DASOFICINAS Ano da Oficina Verde CLIQUE! Sumário. Lexus com pintura auto regeneradora

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1 DASOFICINAS JORNAL JORNAL INDEPENDENTE DE PEÇAS, ACESSÓRIOS E EQUIPAMENTOS Director: João Vieira Ano VII Mensal 3 Euros Nº62 janeiro 2011 Lexus com pintura auto regeneradora A marca de automóveis de prestígio Lexus, passa a dispor de um sistema de pintura que consegue reparar por si e automaticamente pequenos riscos decorrentes da utilização diária normal do veículo. Para já, esta inovação será destinada ao topo de gama LS, tanto na versão LS 460 de propulsão convencional, como na versão híbrida LS 600h. O segredo está na composição da camada superficial da pintura, que possui simultaneamente alta densidade e grande elasticidade. São estas características que permitem que os riscos se reparem automaticamente, devolvendo ao carro o aspecto original. Sumário Página 02 Como gerir um blogue Página 06 Convenção da ANECRA Página 10 Garantias das peças Página 56 Equipamentos ambientais Página 63 Tecnologia Common Rail Página 70 Identificação da cor: Critério de qualidade crítico OFICINA VERDEAMBIENTE E SEGURANÇA 100% CAMPANHA JORNAL DAS OFICINAS Ano da Oficina Verde O Jornal das Oficinas elegeu 2011 como o ano da Oficina Verde. O compromisso para com o meio ambiente deve orientar a actividades das oficinas de reparação automóvel para a adopção de práticas e critérios de gestão rigorosos tendo em vista a optimização dos custos e do valor acrescentado. Assim deve ser a oficina ideal do século XXI, um lugar limpo, organizado e confortável (pag.04) PUB Estratégia comercial Sogefi O fabricante de filtros para automóvel Sogefi, vai fazer da marca PBR o seu cavalo de batalha para o mercado europeu, apresentando um catálogo básico e um posicionamento agressivo para esta marca. No que se refere à estratégia global de marcas, a Sogefi divide-as em duas categorias, sendo uma a "premium", na qual inclui as marcas Purflux, Fram e CoopersFiaam. Para estas marcas a estratégia passa por grande disponibilidade de códigos novos e gama ampla. Na segunda categoria, denominada basic", a Sogefi coloca a PBR. Produção automóvel nos 69,9 milhões Caso se confirme a previsão, foram construídos em 2010 perto de 70 milhões de automóveis, o que estabelece um novo recorde de produção, que supera o anterior máximo de A informação parte da consultora PricewaterhouseCoopers, para a qual o maior impulso na produção automóvel veio dos países do grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) e do Sudeste asiático. Nos EUA, Japão e Europa, a estagnação das vendas tem impedido o crescimento normal da produção automóvel e essa tendência deverá manter-se. TODA A ACTUALIDADE AO ALCANCE DE UM CLIQUE! DASOFICINAS JORNAL JORNAL INDEPENDENTE DE PEÇAS, ACESSÓRIOS E EQUIPAMENTOS

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4 04 Jornal das Oficinas Janeiro 2011 MERCADO Editorial Uma nova Campanha No seguimento das Campanhas Manutenção Preventiva (2009) e Manual de Gestão Oficinal (2010), o Jornal das Oficinas apresenta em 2011 a Campanha OFICINA VERDE, dedicada à protecção do ambiente e segurança no local de trabalho. Com o lançamento desta Campanha, pretendemos informar as Oficinas sobre as normas legais vigentes e dar exemplos de boas práticas em matéria de ambiente, segurança e higiene no local de trabalho. Trata-se de um trabalho para ser publicado ao longo das 12 edições de 2011 do Jornal das Oficinas. Os temas abordados nos vários capítulos contêm informação útil sobre os procedimentos que as oficinas devem seguir para serem amigas do ambiente, cumprirem com a legislação em vigor e garantirem a segurança dos seus trabalhadores. Hoje em dia é impensável ter uma oficina aberta sem respeitar o meio ambiente e a segurança dos trabalhadores, até porque as entidades fiscalizadores andam no terreno e são cada vez mais os casos em que as oficinas têm de fechar por falta de condições no tratamento dos resíduos e na prevenção de acidentes laborais. O compromisso para com o meio ambiente deve orientar a actividades das oficinas de reparação automóvel para a adopção de práticas e critérios de gestão rigorosos tendo em vista a optimização dos custos e do valor acrescentado. Assim deve ser a oficina ideal do século XXI, um lugar limpo, organizado e confortável, que trabalha com profissionais treinados e capacitados para realização dos serviços mecânicos, tendo em vista sempre a satisfação dos clientes. A oficina ideal é uma realidade hoje em muitas regiões do País, mas ainda falta muito trabalho para transformar todo o universo da reparação em modelo para a sociedade, com respeito pelo meio ambiente. Com o lançamento da Campanha Oficina Verde, o Jornal das Oficinas vem dar o seu contributo para melhorar as condições de trabalho dentro das oficinas em Portugal tornando-as um exemplo de boas práticas ambientais, de segurança e higiene. João Vieira Ficha Técnica DASOFICINAS JORNAL JORNAL INDEPENDENTE DE PEÇAS, ACESSÓRIOS E EQUIPAMENTOS Uma publicação da AP Comunicação Como gerir um blogue Para as empresas do pós-venda automóvel em geral e para as oficinas de reparação particularmente, os blogues são mais uma ferramenta de comunicação com o mercado e potenciais clientes, dentro das opções que já existem na esfera da comunicação virtual. Para alguém que pretenda apenas uma boa forma de passar o tempo e trocar ideias com outras pessoas, iniciando um diálogo multilateral interessante e motivador, a abertura de um Blogue é relativamente simples e não tem quaisquer riscos ou responsabilidades. Existem já soluções prontas no mercado, desenvolvidas pelos principais servidores da rede web, pelo que tudo o que há a fazer é começar a lançar mensagens pessoais na chamada blogosfera e esperar pelas respostas. A partir daí, basta simplesmente gerir o correio electrónico e devolver as respostas aos bloguistas que pescaram o tema e querem desenvolvê-lo em parceria com outros navegantes com as mesmas motivações. Tudo se torna um pouco diferente quando uma marca ou empresa pretende alargar a sua base social e projectar a sua imagem na apetecível blogosfera, onde gravitam muitos milhões de olhos curiosos e potenciais simpatizantes com os produtos/serviços que tem na sua oferta. Calcula-se que 5% de todos os grandes negócios dos EUA têm blogues mais ou menos oficiais ou geridos por terceiras pessoas em seu proveito. Nesse caso, é necessário tomar algumas providências, seguir alguns procedimentos menos informais e diletantes e apostar numa estratégia de comunicação virtual, sem cair no marketing puro e directo, que tem muito pouca chance de vingar nesse universo em linha, onde os temas e o nível da conversação estão acima de outros motivos e interesses. Quando se pretende pescar, não se pode assustar o peixe Blogues profissionais? De modo nenhum. Um blogue tem que viver na atmosfera dos tempos livres e das conversações sem compromissos, o que não impede que se passem conceitos, ideias, formas de estar e emoções em vários sentidos e em diversas direcções. A atmosfera de um blogue tem que ser criativa, inovadora e desafiante. Discursos cinzentos, com ideias feitas e num tom institucional terão poucas hipóteses de vingar. Quem entra num blogue e começa a ler os posts que lá existem está à espera de ver ideias e conceitos defendidos com vigor, empenho e convicção, bem como respostas onde os erros, os mitos e os enganos sejam desmontados e esclarecidos com eficácia. Repetições monótonas e monocórdicas são ignoradas rápida e liminarmente. Quem pretender iniciar, desenvolver e gerir eficientemente um blogue com uma afluência razoável tem que apostar numa comunicação criativa, fluente, clara e apoiada em conceitos sólidos e ideias inovadoras, interessantes e motivadoras. Não nos podemos esquecer que um blogue é uma espécie de jornal on line partilhado por várias pessoas, que ali vão depositando por ordem cronológica os seus pontos de vista opiniões, discordâncias, intenções e todos os tipos de experiências diárias. A apetência de frequentar um blogue é idêntica à que sentimos quando folheamos um jornal diário ou escutamos um noticiário. Esperamos ouvir coisas novas e expressar a nossa opinião sobre elas, adicionando alguma coisa de pessoal. Essa será a maior riqueza e a força que faz vingar este tipo de iniciativas. Como fazer? O que evitar? A melhor forma de iniciar um blogue é solicitar uma listserv, ou seja, uma lista de endereços electrónicos já organizada em função de temas, sectores de actividade, ocupações, zonas de residência, etc.. Essas listserv são disponibilizadas pelos principais servidores da rede web e permitem obter logo de entrada um número de respostas que permite organizar um blogue com um certa dimensão. No entanto, essas listas só devem ser utilizadas no lançamento do blogue, para fazer perguntas à "audiência" e para lançar novos tópicos de discussão, porque na dinâmica natural do blogue é a pergunta/resposta, o que permite manter uma atmosfera de debate e de interactividade realmente estimulante. As listserv podem ser simples listas de endereços, mas as verdadeiras listserv são serviços que enviam DIRECTOR: João Vieira DIRECTOR ADJUNTO: Paulo Homem CHEFE DE REDAÇÃO: Hugo Jorge PROPRIEDADE: João Vieira SEDE DE REDACÇÃO: Largo Infante D. Henrique, 7 - Várzea de Colares COLARES Telefone: Fax: REDACÇÃO: Augusto Quelhas, João Cerqueira, Paula Veloso PRODUÇÃO GRÁFICA: Pedro Vieira, António Valente PUBLICIDADE: Telefone: Director: Mário Carmo Anabela Machado IMPRESSÃO: Peres-Soctip Estrada Nacional 10, Km 108, Samora Correia Telef: PERIODICIDADE: Mensal ASSINATURA ANUAL: 34 Euros (12 números) Nº de Registo no ERC: Depósito Legal nº: /03 TIRAGEM: exemplares. Membro: COPYRIGHT: Nos termos legais em vigor é totalmente interdita a utilização ou a reprodução desta publicação, no seu todo ou em parte, sem a autorização prévia e por escrito do Jornal das Oficinas Quando acabar de ler este Jornal, por favor, coloque-o no Papelão para reciclagem Comunicação virtual APCOMUNICAÇÃo O SEU PARCEIRO DE NEGÓCIO Parceiro em Espanha do JORNAL DAS OFICINAS

5 Jornal das Oficinas MERCADO Janeiro a mesma mensagem a uma audiência, recebem as respostas e encaminham estas para o blogue. Isto implica que uma vez dado o sinal de partida para a discussão, é necessário ver o correio electrónico diariamente e responder individualmente ou em conjunto aos bloguistas que estão a participar no blogue. É deste modo que o blogue é alimentado, porque sem conversação as pessoas perdem o interesse por ele e deixam de intervir. Mesmo assim, é possível "fechar" o blogue durante alguns dias de "férias", desde que as pessoas sejam avisadas e com a garantia de que todas as respostas (pelo menos as mais interessantes ) serão respondidas. A prática faz o mestre A primeira coisa que um promotor de um blogue deve fazer é devorar "toneladas" de blogues e percorrer muitos "quilómetros" na blogosfera. Isto dar-lhe-á uma ideia como as coisas são feitas e especialmente como podem ser bem feitas. Embora sejam necessárias à partida algumas aptidões no capítulo da comunicação escrita e na arte da conversação, a verdadeira mestria só poderá surgir com o tempo, consagrando um estilo próprio, que é aquilo que as pessoas da audiência valorizam mais. Mais importante do que uma linguagem empolada e rebuscada, é fundamental que a comunicação seja natural, clara, precisa e que transmita a saudável dose de emoção e de entusiasmo. A própria interacção com os participantes do blogue desenvolverá o estilo apropriado e imagem de marca que tornará o blogue único. Além disso, sugerimos as seguintes soluções, para o caso de se tratar de um blogue relacionado com a promoção da imagem de uma empresa de serviços: - As mensagens devem ter títulos ou "assuntos", bem como chamadas em destaque para as passagens mais relevantes do texto, porque os interessados usam motores de busca para encontrar os blogues e geralmente utilizam uma só palavra para identificar aquilo que pretendem e procuram. - O texto não deve ser uma espécie de press release ou uma fotocópia de um folheto de publicidade, mas uma peça original, com uma forma inovadora de apresentação e com vários apêndices multimédia (links, imagens, vídeos, etc.). As pessoas têm que perceber que o assunto tem interesse e vantagens para a audiência e que isso é apresentado de uma forma convincente. - Não tenha medo de cometer erros. Um blogue não é um catálogo on line que as pessoas folheiam mais ou menos indiferentes, mas uma forma comunicação em que o promotor assume as suas ideias e opiniões com uma certa dose de risco, sabendo posteriormente aceitar críticas, sugestões e até correcções. Esse é o verdadeiro material do blogue, isto é, a conversação. - Transparência e abertura são mais importantes do que a busca de uma verdade única e de soluções únicas. As novas mensagens devem referir opiniões discordantes e fomentar a discussão, porque será daí que poderá sair a luz. Os participantes do blogue sentem-se mais compensados quando alguém lhes responde, mesmo discordando, do que ficar sem qualquer tipo de resposta. Manter o interesse vivo O volume e a frequência das mensagens que chegam ao blogue, bem como o seu teor, dão a medida do sucesso desse blogue. Para estimular esse interesse, a pessoa que dinamiza o blogue deve perceber quais são os verdadeiros interesses da sua audiência e manter uma conversação animada e credível sobre os temas que mais despertam a atenção das pessoas. Nas respostas, é fundamental que as pessoas são se sintam frustradas ou incompreendidas. Cada mensagem deve ser analisada cuidadosamente e respondida de forma concisa, directa e objectiva. As mensagens negativas e até adversas devem ser ignoradas directamente e respondidas de forma indirecta e impessoal passado algum tempo, para evitar conflitos. O teor das mensagens de resposta deve ser sempre afável, bem intencionado e positivo, mesmo quando alguém se mostrar crítico ou até agressivo. Nesses casos, a mensagem ou passagem da mesma deve ser colocada em evidência no blogue, para que todos os participantes possam avaliar da sua justeza e tomar uma posição por si próprios. Não tente meter o lixo debaixo do tapete Por outro lado, o blogue deve ser actualizado e organizado periodicamente, mantendo os arquivos com interesse para consulta. A utilização de hiperlinks a outros blogues e sites alarga o âmbito da discussão e introduz novas perspectivas dos assuntos, o que verdadeiramente interessa às audiências. Quem entra num blogue e começa a ler os posts que lá existem está à espera de ver ideias e conceitos defendidos com vigor, empenho e convicção. Blogue de negócios Num blogue através do qual se pretende promover uma empresa e a sua oferta, o promotor da iniciativa deve evitar tornar-se egocêntrico e a vedeta do blogue, por muito mérito que a sua comunicação possa ter. Também não resulta centrar os temas na própria empresa e na sua oferta. A arte aqui está em se partir de um debate aberto sobre a reparação automóvel, por exemplo, levando depois a conversação para o ponto que nos interessa, ou seja, nós fazemos melhor, nós temos a solução mais proveitosa e nós estamos lá para resolver todos os problemas. No fundo, trata-se de desafiar os potenciais interessados a comprovar o que se afirma. Eles têm que sentir que o que dizemos pode ser verdade e se for isso interessa-lhes. Portanto, a comunicação deve ser muito objectiva, sem chegar a ser demasiado profissional e aborrecida. Se explicarmos bem como se montam umas pastilhas de travão, os problemas que resultam da má manutenção, escolha errada de materiais, montagem incorrecta, etc., a audiência está a receber conhecimentos úteis e no fim até pode pensar que afinal, se sabemos tudo isso, talvez sejamos capazes de fazer as coisas bem. E depois, há a tal promoção para os participantes do blogue Outra coisa importante é as pessoas que vão ao blogue sentirem que é sempre o mesmo interlocutor que "está" lá, que o seu discurso é coerente e consistente e que não está sempre a mudar de atitude e de opiniões. É isso que inspira confiança à audiência e permite a aproximação do blogue aos seus participantes. Num certo ponto da comunicação, é como se uma só voz falasse para toda a audiência. Por outro lado, convém não esquecer que um blogue tem uma parte importante de entretenimento e que um tom bem humorado, sem chegar a ser sarcástico, ajuda a manter um bom ambiente e ao fluir da comunicação. Além disso, as pessoas estão à espera de saber novidades e conhecer novas ideias, pelo que o blogue deve preocupar-se em abordar de forma permanente temas inovadores, ainda que não tenham relação directa com o negócio. Depois, há que dirigir a conversação na direcção que mais nos convém. Blogues em Portugal Para quem deseje iniciar um blogue no nosso país, existe já algum trabalho realizado e pode ser muito simples, desde que se possua equipamento informático adequado e um site de empresa já devidamente organizado. As empresas que em Portugal dão apoio aos bloguistas iniciados são a Sapo (PT), a Blogger e a Wordpress. Qualquer desses servidores tem soluções gratuitas para quem quiser lançar um blogue. A dificuldade pode ser mesmo a escolha do "layout " para o blogue, porque há várias centenas de hipóteses à escolha Depois, é só registar um endereço (online) e acertar os detalhes da comunicação entre o servidor e o cliente. De qualquer modo, o blogue deve ter uma assistência diária uma vez iniciado, de acordo com o que já foi anteriormente mencionado. Todos os documentos enviados pelo servidor devem ser arquivados, seja na forma digital, seja em formato impresso, para posterior confirmação dos dados. PUB

6 06 Jornal das Oficinas Janeiro 2011 CAMPANHA OFICINA VERDE I CAPÍTULO - Metas da Campanha Oficina Verde Ano da Oficina Verde Razões e objectivos O Jornal das Oficinas elegeu 2011 como o ano da Oficina Verde. A partir desta edição, vamos iniciar a publicação de uma série de artigos dedicados à protecção do ambiente e segurança no local de trabalho, que têm por objectivo informar as oficinas sobre os procedimentos que devem seguir para serem amigas do ambiente e garantirem a segurança dos seus trabalhadores. Ao longo dos cinco anos de publicação do Jornal das Oficinas, foram já muitas as oficinas que visitámos e em todas elas verificámos que existe respeito pelo meio ambiente, colocando as peças retiradas dos carros em locais apropriados e reciclando óleos, baterias e pneus usados. Mas a legislação sobre resíduos é muito complexa, devendo ser bem consultada por todos os proprietários de oficinas, para saberem quais as exigências da lei e quais os procedimentos que devem tomar para não serem multados pela fiscalização, que é cada vez mais rigorosa. O investimento que é necessário fazer para ter uma oficina legal é sempre menor do que o lucro que essa situação traz em termos de imagem, eficácia e orgulho de toda a equipa que trabalha na oficina, num ambiente seguro e saudável. No que diz respeito ao resíduos produzidos na oficina, são os próprios proprietários que devem informar através do Sistema Integrado de Registo SIRAPA, a quantidade de resíduos que produzem, assim como o seu destino. Já no que se refere à Segurança e Higiene, de acordo com o Código do Trabalho, o empregador tem a obrigação de organizar as actividades de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho, prevenindo os riscos profissionais e promovendo a saúde dos trabalhadores, garantindo-lhes o direito a condições de trabalho que não ponham em risco quer a integridade física, quer a saúde de uma forma geral. Evolução natural Com o evoluir do nosso parque automóvel, as oficinas foram obrigadas a modernizar-se através de novos processos e formas de trabalho. Há duas décadas atrás, as oficinas reparavam um parque automóvel ainda pequeno, composto por modelos que eram substituídos com pouca frequência, o que exigia apenas uma manutenção básica sem nenhum tipo de atendimento mais personalizado. Com a abertura do mercado surgiu a necessidade de conhecer as novas tecnologias e oferecer cada vez mais qualidade ao cliente, agora mais exigente. O reparador começou a perceber que para acompanhar todas essas mudanças, deveria agir como um empresário e assim administrar e gerir o seu negócio de maneira mais profissional. O mercado procurava outro tipo de ambiente, que deveria ser mais limpo, organizado e visualmente mais agradável. Além disso, o consumidor começou a procurar preço, confiança, serviço bem feito e garantia. Com o objectivo de contribuir para que a oficina independente tivesse condições de garantir e aperfeiçoar a qualidade no serviço, várias entidades têm vindo a informar as oficinas que não se devem preocupar apenas em resolver o problema do cliente, mas também ampliar os seus procedimentos para outros itens, como organização, boa administração, limpeza, formação, ferramentas adequadas para cada serviço e excelência no atendimento. As novas exigências contribuíram para que as oficinas independentes evoluíssem ao ponto de, em alguns casos, conseguirem superar a eficiência encontrada nos concessionários. Investir na qualidade passou a ser uma questão de sobrevivência. O grande desafio é aliar ao mesmo tempo a oferta de soluções rápidas, diagnósticos precisos e preços competitivos. Em defesa do meio ambiente Todas essas mudanças e a busca pela qualidade também contribuíram para a preocupação com uma das questões de maior importância da actualidade: o meio ambiente. As oficinas automóveis, assim como as indústrias e fábricas, podem ser consideradas como actividades responsáveis pela poluição do meio ambiente, com uma agravante: quase todos os resíduos que produzem são perigosos, ou seja, apresentam riscos para a saúde pública e para a natureza, exigindo armazenamento e tratamentos específicos. Algumas oficinas de reparação, conscientes desse problema, criaram sistemas especiais de recolha selectiva, para contribuir com a reciclagem e garantir que

7 CAMPANHA OFICINA VERDE Com o patrocínio: OFICINA VERDEAMBIENTE E SEGURANÇA 100% os resíduos gerados nas suas empresas tenham um destino correcto e assim possam contribuir para a redução dos impactos causados para a sociedade e a natureza. Oficina Verde: escola de valores O crescente envelhecimento do parque automóvel circulante leva mais carros às oficinas para substituir peças, durante um certo período, mas o apertar do cerco às condições técnicas dos veículos em circulação ditará o seu abate mais cedo, o que irá transferir a prazo as oportunidades de negócio para os centros de desmantelamento de VFV. Com este tipo de evolução, o conceito tradicional da oficina de reparação automóvel tenderá gradualmente para se tornar residual. Os conceitos que dominarão o mercado serão os serviços rápidos, até aos 7/8 anos de vida do veículo, assim como a venda/montagem de acessórios, cujo objectivo será dar uma segunda ou terceira vida a carros com uns anos, que já não são o último grito da moda. Este segmento poderá ter desenvolvimentos ainda não totalmente previsíveis, dependendo da evolução da oferta de soluções no mercado. A curto prazo, vão estar disponíveis baterias de iões de lítio e kits de motorização híbrida, que poderão dar um enorme impulso às "clínicas de rejuvenescimento" para veículos, muito para além das jantes, suspensões, interiores e renovação de carroçarias que estamos habituados a ver. A nova geração de ofertas no plano dos equipamentos electrónicos para veículos também terá uma palavra a dizer. Isto provavelmente tornará o espaço oficinal muito mais criativo do que é actualmente, se quiser expandir o negócio e acompanhar as novas tendências do mercado. O que parece inevitável é uma total reconversão de mentalidades. À luz da informação de que dispomos sobre a crise ambiental e civilizacional que ameaça o planeta, o automóvel convencional vai inevitavelmente transformar-se num automóvel mais amigo do ambiente, movido a energias alternativas e com outras necessidades a nível de manutenção e reparação. As concepções emergentes da mobilidade individual e privada terão forçosamente que restabelecer a esperança num futuro melhor, mais seguro, mais limpo e ambientalmente mais sustentável. Claramente, as oficinas automóvel que quiserem sobreviver ao século que agora começou, terão que ser portadoras dessa nova mensagem, desses novos valores e dessa nova esperança. O projecto de uma nova mobilidade automóvel exigirá cuidados de assistência, que serão minorados na origem, ao construir os veículos, pela utilização sensata e inteligente destes, bem como por uma rede de pósvenda mais polivalente e mais vocacionada para partilhar conhecimentos e boas práticas com os condutores e com os clientes. De certo modo, as oficinas irão tornar-se escolas práticas de manutenção de veículos, tornando-se assim indirectamente escolas de condução para a preservação do ambiente, para a segurança dos clientes e para o fortalecimento da economia da colectividade, que é outra forma de dizer sociedade. Campanha Oficina Verde Calendário da publicação de artigos Em todas as edições 2011 do Jornal das Oficinas serão publicados artigos sobre a Campanha OFICINA VERDE, que está dividida nos seguintes Capítulos: JANEIRO JORNAL DAS OFICINAS Nº 62 I CAPÍTULO Introdução: Metas da Campanha Oficina Verde FEVEREIRO JORNAL DAS OFICINAS Nº 63 II CAPÍTULO Resíduos Perigosos: Riscos e Prevenção MARÇO JORNAL DAS OFICINAS Nº 64 III CAPÍTULO SIRAPA: Legalidade e Conformidade ABRIL JORNAL DAS OFICINAS Nº 65 IV CAPÍTULO Legislação: O crime não compensa MAIO JORNAL DAS OFICINAS Nº 66 V CAPÍTULO Entidades gestoras de resíduos: Onde e Quando? JUNHO JORNAL DAS OFICINAS Nº 67 VI CAPÍTULO Parcerias para o ambiente: Reparação mais Verde JULHO JORNAL DAS OFICINAS Nº 68 VII CAPÍTULO Tecnologias de lavagem: Salvar a Água AGOSTO JORNAL DAS OFICINAS Nº 69 VIII CAPÍTULO Manual de Boas Práticas Ambientais: Cidadania SETEMBRO JORNAL DAS OFICINAS Nº 70 IX CAPÍTULO Autodiagnóstico ambiental: Em que época vivo eu? OUTUBRO JORNAL DAS OFICINAS Nº 71 X CAPÍTULO Qualidade e Ambiente: A imagem de serviço total NOVEMBRO JORNAL DAS OFICINAS Nº 72 XI CAPÍTULO Higiene e Segurança no trabalho: Mais motivação DEZEMBRO JORNAL DAS OFICINAS Nº 73 XII CAPÍTULO Assistência e Assessoria: Mais perto do futuro Nota: Toda a informação sobre a Campanha OFICINA VERDE vai estar também disponível na internet no site

8 08 Jornal das Oficinas Janeiro 2011 ACTUALIDADE Convenção do Centenário da ANECRA Restabelecer a confiança Na Convenção do Centenário da ANECRA, falou-se do futuro do negócio das peças e da reparação automóvel. O debate entre os participantes foi intenso Para se enfrentar o futuro e perspectivar a tão desejada recuperação sócio-económica, os empresários e profissionais da reparação e manutenção automóvel, necessitarão de restabelecer a confiança e aproveitar as oportunidades do mercado. Além disso, terão também de apostar na especialização e na adopção de diferentes soluções em função do tipo de cliente. Estas são as soluções para a crise que saíram da Convenção do Centenário da Anecra, realizado em Novembro, em Lisboa. O objectivo é chegar ao cliente feliz através de soluções inovadoras. Um dos painéis desse evento foi A reparação automóvel e o negócio das peças na hora da verdade. A Anecra convidou diversos especialista do sector para debater este painel, que tiveram a oportunidade de responder a uma série de perguntas. Sobre o decréscimo do número de oficinas independentes em Portugal, Marco Barreiros, da Renault, confirmou que existiu uma forte remodelação da rede oficinal de marca, com a integração em grandes grupos. Já os reparadores independentes não souberam acompanhar a evolução do mercado e, por isso, apareceram os centro-auto. Outros dos temas teve a ver com as redes oficinais. Na opinião de Manuel Mota, da Rino Master, a associação das oficinas independentes em rede é a melhor solução para elas no presente e no futuro. Para Armando Higueras, do CE- TRA (congénere espanhola da ANE- CRA), uma rede oficinal permite a partilha de poder (junto de fornecedores, p.e.) mas também a partilha de tecnologia e ainda o desenvolvimento da imagem e do marketing dessa oficinas. Qual é o futuro dos reparadores independentes? A competência técnica foi uma resposta comum para Marco Barreiros e Pedro Barros. O responsável da Renault falou ainda da aposta em equipamentos, a fidelização dos clientes, a capacidade de cumprir com as questões ambientais, e a capacidade de financiamento. Para Isabel Basto, da MCoutinho, passará pela questão do associativismo, mas também pela relação de confiança que se estabeleça entre o reparador e o condutor apostar na fidelização. Pedro Barros considerou abertamente que a reparação independente tem um grande futuro pela frente. Para tal, entre outras coisas, tem que estar atenta a novos modelos de negócios não lutando contra eles, mas entende-los como uma oportunidade de negócio. Quanto à questão se as oficinas devem abrir linhas de crédito para o seus clientes, Isabel Basto, considerou não ser essa uma solução no actual contexto, tanto mais que as oficinas já facilitam em demasia no aspecto dos pagamentos. Pedro Barros disse que tem havido demasiado facilitismo das oficinas, aceitando que as mesmas possam ter linhas de crédito para os clientes mas sempre geridas por alguém especializado na matéria. Peças: a velha questão Na segunda parte, o tema foi peças. Foi aqui que surgiu o maior debate quando a plateia interpelou a mesa para saber que origem têm as peças de origem e se isso interfere na sua qualidade. A questão era dirigida a Nuno Roldão, da Lubrigaz, um concessionário Volkswagen recentemente premiado pela casamãe, que dissera pouco tempo antes que só utilizava peças de marca. Quem perguntava queria chegar a um ponto: as peças que não são de qualidade têm a mesma qualidade porque o fabricante é o mesmo. Roldão disse que admitia que isso fosse verdade, mas que não podia assegurar porque não utilizava peças sem ser as da sua marca. Marco Barreiros, da Renault, lançou mais achas para a fogueira ao dizer que as peças originais têm um caderno de encargos a partir do qual é garantida a sua qualidade. Na sua forma de ver, representando a distribuição oficial, o argumento fazia todo o sentido. Seria incoerente da nossa parte não trabalhar com as peças originais, porque senão iria dispersar actividade por todas as outras marcas para as quais o nosso negócio não está vocacionado, disse. Portanto, havia diferença na garantia que apresentava cada uma destes tipos de peças? Pedro Barros, da AZ Auto, chamou a atenção para um pormenor na definição das peças de qualidade equivalente onde se diz que podem ser utilizadas pela rede da marca sem colocar em risco a sua imagem. Parecia então que se tratava apenas de transmitir uma imagem de confiança junto do cliente final, mas o tema era mais complexo. Pedro Barros lembrou que as marcas também têm linhas económicas na sua oferta e que o problema era outro. Não tem a ver de onde as peças vêem, mas de quem certifica a sua qualidade, disse. Isabel Barros, da MCoutinho Peças, que distribui apenas peças de marca, disse logo que são essas que têm qualidade indiscutível e garantem a qualidade da reparação. Além disso, acrescentou, este tipo de abordagem facilita a vida aos grandes clientes, já que utilizam preçário único. A discussão só abrandou quando José de Athaíde Tavares leu a definição de peças de qualidade equivalente que está escrita no Regulamento Europeu 1400/2002 e se passou ao tema seguinte. Pretendia-se saber se os clientes os grandes frotistas têm qualquer tipo de intervenção na escolha destes componentes. Athaíde Tavares disse que é cliente quem tem mais poder e que, por isso, os grandes clientes podem escolher as suas peças. Mas Luís Albergaria, do Grupo Caixa Seguros, estabeleceu o seu ponto de vista: Não faz sentido perguntar ao cliente qual a peças que ele mesmo nos pediu para colocar!. E acrescentou, como corolário à discussão anterior: Não há nenhum problema de garantia nem de colocação de peças. O que está em causa é a reputação da oficina pelas peças que utiliza.

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