processos para os setores da economia, O IFRS - Câmpus Sertão vem concentrando esforços no oferecimento de cursos e no desenvolvimento de pesquisas e atividades de extensão relacionados com a área de recursos naturais. Atualmente, o IFRS - Câmpus Sertão oferece os seguintes cursos: Técnico em Agropecuária, nas formas integrado e subsequente ao Ensino Médio; o curso Técnico em Manutenção e Suporte em Informática na forma de concomitância externa ao Ensino Médio; o curso Técnico em Comércio na forma de concomitância externa ao Ensino Médio e na modalidade PROEJA. Oferece os seguintes cursos superiores: Tecnologia em Agronegócio, Tecnologia em Análise de Desenvolvimento de Sistemas, Tecnologia em Gestão Ambiental, Tecnologia em Alimentos, Bacharelado em Agronomia e Zootecnia e Licenciatura em Ciências Agrícolas. Oferece ainda o Curso de Formação Pedagógica de Docentes para a Educação Básica e Profissional e o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Teorias e Metodologias da Educação. Contando com uma área de 237 hectares, o IFRS - Câmpus Sertão mantém setores de produção nas seguintes áreas: Agricultura (Culturas Anuais, Fruticultura, Silvicultura e Olericultura); Zootecnia (Bovinocultura de corte e leite, Ovinocultura, Suinocultura, Apicultura, Piscicultura e Avicultura); Agroindústria e Unidade de Beneficiamento de Sementes, constituindo laboratórios para prática profissional, atividades pedagógicas e produção de matéria-prima para o processo agroindustrial. Além disso, conta atualmente com modernos laboratórios, destacando-se: Laboratório de Defesa Sanitária Vegetal, Laboratório de Análise e Tratamento de Água e Efluentes, Laboratório de Manejo de Água e Solo, Ateliê de Artes, Laboratórios de Informática (cinco laboratórios), Laboratório de Anatomia Animal, Laboratório de Processos de Separação, Laboratório de Análise Sensorial, Laboratório de Microscopia Vegetal e Animal, Laboratório de Histologia, Parasitologia e Zoologia, Núcleo de Experimentação e Estudos Analíticos, Laboratório de

14 14 Desenho Técnico, Laboratório de Cultura de Tecidos e Citogenética Vegetal, Centro de Análise de Alimentos, Laboratório de Física, Laboratório de Educação Matemática (em implantação), Laboratório de Idiomas (em implantação, Laboratório de Ensino (em implantação), Laboratório de Análise de Sementes (em implantação), Laboratório de Química (em implantação), Laboratório de Construções Rurais e Desenho e Topografia (em implantação) e Biotério (em implantação).

15 15 3 JUSTIFICATIVA 3.1 Contextualização institucional e inserção regional Como instituição social com especificidade educativa, a escola do Século XXI, diante das transformações políticas, econômicas, sociais e culturais do mundo contemporâneo, vem sendo convidada a repensar seu papel educativo peculiar, de modo a oferecer respostas às demandas originadas pelas constates mudanças tecnológicas. A característica marcante deste momento são as transformações técnico científicas que desencadeiam aceleradas transformações sociais, diminuindo e/ou substituindo significativamente o trabalho humano. A revolução tecnológica atinge proporções mundiais, porém alcança de maneira diversa os países centrais e periféricos, impondo desafios de implementação de políticas econômicas e sociais, dentre elas as políticas educacionais, consideradas como essenciais à organização e estabilidade mundiais. Nesta direção, o Brasil tem adotado um sistema de ampliação da educação profissional, seja por intermédio da expansão de Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, seja pela subvenção pública de vagas nas instituições privadas. A manutenção das funções do Estado nas áreas básicas, especialmente na manutenção de uma educação pública de qualidade como fator de desenvolvimento e crescimento econômico, continua sendo uma luta constante da classe trabalhadora e de setores progressistas da sociedade. Embora hoje sejam estabelecidas parcerias com a sociedade civil e terceiro setor, o Estado continua possuindo um papel relevante na oferta de educação, sua manutenção e planejamento, como uma possibilidade de inserção na sociedade global e formação humana. Diante deste contexto geral, surge o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul IFRS que vem demonstrando o quanto é indispensável sua atuação, decorrente da inserção regional exercida pelos seus Câmpus. Criado em 29 de dezembro de 2008, pela lei , que instituiu, no total, 38 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, o IFRS é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Goza de prerrogativas com autonomia administrativa, patrimonial, financeira, didático-científica e disciplinar. Pertence à Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica. Atualmente o IFRS possui 17 câmpus: Bento Gonçalves, Canoas, Caxias do Sul, Erechim, Farroupilha, Feliz, Ibirubá, Osório, Porto Alegre, Restinga (Porto Alegre), Rio Grande e Sertão e, em processo de implantação: Alvorada, Rolante, Vacaria, Veranópolis e Viamão. A Reitoria é sediada em Bento Gonçalves.

16 16 Essas unidades atuam em áreas distintas como agropecuária, de serviços, área industrial, vitivinicultura, turismo e outras. Buscam valorizar a educação em todos os seus níveis, contribuir para com o desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extensão, oportunizar de forma mais expressiva as possibilidades de acesso à educação gratuita e de qualidade e fomentar o atendimento a demandas localizadas, com atenção especial às camadas sociais que carecem de oportunidades de formação e de incentivo à inserção no mundo produtivo. O Câmpus Sertão, integrado ao plano de expansão da educação profissional, desempenha função relevante na cooperação para o desenvolvimento sócio-econômico da região Norte do Rio Grande do Sul. São cinco décadas de história na formação de técnicos em agropecuária com mais de alunos que se inserem ao mundo do trabalho. Atualmente, além da formação de Técnicos em Agropecuária, Técnicos em Comércio e Técnicos em Manutenção e Suporte de Informática, o Câmpus Sertão está formando tecnólogos em Agronegócio, Gestão Ambiental, Alimentos e em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, bacharéis em Agronomia e Zootecnia e licenciados em Ciências Agrícolas e Formação Pedagógica de Docentes nas diferentes áreas de atuação profissional. Além desses profissionais, desde o ano de 2014, vem formando especialistas em Teorias e Metodologias da Educação. Formando esses profissionais, o Câmpus Sertão vem se constituindo historicamente de forma marcante junto à comunidade regional, desempenhando papel importante no atendimento de demandas da região, através atividades de ensino, pesquisa e extensão que desenvolve e das parcerias que mantém com municípios da região, empresas, cooperativas e outras instituições de ensino como Universidades e Sindicatos. No que diz respeito à área de formação de professores, o Câmpus Sertão tem procurado estabelecer parcerias com as redes de ensino, destacando-se as redes municipais dos municípios vizinhos do Câmpus e a rede estadual, especialmente com a 7ª e 14ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) e Secretarias Municipais da Educação. Nessas parcerias, o Câmpus desenvolveu projetos de extensão pelo PROEXT Programa de Extensão Universitária, através do Programa de Estudos e Assessoria em Educação Básica, que ofereceu formação continuada aos professores dos municípios de Água Santa, Ipiranga do Sul e Pontão. Esta atividade foi realizada pelos professores e estudantes dos cursos superiores, especialmente os do curso de Formação Pedagógica de Docentes da Educação Básica e Profissional e da Licenciatura em Ciências Agrícolas. Também desenvolve atividades relacionadas ao PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - com escolas localizadas em Sertão, Lagoa Vermelha e Coxilha, onde participam alunos dos cursos de licenciaturas já citados anteriormente.

17 17 Outro programa que vem sendo desenvolvido é o PRODOCÊNCIA - Programa de Consolidação das Licenciaturas -, que é uma ação da Capes que tem por finalidade o fomento à inovação e à elevação da qualidade dos cursos de formação para o magistério da Educação Básica, na perspectiva de valorização da carreira docente. Dele participam 40 alunos dos cursos de Formação Pedagógica de Docentes da Educação Básica e Profissional e Licenciatura em Ciências Agrícolas. Essas parcerias têm demonstrado que os profissionais que atuam nas escolas expressam a necessidade de formação continuada, pois embora a maioria seja graduada, a profissão tem exigido cada vez mais capacitação e atualização pedagógica. Noutra direção, considerando que a média nacional do IDEB é de 5,0 e a do estado do Rio Grande de Sul é 5,1 para os anos iniciais do ensino fundamental e a média nacional para os anos finais dessa etapa da escolaridade é 4,1, igual à do Rio Grande do Sul, percebe-se que, na região, há vários municípios que tem IDEB superior à média nacional, enquanto que outros se encontram abaixo desse patamar. Diante desse quadro acredita-se que a oferta de um Curso de Mestrado em Educação pelo IFRS Câmpus Sertão poderá contribuir significativamente para melhorar a qualidade de ensino oferecida nas escolas de região de abrangência do Câmpus Sertão. O IFRS, como instituição de educação profissional, não pode dedicar-se a um único campo do saber. Entretanto, no momento de implantação dessa nova instituição de ensino, é preciso destacar sua potencialidade na formação de professores, devido ao número de licenciaturas distribuídas em seus campi, contribuindo significativamente para a formação de professores para atuação na educação básica. Se os indicadores de produção científica e tecnológica evidenciam a necessidade de investimentos nessas áreas como possibilidade de desenvolvimento socioeconômico, não se pode perceber como menos relevante o investimento em formação de professores para atuarem na educação básica, a que diversos câmpus do IFRS se dedicam e que pode ser incrementada em qualidade. Para isso, o Câmpus Sertão, renovando seu compromisso e responsabilidade social com os processos educativos e com a formação de professores em sua área de abrangência, vem se debruçando nas mais diversas formas de intervenção, assumindo a formação inicial e a atualização permanente de professores como uma de suas principais tarefas. Como formas de intervenção, oferece curso de licenciatura, de Programa de Formação Pedagógica, de eventos de formação continuada como cursos e seminários e o presente Projeto Pedagógico do Curso de Mestrado Profissional em Educação. Com esse exercício, sente-se mobilizado a debater os novos referenciais de educação e suas

18 18 implicações educativas e sócio-educativos, no cotidiano local, regional e porque não, no contexto nacional. A ousadia trazida no exercício desta proposição remete o compromisso do Câmpus às inúmeras transformações inerentes aos processos e níveis de ensino, e em consequência, no mundo de trabalho e no perfil dos professores. O Câmpus Sertão acredita que é papel dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia contribuir com a formação inicial e continuada de professores e, além disso, fomentar a pesquisa que contribui para forjar a crítica e a reflexão acerca dos processos metodológicos, visando romper com uma tradição de formação que historicamente reduziu o docente a um conjunto de técnicas e competências, passíveis de controle. Parte-se do pressuposto que o conhecimento teórico se nutre também da experiência decorrente da interlocução teoria e prática, pois o ato de teorizar, o ato de compreender exige fundamentalmente algo que interpele, que mova, que ocorra. Neste plano, acredita-se que a reflexão é possível. Assim, o conhecimento científico, se concebido como possibilidade de diálogo com a experiência de outros seres humanos, se torna menos pretensioso. Nessa perspectiva, este Curso de Mestrado Profissional em Educação objetiva proporcionar a reflexão e a produção, decorrente daquilo que a própria natureza dos processos pedagógicos: a relação teoria e prática, na medida em que cabe a ela não apenas proporcionar novas situações educativas, mas tão importante quanto, pensar sobre elas, aprender com elas, aprofundando, desta forma, o conhecimento da realidade, necessário à sua transformação. 3.2 Justificativa da proposta O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Câmpus Sertão tenciona suas atividades educativas por princípios 1 filosóficos e pedagógicos que promovam [...] a conexão teoria-prática num movimento [...] em que as condições objetivas e subjetivas das circunstâncias histórico-sociais são consideradas na proposição e no desenvolvimento da prática pedagógica (Rays, 1996,, p. 44). Com este propósito, busca proporcionar uma formação profissional sólida, onde a inter-relação entre o humano e o técnico-científico seja sua marca fundamental. Esse princípio leva o IFRS Câmpus Sertão a estruturar seus cursos de forma a promover a formação de profissionais comprometidos com a realidade sociocultural, conjugando o 1 Princípios podem ser entendidos como algumas ideias, convicções, formulações que fundamentam o trabalho educativo.

19 19 senso crítico-criativo e reflexivo, tendo em vista a apropriação, reelaboração e produção do saber, com base no avanço da ciência e no conhecimento crítico da realidade. Em se tratando dos cursos de formação (inicial e continuada) de professores, no IFRS Cãmpus Sertão acredita-se que o professor formado sob essas condições estará consciente de suas limitações e devidamente preparado para superá-las, de forma individual e coletiva, no sentido de construir um projeto de vida pessoal e profissional centrado nos problemas reais da sociedade. Nesta direção, o Curso de Mestrado Profissional em Educação do IFRS Câmpus Sertão pretende contribuir com o desenvolvimento socioeconômico da comunidade regional do norte do Rio Grande do Sul e da região Sul, a partir do reconhecimento de um público historicamente colocado à margem do oferecimento de cursos gratuitos voltados para a formação de professores, da pesquisa aplicada destinada à elevação da qualidade da educação básica e profissional e da democratização do conhecimento, considerando a comunidade em todas as suas representações. Deve ainda significar aos seus estudantes não apenas a oportunidade de uma assimilação crítica do conhecimento, mas, ao mesmo tempo, a oportunidade de conhecer e dominar metodologias investigativas apropriadas para o conhecimento da realidade maior e da área de conhecimento em estudo, visando o entendimento correlacionado entre ambas e a produção do conhecimento, ou seja, compreender o mundo sociocultural onde ocorrem suas práticas sociais, estudando suas transformações e criando mecanismos de intervenção nessa realidade. Este projeto centra seu propósito em valorizar metodologias formativas capazes de desenvolver nos estudantes a cultura investigativa, necessária ao mundo atual, e o desenvolvimento de posturas indispensáveis para avançar frente ao desconhecido. O princípio orientador desta proposta baseia-se na compreensão de que toda a aprendizagem e todo o ensino devem partir da realidade, sem, contudo, tomar caminho para o localismo. O macro e o micro, passado e presente, bem como sua projeção precisam estar constantemente sendo articulados. A viabilização desta proposta/projeto, a um só tempo pedagógica e científica, que se deseja desenvolver simultaneamente a teoria e a prática, o ensino, a pesquisa e a extensão, assim como a flexibilidade que um curso de formação de professores da educação básica e profissional exige na atualidade, face à diversidade sociocultural do mundo educacional e do mundo social, a necessidade que o currículo do projeto em questão contenha, em sua dinâmica metodológica, componentes curriculares que venham a implementar concretamente suas intenções.

20 20 4 OBJETIVOS 4.1 Objetivo Geral Formar professores para a educação básica e profissional por meio da reflexão teórica, política e educacional e de aprofundamentos teórico-metodológicos gerais e específicos na perspectiva de criar condições para a melhoria da educação e nela, as práticas pedagógicas. 4.2 Objetivos Específicos a) Compreender o caráter plural, dialético e crítico da realidade da educação básica e profissional, por meio da pesquisa aplicada às práticas pedagógicas; b) Analisar a realidade da educação básica e profissional nas suas relações histórico-culturais e da atuação docente nessa realidade, contribuindo para a compreensão dos problemas educacionais, numa perspectiva de inovação e transformação social; c) Investigar processos educativos oriundos de ações coletivas ou movimentos sociais e suas interfaces com o Estado ou políticas da educação básica e profissional; d) Sinalizar alternativas didático-metodológicas que possam contribuir para tornar as práticas pedagógicas da educação básica e profissional mais consistentes e inclusivas, ressignificando o processo ensino-aprendizagem; e) Promover o desenvolvimento de pesquisa em educação, para que a atitude investigativa favoreça o processo contínuo de construção do conhecimento relacionado com a educação básica e profissional; f) Analisar diferentes saberes implicados na formação do professor da educação básica e profissional na direção de oferecer-lhe uma formação teórico-metodológica crítica; g) Possibilitar o acesso e apropriação de conhecimentos teórico-metodológicos relacionados com a educação básica e profissional, incentivando a produção, o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento crítico-reflexivo.

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Com a finalidade de otimizar o processo de elaboração e avaliação dos Projetos Pedagógicos do Cursos (PPC), sugere-se que os itens a seguir sejam

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO

REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO REFLEXÕES ACERCA DO PAPEL DO PEDAGOGO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: ARTICULANDO OS SABERES DO DOCENTE E DO PEDAGOGO BACHETI, Luciane Serrate Pacheco, FERNANDES, Márcia Alessandra de Souza, SILVA, Maria Izabel

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

ANEXO III. Regulamentação da Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrado na Modalidade Educação de Jovens e Adultos. Capítulo I Da admissão

ANEXO III. Regulamentação da Educação Profissional Técnica de Nível Médio Integrado na Modalidade Educação de Jovens e Adultos. Capítulo I Da admissão ANEXO III ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA SERTÃO PERNANBUCANO Resolução nº 031/2010 De 30 de setembro de 2010 Regulamentação da Educação Profissional Técnica

Leia mais

X Encontro Nacional de Escolas de Governo

X Encontro Nacional de Escolas de Governo X Encontro Nacional de Escolas de Governo Painel Cursos de pós-graduação nas escolas de governo A experiência da Enap na oferta de cursos de pós-graduação lato sensu Carmen Izabel Gatto e Maria Stela Reis

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO MARANHÃO-IESMA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO-UNISULMA NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO

INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO MARANHÃO-IESMA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO-UNISULMA NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO MARANHÃO-IESMA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO-UNISULMA NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Especialização em Metodologia do Ensino Superior Imperatriz

Leia mais

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO ESTÁGIO DOCENTE Ato educativo supervisionado realizado no contexto do trabalho docente que objetiva a formação de educandos que estejam regularmente frequentando cursos e/ou programas de formação de professores

Leia mais

Plano de Ensino Docente

Plano de Ensino Docente Plano de Ensino Docente IDENTIFICAÇÃO CURSO: Licenciatura em Matemática FORMA/GRAU: ( ) integrado ( ) subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado (x) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE: ( x ) Presencial

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico Ingressantes em 2007 Dados: Sigla: Licenciatura em Educação Física Área: Biológicas

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA PPGE / UCB REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA.

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA PPGE / UCB REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA. UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA PPGE / UCB REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Brasília-DF CAPÍTULO I Das Disposições Iniciais Art. 1º. O presente

Leia mais

CONSELHO UNIVERSITÁRIO

CONSELHO UNIVERSITÁRIO P R O P O S T A D E P A R E C E R CONSELHO UNIVERSITÁRIO PROCESS0 Nº: 007/2014 ASSUNTO: Proposta de texto Construção de Políticas e Práticas de Educação a Distância a ser incluído no Plano de Desenvolvimento

Leia mais

Plano de Ensino Docente

Plano de Ensino Docente Plano de Ensino Docente IDENTIFICAÇÃO CURSO: Licenciatura em Matemática FORMA/GRAU: ( ) integrado ( ) subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado (x) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE: ( x ) Presencial

Leia mais

Documento orientador de um curso que traduz as políticas acadêmicas institucionais

Documento orientador de um curso que traduz as políticas acadêmicas institucionais Documento orientador de um curso que traduz as políticas acadêmicas institucionais Construção coletiva a partir das experiências, coordenada pelo Colegiado do Curso de Graduação (art. 34 do Regimento Geral

Leia mais

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO

UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO UNIARA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ARARAQUARA MESTRADO PROFISSIONAL EM EDUCAÇÃO: PROCESSOS DE ENSINO, GESTÃO E INOVAÇÃO REGULAMENTO SUMÁRIO TÍTULO I - APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA... 1 TÍTULO II - DOS OBJETIVOS...

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 PRÓ-REITORIA DE ENSINO/IFMG/SETEC/MEC, DE 05 DE JUNHO DE 2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 PRÓ-REITORIA DE ENSINO/IFMG/SETEC/MEC, DE 05 DE JUNHO DE 2012. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS PRÓ-REITORIA DE ENSINO Av. Professor Mario Werneck, nº 2590,

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 239, DE 2012

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 239, DE 2012 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 239, DE 2012 O CONGRESSO NACIONAL decreta: Altera a Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, que institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES PARECER CNE/CES 1.302/2001 - HOMOLOGADO Despacho do Ministro em 4/3/2002, publicado no Diário Oficial da União de 5/3/2002, Seção 1, p. 15. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO:

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 62-CEPE/UNICENTRO, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2014. Aprova o Curso de Especialização em Gestão Escolar, modalidade regular, da UNICENTRO. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO:

Leia mais

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Resumo Gabriel Mathias Carneiro Leão1 - IFPR, UFPR Rosane de Fátima Batista Teixeira2 - IFPR Grupo de Trabalho Cultura, Currículo e Saberes

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Paraná Programa de Pós-Graduação em Educação- Mestrado Linha de Pesquisa Teoria e Prática Pedagógica na Formação de Professores FORMAÇÃO CONTINUADA NOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO Secretaria de Estado da Educação Estado do Paraná Núcleo Regional de Educação de União da Vitória COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio Rua Presidente Kennedy, 200 Fone: (42) 3552

Leia mais

AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 1. FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 1. FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL GLOSSÁRIO EDUCAÇÃO PROFISSIONAL SENAC DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RIO DE JANEIRO NOVEMBRO/2009 AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Ações educativas destinadas ao desenvolvimento de competências necessárias

Leia mais

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área;

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n. 66/ 2012 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Computação, Licenciatura

Leia mais

Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada

Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada Regulamento dos Cursos da Diretoria de Educação Continuada Art. 1º Os Cursos ofertados pela Diretoria de Educação Continuada da Universidade Nove de Julho UNINOVE regem-se pela legislação vigente, pelo

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

Diretrizes Curriculares Nacionais e com a Legislação Interna, tendo como princípio a compreensão da informática em suas bases epistemológicas de

Diretrizes Curriculares Nacionais e com a Legislação Interna, tendo como princípio a compreensão da informática em suas bases epistemológicas de RESOLUÇÃO Nº 014/2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Informática, da Escola Superior de Tecnologia, da Universidade do Estado do Amazonas. O REITOR, EM EXERCÍCIO, DA UNIVERSIDADE

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014 A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 006 E 014 Resumo Eduardo Marcomini UNINTER 1 Ligia Lobo de Assis UNINTER Grupo de Trabalho Políticas

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR

DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UTFPR APROVADO PELA RESOLUÇÃO

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Introdução à Pedagogia Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º 1 - Ementa (sumário, resumo) A disciplina se constitui como

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Portaria nº 808, de 8 de junho de 00. Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. O MINISTRO DE

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Teoria e Planejamento Curricular I Carga Horária Semestral: 40 horas Semestre do Curso: 5º 1 - Ementa (sumário, resumo) Currículo:

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU R E G I M E N T O G E R A L PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Regimento Geral PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Este texto foi elaborado com as contribuições de um colegiado de representantes da Unidades Técnico-científicas,

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social O Projeto pedagógico do Curso de Serviço Social do Pólo Universitário de Rio das Ostras sua direção social, seus objetivos, suas diretrizes, princípios,

Leia mais

principalmente na UFES (três), na UFSCar (dois) e a UERJ (dois). Em 2005 a produção tem ápice com doze estudos em diferentes universidades.

principalmente na UFES (três), na UFSCar (dois) e a UERJ (dois). Em 2005 a produção tem ápice com doze estudos em diferentes universidades. A PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL/INCLUSÃO ESCOLAR NA PERSPECTIVA DA PESQUISA-AÇÃO: REFLEXÕES A PARTIR DE SEUS CONTEXTOS Mariangela Lima de Almeida UFES Agência Financiadora: FAPES Num contexto

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT Dispõe sobre a Implantação do Ensino Fundamental para Nove Anos de duração, no Sistema Estadual de Ensino de Mato Grosso, e dá outras providências. O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UBERABA MG INSTITUTO EDUCACIONAL GUILHERME DORÇA PRESIDENTE: LUIZ HUMBERTO DORÇA FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS DIRETOR

Leia mais

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO Sumário TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO I Da Caracterização do Curso... 3 CAPÍTULO

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 3º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 3º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Estrutura e Funcionamento da Educação Básica I Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 3º 1 - Ementa (sumário, resumo) Estudo

Leia mais

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO INTERNO E EXTERNO PARA PEDAGOGIA. N 2015/05 18 de NOVEMBRO A 10 DE DEZEMBRO

EDITAL DE PROCESSO SELETIVO INTERNO E EXTERNO PARA PEDAGOGIA. N 2015/05 18 de NOVEMBRO A 10 DE DEZEMBRO EDITAL DE PROCESSO SELETIVO INTERNO E EXTERNO PARA PEDAGOGIA N 2015/05 18 de NOVEMBRO A 10 DE DEZEMBRO Dispõe sobre o TESTE SELETIVO INTERNO E EXTERNO para PROFESSOR integrante da carreira docente das

Leia mais

2008-2020 BRASÍLIA / DF 2009 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ECONOMIA. Reg ECONOMIA.indd 1 6/9/2010 17:04:48

2008-2020 BRASÍLIA / DF 2009 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ECONOMIA. Reg ECONOMIA.indd 1 6/9/2010 17:04:48 2008-2020 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ECONOMIA BRASÍLIA / DF 2009 Reg ECONOMIA.indd 1 6/9/2010 17:04:48 Reg ECONOMIA.indd 2 6/9/2010 17:04:48 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

PPC. Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

PPC. Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC - PRÁTICAS PEDAGÓGICAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE ENSINO CENTRO DE REFERÊNCIA EM FORMAÇÃO E

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2015 2019. Capítulo 5 Organização Didático Pedagógica

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2015 2019. Capítulo 5 Organização Didático Pedagógica PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2015 2019 Capítulo 5 Organização Didático Pedagógica Florianópolis Dezembro 2014 CAPÍTULO 5...5.1 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA...5.1 5.1 INOVAÇÕES NOS PROCESSOS

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.755, DE 29 DE JANEIRO DE 2009. Institui a Política Nacional de Formação de Profissionais do Magistério da Educação Básica,

Leia mais

Ednei Nunes de Oliveira - Candidato a Diretor. Por uma EaD focada no aluno e na qualidade com inovação: crescer com justiça e humanização.

Ednei Nunes de Oliveira - Candidato a Diretor. Por uma EaD focada no aluno e na qualidade com inovação: crescer com justiça e humanização. PROGRAMA DE TRABALHO PARA O QUADRIÊNIO 2015-2019 DOS CANDIDATOS À DIREÇÃO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (EAD) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS Ednei Nunes de Oliveira - Candidato a Diretor

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/6/2009, Seção 1, Pág. 16.

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/6/2009, Seção 1, Pág. 16. PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/6/2009, Seção 1, Pág. 16. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Ministério da Saúde/Fundação Oswaldo Cruz

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. 1 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física,

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Planejamento e Avaliação da Educação Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 6º 1 - Ementa (sumário resumo) Aspectos históricos

Leia mais

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica Francisco Aparecido Cordão Conselheiro da Câmara de Educação Básica do CNE facordao@uol.com.br 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16

Leia mais

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Salvador, 21 de setembro de 2015 Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Nos dias 19, 20 e 21 de agosto de 2015 realizou-se no Hotel Vila Velha, em

Leia mais

Palavras-Chave: Formação de Professores, Institutos Federais, Curso de Pedagogia.

Palavras-Chave: Formação de Professores, Institutos Federais, Curso de Pedagogia. O PROCESSO FORMATIVO DO CURSO DE PEDAGOGIA NO CAMPUS PORTO ALEGRE DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL: APONTAMENTOS INICIAIS Josiane Carolina Soares Ramos do Amaral

Leia mais

Presidência da República

Presidência da República Página 1 de 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.095, DE 24 DE ABRIL DE 2007. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,

Leia mais

DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999.

DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999. DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999. Regulamenta a Lei 9.786, de 8 de fevereiro de 1999, que dispõe sobre o ensino no Exército Brasileiro e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS 1. EMENTA Paradigmas de Organização Escolar: pressupostos teóricos e práticos. Administração/gestão escolar: teorias e tendências atuais no Brasil. A escola concebida e organizada a partir das Diretrizes

Leia mais

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP São Paulo - SP - maio 2011 Rita Maria Lino Tarcia, Universidade Federal

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos da Ação Educativa em Espaços não Escolares Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 3º 1 - Ementa (sumário, resumo)

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC 1 PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC O PPC, Projeto Pedagógico de Curso, é o instrumento de concepção de ensino e aprendizagem de um curso e apresenta características de um projeto, no qual devem ser definidos

Leia mais

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 07/2010, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010

RESOLUÇÃO Nº 07/2010, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010 RESOLUÇÃO Nº 07/2010, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010 Normatiza a oferta de cursos a distância, em nível de graduação, sequenciais, tecnólogos, pós-graduação e extensão universitária ofertados pela Universidade

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. SEMESTRE ou ANO DA TURMA: 7º semestre

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. SEMESTRE ou ANO DA TURMA: 7º semestre EIXO TECNOLÓGICO: Ensino Superior Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Licenciatura em Matemática FORMA/GRAU: ( )integrado( )subsequente( )concomitante ( ) bacharelado (x)licenciatura( )tecnólogo MODALIDADE:

Leia mais

DA ESCOLA DE APRENDIZES ARTÍFICES AO IFAM: UM BREVE HISTÓRICO SOBRE O PROCESSO DE IFETIZAÇÃO NO AMAZONAS.

DA ESCOLA DE APRENDIZES ARTÍFICES AO IFAM: UM BREVE HISTÓRICO SOBRE O PROCESSO DE IFETIZAÇÃO NO AMAZONAS. DA ESCOLA DE APRENDIZES ARTÍFICES AO IFAM: UM BREVE HISTÓRICO SOBRE O PROCESSO DE IFETIZAÇÃO NO AMAZONAS. Martinho Correia Barros Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas martinho.correia@ifam.edu.br

Leia mais

PDI 2012-2016 Implementação da Instituição e Organização Acadêmica

PDI 2012-2016 Implementação da Instituição e Organização Acadêmica PDI 2012-2016 Implementação da Instituição e Organização Acadêmica Pró-Reitoria de Ensino do IFG Gilda Guimarães Dulcinéia de Castro Santana Goiânia_ 2012/1 1- PARÂMETROS LEGAIS LEI Nº 11.892, DE 29 DE

Leia mais

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares

CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares C M E CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NATAL/RN RESOLUÇÃO Nº 003/2011 CME Estabelece normas sobre a Estrutura, Funcionamento e Organização do trabalho pedagógico da Educação de Jovens e Adultos nas unidades

Leia mais

PARECER. Justificativa

PARECER. Justificativa Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás IFG - Campus Anápolis Departamento das Áreas Acadêmicas Parecer: Do:

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

Universidade Positivo Resolução n o 04 de 16/04/2010 Normas Acadêmicas do Stricto Sensu

Universidade Positivo Resolução n o 04 de 16/04/2010 Normas Acadêmicas do Stricto Sensu RESOLUÇÃO N o 04 de 16/04/2010 - CONSEPE Dispõe sobre as normas das atividades acadêmicas dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Positivo. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão,

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 09/07/2007

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 09/07/2007 PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 09/07/2007 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Rede Brasileira de Ensino à Distância

Leia mais

POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA

POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ME FACULDADE INTEGRADA DE SANTA MARIA PRELIMINARES POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA Santa Maria, RS Junho - 2010 1 SUMÁRIO 1. POLÍTICA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO... 1 2. POLÍTICAS DE ENSINO

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 3, DE 15 DE JUNHO DE 2010

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 3, DE 15 DE JUNHO DE 2010 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 3, DE 15 DE JUNHO DE 2010 Institui Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos nos aspectos relativos à duração dos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NORTE - RS PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO CIÊNCIAS BIOLÓGICAS LICENCIATURA PLENA ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS O Curso de Ciências Biológicas, através

Leia mais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais

TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Seção I Das Disposições Gerais TÍTULO V DOS NÍVEIS E DAS MODALIDADES DE EDUCAÇÃO E ENSINO CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO BÁSICA Seção I Das Disposições Gerais Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe

Leia mais

Edna Misseno Universidade Católica de Goiás ednamisseno@ucg.br. Rose Mary Almas de Carvalho Universidade Católica de Goiás rose.cead@ucg.

Edna Misseno Universidade Católica de Goiás ednamisseno@ucg.br. Rose Mary Almas de Carvalho Universidade Católica de Goiás rose.cead@ucg. CURSO DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS LIBRAS ON-LINE: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA Edna Misseno Universidade Católica de Goiás ednamisseno@ucg.br Rose Mary Almas de Carvalho Universidade Católica de Goiás

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA FORMAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização:

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Filosofia da Educação I Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 1º 1 - Ementa (sumário, resumo) Conceitos básicos: filosofia,

Leia mais

Coordenação de Pós-Graduação e Extensão. Legislação sobre cursos de Pós-graduação Lato Sensu e Credenciamento da FACEC

Coordenação de Pós-Graduação e Extensão. Legislação sobre cursos de Pós-graduação Lato Sensu e Credenciamento da FACEC Coordenação de Pós-Graduação e Extensão Legislação sobre cursos de Pós-graduação Lato Sensu e Credenciamento da FACEC Os cursos de especialização em nível de pós-graduação lato sensu presenciais (nos quais

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD A política de Educação a Distância EAD está claramente expressa em diversos documentos e regulamentos internos da instituição Regulamento do NEAD Os

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO ESCOLAR (Ênfase em Coordenação Pedagógica) PROJETO PEDAGÓGICO

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO ESCOLAR (Ênfase em Coordenação Pedagógica) PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO ESCOLAR (Ênfase em Coordenação Pedagógica) PROJETO PEDAGÓGICO Campo Limpo Paulista 2012 1 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM GESTÃO ESCOLAR Marcos Legais Resolução

Leia mais

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO A universidade vivencia, em seu cotidiano, situações de alto grau de complexidade que descortinam possibilidades, mas também limitações para suas

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 27/12/2011, Seção 1, Pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 27/12/2011, Seção 1, Pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 27/12/2011, Seção 1, Pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica

Leia mais

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 Do estágio curricular supervisionado A modalidade de Estágio Supervisionado é uma importante variável a ser considerada no contexto de perfil do egresso. A flexibilidade prevista

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso

Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso AUTO-AVALIAÇAO INSTITUCIONAL DO CURSO DE PEDAGOGIA FACED-UFAM / Professores Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso Objetivos do Curso 01 - Tenho conhecimento do Projeto Pedagógico do Curso.

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

No entanto, a compreensão e a implicação de ser docente envolve reflexões que necessitam cada vez mais de sentido e significado para que se possa

No entanto, a compreensão e a implicação de ser docente envolve reflexões que necessitam cada vez mais de sentido e significado para que se possa CONCEPÇÕES DE FORMAÇÃO/DOCÊNCIA DOS PROFESSORES DO CURSO DE FISIOTERAPIA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO *Hedioneia Maria Foletto Pivetta **Silvia Maria de Aguiar Isaia A educação superior vem passando

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: História da Educação (Regime a Distância) Edição Instituto de Educação da Universidade de

Leia mais

Formação pedagógica docente na Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física

Formação pedagógica docente na Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física Formação pedagógica docente na Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física Amanda Pires Chaves Universidade de Sorocaba, Sorocaba/SP e-mail: amanda.pireschaves@gmail.com Maura Maria Morita Vasconcellos

Leia mais